UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL MARCELLE OLIVEIRA TORRES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL MARCELLE OLIVEIRA TORRES"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL MARCELLE OLIVEIRA TORRES O CORREIO ELETRÔNICO COMO INSTRUMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: as possibilidades e limitações da comunicação virtual nas Organizações Ludovicenses São Luís 2003

2 MARCELLE OLIVEIRA TORRES O CORREIO ELETRÔNICO COMO INSTRUMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: as possibilidades e limitações da comunicação virtual nas Organizações Ludovicenses Monografia apresentada ao Curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão, em cumprimento às exigências para obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social - habilitação Relações Públicas. Orientadora: Profª. Mestre Luciana Saraiva de Oliveira Jerônimo São Luís 2003

3 Torres, Marcelle Oliveira O Correio Eletrônico como instrumento de Relações Públicas: As Possibilidades e Limitações da Comunicação Virtual nas Organizações Ludovicenses / Marcelle Oliveira Torres. São Luís, f. Monografia (Bacharel em Relações Públicas) Curso de Comunicação Social, Universidade Federal do Maranhão, Comunicação Digital Correio Eletrônico. I. Título. CDU 659.4: (812.1)

4 MARCELLE OLIVEIRA TORRES O CORREIO ELETRÔNICO COMO INSTRUMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS: as possibilidades e limitações da comunicação virtual nas Organizações Ludovicenses Monografia apresentada ao Curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão, em cumprimento às exigências para obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social - habilitação Relações Públicas. Aprovada em / / Nota: BANCA EXAMINADORA Professora Luciana Saraiva de Oliveira Jerônimo (Orientadora) Mestre em Comunicação Social 1º Avaliador 2º Avaliador

5 A Deus, pelo dom da vida e do conhecimento.

6 AGRADECIMENTOS A Deus, por ser o gestor do universo e por acompanhar-me incessantemente nos momentos de fraqueza e fortaleza; À minha mãe Rose Mary, por transformar-me na pessoa que sou e pela dedicação e encorajamento, mesmo distante, porém sempre com demonstração do seu amor incondicional; ao meu pai José Nilton, pelo incentivo e educação a mim dispensada ao longo dos meus anos nesta esfera terrena; Aos meus irmãos Niltinho e Mylena, pelo companheirismo e apoio que sempre me deram; à minha sobrinha Bruna, por me proporcionar tanta felicidade com a sua forma mais sublime de amor puro; ao mais novo bebê, que está por vir para complementar ainda mais à felicidade de toda família; ao meu cunhado Ramón por sua amizade; a Cleide pelo carinho; a George pelo auxílio, carinho e atenção; e a Jonathan, tia Consola (Ticó), Anna Paula, e Rogério Júnior, pela valiosa ajuda que viabilizou a conclusão desta monografia; À mestre Luciana Saraiva, pelos conselhos, orientações e confiança, que possibilitou a concretização do presente trabalho; Ao professor Antônio Queiroga, que mesmo virtualmente prestou-me auxílio no decorrer deste ensaio; Aos meus avós, tios, tias, primos e primas indistintamente, por fazerem parte de minha vida. Aos amigos e amigas, aqui sem citações de nomes, pela presença constante, cumplicidade, lealdade e confiança que a mim depositaram; E a todos que direta ou indiretamente contribuíram para a finalização de mais essa etapa de minha vida. MUITO OBRIGADA!

7 O saber só é completo quando ele é dividido e serve de base para o seu aprimoramento (Antônio Queiroga)

8 RESUMO O objetivo principal desta monografia é conhecer como os profissionais de Relações Públicas utilizam o correio eletrônico no seu cotidiano, em organizações, no município de São Luís, Estado do Maranhão, especificamente, a partir de suas próprias afirmações objetivas. Para argumentar a favor deste objeto de estudo, foi desenvolvido um caminho conceitual e teórico sobre a relação entre Comunicação Organizacional e as atividades e funções do profissional de Relações Públicas, para mais tarde, juntar-se a esta argumentação a abordagem conceitual sobre a Potencialização do Processo de Comunicação através da Comunicação Digital. Para construir este conhecimento, foi realizada pesquisa quantitativa descritiva em quinze organizações que têm, em seu quadro de funcionários ou prestando serviços, o profissional de Relações Públicas e este manuseando o correio eletrônico para comunicação. Deste diagnóstico surgiu o primeiro olhar sobre as limitações e possibilidades do uso do correio eletrônico pelas Relações Públicas, em São Luís. Palavras-chave: Relações Públicas. Comunicação. Comunicação Digital. Correio Eletrônico.

9 ABSTRACT The main objective of this thesis is to know how Public Relations professionals use in their every day life in organizations in the city of São Luís, in the state of Maranhão, specifically, from their own objective statements. To argue in favor of this object of study, a conceptual and theorical path about the relationship between Organizational Communication and the activities and functions of Public Relations professionals has been developed, to, later on, combine it to the conceptual approach about the Potencialization of the Communication Process through Digital Comunication. To build this knowledge, a descriptive quantitative research has been done in fifteen organizations that have, as their own emploees or working for them, a Public Relations professional using for communication. From this diagnosis, the first look at the limitations and possibities of the use of in Public Relations, in the city of São Luís, has appeared. Key- words: Public Relations. Communication. Digital Communication. .

10 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 - Quadro inicial da pesquisa Gráfico 2 - Resposta aos questionários remetidos Gráfico 3 - Primeiro dia da pesquisa Gráfico 4 - Segundo dia da pesquisa Gráfico 5 - Quarto dia da pesquisa Gráfico 6 - Pergunta 1 do questionário Gráfico 7 - Pergunta 2 do questionário Gráfico 8 - Pergunta 3 do questionário Gráfico 9 - Pergunta 4 do questionário Gráfico 10 - Pergunta 5 do questionário Gráfico 11 - Pergunta 6 do questionário Gráfico 12 - Pergunta 7 do questionário Gráfico 13 - Pergunta 8 do questionário Gráfico 14 - Pergunta 9 do questionário Gráfico 15 Pergunta 10 do questionário... 64

11 SUMÁRIO LISTA DE GRÁFICOS... 8 LISTA DE APÊNDICES INTRODUÇÃO COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL E RELAÇÕES PÚBLICAS: UM BREVE COMENTÁRIO Cultura organizacional Clima organizacional As funções de Relações Públicas e o processo de Comunicação Organizacional Função administrativa Função estratégica Função mediadora Função política Comunicação interna e Comunicação externa: um estado de complementaridade A COMUNICAÇÃO DIGITAL POTENCIALIZANDO O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO O uso do correio eletrônico no processo de comunicação Algumas regras básicas para o uso do correio eletrônico ( ) O CORREIO ELETRÔNICO NO SABER-FAZER DIÁRIO DOS RELAÇÕES PÚBLICAS: PESQUISA DESCRITIVA NAS ORGANIZAÇÕES DE SÃO LUÍS Descrição do resultado de envio dos questionários Descrição dos dados coletados nos questionários Comentários dos 27% dos entrevistados CONSIDERAÇÕES FINAIS Respondendo às questões Sugestões para trabalhos futuros REFERÊNCIAS APÊNDICES... 75

12 LISTA DE APÊNDICES Apêndice A - Questionário aplicado na pesquisa Apêndice B - Entidades cujo Relações Públicas não respondeu à pesquisa nesta fase (17/06/2003)... Apêndice C - Entidades cujo Relações Públicas não respondeu à pesquisa nesta fase (18/06/2003)... Apêndice D - Entidades cujo Relações Públicas não respondeu à pesquisa nesta fase (20/06/2003)

13 1. INTRODUÇÃO A inclusão da informática nas relações humanas tem gerado discussões e servido como objeto de pesquisa no âmbito acadêmico e profissional. O interesse por este trabalho surgiu, sobretudo, de leituras e estudos acerca de temas relacionados à Tecnologia da Informação. A curiosidade específica sobre o uso do correio eletrônico como instrumento dos profissionais de Relações Públicas fomentou a iniciativa de realizar esta pesquisa, devido ao avanço tecnológico constituir papel fundamental no cotidiano do homem contemporâneo. Neste estudo, foi feita uma breve análise acerca da comunicação e cultura organizacional bem como suas vertentes; da comunicação digital, em especial o correio eletrônico, suas possibilidades e limitações, como forma de engrandecer e aprimorar o nosso conhecimento, tanto em nível acadêmico quanto profissional. As metodologias utilizadas foram duas. A parte dos conceitos é fundamentada com uma pesquisa bibliográfica com publicações editadas em português. Ao fazer a pesquisa, constatou-se a limitação de documentos nesse campo de conhecimento, o que nos direcionou à pesquisa via Web, onde foram encontradas diversas publicações acerca dos assuntos que serão abordados nesta monografia. Posteriormente, realizou-se uma pesquisa de caráter empírico, visto que esta é dedicada a codificar a face mensurável da realidade social. Utilizou-se

14 o método dedutivo, onde os fatos foram coletados, analisados, quantificados e posteriormente interpretados, sem que houvesse a interferência do agente idealizador da investigação. Quanto ao objeto, a pesquisa foi denominada de campo, pois baseou-se na coleta e observação direta extensiva dos fatos, através de um questionário com perguntas fechadas, abertas e semi-abertas, respondidas ao investigador, sem a presença do mesmo. Este estudo tem como objetivo, o conhecimento das possibilidades e limitações no uso do correio eletrônico pelos Relações Públicas. Para tal, contextualizou-se a comunicação organizacional como o cenário de utilização dessa ferramenta. As variáveis que se tornam necessárias ao estudo de nosso objeto perpassam pelos campos da tecnologia e da arquitetura de informação. Questões como a interação que o correio eletrônico proporciona, constitui também variável da nossa pesquisa. O trabalho é dividido em cinco partes: a primeira é a introdução do trabalho monográfico; a segunda COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL E RELAÇÕES PÚBLICAS, UM BREVE COMENTÁRIO identifica a cultura organizacional e mostra um sucinto histórico da profissão, suas funções, seus elementos e variáveis como a comunicação interna e externa, relacionando-as com o trabalho nas organizações. A terceira A COMUNICAÇÃO DIGITAL POTENCIALIZANDO O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO relata como essa nova mídia tem influenciado o profissional de comunicação, ou seja, versa sobre suas principais características, além de analisar como o homem contemporâneo pode idealizar sua nova forma de contato com públicos de interesses, utilizando, em específico, o correio eletrônico nesse processo. A quarta O CORREIO ELETRÔNICO NO SABER-FAZER DOS RELAÇÕES PÚBLICAS: PESQUISA DESCRITIVA NAS ORGANIZAÇÕES DE SÃO LUÍS MA trata da descrição da pesquisa via , realizada com

15 profissionais de Relações Públicas que trabalham em organizações deste município, a fim de identificar como o uso do correio eletrônico tem possibilitado a ampliação ou limitado a comunicação digital nas organizações, seja ela em âmbito externo ou interno. questões: As considerações finais, sendo a quinta parte deste trabalho, procura dar as respostas às seguintes O correio eletrônico tem sido utilizado pelo profissional de Relações Públicas que trabalha em Organizações Públicas, Privadas ou Governamentais, em São Luís? Em que medida o uso do correio eletrônico pode otimizar ou restringir as atividades do profissional de Relações Públicas, nessas organizações? E até que ponto o uso desse instrumento pode limitar o contato interpessoal entre os agentes do processo de comunicação? Será o o melhor instrumento capaz de produzir feedback? 2. COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL E RELAÇÕES PÚBLICAS, UM BREVE COMENTÁRIO. Comunicação é um assunto que chama a atenção da alta administração de instituições e é vista como matéria-prima das organizações. Para isso, faz-se necessário entender essa variável; é preciso examinar os caminhos pelos quais a organização produz a comunicação ou os caminhos pelos quais a comunicação produz a organização. A proliferação da informação e os avanços na tecnologia estão transformando a sociedade e os ambientes de trabalho. Uma multiplicidade de fatores está modificando a visão da sociedade, onde se tem ambientes que convivem com o velho e o novo ao mesmo tempo, e todas essas diferenças transformam pensamentos e comportamentos. Assim, é

16 necessário que as empresas estejam preparadas para enfrentar novos desafios, agindo de forma estratégica para que a comunicação seja efetiva. (MARCHIORI, 2003) É pouco tolerável que os administradores contemporâneos produzam ação sem a devida atenção acerca da reação de seus públicos. Para isso, é necessário que seja de conhecimento da organização as atitudes e valores desse público em questão. As organizações não devem portar-se como simples recipientes. As atividades de comunicação só têm sentido se visa entendimento, administração de todos os processos comunicativos, fluxos e redes formais e informais de comunicação, tanto interna, quanto externamente. É necessário que a comunicação seja gerenciada e profissionalizada nas organizações. É imprescindível agir estrategicamente, ou seja, entendendo como uma organização utiliza a informação para construir significados, bem como criar conhecimentos e tomar decisões. Afinal, comunicação é o sistema central da organização. Sabemos que é preciso pensar na comunicação organizacional como uma forma estratégica de gerenciamento dos relacionamentos com os diferentes públicos e criação da identidade corporativa. Não é mais permitido visualizar uma organização apenas como canal de informação - condutora de mensagens sem ter conhecimento se estas são efetivamente entendidas, ou seja, para que se tenha comportamentos significativos, produzindo a interação social e as mais diversas formas de lucratividade. Com a vinda das organizações multinacionais, nas décadas de 1950 e 1960, as Relações Públicas exerceram um importante papel de contribuição na comunicação organizacional, no Brasil. Entretanto, seu ápice só veio acontecer na década de 1980, mais precisamente em 1985, com a reabertura política no Brasil.

17 Valendo-se da comunicação para intercambiar a interação entre as organizações e seus públicos, as Relações Públicas prima pelo bom entendimento e boa vontade entre os agentes desse processo, seja no ambiente interno ou externo. Para Kunsh (1997, p.113), a comunicação excelente, mediada por este profissional, torna-se eficaz quando devidamente organizada, e desenvolve atividades necessárias como: posicionar a função no âmbito organizacional, permitindo assim acesso direto à administração; integrar as áreas da comunicação em um departamento específico, a fim de facilitar a administração estratégica; e desenvolver uma estrutura horizontal dinamizada, capaz de proporcionar uma maior flexibilidade no trabalho com novos objetivos estratégicos. Nesse aspecto, buscamos a comunicação integrada, cujo entendimento pressupõe uma junção da comunicação institucional, da comunicação mercadológica, da comunicação interna e externa, que forma o composto da comunicação organizacional. Relações Públicas é a comunicação na administração, no que diz respeito à sua visão institucional e à adequada utilização desta em todas as áreas da estrutura organizacional. (IANHEZ, 2001, p.155) Essa comunicação visa contribuir para o desenvolvimento e a manutenção de um clima positivo, propício ao crescimento do bom relacionamento entre a organização e todos os seus públicos. Uma revolução vem se alojando no se que refere à comunicação organizacional. Novos métodos, conceitos, tecnologias, atendimento personalizado, dentre outros são assuntos que cabem em discussões contemporâneas. Isso só tende a favorecer os relacionamentos entre públicos e organização. Um dos novos métodos é trabalhar primeiro o público interno. Antes que se trabalhe o público externo, é necessário que o interno esteja satisfeito com a política adotada em seu ambiente de trabalho. Pois funcionário satisfeito, propaga seu contentamento. E com isso, quem recebe o mérito é a imagem corporativa que, evidentemente, sai vitoriosa nesse contexto.

18 A Comunicação organizacional deve ser compreendida como processo de construção de sentidos, pois é estrategicamente utilizada pelas organizações para criar um ambiente de interlocução com seus públicos, em especial, o público interno, interferindo positivamente na cultura organizacional. 2.1 Cultura Organizacional A cultura organizacional compreende um apanhado de propriedades do ambiente de trabalho, percebidas pelos empregados, constituindo-se numa das forças importantes que influenciam o comportamento. Compreende, além das normas formais, também o conjunto de regras escritas, que condicionam as atitudes tomadas pelas pessoas dentro da organização: por esse motivo, o processo de mudança não é tão fácil, exigindo cuidado e tempo. Para se obter uma mudança duradoura, não se tenta modificar pessoas, mas as restrições organizacionais que operam sobre elas. A Comunicação interna é o reflexo de sua cultura organizacional. Há um processo de influência mútua entre ambas. A cultura é um dos fatores que determina qual o tipo de comunicação a ser praticada na empresa, tanto sua forma e veículos como o conteúdo e os fluxos. (BERALDO, 2001, p. 12) Diante da cultura organizacional, conceituada como o conjunto de valores, crenças e tecnologias que mantém unidos os mais diferentes membros, de todos os escalões hierárquicos, frente às dificuldades, operações do cotidiano, metas e objetivos, é que se produz, junto aos mais diferentes públicos, diante da sociedade e dos mercados, o conjunto de percepções, ícones, índices e símbolos que chamamos de imagem corporativa. Esse conjunto de elementos psicossociais são considerados intrínseco a organização, sendo eles:

19 Normas: são padrões ou regras de conduta nos quais os elementos da organização se enquadram. A norma é um padrão que as pessoas obedecem sem levar em consideração o lado bom ou mau; Valores: o conjunto daquilo que a força de trabalho julga positivo ou negativo numa organização constitui o sistema de valores da organização; Recompensa: as pessoas se comportam de acordo com o que poderão via a receber de recompensa ou reforço; Poder: quem tem poder na organização? Até que ponto esse poder é distribuído? Qual o grau de centralização ou descentralização da autoridade? Quem determina as recompensas? Quem remunera? Quem pune? Quem influencia pelo significado e pela estética das palavras e expressões? Sabemos que quando esses elementos psicossociais são entendidos, o sucesso do diagnóstico organizacional tende a estabelecer-se. É na cultura de uma organização que se trabalha os comportamentos e as formas de administração, que se estabelece a prática dos valores essenciais, estimulando o comportamento e o clima harmonioso dentro da empresa. É necessário destacar que, sob nosso olhar, a cultura e a comunicação mantêm uma relação de influência recíproca, uma vez que a cultura organizacional vai sendo construída no cotidiano do ambiente interno, e quando há a necessidade de mudança dos padrões culturais, a comunicação torna-se responsável em viabilizar significados a fim de que os colaboradores compreendam a situação e a importância da mudança.

20 2.1.1 Clima Organizacional Entendemos como o direcionamento afetivo (atitude) e psicomotor (comportamento) que existe entre os participantes da organização, no ambiente interno. Está intimamente ligado ao grau de motivação de seus integrantes. O termo clima organizacional refere-se diretamente às propriedades motivacionais do ambiente empresarial, isto é, aqueles aspectos internos da empresa que levam à provocação de diferentes espécies de motivação nos seus participantes. Vale ressaltar que, não se confundem os conceitos de cultura e clima organizacional, pois o segundo não assinala os modos institucionalizados de agir e pensar de uma organização, mas mapeia o ambiente interno que varia segundo a motivação dos agentes do processo. É por esta diferença que foram estudadas as funções de Relações Públicas que podem ser encontradas atreladas às duas conceituações. 2.2 As funções de Relações Públicas e o processo de Comunicação Organizacional

21 A promoção e administração de relacionamentos, algumas vezes, mediando conflitos, são funções que as Relações Públicas podem valer-se estrategicamente dentro do ambiente social (interno e externo). Contribuir para o cumprimento dos objetivos globais e da responsabilidade social das organizações, mediante o desempenho de funções e atividades específicas, é outro desafio constante a ser considerado como meta das relações públicas. Como partes integrantes do sistema social global, as organizações têm obrigações e compromissos que ultrapassam os limites dos objetivos econômicos e com relação aos quais têm de se posicionar institucionalmente, assumindo sua missão e dela prestando contas à sociedade (KUNSH, 2003, p. 90) Dessa forma, a comunicação organizacional, intermediada pelas Relações Públicas, deve constituir-se num setor estratégico, agregando valores e facilitando, por meio de seu intermediador, os processos interativos. As funções de Relações Públicas constituem, a partir de um segundo olhar, um campo bastante amplo, onde as organizações são trabalhadas como um todo, bem como seu universo de públicos no contexto do sistema social global. Segundo Ehling, White e Gruning (1992 apud KUNSH, 2003, p passim), o gerenciamento de Relações Públicas nas organizações tem como fundamentos, quatro teorias essenciais, são elas: Teoria interorganizacional: ajuda a compreender os conceitos gerais, assim como as interdependências entre indivíduos, grupos ou organizações; aborda as relações e interações no mundo da sociedade organizacional e no interior de cada organização; Teoria da comunicação: versa sobre a estrutura, funções, processos, elementos constituintes da comunicação, estudos sobre os efeitos, recepção e transações simbólicas num contexto interpessoal, grupal, institucional e intercultural; Teoria de conflitos-resoluções: trata dos problemas ocasionados pelas crises, confrontos, disputas, controvérsias, etc., suas origens e impactos no ambiente social, ou em determinados públicos e opinião pública;

22 Teoria do gerenciamento: ajuda a dividir e implantar ações adequadas, considerando as incertezas, as tarefas e as responsabilidades. Segundo Kunsh (Id Ibdem), se levarmos em conta as teorias supracitadas, podemos identificar as essenciais funções de Relações Públicas: a função administrativa (teoria interorganizacional), a função estratégica (teoria do gerenciamento), a função mediadora (teoria da comunicação) e a função política (teoria do conflitos-resoluções) Função Administrativa Por meio dessa função, as Relações Públicas visam atingir toda a organização, construindo as articulações necessárias para maior intercâmbio entre setores, grupos, subgrupos, etc. Cabe ao Relações Públicas gerenciar o processo comunicativo dentro das organizações, pois buscam gerir e manter relações confiantes ou formas de credibilidade entre as empresas e os públicos com os quais elas se relacionam. Dessa forma, é mister valer-se de um planejamento do processo de inter-relacionamento das organizações com seus públicos, tomando estratégias e técnicas propícias e utilizando ferramentas apropriadas para cada segmento de público que se deseja alcançar Função Estratégica As Relações Públicas precisam, também, contribuir de forma orçamentária à organização. Suas atividades devem oferecer resultados positivos e ajudar a empresa a atingir seus objetivos, cumprir sua missão, desenvolver sua visão e cultivar seus valores. (KUNSH, 2003, p.103) Desenvolver a função estratégica denota ajudar as organizações a se posicionar perante o macro ambiente social, assim como, definir sua própria identidade. Para tanto, é fundamental a identificação de problemas e oportunidades relacionados à comunicação e à imagem institucional da organização, podendo, se não identificados, comprometer a vida da organização.

23 Valendo-se de planejamento e da pesquisa, as Relações Públicas desenvolvem ações estratégicas comunicacionais, que são capazes de tratar comportamentos, atitudes e conflitos, utilizando assim de instrumentos e técnicas de comunicação adequados que proporcionem relacionamentos efetivos com os diversos públicos e com a opinião pública Função Mediadora Servir, também, de intermediador entre organizações e seus públicos caracteriza-se como função preponderante de Relações Públicas, visto que a comunicação é considerada instrumento vital para que possam ser mediados relacionamentos organizacionais perante a diversidade de públicos, a opinião pública e a sociedade. A função mediadora não constitui somente o ato de informar, mas utilizar a comunicação no seu verdadeiro sentido, ou seja, tornar comum. Além dessa informação, é imprescindível que exista a produção de diálogo, isto é, estabelecer a comunicação bidirecional e interlocução. Essa função tem ainda a responsabilidade de estabelecer a leitura do ambiente social, por meio de pesquisas e avaliações, intermediando as relações das organizações com a sociedade. É bom reforçar que este tipo de leitura faz com que saibamos como a organização se posiciona, quais as influências externas que a afetam e quais são atitudes organizacionais que provocam efeitos e reações em seus públicos Função Política Relações de poder dentro da organização, administração de controvérsias, confrontações, crises e conflitos pessoais, profissionais e sociais é o que diz respeito esta função. Essas relações de poder causam condicionamentos e impactos nas relações organizacionais com seus públicos. Cabe às relações públicas, no exercício da função política e por meio da comunicação, gerenciar problemas de relacionamentos internos e externos, surgidos ou provocados pelo comportamento de determinados públicos e/ou por certas decisões das organizações. E é no âmbito do poder micro (interior das organizações) e macro (advindos do controle externo e das forças sociais) que tudo isso ocorre. São instâncias que permeiam todo o

24 processo de negociação e da busca de solução numa dimensão pública. (Id. 2003, p. 110) E nesse contexto, as Relações Públicas com suas funções, correspondem a uma das partes de maior relevância no que concerne à comunicação organizacional. Uma vez que pode servir-se de quatro essenciais funções visando sempre a otimização dos relacionamentos internos ou externos da organização. 2.3 Comunicação interna e Comunicação externa: um estado de complementaridade Como o próprio nome já diz, comunicação interna é aquela dirigida ao público interno da organização, sobretudo aos seus funcionários. Seu objetivo maior constitui a promoção da máxima integração entre a organização e seus empregados, sendo um setor planejado, com seus objetivos previamente definidos a fim de viabilizar toda a interação possível entre o corpo administrativo e o corpo funcional da organização. Além dos empregados e familiares, fazem parte também do público interno, em alguns casos, os fornecedores, parceiros de negócios, revendedores, agentes, prestadores de serviços terceirizados, profissionais autônomos, entre outros, dependendo do grau de proximidade que mantém com a organização. A comunicação interna é uma ferramenta estratégica para a compatibilização dos interesses dos empregados e da empresa, através do estímulo ao diálogo, à troca de informações e de experiências e à participação de todos os níveis. (BERALDO apud KUNSH, 2001, p. 93) Nessa linha de raciocínio, objetivos claros e de fácil alcance para a organização, são exemplos de como atingir uma comunicação organizacional sem ruídos e excelente, como: a) A criação de elementos sinérgicos inter-setoriais que contribuam para o desenvolvimento do conceito do trabalho cooperativo;

25 b) A abertura das comunicações ascendentes, permitindo maior capacidade de vazão aos potenciais e energias criativas do corpo funcional, maximizando a força produtiva da organização. passa: Para KUNSH (1995), o alcance da qualidade da comunicação interna Pela disposição da direção em abrir novas informações; Pela busca da autenticidade, usando a verdade como princípio; Pela rapidez e competência, pelo respeito às diferenças individuais; Pela implantação de uma gestão participativa, capaz de propiciar oportunidade para mudanças culturais necessárias; Pela utilização das novas tecnologias; Pelo gerenciamento de pessoal técnico especializado, que realize efetivamente a comunicação de mão-dupla, numa simetria entre chefias e subordinados. Já a comunicação externa é o fator responsável pelo posicionamento e imagem da organização na sociedade. Dessa maneira, o foco centra-se na formação da opinião pública favorável. Se considerarmos que essa opinião é passível de mudanças, faz-se necessário o constante acompanhamento das tendências dessa variável por parte das Relações Públicas. O posicionamento do consumidor (de serviços, de produtos, de idéias) exerce papel fundamental nesta questão. É de suma importância a compreensão de

26 mecanismos que explicam a lógica do consumo, para que se alcance o real desejo do público externo. Diante dos novos desafios e do novo cenário ambiental que se apresenta, é imprescindível que as organizações ampliem seus horizontes em relação ao ambiente social e avaliem com precisão as atitudes dos consumidores e usuários de bens e serviços e também, a mudança de comportamento do público interno. Com o propósito principal de otimização dos relacionamentos, o profissional de Relações Públicas deve manter uma certa proximidade com seus públicos, fator principal para a existência da organização. Gaudêncio Torquato (TORQUATO, 2003) apresenta as novas estratégias de comunicação das organizações voltadas para as seguintes providências e ações para com o público externo: Acompanhar mais de perto as tendências sociais; Procurar encontrar um eixo e definir claramente seu papel; Evitar adotar uma postura low-profile 1 ; Saber se defender no momento certo com o discurso adequado; Preparar melhor seu sistema de porta-vozes, para evitar surpresas; entidades; Desenvolver um eficiente sistema de articulação com o universo das Ser mais ágeis nas respostas e no atendimento às demandas; 1 Uma espécie de perfil lento, perfil baixo. Uma postura não pró-ativa e dinâmica.

Imagem corporativa e as novas mídias

Imagem corporativa e as novas mídias Imagem corporativa e as novas mídias Ellen Silva de Souza 1 Resumo: Este artigo irá analisar a imagem corporativa, mediante as novas e variadas formas de tecnologias, visando entender e estudar a melhor

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil Após um mais de ano de trabalho e experiências adquiridas a CRIC apresenta à diretoria regional as diretrizes que regem

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

. Indice. 1 Introdução. 2 Quem Somos. 3 O que Fazemos. 4 Planejamento. 5 Serviços. 6 Cases. 9 Conclusão

. Indice. 1 Introdução. 2 Quem Somos. 3 O que Fazemos. 4 Planejamento. 5 Serviços. 6 Cases. 9 Conclusão . Indice 1 Introdução 2 Quem Somos 3 O que Fazemos 4 Planejamento 5 Serviços 6 Cases 9 Conclusão . Introdução 11 Segundo dados de uma pesquisa Ibope de 2013, o Brasil ocupa a terceira posição em quantidade

Leia mais

FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Professora Iara Silva INTRANET E EXTRANET

FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS. Professora Iara Silva INTRANET E EXTRANET FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HABILITAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS Professora Iara Silva INTRANET E EXTRANET CONCEITOS, OBJETIVOS, BENEFÍCIOS E TENDÊNCIAS Renato Schumacher

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Política de Comunicação Institucional Política de Comunicação Institucional POLÍTICA PÚBLICA P DE COMUNICAÇÃO O homem é um ser social. O intercâmbio de suas experiências e de seus conhecimentos possibilitou que as pessoas se apropriassem dos

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA Mailing de imprensa e ferramenta de distribuição de e-mails (e-mail marketing) 1. Da justificativa A Assessoria de

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

A pluralidade das relações públicas

A pluralidade das relações públicas A pluralidade das relações públicas Carolina Frazon Terra Introdução Sétima colocada no ranking "As profissões do futuro" segundo a Revista Exame de 13 de abril de 2004, as relações públicas se destacam

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

Portfolio de Produtos

Portfolio de Produtos Introdução O Guia de Produtos e Serviços da Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi elaborado com o objetivo de apresentar os produtos e serviços prestados

Leia mais

Informática Básica. Internet Intranet Extranet

Informática Básica. Internet Intranet Extranet Informática Básica Internet Intranet Extranet Para começar... O que é Internet? Como a Internet nasceu? Como funciona a Internet? Serviços da Internet Considerações finais O que é Internet? Ah, essa eu

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo

História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo Morgana Hamester História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo Contexto atual Modelização digital contemporaneidade;

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

Jornalismo Interativo

Jornalismo Interativo Jornalismo Interativo Antes da invenção da WWW, a rede era utilizada para divulgação de informações direcionados a públicos muito específicos e funcionavam através da distribuição de e-mails e boletins.

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

A Dehlicom tem a solução ideal em comunicação para empresas de todos os portes, sob medida.

A Dehlicom tem a solução ideal em comunicação para empresas de todos os portes, sob medida. A Dehlicom Soluções em Comunicação é a agência de comunicação integrada que busca divulgar a importância da comunicação empresarial perante as empresas e todos os seus públicos, com atendimento personalizado

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Quem ainda não tem um, provavelmente já pensou ou está pensando em ter, seja para fins pessoais ou profissionais.

Quem ainda não tem um, provavelmente já pensou ou está pensando em ter, seja para fins pessoais ou profissionais. Você sabia que o Whatsapp está presente em quase 50% dos smartphones no Brasil? O aplicativo virou febre rapidamente, seguindo a tendência de crescimento anual das vendas de smartphones no país. Quem ainda

Leia mais

10 passos para ganhar a mídia. Estudantes Pela Liberdade

10 passos para ganhar a mídia. Estudantes Pela Liberdade 10 passos para ganhar a mídia Estudantes Pela Liberdade 2013 10 passos para ganhar a mídia Aqui estão 10 passos para atrair a atenção da mídia para o seu grupo. Siga todos esses passos efetivamente, e

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho IMPRENSA IT. 36 07 1 / 8 1. OBJETIVO Administrar o fluxo de informações e executar ações de comunicação junto aos públicos interno e externo do Crea GO de forma transparente, ágil, primando pela veracidade

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

Programa de Comunicação Interna e Externa

Programa de Comunicação Interna e Externa Programa de Comunicação Interna e Externa Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Comunicação Interna e Externa das Faculdades Integradas Ipitanga FACIIP pretende orientar a execução

Leia mais

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 Bárbara Fernandes Valente da Cunha 2 * Palavras-chaves: Comunicação

Leia mais

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA

VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA VAMOS DAR INICIO A MAIS UMA AULA DO CURSO DE PROPAGANDA E MARKETING- 4 MÓDULO COMO GANHAR DINHEIRO COM MALA DIRETA 4 E ÚLTIMO MÓDULO: Como Ganhar dinheiro com Mala Direta APRESENTAÇÃO PESSOAL Edileuza

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Equipe da GCO: 1. Carlos Campana Gerente 2. Maria Helena 3. Sandro 4. Mariana

Equipe da GCO: 1. Carlos Campana Gerente 2. Maria Helena 3. Sandro 4. Mariana Gerência de Comunicação GCO tem por finalidade planejar, organizar, coordenar e controlar as atividades de comunicação e editoriais do Confea. Competências da GCO 1. Organizar e executar projetos editoriais:

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Manual de Utilização Google Grupos Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução... 3 Página

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Elisabeth Gomes elisabeth.gomes@sbgc.org.br Diretora de relações com o governo - SBGC 2º Fórum de Gestão

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Manual com normas para solicitação de produção e publicação de material informativo jornalístico no site, lista de

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO RESUMO

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO RESUMO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO Fábio William da Silva Granado 1 Marluci Silva Botelho 2 William Rodrigues da Silva 3 Prof Ms. Edson Leite Lopes Gimenez 4 RESUMO Realizou-se uma análise

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET Autores: OROMAR CÓRDOVA GILBERTO ALVES LOBATO COPEL Companhia Paranaense

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA

AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA BRASÍLIA - DF 2014 AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing

Leia mais

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A 8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A Adriane Hartman Fábio Gomes da Silva Dálcio Roberto dos Reis Luciano Scandelari 1 INTRODUÇÃO Este artigo pretende mostrar

Leia mais

Comunicação Empresarial

Comunicação Empresarial Comunicação Empresarial MBA em Gestão Empresarial MBA em Logística MBA em Recursos Humanos MBA em Gestão de Marketing Prof. Msc Alice Selles 24/11 Aula inicial apresentação e visão geral do módulo. Proposição

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Agenda. A Empresa História Visão Conceito dos produtos

Agenda. A Empresa História Visão Conceito dos produtos Agenda A Empresa História Visão Conceito dos produtos Produto Conceito Benefícios Vantagens: Criação Utilização Gestão Segurança Integração Mobilidade Clientes A empresa WF História Em 1998, uma ideia

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS Nadia Al-Bdywoui (nadia_alb@hotmail.com) Cássia Ribeiro Sola (cassiaribs@yahoo.com.br) Resumo: Com a constante

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Sistemas Colaborativos Simulado

Sistemas Colaborativos Simulado Verdadeiro ou Falso Sistemas Colaborativos Simulado 1. Todos os tipos de organizações estão se unindo a empresas de tecnologia na implementação de uma ampla classe de usos de redes intranet. Algumas das

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial Sumário executivo À medida que as organizações competem e crescem em uma economia global dinâmica, um novo conjunto de pontos cruciais

Leia mais

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO Caro(a) aluno(a), seja bem-vindo às Disciplinas Online da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho e Faculdade de Educação de Bom Despacho. Em pleno século 21, na era digital, não poderíamos

Leia mais

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão de Recursos Humanos DISCIPLINA: Ferramentas de Gestão de Recursos Humanos ALUNO(A):Aline de Souza MATRÍCULA:51811 Ribeiro da Rocha NÚCLEO REGIONAL: DATA:

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr.

Construindo o Conteúdo da Liderança. José Renato S. Santiago Jr. Construindo o Conteúdo da Liderança José Renato S. Santiago Jr. Gestão Estratégica de RH Módulo 1: Alinhando Gestão de Pessoas com a Estratégia da Empresa Módulo 2: Compreendendo e Dinamizando a Cultura

Leia mais

Mídia Brasil Online Manual do Usuário

Mídia Brasil Online Manual do Usuário 1) Menu Principal O Menu Principal se estende no topo da tela do MBO, apresentando as seguintes opções: Clicar sobre cada uma dessas opções permite o acesso às diferentes seções do site. 2) Funções do

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material elaborado por Taís Vieira e Marley Rodrigues

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material elaborado por Taís Vieira e Marley Rodrigues Faccat Faculdades Integradas de Taquara Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Disciplina: Planejamento e Assessoria em Comunicação Profª Me. Taís Vieira ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho IMPRENSA IT. 36 08 1 / 6 1. OBJETIVO Administrar o fluxo de informações e executar ações de comunicação junto a imprensa sediada na capital e no interior de forma transparente, ágil, primando pela veracidade

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Relatório de Competências

Relatório de Competências ANÁLISE CALIPER DO POTENCIAL DE DESEMPENHO PROFISSIONAL Relatório de Competências LOGO CLIENTE CALIPER Avaliação de: Sr. Márcio Modelo Preparada por: Consultora Especializada Caliper e-mail: nome@caliper.com.br

Leia mais

O que é Benchmarking?

O que é Benchmarking? BENCHMARKING Sumário Introdução Conhecer os tipos de benchmarking Aprender os princípios do bechmarking Formar a equipe Implementar as ações Coletar os benefícios Exemplos Introdução O que é Benchmarking?

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais