CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL"

Transcrição

1 CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL 2ª Edição, Brasília Trabalho elaborado com a colaboração do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis

2 Negócio Cotrole Extero da Admiistração Pública e da gestão dos recursos públicos federais. Missão Assegurar a efetiva e regular gestão dos recursos públicos em beefício da sociedade. Visão Ser istituição de excelêcia o cotrole e cotribuir para o aperfeiçoameto da Admiistração Pública. Copyright 2007, Tribual de Cotas da Uião SAFS, Quadra 4, Lote 01 CEP Brasília/DF Coteúdo dispoível em: É permitida a reprodução desta publicação, em parte ou o todo, sem alteração do coteúdo, desde que citada a fote e sem fis comerciais. Brasil. Tribual de Cotas da Uião. Cartilha de liceciameto ambietal / Tribual de Cotas da Uião; com colaboração do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis ed. -- Brasília : TCU, 4ª Secretaria de Cotrole Extero, p. : il. color. Images: acervo do Ibama. Coteúdo também dispoível em e 1. Desevolvimeto sustetável. 2. Impacto ambietal. 3. Liceciameto ambietal. I. Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis (Ibama). II. Título. Catalogação a fote: Biblioteca Miistro Rube Rosa

3 APRESENTAÇÃO O meio ambiete permeia diretamete a vida humaa e ão há como dissociá-los. No etato, as forças de mercado em sempre atigem o poto de equilíbrio ideal para ateder às ecessidades de todos os elemetos evolvidos. Nesse mometo, cabe a atuação do Estado, de forma a determiar limites e a preservar o bem comum. A Costituição Federal alçou a direito fudametal do povo tato o meio ambiete equilibrado como o desevolvimeto ecoômico e social. Esses três elemetos formam o tripé do chamado desevolvimeto sustetável. O equilíbrio desses iteresses resultará a prosperidade almejada. O liceciameto ambietal é istrumeto fudametal a busca do desevolvimeto sustetável. Sua cotribuição é direta e visa a ecotrar o covívio equilibrado etre a ação ecoômica do homem e o meio ambiete ode se isere. Busca-se a compatibilidade do desevolvimeto ecoômico e da livre iiciativa com o meio ambiete, detro de sua capacidade de regeeração e permaêcia. A presete cartilha de liceciameto ambietal tem por objetivo cotribuir com a divulgação desse importate istrumeto da Política Nacioal de Meio Ambiete. A seguda edição traz ova legislação e jurisprudêcia do Tribual de Cotas da Uião e amplia a discussão de coceitos e procedimetos. Neste trabalho, realizado em cojuto com o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis Ibama, busca-se difudir cada vez mais orietações e iformações sobre o liceciameto, visado ao correto trato das questões ambietais e à preservação do meio ambiete para as presetes e futuras gerações. Esta publicação, cujo coteúdo está dispoível para toda a sociedade os edereços eletrôicos e destia-se a prefeituras, goveros estaduais, órgãos e etidades públicas e a iteressados que lidam com questões relativas ao meio ambiete. Miistro Walto Alecar Rodrigues Presidete do TCU

4 PREFÁCIO É com satisfação que o Miistério do Meio Ambiete apóia a iiciativa do Tribual de Cotas da Uião TCU, em cojuto com o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis IBAMA, de laçar a presete cartilha. Primeiramete, porque ambos os órgãos cumprem uma missão de extrema relevâcia, cada um em sua competêcia legal. O IBAMA, que o ao em curso completa 19 aos, é uma autarquia recohecida por toda a sociedade, dada a sua preseça o território acioal e o seu papel de pricipal agêcia do govero federal o cumprimeto da legislação ambietal brasileira, em especial o que cocere ao liceciameto. O TCU, por sua vez, exerce uma fução muito além de simplesmete acompahar e fiscalizar o gasto dos recursos públicos: vem se torado fudametal para traçar camihos que garatam trasparêcia e racioalidade à destiação do recurso do povo e, com isso, apoiar a sociedade, e mesmo o govero, a idetificar meios mais eficietes e eficazes de gestão. Em segudo lugar, porque teho a impressão de que a presete cartilha será útil a vários setores da sociedade, em especial aos empreededores, sejam esses públicos ou privados, e aos próprios órgãos ambietais resposáveis por esse istrumeto estabelecido pela Política Nacioal do Meio Ambiete, istituída pela Lei 6.938/1981. O Liceciameto Ambietal, de utilização compartilhada etre a Uião e os estados da federação, o Distrito Federal e os muicípios, em coformidade com as respectivas competêcias, tem o objetivo de regular as atividades e os empreedimetos que utilizam os recursos aturais e podem causar degradação ambietal. Por meio dele, os órgãos ambietais adquirem a estatura legal para avaliar os evetuais impactos ao meio ambiete de uma determiada atividade. Trata-se de um importate mecaismo de ossa sociedade e proporcioa gahos de qualidade ao meio ambiete e à vida das comuidades uma melhor perspectiva de desevolvimeto. A qualidade do liceciameto ambietal depede, em grade parte, da dispoibilidade e da produção de iformação básica acerca dos recursos aturais (solos, mierais, faua, flora, ecossistemas etc) de uma determiada região. Ivestir a produção de cohecimeto é fudametal, portato. Tarefa que cabe a todas as istituições, em especial às de pesquisa e às uiversidades. Depede, também, do cohecimeto pela maioria dos iteressados quato aos procedimetos e trâmites requeridos para a sua cocessão. E, sob esse aspecto, a presete iiciativa do TCU com o apoio do IBAMA irá suprir essa lacua, a medida em que orieta os iteressados e garate maior publicidade ao processo de liceciameto, por meio da divulgação de seu coceito, etapas e requerimetos. Além disso, a cartilha é louvável porque divulga cohecimetos e compartilha experiêcias sobre as especificidades sócio-ecoômicas ieretes ao liceciameto ambietal. Espero que os leitores ecotrem aqui os subsídios ecessários para a correta aplicação desse istrumeto de gestão ambietal que visa, em última istâcia, a melhoria de qualidade de vida de todos ós e dos que estão por vir. Uma boa leitura, portato. Maria Silva Miistra do Meio Ambiete

5 SUMÁRIO Itrodução 7 Capítulo I Coceito de liceciameto ambietal 8 Capítulo II Características dos empreedimetos que ecessitam de liceciameto ambietal 12 Capítulo III Tipos de liceça ambietal 16 Liceça Prévia LP 17 Liceça de Istalação LI 18 Liceça de Operação LO 18 Capítulo IV Procedimetos para a obteção da liceça ambietal 20 1ª Etapa - Idetificação do órgão ambietal competete para liceciar 21 2ª Etapa - Liceça Prévia 23 3ª Etapa - Elaboração do Projeto Básico 26 4ª Etapa - Liceça de Istalação 26 5ª Etapa - Liceça de Operação 27 Regularização de empreedimeto ão liceciado devidamete 28 Capítulo V Estudos ambietais 30 Estudo de Impacto Ambietal 33 Relatório de Impacto Ambietal Rima 34

6 Capítulo VI Coseqüêcias da ausêcia ou falha o liceciameto 36 Capítulo VII Custo do liceciameto ambietal 40 Aexo I Pricipais acórdãos do Tribual de Cotas da Uião sobre liceciameto ambietal 45 Aexo II Relação dos empreedimetos e atividades que ecessitam de liceciameto ambietal (Aexo I da Resolução Coama 237/97) 46 Aexo III Relação dos empreedimetos que podem vir a ecessitar de EIA/Rima para o liceciameto ambietal (Resolução Coama 01/86 e 11/86) 51 Aexo IV Exemplos de defiição de competêcia para liceciar 52 Aexo V Tribual de Cotas da Uião o Distrito Federal e os estados 53 Aexo VI Órgãos Ambietais Estaduais 57 Aexo VII Legislação ambietal federal e acioal referete a liceciameto ambietal, por tema 62 Referêcias Bibliográficas 83

7 INTRODUÇÃO O liceciameto ambietal cofigura um relevate istrumeto da Política Nacioal de Meio Ambiete. O trabalho ora apresetado em sete capítulos tem como objetivos forecer iformações úteis à elaboração dos pedidos de liceças ambietais e orietar sobre os respectivos processos de liceciameto, além de relacioar os pricipais coceitos iseridos os ormativos aplicáveis à matéria. O cuidado que se deve dedicar à questão do liceciameto resulta em beefícios para o empreededor. Espera-se, com esta edição, ampliar o cohecimeto sobre o assuto, cotribuido para que uma quatidade maior de empreededores atete para a ecessidade e importâcia do cumprimeto da legislação a respeito. Nesta seguda edição foram icluídas atualizações de legislação e jurisprudêcia do Tribual de Cotas da Uião, além de ter sido ampliada a aálise de coceitos importates. A cartilha ão tem a pretesão de esgotar o tema mas sim trazer orietações sobre os assutos mais relevates acerca do liceciameto ambietal. Os Capítulos I, II e III apresetam aspectos teóricos das liceças ambietais, tais como coceito, atureza, tipos e as características dos empreedimetos que ecessitam de liceciameto ambietal. O Capítulo IV forece iformações para a solicitação e a obteção das liceças ambietais, iclusive com orietações para a defiição do órgão ambietal para o qual deve ser destiada a solicitação. O Capítulo V aborda os estudos ambietais, com maior destaque ao Estudo de Impacto Ambietal e ao Relatório de Impacto Ambietal.

8 CAPÍTULO I CONCEITO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

9 9 A Costituição Federal previu, em seu art. 225, que todos têm direito ao meio ambiete ecologicamete equilibrado, bem de uso comum do povo e essecial à sadia qualidade de vida, impodo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defedê-lo e preservá-lo para as presetes e futuras gerações. Com isso, o meio ambiete torou-se direito fudametal do cidadão, cabedo tato ao govero quato a cada idivíduo o dever de resguardá-lo. A defesa do meio ambiete apreseta-se também como pricípio orteador e iseparável da atividade ecoômica a Costituição Federal 1. Desse modo, ão são admissíveis atividades da iiciativa privada e pública que violem a proteção do meio ambiete. O liceciameto é também um dos istrumetos da Política Nacioal do Meio Ambiete (PNMA) 2, cujo objetivo é agir prevetivamete sobre a proteção do bem comum do povo - o meio ambiete e compatibilizar sua preservação com o desevolvimeto ecoômico-social. Ambos, esseciais para a sociedade, são direitos costitucioais. A meta é cuidar para que o exercício de um direito ão comprometa outro igualmete importate. A previsão do liceciameto a legislação ordiária surgiu com a edição da Lei 6.938/81, que em seu art. 10 estabelece: A costrução, istalação, ampliação e fucioameto de estabelecimetos e atividades utilizadoras de recursos ambietais, cosiderados efetiva ou potecialmete poluidores, bem como os capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambietal, depederão de prévio liceciameto por órgão estadual competete, itegrate do Sistema Nacioal do Meio Ambiete - SISNAMA, e do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e Recursos Naturais Reováveis - Ibama, em caráter supletivo, sem prejuízo de outras liceças exigíveis.

10 10 Tribual de Cotas da Uião A Resolução Coama 237/97 traz o seguite coceito de liceciameto ambietal: Procedimeto admiistrativo pelo qual o órgão ambietal competete licecia a localização, istalação, ampliação e a operação de empreedimetos e atividades utilizadoras de recursos ambietais, cosideradas efetiva ou potecialmete poluidoras; ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambietal, cosiderado as disposições legais e regulametares e as ormas técicas aplicáveis ao caso. Por procedimeto etede-se um ecadeameto de atos que visam a um fim a cocessão da liceça ambietal. Esse procedimeto é coduzido o âmbito do Poder Executivo, a figura de seus órgãos ambietais as várias esferas, e advém do regular exercício de seu poder de polícia admiistrativa. A liceça ambietal é defiida pela Resolução Coama 237/97 como: precauções requeridas, a fim de resguardar o direito coletivo ao meio ambiete ecologicamete equilibrado. Importate otar que, devido à atureza autorizativa da liceça ambietal, essa possui caráter precário. Exemplo disso é a possibilidade legal de a liceça ser cassada caso as codições estabelecidas pelo órgão ambietal ão sejam cumpridas 3. O liceciameto é composto por três tipos de liceça: prévia, de istalação e de operação. Cada uma refere-se a uma fase distita do empreedimeto e segue uma seqüêcia lógica de ecadeameto. Essas liceças, o etato, ão eximem o empreededor da obteção de outras autorizações ambietais específicas juto aos órgãos competetes, a depeder da atureza do empreedimeto e dos recursos ambietais evolvidos 4. Atividades que se utilizam de recursos hídricos, por exemplo, também ecessitarão da outorga de direito de uso desses, coforme os preceitos costates da Lei 9.433/97, que istitui a Política Nacioal de Recursos Hídricos. Outros exemplos de autorizações e liceças específicas são apresetados a seguir: Ato admiistrativo pelo qual o órgão ambietal competete estabelece as codições, restrições e medidas de cotrole ambietal que deverão ser obedecidas pelo empreededor, pessoa física ou jurídica, para localizar, istalar, ampliar e operar empreedimetos ou atividades utilizadoras dos recursos ambietais cosideradas efetiva ou potecialmete poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambietal. A liceça ambietal é, portato, uma autorização emitida pelo órgão público competete. Ela é cocedida ao empreededor para que exerça seu direito à livre iiciativa, desde que atedidas as cocessão de liceça de istalação para atividades que icluam desmatameto depede também de autorização específica do órgão ambietal (Código Florestal, Lei 4.771/65, art. 19 e Resolução Coama 378/06); autorização para supressão de área de preservação permaete para a execução de obras, plaos, atividades ou projetos de utilidade pública ou iteresse social (Código Florestal, Lei 4.771/65, art. 3º, 1º e art. 4º); liceça para trasportar e comercializar produtos florestais (Lei 4.771/65, art. 26, alíeas h e i, Portaria MMA 253/06 e Istrução Normativa Ibama 112/06, que dispõem sobre o Documeto de Origem Florestal - DOF);

11 Cartilha de Liceciameto Ambietal 11 liceça para costrução e autorização para operação de istalações ucleares e trasferêcia da propriedade ou da posse de istalações ucleares e comércio de materiais ucleares (Lei 6.189/74, art. 7º a 11); autorização para queimada cotrolada em práticas agropastoris e florestais (Lei 4.771/65, art. 27 e Decreto 2.661/98); cocessões das agêcias reguladoras, como por exemplo autorização para exploração de cetrais hidrelétricas até 30MW (Resolução ANEEL 395/98) e autorização para implatação, ampliação ou repoteciação de cetrais geradoras termelétricas, eólicas e de outras fotes alterativas de eergia (Resolução ANEEL 112/99). Para cohecimeto da legislação federal específica que rege o liceciameto de cada tipo de empreedimeto, está dispoibilizada o Aexo VII a relação de diplomas ambietais da esfera federal Costituição Federal, art. 170, VI. 2. Lei 6.938/81, art. 9º, IV. 3. Resolução Coama 237/97, art Resolução Coama 237/97, art. 9º. 5 O Aexo VII lista apeas a legislação federal. Cada Uidade da Federação pode dispor de legislação ambietal própria. Essa legislação deve ser cosultada o órgão ambietal de cada estado ou a Secretaria de Meio Ambiete dos Muicípios. Evetuais atualizações devem ser cosultadas o edereço liceciameto.

12 CAPÍTULO II CARACTERÍSTICAS DOS EMPREENDIMENTOS QUE NECESSITAM DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

13 13 As liceças ão são exigidas para todo e qualquer empreedimeto. A Lei 6.938/81 determia a ecessidade de liceciameto para as atividades utilizadoras de recursos ambietais 6, cosideradas efetiva e potecialmete poluidoras, bem como as capazes, sob qualquer forma, de causar degradação ambietal. Os coceitos de poluição e degradação trazem termos abstratos que deixam abertura para a determiação da ecessidade, ou ão, de liceciameto. A defiição legal 7 do termo poluição é a degradação da qualidade ambietal resultate de atividades humaas. O termo degradação é traduzido pela legislação como a alteração adversa das características do meio ambiete. Cosiderado que ão há como fixar, de forma defiitiva, as atividades que causam degradação ou mesmo o grau de alteração adversa ocasioado, caberá cosulta ao órgão ambietal para determiar se o empreedimeto ecessita de liceciameto. Há, porém, atividades que, coforme a legislação vigete, já se sabe que devem ser ecessariamete liceciadas. A Resolução Coama 237/97 traz, em seu Aexo I, um rol de atividades sujeitas ao liceciameto ambietal 8. Para as atividades lá listadas, o liceciameto é essecial. No etato, essa relação é exemplificativa e ão pretede esgotar todas as possibilidades, o que seria impossível, mas fucioa como orteador para os empreededores. Atividades comparáveis ou com impactos de magitude semelhate têm grade probabilidade de também ecessitarem de liceciameto. Novamete, a cosulta ao órgão ambietal elucidará essa dúvida.

14 14 Tribual de Cotas da Uião Muitas vezes, o empreededor acaba também procurado o órgão ambietal por exigêcia de outros órgãos da admiistração pública resposáveis por autorizações de atividades em geral, tais como 9 : Prefeituras, para loteametos urbaos e costrução civil em geral; Icra, para atividades rurais; DNER e DER, para costrução de rodovias; DNPM, para atividade de lavra e/ou beeficiameto mieral; Ibama ou órgão ambietal estadual, para desmatameto. Um fator que aumetou o iteresse dos empreededores em verificar a ecessidade de liceciameto foi a possibilidade de icorrer as pealidades previstas a Lei de Crimes Ambietais (Lei 9.605/98). Art. 60. Costruir, reformar, ampliar, istalar ou fazer fucioar, em qualquer parte do território acioal, estabelecimetos, obras ou serviços potecialmete poluidores sem liceça ou autorização dos órgãos ambietais competetes, ou cotrariado as ormas legais e regulametares pertietes: Pea - deteção, de um a seis meses, ou multa, ou ambas as peas cumulativamete. 6. São recursos ambietais a atmosfera, as águas iteriores, superficiais e subterrâeas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elemetos da biosfera, a faua e a flora (Lei 6.938/81, art. 3º, V). 7. Lei 6.938/81, art. 3º, II e III. 8. Essa relação ecotra-se reproduzida o Aexo II desta Cartilha. 9. Cuha, S. B.; Guerra, A. J. T. (org). Avaliação e perícia ambietal. Rio de Jaeiro. Ed. Bertrad Brasil, p. 103/104.

15 Cartilha de Liceciameto Ambietal 15

16 CAPÍTULO III TIPOS DE LICENÇA AMBIENTAL

17 17 Para cada etapa do processo de liceciameto ambietal, é ecessária a liceça adequada: o plaejameto de um empreedimeto ou de uma atividade, a liceça prévia (LP); a costrução da obra, a liceça de istalação (LI) e a operação ou fucioameto, a liceça de operação (LO). LICENÇA PRÉVIA LP A LP deve ser solicitada a fase prelimiar do plaejameto da atividade. É ela que atestará a viabilidade ambietal do empreedimeto, aprovará sua localização e cocepção e defiirá as medidas mitigadoras e compesatórias dos impactos egativos do projeto. Sua fialidade é defiir as codições com as quais o projeto tora-se compatível com a preservação do meio ambiete que afetará. É também um compromisso assumido pelo empreededor de que seguirá o projeto de acordo com os requisitos determiados pelo órgão ambietal. Para as atividades cosideradas efetiva ou potecialmete causadoras de sigificativa degradação ambietal, a cocessão da liceça prévia depederá de aprovação de estudo prévio de impacto ambietal e respectivo relatório de impacto sobre o meio ambiete (EIA/Rima). Esses istrumetos também são esseciais para solicitação de fiaciametos e obteção de icetivos fiscais 10. A liceça prévia possui extrema importâcia o atedimeto ao pricípio da preveção 11. Esse pricípio se deseha quado, diate da ieficácia ou pouca valia em se reparar um dao e da impossibilidade de se recompor uma situação aterior idêtica, a ação prevetiva é a melhor solução. Nesse coceito se ecaixam os daos ambietais, cujo impacto egativo muitas vezes é irreversível e irreparável. Durate o processo de obteção da liceça prévia, são aalisados diversos fatores que defiirão a viabilidade ou ão do empreedimeto que se pleiteia. É essa fase que: são levatados os impactos ambietais e sociais prováveis do empreedimeto; são avaliadas a magitude e a abragêcia de tais impactos; são formuladas medidas que, uma vez implemetadas, serão capazes de elimiar ou ateuar os impactos; são ouvidos os órgãos ambietais das esferas competetes;

18 18 Tribual de Cotas da Uião são ouvidos órgãos e etidades setoriais, em cuja área de atuação se situa o empreedimeto; são discutidos com a comuidade, caso haja audiêcia pública, os impactos ambietais e respectivas medidas mitigadoras e compesatórias; e é tomada a decisão a respeito da viabilidade ambietal do empreedimeto, levado-se em cota sua localização e seus prováveis impactos, em cofroto com as medidas mitigadoras dos impactos ambietais e sociais. O prazo de validade da Liceça Prévia deverá ser, o míimo, igual ao estabelecido pelo croograma de elaboração dos plaos, programas e projetos relativos ao empreedimeto ou atividade, ou seja, ao tempo ecessário para a realização do plaejameto, ão podedo ser superior a cico aos 12. Para covêios celebrados com a Admiistração Pública Federal, o liceciameto está previsto as ormas que regem a matéria como pré-requisito para sua celebração. O iteressado deverá expor proposta de covêio ao Miistério pertiete, mediate a apresetação de plao de trabalho que coterá, detre outros potos, a liceça prévia ambietal, quado o covêio evolver obras, istalações ou serviços que exijam estudos ambietais EIA/ Rima. Além disso, o projeto básico que itegrará o plao de trabalho já deverá cotemplar a implatação das medidas sugeridas os estudos ambietais. Aida, a liberação de recursos para covêios em que haja codicioates ambietais também está codicioada à existêcia da liceça prévia 13. LICENÇA DE INSTALAÇÃO LI Após a obteção da liceça prévia, iicia-se etão o detalhameto do projeto de costrução do empreedimeto, icluido esse as medidas de cotrole ambietal determiadas. Ates do iício das obras, deverá ser solicitada a liceça de istalação juto ao órgão ambietal, que verificará se o projeto é compatível com o meio ambiete afetado. Essa liceça dá validade à estratégia proposta para o trato das questões ambietais durate a fase de costrução. Ao coceder a liceça de istalação, o órgão gestor de meio ambiete terá: autorizado o empreededor a iiciar as obras; cocordado com as especificações costates dos plaos, programas e projetos ambietais, seus detalhametos e respectivos croogramas de implemetação; verificado o atedimeto das codicioates determiadas a liceça prévia; estabelecido medidas de cotrole ambietal, com vistas a garatir que a fase de implatação do empreedimeto obedecerá aos padrões de qualidade ambietal estabelecidos em lei ou regulametos; fixado as codicioates da liceça de istalação (medidas mitigadoras e/ou compesatórias). O órgão ambietal realizará o moitorameto das codicioates determiadas a cocessão da liceça. O acompahameto é feito ao logo do processo de istalação e será determiado coforme cada empreedimeto. O prazo de validade da liceça de istalação será, o míimo, igual ao estabelecido pelo croograma de istalação do empreedimeto ou atividade, ão podedo ser superior a seis aos 14. LICENÇA DE OPERAÇÃO LO A liceça de operação autoriza o iteressado a iiciar suas atividades. Tem por fialidade aprovar a forma proposta de

19 Cartilha de Liceciameto Ambietal 19 covívio do empreedimeto com o meio ambiete e estabelecer codicioates para a cotiuidade da operação. Sua cocessão é por tempo fiito. A liceça ão tem caráter defiitivo e, portato, sujeita o empreededor à reovação, com codicioates superveietes. O prazo de validade da liceça de operação deverá cosiderar os plaos de cotrole ambietal e será, em regra, de, o míimo, quatro aos e, o máximo, dez aos 15. Cada ete da federação determiará, detro desse limite, seus prazos. O ideal é que esse prazo termie quado termiarem os programas de cotrole ambietal, o que possibilitará uma melhor avaliação dos resultados bem como a cosideração desses resultados o mérito da reovação da liceça. No etato, o órgão ambietal poderá estabelecer prazos de validade específicos para a liceça de operação de empreedimetos que, por sua atureza e peculiaridades, estejam sujeitos a ecerrameto ou modificação em prazos iferiores 16. A reovação da LO deverá ser requerida pelo empreededor com atecedêcia míima de 120 dias do prazo de sua expiração. O pedido de reovação deverá ser publicado o joral oficial do estado e em um periódico regioal ou local de grade circulação 17. Caso o órgão ambietal ão coclua a aálise esse prazo, a liceça ficará automaticamete reovada até sua maifestação defiitiva 18. Na reovação da liceça de operação, é facultado ao órgão ambietal, mediate justificativa, aumetar ou reduzir seu prazo de validade, matedo os limites míimo e máximo de quatro e dez aos. A decisão será tomada com base a avaliação do desempeho ambietal da atividade o período aterior 19. A liceça de operação possui três características básicas: 1. é cocedida após a verificação, pelo órgão ambietal, do efetivo cumprimeto das codicioates estabelecidas as liceças ateriores (prévia e de istalação); 2. cotém as medidas de cotrole ambietal (padrões ambietais) que servirão de limite para o fucioameto do empreedimeto ou atividade; e 3. especifica as codicioates determiadas para a operação do empreedimeto, cujo cumprimeto é obrigatório, sob pea de suspesão ou cacelameto da operação. O liceciameto é um compromisso, assumido pelo empreededor juto ao órgão ambietal, de atuar coforme o projeto aprovado. Portato, modificações posteriores, como, por exemplo, redeseho de seu processo produtivo ou ampliação da área de ifluêcia, deverão ser levadas ovamete ao crivo do órgão ambietal. Além disso, o órgão ambietal moitorará, ao logo do tempo, o trato das questões ambietais e das codicioates determiadas ao empreedimeto. 10. Lei 6.938/81, art Pricípio previsto a Costituição Federal, artigo 225, IV:...icumbe ao Poder Público exigir... estudo prévio de impacto ambietal. 12. Resolução Coama 237/97, art. 18, I. 13. Istrução Normativa STN 01/97, art. 2º, III-A e art. 18, 3º. 14. Resolução Coama 237/97, art. 18, II. 15. Resolução Coama 237/97, art. 18, III. 16. Resolução Coama 237/97, art. 18, 2º. 17. Lei 6.938/81, art. 10, 1º. 18. Resolução Coama 237/97, art. 18, 4º. 19. Resolução Coama 237/97, art. 18, 3º.

20 CAPÍTULO IV PROCEDIMENTOS PARA A OBTENÇÃO DA LICENÇA AMBIENTAL

21 21 Para obteção do liceciameto de empreedimeto ou atividade potecialmete poluidores, o iteressado deverá dirigir sua solicitação ao órgão ambietal competete para emitir a liceça, podedo esse ser o Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis (Ibama), os órgãos de meio ambiete dos estados e do Distrito Federal (Oemas) ou os órgãos muicipais de meio ambiete (Ommas). O órgão ambietal poderá estabelecer prazos de aálise difereciados para cada modalidade de liceça, em fução das peculiaridades da atividade ou empreedimeto, bem como para a formulação de exigêcias complemetares, desde que observado o prazo máximo de seis meses a cotar do ato de protocolar o requerimeto até seu deferimeto ou ideferimeto, ressalvados os casos em que houver Estudo de Impacto Ambietal EIA e Relatório de Impacto Ambietal - Rima e/ou audiêcia pública, quado o prazo será de até doze meses 20. O EIA/Rima está tratado em maiores detalhes o capítulo V. 1ª ETAPA - IDENTIFICAÇÃO DO ÓRGÃO AMBIENTAL COMPETENTE PARA LICENCIAR De acordo com o art. 23, icisos III, VI e VII da Costituição Federal, é competêcia comum da Uião, dos estados, do Distrito Federal e dos muicípios proteger o meio ambiete, combater a poluição em qualquer de suas formas e preservar as florestas, a faua e a flora. No âmbito do liceciameto, essa competêcia comum foi delimitada pela Lei 6.938/81. Esse ormativo determiou que a tarefa de liceciar é, em regra, dos estados, cabedo ao Ibama uma atuação supletiva, ou seja, substituir o órgão estadual em sua

22 22 Tribual de Cotas da Uião ausêcia ou omissão. Portato, ão cabe ao órgão federal rever ou suplemetar a liceça ambietal cocedida pelos estados 21. Ao Ibama também foi dada pelo dispositivo legal competêcia origiária para liceciar. Coube a esse órgão a resposabilidade pelo liceciameto de atividades e obras com sigificativo impacto ambietal, de âmbito acioal ou regioal. A Resolução Coama 237/97 equadra essa situação os empreedimetos: localizados ou desevolvidos cojutamete o Brasil e em país limítrofe; o mar territorial; a plataforma cotietal; a zoa ecoômica exclusiva; em terras idígeas ou em uidades de coservação do domíio da Uião; localizados ou desevolvidos em dois ou mais estados; cujos impactos ambietais diretos ultrapassem os limites territoriais do País ou de um ou mais estados; destiados a pesquisar, lavrar, produzir, beeficiar, trasportar ou armazear material radioativo ou dele dispor, em qualquer estágio, ou que utilizem eergia uclear em qualquer de suas formas e aplicações, mediate parecer da Comissão Nacioal de Eergia Nuclear (CNEN); bases ou empreedimetos militares, quado couber, observada a legislação específica. A Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei /36) icluiu ovas competêcias origiárias de liceciameto 22. A exploração de florestas e formações sucessoras, tato de domíio público como de domíio privado, depederá de prévio liceciameto, em regra, dos órgãos ambietais estaduais. Mas será de resposabilidade do Ibama quado se tratar especificamete de: florestas públicas de domíio da Uião; uidades de coservação criadas pela Uião; exploração de florestas e formações sucessoras que evolvam maejo ou supressão de espécies equadradas o Aexo II da Coveção sobre Comércio Iteracioal das Espécies da Flora e Faua Selvages em Perigo de Extição-CITES, promulgada pelo Decreto /75, com texto aprovado pelo Decreto Legislativo 54/75; exploração de florestas e formações sucessoras que evolvam maejo ou supressão de florestas e formações sucessoras em imóveis rurais que abrajam dois ou mais estados; supressão de florestas e outras formas de vegetação ativa em área maior que: a) dois mil hectares em imóveis rurais localizados a Amazôia Legal; b) mil hectares em imóveis rurais localizados as demais regiões do país; supressão de florestas e formações sucessoras em obras ou atividades potecialmete poluidoras liceciadas pelo Ibama; maejo florestal em área superior a ciqüeta mil hectares. A Resolução Coama 237/97 relacioa também as situações em que a competêcia pelo liceciameto recai sobre os órgãos estaduais e distrital. São de sua resposabilidade os empreedimetos e atividades: localizados ou desevolvidos em mais de um muicípio ou em uidades de coservação de domíio estadual ou do Distrito Federal; localizados ou desevolvidos as florestas e demais formas de vegetação atural de preservação permaete relacioadas o art. 2º da Lei 4.771/65 e em todas as que assim forem cosideradas por ormas federais, estaduais ou muicipais; cujos impactos ambietais diretos ultrapassem os limites territoriais de um ou mais muicípios;

CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL CARTILHA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL 2ª Edição, Brasília - 2007 Trabalho elaborado com a colaboração do Istituto Brasileiro do Meio Ambiete e dos Recursos Naturais Reováveis Negócio Cotrole Extero da Admiistração

Leia mais

SIME Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial

SIME Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial SIME Sistema de Icetivos à Moderização Empresarial O presete documeto pretede fazer um resumo da Portaria.º 687/2000 de 31 de Agosto com as alterações itroduzidas pela Portaria.º 865-A/2002 de 22 de Julho,

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO CAPÍTULO 08 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO Simplificação Admiistrativa Plaejameto da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Admiistrativa Elaboração do Plao de Trabalho Mapeameto do Processo Mapeameto

Leia mais

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS Miistério do Plaejameto, Orçameto e GestãoSecretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O BRASIL E CEPAL/ILPES POLÍTICAS PARA GESTÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS CURSO DE AVALIAÇÃO

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE MANUTENÇÃO EM VEÍCULOS CHEVROLET

MINUTA DE CONTRATO DE MANUTENÇÃO EM VEÍCULOS CHEVROLET 20 MINUTA DE CONTRATO DE MANUTENÇÃO EM VEÍCULOS CHEVROLET CONTRATANTE: TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, iscrito o CNPJ/MF sob o.º 00.509.968/0001-48, sediado a Praça dos Tribuais Superiores, bloco D, s/.º,

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Josiae Costa Durigo Uiversidade Regioal do Noroeste do Estado do Rio Grade do Sul - Departameto

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE MINISÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENO DO ERRIÓRIO E AMBIENE Istituto do Ambiete PROCEDIMENOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENE Abril 2003 . Equadrameto O presete documeto descreve a metodologia a seguir

Leia mais

Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos do Estado do Ceará Regionalização

Gestão Integrada dos Resíduos Sólidos do Estado do Ceará Regionalização Gestão Itegrada dos Resíduos Sólidos do Estado do Ceará Regioalização Ceará 2011 Apoio Istitucioal Covêio SRHU/MMA/ º 003/2008 - Projeto Regioalização da Gestão Itegrada de Resíduos Sólidos do Estado do

Leia mais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim O erro da pesquisa é de 3% - o que sigifica isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim Itrodução Sempre que se aproxima uma eleição,

Leia mais

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST Sistema Computacioal para Medidas de Posição - FATEST Deise Deolido Silva, Mauricio Duarte, Reata Ueo Sales, Guilherme Maia da Silva Faculdade de Tecologia de Garça FATEC deisedeolido@hotmail.com, maur.duarte@gmail.com,

Leia mais

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem INF 6 Estatística I JIRibeiro Júior CAPÍTULO 8 - Noções de técicas de amostragem Itrodução A Estatística costitui-se uma excelete ferrameta quado existem problemas de variabilidade a produção É uma ciêcia

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. de 21 de Abril de 2004. que cria o título executivo europeu para créditos não contestados

Jornal Oficial da União Europeia. de 21 de Abril de 2004. que cria o título executivo europeu para créditos não contestados 30.4.2004 L 143/15 REGULAMENTO (CE) N. o 805/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 que cria o título executivo europeu para créditos ão cotestados O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO

Leia mais

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico.

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico. CALIBRAÇÃO DE MEDIDAS MATERIALIZADAS DE VOLUME PELO MÉTODO GRAVIMÉTRICO NORMA N o 045 APROVADA EM AGO/03 N o 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Resposabilidade 4 Documetos Complemetes 5 Siglas

Leia mais

O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA

O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA A SEGURANÇA FAZ PARTE DA ESSÊNCIA DA VOLVO Ao lado da qualidade e do respeito ao meio ambiete, a seguraça é um dos valores corporativos que orteiam todas as ações

Leia mais

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges*

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges* LAYOUT Fabrício Quadros Borges* RESUMO: O texto a seguir fala sobre os layouts que uma empresa pode usar para sua arrumação e por coseguite ajudar em solucioar problemas de produção, posicioameto de máquias,

Leia mais

BASES DE DADOS I LTSI/2. Universidade da Beira Interior, Departamento de Informática Hugo Pedro Proença, 2010/2011

BASES DE DADOS I LTSI/2. Universidade da Beira Interior, Departamento de Informática Hugo Pedro Proença, 2010/2011 BASES DE DADOS I LTSI/2 Uiversidade da Beira Iterior, Departameto de Iformática Hugo Pedro Proeça, 200/20 Modelo Coceptual Modelo Coceptual de uma Base de Dados Esquematização dos dados ecessários para

Leia mais

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem 1 Modelado o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Apredizagem RESUMO Este documeto aborda a modelagem do tempo de execução de tarefas em projetos, ode a tomada de decisão

Leia mais

Módulo 4 Matemática Financeira

Módulo 4 Matemática Financeira Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo

Leia mais

PIM da Janela Única Logística Vertente funcional

PIM da Janela Única Logística Vertente funcional Workshop Stakeholders Lisboa PIM da Jaela Úica Logística Vertete fucioal Coceito e Pricípios de Fucioameto Bruo Cima Lisboa, 9 de Maio de 0 Ageda. A compoete BB do projecto MIELE. Equadrameto da compoete

Leia mais

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos Aexo VI Técicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Mauteção a Gestão de Activos Físicos LIDEL, 1 Rui Assis rassis@rassis.com http://www.rassis.com ANEXO VI Técicas Básicas de Simulação Simular

Leia mais

1.4- Técnicas de Amostragem

1.4- Técnicas de Amostragem 1.4- Técicas de Amostragem É a parte da Teoria Estatística que defie os procedimetos para os plaejametos amostrais e as técicas de estimação utilizadas. As técicas de amostragem, tal como o plaejameto

Leia mais

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina Tabela Price - verdades que icomodam Por Edso Rovia matemático Mestrado em programação matemática pela UFPR (métodos uméricos de egeharia) Este texto aborda os seguites aspectos: A capitalização dos juros

Leia mais

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK. José Ignácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.net Fernanda Schmidt Bocoli fernanda-bocoli@procergs.rs.gov.

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK. José Ignácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.net Fernanda Schmidt Bocoli fernanda-bocoli@procergs.rs.gov. Gerêcia de Projetos de Software CMM & PMBOK José Igácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.et Ferada Schmidt Bocoli ferada-bocoli@procergs.rs.gov.br CMM Capability Maturity Model http://www.sei.cmu.edu/ Prefácio

Leia mais

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil Carteiras de Míimo VAR ( Value at Risk ) o Brasil Março de 2006 Itrodução Este texto tem dois objetivos pricipais. Por um lado, ele visa apresetar os fudametos do cálculo do Value at Risk, a versão paramétrica

Leia mais

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual 49 5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempeho Atual O presete capítulo tem por objetivo elaborar uma proposta de melhoria para o atual sistema de medição de desempeho utilizado pela

Leia mais

1. O Cartão ACP Master...2. 2. Precauções a ter com o seu Cartão ACP Master...2

1. O Cartão ACP Master...2. 2. Precauções a ter com o seu Cartão ACP Master...2 GUIA DO UTILIZADOR Cartão ACP Master Ídice 1. O Cartão ACP Master...2 2. Precauções a ter com o seu Cartão ACP Master...2 3. O que fazer em caso de perda, furto, roubo ou extravio do cartão...3 4. Ode

Leia mais

Rejane Corrrea da Rocha. Matemática Financeira

Rejane Corrrea da Rocha. Matemática Financeira Rejae Corrrea da Rocha Matemática Fiaceira Uiversidade Federal de São João del-rei 0 Capítulo 5 Matemática Fiaceira Neste capítulo, os coceitos básicos de Matemática Fiaceira e algumas aplicações, dos

Leia mais

Dispensa e Redução de Contribuições

Dispensa e Redução de Contribuições Dispesa Temporária do Pagameto de Cotribuições Dec - Lei º 89/95, de 6 de Maio Dec - Lei º 34/96, de 18 de Abril Dec - Lei º 51/99, de 20 de Fevereiro Lei º 103/99, de 26 de Julho Taxa Cotributiva Dec

Leia mais

Aplicação de geomarketing em uma cidade de médio porte

Aplicação de geomarketing em uma cidade de médio porte Aplicação de geomarketig em uma cidade de médio porte Guilherme Marcodes da Silva Vilma Mayumi Tachibaa Itrodução Geomarketig, segudo Chasco-Yrigoye (003), é uma poderosa metodologia cietífica, desevolvida

Leia mais

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹ SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA RESUMO LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹ Deis C. L. Costa² Edso C. Cruz Guilherme D. Silva Diogo Souza Robhyso Deys O presete artigo forece o ecadeameto

Leia mais

Séries de Potências AULA LIVRO

Séries de Potências AULA LIVRO LIVRO Séries de Potêcias META Apresetar os coceitos e as pricipais propriedades de Séries de Potêcias. Além disso, itroduziremos as primeiras maeiras de escrever uma fução dada como uma série de potêcias.

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Gilmar Boratto Material de apoio para o curso de Admiistração. ÍNDICE CONCEITOS BÁSICOS...- 2-1- CONCEITO DE FLUXO DE CAIXA...- 2-2-A MATEMÁTICA FINANCEIRA E SEUS OBJETIVOS...-

Leia mais

www.tcu.gov.br www.tcu.gov.br Trabalhos Relevantes Sobre a Previdência Social Uma Contribuição do TCU ao Debate da Reforma da Previdência Social

www.tcu.gov.br www.tcu.gov.br Trabalhos Relevantes Sobre a Previdência Social Uma Contribuição do TCU ao Debate da Reforma da Previdência Social www.tcu.gov.br www.tcu.gov.br TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO www.tcu.gov.br Trabalhos Relevates Sobre a Previdêcia Social ISC /CEDOC SEDIP Uma Cotribuição do TCU ao Debate da Reforma da Previdêcia Social

Leia mais

Do ponto de vista técnico, o balanço é positivo

Do ponto de vista técnico, o balanço é positivo por ZÉLIA PINHEIRO Do poto de vista técico, o balaço é positivo A rede urbaa de frio e calor do Parque das Nações já tem oze aos e João Castaheira, director-geral da Climaespaço, faz o balaço. Garate que

Leia mais

Problema de Fluxo de Custo Mínimo

Problema de Fluxo de Custo Mínimo Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE MAPA DE RISCOS EM POSTOS REVENDEDORES DE COMBUSTÍVEIS UM ESTUDO DE CASO.

IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE MAPA DE RISCOS EM POSTOS REVENDEDORES DE COMBUSTÍVEIS UM ESTUDO DE CASO. ISSN 1984-9354 IMPORTÂNCIA DA IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE MAPA DE RISCOS EM POSTOS REVENDEDORES DE COMBUSTÍVEIS UM ESTUDO DE CASO. Aderso Foseca Barbosa, Edso Neves da Silva, Rafael herique

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO - SRP n.º 032/2010 Processo n.º 01300.001447/2010-6

PREGÃO ELETRÔNICO - SRP n.º 032/2010 Processo n.º 01300.001447/2010-6 CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC PREGÃO ELETRÔNICO -

Leia mais

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 534 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA 1. Aalise as situações descritas abaixo e decida se a pesquisa deve ser feita por

Leia mais

Direito Humano. à Educação. Plataforma Dhesca Brasil e Ação Educativa

Direito Humano. à Educação. Plataforma Dhesca Brasil e Ação Educativa Direito Humao à Educação Plataforma Dhesca Brasil e Ação Educativa Orgaização: Plataforma Dhesca Brasil e Ação Educativa Coordeação Editorial: Deise Carreira, Laura Bregeski Schühli e Salomão Ximees Autores:

Leia mais

(1) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2) E. J. Robba Consultoria & Cia. Ltda.

(1) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2) E. J. Robba Consultoria & Cia. Ltda. Otimização da Qualidade de Forecimeto pela Localização de Dispositivos de Proteção e Seccioameto em Redes de Distribuição Nelso Kaga () Herá Prieto Schmidt () Carlos C. Barioi de Oliveira () Eresto J.

Leia mais

anexo metodológico capítulo 10 CT&I e o Setor Agrícola no Estado de São Paulo

anexo metodológico capítulo 10 CT&I e o Setor Agrícola no Estado de São Paulo aexo metodológico capítulo 10 CT&I e o Setor Agrícola o Estado de São Paulo A 35 Aexo Metodológico Capítulo 10 CT&I e o setor agrícola o Estado de São Paulo A.1. Valores IPCA/IBGE para o período 1995 2007

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO

OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO Kelle Roberta de Souza (1) Egeheira Química pela UNIMEP, Especialista em Gestão Ambietal pela UFSCar, Mestre em Egeharia e Tecologia Ambietal pela Uiversidad

Leia mais

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y. DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES

INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES Margaret Souza Schmidt Jobim (); Helvio Jobim Filho (); Valdeci Maciel (3) () Uiversidade Federal

Leia mais

Greg Horine Rio de Janeiro 2009

Greg Horine Rio de Janeiro 2009 Greg Horie Rio de Jaeiro 2009 Sumário Resumido Itrodução...1 Parte I Dado partida ao gereciameto de projeto...5 1 Paorama de Gereciameto de Projeto...7 2 O Gerete de Projeto...19 3 Elemetos esseciais para

Leia mais

Kit de ferramentas de Advocacy

Kit de ferramentas de Advocacy ROOTS 1+2 ROOTS Kit de ferrametas de Advocacy SEGUNDA EDIÇÃO ROOTS: Recursos para Orgaizações com Oportuidades de Trasformação e Socialização ROOTS 1 E 2 Kit de ferrametas de Advocacy Seguda edição De

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV DISCIPLINA: TGT410026 FUNDAMENTOS DE ESTATÍSTICA 8ª AULA: ESTIMAÇÃO POR INTERVALO

Leia mais

PROTÓTIPO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE

PROTÓTIPO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE ROTÓTIO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE Marcel Muk E/COE/UFRJ - Cetro de Tecologia, sala F-18, Ilha Uiversitária Rio de Jaeiro, RJ - 21945-97 - Telefax: (21) 59-4144 Roberto Citra Martis, D. Sc.

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DAD SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC

CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DAD SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC PREGÃO ELETRÔNICO.º

Leia mais

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como

Leia mais

Guia do Professor. Matemática e Saúde. Experimentos

Guia do Professor. Matemática e Saúde. Experimentos Guia do Professor Matemática e Saúde Experimetos Coordeação Geral Elizabete dos Satos Autores Bárbara N. Palharii Alvim Sousa Karia Pessoa da Silva Lourdes Maria Werle de Almeida Luciaa Gastaldi S. Souza

Leia mais

PAINEL DE INDICADORES DE DESEMPENHO: UMA PROPOSTA DE OTIMIZAÇÃO NA ANÁLISE E PRESTAÇÃO DE CONTAS - SEMED

PAINEL DE INDICADORES DE DESEMPENHO: UMA PROPOSTA DE OTIMIZAÇÃO NA ANÁLISE E PRESTAÇÃO DE CONTAS - SEMED ISSN 1984-9354 PAINEL DE INDICADORES DE DESEMPENHO: UMA PROPOSTA DE OTIMIZAÇÃO NA ANÁLISE E PRESTAÇÃO DE CONTAS - SEMED Alie de Aquio Pito (UFAM) Armado Araújo de Souza Juior (UFMG/UFAM) Sadro Breval Satiago

Leia mais

A AUTO-AVALIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EDUCACIONAL

A AUTO-AVALIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EDUCACIONAL A AUTO-AVALIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: UMA IMPORTANTE CONTRIBUIÇÃO PARA A GESTÃO EDUCACIONAL Adré Luís Policai Freitas Uiversidade Estadual do Norte Flumiese, Brasil. INTRODUÇÃO Os úmeros

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii Sumário Uidade 1 Coceitos fudametais, juros simples e compostos 1.4 Objetivos... 1.5 Coceitos fudametais... 1.6 Agete ecoômico, Capital... 1.8 Operação fiaceira...

Leia mais

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda 1 Uma Metodologia de Busca Otimizada de Trasformadores de Distribuição Eficiete para qualquer Demada A.F.Picaço (1), M.L.B.Martiez (), P.C.Rosa (), E.G. Costa (1), E.W.T.Neto () (1) Uiversidade Federal

Leia mais

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li Média Aritmética Simples e Poderada Média Geométrica Média Harmôica Mediaa e Moda Fracisco Cavalcate(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

M = 4320 CERTO. O montante será

M = 4320 CERTO. O montante será PROVA BANCO DO BRASIL / 008 CESPE Para a veda de otebooks, uma loja de iformática oferece vários plaos de fiaciameto e, em todos eles, a taxa básica de juros é de % compostos ao mês. Nessa situação, julgue

Leia mais

OS TRABALHOS DO SR. RICHARD PRICE * E O SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO UM RESUMO

OS TRABALHOS DO SR. RICHARD PRICE * E O SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO UM RESUMO OS TRABALHOS DO SR. RICHARD PRICE * E O SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO UM RESUMO Esta matéria comprova a afirmação do autor Thales Mello de Carvalho - Matemática Comercial e Fiaceira - falecido em 1961,

Leia mais

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade Caledário de ispecções em Mauteção Prevetiva Codicioada com base a Fiabilidade Rui Assis Faculdade de Egeharia da Uiversidade Católica Portuguesa Rio de Mouro, Portugal rassis@rassis.com http://www.rassis.com

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA Edso Talamii CEPAN, Uiversidade Federal do Rio Grade do Sul, Av. João Pessoa, 3,

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Julho de 2008 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER - Peso 2 Deseja-se costruir um sistema WEB que armazee a comuicação

Leia mais

UM NOVO OLHAR PARA O TEOREMA DE EULER

UM NOVO OLHAR PARA O TEOREMA DE EULER X Ecotro Nacioal de Educação Matemática UM NOVO OLHA PAA O TEOEMA DE EULE Iácio Atôio Athayde Oliveira Secretária de Educação do Distrito Federal professoriacio@gmail.com Aa Maria edolfi Gadulfo Uiversidade

Leia mais

XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO:

XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO: XII PREMIO DO TESOURO NACIONAL TEMA 4: QUALIDADE DO GASTO PÚBLICO SUBTEMA 4.2: QUALIDADE DO INVESTIMENTO PÚBLICO TÍTULO: INVESTIMENTO PÚBLICO OU PARCERIA PÚBLICO PRIVADA? PROPOSTA A REGRA DE DECISÃO COM

Leia mais

Ficha Técnica. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Desempenho Económico e Financeiro do Segmento de Manutenção de Aeronaves [2011-2013]

Ficha Técnica. TÍTULO Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Desempenho Económico e Financeiro do Segmento de Manutenção de Aeronaves [2011-2013] Ficha Técica TÍTULO Istituto Nacioal de Aviação Civil, I.P. Desempeho Ecoómico e Fiaceiro do Segmeto de Mauteção de Aeroaves [2011-2013] EDIÇÃO INAC Istituto Nacioal de Aviação Civil, I.P. Rua B Edifícios

Leia mais

MAN TeleMatics. O caminho para uma frota eficiente.

MAN TeleMatics. O caminho para uma frota eficiente. Dowloadig % 99 SYSTEM Dowloadig % 71 % 25 Dowloadig % 25 % 16 % 88 START % 29 % 06 Dowloadig % 34 Dowloadig % 23 % 16 % 48 % 65 Dowloadig % 75 Dowloadig % 23 MAN TeleMatics. O camiho para uma frota eficiete.

Leia mais

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento

Leia mais

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica

Leia mais

CURTOSE. Teremos, portanto, no tocante às situações de Curtose de um conjunto, as seguintes possibilidades:

CURTOSE. Teremos, portanto, no tocante às situações de Curtose de um conjunto, as seguintes possibilidades: CURTOSE O que sigifica aalisar um cojuto quato à Curtose? Sigifica apeas verificar o grau de achatameto da curva. Ou seja, saber se a Curva de Freqüêcia que represeta o cojuto é mais afilada ou mais achatada

Leia mais

Capítulo 2 Análise Descritiva e Exploratória de Dados

Capítulo 2 Análise Descritiva e Exploratória de Dados UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS C E N T R O D E C I Ê N C I A S E X A T A S E D E T E C N O L O G I A D E P A R T A M E N T O D E E S T A T Í S T I C A INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO E ANÁLISE ESTATÍSTICA

Leia mais

PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA Estimação e Teste de Hipótese- Prof. Sérgio Kato

PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA Estimação e Teste de Hipótese- Prof. Sérgio Kato 1 PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA Estimação e Teste de Hipótese- Prof. Sérgio Kato 1. Estimação: O objetivo da iferêcia estatística é obter coclusões a respeito de populações através de uma amostra extraída

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional Faculdade de Egeharia - Campus de Guaratiguetá esquisa Operacioal Livro: Itrodução à esquisa Operacioal Capítulo 6 Teoria de Filas Ferado Maris fmaris@feg.uesp.br Departameto de rodução umário Itrodução

Leia mais

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual 1 Artículo técico Joatha Azañó Departameto de Gestão Eergética e Qualidade de Rede CVM-ET4+ Cumpre com a ormativa de Eficiêcia Eergética ovo aalisador de redes e cosumo multicaal Situação actual As ormativas

Leia mais

somente um valor da variável y para cada valor de variável x.

somente um valor da variável y para cada valor de variável x. Notas de Aula: Revisão de fuções e geometria aalítica REVISÃO DE FUNÇÕES Fução como regra ou correspodêcia Defiição : Uma fução f é uma regra ou uma correspodêcia que faz associar um e somete um valor

Leia mais

Cálculo Financeiro Comercial e suas aplicações.

Cálculo Financeiro Comercial e suas aplicações. Matemática Fiaceira Uidade de Sorriso - SENAC M, Prof Rikey Felix Cálculo Fiaceiro Comercial e suas aplicações. Método Algébrico Parte 0 Professor Rikey Felix Edição 0/03 Matemática Fiaceira Uidade de

Leia mais

1. GENERALIDADES 2. CHEIA DE PROJETO

1. GENERALIDADES 2. CHEIA DE PROJETO Capítulo Previsão de Echetes. GENERALIDADES Até agora vimos quais as etapas do ciclo hidrológico e como quatificá-las. O problema que surge agora é como usar estes cohecimetos para prever, a partir de

Leia mais

O poço de potencial infinito

O poço de potencial infinito O poço de potecial ifiito A U L A 14 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial V(x) que tem a forma de um poço ifiito: o potecial é ifiito para x < a/ e para x > a/, e tem o valor

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais Aais do CNMAC v.2 ISSN 1984-820X Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Biodigestores em Propriedades Rurais Eliaa Walker Depto de Física, Estatística e Matemática, DEFEM,

Leia mais

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaesch Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Uiversidade Federal de Sata Cataria Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção UMA METODOLOGIA PARA DETERMINAÇÃO DO PONTO ECONÔMICO DE SUBSTITUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE Adriao Araujo de

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO III SEMEAD ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO José Roberto Securato (*) Alexadre Noboru Chára (**) Maria Carlota Moradi Seger (**) RESUMO O artigo trata da dificuldade de

Leia mais

Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização

Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização Curso MI Matemática Fiaceira Professor: Pacífico Referêcia: 07//00 Juros compostos com testes resolvidos. Coceito Como vimos, o regime de capitalização composta o juro de cada período é calculado tomado

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL 2 OBJETIVO Trasmitir ao participate as formas de evolução do diheiro com o tempo as aplicações e empréstimos e istrumetos para aálise de alterativas de ivestimetos,

Leia mais

Mauá Prev Regime de tributação do Pao de Aposetadoria Mauá Prev será escohido peos próprios participates A Lei º 11.053, de 29/12/2004, dá aos participates de paos de previdêcia compemetar do tipo cotribuição

Leia mais

RESISTORES E RESISTÊNCIAS

RESISTORES E RESISTÊNCIAS ELETICIDADE CAPÍTULO ESISTOES E ESISTÊNCIAS No Capítulo estudamos, detre outras coisas, o coceito de resistêcia elétrica. Vimos que tal costitui a capacidade de um corpo qualquer se opôr a passagem de

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática

MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Roberta Torres MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática Trabalho de Coclusão de Curso submetido ao Curso de Matemática Habilitação Liceciatura

Leia mais

Código de Conduta Empresarial Fazendo a diferença com Integridade

Código de Conduta Empresarial Fazendo a diferença com Integridade Código de Coduta Empresarial Fazedo a difereça com Itegridade Uma Mesagem do Presidete da Hospira Prezados Colegas da Hospira, Gostaria de lhes apresetar o Código de Coduta Empresarial da Hospira. Na Hospira,

Leia mais

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO CAP I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO 0 Itrodução Por método umérico etede-se um método para calcular a solução de um problema realizado apeas uma sequêcia fiita de operações aritméticas A obteção de uma solução

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Dezembro de 2008 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER) Deseja-se projetar uma base de dados que dará suporte a

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DESPORTIVA

CÓDIGO DE ÉTICA DESPORTIVA CÓDIGO DE CÓDIGO DE Etidades/pessoas que cotribuiram para a eloboração do CÓDIGO DE // Associação de Estabelecimetos de Esio Particular e Cooperativo // Associação Nacioal Agetes de Futebol // Associação

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini 1 Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii 2 Copyright 2007. Todos os direitos desta edição reservados ao Sistema Uiversidade Aberta do Brasil. Nehuma parte deste material poderá ser reproduzida, trasmitida

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS Profª. Drª. Vailde Bisogi UNIFRA vailde@uifra.br Prof. Rodrigo Fioravati Pereira UNIFRA prof.rodrigopereira@gmail.com

Leia mais

A MÍDIA E SUA INFLUÊNCIA NAS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS. Erika Milena de Souza

A MÍDIA E SUA INFLUÊNCIA NAS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS. Erika Milena de Souza A MÍDIA E SUA INFLUÊNCIA NAS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS. Erika Milea de Souza INTRODUÇÃO Um dos problemas causados pelo aumeto do processo de urbaização é a falta de seguraça, o qual limitou os espaços

Leia mais

ANDRÉ REIS MATEMÁTICA. 1ª Edição NOV 2013

ANDRÉ REIS MATEMÁTICA. 1ª Edição NOV 2013 ANDRÉ REIS MATEMÁTICA TEORIA 6 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS EXERCÍCIOS RESOLVIDOS Teoria e Seleção das Questões: Prof. Adré Reis Orgaização e Diagramação: Mariae dos Reis ª Edição NOV 0

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CENTRAIS DE DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO NÍVEL DE SERVIÇO E DA CAPACIDADE PRODUTIVA

PLANEJAMENTO DE CENTRAIS DE DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO NÍVEL DE SERVIÇO E DA CAPACIDADE PRODUTIVA PLANEJAMENTO DE CENTRAIS DE DISTRIBUIÇÃO A PARTIR DA ANÁLISE DO NÍVEL DE SERVIÇO E DA CAPACIDADE PRODUTIVA Taylor Motedo Machado Uiversidade de Brasília/Mestrado em Trasportes Campus Uiversitário - SG-12,

Leia mais

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N EQUAÇÕES DIFERENCIAIS LINEARES DE ORDEM N Estudaremos este capítulo as equações diereciais lieares de ordem, que são de suma importâcia como suporte matemático para vários ramos da egeharia e das ciêcias.

Leia mais

PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO

PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO AMORTIZAÇÃO Amortizar sigifica pagar em parcelas. Como o pagameto do saldo devedor pricipal é feito de forma parcelada durate um prazo estabelecido, cada parcela, chamada PRESTAÇÃO, será formada por duas

Leia mais

DPS 1016 Engenharia Econômica

DPS 1016 Engenharia Econômica DPS Egeharia Ecoômica Material de Aula Departameto de Egeharia de Produção e Sistemas Cetro de Tecologia - Uiversidade Federal de Sata Maria - RS Egeharia Ecoômica Prof. Dr. Eg. Dipl. Wirt. Ig. Adreas

Leia mais

UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS

UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS Viícius Atoio Motgomery de Mirada e-mail: vmotgomery@hotmail.com Edso Oliveira Pamploa e-mail: pamploa@iem.efei.rmg.br

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais