Programação de Planificação Estratégica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programação de 2009. Planificação Estratégica"

Transcrição

1 Introdução Programação de 2009 Planificação Estratégica Após análise do plano de actividades para 2008 cruzando-o com a acção da AI Portugal ao longo do mesmo ano, concluiu-se que, apesar de algumas das actividades não terem sido cumpridas, a verdade é que os objectivos inerentes a tais actividades foram, na sua maioria cumpridos. Deste modo, optou-se por, para a planificação de 2009, começar por definir quais são os objectivos estratégicos a cumprir durante este ano e para os quais todas as acções da AI Portugal deverão contribuir. Manter-se-á um plano de actividades como nos anos anteriores. Contudo, em vez do ênfase assentar sobre as actividades em si, assentará sobre os objectivos estratégicos a atingir. Assim, serve o presente documento para definir os objectivos estratégicos para a acção da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional a serem cumpridos ao longo de Os objectivos estratégicos aqui incluídos não são objectivos estanques ou desgarrados uns dos outros. Todos concorrerão para o crescimento da AI Portugal em termos de impacto e de resultados, atendendo ao seu objecto social. A ordem pela qual estão elencados os objectivos neste documento não representa qualquer hierarquia em termos de importância. São todos igualmente importantes, na medida em que todos concorrem com igual peso para o crescimento da AI Portugal nos termos referidos no parágrafo anterior. Hércules, depois de ter assassinado a sua esposa e filhos num acesso de loucura, foi visitar o oráculo em Delfos. Aqui foi-lhe prescrita como penitência para recuperar sua honra, uma série de doze tarefas 1. À semelhança, eis as 12 tarefas da AI-Portugal para 2009: 1

2 Os 12 Trabalhos de Hércules : Os Objectivos Estratégicos 1 O Leão de Neméia: Angariação de Fundos/Membros alternativo ao Face to Face O programa Face to Face tem um período de vida útil a meio do qual (período em que nos encontramos) começa a desenhar uma curva decrescente de resultados. Impõe-se, pois, que nesta fase comecem a ser experimentadas formas de angariação de membros e de fundos alternativos. Ainda durante o período em que o Face to Face tem resultados positivos, devem começar a ser testadas e construídas alternativas para que a AI Portugal mantenha o mesmo índice e ritmo de angariação de membros e de fundos após o termo do Face to Face. Assim e ao longo de 2009, a acção da AI Portugal neste campo deverá assentar em 3 diferentes abordagens: a) Dar sem Dar Deveremos apostar na consolidação e na construção de formas de angariação de fundos que, sendo regulares, o doador na verdade não desembolsa directamente montantes para a AI. É o caso da consignação de 0,5% do IRS, é o caso dos clientes da Kazoo através do carregamento do seu telemóvel, é o caso da conversão de pontos acumulados pelo carregamento de telemóveis (designadamente da TMN) a favor da AI, é o caso do Cartão Solidário. Deverá também apostar-se na construção de uma parceria através da qual a utilização do cartão de crédito reverta determinada percentagem a favor da AI. b) Dar Directamente Além das quotas dos membros, deveremos apostar em doações directas através do Multibanco; em Major donnors (com o apoio do Secretariado Internacional); em venda de merchandising (incluindo brindes para convidados de casamentos); em parcerias com Fundações; na linha telefónica de valor acrescentado; venda de arte (leilões); na campanha traz um amigo ; em novas formas de Face to Face (nas empresas e nas Câmaras Municipais); no upgrade das contribuições dos actuais apoiantes; entre outros. c) Potenciais apoiantes tendo disponíveis cerca de 5 mil contactos obtidos por várias vias de pessoas que manifestaram interesse pela AI, deveremos apostar na conversão destes em membros ou apoiantes através de telemarketing, mailing e correio postal. 2 A Hidra de Lerna - Angariação cruzada com campanhas Devido a vários factores, designadamente à evolução do papel da AI a uma escala global, ronda alguma incerteza em torno do objecto social da AI. Este facto dificulta grandemente a angariação de membros e de apoiantes na medida em que é difícil transmitir o que a AI é e faz de tangível. Assim, associar formas de angariação de fundos e membros a campanhas torna a AI mais vendável. Em cada campanha deverá ser

3 associada a mensagem de que a AI precisa de membros e de fundos para existir e para levar a cabo a campanha em causa e as outras. Mais facilmente conseguir-se-á apoio de alguém para uma temática específica do que para o trabalho geral da AI. Conquistado o membro por esta via, será depois necessário um processo de fidelização transferindo o interesse do apoiante do tema para a instituição. Neste contexto, deveremos apostar mais na comunicação de massas, de associar cupões de inscrição como membro ou de donativos a todas as campanhas; organizar ou participar em eventos públicos onde centremos a mensagem não na AI como tal mas em campanhas específicas atendendo ao público em questão; nestes eventos temos que ter sempre presença assegurada em 4 frentes: informação, petições, recolha de contactos e venda de material; envolver líderes de opinião e figuras públicas (como embaixadores) às temáticas das campanhas. 3 A Corça de Cerínia: Fidelização Nos últimos anos, os esforços têm estado mais focados na angariação de apoiantes e de membros do que na sua manutenção. Com efeito e apesar das taxas de atrito estarem ainda abaixo da média europeia, a verdade é que, no momento de adesão são criadas expectativas aos novos membros e apoiantes que algumas vezes são goradas. Temos, pois, que em 2009, sem deixar de continuarmos a apostar na angariação de novos membros e apoiantes, reforçar os meios de fidelização dos que já temos. Para esse efeito, deveremos melhorar o Kit de Boas Vindas ; regularizar o cartão de membro; associar a este algumas vantagens; manter pontualidade e regularidade nas formas de comunicação, nomeadamente nas newsletters e boletim; criar um mail mensal (eventualmente assinado pelo Director Executivo) a referir as situações positivas agradecendo o envolvimento e as negativas apelando ao envolvimento; assegurar, explorando as potencialidades da base de dados um contacto mais personalizado e regular (feedback, o importante que é para nós ser membro activo, presente, atento, v.g Parabéns! Faz hoje x ano que é nosso membro ; fazer questionários de qualidade de serviço; criar modelos mais atractivos de reuniões magnas como a Assembleia-geral, o Conselho Geral, etc.). 4 O Javali de Eurimanto: Comunicação trifásica e positiva A comunicação em geral melhorou significativamente no último ano. São disso exemplo uma regularização temporal no envio das várias newsletters, o novo boletim, as melhorias no conteúdo e navegabilidade do website. Ainda continuarão a ter lugar melhorias a este nível. Contudo, além da pontualidade e da adopção de linguagem adequada aos diferentes destinatários do ponto de vista estratégico, toda a comunicação deverá assentar sobre dois grandes princípios:

4 a) Comunicação em 3 fases: antes (definindo os objectivos do que se comunica); durante (apelo/convite à acção ou ao envolvimento); e depois (apresentando os resultados e agradecendo o envolvimento). b) Positividade: as mensagens deverão conter sempre algo de positivo: desde os resultados obtidos, à mobilização de algumas pessoas que estavam inactivas em relação a certos temas, etc. Presente como estratégia em toda a comunicação deverão estar os princípios da transparência e da accountability. 5 Os currais do Rei Aúgias: Comunicação interna Essencial para a consolidação das equipas e para a coesão de todos nos esforços e propósitos comuns, é uma comunicação interna eficaz. Enquanto a comunicação da Direcção com o staff em ambos os sentidos, não carece de grandes melhorias, a comunicação entre os diferentes departamentos pode melhorar. Assim e para esse efeito, durante 2009: a) Manter-se as reuniões mensais gerais de staff mas, em vez de terem um carácter informativo como tem sido até agora, deverão assumir um pouco mais carácter de balanço do mês anterior e programação do seguinte. Nestas reuniões deverão participar os estagiários. b) Manter-se as reuniões semanais do Director Executivo com os Directores Seniores. Das quatro reuniões mensais, uma será para avaliação/balanço outra será para brainstorming para efeitos de inovação (ver item seguinte). c) Mais e melhor formação e integração dos Estagiários. Deverá inclusivamente evoluir-se para que as fornadas de estagiários para os diferentes departamentos, entrem e saiam no mesmo momento. d) Deverá rever-se a lista de substituições e regularizar a comunicação de ausências. 6 O Lago Estínfalo: Inovação e mais visibilidade da AI Portugal Enquanto cidadãos de um mundo globalizado e assente na comunicação tecnológica, somos todos diariamente bombardeados com informação, com publicidade, com apelos e promessas. Por isso, já criámos alguma insensibilidade para discernir o essencial no meio de tanto supérfluo. Vingam apenas as mensagens marcadas pela inovação, pela originalidade e pela persistência. A AI Portugal neste último ano quase só apareceu através das suas acções e campanhas.

5 Assim, é essencial inovar na comunicação, nas campanhas e no activismo. Deveremos, no início do ano, reunir com uma das empresas publicitárias nossas parceiras e pedirlhes que concebam uma imagem de marca que seja constante ao longo do ano quer para publicidade institucional quer para a publicidade relacionada com as campanhas. Deveríamos criar algo semelhante (em termos de conceito e não de imagem) ao Absolut Vodka que cumpre o propósito da inovação, da originalidade e da persistência. Quanto menos claro é o papel da AI, mais necessário se torna apresentarmos de forma clara e inequívoca quem somos, o que fazemos/temos feito, o que temos. Devemos, assim, apostar em: a) Mais presença na TV (por exemplo: tentar o Minuto AI à semelhança do Minuto Quercus. Ter um plano de comunicação sequencial ao longo do ano quer para apresentação institucional quer para os temas principais sobre os quais trabalharemos, vg, pobreza. b) Mais acções directas com jornalistas e líderes de opinião (formação, charme, atribuição de responsabilidades concretas, etc.) c) Mais ousadia (o mailing de Natal foi um primeiro exemplo disso), mais inovação e mais positividade. É essencial também (melhor explicado no próximo item) inovar nas propostas de activismo, através de ofertas de acção com resultados mais imediatos. 7 O Touro de Creta: Mais e Melhor activismo A AI é, desde a sua génese um movimento de activismo. Não só por força de evoluções induzidas pelo SI mas também devido ao facto do Face to Face ser mais adequado para angariar doadores do que membros activistas, quando reflectimos sobre os objectivos estratégicos da AI, o activismo é um elemento essencial que deve ser reforçado. Para tanto é fundamental o seguinte: a) Contratação de um coordenador/dinamizador de activismo b) Criação de um Kit Activista c) Dinamização e envolvimento das Estruturas da AI no activismo (ver mais detalhes no item seguinte) d) Adopção de novas técnicas de activismo, designadamente de e-activismo baseando-nos nas boas práticas da AI Espanha. e) Propor activismo em temas e áreas cujos resultados à partida sejam obteníveis, senão imediatamente, a curto prazo. Hoje em dia, sobretudo os jovens, interessam-se pelos temas e pela acção, mas desencorajam-se se a acção não tiver visibilidade e impacto ou resultados quase imediatos.

6 8 O castigo de Diomédes: Reactivação das Estruturas operacionais da AI As Estruturas operacionais da AI são um dos factores mais importantes de descentralização do trabalho e dos resultados de acção da AI. Contudo, a maioria das Estruturas actualmente existentes são marcadas por inacção ou por acção desarticulada com a da secção. Tal acontece apesar das sucessivas interpelações, convites à acção, disponibilização de ideias e materiais, de tentativas de aproximação por parte da sede. A reactivação das Estruturas terá de passar pelas seguintes estratégias: a) Aprovação das NEREOP. b) Aproximação da sede às Estruturas com propostas concretas de acção. Para esse efeito, o Coordenador de Activismo terá um papel preponderante. c) Especialização temática das Estruturas. As Estruturas deveriam escolher do Plano de Acção da sede aquelas acções e campanhas em que querem estar envolvidas e assumirem o compromisso de localmente darem apoio e serem apoiadas pela sede na sua implementação. d) Responsabilização. Uma vez aprovadas as NEREOP e comprometidas as Estruturas nos termos da alínea anterior, estas deverão ser responsabilizadas por aquilo que fazem e não fazem. e) Formação regular e uniforme. A primeira delas deverá ter lugar no próximo Campo de Trabalho de Estruturas a ter lugar no primeiro trimestre do ano. 9 Vitória sobre as Amazonas: Parcerias As parcerias são úteis e necessárias por várias razões: partilha de recursos, experiências e informação; garantia de efeito multiplicador das acções e campanhas; sustentabilidade; capitalização de resultados; etc. Assim, neste contexto a AI deverá consolidar as que tem (media, publicitários, advogados, etc.), explorar as hipóteses que tem abertas (Montepio, Microsoft, etc.); criar novas duradouras; criar novas esporádicas. Deverá também, com as Estruturas, identificar as parcerias locais (existentes e potenciais) e envolver-se no respectivo processo. Todas as parcerias deverão ter em comum os seguintes princípios: a) Win-Win como garantia de eficácia, de sustentabilidade e de durabilidade, todas as parcerias deverão ser construídas dando a ganhar a ambas as partes. A lógica de doador/beneficiário não deve estar na lógica das parcerias da AI. Tal relação poderá existir, mas não no contexto de uma parceria. Estas devem à partida conferir benefícios muito claros a ambas as partes.

7 b) Todas as parcerias deverão ser formalizadas por escrito. Os termos gerais da parceria deverão estar formalizados em protocolo assinado por ambas as partes sem prejuízo de cada acção a ser levada a cabo no âmbito da parceria ser regulado por acordo próprio para o efeito. Mudam as pessoas, mudam as vontades. Mudam-se os tempos e circunstâncias, muda a clareza de interpretação. 10 O Gigante Gerion: Formação Sem prejuízo de apostar mais a fundo na EDH, através da eventual candidatura à linha europeia de co-financiamento destas acções, a formação deverá ser uma das prioridades estratégicas da AI Portugal e a 4 níveis: a) Formação em sentido formal (nas escolas e universidades, para professores e alunos) b) Formação informal (sessões de esclarecimento em Câmaras Municipais, em Empresas, em Universidades, etc.) c) Formação para públicos específicos (PJ, PSP, GNR, Guardas Prisionais, etc.) d) Público em geral. 11 Cérbero, o guardião do mundo dos mortos: o Staff Uma equipa completa, coesa, forte e motivada é um dos elementos mais essenciais para que a AI Portugal cumpra a sua missão. Para tanto, identificámos um conjunto de objectivos estratégicos: a) Contratação de um(a) Coordenador(a) de activismo que inclua entre as suas responsabilidades a redinamização das Estruturas Operacionais b) Retomar a avaliação de desempenho de acordo com o novo modelo que resultará da revisão em curso c) Formação interna ou co-financiada dos membros do staff com vista a melhorar as capacidades para a função d) Elaboração de relatório de avaliação de impacto das actividades (a ter lugar na reunião semanal do Director Executivo com os Directores Seniores dedicada à avaliação do mês) e) Organização semestral de um OSSA mais pequeno que inclua apenas Direcção e Staff f) Arrumação da sede e reorganização do espaço g) Realização de actividades exteriores ao trabalho de team building.

8 12 - Pomos de ouro do Jardim das Hespérides: Acções que ocorrerão durante todo o ano: As campanhas / Campanha da Dignidade O ano de 2009 é o Ano Internacional para a aprendizagem dos Direitos Humanos e marca o início da segunda década das Nações Unidas para a erradicação da pobreza. Será, no seio da Amnistia, o ano de arranque da Campanha da Dignidade. Em tudo o que façamos, a nível de campanhas, deveremos sempre procurar aproximar a mensagem do receptor, não só adequando a mensagem e o apelo ao destinatário, mas elegermos as mensagens que possam suscitar mais interesse e envolvimento dos destinatários. É claro que não devemos hierarquizar os Direitos Humanos. Contudo, uma vez que não podemos chegar a todo o lado e, como tal, temos que escolher que áreas devemos/podemos trabalhar, que o façamos tendo em consideração o que pode interessar mais ao público português e/ou o que enquanto secção podemos, melhor que outras, obter os resultados pretendidos. Devemos pois enfocar questões relacionadas com Portugal, com os PALOP, com as questões internacionais com as quais, de alguma forma, Portugal ou os portugueses estejam relacionados. Assim, além daquilo que for surgindo relacionado com estes panos de fundo e de tudo aquilo que será continuação do que temos vindo a fazer, em termos de campanhas, deveremos centrar esforços no seguinte: a) Wooc sobre police accountability b) Campanha do controle das armas (com especial enfoque para, no contexto português, os tasers, tratado do comércio de armas, força policial e violência nos bairros ditos problemáticos) c) SVAW (com especial enfoque para, no contexto português, a Mutilação Genital Feminina, Violência doméstica e afins e paridade de género) d) Discriminação (com especial enfoque para, no contexto português, ciganos nas escolas, racismo e xenofobia, pessoas com deficiência, pobreza e LGBT) e) Combater o Terror com justiça (com especial enfoque para, no contexto português, os voos de rendição, responsabilidade do Governo Português, Norte Americano e outros, Guantánamo e acolhimento por Portugal dos ex-prisioneiros) f) China, Angola, Pena de Morte e Violência Policial no Brasil. No âmbito da Campanha da Dignidade, sem prejuízo das acções globais a que aderirmos, quando estiverem mais claras, em Portugal, seguindo as orientações do SI (envolvermo-nos com os ODM e criar parcerias) deveremos (e algo já está a ser construído a esse nível) fazer o seguinte:

9 a) Criar parceria com Campanha do Milénio em Portugal para cobrirmos a esfera internacional (organizações internacionais, Estados, etc.) relacionada com as questões da pobreza b) Criar parceria com a REAPN para cobrirmos a esfera nacional relacionada com as questões da pobreza c) Criar parceria com o Instituto Marquês de Valle Flor (IMVF) a maior ONGD portuguesa quer em volume financeiro, quer em volume de projectos quer em maior distribuição de acção pelo maior número de PALOP para cobrirmos a esfera afro-lusófona relacionada com as questões da pobreza. No âmbito da parceria referida em a) dedicar-nos-emos ao relacionamento entre os ODM e os DH através de publicações, de formação e de sensibilização (especialmente dos jovens). Recolheremos também informação necessária para o nosso trabalho de lobby e activismo. No âmbito da parceria referida em b) recolheremos também informação necessária para o nosso trabalho de lobby e activismo, à escala nacional. No âmbito da parceria referida em c) levaremos a cabo um projecto de EDH à escala nacional e europeia sobre as questões da pobreza em Portugal e nos PALOP. A linha condutora da nossa acção no âmbito da Campanha da Dignidade a nível nacional (aliás na linha do que o SI recomendou às secções) deverá assentar na investigação e na consequente acção de lobby e activismo para a responsabilização sobre a acção do Governo Português e de Empresas Portuguesas que actuem em países em desenvolvimento na medida em que é incoerente ou violadora dos Direitos Humanos (especialmente nas áreas da cooperação, do SIDA, da Mortalidade Materna e nos Desalojamentos forçados, Conflitos em África designadamente crianças soldado, violência sobre as mulheres, minas e armamento, etc.). Interessará denunciar políticas em prática (do governo e de empresas portuguesas) que criem ou agravem situações de pobreza. Neste âmbito serão também incluídos os Bancos e as Instituições de crédito que têm abusado da sua posição para perpetuar ou agravar situações de endividamento das famílias, situações essas atentatórias contra a dignidade das pessoas, agravantes da pobreza e, como tal, violadoras dos Direitos Humanos. Para este efeito, podemos criar parceria com organizações da defesa de consumidores. Hércules superou a prova e venceu a morte. Assim, venceremos também! Lisboa, 22 de Dezembro de 2008

BALANÇO DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2009

BALANÇO DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2009 BALANÇO DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2009 Para a planificação de 2009, optou-se por definir quais os objectivos estratégicos a cumprir durante este ano e para os quais todas as acções da AI Portugal deverão

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Plano Estratégico para 2012. AGE Lisboa, 26 de Novembro de 2011

Plano Estratégico para 2012. AGE Lisboa, 26 de Novembro de 2011 Plano Estratégico para 2012 AGE Lisboa, 26 de Novembro de 2011 1.Prioridades de Direitos Humanos 2.Comunicação 3.Activismo e voluntariado 4.Crescimento 1.Prioridades de Direitos Humanos 1.1. Prioridades

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5 O que é a campanha Continuamos à Espera é uma campanha de Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania Global, centrada nas temáticas da Saúde Sexual e Reprodutiva, Justiça Social, Igualdade de Género

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul

O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA. Pretoria Africa du Sul O VALOR DAS VERDADEIRAS PARCERIAS PARA O REFORÇO DAS CAPACIDADAES LOCAIS: A EXPERIÊNCIA DO FOJASSIDA Pretoria Africa du Sul Conteúdo 1. Apresentação da FOJASSIDA 2. Introdução 3. Diferentes formas de parcerias

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS

Plano de Actividades. Orçamento ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA E SERVIÇOS DOS CONCELHOS DE VILA FRANCA DE XIRA E ARRUDA DOS VINHOS Plano de Actividades e Orçamento Exercício de 2012 Plano de Actividades e Orçamento para o exercício de 2012 Preâmbulo: O Plano de Actividades do ano de 2012 foi concebido com a prudência que resulta da

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Prioridades estratégicas da AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL 2013 2015

Prioridades estratégicas da AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL 2013 2015 Prioridades estratégicas da AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL 2013 2015 VISÃO Prioridades estratégicas 2013-2015 Breve enquadramento e contextualização O mundo não muda sozinho - é um dos mais conhecidos

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Planeamento de Actividades e Orçamentos - 2012 -

Planeamento de Actividades e Orçamentos - 2012 - Planeamento de Actividades e Orçamentos - 2012 - WACT We Are Changing Together A WACT é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), apolítica, laica, e sem fins lucrativos, com a missão

Leia mais

NOTA CONCEPTUAL Rev.5

NOTA CONCEPTUAL Rev.5 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 517 700 Fax : 517844 website: www. africa-union.org SEGUNDO FÓRUM PAN-AFRICANO SOBRE A POSIÇÃO COMUM AFRICANA

Leia mais

OBJECTIVO 2015. Cinco anos para construir uma verdadeira Parceria Global para o Desenvolvimento PROPOSTA DE ACÇÃO FEC

OBJECTIVO 2015. Cinco anos para construir uma verdadeira Parceria Global para o Desenvolvimento PROPOSTA DE ACÇÃO FEC OBJECTIVO 2015 Cinco anos para construir uma verdadeira Parceria Global para o Desenvolvimento PROPOSTA DE ACÇÃO INTRODUÇÃO O ano de 2010 revela-se, sem dúvida, um ano marcante para o combate contra a

Leia mais

Campanha Acabar com a violência sobre as Mulheres

Campanha Acabar com a violência sobre as Mulheres Campanha Acabar com a violência sobre as Mulheres Introdução A Amnistia Internacional (AI) Portugal lançou em Outubro de 2006, o Relatório «Mulheres (In)Visíveis», integrado na Campanha Internacional Acabar

Leia mais

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE A IBIS visa contribuir para o empoderamento dos jovens como cidadãos activos da sociedade, com igual usufruto de direitos, responsabilidades e participação

Leia mais

Condições do Franchising

Condições do Franchising Condições do Franchising ÍNDICE Introdução 1. Vantagens em entrar num negócio de franchising 2. O que nos distingue como sistema de franchising 2.1. vantagens para o franchisado face a outras redes 2.2.

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

Passe Jovem no SVE KIT INFORMATIVO PARTE 2 PASSE JOVEM NO SVE. Programa Juventude em Acção

Passe Jovem no SVE KIT INFORMATIVO PARTE 2 PASSE JOVEM NO SVE. Programa Juventude em Acção PASSE JOVEM NO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 2 Maio de 2011 1. O SVE como experiência de aprendizagem Ser um voluntário do SVE é uma valiosa experiência pessoal, social e cultural,

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral. Plano de Atividades 2016 INTRODUÇÃO O Plano de Atividades para 2016 agora apresentado tem como mote central DAR SENTIDO. Dar Sentido a tudo o que fazemos, o que nos envolve e o que envolve os outros. Centrarse-á

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders

oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders oikos desafio de profissionalização de uma ONG gestão da mudança responsabilidade perante os stakeholders João José Fernandes director geral executivo jjfernandes@oikos.pt Lisboa, 24 Junho 2008 oikos desafio

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO EDIFÍCIO SOLIDÁRIO

REGULAMENTO GERAL DO EDIFÍCIO SOLIDÁRIO REGULAMENTO GERAL DO EDIFÍCIO SOLIDÁRIO Considerando que: a) As competências e atribuições do Conselho Distrital de Lisboa, nomeadamente as que têm como desígnio proteger a dignidade e o prestígio da profissão

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social

Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social. João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Os Empresários, as Empresas e a Inclusão Social João Oliveira Rendeiro Presidente da Associação EIS Empresários pela Inclusão Social Conferência "Compromisso Cívico para a Inclusão" Santarém, 14 de Abril

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA. Loja Social de Paredes de Coura. Regulamento

MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA. Loja Social de Paredes de Coura. Regulamento MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Loja Social de Paredes de Coura Regulamento Preâmbulo A pobreza e a exclusão social têm fortes efeitos no desenvolvimento da comunidade local e implicam o empobrecimento de

Leia mais

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ ActionAid é uma federação internacional trabalhando para erradicar a pobreza e a injustiça. A ActionAid foi

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03

Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03 criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Enquadramento 02 Justificação 02 de implementação 02 Destinatários 02 Sessões formativas 03 Módulos 03 1 e instrumentos

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Seminário Final. 18 de Junho 2008

Seminário Final. 18 de Junho 2008 O impacto do (des)emprego na pobreza e exclusão social na sub-região Porto-Tâmega pistas de acção estratégicas Porto Rua Tomás Ribeiro, 412 2º 4450-295 Matosinhos tel.: 22 939 91 50 fax.: 22 909 91 59

Leia mais

Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva

Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva Painel Temático 2: A Educação para o Desenvolvimento Sustentável Sala G4 10H45 12H15 Moderadora: Cristina Gomes Ferreira Relatora: Elizabeth Silva Apresentação dos seguintes projectos: 1) Câmara de Lobos.

Leia mais

PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas

PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas 13 de maio de 2015 PPP e Desenvolvimento de Competências Desenvolvimento e implementação de projetos de parcerias de desenvolvimento público-privadas Virpi Stucki Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento

Leia mais

Guia do Voluntário a

Guia do Voluntário a Guia do Voluntário a 1. A AIDGLOBAL A AIDGLOBAL é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), sem fins lucrativos, com sede em Loures, que promove Acções nos domínios da Integração

Leia mais

OBJECTIVOS PARA O BIÉNIO 2005/2006

OBJECTIVOS PARA O BIÉNIO 2005/2006 OBJECTIVOS PARA O BIÉNIO 2005/2006 Objectivos Gerais: Continuar a lutar pela criação de Emprego Científico; o Organizar uma nova conferência sobre o Emprego Científico; Exigir a regulamentação do novo

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO

ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO O papel da Assistência Empresarial do IAPMEI António Cebola Sines, 11 de Dezembro de 2009 MISSÃO DO IAPMEI Promover a inovação e executar políticas de estímulo

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES PARA 2012. Data Ocasião/ Ação Calendarização Descrição da ação Área Objetivo estratégico Impacto esperado Parcerias

PLANO DE ATIVIDADES PARA 2012. Data Ocasião/ Ação Calendarização Descrição da ação Área Objetivo estratégico Impacto esperado Parcerias PLANO DE ATIVIDADES PARA 2012 Data Ocasião/ Ação Calendarização Descrição da ação Área Objetivo estratégico Impacto esperado Parcerias Janeiro 9-Jan-12 Estado dos DH no MENA 1 ano depois Dez 11-Jan12 Comunicação

Leia mais

Instituto Politécnico de Santarém Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional Documento de orientação estratégica

Instituto Politécnico de Santarém Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional Documento de orientação estratégica Instituto Politécnico de Santarém Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional Documento de orientação estratégica 1. Introdução Assume-se que a internacionalização do IPSantarém não deve consistir

Leia mais

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação

Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM) Estratégia de Comunicação 2011-2015 Maputo, Janeiro de 2011 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO......... 3 1.1 Contextualização............ 3 1.2 Justificativa (Porquê

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 A - INTRODUÇÃO O ano de 2013 que agora termina, foi decisivo para a continuidade da Fundação do Desporto. O Governo, através do Sr. Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares,

Leia mais

1 Ponto de situação sobre o a informação que a Plataforma tem disponível sobre o assunto

1 Ponto de situação sobre o a informação que a Plataforma tem disponível sobre o assunto Encontro sobre a Estratégia de Acolhimento de Refugiados 8 de Outubro de 2015 Este documento procura resumir o debate, conclusões e propostas que saíram deste encontro. Estiveram presentes representantes

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

Plano de Atividades 2012

Plano de Atividades 2012 Plano de Atividades 2012 A Direção da rede ex aequo propõe o seguinte plano de atividades para o ano de 2012, tendo em conta oito áreas de intervenção consideradas prioritárias. 1. Área de Apoio 2. Área

Leia mais

7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo

7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO. 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo 7. POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO 7.1- Comunicação 7.2- Publicidade 7.3- Promoção 7.4- Marketing directo A COMUNICAÇÃO Comunicar Comunicar no marketing emitir mensagem para alguém emitir mensagem para o mercado

Leia mais

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT

Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Cerimónia de lançamento do contrato de colaboração entre o Estado Português e o Massachusetts Institute of Technology, MIT Centro Cultural de Belém, Lisboa, 11 de Outubro de 2006 Intervenção do Secretário

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil º Uma iniciativa: Com apoio: 1 Encontros do Observatório, 23 Maio 2014 1. Contextualização O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa definiu como prioridade temática para 2014 a, problema

Leia mais

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR

HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR HÁ NORTE! ACREDITAR E MOBILIZAR Programa da lista candidata à eleição para os órgãos regionais do Norte da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Triénio 2011-2013 25 de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DA MURTOSA

REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DA MURTOSA REGULAMENTO INTERNO CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DA MURTOSA PREÂMBULO Designa-se por rede social o conjunto das diferentes formas de entreajuda, praticadas por entidades particulares sem

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias TERMO DE REFERÊNCIA Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias 1. Contexto e Justificação O Programa conjunto sobre o Empoderamento da Mulher

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia

Leia mais

* Conciencializara para este problema no Brasil e para esta situação de direitos

* Conciencializara para este problema no Brasil e para esta situação de direitos PLANO DE ATIVIDADES - AI PORTUGAL 2015 Prioridade Estratégica Atividades Objetivos Impacte EM Direitos Humanos (DESC,indivíduos em Risco,Portugal = Membro CDH da ONU):LÓBI E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS+CAMPANHAS

Leia mais

a favor do contributo profissional e cívico dos arquitectos Os anos do mandato que terminámos foram anos difíceis para a profissão.

a favor do contributo profissional e cívico dos arquitectos Os anos do mandato que terminámos foram anos difíceis para a profissão. Projecto Os anos do mandato que terminámos foram anos difíceis para a profissão. Tempo de escassa encomenda e recursos económicos e consequentemente de alteração de paradigmas sociais e profissionais.

Leia mais

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006

Diálogo 5 + 5. Quinta Conferência Ministerial. sobre a Migração no Mediterrâneo Ocidental Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Diálogo 5 + 5 Quinta Conferência Ministerial sobre a "Migração no Mediterrâneo Ocidental" Algeciras, 12 e 13 de Dezembro de 2006 Conclusões da Presidência Nos dias 12 e 13 de Dezembro de 2006 teve lugar

Leia mais

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social A investigação do Serviço Social em Portugal: potencialidades e constrangimentos Jorge M. L. Ferreira Professor Auxiliar Universidade Lusíada Lisboa (ISSSL) Professor Auxiliar Convidado ISCTE IUL Diretor

Leia mais

Sessão de Encerramento da Campanha Nacional Contra o Trabalho Não Declarado

Sessão de Encerramento da Campanha Nacional Contra o Trabalho Não Declarado Sessão de Encerramento da Campanha Nacional Contra o Trabalho Não Declarado Lisboa 7 de Abril de 2015 O FENÓMENO DO TRABALHO NÃO DECLARADO A CCP partilha da opinião, expressa num recente parecer do Comité

Leia mais

1130 portugueses espalham se pelo mundo em projectos de Voluntariado Missionário

1130 portugueses espalham se pelo mundo em projectos de Voluntariado Missionário FUNDAÇÃO EVANGELIZAÇÃO E CULTURAS COMUNICADO DE IMPRENSA (2011_004) 1130portuguesesespalham sepelo mundoemprojectosdevoluntariado Missionário Emtempodefestivaiseviagensdelazer,jovenseadultos preferemdedicarasfériasaovoluntariado

Leia mais

PARECER DA UMAR relativo ao O III PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS 2014-2017

PARECER DA UMAR relativo ao O III PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS 2014-2017 PARECER DA UMAR relativo ao O III PLANO NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE AO TRÁFICO DE SERES HUMANOS 2014-2017 Antes de concretizar a análise do referido Plano cumpre-nos dizer que é necessário que todos

Leia mais

GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES

GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES FICHA TÉCNICA Organização: Câmara Municipal da Amadora, Gabinete de Acção Social Equipa Técnica: Ana Costa, Rute Gonçalves e Sandra Pereira Design/Paginação: Estrelas

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa CORECARD > MONITORIZAÇÃO Organização e Processos de Gestão Estratégica Liderar e criar uma cultura de escola Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

Leia mais

O Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo e a ESTÃO MUNICIPAL DO SOLO URBANO

O Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo e a ESTÃO MUNICIPAL DO SOLO URBANO Painel 2: Serviço público de excelência casos de sucesso na Administração Pública O Programa de Desenvolvimento Municipal de Maputo e a ESTÃO MUNICIPAL DO SOLO URBANO 08 de Outubro de 2010 Visão da Cidade

Leia mais

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 RESUMO Resumo dos princípios fundamentais A Securitas acredita num mercado livre para a prestação dos seus serviços, e num ambiente competitivo

Leia mais

PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS

PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS Projecto do PNUD financiado pela Cooperação Espanhola Ministério da Hotelaria e Turismo República de Angola Angola PROJECTO DESENVOLVENDO NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS SEMINÁRIO PNUD / CNUCED "GESTÃO DE PROJECTOS

Leia mais

Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos?

Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos? Como Vamos Melhorar a Educação nos Próximos Anos? Apresentação do Debate Nacional Sobre a Educação Assembleia da República, 22 de Maio de 2006 Júlio Pedrosa de Jesus, Presidente do Conselho Nacional de

Leia mais

RESOLUÇÃO SOBRE O CONTEÚDO DE TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DO PARTIDO

RESOLUÇÃO SOBRE O CONTEÚDO DE TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DO PARTIDO RESOLUÇÃO SOBRE O CONTEÚDO DE TRABALHO NAS ORGANIZAÇÕES DE BASE DO PARTIDO 1 FICHA TÉCNICA Regulamento Geral de Organização e Funcionamento das Estruturas do MPLA Edição: COMITÉ CENTRAL DO MPLA Ano de

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

DESCRIÇÃO DO TRABALHO. Directora Nacional, WWF Moçambique

DESCRIÇÃO DO TRABALHO. Directora Nacional, WWF Moçambique DESCRIÇÃO DO TRABALHO Título de posição: Responde a: Supervisiona: Localização: Gestor de Comunicação Directora Nacional, WWF Moçambique Todo pessoal de comunicações Maputo, Moçambique Data: 19 de Agosto

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT)

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) Plano de Actividades 2009/10 Odivelas 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1 1 IDENTIDADE E COMUNICAÇÃO 2 2 FUNCIONAMENTO DA REDE DE PARCERIA 4 2.2

Leia mais

DECLARAÇÃO DA PRAIA: MEMORANDO DOS JUÍZES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE POLÍTICAS DE DROGAS E DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO DA PRAIA: MEMORANDO DOS JUÍZES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE POLÍTICAS DE DROGAS E DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO DA PRAIA: MEMORANDO DOS JUÍZES DE LÍNGUA PORTUGUESA SOBRE POLÍTICAS DE DROGAS E DIREITOS HUMANOS Os juízes representantes dos vários países de língua oficial portuguesa e que integram a União

Leia mais

PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA 2013-2015

PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA 2013-2015 PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA 2013-2015 Abril, 2013 ÍNDICE Estrutura organizacional... 3 Objectivos e Estratégia... 5 Orientações... 5 Objectivos estratégicos triénio 2013-2015... 6 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Leia mais

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DO PO CH PROPOSTA À COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO. POCH 1 www.poch.portugal2020.pt

ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DO PO CH PROPOSTA À COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO. POCH 1 www.poch.portugal2020.pt ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO DO PO CH PROPOSTA À COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO POCH 1 www.poch.portugal2020.pt O ponto de partida Principais conclusões das avaliações sobre a comunicação no âmbito do QREN: 88%

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Introdução A educação desempenha um papel essencial na promoção dos valores fundamentais

Leia mais

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020 Instrumentos de Financiamento Portugal 2020 27 junho 2015 Portugal 2020 1 Apoios ao setor social A estratégia constante do PO ISE procura dar resposta a um conjunto de compromissos assumidos por Portugal

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011 ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE E O GOVERNO DA AUSTRÁLIA Novembro de 2011 Acordo de planeamento estratégico para o desenvolvimento Timor-Leste Austrália

Leia mais

Plano de Comunicação para o QCA III. Relatório de Execução de 2002

Plano de Comunicação para o QCA III. Relatório de Execução de 2002 Plano de Comunicação para o QCA III Relatório de Execução de 2002 Após o período de lançamento do QCA III o ano de 2002 foi de consolidação dos projectos iniciados e de apresentação dos primeiros resultados.

Leia mais

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE 1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE I. Enquadramento A UGT regista o lançamento da Iniciativa Oportunidade para a Juventude em Dezembro de 2011 e, no âmbito

Leia mais

Principais conclusões do Encontro de Voluntariado Universitário da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra 1

Principais conclusões do Encontro de Voluntariado Universitário da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra 1 Principais conclusões do Encontro de Voluntariado Universitário da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra 1 Dos contributos dos diferentes intervenientes do evento

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO Maputo, Abril de 2014 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 3 II. TEMAS APRESENTADOS...

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais