Aprendizagem da leitura: Estratégias para a promoção do sucesso educativo. Margarida Alves Martins Ispa-IU

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1 Aprendizagem da leitura: Estratégias para a promoção do sucesso educativo Margarida Alves Martins Ispa-IU

2 Fases de aprendizagem Na aprendizagem de qualquer destreza existem três fases distintas Fase cognitiva: construção de uma representação global da tarefa, dos seus objectivos e da sua natureza. Fase de domínio: treino das várias operações necessárias à realização da tarefa. Fase de automatização: a tarefa consegue ser executada sem um controlo consciente.

3 Aprendizagem da leitura Fase cognitiva: Construção de uma representação sobre as funções da linguagem escrita: para que serve saber ler e escrever; Construção de uma representação sobre a natureza da linguagem escrita: quais as características da linguagem escrita e de que forma é que esta se relaciona com a linguagem oral.

4 Fase de domínio: Treino das várias operações necessárias à leitura: A criança tem que aprender a tratar O código - reconhecimento directo de palavras, utilização das correspondências grafo-fonológicas para ler palavras desconhecidas O texto - questionar o texto, antecipar elementos sintácticos ou semânticos, organizar logicamente os elementos identificados, memorizar as informações semânticas, o significado do texto.

5 Fase de automatização: A criança já é capaz de ler diversos textos, utilizando com flexibilidade as diversas estratégias de leitura aprendidas sem ter que pensar conscientemente nelas.

6 Numa fase inicial de aprendizagem da escrita e da leitura, os conceitos relativos quer às funções da linguagem escrita, quer à natureza da linguagem escrita, só estão em parte desenvolvidos. As crianças evoluem de uma fase de relativa confusão cognitiva para uma progressiva clareza cognitiva à medida que a escolaridade avança. Muitas das dificuldades na aprendizagem da linguagem escrita ligam-se a incertezas conceptuais por parte das crianças quanto aos objectivos e à natureza da linguagem escrita. São dificuldades ligadas à fase cognitiva.

7 Fase cognitiva

8 A aprendizagem escolar nunca parte do zero. Toda a aprendizagem da criança na escola tem uma pré-história. (Vygotsky, 1935/1977, p. 39)

9 Muito antes de aprenderem formalmente a ler e a escrever as crianças interrogam-se e põem hipóteses conceptuais sobre a linguagem escrita Ideias não convencionais : Funções da linguagem escrita Natureza da linguagem escrita

10 Experiências sociais em que as crianças tiveram ocasião de participar: Contexto familiar Contexto de jardim-de-infância As interacções precoces com pessoas significativas sobre linguagem escrita têm um impacto muito importante no desenvolvimento da literacia das crianças

11 Redes sociais de suporte à leitura e à escrita Percepção das práticas de leitura e de escrita O interesse pela linguagem escrita varia em função da qualidade, da frequência e do valor das actividades de leitura e de escrita desenvolvidas pelos que convivem mais directamente com as crianças.

12 Face cognitiva: Funções da linguagem escrita

13 Joana Então tu conheces pessoas que saibam escrever e ler? Conheço a minha mãe, o meu pai, os meus irmãos, a minha prima, os meus vizinhos. E o que é que eles lêem? A minha mãe lê livros antes de dormir. O meu pai lê o jornal e lê coisas do trabalho. Os meus irmãos lêem os livros da escola e fazem os trabalhos de casa. A minha prima escreve histórias. A minha vizinha escreve listas de compras e escreve cartas ao filho.

14 António Então tu conheces pessoas que saibam escrever e ler? Não. Então lá na tua casa nunca viste ninguém a ler? Não. E na escola, a tua professora? Nunca vi. Nunca viste a tua professora a ler? Não a minha professora sabe ensinar a ler. Não sei se ela sabe ler. (Alves Martins & Niza, 1998, pp )

15 Se as crianças utilizarem e virem utilizar a linguagem escrita em situações funcionais Apropriam-se de sentidos e de razões para a aprendizagem da leitura e da escrita Projecto pessoal de leitor/escritor: Eu quero aprender a ler para. Eu quero aprender a escrever para

16 Então para que queres aprender a ler e a escrever? Patrícia Para ler livros de histórias. Ana Olha, sabes, a minha mãe todas as noites costuma ler-me histórias; mas às vezes não tem tempo. E eu pensei que quando aprender a ler posso ler eu essas histórias. Afonso Um livro de animais. Gostava de ler um livro de animais que andam só no mar. Carlos Para poder escrever cartas ao meu pai que está em França.

17 Ricardo Para ler os livros dos grandes, como o meu pai. Ermelinda Para ler os avisos da polícia. Lá na minha casa, quando chegam os avisos da polícia, como ninguém sabe ler, é preciso irmos à casa da minha prima que é muito longe. A minha mãe disse-me que quando eu fosse para a escola tinha que aprender a ler porque assim ficávamos logo a saber o que é que a polícia queria. Mafalda Posso ler se é barato se é caro, quanto é que custa. Francisco Para conseguir saber o que há no mundo. Se as pessoas não sabem o que é uma coisa têm que saber ler para saberem..jornais, revistas.

18 Para a construção do projeto pessoal de leitor/escritor é importante que seja criado um ambiente educativo que possibilite às crianças o contacto com os diversos usos da linguagem escrita e com diversos tipos de textos: Enumerativos Informativos Literários Expositivos Prescritivos

19 Textos enumerativos: Função: Localizar informações concretas; etiquetar, classificar; ordenar, arquivar Listas Etiquetas Horários Guias Índices Enciclopédias, dicionários Catálogos Menus

20 Exemplos de actividades: Textos enumerativos Leitura do nome próprio: ser capaz de reconhecer o nome próprio em diversos contextos funcionais, por exemplo de entre o nome dos colegas em mapas de presença, de aniversários, de tarefas, de grupos de trabalho Escrita do nome próprio: ser capaz de escrever o nome próprio a partir de letras móveis desordenadas com modelo próximo e progressivamente sem modelo. Ser capaz de escrever o nome próprio Leitura e escrita de listas: Listas de tarefas e nomes dos responsáveis por cada uma; títulos das histórias que foram lidas e trabalhadas na sala; listas com as canções conhecidas; listas de compras; listas de material a trazer de casa Leitura e escrita de uma agenda com as moradas e números de telefone das crianças da sala Leitura e escrita de nomes num mural sobre o corpo humano

21 Textos informativos Função: Conhecer ou transmitir explicações ou informações de caracter geral Jornais e revistas Folhetos Notícias Correspondência Convites Anúncios e propaganda Recados

22 Escrita da legenda descritiva de uma foto correspondente a uma notícia lida na sala Exemplos de actividades: Textos informativos Interpretação de logotipos: seleccionar vários logotipos de uso habitual: sinais de trânsito, marcas comerciais, logotipos desportivos, sinais de escolas, hospitais, estudar a imagem e o que esta sugere e escrever ao lado do logotipo a palavra ou frase que o descreve Leitura de uma carta recebida ou escrita de uma carta para os correspondentes, ex-alunos, alunos doentes, alunos a viajar, instituições Ditado dos alunos ao professor de um aviso ou de um recado ou de um convite a enviar para os pais Leitura de uma notícia presente num jornal ou revista com interesse para os alunos

23 Textos literários Função: Induzir no leitor sentimentos e emoções especiais; entretenimento e diversão; comunicar fantasias ou factos extraordinários; transmitir valores culturais, sociais e morais Contos, narrativas, lendas Poesias, canções, adivinhas Teatro Banda desenhada

24 Exemplos de actividades: Textos literários Leitura de uma história pelo adulto Escrita pelo adulto do título de uma história conhecida, lendo as palavras à medida que são escritas e pedido às crianças para que identifiquem algumas Interpretação de imagens sequenciadas correspondentes a uma história conhecida e ordenação das imagens para reconstituir a história Reconstrução oral de uma história lida previamente e ditado ao adulto Relacionar uma lista de personagens ou títulos de histórias conhecidas com imagens: associar as imagens dos personagens de uma história ao seu nome escrito Leitura e escrita de uma canção que se conhece

25 Textos expositivos Função: Compreender ou transmitir novos conhecimentos; estudo em profundidade Livros escolares Livros de consulta Livros de divulgação científica Biografias

26 Exemplos de actividades: Textos expositivos Escrita de uma experiência Fazer um dicionário com termos usados no estudo de temas Fazer fichas informativas sobre animais ou plantas estudados e associá-las com os respectivos desenhos Preparar uma comunicação sobre um determinado tema estudado Escrever um relatório sobre uma visita de estudo

27 Textos prescritivos Função: Regular de forma precisa o comportamento para a realização de um determinado objectivo Receitas Regulamentos Instruções para jogar um jogo Instruções para realizar um trabalho manual

28 Textos prescritivos Exemplos de actividades: Leitura de uma receita que vai ser confeccionada Escrita das instruções sobre a forma de cuidar de um animal ou de uma planta Leitura das instruções para jogar um jogo Leitura das instruções para realizar uma experiência Escrita das instruções sobre os procedimentos a adoptar para levar um livro da biblioteca para casa

29 À entrada para a escola Para algumas crianças: A linguagem escrita faz parte do seu universo afectivo e cognitivo - a aprendizagem da leitura e da escrita tem sentido Para outras crianças: A linguagem escrita não faz parte do seu universo afectivo e cognitivo a aprendizagem da leitura e da escrita não tem sentido O sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita depende das formas como as crianças se apropriam dos usos e funções da linguagem escrita

30 Face cognitiva: Natureza da linguagem escrita

31 Forma como o sistema alfabético codifica a linguagem oral

32 Muito antes de aprenderem formalmente a ler e a escrever, através da interacção com outros, adultos e pares, as crianças vão-se interrogando e pondo hipóteses sobre a linguagem escrita: sobre as relações entre os objectos e a escrita; sobre as relações entre o desenho e a escrita; sobre os aspectos gráficos da escrita; sobre as relações entre as formas oral e escrita da linguagem. Desta forma, constroem ideias não convencionais acerca das propriedades da escrita e sobre o que ela representa.

33 Primeiras formas de escrita No início, quando escrevem, as crianças usam garatujas, às vezes dentro dos desenhos, não parecendo haver uma clara separação entre desenho e escrita.

34 Usam garatujas, desenhos, letras, algarismos, formas parecidas com letras.

35 Atribuem muitas vezes significado ao que escreveram. Eu escrevi - A vóvó, o vôvô, o papá, a mamã, eu e o Trancoso fomos à praia e encontrámos 2 cães..

36 uitas vezes as escritas não convencionais coexistem com escritas por cópia. Catarina que aprendeu de cor a escrever a palavra Eu e a palavra mimosa escreve utras palavras de formas não convencionais e atribui-lhes significado. Neste caso diz u escrevi: chocolate, leite e iogurte.

37 As crianças consideram num 1º momento que a escrita tem a ver com os referentes e não com a linguagem. Tem a ver com as coisas e não com o nome das coisas, tal como o desenho. Adulto: Porque é que escreveste gatinho com letras mais pequenas? Ana Isabel: Porque o gatinho é pequeno e o gato é grande.

38 Usam muitas vezes as letras do seu nome para escrever diferentes palavras e variam a sua posição de palavra para palavra. Urso Rato Hipopótamo Boi Lua Luar

39 Dá-se um passo muito importante quando as crianças começam a perceber que a escrita codifica a linguagem oral e não os referentes. As crianças começam a analisar os sons das palavras e a ver as letras que melhor representam esses sons.

40 Começam por representar alguns sons, geralmente um por cada sílaba Urso Rato Hipopótamo Boi Lua Luar

41 Às vezes representam mais do que um som por sílaba Urso Rato Hipopótamo Boi Lua Luar

42 Outras vezes já conseguem representar todos os sons do oral

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44 Não há uma sequência desenvolvimental idêntica na forma como as crianças usam o código escrito Certas formas de escrita aparecem, desaparecem e reaparecem no decurso do processo de aquisição da escrita Uma criança, nas suas tentativas de escrita, pode produzir escritas que seriam enquadradas em diferentes fases dependendo: do contexto de produção, das características das palavras ou frases a escrever - dimensão e letras que as constituem

45

46 À entrada para a escola Algumas crianças: Têm hipóteses conceptuais sobre a linguagem escrita mais afastadas do princípio alfabético Outras crianças: Têm hipóteses conceptuais sobre a linguagem escrita mais próximas do princípio alfabético O sucesso na aprendizagem leitura e da escrita depende das formas como as crianças concebem as relações da linguagem escrita com a linguagem oral

47 Ajudas As crianças escrevem em diversas situações - garatujas, conjun tos de letras, acompanhados ou não por desenhos. De vez em quando é importante. Perguntar à criança o que queria dizer com o que escreveu, para que ela vá perceben do que a escrita codifica mensa gens.. Escrever por debaixo ou ao lado da escrita espontânea da criança, a palavra ou as palavras que ela lhe disse ter querido representar, para que ela vá percebendo que há uma forma conven cional de escrever e para que a vá comparando com a sua própria escrita.

48 . Perguntar à criança, antes de ela começar a escrever, o que quer ela comunicar através da sua escrita, e propor-lhe que pense como poderá escrever o que quer comuni car, para que ela vá percebendo que o pensamento do que se pretende comunicar é anterior à escrita.. Pedir a uma criança que vá ditando um texto que pretende que seja registado, e escrevê-lo, à medida que a criança o dita para que ela se vá aperce bendo que a um tempo, na fala, corresponde um espaço, na escrita e que tudo o que se diz se pode escrever.

49 Propor a duas crianças com níveis de escrita diferentes que escrevam uma palavra num contexto que faça sentido Confrontar as crianças com as duas formas de escrita e levá-las a discutir sobre como pensaram para escrever e qual será a escrita mais correcta. A ajuda a uma criança, na resolução de um dado problema, por outra mais avançada (modelo tutorial), potencializa a aprendizagem de ambas A criança mais avançada progride porque, ao ter que explicar à outra como fez, como pensou, leva-a a clarificar para si própria os procedimentos que utilizou A criança menos avançada é igualmente beneficiada, na medida em que interage com outra cuja forma de pensar é próxima da sua mas ligeiramente mais avançada, o que permite frequentemente uma apropriação de novos saberes e procedimentos.

50 Propor a um pequeno grupo de crianças a escrita em conjunto de uma dada palavra. Ajudar as crianças a discutir, levando-as a: Pensar nos sons que ouvem nessa palavra Pensar nas letras usadas Pensar nas palavras que conhecem como os nomes das crianças da sala em que esses sons ou letras aparecem Levá-las a chegar a um consenso e escrever a palavra como elas acharem Confrontar essa escrita com a escrita correta da palavra levando-as a pensar nas semelhanças e diferenças.

51 As crianças de uma sala têm geralmente conhecimentos diferentes sobre leitura e escrita e utilizam estratégias diversificadas para tentar ler e escrever, umas mais eficazes do que outras. O confronto de pontos de vista, A troca de informações, O contacto com estratégias diversificadas de resolução de um dado problema Trazem benefícios em termos das aprendizagem para todas as crianças..

52 Durante o plano do dia Quem é que ainda não fez o desenho do dinossauro? Beatriz S: Olha, dinossauro tem 4 bocadinhos di-no-ssau-ro Pois tem Beatriz tem 4 sílabas E sabes mais alguma coisa sobre a palavra dinossauro? Beatriz S: Sei que é grande. Porque é que achas que é grande? Beatriz S: Porque tem 4 bocadinhos, só falta 1 para serem 5 e 5 são muitos, é uma mão cheia! Jorge Duarte: Eu acho que é grande mas não é porque tem 4 sílabas, é porque tem mais letras do que sílabas. E quantas tem, sabes? Jorge Duarte: Tem.(foi dizendo as sílabas, soletrando cada uma e contando as letras pelos dedos) tem 9.

53 E sabem mais alguma coisa sobre a palavra dinossauro? Beatriz R: Eu acho que começa com a letra D. Jorge Duarte: Como Diana o 1º bocadinho é igual, tem DI. Inês M e Martim: David e Daniela também começam com D. Então e se eu vos pedisse para escreverem dinossauro como é que faziam, o que é que tinham que fazer para escrever? Martim: Escrevíamos as letras, as letras são para escrever! Mas escrevemos umas letras quaisquer? Martim: Não, temos de pensar na letra e escrevemos. Mas como é que sabemos qual é a letra? Gabriel: Temos de pensar qual é a 1ª, a 2ª, a 3ª,

54 Inês M: Cada letra tem um som, eu digo e sigo o som, e escrevo a letra do som. Pedi, então, que cada um escrevesse a palavra dinossauro.

55 Se as crianças participarem em situações de interacção com outras crianças e adultos em torno da linguagem escrita da linguagem oral e das relações entre linguagem oral e linguagem escrita Conseguem perceber a lógica das unidades que são representadas pela escrita e aproximar-se da compreensão do princípio alfabético

56 Quando a linguagem escrita faz parte do universo afectivo das crianças - Tem sentido para elas Quando as crianças conseguem perceber a lógica das unidades que são representadas pela escrita - Perceber o princípio alfabético Conseguem facilmente passar da fase cognitiva para a fase de domínio, em que têm que treinar as várias operações necessárias à leitura: Aprender a tratar O código - reconhecimento directo de palavras, utilização das correspondências grafo-fonológicas para ler palavras desconhecidas O texto - questionar o texto, antecipar elementos sintácticos ou semânticos, organizar logicamente os elementos identificados, memorizar as informações semânticas, o significado do texto.

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