PROPOSIÇÃO DE UM NOVO MODELO DE RASTREAMENTO DE CARGAS EM TRÂNSITO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSIÇÃO DE UM NOVO MODELO DE RASTREAMENTO DE CARGAS EM TRÂNSITO"

Transcrição

1 FACULDADE DE TECNOLOGIA DA BAIXADA SANTISTA PROPOSIÇÃO DE UM NOVO MODELO DE RASTREAMENTO DE CARGAS EM TRÂNSITO AUTOR: OSVALDO PEREIRA COTRIM JUNIOR ORIENTADOR: LUÍS FERNANDO C. COMPIANI Santos 2006

2 PROPOSIÇÃO DE UM NOVO MODELO DE RASTREAMENTO DE CARGAS EM TRÂNSITO AUTOR: OSVALDO PEREIRA COTRIM JUNIOR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia da Baixada Santista, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Tecnólogo em Logística. Orientador: Professor Luís Fernando Costa Compiani Santos 2006

3 As coisas mais difíceis de se ver são as que estão debaixo de nossos olhos. V G Rossi

4 Dedico, A minha família que me apoiou e apoiará por toda esta difícil jornada que é a vida.

5 AGRADECIMENTOS Ao Professor e amigo Luís Fernando C. Compiani, que mesmo com sua pouca experiência como orientador de monografias, aceitou o desafio dedicando-se prontamente quando solicitado e participando ativamente do processo de dar vida a uma idéia surgida em uma de suas aulas. Ao Professor José Carlos Siqueira, que se prontificou a ajudar na elaboração desta monografia, apontando material riquíssimo de pesquisa, sem mesmo conhecer pessoalmente o autor deste. Ao Professor Carlos Barreira, que muito contribuiu com seus questionamentos e sugestões de linhas de pesquisa a serem seguidas. Ao Sr. Fernando Capuano, que em meu período de estágio, sempre exigiu o meu melhor, não deixando que nunca me acomodasse. A minha namorada Elaine Cristina dos Santos, que colaborou na elaboração desta monografia dando o seu ponto de vista, a fim de deixar o trabalho claro ao entendimento de todos. Aos meus pais, que em todos os momentos estão lá para aplaudir, ensinar e criticar quando necessário. Acima de tudo e de todos agradeço a Deus por ter colocado estas pessoas maravilhosas e tantas outras no meu caminho, e principalmente porque me dá forças e fé para superar os obstáculos e desafios da vida.

6 vi SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... vii LISTA DE GRÁFICOS... viii LISTA DE TABELAS... ix RESUMO:... x ABSTRACT... xi INTRODUÇÃO ESCOPO DO ESTUDO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS METODOLOGIA LOGÍSTICA, PROJETOS E OPERAÇÕES PANORAMA DO ROUBO DE CARGAS GESTÃO DO RISCO ANÁLISE DE RISCOS GERENCIAMENTO DE RISCOS ESTUDO DE CASO 1 GV ACESSÓRIA E CONSULTORIA EM GERENCIAMENTO DE RISCO SEMP TOSHIBA ESTUDO DE CASO 2 - DEMONSTRAÇÃO DE COMO AS TECNOLOGIAS DE RASTREAMENTO E COMUNICAÇÃO, AUXILIARAM A GESTORA DE RISCOS PAMCARY NA AÇÃO IMEDIATA E RESOLUÇÃO DE SINISTRO DE ACIDENTE OCORRIDO TECNOLOGIAS DE RASTREAMENTO CÓDIGO DE BARRAS SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL - GPS ETIQUETA RFID Leitores (RFID readers) Controladores TECNOLOGIA RFID COMO FERRAMENTA DE RASTREAMENTO DE CARGAS EM TRÂNSITO MICROCONTROLADOR DSP Digital Signal Processor (Processador de Sinal Digital) CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA WEBGRAFIA... 59

7 vii LISTA DE FIGURAS Figura 1: Visualização de uma empresa: Critério de entradas e saídas Figura 2: Visualização da Cadeia de Suprimentos Figura 3: Custos Logísticos no Brasil Figura 4: Impulsionadores de mudanças operacionais Figura 5: Sinistro de acidente ocorrido em Maquiné RS Figura 6: Ação de limpeza do rio Maquiné Figura 7: Rio Maquiné após término de limpeza Figura 8: Código de barras Figura 9: Antena de GPS Figura 10: TAG RFID Figura 11: Disposição dos equipamentos e tecnologias (rodovias com 4 pistas de rodagem). 50 Figura 12: Disposição dos equipamentos e tecnologias (rodovias com 8 pistas de rodagem). 51 Figura 13: Microcontrolador... 53

8 viii LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1: Total mensal de ocorrências de roubo de cargas registrados no Estado de São Paulo no ano de Gráfico 2: Total mensal de prejuízos acarretados com o roubo de cargas ocorridos no Estado de São Paulo no ano de Gráfico 3: Total de ocorrências de roubo de cargas por produto registrados em São Paulo no ano de Gráfico 4: Tipos de cargas mais visadas ao roubo Gráfico 5: Ocorrências de roubo nas regiões do Estado de São Paulo Gráfico 6: Ocorrências de roubo nas rodovias federais e estaduais do Estado de São Paulo.. 23

9 ix LISTA DE TABELAS Tabela 1: Operação Nacional - deslocamento terrestre Tabela 2: Operação Nordeste - Deslocamento terrestre e aéreo Tabela 3: Operação São Paulo - Distribuição na Região Metropolitana Tabela 4: Operação de Cabotagem - Deslocamento hidroviário, ferroviário e terrestre Tabela 5: Operação Consórcio, Assistência Técnica e Brindes... 37

10 x RESUMO: No mundo globalizado de hoje há um movimento nas empresas pela busca de competitividade e eficiência, elos de garantia da sua existência. A Logística é vista como uma fronteira a ser explorada, unindo a tecnologia de informação com técnicas de administração, racionalizando recursos buscando sempre prover um melhor desempenho das mais variadas cadeias de suprimento. Este estudo busca demonstrar como as empresas vêm buscando uma eficiente gestão da cadeia de suprimentos, tendo o transporte como um dos mais emblemáticos elos desta cadeia, devido aos custos envolvidos com tal operação. O transporte chega a representar dois terços dos custos logísticos de uma empresa, e não havendo um eficiente projeto de Gerenciamento de Riscos estes custos tendem a ser ainda maiores, devido a ocorrências de acidentes e principalmente sinistros de roubo de cargas. O autor durante sua vivência como controlador de frota, identificou que cada vez mais as empresas buscam criar procedimentos operacionais de transporte atrelados a tecnologias de rastreamento, com o intuito de combater ocorrências de o roubo de cargas, mas ainda não obtiveram o êxito almejado, devido não termos ainda o uso de tecnologia que efetivamente rastreie a carga em trânsito, o que facilita a ação das quadrilhas organizadas. Este estudo tem como objetivo propor uma nova estratégia de rastreamento de cargas em trânsito, onde o objeto de monitoração será a carga transportada e não o veículo transportador. Desta forma, o autor busca abrir possibilidades para novos projetos e implementações. Palavras-chave: logística, rastreamento e gerenciamento de risco.

11 xi ABSTRACT Nowadays, the globalization has a movement in the companies for the competitiveness search and efficiency, links of guarantee of its existence. The "Logistic one" is seen as an to be explored frontier, joining the technology of information with administration techniques, rationalizing resources and searching always to provide a better performance of the most varied suppliment chains. This study searchs to demonstrate as the companies come searching an efficient management of the suppliment chain, having the transport as one of the most emblematic links of this chain, due to to the involved costs with this operation. The transport arrives to represent two third of the logistic costs of a company, if there isn t an efficient project of "Management of Risks" these costs still tend to be bigger, because occurrences of accidents and mainly load robbery. The author during your experience as controlling of fleet, identified that each time more the companies are searching to create harness operational procedures of transport the tracking technologies, with intention to fight occurrences of accidents of load robbery, but they had still gotten the longed for success yet, because we don t have technology that effectively tracks the load in transit, what it facilitates the action of the organized groups. This research has as objective to consider a new strategy of load tracking in transit, where the tracking object will be the carried load instead of the transporting vehicle. Of this form, the author search s to open possibilities for new projects and implementations. Key words: logistic, tracking and management of risk.

12 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 12 INTRODUÇÃO O presente estudo segue uma ordem de apresentação e desenvolvimento onde inicialmente se identifica a situação problema, medidas de prevenção e proposição de um modelo de utilização de tecnologia, para buscar uma solução viável. No Capítulo 1 o autor apresenta suas justificativas, abordando um modo de pensar e algumas situações observadas em seu dia-a-dia de trabalho, desta forma identificou a situação problema e o porque da abordagem, definindo os objetivos principais a serem alcançados pelo estudo e de que forma conduziu sua pesquisa exploratória. No Capítulo 2 é apresentado todo o referencial bibliográfico que embasou e definiu as operações e gestão dos processos logísticos nas empresas, citando a necessidade de um planejamento completo que envolva todas as atividades de uma empresa, buscando atingir-se um maior nível competitivo perante a concorrência, tal nível de competitividade somente é alcançado através de uma eficiente gestão da cadeia de suprimentos, que busca a minimização dos custos envolvidos com tais operações, citando o transporte como uma das mais importantes e dispendiosas operações desta cadeia. No Capítulo 3 mostra-se através de gráficos que o problema do roubo de cargas é um grande obstáculo na gestão da cadeia de suprimentos, demonstrando o prejuízo acarretado as empresas, citando o Estado de São Paulo como o mais afetado do Brasil, devido a uma maior movimentação e um maior escoamento da produção brasileira através do Estado. Este panorama de prejuízos incita duas linhas de ações: a primeira linha de ação é o combate direto ao receptador, onde o governo Federal iniciou a Comissão Parlamentar de Inquérito CPI Roubo de Cargas, e a segunda linha de ação é a utilização dos serviços de empresas especializadas em Gerenciamento de Riscos, que buscam atuar na prevenção, de forma a diminuir os prejuízos acarretados com os roubos. No Capítulo 4, é demonstrada a forma de atuação das empresas de gerenciamento de risco. Tais empresas identificam os riscos inerentes à operação de transporte efetuada pela

13 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 13 contratante, fazendo-se uma Análise de Riscos. Desta análise, inicia-se o projeto de Gerenciamento de Risco, onde se é definido as rotinas e processos das operações de transporte da contratante, e também procedimentos de atenuação de sinistros já ocorridos, como será demonstrado nos estudos de caso constantes no capítulo. No Capítulo 5, demonstra-se as principais tecnologias de rastreamento e suas características, citando as tecnologias de Código de Barras, GPS (Sistema de Posicionamento Global) e etiqueta RFID (Identificação de Rádio Freqüência). No Capítulo 6 o autor faz a proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas, utilizando-se de tecnologia já desenvolvida e conhecida, etiqueta RFID, dando a ela uma nova forma de aplicação, com o intuito de rastrear a carga em trânsito, e não o veículo transportador.

14 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito ESCOPO DO ESTUDO 1.1 JUSTIFICATIVA A experiência do autor, como estagiário Controlador de Frota do grupo Iporanga (rede varejista e atacadista de drogarias), estimulou a abordagem do assunto, pois vivenciando as rotinas das operações de transporte, houve a oportunidade de se observar os problemas e as necessidades de uma eficiente operação. Uma eficiente operação logística utilizando-se dos diversos modais para transporte de cargas possibilita que produtos de qualquer parte do mundo possam ser comercializados a preços competitivos em diferentes localidades, mas o crescente problema do Roubo de Cargas faz com que as empresas envolvidas nas diversas cadeias de suprimentos tenham prejuízos devido sinistros de roubo. Diversos sistemas e tecnologias de rastreamento foram desenvolvidos para que houvesse diminuição nas ocorrências de roubo de cargas em trânsito, mas não obtiveram o êxito almejado. O autor estimulado pelo desafio buscou uma nova e mais efetiva forma de rastreamento de cargas em trânsito, aplicando conceitos adquiridos durante o processo de graduação nesta Instituição. 1.2 OBJETIVOS Este trabalho, a fim dar clareza ao seu desenvolvimento, pretende responder aos seguintes objetivos:

15 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 15 Objetivo 1: demonstrar como as empresas gerenciam os riscos decorrentes de uma operação de transporte e suas principais medidas de segurança. Objetivo 2: propor uma nova estratégia de rastreamento de cargas em trânsito, embasado no referencial bibliográfico exposto no Capítulo 2, o qual será exposto no Capítulo 6. Objetivo 3: na conclusão abrir possibilidades para novos estudos e implementações na área. 1.3 METODOLOGIA Os métodos empregados neste estudo foram os seguintes: 1. Levantamento bibliográfico de conceitos de gerenciamento da cadeia de suprimentos, gestão de frotas, análise de projetos e logística empresarial, demonstrados no capítulo 2 deste estudo. 2. Levantamento de experiências: em virtude de o autor atuar como estagiário durante um ano na área de controlador de frota do grupo Iporanga (rede varejista e atacadista de drogarias), facilitando e sendo de grande utilidade para o conhecimento das operações e necessidades na área de transportes. 3. Estudos de casos: Demonstração de qual maneira as empresas que atuam como gerenciadora de riscos utilizam-se de tecnologias de rastreamento para formar as rotinas e processos da empresa contratante, com o intuito de inibir possíveis sinistros de roubo de carga e criação de procedimentos minimizadores para sinistros ocorridos. Assim, o objeto da pesquisa exploratória tende a apresentar uma melhor forma de rastrear as cargas em trânsito utilizando uma tecnologia já existente, mas dando-lhe uma nova forma de aplicação.

16 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito LOGÍSTICA, PROJETOS E OPERAÇÕES A logística representa hoje um grande diferencial para as empresas, e uma gestão eficiente da cadeia de suprimentos representará no mínimo uma grande redução de custos. Segundo Ernst, Fender e Kouvelis (2000:39) a operacionalização consiste em planejamento, implantação e controle de fluxo de informações eficientes, a custos otimizados do fabricante aos consumidores, atendendo todas as suas necessidades. No passado a cadeia era tratada como uma simples entrada de matérias-primas e saída de manufaturados, atualmente a logística trata de toda a cadeia de suprimentos e informações geradas por ela, atuando principalmente como fornecedora de serviço, não importando a área de atuação da empresa. Woiler (1996:21) cita que as empresas podem ser vistas como processos de entradas e saídas, e estes devem ser dirigidos seguindo a três tipos de decisões: Estratégicas (a empresa com o meio), Administrativas (estrutura interna da empresa), Operacionais (processo de transformação). Em muitos casos o administrador acaba dando maior ênfase à gestão das operações, por esta ser de necessidade imediata e estar ligada diretamente com o nível de desempenho da empresa, e como conseqüência desta ênfase, às respostas da empresa perante as mudanças no mercado serão defasadas, podendo até determinar sua saída dele. Desta forma o gestor deve estar atento às três decisões (estratégicas, administrativas e operacionais) para que a empresa garanta um melhor posicionamento no mercado. Woiler (1996:24) pontua que todo processo de planejamento deve iniciar-se pela definição do objetivo (ou objetivos) a ser alcançado, visando buscar algo que a empresa não possui. A filosofia do planejamento pode ser executada seguindo três diretrizes : Satisfação Os objetivos serão em número reduzidos, sendo que estes encontrem menor resistência à sua implementação. O administrador busca basicamente centrar o projeto no aspecto financeiro, dando ênfase ao orçamento e suas projeções.

17 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 17 Otimização O administrador que segue esta filosofia formula os objetivos de formas quantitativas, procurando formar modelos matemáticos que ao serem otimizados indicarão como a empresa deverá ser gerida. Adaptação O ponto básico na filosofia de planejamento adaptativo é que a firma deve responder de modo adequado às mudanças externas, por serem as mesmas as principais responsáveis pelos problemas internos. Do ponto de vista adaptativo, as respostas da empresa serão mais adequadas e flexíveis se os executivos estiverem preparados. (Woiler, 1996:23). Para Woiler (1996:23), o planejamento empresarial inicia-se com a coleta e apuração de dados e informações, com intuito de embasar o processo, que visa à formação de um projeto que irá direcionar a empresa para a posição futura desejada. Figura 1: Visualização de uma empresa: Critério de entradas e saídas Woiler (1996:25) pontua que a decisão de investir em um projeto deve vir da sinergia que surge na interação de dois ou mais elementos em um sistema. A sinergia é considerada positiva quando o resultado da soma for maior que a dos elementos considerados e pode também ser negativa se o resultado da soma for menor que os elementos considerados. A sinergia é importante na hora da decisão, pois fornece uma estrutura de referência qualitativa. Para avaliar o negócio da empresa e qual a sua relação com o mercado, é necessário também focar seu nível de crescimento e sua vantagem competitiva, fazendo-se necessário o conhecimento do binômio produto-mercado. O produto desempenha uma missão, que é atingir a satisfação de quem o adquiri e são vendidos em mercados. A expansão de mercado

18 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 18 ocorre quando há descobertas de novas missões para antigos ou novos produtos, resultado de inovações. A vantagem competitiva permite determinar os produtos e mercados nos quais a empresa se encontra especialmente preparada para atuar. Conforme Woiler (1996:27-28), o projeto é entendido por um conjunto de informações internas ou externas á empresa com o objetivo de iniciar-se uma decisão de investimento. Sua classificação dependerá de seu objetivo, em escala macroeconômica (Agrícola, Industrial ou Serviços) e microeconômica (Implantação, Modernização, Relocalização, Diversificação), além disso, também pode ser classificado em função do uso que o mesmo terá: Viabilidade, Finalidade e Financiamento. Toda e qualquer empresa, não importando o ramo de atividade, possui um fluxo de entrada e saída, que pode vir a ser compreendido através da sua cadeia de suprimento, conforme a figura a seguir. Figura 2: Visualização da Cadeia de Suprimentos Woiler (1996:24) pontua: a divisão destas atividades em blocos de projetos distintos entre si, permite uma decisão de investimento compatível com os objetivos da empresa. Ballou (1993:113) cita que os custos envolvidos com as atividades de transporte e movimentação de cargas podem vir a representar até dois terços dos custos logísticos de uma cadeia de suprimento. Segundo a revista tecnologística (jan/2006), os custos logísticos representam 12,6% do PIB nacional, descritos como a figura a seguir.

19 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 19 Figura 3: Custos Logísticos no Brasil Um dos objetivos empresariais é a busca constante pela minimização de tais custos, que muitas vezes são acrescidos por taxas de seguros elevadas e medidas de segurança, em função do tipo de carga e da rota utilizada. Desta forma, projetos com a finalidade de rastreamento (veículo/carga) estão em constante desenvolvimento.

20 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito PANORAMA DO ROUBO DE CARGAS Para Ballou (1993:113), não importa a área de atuação, o transporte é a indústria mais importante do mundo, não só por representar uma grande fatia dos recursos da empresa, mas por ser um importante elo de ligação da cadeia de suprimentos. Com uma eficiente operação, podem ser alcançados produtos com preços competitivos, pois o transporte junto com os custos de produção, vendas e outros, compõem o custo agregado do produto. O transporte possui algumas variáveis quantificáveis de custo e desempenho, que são elas: custo direto do serviço, tempo de entrega, variabilidade do tempo de entrega, perdas, danos e roubos. No Brasil e principalmente no Estado de São Paulo o problema do roubo de cargas durante o transporte é muito elevado, devido uma maior movimentação e escoamento da produção brasileira no Estado. Segundo a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo que tem atuado diretamente na comunicação das ocorrências, no acompanhamento das investigações decorrentes, na produção de estatísticas periódicas e na atualização de Banco de Dados de interesse do setor, os números de ocorrências registrados no Estado são dados conforme gráficos a seguir: Gráfico 1: Total mensal de ocorrências de roubo de cargas registrados no Estado de São Paulo no ano de 2005

21 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 21 Gráfico 2: Total mensal de prejuízos acarretados com o roubo de cargas ocorridos no Estado de São Paulo no ano de 2005 Gráfico 3: Total de ocorrências de roubo de cargas por produto registrados em São Paulo no ano de 2005

22 Gráfico 4: Tipos de cargas mais visadas ao roubo Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 22

23 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 23 Gráfico 5: Ocorrências de roubo nas regiões do Estado de São Paulo Gráfico 6: Ocorrências de roubo nas rodovias federais e estaduais do Estado de São Paulo

24 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 24 Conforme dados acima, observa-se que as empresas que transportam produtos eletrônicos, farmacêuticos, têxteis, cargas fracionadas e produtos alimentícios, são mais visadas ao roubo, devido estas cargas serem de alto valor agregado e de fácil comercialização. Grande parte dos receptadores de mercadorias roubadas encontram-se dentro de grandes redes varejistas e atacadistas. Este panorama incita duas linhas de ações: A primeira linha de ação é o combate direto ao receptador, envolvendo ações governamentais e da sociedade em geral, necessitando assim de mudanças no ambiente político e cultural da nação. O governo Federal criou a Comissão Parlamentar de Inquérito CPI Roubo de Cargas, que busca a identificação do fluxo de monetário movimentado nas transações, que como conseqüência levaria aos receptadores. A segunda linha de ação é a criação de empresas voltadas para o estudo e desenvolvimento de soluções que minimizem o problema, de forma a atuar na prevenção, sendo algumas vezes ostensivas com o intuito de evitar ações contra o patrimônio, e desta forma diminuir os prejuízos acarretados com os roubos. Tais empresas que trabalham na prevenção de sinistros promovem estudos conhecidos como Análise de Riscos que tem como objetivo a identificação dos riscos de sinistros presentes nas rotinas das empresas, fornecendo assim conhecimento para que sejam implementados controles eficazes de segurança, com o intuito de criar um projeto de Gerenciamento de Riscos. Tal projeto tem o monitoramento de carga como uma importante ferramenta de gestão.

25 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito GESTÃO DO RISCO Para que o desafio de inibir o roubo de carga seja atingido, há necessidade de conhecimento de todo o processo logístico. Conforme Ernst, Fender e Kouvelis (2000: ), uma vez que a forma de distribuição é escolhida, defini-se também as rotas para melhor servir aos seus clientes ao mínimo risco e com menores custos envolvidos. Esse é o trabalho de definição de rede da distribuição física. A rede deve englobar todos os recursos da cadeia como: armazenagem, transporte e estoque. Se existe uma atividade, existe um risco, por isso, o risco é inerente à atividade, o risco pode ser uma opção e não um destino e deve ser avaliado através de análises dos históricos, estatísticas e experiências. O risco é um evento incerto ou de data incerta que independe da vontade das empresas e pode tornar-se preventivo através de seu gerenciamento. Eventos inesperados têm servido como combustível para a necessidade de desenvolvimento da gerência de riscos operacionais. Figura 4: Impulsionadores de mudanças operacionais

26 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito ANÁLISE DE RISCOS O controle de risco constitui em um programa de prevenção de perdas, reduzindo assim, tanto a freqüência como a severidade das ameaças. Para iniciar-se um programa de prevenção de perdas é necessário o levantamento da Análise de Riscos, que deve levar em consideração: Processos de negócio: Identificar junto aos gestores e colaboradores os processos de negócio existentes na empresa. Ativos: Identificar os ativos que serão considerados na Análise de Risco: Pessoas, Infra-estrutura, Aplicações, Tecnologia e informações. Vulnerabilidades: Identificar as vulnerabilidades existentes nos ativos que possam causar indisponibilidade dos serviços ou serem utilizadas para roubo das suas informações. - Ameaças: Identificar os agentes que podem vir a ameaçar a empresa. - Impacto: Tendo identificado as vulnerabilidades e ameaças, identificamos o impacto que estes podem causar na empresa. Como roubo de informação, paralisação de serviços, perdas financeiras entre outros. Uma Análise de Risco bem realizada possibilitará a empresa uma garantia de confidencialidade, disponibilidade e integridade da suas informações. Confidencialidade: Garantir que apenas pessoas autorizadas tenham acesso às informações. Disponibilidade: Garantir que a empresa tenha acesso à informação sempre que necessário. Integridade: Garantir que haja controle quanto à alteração das informações.

27 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito GERENCIAMENTO DE RISCOS EVITAR PREVENIR REDUZIR O Gerenciamento de Risco é um conjunto de técnicas que visa reduzir ao mínimo os efeitos das perdas, e busca a redução de riscos que possam causar danos às empresas, tanto quanto danos pessoais, materiais, ao meio ambiente e à imagem da empresa. A Gerência de Riscos é o processo de Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar os recursos humanos e materiais de uma organização, no sentido de minimizar os efeitos dos riscos sobre a mesma, ao mínimo custo possível. Gerenciar riscos é importante, porque: Evita ou reduz perdas Antecipa e limita as conseqüências financeiras de perdas Reduzir as incertezas a níveis gerenciáveis é essencial à sobrevivência de qualquer negócio e de muitos outros tipos de organizações. Temos que avaliar e planejar medidas para enfrentar os riscos. Sendo assim, devemos: Evitar o evitável Controlar o controlável Minimizar o imprevisível. Mais do que operações eficientes, à medida que sistemas operacionais se tornam fontes críticas de informações gerenciais, os gerentes de riscos operacionais tornar-se-ão menos focalizados na gestão da eficiência de operações continuadas (as rotinas) e mais preocupados com o crescimento dos negócios ao se assegurarem da precisão de dados operacionais, relatórios de processos e análise de prosseguimento futuro, sendo assim liberados para criarem e produzirem.

28 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito ESTUDO DE CASO 1 GV ACESSÓRIA E CONSULTORIA EM GERENCIAMENTO DE RISCO SEMP TOSHIBA Através deste Estudo de Caso, será demonstrado como as empresas na área de rastreamento utilizam a tecnologia GPS (Global Position System) como ferramenta para a redução de sinistros em roubos de cargas, lembrando que tal equipamento é instalado na carroceria do veículo transportador. Serão detalhados as medidas e procedimentos que visam estabelecer regras a serem cumpridas nas atividades que envolvam o transporte de cargas da contratante do serviço de Gerenciamento de Risco, a empresa multinacional Semp Toshiba, visando otimizar a segurança e o controle das cargas em trânsito em território Nacional. 1. Produtos que farão parte do gerenciamento de risco Todas as cargas CIF (Cost Insurance Freight) movimentadas pela Semp Toshiba a partir das fábricas, centros de distribuição e transportadoras. 2. Abrangência do gerenciamento de risco A GV irá gerenciar o risco das cargas Semp Toshiba, sendo que a sua participação no processo termina no recebimento da carga pelo cliente ou centro de distribuição. Empresas abrangidas pela atividade de gerenciamento de Risco: Semp Toshiba S/A Semp Toshiba Amazonas S/A Semp Toshiba Bahia Semp Toshiba Informática 3. Regras para o transporte de cargas As regras de risco foram divididas de acordo com os tipos de operações através das tabelas de gerenciamento de risco a seguir: Tabela 1 Operação Nacional. Tabela 2 Operação Nordeste (embarques com origem e destino Salvador BA). Tabela 3 Operação São Paulo Distribuição na Região Metropolitana. Tabela 4 Operação Cabotagem. Tabela 5 Operação Consórcio, Assistência Técnica e Brindes.

29 Proposição de um novo modelo de rastreamento de cargas em trânsito - 29 Tabela 1: Operação Nacional - deslocamento terrestre ITEM OBRIGATÓRIO DE GERENCIAMENTO DE RISCO Até R$ 100 mil De R$ mil Até R$ 300 Mil Limite de Cobertura De R$ mil Até R$ 450mil De R$ mil Até R$ mil De R$ mil Até R$ Milhão Cadastro Inforisk Sim Sim Sim Sim Sim Formação de Comboio Rodoviário (limite máximo de quatro veículos) Veículo dotado de rastreador Autotrac nível 02/03 sem calibração, ou Controlsat versão Alpha / Omega 1.14 Veículo dotado de rastreador Autotrac nível 02/03 calibrado c/ proteção de antena, ou Controlsat versão Alpha / Omega 1.15 com recursos de autobloqueio Rastreamento de veículos realizado pela Central GV Escolta rastreada por empresa homologada pela GV para percurso previsto em Plano de Contingência Emissão dos dados do embarque no SGTS Controle de início de viagem Opcional Opcional Opcional Opcional Opcional Opcional Sim Sim (com acompanhamento de escolta) Opcional Sim Sim Sim (com acompanhamento de escolta, caso o veículo não possua a Trava da Quinta roda). Sim (com acompanhamento de escolta, caso o veículo não possua a Trava da Quinta roda). Sim (com acompanha mento de escolta) Sim Opcional Sim Sim Sim Sim Opcional Opcional Sim (caso o veículo Sim (caso o veículo não possua a Trava não seja calibrado) da Quinta roda) Sim Não Sim Sim Sim Sim Observações Gerais: Cargas com origem em Belém-PA, os veículos em comboios deverão ser: 1. Obrigatoriamente acompanhados por escolta homologada pela GV a partir dos seguintes postos de acordo com as rotas abaixo, até o destino final. a. Rota A Belém x São Paulo (via Uberlândia) escolta a partir do Posto Iratí em Uberlândia MG.

DECLARAÇÃO. Quando as mercadorias forem usadas, as coberturas do seguro ficam automaticamente reduzidas para a COBERTURA BÁSICA RESTRITA C nº 01.

DECLARAÇÃO. Quando as mercadorias forem usadas, as coberturas do seguro ficam automaticamente reduzidas para a COBERTURA BÁSICA RESTRITA C nº 01. São Paulo, 31 de outubro de 2014. À RODOBORGES EXPRESS LOG INTEGRAD LTDA EPP CNPJ: 01.375.753/0003-06 CNPJ: 01.375.753/0004-97 DECLARAÇÃO Declara-se para todos os fins e efeitos que, a partir das 24 horas

Leia mais

Eagle Rastreamento Veicular

Eagle Rastreamento Veicular Softech Software Brasil Ltda. Eagle Rastreamento Veicular Softech Tecnologia em Software Versão 1.4.0.0 13 2 Introdução Objetivo do manual de instruções O presente manual foi elaborado com o objetivo de

Leia mais

Soluções de Gestão e Gerenciamento de Riscos que Criam Valor e Sustentabilidade à Logística ou Seu GR Pode Tornar a Logística Mais Verde?

Soluções de Gestão e Gerenciamento de Riscos que Criam Valor e Sustentabilidade à Logística ou Seu GR Pode Tornar a Logística Mais Verde? Soluções de Gestão e Gerenciamento de Riscos que Criam Valor e Sustentabilidade à Logística ou Seu GR Pode Tornar a Logística Mais Verde? II Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes 10 de Dezembro

Leia mais

Localização e Inteligência Móvel. Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar.

Localização e Inteligência Móvel. Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar. Localização e Inteligência Móvel Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar. 1 2 Localização e Inteligência Móvel Todos os dias sua empresa enfrenta grandes desafios para

Leia mais

GUIA DE SERVICOS E DE BENEFÍCIOS. Uma série de diferenciais, serviços e benefícios para o cliente.

GUIA DE SERVICOS E DE BENEFÍCIOS. Uma série de diferenciais, serviços e benefícios para o cliente. GUIA DE SERVICOS E DE BENEFÍCIOS Uma série de diferenciais, serviços e benefícios para o cliente. Um portal cheio de facilidades, serviços e benefícios exclusivos para clientes Porto Seguro No Portal do

Leia mais

d) R$ 70.000,00 (setenta mil reais), exclusivamente para embarques de mercadorias usadas amparadas de pela Cobertura Básica Restrita (B).

d) R$ 70.000,00 (setenta mil reais), exclusivamente para embarques de mercadorias usadas amparadas de pela Cobertura Básica Restrita (B). SEGURADO SINDICATO DA INDUSTRIA DA CONSTRUCAO PESADA NO ESTADO DE MG CNPJ: 16.631.087/0001-35 EXTENSIVO ÀS EMPRESAS DO MESMO GRUPO E/OU CONSÓRCIOS LIMITE MÁXIMO DE GARANTIA Fica estabelecido que o limite

Leia mais

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com TMS e Roteirizadores Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Definição TMS (Transportation Management System) é um produto para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu Anna Karoline Diniz Fortaleza Camila Moura Favaro Fernando dos Anjos Reinaldo Francisco Carvalho Tiago Souza Tecnologia da Informação no Transporte São Paulo 2013 1 Tecnologia

Leia mais

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS TRANSQUALIT Transqualit GRIS GERENCIAMENTO DE RISCOS INTRODUÇÃO Organizações de todos os tipos estão cada vez mais preocupadas em atingir e demonstrar um desempenho em termos de gerenciamento dos riscos

Leia mais

Distribuição e transporte

Distribuição e transporte Distribuição e transporte Gestão da distribuição Prof. Marco Arbex Introdução Toda produção visa a um ponto final, que é entregar os seus produtos ao consumidor; Se o produto não está disponível na prateleira,

Leia mais

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE

Leia mais

POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL

POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL POR QUE EMBARCAR COM A LOG-IN? Soluções logísticas que integram Brasil e MERCOSUL SOBRE LOG-IN BENEFÍCIOS MONITORAMENTO 24HS DAS CARGAS Monitoramento de risco e informação de todas as viagens; INTERMODALIDADE

Leia mais

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE

Leia mais

Transportes e Logística

Transportes e Logística Transportes e Logística Quem somos? Fundada em 1973. Sediada na Cidade de São Caetano do Sul Estado de São Paulo. Atua no segmento de Logística Nacional e Internacional. Atende os seguintes Países: Brasil

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

1º Seminário de Gerenciamento de Riscos. Logistica - Soluções e Aplicações

1º Seminário de Gerenciamento de Riscos. Logistica - Soluções e Aplicações Logistica - Soluções e Aplicações 01 A saída para o transporte rodoviário é a Logistica integrada? Deveria ser, mas infelizmente o Brasil apostou no passado na implementação do transporte de cargas no

Leia mais

GESTÃO DA INOVAÇÃO - UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO POR SATÉLITE PARA MELHOR EFICIÊNCIA DA GESTÃO LOGÍSTICA - ESTUDO DE CASO

GESTÃO DA INOVAÇÃO - UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO POR SATÉLITE PARA MELHOR EFICIÊNCIA DA GESTÃO LOGÍSTICA - ESTUDO DE CASO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& GESTÃO DA INOVAÇÃO - UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES

SISTEMAS DE TRANSPORTES ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS, PRODUÇÃO E LOGÍSTICA SISTEMAS DE TRANSPORTES TRANSPORTES Transportes, para a maioria das firmas, é a atividade logística mais importante, simplesmente porque ela absorve, em

Leia mais

GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR

GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR GT GPRS RASTREADOR VIA GPS COM BLOQUEADOR O GT GPRS é um equipamento wireless que executa a função de recepção e transmissão de dados e voz. Está conectado à rede de telefonia celular GSM/GPRS, para bloqueio

Leia mais

ALGUNS DIFERENCIAIS. Operadores a Diretoria.

ALGUNS DIFERENCIAIS. Operadores a Diretoria. A EMPRESA Desde nossa fundação em 1987, nos especializamos em Sistemas de Segurança. Ao longo destes anos de atuação no mercado, acumulamos experiência também em várias áreas como: Monitoramento, Logística,

Leia mais

Carta de Apresentação

Carta de Apresentação Carta de Apresentação Estamos encaminhando nosso portfólio na intenção de apresentar nossa empresa. Fundada em 2005, a JB Transportes & Logística tem um único objetivo: a eficiência no transporte. Para

Leia mais

Inteligência Embarcada Módulo de Inteligência Embarcada

Inteligência Embarcada Módulo de Inteligência Embarcada Inteligência Embarcada Módulo de Inteligência Embarcada - Para acessar o módulo deve-se ir ao menu FERRAMENTAS, sub-menu INTELIGÊNCIA EMBARCADA. O menu, ilustrado abaixo, contém as seguintes opções: Configurando

Leia mais

23/08/2013. Tecnologia da Informação. Transportes SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI

23/08/2013. Tecnologia da Informação. Transportes SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO INTEGRADA DA LOGISTICA SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI ANNA KAROLINE DINIZ CAMILA MOURA FAVARO FERNANDO DOS ANJOS REINALDO FRANCISCO TIAGO SOUZA

Leia mais

APÓLICE COLETIVA DE SEGURO DE TRANSPORTE Coletânea de Perguntas e Respostas

APÓLICE COLETIVA DE SEGURO DE TRANSPORTE Coletânea de Perguntas e Respostas APÓLICE COLETIVA DE SEGURO DE TRANSPORTE Coletânea de Perguntas e Respostas 1. A quem se destina a apólice? R.: Destina-se às empresas associadas ao SICEPOT-MG, sendo extensivo às empresas do mesmo grupo

Leia mais

PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER

PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTOS PARA O TRANSPORTE DE CONTÊINER julho-11 Percurso de ida e volta Contêiner até 25 t Contêiner acima de 25 t até 30

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE ALTA TAXAS CADA

Leia mais

O que você encontrará nesse e-book? Sumário

O que você encontrará nesse e-book? Sumário [ E-BOOK] Sumário O que você encontrará nesse e-book? Lei N.º 13.103/15 Lei dos Motoristas...03 Como fazer controle de jornada...07 Controle de Jornada...09 Portaria Nº 373...17 Conclusão...20 Material

Leia mais

GERENCIAMENTO DE VEÍCULOS

GERENCIAMENTO DE VEÍCULOS 1. OBJETIVO Estabelecer o procedimento padrão a ser implementado na Irapuru Transportes Ltda quanto ao gerenciamento (solicitação e programação) de veículos (carretas e cavalos) da frota própria bem como

Leia mais

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Transporte de Carga Vol. IX Manual de Segurança Apresentação A tualmente, cerca de 63% das cargas que circulam pelo País são transportadas por vias rodoviárias.

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS

GERENCIAMENTO DE RISCOS GERENCIAMENTO DE RISCOS Desde nossa fundação em 1987, nos especializamos em Sistemas de Segurança. Ao longo destes anos de atuação no mercado, acumulamos experiência também em várias áreas como: Monitoramento,

Leia mais

A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2.

A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2. A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2.000 consultores que se dedicam de forma integral à gestão de riscos

Leia mais

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos 2012 Apresentação Luiz José de Souza Neto Union Modal Logística Integrada Rua Teixeira de Freitas, 72, cj. 23 Santos / SP - Tel.: 13 30613387 luiz@unionmodal.com.br A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA.

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA DANONE LTDA CD GUARULHOS

NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA DANONE LTDA CD GUARULHOS Original Atualização Entrega 14/11/2014 14/11/2014 14/11/2014 NORMAS E PROCEDIMENTOS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA DANONE LTDA CD GUARULHOS RAZÃO SOCIAL DO TRANSPORTADOR GPS LOGÍSTICA E GERENCIAMENTO DE

Leia mais

Visões sobre a padronização mínima de "PGR s" - Planos de Gerenciamento de Riscos e DDR s Declaração de Dispensa de Direito de Regresso

Visões sobre a padronização mínima de PGR s - Planos de Gerenciamento de Riscos e DDR s Declaração de Dispensa de Direito de Regresso Visões sobre a padronização mínima de "PGR s" - Planos de Gerenciamento de Riscos e DDR s Declaração de Dispensa de Direito de Regresso Gostaria de iniciar com algumas definições sobre os riscos da atividade

Leia mais

SOLUÇÕES TELEMÁTICAS

SOLUÇÕES TELEMÁTICAS SOLUÇÕES TELEMÁTICAS A Plataforma agora poderá atender à todos estes nichos de negócios, atendendo a cada necessidade de controle de cargas, logística, pessoas e ainda por cima valorizando a segurança

Leia mais

RASTREAMENTO VEICULAR SEGURANÇA & LOGÍSTICA. Funcionalidade Gerenciamento Equipamentos Comunicação Benefícios

RASTREAMENTO VEICULAR SEGURANÇA & LOGÍSTICA. Funcionalidade Gerenciamento Equipamentos Comunicação Benefícios RASTREAMENTO VEICULAR SEGURANÇA & LOGÍSTICA Funcionalidade Gerenciamento Equipamentos Comunicação Benefícios Soluções ICS A ICS desenvolve soluções que utilizam hardware com tecnologia de ponta. Os softwares

Leia mais

SEGURANÇA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

SEGURANÇA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS SEGURANÇA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS REGIS, Jéferson Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais de Garça FAEG - Labienópolis - CEP 17400-000 Garça (SP) Brasil Telefone (14) 3407-8000

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Gestão de Transporte. Gestão do Transporte: Próprio ou Terceiros? Gestão de Transporte Avaliação das modalidades. Que fatores a serem considerados?

Gestão de Transporte. Gestão do Transporte: Próprio ou Terceiros? Gestão de Transporte Avaliação das modalidades. Que fatores a serem considerados? Gestão de Transporte Que fatores a serem considerados? A Atividade de Transporte: Sua Gestão Barco Trem Caminhão Peso Morto por T transportada 350 kg 800kg 700 kg Força de Tração 4.000 kg 500 kg 150 kg

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Olinda - Pernambuco - Brasil

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Olinda - Pernambuco - Brasil XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Sistema Otimização de Serviços Comerciais em Apoio à Operação de Corte e Religação

Leia mais

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS Características Design inovador Controle de acesso Permite criar usuários com senhas podendo-se definir no sistema quais as funcionalidades cada

Leia mais

Lei 12 619 Regulamentação Profissão Motorista

Lei 12 619 Regulamentação Profissão Motorista Lei 12 619 Regulamentação Profissão Motorista 1. Introdução Este documento tem por objetivo apresentar a solução de software e serviço que atenderá a Lei nº 12.619 de 30 de abril de 2012,publicada no Diário

Leia mais

www.nsclogistica.com.br

www.nsclogistica.com.br www.nsclogistica.com.br A Missão, Visão Valores Infra-Estrutura Nossa Frota Soluções Gris A A NSC logística atua no segmento de logística de telecomunicações desde 1988, estrategicamente situada as margens

Leia mais

GT BLOCK LBS RASTREAMENTO VIA CÉLULA COM BLOQUEADOR

GT BLOCK LBS RASTREAMENTO VIA CÉLULA COM BLOQUEADOR GT BLOCK LBS RASTREAMENTO VIA CÉLULA COM BLOQUEADOR Esta tecnologia torna possível o sistema de anti sequestro, rastreamento, escuta e bloqueio de veículos conforme a área de cobertura, que ao ser acionado,

Leia mais

Categoria: Case: PAMTAX

Categoria: Case: PAMTAX PRÊMIO ANSP 2005 Categoria: Empresas de Prestação de Serviços Case: PAMTAX 2 Í N D I C E SINOPSE Pág. 4 PROBLEMA Pág. 5 A situação das seguradoras Pág. 6 A situação das transportadoras Pág. 8 SOLUÇÃO Pág.

Leia mais

Logística de Coleta de Resíduos Provenientes de Varrição do Serviço de Limpeza Urbana da Região Central do Município de Belo Horizonte - MG

Logística de Coleta de Resíduos Provenientes de Varrição do Serviço de Limpeza Urbana da Região Central do Município de Belo Horizonte - MG Logística de Coleta de Resíduos Provenientes de Varrição do Serviço de Limpeza Urbana da Região Central do Município de Belo Horizonte - MG Carlos Cirilo Marcelino ( FEAMIG ) carlosmarcelino1976@yahoo.com.br

Leia mais

Serviço Autorizado OnixSat

Serviço Autorizado OnixSat ATENÇÃO Para evitar o acionamento do bloqueio automático é importante que o motorista comunique à Trucks Control - Serviço Autorizado OnixSat antes de realizar qualquer tipo de manutenção no veículo. Recomenda-se

Leia mais

Armados até os. Segurança

Armados até os. Segurança Segurança Armados até os Gerenciadores de risco e transportadores falam do aparato que é necessário hoje para transportar uma carga valiosa em razoável nível de segurança. Até helicóptero é usado na escolta.

Leia mais

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Isabel Marcia Rodrigues (UTFPR) imarcia.r@hotmail.com João Carlos Colmenero (UTFPR) colmenero@utfpr.edu.br Luiz Alberto

Leia mais

Especificação do Seguro Facultativo de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga - RCF-DC

Especificação do Seguro Facultativo de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga - RCF-DC 1. PRAZO DO SEGURO A cobertura concedida pelo seguro começa às 24 (vinte e quatro) horas do dia 01/12/2012 para o seu início e finda às 24 (vinte e quatro) horas do dia 01/12/2013. 2. OBJETO SEGURADO Mercadorias

Leia mais

Gestão Estratégica do Transporte

Gestão Estratégica do Transporte Gestão Estratégica do Transporte SUMÁRIO 1. Link Aula Anterior; 2. Conceitos de Gestão Estratégica; 3. Abordagens da Gestão Estratégica de Transportes; 4. Operações Especiais de Transportes; 5. Conceitos

Leia mais

SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS. Outubro/2008

SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS. Outubro/2008 SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS Outubro/2008 O QUE É O SAU? SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS PROJETO PILOTO ABRANGENDO 421,2 KM DE TRECHOS DAS RODOVIAS FEDERAIS BR-040, BR- 060 E BR-153, NO DISTRITO

Leia mais

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 19, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro

Leia mais

Tecnologia com Máxima Economia. RECURSO EXCLUSIVO INOVANDO SEMPRE. Balança Computadora Urano Maximus II. Automação Comercial e Balanças Eletrônicas

Tecnologia com Máxima Economia. RECURSO EXCLUSIVO INOVANDO SEMPRE. Balança Computadora Urano Maximus II. Automação Comercial e Balanças Eletrônicas Tecnologia com Máxima Economia. RECURSO EXCLUSIVO INOVANDO SEMPRE Comunicação po r Cabo ou Rádio Frequência Etiquetador conjugado Produt o patenteado P I 8502136 Balança Computadora Urano Maximus II Automação

Leia mais

VEÍCULAR FAMÍLIA - RASTREADOR GPS/GPRS

VEÍCULAR FAMÍLIA - RASTREADOR GPS/GPRS VEÍCULAR FAMÍLIA - RASTREADOR GPS/GPRS AUTOS MOTOS VANS - CAMINHÕES A nova linha VEÍCULAR FAMILIA são rastreadores via satélite de última geração. Além das funções inerentes aos rastreadores, apresentam

Leia mais

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS (TRC) SINISTROS e FRAUDES

TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS (TRC) SINISTROS e FRAUDES TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS (TRC) SINISTROS e FRAUDES 1.Considerações Básicas Quais os Riscos que afetam o TRC??? Riscos presentes no TRC Acidentes de Trânsito Transporte de Cargas em Geral Transporte

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI SUMÁRIO Apresentação... IX Prefácio... XI 1. INTRODUÇÃO À GESTÃO DE FROTAS... 1 1.1. Introdução... 1 1.2. Considerações sobre a Estrutura do Transporte Rodoviário no Brasil... 2 1.3. A Estrutura Organizacional

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 039/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

A Carreira Muller. As melhores soluções para sua empresa

A Carreira Muller. As melhores soluções para sua empresa ABRIL 2.013 A Carreira Muller ESTUDO REEMBOLSO QUILOMETRAGEM ABRIL 2013 As melhores soluções para sua empresa A Carreira Muller é uma empresa de consultoria empresarial que desenvolve e implanta soluções

Leia mais

sexta-feira, 28 de setembro de 12 Meeting Comercial 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 12 Meeting Comercial 2012 Meeting Comercial 2012 SERVIÇOS DE CENTRAL SERVIÇOS DE CENTRAL PA Na linguagem militar Posto Avançado significa o que está à frente dos outros, estrategicamente localizado para controle e prevenção. No

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística

Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística Luis Cláudio Bernardo Moura Avaliação do Impacto do Sistema de Rastreamento de Veículos na Logística Dissertação de Mestrado (Opção profissional) Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção

Leia mais

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II Prof. Alessandro Camargo Logística Internacional As principais características das operações logísticas são: - Complexidade: que podem ser desde o produto até a

Leia mais

www.simplesgps.com.br Simples como tem que ser Revisão 1.05 Página 1

www.simplesgps.com.br Simples como tem que ser Revisão 1.05 Página 1 www.simplesgps.com.br Simples como tem que ser Revisão 1.05 Página 1 Sumário Simples como tem que ser... 3 Acesso... 4 Mapas... 5 Rastreamento... 7 Panorâmica... 7 Cercas... 8 Criando cercas eletrônicas...

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

EMPRESA ESTRUTURA FROTAS MALHA LOGÍSTICA FRANQUIAS SERVIÇOS DIFERENCIAL CONTATO

EMPRESA ESTRUTURA FROTAS MALHA LOGÍSTICA FRANQUIAS SERVIÇOS DIFERENCIAL CONTATO EMPRESA ESTRUTURA FROTAS MALHA LOGÍSTICA FRANQUIAS SERVIÇOS DIFERENCIAL CONTATO Sob o pioneirismo do GRUPO JAD, atuante no mercado logístico há mais de 20 anos, a JADLOG visa disponibilizar um atendimento

Leia mais

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS

ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS ASPECTOS LOGÍSTICOS DO ESCOAMENTO DO AÇÚCAR PAULISTA: TRECHO USINA PORTO DE SANTOS Maria Rita Pontes Assumpção Mestrado em Gestão de Negócios Universidade Católica de Santos Resenha da Dissertação de Bruno

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas...8 2 APRESENTAÇÃO: O SS300 é um rastreador desenvolvido com os mais rígidos padrões de qualidade

Leia mais

FORÇA LOCAL ALCANCE GLOBAL

FORÇA LOCAL ALCANCE GLOBAL FORÇA LOCAL ALCANCE GLOBAL 1 1 Índice FedEx Corporation 3 fedex EM NÚMEROS 4 fedex Express 5 fedex no brasil 6 portfólio doméstico 8 Logística 9 Aéreo 10 Rodoviário 11 portfólio internacional 12 Envios

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE. SALVADOR/BA, 04 de Setembro de 2014.

RIO GRANDE DO NORTE. SALVADOR/BA, 04 de Setembro de 2014. RIO GRANDE DO NORTE SALVADOR/BA, 04 de Setembro de 2014. Monitoramento de veículos na Revenda Francisco Correia E-mail: zonanortegas@ig.com.br O Mercado de GLP em Natal/RN O Mercado de GLP em Natal/RN

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações II Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações II 19º Encontro - 09/10/2011 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - TECNOLOGIA DE PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

Proposta nº 19082014 Joinville, 19 de agosto de 2014

Proposta nº 19082014 Joinville, 19 de agosto de 2014 Proposta nº 19082014 Joinville, 19 de agosto de 2014 À A/C: 2 Página Manifestamos nosso orgulho em nos dar a oportunidade de apresentar a TRILOG RASTREAMENTO VIA SATELITE o qual faz parte do grupo OLEGARIO

Leia mais

SEJA BEM VINDO A IWEIC RASTRACK VIA SATÉLITE

SEJA BEM VINDO A IWEIC RASTRACK VIA SATÉLITE Manual do usuário: SEJA BEM VINDO A IWEIC RASTRACK VIA SATÉLITE Atuamos dentro dos mais altos padrões nacionais de qualidade, para cumprir nossa missão de proporcionar a nossos clientes o máximo de dedicação,

Leia mais

Processamento de Pedidos na Mira Transportes

Processamento de Pedidos na Mira Transportes Processamento de Pedidos na Mira Transportes Sumário 1 Apresentação da empresa... 3 1.1 Histórico... 3 1.2 Diferenciais... 3 2 Processamento de pedidos: revisão teórica... 4 2.1 Preparação... 4 2.2 Transmissão...

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

MBA em Gestão Logística

MBA em Gestão Logística Pág. 1/5 MBA em Gestão Logística Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados das 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas de R$ 380,00* * Valor

Leia mais

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) Instituto de Engenharia de Produção e Gestão www.rslima.unifei.edu.br rslima@unifei.edu.br Conceituacão Sistema de Distribuição um para um

Leia mais

Darcio Centoducato Diretor de Gerenciamento de Riscos

Darcio Centoducato Diretor de Gerenciamento de Riscos 2011 Darcio Centoducato Diretor de Gerenciamento de Riscos Fevereiro 2011 Quais são as causas subjacentes destes acidentes? O que está por detrás das causas? Os acidentes com veículos de carga cada vez

Leia mais

SUPPLY CHAIN: UMA ABORDAGEM DE GESTÃO PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS DE VACINAS

SUPPLY CHAIN: UMA ABORDAGEM DE GESTÃO PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS DE VACINAS ISSN 2179-6998 Rev. Ibirapuera, São Paulo, n. 2, p. 39-43, Jul./Dez. 2011 SUPPLY CHAIN: UMA ABORDAGEM DE GESTÃO PARA A CADEIA DE SUPRIMENTOS DE VACINAS Egberto Gomes Franco¹, Adriana Alves de Souza Santos²,

Leia mais

A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL

A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL, entendendo a necessidade do mercado em serviços relacionados a segurança e proteção do patrimônio, reúne as melhores tecnologias em soluções de segurança e geolocalização.

Leia mais

Apresentação Free Track

Apresentação Free Track Apresentação Free Track A Free Track é um resultado da união de um grupo de empresários que atua no segmento de rastreamento automotivo, sede própria com laboratório de desenvolvimento localizado na maior

Leia mais

Com característica de transporte de cargas com grandes volumes e conseqüente redução de custos, o transporte marítimo na matriz de transporte

Com característica de transporte de cargas com grandes volumes e conseqüente redução de custos, o transporte marítimo na matriz de transporte 61 6 Conclusão Neste capítulo apresentaremos algumas conclusões sobre o conteúdo deste trabalho, tais conclusões servirão para avaliar a atual situação logística do comércio exterior brasileiro através

Leia mais

O Sistema Way foi além, idealizou uma forma não só de garantir a qualidade do produto final, como deotimizar a logística de transporte e entrega.

O Sistema Way foi além, idealizou uma forma não só de garantir a qualidade do produto final, como deotimizar a logística de transporte e entrega. A Way Data Solution se especializou em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para criar um sistema inovador de logística e monitoramento de temperatura/ umidade, através do qual empresas poderão

Leia mais

Transporte Rodoviário de Cargas. Panorama do Setor Eficiência Energética e Metodologia de Avaliação de Empresas

Transporte Rodoviário de Cargas. Panorama do Setor Eficiência Energética e Metodologia de Avaliação de Empresas Transporte Rodoviário de Cargas Panorama do Setor Eficiência Energética e Metodologia de Avaliação de Empresas Panorama do Segmento de Transporte Rodoviário de Carga Brasileiro Panorama TRC Infraestrutura

Leia mais

INDICADORES GERENCIAIS PRÓ-ATIVOS DE SEGURANÇA E SAÚDE. DISPOSITIVOS DE CONTROLE DE UTILIZAÇÃO NOS VEÍCULOS DO GRUPO CEEE.

INDICADORES GERENCIAIS PRÓ-ATIVOS DE SEGURANÇA E SAÚDE. DISPOSITIVOS DE CONTROLE DE UTILIZAÇÃO NOS VEÍCULOS DO GRUPO CEEE. INDICADORES GERENCIAIS PRÓ-ATIVOS DE SEGURANÇA E SAÚDE. DISPOSITIVOS DE CONTROLE DE UTILIZAÇÃO NOS VEÍCULOS DO GRUPO CEEE. Autores João Carlos Lindau Roberto de Azevedo Ferreira GRUPO CEEE RESUMO Cada

Leia mais

Tecnologia Aplicada à Logística

Tecnologia Aplicada à Logística Tecnologia Aplicada à Logística Movimentação e TI Alunos: Keriton Leandro Fernando TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA Definição de Informação na Logística É um elemento de grande importância nas operações

Leia mais

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS 1 ÍNDICE 1. Introdução... 2. Por que preciso investir em tecnologia?... 3. Cinco passos para usar a tecnologia a meu favor... 4.

Leia mais

SYSTEM SAT SOLUÇÕES E CONSULTORIA EM COMUNICAÇÃO DE DADOS TLDA. MANUAL DO PORTAL GS LOG PLUS

SYSTEM SAT SOLUÇÕES E CONSULTORIA EM COMUNICAÇÃO DE DADOS TLDA. MANUAL DO PORTAL GS LOG PLUS SYSTEM SAT SOLUÇÕES E CONSULTORIA EM COMUNICAÇÃO DE DADOS TLDA. MANUAL DO PORTAL GS LOG PLUS Empresa: Systemsat Ltda. Criação: 16 de março de 2012 Termo de Confidencialidade As informações contidas neste

Leia mais

Sistema de Rastreamento e Monitoramento

Sistema de Rastreamento e Monitoramento Sistema de Rastreamento e Monitoramento APRESENTAÇÃO 1. Infra- estrutura; 2. Fuso Horário e idiomas; 3. Perfis de acesso e usuários; 4. Divisão de Grupos; 5. Cadastros; 6. Cercas e Regras; 7. Check list

Leia mais

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 www.brazilpanels.com.br www.abcomm.com.br www.ecommerceschool.com.br Apoio: INTRODUÇÃO A Logística foi escolhida para ser o tema do primeiro estudo

Leia mais

Planejamento Integrado da Cadeia de Cimento

Planejamento Integrado da Cadeia de Cimento 01 SISTEMA ANALÍTICO DE PLANEJAMENTO QUE PERMITE OTIMIZAR O ATENDIMENTO DAS DEMANDAS, A PRODUÇÃO DE CIMENTO E SUPRIMENTO DE INSUMOS, MAXIMIZANDO A MARGEM DE CONTRI- BUIÇÃO DA OPERAÇÃO O CILO É uma ferramenta

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

MAIS QUE UMA FRANQUIA, UM NEGÓCIO DE FUTURO.

MAIS QUE UMA FRANQUIA, UM NEGÓCIO DE FUTURO. MAIS QUE UMA FRANQUIA, UM NEGÓCIO DE FUTURO. Quem nunca sofreu um furto ou conheceu alguém que teve seu veículo furtado? Quem já passou por esse transtorno sabe como é importante investir na segurança

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

www.transplaylog.com.br

www.transplaylog.com.br Soluções integradas para movimentação dos seus produtos. Ligue pra gente! (11) 3588-6868 / 3983-1793 - E-mail: comercial@transplaylog.com.br www.transplaylog.com.br QUEM SOMOS. A Transplay Logística é

Leia mais

Fica entendido e acordado ainda que, os valores constantes acima especificados não são cumulativos entre si.

Fica entendido e acordado ainda que, os valores constantes acima especificados não são cumulativos entre si. SEGURADO TRANS MULT LOG TRANSPORTE E LOGISTICA LTDA CNPJ: 02.073.356/0001-80 LIMITE MÁXIMO DE GARANTIA Fica estabelecido que o limite máximo de garantia do presente seguro não poderá exceder aos sub-limites

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais