ANAIS MODELO DE ROTEIRIZAÇÃO DE VEÍCULOS COM O AUXILIO DO SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL GPS

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1 MODELO DE ROTEIRIZAÇÃO DE VEÍCULOS COM O AUXILIO DO SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL GPS VICTOR HUGO DA SILVA BEZERRA ( ) FACULDADE DE CIÊNCIAS CULTURA E EXTENSÃO DO RN - FACEX PIO MARINHEIRO DE SOUZA NETO ( ) FACULDADE DE CIÊNCIAS CULTURA E EXTENSÃO DO RN - FACEX RESUMO O objetivo dessa pesquisa é analisar um modelo de roteirização de veículos. Nesse estudo de caso foi utilizado como fontes de evidências: documentação, registros em arquivos e observação direta intensiva. Como resultado foi criado uma descrição geral do processo operacional com suas restrições, buscando identificar os fatores considerados críticos para o processo. Especial atenção foi dedicada ao processo de roteirização e programação de veículos, sempre tendo como referência os conceitos da literatura especializada. O modelo proposto utiliza diversos conceitos e ferramentas gratuitas de apoio em seu processo logístico, o que se torna um diferencial competitivo para pequenas e médias empresas. Palavras-chave: Roteirização e programação de veículos. Logística. Distribuidora de gás. GPS. 1 INTRODUÇÃO O desenvolvimento tecnológico cresce a cada dia e vem se tornando um desafio para as organizações, exigindo uma mudança de estrutura e postura. Quanto aos atributos dos trabalhadores é necessário ter maior preparo e a educação permanente para o desempenho das funções que estão em constantes mudanças. Somente os indivíduos bem preparados que sabem transformar dados e informações em conhecimento com formação ética, terão condições de enfrentar os desafios e ameaças, como também aproveitar as oportunidades em benefício da sociedade. A grande competitividade dos dias atuais move as organizações no sentido, de procurarem soluções ótimas para suas operações, agregando valor aos produtos/serviços, sem sobrecarregar os custos, e fundamentalmente com a satisfação e o encantamento dos seus clientes. Diante disso a logística nos últimos tempos se tornou uma ferramenta vantajosa, utilizado somente pelos os inovadores e arrojados, para conseguir alcançar os seus objetivos em sua totalidade. Além de estar ligada à agilidade com que ela irá manusear, armazenar, deslocar, adquirir, controlar seus produtos e reduzir seus custos. A roteirização é o braço operacional da função de movimentação realizada pela atividade logística, cuja característica é determinar percursos ótimos para uma frota de veículos estacionada em um ou mais domicílios de forma a atender um conjunto de clientes geograficamente dispersos. Seu objetivo é criar roteiros de entregas, para gerar o menor custo possível, atendendo às exigências dos clientes, e aumentando a efetividade das entregas. Assad (1984, p. 65) afirma

2 A Roteirização de veículos é uma das histórias de grande sucesso da pesquisa operacional, nas ultimas décadas. Um estudo que vem se desenvolvendo cada vez mais em busca de resultados próximos do ótimo, ou da realidade. Sobre a Roteirização Cunha (2000, p. 55) acrescenta, Esse interesse é devido a dois fatores: A ênfase cada vez maior dada, em contexto logístico, aos problemas de Roteirização e sua complexidade matemática. Pois é impossível determinar soluções ótimas para os problemas de Roteirização, desafiando a busca de cálculos mais eficientes. Essa complexidade matemática dos problemas de roteirização, assim como a sua relevância na pesquisa operacional, explica o constante interesse em busca de novas estratégias de solução que vem sendo observado desde a década de 60, resultando em um número muito expressivo de artigos publicados na literatura especializada, incluindo os anais de congressos da ANPET Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes. Roteirização não é uma ferramenta utilizada apenas por grandes empresas que têm seus produtos circulando por importantes rodovias do país, atualmente o uso de aplicativos de localização para gerenciamento de pessoas em campo é cada vez mais usado por pequenos e médios empreendedores. Guardadas as devidas proporções, a idéia é a mesma: criar estratégias de competitividade para minimizar custos e ter um constante controle de todo o processo de logística. O gerenciamento estratégico logístico é indispensável para empresas que estão em competitividade organizacional, inclusive o setor de distribuição de gás através de caminhão feixe, que tem um mercado sólido sendo substituto da rede canalizada de gás natural. Os gasodutos ou redes de distribuição possuem um crescimento pouco expressivo, porque necessita dos órgãos públicos para as quebradas de vias para sua implantação, o que se torna atrativo para os distribuidores privados que atendem às regiões mais remotas, rurais e urbanas. Esse mercado vem sendo muito disputado, e ganhar presença aquelas empresas que investem para melhor atender seus clientes, então a roteirização seria um diferencial competitivo de grande importância para as organizações que procuram reduzir os custos e ganha eficiência operacional no sistema de distribuição. Dentre os inúmeros possíveis enfoques, este trabalho tem o objetivo de analisar, avaliar e identificar o modelo de roteirização de veículos a partir da implantação do Sistema de Posicionamento Global numa pequena empresa que distribui gás natural através de caminhão feixe atuando na Grande Natal. Seu enfoque principal é analisar os impactos ocorridos na utilização do sistema levando em consideração as teorias administrativas. Nesse contexto torna-se pertinente questionar: Quais são os benefícios que o sistema de posicionamento global pode trazer para o sistema de gerenciamento logístico da organização? 2 A LIGAÇÃO DA LOGÍSTICA COM A ROTEIRIZAÇÃO DE VEÍCULOS Uma organização deve oferecer produtos e serviços aos clientes de acordo com as suas necessidades e exigências, do modo mais eficiente possível. Dessa maneira Ballou (2001) considera que a missão logística é: Dispor a mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo, no tempo certo e nas condições desejadas, ao mesmo tempo em que fornece a maior contribuição

3 à empresa. O autor considera que a logística está direcionada à criação de valor, expresso em termos de tempo e lugar, onde produtos e serviços não possuem valor se não estão sob posse do cliente quando (tempo) e onde (lugar) eles desejam consumi-los. Logo, a gestão logística vê cada atividade na cadeia de distribuição como contribuinte no processo de adição de valor. Quando se analisa o problema da cadeia de distribuição com base em aproximações para ganhar agilidade em um determinado processo. Conclui-se que essas aproximações são de grande valia na fase de planejamento logístico, quando são analisados e dimensionados os bolsões e a frota de veículos necessários para realizar um determinado tipo de serviço de distribuição de produtos. No entanto, quando o enfoque é operacional, isto é, na fase em que o sistema já foi dimensionado anteriormente nos seus contornos gerais, o problema é mais específico, pois se conhecem as localizações precisas dos clientes e suas demandas. Para esses casos, um problema muito freqüente na distribuição física é o da roteirização de veículos. Um problema real de roteirização é definido por três fatores fundamentais: decisões, objetivos e restrições (PARTYKA; HALL, 2000). As decisões dizem respeito à alocação de um grupo de clientes, que devem ser visitados, a um conjunto de veículos e motoristas, envolvendo também a programação e o seqüenciamento das visitas. Como objetivos principais, o processo de roteirização visa propiciar um serviço de alto nível aos clientes, mas ao mesmo tempo mantendo os custos operacionais e de capitais tão baixos quanto possível. Por outro lado, deve obedecer a certas restrições. Em primeiro lugar, devem-se completar as rotas com os recursos disponíveis, mas cumprindo totalmente os compromissos assumidos com os clientes. Em segundo lugar, devem-se respeitar os limites de tempo impostos pela jornada de trabalho dos motoristas e ajudantes. Finalmente, devem ser respeitadas as restrições de trânsito, no que se refere às velocidades máximas, horários de carga/descarga, tamanho máximo dos veículos nas vias públicas e outros. De acordo com Santos (1999), os problemas de roteirização dos veículos têm representado uma área importante de estudo em pesquisa operacional. Para Sanches (1998), a principal causa para este fato é de ordem econômica, uma vez que rotas eficientemente definida podem proporcionar redução de custos, pelo aumento da produtividade e controle mais eficiente da operação de sistemas de transporte. O desafio de desenvolver bons métodos de solução tem levado à realização de muitos estudos sobre problemas de roteirização de veículos (PRV). A utilização de modelagem matemática aliada aos computadores tem se mostrado satisfatória em termos de diminuição de custos de distribuição. 3 METODOLOGIA 3.1 TIPO DE PESQUISA Com intuito de identificar a melhor possibilidade para investigar a realidade. Este estudo é caracterizado quanto aos fins, uma pesquisa exploratória e descritiva. Exploratória, porque o tema escolhido tem o propósito de ter maior familiaridade com o problema, o que necessita obter maiores informações, até mesmo com a finalidade de se chegar a problemas específicos e estabelecer hipóteses que serão de grande valia numa tomada de decisão. Logo, o autor dessa pesquisa faz parte do quadro de funcionários dessa empresa. O que para Gil, (2010, p. 27) Seu planejamento tende a ser bastante flexível, pois interessa considerar os mais variados aspectos relativos ao fato ou fenômeno estudado. Descritiva, pois visa descrever as percepções e atitudes dos colaboradores que fazem parte da organização. Vergara (2004, p. 47) afirma que a pesquisa descritiva expõe características de determinada população ou determinado fenômeno. Pode também estabelecer correlações entre variáveis e definir sua

4 natureza. Com base em seus objetivos, a natureza descritiva, acaba servindo para proporcionar uma nova visão do problema, o que se aproxima das pesquisas exploratórias. Quanto aos meios da investigação, a pesquisa é diagnosticada e caracterizada com um estudo de caso, o que para Roesch (1999, p. 27) Como esforço de pesquisa, o estudo de caso contribui, de forma inigualável, para a compreensão que temos dos fenômenos individuais, organizacionais, sociais e políticos. Ainda o autor afirma que a descrição dos eventos coletados na pesquisa, é um elemento obrigatório para o desenvolvimento apropriado dos requisitos apresentados na variável. Esse projeto é abordado em duas partes: a primeira parte é baseada em teoria, utilizando vários autores que abordam o assunto em pesquisa. A segunda parte complementa e comprova a teoria através dos casos reais com a utilização do Sistema de Posicionamento Global GPS para a roteirização dos veículos da empresa. 3.2 UNIVERSO E AMOSTRA O universo da pesquisa é representado pelos documentos relacionados ao tema, os softwares de roteirização, os dispositivos de geoprocessamento e os colaboradores da empresa Alfa i, que fazem parte da operação de distribuição do gás. Quanto à contribuição dos gestores responsável em administrar as operações logísticas também pode se considerar universo. A amostra da pesquisa deve-se levar em consideração o material disponível como uma ferramenta que contribui para os temas propostos, e os que segundo uma pré-seleção oferecerem maior contribuição na construção do texto. Então se pode categorizar como uma amostra primária e secundária, respectivamente, os sistemas de distribuição e os processos organizacionais da empresa em estudo. Assim classifica-se o tipo de seleção desta amostra como não-probabilística, que segundo Marques et al (2006, p. 56) As formas amostras nãoprobabilística são compostas por forma acidental ou intencional. Esse modelo de seleção é realizado de acordo com a facilidade de acesso aos colaboradores. 3.3 TÉCNICA DE COLETA DOS DADOS A técnica de coleta de dados é realizada através de dois tipos de técnicas: a pesquisa bibliográfica e documental, em conjunto com aplicação da observação direta intensiva. Quanto à pesquisa bibliográfica tem como fonte de evidencias: livros, revistas, teses, dissertações, anais de eventos científicos e materiais disponibilizados na internet. Quanto à pesquisa documental foi utilizado os roteiros de entrega, folha de ponto, notas de abastecimentos e relatórios de manutenções. A observação direta intensiva se caracteriza como participante, o que para Gil (2010, p. 121) A observação participante consiste na participação real do pesquisador na vida da comunidade, da organização ou do grupo em que é realizada a pesquisa. Dessa maneira pode ser vista através do pesquisador, que exerce o papel de membro da empresa. 3.4 TÉCNICA DE ANÁLISE DOS DADOS O tratamento dos dados refere-se à seção que explica para o leitor como pretendeu tratar e coletar os dados, justificando porque tal tratamento foi adequado aos propósitos do projeto (VERGARA, 2004). A abordagem qualitativa é aquela cujos dados não são passiveis de serem matematizados, ao contrário da abordagem quantitativa onde os dados serão analisados mediante tratamento estatístico (MARQUES et al, 2006).

5 Os dados coletados na pesquisa são de natureza subjetiva e objetiva podendo ser classificados, respectivamente, qualitativo e quantitativo, onde esses mesmos dados estão organizados de acordo com os objetivos específicos estabelecidos para essa pesquisa, demonstrando enquanto quantitativa com problemas matemáticos que envolvem a roteirização mediante contato direto com o pesquisador. Enquanto qualitativa com analise do conteúdo, pois do ponto de vista instrumental este conceito foi fundamental para a compreensão dos dados fornecidos nas observações participantes e no levantamento dos registros da empresa. 4 ANÁLISE DOS RESULTADOS 4.1 GOOGLE EARTH SOFTWARE DE ROTEIRIZAÇÃO Hoje, no mercado, dispõe de um significado número de softwares de roteirização, que ajudam as empresas a planejarem e programarem os serviços de distribuição física. Atualmente, a empresa em pesquisa vem utilizando o software Google Earth (GE), esse aplicativo oferece ao usuário um globo virtual composto por imagens de satélite ou aéreas de todo o planeta. Além das imagens, o GE também possibilita a sobreposição de camadas de um Sistema de Informações Geográficas (SIG) que podem conter dados como mapas de ruas, localização de imóveis e serviços. Com sua representação tri-dimensional, aliada às possibilidades de criação por parte do usuário, o GE expande os métodos tradicionais de cartografia e navegação. O aplicativo foi lançado em 2005 pelo Google depois da aquisição da companhia Keyhole, que inicialmente havia desenvolvido o software sob o título de Earth Viewer, e esta disponibilizado para as plataformas Macintosh, Linux e Windows. A empresa em pesquisa vem optando pela versão gratuita na plataforma Windows, mas no mercado também está disponível em versões comerciais pagas PLUS e PRO que expandem algumas funcionalidades do produto como a qualidade de impressão e a integração de dispositivos de posicionamento global (GPS) em tempo real. A interface do Google Earth é composta por uma janela principal, uma barra lateral de navegação e barras superior e inferior. A janela principal exibe as imagens do planeta e também contêm botões de navegação em forma de bússola sobrepostos ao canto superior direito. A barra lateral oferece campos de busca e seletores de placemarks (marcas de lugar) e camadas. A barra superior contém ferramentas que expandem as funcionalidades do aplicativo e a barra inferior apresenta informações adicionais como localização exata e altitude (Figura 1).

6 Figura 1 A Interface do Google Earth Fonte: Google (2010) Outra função fundamental desse sistema é o conjunto de ferramentas auxiliares que serve para medir distâncias e calcular dimensões. Essas distâncias podem ser medida através de uma linha, um caminho, um polígono ou um raio de círculo, se for utilizado à versão completa desse sistema (Figura 2). As unidades dessa medição podem ser definidas em centímetros, metros, quilômetros, polegadas, pés, jardas, milhas e graus. Figura 1 Ferramenta auxiliar de medição do Google Earth Fonte: Google (2010) Com intuito de facilitar a vida dos usuários. O Google disponibiliza nesse sistema, a localização rápida de um determinado endereço e a personalização dos pontos de interesse, onde o usuário define um determinado ponto do mapa, com exemplo, um nome de um cliente, conforme visto na Figura 3. Nessa perspectiva o usuário ainda pode incluir no seu mapa, fotos panorâmicas, endereços das ruas, nome dos municípios e bairros, postos de combustíveis, hospitais, shopping e vários outros pontos disponíveis através da internet.

7 4.2 INTEGRAÇÃO DO GPS COM O GOOGLE EARTH Além das imagens que fornecem um registro fotográfico do planeta, o Google Earth integra um Sistema de Informações Geográficas (SIG), o que possibilita que sejam visualizadas camadas de informação sobrepostas ao globo virtual. Quando habilitadas, apresentam ao usuário dados que complementam as imagens de satélite e as transformam em representações espaciais. Um SIG funciona como uma base de dados que facilita a representação do espaço e dos fenômenos que nele acontecem, permitindo, por exemplo, a visualização de localização exata, modelos e dados aglomerados indicando dinâmicas em determinada região ou o cálculo de rotas entre um ponto e outro no mapa, conforme visto na Figura 3. Figura 2 Dados do GPS sobrepostos no Google Earth Fonte: Google (2010) Os pontos sobrepostos, em forma de quadrado no mapa, representam a rota traçada pelo GPS a partir da função Track Log, que significa um traçado do caminho real que foi executado sobre uma rota anteriormente definida. Atualmente a empresa em pesquisa vem utilizando o Track Log da fabricante RoyalTek, modelo RBT O processo de funcionamento do aparelho inicia a partir dos dados coletados do GPS no formato NMEA, onde esses dados são gravados na memória interna do dispositivo e depois são transmitidos para um computador através de uma conexão Bluetooth. Posteriormente esses arquivos são convertidos para o formato KML através de um programa gratuito de conversão, chamado MB-GPS2KML. Nesse formato de arquivo é que será possível executar no Google Earth. O Tempo Universal Coordenado (UTC), a Atitude e as Coordenadas Geográficas são informações que o Track Log disponibiliza para o usuário. Dessa maneira o usuário precisa definir um tempo que será a gravação de cada logger ii, geralmente o tempo padrão é de 15 segundos, podendo ser alterado de 1 a 60 segundos.

8 Considerando que o usuário esteja com todos os dados no sistema e pronto para avaliar uma determinada situação, o exemplo na Figura 4 retrata como funciona um processo de roteirização no Google Earth. Figura 3 Exemplo de dois pontos marcado pelo GPS Fonte: Elaboração própria Na figura 4 existem dois pontos chamados de A e B marcados num intervalo de 15 segundos, sendo que o ponto A foi informado no horário de 12:35 UTC. A distância do ponto A até o ponto B utilizando a régua do Google, encontra-se a distância de 300 metros. Essa situação é simulada numa Avenida localizada no Brasil, onde o fuso horário é de - 03:00 no meridiano de Greenwich, então se subtrair com o horário UTC, o ponto A deve ser considerado como horário local de 09:35 da manhã. A partir do conceito de Velocidade Escalar Média adotada por Isaac Newton para transformar m/s em km/h basta multiplicar por 3,6, nessa situação foram necessário 300 metros em 15 segundos do ponto A até o ponto B. Dividindo 300 metros por 15 segundos e multiplicando por 3,6 isso irá resultar numa velocidade média de 72 km/h, o qual o veiculo percorreu na avenida diante dos pontos A e B do mapa. 4.3 ELABORAÇÃO DE ROTAS DA EMPRESA EM PESQUISA As rotas ótimas feita pela empresa foram obtidas através da otimização das distâncias de cada uma, sem violação das restrições de janela de tempo dos clientes e do motorista, além da consideração da capacidade de transporte do veículo. Para tanto, o Google Earth integrado com o GPS, serviu como uma ferramenta de analise e planejamento dos processos logísticos da organização, que quando comparados a outros softwares, retorna informações confiáveis com mais facilidade de utilização e de menor custo existente no mercado. Essa ferramenta serve como auxilio para analisar as restrições na montagem de uma rota ótima, tais como: - Número de clientes e veículos; - Demanda de entrega que deve ser satisfeita; - Depósito e/ou garagem de onde os veículos partem e retornam após a operação; - Capacidade máxima de cada veículo; - Tempo máximo de duração da rota; - Tempo de serviço em cada ponto de demanda; - Janelas de tempo de clientes e motoristas; Algumas informações disponibilizadas pela empresa foram pertinentes para analise dos resultados, entre elas os salários do motorista, custo com combustível, bem como o valor pago pelas horas extras de trabalho. Quanto ao custo de manutenção fica difícil mencionar, logo o caminhão em pesquisa foi fabricado no ano de Nesse tempo de uso, podem demandar imprevistos e como também não existe garantia de fabricação para veículos com esse tempo

9 de uso. Analisando as notas fiscais de produtos e serviços por um determinado período, podese chegar a um custo de manutenção estimado, conforme tabela abaixo. Tabela 1 Custo de Manutenção do Caminhão Volkswagen Descrição Valor Total (R$) Pneus e Recapagens 2.938,02 Lubrificantes, Graxas e Filtros 704,98 Peças e Serviços 7.332,39 Total dos Custos ,39 Total de KM em 357 dias Custo por KM rodado R$ 0,35 Fonte: Elaboração própria Essa análise foi feita a partir da última revisão geral, realizada no dia 28/08/2009, onde os custos totais dessas manutenções não foram levados em consideração e o caminhão marcava km. Até o dia 20/08/2010 se passaram 357 dias, o caminhão marcou km e todos os custos envolvidos durante esse período totalizaram em R$ ,39. Ao deduzir as diferenças de quilometragem e dividir por 357 dias, o resultado será de R$ 0,35 por km rodado. O salário médio do motorista adotado pela empresa é de R$ 1.225,51 através da convenção coletiva de trabalho de petróleo e gás para o ano de De acordo com a CLT Consolidação das Leis Trabalhistas, artigo 64, o valor da hora extra paga ao trabalhador é igual ao salário-hora acrescido de 50%. Na situação proposta, o salário-hora do trabalhador é de R$ 6,96, assim, a hora extra utilizada é de R$ 10,44. O veículo Volkswagen pertencente à empresa e roda em média 3,5 km para um litro de combustível. Assim o custo de combustível representado em R$ 1,90 por litro. As restrições da rota englobam diversas variáveis, e a empresa em pesquisa deve considerar durante o momento da construção de uma rota, entre elas destacam-se: Zonas de velocidade - Compreendem uma caixa que delimita uma região da rota onde a velocidade do veículo é diferente das demais. No presente estudo foi considerado que a velocidade no trajeto do veículo entre a Zona Norte e Zona Sul da cidade é de 60 km/h. No entanto, existem muitos pontos dentro do perímetro urbano, na qual a velocidade de deslocamento entre um ponto e outro é menor, sendo de 30 km/h. Fator de escala - As informações geradas pelo software Google Earth consideram distâncias lineares entre os pontos, ou seja, em linha reta. Dessa forma, torna-se necessário aproximá-las da escala rodoviária real; para tanto, conforme descreve Ballou (2006), para deslocamento entre cidades, deve-se utilizar um fator de escala de 1,21. Assim, aumenta em 21% o valor observado em linha reta. Tempo de abastecimento - Durante as entregas, foram considerados tempos pré-definidos para realizar o abastecimento de gás. Assim, para cada 120 m³ de gás abastecido, leva um tempo médio de 1 hora para ser abastecido. Horário de saída - O horário de saída dos motoristas da garagem ocorre preferencialmente de madrugada, por conta dos engarrafamentos que gera atrasos e aumento no consumo de combustível. Assim, considera-se que o veículo sai da garagem de 2 horas da manhã.

10 Janela de tempo do motorista - Também deve considerar as paradas do motorista para descanso e lanche, que é de 60 minutos em duas paradas de 03 horas da manhã e de 7 horas da manhã. A empresa em pesquisa contempla de três veículos para a realização das entregas de seus produtos: dois efetivos e um reserva. O primeiro deles é um caminhão Volkswagen com capacidade para transportar 700 m³ de gás, o qual é próprio da empresa. Esse veículo faz entregas de domingo a domingo, sendo que inicia suas atividades às duas horas da manhã, sendo a rota 1, composta pelos seguintes bairros de Natal (RN): Potengi, Quintas, Tirol, Petrópolis, Areia Preta, Praia do Meio, Barro Vermelho e Cidade da Esperança. A rota 2, atende os bairros de Candelária, Ponta Negra e Capim Macio do município de Natal (RN) e também a região de Parnamirim (RN) são atendidas pelo veículo Chevrolet D 1200, também próprio da empresa, possuí a capacidade para transportar até m³ de gás, e inicia suas atividades às quatro horas da manhã. Quanto à disponibilidade é a mesma da rota 1 de domingo a domingo. Analisando a rota 1 feita em uma semana pelo caminhão Volkswagen 7.100, juntamente com os dados do software Google Earth foi possível coletar os resultados em relação a tempo, custo e distância que estão apresentados na Tabelas 2. Tabela 2 Resultado semanal da Rota 1 do Caminhão Volkswagen Semana Tempo Total N. Paradas Km Custo Man./dia Custo Comb./dia Segunda-feira 9: R$ 21,35 33,11 Terça-feira 9: R$ 29,40 45,60 Quarta-feira 8: R$ 23,80 36,91 Quinta-feira 9: R$ 27,30 42,34 Sexta-feira 9: R$ 26,95 41,80 Sábado 6: R$ 17,85 27,69 Domingo 9: R$ 29,75 46,14 Custos Totais Semanais R$ 176,40 R$ 273,60 Fonte: Elaboração própria De acordo com a Tabela 1, o custo de manutenção é representado em R$ 0,35 por quilômetros rodado, então se calcular pela quilometragem diária de cada dia da semana da Tabela 2, isso irá resultar em R$ 176,40 de custo de manutenção semanal do caminhão da Rota 1. Quanto ao consumo de combustível, a empresa obtém o litro de óleo diesel por R$ 1,90 para rodar 3,5 km, então se multiplicar, o preço, a autonomia e a quilometragem diária, logo se tem um resultado do custo diário de combustível, o que numa semana se representa em R$ 273,60. Essa análise é imprescindível para empresa avaliar seus custos variáveis logísticos a partir de uma rota que foi criada anteriormente, tendo a possibilidade de verificar se o resultado obtido foi como esperado, e como também essa informação se torna importante para o setor financeiro, a fim de projetar os custos que vem a ser gerado no orçamento mensal da empresa. 4.4 PROBLEMÁTICA 1 O DESVIO DE ROTA E À HORA EXTRA Nesse primeiro cenário, pode-se analisar a partir dos dados do GPS, um dos problemas mais

11 comuns existente nas organizações, o desvio de rotas, que parece ser uma conveniência para o motorista, acaba se tornando um prejuízo para as organizações (Figura 5). A) Situação 1 B) Situação 2 Figura 4 Desvio de Rota sobreposto no Google Earth Fonte: Google (2010) De acordo com a Figura 5, a Situação 1 esta representando uma rota definida pela empresa, onde o motorista abastece o ponto de amarelo e depois retorna pela mesma rota. Na Situação 2 existe um desvio não planejado pela empresa, que pode ser percebido após a conclusão do abastecimento no ponto amarelo, onde o caminhão realiza um desvio para o lado esquerdo. Esse desvio teve um deslocamento médio de 1,5 km, e seu tempo de parada e deslocamento foi de uma hora e trinta minutos. Esse caso aconteceu em Janeiro/2010 e a empresa tomou como providência, uma advertência por escrito para esse colaborador que tinha apenas 3 meses de carteira assinada. Diante dessa problemática, a empresa já registrou outro prejuízo sobre a hora extra de trabalho que não era condizente com a realidade de trabalho. Isso aconteceu com um colaborador que registrava a folha de ponto de acordo com a realidade de inicio e fim de jornada de trabalho, pois seu registro era controlado por um colaborador que ficava na garagem dos caminhões, sendo responsável pelo controle e operação logística. O fato ocorreu quando o motorista saiu da garagem e foi para um imóvel não registrado como cliente da empresa, passando até duas horas nesse local. Após a implantação do GPS a empresa identificou esse problema e tomou medidas cabíveis que foi necessário resolver através da justiça trabalhista. Após o resultado desse fato, a empresa vem adotando a roteirização com o GPS, como uma ferramenta fundamental para os processos operacionais, além de evitar a manipulação da folha de ponto dos motoristas. 4.5 PROBLEMÁTICA 2 TEMPO DE ABASTECIMENTO DE CLIENTES Nesse segundo cenário, a empresa pode avaliar e constatar a ociosidade dos colaboradores no momento da prestação de serviço, que de fato esse problema acontece quando o motorista passa um tempo a mais do que foi planejado, causando atraso nas entregas e chegando até a elevar os custos logísticos. De acordo com Bowersox e Closs (1996), esses problemas geram uma redução do nível de serviço da organização, que afeta o desempenho operacional e a

12 confiabilidade dos prazos de entregas previamente acordados com os clientes. Na Tabela 3 é apresentado na célula superior todas as segundas-feiras do mês de janeiro de 2010, o qual a rota é a mesma durante esse dia da semana. Vale ressaltar que a empresa trabalha com rota diária programada para cada dia da semana, podendo ser alterado nos feriados, onde os clientes demandam um consumo mais elevado, que nesses casos o abastecimento é feito mais de uma vez a fim de garantir uma possível falta de gás. Tabela 3 Rota parcial da segunda-feira com tempo e volume CLIENTE Tempo (Hs) 4/1/ /1/ /1/ /1/2010 Volume (m3) Tempo (Hs) Volume (m3) Tempo (Hs) Volume (m3) Tempo (Hs) Volume (m3) CLIENTE 1 00: : : :14 41 CLIENTE 2 00: : : :06 16 CLIENTE 3 00: : : :16 11 CLIENTE 4 00: : : :04 22 CLIENTE 5 00: : : :07 19 CLIENTE 6 00: : : :11 24 CLIENTE 7 00: : : :20 85 CLIENTE 8 00: : : :51 34 CLIENTE 9 00: : : :28 15 CLIENTE 10 00: : : :17 15 CLIENTE 11 00: : : :12 50 CLIENTE 12 00: : : :11 25 TOTAL 03: : : : Fonte: Elaboração própria Os resultados dessa tabela podem trazer uma relação de quanto em volume pode ser abastecido em cada hora de operação, então se calcular no dia 04/01/2010, o total do volume abastecido de 376 m³ divido por 3 horas e 8 minutos, o resultado será de 120 m³ abastecidos por cada hora de operação. No caso dos dias 11/01/2010, 18/01/2010 e 25/01/2010 os resultados serão respectivamente 121 m³, 119 m³ e 109 m³. No dia 25/01/2010 apresentou um resultado distante dos outros dias da semana, isso representa uma ociosidade de operação que pode ser avaliado no Cliente 8, onde o motorista passou 51 minutos para abastecer 34 m³, se comparados aos dias anteriores, o dia 18/01/2010 foi abastecido um volume superior de 43 m³ em apenas 12 minutos. Nesses casos de ociosidade, a empresa pode avaliar que a roteirização das distribuidoras de gás a granel, algumas vezes existem restrições e o caso demonstrado na tabela acima é um fato que acontece diversas vezes e é preciso sempre avaliar para chegar a um fator consistente. Os exemplos que foram constatados são as impossibilidades de o cliente receber o gás no momento programado, os motoristas às vezes procuravam se desligar dos serviços e o que raramente acontecia era uma manutenção corretiva de um caminhão em operação. Caso, a empresa necessite de mais tempo para corrigir um serviço no caminhão, imediatamente é acionado um caminhão reserva, a fim de evitar transtornos.

13 4.6 PROBLEMÁTICA 3 PLANEJAMENTO DE UMA NOVA ROTA Inicialmente, a empresa em pesquisa iniciou a criação das rotas planejadas em meados de março/2000 pelo método de construção de roteiro de Novaes (2007), que partem de vários pontos ligados, procurando ligar os pontos mais próximos. Esse processo começou manualmente, utilizando uma caneta e um mapa impresso da grande Natal, onde a construção das rotas era analisada a partir da prática que o caminhão realizava diariamente em atendimento de clientes, que no final do dia, os resultados apresentados no odômetro do veiculo, era registrado até se encontrar uma menor distância percorrida para se torna uma rota efetiva. No ano de 2006, o aplicativo Google Earth e o GPS se tornaram ferramentas atrativas no Brasil, então a empresa se informou nas literaturas estrangeiras sobre Track Log e viu que era possível integrar o GPS com o Google Earth. Assim, a empresa adquiriu essas duas ferramentas que vêm sendo de grande valia para planejar, analisar, avaliar, e controlar as operações logísticas. Na medida em que o tempo passa, as mudanças são fatos que sempre acontece nas organizações, mas quando se trata de melhoria, é algo indispensável para as empresas que procuram reduzir os seus custos logísticos. No inicio de dezembro de 2007, foi inaugurada a Ponte Newton Navarro que liga os bairros da Zona Norte de Natal e os municípios do litoral norte do estado, aos bairros da Zona Sul de Natal e do litoral sul, além de outras regiões da cidade passando pelo Rio Potengi. Essa ponte foi uma oportunidade da empresa implantar o método de melhoria de roteiro, seguindo a metodologia de Novaes (2007), conforme pode ser visto na Figura 6. Figura 5 Nova Rota 1 incluindo a Ponte Newton Navarro Fonte: Elaboração própria A melhoria do roteiro parte de uma solução obtida com o auxilio do GPS que procura

14 aperfeiçoar o resultado assim obtido, utilizando uma rota já existente. Na Figura 6, foram analisados os dados do GPS do dia 20/11/2007 (antes) e 18/11/2008 (depois) que foi o dia da mudança, com distancia total percorrida respectivamente de 67 km e 55 km, excluindo no software os novos clientes que apareceu durante esse período, é percebido que no primeiro quadro da Figura acima, o caminhão retorna para garagem pela mesma ponte e tendo proximidade dos Clientes 4 e 18, o que gera um desperdiço para empresa, pois esses clientes não têm restrições para receber o produto, enquanto o quadro posterior traz a situação após a criação da ponte 2, que foi fundamental para economizar o percurso da rota para garagem e depois temos os clientes de número 18, 4, 3 e 5 que se ligam de forma menos dispendiosa. O resultado registrado pelo software de roteirização foi uma economia de 12 km por dia, o que representa financeiramente, uma economia estimada de R$ 322,00 por mês. Nessa situação a empresa utilizou o método de Clarke e Wright ou método de economia, possibilitando uma melhoria que foi unir os clientes mais próximos em uma única viagem, sem trazer desperdícios. Porém, essa problemática levou 11 meses, o que é muito tempo para uma empresa que pensa em reduzir custos logísticos, isso pode ser constatado se verificar o período em que a ponte foi inaugurada até o dia em que foi executada essa nova rota. Esse fato ocorre porque o roteirista desempenha várias atividades na organização, o que demanda pouco tempo para fazer analise de novas rotas, então o roteirista procura utilizar com mais freqüência, a ferramenta de controle horas e de desvios de rotas. Pode-se observar também, durante o acompanhamento dessa pesquisa, que todos esses resultados só foram possíveis por conta do conhecimento e da experiência que o roteirista, graduado em Administração, tem quando executa as ferramentas necessárias de roteirização, incluindo os conhecimentos teóricos que a logística tem para oferecer, que servem de melhorias para os processos organizacionais. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Administração de Produção é um assunto que proporciona um vasto campo de conhecimentos. Alguns destes foram aplicados no desenvolvimento desse projeto, como conceitos de logística e transporte rodoviário, dos quais se destaca a roteirização de veículos, ferramenta de grande importância no auxílio à redução de custos e na tomada de decisão. Como ferramenta de apoio na roteirização de veículos, esse estudo consiste em utilizar o GPS e o Sistema de Informação Geográfica aplicada aos transportes que pode contribuir, não só para mapear, avaliar a situação atual e otimizar os serviços de entrega, como também para a melhoria da prestação de serviços. Considerando os aspectos supracitados, o presente estudo tem como objetivo, analisar o modelo de roteirização de veículos com auxilio do GPS de uma empresa distribuidora de gás. Após uma revisão bibliográfica sobre os principais temas envolvidos, foi realizado um estudo de caso na empresa Alfa localizada na Zona Norte de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, como uma empresa de médio porte com mais de 10 anos de atuação. Para a condução do estudo de caso, foram utilizadas como fontes de evidências: documentação, registros em arquivos e observação direta intensiva Como resultado do estudo, foi feita uma descrição geral dos processos logísticos, buscando-se identificar os fatores considerados críticos para o processo, onde foram criados tabelas e imagens para facilitar a visualização do processo. Especial atenção foi dedicada ao processo de roteirização e programação de veículos, sempre tendo como referência os conceitos encontrados na literatura especializada. Foi possível identificar que a teoria e a prática, no que tange à idéia de otimização da roteirização e programação, estão sendo utilizado positivamente na organização em pesquisa.

15 Diante de tudo que foi abordado, este presente estudo alcançou seus objetivos, propondo como um modelo de programação de rotas que pode resultar menores custos e distâncias possíveis, baseando-se nos dados que foram fornecidos pela própria empresa. Assim, ela poderia utilizar esse sistema com mais freqüência, mas foi percebido que as tomadas de decisões para métodos de melhorias de rotas só é possível com a disponibilidade do roteirista, que exerce várias atividades impostas pela organização, o que resulta pouco tempo para exercer a função de roteirista, que quando disponível, utiliza o sistema com mais freqüência, a função de fiscalizar as rotas. Esse fato resultou em um problema que não foi percebido a tempo pela organização, onde a empresa criou uma nova rota, que podia ser planejada com 11 meses de antecedência, por não planejar a tempo, foi calculado em 11 meses, um prejuízo de R$ 3.542,00 em cima da economia mensal que a empresa almejou de R$ 322,00. Outro ponto crítico é a limitação quanto à parametrização do software, que afeta diretamente a qualidade das rotas, onde é preciso levar em consideração a experiência do roteirista como fator decisivo na formação da rota, pois o modelo utilizado pela empresa há muitos processos manuais. É necessário também ressaltar que não basta à adoção de um sistema de roteirização informatizado de última geração para resolver os problemas de uma empresa; às vezes, idéias relativamente simples podem otimizar todo o processo de transporte sem empregar dinheiro na compra de um programa de roteirização muito caro. Por isso, antes de acionar a área financeira da empresa, deve-se tentar extrair dos envolvidos alguma solução que seja viável e de baixo custo que possa resolver os problemas, então foi assim que sucedeu a empresa Alfa. Face ao exposto, pode-se afirmar que a empresa, apesar de utilizar diversos conceitos e ferramentas de apoio em seu processo de roteirização de veículos, especialmente um software gratuito de roteirização, ainda é refém da falta de informações em processos operacionais. Como conseqüência, o processo acaba por ser excessivamente dependente do fator humano em diversas etapas, ou seja, da experiência prática do profissional envolvido. No entanto, o modelo proposto pela empresa utiliza os conceitos da literatura especializada, o que se torna um diferencial competitivo em seu ramo de atividade. REFERÊNCIAS ASSAD, Arjang et al. The fleet size and mix vehicle routing problem: computers & operations research. College Park: Elsevier, BALLOU. Gerenciamento da cadeia de suprimento: planejamento, organização e logística empresarial. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logistical management: the integreted supply chain process. New York: McGraw-Hill, Logistica empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, CUNHA, Claudio Barbieri da. Aspectos Práticos da Aplicação de Modelos de Roteirização de Veículos a Problemas Reais. Revista Transportes: ANPET, São Paulo, p.51-74, 10 nov GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2010 MARQUES, Heitor Romero et al. Metodologia da pesquisa e do trabalho científico. Campo Grande: UCDB, NOVAES. Logistica e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

16 PARTYKA, J. G.; HALL, R. W. On the road to service. ORMS Today, v. 27, p ago ROESCH, S. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. São Paulo: Atlas, SANCHES, Suely da Penha et al. Roteirização de veículos para o transporte de alunos da zona rural utilizando um sistema de informações geográficas f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Urbana) Curso de Engenharia Urbana, UFSC, São Carlos, SANTOS, C. M. A Viabilização dos softwares comerciais na roteirização de veículos de serviços de entregas visando a geração de respostas rápidas e eficientes. 1999, 198p. Dissertação (Mestrado) EESC, USP, São Carlos, VERGARA, Sylvia C. Projetos e relatórios em Administração. São Paulo: Atlas, i Alfa: é um nome fictício atribuído à empresa para preservar sua identidade. ii Logger: é um registro de dados seqüências para um arquivo que pode ser visualizado no Bloco de Notas do Windows.

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