MANUAL PARA NORMALIZAÇÃO DE ARTIGOS E TRABALHOS ACADÊMICOS. (2ª edição revista e ampliada)

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1 MANUAL PARA NORMALIZAÇÃO DE ARTIGOS E TRABALHOS ACADÊMICOS (2ª edição revista e ampliada) MARINGÁ 2011

2 NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICO-CIENTÍFICOS (2ª edição revista e ampliada) Organização: Angela Enz Teixeira Arlete Antonia Shimidt de Menezes Carmen Torresan Odete Bulla MARINGÁ 2011

3 APRESENTAÇÃO Este manual foi organizado a partir de autores que discutem a metodologia da pesquisa e as normas de apresentação e destina se aos alunos de graduação e pós-graduação da FAMMA Faculdade Metropolitana de Maringá que estão desenvolvendo trabalhos acadêmicos (TCC, monografia ou artigo), a fim de auxiliá los na elaboração dessa atividade acadêmica, que requer a observância das normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT e da Metodologia Científica. Este trabalho não tem a pretensão de substituir a pesquisa do aluno a bons livros de Metodologia de Pesquisa, nem a ABNT, mas servir como um orientador da maioria das dúvidas dos alunos. Mais do que um simples esforço para o cumprimento de uma exigência formal, é importante que o acadêmico pesquisador compreenda que, mais do que reproduzir conhecimentos produzidos, é necessário que ele seja sujeito da produção de conteúdos científicos que o levem a ser um profissional mais crítico e comprometido com as transformações necessárias em nosso meio social. A atividade de pesquisa pode tornar-se prazerosa, se a compreendermos como uma atividade intelectual criativa, instigadora, capaz de transformar realidades. Um dos grandes desafios do ensino superior é levar o acadêmico a desenvolver a autonomia e autoria em seus textos, por isso, este trabalho visa oportunizar ao estudante explorar um tema, propiciando-lhe o desenvolvimento da capacidade de pesquisar, sistematizar, registrar, analisar e interpretá-lo de maneira crítica, colocando em evidência sua maturidade intelectual. Após criteriosa leitura deste manual, o(a) aluno(a) terá condições de desenvolver o Trabalho Acadêmico, assim como realizar outros que poderão ser apresentados à comunidade científica. Organizadores

4 Artigo ou Monografia: Qual a diferença? TRABALHO MONOGRÁFICO, aceito simplesmente com o nome de MONOGRAFIA, nada mais é que um documento escrito (graphein, gr.) que apresenta resultados de uma pesquisa sistemática e completa que versa de forma bastante limitada sobre um único tema (monos, gr.), um recorte da realidade global, uma delimitação de campo. O TRABALHO MONOGRÁFICO, conforme os objetivos a que se destina, recebe determinados nomes e formatos: TCC para conclusão de cursos de graduação, MONOGRAFIA para cursos de especialização em pós-graduação lato sensu, DISSERTAÇÃO para cursos de pós graduação stricto sensu em mestrado, ou TESE para cursos de doutorado. Em todos esses casos, o objetivo básico é a apresentação dos resultados para uma banca examinadora ou julgadora, na maioria das vezes, para aprovação ou conclusão de um curso acadêmico. Mas, o TRABALHO MONOGRÁFICO também pode ser apresentado de forma sintética e objetiva no formato de ARTIGO, que normalmente deve se destinar à publicação em órgãos ou revistas especializadas em determinado assunto, independentemente do grau acadêmico envolvido, e até mesmo de ser o resultado de um desenvolvimento acadêmico. Pode ser, por exemplo, o resultado de uma pesquisa independente. Percebe-se facilmente que ARTIGO é um TRABALHO MONOGRÁFICO com características e objetivos próprios. Enquanto o TRABALHO MONOGRAFICO amplo obedece a critérios normalmente amparados na ABNT (no Brasil), no ARTIGO é importante saber quais os critérios de formatação aceitos pelo órgão de divulgação ao qual se destina Engana-se quem acha que desenvolver um ARTIGO é mais fácil que uma MONOGRAFIA. Ambos dão o mesmo trabalho. Julgo mesmo que o ARTIGO é até mais trabalhoso, pois que sua conclusão parte praticamente de uma monografia até chegar ao formato ideal para um ARTIGO. Em relação ao ARTIGO, no entanto, devemos separá-lo em acadêmico ou não acadêmico. No formato acadêmico deve obedecer aos critérios de cientificidade para sua elaboração e apresentação. Não sendo acadêmico, não necessita do

5 mesmo rigor, e pode ser mais coloquial na sua apresentação, como por exemplo, no caso desse pequeno artigo que você acabou de ler. METRING, R. A. Pesquisas científicas: planejamento para iniciantes. Curitiba: Juruá, 2009.

6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO FORMATAÇÃO FORMATO MARGEM E PARÁGRAFO ESPACEJAMENTO INDICATIVOS DE SEÇÃO Títulos não numerados Títulos numerados Numeração progressiva de títulos numerados Alíneas PAGINAÇÃO APRESENTAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES TABELAS QUADROS CITAÇÃO REGRAS Citação direta, literal ou textual Citação de depoimentos ou entrevistas Citação indireta ou livre CITAÇÃO DE CITAÇÃO SUPRESSÕES, COMETÁRIOS E DESTAQUES SISTEMAS DE CHAMADA AUTOR PESSOA DOCUMENTOS DA INTERNET EXPRESSÕES UTILIZADAS PARA INTRODUZIR UMA CITAÇÃO 29 5 NOTAS DE RODAPÉ REFERÊNCIAS NORMAS PARA REFERÊNCIAS NO FINAL DE TRABALHO ACADÊMICO LIVROS Com um autor... 33

7 6.2.2 Com dois ou três autores e tradutor Com mais de três autores Especificidades Coleção ou Série Autor espanhol e com sobrenome separado por hífen Autor com sobrenome iniciado com prefixos Sobrenome indicando parentesco Livro com organizador (Org.), Coordenador (Coord.) ou Editor (Ed.) Livro cujo autor é uma entidade Mais de um volume Mesmo autor com produções do mesmo ano Livros considerados em Parte Quando o autor do capítulo é o organizador da obra Quando o autor do capítulo não é o organizador da obra TESES, DISSERTAÇÕES E TRABALHOS ACADÊMICOS ENCICLOPÉDIAS JORNAL Artigo de Jornal REVISTAS Artigo de Revista não científica Artigo de Revista científica ANAIS RESUMO DE TRABALHO DE CONGRESSO FILME Em VHS Em DVD DOCUMENTOS JURÍDICOS BÍBLIA MAPAS DICIONÁRIO MÚSICA EM CD ENTREVISTA GRAVADA RESENHA... 44

8 6.17 REFERÊNCIAS DE DOCUMENTOS ELETRÔNICOS ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO (MONOGRAFIA) COMO INICIAR UM TRABALHO CIENTÍFICO ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO Elementos pré-textuais Capa Lombada Folha de rosto Errata Folha de aprovação Dedicatória(s) Agradecimento(s) Epígrafe Resumo na língua vernácula Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário ELEMENTOS TEXTUAIS Introdução Desenvolvimento Conclusão ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Referências Glossário Apêndice(s) Anexo(s) ARTIGO CIENTÍFICO DE CONCLUSÃO DE CURSO APRESENTAÇÃO ESTRUTURA DO ARTIGO... 72

9 8.2.1 Capa Folha de rosto Folha de Aprovação Resumo e Abstract Introdução Desenvolvimento Conclusão Referências REFERÊNCIAS... 79

10 TRABALHO ACADÊMICO: MONOGRAFIA E ARTIGO REGRAS GERAIS 1 INTRODUÇÃO As orientações aqui apresentadas poderão ser utilizadas para a normalização de qualquer trabalho acadêmico, independente do grau que se pretende obter. Tais orientações são fundamentadas nas normas, publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e demais normas aplicáveis para elaboração de documentos e informações técnico-científicos, sendo elas: NBR 14724: Informação e documentação Trabalhos acadêmicos Apresentação; NBR 10520: Informação e documentação -Citações em documentos - Apresentação; NBR 6023: Informação e documentação - Referências Elaboração; NBR 6024: Informação e documentação - Numeração progressiva das seções de um documento escrito Apresentação; NBR 6027: Informação e documentação - Sumário Procedimento; NBR 6028: Informação e documentação - Resumos Procedimentos; NBR 6034: Preparação de índice de publicações Procedimento; NBR 6022: Artigo em publicação periódica científica impressa Apresentação; IBGE. Normas de apresentação tabular, 1993.

11 10 2 FORMATAÇÃO A apresentação dos trabalhos acadêmicos, monografias e artigos devem seguir as seguintes regras gerais conforme norma da ABNT - NBR-14724/ FORMATO Papel: Papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm); Fonte: Arial ou Times New Roman, tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé, paginação, legenda das ilustrações e tabelas. Nas citações longas (mais de três linhas), fazer um recuo de 4 cm da margem esquerda. 2.2 MARGEM E PARÁGRAFO Esquerda e superior de 3,0 cm e direita e inferior de 2,0 cm. A norma não convenciona tamanho exato de parágrafo, porém, neste manual, o recomendado é de 1,25 cm (padrão do Word) a partir da margem esquerda e justificado, como apresentado na figura 1.

12 ESPACEJAMENTO Todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas com exceção do resumo, abstract e citações diretas longas, notas de rodapé, referências, legendas e tabelas, natureza do trabalho, nome da instituição a que este é submetido e área de concentração que devem ser em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por dois espaços de entrelinhas. As referências devem ser digitadas em espaços simples e separadas entre si por espaço duplo. 2.4 INDICATIVOS DE SEÇÃO 2.4.1Títulos não numerados Os títulos: errata, agradecimento, resumo, abstract, listas de ilustrações, lista de tabelas, listas de siglas, listas de símbolos, sumário, referências, documentos

13 12 consultados, apêndices e anexos devem ser centralizados sem numeração, digitados em negrito e em letras maiúsculas, conforme a Figura 2. AGRADECIMENTOS (2 espaços de 1,5) - Ao meu orientador que, pela dedicada e competente orientação, possibilitou a apreensão dos conteúdos e me auxiliou em todas as etapas desta pesquisa. - Aos meus colegas de sala, que colaboram com este estudo. - Aos professores do Curso que proporcionaram importantes discussões e atividades que contribuíram para o aprofundamento dos conceitos adquiridos. - Aos meus familiares pelo apoio e carinho Títulos numerados Os capítulos, ou seções, são divisões principais de um texto, portanto devem iniciar em folha própria e devem ser digitados todos em letras maiúsculas e negrito, na mesma fonte, em tamanho 12, alinhado à margem esquerda. O número do capítulo (seção) e do subcapítulo (subseção) deve preceder o título, separado por um espacejamento (equivalente a um caracter, sem ponto final) e estar alinhado à margem esquerda. Os subcapítulos terciários, quaternários e quinários devem ser digitados com a primeira letra maiúscula, seguindo a regra da língua portuguesa, alinhado à margem esquerda, como mostra o quadro de numeração progressiva de seções. Todas as seções devem conter um texto relacionado a elas e não se deve utilizar ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2005a).

14 13 Exemplo: Quadro 1 - Apresentação das seções M NEGRITO 1 M NEGRITO 1.1 M NÃO NEGRITO m Negrito m Não negrito m Sem negrito e itálico Importante: não utilizar a palavra Capítulo diante da numeração de títulos. Uso do itálico: somente os termos em outros idiomas devem constar em itálico, sem aspas, desde que não conste no vocabulário da língua portuguesa. Sigla: Indicar quando aparece pela primeira vez no texto a forma completa e em seguida a sigla, entre parênteses. Ex: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) Numeração progressiva de títulos numerados Deve-se adotar uma numeração progressiva para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho. Segundo a NBR 6024:1989 Numeração progressiva das seções de um documento procedimento, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2005a), deve-se limitar a numeração progressiva (subdivisão de seções) até a seção quinária, conforme exemplo acima no Quadro 1. Para o texto, segue-se a seguinte disposição:

15 14 Título alinhado à esquerda, em maiúsculo e negrito. Subtítulo alinhado à esquerda, maiúsculo sem negrito. Seção terciária alinhada à esquerda primeira letra em maiúscula sem negrito 2 ACESSO À INFORMAÇÃO E CIDADANIA 2.1 ACESSO AO ENSINO SUPERIOR Um dos grandes grande desafios do ensino superior é levar o acadêmico a desenvolver a autonomia e autoria em seus textos, por isso, este trabalho visa oportunizar ao estudante explorar um tema, propiciando-lhe o desenvolvimento da capacidade pesquisar, sistematizar, registrar, analisar e interpretá-lo de maneira crítica, colocando em evidência sua maturidade intelectual Acesso a informação O conhecimento tornou-se hoje um dos principais fatores que mais... 2 Espaços de 1,5 2 Espaços de 1,5 2 Espaços de 1,5 2 Espaços de 1, Alíneas Alínea é cada uma das subdivisões de um documento, indicada por uma letra minúscula e seguida de parênteses (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMASTÉCNICAS, 2003b, p. 3). Usam-se alíneas para enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possui título. A disposição gráfica das alíneas deve seguir as orientações da figura abaixo:

16 15 Quanto à disposição gráfica das alíneas: Alíneas a), b), c) Subalíneas a) deve ser com recuo de 1,25 cm; b) com texto justificado; c) o texto que a antecede deve terminar em dois pontos (:); d) o texto começa em letra minúscula e termina em ponto e vírgula (;), exceto a última que termina em ponto final (.); e) devem ser ordenadas em ordem alfabética: a), b), c), etc.; f) a segunda e as próximas linhas do texto da alínea começam sob a primeira palavra do texto da própria alínea, como neste exemplo; g) quando necessário, pode-se usar subalínea: - estas iniciam com hífen colocado abaixo da primeira letra do texto da própria alínea e terminam em vírgula (como neste exemplo), - não devem ser utilizados outros marcadores como círculos, quadrados, etc. Deve-se evitar a conclusão de uma seção ou subseção com uma alínea ou subalínea, bem como com citações diretas longas. 2.5 PAGINAÇÃO As folhas são contadas, sequencialmente, a partir da folha de rosto, mas não são numeradas. A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (INTRODUÇÂO), em algarismos arábicos, no canto superior da folha a 2,0 cm da borda superior. Os apêndices e anexos devem ter suas folhas numeradas em continuidade à paginação do trabalho. Todo começo de capítulo deve iniciar em nova página. Não utilizar algarismos romanos para numerar os itens pré-textuais.

17 16 3 APRESENTAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES Consideram-se ilustrações: quadros, gráficos, mapas, desenhos, fotografias, plantas, fluxogramas e outros (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMASTÉCNICAS, 2005a, p. 6).Para fins acadêmicos, adota-se a expressão Figura quando a ilustração for: foto, desenho, mapa, planta e esquema. Quaisquer dessas ilustrações devem ter seu título identificado na parte inferior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem, como se verifica abaixo: Figura 1: Faculdade Metropolitana de Maringá - FAMMA (entrada principal) A ilustração deve ser centralizada e seu título alinhado à esquerda. A palavra designativa tem inicial maiúscula e vem em negrito, bem como seu número; a fonte é 10 (Figura 1), o título (Ex.: Faculdade Metropolitana de Maringá - FAMMA (entrada principal)) também deve ser em tamanho 10, sem negrito, apenas com a inicial maiúscula. O

18 17 título não deve ultrapassar os limites da figura e esta deverá ser antecedida e precedida de um espacejamento de 1, TABELAS As tabelas devem ser apresentadas conforme as Normas de Apresentação Tabular/1993do IBGE. Tabelas de caráter demonstrativo caracterizam-se por apresentar dados numéricos e estatísticos,sua localização deve ser o mais próximo possível do texto a que se refere. Deve conter título conciso, indicando a natureza, a abrangência e seguindo uma apresentação uniforme em todo o trabalho observando os seguintes critérios: a) O título aparece na parte superior, precedido da palavra "Tabela" seguida de seu número de sequência de ocorrência no texto em algarismos arábicos; b) A indicação da fonte (responsável pelo fornecimento de dados utilizados na construção da tabela)e notas referentes aos dados devem ser sempre indicadas no rodapé da mesma, precedida da palavra Fonte: após o fio de fechamento, digitadas em tamanho 10; c) Fios horizontais e verticais devem ser utilizados para separar os títulos das colunas nos cabeçalhos das tabelas, em fios horizontais para fechá-las na parte inferior. Nenhum tipo e fio devem ser utilizados para separar as colunas ou as linhas; d) No caso de tabelas grandes e que não caibam em uma só folha, deve ser dividida em duas ou mais páginas, repetindo o cabeçalho na página seguinte. No topo da tabela, junto à linha do cabeçalho, alinhados à direita deve-se colocar as expressões entre parênteses: (continua); (continuação); ou (conclusão). Nesse caso, o fio horizontal de fechamento deve ser colocado apenas no final da tabela, ou seja, na folha seguinte. As separações

19 18 horizontais e verticais para divisão dos títulos das colunas e para fechá-las na parte inferior, evitando separação entre linhas e colunas. Exemplo: Tabela 2 - Número de programas de Pós-Graduação, por nível, agrupados por Grandes Áreas (ano base 2007) Grande área Total M D M/D F Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Engenharias Lingüística, Letras e Artes Multidisciplinar TOTAL Fonte: CAPES/MEC (2009). Legenda: M Mestrado, D Doutorado, M/D Mestrado/Doutorado, F Profissionalizante 3.2 QUADROS Os quadros diferem das tabelas por apresentarem dados textuais de forma organizada, para cuja compreensão não seria necessária qualquer elaboração matemático-estatística. Estes dados podem ser esquemáticos, comparativos ou descritivos. Assim como tabelas e figuras, os quadros devem ser inseridos o mais próximo do texto a que se referem. Sua formatação apresenta traços horizontais e verticais em toda sua extensão, separando linhas e colunas. As legendas devem aparecer na parte inferior, seguidas de seu número em algarismos arábicos, título e fonte, digitados em fonte tamanho 10. Exemplo: DESCRIÇÃO FORMATAÇÃO Características Apenas dados textuais. Podem ser Localização esquemáticos, comparativos ou descritivos Mais próxima possível do texto Título e fonte dos dados Parte inferior em tamanho 10 Moldura Quadro 1: Formatação de quadros Fonte: IBGE (1993) Fechada nas laterais, com espaços verticais e horizontais, separando colunas e linhas.

20 19 4 CITAÇÃO A NBR-10520/2002 da ABNT é que trata das características exigíveis para apresentação de citações em documentos. Citação é a menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte, pode ser utilizada para esclarecer, ilustrar ou sustentar um determinado assunto. Ela garante respeito ao autor da ideia e ao leitor. As citações podem estar localizadas no texto ou no rodapé, podem ser: a) indiretas (texto baseado na ideia do autor consultado); b) diretas (cópia fiel do autor consultado); a. curtas (até três linhas); b. longas (mais de três linhas); e) citação de citação. 4.1 REGRAS Toda citação deve vir acompanhada da indicação de autoria, que pode estar inclusa no texto (na sentença, frase) ou entre parênteses, para citações do sistema autor-data. Para o sistema numérico, essas informações devem constar em notas de rodapé. O ponto final deve ficar após o fechamento dos parênteses, pois a indicação da responsabilidade faz parte da sentença ou da frase. A página da obra consultada deverá ser indicada em todas as citações diretas, com exceção de documentos que estejam disponíveis em meio eletrônico ou internet e não haja a indicação da paginação Citação direta, literal ou textual É a transcrição do trecho do texto de parte da obra do autor consultado.

21 20 Exemplo 1: citação direta longa (mais de três linhas) Espaçamento do texto 1,5cm Tamanho = 12 Podemos ilustrar o processo de apropriação que ocorre o desenvolvimento humano através do seguinte trecho: [...] cada indivíduo aprende a ser um homem. O que a natureza lhe dá quando nasce não lhe basta para viver em sociedade. É-lhe ainda preciso adquirir o que foi alcançado no decurso do desenvolvimento histórico da sociedade humana (LEONTIEV, 1978, p. 267). Espaçamento simples Tamanho = 10 Recuo = 4,0 cm Autor em CAIXA ALTA, data, página Ponto final Exemplo 2: A citação direta com até 3 linhas é colocada entre aspas As características da "educação provinciana compartilhada pelos homens e mulheres romanas"são tão conhecidas que não vale a pena perdermos tempo em descrevê-las (MARÇAL, 1994, p.37). Autor em CAIXA ALTA, data, página Ponto final

22 Citação de depoimentos ou entrevistas As falas provenientes de depoimentos ou entrevistas são apresentadas no texto seguindo-se as orientações para Citação direta, literal ou textual obedecendose a regra para transcrição com até três linhas ou mais de três linhas. Contudo, tais falas sempre vêm entre aspas. Exemplo até três linhas: Indagados sobre o preço do pedágio, 80% consideram o valor cobrado é abusivo. O entrevistado AB, por exemplo, afirma que se fosse cobrado metade do valor já seria suficiente para manter as estradas bem conservadas. Exemplo com mais de três linhas: O cigarro é responsável por 90% dos casos de Câncer de Pulmão e em 15% dos fumantes causa Enfisema Pulmonar. O entrevistado 7 diz que: começou a fumar aos 12 anos (...) seu pai era fumante desde 17 anos (...) não acredita que o fumo provoque o câncer, porque conhece muitos idosos que sempre fumaram e tem boa saúde (...) que o cigarro lhe dá prazer e não consegue se motivar para deixar o vicio (...) fuma 2 carteiras de cigarros por dia (...) não se sente dependente e quando quiser, para de fumar Citação indireta ou livre É o texto baseado na obra do autor consultado (uso de paráfrase). A paráfrase consiste na transcrição, em outras palavras, da ideia principal de um texto. Deve-se fazer uma leitura do texto e então esclarecê-lo com suas próprias palavras. Nesse caso, também devem ser citadas as fontes consultadas e referenciálas no final do trabalho.

23 22 Exemplo 1: Indicação do Autor no começo do texto, citar em Letra Minúscula, seguida da data. Segundo Nosella (1981), em seus estudos sobre a ideologia subjacente aos textos didáticos, aqueles que, na sociedade, detêm o poder valem-se dos aparelhos ideológicos do Estado para garantir sua hegemonia na sociedade capitalista. Bittencourt (2004) conclui que o livro didático foi, desde o século XIX, o principal instrumento de trabalho dos professores. Mesmo tendo a clareza que este sempre serviu de mediador entre a proposta oficial do poder expressas nos programas curriculares e o conhecimento escolar ensinado pelo professor; que este material é carregado por ideologias e defasagens de conteúdo em relação às produções acadêmicas ou que seja fiel ou não às propostas curriculares, este deve ser analisado em todos seus aspectos e contradições. Exemplo 2: Indicação do Autor no meio do texto entre (parênteses), colocar em CAIXA ALTA, separando-se por ponto e vírgula, quando forem dois ou três autores. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão encarregado por estabelecer Normas Técnicas, condizentes aos padrões indicados pela Organização Internacional de Normalização (ISO). Uma de suas funções é determinar e atualizar normas para apresentação de trabalhos de várias naturezas (CURTY; CRUZ; MENDES, 2005). Os livros de literatura juvenil trazem a aventura como sua essência, o que muito atrai os jovens, independente de seu nível sócio-econômico (KHÉDE, 1983).

24 CITAÇÃO DE CITAÇÃO A citação de citação é aquela em que o autor do texto não tem acesso direto à obra citada, valendo-se de citação constante em outra obra. Exemplo 1: Indicação dos Autores separados pela expressão apud (citado por, conforme, segundo) Tendo em vista esse papel importante atribuído ao leitor, Proust (1927 apud COMPAGNON, 2001, p.143-4) ressalta, como um exemplo de liberdade deste, que o escritor não deve se indignar se a imagem feita de sua heroína por um leitor travesti for a de um rosto masculino. Isso é possível mediante o preenchimento dos vazios que as obras literárias apresentam. Exemplo 2: Em O que é literatura? (1947), Jean-Paul Sartre mostra a natureza do objeto livro como algo incompleto até a interferência do leitor, num ato dialético, como é entendida a leitura: (Usar a citação: AUTOR, data apud AUTOR, data, página). O ato criador não é senão um momento incompleto e abstrato da produção de uma obra; se o autor existisse sozinho, ele poderia escrever tanto quanto quisesse, nunca a obra como objeto seria conhecida e seria preciso que ele desistisse de escrever ou se desesperasse. Mas a operação de escrever implica a de ler como seu correlativo dialético e estes dois atos conexos necessitam de dois agentes distintos (SARTRE, 1947 apud COMPAGNON, 2003, p. 145). E esses dois agentes distintos são o escritor e o leitor, respectivamente. Apud usa-se quando o leitor não tem em mãos a obra original, e, na obra consultada, encontra-se uma citação desejada pelo pesquisador.

25 SUPRESSÕES, COMENTÁRIOS E DESTAQUES Quando necessário, o autor do trabalho poderá fazer supressões (omitir parte da citação), comentários (na citação) ou destaque (negrito, sublinhado ou itálico). A indicação de supressões é feita com a utilização de reticências entre colchetes: [...]. No outro extremo, aproximando-se de uma leitura descendente, vislumbramos uma leitura em que o leitor é o elemento mais importante, já que carrega suas experiências pessoais e emoções para a realização desse ato: Aquilo de que nos lembramos, aquilo que marcou nossas leituras da infância [...] não é o próprio livro, mas o cenário no qual nós o lemos, as impressões que acompanharam nossa leitura. A leitura tem a ver com empatia, projeção, identificação. Ela maltrata obrigatoriamente o livro, adapta-o às preocupações do leitor (COMPAGNON, 2001, p.143). Ao usar uma citação que contenha alguma expressão ou palavra destacada pelo autor usa-se, após a citação, a expressão grifo do autor, entre parênteses. Soares (2001) explica que os termos escolarização e escolarizado, quando relacionado a conhecimentos, saberes e produções culturais têm sentido pejorativo, enquanto que expressões como criança escolarizada ou escolarização da criança carregam uma conotação positiva. Para a autora, essa discrepância é infundada, visto que: Não há como ter escola sem ter escolarização de conhecimentos, saberes, artes: o surgimento da escola está indissociavelmente ligado à constituição de saberes escolares ; que se corporificam e se formalizam em currículos, matérias e disciplinas, programas, metodologias, tudo isso exigido pela invenção, responsável pela criação da escola, de um espaço de ensino e de um tempo de aprendizagem (SOARES, 2001, p. 20, grifo da autora).

26 25 Isso se explica em virtude de as vantagens sociais e pessoais proporcionadas pela literatura darem-se justamente nessa discrepância de horizontes, que faz com que o leitor [...] diante de uma realidade de significado estranho, tem ele próprio de encontrar as questões que lhe revelam para qual percepção do mundo e para qual problema humano a resposta da literatura encontra-se voltada. De tudo isso, conclui-se que se deve buscar a contribuição específica da literatura para a vida social precisamente onde a literatura não se esgota na função de uma arte da representação (JAUSS, 1994, p. 57, grifo do autor). Caso o autor do trabalho queira destacar uma palavra ou expressão em uma citação, acrescenta-se, após ela, a expressão grifo nosso, entre parênteses. Como afirma Edgar Morin (2000, p. 63), "[...] nossas visões do mundo são as traduções do mundo" (grifo nosso), ou seja, o que acreditamos ser a realidade é o fruto da interpretação feita por nosso cérebro dos estímulos que chegam a ele, via rede nervosa, a partir dos terminais sensoriais. 4.4 SISTEMAS DE CHAMADA A NBR 10520:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002b) apresenta dois sistemas de chamadas para citações: *o autor/data * o sistema numérico. No sistema autor/data, a indicação é feita pelo sobrenome do autor, ou pelo nome da entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação (no caso de entidade), ou pela primeira palavra significativa do título do documento consultado, seguido da data de publicação do documento e da página onde estiver a citação. Autoria (ano, páginas) ou (AUTORIA, ano, página) Richardt (2009, p.5) ou (RICHARDT, 2009, p.5) Silva (2008, p.59) ou (SILVA, 2008, p. 59)

27 26 Quando se utiliza o sistema autor-data, a lista completa das referências deve constar no final do trabalho em ordem alfabética. No sistema numérico, a indicação de autoria de uma obra é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismos indo-arábicos, remetendo à lista de referências no final do trabalho, na mesma ordem em que figuram no texto. As numerações não devem ser reiniciadas a cada folha. Vale ressaltar que o sistema numérico não deve ser utilizado quando o trabalho precisa apresentar notas de rodapé explicativas. Após a apresentação e refutação de várias definições de literatura, esta parecenos aceitável: [...] os textos literários são justamente aqueles que uma sociedade utiliza, sem remetê-los necessariamente a seu contexto de origem. Presume-se que sua significação (sua aplicação, sua pertinência) não se reduz ao contexto de sua enunciação inicial. É uma sociedade que, pelo uso que faz dos textos, decide se certos textos são literários fora de seus contextos originais.¹ No rodapé ¹ COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte: UFMG, p AUTOR PESSOA Obra com 1 autor: Para Iser (1979, p. 109), os textos apresentam uma conectabilidade que não se restringe à formação textual: Quando os vazios rompem com as conexões entre os segmentos de um texto, a plena eclosão deste processo se dá na imaginação do leitor. OU Os textos apresentam uma conectabilidade que não se restringe à formação textual: Quando os vazios rompem com as conexões entre os segmentos de um texto, a plena eclosão se dá na imaginação do leitor (ISER, 1979, p. 109).

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