B RUN O PEREIRA M ARQ UES * CARL A PITEIRA * * * * Geógrafo, Mestre em Gestão do Território. ** Arquitecta, DEA e Doutoranda em Urbanismo.

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1 O IMPACTO DOS GRANDES PROJECTOS ESTRUTURANTES NO CONCELHO DE PALMELA AO NÍVEL DO ORDENAMENTO E DO DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL B RUN O PEREIRA M ARQ UES * & ANA FILIP A COELHO * * & CARL A PITEIRA * * * Câmara Municipal de Palmela Gab.de Desenvolvimento Estratégico Abstract Palmela is one of Lisbon s Metropolitan Area (LMA) eighteen municipalities and the biggest in extension with 462,8 km 2 (15,7% of LMA). Located on Tagus left-bank, in Setúbal Peninsula sub-region (NUT III), Palmela have been for centuries a rural municipality and more recently, since the 1960 s, a periurban and suburban area. Agriculture * Geógrafo, Mestre em Gestão do Território. ** Arquitecta, DEA e Doutoranda em Urbanismo. *** Arquitecta. Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 169

2 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A has been for years the most significant economic activity and even actually Moscatel wine and sheep's milk cheese are important traditional products. Nevertheless, industry became the main economic activity, both in terms of product and employment, specially since the working of AutoEuropa car factory in the 1990 s, which represents around 2% of Portugal s GDP and 10% of the exports. In the next years Palmela will be in the center of the most important public projects and infrastructures to be built in Portugal. Indeed, the Poceirão Logistic Platfor m and the High- Speed Train will have direct repercussions in terms of land use and occupation. But these two projects and other infrastructures located in neighbouring municipalities, namely Lisbon s New Airport and Tagus Third Bridge, will have great effects on accessibility and on demographic and urban dynamics and growth. Considering the present revision of Palmela s Municipal Master Plan this presentation will focus on some of the expected impacts in terms of territory planning and development for the next decade. Keywords: Poceirão Logistic Platform; Lisbon New Airport; Tagus Third Bridge; High-Speed Train; Territory Planning and Development Impacts; Municipal Master Plan. Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 170

3 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L I Introdução O concelho de Palmela é um dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML), sendo o maior dos 9 concelhos da subregião (NUT III) da Península de Setúbal, com 462,8 km 2 (0,5% do território nacional, 15,7% do território da AML e 29,6% do território da Península de Setúbal). Ocupa uma posição central na Península de Setúbal, sendo confinado a norte pelo município de Benavente, a nordeste pela parte nascente do município de Montijo, a leste por Vendas Novas, a sueste por Alcácer do Sal, a sul por Setúbal, a oeste pelo Barreiro e a noroeste pela Moita, pela parte poente do Montijo e por Alcochete. O concelho encontra-se dividido em cinco freguesias, com um grau apreciável de heterogeneidade entre as mesmas, e que, grosso modo, apresentam como principais características: - Palmela: sede do concelho, possui um centro histórico alicerçado no Castelo, o qual foi durante séculos sede da Ordem Militar de Santiago em Portugal; - Pinhal Novo: principal aglo merado urbano do concelho, corresponde a um núcleo residencial suburbano fortemente apoiado no caminho-deferro; - Quinta do Anjo: área de produção pecuária/leiteira e vitivinícola, concentra as maiores e mais importantes áreas industriais do concelho (i.e. AutoEuropa), existência de vários loteamentos ilegais em processo de reconversão (AUGI Áreas Urbanas de Génese Ilegal); - Poceirão e Marateca: freguesias rurais com baixa densidade demográfica, importância do montado de sobro e da vitivinicultura, mais Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 171

4 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A recentemente tem surgido alguma edificação dispersa e clandestina. De acordo com o último Recenseamento Geral da População, em 2001, residiam no concelho habitantes. Em 2008, segundo estimativas do INE, esse número seria de 62820, ou seja, um acréscimo de cerca de 17,7% neste período. Por outro lado, o peso relativo dos habitantes no concelho de Palmela, no total da população residente em Portugal, na AML e na Península de Setúbal, aumentou de 0,5%, 2,0% e 7,5%, respectivamente, em 2001, para 0,6%, 2,2% e 8,0% em Ao longo dos últimos anos ocorreram acentuadas mudanças no concelho de Palmela, em particular no panorama socioeconómico, na rede de acessibilidades e na dinâmica urbanística. Ao nível socioeconómico destaca-se de imediato, a implementação do projecto da AutoEuropa e o seu impacto a nível de emprego, tanto directo, como indirecto, nomeadamente através de uma série de empresas associadas e subcontratadas numa lógica de cluster 1. De salientar ainda que este empreendimento contribui para cerca de 2% do PIB nacional e 10% do volume de exportações. 1 Um cluster, na perspectiva da Economia Industrial e da Economia e Desenvolvimento Regional, é uma concentração de empresas que comunicam e colaboram entre si por possuírem características semelhantes e coexistirem no mesmo local e de forma a tornarem-se mais eficientes. Este conceito foi popularizado por Michael Porter, em 1990, no seu livro The Competitive Advantages of Nations, não obstante já Alfred Marshall tinha observado situações semelhantes, em 1890, no seu livro The Principles of Economics. Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 172

5 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L Enquadra mento dos Projectos em análise na AML e em Palmela 1. Terceira Travessia do Tejo 2. Rede de Alta Velocidade 3. Novo Aeroporto de Lisboa 4. Plataforma Logística e Multimodal do Poçeirão A melhoria da acessibilidade regional, aliada a uma certa saturação do Arco Ribeirinho Sul, foi factor determinante na dinâmica demográfica e urbanística do concelho na última década. De facto, com a construção da Ponte Vasco da Gama e do troço do IC32 Alcochete Coina, o eixo Alcochete-Montijo-Moita-Palmela-Setúbal está a ser palco de mudanças significativas nos padrões de ocupação territorial. Neste contexto Palmela foi o concelho do eixo que observou, entre 1991 e 2001, um maior crescimento do número de edifícios (21,0%), tendo sido superado Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 173

6 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A no que respeita ao aumento do número de fogos (34,6%) apenas por Alcochete (39,5%). (PEREIRA, 2003) De facto, a construção da Ponte Vasco da Gama permitiu uma redução significativa da distância-tempo entre Palmela e Lisboa, em termos rodoviários, com reflexos a nível da procura de habitação na parte norte do concelho de Palmela, correspondente à freguesia do Pinhal Novo. Também o funcionamento do serviço ferroviário suburbano da Fertagus entre Lisboa e Setúbal, através da Ponte 25 de Abril, contribuiu para a melhoria das acessibilidades, co m reflexo ao nível da dinâmica urbanística e demográfica, nomeadamente nos aglo merados adjacentes às quatro estações de comboio do concelho servidas por esta linha (Penalva [i.e. AutoEuropa/Marquesas], Pinhal Novo, Venda do Alcaide e Palmela). Não obstante este crescimento demográfico, urbanístico e até económico, verificado a partir dos anos 60 e com uma nova dinâmica na década de 90, no contexto da AML, o concelho continua a ser um espaço periférico, com o predomínio de funções e serviços próprias de aglomerados urbanos de nível 3 2, segundo o Modelo Territorial do Plano Regional de Ordenamento de Território (PROT) da AML em revisão, tanto para Palmela como para o Pinhal Novo. De salientar ainda a expansão dos espaços periurbanos de origem legal e ilegal, que neste último caso provocam dificuldades acrescidas ao nível do ordenamento do território e da gestão urbanística, bem como da manutenção das redes 2 Numa perspectiva de Sistema Urbano Metropolitano e considerando os pressupostos da Teoria dos Lugares Centrais conforme descrito inicialmente por Walter Christaller, em 1933, na sua obra Die zentralen orte in süddeutschland ( Os lugares centrais na Alemanha do Sul ). Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 174

7 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L e equipamentos de abastecimento de água potável e saneamento básico. De salientar ainda a importância de várias actividades económicas rurais, de facto, produtos tradicionais, como o vinho Moscatel, o queijo de ovelha (de Azeitão), a maça riscadinha e a doçaria tradicional representam valores muito importantes, não só do ponto de vista económico, mas histórico e simbólico ligado às tradições da terra. Em termos naturais e paisagísticos o concelho possui igualmente um enorme potencial decorrente da diversidade paisagística do seu território e da existência de áreas sensíveis do ponto de vista da conservação da natureza, no meadamente a Reserva Natural do Estuário do Sado (na parte sul da freguesia da Marateca) e o Parque Natural da Arrábida (na parte sul das freguesias de Palmela e Quinta do Anjo), para além de extensões muito significativas ao nível do montado de sobro. II Os Grandes Projectos Estruturantes co m Impacto no Concelho de Palmela Nos próximos anos o Concelho de Palmela vai ser fortemente influenciado pelos principais projectos estruturantes de grande dimensão que irão ocorrer em Portugal, nomeadamente: - Plataforma Logística e Multimodal do Poceirão (PLMP); - Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) entre Lisboa-Madrid; - Novo Aeroporto de Lisboa (NAL) no Campo de Tiro de Alcochete (CTA); - Terceira Travessia do Tejo (TTT) entre Chelas-Barreiro. Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 175

8 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A Outros projectos importantes, de carácter mais local, estão relacionados com o Turismo, nomeadamente ao nível de dois pólos principais, um em Rio Frio, a norte do concelho, e outro no Zambujal, a sudeste, bem co mo algumas outras unidades de pequena dimensão, ligadas aos sector vitivinícola (Eno-Turismo) e agrícola (Agro-Turismo). Também a manutenção da empresa AutoEuropa e de todo o parque industrial associado, numa lógica de cluster, surge co mo extremamente importante, tanto a nível de emprego e produto, não só à escala local, mas também regional e nacional. III Plataforma Logística e Multimodal do Poceirão A partir da década de 90, desenvolveu-se a procura de serviços logísticos em Portugal, os grandes operadores internacionais da actividade começaram a implantar-se por todo o território, principalmente nos concelhos das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, nomeadamente devido as «( ) maiores ou menores acessibilidades proporcionadas pelas infra-estruturas viárias e terminais de transporte, mas também [pelas] reestruturações internas ocorridas nas empresas ( ), das quais se destacam: a elevação da logística a um lugar de destaque no seio das empresas; a exteriorização de funções como a comercialização, a distribuição e, inclusive, a armazenagem.» (DOMINGUES, 1994: 81) No entanto, a logística nacional caracteriza-se por uma grande dispersão, pequena dimensão e localização desordenada, designadamente em antigas fábricas e armazéns com impactes negativos ao nível do Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 176

9 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L ordenamento do território, do congestionamento rodoviário e da ocupação indevida do espaço público. Esta situação verificou-se sobretudo nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto devido ao surgimento de pequenos operadores sem grandes capacidades de investimento em infra-estruturas e à inexistência de plataformas logísticas de iniciativa pública devidamente organizadas e infra-estruturadas (FIGUEIRA DE SOUSA e NUNES DA SILVA, 2005 (coord.): 240). Neste sentido e face às repercussões que a actividade logística tem na competitividade económica e no ordenamento do território, tornou-se evidente a necessidade de uma estratégia, global e de âmbito nacional, para o sector da logística, o que ficou consubstanciado na Resolução do Conselho de Ministros n. º 20/2000, de 30 de Março, que determinava a elaboração do Plano da Rede Nacional das Plataformas Logísticas, o qual apesar de tudo nunca foi concluído. Foi então que face a esta situação e considerando os atrasos e falhas na área da logística em Portugal, que em Maio de 2006 o Governo apresentou um Plano Estratégico para a área da Logística, designado por Portugal Logístico, que entre outros aspectos definiu uma Rede Nacional de Plataformas Logísticas que previa a criação de dois centros de carga aérea, um em Lisboa e outro no Porto, e onze plataformas logísticas, das quais a PLMP é uma. Localizada na freguesia com o mesmo nome, no Concelho de Palmela e a cerca de 35 km a sudeste de Lisboa, esta infra-estrutura constituir-seá como o hub 3 logístico mais ocidental da Europa e estará dotada de 3 Este termo poderá ser traduzido como Plataforma Giratória, frequentemente associado a infraestruturas aeroportuárias pode ser usado por analogia aos portos. Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 177

10 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A novas acessibilidades rodoviárias e ferroviárias que vão permitir estabelecer ligações de âmbito internacional com os Portos de Lisboa, Setúbal e Sines e o Novo Aeroporto de Lisboa. O empreendimento tem uma extensão de cerca de 600 ha, dos quais 262 deverão ser implantados na primeira fase, que se previa ter início no terceiro trimestre de O projecto da PLMP consiste no desenvolvimento de uma plataforma logística de segunda geração, que promove a intermodalidade dos diferentes meios de transporte, nomeadamente ao nível rodoviário, ferroviário (RAVE e rede convencional) e marítimo. Esta infra-estrutura possuirá uma localização privilegiada em ter mos rodoviários, junto à intersecção entre as autoestradas A2 e A12, o que proporcionará ligações a Espanha, aos portos de Lisboa, Setúbal e Sines, ao Algarve e Sul de Espanha, a Lisboa e ao Norte de Portugal. No âmbito ferroviário está prevista a criação de um interface na plataforma que permitirá fazer a ligação ao Shuttle do NAL, à RAVE e à rede convencional. Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 178

11 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L Enquadra mento da Plataforma Logística e Intermodal do Poceirão Em termos de Ordenamento do Território e de acordo com o PDM de Palmela em vigor, a área de implantação da PLMP e da ligação rodoviária à A12 localiza-se num espaço agro-florestal, o que tornava o projecto incompatível co m o uso do solo fixado para aquela área. Neste sentido e face ao interesse económico regional e nacional do projecto, criação de emprego, forte componente de intermodalidade e reconhecimento como Projecto de Interesse Nacional (PIN), o governo procedeu à suspensão parcial do PDM na área de implantação destes projectos através da Resolução do Conselho de Ministros n. º 53/2008, de 19 de Março. A PLMP será constituída por naves ou lotes, para aluguer ou venda, que serão ocupadas por operadores logísticos, de transporte ou outras empresas que necessitem de ter a sua própria logística. Em termos de tipologias de área estão previstas as seguintes situações: Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 179

12 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A - Área de Logística de Distribuição, Agrupamento e Transformação: destinada a actividades logísticas que requeiram espaços cobertos para a execução das diversas tarefas. Os lotes adjacentes ao terminal ferroviário terão um acesso ferroviário dedicado podendo a inserção das composições ser realizada directamente para o interior dos armazéns; - Área de Logística e Exposição: orientada para uma vertente mais comercial. Para além da armazenagem, haverá espaços para realizar exposição de produtos. Estes edifícios encontram-se posicionados ao longo de uma avenida diagonal; - Centro de Apoio ao Transporte Rodoviário: área de apoio ao transporte rodoviário com uma zona de estacionamento de veículos pesados, com área de descanso e balneários, área de abastecimento de combustível, oficina e restauração; - Área Logística Multifuncional: destinada a actividades/produtos que não exijam, para o seu armazenamento, espaços cobertos, ou em que estes se limitem a área reduzida; - Área Intermodal: Corresponde ao Centro Intermodal de Mercadorias. Esta é a área intermodal de excelência (com 10 linhas internas) onde será assegurada a ligação ferroviária à actual rede convencional (de bitola ibérica), bem co mo à projectada rede de alta velocidade; - Centro de Serviços Integrados: espaço destinado a instalação de empresas que não necessitem para a sua actividade de área de armazenagem, no meadamente um centro de negócios, espaços co merciais, área de restauração, um hotel e um parque de lazer / zona verde; - Área Comercial: zona destinada à instalação de espaços comerciais e Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 180

13 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L que complementarão as ofertas existentes no interior do Centro de Serviços Integrados; - Outras infra-estruturas: na PLMP existirão ainda espaços dedicados à instalação de infra-estruturas como sejam uma estação de tratamento de águas residuais, uma estação de tratamento de água e respectivo furo e uma subestação eléctrica. Em termos de criação de emprego, e segundo os autores do Estudo de Impacte Ambiental é possível a criação de cerca de empregos directos (IDAD, 2009: 6). De facto e não obstante não ser espectável que todos estes empregos sejam ocupados por residentes no concelho, actuais ou futuros, parece lícito concluir que com a deslocalização de diversas empresas para a plataforma logística e com o reforço das acessibilidades (rede rodo-ferroviária) na margem sul da AML, muitos quadros de empresas e trabalhadores em geral, possam vir a mudar a sua residência, situação que provocará um acréscimo significativo na dinâmica demográfica e urbanística e com reflexo também ao nível das redes de infra-estruturas básicas e de equipamentos colectivos. Alguns dos impactos mais significativos resultantes da implementação deste projecto serão ao nível da rede viária local, cuja nova configuração irá transparecer na presente revisão do PDM. De facto, o concelho de Palmela tem já uma rede viária de âmbito nacional/regional desenvolvida, onde podemos destacar os seguintes eixos viários e respectivas ligações: - Ponte 25 de Abril / A2 e Ponte Vasco da Gama / A12 que garantem as ligações à cidade de Lisboa, ao seu porto marítimo, ao actual aeroporto de Lisboa, na Portela, e ao Mercado Abastecedor da Região de Lisboa; Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 181

14 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A - A12 no acesso a Setúbal e respectivo porto marítimo; - A2 para o acesso ao Sul e Porto de Sines; - A2 / A6 nas ligações ao interior de Portugal e a Espanha; - IC32 per mite ligações de pontos diversos do Concelho à rede de Auto- Estradas. Principais ligações rodoviárias de Palmela à AML Não obstante a viabilidade da PLMP fica colocada em causa, não existindo uma remodelação da rede viária actual e se não se verificar a abertura de um novo nó de acesso à A12 junto à Plataforma Logística e a construção de uma variante à EN252. (VTM, 2008: 22) A ligação Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 182

15 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L rodoviária à A12 tem como objectivo viabilizar o funcionamento da própria PLMP uma vez que as vias rodoviárias locais apresentam fortes condicionalismos à circulação prevista, designadamente deficientes níveis de operação, dadas as baixas velocidades e as precárias condições de segurança (IDAD, 2009: 3). Por outro lado, a construção de uma variante à EN 252 permitirá a ligação entre os principais eixos locais, com destaque para a EN 252 e para a EM 533-1, desviando o tráfego de passagem do centro do Pinhal Novo. IV Rede Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa-Madrid Esta ligação surge como um projecto que procura reforçar a ligação e a conectividade de Portugal, nomeadamente de Lisboa, no âmbito ibérico e europeu. Com início na Estação do Oriente, em Lisboa, faz a ligação à margem sul do Tejo pela nova travessia Chelas-Barreiro e deverá possuir um interface na PLMP com ligação ao Novo Aeroporto de Lisboa através de um Shuttle. Esta ligação foi concebida para uma utilização mista, isto é, permitir tanto o transporte de passageiros, como de mercadorias, nomeadamente com vista ao reforço do papel de Portugal nas grandes cadeias de transporte de mercadorias que ligam a Europa. Neste sentido é extremamente importante a existência de um interface na PLMP, que permitirá a inter modalidade entre os transportes rodoviários, ferroviário (RAVE e rede convencional) e marítimo, o que neste último caso potenciará o papel dos portos portugueses em termos peninsulares, Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 183

16 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A aumentando o seu hinterland 4 para o interior de Espanha. De salientar que a calendarização da execução deste projecto prevê a concretização numa primeira fase do troço Poceirão-Caia, funcionando então, pelo menos temporariamente, o interface da PLMP como a estação de entrada em Lisboa, nomeadamente enquanto não for concluída a nova travessia Chelas-Barreiro e a respectiva ligação à Estação do Oriente, em Lisboa. 5 Com vista a assegurar a manutenção das condições necessárias para a programação e execução deste empreendimento o governo sujeitou a medidas preventivas, através do Decreto n. º 25/2007 do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, de 22 de Outubro, alterado pela Resolução do Conselho de Ministros n. º 11/2009, de 27 de Janeiro, as áreas abrangidas pelo traçado previsto. Com a materialização da TTT e considerando que a velocidade máxima das composições poderá chegar nalguns pontos aos 350 km/h, é possível atingir o desiderato de que a ligação directa de passageiros entre as duas capitais, por via ferroviária, tenha uma duração de apenas duas horas e quarenta e cinco minutos. No que diz respeito à estimada de passageiros para esta ligação, as projecções apontam para uma procura de 4 Termo empregue inicialmente por George Chisholm no seu livro Handbook of Commercial Geography de 1888, é frequentemente utilizado para referir a área de influência de um determinado porto. 5 De salientar que no âmbito do Estudo de Impacte Ambiental referente à Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Madrid, a Câmara Municipal de Palmela deu um parecer no sentido em que deverá ser viabilizada a intermodalidade entre o comboio convencional e o de alta velocidade também a passageiros que a ela acedam, a partir do exterior da PLMP e não só aos que já circulam na rede, como actualmente previsto. Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 184

17 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L cerca de 9,3 milhões de passageiros em Por outro lado, no que diz respeito às deslocações de longo curso, a quota de mercado da ferrovia passaria dos actuais 4%, para cerca de 36%. Ainda segundo os autores do Estudo de Impacte Ambiental, o tráfego de mercadorias poderá atingir cerca de 1,5 milhões de toneladas em 2020, das quais cerca de 1 milhão de toneladas em alta velocidade (SENER, GLOBALVIA e CÂNCIO MARTINS, 2007: 4) De facto este projecto contribuirá para promover a criação de um sistema de transportes mais eficaz, nomeadamente devido à transferência de passageiros e de mercadorias do modo rodoviário e, em menor escala, do modo aéreo, para o modo ferroviário. Também do ponto de vista do ordenamento do território e do ambiente e malgrado o efeito-barreira provocado por esta infra-estrutura e a consequente ruptura de alguns sistemas ambientais e sociais, neste último caso com especial relevo para alguns troços da rede viária, as mais-valias do ponto de vista socioeconómico a nível nacional, regional e até local são francamente superiores. Mesmo nas situações em que há cruzamento e interrupção da rede viária existente, a Câmara Municipal de Palmela tem dialogado co m a RAVE no sentido de serem construídas alternativas. Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 185

18 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A Intersecções da RAVE com as redes principais rodoviária e ferroviária (existentes e propostas) do Concelho de Palmela A rosa assinalam-se os pontos de cruzamento entre as redes. V Novo Aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete Previsto inicialmente para a Ota, na área do Centro de Formação Técnica e Militar da Força Aérea, no concelho de Alenquer, a hipótese de localização na zona do CTA surgiu em Junho de 2007 na sequência da apresentação ao Governo, pela Confederação da Industria Portuguesa, de um novo estudo. Face a esta iniciativa, que introduziu um dado considerado novo no processo em curso, o Governo entendeu que esta alternativa de localização do NAL deveria merecer uma apreciação mais Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 186

19 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L aprofundada, de forma a comprovar a sua viabilidade, e após a realização de um estudo comparativo entre a Ota e a área do Campo de Tiro de Alcochete, por parte do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, a análise multi-critério revelou que a hipótese do CTA era globalmente mais positiva. Na sequência deste processo a Resolução do Conselho de Ministros n. º 13/2008, de 22 de Janeiro de 2008, veio então determinar a localização do novo aeroporto na zona do Campo de Tiro de Alcochete. O CTA é uma instalação da Força Aérea Portuguesa, com cerca d e 7450 ha, destinada ao treino militar, nomeadamente através do lançamento de armamento por parte de aeronaves. Não obstante a referência a Alcochete, a área do CTA encontra-se dividida entre o Concelho de Benavente (freguesia de Samora Correia) e o concelho do Montijo (freguesia de Canha). Apesar de o CTA não abranger terrenos pertencentes ao concelho de Palmela existem medidas preventivas em vigor para o território municipal 6. Não obstante o facto de o NAL não abranger áreas do concelho de Palmela, espera-se obter impactos bastante positivos deste projecto, nomeadamente à luz do conceito de cidade-aeroportuária. De facto, se entendermos este conceito como sendo uma infra-estrutura polinucleada e interligada, que pode aproveitar a rede urbana já existente no território, existe a expectativa de que o aglomerado urbano do Pinhal Novo possa ser um dos pólos dessa cidade. 6 Decreto n.º 19/2008 do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, de 1 de Julho. Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 187

20 B R U N O P E R E I R A M A R Q U E S & A N A F I L I P A C O E L H O & C A R L A P I T E I R A Localização do NAL e das respectivas medidas preventivas Neste sentido, se considerarmos que alguns cenários prevêem que em 2017 o NAL possa receber 19 milhões de passageiros/ano e toneladas de carga e que em 2050 esses valores cheguem a 43 milhões de passageiros/ano e toneladas de carga (LNEC, 2008: 180), ou que os ganhos de emprego para a região polarizada por Lisboa possam atingir um número de postos de trabalho em 2030 e de em 2050 (LNEC, 2008: 180), rapidamente percebemos a influência que esta Infra-estruturas, Co mpetitivid ade e Cooperação Territorial Página 188

21 O IM P A C T O D O S G R A N D E S P R O J E C T O S E S T R U T U R A N T E S N O C O N C E L H O D E P A L M E L A A O N I V E L D O O R D E N A M E N T O E D O D E S E N V O L V I M E N T O T E R R I T O R I A L situação pode gerar ao nível da dinâmica socioeconómica e urbanística do concelho de Palmela e nomeadamente em relação ao Pinhal Novo. O NAL poderá então induzir um conjunto de oportunidades de desenvolvimento local que passamos a explanar: - aumento das oportunidades de desenvolvimento associadas à PLMP, com a consequente indução acrescida ao nível da geração de emprego; - oportunidade para promover o crescimento do perímetro urbano no Pinhal Novo, face à localização estratégica supracitada, nomeadamente: no sentido norte-sul, a meia distância do NAL e da cidade e do porto de Setúbal, no sentido nascente-poente, a meia distância de dois dos principais pólos de actividades económicas nacionais, a PLMP e a AutoEuropa; criar um centro urbano de maior importância e dimensão que o actual, garantindo aí, para além de mais habitação, a localização de equipamentos, comércio e serviços de nível hierárquico superior; - possibilidades de desenvolvimento turístico, nomeadamente para os empreendimentos de maior dimensão e qualidade, em Rio Frio e Zambujal; - em termos de acessibilidades, o acesso ao NAL será garantido por infraestruturas rodo-ferroviárias a criar, destacando-se: um interface entre a rede convencional e a alta velocidade na PLMP, com ligação ao Novo Aeroporto de Lisboa através de um Shuttle; Infraestructuras, Co mpetitivid ad y Cooperación Territorial Página 189

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