Domínio Público. Paulo Castilho

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1 Domínio Público Paulo Castilho

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3 I Perfect Pousei o saco em cima da cama, despi os jeans e a T-shirt, pus uma saia e uma blusinha composta, beige, lisa, muito honesta, a seguir fui à casa de banho, passei a escova rapidamente pelo cabelo, examinei-me um instante ao espelho e dei-me por apre - sentável. De regresso ao quarto, sentei-me no sofá, peguei no remoto, comecei a zappar a televisão até parar num canal em que estavam a passar um filme antigo, preto e branco, com o Humphrey Bogart, a história de um grupo de aventureiros à procura de ouro na Sierra Madre no México. Andam pelas montanhas, gente muito zangada, cheios de stress, gritam o tempo todo uns com os outros e vê-se de imediato que são uns grandes gananciosos e que aquilo vai de certeza acabar mal. Bem sei que estes filmes são clássicos da época de ouro de Hollywood e os cinéfilos ficam de olhos em alvo, mas a verdade é que a história da Sierra Madre não dá muito para acreditar, ou então as pessoas dantes eram ambiciosas e sem escrúpulos de maneiras mais cruas e menos subtis porque não estou a ver uma história destas acontecer hoje em dia com a internet e todas as maneiras sofisticadas de comunicar, receber informação, fazer dinheiro e também de o roubar. Fiquei sem saber como acabava a história porque a certa altura reparei que eram quase cinco e o Peter devia estar a aparecer. Teria 7

4 Paulo Castilho preferido chegar depois dele, mas calculei mal a distância e a minha alternativa era ficar parada a fazer horas numa bomba de gasolina, mas não me apetecia que o nosso encontro se desse ali no quarto e portanto desci até ao lobby, onde, para passar o tempo, me pus a examinar cartazes anunciando exposições de artesanato e concertos da filarmónica local, folhetos turísticos e outros objectos igualmente fascinantes. Depois fui passear no jardim e entretive-me a observar as árvores e as flores e demais maravilhas da natureza que pouco me emocionam, mas alguma coisa tinha de fazer enquanto esperava. O Peter chegou num Porsche prateado, precisamente o carro que eu lhe teria imaginado se tivesse pensado nisso e ainda bem, porque, sendo eu embora uma rapariga aventurosa, há momentos em que prefiro que me calhe exactamente aquilo com que estou a contar. O Peter entregou as chaves do carro e um pequeno saco ao porteiro. Subir ao quarto? Se eu quisesse, mas por ele não, estava instalado e: tens de conhecer isto aqui à volta, é uma maravilha, damos um passeio? um canto do paraíso, anda, vamos por aqui. Foi por isso que escolheu aquele hotel, queria que eu sentisse a atmosfera, pena não termos tempo para passear pela costa, Bridgeport, Providence, Boston, sítios onde nasceram os Estados Unidos e tudo o que este país representa, liberdade, democracia, livre iniciativa: gostava que eu levasse para Portugal uma imagem da América que não fosse apenas cimento armado e a má educação dos nova-iorquinos. Deu-me a mão. Mais à frente, no meio de um extenso relvado que havia atrás do hotel, o Peter fez um gesto largo com o braço, abarcando tudo à nossa volta: que tal? e eu respondi: super sem saber se era essa a palavra certa em inglês, mas talvez fosse porque mais do que super não há com certeza e aquilo era mesmo como ele dizia uma espécie de paraíso, mas só por um fim-de-semana, que eu sou mais do estilo rebuliço urbano, já me viste o inferno deste trânsito? onde é que 8

5 Domínio Público se toma um café? deixa-me passar ali naquela montra, olha-me o parzinho de sapatos, Lisboa está impossível. Captain Hopkins Country Inn, nos arredores de Stratford, Connecticut. Festival de rosas no jardim da frente, mas também pequenos relvados e sebes aparadas como se tivessem passado pelo cabeleireiro, que esta coisa da Natureza é muito bonita mas convém não exagerar. O edifício estava pintado de branco em estilo cottage inglês no novo mundo, cheio de trepadeiras e de janelas de sacada, como a do nosso quarto, que dava para a parte de trás, com vista sobre o relvado grande e um bosque muito ao longe. Tínhamos caminhado até ao bosque por um carreiro empedrado, sempre de mão dada momento bucólico, com pôr do Sol ao fundo. Na sala de jantar optaram também pelo estilo cottage, mas já muito refinado por decoradores que passaram férias demasiado longas na Baviera, porque, ao lado dos chintzes e papéis de parede às flores, havia um bar de madeira clara rodeado de bancos com corações recortados na madeira e uma profusão de canecas de cerveja, daquelas com uma tampa de metal e baixos relevos de gente pançuda a beber cerveja. O ambiente era sossegado, nada solene, e começámos bem, falando um pouco cerimoniosamente, o Peter metendo pelo meio um you look beautiful cai sempre bem porque apesar do entusiasmo do outro dia no Marquee não nos conhecíamos o suficiente para termos logo ali um encontro de almas. Parece que desta vez arranjei um que não desvia os olhos e também não finge que me quer pelo brilho do meu intelecto, que é uma conversa que eu oiço muito e de que estou ligeiramente cansada, mas é uma conclusão a que eles chegam rapidamente porque falo depressa e tenho sempre opiniões. Homens como o Peter não são a minha safra habitual. Habitualmente atraio os destituídos, os rejeitados, os tímidos, os hipocondríacos, os bonzinhos, os intelectuais, os metidos consigo, os 9

6 Paulo Castilho coitadinhos, um completo tutti-frutti de casos patológicos uma sina. É que eu com os mais espevitados é só uma questão de tempo acabo sempre por entrar em choque e os mais distraídos ainda não repararam que estamos no século XXI e dizem frases como: não suporto espertalhufas. Apareceu o menu logo seguido da carta dos vinhos, logo seguida do chefe de mesa que nos explicou os pratos, um a um, num francês ininteligível mesmo no Canadá. Depois o Peter falou-me da casa dos pais ali no Connecticut, um pouco mais a norte, de que eu havia de gostar, se a conhecesse, sendo embora óbvio que nenhuma razão havia para que um dia eu a conhecesse. Saltou depois para o tema férias, com mar, vela e ainda a viagem que no ano anterior fez à Europa, onde imediatamente se enfiou em tudo o que era museu, não fosse eu pensar que tinha à minha frente um yankee bronco. Estava a falar-me, a esforçar-se, mesmo a fazer charme, como se quisesse conquistar-me, o que achei de uma categoria incrível e que seria uma boa lição para muito menino que eu conheço com mais obrigação. Mas, como era de prever, a partir de certo momento os assuntos de conversa começaram a escassear e por isso dei uma ajuda aplicando o grande princípio que me ensinou a minha mãe, deixá-los brilhar, eles ficam contentes e a gente descansa: estar no centro de Wall Street, como é? Fala-se-lhes do trabalho e temos para a noite toda. Bom, já estiveste no edifício da Samuel & Lewis começou o Peter 33 andares e 33 é o andar, 32 é o meu. Antes de me desvendar o mistério sem mistério nenhum do 33 e do 32, o Peter falou-me da história do edifício, da sua tradição, que remonta aos anos 20 mas é claro que na vossa parte do mundo só é antigo o que tiver mais de cem anos. Corrigi: trezentos aproveitar as vantagensitas que ainda temos. O Peter voltou a seguir para o tema que verdadeiramente o apaixonava: estar já no andar 32 e sonhar com o salto para o 33, que nestas coisas a subtileza é 10

7 Domínio Público sempre nenhuma: 33 é mais do que 32. Às vezes antes de entrar olho para cima e sinto-me esmagado declarou o Peter e fico a pensar, se calhar não é verdade, se calhar é um sonho, se calhar não estou verdadeiramente aqui, mas depois tomo o elevador até ao 32 e acima do meu piso já só há o andar da administração. 32 foi o piso onde nos encontrámos pela primeira vez. Enfia - ram-me na sala de espera, uma espécie de gaiola de vidro, de um dos lados o Hudson, do outro um corredor à roda de um open space ao meio. Sentei-me e como não tinha nada mais para fazer, entretive-me a examinar as pessoas passando dum lado para o outro e notei que passavam com muita calma, sem pressa ou agitação, não exactamente aquilo que eu esperaria numa empresa que todos os dias compra e vende milhões de acções na bolsa de Nova Iorque. Ao fim de cinco minutos entrou um homem sorridente, estatura média, mangas de camisa, gravata azul vivo, trinta e poucos: Richard Jenkins, toda a gente me chama RJ, o Peter não tarda, retido numa reunião, clientes chatos. Ofereceu-me café. Ficou durante alguns minutos a falar comigo. Tal como o Peter, era corretor principal, ou título parecido, os melhores amigos, os maiores rivais. Foi o Richard Jenkins quem primeiro me falou no 33: sempre em competição para ver qual o primeiro que lá che ga. Mas o Peter boy está a ficar addicted to chop stocks with a little pump and dump on the side 1. Parou, a sorrir, e logo a seguir recitou Humpty Dumpty sat on a wall/humpty Dumpty had a great fall. Uma grande brincadeira, era esse o tom. O tom de brincadeira continuou com o Peter, que chegou logo a seguir. Estendeu-me a mão: Peter Larson, great to meet you virou-se para o colega: então hoje espionagem. Já pus microfones 1 Chop stocks: acções quase sem valor, adquiridas por preços irrisórios e depois cobradas aos clientes por montantes muito superiores. Pump and dump: comprar ao desbarato acções de empresas sem valor, promovendo-as a seguir com notícias falsas e publicidade enganosa, provocando a subida do seu valor para então as vender. Nunca tinha ouvido falar destes esquemas. Informei-me na Wikipedia. 11

8 Paulo Castilho no teu gabinete respondeu o Richard. Quando ficámos sozinhos o Peter apontou para a mesa de reuniões: tinha documentos grandes para me mostrar. Sentei-me ao lado dele e tentei assumir um ar inteligente, mas a verdade é que pouco sabia de investimentos e ainda não conhecia bem as contas da Fundação. Só dentro de três meses começo a trabalhar, mas o João Alves achou que eu devia aproveitar as férias em Nova Iorque: dás um salto aos Samueis, ficas a conhecer as pessoas e eles vêem a tua cara, em negócios conhecer as caras é fundamental, vou escrever-lhes, marcamos-te um encontro, estabeleces contacto, nada mais, de resto as coisas estão a correr bastante bem, mesmo com a crise e as calamidades todas, uns mágicos aqueles Samueis. E no fim fazes-me um relatoriozinho 2. Posso, portanto, declarar que o momento mais produtivo da reunião, e o único apropriado ao meu estatuto de turista em férias, ocorreu quando à despedida o Peter, lá em baixo tinha descido comigo até à rua me convidou para ir ao Marquee no dia seguinte. Amigos e amigas, grupo grande, ficas a conhecer os indí genas. Pediu a morada para me ir buscar, mas eu disse que era pre ferí vel encontrarmo-nos lá estou em casa duma amiga, provavelmente também quer ir. Trocámos números de telemóvel. O Marquee, copos, música e barulho, o ideal para me desintoxicar. O somelier tinha recomendado um vinho da Califórnia, mas o Peter perguntou se ainda havia o Chateau Petrus de 90. O melhor e o mais glorioso de todos os Bordéus. Depois de manifestar a devida reverência por esse Petrus, de que nunca tinha ouvido falar, pedi para ver também a lista, invocando o patriótico desejo de averiguar se incluía algum vinho português não incluía mas o que eu estava era com curiosidade de ver quanto custava o 2 Disse ao Peter que tinha de incluir no relatório as bocas do Richard e perguntei- -lhe se tinha algum comentário. Era uma brincadeira respondeu o Peter, esquece, é o meu conselho. 12

9 Domínio Público famoso Bordéus, um disparate qualquer, de certeza. Quando olhei para o número convenci-me que havia um erro, eram de certeza duzentos e cinquenta dólares, uma exorbitância, e não dois mil e quinhentos, o zero seguinte tinha de ser gralha. Mas, olhando para os outros anos do dito Petrus, constatei que tinham o mesmo número de zeros e alguns eram ainda mais caros. O Somelier deu o vinho a provar e depois serviu-me e eu, com a mão quase a tremer, levei o copo à boca, mas fiquei perplexa porque estava à espera de estrelas, arco-íris, fogo-de-artifício, orgasmos, um parzinho de Blahniks, mas não, era apenas vinho, bom, pelo menos parecia-me, bom de mais para mim, isso de certeza. Ao Peter disse: magnífico, great, fantastic nunca fui desmancha-praze - res e perguntei-lhe: mas depois disto o que é que vocês bebem quando chegam ao andar 33? O Peter riu-se e disse: Perrier, nessa altura o fígado já se foi. Passou em seguida a descrever-me o que era a sua vida, num tom Indiana Jones no Stock Exchange. Por exemplo, ia muito ao Marquee e a outros clubes, praticamente locais de trabalho porque é lá que se descontrai para no dia seguinte ter o drive necessário e produzir os resultados que os clientes querem. Com a responsabilidade, a tensão, o risco constante, uma noite em branco cheia de álcool e de muitos pulos era infinitamente mais útil do que oito horas de sono. Terminado o jantar, instalámo-nos no bar e o Peter contou-me que muitas vezes ia directamente do Marquee para o emprego, parava num café onde tomava o pequeno-almoço, depois um duche rápido os gabinetes do 32 já tinham casa de banho privativa roupa fresca e, pronto, baterias carregadas, mais um dia, tudo a postos no momento em que toca o sino do Stock Exchange. A conversa não era cintilante, tenho de admitir, mas em contrapartida o Peter punha uma grande intensidade no que estava a dizer e parecia muito interessado em mo dizer. Pedi um café, o Peter um Cognac. Depois levantei-me para ir lá fora fumar um cigarro e o Peter 13

10 Paulo Castilho levantou-se também e foi comigo. Perguntou se eu queria dar outra volta pelo parque. Passo, agradeço, mas passo, a não ser que ele quisesse, mas não, não queria e, aparentemente, não estava com pressa nenhuma e eu também não, porque a nova Rita nunca tem pressa, a antiga Rita é que costumava ser impaciente, algumas pessoas até diriam sôfrega. A noite estava serena e sem vento e também eu estava serena e além disso sentia-me bem. Durante um instante tentei examinar o meu estado de bem-estar, mas logo desisti porque não há maior bem-estar do que uma pessoa sentir-se bem e não ter vontade de perceber porquê. Sentámo-nos num banco no meio do jardim, ao lado de uma fonte que corria devagarinho, e vieram servir-me mais café. Depois voltámos para dentro. O Peter continuava sem pressa, mais um Cognac, mais Indiana Jones no Stock Exchange e eu olhando para ele, sorrindo, sorrindo muito, fazendo sim com a cabeça, mandando vir Perrier que ouvir falar de junk bonds seca-me a boca. Não sei como é que ele tencionava conduzir as coisas uma vez no quarto e nunca hei-de saber porquê, apesar da minha pre sen te maturidade, tinha entretanto atingido a cota em que a so fre gui dão começa a transbordar e ultrapassa a paciência e uma ca trefa de outras virtudes bíblicas. O Peter, muito cool, examinava o minibar, numa indignação: não há Champagne, telefonar já para o room service. Eu em pé, parada, no meio do quarto: minibar? Champagne? room service? acudam-me que ainda dou um berro. Isto era eu a ferver por dentro na realidade um pouco nervosa, mas para o observador casual, neste caso o Peter, também eu era um mar de cool: vá, chega cá. O Peter virou-se para mim. Repeti: chega cá. E ele chegou: o quê? Como se não per cebesse, sorriu, um sorriso condescendente. Tanto me faz. Kiss me. E ele beijou-me, beijo lento, arrastado. Respondi enfiando a mão direita dentro da camisa do Peter, porventura com um pouco de vigor a mais e um dos botões da camisa saltou para o chão. Não creio que ele 14

11 Domínio Público se tenha importado muito porque me beijou de novo, ao de leve, quase ternamente. Só que eu tinha passado já a fase do ao de leve e do ternamente e por isso, num gesto ainda mais vigoroso, abracei-o, dessa vez com ambos os braços dentro da camisa. Voaram mais dois botões, click, click, eco medonho no soalho de madeira, uma vergonha, mas o Peter riu-se e eu ri-me também: off with the buttons. O pequeno-almoço chegou às sete e meia da manhã, mas, tendo ajudado a despachar ao longo da noite duas garrafas de Dom Perignon, fiquei-me por um blueberry muffin e um sumo de laranja, após o que me arrastei de novo até à cama. O Peter seguiu- -me e ainda ensaiou uma manobra com o braço, mas a convicção não era muita. Virei-me para o lado e lembro-me de ter visto 7:58 no mostrador digital. Quando voltei a abrir os olhos tinha muda - do: 5:06. Levantei-me, fui até à janela, corri o cortinado para ver como estava o dia e constatei que o dia estava cinzento e quase a transformar-se em noite. Tomei um duche. A morrer de fome. Voltei para o quarto, onde dei com o Peter, de braços abertos, es - praia do em cima dos lençóis, ressonando levemente. Tinha ganho direito ao repouso, mas a tentação é grande, a rapariga é fraca e o fim-de-semana curto e por isso sentei-me na borda da cama e a partir do copo de água pousado na cabeceira comecei a borrifá-lo. À terceira borrifadela deu um pulo: what? what? Olhou para mim e abriu um grande sorriso: hi Perfect. Era o meu nome nesse fim- -de-semana. Em vez de descermos para jantar, mandámos vir room service, mas por volta das dez abateu-se sobre nós uma ligeira claustrofo - bia Peter a mais, Rita a mais, tudo a ficar um pouco visto, feito, repetido. O Peter propôs um passeio em Nova Iorque tinha dito que queria mostrar-me o Connecticut, o canto onde ele tinha 15

12 Paulo Castilho crescido e ali estávamos os dois metidos num hotel, todo um programa turístico desperdiçado. Enfiei collants e botas e por cima de tudo a parca, complementada por um Panamá impermeável, que o Peter tinha prevenido: mar bravo, muito vento, Março no Connecticut, vem bem tapada. Poucos metros abaixo do hotel abandonámos a estrada alcatroada e, durante quase meia hora, seguimos por um caminho de saibro ao longo da costa até chegarmos a um farol chamado Stratford Point Light, que de minuto a minuto lançava um scan de luz para o lado do mar. A noite estava fresca, mas não havia vento e o chapéu imper meá - vel não chegou a sair do bolso. O Peter tirou fotografias, a má - quina pousada numa rocha em modo timer assim ficávamos os dois juntos fotografias estranhas, as nossas caras no clarão do flash, a escuridão negra da noite à volta, excepto numa delas em que a câmara foi colocada mais longe e apanhou também o farol. Quando regressámos ao hotel passava da meia-noite e a recepção estava deserta, o que dificultou a missão de arranjar mais Champagne, mas o Peter conhecia os cantos à casa, avançou para a cozinha e foi abrindo frigoríficos até dar com uma garrafa. Às sete mandámos vir o pequeno-almoço e depois dormimos até às onze, altura em que nos acordaram porque precisavam de fazer o quarto. Na recepção foi a pequena cena da conta, o Peter a dizer para eu ir andando que ele tratava de tudo e eu a dizer que nem pensar nisso. Seguiu-se cartão de crédito para a frente, cartão de crédito para trás, a empregada perplexa, instruções contraditórias: ponha tudo neste dizia o Peter e eu a insistir: divide-se ao meio. Sempre a rirmo-nos muito, mas depois tive de fazer uma cara séria para ele perceber que era mesmo assim e então acordámos em pagar eu o quarto e ele o room service e as refeições incluindo a fantasia do vinho francês. À porta do hotel caímos num número um pouco ridículo: ao cabo de dois dias fechados num quarto a partilhar doses generosas de transpiração, 16

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