Plano de Comunicação da Rede

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1 Plano de Comunicação da Rede Encontro de Conselhos e GTs Rio de Janeiro, 01/10/13 Solar da Imperatriz Consultora Márcia Régis

2 Agenda 1. Contexto 2. Os desafios 3. Comunicação institucional e operacional 4. Proximos passos 2

3 Viabilidade do plano de comunicação Cooperação Técnica entre o Ministério do Meio Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente: Produção e Consumo Sustentáveis Edital PNUMA 0005/2013: Desenvolvimento de rede de relacionamento estratégico e de gestão de conhecimento Produto 1: Plano de Comunicação para a Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade Consultora: Márcia Régis Entrega do plano: 24/06/2013!!

4 Conceitos norteadores Manifesto da Rede (Plataforma 20): Não basta que as mulheres sejam incluídas no círculo do consumo é preciso consumir com qualidade; Não basta as mulheres empreenderem mais negócios se esses forem precarios, predadores do meio ambiente ou não são saudáveis; Não basta as mulheres ascenderem aos altos cargos das empresas públicas e privadas se nestas posições elas não se constituirem em líderes de sustentabilidade.

5 Conceitos norteadores Diferenciais da Rede (visão da consultora): 1. Uma rede que foca na brasileira educada, qualificada, executiva e empreendedora. 2. Uma rede de construção participativa e multisetorial: a favor do casamento do masculino e do feminino na gestão com a bênção das políticas públicas que apóiam brasileiras para liderar negócios e setores das esferas pública e não-governamental. 3. Uma rede de pragmatismo contemporâneo: estimula o exercício da liderança executiva feminina que considera as demandas do desenvolvimento sustentável nos orçamentos e na cadeia de valor; na formulação de politicas públicas e tomada de decisão.

6 Agenda 1. Contexto 2. Os desafios 3. Comunicação institucional e operacional 4. Proximos passos 6

7 Conceitos norteadores (1) Do ponto de vista substantivo: A expressiva adesão do setor privado e sua dinâmica influência ofusca, em certa medida, o diferencial da multisetorialidade da rede brasileira: as gestoras do setor público e do Terceiro Setor ainda não configuram um claro público alvo na captação de participantes. O manifesto da Rede ainda não se desdobrou em desenho dos Valores intrínsecos à essência da Rede: a dinâmica realizada no I Encontro 2013 coletou da maioria das respondentes a descrição de valores universais como símbolos da iniciativa (tais como honestidade, amor ao próximo, felicidade, qualidade de vida para todos etc).

8 Conceitos norteadores (1) Do ponto de vista substantivo: Em maio/2013, a Rede ainda estava colada à Rio+20: o de contato e uma seção independente do hotsite são vinculados à conferencia que já passou. DESTAQUE: o foi personalizado o site já terá dominio proprio (www.redemulheres.gov.br) e está em processo de renovação. Os canais de comunicação do secretariado com a rede não eram complementares e convergentes. DESTAQUE: hoje convergem.

9 Conceitos norteadores (1) Do ponto de vista substantivo: A área do site que registra o maior índice de procura é o de Participantes (o que é natural em redes: todos querem saber quem é quem, um dos fatores que estimula ou não a adesão). DESTAQUE: iniciada a atualização da área, com a inserção de dados e fotos das conselheiras (Estratégico e Consultivo).

10 Conceitos norteadores (2) Do ponto de vista operacional: Site: Principal canal de comunicação da Rede, tem endereço longo e complicado de acessar. DESTAQUE: pesquisa de URL via Google já indica com mais rapidez a página. O novo domínio (www.redemulheres.gov.br) já está aprovado e em via de implantação. A alimentação de conteúdo não era proativa e se baseava em clipagem de noticias de provável interesse da Rede. DESTAQUE: hoje produzimos noticias sobre e para a Rede.

11 Conceitos norteadores (2) Do ponto de vista operacional: Site: Ainda não é claro como se divulgam apoios institucionais e parcerias obtidas pelas participantes. Boletim: O boletim foi substituído por um boletim eletrônico simples, direcionando a leitura para o site com um clique. O boletim é apreciado pela Rede: o envio preciso é chave para fidelizar o interesse e criar a interseção entre as participantes dos GTs (já que a ferramenta divulga as novidades dos grupos de trabalho).

12 Conceitos norteadores (2) Do ponto de vista operacional: Outros procedimentos: As listas do mailing (o principal ativo de uma Rede) são atualizadas de modo reativo: quando se adiciona uma nova participante ou quando há tentativa mal sucedida de contatar alguém. Atas de reuniões, comunicados por e outros conteúdos institucionais não estão sistematizados em Modelos, Guias ou Manuais, o que é pouco eficiente na dinâmica operação do secretariado.

13 Principal fator de risco para a comunicação A desmotivação paulatina das participantes caso a Rede não produza a médio prazo algo concreto do ponto de vista técnico (campanha, plano de ação de GTs, aplicação do resultado de pesquisas etc) ou do ponto de vista de moeda social (orgulho de fazer parte).

14 Agenda 1. Contexto 2. Os desafios 3. Comunicação institucional e operacional 4. Proximos passos 14

15 Objetivos (1) Comunicação operacional: Fortalecer a Secretaria Executiva em sua posição de protagonista, catalisadora, apoiadora, mobilizadora, gestora e agregadora de valor à Rede. (2) Comunicação institucional: (Fundamentais) Fortalecer a identidade de marca da Rede. Consolidar o sentimento de pertencimento à rede em cada uma de suas participantes e o engajamento à causa. Tornar a Rede e suas finalidades conhecidas engajar mais mulheres.

16 Objetivos (2) Comunicação institucional: (Conceituais) Promover a valorização dos temas da sustentabilidade, governança e liderança. Promover a valorização da equidade de gênero

17 Objetivos (2) Comunicação institucional: (Pragmáticos) Divulgar pesquisas realizadas pela Rede e gerar um debate saudável sobre seus objetivos, conclusões e aplicações práticas. Dar visibilidade aos exemplos femininos de sucesso e depoimentos de CEOs. Difundir a importância do impacto socioambiental da cadeia produtiva e do ciclo de vida de produtos. Difundir o consumo consciente. Realizar as parcerias necessárias ao lançamento do Movimento pelo Consumo Consciente.

18 Agora, os objetivos intangíveis... Fortalecer o boca a boca : Redes captam novos participantes primariamente a partir de quem já faz parte. Fundamental manter em alta o sentimento de pertencimento dos membros. Circular a moeda social: a rede deve se tornar um símbolo de orgulho que possa ser exibido e vendido para outras pessoas. Assim como pessoas compram produtos ou serviços, pessoas usam a moeda social para adquirir impressões positivas perante amigos, familiares ou pares profissionais. É um dos motivos que levam pessoas a aderirem a uma rede.

19 Agora, os objetivos intangíveis... Despertar sentimentos: Quando gostamos, curtimos e compartilhamos em um clique. Mensagens e idéias devem despertar sentimentos. Contagiar pela narrativa: Pessoas não criam vínculos trocando informações. Contam histórias. Determinar limites e deixar claro que existem: O que é exclusivo e tem limite de oferta é extremamente atraente: ocorre que tudo que é exclusivo a determinado grupo gera mais pertencimento, propaganda boca a boca e curiosidade de quem ainda não faz parte.

20 Fundamental... No âmbito da comunicação institucional, recomendase especialmente quatro iniciativas de comunicação externa da Rede: Criar uma marca forte: Campanhas de comunicação assinadas por uma Rede desconhecida não agregará valor à causa. Pessoas aderem a campanhas de atores sociais nos quais confiam e por eles se apaixonam. Mas não basta desenvolver um ícone identificador, apostar apenas na estética: qual é a ética dessa marca? O coração dessa Rede?

21 Fundamental... Fortalecer o sentimento de pertencimento e orgulho de fazer parte da Rede: É bom fazer parte de um movimento que dá o que falar. Marketing e propaganda lançam idéias e cativam atenção alheia, mas a mídia espontânea é o que sustenta a longo prazo e agrega valor. Todos sabem a dificuldade que é tornar-se formador de opinião em revistas, jornais e TV. Assessoria de imprensa para a Rede é importante.

22 Fundamental... Aparecer em uma ferramenta de domínio público que vá alem da oferta de informações: A página na web tem que ser dinâmica, atraente e imagética; técnica e também humana. É importante que venha a ganhar domínio próprio e que possa evoluir de hotsite para site ou portal independentes.

23 Fundamental... Abrir múltiplas portas de acesso: Isso significa descentralizar porta-vozes em eventos externos, o que já começa a acontecer. Podemos seguir explorando essa trilha e contar com Embaixadoras da Rede aquelas que se declaram publicamente participantes e expressam a participação nos currículos expostos nos sites de suas empresas ou instituições.

24 Agenda 1. Contexto 2. Os desafios 3. Comunicação institucional e operacional 4. Proximos passos 24

25 Ações estruturadas Como forma de facilitar a operacionalização da comunicação é sugerida a distribuição dos tópicos de atividades em três eixos de atuação: Governança (GO), Gestão de Relacionamento (GR) Comunicação e Gestão de Conhecimento (CGC).

26 Amostra da composição do plano, que associa cada ação a um ou mais eixos de atuação, bem como aos Objetivos.

27 Ações estruturadas: resumo Site: Implantar nova arquitetura de conteúdo! Inicio! Quem Somos! Plano de Ação! Participe! Inspire-se! (Campanhas+Mulheres reais +Aprendizado)! Materiais de Referencia (categorizados p/ pesquisa)! Encontros/Eventos! Contato

28 Ações estruturadas: resumo Site: Criar domínio próprio Criar banco de imagens Criar canais de conexão com redes Sociais Criar Search de participantes (A-Z) Boletins informativos Eletrônico Core Group (mensal, 3 slides PPT, reporte sintético de atividades gerais dos GTs).

29 Ações estruturadas: resumo Kit Boas Vindas: Adesão e receptivo (novas participantes) Mailing Atualização Recadastramento da rede Criar sub-listas e comunicação especifica (Core Group/conselho, Ativas, Geral) Perfis da Rede: plano orientado de crescimento Captação de gestoras: público e OSCs

30 Ações estruturadas: resumo Redação institucional: Elaborar direcionadores de conteudo e layout Elaborar manuais e politicas de orientação para aplicação dos seguintes conteudos: 1. Site 2. Apresentações institucionais 3. Kit Boas Vindas (participantes) 4. Pacote Encontros Anuais 5. Relatorio de Atividades (download hotsite) 6. Boletins 7. Grupo fechado Facebook

31 Ações estruturadas: resumo Identidade: Branding Criar ícone identificador/selo da Rede Definir criterios de uso do ícone/selo em campanhas próprias ou de terceiros Workshops Desenvolvimento pessoal das participantes da Rede (semestral) Avaliação de conteúdos/atividades dos GTs: interseção dos eixos temáticos da Rede

32 Ações estruturadas: resumo Capacitação: Webinars (bimestral) Palestrantes: pesquisadores, autores e personalidades influentes desenvolvendo novos olhares sobre Gênero, Liderança e Sustentabilidade Setores: negócios, ciência, educação, psiclogia, sociologia, cultura e sustentabilidade Aberto às participantes de todos os GTs: bimestral Definir: plataforma e logistica

33 Ações estruturadas: resumo Capacitação: EAD (20-40 horas) Semestral Lideranças dos GTs definem os cursos Divulgação externa Campanhas de adesão Porta-vozes Assessoria de imprensa Plano estratégico de contatos da Rede

34 Ações estruturadas: resumo Intercambio: Rodas de Conversa com CEOs Encontros preparatórios Encontro Annual Redes Sociais Facebook Linkedin Canal da Rede no Youtube Canal da Rede no Flickr

35 Ações estruturadas: resumo Governança Encontros Conselhos Encontros GTs Balanço Annual (publicação) Operacional Secretaria Executiva Rotinas

36 Plano de Comunicação da Rede Encontro de Conselhos e GTs Rio de Janeiro, 01/10/13 Solar da Imperatriz Consultora Márcia Régis

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