CAPÍTULO I TRABALHOS ACADÊMICOS E MONOGRAFIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO I TRABALHOS ACADÊMICOS E MONOGRAFIAS"

Transcrição

1 CAPÍTULO I TRABALHOS ACADÊMICOS E MONOGRAFIAS 1.1 Definições Trabalho acadêmico O trabalho acadêmico é uma exposição escrita sobre determinado assunto que se destina à disciplina específica de cursos de graduação ou de especialização Monografia A monografia é uma exposição escrita e sistemática sobre um tema específico situado no âmbito de uma ciência. Resulta da realização de pesquisa pormenorizada e exaustiva sobre um tema em que é dado tratamento profundo, mas limitado, à sua análise e que é orientada por metodologia própria. Quando apresentada como requisito para a obtenção de título em cursos de graduação ou de especialização, a monografia também pode ser considerada como Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. 1.2 Estrutura A monografia compõe-se dos seguintes elementos: a) Pré-textuais: folha de rosto, termo de aprovação, dedicatória, agradecimentos, epígrafe, sumário, listas e resumo; b) Textuais: introdução, desenvolvimento e conclusão; c) Pós-textuais: glossário, referências bibliográficas, bibliografia, apêndices e anexos. O trabalho acadêmico compõe-se dos seguintes elementos:

2 a) Pré-textuais: folha de rosto, sumário e listas; b) Textuais: introdução, desenvolvimento e conclusão; c) Pós-textuais: glossário, referências bibliográficas, bibliografia, apêndices e anexos. Figura 1: Elementos que compõem um trabalho acadêmico 1.3 Elementos externos Encadernação Um trabalho acadêmico pouco volumoso pode ser entregue sem encadernação, fixado por grampo. Recomenda-se que trabalho extenso e versão preliminar de monografia sejam entregues encadernados. A versão final de uma monografia deve ser encadernada utilizando-se capa dura.

3 1.3.2 Capa Na capa de monografia devem ser impressos a identificação da instituição e do curso, o título da monografia, o autor, o local e o ano em que a mesma foi apresentada ou defendida. Em trabalhos acadêmicos devem constar a identificação da instituição e do curso, o título do trabalho, o(s) autor (es), o local, o mês e o ano em que o mesmo foi apresentado Lombada A lombada somente está presente em monografia encadernada em capa dura e deve conter o nome do autor, o título da monografia e o número do volume, quando esta for composta por dois ou mais volumes. 1.4 Elementos pré-textuais Folha de rosto A folha de rosto é a página que reúne informações importantes para a identificação do trabalho acadêmico ou monografia. Deve conter o nome do(s) autor(es), o título, nota explicativa, o local e a data Termo de aprovação O termo de aprovação somente está presente em monografia. Deve conter o nome do acadêmico, o título da monografia, o texto da aprovação, o nome do orientador e dos examinadores, indicando suas respectivas instituições, as assinaturas, o local e data da aprovação Dedicatória A dedicatória é opcional em monografia e consiste em uma página distinta contendo uma breve menção indicando a quem o autor a dedica.

4 1.4.4 Agradecimentos A página de agradecimentos é opcional em monografia e consiste em uma página distinta contendo menções feitas pelo autor acerca de pessoas e/ou instituições que contribuíram para a realização da mesma Epígrafe A epígrafe é opcional em monografia e consiste em uma página distinta contendo um trecho de texto seguido da indicação de sua autoria. Esse texto deve ter relação com o embasamento dado à monografia ou com a motivação do autor para a sua produção Sumário O sumário relaciona as divisões e sub-divisões da monografia ou do trabalho acadêmico, tais como figuram no texto. Trata-se de uma lista contendo os títulos de cada divisão e suas páginas iniciais, ligados por uma linha pontilhada Listas Existem vários tipos de ilustrações que podem ser inseridas no corpo de um trabalho acadêmico ou monografia, tais como: tabelas, quadros, gráficos, equações, fotos e mapas. Para cada tipo de ilustração contida, deve-se elaborar uma lista própria. Com exceção das tabelas, quadros e equações, todas as demais ilustrações podem ser referenciadas como figuras e incluídas em uma única lista. Todas as listas devem ser dispostas em folha distinta e conter os seguintes dados para cada ilustração: o tipo, o número, o título e a página inicial. Caso sejam pouco extensas podem ser dispostas em uma única página. Também deve-se elaborar listas para abreviaturas, siglas e símbolos empregados no trabalho acadêmico ou monografia, quando estes aparecem em quantidade significativa. Servem para registrar o significado de cada elemento empregado e devem ser dispostas em página distinta, exceto quando forem pouco extensas, nesse caso, podem figurar na mesma página. Devem conter os seguintes dados: a abreviatura, sigla ou símbolo alinhado à margem esquerda; um hífen precedido e seguido de um espaço de tabulação; o significado da abreviatura, sigla ou símbolo.

5 1.4.8 Resumo O resumo deve estar presente somente em monografia e consiste em uma apresentação sucinta dos elementos mais importantes da mesma. O texto do resumo deve ser apresentado em um único parágrafo, com espaçamento simples entre suas linhas e deve conter no máximo 250 palavras. O tema tratado deve ser expresso em sua primeira frase e, se necessário, deve-se especificar em que contexto temporal e geográfico este se insere. Cada frase do resumo deve expressar uma idéia completa, sem o uso de citações bibliográficas e de termos com significados particulares. No núcleo do resumo deve constar os objetivos da monografia, os métodos empregados, os resultados obtidos e as conclusões a que se chegou. 1.5 Elementos textuais Introdução O texto da introdução deve apresentar o tema em estudo, expressar os seus objetivos, o problema pesquisado, a metodologia utilizada e justificar a importância do estudo realizado. Deve-se evitar retrospectos históricos extensos, a apresentação dos resultados alcançados e discursos eloqüentes acerca do estudo realizado Desenvolvimento O desenvolvimento de um trabalho acadêmico ou monografia tende a ser a sua parte mais extensa, podendo ser dividido em capítulos, títulos, sub-títulos, etc. Em monografias, geralmente compõe-se da fundamentação teórica, da exposição dos métodos empregados e apresentação e análise dos resultados. A definição de uma estrutura para o desenvolvimento, na qual será dividido o seu conteúdo, deve levar em conta a natureza do estudo, a lógica e o bom senso. Não há nenhum padrão universal que possa ser aplicado para isso, mas deve-se evitar o uso das palavras desenvolvimento, corpo ou outras palavras análogas como divisões.

6 1.5.3 Conclusão A conclusão representa a síntese das idéias desenvolvidas no corpo do trabalho acadêmico ou monografia. Seu texto deve descrever os resultados obtidos, enunciar deduções lógicas que podem ser inferidas a partir destes resultados, destacando suas contribuições. Também pode-se indicar problemas relacionados ao estudo que não tenham sido resolvidos e sobre os quais recomende-se a realização de pesquisas. 1.6 Elementos pós-textuais Glossário O glossário consiste em uma relação das palavras ou expressões empregadas ao longo do texto com significado restrito e suas respectivas definições. A finalidade do glossário é tornar claro o sentido de cada termo ou expressão utilizados Referências bibliográficas As referências bibliográficas consistem em uma lista de todos os documentos citados pelo autor no corpo do trabalho e seus elementos devem ser ordenados alfabeticamente Bibliografia A bibliografia é a relação alfabética de todos os documentos consultados pelo autor durante a realização do trabalho, mas que não foram citados em seu corpo Apêndices e anexos Os apêndices são complementos ao conteúdo central do trabalho acadêmico ou da monografia e que são escritos pelo próprio autor. Deve-se incluir um apêndice para tratar de assunto específico somente se for necessário para garantir a compreensão de parte ou de todo o trabalho desenvolvido e se esse conteúdo não puder ser incluso no seu corpo por caracterizar-se como um suplemento e não como parte integrante de sua linha mestra.

7 Os anexos, por sua vez, constituem-se em documentos complementares ao conteúdo do trabalho acadêmico ou monografia que não foram produzidos pelo próprio autor. Geralmente são documentos que foram consultados durante a realização da pesquisa e que devem ser anexados ao trabalho para garantir a sua transparência e completude.

8 CAPÍTULO II PROJETO DE PESQUISA 2.1 Definição Antes de ser realizado, um trabalho de pesquisa precisa ser planejado. O projeto é o registro deste planejamento. Para escrever o projeto, o pesquisador precisa ter claro seu objeto de pesquisa, como está problematizado, quais as hipóteses que está levantando para resolver o problema, com que elementos teóricos pode contar, de quais recursos instrumentais dispõe para levar adiante a pesquisa e quais etapas pretende percorrer. Para chegar a estes elementos, o pesquisador precisa desenvolver uma atitude problematizadora, que pode se originar dos elementos de suas leituras, cursos já feitos, debates de que participou e das demais contribuições do contexto acadêmico, profissional e cultural. Quando se decide desenvolver uma pesquisa deve-se atender algumas exigências e tomar decisões acerca delas, como por exemplo: o que estudar, a abordagem teórica, os procedimentos metodológicos, entre outras. Neste sentido, o projeto é de fundamental importância. Segundo GONSALVES (2001, p. 11) um projeto de pesquisa é um guia, é uma organização de ações que serão desenvolvidas em relação ao estudo a ser realizado, por isto precisa ser bem pensado e bem redigido, pois ele é um documento escrito, é a materialização de um planejamento. Assim, um projeto de pesquisa deve atender uma seqüência de etapas indispensáveis para a sua correta elaboração. 2.2 Estrutura Um projeto de pesquisa é composto, segundo GONÇALVES (2003) e FACHIN (2003), de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

9 2.2.1 Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais de um projeto de pesquisa são: capa, folha de rosto, listas (de figuras, de tabelas, de gráficos, de símbolos, de quadros, de siglas e/ou de abreviaturas) e o sumário Elementos textuais Os elementos textuais de um projeto de pesquisa referem-se ao conteúdo propriamente dito, ou seja, aquele conjunto de tópicos que orientam uma investigação/estudo acerca de uma determinada temática. Os elementos textuais são: tema, delimitação do tema, introdução, identificação, objetivos, justificativa, fundamentação teórica, problema de pesquisa, hipóteses, definição das variáveis, metodologia, orçamento, cronograma Tema e delimitação do tema Projetos de pesquisa sempre começam com a escolha e a delimitação de uma temática acerca de um determinado assunto. A escolha do tema pode surgir, de acordo com BARROS e LEHFELD (1991), de várias situações, como por exemplo, da observação do cotidiano, das experiências profissionais daquele que elabora o projeto, do próprio envolvimento com outros profissionais da sua área de atuação, do levantamento e estudo de pesquisas já realizadas sobre a temática definida para investigação e, fundamentalmente, da bibliografia pertinente à sua área de exercício profissional e estudo do pesquisador. No momento da delimitação da temática é importante ter em mente o tempo disponível para execução da pesquisa, bem como o ambiente em que será desenvolvida se apenas um trabalho bibliográfico ou, além deste, um estudo de campo (prático). Assim, para SANTOS (2000, p. 51) o tema ideal para pesquisa é aquele que preenche três características: atende ao gosto, aptidão e tempo do pesquisador; é relevante ou para uma sociedade, ou para uma ciência ou para a escola; e sobre ele é possível obterem-se dados. RUIZ (1996) aponta as seguintes sugestões para a delimitação da temática em um projeto de pesquisa: a) leitura exploratória, b) determinação da extensão do sujeito e do objeto, c) determinação de objetivos. Na delimitação do tema é importante definir o espaço temporal e geográfico da investigação/estudo, ou seja, identificar onde será realizada e o intervalo de tempo que compreende a pesquisa.

10 A determinação e delimitação do tema em um projeto de pesquisa é uma das etapas mais importantes. É o momento em que o pesquisador estabelece o início do caminho investigativo que se propõe trilhar Introdução Na introdução de um projeto é apresentada a temática que será abordada e a sua delimitação, os objetivos e a justificativa da pesquisa Identificação Na identificação são apresentadas de forma sistematizada as informações pertinentes à autoria, instituição/empresa/curso, coordenação, orientação, local de execução, colaboradores e período de realização do projeto Objetivos Os objetivos determinam o que se pretende realizar através da pesquisa, ou seja, nas palavras de GONSALVES (2001, p. 56), os objetivos servem para dar a direção da ação do pesquisador e para definir a natureza do trabalho. Assim, a correta e adequada elaboração dos objetivos deve evidenciar o problema a ser analisado, contribuindo na escolha da metodologia e da fundamentação teórica do projeto de pesquisa. Os objetivos devem ser reais e possíveis de serem atingidos no tempo proposto para sua execução. Na literatura que trata da estrutura de projetos de pesquisa é opinião unânime os tipos de objetivos existentes. Segundo GONSALVES (2001), os objetivos de um projeto podem ser gerais e específicos. Os objetivos gerais são aqueles que dizem respeito ao que se pretende alcançar com a pesquisa. É um tipo de objetivo mais abrangente. Os objetivos específicos cumprem a função de definir aspectos mais delimitados da investigação/estudo, ou seja, são ações a serem realizadas para que se atinja o objetivo geral. Um aspecto importante que deve ser lembrado quando da elaboração de um projeto de pesquisa e do estabelecimento dos objetivos gerais e específicos é que estes devem iniciar com um verbo conjugado em seu tempo infinitivo.

11 Justificativa A justificativa de um projeto de pesquisa é o momento em que se apresentam as razões para a sua execução, os motivos que levaram o pesquisador a escolher o tema e sua delimitação, a localização da temática no conjunto da produção teórica sobre o assunto em questão. Conforme afirma GONSALVES (2001, p. 59), justificar um tema é evidenciar razões suficientes para que haja o desenvolvimento da pesquisa, o que significa dizer que deve-se apresentar bons e convincentes motivos para empreender o seu esforço de investigação. Sugere-se que se tente responder às seguintes questões: Por que escolhi esse tema? O tema que escolhi é importante? Que motivos o justificam, nos planos teórico e prático? Qual é a relação do tema e/ou problema formulado com o contexto social? Que contribuição posso oferecer com esse estudo e, se for o caso, quais os aspectos inovadores do trabalho? (GONSALVES, 2001, p. 58-9) Fundamentação teórica Fundamentação teórica é a etapa do projeto em que o pesquisador apresentará as bases teóricas que sustentarão a temática escolhida para estudo. Deve haver uma unidade teórica que promova sustento ao tema, ao problema e objetivos estabelecidos para estudo. Este é o momento da revisão da literatura que nas palavras de MOURA (1998, p. 38), significa uma busca sistemática no sentido de mapear o que se tem pesquisado na área. A respeito da fundamentação teórica GONÇALVES (2003, p. 40), ressalta que as fontes não devem ser resumidas, e sim analisadas, criticadas e interpretadas, podendo ser apresentadas não só de modo individual como principalmente relacionadas entre si, de forma a compor um debate que sustente a argumentação proposta pelo autor do projeto Problema O problema consiste em uma questão que deverá ser respondida de forma sistemática e científica segundo métodos apropriados, pois segundo BARROS & LEHFELD (1991, p. 28-9), toda pesquisa tem origem num problema sentido, numa expectativa frustrada, numa dificuldade teórica ou prática e nos sugerem alguns elementos que podem contribuir para a formulação de problemas de pesquisa, tais como: a criatividade, o uso de técnicas de

12 levantamento bibliográfico, a formulação de perguntas frente à realidade, análise e fracionamento desta mesma realidade e a sua interpretação e síntese. O problema de pesquisa precisa estar diretamente relacionado com a delimitação dos objetivos e com o referencial teórico escolhido. Assim, o problema é uma pergunta para a qual o pesquisador buscará uma resposta, orientando-se por um conjunto de procedimentos metodológicos. Deve correlacionar ao menos duas variáveis e ser passível de estudo sistemático Hipóteses As hipóteses são afirmativas relacionadas ao problema a ser investigado e que passarão por uma verificação empírica através do uso de procedimentos metodológicos previamente elaborados. De acordo com SANTOS (2000, p. 56), a hipótese é caracterizada como uma verdade provisória sendo fundamental para qualquer processo de investigação científica pois consiste no lançamento de uma afirmação a respeito de algo ainda desconhecido (por exemplo, a resposta para o problema da pesquisa). Todavia, a elaboração de hipóteses implica também em um certo grau de leitura da temática escolhida para estudo, assim como um certo grau de criticidade acerca do assunto. Para GONÇALVES (2003, p. 42), as hipóteses são as prováveis respostas ao problema (perguntas que deram origem à pesquisa) e são desdobradas em básica (resposta completa ao problema) e secundárias (respostas complementares), podendo ser rejeitadas ou confirmadas quando do encerramento da pesquisa Definição das variáveis Variáveis são fatores relacionados com o objeto de estudo, que mantém uma relação entre si e que precisam ser investigadas para a confirmação ou negação das hipóteses. Junto à descrição de cada variável, deve-se eleger uma letra para representá-la e indicar seu tipo. Estas podem ser independente, dependente ou moderadora. Além de identificar cada uma das variáveis, também é preciso indicar a relação existente entre elas.

13 Metodologia de pesquisa A metodologia define a trajetória a ser percorrida durante a pesquisa. A metodologia incorpora em seu arcabouço um conjunto de concepções teóricas e técnicas que serão desenvolvidas para chegar a uma resposta ao problema proposto. Na metodologia se explicitam os instrumentos e procedimentos que serão adotados para desenvolver o projeto de pesquisa, como o uso de entrevistas, questionários, observações entre outros. É fundamental que o procedimento escolhido esteja articulado com o tipo de informação que o pesquisador deseja coletar na realidade empírica. Caso a pesquisa implique em uma coleta de dados em um determinado campo (uma escola, uma empresa, uma comunidade, por exemplo) este é o momento de definir quem (população) e quantos serão os sujeitos (amostragem), a sua localização geográfica, aspectos históricos entre outras informações relevantes a fim de proceder a uma escolha adequada dos instrumentos de coleta de dados. Deve-se informar também se haverá um tratamento estatístico dos dados e como será elaborado. É na metodologia que se indica o tipo de pesquisa que será realizada. Segundo GONSALVES (2001) podemos classificar as pesquisa de acordo com distintos critérios: de acordo com os seus objetivos procedimentos de coleta, fontes de informação e natureza dos dados. O quadro a seguir expõe os tipos de pesquisa que podem ser utilizados em um projeto em consonância com o problema, os objetivos e o referencial teórico. QUADRO 01 Tipos de pesquisa Os objetivos Os procedimentos de coleta Experimento Exploratória Levantamento Descritiva Estudo de caso Experimental Bibliográfica Explicativa Documental Participativa Fonte: (GONSALVES, 2001, p. 64) TIPOS DE PESQUISA As fontes de informação Campo Laboratório Bibliográfica Documental A natureza dos dados Quantitativa Qualitativa

14 Orçamento O orçamento de um projeto de pesquisa só tem sentido quando se busca algum tipo de financiamento para sua execução. Deve conter informações quanto às receitas e despesas do projeto referentes aos recursos humanos, materiais e de expediente Cronograma O cronograma delimita o tempo necessário para a execução do projeto em suas diferentes etapas, ou seja, as atividades que serão desenvolvidas e o momento no tempo em que cada uma delas ocorrerá. Para facilitar a visualização, sugere-se sua apresentação em forma de tabela Elementos pós-textuais Os elementos pós-textuais de um projeto de pesquisa são: referências bibliográficas, apêndices, anexos e glossário Referências bibliográficas São as bibliografias utilizadas na elaboração do projeto de pesquisa, tais como: livros, artigos, documentos eletrônicos, fotografias, entre outras fontes de informação, que devem ser referenciadas de acordo com as normatizações da instituição Apêndices e/ou anexos Este item do projeto é composto pelos instrumentos que serão utilizados para coleta de dados e todo tipo de material que contribui para o seu entendimento, como por exemplo, fotos, documentos comprobatórios, entre outros Glossário O glossário consiste na apresentação de termos ou palavras, com seus respectivos significados, que constam no texto do projeto e que necessitam de explicação.

15 CAPÍTULO III NORMAS PARA REDAÇÃO E EDITORAÇÃO 3.1 Redação O estilo de redação de trabalhos acadêmicos, monografias ou TCC podem variar de acordo com as especificidades de cada área, devendo-se observar alguns princípios básicos, que serão apresentados a seguir: - Objetividade: o tema abordado deve ser desenvolvido de maneira direta, seguindo um raciocínio lógico e coerente com as idéias apresentadas no texto, mantendo-se o objetivo inicial, progredindo na exposição e fundamentando-se com dados e argumentos possíveis de comprovação e não em suposições ou generalizações. - Clareza: para que o texto possa atingir seus objetivos é necessário que a redação seja compreensível e precisa. Por isso redigir em estilo objetivo, coerente e com destaque para as idéias centrais. Evitar redundância e divagações usando uma linguagem precisa e clara. Termos como: muito, pouco, médio, nenhum, alguns, a maioria, quase todos, é claro, bastante, nunca, sempre, às vezes, entre outros prejudicam a compreensão do texto. - Uniformidade: na redação deve-se manter a uniformidade e a coerência no decorrer do texto em relação à forma de tratamento, pessoa gramatical, utilização de siglas, datas, números, citações, referências, abreviaturas, títulos e subtítulos de seções. - Impessoalidade: num texto científico o verbo deve ser utilizado no modo impessoal. Por Para a coleta de dados utilizou-se à aplicação de questionários. Verificou-se o desenvolvimento gerencial da empresa Números Os números, de maneira geral, devem seguir os critérios a seguir. a) Cardinais: devem ser escritos por extenso quanto sua indicação no texto for de um a dez, quando for início de frase ou quando não se quer dar destaque à referida data ou ano. Neste caso, deve-se usar somente uma palavra.

16 Exemplos: Gostaria de três refrigerantes. Quarenta anos de revolução destruíram aquele país. Aquele país foi marcado por trinta anos de luta. Também podem ser escritos de forma mista, quando a indicação se tratar de mil, milhão, bilhão, trilhão, etc. A cidade de Esperança arrecadou 2,3 milhões de reais em impostos em b) Ordinais: estes são representados por extenso quando sua indicação no texto for do primeiro ao décimo e em algarismos quando for do 11º em diante, seguido do símbolo que indica a ordem, sem espaçamento Porcentagem É representada por algarismo arábico, seguido do símbolo (%), sem espaço Valores monetários Para se mencionar valor monetário deve-se adotar sempre algarismos, observando-se alguns elementos: a) Para valores abaixo de mil: Evita-se usar o símbolo da unidade monetária quando valores redondos. 10 reais. Quando os valores forem quebrados podem ser expressos de duas formas. Exemplos: 3,50 reais e R$ 3,50. b) Para valores acima de mil:

17 Valores redondos podem ser expressos de duas formas. Exemplos: 20 mil reais e R$ 20 mil. Para valores quebrados deve-se adotar a forma mista. R$ 33,5 bilhões Unidades de peso e medida Unidades de peso e medidas seguem critérios internacionais quanto sua simbologia. A forma abreviada deve ser utilizada quando associada a um número, com letras minúsculas, sem ponto para indicar abreviação, com espaçamento entre a unidade e o valor numérico. Exemplos: 12 cm, 5 mm. A forma por extenso deve ser utilizada quando não for associada a números. Milhares de quilos de arroz formam desperdiçados Datas completas Para utilização de datas completas, pode-se utilizar uma das seguintes formas: Representar em números cardinais dia, mês e ano, separados por ponto ou barra. Exemplos: ou 12/ 04/ 99 Representar em números cardinais dia e ano, intercalando-se o mês por extenso. 12 de abril de 1999.

18 3.1.6 Ano O ano pode ser indicado por extenso ou em algarismos arábicos. Exemplos: O trabalho foi entregue no dia 27 de maio de dois mil e um. A assembléia foi realizada em (nunca ou 1.989) Meses A apresentação dos meses pode ser feita por extenso ou em algarismos arábicos. O festival será realizado do mês de maio até o mês de julho. O festival será realizado nos meses 05, 06 e 07. Quando utilizados em gráficos, tabelas e quadros pode-se abreviar em minúsculo, com três letras, seguidas de ponto, com exceção do mês de maio. Exemplos: jan. fev. mar. abr. maio jun. jul. ago. set. out. nov. dez Dias Os dias do mês podem ser apresentados por extenso (em números cardinais ou ordinais) ou em algarismos arábicos. Exemplos: O relatório foi entregue no quinto dia útil do mês de maio. A cobrança sempre é feita no dia 30 de cada mês. O ano letivo inicia-se no dia 1º de fevereiro. Os dias da semana podem ser escritos por extenso ou abreviados. Exemplos: A reunião está marcada para quarta-feira, às 16 horas. A reunião está marcada para 4ª feira, às 16 horas.

19 3.1.9 Horas Utilizam-se os seguintes critérios na indicação das horas: a) As horas devem ser indicadas de 0 a 23; b) Em horas redondas não se abrevia a palavra horas; A palestra está prevista para as 18 horas do dia 26 de abril de c) Nas horas quebradas deve-se usar h, min, e s, sem espaçamento entre os números. A abreviatura min só é necessária quando aparecer segundos. O debate está marcado para as 20h30, no auditório da Fasul. A largada da corrida será as 8h25min30s. 3.2 Normas de apresentação Papel O papel de impressão de projetos, trabalhos acadêmicos, monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso deve ser de cor branca, tipo apergaminhado, gramatura mínima de 75 g/m 2, ou equivalente, formato-padrão A4 (210 x 297 mm) da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Digitação A impressão é feita somente em uma face do papel, em preto, permitindo-se cores nas figuras, em situações em que sejam absolutamente necessárias. Será aceita somente a fonte Times New Roman 12. O corpo dos quadros, das figuras e dos rodapés podem conter letras menores, desde que legíveis. Títulos e subtítulos são apresentados em negrito. Nomes científicos e termos em língua estrangeira devem ser diferenciados pelo uso de itálico.

20 3.2.3 Espaçamento Os textos devem ser digitados com espaço entrelinhas 1,5 cm. Espaço simples é usado apenas em quadros longos, notas de rodapé, notas de fim de texto, títulos e subtítulos com mais de uma linha e citações bibliográficas longas Margens e parágrafos As margens terão as seguintes dimensões: Superior Inferior Esquerda Direita 3,0 cm 2,0 cm 3,0 cm 2,0 cm Todo parágrafo é iniciado a 1,25 cm, a partir da margem esquerda. Quando necessário, para completar uma nota de rodapé, ou a última linha de capítulo ou de subdivisão, é permitido ultrapassar em uma linha o limite da margem inferior. O mesmo se aplica a quadros, figuras e suas respectivas legendas. A última palavra da página não pode ser dividida Títulos de seções e texto Um texto pode ser dividido em seções primárias (capítulos), seções secundárias, terciárias e assim sucessivamente. Os títulos devem ter seqüência lógica e ordenada, objetividade e clareza de modo a facilitar a compreensão do texto e sua visibilidade, como por exemplo: - a seção primária deve aparecer com letras maiúsculas e em negrito; 1 O PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO EM TURISMO

21 - a seção secundária inicia-se com a primeira letra da palavra em maiúscula, as demais em minúscula e em negrito; 1.1 A investigação científica - a seção terciária e seqüentes iniciam-se com a primeira letra da palavra em maiúscula e as demais de modo normal A memória científica Numeração das páginas Os números de página devem utilizar o mesmo tipo e tamanho da fonte do texto. São colocados sem pontuação no canto superior direito da página. Todas as páginas onde haja texto, quadro(s) ou figura(s) devem ser numeradas. As páginas do texto, da referência bibliográfica e dos apêndices são numeradas consecutivamente com algarismos arábicos, começando com um (um) na primeira página do texto. Nas páginas que aparecem os elementos pré-textuais a numeração deve ser consecutiva com algarismos romanos em minúsculo, começando com i, ii, iii, iv, etc. A colocação horizontal ou vertical de quadros ou de figuras não altera a posição do número da página e das margens. 3.3 Tabelas e figuras "Quadro" ou Tabela (utilizar, preferencialmente, a palavra Tabela ) geralmente designa valores numéricos tabulados, sendo incluído no corpo do trabalho, diferenciando-se somente quanto ao traço. "Figura" geralmente designa outros materiais, como gráficos, fotografias ou ilustrações, podendo ser incluída no corpo do texto.

22 Modelo de Tabela: NÚMERO TÍTULO CORPO FONTE NOTA Número As tabelas devem ser numeradas de um a n. A palavra Tabela deve ser escrita preferencialmente em letras maiúsculas. Exemplos: TABELA 1, TABELA Título A numeração do título deve ser separada por um espaço, hífen e outro espaço. As demais linhas devem ser alinhadas abaixo da primeira letra da primeira linha. O título deve conter a denominação do fato observado e o local ou época de ocorrência. Exemplos: TABELA 1 Variação sazonal do volume do rio Paraná, no trecho entre as cidades de Guaíra à Porto Primavera nos anos de QUADRO 1 Variação sazonal do volume do rio Paraná, no trecho entre as cidades de Guaíra à Porto Primavera nos anos de

NORMAS DE FORMATAÇÃO DO TRABALHO FINAL (PIL) Apresentação Gráfica

NORMAS DE FORMATAÇÃO DO TRABALHO FINAL (PIL) Apresentação Gráfica UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Faculdade de Educação UAB/UnB Curso de Especialização em Educação na Diversidade e Cidadania, com Ênfase em EJA Parceria MEC/SECAD NORMAS DE FORMATAÇÃO DO TRABALHO FINAL (PIL)

Leia mais

REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO

REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1 REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO Os seguintes padrões atendem às exigências da FTC Feira de Santana, em conformidade com a NBR 14724:2002/2005 da Associação Brasileira de Normas Técnicas

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA MANUAL DO TCC ARUJÁ SP

CURSO DE PEDAGOGIA MANUAL DO TCC ARUJÁ SP CURSO DE PEDAGOGIA MANUAL DO TCC ARUJÁ SP 2011 ESTRUTURA 1 ELEMENTOS DE PRÉ-TEXTO 1.1 Capa 1.2 Lombada descendente 1.3 Folha de rosto 1.4 Folha de aprovação 1.5 Dedicatória 1.6 Agradecimentos 1.7 Epígrafe

Leia mais

Os trabalhos acadêmicos devem ser divididos em: elementos pré-textuais, textuais e

Os trabalhos acadêmicos devem ser divididos em: elementos pré-textuais, textuais e NORMAS PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA O projeto gráfico é de responsabilidade do autor

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE INGRESSO E VITALICIAMENTO DOS NOVOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE INGRESSO E VITALICIAMENTO DOS NOVOS MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ GESTÃO2010/2012 ESCOLASUPERIORDOMINISTÉRIOPÚBLICO(Art.1ºdaLei11.592/89) Credenciada pelo Parecer 559/2008, de 10/12/08, do CEC (Art. 10, IV da Lei Federal n.º 9.394, de 26/12/1996 - LDB) NORMAS PARA ELABORAÇÃO

Leia mais

- TCC A/B - ORIENTAÇÕES PARA ESTRUTURAÇÃO E FORMATAÇÃO (Versão 1.3 Agosto de 2008)

- TCC A/B - ORIENTAÇÕES PARA ESTRUTURAÇÃO E FORMATAÇÃO (Versão 1.3 Agosto de 2008) Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre Curso de Sistemas de Informação Trabalho de Conclusão de Curso Prof. Dr. Luís Fernando Garcia - TCC A/B - ORIENTAÇÕES PARA ESTRUTURAÇÃO E FORMATAÇÃO (Versão 1.3 Agosto

Leia mais

(Publicações da Biblioteca; 4) ORGANIZAÇÃO. Weber Vasconcellos Gomes Maria Consuelene Marques Maurinete dos Santos

(Publicações da Biblioteca; 4) ORGANIZAÇÃO. Weber Vasconcellos Gomes Maria Consuelene Marques Maurinete dos Santos (Publicações da Biblioteca; 4) ORGANIZAÇÃO Weber Vasconcellos Gomes Maria Consuelene Marques Maurinete dos Santos Revisto e atualizado de acordo com a NBR 15287/2011 Brasília 2011 1 APRESENTAÇÃO De acordo

Leia mais

Apresentação de Trabalhos Acadêmicos ABNT

Apresentação de Trabalhos Acadêmicos ABNT Apresentação de Trabalhos Acadêmicos ABNT Editoração do Trabalho Acadêmico 1 Formato 1.1. Os trabalhos devem ser digitados em papel A-4 (210 X297 mm) apenas no anverso (frente) da folha. 2 Tipo e tamanho

Leia mais

BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS: TRABALHOS ACADÊMICOS Aula 1

BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS: TRABALHOS ACADÊMICOS Aula 1 BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS JURÍDICAS NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS: TRABALHOS ACADÊMICOS Aula 1 Paula Carina de Araújo paulacarina@ufpr.br 2014 Pesquisa Pesquisa Atividade básica da ciência

Leia mais

SISTEMA DE BIBLIOTECAS FMU/FIAM-FAAM/FISP NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA

SISTEMA DE BIBLIOTECAS FMU/FIAM-FAAM/FISP NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA SISTEMA DE BIBLIOTECAS FMU/FIAM-FAAM/FISP NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA São Paulo 2014 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1 ELEMENTOS EXTERNOS 1.1 CAPA 1.2 LOMBADA 2 ELEMENTOS INTERNOS PRÉ-TEXTUAIS

Leia mais

FACULDADE ÚNICA DE CONTAGEM CLAUDIANE SANTANA MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS CIENTÍFICOS

FACULDADE ÚNICA DE CONTAGEM CLAUDIANE SANTANA MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS CIENTÍFICOS FACULDADE ÚNICA DE CONTAGEM CLAUDIANE SANTANA MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS CIENTÍFICOS Baseado nas obras de Júnia Lessa França e Ana Cristina de Vasconcellos; Rosy Mara Oliveira. Atualizado

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS ARACAJU 2012 2 PREFÁCIO A apresentação dos trabalhos acadêmicos

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA ANEXO da Norma 004/2008 CCQ Rev 1, 28/09/2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE QUÍMICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM QUÍMICA Salvador 2009 2 1 Objetivo Estabelecer parâmetros para a apresentação gráfica

Leia mais

Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico: de acordo com NBR 14724/2011. São Carlos

Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico: de acordo com NBR 14724/2011. São Carlos Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico: de acordo com NBR 14724/2011 São Carlos Guia para Apresentação de Trabalho Acadêmico As orientações abaixo estão de acordo com NBR 14724/2011 da Associação

Leia mais

CONSTRUINDO MINHA MONOGRAFIA

CONSTRUINDO MINHA MONOGRAFIA CONSTRUINDO MINHA MONOGRAFIA 1 Prezado(a) aluno(a), Este roteiro foi preparado para auxiliá-lo na elaboração de sua monografia (TCC). Ele o apoiará na estruturação das etapas do seu trabalho de maneira

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA (ABNT - NBR 15287- válida a partir de 30.01.2006) 1 COMPONENTES DE UM PROJETO DE PESQUISA (itens em negrito são obrigatórios) ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa

Leia mais

2- DETALHES SOBRE A ESTRUTURA DO RELATÓRIO A seguir estão orientações sobre como formatar as diversas partes que compõem o relatório.

2- DETALHES SOBRE A ESTRUTURA DO RELATÓRIO A seguir estão orientações sobre como formatar as diversas partes que compõem o relatório. 1 - ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO O relatório do Estágio Supervisionado de todos os cursos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Minas Gerais Campus Formiga - irá mostrar

Leia mais

Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda NORMAS PARA ELABORAÇÃO / APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda NORMAS PARA ELABORAÇÃO / APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda NORMAS PARA ELABORAÇÃO / APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS 1 ESTRUTURA A estrutura e a disposição dos elementos de um trabalho acadêmico são as

Leia mais

MONOGRAFIA ESTRUTURA DE MONOGRAFIAS

MONOGRAFIA ESTRUTURA DE MONOGRAFIAS MONOGRAFIA Trata-se de uma construção intelectual do aluno-autor que revela sua leitura, reflexão e interpretação sobre o tema da realidade. Tem como base a escolha de uma unidade ou elemento social, sob

Leia mais

Checklist da Estrutura de Monografia, Tese ou Dissertação na MDT UFSM 2010

Checklist da Estrutura de Monografia, Tese ou Dissertação na MDT UFSM 2010 1 Checklist da Estrutura de Monografia, Tese ou Dissertação na MDT UFSM 2010 Pré-textuais Textuais Pós-textuais Estrutura Elemento OK Capa (obrigatório) Anexo A (2.1.1) Lombada (obrigatório) Anexo H Folha

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSOS DE GESTÃO TECNOLÓGICA PIM - III

UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSOS DE GESTÃO TECNOLÓGICA PIM - III UNIVERSIDADE PAULISTA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSOS DE GESTÃO TECNOLÓGICA PIM - III Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores Tecnológicos G. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Trabalho

Leia mais

MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISAS (PADRÃO UDF)

MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISAS (PADRÃO UDF) (Publicações da Biblioteca; 4) ORGANIZAÇÃO Weber Vasconcellos Gomes Maria Consuelene Marques Maurinete dos Santos MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISAS (PADRÃO UDF) 3ª edição Revisto e atualizado

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE DISSERTAÇÃO (FORMATO

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO 1 ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO 1 APRESENTAÇÃO Tanto o artigo quanto a monografia são trabalhos monográficos, ou seja, trabalhos que apresentam resultados de pesquisa sobre um

Leia mais

NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ABNT TRABALHOS ACADÊMICOS:

NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ABNT TRABALHOS ACADÊMICOS: MANUAL PARA TCC www.etecmonteaprazivel.com.br Estrada do Bacuri s/n Caixa Postal 145 Monte Aprazível SP CEP 15150-000 Tel.: (17) 3275.1522 Fax: (17) 3275.1841 NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ABNT

Leia mais

5 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)... 478 5.1 Ordenamento dos elementos da monografia ou TCC... 48 5.

5 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)... 478 5.1 Ordenamento dos elementos da monografia ou TCC... 48 5. 5 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIAS OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)... 478 5.1 Ordenamento dos elementos da monografia ou TCC... 48 5.2 Capa... 48 5.3 Folha de rosto... 51 5.4 Errata... 53

Leia mais

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS DOS TRABALHOS Formato: A4 Cor preta Espaçamento entre linhas: 1,5cm Fonte texto: Times New Roman, 12 ou Arial, 11 Margem superior

Leia mais

DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA TCC2

DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA TCC2 UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS COORDENAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA COORDENAÇÃO ADJUNTA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

ANEXO II PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA

ANEXO II PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA ANEXO II PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA A elaboração da monografia deve ter como referência a ABNT NBR 14724/ 2006, a qual destaca que um trabalho acadêmico compreende elementos pré-textuais,

Leia mais

NORMAS PARA REDAÇÃO E IMPRESSÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL

NORMAS PARA REDAÇÃO E IMPRESSÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL NORMAS PARA REDAÇÃO E IMPRESSÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM PRODUÇÃO VEGETAL AQUIDAUANA MS 2009 1. PAPEL E PROCESSO DE MULTIPLICAÇÃO O papel

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA OU DO TRABALHO CIENTIFICO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA OU DO TRABALHO CIENTIFICO 39 INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA OU DO TRABALHO CIENTIFICO 1. MONOGRAFIA Monografias são exposições de um problema ou assunto específico, investigado cientificamente, assim, não exige originalidade,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 002/2009/PEQ-UFS ANEXO I NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 002/2009/PEQ-UFS ANEXO I NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA N 002/2009/PEQ-UFS ANEXO I NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO A Dissertação é a apresentação escrita do trabalho de pesquisa desenvolvido no âmbito do Programa de

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte Faculdade de Educação ORIENTAÇÕES GERAIS PARA NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte Faculdade de Educação ORIENTAÇÕES GERAIS PARA NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte Faculdade de Educação ORIENTAÇÕES GERAIS PARA NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA 2014 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS Campus de Belo Horizonte

Leia mais

GUIA PARA CONFECÇÃO DE PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

GUIA PARA CONFECÇÃO DE PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) GUIA PARA CONFECÇÃO DE PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Mestrado Profissional em Metrologia e Qualidade Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 2010 APRESENTAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA Regulamento do TCC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA Regulamento do TCC ANEXO A TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE Nome do Aluno: Matricula: Título do TCC CONCLUSAO DE CURSO (TCC) Solicito que seja designado como meu Orientador do Trabalho de Conclusão de Curso

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (SEGUNDO ABNT-NBR 14724) PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA - UFSJ

GUIA PARA ELABORAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (SEGUNDO ABNT-NBR 14724) PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA - UFSJ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ CAMPUS CENTRO-OESTE DONA LINDU CCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOTECNOLOGIA GUIA PARA ELABORAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (SEGUNDO ABNT-NBR 14724) PROGRAMA

Leia mais

Manual para normalização de trabalhos técnicos científicos

Manual para normalização de trabalhos técnicos científicos Padrão FEAD de normalização Manual para normalização de trabalhos técnicos científicos Objetivo Visando padronizar os trabalhos científicos elaborados por alunos de nossa instituição Elaboramos este manual

Leia mais

REGRAS BÁSICAS PARA APRESENTAÇÃO FORMAL DE TRABALHOS

REGRAS BÁSICAS PARA APRESENTAÇÃO FORMAL DE TRABALHOS F A C UL DA DE DE P R E S I DE N T E V E N C E S L A U REGRAS BÁSICAS PARA APRESENTAÇÃO FORMAL DE TRABALHOS APRESENTAÇÃO GRÁFICA - CONFIGURAÇÃO DAS MARGENS Ir ao menu Arquivo, escolher a opção Configurar

Leia mais

NORMAS DE REDAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES

NORMAS DE REDAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/ DE 30 DE MAIO DE 2011/ PRODEMA-UFS DE Estas normas de redação foram definidas como diretrizes básicas pelo Colegiado do Núcleo de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente

Leia mais

universia.com.br/materia/img/tutoriais/ /01.jsp 1/1

universia.com.br/materia/img/tutoriais/ /01.jsp 1/1 5/12/2008 Monografias - Apresentação Fazer um trabalho acadêmico exige muito de qualquer pesquisador ou estudante. Além de todo esforço em torno do tema do trabalho, é fundamental ainda, adequá-lo às normas

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá. Pró-Reitoria de Pós-Graduação Curso de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas

Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá. Pró-Reitoria de Pós-Graduação Curso de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas Ministério da Educação Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Pós-Graduação Curso de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Segundo a NBR 15287:2011

Leia mais

ESTRUTURA DE UM TRABALHO MONOGRÁFICO (NBR 14724/2005)

ESTRUTURA DE UM TRABALHO MONOGRÁFICO (NBR 14724/2005) Errata Folha de Rosto Capa ESTRUTURA DE UM TRABALHO MONOGRÁFICO (NBR 14724/2005) Epígrafe Resumo L. estrangeira Resumo Agradecimentos Dedicatória Folha de Aprovação Anexos Apêndices Glossário Referências

Leia mais

Escola de Administração Biblioteca. Normas para elaboração do TCC

Escola de Administração Biblioteca. Normas para elaboração do TCC Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Administração Biblioteca Normas para elaboração do TCC O que é um Trabalho de Conclusão de Curso? O TCC, é um trabalho acadêmico feito sob a coordenação

Leia mais

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR SANT ANA LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS PONTA GROSSA 2011 LUCIO MAURO BRAGA MACHADO MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DA DISSERTAÇÃO CAMPINA GRANDE 2015 1 DISSERTAÇÃO A defesa pública da dissertação

Leia mais

Procedimentos para apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos

Procedimentos para apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos Procedimentos para apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos Maria Bernardete Martins Alves Marili I. Lopes Procedimentos para apresentação e normalização de trabalhos acadêmicos Módulo 3 Apresentação

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA UFSJ

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA UFSJ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ CAMPUS CENTRO OESTE DONA LINDU GUIA PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA UFSJ DIVINÓPOLIS MG 2009 O Trabalho de

Leia mais

Trabalhos Científicos Usuais: Caracterização e Estrutura

Trabalhos Científicos Usuais: Caracterização e Estrutura Trabalhos Científicos Usuais: Caracterização e Estrutura Iniciação à Pesquisa em Informática Profª MSc. Thelma E. C. Lopes e-mail: thelma@din.uem.br 2 Texto Científico: o que é? A elaboração do texto científico

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Unioeste PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Unioeste PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ - Unioeste PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS - PPGCA Normas para elaboração de Dissertações do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais MODELO

Leia mais

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GOIÁS IESGO FACULDADES IESGO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GOIÁS IESGO FACULDADES IESGO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GOIÁS IESGO FACULDADES IESGO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA MANUAL DE NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA FORMOSA/GO

Leia mais

Normas para Apresentação de Monografias

Normas para Apresentação de Monografias UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Normas para Apresentação de Monografias Campina Grande, dezembro 2010

Leia mais

Manual de Trabalho de Conclusão de Curso

Manual de Trabalho de Conclusão de Curso CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Manual de Trabalho de Conclusão de Curso Curso de Engenharia de Produção NATAL RN 2010 Apresentação O curso de Engenharia de Produção institui

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO Murilo Barros Alves 1 Maika Rodrigues Amorim 2 RESUMO Estas orientações têm por finalidade orientar os acadêmicos de Graduação da Faculdade de Imperatriz

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS DO CET/UnB

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS DO CET/UnB UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Centro de Excelência em Turismo MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS DO CET/UnB Por: Jakeline V. de Pádua APRESENTAÇÃO As páginas que se seguem especificam os princípios gerais

Leia mais

PIM I. Projeto Integrado Multidisciplinar

PIM I. Projeto Integrado Multidisciplinar PIM I Projeto Integrado Multidisciplinar PIM I - PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR TEMA: Descrição e Análise de Práticas de Gestão Organizacional em uma Empresa. OBJETIVOS: Favorecer aos alunos ingressantes

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS 2013

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS 2013 NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS 2013 Jaciara-MT COMPOSIÇÃO DA MONOGRAFIA MONOGRAFIA Recebe nº página CAPA FOLHA DE ROSTO FOLHA DE APROVAÇÃO DEDICATÓRIA (OPCIONAL) AGRADECIMENTO (OPCIONAL) EPIGRAFE

Leia mais

ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO

ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO ROTEIRO PARA CRIAÇÃO DE UM ARTIGO CIENTÍFICO Finalidade de um Artigo Científico Comunicar os resultados de pesquisas, idéias e debates de uma maneira clara, concisa e fidedigna. Servir de medida da produtividade

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA (UESB) DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS (DCE) CURSO DE MATÉMATICA VANÊIDE ROCHA DIAS RIBEIRO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA (UESB) DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS (DCE) CURSO DE MATÉMATICA VANÊIDE ROCHA DIAS RIBEIRO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA (UESB) DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS (DCE) CURSO DE MATÉMATICA VANÊIDE ROCHA DIAS RIBEIRO FORMATAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS (FTA) VITÓRIA DA CONQUISTA BA 2009

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO. REVISTA DiCA!

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO. REVISTA DiCA! CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE AGUDOS - FAAG BIBLIOTECA MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS PARA O PERIÓDICO REVISTA DiCA! Biblioteca - FAAG Tel. (14) 3262-9400 Ramal: 417 Email: biblioteca@faag.com.br http://www.faag.com.br/faculdade/biblioteca.php

Leia mais

DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II E III CIÊNCIAS CONTÁBEIS ACADÊMICOS

DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II E III CIÊNCIAS CONTÁBEIS ACADÊMICOS DISCIPLINA: PRÁTICA PROFISSIONAL E ESTÁGIO SUPERVISIONADO I, II E III CIÊNCIAS CONTÁBEIS APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS PROF. DR. MARCOS FRANCISCO R. SOUSA PROF. Me. CELSO LUCAS COTRIM APRESENTAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS 0 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS MANUAL PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PIRENÓPOLIS PIRENÓPOLIS 2012 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA - PPGBOT. ANEXO 1 Normas de editoração e estruturação de dissertações

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA - PPGBOT. ANEXO 1 Normas de editoração e estruturação de dissertações UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ - UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BOTÂNICA - PPGBOT ANEXO 1 Normas de editoração e estruturação de dissertações 1ª edição Ilhéus BA 2012 SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO

4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO 4 ESTRUTURA E APRESENTAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO Este capítulo visa a orientar a elaboração de artigos científicos para os cursos de graduação e de pós-graduação da FSG. Conforme a NBR 6022 (2003, p. 2),

Leia mais

Guia de Orientação para Apresentação de Projeto de Pesquisa para Alunos da FCC de acordo com as Normas da ABNT

Guia de Orientação para Apresentação de Projeto de Pesquisa para Alunos da FCC de acordo com as Normas da ABNT FACULDADE CRISTÃ DE CURITIBA Guia de Orientação para Apresentação de Projeto de Pesquisa para Alunos da FCC de acordo com as Normas da ABNT Elaborado pela bibliotecária Teresinha Teterycz - CRB 9 / 1171

Leia mais

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO

COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO 1 Modelo de Artigo de periódico baseado na NBR 6022, 2003. Título do artigo, centralizado. COMO ELABORAR UM ARTIGO CIENTÍFICO Maria Bernardete Martins Alves * Susana Margaret de Arruda ** Nome do (s) autor

Leia mais

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO MATERIAL DIDÁTICO DA ABNT

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO MATERIAL DIDÁTICO DA ABNT METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO MATERIAL DIDÁTICO DA ABNT www.abnt.org.br Objetivos da normalização Comunicação Simplificação Níveis de normalização Menos exigente (Genérica) INTERNACIONAL REGIONAL

Leia mais

NBR 14724/2011 ABNT NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 19/10/2011. Objetivo

NBR 14724/2011 ABNT NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 NBR 14724/2011 19/10/2011. Objetivo Objetivo ABNT Normas para elaboração de trabalhos científicos Esta Norma especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos, visando sua apresentação à instituição Estrutura Parte

Leia mais

ABNT NBR 15287 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação

ABNT NBR 15287 NORMA BRASILEIRA. Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15287 Primeira edição 30.12.2005 Válida a partir de 30.01.2006 Informação e documentação Projeto de pesquisa Apresentação Information and documentation Research project Presentation

Leia mais

NORMAS PARA PUBLICAÇÃO NA RECeT POLÍTICA EDITORIAL

NORMAS PARA PUBLICAÇÃO NA RECeT POLÍTICA EDITORIAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS PRESIDENTE EPITÁCIO CNPJ 10.882.594/0001-65 Al. José Ramos Júnior, 27-50, Jardim Tropical Presidente Epitácio

Leia mais

DIRETRIZES PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOENGENHARIA

DIRETRIZES PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOENGENHARIA 1 DIRETRIZES PARA A REDAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOENGENHARIA O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho, ou seja, o que não consta no texto destas

Leia mais

FEMPAR Fundação Escola do Ministério Público do Paraná NORMAS METODOLÓGICAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL DE MONOGRAFIA

FEMPAR Fundação Escola do Ministério Público do Paraná NORMAS METODOLÓGICAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL DE MONOGRAFIA FEMPAR Fundação Escola do Ministério Público do Paraná NORMAS METODOLÓGICAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL DE MONOGRAFIA CURITIBA 2012 SUMÁRIO 1. ESTRUTURA DA MONOGRAFIA...03 1.1. Elementos pré-textuais...03

Leia mais

MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL - RELATÓRIO DE ESTÁGIO

MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL - RELATÓRIO DE ESTÁGIO MODELO DE RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE GESTÃO AMBIENTAL Estrutura formal do relatório Estrutura Elemento Capa Folha de Rosto Pré-textuais Folha de Identificação Sumário 1. Introdução Textuais 2. Atividades

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA ABNT NBR 15287:2011. Especifica os princípios gerais para a elaboração de projetos de pesquisa

PROJETO DE PESQUISA ABNT NBR 15287:2011. Especifica os princípios gerais para a elaboração de projetos de pesquisa PROJETO DE PESQUISA ABNT NBR 15287:2011 Especifica os princípios gerais para a elaboração de projetos de pesquisa REFERÊNCIA NORMATIVA Documentos indispensáveis à aplicação deste documento ABNT NBR 6023

Leia mais

GESTÃO HOSPITALAR. PIM VI Projeto Integrado Multidisciplinar

GESTÃO HOSPITALAR. PIM VI Projeto Integrado Multidisciplinar GESTÃO HOSPITALAR PIM VI Projeto Integrado Multidisciplinar 1 PIM PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR TEMA: Elaborar um estudo acerca Estrutura e Funcionamento do Sistema de Saúde Pública e Privada no Brasil.

Leia mais

PROJETO MULDISCIPLINAR DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIESP FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros

PROJETO MULDISCIPLINAR DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIESP FACULDADE DO GUARUJÁ. Prof. Marat Guedes Barreiros PROJETO MULDISCIPLINAR DO CURSO DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIESP FACULDADE DO GUARUJÁ Prof. Marat Guedes Barreiros GUARUJÁ 2º semestre de 2013 PROJETO MULDISCIPLINAR Curso superior de BACHAREL em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA E DO AMBIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA E DO AMBIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BÁSICAS DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA AGRÍCOLA E DO AMBIENTE Comissão Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA CURSO: AGRONOMIA

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA CURSO: AGRONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO Av. Dom Manuel de Medeiros s/nº Dois Irmão, Recife PE Telefone: 3320-6203 ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA CURSO: AGRONOMIA I ESTRUTURA DO RELATÓRIO 1.1

Leia mais

MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA

MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA MODELO DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS Elaborado por Prof. Dr. Rodrigo Sampaio Fernandes Um projeto de pesquisa consiste em um documento no qual

Leia mais

TRABALHO ACADÊMICO. Apresentação gráfica

TRABALHO ACADÊMICO. Apresentação gráfica 2012 2 Núcleo de Apoio à Pesquisa na Graduação- NAP/UNIMAR Projeto de Pesquisa; Apresentação gráfica TRABALHO ACADÊMICO Apresentação gráfica Segundo normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas

Leia mais

AJES FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÀO DO VALE DO JURUENA E AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA

AJES FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÀO DO VALE DO JURUENA E AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA AJES FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÀO DO VALE DO JURUENA E AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA NORMAS DE APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS JUINA/MT JULHO/2009 SUMÁRIO Introdução...

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC. Título

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC. Título UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E HUMANAS Programa de Pós-Graduação em Biotecnociência Título Santo André dd/mm/aaaa Normas para Dissertações Mestrado em Biotecnociência - UFABC.

Leia mais

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA PESQUISA CIENTÍFICA

MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA PESQUISA CIENTÍFICA MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA PESQUISA CIENTÍFICA Toda pesquisa deve passar por uma fase preparatória de planejamento devendo-se estabelecer certas diretrizes de ação e fixar-se uma estratégia global.

Leia mais

FACULDADE DOM BOSCO. Credenciada através da Portaria nº 2.387, D.O.U. em 12/08/2004 Cornélio Procópio/Paraná MANUAL DE TRABALHO DE CURSO

FACULDADE DOM BOSCO. Credenciada através da Portaria nº 2.387, D.O.U. em 12/08/2004 Cornélio Procópio/Paraná MANUAL DE TRABALHO DE CURSO FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº 2.387, D.O.U. em 12/08/2004 Cornélio Procópio/Paraná MANUAL DE TRABALHO DE CURSO CORNÉLIO PROCÓPIO 2012 Como elaborar um TC 1 Introdução Objetiva-se

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO -TCC

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO -TCC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE QUÍMICA NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO -TCC 1 APRESENTAÇÃO As recomendações a seguir resumem os princípios para a elaboração

Leia mais

PADRÃO PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS

PADRÃO PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS 1. ESTRUTURA DA MONOGRAFIA PADRÃO PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS A estrutura de uma monografia compreende as seguintes partes: a) elementos pré-textuais; b) elementos textuais; c) elementos pós-textuais.

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR 2009.

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR 2009. FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CAMPO GRANDE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR 2009.2 Campo Grande, outubro de 2009. Versão 2/2009 1/18 SUMÁRIO:

Leia mais

Este manual visa orientar a padronização dos relatórios de estágio. Brasileira de Normas Técnicas - (ABNT), ensaiando-os e

Este manual visa orientar a padronização dos relatórios de estágio. Brasileira de Normas Técnicas - (ABNT), ensaiando-os e COMO FAZER O RELATÓRIO DE ESTÁGIO APRESENTAÇÃO Este manual visa orientar a padronização dos relatórios de estágio feitos pelos alunos do Colégio Agrícola Estadual Adroaldo Augusto Colombo, de acordo com

Leia mais

Manual de Metodologia: Relatório de Qualificação e Dissertação de Mestrado 1

Manual de Metodologia: Relatório de Qualificação e Dissertação de Mestrado 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DA MÍDIA PPgEM Maria Érica de Oliveira Lima

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS NA ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO

ORIENTAÇÕES BÁSICAS NA ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO FACULDADE DE DIREITO DE VARGINHA - FADIVA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PESQUISA E MONOGRAFIA PROFª Ms Mª AUXILIADORA PINTO COELHO FROTA MATÉRIA: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO ORIENTAÇÕES BÁSICAS NA ELABORAÇÃO

Leia mais

ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO

ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO ELABORAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO ORIENTAÇÕES BÁSICAS ESTRUTURA DO ARTIGO Regra geral um artigo possui a seguinte estrutura: 1.Título 2. Autor (es) 3. Resumo e Abstract 4. Palavras-chave; 5. Conteúdo (Introdução,

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETOS DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO/FAJ

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETOS DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO/FAJ Faculdade de Jussara FAJ Curso de Direito Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PRÉ-PROJETOS DE MONOGRAFIA DO CURSO DE DIREITO/FAJ Jussara 2013 APRESENTAÇÃO Este manual

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1,5 espaçamento entre as linhas CURSO xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Nome do Estagiário 2 espaços 1,5 Fonte 14 Fonte 14 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Fonte 16 COLOCADO NO CENTRO DA FOLHA LOCAL ANO Fonte

Leia mais

Apresentação e formatação de artigo em publicação periódica científica:

Apresentação e formatação de artigo em publicação periódica científica: Apresentação e formatação de artigo em publicação periódica científica: Conforme NBR 6022:2003 Seção de atendimento ao usuário - SISBI Outubro 2013 Normas técnicas Norma técnica é um documento estabelecido

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA FORMATAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

INSTRUÇÕES PARA FORMATAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE 1 INSTRUÇÕES PARA FORMATAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTRUÇÕES GERAIS: papel branco A4, fonte Arial tamanho 12, com espaçamento de 1,5 cm entre as linhas,

Leia mais

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE RESUMO E ARTIGO COMPLETO

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE RESUMO E ARTIGO COMPLETO NORMAS PARA SUBMISSÃO DE RESUMO E ARTIGO COMPLETO RESUMOS - Os resumos deverão ter no máximo 500 palavras. - A estrutura do resumo deverá conter, obrigatoriamente: problematização da pesquisa; objetivos;

Leia mais

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto.

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Pré-texto Capa Folha de Rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Sumário Texto

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGO EM PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA (NBR 6022:2003)

PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGO EM PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA (NBR 6022:2003) PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGO EM PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA (NBR 6022:2003) Maio de 2012. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Programa de capacitação. 2 NORMAS

Leia mais

FEMPAR FUNDAÇÃO ESCOLA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ NORMAS METODOLÓGICAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL DE ARTIGO

FEMPAR FUNDAÇÃO ESCOLA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ NORMAS METODOLÓGICAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL DE ARTIGO FEMPAR FUNDAÇÃO ESCOLA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ NORMAS METODOLÓGICAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL DE ARTIGO LONDRINA 2009 SUMÁRIO 1 ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO...01 1.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS...01

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP. FACULDADE (do aluno) CURSO. TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP. FACULDADE (do aluno) CURSO. TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP FACULDADE (do aluno) CURSO TÍTULO DO PROJETO Subtítulo do Projeto AUTOR DO PROJETO TÍTULO DO RELATÓRIO AUTOR(ES) DO RELATÓRIO SÃO PAULO 200_ NOTA PRÉVIA

Leia mais

FACULDADE PAN AMAZÔNICA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar I PIM I

FACULDADE PAN AMAZÔNICA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA. MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar I PIM I FACULDADE PAN AMAZÔNICA CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MANUAL ESPECÍFICO Projeto Integrado Multidisciplinar I PIM I Este manual atende todos os cursos de gestão 1º semestre, turmas ingressantes em fevereiro

Leia mais