Serviços e aplicações móveis

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Serviços e aplicações móveis"

Transcrição

1 Anderson Luiz Brunozi, Eliana De Martino *, Nádia Corradi, Robert Bafini, Grace Kelly de Castro Silva, Patricia Maria Pereira, Armando Zampar Junior e Vinicius José Latorre Este artigo apresenta os resultados do Projeto Serviços e Aplicações Móveis (SAM) que utiliza a especificação OpenLS (Open Location Services) do OpenGIS Consortium, combinada com tecnologias emergentes como Web Services, para o desenvolvimento de aplicações LBS. Serviços baseados em localização (LBS) são serviços que utilizam informação geográfica combinada ou não com a posição do terminal móvel, com o fim de obter e gerar informação útil aos usuários dos dispositivos móveis. Existem várias iniciativas na definição de padrões que focam no aumento da interoperabilidade entre serviços baseados em localização. Entre as principais iniciativas pode-se mencionar a especificação OpenLS (Open Location Services) do OpenGIS Consortium. Palavras-chave: LBS. GPS. Kerberos. Web services. OpenLS. 1. Introdução A evolução tecnológica das redes de comunicação de dados sem fio, a possibilidade de integração destas ao mundo IP e à Internet, associada à adequada especificação de sistemas e às necessidades de mercado, permitiram o crescimento exponencial do mercado das comunicações móveis. A mobilidade possibilita a extensão do ambiente de trabalho da empresa às áreas externas, levando o acesso remoto às informações corporativas para os seus colaboradores, permitindo-lhes a aplicação de ações imediatas e integrando-os melhor em ações de trabalho colaborativo. A mobilidade, associada a informações de localização, permite selecionar a informação a ser disponibilizada ao usuário de forma que somente o conteúdo relevante naquele momento seja considerado. O mercado de serviços de localização demanda tecnologias que têm como princípio a simplicidade, dado que esses serviços são largamente utilizados por terminais móveis. Além disso, soluções LBS devem ter alto grau de interoperabilidade, visto que podem ser disponibilizadas em diferentes plataformas e sistemas operacionais e muitas vezes possuem interface com sistemas legados. O uso da tecnologia Web Services em soluções LBS objetiva atender estes requisitos, uma vez que ela permite que sistemas executados em diferentes ambientes se comuniquem via XML ou outros padrões Web [1]. A informação em formato XML é legível tanto para humanos como é processável por máquinas. Por esta razão há a necessidade de proteger informações sensíveis que devam ser transmitidas através da rede em mensagens SOAP (Simple Object Access Protocol). Este artigo inclui resultados parciais do Projeto Serviços e Aplicações Móveis (SAM), da Fundação CPqD, que propõe a adoção da tecnologia Web Services e a utilização de padrões abertos na construção de soluções LBS, bem como na implementação da infra-estrutura de segurança do sistema. 2. A tecnologia Web Services Nos últimos anos o modelo de arquitetura orientada a serviços vem despertando a atenção dos desenvolvedores de software com a promessa de trazer grandes ganhos para a comunicação entre os sistemas de computação existentes. Essa arquitetura pode ser definida como uma arquitetura de software que relaciona os componentes de um sistema em um ambiente distribuído, onde são disponibilizados serviços que podem ser acessados dinamicamente através de uma rede [2]. * Autor a quem a correspondência deve ser dirigida:

2 Figura 1 Comunicação via Web Services A tecnologia Web Services implementa a maioria das características dessa arquitetura. Ela propõe a exposição das transações e das regras de negócios por meio de protocolos que podem ser acessados e entendidos por qualquer linguagem de programação, em qualquer sistema operacional, rodando em qualquer dispositivo [3]. Dessa forma, os Web services são um caminho para a redução de custos por intermédio da redução da redundância dos dados e serviços. Conforme ilustrado na Figura 1, na tecnologia Web Services, a disponibilização e o acesso aos serviços envolvem três elementos: consumidores de serviços, provedores de serviços e serviços de diretório. A troca de mensagens entre provedores e consumidores de serviços utiliza o protocolo Simple Object Access Protocol (SOAP). O SOAP [4] é um protocolo baseado em XML, para troca de informações em um ambiente distribuído, contendo os seguintes elementos: Envelope: identifica o documento XML como uma mensagem SOAP e é responsável por definir o conteúdo da mensagem. Header (opcional): contém os dados do cabeçalho. Body: contém as informações de chamada e de resposta ao servidor. Fault: contém as informações dos erros ocorridos no envio da mensagem. Esse elemento só aparece nas mensagens de resposta do servidor. O Axis [5] da Apache é uma implementação do SOAP e foi adotado no Projeto SAM, pois, entre outras funcionalidades, possui extenso suporte à Web Service Description Language (WSDL), pode ser utilizado em servidores de aplicação tais como Tomcat e possui ferramenta para geração de classes Java a partir do WSDL e vice-versa. Para a implementação de clientes Web Services em dispositivos móveis, a utilização do Ksoap [6] é a única opção prática, já que a especificação da API definida pela JSR172 - J2ME TM Web Services Specification [7], que especifica um conjunto mínimo de classes para suporte a clientes Web Services em terminais móveis, ainda é recente e não foi incorporada na máquina virtual dos terminais móveis. 3. O Projeto SAM O Projeto Serviços e Aplicações Móveis (SAM) visa ao desenvolvimento de uma plataforma de software para comunicação de dados entre agentes em campo e os centros de dados de suas corporações, utilizando terminais móveis. Aproveitando as facilidades das redes celulares quanto à comuni- 86

3 cação de dados, a plataforma foi planejada para explorar as funcionalidades de mobilidade que estão contempladas nos seguintes módulos principais: Sistema de Mobilidade: fornece a infra-estrutura para a comunicação entre serviços, sincronização de dados, acesso seguro a serviços, autenticação e autorização. Sistema de Localização de Terminais Móveis: fornece a localização dos terminais móveis, base de dados de localização e funções de gerenciamento de localização. Sistema de Geoposicionamento: fornece mapas georreferenciados, análises temáticas, definição de rotas otimizadas e visualização da localização dos agentes em campo. No Projeto SAM, optou-se por uma arquitetura orientada a serviços utilizando Web Services porque, dessa forma, os sistemas acima descritos mantêm baixo acoplamento entre si, permitindo que sejam desenvolvidos em paralelo e integrados posteriormente como componentes da arquitetura SAM. 4. LBS Padrões abertos utilizados A interoperabilidade é um dos pontos-chave a ser considerados no desenvolvimento de aplicações LBS, visto que estas devem ser disponibilizadas em diferentes plataformas e sistemas operacionais, e muitas vezes devem ter interface com sistemas e bancos de dados legados. O OpenGIS Consortium (OGC) [8] define uma série de padrões computacionais que objetivam promover interoperabilidade entre Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Alguns dos padrões OGC utilizados nesta pesquisa estão descritos a seguir OpenGIS Location Services (OpenLS) A especificação OpenLS [9] foi aprovada pelo OpenGIS Consortium em janeiro de Ela define um conjunto de interfaces para o desenvolvimento de serviços baseados em localização, todos utilizando protocolos no padrão Web. Os serviços especificados encontram-se descritos a seguir: Serviço de Diretório: provê acesso a um diretório on-line para localização de um determinado lugar, produto ou serviço. Serviço de Gateway: identifica a posição geográfica de um determinado terminal móvel. Serviço de Geocodificação/ Geocodificação Reversa: identifica uma posição geográfica dado o nome de um lugar ou endereço. Também funciona de forma reversa identificando um endereço completo dada uma posição geográfica. Serviço de Apresentação de Mapas: apresenta informações geográficas no terminal móvel. É utilizado para apresentar mapas destacando rotas entre dois pontos, pontos de interesse, áreas de interesse, localizações e/ou endereços. Serviço de Determinação de Rotas: determina a rota entre dois pontos informados pelo usuário. O usuário também pode, opcionalmente, informar pontos pelos quais a rota deve passar, rotas preferenciais (mais rápida, mais curta, menos tráfego, mais atrativa, etc.) e o modo de transporte Web Map Server (WMS) A especificação WMS [10] padroniza interfaces que devem ser utilizadas por clientes para requisitar mapas aos servidores e também padroniza o modo como esses servidores devem descrever e retornar esses mapas. Um servidor Basic WMS é capaz de: Gerar mapas georreferenciados (como uma imagem ou um conjunto de objetos gráficos). Responder às perguntas sobre o conteúdo de um mapa, retornando informações sobre um determinado objeto (feature) do mapa. Descrever quais mapas ele pode produzir e quais podem ou não ser consultados, para que um cliente desse servidor saiba quais mapas podem ser requisitados. Esses serviços podem ser requisitados pelo cliente utilizando as três interfaces definidas pela especificação WMS: 1. GetMap (obrigatória), para requisitar um mapa. Na requisição devem ser especificados parâmetros como o layer, a área que deve ser mapeada (extent), o sistema de coordenadas e o nome do estilo. 2. GetFeatureInfo (opcional), para consultar o mapa. Na requisição deve ser especificada a coordenada em que deve ser feita a consulta. 3. GetCapabilities (obrigatória), para descrever os mapas. 87

4 5. Segurança Protocolo Kerberos Desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) [11], o Kerberos é um protocolo de autenticação projetado para prover autenticação segura a aplicações Cliente/Servidor por meio do uso de criptografia de chave secreta. É um padrão bem estabelecido, altamente testado e de código aberto e tem sido largamente utilizado por empresas para identificar clientes de serviços de rede, que se comunicam através de redes de comunicação abertas, intrinsecamente inseguras, e para proteger a privacidade da comunicação com esses serviços. Tendo em vista a necessidade de prover ao sistema SAM uma infra-estrutura de autenticação que garanta que o acesso às funcionalidades do sistema seja realizado apenas por usuários autorizados, a necessidade de proteger informações sensíveis que devam ser transmitidas através da rede em mensagens SOAP, bem como a utilização do mesmo mecanismo de segurança para o cliente Web e o cliente móvel, decidiu-se por utilizar o protocolo Kerberos V5 na implementação da infra-estrutura de segurança do sistema. Uma segunda opção para prover segurança à comunicação através de Web Services seria a utilização do protocolo HTTPS, em vez do HTTP, como protocolo de transporte para as mensagens SOAP. Porém, com esta solução, a segurança da comunicação estaria sendo confiada ao transporte, e não seria mais uma responsabilidade da aplicação, que permite um controle de seleção da informação a ser criptografada. O principal impedimento para a utilização do protocolo HTTPS como transporte, entretanto, é o fato de que esta solução não é suportada pela maioria dos terminais móveis de baixo custo atualmente disponíveis, uma vez que esses terminais, em sua maioria, possuem uma máquina virtual Java que não define como obrigatório o suporte a HTTPS para os dispositivos móveis. 6. Descrição do protótipo 6.1. Arquitetura A arquitetura proposta para desenvolvimento do protótipo prevê a adoção da tecnologia Web Services a fim de garantir a interoperabilidade e a ubiqüidade dos serviços envolvidos, conforme Figura 2. O Servidor Web recebe, dos diversos clientes, as requisições XML encapsuladas em mensagens SOAP e encaminha-as para o serviço responsável pela sua execução. O serviço responsável processa a Requisição, acessando informações na base de dados caso seja necessário, e envia a Resposta de volta para o Servidor Web, que a codifica como uma Resposta XML e a envia para a Aplicação Cliente. Esta, por sua vez, decodifica a Resposta XML e aplica as funções de apresentação apropriadas para mostrar a resposta no dispositivo. Em uma arquitetura baseada em serviços, vale ressaltar que um serviço pode acessar outro a fim de executar suas funções. Dessa forma é gerado um encadeamento de serviços, podendo um mesmo serviço assumir o papel de provedor ou consumidor. O protótipo implementado está restrito aos seguintes casos de uso: Autenticação de usuário no cliente Web e no cliente móvel. Visualização da localização de um determinado terminal móvel. Visualização do histórico da localização de um determinado terminal móvel. Nos casos de uso em questão, após a autenticação de um usuário utilizando o protocolo Kerberos, o Serviço de Apresentação permite a visualização de um mapa com a localização do terminal móvel que se encontra em uma dada posição (X, Y). Essa posição é obtida por meio do Serviço de Localização, implementado para um Figura 2 Arquitetura do protótipo 88

5 Cliente Web Internet Serviço de Autenticação Cliente Web Servidores Kerberos Figura 3 Serviço de Autenticação GPS Satélite GPS Web Services OpenLS GPS Bluetooth http BTS Rede Celular/Fixa Serviço de Localização Cliente móvel http Servidor de localização Figura 4 Serviço de Localização Base de localização terminal móvel GSM/GPRS acoplado a um GPS (Global Positioning System) externo via Bluetooth. O conjunto dessas posições em um determinado espaço de tempo permite gerar uma lista de posições (X, Y), formando o histórico da localização de um determinado terminal móvel Serviço de Autenticação Seguindo a padronização de comunicação via Web Services em todo o sistema, para a autenticação de usuários foi implementado um serviço que serve como interface para que os clientes se comuniquem com o servidor Kerberos, utilizando um protocolo XML, conforme Figura 3. Quando o cliente solicita autenticação no sistema, este irá receber do servidor Kerberos [11], por intermédio do Serviço de Autenticação, um TGT (Ticket-Granting Ticket). De posse desse TGT, o cliente poderá usá-lo para comprovar sua identidade ao servidor de autenticação e obter um ticket de serviço para poder se comunicar de forma segura com os outros serviços que compõem o sistema Serviço de Localização A especificação OpenLS define interfaces de serviços que facilitam o desenvolvimento de aplicações baseadas em localização. Entre os serviços padronizados está o Serviço de Localização utilizado no protótipo. A Figura 4 ilustra o esquema implementado no protótipo do Serviço de Localização: A posição (latitude, longitude) é capturada do GPS (Global Positioning System) pelo terminal móvel via interface Bluetooth e enviada via HTTP a um servidor de localização que armazena e gerencia os dados de localização. O Serviço de Localização é disponibilizado via Web Services e acessado por meio de uma interface encapsulada na estrutura definida pelo padrão OpenLS. De acordo com a especificação, a requisição ao Serviço de Localização ocorre por 89

6 xls:slirtype xls:inputgatewayparameterstype xls:inputmsidstype SLIR xls:inputgatewayparameters xls:inputmsids xls:inputmsinformation Standard Location Immediate Request. Presponse type is Synchronous Figura 5 Requisição do Serviço de Localização xls:sliatype xls:inputgatewayparameterstype xls:inputmsidstype xls:outputmsinformationtype SLIA Standard Location Immediate Response xls:inputgatewayparameters xls:inputmsids xls:inputmsinformation Xls:Position Figura 6 Resposta do Serviço de Localização intermédio de um SLIR (Standard Location Immediate Request), ilustrado na Figura 5, que contém as seguintes informações: InputGatewayParameters: detalhes para a requisição, como prioridade, tipo de localização, tipo do sistema de referência espacial. InputMSInformation: identificação do terminal móvel (tipo e valor), encapsulada pela estrutura InputMSID. O identificador pode ser, por exemplo, o IMEI (International Mobile Equipment Identity). No processamento de uma requisição, o Serviço de Localização acessa uma base de dados de localização onde estão armazenados, classificados por terminal móvel, os dados de posição coletados por um certo período de tempo. O resultado obtido é disponibilizado por meio de um par de coordenadas (X, Y) na forma de latitude e longitude, sendo esta enviada ao usuário por intermédio de um SLIA (Standard Location Immediate Answer), ilustrado na Figura 6, também definido na especificação OpenLS, que contém as seguintes informações: OutputGatewayParameters: envelope que carrega a resposta do Serviço de Localização. OutputMSInformation: contém a identificação do terminal e a posição requisitada encapsulada pela estrutura OutputMSID Serviço de Apresentação O Serviço de Apresentação é outro serviço cuja interface, definida pela especificação OpenLS, é implementada neste protótipo. A Figura 7 ilustra o esquema implementado no protótipo do Serviço de Apresentação: O Serviço de Apresentação é disponibilizado via Web Services e é acessado por meio da interface definida na especificação OpenLS. De acordo com a especificação, a requisição ao Serviço de Apresentação ocorre por intermédio de um PortrayMapRequest, ilustrado na Figura 8, o qual contém as seguintes informações: Output: especifica formato, altura e largura do mapa a ser gerado. BaseMap (opcional): especifica a lista de layers que devem compor o mapa. Overlay (opcional): especifica a lista de tipos de dados que devem ser retornados sobre o mapa. Entre os tipos de dados possíveis, pode ser especificada uma determinada posição (X, Y) que se deseja visualizar. No processamento de uma requisição, o Serviço de Apresentação acessa uma base de dados georreferenciada, recupera um mapa centrado na posição (X, Y) informada e disponibiliza o mapa em uma URL acessível pelo usuário. O acesso à base de dados georreferenciada é feito utilizando-se a interface WMS, conforme apresentado anteriormente na Figura 7. O mapa obtido é disponibilizado por meio de uma URL, sendo esta enviada ao usuário por intermédio do PortrayMapResponse, ilustrado na Figura 9, também definido na especificação OpenLS Execução do protótipo Um esquema simplificado do Projeto SAM é apresentado na Figura 10. No atual protótipo [12], foram implementados três Web services 90

7 Web Serviços OpenLS Serviço de Apresentação Base de dados georrefenciada WMS Figura 7 Serviço de Apresentação xls:portraymaprequesttype Output Specifies the output of the map(s) taht should generated PortrayMapRequest + Content of a presentation request Basemap + The layers that should make up the basemap, (getcapabilities Provides the impl Provides) Overlay Overlays the set of ADT s onto the basemap Figura 8 Requisição do Serviço de Apresentação xls:portraymapresponsetype PortrayMapResponse + xls:map - Content of a presentation response 1.. Figura 9 Resposta do Serviço de Apresentação desenvolvidos nos sistemas anteriormente descritos: Serviço de Autenticação, Serviço de Apresentação e Serviço de Localização (Gateway). Uma aplicação agregadora foi desenvolvida para fazer o papel de controller na chamada de Web services. A própria aplicação agregadora é também um Web service, que é chamada tanto pelo cliente móvel como pelo cliente Web. O protótipo é executado por meio de um cliente Web ou de um cliente móvel, por intermédio do qual o usuário, após sua autenticação, informa a identificação do terminal móvel que deseja localizar. 91

8 Figura 10 Esquema simplificado SAM Figura 11 Protótipo SAM Localização de um agente interface Web Figura 12 Protótipo SAM Localização de um agente interface móvel (P900 SonyEricsson) 92

9 Figura 13 Protótipo SAM Histórico da localização de um agente interface Web Figura 14 Protótipo SAM Histórico da localização de um agente interface móvel (P900 SonyEricsson) O Serviço de Localização é acionado a fim de determinar a posição (X, Y) do terminal em questão. Conhecendo a posição (X, Y), o Serviço de Apresentação é invocado e o mapa é apresentado na tela. As figuras 11 a 14 mostram o resultado obtido para a localização de um terminal móvel, e o resultado obtido para o histórico da localização de um terminal móvel. Na aplicação, cada terminal móvel é associado a um agente em campo. 7. Considerações finais A fim de garantir a ubiqüidade dos serviços, aplicações LBS devem estar disponíveis em vários tipos de dispositivos, ter interface com sistemas e bancos de dados legados, além de suportar uma variedade de tecnologias de infraestrutura de rede. O uso de padrões abertos na definição das interfaces é uma forma de garantir a interoperabilidade entre os sistemas. A tecnologia Web Services também vem sendo amplamente difundida como uma solução revolucionária para os problemas de integração entre os sistemas de computação. A combinação da tecnologia Web Services com a utilização de padrões abertos foi um grande desafio nesta pesquisa, uma vez que a especificação OpenLS 1.0 ainda não está preparada para essa tecnologia. No entanto, uma iniciativa está em andamento no OpenGIS com o objetivo de desenvolver e estender os padrões OGC Web Services (OWS) para facilitar a descoberta, o acesso e o uso de dados geográficos e de serviços de geoprocessamento, por meio do suporte a WSDL/SOAP. Os trabalhos de padronização do OpenGIS estão sendo acompanhados no âmbito de Comitê Técnico, via afiliação da Fundação CPqD, que permite acesso e influência no desenvolvimento das especificações. 93

10 8. Referências [1] ARSANJANI, A.; HAILPERN, B.; MARTIN, J.; TARR, P. Web Services: promises and compromises. ACM Queue, mar [2] AMORIM, S. A tecnologia Web Services e sua aplicação num sistema de gerência de telecomunicações. Tese de mestrado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, [3] COSTA, G. O modelo de Web Services Como desenvolver aplicações em uma nova arquitetura de software. Promon Tecnologia Business & Technology Review Series, [4] SOAP. Simple Object Access Protocol [on-line] Disponível em: <http://www.w3.org/tr/ soap12>. Acesso em: 7 nov [5] Axis. Apache Axis [on-line] Disponível em: <http://ws.apache.org/axis>. Acesso em: 7 nov [6] Ksoap 2.0. Disponível em: <http:// ksoap.objectweb.org/>. Acesso em: 7 nov [7] JSR 172. Disponível em: <http://www.jcp.org/ en/jsr/detail?id=172>. Acesso em: 7 nov [8] OGC. OpenGIS Consortium [on-line] Disponível em: <http://www.opengis.org>. Acesso em: 7 nov [9] OGC. OpenGIS Location Services: Core Services [Parts 1-5]. Versão 1.0. MA: Open GIS Consortium, Inc., [10] OGC. Web Map Service Implementation Specification. Versão MA: Open GIS Consortium, Inc., [11] Kerberos V5. Disponível em: <http:// Web.mit.edu/kerberos/>. Acesso em: 7 nov [12] G. K. C. SILVA, P. M. P., G. C. MAGALHÃES. Disponibilização de serviços baseados em localização via Web Services. Geoinfo Abstract This article reports the results of the project Mobile Services and Applications that uses the OpenLS (Open Location Services) specification from the OpenGIS Consortium, combined to emerging technologies such as WebServices, for developing LBS applications. Location-Based Services (LBS) are services which use geographical information, combined or not with the position of the mobile terminal in order to obtain and generate useful information to the users of mobile devices. There are several initiatives in the definition of standards which aim at increasing the interoperability among location-based services. Among the main initiatives we can mention the OpenLS (Open Location Services) specification from the OpenGIS Consortium. Key words: LBS. GPS. Kerberos. Web services. OpenLS. 94

DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS BASEADOS EM LOCALIZAÇÃO VIA WEB SERVICES

DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS BASEADOS EM LOCALIZAÇÃO VIA WEB SERVICES DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇOS BASEADOS EM LOCALIZAÇÃO VIA WEB SERVICES GRACE KELLY DE CASTRO SILVA, PATRÍCIA MARIA PEREIRA e GEOVANE CAYRES MAGALHÃES (ORIENTADOR) CPqD Centro de Pesquisa e Desenvolvimento

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Anexo VI Edital nº 03361/2008. Projeto de Integração das informações de Identificação Civil. 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP

Anexo VI Edital nº 03361/2008. Projeto de Integração das informações de Identificação Civil. 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP Anexo VI Edital nº 03361/2008 Projeto de Integração das informações de Identificação Civil 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP A Senasp procura adotar os padrões de interoperabilidade

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa

Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Web Service Plínio Antunes Garcia Sam Ould Mohamed el Hacen Sumário Introdução conceitual O Web Service

Leia mais

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008 Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento Lúbia Vinhas 13/05/2008 Desejo saber estatísticas sobre áreas queimadas. Desejo fazer análises por localização, por classes de uso ou ainda por seleção

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

Geoprocessamento e Padrões OGC

Geoprocessamento e Padrões OGC Geoprocessamento e Padrões OGC Martin Pereira 36 slides Agenda Geoprocessamento Definição Histórico SIG OGC Definição Importância Histórico Padrões Slide 2 de 36 Geoprocessamento Definição Disciplina do

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

PRODUÇÃO CARTOGRÁFICA SERVIÇOS WEB

PRODUÇÃO CARTOGRÁFICA SERVIÇOS WEB SERVIÇOS WEB World Wide Web Evolução de simples páginas com conteúdo estático para páginas com conteúdos dinâmicos (extraídos, principalmente, de Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados SGBD) Tecnologias

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

As novas dimensões do GIS: 4D, cloud, móvel, tempo real

As novas dimensões do GIS: 4D, cloud, móvel, tempo real As novas dimensões do GIS: 4D, cloud, móvel, tempo real Wolmar Sabino Gerente Técnico da Área de Governo MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 18 a 20 de Junho São Paulo (SP) Brasil AGENDA BREVE HISTÓRICO

Leia mais

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB WEBSERVICES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender o que é um WebService e sua utilidade Compreender a lógica de funcionamento de um WebService Capacitar

Leia mais

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID Alessandro Teixeira de Andrade¹; Geazy Menezes² UFGD/FACET Caixa Postal 533,

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB Deusa Cesconeti e Jean Eduardo Glazar Departamento de Ciência da Computação Faculdade de Aracruz UNIARACRUZ {dcescone, jean}@fsjb.edu.br RESUMO

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais

Visualização de Informação Geográfica na WEB. O exemplo do Atlas de Portugal.

Visualização de Informação Geográfica na WEB. O exemplo do Atlas de Portugal. Visualização de Informação Geográfica na WEB. O exemplo do Atlas de Portugal. INSPIRE e a Infra-estrutura Nacional de Informação Geográfica 17 de Novembro de 2006 1 Tópicos Atlas de Portugal na WEB A proposta

Leia mais

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com OFICINA USO DO I3GEO Levindo Cardoso Medeiros levindocm@gmail.com ESTRUTURA INTRODUÇÃO UTILIZANDO O I3GEO Aprendendo a navegar pelo I3Geo Propriedades do mapa ADICIONANDO E MANIPULANDO CAMADAS Adicionando

Leia mais

e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br

e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br e-ping - Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico www.governoeletronico.gov.br www.eping.e.gov.br e PING: Segmentação Interconexão Segurança Meios de acesso Organização e intercâmbio de informações

Leia mais

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO

SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA PROJETO SISTEMA COMPUTACIONAL PARA ANÁLISES DE DADOS EM AGRICULTURA DE PRECISÃO ALUNO RICARDO CARDOSO TERZELLA

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Pág. 1/8 CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÃO SMS Pág. 2/8 Equipe Responsável Elaboração Assinatura Data Divisão de Padrões de Tecnologia DIPT Aprovação Assinatura Data Departamento de Arquitetura Técnica DEAT Pág.

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Extensões MIDP para Web Services

Extensões MIDP para Web Services Extensões MIDP para Web Services INF-655 Computação Móvel Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática MIDP Architecture MIDP = Mobile Information Device Profile Connection Framework HttpConnection

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Padrões OGC e Serviços Web Geoespaciais. Open Geospatial Consortium

Padrões OGC e Serviços Web Geoespaciais. Open Geospatial Consortium Padrões OGC e Serviços Web Geoespaciais Clodoveu Davis Open Geospatial Consortium O OGC idealizou uma arquitetura de software para acesso distribuído a dados geo-espaciais e recursos de geoprocessamento

Leia mais

ANEXO V Edital nº 03508/2008

ANEXO V Edital nº 03508/2008 ANEXO V Edital nº 03508/2008 Projeto de integração das informações de mandado de prisão e processos dos Tribunais Regionais Federais e do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios O objetivo

Leia mais

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura

Leia mais

Acadêmico: Marciane Schotten Prof. Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja

Acadêmico: Marciane Schotten Prof. Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja PROTÓTIPO DE UMA APLICAÇÃO MÓVEL PARA LOCAÇÃO DE VEÍCULOS UTILIZANDO J2ME Acadêmico: Marciane Schotten Prof. Orientador: Ricardo Alencar de Azambuja Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Fundamentação

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello 1/39 Serviços Web (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina 22 de Maio de 2007 2/39 Arquitetura Orientada a Serviços Arquitetura

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014

Projeto: Plataforma de Integração. Data: 01/08/2014 Manual do Usuário - Autenticação Plataforma de Integração Arquitetura de Software 1.0 20/03/2014 1 de 8 Histórico de Revisões Data Versão Descrição 01/08/2014 1.0 Criação do documento 04/08/2014 1.1 Revisão

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. SENDI 2008-06 a 10 de outubro. Olinda - Pernambuco - Brasil

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. SENDI 2008-06 a 10 de outubro. Olinda - Pernambuco - Brasil XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Fernando César Luiz CPFL Energia fernandocesar@cpfl.com.br PALAVRAS-CHAVE Integração

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Programação para Internet Avançada. 4. Web Services. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt

Programação para Internet Avançada. 4. Web Services. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Programação para Internet Avançada 4. Web Services Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt São módulos de aplicações de negócios que expõem as regras do negócio como serviços na Internet através

Leia mais

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica Desenvolvimento de Web Services com SOAP. 1. Introdução. Com a tecnologia de desenvolvimento

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE OS SERVIDORES DE E-MAILS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE

COMPARAÇÃO ENTRE OS SERVIDORES DE E-MAILS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE COMPARAÇÃO ENTRE OS SERVIDORES DE E-MAILS MAIS UTILIZADOS ATUALMENTE Mayara Dos Santos Marinho¹, Julio César Pereira¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR - Brasil mayara-marinho@hotmail.com

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva 1. O que são Serviços Web (Web Services)? Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva A ideia central dos Web Services parte da antiga necessidade

Leia mais

Sistema de Entrega para Suporte Varejista Utilizando a Metaheurística GRASP

Sistema de Entrega para Suporte Varejista Utilizando a Metaheurística GRASP Sistema de Entrega para Suporte Varejista Utilizando a Metaheurística GRASP Gil Romeu A. Pereira 1, Ivairton M. Santos 1 1 Universidade Federal de Mato Grosso(UFMT) Campus Universitário do Araguaia Instituto

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Distributed Object-oriented Virtual Environment using Web Services on Grid

Distributed Object-oriented Virtual Environment using Web Services on Grid Distributed Object-oriented Virtual Environment using Web Services on Grid paralela e Felipe L. Severino Programação com Objetos Distribuídos Felipe L. Severino 1/ 15 Introdução; Distributed Object-oriented

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Consultar Tabelas Administrativas

Consultar Tabelas Administrativas STN Coordenação-Geral de Sistemas e Tecnologia de Informação Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Secretaria do Tesouro Nacional STN Documentação de Serviços de Interoperabilidade

Leia mais

Ameaças e Segurança da Informação para dispositivos Móveis. gilberto@sudre.com.br http://gilberto.sudre.com.br

Ameaças e Segurança da Informação para dispositivos Móveis. gilberto@sudre.com.br http://gilberto.sudre.com.br Ameaças e Segurança da Informação para dispositivos Móveis gilberto@sudre.com.br http://gilberto.sudre.com.br Ameaças e Vulnerabilidades em Dispositivos Móveis gilberto@sudre.com.br http://gilberto.sudre.com.br

Leia mais

Transferindo a carga da autenticação remota dos servidores

Transferindo a carga da autenticação remota dos servidores Transferindo a carga da autenticação remota dos servidores Visão Geral Há três etapas usadas pela maioria dos computadores para proteger o acesso a operações, aplicativos e dados sensíveis: A identificação

Leia mais

REST. Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com

REST. Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com REST Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com 1 RESTful REpresentation State Transfer Estilo de arquitetura de software para sistemas distribuídos Termo proposto por Roy Fielding

Leia mais

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA

Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA Detecção e investigação de ameaças avançadas. INFRAESTRUTURA DESTAQUES A infraestrutura do RSA Security Analytics Arquitetura modular para coleta distribuída Baseada em metadados para indexação, armazenamento

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 02 IMPLANTAÇÃO DE 1 (UM)

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless

Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Arquiteturas para implantação de aplicações móveis wireless Este tutorial apresenta uma visão geral da arquitetura para implantação de aplicações móveis wireless. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME

Leia mais

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco.

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco. VPN: Redes Privadas Virtuais O objetivo deste tutorial é apresentar os tipos básicos de Redes Privadas Virtuais (VPN's) esclarecendo os significados variados que tem sido atribuído a este termo. Eduardo

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente)

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Redes Heterogênea e Convergente Professor Rene - UNIP 1 Redes heterogêneas Redes Heterogêneas Todo ambiente de rede precisa armazenar informações

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

JXTA. Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima. avfl@cin.ufpe.br

JXTA. Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima. avfl@cin.ufpe.br JXTA Alessandro Vasconcelos Ferreira de Lima Roteiro Motivação Introdução Arquitetura de JXTA Elementos de JXTA Os Protocolos Comparações e Desvantagens Conclusão Motivação Limitações do Modelo Cliente

Leia mais

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge. Projeto Demoiselle Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.net Palestrantes: Antônio Carlos Tiboni Luciana Campos Mota 20/07/2009

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS Edi Carlos Siniciato ¹, William Magalhães¹ ¹ Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edysiniciato@gmail.com,

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS Prof. Roberto A. Dias, Dr. Eng CEFET-SC Igor Thiago Marques Mendonça Reginaldo

Leia mais

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment

Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral da solução Forneça a próxima onda de inovações empresariais com o Open Network Environment Visão geral À medida que tecnologias como nuvem, mobilidade, mídias sociais e vídeo assumem papéis

Leia mais

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Conceitos GIS e Software Livre Ferramentas: Jump Qgis Thuban MapServer

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

Integre pela Internet com os Web Services OpenEdge

Integre pela Internet com os Web Services OpenEdge Integre pela Internet com os Web Services OpenEdge Luciano Oliveira Solution Consultant, Progress OpenEdge Foco da Sessão Implementando OpenEdge Web Services Entendendo Web Services Identificar quando

Leia mais

PROGRAMA E-MOBILE DA AMILPAR DISPONIBILIZA CONTEÚDOS PARA BENEFICIÁRIOS, CORRETORES E MÉDICOS EM DISPOSITIVOS MÓVEIS

PROGRAMA E-MOBILE DA AMILPAR DISPONIBILIZA CONTEÚDOS PARA BENEFICIÁRIOS, CORRETORES E MÉDICOS EM DISPOSITIVOS MÓVEIS PROGRAMA E-MOBILE DA AMILPAR DISPONIBILIZA CONTEÚDOS PARA BENEFICIÁRIOS, CORRETORES E MÉDICOS EM DISPOSITIVOS MÓVEIS Perfil A AmilPar originou-se da Casa de Saúde São José, uma pequena clínica na cidade

Leia mais

Manual de Integração WebService

Manual de Integração WebService Manual de Integração WebService Sumário 1. O que é a Integração WebService? 2. Envio Simples 3. Consultar Status da Mensagem 3.1 Consultar Mensagens Recebidas 4. Tecnologia do WebService Facilita 1. O

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

Aula 03-04: Modelos de Sistemas Distribuídos

Aula 03-04: Modelos de Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Computação Aula 03-04: Modelos de Sistemas Distribuídos 2o. Semestre / 2014 Prof. Jesus Principais questões no projeto de um sistema distribuído (SD) Questão de acesso (como sist. será acessado)

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Objetos distribuídos e invocação remota Introdução Comunicação entre objetos distribuídos Chamada de procedimento remoto Eventos e notificações Objetos

Leia mais

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick Roteiro Introdução Objetivos do trabalho Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

MONITOR E PREDITOR DE CONECTIVIDADE WIRELESS BASEADA EM LOCALIZAÇÃO GPS

MONITOR E PREDITOR DE CONECTIVIDADE WIRELESS BASEADA EM LOCALIZAÇÃO GPS MONITOR E PREDITOR DE CONECTIVIDADE WIRELESS BASEADA EM LOCALIZAÇÃO GPS Aluna: Eleonora Cominato Weiner Orientador: Markus Endler Introdução A palavra mobilidade ganha mais importância a cada instante,

Leia mais

ArcGIS for INSPIRE. ArcGIS. ArcGIS for INSPIRE. Discovery. Download. View

ArcGIS for INSPIRE. ArcGIS. ArcGIS for INSPIRE. Discovery. Download. View ArcGIS for INSPIRE Discovery View Download ArcGIS for INSPIRE ArcGIS Agenda ArcGIS for INSPIRE O que está incluído Template de Geodatabase Componentes Desktop Componentes Servidor Outras Novidades Evolução

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

SEGURANÇA E GERENCIAMENTO DE APIs. Uma empresa da CA Technologies

SEGURANÇA E GERENCIAMENTO DE APIs. Uma empresa da CA Technologies www.layer7.com SEGURANÇA E GERENCIAMENTO DE APIs Uma empresa da CA Technologies Uma empresa da CA Technologies COMPONENTES DE APIs PARA A EMPRESA ABERTA A Layer 7 oferece soluções de segurança e gerenciamento

Leia mais

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Jhonatan Wilson Aparecido Garbo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil jhowgarbo@gmail.com jaime@unipar.br

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais