PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL G R I

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1 PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL P L A N O B R A S I L E I R O D E P R E P A R A Ç Ã O P A R A U M A P A N D E M I A D E G R I P E Capa.indd 3 2/20/06 4:01:33 PM

2 PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL PLANO BRASILEIRO DE PREPARAÇÃO PARA UMA PANDEMIA DE G R I P E 1ª VERSÃO - FEVEREIRO 2006 Plano Brasileiro ok.indd 1 2/15/06 12:02:27 PM

3 ÍNDICE Plano Brasileiro ok.indd 2 2/15/06 12:02:38 PM

4 Apresentação... 4 Contexto... 6 Plano de Comunicação... 8 Fase Fase Fase Fase Fase Fase Recomendações Gerais Anexo Plano Brasileiro ok.indd 3 2/15/06 12:02:38 PM

5 APRESENTAÇÃO O planejamento de ações de comunicação e mobilização social no contexto de uma pandemia de influenza está amparado no pressuposto de que a expertise técnica nessa área é tão necessária para o controle de epidemias quanto a vigilância epidemiológica ou o diagnóstico laboratorial. Epidemias normalmente acontecem em cenários de incerteza e confusão e têm grande potencial para ocasionar intranqüilidade na população, desordem social e prejuízos econômicos. Epidemias de influenza ainda trazem o agravante da urgência com que as decisões e ações devem ser tomadas e o cenário pandêmico acrescenta a necessidade de se considerar a relação entre países e a atuação da mídia noticiosa em escala global. A comunicação com o público de forma rápida, oportuna e precisa pode contribuir não só para construir e manter a confiança nas ações das autoridades responsáveis em resposta à epidemia como também para influenciar na adoção de comportamentos individuais e coletivos que auxiliem no controle mais rápido da doença. Por outro lado, a construção de compromissos e de parcerias entre setores governamentais, esferas de decisão, instituições de pesquisa, empresas e a sociedade civil também demanda um esforço de comunicação que não deve ser negligenciado sob pena de minar todos os esforços de comunicação com o público e de criar sérios obstáculos ao alcance dos objetivos de controle da epidemia e da redução de casos e mortes, bem como dos prejuízos econômicos. 4 Plano Brasileiro ok.indd 4 2/15/06 12:02:39 PM

6 NTAÇAO Por estes motivos, os efeitos de uma possível pandemia de gripe não são uma preocupação apenas do setor de saúde, mas um fenômeno cujo enfrentamento requer a participação de toda a sociedade, dos indivíduos às instituições civis e governamentais. Cabe ao governo a mobilização de esforços e recursos públicos e privados para minimizar os efeitos negativos da pandemia. Isso também significa mobilizar as assessorias de comunicação dos diversos ministérios, contribuindo para que o planejamento das ações seja mais abrangente e o seu desenvolvimento mais coordenado e integrado, potencializando, dessa forma, os esforços de comunicação do governo. Para construir essas ações, foi formado um grupo de comunicadores do governo federal por iniciativa da Secretaria de Imprensa do Palácio do Planalto, em assessoramento ao Grupo Executivo Interministerial, criado pelo Decreto Presidencial nº 205, de 24 de outubro de 2005, com a finalidade de acompanhar e propor as medidas necessárias à implementação do Plano de Preparação Brasileiro para a Pandemia de Influenza, visando a sua prevenção e controle no território nacional. Grupo Assessor de Comunicação Social 5 Plano Brasileiro ok.indd 5 2/15/06 12:02:40 PM

7 CONTEXTO A influenza (gripe) é uma doença infecciosa aguda do sistema respiratório e pode ser provocada por um dentre três tipos de vírus: A, B ou C. Além do homem, o vírus pode ser encontrado em outras espécies, como aves, suínos, eqüinos e mamíferos aquáticos. Os dois primeiros tipos de vírus, em especial o A, devido às pequenas mutações periódicas na estrutura do seu genoma, têm a capacidade de gerar cepas (variações) que produzem novos subtipos da doença. Este fenômeno explica a ocorrência de surtos ou epidemias anuais de influenza, justificando a vacinação anual dos grupos mais suscetíveis aos seus riscos. As mutações sofridas pelo vírus podem produzir uma cepa completamente nova, à qual toda a população é sensível, gerando condições para a ocorrência de uma epidemia em escala internacional uma pandemia. Geralmente este fenômeno ocorre quando uma cepa que originalmente só infectava animais atravessa a barreira das espécies e passa a infectar diretamente humanos e, mais tarde, adquire a capacidade de transmissão inter-humanos. O vírus em circulação atualmente no planeta, notadamente no Oriente, e que provocou a morte de 78 pessoas entre 2003 e 10 de janeiro de 2006 com 147 casos registrados, é o H5N1. Ele é resultante de uma mutação do vírus responsável pela gripe das aves e ainda pode sofrer variações. As variáveis que um vírus pode assumir não 6 Plano Brasileiro ok.indd 6 2/15/06 12:02:41 PM

8 EXTO permitem que as instituições sanitárias estejam previamente preparadas para a prevenção e o combate da doença. Pesquisas indicam que as mutações que dão origem a pandemias ocorrem num período entre 10 e 50 anos. A primeira da qual se tem registro é a Gripe Espanhola, em 1918 e 1919, que provocou entre 20 e 40 milhões de mortes. O vírus era similar ao da influenza suína (H1N1) e teve como hospedeiros porcos e aves. Em 1957, no norte da China, ocorreu a Gripe Asiática. Iniciada em animais, com o vírus H2N2, foi provocada por uma recombinação com o vírus humano. Em dez meses, a infecção atingiu Ásia, Europa, África e Estados Unidos. A taxa de mortalidade não foi considerada elevada. Em 1968, uma nova combinação virótica trouxe a Gripe de Hong Kong, que ocorreu devido a uma nova variação do vírus da influenza (H3N2). O vírus se propagou em duas ondas epidêmicas, provocando casos da doença até Apesar de ter sido um surto importante, atingindo três continentes, ele foi benigno, com baixa taxa de mortalidade. Em 1977, surgiu a Gripe Russa, que ficou restrita à então União Soviética. A origem do foco permaneceu desconhecida e o comportamento do vírus foi similar ao de cepas humanas epidêmicas da década de Plano Brasileiro ok.indd 7 2/15/06 12:02:42 PM

9 PLANO DE COMUNICAÇÃO 8 Plano Brasileiro ok.indd 8 2/15/06 12:02:43 PM

10 Para o desenvolvimento deste plano, levou-se em conta que será necessário comunicar-se de forma particular com cada público envolvido nas questões inerentes à pandemia. 1 Governo: Presidência da República, ministérios, governos estaduais e municipais; 2 Formadores de opinião: autoridades, lideranças políticas, sindicais e empresariais, professores e igrejas; 3 Imprensa: jornais, emissoras de rádio e TV de cobertura local, regional, nacional e internacional, sites de notícias e demais serviços de informação à população; ICAÇAO 4 Técnicos da área de saúde: gestores e servidores das Secretarias estaduais, municipais e do Ministério da Saúde; 5 Área agrícola: gestores e técnicos da área agrícola dos municípios, estados e União; 6 Setor avícola: associações e sindicatos patronais e de trabalhadores, agricultores, empresas, fornecedores e prestadores de serviços; 7 Defesa Civil: gestores, técnicos e voluntários de municípios, estados e União; 8 Setor empresarial: empresas em geral, associações, federações e sindicatos; 9 Sociedade em geral. 9 Plano Brasileiro ok.indd 9 2/15/06 12:02:44 PM

11 3F FASE 3 3Situação: Detecção de um ou vários casos de infecção humana em outro continente, sem transmissão inter-humana. 10 Plano Brasileiro ok.indd 10 2/15/06 12:02:44 PM

12 GOVERNO Objetivo A Garantir que exista articulação, fluxo de informação, agilidade e comunicação institucionalizada permanente entre os órgãos e agentes governamentais envolvidos no tema. Estratégias/Ações 1 Institucionalizar um comitê de comunicação governamental para planejar, monitorar, orientar, acompanhar e executar as ações referentes ao tema; 2 Criar instrumentos e sistemas de informação ágeis e eficientes entre os integrantes do comitê, que permitam a integração e respostas rápidas; 3 Representação do comitê de comunicação no Grupo Executivo Interministerial da Influenza Aviária; 4 Definir previsão orçamentária e recursos para operacionalização do plano; 5 Orientar comunicadores de diferentes níveis governamentais envolvidos com saúde pública para a gestão da comunicação em seu ambiente; 6 Criar uma rede de comunicadores da área de saúde pública para troca de informações e execução de ações conjuntas; 7 Realizar media training para ministros das áreas diretamente envolvidas (Saúde, Agricultura e Reforma Agrária) e secretáriosexecutivos de todos os ministérios; 8 Criar página eletrônica gripe.gov.br como referência central de informação, compartilhando dados e ações desenvolvidas nos diversos ministérios, com área reservada para uso dos comunicadores do governo. Manter sala de imprensa; 9 Elaborar protocolo de procedimentos para a Equipe de Comunicação Social do Governo, com organograma e fluxograma; 10 Criar e-grupo de comunicadores do governo 11 Instituições com sede em Brasília devem manter informadas suas representações em todas as UFs para que possam oferecer suporte aos governos estaduais e estes aos municipais. 11 Plano Brasileiro ok.indd 11 2/15/06 12:02:46 PM

13 IMPRENSA/FORMADORES DE OPINIÃO Objetivos A B C D E Obter o engajamento e co-responsabilidade de jornalistas e formadores de opinião no sentido de manter a sociedade adequadamente informada sobre o tema; Demonstrar que o governo está preparado para enfrentar uma crise na área de saúde; Manter os jornalistas informados sobre todas as ações; Monitorar a presença da gripe na imprensa; Manter o governo federal como principal referência no fornecimento de informações. Ações 1 Capacitar jornalistas e formadores de opinião sobre o assunto; 2 Formalizar a criação do Grupo de Comunicadores do Governo no âmbito da Secretaria de Imprensa do Palácio do Planalto com a função de, além de construir o capítulo sobre comunicação social do plano brasileiro, analisar as demandas da mídia e oferecer sugestões de respostas aos porta-vozes do governo federal, coordenar a integração das ações de comunicação dos ministérios e gerir a produção de materiais; 3 Pautar mídia nacional; 4 Manter atualizado e distribuir kit para jornalistas e formadores de opinião. Ele poderá conter documentos como Perguntas e Respostas e Nota Técnica com a posição do governo, folheteria e vídeos sobre a influenza aviária; 5 Porta-voz indicado pelo governo visitará as principais empresas de comunicação do país para pedir apoio na divulgação do tema, informar sobre as ações em andamento e a capacidade de resposta do Brasil; 6 Informar prefeitos de todo o país sobre as ações adotadas pelo governo federal durante o Seminário de Desenvolvimento Local, evento paralelo à Marcha dos Prefeitos, em Brasília, no dia 30 de março deste ano. 12 Plano Brasileiro ok.indd 12 2/15/06 12:02:47 PM

14 TÉCNICOS Objetivos A Orientar técnicos da área de saúde humana e animal sobre cuidados, características, tipificação e formas da Influenza aviária; B Capacitar técnicos da área animal a orientar sobre adoção de procedimentos preventivos e de contenção; C Orientar professores dos três níveis de ensino, de escolas públicas e privadas, por intermédio do Ministério da Educação (MEC), sobre as ações de prevenção da influenza aviária; D Orientar organizações de empregadores e empregados relacionados à área de produção avícola, por intermédio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sobre as ações de prevenção da influenza aviária. Ações 1 Produzir vídeo específico para a área técnica; 2 Capacitar professores em videoconferência; 3 Utilizar a mídia do MEC para divulgar informações de serviço 4 Produzir folheteria de suporte; 5 Capacitar a área técnica com a realização imediata de uma videoconferência; 6 Realizar projeto-piloto de educação sanitária na Lagoa do Peixe (RS), onde fica uma das oito invernadas de aves migratórias do país. O projeto será focado na gripe aviária e se destinará aos produtores de aves da localidade, em sua maioria pequenos criadores de frangos. O projeto será estendido às outras sete invernadas de aves migratórias no Brasil; 7 Veiculação de entrevistas para TV, rádio e jornal orientando produtores sobre como agir para prevenir a influenza aviária; 8 Incorporação das ações de prevenção contra a gripe aviária no Projeto de Educação Sanitária Brasil Livre de Aftosa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que usa a cultura popular para conscientizar a população sobre a necessidade de cuidar da sanidade animal e vegetal; 13 Plano Brasileiro ok.indd 13 2/15/06 12:02:48 PM

15 9 Divulgação do trabalho que a Vigilância Agropecuária Internacional (Viagro), do MAPA, começará a fazer nos aeroportos de Guarulhos e Galeão a partir da instalação dos cinco aparelhos de raio-x que serão usados para detectar matéria orgânica em bagagens. Os equipamentos foram comprados pelo MAPA no início deste ano e devem ser entregues até o final de fevereiro; 10 Divulgar informações sobre prevenção da influenza aviária em lojas de produtos veterinários; 11 Utilizar a mídia do MTE e das associações de classe (nove mil em todo o país) para divulgar informações de serviço; 12 Confecção de folheteria sobre as ações de prevenção. SOCIEDADE EM GERAL Objetivos 1 Oferecer à população uma correta avaliação de risco, que nesta fase é baixa; 2 Orientar sobre características da gripe sazonal, gripe aviária e pandemia; 3 Dar visibilidade às ações e medidas preconizadas e adotadas pelo governo; 4 Construir a credibilidade do governo no enfrentamento de agravos à saúde e demonstrar a tradição brasileira de enfrentamento bem-sucedido de crises em saúde pública; 5 Evitar impactos negativos imediatos na economia. Ações 1 Alimentar o site gripe.gov.br com informação dirigida ao grande público; 2 Orientar viajantes e turistas sobre como proceder em países onde há circulação do vírus; 14 Plano Brasileiro ok.indd 14 2/15/06 12:02:49 PM

16 3 Disseminar informações sobre diferenças entre gripe sazonal, gripe aviária e pandemia de gripe; 4 Criar um serviço telefônico central (0800) que atenda toda a sociedade, ou identificar um serviço já instalado que assuma esta função. Criar ou capacitar os 0800 já existentes para o assunto; 5 Pautar a imprensa sobre as medidas preventivas adotadas pela indústria avícola; informar sobre a validade da certificação dos produtos brasileiros por organismos internacionais; 6 Informar consumidores do mercado interno, em supermercados, feiras e eventos agropecuários, sobre a sanidade da produção avícola nacional; 7 Informar consumidores do mercado externo, países compradores, sobre a sanidade da produção avícola brasileira. 15 Plano Brasileiro ok.indd 15 2/15/06 12:02:50 PM

17 4F FASE 4 4Situação: Detecção de conglomerados de transmissão inter-humana com poucos casos e geograficamente localizados. 16 Plano Brasileiro ok.indd 16 2/15/06 12:02:50 PM

18 Objetivo A Informar que a pandemia não chegou ao país. Ações 1 Divulgar na mídia a situação internacional e as ações do país para evitar a introdução do vírus; 2 Orientar viajantes sobre os locais onde estão ocorrendo casos; 3 Produção e distribuição de material de orientação para comunidades de brasileiros no exterior; 4 Buscar parceria com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal e as embaixadas para identificar comunidades estrangeiras clandestinas no país, e informá-las para que adotem medidas preventivas; 5 Identificar necessidades específicas das comunidades indígenas e outras populações tradicionais para construir mensagens de orientação; 6 Manter todas as ações programadas para execução na Fase Plano Brasileiro ok.indd 17 2/15/06 12:02:52 PM

19 5F FASE 5 5Situação: Detecção de conglomerados de transmissão inter-humana ainda geograficamente limitados, porém atingindo um maior número de pessoas, indicando que o vírus está se adaptando melhor aos seres humanos risco pandêmico considerável. 18 Plano Brasileiro ok.indd 18 2/15/06 12:02:53 PM

20 Objetivos A Garantir informação diária, atualizada, à sociedade sobre o desenrolar da crise; B Oferecer à população uma correta avaliação de risco, que nesta fase é mais elevado, desfazendo rumores e indicando quais as medidas necessárias a serem tomadas. Ações 1 Pautar a imprensa sobre a ocorrência de casos em país próximo e evitar a percepção de que a doença ocorre no país; 2 Divulgar mensagens que indiquem que o vírus, embora encontrado no continente, não circula em território nacional e que o governo adotou as medidas preventivas preconizadas pelos organismos internacionais para minimizar os efeitos da pandemia; 3 Pronunciamento do ministro da Saúde em rede nacional. 19 Plano Brasileiro ok.indd 19 2/15/06 12:02:54 PM

21 6 Situação: 6F FASE 6 Pandemia: transmissão ampliada e sustentada na população mundial, mas ainda sem circulação no país. 20 Plano Brasileiro ok.indd 20 2/15/06 12:02:54 PM

22 Objetivos A Garantir informação diária, atualizada, à sociedade sobre o desenrolar da crise; B Orientar população e evitar uma corrida desnecessária ao atendimento médico; C Evitar repercussões maiores em regiões do Brasil não afetadas pelo agravo. Ações 1 Pautar a mídia nacional para que intensifique as informações sobre os sintomas da doença para evitar superlotação em unidades de saúde; 2 Comunicado diário à imprensa pelo porta-voz; 3 Produção e distribuição de material para grupos específicos, como empresas, escolas, comunidades de brasileiros no exterior, profissionais de saúde e viajantes; 4 Gerar informações que tranqüilizem os moradores de regiões não afetadas e evitar a migração para estas áreas; 5 Mobilizar médicos, formadores de opinião e autoridades estaduais e municipais, pautar a mídia nacional, realizar campanha publicitária, formular e distribuir impressos. 21 Plano Brasileiro ok.indd 21 2/15/06 12:02:55 PM

23 7F FASE 7 7Situação: Epidemia no país. 22 Plano Brasileiro ok.indd 22 2/15/06 12:02:55 PM

24 Objetivo A Manter a população informada sobre os riscos da doença e quais as formas de prevenção. Ações 1 Pautar a mídia para que informe sobre a importância das pessoas evitarem locais públicos fechados e visitas a doentes, além de divulgar quais são os sintomas do agravo; 2 Distribuição de impressos, campanha publicitária e matérias jornalísticas; 3 Pronunciamento à Nação; 4 Informar normas para funerais. 23 Plano Brasileiro ok.indd 23 2/15/06 12:02:56 PM

25 8F FASE 8 8Situação: Fim da pandemia, retorno ao período interpandêmico. 24 Plano Brasileiro ok.indd 24 2/15/06 12:02:56 PM

26 Objetivo A Informar à população sobre o fim da epidemia com base em critérios técnicos adotados internacionalmente; B Informar sobre a suspensão de medidas anteriormente preconizadas e sobre as medidas para o retorno à normalidade. Ações 1 Pronunciamento à Nação; 2 Divulgar balanço das ações; 3 Pautar imprensa para que mostre unidades de saúde sem pacientes de influenza; 4 Pautar imprensa para que mostre pessoas em ambientes de uso coletivo; 5 Realizar eventos em memória das vítimas; 6 Informar sobre a atenção às famílias das vítimas. 25 Plano Brasileiro ok.indd 25 2/15/06 12:02:57 PM

27 RECOMENDAÇÕES GERAIS RECOMEN 26 Plano Brasileiro ok.indd 26 2/15/06 12:02:57 PM

28 1 Identificar, no comando das operações, quem será o porta-voz. Evitar que a autoridade máxima do evento faça o atendimento à imprensa. Este será o papel do porta-voz, que deverá ser alguém do nível de tomada de decisões, com amplo acesso a todas as discussões e informações; 2 Estabelecer horários para a apresentação de boletins à imprensa e uma agenda de visitas às unidades de saúde, priorizando o trabalho de fotógrafos e cinegrafistas; 3 Agendar visitas de autoridades às unidades de saúde para mostrar a preocupação do governo e sua vontade em tranqüilizar familiares. Trata-se de um momento de tensão e o gestor deve estar preparado. NDAÇAO A - Gestão da crise É o momento de informar sobre as ações que permitirão a retomada da normalidade a curto, médio e longo prazos. Neste momento é preciso: Combinar e unificar o discurso entre todos os tomadores de decisão; Divulgar somente informações novas e inéditas, evitando informações ultrapassadas, já obtidas pela mídia com fontes diversas; Expor os pontos em que há vulnerabilidades, evitando mensagens que passem excesso de confiança; Enfrentar e desmentir boatos imediatamente, com o máximo de objetividade e firmeza; Escolher um porta-voz que tenha empatia com a mídia, que utilize linguagem adequada (evitando tecnicismos e simplificações exageradas). 27 Plano Brasileiro ok.indd 27 2/15/06 12:02:57 PM

29 B - Porta-voz O papel do porta-voz é muito importante para o enfrentamento da crise. Ele deve estar diretamente envolvido na elaboração das mensagens-chave e nos comunicados à imprensa para dominar seu conteúdo e transmitir segurança, conquistando credibilidade. O porta-voz deve estar disponível 24 horas por dia e fornecer à equipe de comunicadores todos os telefones onde possa ser localizado. Não deve especular sobre situações desconhecidas ou iniciar uma resposta de forma afirmativa à pergunta negativa feita pela imprensa, o que é um vício de linguagem comum, principalmente nos momentos em que as pessoas se sentem pressionadas. Deve criar grupos de informação para cada tema relacionado ao evento e conferir os dados antes das entrevistas coletivas, mantendo o fluxo de informações atualizado para evitar lapsos e o conseqüente descrédito. Em caso de confronto, o porta-voz deve agir do seguinte modo: 1 Lembrar ao interlocutor que ele está insatisfeito com a situação e não com você e falar num tom mais baixo do que o utilizado pela pessoa; 2 Utilizar linguagem corporal receptiva (não cruzar os braços, não colocar as mãos nos bolsos, não fazer caretas); 3 Anotar perguntas cujas respostas não possam ser dadas naquele momento; 4 Não prometer o que não pode cumprir. Explicar que resultados laboratoriais, por exemplo, têm prazos. C - Públicos Ao lidar com diferentes públicos em cenários diversos, discriminados por fases, o comunicador deve estar atento às diversas variantes que terá de enfrentar. Algumas recomendações são pertinentes para dirimir o impacto da crise: 1 Definir o papel da comunicação no cenário de crise, integrada às ações das áreas técnicas; 2 Identificar as necessidades de cada público em situação de crise; 28 Plano Brasileiro ok.indd 28 2/15/06 12:02:58 PM

30 3 Definir parâmetros de conduta ética. Por exemplo, vítimas podem ser filmadas e fotografadas? A imagem contribuirá para a identificação?; 4 Formar e capacitar a equipe de comunicação. Fazer um organograma e um fluxograma com as funções de cada membro para evitar possíveis conflitos. Para cada função devem ser capacitadas duas pessoas que trabalhem em revezamento. Nas primeiras semanas a demanda é constante e o serviço deve ser de 24 horas diárias; 5 Ter uma sala de situação, com TV, computador, telefone, fax, mapas e a relação das vítimas e das pessoas hospitalizadas e/ou atendidas e liberadas pelas equipes de saúde; 6 Socializar a informação para toda a equipe. Mas somente os porta-vozes darão entrevistas; 7 Criar mensagens-chave para o público e possíveis respostas às perguntas difíceis. Ensaiar com a equipe de comunicadores entrevistando o porta-voz; 8 Ter uma página Web de emergência, substituindo a principal do órgão encarregado pela coordenação do trabalho durante a crise, ou gerenciar o gripe.gov.br conforme as necessidades de comunicação mais imediatas; 9 Reservar uma área junto ao comando de operações para o trabalho da equipe de comunicação. Preparar um espaço próprio, próximo, para atendimento à imprensa e realização de entrevistas; 10 Criar uma rede de parceiros na mídia. Capacitar alguns jornalistas durante exercícios prévios de simulação. 29 Plano Brasileiro ok.indd 29 2/15/06 12:02:59 PM

31 ANEXO MÍDIAS DO GOVERNO FEDERAL A - Mídias do MDA/Incra para uso na prevenção e controle da gripe aviária A Assessoria de Comunicação Social do MDA/Incra produz e divulga informações disponibilizadas para rádios e agências de notícias, além de ter contrato com duas empresas de mídia televisiva, a saber: Mídia Rádio Hospedagem de áudio no site Envio para um mailing interno (cerca de 50 pessoas); Envio para grupo da pauta da Radiobrás; Envio para a Radioagência Radiobrás. O material fica hospedado pelo tempo que a Ascom determinar e tem uso franqueado. Além disto, a agência envia material para um mailing com emissoras em todo o país; 30 Plano Brasileiro ok.indd 30 2/15/06 12:02:59 PM

32 INSITE (InMailing Gerenciamento de Boletins via ). O envio pode ser selecionado de acordo com a necessidade. Se for enviado para todo o Brasil, são rádios. É possível fazer distribuição apenas para estados escolhidos. Há como aferir a quantidade de acessos; Rádios Comunitárias envio para grupo de discussão, que distribui os boletins. São cerca de 340 no Brasil, dentro da lista da Abraço; Rádios Católicas envio para um mail que faz a distribuição para cerca de 250 rádios do país; Contag envio para assessoria de imprensa, que encaminha para instituições vinculadas em todo o país; Central de Notícias (produtora de áudio de Brasília) envio para aproveitamento como pauta; Outras listas Quatro grupos de intreresse: a) assessores de comunicação do Incra no país (muitos deles têm participação em programas de rádio e usam os boletins) 169 pessoas; b) delegacias do MDA no Brasil 42 pessoas; c) rádios só do Rio Grande do Sul 178 rádios; d) rádios em geral 303 emissoras: Geração envio feito através de contato direto do estúdio do MDA com rádios. O operador oferece o boletim e envia o material, ao vivo; Radioweb Produz e disponibiliza material sobre o MDA. O áudio fica disponível no site da empresa e as emissoras interessadas têm acesso franqueado. Cerca de rádios têm acesso diário ao material. Agência de notícias Agência Notícias do Planalto distribui matérias para mailing próprio e disponibiliza a informação no site. 31 Plano Brasileiro ok.indd 31 2/15/06 12:03:00 PM

33 Mídia TV Canal Rural (RBS/Globo) contrato para uma entrevista mensal e reportagens semanais; Carta Maior produção de matérias para a TV e distribuição de notícias por mailing próprio. B - Mídias do Ministério da Ciência e Tecnologia para uso na prevenção e controle da gripe aviária Agência Divulgação das ações pela Agência de Notícias (www.agenciact.mct.gov.br); Informativo Divulgação das ações no Informe CT, digital, enviado diariamente aos servidores da instituição, para empresas do setor e mídia em geral. C - Mídias do Ministério da Saúde Agência Saúde Distribui releases e outras informações jornalísticas diariamente para destinatários; Notícias da Saúde Boletim eletrônico semanal com matérias especiais destinadas a formadores de opinião; Rede de Mobilização Social Mobilização direta via telefone, fax e , e envio de boletins para profissionais de emissoras de rádio comerciais, profissionais de emissoras de rádio comunitárias, 411 serviços de alto-falantes, rádios-poste e carros de som. A rede também tem parcerias com as prefeituras e respectivas secretarias municipais; agências dos Correios e bancos postais; agências lotéricas; associações de classe/bairro e moradores; sindicatos de classe; cooperativas; ONGs; paróquias; igrejas evangélicas. 32 Plano Brasileiro ok.indd 32 2/15/06 12:03:00 PM

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É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1).

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). INFLUENZA (GRIPE) SUÍNA INFLUENZA SUÍNA É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). Assim como a gripe comum, a influenza suína é transmitida, principalmente, por meio de tosse, espirro

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