UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS POLÍTICAS DE USO DA INTERNET: ESTUDO DE CASO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Daniela Lopes Mahmud Orientadora: Profª Heloiza Reis Rio de Janeiro 2007

2 2 POLÍTICAS DE USO DA INTERNET: ESTUDO DE CASO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Monografia de conclusão do curso de Comunicação Social apresentada ao Departamento de Relações Públicas da Faculdade de Comunicação Social da UERJ. Orientadora: Profª Heloiza Reis. Profª Substituta UERJ. Rio de Janeiro, 2º sem. de 2007 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

3 3 FOLHA DE EXAME POLÍTICAS DE USO DA INTERNET: ESTUDO DE CASO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Daniela Lopes Mahmud Monografia submetida ao corpo docente da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Bacharel. Banca Examinadora: Heloiza Reis - Orientadora Professora Substituta FCS/ UERJ Fernando do Nascimento Gonçalves Professor Adjunto FCS/ UERJ Fátima Cristina Regis Martins de Oliveira Professora Adjunta FCS/ UERJ Resultado: Conceito: Grau Obtido: Rio de Janeiro, / /

4 4 Dedico esta monografia, em especial, a meu pai, pessoa que, com certeza, mais teria partilhado desse grande momento e vibrado com a sua conclusão. A minha mãe, que sempre me apoiou e me deu força nos momentos de crise. A minha irmã Larissa, que também estava elaborando sua monografia, mas soube dividir o computador comigo e me dar palpites. Ao Luis, que fez questão de estar presente em mais esse momento da minha vida. Ao meu irmão Youssef, que abriu mão de diversas conversas importantíssimas com seus amigos no MSN para que eu pudesse fazer esse trabalho.

5 5 Agradeço acima de tudo a Deus. À minha orientadora, Profª Heloiza, por ter sido exigente como eu gostaria que ela fosse e por ter efetivamente me orientado com muita paciência, dedicação e amizade. Às meninas do LPO, pelo assessoramento atencioso. Aos que responderam ao questionário. À minha prima, Shahira, que revisou uma boa parte do meu texto. À minha mais nova amiga de infância: Laura, que me ajudou a angariar cobaias para responder os questionários e que fez questão de ler e comentar a minha monografia. À quantidade nunca antes vista de feriados prolongados num espaço curto de tempo.

6 6 RESUMO MAHMUD, Daniela Lopes. Políticas de uso da Internet: Estudo de caso da Caixa Econômica Federal. Orientadora: Profª Heloiza Reis. Rio de Janeiro: UERJ/ FCS, p. Monografia. (Graduação em Comunicação Social). Com a difusão da Internet em todo o mundo, tornou-se fundamental a sua inclusão social como ferramenta de produção e propagação de informações. No entanto, junto com as benesses provenientes desse instrumento, vêm os problemas decorrentes do acesso desregrado e até criminoso à mesma. No ambiente empresarial as preocupações são maiores, pois a má utilização da Internet dentro de suas instalações pode danificar o maquinário, fragilizar a segurança das informações e ainda gerar queda de produtividade de seus funcionários. A situação fica ainda mais complexa por não haver leis específicas para o uso da Internet. As leis que existem não são próprias desse meio e, portanto, a elas faltam consistência, clareza e objetividade e sobram interpretações. Neste contexto, as instituições estão criando regras de conduta ou políticas de utilização da Internet com o intuito de determinar seu uso consciente e dirigido para os fins considerados produtivos pela instituição. No entanto, o que por um lado é entendido como zelo pelo patrimônio da empresa, por outro pode ser interpretado como invasão da privacidade de seus funcionários e como determinação de privilégios no acesso à informação. Será apresentada como estudo de caso para esse trabalho a implantação da Política de Uso da Internet na Caixa Econômica Federal, que ocorreu em junho de Palavras-chave: Internet, comunicação, políticas, Sociedade da Informação.

7 7 SUMÁRIO: 1 Introdução Sociedade da Informação Informação: a base do modelo capitalista Novas Tecnologias de Informação e Comunicação Internet: o mundo conectado Inclusão Digital no Brasil Política de Uso da Internet Riscos da Internet Abertura da Internet comercial Soluções em Tecnologia da Informação Relações Públicas: diálogo entre empresa e funcionários Estudo de Caso: Caixa Econômica Federal Caixa: uma instituição pioneira Política de uso da Internet: imposições e resistências Considerações Finais Referências Anexos Anexo I Definições Anexo II institucional divulgado em 31 de maio de Anexo III Poema Anexo IV Uso de recursos tecnológicos em ambiente Caixa Anexo V Questionário Anexo VI Demonstrativo dos resultados mais relevantes da pesquisa

8 8 1. INTRODUÇÃO: Em meio à expansão da Nova Economia ou Sociedade da Informação, caracterizada na última década do século XX pelo aceleramento dos processos de produção, busca e disseminação de informação e conhecimento, pelo uso intensivo das novas tecnologias de informação e comunicação, o bloqueio ao acesso à informação via Internet pelas empresas parece uma contradição. Como conseqüência do dinamismo dessa sociedade, a informação se mostra extremamente ágil e veloz, tudo que é novo fica, da mesma forma, obsoleto e se manter atualizado passa a ser uma tarefa árdua a qualquer pessoa ou empresa num mercado competitivo. A adoção de políticas de uso da Internet pelas instituições públicas e privadas tem sido uma constante desde o princípio da utilização da Internet comercial no Brasil 1. Faz-se necessário observar a coerência dos fatores que motivaram muitas empresas brasileiras na utilização de filtros ou bloqueios de acesso à informação via Internet. Cada uma tem um motivo específico ou uma necessidade própria. As bibliotecas e escolas públicas dos Estados Unidos, por exemplo, investem em sistemas para evitar o acesso das crianças a conteúdo violento, preconceituosos ou pornográfico; empresas que trabalham com informações privilegiadas, como as e-commerce 2, tendem a agir em prol da segurança de suas informações. Todas necessitam de proteção contra vírus e outros dispositivos maliciosos e espiões que danificam e fragilizam seus sistemas e redes. Vale ressaltar que há 1 Será visto no próximo capítulo que a Internet comercial no Brasil teve início em 1995 e há registros da adoção de políticas de uso da Internet no país desde O e-commerce é a capacidade de comprar e vender produtos e serviços pela Internet. O conceito abrange também a exposição de bens e serviços on-line, a colocação de pedidos, a emissão de faturas, o atendimento ao cliente e o manuseio de pagamentos e das transações. (AWARE, acessado em 29 nov. 2007)

9 9 inúmeras empresas especializadas em orientar a política de uso da Internet das mais diversas organizações 3. A escolha do objeto de estudo foi a normatização da Política de Uso da Internet da Caixa Econômica Federal, empresa onde pode-se notar a insatisfação com que essa política foi recebida pelos funcionários, pois houve muitos comentários e corrente de s protestando contra a medida. As reclamações diziam respeito, em grande parte, à seleção baseada no cargo que a pessoa possui na empresa para oferecer acesso à informação, que é, como será visto no próximo capítulo, a matéria-prima de conhecimento e, conseqüentemente, do poder. Ressalta-se que a restrição de acesso estendido 4 foi feita a todos os funcionários Caixa, exceto aos dirigentes e aos empregados com cargo em comissão dos grupos ocupacionais Gerencial e de Assessoramento estratégico e que a forma como a política foi implementada também receberá atenção nessa pesquisa. Portanto, o objetivo do presente trabalho é verificar quais são os motivos que levam grandes empresas a bloquearem o acesso a informações para seus funcionários via Internet e a definirem a forma como o fazem. A pertinência do assunto é clara, uma vez que trata da adoção, por parte das empresas, de políticas de utilização da ferramenta de busca de informação de maior aceitação e expansão da era atual: a Internet. Além disso, ressalta-se a importância sobre a forma como essa política é aplicada, pois pode interferir diretamente no clima organizacional da empresa. Para alcançar o objetivo, fez-se necessário analisar o comportamento das empresas em relação à liberação do acesso de seus funcionários à Internet, analisar o perfil dos 3 Smart Union, desde 1998, Websense e a NetCentrics, desde 1997, são exemplos de empresas de consultoria em Tecnologia da Informação atuando no Brasil. 4 Permissão de acesso ao ambiente Intranet e à Internet, respeitadas as diretrizes da norma.

10 10 funcionários no que concerne à forma e finalidade de utilização dessa ferramenta, pesquisar a forma como a política é implementada e buscar relações com a cultura organizacional. A metodologia utilizada para o desenvolvimento deste trabalho foi a pesquisa bibliográfica em bibliotecas de sociologia e de comunicação social, em sites da Internet sobre a evolução da economia mundial, livros e sites de História com informações sobre os diferentes modelos de sociedade e seus modos de produção, a comunidade e o seu relacionamento em redes de comunicação e a utilização da Internet nas Relações Públicas. Foi pesquisada também bibliografia de administração de empresas, marketing de relacionamento, endomarketing e Relações Públicas. Foram selecionadas algumas empresas que trabalham com a orientação de bloquear/ filtrar o acesso à Internet no ambiente institucional. Artigos sobre cibercultura, cibervadiagem, inclusão digital, sociedade da informação, desenvolvimento e expansão das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, comunicação empresarial, cultura organizacional e disseminação do conhecimento também fizeram parte da pesquisa. E, ainda, projetos e compromissos de desenvolvimento da sociedade da informação no Brasil coordenadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. Para esclarecer dúvidas, algumas das empresas que orientam o bloqueio/ filtro ao acesso à Internet foram contatadas pelo fale conosco 5 do site que hospedam. Para colher a informação dos funcionários em relação às políticas de uso da Internet de suas respectivas empresas, foi elaborado e aplicado um questionário quantitativo com perguntas fechadas e abertas. No que concerne às políticas da Caixa, foram estudadas as normas e as comunicações dirigidas ao público interno sobre o tema, além de terem sido feitas pesquisas em jornais e sites dos sindicatos bancários. 5 Canal de comunicação entre os públicos e a empresa, comumente utilizado nos sites institucionais.

11 11 No primeiro capítulo, será descrito um breve histórico das diversas formas de organização da sociedade até chegar ao atual estado de sociedade da informação. Depois serão abarcados o surgimento das novas tecnologias e sua participação no cotidiano de indivíduos e empresas, o surgimento da Internet e sua penetrabilidade e consolidação como meio de comunicação, a sociedade em rede, as oportunidades que a Internet promove para os cidadãos e para as instituições, a importância do acesso universal à Internet como forma de inclusão social, a sua difusão como ferramenta essencial a instituições, a necessidade de ter a Internet como ferramenta de busca de informações e de estar na rede da Internet para ter visibilidade e até mesmo credibilidade no mercado e os pontos negativos dessa ferramenta capaz de difundir informações a milhares de pessoas em um curto espaço de tempo. Depois será visto o momento em que a Internet chegou ao Brasil com uso comercial e um apanhado das informações que demonstram quando as empresas começaram a utilizar políticas de uso da Internet no ambiente de trabalho, os níveis de acesso nas empresas, as medidas preventivas adotadas pelas empresas para evitar excessos na utilização da ferramenta por parte dos funcionários e será feito um paralelo da forma como a política foi escolhida e implementada nas empresas com a cultura organizacional. Demonstraremos também o papel fundamental que tem o funcionário de Relações Públicas na implementação de uma nova política institucional. Após esse apanhado, será apresentado o estudo de caso da Caixa Econômica Federal. A empresa implementou a sua política de uso da Internet em junho de 2007 e desde então o público interno demonstra interesse em dialogar com a empresa possibilidades de ajustar o modelo corrente. Foi uma implantação rígida que abortou

12 12 qualquer tentativa de reação ou expressão contrária à política da empresa; após a utilização do direito de greve no mesmo ano os funcionários alcançaram a promessa de diálogo com a empresa a respeito do assunto. Após o estudo de caso, serão abordadas considerações finais que visam sugerir idéias que possam tornar a política melhor aceita e não, necessariamente, posicionar-se a favor ou contra a mesma.

13 13 2. A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: 2.1 Informação: a base do modelo capitalista. Ao longo da história, as sociedades foram definidas por seus meios e modos de produção e de desenvolvimento, que modificaram profundamente as relações sociais. Na sociedade nômade, que marca o período paleolítico 6 na pré-história, os meios de produção eram de propriedade coletiva e a intenção das atividades praticadas era simplesmente a sobrevivência. Como o homem não dominava as técnicas da agricultura, os recursos locais esgotavam-se, sendo necessário buscar outro local onde houvesse alimentos. Com o descobrimento e o desenvolvimento da agricultura e o domínio da pecuária no período neolítico 7, os grupos passaram a ser sedentários, isto é, o deslocamento deixou de ser necessário para a busca de alimentos. O modo de vida nesta sociedade passou a ser cíclico, de acordo com os períodos de cultivo e colheita. Tornou-se necessário ainda definir uma divisão de tarefas os homens caçavam, pescavam e protegiam o grupo, enquanto as mulheres cuidavam dos filhos, da agricultura e do preparo dos alimentos. Foi com o domínio da terra que a sociedade produziu excedentes de alimentos e iniciou a prática de escambo 8, que permaneceu até a sociedade feudal 9. Neste período, a agricultura passou a ser o centro de uma economia, que já contava com atividades complementares 10 exercidas por artesãos. Com o acúmulo dos excedentes da produção, em especial o agrícola, passou-se à necessidade de saber o quê fazer com os mesmos e, para 6 Período desde o surgimento do homem até o ano a.c. 7 De a a.c. 8 Simples troca de mercadoria por outra mercadoria. 9 A sociedade feudal, de 1000 a 1500 d.c., era composta por três classes básicas: clero, nobres e servos. A estrutura social praticamente não permitia mobilidade, sendo portanto a condição de um indivíduo determinada pelo nascimento. 10 Produção de roupas, calçados, utensílios domésticos, artesanatos dentre outros.

14 14 tanto, o modo de produção feudal determinava que quem tinha a terra, no caso os senhores feudais, tinha o poder e a detenção dos excedentes. Enquanto que, os que não detinham terras trabalhavam como servos dos senhores feudais, o que praticamente anulava a possibilidade de ascensão social. Inventos como as máquinas a vapor, teares mecânicos e outros maquinários propiciaram a revolução da produção 11 e, conseqüentemente, a decadência do feudalismo, em que artesãos que dominavam todo o processo de manufatura queriam manter a produção em pequena escala. As indústrias, com o advento da força motriz, tinham a técnica da produção em série facilitada, gerando ainda mais excedentes, que passaram a ser escoados com mais facilidade graças ao avanço tecnológico da navegação e à invenção das locomotivas a vapor. Vale lembrar que, a fim de maximizar a produtividade dos operários, as fábricas subdividiam a produção em pequenas operações a serem executadas de forma sistêmica pelo mesmo trabalhador. Surgia, então, a necessidade de modos de produção 12 que dessem conta de uma produtividade cada vez mais intensa. O modo de produção capitalista se mostrou hábil para transitar para a economia da Informação e suscitou três modelos de desenvolvimento: o agrário, voltado para a formação de excedentes e que, para alcançar mais produtividade, dependia de quantidades 11 A 1ª Revolução Industrial ocorreu no início do século XIX em grande parte por conta do acúmulo de capital nas mãos da burguesia, que foi o segmento responsável pelo financiamento de tecnologias como a energia a vapor, as primeiras ferrovias e as indústrias. 12 Os sistemas que surgiram foram o estatista, que é a doutrina e prática de intervenção do Estado no campo econômico. Tendência para exaltar o predomínio do Estado em todos os assuntos; e o capitalista: Sistema econômico e social que se caracteriza pela propriedade privada dos meios de produção, pelo trabalho livre assalariado e pela acumulação de capital. Consiste também na racionalização dos meios de produção e na exploração de oportunidades de mercado para obter lucro. Na Europa, essas características aparecem desde a Baixa Idade Média, do século XI ao século XV, com a transferência do centro da vida econômica, social e política dos feudos para as cidades. (<http://br.geocities.com/vinicrashbr/> e <http://pt.wikipedia.org/wiki/estatismo>, acessados em 10 out 2007)

15 15 elevadas de mão-de-obra e recursos naturais; o industrial, cujo objetivo era o crescimento da economia e que, para tanto, necessitava de fontes e da descentralização do uso da energia e o informacional, baseado na geração de conhecimentos, processamento de informações e comunicação de símbolos em busca de um maior desenvolvimento tecnológico. Apesar da informação ser comum na estrutura dos modelos citados, é no informacional que sociedade a utiliza como matéria-prima, e não como produto, e gerando mais informações para garantir a produtividade do sistema. Na sociedade da informação, as tecnologias são voltadas para a produção, divulgação e troca de informações, criando novos sistemas, que por sua vez distribuem mais informações, num processo cíclico. No quadro 1 (SANTOS, 2006), apresentamos um resumo dos impactos das revoluções industriais e informacional: Impactos para o trabalhador Impactos para o processo de trabalho Quadro 1: Forças Produtivas Humanas Funções cerebrais Intervenção 1ª Rev. Industrial (manufatura) Força física funções concretas Operações manuais 2ª Rev. Industrial (gde. indústria) condução/ orientação funções concretas Supervisão e condução Rev. Informacional (organização rede) interação/ abstração funções abstratas lucidez, concepção de objetivos Tipo de inteligência sensório-motora sensório-motora abstrata Comportamento automático maquinal lúcido, consciente Forças Produtivas Materiais Ferramenta manual Máquinaferramenta Máquina informacional Tipo de cooperação Cooperação simples Cooperação organizacional Rede Resultado do processo Produto Produto/Serviço Informação Insumo produtivo Materiais Energia Informação

16 16 Em consonância com as palavras de Manuel Castells, percebe-se que A tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas (CASTELLS, 1999, pág. 43). Nota-se que com a Revolução Informacional houve uma tendência de valorização do saber pensar em detrimento do saber fazer. Funções mecânicas e atividades que requeriam força foram sendo substituídas por máquinas as quais atuavam em série e retiravam do mercado esses postos de trabalho que geravam o maior percentual de emprego na Era Industrial. Ao mesmo tempo, valorizou-se a figura do líder. As empresas da Era Informacional 13 procuram profissionais que se destacam pela habilidade não de dominar todo o processo produtivo, mas de articular com os integrantes da equipe, soluções estratégicas para alcançar os objetivos da empresa, mantendo sempre o acesso e a busca da informação ao alcance de todos. Isso faz com que, atualmente, a democratização da comunicação e da informação sejam fatores de grande reflexão e debate para as organizações. Setores que não se entendem ou não se comunicam podem gerar grandes prejuízos e gastos desnecessários de capital e desgaste da própria imagem institucional. E empresas que não são capazes de se mostrar ao mercado, de se comunicar com seus públicos ou ainda com seus prospects 14 têm poucas chances de se manterem. 13 Iniciada na década de Pessoa não consumidora de um determinado produto/ serviço que tem potencial de vir a se tornar um consumidor, se devidamente motivado; cliente potencial.

17 Novas Tecnologias de Informação e Comunicação A informação e a comunicação estão presentes em todos os processos sociais, mas foi na Era da Informação que ela ganhou visibilidade e importância. Com o surgimento das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC), o mundo se configurou em redes que se multiplicaram (e continuam se multiplicando) sem limite de espaço e tempo, definindo cada vez mais a área de identificação e interesse das pessoas. Se a (Sociedade) Industrial centrou-se na mobilidade espacial, a (Sociedade) da Informação centra-se na virtual anulação do espaço pelo tempo, gerando novos canais de distribuição de bens e a ilusão da ubiqüidade humana. (SODRÉ, 2002 p.13) A grande rede, mais conhecida como Internet 15, é o aspecto especial da Sociedade da Informação, com a convergência de conteúdos, computação e comunicações, os três requisitos que vêm garantindo um acesso ágil e facilitado às informações. Dentre as principais NTICs, temos: computadores pessoais, impressoras domésticas, câmeras de vídeo e foto para computador, diversos suportes para guardar ou portar dados (disquete, HD, pendrive, zipdrive, cartões de memória) 16, telefonia móvel, televisão por assinatura, correio eletrônico, listas de discussão, Internet (com a world wide web, o streaming, o podcasting, entre outros) 17, as tecnologias digitais de captação e tratamento de imagens e sons e as tecnologias de acesso remoto. Todos esses aparatos tornam a informação mais acessível e a memória cada vez mais extensa e expansível. A quantidade de informações é cada vez maior e a capacidade de armazená-la e de divulgá-la acompanha esse crescimento com a mesma velocidade. 15 Retomaremos o assunto no item 2.3 (pág. 27) desta monografia. 16 Termos com definições no Anexo I. 17 Termos com definições no Anexo I.

18 18 Os telefones, em especial os celulares, também colaboraram para a conexão e expansão das redes. A sua popularização em todo o mundo faz com que as operadoras invistam em uma tecnologia de comunicação integrada e a preços acessíveis. O que antes era um aparelho utilizado apenas para fazer e receber chamadas, agora pode tirar foto, gravar músicas, tocar rádio AM/ FM, conectar a Internet, entre outras funções. As máquinas fotográficas digitais possuem cada vez mais capacidade de armazenamento de fotos e de vídeos que podem ser repassados à Internet em poucos segundos. Informações sobre eventos, acidentes, desastres e qualquer outro fato podem ser detectados por câmeras, cada dia mais acessíveis, e divulgadas na rede. Nesse contexto, foi necessária uma adaptação dos meios tradicionais à nova realidade da sociedade mundial. As redes de televisão, as estações de rádio, as revistas e os jornais impressos ganharam versão on-line 18, ampliando o seu poder de propagação. Esse intenso fluxo de informações por todo o mundo, que foram reduzindo as distâncias e, conseqüentemente, o tempo, foi possibilitado pelas NTICs, especialmente pela Internet. Além do importante fator velocidade, foram também derrubadas muitas barreiras de acesso à informação. Tais mudanças, que evoluíram na Sociedade da Informação, estão ditando um novo paradigma com cinco características principais (CASTELLS, 1999, pág. 108): 1. Informação é matéria-prima e não produto. Na Era Industrial, destacavam-se as empresas que utilizavam materiais e energia para gerar produtos. Na Era da Informação, a 18 Termo utilizado para designar quando um computador está conectado a uma rede ou qualquer tipo de comunicação entre computadores. (DICWEB, acessado em 02 dez 2007).

19 19 informação está disponível e as tecnologias têm sido fundamentais para agir sobre a informação, ou seja, esta é matéria-prima do conhecimento. 2. Penetrabilidade dos efeitos das Novas Tecnologias Segundo J. B. Pinho (2003, pág. 39), a Internet levou apenas sete anos desde sua descoberta como novo meio de comunicação até sua difusão (1990 a 1997), enquanto a imprensa levou cerca de 400 anos (de 1454 ao século XIX), o telefone, 70 anos (de 1876 até o período posterior à Segunda Guerra Mundial), o rádio, 40 anos (de 1895 até o período entre as duas guerras mundiais) e a televisão levou 25 anos (de 1925 até os anos 50). Já sabemos que a tecnologia faz parte da sociedade e que não podemos desvincular uma da outra. A princípio são tecnologias caras, mas com a evolução constante da tecnologia, a queda de preço torna-se uma tendência constante, facilitando o consumo de celulares, computadores, máquinas digitais, canais de televisão a cabo, para citar alguns. É evidente que essa penetrabilidade é maior nos países mais desenvolvidos, em especial da Internet. Podemos notar um crescimento considerável dos que acessam a rede no mundo: em sete anos foram 540% de crescimento na América Latina, 874% na África e 920% no Oriente (INTERNETWORLDSTATS, acessado em 20 ago 2007). 3. Lógica de redes Castells (1999, pág. 87) defende que tanto a produtividade quanto a concorrência agora são realizadas e estimuladas por uma rede global de interações entre redes empresariais. Da mesma forma, as ciências organizam-se por campos específicos de pesquisa, também estruturadas em redes de pesquisadores que interagem por meio de publicações, conferências, seminários e associações acadêmicas. No entanto, além desses tipos de canais, as ciências contemporâneas se caracterizam pela comunicação on-line como característica permanente de seu trabalho. A lógica de redes vai ao encontro do

20 20 caráter gregário das sociedades. A palavra interação e seus sinônimos são recorrentes em ambos os temas e, assim como uma nova sociedade, as ciências, as empresas e os grupos que se formam por afinidades quaisquer recorrem a redes de comunicação. Como as NTICs vêm fazendo um bom e ágil trabalho de transferência de informações, as redes estão cada vez maiores e mais complexas e necessárias às interações sociais, políticas e econômicas. 4. Flexibilidade Ilkka Tuomi 19 declara que as organizações têm flexibilidade para serem reprogramadas. Graças às NTICs, uma organização pode dividir suas atividades pelo mundo, pode ter funcionários com horários flexíveis e trabalhando em casa (Apud CASTELLS, 1999, pág. 109). O que, para Geoff Mulgan 20 (Apud CASTELLS, 1999, pág. 109), tanto pode ser uma força libertadora como também uma tendência repressiva, se os redefinidores das regras sempre forem os poderes instituídos. Se os funcionários recebem notebooks para trabalhar em casa, eles tanto podem ter um horário flexível quanto podem extrapolar as oito horas diárias de trabalho e adentrar por fins de semana e feriados, no caso de as exigências passarem a ser focadas em metas inatingíveis de compromissos. 5. Crescente convergência de tecnologias específicas para um sistema altamente integrado assim como está ocorrendo uma interdisciplinaridade entre as ciências, as tecnologias têm agregado valores umas das outras e os sistemas estão cada vez mais integrados e até híbridos. Dessa forma, estudos médicos convergem com técnicas digitais para facilitar a análise, chips passam a necessitar de softwares, celulares são câmeras e rádios. Em conseqüência disso, as redes e os sistemas de comunicação necessitam também 19 Ilkka Tuomi é professor do departamento de educação para adultos da Universidade de Helsinki. 20 Geoff Mulgan é diretor da Young Foundation, uma organização com sede no Reino Unido. Professor convidado na London School of Economics e antigo responsável por políticas e estratégias no Gabinete do Primeiro Ministro, Reino Unido.

21 21 estarem integrados a fim de manterem os relacionamentos com os diversos públicos de maneira clara e sempre atualizada. Muniz Sodré, no livro Antropologia do espelho, define o processo atual como mutação tecnológica, dizendo que não se trata exatamente de descobertas linearmente inovadoras, e sim da maturação tecnológica do avanço científico, que resulta em hibridização de processos de trabalho e recursos técnicos já existentes sob outras formas (telefonia, televisão, computação) há algum tempo. Hibridizam-se igualmente ao aparecimento do que se tem chamado de hipertexto ou hipermídia. (SODRÉ, 2002, p.12). É sabido que a sociedade se apropria dessas novas ferramentas e as implementam em seus cotidianos. Elas são os meios utilizados como extensão do corpo difundida por Mc Luhan. Mas o que estende uma parte, amputa outra: as pessoas, utilizando seus aparatos de informação e computação, rodeadas de tantos símbolos, signos, informações, dificilmente irão concentrar-se em uma atividade; dificilmente se concentrarão, terminando uma atividade antes de se inteirar de outra. O híbrido é assim: vários fragmentos rasos de diversos temas. Começar uma atividade é fácil; o difícil é finalizá-la. Tudo é mais rápido. Até as ligações telefônicas. Os celulares, que já foram sinônimo de status, agora estão popularizados entre todas as classes sociais; no entanto, o preço das ligações e a pressa das pessoas tornam os diálogos curtos e rápidos. As pesquisas escolares têm auxílio de busca na Internet, e caso a busca demore ela não será concluída, pois o estudante tenderá a abandoná-la. 21 As informações jornalísticas vêm em forma de notícias- 21 Ressalta-se que o entendimento do que é demorado pode ser bastante flexível. Neste caso, a frase está baseada no estudo apresentado por Radfaherer o qual demonstra que se uma página, ainda que seja de grande interesse do consumidor, demorar mais de dez minutos para carregar, perderá o interesse do usuário, que passará a executar outra atividade. (RADFAHRER Apud PINHO, 2003, pág. 102).

UMA REFLEXÃO SOBRE A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES

UMA REFLEXÃO SOBRE A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES Uma reflexão sobre a rede mundial de computadores 549 UMA REFLEXÃO SOBRE A REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES por Guilherme Paiva de Carvalho * CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet,

Leia mais

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO

COMÉRCIO ELETRÔNICO UM BREVE HISTÓRICO UM BREVE HISTÓRICO COMÉRCIO ELETRÔNICO O comércio sempre existiu desde que surgiram as sociedades. Ele é dito como o processo de comprar, vender e trocar produtos e serviços. Inicialmente praticado pelos

Leia mais

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO Gustavo Cançado de Azevedo O autor relaciona educação e tecnologia, tomando como ponto de partida a maneira com que os avanços

Leia mais

ABRIL 2010. Redes Sociais: revolução cultural na Internet. Ano 2 Número 2

ABRIL 2010. Redes Sociais: revolução cultural na Internet. Ano 2 Número 2 ABRIL 2010 Redes Sociais: revolução cultural na Internet Ano 2 Número 2 SUMÁRIO EXECUTIVO As redes sociais: revolução cultural na Internet Apresentação Definindo as redes sociais As redes sociais formam

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Internet A Internet é um conjunto de redes de computadores de domínio público interligadas pelo mundo inteiro, que tem

Leia mais

T ecnologias de I informação de C omunicação

T ecnologias de I informação de C omunicação T ecnologias de I informação de C omunicação 9º ANO Prof. Sandrina Correia TIC Prof. Sandrina Correia 1 Objectivos Aferir sobre a finalidade da Internet Identificar os componentes necessários para aceder

Leia mais

A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC)

A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC) A EDUCAÇÃO ALIADA AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (NTIC) José Wellithon Batista Zacarias (1); Programa de Pós Graduação, Faculdade Leão Sampaio - wellithonb@gmail.com RESUMO No mundo informatizado

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 09

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS. Aula 09 FACULDADE CAMÕES PORTARIA 4.059 PROGRAMA DE ADAPTAÇÃO DE DISCIPLINAS AO AMBIENTE ON-LINE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL DOCENTE: ANTONIO SIEMSEN MUNHOZ, MSC. ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: FEVEREIRO DE 2007. Internet,

Leia mais

Bleez Agência Digital... 3. Quem sou eu... 4. Introdução... 5. Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7. Quem está comprando no ecommerce...

Bleez Agência Digital... 3. Quem sou eu... 4. Introdução... 5. Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7. Quem está comprando no ecommerce... Sumário Bleez Agência Digital... 3 Quem sou eu... 4 Introdução... 5 Quanto o ecommerce cresceu no Brasil... 7 Quem está comprando no ecommerce... 10 Por que os brasileiros estão comprando mais... 12 O

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET Autores: OROMAR CÓRDOVA GILBERTO ALVES LOBATO COPEL Companhia Paranaense

Leia mais

Jornalismo Interativo

Jornalismo Interativo Jornalismo Interativo Antes da invenção da WWW, a rede era utilizada para divulgação de informações direcionados a públicos muito específicos e funcionavam através da distribuição de e-mails e boletins.

Leia mais

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E SOFTWARE LIVRE Prof. Emanuel Matos Sumário Unidade I Principais tecnologias da rede digital Computação cliente/servidor Comutação de pacotes TCP/IP Sistemas de informação

Leia mais

INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB

INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB História da Internet A Internet surgiu a partir de pesquisas militares do governo dos Estados Unidos nos períodos áureos da Guerra Fria. Na década de 1960, quando dois blocos ideológicos e politicamente

Leia mais

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES

FACULDADE ZACARIAS DE GÓES FACULDADE ZACARIAS DE GÓES DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Valença Bahia Dezembro 2011 DIEGO DE JESUS BONFIM EDUCAÇÃO ONLINE Resenha a ser apresentada como avaliação da disciplina EAD em Ambiente

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

INTERNET. Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br. http://www.inf.ufsm.br/~leandromc. Colégio Politécnico 1

INTERNET. Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br. http://www.inf.ufsm.br/~leandromc. Colégio Politécnico 1 INTERNET Professor: Leandro Crescencio E-mail: leandromc@inf.ufsm.br http://www.inf.ufsm.br/~leandromc Colégio Politécnico 1 Internet Origem: Guerra Fria DARPA (Departamento de Defesa de Pesquisas Avançadas)

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Projeto de sistemas O novo projeto do Mercado Internet

Projeto de sistemas O novo projeto do Mercado Internet Projeto de sistemas O novo projeto do Mercado Internet Mercados em potencial de serviços Serviços da Web ftp,http,email,news,icq! Mercados em potencial de serviços FTP IRC Telnet E-mail WWW Videoconferência

Leia mais

Histórico. Francis Bacon desenvolve o alfabeto binário.

Histórico. Francis Bacon desenvolve o alfabeto binário. internet História 1605 Francis Bacon desenvolve o alfabeto binário. Queria camuflar mensagens. Usou as letras a e b que substituídas por 0 e 1, cerca de meio século depois pelo o filósofo alemão Gottfried

Leia mais

Novas Mídias e Relações Sociais.

Novas Mídias e Relações Sociais. Novas Mídias e Relações Sociais. Eduardo Foster 1 1 Caiena Soluções em Gestão do Conhecimento, Av. 34-578, CEP 13504-110 Rio Claro, Brasil foster@caiena.net Resumo. A comunicação é uma disciplina que acompanha

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Marketing digital NARCISO SANTAELLA

Marketing digital NARCISO SANTAELLA Marketing digital 1 Introdução As agências de publicidade recorrem ao marketing digital para conquistar o público que hoje tem na web uma das principais fontes de informação. Utilizar todos os recursos

Leia mais

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade Rubens de Souza Designer gráfico O designer gráfico desenvolve projetos ou planejamentos a partir de elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade específica de atingir

Leia mais

INTRODUÇÃO A REDES DE COMPUTADORES (DEFINIÇÕES) Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO A REDES DE COMPUTADORES (DEFINIÇÕES) Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO A REDES DE COMPUTADORES (DEFINIÇÕES) Prof. Msc. Hélio Esperidião O QUE É? Uma Rede de Computadores é formada por um conjunto de equipamentos(módulos processadores - MPs) capazes de trocar informações

Leia mais

Sistema de Gestão de Aulas

Sistema de Gestão de Aulas Sistema de Gestão de Aulas criando cultura para o Ensino a Distância e melhorando o processo ensino-aprendizagem pela internet RICARDO CREPALDE* RESUMO O objetivo deste artigo é apresentar a experiência

Leia mais

Sinopse... 2. Saudação... 3. Internet... 6 a 11. Usenet... 12 a 13. Protocolo... 14 a 15. Navegador... 16 a 19. Web... 20

Sinopse... 2. Saudação... 3. Internet... 6 a 11. Usenet... 12 a 13. Protocolo... 14 a 15. Navegador... 16 a 19. Web... 20 ÍNDICE Sinopse... 2 Saudação... 3 Internet... 6 a 11 Usenet... 12 a 13 Protocolo... 14 a 15 Navegador... 16 a 19 Web... 20 Internet explorer... 21 a 27 Download.... 28 a 32 E-mail... 33 a 38 Exercícios...

Leia mais

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET INTERNET O QUE É A INTERNET? O QUE É NECESSÁRIO PARA ACEDER À INTERNET? QUAL A DIFERENÇA ENTRE WEB E INTERNET? HISTÓRIA DA INTERNET SERVIÇOS BÁSICOS DA INTERNET 2 1 INTERCONNECTED NETWORK INTERNET A Internet

Leia mais

Você ainda não tem um Web Site? Que pena! Seu concorrente já.

Você ainda não tem um Web Site? Que pena! Seu concorrente já. 1 Porque ter um site? Você ainda não tem um Web Site? Que pena! Seu concorrente já. Em um mundo globalizado, ter um site na internet não é mais um luxo para poucos, e sim uma regra geral para empresas

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL INSTRUÇÃO NORMATIVA SECOM-PR N o 8 DE 19 DE DEZEMBRO DE 2014 Disciplina a implantação e a gestão da Identidade Padrão de Comunicação Digital das

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões

Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões MÍDIA KIT INTERNET Número de pessoas com acesso à internet passa de 120 milhões Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE, até o 1º trimestre/2014 número 18% maior que o mesmo período de 2013. É a demonstração

Leia mais

Acesse a página inicial do NET Antivírus + Backup : www.netcombo.com.br/antivirus. Teremos 3 opções.

Acesse a página inicial do NET Antivírus + Backup : www.netcombo.com.br/antivirus. Teremos 3 opções. Acesse a página inicial do NET Antivírus + Backup : www.netcombo.com.br/antivirus. Teremos 3 opções. Esse box destina-se ao cliente que já efetuou o seu primeiro acesso e cadastrou um login e senha. Após

Leia mais

Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência

Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência Universidade Metodista de São Paulo Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas Curso de Relações Públicas: 34 anos de tradição, ética e excelência Fábio França Maria Aparecida Ferrari Maio de 2006 1 Tradição

Leia mais

NAVEGANDO NA INTERNET

NAVEGANDO NA INTERNET UNIDADE 2 NAVEGANDO NA INTERNET OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Ao finalizar esta Unidade você deverá ser capaz de: Definir a forma de utilizar um software de navegação; Debater os conteúdos disponibilizados

Leia mais

3 Apresentação do caso

3 Apresentação do caso 3 Apresentação do caso Neste capítulo será contextualizado o mercado de telefonia móvel no Brasil, com a descrição dos principais concorrentes e a participação de mercado de cada um deles, a apresentação

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária Área de Comunicação Tecnologia em Produção Publicitária Curta Duração Tecnologia em Produção Publicitária CARREIRA EM PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA Nos últimos anos, a globalização da economia e a estabilização

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

CLC5 Formador: Vítor Dourado

CLC5 Formador: Vítor Dourado 1 A designação da Internet advém de Interconnected Network, ou seja, rede interligada. A Internet é uma gigantesca teia mundial de redes de computadores, em constante crescimento e evolução, oferecendo

Leia mais

1. Apresentação. 1.1. Conexão Digital para o Desenvolvimento Social. 1.2. Engajamento na Iniciativa

1. Apresentação. 1.1. Conexão Digital para o Desenvolvimento Social. 1.2. Engajamento na Iniciativa 1. Apresentação 1.1. Conexão Digital para o Desenvolvimento Social A conexão Digital para o Desenvolvimento Social é uma iniciativa que abrange uma série de atividades desenvolvidas por ONGs em colaboração

Leia mais

10 regras para o sucesso dos seus concursos no Facebook

10 regras para o sucesso dos seus concursos no Facebook Livro branco 10 regras para o sucesso dos seus concursos no Facebook 07/ 2014 www.kontestapp.com Introdução Facebook se tornou incontestavelmente a rede social mais popular do mundo. Com 1 bilhão de usuários

Leia mais

MARKETING NAS REDES SOCIAIS. Carlos Henrique Cangussu (Discente do 2º ano do curso de Administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS)

MARKETING NAS REDES SOCIAIS. Carlos Henrique Cangussu (Discente do 2º ano do curso de Administração das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) 1 MARKETING NAS REDES SOCIAIS Angela de Souza Brasil (Docente Esp. Faculdades Integradas de Três Carlos Henrique Cangussu Daniel Barbosa Maia Elisandra Inês Peirot Schneider Marcelo Da Silva Sivestre Tiago

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 Pela grande necessidade de controlar a internet de diversos clientes, a NSC Soluções em Informática desenvolveu um novo produto capaz de gerenciar todos os recursos

Leia mais

Proposta Comercial. Democratizar a internet é um dever de todos

Proposta Comercial. Democratizar a internet é um dever de todos Proposta Comercial Democratizar a internet é um dever de todos E-mail / MSN Messenger comercial@gentecnologia.com.br Skype gentecnologia.comercial Endereço Av. Presidente Epitácio Pessoa, 2234 (Sl 302

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação Política de Segurança da Informação Código: PSI_1.0 Versão: 1.0 Data de Publicação: 28/05/2014 Controle de Versão Versão Data Responsável Motivo da Versão 1.0 28/05/2014 Heitor Gouveia Criação da Política

Leia mais

APOSTILA BÁSICA SOBRE INTERNET

APOSTILA BÁSICA SOBRE INTERNET APOSTILA BÁSICA SOBRE INTERNET DEFINIÇÕES BÁSICAS A Internet é um conjunto de redes de computadores interligados pelo mundo inteiro, ue têm em comum um conjunto de protocolos e serviços. O ue permite a

Leia mais

O Brasil e a Internet Ubíqua: Avanços e Perspectivas

O Brasil e a Internet Ubíqua: Avanços e Perspectivas ARTIGO O Brasil e a Internet Ubíqua: Avanços e Perspectivas AUTORES Antonio Eduardo Ripari Neger Presidente da Associação Brasileira de Internet (ABRANET). Engenheiro formado pela Unicamp, advogado formado

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

Imagem corporativa e as novas mídias

Imagem corporativa e as novas mídias Imagem corporativa e as novas mídias Ellen Silva de Souza 1 Resumo: Este artigo irá analisar a imagem corporativa, mediante as novas e variadas formas de tecnologias, visando entender e estudar a melhor

Leia mais

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES 1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES Objetivos da Aula Aprender os conceitos básicos para compreensão das próximas aulas. Na maioria dos casos, os conceitos apresentados serão revistos com maior

Leia mais

*Conceitos básicos *Formas de conexão *Correio Eletrônico *WWW *Principais navegadores para Internet

*Conceitos básicos *Formas de conexão *Correio Eletrônico *WWW *Principais navegadores para Internet Conceitos básicos Formas de conexão Correio Eletrônico WWW Principais navegadores para Internet Para compreender a Internet faz-se necessário o conhecimento de conceitos simples e que muitas vezes causam

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

COMO CONQUISTAR CLIENTES COM APLICATIVOS PARA CELULAR

COMO CONQUISTAR CLIENTES COM APLICATIVOS PARA CELULAR COMO CONQUISTAR CLIENTES COM APLICATIVOS PARA CELULAR CONTEÚDO 1 2 3 4 5 6 Por que as empresas precisam estar conectadas ao mundo mobile Como os aplicativos mobile podem atrair mais clientes. Como os aplicativos

Leia mais

Ferramentas para Desenvolvimento Web

Ferramentas para Desenvolvimento Web Ferramentas para Desenvolvimento Web Profa. Dra. Joyce Martins Mendes Battaglia Mini Currículo Bel. em Ciência da Computação - Unib Mestre e doutora em Eng. Elétrica USP Professora /Coordenadora Pesquisadora

Leia mais

PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) Curso de Internet para Profissionais de Saúde

PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) Curso de Internet para Profissionais de Saúde PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) INTRODUÇÃO UNIDADE 1 Módulo 1: Curso de Internet para Profissionais de Saúde Internet e a Ciência O papel da internet na formação dos profissionais

Leia mais

O QUE FAZEMOS MISSÃO VISÃO QUEM SOMOS

O QUE FAZEMOS MISSÃO VISÃO QUEM SOMOS O QUE FAZEMOS Provemos consultoria nas áreas de comunicação online, especializados em sites focados na gestão de conteúdo, sincronização de documentos, planilhas e contatos online, sempre integrados com

Leia mais

AMBIENTES ONLINE: que formato tem o ambiente que os jovens procuram online?

AMBIENTES ONLINE: que formato tem o ambiente que os jovens procuram online? AMBIENTES ONLINE: que formato tem o ambiente que os jovens procuram online? Edgar Marcucci Reis 1 Jéssica Naiara dos Santos Batista 2 Resumo: O artigo apresenta uma visão sobre os ambientes online encontrados

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (através do

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANTÔNIO TAVARES PEREIRA ROMILSON BARSANULFO DA SILVA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANTÔNIO TAVARES PEREIRA ROMILSON BARSANULFO DA SILVA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ANTÔNIO TAVARES PEREIRA ROMILSON BARSANULFO DA SILVA A IMPORTÂNCIA DAS REDES SOCIAIS PARA A COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Leia mais

TIC Microempresas 2007

TIC Microempresas 2007 TIC Microempresas 2007 Em 2007, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação do NIC.br, no contexto da TIC Empresas 2007 1, realizou pela primeira vez um estudo sobre o uso das

Leia mais

DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DTI DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESPÍRITO SANTO 1 OBJETIVO: 1.1 A presente

Leia mais

Pequena história da Internet

Pequena história da Internet Pequena história da Internet A Internet nasceu em 1969, nos Estados Unidos. Interligava originalmente laboratórios de pesquisa e se chamava ARPAnet (ARPA: Advanced Research Projects Agency). Era uma rede

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Informática Básica. Internet Intranet Extranet

Informática Básica. Internet Intranet Extranet Informática Básica Internet Intranet Extranet Para começar... O que é Internet? Como a Internet nasceu? Como funciona a Internet? Serviços da Internet Considerações finais O que é Internet? Ah, essa eu

Leia mais

sensitives). Os endereços Internet (E-mail) são comumente escritos em 1 - INTERNET:

sensitives). Os endereços Internet (E-mail) são comumente escritos em 1 - INTERNET: 1 - INTERNET: 1.1 - Conceitos: 1.1.1 - A Internet Uma definição mais formal sobre o que é a Internet pode ser resumida como uma rede de computadores, de abrangência mundial e pública, através da qual estão

Leia mais

O que é comércio eletrônico?

O que é comércio eletrônico? COMÉRCIO ELETRÔNICO O que é comércio eletrônico? O comércio eletrônico ou e-commerce é a compra e venda de mercadorias ou serviços por meio da Internet, onde as chamadas Lojas Virtuais oferecem seus produtos

Leia mais

World Wide Web. Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto. Disciplina de Informática, PEUS 2006 Universidade do Porto

World Wide Web. Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto. Disciplina de Informática, PEUS 2006 Universidade do Porto World Wide Web Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto Redes de Comunicação Nos anos 60 surgem as primeiras redes locais destinadas à partilha de recursos fisicamente próximos (discos, impressoras).

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB

TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB Gestão do Conhecimento hoje tem se materializado muitas vezes na memória organizacional da empresa. O conteúdo

Leia mais

INFORMÁTICA APLICADA AULA 06 INTERNET

INFORMÁTICA APLICADA AULA 06 INTERNET UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: Bacharelado em Ciências e Tecnologia INFORMÁTICA APLICADA AULA 06 INTERNET Profª Danielle Casillo SUMÁRIO O que é Internet Conceitos básicos de internet

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

apresentação de serviços

apresentação de serviços apresentação de serviços Nos últimos 50 anos a humanidade gerou mais informações do que em toda sua história anterior. No mercado corporativo, o bom gerenciamento de informações é sinônimo de resultados.

Leia mais

5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem

5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem 5 motivos para gerenciar sua frota na nuvem 2 ÍNDICE >> Introdução... 3 >> O que é software na nuvem... 6 >> Vantagens do software na nuvem... 8 >> Conclusão... 13 >> Sobre a Frota Control... 15 3 Introdução

Leia mais

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL

7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL DICAS PARA DIVULGAR SUA EMPRESA E AUMENTAR AS VENDAS NO FIM DE ANO 7 dicas rápidas de marketing digital para você sair na frente! MARKETING DIGITAL Sumário Apresentação Capítulo 1 - Crie conteúdo de alta

Leia mais

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico

Apostila. Comércio Eletrônico. e-commerce. Professor: Edson Almeida Junior. Comércio Eletrônico Apostila Comércio Eletrônico e-commerce Professor: Edson Almeida Junior Material compilado por Edson Almeida Junior Disponível em http://www.edsonalmeidajunior.com.br MSN: eajr@hotmail.com E-Mail: eajr@hotmail.com

Leia mais

MARKETING NA INTERNET

MARKETING NA INTERNET MARKETING NA INTERNET HUGO HOCH CONSULTOR DE MARKETING ER. BAURU SEBRAE-SP hugoh@sebraesp.com.br Marketing na Internet O que é? o Marketing na Internet, também referido como: i-marketing, web marketing,

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Tecnologias da Informação e Comunicação UNIDADE 3 Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Aula nº 2º Período Escola EB 2,3 de Taíde Ano lectivo 2009/2010 SUMÁRIO Introdução à Internet: história

Leia mais

Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas. Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006

Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas. Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006 Universidade Comunitária da Região de Chapecó Área de Ciências Humanas e Jurídicas Curso de Licenciatura em Pedagogia Disciplina: 7081006 Tecnologias da Comunicação e Informação na Educação Professora:

Leia mais

AVISO DE RETIFICAÇÃO II CREDENCIAMENTO N.º 502/2009

AVISO DE RETIFICAÇÃO II CREDENCIAMENTO N.º 502/2009 AVISO DE RETIFICAÇÃO II CREDENCIAMENTO N.º 502/2009 O SESI/SENAI - PR, torna pública a RETIFICAÇÃO referente ao Edital de CREDENCIAMENTO N.º 502/2009, conforme segue: Fica Incluído no ANEXO III - ÁREAS

Leia mais

Capítulo 3 Gerenciadores de EaD baseada na Internet

Capítulo 3 Gerenciadores de EaD baseada na Internet 57 Capítulo 3 Gerenciadores de EaD baseada na Internet Hoje em dia ter a Internet como aliada é um recurso indispensável para qualquer educador ou responsável por treinamento corporativo que atue em qualquer

Leia mais

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar os princípios que se destacam como características da Web 2.0. INTRODUÇÃO

Leia mais

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo Valor Comercial das Telecomunicações Superar barreiras geográficas Atendimento ao cliente/preenchimento de pedidos Superar barreiras do tempo Consultas de crédito (POS) Superar barreiras de custo Videoconferência

Leia mais

efagundes com Como funciona a Internet

efagundes com Como funciona a Internet Como funciona a Internet Eduardo Mayer Fagundes 1 Introdução à Internet A Internet é uma rede de computadores mundial que adota um padrão aberto de comunicação, com acesso ilimitado de pessoas, empresas

Leia mais

INTRODUÇÃO. Desde que a imprensa surgiu, a comunicação se baseia na tecnologia:

INTRODUÇÃO. Desde que a imprensa surgiu, a comunicação se baseia na tecnologia: INTRODUÇÃO Desde que a imprensa surgiu, a comunicação se baseia na tecnologia: 1450 Imprensa de Gutemberg 1940 Primeiras transmissões na TV 1960 Internet começa a ser desenvolvida 1973 Primeira ligação

Leia mais

Notícia de privacidade da Johnson Controls

Notícia de privacidade da Johnson Controls Notícia de privacidade da Johnson Controls A Johnson Controls, Inc. e companhias filiadas (coletivamente, Johnson Controls, nós ou nossa) respeitam sua privacidade e estão comprometidas em processar suas

Leia mais

INTERNET -- NAVEGAÇÃO

INTERNET -- NAVEGAÇÃO Página 1 INTRODUÇÃO Parte 1 O que é a Internet? A Internet é uma rede mundial de computadores, englobando redes menores distribuídas por vários países, estados e cidades. Ao contrário do que muitos pensam,

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade Este documento tem por objetivo definir a Política de Privacidade da Bricon Security & IT Solutions, para regular a obtenção, o uso e a revelação das informações pessoais dos usuários

Leia mais

// Questões para estudo

// Questões para estudo // Questões para estudo 2 // Ferramentas Básicas de Internet e Web 2.0 1. Sobre a internet, marque a opção correta: A) A internet poder ser definida como uma rede mundial, composta por mihões e milhões

Leia mais

EMPRESA JÚRIOR E O SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DO NOVO PROFISSIONAL O CASO DA FLUXO CONSULTORIA.

EMPRESA JÚRIOR E O SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DO NOVO PROFISSIONAL O CASO DA FLUXO CONSULTORIA. EMPRESA JÚRIOR E O SEU PAPEL NA FORMAÇÃO DO NOVO PROFISSIONAL O CASO DA FLUXO CONSULTORIA. Alessandro A. da Silveira fluxo@bol.com.br Universidade Federal do Rio de Janeiro, Departamento de Engenharia

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 Cruz das Almas BA 2013 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO

Leia mais

Amway - Política de privacidade

Amway - Política de privacidade Amway - Política de privacidade Esta Política de Privacidade descreve como a Amway Brasil e determinadas filiadas, inclusive a Amway América Latina (conjuntamente Amway ) utilizam dados pessoais coletados

Leia mais

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 1 Composição Orçamentária ISAGS - 2013 (*) Natureza Valor anual (US$) Percentual Projetos 42,6% 1.001.200,00 Pessoal 37,9% 892.958,00 Gastos Operacionais

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais