Programação de Planificação Estratégica

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1 Introdução Programação de 2009 Planificação Estratégica Após análise do plano de actividades para 2008 cruzando-o com a acção da AI Portugal ao longo do mesmo ano, concluiu-se que, apesar de algumas das actividades não terem sido cumpridas, a verdade é que os objectivos inerentes a tais actividades foram, na sua maioria cumpridos. Deste modo, optou-se por, para a planificação de 2009, começar por definir quais são os objectivos estratégicos a cumprir durante este ano e para os quais todas as acções da AI Portugal deverão contribuir. Manter-se-á um plano de actividades como nos anos anteriores. Contudo, em vez do ênfase assentar sobre as actividades em si, assentará sobre os objectivos estratégicos a atingir. Assim, serve o presente documento para definir os objectivos estratégicos para a acção da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional a serem cumpridos ao longo de Os objectivos estratégicos aqui incluídos não são objectivos estanques ou desgarrados uns dos outros. Todos concorrerão para o crescimento da AI Portugal em termos de impacto e de resultados, atendendo ao seu objecto social. A ordem pela qual estão elencados os objectivos neste documento não representa qualquer hierarquia em termos de importância. São todos igualmente importantes, na medida em que todos concorrem com igual peso para o crescimento da AI Portugal nos termos referidos no parágrafo anterior. Hércules, depois de ter assassinado a sua esposa e filhos num acesso de loucura, foi visitar o oráculo em Delfos. Aqui foi-lhe prescrita como penitência para recuperar sua honra, uma série de doze tarefas 1. À semelhança, eis as 12 tarefas da AI-Portugal para 2009: 1

2 Os 12 Trabalhos de Hércules : Os Objectivos Estratégicos 1 O Leão de Neméia: Angariação de Fundos/Membros alternativo ao Face to Face O programa Face to Face tem um período de vida útil a meio do qual (período em que nos encontramos) começa a desenhar uma curva decrescente de resultados. Impõe-se, pois, que nesta fase comecem a ser experimentadas formas de angariação de membros e de fundos alternativos. Ainda durante o período em que o Face to Face tem resultados positivos, devem começar a ser testadas e construídas alternativas para que a AI Portugal mantenha o mesmo índice e ritmo de angariação de membros e de fundos após o termo do Face to Face. Assim e ao longo de 2009, a acção da AI Portugal neste campo deverá assentar em 3 diferentes abordagens: a) Dar sem Dar Deveremos apostar na consolidação e na construção de formas de angariação de fundos que, sendo regulares, o doador na verdade não desembolsa directamente montantes para a AI. É o caso da consignação de 0,5% do IRS, é o caso dos clientes da Kazoo através do carregamento do seu telemóvel, é o caso da conversão de pontos acumulados pelo carregamento de telemóveis (designadamente da TMN) a favor da AI, é o caso do Cartão Solidário. Deverá também apostar-se na construção de uma parceria através da qual a utilização do cartão de crédito reverta determinada percentagem a favor da AI. b) Dar Directamente Além das quotas dos membros, deveremos apostar em doações directas através do Multibanco; em Major donnors (com o apoio do Secretariado Internacional); em venda de merchandising (incluindo brindes para convidados de casamentos); em parcerias com Fundações; na linha telefónica de valor acrescentado; venda de arte (leilões); na campanha traz um amigo ; em novas formas de Face to Face (nas empresas e nas Câmaras Municipais); no upgrade das contribuições dos actuais apoiantes; entre outros. c) Potenciais apoiantes tendo disponíveis cerca de 5 mil contactos obtidos por várias vias de pessoas que manifestaram interesse pela AI, deveremos apostar na conversão destes em membros ou apoiantes através de telemarketing, mailing e correio postal. 2 A Hidra de Lerna - Angariação cruzada com campanhas Devido a vários factores, designadamente à evolução do papel da AI a uma escala global, ronda alguma incerteza em torno do objecto social da AI. Este facto dificulta grandemente a angariação de membros e de apoiantes na medida em que é difícil transmitir o que a AI é e faz de tangível. Assim, associar formas de angariação de fundos e membros a campanhas torna a AI mais vendável. Em cada campanha deverá ser

3 associada a mensagem de que a AI precisa de membros e de fundos para existir e para levar a cabo a campanha em causa e as outras. Mais facilmente conseguir-se-á apoio de alguém para uma temática específica do que para o trabalho geral da AI. Conquistado o membro por esta via, será depois necessário um processo de fidelização transferindo o interesse do apoiante do tema para a instituição. Neste contexto, deveremos apostar mais na comunicação de massas, de associar cupões de inscrição como membro ou de donativos a todas as campanhas; organizar ou participar em eventos públicos onde centremos a mensagem não na AI como tal mas em campanhas específicas atendendo ao público em questão; nestes eventos temos que ter sempre presença assegurada em 4 frentes: informação, petições, recolha de contactos e venda de material; envolver líderes de opinião e figuras públicas (como embaixadores) às temáticas das campanhas. 3 A Corça de Cerínia: Fidelização Nos últimos anos, os esforços têm estado mais focados na angariação de apoiantes e de membros do que na sua manutenção. Com efeito e apesar das taxas de atrito estarem ainda abaixo da média europeia, a verdade é que, no momento de adesão são criadas expectativas aos novos membros e apoiantes que algumas vezes são goradas. Temos, pois, que em 2009, sem deixar de continuarmos a apostar na angariação de novos membros e apoiantes, reforçar os meios de fidelização dos que já temos. Para esse efeito, deveremos melhorar o Kit de Boas Vindas ; regularizar o cartão de membro; associar a este algumas vantagens; manter pontualidade e regularidade nas formas de comunicação, nomeadamente nas newsletters e boletim; criar um mail mensal (eventualmente assinado pelo Director Executivo) a referir as situações positivas agradecendo o envolvimento e as negativas apelando ao envolvimento; assegurar, explorando as potencialidades da base de dados um contacto mais personalizado e regular (feedback, o importante que é para nós ser membro activo, presente, atento, v.g Parabéns! Faz hoje x ano que é nosso membro ; fazer questionários de qualidade de serviço; criar modelos mais atractivos de reuniões magnas como a Assembleia-geral, o Conselho Geral, etc.). 4 O Javali de Eurimanto: Comunicação trifásica e positiva A comunicação em geral melhorou significativamente no último ano. São disso exemplo uma regularização temporal no envio das várias newsletters, o novo boletim, as melhorias no conteúdo e navegabilidade do website. Ainda continuarão a ter lugar melhorias a este nível. Contudo, além da pontualidade e da adopção de linguagem adequada aos diferentes destinatários do ponto de vista estratégico, toda a comunicação deverá assentar sobre dois grandes princípios:

4 a) Comunicação em 3 fases: antes (definindo os objectivos do que se comunica); durante (apelo/convite à acção ou ao envolvimento); e depois (apresentando os resultados e agradecendo o envolvimento). b) Positividade: as mensagens deverão conter sempre algo de positivo: desde os resultados obtidos, à mobilização de algumas pessoas que estavam inactivas em relação a certos temas, etc. Presente como estratégia em toda a comunicação deverão estar os princípios da transparência e da accountability. 5 Os currais do Rei Aúgias: Comunicação interna Essencial para a consolidação das equipas e para a coesão de todos nos esforços e propósitos comuns, é uma comunicação interna eficaz. Enquanto a comunicação da Direcção com o staff em ambos os sentidos, não carece de grandes melhorias, a comunicação entre os diferentes departamentos pode melhorar. Assim e para esse efeito, durante 2009: a) Manter-se as reuniões mensais gerais de staff mas, em vez de terem um carácter informativo como tem sido até agora, deverão assumir um pouco mais carácter de balanço do mês anterior e programação do seguinte. Nestas reuniões deverão participar os estagiários. b) Manter-se as reuniões semanais do Director Executivo com os Directores Seniores. Das quatro reuniões mensais, uma será para avaliação/balanço outra será para brainstorming para efeitos de inovação (ver item seguinte). c) Mais e melhor formação e integração dos Estagiários. Deverá inclusivamente evoluir-se para que as fornadas de estagiários para os diferentes departamentos, entrem e saiam no mesmo momento. d) Deverá rever-se a lista de substituições e regularizar a comunicação de ausências. 6 O Lago Estínfalo: Inovação e mais visibilidade da AI Portugal Enquanto cidadãos de um mundo globalizado e assente na comunicação tecnológica, somos todos diariamente bombardeados com informação, com publicidade, com apelos e promessas. Por isso, já criámos alguma insensibilidade para discernir o essencial no meio de tanto supérfluo. Vingam apenas as mensagens marcadas pela inovação, pela originalidade e pela persistência. A AI Portugal neste último ano quase só apareceu através das suas acções e campanhas.

5 Assim, é essencial inovar na comunicação, nas campanhas e no activismo. Deveremos, no início do ano, reunir com uma das empresas publicitárias nossas parceiras e pedirlhes que concebam uma imagem de marca que seja constante ao longo do ano quer para publicidade institucional quer para a publicidade relacionada com as campanhas. Deveríamos criar algo semelhante (em termos de conceito e não de imagem) ao Absolut Vodka que cumpre o propósito da inovação, da originalidade e da persistência. Quanto menos claro é o papel da AI, mais necessário se torna apresentarmos de forma clara e inequívoca quem somos, o que fazemos/temos feito, o que temos. Devemos, assim, apostar em: a) Mais presença na TV (por exemplo: tentar o Minuto AI à semelhança do Minuto Quercus. Ter um plano de comunicação sequencial ao longo do ano quer para apresentação institucional quer para os temas principais sobre os quais trabalharemos, vg, pobreza. b) Mais acções directas com jornalistas e líderes de opinião (formação, charme, atribuição de responsabilidades concretas, etc.) c) Mais ousadia (o mailing de Natal foi um primeiro exemplo disso), mais inovação e mais positividade. É essencial também (melhor explicado no próximo item) inovar nas propostas de activismo, através de ofertas de acção com resultados mais imediatos. 7 O Touro de Creta: Mais e Melhor activismo A AI é, desde a sua génese um movimento de activismo. Não só por força de evoluções induzidas pelo SI mas também devido ao facto do Face to Face ser mais adequado para angariar doadores do que membros activistas, quando reflectimos sobre os objectivos estratégicos da AI, o activismo é um elemento essencial que deve ser reforçado. Para tanto é fundamental o seguinte: a) Contratação de um coordenador/dinamizador de activismo b) Criação de um Kit Activista c) Dinamização e envolvimento das Estruturas da AI no activismo (ver mais detalhes no item seguinte) d) Adopção de novas técnicas de activismo, designadamente de e-activismo baseando-nos nas boas práticas da AI Espanha. e) Propor activismo em temas e áreas cujos resultados à partida sejam obteníveis, senão imediatamente, a curto prazo. Hoje em dia, sobretudo os jovens, interessam-se pelos temas e pela acção, mas desencorajam-se se a acção não tiver visibilidade e impacto ou resultados quase imediatos.

6 8 O castigo de Diomédes: Reactivação das Estruturas operacionais da AI As Estruturas operacionais da AI são um dos factores mais importantes de descentralização do trabalho e dos resultados de acção da AI. Contudo, a maioria das Estruturas actualmente existentes são marcadas por inacção ou por acção desarticulada com a da secção. Tal acontece apesar das sucessivas interpelações, convites à acção, disponibilização de ideias e materiais, de tentativas de aproximação por parte da sede. A reactivação das Estruturas terá de passar pelas seguintes estratégias: a) Aprovação das NEREOP. b) Aproximação da sede às Estruturas com propostas concretas de acção. Para esse efeito, o Coordenador de Activismo terá um papel preponderante. c) Especialização temática das Estruturas. As Estruturas deveriam escolher do Plano de Acção da sede aquelas acções e campanhas em que querem estar envolvidas e assumirem o compromisso de localmente darem apoio e serem apoiadas pela sede na sua implementação. d) Responsabilização. Uma vez aprovadas as NEREOP e comprometidas as Estruturas nos termos da alínea anterior, estas deverão ser responsabilizadas por aquilo que fazem e não fazem. e) Formação regular e uniforme. A primeira delas deverá ter lugar no próximo Campo de Trabalho de Estruturas a ter lugar no primeiro trimestre do ano. 9 Vitória sobre as Amazonas: Parcerias As parcerias são úteis e necessárias por várias razões: partilha de recursos, experiências e informação; garantia de efeito multiplicador das acções e campanhas; sustentabilidade; capitalização de resultados; etc. Assim, neste contexto a AI deverá consolidar as que tem (media, publicitários, advogados, etc.), explorar as hipóteses que tem abertas (Montepio, Microsoft, etc.); criar novas duradouras; criar novas esporádicas. Deverá também, com as Estruturas, identificar as parcerias locais (existentes e potenciais) e envolver-se no respectivo processo. Todas as parcerias deverão ter em comum os seguintes princípios: a) Win-Win como garantia de eficácia, de sustentabilidade e de durabilidade, todas as parcerias deverão ser construídas dando a ganhar a ambas as partes. A lógica de doador/beneficiário não deve estar na lógica das parcerias da AI. Tal relação poderá existir, mas não no contexto de uma parceria. Estas devem à partida conferir benefícios muito claros a ambas as partes.

7 b) Todas as parcerias deverão ser formalizadas por escrito. Os termos gerais da parceria deverão estar formalizados em protocolo assinado por ambas as partes sem prejuízo de cada acção a ser levada a cabo no âmbito da parceria ser regulado por acordo próprio para o efeito. Mudam as pessoas, mudam as vontades. Mudam-se os tempos e circunstâncias, muda a clareza de interpretação. 10 O Gigante Gerion: Formação Sem prejuízo de apostar mais a fundo na EDH, através da eventual candidatura à linha europeia de co-financiamento destas acções, a formação deverá ser uma das prioridades estratégicas da AI Portugal e a 4 níveis: a) Formação em sentido formal (nas escolas e universidades, para professores e alunos) b) Formação informal (sessões de esclarecimento em Câmaras Municipais, em Empresas, em Universidades, etc.) c) Formação para públicos específicos (PJ, PSP, GNR, Guardas Prisionais, etc.) d) Público em geral. 11 Cérbero, o guardião do mundo dos mortos: o Staff Uma equipa completa, coesa, forte e motivada é um dos elementos mais essenciais para que a AI Portugal cumpra a sua missão. Para tanto, identificámos um conjunto de objectivos estratégicos: a) Contratação de um(a) Coordenador(a) de activismo que inclua entre as suas responsabilidades a redinamização das Estruturas Operacionais b) Retomar a avaliação de desempenho de acordo com o novo modelo que resultará da revisão em curso c) Formação interna ou co-financiada dos membros do staff com vista a melhorar as capacidades para a função d) Elaboração de relatório de avaliação de impacto das actividades (a ter lugar na reunião semanal do Director Executivo com os Directores Seniores dedicada à avaliação do mês) e) Organização semestral de um OSSA mais pequeno que inclua apenas Direcção e Staff f) Arrumação da sede e reorganização do espaço g) Realização de actividades exteriores ao trabalho de team building.

8 12 - Pomos de ouro do Jardim das Hespérides: Acções que ocorrerão durante todo o ano: As campanhas / Campanha da Dignidade O ano de 2009 é o Ano Internacional para a aprendizagem dos Direitos Humanos e marca o início da segunda década das Nações Unidas para a erradicação da pobreza. Será, no seio da Amnistia, o ano de arranque da Campanha da Dignidade. Em tudo o que façamos, a nível de campanhas, deveremos sempre procurar aproximar a mensagem do receptor, não só adequando a mensagem e o apelo ao destinatário, mas elegermos as mensagens que possam suscitar mais interesse e envolvimento dos destinatários. É claro que não devemos hierarquizar os Direitos Humanos. Contudo, uma vez que não podemos chegar a todo o lado e, como tal, temos que escolher que áreas devemos/podemos trabalhar, que o façamos tendo em consideração o que pode interessar mais ao público português e/ou o que enquanto secção podemos, melhor que outras, obter os resultados pretendidos. Devemos pois enfocar questões relacionadas com Portugal, com os PALOP, com as questões internacionais com as quais, de alguma forma, Portugal ou os portugueses estejam relacionados. Assim, além daquilo que for surgindo relacionado com estes panos de fundo e de tudo aquilo que será continuação do que temos vindo a fazer, em termos de campanhas, deveremos centrar esforços no seguinte: a) Wooc sobre police accountability b) Campanha do controle das armas (com especial enfoque para, no contexto português, os tasers, tratado do comércio de armas, força policial e violência nos bairros ditos problemáticos) c) SVAW (com especial enfoque para, no contexto português, a Mutilação Genital Feminina, Violência doméstica e afins e paridade de género) d) Discriminação (com especial enfoque para, no contexto português, ciganos nas escolas, racismo e xenofobia, pessoas com deficiência, pobreza e LGBT) e) Combater o Terror com justiça (com especial enfoque para, no contexto português, os voos de rendição, responsabilidade do Governo Português, Norte Americano e outros, Guantánamo e acolhimento por Portugal dos ex-prisioneiros) f) China, Angola, Pena de Morte e Violência Policial no Brasil. No âmbito da Campanha da Dignidade, sem prejuízo das acções globais a que aderirmos, quando estiverem mais claras, em Portugal, seguindo as orientações do SI (envolvermo-nos com os ODM e criar parcerias) deveremos (e algo já está a ser construído a esse nível) fazer o seguinte:

9 a) Criar parceria com Campanha do Milénio em Portugal para cobrirmos a esfera internacional (organizações internacionais, Estados, etc.) relacionada com as questões da pobreza b) Criar parceria com a REAPN para cobrirmos a esfera nacional relacionada com as questões da pobreza c) Criar parceria com o Instituto Marquês de Valle Flor (IMVF) a maior ONGD portuguesa quer em volume financeiro, quer em volume de projectos quer em maior distribuição de acção pelo maior número de PALOP para cobrirmos a esfera afro-lusófona relacionada com as questões da pobreza. No âmbito da parceria referida em a) dedicar-nos-emos ao relacionamento entre os ODM e os DH através de publicações, de formação e de sensibilização (especialmente dos jovens). Recolheremos também informação necessária para o nosso trabalho de lobby e activismo. No âmbito da parceria referida em b) recolheremos também informação necessária para o nosso trabalho de lobby e activismo, à escala nacional. No âmbito da parceria referida em c) levaremos a cabo um projecto de EDH à escala nacional e europeia sobre as questões da pobreza em Portugal e nos PALOP. A linha condutora da nossa acção no âmbito da Campanha da Dignidade a nível nacional (aliás na linha do que o SI recomendou às secções) deverá assentar na investigação e na consequente acção de lobby e activismo para a responsabilização sobre a acção do Governo Português e de Empresas Portuguesas que actuem em países em desenvolvimento na medida em que é incoerente ou violadora dos Direitos Humanos (especialmente nas áreas da cooperação, do SIDA, da Mortalidade Materna e nos Desalojamentos forçados, Conflitos em África designadamente crianças soldado, violência sobre as mulheres, minas e armamento, etc.). Interessará denunciar políticas em prática (do governo e de empresas portuguesas) que criem ou agravem situações de pobreza. Neste âmbito serão também incluídos os Bancos e as Instituições de crédito que têm abusado da sua posição para perpetuar ou agravar situações de endividamento das famílias, situações essas atentatórias contra a dignidade das pessoas, agravantes da pobreza e, como tal, violadoras dos Direitos Humanos. Para este efeito, podemos criar parceria com organizações da defesa de consumidores. Hércules superou a prova e venceu a morte. Assim, venceremos também! Lisboa, 22 de Dezembro de 2008

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