ANÁLISE COMPARATIVA DE SOBREPESO E OBESIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA PARTICULAR E UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA.

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1 CONEXÃO FAMETRO: ÉTICA, CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE XII SEMANA ACADÊMICA ISSN: ANÁLISE COMPARATIVA DE SOBREPESO E OBESIDADE NO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA PARTICULAR E UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA. Alexsandro Silva Pedro Henrique Nogueira Yana Castro Eduardo Melo FAMETRO Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza. Título da Sessão Temática: Processos de cuidar RESUMO A obesidade é uma doença multifatorial a qual atinge todas as faixas etárias. O avanço da tecnologia, o ambiente obesogênico e os hábitos alimentares inadequados das crianças e dos adolescentes têm contribuído para o desenvolvimento de tal doença. O objetivo do presente estudo é comparar onde há maior número de crianças obesas, além de verificar se os hábitos alimentares e o fator socioeconômico interferem na obesidade. Para tal, realizou-se um estudo de corte transversal em escolares do 5º ano do fundamental I, no segundo semestre de 2015, perfazendo uma população de 82 crianças de ambos gêneros. Os participantes foram submetidos à aferição do peso e da altura e, após, fez-se o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Por meio de questionários, os participantes foram entrevistados para a verificação dos hábitos alimentares e de seus níveis socioeconômicos. Por meio desses, encontrou-se que 26,8% dos participantes apresenta sobrepeso e 61,0% obesidade na escola particular e 17,5% com sobrepeso e 12,5% com obesidade na escola pública. A prevalência tanto de sobrepeso quanto de obesidade foi maior na escola particular em comparação com a escola pública e constatou-se que o nível socioeconômico interfere diretamente neste resultado. Conclui-se, por meio destes, que medidas devem ser tomadas por parte dos pais, da escola e do profissional de Educação Física para que haja considerado combate e prevenção da obesidade infantil. Palavras-chave: Sobrepeso, Obesidade, Ensino Fundamental. INTRODUÇÃO Nos últimos anos o estilo de vida das pessoas vem obtendo consideráveis mudanças, tanto em hábitos alimentares como na diminuição da

2 atividade física regular. A inatividade física é um dos fatores determinantes no excessivo ganho de peso corporal. Acerca de tal preocupação, o sobrepeso e a obesidade estão em ascensão em países em desenvolvimento, especialmente em ambientes urbanos. Mais de 30 milhões de crianças com excesso de peso vivem em países em desenvolvimento e 10 milhões nos países desenvolvidos de acordo com Organização Mundial de Saúde (2013). Em nível de contextualização, em 2009 uma em cada três crianças de cinco a nove anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Entre as meninas e moças de 10 a 19 anos o crescimento do excesso de peso passou de 7,6% ( ) para 19,4% ( ). Nos meninos e rapazes o aumento foi ainda maior, passando de 3,7% para 21,7% (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica, 2013). Certos que o crescente desenvolvimento da tecnologia tem contribuído para que as pessoas adotem um estilo de vida cada vez mais sedentário e a mudança nos hábitos alimentares vem desencadeando o aumento de várias doenças, dentre elas a obesidade, é oportuno colocar que a obesidade pode ser vista como uma doença epidêmica e de proporções mundial uma vez que o seu crescimento atinge todas as faixas etárias, inclusive as de desenvolvimento. Considerando que alguns escolares apresentam recusa na participação das aulas de Educação Física escolar, cabe apresentarmos a nossa preocupação com o desenvolvimento da presente pesquisa. Se a obesidade pode iniciar em qualquer idade, desencadeada por fatores como o desmame precoce, má distribuição de alimentos durante a infância, substituição do aleitamento materno pelo consumo excessivo de carboidratos, o sedentarismo também deve ser por nós considerado. A prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças associada a alguns fatores de risco como hipertensão arterial, hipercolesterolemia e resistência à insulina também é motivo para a nossa preocupação. Entretanto, são poucos os estudos que levam em consideração a condição sócioeconômica como fator que pode contribuir no desenvolvimento do sobrepeso ou da obesidade (Giugliano e Carneiro, 2004; Soar, Vasconcelos e Assis, 2004; Silva e Motta, 2005). Diante de tal cenário e números, cabe-nos formular o seguinte

3 questionamento: Porque pensamos que em escolas privadas há maior número de crianças acima do peso ideal para sua idade e altura se comparada à escola pública? Porque o número de crianças sedentárias está cada vez maior? Com isto, o objetivo de estudo dessa pesquisa é comparar a prevalência de obesidade em crianças de uma escola pública e uma escola privada na cidade de Fortaleza, no estado do Ceará, visando se a comparação onde há maior número de crianças com sobrepeso e obesidade, a verificação de hábitos alimentares e o fator socioeconômico interferem no avanço da obesidade. DESENVOLVIMENTO / PERCURSO METODOLÓGICO O trabalho agora apresentado trata-se um estudo de corte transversal com abordagem quantitativa. Para Marconi e Lakatos (2012), o procedimento de estudo exploratório tem como objetivo a formulação de questões ou de um problema. Este foi realizado em crianças de uma escola pública e de uma escola particular da cidade de Fortaleza, no estado do Ceará, no segundo semestre do ano de Estas, que foram submetidas à pesquisa, cursavam o 5º ano do ensino fundamental I, com faixa etária entre 10 a 11 anos, formaram uma população de 82 crianças, sendo 44 crianças do sexo feminino e 38 crianças do sexo masculino. Os participantes foram submetidos à mensuração do peso corporal e da altura para o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), este índice que consiste em dividir o peso em quilogramas pelo quadrado da altura em metros de acordo com a Organização Mundial de Saúde (1998). Foi utilizado para o teste a balança da marca VELMY, modelo R-110 fabricada no ano de 2003, e a estatura foi medida pelo estadiômetro da própria balança. Para tal, foi solicitado que os alunos estivessem vestidos com a farda da Educação Física, descalços e em posição ereta. Após a coleta de dados de peso e altura, foi aplicado um questionário no qual continha duas partes: a primeira parte sobre hábitos alimentares, atividade extraescolar regular e lazer e a segunda parte, sobre fatores socioeconômicos, tal como a renda familiar e o acesso à tecnologia. Nos resultados foi utilizado o programa Excel 2013 para cálculo do IMC, após cálculo de resultado de IMC este foi comparado com a

4 tabela criada pela Organização Mundial de Saúde e em seguida, constituído os gráficos, através do Excel Segundo Accioly (2009), em 2007 a Organização Mundial de Saúde desenvolveu pesquisa com crianças e adolescentes da entre 5 e 19 anos. Nesta, foi realizada a correlação entre a distribuição de peso e estatura em Percentil (P). Por meio desta, estabeleceu-se que a pessoa com o P 85 e P< 97 apresenta sobrepeso e com o P 97 obesidade saúde. Para a nossa pesquisa serão expostos abaixo gráficos referentes ao referido índice, levando em consideração o sexo e a a faixa etária das crianças e dos adolescentes. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS Gráfico 01: Relação do Índice de Massa Corporal (IMC) para idade em percentil 70,0% 60,0% Resultado geral (n=82) 61,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 26,8% 17,5% 12,5% 0,0% SOBREPESO ( P 85 e P<97) OBESIDADE ( P 97) PARTICULAR PUBLICA Fonte direta Após a revisão de literatura e com os dados recrutados através da coleta de dados, serão descritos em sequência os resultados encontrados na presente pesquisa. Estes serão comparados com outros estudos que apresentaram objetivos próximos ao da pesquisa em questão. Ao analisar os dados obtidos, quando comparamos a relação do IMC por idade nos estudantes da escola particular e pública constatamos que tanto o percentual de sobrepeso (26,8% - 17,5%) como o de obesidade (61,0% -

5 12,5%) é maior nos alunos da escola particular, onde a obesidade tem um valor significativamente maior de acordo com o Gráfico 01. Dentre os diversos estudos encontrados na literatura sobre a prevalência de obesidade em escolares da rede pública e particular, encontramos uma prevalência tanto para o sobrepeso quanto para a obesidade em escolares da rede de ensino particular. O resultado encontrado está de acordo com o estudo de Campos, Leite e Almeida (2007), em que foi realizada uma pesquisa sobre a prevalência de sobrepeso e obesidade em escolares do município de Fortaleza com um total de 1158 adolescentes, com faixa etária entre 10 a 19 anos. Destas, 571 eram escolares de escolas públicas e 587 de escolas privadas e constatou-se a prevalência de 23,9% nas escolas privadas e 18,0% nas escolas públicas. De acordo com o estudo de Ricardo, Caldeira e Corso (2009), sobre prevalência de sobrepeso e obesidade e indicadores de adiposidade central em escolares de Santa Catarina, foram avaliados escolares com idades entre 6 a 10 anos, matriculados no ensino fundamental. Por meio de tal pesquisa, constatou-se uma maior prevalência de sobrepeso na rede de ensino particular (19,7%) em relação à rede de ensino pública (14,3%). Apesar dos resultados serem semelhantes, observa-se que o índice de sobrepeso e obesidade apresentam-se maiores em escolares da rede particular. Gráfico 02: Relação de IMC entre meninos e meninas Fonte: Adaptada pelo pesquisador

6 A pesquisa nos mostra que entre os escolares com maior prevalência de sobrepeso e obesidade, existe diferença significativa entre o gênero feminino e o masculino. Encontra-se, no caso, que 21,6% dos meninos e 18,1% das meninas estão com sobrepeso e que 45,9% dos meninos e 29,5% das meninas estão com obesidade conforme o Gráfico 02. Ainda sobre o Gráfico 02, podemos notar que os meninos se sobressaem em relação as meninas tanto em sobrepeso quanto em obesidade, sendo o percentual mais elevado nos casos de obesidade. Tal resultado vai de encontro ao estudo de Campos, Leite e Almeida (2007) o qual ao analisar as prevalências de sobrepeso e obesidade em escolares, considerando gênero, faixa etária e tipo de escola, particular e pública, encontrou maior prevalência de sobrepeso e obesidade em escolares do gênero masculino, com faixa etária entre 10 e 14 anos, na escola particular em relação a escola pública. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base nos resultados obtidos pelo Índice de Massa Corporal (IMC), a prevalência de sobrepeso e obesidade foi maior em escolares da escola particular se comparados com os da escola pública. No tocante do gênero, a prevalência foi maior nos meninos em relação as meninas. Por meio do presente estudo observa-se, também, que as crianças que tem mais acesso à tecnologia (isto quer dizer: que passam maior parte do seu tempo livre em frente à televisão, videogame e celular) apresentam maiores índices de sobrepeso e de obesidade. Por outro lado, as crianças que não tem acesso tanto acesso à tecnologia, com poder aquisitivo mais baixo e que ocupam seu tempo com atividades como correr e pular, apresentam-se com peso considerado ideal para a sua idade. Este estudo foi semelhante a outros estudos citados anteriormente. Diante de tal cenário, medidas devem ser tomadas. Estas, que envolvem os pais dos alunos, os professor de Educação Física e o ambiente escolas no que tange a prevenção da obesidade infantil. Seja por meio de incentivo às crianças e aos adolescentes para a prática de atividade física prazerosa, seja no combate ao ambiente obesogênico por exemplo. O controle do tempo destinado às atividades com pouco dispêndio energético deve ser

7 considerado visando a adoção de um estilo de vida mais saudável que engloba, para além disso, uma dieta mais saudável e regrada em alimentos com excesso de calorias. Concluímos, por meio do desenvolvimento da presente pesquisa, que a obesidade deve ser levada a sério, visto que trata-se de uma doença epidêmica e prejudicial tanto para a saúde física como a saúde emocional dos indivíduos. Orienta-se que novos estudos mais aprofundados na temática devam ser desenvolvidos para que, por meio destes, possa se confirmar que o fator social é também um responsável pela prevalência de sobrepeso e obesidade entre escolares da rede pública e da rede particular. REFERÊNCIAS ACCIOLY, E. Nutrição em obstetrícia e pediatria - 2.ed. Rio de Janeiro: Cultura médica: Guanabara Koogan,2009. CAMPOS, L..A.; LEITE, A. J.; ALMEIDA, P. C. Prevalência de Sobrepeso e Obesidade em Adolescentes Escolares do Município de Fortaleza, Brasil. Revista Bras. Saúde matern, infantil, Recife , abril/junho, GIUGLIANO, R.; CARNEIRO, E. C. Factors associated with obesity in school children. J Pediatr. 2004;801: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa de orçamentos familiares : antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no Brasil. [Acesso em 15 jul/2013]. Disponível em: usca=1&t=pof desnutricao-cai-peso-criancas-brasileiras-ultrapassapadrao-internacional. MARCONI. M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2012 RICARDO, G. D; CALDEIRA, G. V,; CORSO, A. C. Prevalência de sobrepeso e obesidade e indicadores de adiposidade central em escolares de Santa Catarina, Brasil - Revista Bras Epidemiol 2009; 12(3): SILVA, G. A. P.; BALABAN, G.; MOTTA, M. E. F. Prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças e adolescentes de diferentes condições socioeconômicas. Rev Bras Saude Mater Infant. 2005;51:53-9. SOAR, C.; VASCONCELOS, F. A. G., ASSIS, M. A. A Prevalência de sobrepeso e obesidade em escolares de uma escola pública de Florianópolis, Santa Catarina. Rev Bras Saude Mater Infant. 2004;44: World Health Organization (WHO). The World Health Report 2002: reducing risks, promoting health life. [Acesso em 11 ago/2013]. Disponível em:

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