Aprendizagem da leitura: Estratégias para a promoção do sucesso educativo. Margarida Alves Martins Ispa-IU

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aprendizagem da leitura: Estratégias para a promoção do sucesso educativo. Margarida Alves Martins Ispa-IU"

Transcrição

1 Aprendizagem da leitura: Estratégias para a promoção do sucesso educativo Margarida Alves Martins Ispa-IU

2 Fases de aprendizagem Na aprendizagem de qualquer destreza existem três fases distintas Fase cognitiva: construção de uma representação global da tarefa, dos seus objectivos e da sua natureza. Fase de domínio: treino das várias operações necessárias à realização da tarefa. Fase de automatização: a tarefa consegue ser executada sem um controlo consciente.

3 Aprendizagem da leitura Fase cognitiva: Construção de uma representação sobre as funções da linguagem escrita: para que serve saber ler e escrever; Construção de uma representação sobre a natureza da linguagem escrita: quais as características da linguagem escrita e de que forma é que esta se relaciona com a linguagem oral.

4 Fase de domínio: Treino das várias operações necessárias à leitura: A criança tem que aprender a tratar O código - reconhecimento directo de palavras, utilização das correspondências grafo-fonológicas para ler palavras desconhecidas O texto - questionar o texto, antecipar elementos sintácticos ou semânticos, organizar logicamente os elementos identificados, memorizar as informações semânticas, o significado do texto.

5 Fase de automatização: A criança já é capaz de ler diversos textos, utilizando com flexibilidade as diversas estratégias de leitura aprendidas sem ter que pensar conscientemente nelas.

6 Numa fase inicial de aprendizagem da escrita e da leitura, os conceitos relativos quer às funções da linguagem escrita, quer à natureza da linguagem escrita, só estão em parte desenvolvidos. As crianças evoluem de uma fase de relativa confusão cognitiva para uma progressiva clareza cognitiva à medida que a escolaridade avança. Muitas das dificuldades na aprendizagem da linguagem escrita ligam-se a incertezas conceptuais por parte das crianças quanto aos objectivos e à natureza da linguagem escrita. São dificuldades ligadas à fase cognitiva.

7 Fase cognitiva

8 A aprendizagem escolar nunca parte do zero. Toda a aprendizagem da criança na escola tem uma pré-história. (Vygotsky, 1935/1977, p. 39)

9 Muito antes de aprenderem formalmente a ler e a escrever as crianças interrogam-se e põem hipóteses conceptuais sobre a linguagem escrita Ideias não convencionais : Funções da linguagem escrita Natureza da linguagem escrita

10 Experiências sociais em que as crianças tiveram ocasião de participar: Contexto familiar Contexto de jardim-de-infância As interacções precoces com pessoas significativas sobre linguagem escrita têm um impacto muito importante no desenvolvimento da literacia das crianças

11 Redes sociais de suporte à leitura e à escrita Percepção das práticas de leitura e de escrita O interesse pela linguagem escrita varia em função da qualidade, da frequência e do valor das actividades de leitura e de escrita desenvolvidas pelos que convivem mais directamente com as crianças.

12 Face cognitiva: Funções da linguagem escrita

13 Joana Então tu conheces pessoas que saibam escrever e ler? Conheço a minha mãe, o meu pai, os meus irmãos, a minha prima, os meus vizinhos. E o que é que eles lêem? A minha mãe lê livros antes de dormir. O meu pai lê o jornal e lê coisas do trabalho. Os meus irmãos lêem os livros da escola e fazem os trabalhos de casa. A minha prima escreve histórias. A minha vizinha escreve listas de compras e escreve cartas ao filho.

14 António Então tu conheces pessoas que saibam escrever e ler? Não. Então lá na tua casa nunca viste ninguém a ler? Não. E na escola, a tua professora? Nunca vi. Nunca viste a tua professora a ler? Não a minha professora sabe ensinar a ler. Não sei se ela sabe ler. (Alves Martins & Niza, 1998, pp )

15 Se as crianças utilizarem e virem utilizar a linguagem escrita em situações funcionais Apropriam-se de sentidos e de razões para a aprendizagem da leitura e da escrita Projecto pessoal de leitor/escritor: Eu quero aprender a ler para. Eu quero aprender a escrever para

16 Então para que queres aprender a ler e a escrever? Patrícia Para ler livros de histórias. Ana Olha, sabes, a minha mãe todas as noites costuma ler-me histórias; mas às vezes não tem tempo. E eu pensei que quando aprender a ler posso ler eu essas histórias. Afonso Um livro de animais. Gostava de ler um livro de animais que andam só no mar. Carlos Para poder escrever cartas ao meu pai que está em França.

17 Ricardo Para ler os livros dos grandes, como o meu pai. Ermelinda Para ler os avisos da polícia. Lá na minha casa, quando chegam os avisos da polícia, como ninguém sabe ler, é preciso irmos à casa da minha prima que é muito longe. A minha mãe disse-me que quando eu fosse para a escola tinha que aprender a ler porque assim ficávamos logo a saber o que é que a polícia queria. Mafalda Posso ler se é barato se é caro, quanto é que custa. Francisco Para conseguir saber o que há no mundo. Se as pessoas não sabem o que é uma coisa têm que saber ler para saberem..jornais, revistas.

18 Para a construção do projeto pessoal de leitor/escritor é importante que seja criado um ambiente educativo que possibilite às crianças o contacto com os diversos usos da linguagem escrita e com diversos tipos de textos: Enumerativos Informativos Literários Expositivos Prescritivos

19 Textos enumerativos: Função: Localizar informações concretas; etiquetar, classificar; ordenar, arquivar Listas Etiquetas Horários Guias Índices Enciclopédias, dicionários Catálogos Menus

20 Exemplos de actividades: Textos enumerativos Leitura do nome próprio: ser capaz de reconhecer o nome próprio em diversos contextos funcionais, por exemplo de entre o nome dos colegas em mapas de presença, de aniversários, de tarefas, de grupos de trabalho Escrita do nome próprio: ser capaz de escrever o nome próprio a partir de letras móveis desordenadas com modelo próximo e progressivamente sem modelo. Ser capaz de escrever o nome próprio Leitura e escrita de listas: Listas de tarefas e nomes dos responsáveis por cada uma; títulos das histórias que foram lidas e trabalhadas na sala; listas com as canções conhecidas; listas de compras; listas de material a trazer de casa Leitura e escrita de uma agenda com as moradas e números de telefone das crianças da sala Leitura e escrita de nomes num mural sobre o corpo humano

21 Textos informativos Função: Conhecer ou transmitir explicações ou informações de caracter geral Jornais e revistas Folhetos Notícias Correspondência Convites Anúncios e propaganda Recados

22 Escrita da legenda descritiva de uma foto correspondente a uma notícia lida na sala Exemplos de actividades: Textos informativos Interpretação de logotipos: seleccionar vários logotipos de uso habitual: sinais de trânsito, marcas comerciais, logotipos desportivos, sinais de escolas, hospitais, estudar a imagem e o que esta sugere e escrever ao lado do logotipo a palavra ou frase que o descreve Leitura de uma carta recebida ou escrita de uma carta para os correspondentes, ex-alunos, alunos doentes, alunos a viajar, instituições Ditado dos alunos ao professor de um aviso ou de um recado ou de um convite a enviar para os pais Leitura de uma notícia presente num jornal ou revista com interesse para os alunos

23 Textos literários Função: Induzir no leitor sentimentos e emoções especiais; entretenimento e diversão; comunicar fantasias ou factos extraordinários; transmitir valores culturais, sociais e morais Contos, narrativas, lendas Poesias, canções, adivinhas Teatro Banda desenhada

24 Exemplos de actividades: Textos literários Leitura de uma história pelo adulto Escrita pelo adulto do título de uma história conhecida, lendo as palavras à medida que são escritas e pedido às crianças para que identifiquem algumas Interpretação de imagens sequenciadas correspondentes a uma história conhecida e ordenação das imagens para reconstituir a história Reconstrução oral de uma história lida previamente e ditado ao adulto Relacionar uma lista de personagens ou títulos de histórias conhecidas com imagens: associar as imagens dos personagens de uma história ao seu nome escrito Leitura e escrita de uma canção que se conhece

25 Textos expositivos Função: Compreender ou transmitir novos conhecimentos; estudo em profundidade Livros escolares Livros de consulta Livros de divulgação científica Biografias

26 Exemplos de actividades: Textos expositivos Escrita de uma experiência Fazer um dicionário com termos usados no estudo de temas Fazer fichas informativas sobre animais ou plantas estudados e associá-las com os respectivos desenhos Preparar uma comunicação sobre um determinado tema estudado Escrever um relatório sobre uma visita de estudo

27 Textos prescritivos Função: Regular de forma precisa o comportamento para a realização de um determinado objectivo Receitas Regulamentos Instruções para jogar um jogo Instruções para realizar um trabalho manual

28 Textos prescritivos Exemplos de actividades: Leitura de uma receita que vai ser confeccionada Escrita das instruções sobre a forma de cuidar de um animal ou de uma planta Leitura das instruções para jogar um jogo Leitura das instruções para realizar uma experiência Escrita das instruções sobre os procedimentos a adoptar para levar um livro da biblioteca para casa

29 À entrada para a escola Para algumas crianças: A linguagem escrita faz parte do seu universo afectivo e cognitivo - a aprendizagem da leitura e da escrita tem sentido Para outras crianças: A linguagem escrita não faz parte do seu universo afectivo e cognitivo a aprendizagem da leitura e da escrita não tem sentido O sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita depende das formas como as crianças se apropriam dos usos e funções da linguagem escrita

30 Face cognitiva: Natureza da linguagem escrita

31 Forma como o sistema alfabético codifica a linguagem oral

32 Muito antes de aprenderem formalmente a ler e a escrever, através da interacção com outros, adultos e pares, as crianças vão-se interrogando e pondo hipóteses sobre a linguagem escrita: sobre as relações entre os objectos e a escrita; sobre as relações entre o desenho e a escrita; sobre os aspectos gráficos da escrita; sobre as relações entre as formas oral e escrita da linguagem. Desta forma, constroem ideias não convencionais acerca das propriedades da escrita e sobre o que ela representa.

33 Primeiras formas de escrita No início, quando escrevem, as crianças usam garatujas, às vezes dentro dos desenhos, não parecendo haver uma clara separação entre desenho e escrita.

34 Usam garatujas, desenhos, letras, algarismos, formas parecidas com letras.

35 Atribuem muitas vezes significado ao que escreveram. Eu escrevi - A vóvó, o vôvô, o papá, a mamã, eu e o Trancoso fomos à praia e encontrámos 2 cães..

36 uitas vezes as escritas não convencionais coexistem com escritas por cópia. Catarina que aprendeu de cor a escrever a palavra Eu e a palavra mimosa escreve utras palavras de formas não convencionais e atribui-lhes significado. Neste caso diz u escrevi: chocolate, leite e iogurte.

37 As crianças consideram num 1º momento que a escrita tem a ver com os referentes e não com a linguagem. Tem a ver com as coisas e não com o nome das coisas, tal como o desenho. Adulto: Porque é que escreveste gatinho com letras mais pequenas? Ana Isabel: Porque o gatinho é pequeno e o gato é grande.

38 Usam muitas vezes as letras do seu nome para escrever diferentes palavras e variam a sua posição de palavra para palavra. Urso Rato Hipopótamo Boi Lua Luar

39 Dá-se um passo muito importante quando as crianças começam a perceber que a escrita codifica a linguagem oral e não os referentes. As crianças começam a analisar os sons das palavras e a ver as letras que melhor representam esses sons.

40 Começam por representar alguns sons, geralmente um por cada sílaba Urso Rato Hipopótamo Boi Lua Luar

41 Às vezes representam mais do que um som por sílaba Urso Rato Hipopótamo Boi Lua Luar

42 Outras vezes já conseguem representar todos os sons do oral

43

44 Não há uma sequência desenvolvimental idêntica na forma como as crianças usam o código escrito Certas formas de escrita aparecem, desaparecem e reaparecem no decurso do processo de aquisição da escrita Uma criança, nas suas tentativas de escrita, pode produzir escritas que seriam enquadradas em diferentes fases dependendo: do contexto de produção, das características das palavras ou frases a escrever - dimensão e letras que as constituem

45

46 À entrada para a escola Algumas crianças: Têm hipóteses conceptuais sobre a linguagem escrita mais afastadas do princípio alfabético Outras crianças: Têm hipóteses conceptuais sobre a linguagem escrita mais próximas do princípio alfabético O sucesso na aprendizagem leitura e da escrita depende das formas como as crianças concebem as relações da linguagem escrita com a linguagem oral

47 Ajudas As crianças escrevem em diversas situações - garatujas, conjun tos de letras, acompanhados ou não por desenhos. De vez em quando é importante. Perguntar à criança o que queria dizer com o que escreveu, para que ela vá perceben do que a escrita codifica mensa gens.. Escrever por debaixo ou ao lado da escrita espontânea da criança, a palavra ou as palavras que ela lhe disse ter querido representar, para que ela vá percebendo que há uma forma conven cional de escrever e para que a vá comparando com a sua própria escrita.

48 . Perguntar à criança, antes de ela começar a escrever, o que quer ela comunicar através da sua escrita, e propor-lhe que pense como poderá escrever o que quer comuni car, para que ela vá percebendo que o pensamento do que se pretende comunicar é anterior à escrita.. Pedir a uma criança que vá ditando um texto que pretende que seja registado, e escrevê-lo, à medida que a criança o dita para que ela se vá aperce bendo que a um tempo, na fala, corresponde um espaço, na escrita e que tudo o que se diz se pode escrever.

49 Propor a duas crianças com níveis de escrita diferentes que escrevam uma palavra num contexto que faça sentido Confrontar as crianças com as duas formas de escrita e levá-las a discutir sobre como pensaram para escrever e qual será a escrita mais correcta. A ajuda a uma criança, na resolução de um dado problema, por outra mais avançada (modelo tutorial), potencializa a aprendizagem de ambas A criança mais avançada progride porque, ao ter que explicar à outra como fez, como pensou, leva-a a clarificar para si própria os procedimentos que utilizou A criança menos avançada é igualmente beneficiada, na medida em que interage com outra cuja forma de pensar é próxima da sua mas ligeiramente mais avançada, o que permite frequentemente uma apropriação de novos saberes e procedimentos.

50 Propor a um pequeno grupo de crianças a escrita em conjunto de uma dada palavra. Ajudar as crianças a discutir, levando-as a: Pensar nos sons que ouvem nessa palavra Pensar nas letras usadas Pensar nas palavras que conhecem como os nomes das crianças da sala em que esses sons ou letras aparecem Levá-las a chegar a um consenso e escrever a palavra como elas acharem Confrontar essa escrita com a escrita correta da palavra levando-as a pensar nas semelhanças e diferenças.

51 As crianças de uma sala têm geralmente conhecimentos diferentes sobre leitura e escrita e utilizam estratégias diversificadas para tentar ler e escrever, umas mais eficazes do que outras. O confronto de pontos de vista, A troca de informações, O contacto com estratégias diversificadas de resolução de um dado problema Trazem benefícios em termos das aprendizagem para todas as crianças..

52 Durante o plano do dia Quem é que ainda não fez o desenho do dinossauro? Beatriz S: Olha, dinossauro tem 4 bocadinhos di-no-ssau-ro Pois tem Beatriz tem 4 sílabas E sabes mais alguma coisa sobre a palavra dinossauro? Beatriz S: Sei que é grande. Porque é que achas que é grande? Beatriz S: Porque tem 4 bocadinhos, só falta 1 para serem 5 e 5 são muitos, é uma mão cheia! Jorge Duarte: Eu acho que é grande mas não é porque tem 4 sílabas, é porque tem mais letras do que sílabas. E quantas tem, sabes? Jorge Duarte: Tem.(foi dizendo as sílabas, soletrando cada uma e contando as letras pelos dedos) tem 9.

53 E sabem mais alguma coisa sobre a palavra dinossauro? Beatriz R: Eu acho que começa com a letra D. Jorge Duarte: Como Diana o 1º bocadinho é igual, tem DI. Inês M e Martim: David e Daniela também começam com D. Então e se eu vos pedisse para escreverem dinossauro como é que faziam, o que é que tinham que fazer para escrever? Martim: Escrevíamos as letras, as letras são para escrever! Mas escrevemos umas letras quaisquer? Martim: Não, temos de pensar na letra e escrevemos. Mas como é que sabemos qual é a letra? Gabriel: Temos de pensar qual é a 1ª, a 2ª, a 3ª,

54 Inês M: Cada letra tem um som, eu digo e sigo o som, e escrevo a letra do som. Pedi, então, que cada um escrevesse a palavra dinossauro.

55 Se as crianças participarem em situações de interacção com outras crianças e adultos em torno da linguagem escrita da linguagem oral e das relações entre linguagem oral e linguagem escrita Conseguem perceber a lógica das unidades que são representadas pela escrita e aproximar-se da compreensão do princípio alfabético

56 Quando a linguagem escrita faz parte do universo afectivo das crianças - Tem sentido para elas Quando as crianças conseguem perceber a lógica das unidades que são representadas pela escrita - Perceber o princípio alfabético Conseguem facilmente passar da fase cognitiva para a fase de domínio, em que têm que treinar as várias operações necessárias à leitura: Aprender a tratar O código - reconhecimento directo de palavras, utilização das correspondências grafo-fonológicas para ler palavras desconhecidas O texto - questionar o texto, antecipar elementos sintácticos ou semânticos, organizar logicamente os elementos identificados, memorizar as informações semânticas, o significado do texto.

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita

Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita I n t e r v e n ç ã o E d u c a t i v a O acompanhamento musical do canto e da dança permite enriquecer e diversificar a expressão musical. Este acompanhamento pode ser realizado pelas crianças, pelo educador

Leia mais

1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação

1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação 1.º Ciclo do Ensino Básico Critérios de Avaliação PORTUGUÊS Domínios em Domínios/Competências Fatores de ponderação Instrumentos de Domínio Cognitivo Compreensão oral 20% Registos e grelhas de observação

Leia mais

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR

INTRODUÇÃO ÍNDICE OBJECTIVOS DA EDUCAÇÂO PRÈ-ESCOLAR INTRODUÇÃO ÍNDICE - Objectivos de Educação Pré-Escolar - Orientações Curriculares - Áreas de Conteúdo/Competências - Procedimentos de Avaliação - Direitos e Deveres dos Encarregados de Educação - Calendário

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

Níveis de desempenho. Perguntar e fornecer opiniões. Perguntar e responder sobre os diferentes tipos de férias

Níveis de desempenho. Perguntar e fornecer opiniões. Perguntar e responder sobre os diferentes tipos de férias Competências.Adquirir conhecimentos sobre a cultura e civilização Anglo- Americana numa perspectiva intercultural. - Aprofundar o conhecimento da realidade Portuguesa através do confronto com aspectos

Leia mais

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E

Leia mais

Pedagogia Profª Silvia Perrone. Ensino de Língua Portuguesa. Roteiro. Teorias que orientam o ensino

Pedagogia Profª Silvia Perrone. Ensino de Língua Portuguesa. Roteiro. Teorias que orientam o ensino Pedagogia Profª Silvia Perrone Ensino de Língua Portuguesa Roteiro Teorias que orientam o ensino: empirista e construtivista. A visão de texto nas diferentes teorias. Ensinar a produzir textos na escola.

Leia mais

Porquê ler ao meu bebé? Projecto O meu brinquedo é um livro

Porquê ler ao meu bebé? Projecto O meu brinquedo é um livro Porquê ler ao meu bebé? Projecto O meu brinquedo é um livro Porquê ler ao meu bebé? Projecto O meu brinquedo é um livro O meu brinquedo é um livro é um projecto de promoção da leitura proposto pela Associação

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

GRUPOS NIVEL SUBNÍVEL INSTRUÇÃO RESPOSTA

GRUPOS NIVEL SUBNÍVEL INSTRUÇÃO RESPOSTA JOGO 1 NIVEL 1 Exemplos de instruções e respostas que podem ser utilizadas nos oito contextos. CONTEXTUALIZAÇÃO DESENVOLVER A COMPREENSÃO SEMÂNTICA AUMENTO DO VOCABULÁRIO VISUAL IDENTIFICAÇÃO DE ELEMENTOS

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

A leitura, um bem essencial

A leitura, um bem essencial A leitura, um bem essencial A leitura, um bem essencial A leitura é uma competência básica que todas as pessoas devem adquirir para conseguirem lidar de forma natural com a palavra escrita. Mas aprender

Leia mais

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS GUIA DE CORREÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS TESTE 2 SEGUNDO SEMESTRE 2010 Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Presidência do Instituto Nacional

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia

Leia mais

Programa de Educação Bilingue - II Ciclo 3ª Classe CONTEÚDOS

Programa de Educação Bilingue - II Ciclo 3ª Classe CONTEÚDOS Programa de L1-3ª Classe Família Compreender mensagens e textos orais; Distinguir a pronúncia padrão da não Respeitar as diferentes formas de expressão dos seus companheiros; Expressar-se de forma clara

Leia mais

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUA ESCRITA: FUNDAMENTADO EM EMILIA FERREIRO E ANA TEBEROSKY. Silvana da Silva Nogueira (FECLESC/UECE) Priscila Cavalcante Silva (FECLESC/UECE) Resumo O processo de aquisição

Leia mais

Are Metas de Aprendizagem cool or what?

Are Metas de Aprendizagem cool or what? Are Metas de Aprendizagem cool or what? Manuela C. Farinha Cristina Marques Marina Nogueira Colaboração Fitch O Connell A definição de níveis de desempenho nas LE é facilitada desde a publicação, em 2001,

Leia mais

I.ª Parte. Nome: Ano: Lê o texto que se segue com muita atenção.

I.ª Parte. Nome: Ano: Lê o texto que se segue com muita atenção. Nome: Ano: Turma: Classificação: I.ª Parte Lê o texto que se segue com muita atenção. O JARDIM DO TIO RICARDO O meu tio Ricardo tem um jardim. Como gosta muito de flores e de árvores e outras plantas e

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO DE LINGUAGEM

EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO DE LINGUAGEM EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO DE LINGUAGEM COMUNICAÇÃO FASE I FASE II ORALIDADE Transmitir recados simples. Formar frases com seqüência. Argumentar para resolver conflitos. Verbalizar suas necessidades e

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGISTO DE OBSERVAÇÃO / AVALIAÇÃO Nome Data de Nascimento / / Jardim de Infância de Educadora de Infância AVALIAÇÃO

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa Propostas para aquisição da língua escrita. Oralidade e comunicação. A escola e o desenvolvimento da linguagem. O ensino da escrita.

Leia mais

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010

RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 RELATÓRIO FINAL ALFABETIZAÇÃO 2010 Débora Rana Introdução Participar da seleção do Prêmio Victor Civita, pela segunda vez, é uma experiência bastante interessante, pois permite estabelecer relações entre

Leia mais

CONSELHO DE DOCENTES DO PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CONSELHO DE DOCENTES DO PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Agrupamento de Vale de Ovil Escola Básica e Secundária do Vale de Ovil Código 345702 CONSELHO DE DOCENTES DO PRÉ-ESCOLAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação é qualitativa e contínua com o objectivo de reconhecer

Leia mais

Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO. Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais)

Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO. Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais) Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais) 1 Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO > 1. Aumentando o vocabulário Então as crianças Se os adultos

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III DISCIPLINA : LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS GERAIS Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se por conhecer

Leia mais

Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO. Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais)

Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO. Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais) Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais) 1 Aprender linguagem > 4 a 5 anos > VOCABULÁRIO > 1. Aumentando o vocabulário (ajudas e efeitos gerais)

Leia mais

COMO SE PREPARA UMA REPORTAGEM i DICAS PARA PREPARAR UMA REPORTAGEM

COMO SE PREPARA UMA REPORTAGEM i DICAS PARA PREPARAR UMA REPORTAGEM COMO SE PREPARA UMA REPORTAGEM i DICAS PARA PREPARAR UMA REPORTAGEM Ver, ouvir, compreender e contar eis como se descreve a reportagem, nas escolas de Jornalismo. Para haver reportagem, é indispensável

Leia mais

Plano de Estudo 3ª Etapa

Plano de Estudo 3ª Etapa Plano de Estudo 3ª Etapa NÍVEL DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL I ANO: 1º Srs. Pais, SAÚDE E PAZ! Esse plano de estudo tem como finalidade levá-los a conhecer melhor a proposta desenvolvida no 1º ano. Nele

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados Unidade 4 O mundo secreto das tocas e dos ninhos Unidade 5 Luz, sombra e ação! Unidade

Leia mais

DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110. Planificação Anual /Critérios de avaliação. Disciplina: Português 1.º ano 2015/2016

DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110. Planificação Anual /Critérios de avaliação. Disciplina: Português 1.º ano 2015/2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE 1º Ciclo - Grupo 110 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: Português 1.º ano 2015/2016 Domínio (Unidade / Tema) Subdomínio / Conteúdos

Leia mais

SOBRE ESTE LIVRO > SIGAM AS PISTAS...

SOBRE ESTE LIVRO > SIGAM AS PISTAS... As pistas e propostas de trabalho que se seguem são apenas isso mesmo: propostas e pistas, pontos de partida, sugestões, pontapés de saída... Não são lições nem fichas de trabalho, não procuram respostas

Leia mais

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011

Notícias do grupo. REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA 21/3/2011 REUNIÃO DE PAIS 1º ANO B e C 1º SEMESTRE/2011 PROFESSORAS:CRIS E JULIANA Notícias do grupo QUANDO EU TINHA UM ANO, EU ESTAVA APENAS COMEÇANDO. QUANDO EU TINHA DOIS, EU ERA QUASE NOVO. QUANDO EU TINHA TRÊS,

Leia mais

Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância [SNIPI]

Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância [SNIPI] Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância [SNIPI] Informação para os pais Estimulando a linguagem das crianças Do nascimento aos 2 anos O bebé recém-nascido tenta comunicar com os pais através

Leia mais

Novo Programa de Português do Ensino Básico Roteiro _ SD_ Leitura_ ANO5. Compreensão do Oral LEITURA. Expressão oral. Escrita CEL

Novo Programa de Português do Ensino Básico Roteiro _ SD_ Leitura_ ANO5. Compreensão do Oral LEITURA. Expressão oral. Escrita CEL Compreensão do Oral LEITURA Expressão oral Escrita CEL. 1 Apresentação 1. Nome da Sequência: 2. Contexto/projecto: Intertextualidade do texto adaptado de Peregrinação, de Aquilino Ribeiro, com o original

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO ALGARVE Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas) PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 3ºANO METAS Domínios/ Conteúdos

Leia mais

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão!

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão! CLÁUDIO MARTINS & MAURILO ANDREAS PARA SABER MAIS Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES LÚCIA HIRATSUKA JASON GARDNER Priscilla Kellen Cabe aqui na minha mão! Frutas GUIA

Leia mais

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão!

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão! CLÁUDIO MARTINS & MAURILO ANDREAS PARA SABER MAIS Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES LÚCIA HIRATSUKA JASON GARDNER Priscilla Kellen Cabe aqui na minha mão! Frutas GUIA

Leia mais

Exemplos de alfabetização simbólica

Exemplos de alfabetização simbólica Exemplos de alfabetização simbólica 1. Conversa geral 2. Falando sobre... 3. Conversação 4. Anotando comunicação 5. Colocando o aprendiz em controle 6. Horários 7. Planejamento em grupo 8. Organização

Leia mais

Língua Portuguesa. Expectativas de aprendizagem. Expressar oralmente seus desejos, sentimentos, idéias e pensamentos.

Língua Portuguesa. Expectativas de aprendizagem. Expressar oralmente seus desejos, sentimentos, idéias e pensamentos. Língua Portuguesa As crianças do 1º ano têm o direito de aprender e desenvolver competências em comunicação oral, em ler e escrever de acordo com suas hipóteses. Para isto é necessário que a escola de

Leia mais

Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática

Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática 2012 Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 2012 Designação: Aprender com o scratch Enquadramento curricular

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DE CACILHAS PROJECTO NOVAS OPORTUNIDADES A LER+ LER + COMPENSA PLANO NACIONAL DE LEITURA (PNL) 09 JULHO 10

CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DE CACILHAS PROJECTO NOVAS OPORTUNIDADES A LER+ LER + COMPENSA PLANO NACIONAL DE LEITURA (PNL) 09 JULHO 10 CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DE CACILHAS PROJECTO NOVAS OPORTUNIDADES A LER+ LER + COMPENSA PLANO NACIONAL DE LEITURA (PNL) CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DE CACILHAS MISSÃO Promover o aumento dos níveis de

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 4ºANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 4ºANO . Interação discursiva Princípios de cortesia e cooperação Informação, explicação; pergunta. Compreensão e expressão Vocabulário: variedade e precisão Informação: essencial e acessória; implícita Facto

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC Caro (a) professor (a), ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PARA O 2º ANO Cientes

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO Escola Básica e Secundária À Beira Douro- Medas

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO Escola Básica e Secundária À Beira Douro- Medas AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO Escola Básica e Secundária À Beira Douro- Medas Departamento de Línguas Estrangeiras - Inglês - 3º Ciclo - 7º Ano Planificação Anual 2010 / 2011 1º Período - Aulas

Leia mais

NOME DO PROJETO PROJETO MERGULHANDO NA LEITURA 2013 PÚBLICO ALVO Educação Infantil e Ensino Fundamental I

NOME DO PROJETO PROJETO MERGULHANDO NA LEITURA 2013 PÚBLICO ALVO Educação Infantil e Ensino Fundamental I NOME DO PROJETO PROJETO MERGULHANDO NA LEITURA 2013 PÚBLICO ALVO Educação Infantil e Ensino Fundamental I OBJETIVOS GERAIS: Promover o hábito da leitura entre os alunos; Proporcionar ao aluno o prazer

Leia mais

Programa de Português Nível A2 Ensino Português no Estrangeiro. Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP

Programa de Português Nível A2 Ensino Português no Estrangeiro. Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP Português A2 Programa de Português Nível A2 Ensino Português no Estrangeiro Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP Direção de Serviços de Língua e Cultura Composição Gráfica: Centro Virtual Camões

Leia mais

Orientações para o professor da Intervenção Pedagógica

Orientações para o professor da Intervenção Pedagógica A CONSTRUÇÃO DO SISTEMA ALFABÉTICO: AS CAPACIDADES NECESSÁRIAS PARA A ALFABETIZAÇÃO. Material organizado para o trabalho com a intervenção pedagógica Orientações para o professor da Intervenção Pedagógica

Leia mais

Programa de Estágios do Núcleo de Engenharia Biológica (PEN)

Programa de Estágios do Núcleo de Engenharia Biológica (PEN) Instituto Superior Técnico Programa de Estágios do Núcleo de Engenharia Biológica (PEN) Núcleo de Engenharia Biológica Em primeiro lugar, a direcção do NEB gostaria de deixar claro que a resposta de forma

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV DISCIPLINA : LÍNGUA PORTUGUESA OBJETIVOS GERAIS Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO EANES LOBATO Critérios de Avaliação Educação Pré Escolar Departamento Educação Pré Escolar Ano letivo 2013/2014 A avaliação do processo permite reconhecer a pertinência e sentido

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

METAS DE APRENDIZAGEM PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS METAS DE APRENDIZAGEM PARA AS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ALEMÃO, FRANCÊS, INGLÊS LE I 1º, 2º e 3º CICLOS Direcção Regional da Educação e Formação 2011 Metas de Aprendizagem para as Línguas Estrangeiras Alemão,

Leia mais

REUNIÃO DE PAIS 1º ANO C e D 1º SEMESTRE/2012 PROFESSORAS: JULIANA E MARCELA

REUNIÃO DE PAIS 1º ANO C e D 1º SEMESTRE/2012 PROFESSORAS: JULIANA E MARCELA REUNIÃO DE PAIS 1º ANO C e D 1º SEMESTRE/2012 PROFESSORAS: JULIANA E MARCELA PROPÓSITOS DA REUNIÃO Apresentar o trabalho que será realizado no decorrer do ano letivo, em cada área do conhecimento. Compartilhar

Leia mais

VISÃO GERAL DOS CONTEÚDOS 3ª CLASSE 4ª CLASSE 5ª CLASSE

VISÃO GERAL DOS CONTEÚDOS 3ª CLASSE 4ª CLASSE 5ª CLASSE VISÃO GERAL DOS CONTEÚDOS 19 Família : - a minha história A família: - tipos de família - membros da família e suas funções - regras de convivência na família - a minha infância A família do meu amigo,

Leia mais

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento

Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento Isabel Cristina Alves da Silva Frade(1) Introdução Como realizar um planejamento de trabalho de alfabetização e letramento com crianças de

Leia mais

A Formação Pessoal. e Social. no Pré-Escolar

A Formação Pessoal. e Social. no Pré-Escolar A Formação Pessoal e Social no Pré-Escolar A Formação Pessoal e Social é considerada uma área transversal, dado que todas as componentes curriculares deverão contribuir para promover nas crianças atitudes

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Ano letivo 2014/2015 Ensino Secundário - 1ª e 2ª Fase Disciplina de ESPANHOL (INICIAÇÃO BIENAL) - 375 Informação Prova de Equivalência à Frequência 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL

UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL Título do artigo: UMA BREVE REFLEXÃO SOBRE AS SITUAÇÕES DE ESCRITA EM CONTEXTOS COMUNICATIVOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO INICIAL Disciplina: Alfabetização Selecionadora: Beatriz Gouveia 16ª Edição do

Leia mais

O processo de Alfabetização: Escrita. Curso: Alfabe.zação de Crianças Bilíngues. Selma Moura

O processo de Alfabetização: Escrita. Curso: Alfabe.zação de Crianças Bilíngues. Selma Moura O processo de Alfabetização: Curso: Escrita Alfabe.zação de Crianças Bilíngues Selma Moura A tradição pedagógica, qualquer que seja seu enfoque ou discurso, reduziu sempre a alfabe.zação ao mero aprendizado

Leia mais

Homem tropeça anda, corre voará...

Homem tropeça anda, corre voará... Professora: Isabel Maria Ribeiro Madureira de Sousa Fonseca Escola Secundária com 3º Ciclo Padrão da Légua C445 - Projecto de Formação para o Novo Programa de Português do Ensino Básico Turma - D Maio

Leia mais

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA?

Projeto. Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? Projeto Pedagógico QUEM MEXEU NA MINHA FLORESTA? 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação O livro tem como tema o meio ambiente em que mostra o homem e a destruição da natureza,

Leia mais

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM CURRÍCULO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM ORALIDADE Formar frases com seqüência e sentido. Relacionar palavras que iniciam com vogais. Associar primeira letra/som em palavras iniciadas por vogal. Falar

Leia mais

Anexo VI Transcrição da entrevista realizada à equipa técnicopedagógica

Anexo VI Transcrição da entrevista realizada à equipa técnicopedagógica Anexo VI Transcrição da entrevista realizada à equipa técnicopedagógica do CNOGE (Grupo2) Entrevistados: Entrevista Grupo 2 E6 Formadora de Linguagem e Comunicação e de Cidadania e Empregabilidade E7 Formadora

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade I ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa A teoria construtivista: principais contribuições, possibilidades de trabalho pedagógico. Conceito de alfabetização: história e evolução.

Leia mais

Técnicas de Memorização.

Técnicas de Memorização. Como Estudar? Técnicas de Memorização. Aprendizagem: dreamstime As estratégias de estudo que adquiriste no ensino secundário devem ser adaptadas ao ensino superior. Existem disciplinas com forte componente

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade III ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Aula anterior O fim das cartilhas em sala de aula; Comunicação e linguagem; Sondagem da escrita infantil; Ao desenhar, a criança escreve;

Leia mais

JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SEP OCT NOV DEZ

JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SEP OCT NOV DEZ GUIÃO: INFORMAÇÕES A RECOLHER NO INICIO DO ANO No inicio do ano recolha se dados iniciais, chamados dados de base. Estes dados ajuda nos a ter um ponte de referência. Quando nos olharmos para atrás no

Leia mais

Área Enriquecimento Curricular INFORMÁTICA

Área Enriquecimento Curricular INFORMÁTICA Área Enriquecimento Curricular INFORMÁTICA A escolha das actividades aqui sugeridas foi feita ten em consideração o material disponibiliza pela Espalha Ideias para cada grupo turma. Contu, poderão existir

Leia mais

PLANEJAMENTO DO TRIMESTRE EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL III

PLANEJAMENTO DO TRIMESTRE EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL III 1ª ETAPA COMPONENTE CURRICULAR - BRINCAR Objetos e Significados na brincadeira Participar das brincadeiras exploradas. Utilizar os brinquedos de maneira cuidadosa. Participar de jogos com ou sem a intervenção

Leia mais

OBJETIVO RICO- PRÁTICA DO PROFESSOR ALFABETIZADOR DIANTE DA NOVA APRENDIZAGEM

OBJETIVO RICO- PRÁTICA DO PROFESSOR ALFABETIZADOR DIANTE DA NOVA APRENDIZAGEM A FORMAÇÃO TEÓRICO RICO- PRÁTICA DO PROFESSOR ALFABETIZADOR DIANTE DA NOVA NOVA CONCEPÇÃO DE ENSINO- APRENDIZAGEM PROFª.. MS. MARIA INÊS MIQUELETO CASADO 28/05/2009 OBJETIVO - Contribuir para a reflexão

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8

* Tempo = 45minutos Grupo 300 Página 1 de 8 Conteúdos Objectivos/Competências a desenvolver Tempo* Estratégias Recursos Avaliação Apresentação: Turma e professor Programa Critérios de avaliação Normas de funcionamento Conhecer os elementos que constituem

Leia mais

O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série. Aula de 9 de maio de 2012

O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série. Aula de 9 de maio de 2012 O programa Ler e Escrever: guia de planejamento e orientações didáticas para o professor alfabetizador 1a série Aula de 9 de maio de 2012 Apresentação Não é um programa inovador O momento não é de procurar

Leia mais

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa 1 MAPLE BEAR INTERMEDIATE - LP Introdução ao Programa de Língua Portuguesa Português é a língua falada no Brasil e é, primeiramente, com ela que pensamos, falamos, brincamos, cantamos e escrevemos. É a

Leia mais

- Ler com ritmo, fluência e entonação adequada ao gênero estudado em sala de aula, compreendendo as idéias contidas no texto.

- Ler com ritmo, fluência e entonação adequada ao gênero estudado em sala de aula, compreendendo as idéias contidas no texto. PLANO DE LÍNGUA PORTUGUESA ELABORAÇÃO: JOSIANE DE LIMA GÊNERO: História em quadrinho PERÍDO APROXIMADAMENTE: 5º Ano CONTEÚDOS OBJETIVOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - Ritmo, fluência e entonação na leitura;

Leia mais

SOBRE ESTE LIVRO BOM TRABALHO PARA TODOS!

SOBRE ESTE LIVRO BOM TRABALHO PARA TODOS! As pistas e propostas de trabalho que se seguem são apenas isso mesmo: propostas e pistas, pontos de partida, sugestões, pontapés de saída... Não são lições nem fichas de trabalho, não procuram respostas

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros

Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado Sede na Escola Secundária/3 José Cardoso Pires Santo António dos Cavaleiros Planificação Anual 2013-2014 INGLÊS 5º ANO MATRIZ DE CONTEÚDOS E DE PROCEDIMENTOS

Leia mais

2013/2014 CONTEÚDOS TEMÁTICOS CONTEÚDOS GRAMATICAIS CALENDARIZAÇÃO UNIDADE

2013/2014 CONTEÚDOS TEMÁTICOS CONTEÚDOS GRAMATICAIS CALENDARIZAÇÃO UNIDADE Escolas João de Araújo Correia EB 2.3PESO DA RÉGUA Disciplina de Português 6º Ano Ano Letivo 2013/2014 CONTEÚDOS TEMÁTICOS CONTEÚDOS GRAMATICAIS CALENDARIZAÇÃO UNIDADE 0 Ponto de partida Reportagem televisiva

Leia mais

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de

Colaborações em ambientes online predispõem a criação de comunidades de Ficha de Leitura Tipo de documento: Artigo Título: Colaboração em Ambientes Online na Resolução de Tarefas de Aprendizagem Autor: Miranda Luísa, Morais Carlos, Dias Paulo Assunto/Sinopse/Resenha: Neste

Leia mais

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa Este questionário contém perguntas sobre as tuas experiências e tipo de aprendizagem na disciplina de Ciências Naturais. Não há respostas correctas nem erradas, apenas as que correspondem à forma como

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

DISLEXIA E TDAH: SUBSÍDIOS ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS ERONICE DE SOUZA LEÃO PSICOPEDAGOGA

DISLEXIA E TDAH: SUBSÍDIOS ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS ERONICE DE SOUZA LEÃO PSICOPEDAGOGA DISLEXIA E TDAH: SUBSÍDIOS ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS ERONICE DE SOUZA LEÃO PSICOPEDAGOGA DISLEXIA E TDAH: SUBSÍDIOS ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NEM TODAS AS DIFICULDADES DE APRENDER SÃO TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM

Leia mais

LER a partir dos 8 anos GUIA DE LEITURA MARIAALZIRACABRAL. O livro qu e. só queria. ser lido JOSÉ JORGE LETRIA. Ilustrações de Daniel Silva

LER a partir dos 8 anos GUIA DE LEITURA MARIAALZIRACABRAL. O livro qu e. só queria. ser lido JOSÉ JORGE LETRIA. Ilustrações de Daniel Silva LER a partir dos 8 anos GUIA DE LEITURA MARIAALZIRACABRAL O livro qu e só queria ser lido JOSÉ JORGE LETRIA Ilustrações de Daniel Silva Apresentação da obra Esta é a história de um livro triste. Triste

Leia mais

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2

Conteúdo. Como ler artigos científicos... 2 Comol era r t i gos c i ent íc os Conteúdo Como ler artigos científicos... 2 Dicas de como ler o artigo... 4 Guia de como ler um artigo:... 5 Atividade 1... 7 Etapa 1... 7 Etapa 2... 8 Etapa 3... 8 Etapa

Leia mais

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil

Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Revista Eletrônica Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa ISSN: 1980-7686 suporte@mocambras.org Universidade de São Paulo Brasil Hernandes Santos, Amarílis Alfabetização na inclusão

Leia mais

INDICADORES/CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º ANO LÍNGUA PORTUGUESA

INDICADORES/CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º ANO LÍNGUA PORTUGUESA / DE AVALIAÇÃO 1º ANO LÍNGUA PORTUGUESA COMPREENSÃO/EXPRESSÃO ORAL Usa frases correctas com sujeito, predicado e concordância em género e número. Exprime-se, utilizando frases completas e com sentido.

Leia mais

Conhecendo o Aluno Surdo e Surdocego

Conhecendo o Aluno Surdo e Surdocego I - [FICHA DE AVALIAÇÃO SOBRE O ALUNO SURDO E/OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA] Usar letra de forma É importante considerarmos que o aluno surdo da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro possui características

Leia mais

Programa para promover as competências numéricas

Programa para promover as competências numéricas Programa para promover as competências numéricas Luísa Cotrim, Teresa Condeço ACTIVIDADES PARA PROMOVER A LINGUAGEM E O AMBIENTE MATEMÁTICO EM IDADE PRECOCE A experiência do numérico nas actividades quotidianas

Leia mais

:: NOVA ESCOLA ON-LINE ::

:: NOVA ESCOLA ON-LINE :: Page 1 of 7 Planos de aula Educação Infantil Conhecimento de Mundo Natureza e Sociedade Seres Vivos Plano de trabalho O ovo vira pinto Introdução Muito freqüentemente, o trabalho com as ciências naturais,

Leia mais

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL

Tipologia Textual O conto. Competências a trabalhar associadas ao processo CO L CEL Ministério da Educação Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora nº2 Novo Programa de Português do Ensino Básico Sequência Didáctica 5º ano Ano lectivo de 2010/2011 Tipologia Textual O conto Competências

Leia mais

R I T A FERRO RODRIGUES

R I T A FERRO RODRIGUES E N T R E V I S T A A R I T A FERRO RODRIGUES O talento e a vontade de surpreender em cada projecto deixou-me confiante no meu sexto sentido, que viu nela uma das pivôs mais simpáticas da SIC NOTÍCIAS.

Leia mais

O g É um Gato Enroscado

O g É um Gato Enroscado O g É um Gato Enroscado Editorial Caminho, 1.ª ed., 2003; 2.ª ed., 2007 Guião de trabalho para professores do Ensino Básico I. Breve introdução à leitura da obra O g É um Gato Enroscado (Caminho, 2003)

Leia mais

PERCURSO CURRICULAR ALTERNATIVO 7º F

PERCURSO CURRICULAR ALTERNATIVO 7º F AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO- ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA À BEIRA DOURO- MEDAS PLANIFICAÇÃO ANUAL E SEMESTRAL DA TURMA DE PERCURSO CURRICULAR ALTERNATIVO 7º F ANO LECTIVO 2010 / 2011 1º PERÍODO

Leia mais

SUMÁRIO EU E MEUS COLEGAS... 8 A CASA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS FAMILIARES... 18 A ESCOLA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS COLEGAS...

SUMÁRIO EU E MEUS COLEGAS... 8 A CASA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS FAMILIARES... 18 A ESCOLA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS COLEGAS... SUMÁRIO 1 EU E MEUS COLEGAS... 8 FAZENDO AMIGOS... 8 BRINCAR É CONVIVER COM OS AMIGOS... 10 VAMOS CIRANDAR?... 12 O MAPA DA MINHA MÃO... 16 PARA LER... 17 2 A CASA: ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA COM MEUS FAMILIARES...

Leia mais

O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento de Interação e comunicação de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial

O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento de Interação e comunicação de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento de Interação e comunicação de pessoas com surdocegueira e com deficiência múltipla sensorial 1 O uso do passaporte da comunicação no desenvolvimento

Leia mais

GUIÃO DE ENTREVISTA ÀS EDUCADORAS DE INFÂNCIA. 2º Momento

GUIÃO DE ENTREVISTA ÀS EDUCADORAS DE INFÂNCIA. 2º Momento 4.1.8. Orientação específica de codificação: Entrevista a educadoras de infância (2º momento) (2001) GUIÃO DE ENTREVISTA ÀS EDUCADORAS DE INFÂNCIA 2º Momento I. Questões sobre a modalidade de prática pedagógica

Leia mais