UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE USOS E BENEFÍCIOS DA ROTEIRIZAÇÃO NA GESTÃO DE TRANSPORTES Por: Tabatha Moreira Pacheco Orientador Prof. Mary Sue Pereira Rio de Janeiro 2009

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE USOS E BENEFÍCIOS DA ROTEIRIZAÇÃO NA GESTÃO DE TRANSPORTES Apresentação de monografia ao Instituto A Vez do Mestre Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Logística Empresarial. Por: Tabatha Moreira Pacheco

3 3 AGRADECIMENTOS Ao meu marido, meus pais, família e amigos por todo o suporte e força. A minha orientadora por sua paciência e orientação.

4 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a Deus, meu marido, pais, família e amigos.

5 5 RESUMO Considerando a importância do tema em questão, que partiu de minhas observações e de pesquisas bibliográficas, foi utilizado como base principal para a construção de informações a cerca do tema proposto, com o objetivo central de evidenciar as principais utilizações e benefícios de uma ferramenta de roteirização. A situação problema foi identificar os softwares de roteirização e os principais benefícios na gestão de transporte visto que os custos da atividade de transporte geralmente representam a maior parte dos custos logísticos das empresas e, portanto, muitas empresas estão buscando adoção de tecnologias de informação formas de reduzir seus custos de transporte. Entre estas tecnologias, encontra-se a ferramenta de roteirização.

6 6 METODOLOGIA Foram usados textos, livros, apostilas, sites da internet, revistas, etc... para pesquisa e busca de dados para elaboração do trabalho monográfico, buscando sempre evidenciar as principais utilizações e benefícios de uma ferramenta de roteirização na gestão de transporte.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - Métodos de Roteirização 12 CAPÍTULO II - Softwares 20 CAPÍTULO III - Aplicação 32 CONCLUSÃO 38 ANEXOS 40 BIBLIOGRAFIA 44 ÍNDICE 47 FOLHA DE AVALIAÇÃO 48

8 8 INTRODUÇÃO A logística no Brasil vem se tornando um negócio de grandes proporções como vem acontecendo em todo o mundo. Segundo um artigo publicado (Barros, 2009), resultados extraídos de uma pesquisa, realizada em 2009 com 118 empresas de diversos setores do grupo das maiores em faturamento no país, apontaram que a logística no Brasil movimenta cerca de R$ 192 bilhões ao ano, sendo que 63% deste total são direcionados para os prestadores de serviço logístico. Com o mercado nacional aquecido dos últimos anos, a receita média em logística aumentou consideravelmente, saindo de R$ 32 milhões, em 2000, para R$ 203 milhões em Nesse período obteve-se, portanto, um crescimento anual de quase 30%. Os gastos logísticos representam, em média, 9% do faturamento dessas empresas. A elevada participação dos custos logísticos no faturamento fez com que muitas empresas buscassem oportunidades de redução de custos. Ainda segundo Barros (2008), o perfil do profissional brasileiro vem sofrendo alterações nos últimos anos. A maior competitividade exigida pelo mercado de trabalho, aliada à globalização, à evolução da tecnologia e à grande disponibilidade de informações, faz com que o executivo moderno tenha que desenvolver novas competências. No caso específico do profissional de logística, além das mudanças no ambiente de trabalho, nos últimos anos o conceito de logística sofreu alterações, passando a ter um escopo mais abrangente. Isso é positivo para o executivo, já que novas oportunidades de trabalho passaram a existir. O reflexo desta evolução pode ser percebido através dos organogramas das empresas, visto que atualmente é comum a logística ter uma função de destaque, semelhante às áreas comercial, de

9 9 marketing ou finanças. O aumento da complexidade na gestão logística e a identificação de oportunidades de melhoria de eficiência motivaram o surgimento do conceito de logística integrada, associada a uma visão de processo. O reflexo dessa mudança nas empresas pode ser observado no organograma, já que a logística ganhou status de independência e passou a ser uma competência central. Os profissionais de logística tiveram, então, a possibilidade de também ocupar cargos de alta gerência e diretoria, e os organogramas das empresas passaram a dar destaque à área. Os profissionais que hoje trabalham com logística têm formação bastante diversificada, sendo os cursos de Administração e Engenharia predominantes entre os profissionais. Apesar de hoje, no Brasil, Engenharia ser o principal curso de graduação, os formandos em Administração vêm cada vez mais aumentando sua participação. Isto fica evidente no artigo, pois o perfil dos jovens profissionais que trabalham com logística, entre os quais 32% fazem Administração e outros 32% cursam Engenharia. Analisando ainda o perfil do jovem executivo em logística, constata-se que a participação feminina em cursos de especialização nessa carreira é expressiva. O principal objetivo da logística é a minimização dos custos de movimentação de produtos no tempo (estoques) e no espaço (transportes). Para tal, foram desenvolvidas diversas ferramentas para auxiliar os gestores nesta atividade. Fleury (2002) diz que o transporte é o principal componente do sistema logístico. Sua importância pode ser medida através de pelo menos três indicadores financeiros: custos, faturamento, e lucro. O transporte representa, em média, 60% dos custos logísticos, 3,5% do faturamento, e em alguns casos, mais que o dobro do lucro. Além disso, o transporte tem um papel preponderante na qualidade dos serviços logísticos, pois impacta diretamente no tempo de entrega, a confiabilidade e a segurança dos produtos.

10 10 A gestão de transportes é parte essencial de um sistema logístico, sendo a atividade responsável pelos fluxos de matéria-prima e produto acabado entre os elos da cadeia logística. A alta complexidade gerencial, a intensa utilização de ativos e a gestão sob um grande fluxo físico de produtos tornam o transporte a maior conta individual de custos logísticos, que pode variar de um terço (produtos de alto valor agregado) a dois terços (produtos de baixo valor agregado) do total dos custos logísticos das empresas. O termo roteirização de veículos não é encontrado nos dicionários de língua portuguesa, é a forma que vem sendo utilizada como equivalente ao inglês routing para designar o processo para a determinação de um ou mais roteiros ou seqüências de paradas a serem cumpridos por veículos de uma frota, objetivando visitar um conjunto de pontos geograficamente dispersos, em locais pré-determinados. A roteirização é uma importante ferramenta para a redução dos custos e aumento da eficiência operacional, mas depende de alguns fatores essenciais, entre eles uma base de dados atualizada e sistemas modernos, normalmente baseados em Sistema de Informações Geográficas, que são itens caros e nem sempre se adaptam facilmente à cultura das empresas. Em função dessas dificuldades, recente Pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) identifica que apenas 5% das empresas de transporte rodoviário de carga utilizam roteirizadores. Os softwares roteirizadores, segundo Marques (2002), operam baseados em algoritmos avançados de otimização e modelos bem robustos, geralmente com o objetivo de minimizar o custo total da operação. Quanto aos benefícios proporcionados pelos softwares roteirizadores, Rago (2002) cita a redução dos custos de transporte com o aumento da ocupação dos veículos, bem como do sincronismo de fluxos dos produtos

11 11 desde a separação de pedidos até o carregamento dos mesmos, com conseqüente elevação do nível de serviço aos clientes. Um exemplo interessante do uso de roteirizadores foi o caso das Lojas Pernambucanas, citado na revista Log&Mam (2002), onde a empresa buscava uma solução que permitisse, ao final do planejamento do serviço, a definição do melhor esquema de entrega das mercadorias. Com a implantação do roteirizador, a primeira modificação percebida aconteceu nas rotas, que deixaram de ser fixas e passaram a ser determinadas pelo software, de acordo com a demanda da empresa. O roteirizador foi responsável por analisar, orientar o operador do sistema de entregas e indicar a rota e o veículo mais adequado para cada tipo de carga e distância.

12 12 CAPÍTULO I ROTEIRIZAÇÃO MÉTODOS DE ROTEIRIZAÇÃO A roteirização de carga é o processo de programação da distribuição da carga em rotas ou roteiros de entrega, realizando o cruzamento de informações de volume/peso da carga, capacidades dos veículos e locais de entrega, a fim de obter o melhor resultado em termos de ocupação dos caminhões e cumprimento dos prazos de entrega. Conforme Partyka e Hall: Um problema real de roteirização é definido por três fatores fundamentais: decisão, objetivos e restrições. (Partyka e Hall, 2000). Decisão estaria relacionada à alocação dos clientes a uma rota ou roteiro de entrega. Objetivos, que estariam visando propiciar um melhor nível de serviço ao menor custo possível, sempre levando em conta as restrições. 1.1 Roteirização sem restrições Problemas de roteirização sem as restrições de tempo e capacidade, onde o problema reside somente na seqüência de entregas para tornar o percurso mínimo, ou seja, um problema do caixeiro viajante (PCV). O problema do caixeiro viajante (PVC) apresenta dificuldades de resolução quando o número de entregas aumenta. Esta metodologia se aplica para problemas de pequeno porte. categorias: Dentre os métodos heurísticos existentes, podemos agrupar em duas

13 Métodos de Construção do Roteiro A rota ou roteiro é formado a partir de um ou dois pontos e vão se agregando paulatinamente mais pontos adicionais. Elege-se um ponto inicial e se procura, dentre os demais pontos, aquele que estiver mais perto do primeiro. Então o segundo ponto se tornar o ponto inicial e se aplica o mesmo processo. Veja exemplo na figura 2 abaixo: Figura 1 Exemplo do Método Menor Distância (Fonte: Material de Aula) Métodos de Melhoria do Roteiro Parte da solução obtida por outro método e procura aperfeiçoar o resultado utilizando uma sistemática pré-definida. Desenvolvidos por Lin e Kernighan (1973), os métodos 2-opt e 3-opt são os mais utilizados e consistem em rever 2 arcos de um roteiro em busca de um roteiro menos extenso.

14 Roteirização com restrições Problemas de roteirização com as restrições de tempo e capacidade. A roteirização ocorre simultaneamente ao processo de divisão de área em bolsões ou zonas de entrega. Dois métodos simples, muito utilizados e com resultado eficaz: Métodos de Varredura É um método mais fácil de usar, mas menos preciso que o Clarke e Wright, porém seu erro médio de 10% em referência a uma solução ótima. Este nível de precisão é considerável aceitável quando a sua situação problema altera rapidamente, sendo necessária uma resposta rápida, mesmo que não precisa. Neste método, plota-se os pontos de entrega e toma o depósito como centro. Define-se um eixo passando pelo centro e se gira em torno do eixo conforme figura 3. Figura 3 Exemplo do Método da Varredura (Fonte: Material de Aula)

15 15 Procura-se o primeiro cliente interceptado por este eixo e em seguida, procura-se o próximo, cliente interceptado verificando-se se as restrições de tempo e carga não são violadas Métodos de Clarke e Wright É um método muito utilizado e com grande sucesso, e aparece embutido dentro de softwares de roteirização. Isto se deve ao fato desta metodologia poder incorporar diversos tipos de restrições. Veja exemplo na figura 4 abaixo: Figura 4 Exemplo do Método de Clarke e Wright Primeiramente são calculados os ganhos entre todas as combinações de dois pontos de entrega e em seguida são ordenados em ordem decrescente os pares de pontos de acordo com o ganho calculado. Inicia-se a formação de roteiros com o par de maior ganho agregandose a este par o próximo par de maior ganho que contenha qualquer um dos pontos de entrega deste primeiro. Os roteiros são fechados quando a restrição de tempo ou a capacidade de carga estiver praticamente atingida e reinicia-se novo roteiro com o par de pontos de maior ganho que não tenha entrado nos roteiros anteriores.

16 16 A roteirização e a programação de veículos é uma extensão do problema da roteirização do veículo, em que a cada acréscimo de restrições o problema aproxima-se da realidade. Essas restrições dificultam bastante a obtenção de uma solução ótima, que através de algum procedimento heurístico lógico ou uma boa programação e roteirização permita chegar a resultados satisfatórios. A grande dificuldade de solução dos problemas de otimização combinatória está no número elevado de soluções existentes e não ótimas. 1.3 Métodos de solução de problemas encontrados na Literatura Encontra-se também a classificação dos métodos de solução do problema de dial-a-ride publicados na literatura em métodos exatos e heurísticos. Os métodos exatos apresentam sérias dificuldades no que se refere a tempo de processamento, como em todo problema de natureza combinatória, isto é, NP-completo, o que em geral acaba comprometendo a sua utilização na resolução de problemas de ordem de grandeza mais realista. Os métodos heurísticos são mais rápidos e não apresentam as dificuldades dos métodos exatos, no entanto não permitem garantir que a solução ótima seja alcançada. Além dos diferentes métodos de resolução do problema, pode-se notar variações na formulação do problema de dial-a-ride em si. Algumas das variações encontradas são a definição de frota múltipla ou um único veículo, frota homogênea ou heterogênea, múltiplas garagens ou uma única garagem (depósito), e diversas formulações para a função que se deseja minimizar.

17 17 Pode-se notar que os métodos exatos encontrados na literatura só foram capazes de resolver problemas com até 55 solicitações, número bastante reduzido, quando se considera que a demanda por este tipo de serviço pode chegar facilmente a algumas centenas de solicitações diárias. Tal comportamento não é observado nos métodos heurísticos, que se mostraram capazes de resolver com rapidez problemas de várias centenas de solicitações Métodos Exatos Um algoritmo exato de programação dinâmica para a resolução do problema de dial-a-ride para um único veículo, sem restrições de janelas de tempo foi desenvolvido por Psaraftis (1980). Através de uma função de minimização de uma ponderação entre o tempo total de operação do veículo e a insatisfação total dos usuários, a qual é medida por uma função linear dos tempos de espera e viagem de cada usuário. A extensão do problema para a inclusão de restrições de janelas de tempo também foi analisada por Psaraftis (1983). Uma melhoria na solução exata por meio de programação dinâmica para o problema com um veículo e restrições de janelas de tempo foi publicada por Desrosiers et al. (1986). A melhoria no desempenho computacional permitiu a resolução de problema até quatro vezes maior que o analisado por Psaraftis (1983). Um algoritmo exato para o problema de dial-a-ride com frota homogênea e restrições de janelas de tempo, baseado no método de geração de colunas foi desenvolvido por Dumas et al. (1991). O algoritmo foi aplicado com sucesso a problemas de até 55 solicitações.

18 Métodos Heurísticos Uma heurística de inserção paralela para o problema de dial-a-ride com múltiplos veículos e restrições de janelas de tempo foi descrita por Jaw et al. (1986). A idéia central da heurística consiste em ordenar as solicitações de atendimento por um critério de horário, e inseri-las, segundo a ordenação adotada, nas rotas que resultem em menor acréscimo de custo. Esta foi testada com sucesso para uma base de dados de aproximadamente 2600 clientes e 20 veículos (nem todos os clientes solicitavam atendimento no mesmo dia). Uma modificação da heurística de inserção paralela de Jaw et al. (1986) foi desenvolvida por Madsen et al. (1995). A diferença central é a adoção de um critério de dificuldade para ordenação das solicitações. Este critério procura priorizar a inserção de solicitações com restrições mais rígidas, tornando a inserção mais eficiente, pois nos estágios iniciais da heurística os veículos nas rotas estão mais vazios e há um número maior de alternativas de inserção viáveis. Um método de solução que consiste na criação de mini-clusters (segmentos viáveis do itinerário em que o veículo não fica vazio), e na resolução do problema resultante dos m-caixeiros viajantes por meio do método de geração de colunas foi desenvolvido por Ioachim et al. (1995). O método foi aplicado com sucesso pelos autores a um problema real com cerca de 2500 solicitações. Uma heurística de inserção paralela para o problema com múltiplos veículos e restrições de janelas de tempo foi descrita por Toth e Vigo (1996). Também é apresentado um método de melhoria da solução obtida, por meio de procedimentos de busca local. Tais procedimentos são divididos em duas categorias:

19 19 trocas intra-rotas: corresponde a tentativas de melhoria das rotas pela modificação da seqüência das tarefas dentro de cada rota. trocas inter-rotas: considera a possibilidade de troca de solicitações entre rotas distintas. A heurística foi testada com sucesso pelos autores em um conjunto de cerca de 1500 solicitações provenientes de uma situação real. Um aprimoramento do método de melhoria da solução foi desenvolvido por Toth e Vigo (1997), com a inclusão de um método de busca local derivado da busca tabu. Esse refinamento provou ser capaz de melhorar os resultados obtidos pela versão original do processo de melhoria.

20 20 CAPÍTULO II SOFTWARES DE ROTEIRIZAÇÃO USO E BENEFÍCIOS Segundo Fátima (Tecnologística, 2001), com o uso de roteirizadores, o processo de distribuição ganha novos horizontes. Benefícios como maior controle, otimização dos recursos, redução de custos, são apenas alguns dos benefícios mais imediatos, mas os roteirizadores podem ser usados também no planejamento estratégico das empresas, fornecendo subsídios para novos investimentos e melhoria da cadeia logística. Ainda hoje os rastreadores ainda são adquiridos pelas empresas com o objetivo como medida de segurança, deixando em segundo plano suas funções logísticas. Já os roteirizadores desempenham um papel bem definido na cadeia de suprimentos, não apenas otimizando as rotas e reduzindo substancialmente os custos, como também por serem uma poderosa ferramenta de análise e simulação de estratégias de distribuição. O uso dos roteirizadores vem aumentando substancialmente nos últimos anos: "Muitas empresas ainda acham que saber o Código de Endereçamento Postal do cliente resolve o problema de entrega. Elas esquecem que é preciso dispor de soluções mais complexas para garantir a eficiência e a rapidez desses processos, que lidam com altos volumes e entregas fracionadas (Ricardo Fioravante diretor de Novos Negócios da Modus Logística). A base de todo o sistema de operação dos roteirizadores é, obviamente, mapas rodoviários. Para garantir a precisão do trabalho, alguns roteirizadores usam dois tipos de mapas, um que é a versão digitalizada do papel e inserida no sistema, e outra que nada mais é que um modelo digital, feito por uma ferramenta de geo processamento, ou seja, trabalha com uma base de endereços com coordenadas (latitude e longitude) permitindo localizar

21 21 os clientes/ pontos de entrega automaticamente, desde que os dados geográficos das ruas estejam disponíveis. Segundo Nazário (1998), as novas tendências no uso de GIS (Sistemas de Informação Geográfica ou do inglês Geographic Information Systems) na logística relaciona-se ao desenvolvimento de produtos que compartilham a tecnologia GIS com bases de dados específicas, o uso da internet para veicular mapa e disponibilizar informações para os clientes on-line e a intensificação no uso de SDSS (Sistema de Suporte a Decisão Espacial ou do inglês Spatial Decision Support Systems) nas empresas, devido ao aumento do número de variáveis, principalmente geográficas, consideradas nas análises. Com isso, as decisões ficam cada vez mais complexas e a necessidade do uso de tal ferramenta torna-se fundamental para a competitividade da empresa. Algumas organizações já estão adotando os SDSS na formulação do planejamento estratégico. O desenvolvimento de novos produtos visa facilitar a utilização de recursos GIS na solução de vários problemas. Estes produtos são baratos e de fácil acesso. Agregando a isso, o uso da internet para veicular mapa já é bastante comum nos EUA. Esta opção é adotada porque tem um custo baixo e possibilita atender o cliente de forma diferenciada. Como os roteirizadores trabalham com uma gama enorme de variáveis, quanto mais dados forem inseridos no sistema, melhor será o seu desempenho. Devem ser feitos o cadastro de todas as especificações físicas da frota, da entrega, do custo de hora extra dos motoristas, e todas as demais informações que tenham implicação direta ou indireta no processo. Constata-se, por outro lado, que o uso mais intensivo de GIS no Brasil ainda tem como limitante, na maioria das vezes, a escassez de bases de dados confiáveis e atualizadas, tanto em relação a dados espaciais (mapas digitalizados) quanto as dados demográficos e sócio-econômicos.

22 22 O principal responsável pela cartografia digital oficial e geração de outras bases oficiais é o IBGE. Embora este órgão tenha um plano neste sentido, tem encontrado dificuldades e a velocidade com que disponibiliza as bases para a comunidade é bastante lenta. Existe atualmente uma política de associar-se a iniciativa privada cedendo imagens raster e recebendo em troca as bases vetorizadas, com as quais tem intenção de padronizar e facilitar o seu acesso para todos os interessados. As empresas da iniciativa privada desenvolvem uma série de projetos isolados, que têm por vezes o mesmo objetivo. Falta coordenação entre elas para criarem bases conjuntamente. Uma vez que a base de dados está completa, o roteirizador está pronto para começar a trabalhar. Os pedidos são então processados e o software, que tem como base algoritmos matemáticos, faz todo o cruzamento das informações, aliado a uma série de regras e parâmetros específicos da rota, gerando uma rota de menor custo. A otimização das rotas leva em consideração todas as limitações da malha viária e os requisitos de cada cliente, tais como: janelas de horário, tempos de atendimento fixo e variável, condições das ruas, distâncias, velocidade, mãos de direção, horários de congestionamento e mais uma série de outras. Os roteirizadores não devem ser vistos como uma solução isolada. Com a implantação de um roteirizador, a empresa vai melhorar a rotina e a montagem das cargas, mas se o restante da cadeia não estiver estruturado da forma correta, ele não trará grandes resultados. 2.1 Softwares de Roteirização

23 23 Existe no mercado, hoje, um número razoável de softwares de roteirização, que ajudam as empresas a planejarem e programarem os serviços de distribuição física. A OR/MS Today (ver anexo 1) publicou uma pesquisa realizada junto aos fornecedores de softwares de roteirização e usuários, apresentado os resultados na internet (Hall, 2002). Produto Direct Route Empresa Appian Logistics Software, Inc. Instalação Tamanho Máximo da Aplicação Inclui mapa? Número de Número de Número de Nº de empresas que Ano do Preço Custo (US$) Tempo Necessário (S/N) paradas Veículos CDs utilizaram o software Lançamento 1996 $ S horas Ilimitado Ilimitado Ilimitado DISC MJC2 Limited S - - Ilimitado Ilimitado Ilimitado JOpt.SDK DNA Evolutions 5 N Já incluso < 1 hora Ilimitado Ilimitado Ilimitado Optrak4 Vehicle Routing & Optrak Distribution Scheduling Software N 650 por dia 50 horas Ilimitado Ilimitado Ilimitado ORTEC Routing and Scheduling Paragon Routing and Scheduling System ORTEC S dias Ilimitado Ilimitado Ilimitado Paragon Software Systems, Inc $70,000 por 100 veículos S $755 ou $930 por dia 80 horas (padrão pacote de 10 dias) Prophesy Total Transportation System PTM Pro Online, Pupil Transportation Manager Prophesy Transportation Solutions Spatial Decisions Support Systems S grátis 2 dias Ilimitado Ilimitado Ilimitado S Já incluso 3-5 dias Ilimitado Ilimitado Ilimitado REACT MJC2 Limited S - - Ilimitado Ilimitado Ilimitado Roadnet Anywhere UPS Logistics S - - Ilimitado Ilimitado Ilimitado Technologies Roadnet Transportation UPS Logistics N $ Ilimitado Ilimitado Ilimitado Suite Technologies STARS 5.0 SAITECH, Inc S dias Ilimitado Ilimitado Ilimitado StreetSync Desktop RouteSolutions, Inc < $10,000 S $125/hr, se requerido - Ilimitado. Ilimitado. Ilimitado TourSolver for MapPoint / MapInfo Pro Magellan Ingenierie 2002 A partir de $4,000 S TruckStops Routing and Scheduling Software MicroAnalytics 1984 $9,500 N Já incluso 24-48hrs Ilimitado Ilimitado Ilimitado Figura 5 Resumo da Pesquisa OR/MS Today Desde 2002 muitas mudanças vem ocorrendo no setor de roteirização, como por exemplo: aplicação utilizando softwares diretamente na Internet; comunicação de dados sem fio (wireless data comunication); algoritmos genéticos para otimização de rotas; customização dos softwares em Linguagem C++ (desenvolvimento de aplicações mais específicas); linguagem mais acessível.

24 Tendências Tecnológicas Nos últimos 20 anos a evolução na área de telefonia mudou o conceito de informação na logística. No passado, o contato entre transportador e motorista era feito somente através de rádio, em áreas próximas, dentro do alcance das antenas. Hoje temos o celular, Pager, computador de bordo e rastreadores do tipo GPS (Global Positioning System) que fornecem latitude e longitude de um veículo em real time. O rastreador (GSP) combinado com uma base geográfica de dados (GIS) e uma comunicação via satélite permitem ao transportador localizar um veículo na rede viária a qualquer instante. Esta facilidade de informação permite ao transportador alocar o veículo mais próximo e disponível. A internet vem sendo usada associada a roteirização. Os clientes podem visualizar as informações sobre seus pedidos. 2.3 Selecionando um Software de Roteirização Os softwares de roteirização são sistemas computacionais que através de algoritmos, geralmente heurísticos, e uma apropriada base de dados apresentam soluções para os problemas de roteirização e programação de veículos com resultados satisfatórios, consumindo tempo e esforço de processamento pequenos quando comparados aos dos tradicionais métodos manuais. Para escolher um software adequado às condições de uma empresa através do conjunto de elementos para caracterização do problema: Natureza e características dos atendimentos: somente coletas ou entregas; coletas de devoluções; um único produto ou múltiplos

25 25 produtos; atendimento parcial ou total da demanda; necessidade de programação de visitas periódicas com freqüências definidas; prioridade de atendimentos; Frota de veículos: homogênea ou heterogênea; restrições de capacidade (peso ou volume); restrições de carregamento/ equipamento; frota fixa ou variável; frota localizada em uma única base ou em múltiplas bases; Requisitos de pessoal: duração da jornada normal de trabalho; opção e número de horas extras; número fixo ou variável de motoristas; horários e locais de início e término das jornadas de trabalho do pessoal; parada para almoço com hora marcada e outros tipos de parada (para descanso, por exemplo), possibilidade de viagens com duração superior a um dia; Requisitos de informações: disponibilidade de dados geográficos e redes viárias; recursos de localização de endereços dos clientes; tempos de viagem; localização dos veículos; informações sobre crédito dos clientes. É possível agrupar este conjunto de elementos em principais funcionalidades e recursos diferenciais. 2.4 Exemplos Software de Roteirização disponíveis no Brasil a) Ailog Tecnologia: Ailog Router é um software de baixo custo, fácil manuseio, alta performance e grande praticidade.

26 26 Principais funcionalidades: roteirizar sem limites de paradas, calcular pedágios, escolher o melhor caminho, opção de escolher o caminho mais curto ou mais rápido, ter informações de km percorridas, gastos de combustíveis; Recursos diferenciais: cálculo de frete; localização de vias, municípios e pedágios; bloqueio de vias e áreas de risco; cadastro de cliente e veículos manualmente ou importados via arquivo texto; escolha de pagamento ou não de pedágios, tendo assim a melhor rota e melhor custo benefício. b) Routing Systems informática: Road Show é um software de roteirização que permite análises rápidas e precisas quanto ao aproveitamento ideal dos recursos envolvidos no processo de distribuição. Principais funcionalidades: Apresenta um ambiente amigável e intuitivo, valendo-se de uma série de recursos gráficos que incluem os mapas detalhados da região de atuação e das facilidades operacionais do ambiente Windows. Recursos diferenciais: Proporciona ao usuário a visualização de sua estratégia de vendas e integra-se facilmente ao sistema corporativo. Dispõe de localização automática de endereços (*) e apresenta na tela a posição dos veículos em rota (**) comparada ao planejado. (*) lista de cidades disponíveis sob consulta. (**) conexão com sistema GPS. c) Tropics: Dotado de um avançado e eficiente algoritmo de endereçamento e otimização FlashRouteMR, considerando uma série de parâmetros e todas estas variáveis, o sistema fornece a seqüência de tarefas, itinerário e respectivos horários de atendimento para cada um dos veículos da frota, que resultam em menor custo total. Principais funcionalidades: define os roteiros de entrega ou coleta, determinando a frota de veículos a ser utilizada, com respectivos horários de

27 27 atendimento de um conjunto de clientes ou tarefas, minimizando o custo total da operação de distribuição e atendendo às seguintes restrições: Faixa de horário de atendimento; Capacidade de carga cada tipo de veículo em peso, volume e/ou valor; Tamanho de veículo máximo que pode atender cada cliente; Necessidade de equipamentos especiais dos veículos para realizar os atendimentos; Possibilidade e custo de horas extras, duração máxima da jornada e horário de almoço; Tempos de viagem (ou velocidades) por trecho viário e tempos de atendimento (fixo e variável); Interdições viárias; Possibilidade de coleta e entrega simultaneamente. Ainda, o sistema utiliza mapas digitais que são continuamente atualizados. Adicionalmente, o Sistema de Informações Geográfica (GIS) MaptitudeMR, que acompanha o sistema, permite o mapeamento e análise de informações espaciais, com recursos de planejamento e geomarketing. Recursos diferenciais: produto totalmente desenvolvido para o mercado nacional, pode ser adequado e personalizado a diferentes realidades e contextos específicos das empresas. d) AXIODIS: Na área de distribuição, para roteirizar a entrega fracionada de produtos acabados para os distribuidores OEM, revendedores e after market. Principais funcionalidades: possui três módulos: 1) Módulo Operacional: É usado pelo dispatcher para distribuir as ordens de serviços entre os veículos disponíveis, planejar a seqüência de visitas de cada veículo, prever o

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