DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM SNC

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1 BOLETIM INFORMATIVO N.º 2/2012 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM SNC (Este boletim destina-se a ser distribuído a clientes e colaboradores e a informação nele contida é prestada de forma geral e abstrata, não se destinando assim a prestar qualquer serviço de auditoria, consultadoria fiscal ou quaisquer outros serviços de aconselhamento profissional) ENQUADRAMENTO O Sistema de Normalização Contabilístico (SNC) entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2010 e veio dar ainda mais ênfase ao Anexo, delegando neste documento uma série de informações complementares ao balanço e à demonstração de resultados bastante exaustivas. Da nossa experiência profissional temos constatado que apesar dos esforços efetuados, parte significativa das empresas não tem dado um tratamento exaustivo a tão importante documento contabilístico. Assim, face ao verificado no parágrafo anterior e mantendo a nossa disponibilidade para colaborar com os nossos clientes e colaboradores, desenvolvemos com base na Portaria n.º 986/2009 de 13 de Julho e em vária literatura especializada, um modelo de Anexo que entendemos responder à esmagadora maioria das situações que o SNC nos coloca. OBJETIVO O objetivo deste trabalho é proporcionar uma forma de apresentar umas demonstrações financeiras completas e abrangentes, com especial ênfase para o Anexo. Neste sentido desenvolvemos um modelo de Anexo suficientemente abrangente e que necessita de relativamente pouco tempo para a sua elaboração. Com o objetivo de facilitar a elaboração das demonstrações financeiras para os exercícios de 2011 e seguintes, incluímos em anexo os ficheiros em Word e Excel. 1

2 NOTA FINAL Desejamos e esperamos que este Trabalho vos possa vir a ser útil e agradecemos que nos reportem eventuais deficiências ou incongruências para que possamos introduzir os necessários melhoramentos, sem prejuízo de nos fazerem chegar as vossas sugestões. No âmbito das nossas funções de ROC, temos como missão disponibilizar aos nossos clientes uma colaboração útil e contínua que lhes permita acrescentar valor. Para além das nossas funções de ROC estamos disponíveis para colaborar na prestação de serviços qualificados que permitam alcançar novos resultados e/ou esclarecimentos adicionais de que venham a sentir necessidade. 2

3 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM SNC BALANÇO JTS - SROC UNIP, LDA BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montantes expressos em euros) ACTIVO Notas ACTIVO NÃO CORRENTE: Activos fixos tangiveis Propriedades de investimento Activos intangíveis Activos biológicos Participações financeiras - método da equivalência patrimonial Participações financeiras - outros métodos Accionistas / sócios Outros activos financeiros Activos por impostos diferidos Outros activos não correntes Total do activo não corrente - - ACTIVO CORRENTE: Inventários Activos biológicos Clientes Adiantamentos a fornecedores Estado e outros entes públicos Accionistas / sócios Outras contas a receber Diferimentos Activos financeiros detidos para negociação Outros activos financeiros Activos não correntes detidos para venda Caixa e depósitos bancários Total do activo corrente - - Total do activo - - 3

4 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO: Capital realizado Acções (quotas) próprias Outros instrumentos de capital próprio Prémios de emissão Reservas legais Outras reservas Resultados transitados Ajustamentos em activos financeiros Excedentes de revalorização Outras variações no capital próprio Resultado líquido do período Total do capital próprio - - PASSIVO: PASSIVO NÃO CORRENTE: Provisões Financiamentos obtidos Responsabilidades por benefícios pós-emprego Passivos por impostos diferidos Outras contas a pagar Total do passivo não corrente - - PASSIVO CORRENTE: Fornecedores Adiantamentos de clientes Estado e outros entes publicos Accionistas / sócios Financiamentos obtidos Outras contas a pagar Diferimentos Passivos financeiros detidos para negociação Outros passivos financeiros Passivos não correntes detidos para venda Total do passivo corrente - - Total do passivo - - Total do capital próprio e do passivo - - O anexo faz parte integrante do balanço em 31 de Dezembro de 2011 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração 4

5 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS JTS - SROC UNIP, LDA DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 31 DE DEZEMBRO DE 2010 (Montantes expressos em euros) RENDIMENTOS E GASTOS Notas Vendas e serviços prestados Subsídios à exploração Ganhos / perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos Variação nos inventários da produção Trabalhos para a própria entidade Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Gastos com o pessoal Imparidade de inventários (perdas / reversões) Imparidade de dívidas a receber (perdas / reversões) Provisões (aumentos / reduções) Imparidade de investimentos não depreciáveis / amortizáveis (perdas / reversões) Aumentos / reduções de justo valor Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos - - Gastos / reversões de depreciação e de amortização Imparidade de investimentos depreciáveis / amortizáveis (perdas / reversões) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) - - Juros e rendimentos similares obtidos Juros e gastos similares suportados Resultado antes de impostos - - Imposto sobre o rendimento do período Resultado líquido do período - - Resultado das actividades descontinuadas (líquido de impostos) incluído no resultado líquido do período Resultado por acção básico - - O anexo faz parte integrante da demonstração dos resultados por naturezas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2011 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração 5

6 DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO Posição no início do período 2010 Alterações no período: Primeira adopção de novo referencial contabilístico Alterações de políticas contabilísticas Diferenças de conversão de demonstrações financeiras Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Variações dos excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Ajustamentos por impostos diferidos Efeito de aquisição / alienação de participadas Outras alterações reconhecidas no capital próprio: Aplicação do resultado líquido do exercício de 2008 Correcções Navision + Juros CGD Correcções de activos / passivos que não cumprem os requisitos Resultado líquido do período Resultado integral JTS - SROC UNIP, LDA DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO PARA OS PERÍODOS DE 2011 E DE 2010 (Montantes expressos em euros) Outros Acções instrumentos Capital (quotas) de capital Prémios de Reservas Outras Notas realizado próprias próprio emissão legais reservas Operações com detentores de capital no período Realizações de capital Realizações de prémios de emissão Distribuições Entradas para cobertura de perdas Outras operações Posição no fim do período Posição no início do período Alterações no período: Primeira adopção de novo referencial contabilístico Alterações de políticas contabilísticas Diferenças de conversão de demonstrações financeiras Realização do excedente de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Variações dos excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis Ajustamentos por impostos diferidos Efeito de aquisição / alienação de participadas Outras alterações reconhecidas no capital próprio: Aplicação do resultado líquido do exercício de 2008 Correcções Navision + Juros CGD Correcções de activos / passivos que não cumprem os requisitos Resultado líquido do período Resultado integral

7 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA JTS - SROC UNIP, LDA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E DE 2010 (Montantes expressos em euros) FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS: Recebimentos de clientes Pagamentos a fornecedores Pagamentos ao pessoal Caixa gerada pelas operações - - Pagamento / recebimento do imposto sobre o rendimento Outros recebimentos / pagamentos Fluxos das actividades operacionais [1] - - FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO: Pagamentos respeitantes a: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Investimentos financeiros Outros activos - - Recebimentos provenientes de: Activos fixos tangíveis Activos intangíveis Investimentos financeiros Outros activos Subsídios ao investimento Juros e rendimentos similares Dividendos - - Fluxos das actividades de investimento [2] - - FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO: Recebimentos provenientes de: Financiamentos obtidos Realizações de capital e de outros instrumentos de capital próprio Cobertura de prejuízos Doações Outras operações de financiamento - - Pagamentos respeitantes a: Financiamentos obtidos Juros e gastos similares Dividendos Reduções de capital e de outros instrumentos de capital próprio Outras operações de financiamento - - Fluxos das actividades de financiamento [3] - - Variação de caixa e seus equivalentes [4]=[1]+[2]+[3] - - Efeito das diferenças de câmbio Caixa e seus equivalentes no início do período - Caixa e seus equivalentes no fim do período O anexo faz parte integrante da demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo em 31 de Dezembro de 2011 Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração 7

8 ANEXO (Montantes expressos em Euros) 1. NOTA INTRODUTÓRIA A XPTO, LDA/S.A., ( Empresa ) é uma sociedade por quotas/anónima com sede na, constituída em, que tem como atividade principal (descrever o objeto social). A Empresa pertence ao Grupo ( Grupo ABC ou Grupo ), cuja empresa-mãe sediada em é a sociedade ABC, LDA/SA. As empresas do grupo desenvolvem as seguintes atividades económicas: (descrever as principais atividades desenvolvidas pelo grupo) Demonstrações financeiras consolidadas: Nos termos do art.º 7.º do Decreto-Lei n.º 158/2009, a Empresa está dispensada de elaborar demonstrações financeiras consolidadas uma vez que em 31 de Dezembro de 2011, o conjunto das entidades a consolidar, não ultrapassa dois dos três limites previstos no referido artigo. ou A empresa-mãe (identificar a mesma), com sede em, possui a totalidade do capital social da Empresa e apresenta contas consolidadas, nas quais são incluídas as demonstrações financeiras da Empresa e das suas subsidiárias, de acordo com a legislação Portuguesa. Em conformidade, as presentes demonstrações financeiras da Empresa são as suas demonstrações financeiras individuais. As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida pela Empresa e estão em conformidade com as divulgações exigidas por cada uma das Normas Contabilísticas de Relato Financeiro ( NCRF ) que se aplicam à actividade desenvolvida pela Empresa. As NCRF não divulgadas nestas notas não são aplicáveis ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas. As demonstrações financeiras anexas são apresentadas em Euros, dado que esta é a divisa utilizada preferencialmente no ambiente económico em que a Empresa opera. 2. REFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 2.1 Referencial contabilístico As demonstrações financeiras anexas foram elaboradas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos registos contabilísticos da Empresa e de acordo com o Sistema de Normalização Contabilístico ( SNC ), em vigor em Portugal nos termos do Decreto-Lei n.º 158/2009 8

9 de 13 de Julho, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 20/2010 de 23 de Agosto, o qual é composto pela Estrutura Conceptual, pelas Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro e pelas Normas Interpretativas, homologadas respectivamente pelos Avisos 15652/2009, 15655/2009 e 15653/2009, de 7 de Setembro de Sempre que se verifiquem lacunas na aplicação do SNC que impeçam a apresentação de informação verdadeira e apropriada, a Empresa supera essas lacunas pelo recurso supletivo ao normativo internacional, pela ordem indicada: I. Normas internacionais de contabilidade (NIC), adoptadas ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1606/2002, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho; II. Normas internacionais de contabilidade (IAS) e normas internacionais de relato financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e respectivas interpretações SIC IFRIC. 2.2 Indicação e justificação das disposições do SNC que, em casos excecionais tenham sido derrogadas Não existiram, no decorrer do exercício, quaisquer casos excepcionais que implicassem directamente a derrogação de qualquer disposição prevista pelo SNC que tenham produzido efeitos materialmente relevantes e que pudessem pôr em causa a imagem verdadeira e apropriada das demonstrações financeiras. ou A política contabilística usada a partir de / / de 200x no tratamento (mencionar a disposição derrogada) constitui uma derrogação das disposições do SNC, o qual preconiza (transpor a disposição) COLOCAR BALANÇO E DR 2.3 Indicação e comentário das contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do período anterior (Sempre que as diferenças resultantes da reexpressão sejam materialmente relevantes, as mesmas devem ser objeto de explicação pormenorizada na presente nota) Divulgações a incluir nas contas de 2010 Desde 1 de Janeiro de 2010, no âmbito do disposto no Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 20/2010 de 23 de Agosto, e no aviso n.º 15652/2009, de 7 de Setembro, as demonstrações financeiras da Sociedade passaram a ser preparadas de acordo com o Sistema de Normalização Contabilística (SNC). Até 31 de Dezembro de 2009, as demonstrações financeiras da Sociedade foram preparadas e apresentadas de acordo com o Plano Oficial de Contabilidade (POC) aprovado pelo Decreto-Lei n.º 410/89 de 21 de Novembro e respectiva legislação complementar. Em 2010, a Empresa apresentou 9

10 pela primeira vez, as demonstrações financeiras de acordo com os princípios de reconhecimento e mensuração definidos no Sistema de Normalização Contabilística (SNC). Com o objectivo de assegurar a comparabilidade dos exercícios, as demonstrações financeiras a 31 de Dezembro de 2009 foram convertidas para o SNC, conforme definido pela NCRF 3 Adopção pela primeira vez das NCRF. 2.4 Adoção pela primeira vez das Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro ( NCRF ) Divulgações a incluir nas contas de 2010 A transição dos Princípios Contabilísticos Geralmente Aceites (PCGA) anteriores para as NCRF, afectou apenas a reclassificação de rubricas contabilísticas, sem qualquer efeito em resultados transitados ou em resultado líquido do período. Não foi necessário, na data da transição, proceder ao desreconhecimento de activos ou passivos anteriormente reconhecidos segundo os PCGA anteriores, reconhecer activos ou passivos que não foram reconhecidos segundo PCGA anteriores mas que devem ser reconhecidos de acordo com as NCRF ou remensurar ativos ou passivos. A alteração tem impacto essencialmente na forma de apresentação do Balanço onde para além da diferente arrumação e agregação de rubricas se eliminou nas rubricas de Activo a distinção entre Activo Bruto e respectivos montantes de amortizações, depreciações e ajustamentos. OU Até 31 de Dezembro de 2009, as demonstrações financeiras da Empresa foram apresentadas e aprovadas de acordo com o Plano Oficial de Contabilidade ( POC ). As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de Dezembro de 2010, foram preparadas de acordo com o SNC. O exercício de 2009, apresentado para efeitos comparativos, foi reexpresso de forma a estar de acordo com o SNC. Os ajustamentos de transição, com efeitos a 1 de Janeiro de 2009, foram efectuados de acordo com a NCRF 3 - Adopção pela primeira vez das normas contabilísticas e de relato financeiro e foram registados em resultados transitados, conforme estabelecido pela referida norma. As principais diferenças de políticas contabilísticas entre o POC e o SNC são as seguintes: a) O POC permitia a capitalização de algumas despesas que, de acordo com o SNC, devem ser imediatamente reconhecidas como gastos do exercício. À data da transição, as despesas daquela natureza, líquidas de amortizações acumuladas, que não satisfaziam os critérios de reconhecimento da NCRF 6 Activos intangíveis, foram anuladas por contrapartida de resultados transitados. b) A Empresa adoptou o valor de custo como critério valorimétrico dos seus activos fixos tangíveis. Alguns destes activos foram reavaliados em exercícios anteriores ao abrigo de diplomas legais. A Empresa assumiu esse novo valor como custo considerado ( deemed cost ) na data de transição, conforme disposto na NCRF 3. 10

11 c) Foram efectuadas algumas reclassificações de activos fixos tangíveis para intangíveis ou viceversa, consoante o nível de identificabilidade dos itens em causa; d) Foram efectuadas reclassificações de activos fixos tangíveis para propriedades de investimento (conceito novo em SNC); e) A empresa adoptou a NCRF 14 Concentrações de actividades empresariais, com efeitos reportados a 1 de Janeiro de Consequentemente, as amortizações de goodwill efectuadas após aquela data foram anuladas e o respectivo valor foi sujeito desde então a testes formais de imparidade anuais; f) Foram anuladas existências e custos diferidos que não cumprem o conceito de activo definido na estrutura conceptual do SNC; g) As contas a receber e pagar passaram a ser reconhecidas pelo seu valor descontado, sempre que aplicável, nos termos da NCRF 27; h) Desreconhecimento do custo dos serviços passados, apurado aquando da quantificação das responsabilidades por cuidados de saúde na data da transição para a Directriz Contabilística nº. 19, o qual se encontrava registado como custo diferido; i) Os subsídios ao investimento, que se encontravam registados como proveitos diferidos, foram reclassificados para uma rubrica de capital próprio; j) O SNC não contempla a existência de resultados extraordinários; k) Registo dos ACE s pelo método da equivalência patrimonial; l) As gratificações de balanço que eram concedidas ao pessoal nos termos do POC, passaram a ser especializadas como prémios a pagar ao pessoal. m) Relevação contabilística de acordos que em substância se configurem como locações financeiras; n) Reclassificação dos custos e proveitos financeiros decorrentes da aplicação do método de equivalência patrimonial para custos operacionais. Os efeitos, no Balanço em 1 de Janeiro de 2009, da conversão das demonstrações financeiras preparadas de acordo com o POC para as demonstrações financeiras reexpressas, em conformidade com o SNC em vigor a 1 de Janeiro de 2010, detalham-se da seguinte forma: 11

12 ACTIVO NÃO CORRENTE Activos fixos tangìveis Propriedades de investimento Trespasses (goodwill) Activos intangíveis Activos biológicos Participações financeiras - MEP Participações financeiras - outros métodos Accionistas / sócios Outros activos financeiros Activos por impostos diferidos Activos não correntes detidos para venda TOTAL ACTIVO NÃO CORRENTE ACTIVO CORRENTE Inventários Activos biológicos Clientes Adiantamentos a fornecedores Estado e outros entes públicos Accionistas / sócios Outras contas a receber Diferimentos Activos financeiros detidos para negociação Outros activos financeiros Caixa e depósitos bancários TOTAL ACTIVO CORRENTE TOTAL DO ACTIVO 1 de Janeiro de 2009 ACTIVO POC SNC Ajustamentos e reclassificações 12

13 1 de Janeiro de 2009 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO POC Ajustamentos e reclassificações SNC Capital realizado Acções (quotas) próprias Prestações supl. e outros inst. de capital próprio Prémios de emissão Reservas legais Outras reservas Resultados transitados Ajustamentos em activos financeiros Excedentes de revalorização Outras variações no capital próprio Resultado liquido do período Interesses minoritários TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO PASSIVO NÃO CORRENTE Provisões Financiamentos obtidos Accionistas / sócios Responsabilidades por beneficios pós-emprego Passivos por impostos diferidos Outras contas a pagar TOTAL DO PASSIVO NÃO CORRENTE PASSIVO CORRENTE Fornecedores Adiantamentos de clientes Estado e outros entes públicos Accionistas / sócios Financiamentos obtidos Outras contas a pagar Diferimentos Passivos financeiros detidos para negociação Outros passivos financeiros Passivos não correntes detidos para venda TOTAL DO PASSIVO CORRENTE TOTAL DO PASSIVO TOTAL DO PASSIVO E DO CAPITAL PRÓPRIO Nota: O balanço POC, em 1 de Janeiro de 2009, encontra-se ajustado (i) pelo efeito de reclassificações de forma, a que a natureza das rubricas seja comparável com o balanço em SNC e 13

14 (ii) pelo efeito das regularizações não frequentes e de grande significado registadas em 2009, com efeitos retroactivos. A reconciliação entre o capital próprio de acordo com o POC e o SNC, em 1 de Janeiro de 2009, é a seguinte: Reconciliação do capital próprio 1 de Janeiro de 2009 Capital Social Reservas Ajust. em Resultados activos transitados financeiros Excedentes de revaloriz. Outras variações no CP Total POC Subsídios ao investimento Ajustamentos de conversão nas subs. E associadas Existências que não cumprem os requisitos de activo Activos por impostos diferidos - Existências Dividas a receber que não cump. Os requisitos SNC Total de ajustamentos A reconciliação do resultado líquido do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009, entre o POC e o SNC, é como segue: Reconciliação do resultado líquido 31 de Dezembro de 2009 POC Desreconhecimento de existências e de perdas de imparidade de inventários Desreconhecimento de dividas a receber de perdas de imparidade Impacto fiscal dos ajustamentos Anulação das amortizações do goodwill Outras variações SNC Decorrente dos ajustamentos indicados, a demonstração dos resultados do exercício findo em 31 de Dezembro de 2009, reexpressa, de acordo com o SNC, é como segue: 14

15 1 de Janeiro de 2009 RENDIMENTOS E GASTOS POC Ajustamentos e reclassificações SNC Vendas e serviços prestados Subsídios à exploração Ganhos/perdas imputados de subs, ass. e emp. Conj. Variação nos inventários da produção Trabalhos para a própria entidade Custo das mercadorias vendidas e das mat. consumidas Fornecimentos e serviços externos Gastos com o pessoal Imparidade de inventários (perdas/reversões) Imparidade de dividas a receber (perdas/reversões) Provisões (aumentos/reduções) Imparidade de invest não deperciáveis (perdas/reversões) Aumentos reduções de justo valor Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos / reversões de depreciação e de amortização Imparidade de investimentos depreciáveis / amortizaveis (p/r) Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos Juros e gastos similares suportados Resultados antes de impostos Resultados extraordinários Imposto sobre o rendimento do período Resultado líquido do período As primeiras demonstrações financeiras de acordo com as NCRF não são as primeiras demonstrações financeiras apresentadas. 3. PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS: As demonstrações financeiras, compreendendo o balanço, a demonstração dos resultados por naturezas, a demonstração das alterações no capital próprio, a demonstração dos fluxos de caixa e o anexo, foram elaboradas com um período de reporte coincidente com o ano civil, no pressuposto da continuidade das operações da Empresa e no regime de acréscimo. As políticas contabilísticas têm sido aplicadas de forma consistente ao longo dos exercícios, salvo indicação expressa em contrário. As principais políticas contabilísticas adoptadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as seguintes: 15

16 3.1 Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras a) Princípios de consolidação Os princípios de consolidação adotados pelo Grupo na preparação das demonstrações financeiras consolidadas são os seguintes: i) Investimentos em subsidiárias As participações financeiras em empresas nas quais o Grupo detenha, direta ou indiretamente, mais de 50% dos direitos de voto em Assembleia Geral de acionistas ou detenha o poder de controlar as suas políticas financeiras e operacionais, de acordo com o estabelecido no art.º 6.º do Decreto-Lei 158/2009, são incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas pelo método da consolidação integral. O capital próprio e o resultado líquido destas empresas correspondente à participação de terceiros nas mesmas são apresentados separadamente no balanço consolidado e na demonstração de resultados consolidada nas rubricas Interesses minoritários. As empresas incluídas nas demonstrações financeiras pelo método da consolidação integral encontram-se detalhadas ma Nota xx.x. Quando os prejuízos atribuídos aos acionistas minoritários excederem o interesse minoritário no capital próprio da subsidiária, o Grupo absorve esse excesso e quaisquer prejuízos adicionais, exceto quando os acionistas minoritários tenham a obrigação e sejam capazes de cobrir esses prejuízos. Se a subsidiária, subsequentemente, reportar lucros, o Grupo apropria todos os lucros até que a parte minoritária dos prejuízos absorvidos pelo Grupo tenha sido recuperada. Os resultados das subsidiárias adquiridas ou vendidas durante o período estão incluídos nas demonstrações dos resultados desde a data da sua aquisição ou até à data da sua venda, respetivamente. Sempre que necessário, são efetuados ajustamentos às demonstrações financeiras das subsidiárias para adequar as suas políticas contabilísticas às usadas pelo Grupo. As transações, os saldos e os dividendos distribuídos entre empresas do Grupo são eliminadas no processo de consolidação, bem como os resultados provenientes de transações intragrupo que sejam reconhecidos nos ativos. Nas situações em que o Grupo detenha, em substância, o controlo de outras entidades criadas com um fim específico ( Entidades de Finalidades Especiais ), ainda que não possua participações diretamente ou indiretamente nessas sociedades, as mesmas são consolidadas pelo método da consolidação integral. ii) Investimentos em associadas As participações financeiras em empresas associadas, entendendo o Grupo como tal as empresas onde exerce uma influência significativa mas em que não detém o controlo ou o controlo conjunto das mesmas através da participação nas decisões financeiras e operacionais da empresa geralmente, investimentos representando entre 20% e 50% do capital) são registadas pelo método da equivalência patrimonial ( MEP ). 16

17 De acordo com este método as participações financeiras em empresas associadas são inicialmente contabilizadas ao custo de aquisição, o qual é posteriormente acrescido ou reduzido do valor correspondente à proporção dos capitais próprios dessas empresas, reportadas à data de aquisição ou da primeira aplicação do MEP. As participações financeiras são posteriormente ajustadas anualmente pelo valor correspondente à participação nos resultados líquidos das associadas por contrapartida de ganhos ou perdas do período. Adicionalmente, os dividendos destas empresas são registados como uma diminuição do valor do investimento e a parte proporcional nas variações dos capitais próprios é registada como uma variação do capital próprio do Grupo. As diferenças entre o custo de aquisição e o justo valor dos ativos e passivos identificáveis da associada na data de aquisição, se positivas, são reconhecidas como goodwill, incluído na quantia escriturada do investimento. Se negativas serão registadas como ganhos do período, após reconfirmação do justo valor atribuído. Sempre que existam indícios de que o ativo possa estar em imparidade, é efetuada uma avaliação dos investimentos em associadas, sendo registadas, como gasto, as perdas por imparidade que se demonstrem existir, e revertidas quando deixarem de se justificar. Quando a proporção do Grupo mos prejuízos acumulados da associada excede o valor pelo qual o investimento se encontra registado, o investimento é reportado contabilisticamente por valor nulo, exceto quando o Grupo tenha assumido compromissos para com a associada, registando, nesses casos, uma provisão para fazer face a essas obrigações. iii) Investimentos em entidades conjuntamente controladas Os interesses em entidades conjuntamente controladas foram consolidados nas demonstrações financeiras anexas pelo método da consolidação proporcional, desde a data em que o controlo é partilhado. De acordo com este método, os ativos, passivos e os rendimentos e gastos destas empresas foram integrados nas demonstrações financeiras consolidadas, rubrica a rubrica, na proporção do controlo atribuível ao Grupo. A classificação dos interesses financeiros detidos em entidades conjuntamente controladas, é determinado com base na existência de um acordo contratual. Qualquer goodwill gerado na aquisição de uma entidade conjuntamente controlada é registado de acordo com as políticas definidas para as empresas subsidiárias (Nota xxx). As transações, os saldos e os dividendos distribuídos entre entidades conjuntamente controladas são eliminados na proporção do controlo atribuível ao Grupo. iv) Goodwill O valor do goodwill não é amortizado, sendo testado anualmente, e sempre que existam indícios de imparidade. As perdas por imparidade constatadas no período são reconhecidas nas demonstrações de resultados do período, na rubrica de Imparidade de investimentos não depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões). As perdas por imparidade relativas a goodwill não são revertíveis. 17

18 As diferenças negativas entre o custo de aquisição dos investimentos em empresas do Grupo e associadas e o justo valor dos ativos e passivos identificáveis (incluindo passivos contingentes) dessas empresas à data da sua aquisição, se negativas, são reconhecidas como rendimento na data de aquisição, após reconfirmação do justo valor doa ativos e passivos identificáveis. v) Conversão de demonstrações financeiras de subsidiárias expressas em moeda estrangeira Os ativos e passivos das demonstrações financeiras de entidades estrangeiras incluídas na consolidação são convertidos para euros utilizando as taxas de câmbio à data do balanço e os rendimentos e gastos, bem como os fluxos de caixa, são convertidos para euros utilizando a taxa de câmbio média verificada no período. A diferença resultante é registada na rubrica de capitais próprios Outras variações no capital próprio. O valor do goodwill e dos ajustamentos de justo valor resultantes da aquisição de entidades estrangeiras são tratados como ativos e passivos dessa entidade e transpostos para euros de acordo com a taxa de câmbio em vigor no final do período. Sempre que uma entidade estrangeira é alienada, a diferença cambial acumulada é reconhecida na demonstração dos resultados como um ganho ou perda na alienação. b) Ativos fixos tangíveis Os activos fixos tangíveis adquiridos até 1 de Janeiro de 2009 (data de transição para o SNC) encontram-se registados ao custo de aquisição, ou ao custo de aquisição reavaliado com base em índices de preços nos termos da legislação em vigor, deduzidos das correspondentes depreciações acumuladas. Mensurados ao custo Os activos fixos tangíveis adquiridos após 1 de Janeiro de 2009 são registados ao custo de aquisição ou produção líquidos das respectivas depreciações e perdas por imparidade acumuladas. Os custos de aquisição ou produção incluem o custo de compra, quaisquer custos directamente atribuíveis às actividades necessárias para colocar os activos na localização e condição necessárias para operarem da forma pretendida e, quando aplicável, a estimativa inicial dos custos de desmantelamento e remoção dos activos e de restauração dos respectivos locais de localização que a empresa espera incorrer. Os custos subsequentes são incluídos na quantia escriturada do bem ou reconhecidos como activos separados, conforme apropriado, somente quando é provável que benefícios económicos futuros fluirão para a empresa e o custo possa ser mensurado com fiabilidade. Os custos com manutenção e reparações são reconhecidos como gastos no período em que ocorrem. OU Mensurados ao justo valor Os terrenos e edifícios, são mensurados ao justo valor com base em avaliações periódicas, pelo menos trianuais, efectuadas por avaliadores externos e independentes e profissionalmente 18

19 qualificados, líquidos de depreciações subsequentes para os edifícios. A depreciação acumulada à data da reavaliação é eliminada do valor bruto do activo, passando o valor líquido a reflectir o valor de reavaliação. Os aumentos resultantes da reavaliação de terrenos e edifícios são registados por contrapartida de capitais próprios na rubrica de excedentes de revalorização. As diminuições por reajustamentos de reavaliações anteriores dos mesmos activos são igualmente levadas a capitais próprios até à concorrência dos respectivos aumentos, as diminuições remanescentes são reconhecidas na demonstração dos resultados como gastos do exercício. Os custos subsequentes são incluídos na quantia escriturada do bem ou reconhecidos como activos separados, conforme apropriado, somente quando é provável que benefícios económicos futuros fluirão para a empresa e o custo possa ser mensurado com fiabilidade. Os custos com manutenção e reparações são reconhecidos como gastos no período em que ocorrem. Quando os ativos revalorizados são alienados, o montante que se encontra reconhecido em excedentes de revalorização é transferido para resultados transitados. Anualmente a diferença entre a depreciação baseada na quantia escriturada reavaliada do ativo levada a gastos do período e a depreciação baseada no custo original do ativo é transferida dos excedentes de revalorização para resultados transitados. Depreciações Os terrenos não são sujeitos a depreciação. Os demais activos fixos tangíveis são depreciados a partir do momento em que se encontram em condições de serem utilizados. As depreciações são calculadas pelo método da linha reta (ou pelo método do saldo decrescente, ou pelo método das unidades de produção, ou ), com imputação dos gastos por duodécimos, de acordo com as seguintes vidas úteis estimadas: Designação Anos Edifícios 50 Equipamento básico 3 a 7 Equipamento de transporte 4 Ferramentas e utensílios 4 Equipamento administrativo 4 a 8 As vidas úteis e o método de depreciação dos vários bens são revistos anualmente. O efeito de alguma alteração a estas estimativas é reconhecido na demonstração dos resultados prospectivamente. Os dispêndios subsequentes, tais como, despesas de manutenção e reparação que não são susceptíveis de gerar benefícios económicos futuros são registadas como gastos no período em que ocorrem. Os gastos com inspeções importantes são incluídos na quantia escriturada do ativo sempre que se perspetive que este origine benefícios económicos futuros adicionais. 19

20 As mais ou menos valias resultantes da alienação ou abate de imobilizado são reconhecidas na demonstração dos resultados como rendimentos ou gastos do exercício em que ocorrem. Quando se trata de ativos revalorizados o montante incluído em excedentes de revalorização é transferido para a rubrica de resultados transitados. c) Propriedades de investimento As propriedades de investimento compreendem os imóveis detidos pela empresa para obter rendas e/ou para valorização de capital, não são imóveis utilizados na produção, para fins administrativos nem são detidos para venda no decurso da atividade normal da empresa. Mensuradas ao custo As propriedades de investimento foram mensuradas segundo o modelo do custo, deduzido das depreciações acumuladas e de eventuais perdas por imparidade acumuladas. Os custos incorridos relacionados com propriedades de investimento em utilização, nomeadamente, manutenções, reparações, seguros e impostos sobre propriedades são reconhecidos na demonstração dos resultados como um gasto do exercício a que se referem. As beneficiações relativamente às quais existem expectativas de que irão gerar benefícios económicos futuros adicionais são capitalizadas na rubrica de Propriedades de investimento. Os rendimentos obtidos com as propriedades de investimento, nomeadamente as rendas, são reconhecidas na demonstração dos resultados como um ganho do exercício a que se referem. As depreciações são calculadas sistematicamente pelo método da linha reta, de uma forma consistente de período a período. De acordo com este método a depreciação é constante durante a vida útil do ativo se o seu valor residual não se alterar. As taxas de depreciação decorrem dos anos de vida útil estimados. As depreciações que integram as propriedades de investimento iniciam-se quando estas estiverem disponíveis para uso, numa base de duodécimos, e só cessam na data em que forem desreconhecidas ou classificadas como detidas para venda. OU Mensuradas ao justo valor As propriedades de investimento após mensuração inicial pelo modelo do custo foram subsequentemente mensuradas ao justo valor, determinado com base em avaliações efectuadas à data do balanço por entidades especializadas e independentes com adequada formação profissional. As variações apuradas no justo valor no fim de cada exercício, são reconhecidas como rendimentos ou gastos no período em que ocorrem, não são reconhecidos gastos com amortizações. Os custos incorridos relacionados com propriedades de investimento em utilização, nomeadamente, manutenções, reparações, seguros e impostos sobre propriedades são reconhecidos na demonstração dos resultados como um gasto do exercício a que se referem. As beneficiações relativamente às quais existem expectativas de que irão gerar benefícios económicos futuros adicionais são capitalizadas na rubrica de Propriedades de investimento. Os rendimentos obtidos com as propriedades de investimento, nomeadamente as rendas, são reconhecidas na demonstração dos resultados como um ganho do exercício a que se referem. 20

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