Palavras-chave: Psicologia Comunitária, Crianças, Cooperação.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chave: Psicologia Comunitária, Crianças, Cooperação."

Transcrição

1 Resumo: Este trabalho é fruto de um relatório de estágio desenvolvido na área de Psicologia Comunitária. Tal área propõe o trabalho com grupos, com o objetivo de resgatar as histórias de vida dos sujeitos, para que estes possam tornar-se protagonistas de suas histórias, ou seja, indivíduos capazes de resolver seus problemas, para que assim, tenham a oportunidade de melhorar suas vidas, bem como a de suas comunidades. O estágio foi realizado em uma escola pública, nas oficinas de arte-educação, desenvolvidas por arte-educadores contratados pela organização não-governamental a qual a universidade mantém convênio. Foi observada uma demanda inicial junto aos arte-educadores, caracterizada pela falta de diálogo entre estes e as instituições envolvidas: a escola e a ONG que os contrata. A partir dela, foi elaborado um projeto de intervenção com a arte-educadora acompanhada pelas estagiárias, com o objetivo de proporcionar à profissional, um espaço no qual pudessem ser discutidas as experiências vivenciadas por ela em seu cotidiano com as crianças; tais discussões teriam por base, a realização de uma interface entre teorias da Psicologia e da Educação. Porém, percebeu-se a dificuldade da arte-educadora em participar deste projeto e assim, procurou-se atender a outras demandas observadas, desta vez, junto às crianças da turma desta educadora. O objetivo deste segundo projeto foi desenvolver o tema da cooperação, visando proporcionar uma melhor convivência entre as crianças e entre estas e a arte-educadora. A intervenção ocorreu durante 14 semanas, com dois grupos de aproximadamente 12 crianças, cujos encontros foram alternados quinzenalmente. Os recursos utilizados foram: materiais gráficos e áudio-visuais. Ao final, percebeu-se que o grupo conseguiu apropriar-se do conceito de cooperação, fato que ficou evidenciado pela diminuição dos conflitos existentes entre as crianças e pela maior capacidade delas de compartilhar os materiais. Paralelamente à intervenção com as crianças, percebeu-se a necessidade de continuação do estágio e de uma intervenção dirigida à relação entre os arte-educadores e a instituição, visto que foram observadas nas reuniões e em relatados feitos pelos educadores, uma falta de espaço para discutir as dificuldades, bem como para favorecer a realização de um planejamento de oficinas que leve mais em conta a habilidades e o desejos dos arte-educadores. O que fica evidente é que não importa se a intervenção é realizada com as crianças ou com os educadores, pois os benefícios que ela traz, afetam positivamente as relações entre ambos. Palavras-chave: Psicologia Comunitária, Crianças, Cooperação.

2 FACILITANDO A COOPERAÇÃO: RELATO DE ESTÁGIO DE PSICOLOGIA COMUNITÁRIA COM CRIANÇAS Renata Pereira da Silva Renata Rossi Supervisora: Prof. Adriana Rodrigues Domingues

3 1 INTRODUÇÃO Este trabalho relata um estágio de intervenção baseado nos pressupostos teóricopráticos da Psicologia Comunitária. Esta é uma área da psicologia na qual o profissional atua com o objetivo de realizar um trabalho que promova a mudança das condições sociais de uma determinada população ou grupo de indivíduos, mas mais ainda, o que se busca realizar é um trabalho no qual o psicólogo tenha o papel de facilitador para que o grupo em questão descubra novas maneiras de relacionar-se entre si, para que, assim, aprendam a resolver seus problemas de forma mais consciente e autônoma e possam tornar-se protagonistas e agentes de sua própria história de vida. Mas, para que este trabalho seja efetivo, é necessário que ele seja realizado em conjunto com os sujeitos envolvidos, para que ele faça sentido tanto para o grupo quanto para os profissionais que o realizarão. Assim, como primeira parte do trabalho, a Psicologia Comunitária propõe que o profissional use dos instrumentos de que dispõe, como por exemplo, as entrevistas e a observação, para conhecer o espaço no qual irá trabalhar. O psicólogo deve evitar pré-julgamentos ou definir objetivos a priori, mas por outro lado, deve aproveitar o momento inicial para construir vínculo com as pessoas envolvidas, pois este é um grande facilitador do trabalho. O estágio foi realizado na EMEI PABL 1, cuja porta de entrada das estagiárias foi a AM, uma organização não-governamental (ONG) que possui um convênio de estágio com a Universidade Presbiteriana Mackenzie e que realiza um trabalho de arte-educação com as crianças da escola no horário posterior ou anterior à educação formal. A princípio, o trabalho das estagiárias foi conhecer a forma de funcionamento e as relações das duas instituições envolvidas a escola e a ONG, bem como, a maneira como ambas relacionam-se entre si. Os arte-educadores da AM realizam oficinas destinadas às crianças que ficam o dia todo na escola. Durante as observações iniciais realizadas, pôde ser percebido que os arteeducadores encontram dificuldades geradas por vários fatores para realizar este trabalho, como por exemplo, o espaço físico da escola e o grande número de crianças em cada turma: o pátio da escola é pequeno e as salas de aula localizam-se ao redor, assim, as turmas não 1 Os nomes das instituições e pessoas envolvidas no estágio foram abreviados para evitar a identificação dos mesmos.

4 podem utilizá-lo ao mesmo tempo e as atividades realizadas fora prejudicam as realizadas dentro das salas, devido ao barulho das crianças no pátio. Porém, pareceu às estagiárias que a maior dificuldade dos arte-educadores está situada na maneira como se dão as relações entre eles, a AM e a direção da escola, além da relação entre eles e os professores do período regular de aulas. Através da participação em algumas reuniões na ONG e das falas de alguns arte-educadores, percebeu-se que a ONG possui uma grande necessidade de controlar o trabalho dos arte-educadores, tal necessidade tende a transformar os estagiários quase como agentes deste controle, na medida em que pedem a estes relatórios que descrevam o que acontece nas oficinas. No entanto, isso ocorre de forma velada: a ONG parece preocupar-se com as dificuldades encontradas tanto pelos arteeducadores quanto pelos estagiários e para discuti-las, organiza supervisões quinzenais, porém, o que ocorre de fato, é que o espaço destes encontros não é aproveitado e torna-se dispensável para os arte-educadores e estagiários. A AM parece estar muito mais preocupada em atender as exigências da escola e com isso, acaba deixando de levar em conta as capacidades e as idéias dos arte-educadores. Uma das principais exigências da escola é que os arte-educadores realizem atividades que sejam diferentes das que ocorrem no período regular de aulas, assim, a todo momento, os arteeducadores são solicitados pela ONG para que modifiquem seu modo de trabalhar. Não ocorre entre escola e arte-educadores um diálogo direto, todos os pedidos da escola são enviados à ONG que os repassa aos arte-educadores. Estes, por sua vez, queixam-se de que a direção da escola não tem um conhecimento adequado sobre quais são as atividades realizadas por eles, pois nunca conversaram diretamente sobre isso. Assim, para os arte-educadores, as constantes exigências de mudanças são injustas e acabam por prejudicar o trabalho e desmotivar o profissional. Outro aspecto que também surgiu durante as observações realizadas pelas estagiárias diz respeito ao modo como se estabelecem as relações entre os arte-educadores e os professores da escola, permeadas por uma grande competição entre eles: é como se os primeiros sentissem que seu espaço é invadido pelos arte-educadores. Durante as oficinas, as crianças não podem utilizar os materiais a que têm acesso com os professores durante o período regular de aulas; os professores, por muitas vezes, criticam os arte-educadores alegando que estes deixaram as salas sujas, por exemplo. Foi neste ambiente que as estagiárias tiveram que se inserir a fim de realizarem seu estágio. Conseguiram constituir com os coordenadores da ONG uma relação cordial: apesar das constantes tentativas destes de controlar, receberam bem as propostas apresentadas e não

5 se opuseram a sua realização. Com os professores e diretores da escola, a relação também era cordial, porém distante. Com uma das arte-educadoras cujas oficinas foram acompanhadas, pôde ser constituído um vínculo mais próximo. Porém, no início, a arte-educadora sentia-se muito ameaçada com a presença das estagiárias, a todo momento justificava suas ações com as crianças e, na tentativa de manter o controle da situação, colocava as estagiárias como suas ajudantes e pedia-lhes para brincar com as crianças. Com o passar do tempo, no entanto, foi possível estabelecer-se um vínculo de confiança e a arte-educadora passou a dividir com as estagiárias, suas dúvidas e dificuldades, porém, o sentimento de ameaça, muito embora diminuído, não deixou de existir. O relacionamento entre as estagiárias e as crianças que faziam parte das oficinas foi construído muito facilmente: rapidamente as crianças aproximaram-se e apegaram-se às estagiárias e vice-versa. Com base em todos estes dados, em um primeiro momento, a idéia foi realizar um trabalho com a arte-educadora, no qual ela pudesse falar de suas dificuldades e dúvidas referentes ao dia-a-dia com as crianças e pudesse encontrar espaço para analisar as dificuldades institucionais que atravessavam seu trabalho. Os aspectos trazidos pela arteeducadora seriam discutidos com as estagiárias à luz de teorias tanto da psicologia como da educação. Com este trabalho, tinha-se o objetivo de beneficiar também as crianças, já que as discussões poderiam modificar a maneira como a arte-educadora relacionava-se com a turma. Embora a arte-educadora tivesse se mostrado interessada em participar, não foi possível conciliar os horários dela e das estagiárias, pois a profissional dizia que estava com um acúmulo muito grande de outras atividades. Sendo assim, houve a necessidade de pensar em uma nova forma de atuação, desta vez destinada às crianças que faziam parte da turma da arte-educadora. Baseadas na observação realizadas da forma como funcionavam as oficinas, das preferências e necessidades das crianças, bem como da maneira como elas relacionavam-se entre si, pôde ser constatado que as crianças, embora se relacionassem bem, eram bastante individualistas e competitivas. Desta forma, as estagiárias elaboraram um projeto cujo principal objetivo era trabalhar o conceito de cooperação. Seguindo os passos de atuação propostos pela Psicologia Comunitária, as estagiárias conseguiram identificar as demandas existentes no grupo de trabalho e, a partir delas, desenvolveu-se um projeto que possibilitou o trabalho em conjunto e que certamente, contribuiu de alguma forma para um melhor desenvolvimento das crianças. Nos itens a seguir,

6 segue mais detalhadamente, como se deu a realização do projeto e quais foram os resultados obtidos, bem como as dificuldades enfrentadas pelas estagiárias durante a execução. 2 APRESENTAÇÃO DO LOCAL E DAS CONDIÇÕES EM QUE A ATIVIDADE DE ESTÁGIO ACONTECEU O estágio ocorreu durante o ano de 2008, durante os meses de março a novembro. Neste período foram realizadas vinte e três visitas à escola e seis reuniões ocorridas na sede da AM. Portanto, somadas as visitas e as reuniões, o estágio encerrou-se após vinte e nove encontros. As visitas a escola eram realizadas às segundas-feiras e tinham duração de duas horas e meia, em média. O estágio foi dividido em duas etapas: no primeiro semestre do ano, as estagiárias realizaram um diagnóstico institucional, levando em consideração tanto aspectos observados na escola PABL, quanto na AM. Tal diagnóstico tinha por objetivo, reconhecer as principais demandas, para que um projeto de intervenção pudesse ser proposto e realizado. Porém, por uma dificuldade de execução do projeto inicial junto a arte-educadora, foi elaborada outra proposta de intervenção junto às crianças. Nas visitas realizadas à escola, inicialmente, as estagiárias acompanhavam apenas a turma de uma arte-educadora, seguindo o critério de divisão de estagiários da AM. A partir do mês de setembro, porém, instalou-se na escola um esquema de rodízio entre os arteeducadores, no qual a cada semana, durante uma hora, cada arte-educador dirigia-se para uma turma diferente e retornava para sua própria sala quando esta hora se encerrasse. Desta forma, as estagiárias puderam ter contato com todas as turmas que realizavam as oficinas. A turma com a qual as intervenções foram realizadas era formada por uma média de trinta crianças de ambos os sexos, com idades entre cinco e seis anos. As intervenções ocorriam sempre a partir da segunda hora da oficina, momento no qual a arte-educadora e as estagiárias retornavam à sala. A turma era então, dividida: uma parte permanecia com a arteeducadora e a outra parte dirigia-se para uma outra sala com as estagiárias. A atividade realizada com a primeira parte da turma era sempre repetida com a segunda na semana seguinte, para que assim, todas as crianças tivessem oportunidade de participar. Optou-se por dividir a turma devido ao grande número de crianças, aspecto que interfere na realização das atividades, podendo até mesmo comprometê-las. Assim, a divisão foi feita pensando em promover às crianças um melhor aproveitamento das atividades e também, para que a arteeducadora não se sentisse excluída, retirada de seu espaço e de sua autoridade.

7 As intervenções eram realizadas em uma sala que foi reservada pelas estagiárias, com a autorização do assistente de direção da escola. Ao final de cada atividade, as crianças eram levadas de volta à sala onde ficavam originalmente e depois, as estagiárias voltavam à sala que utilizavam a fim de organizá-la. Apenas em uma ocasião a intervenção não pôde ser realizada, pois a sala que era sempre utilizada não estava disponível, pois já havia sido limpa pelas faxineiras da escola. Porém, após uma conversa na qual as estagiárias pediram para que as faxineiras limpassem a sala somente após as 17 horas, horário que se encerravam as intervenções, isto não voltou mais a acontecer. Na primeira quinzena do mês de outubro, a arte-educadora que as estagiárias acompanhavam foi demitida pela AM 2 e a turma passou a ser acompanhada por uma arteeducadora que já atuava na escola e que, portanto, já era conhecida das estagiárias. A arteeducadora não se opôs ou interferiu na realização da intervenção, que pôde continuar normalmente. De modo geral, pode-se dizer que os estágios ocorreram sem maiores problemas. Mais detalhes de como se deu sua realização, seguem nos itens subseqüentes. 3 DESCRIÇÃO DO TRABALHO O trabalho realizado com as crianças tinha como objetivo principal trabalhar a cooperação, já que através do diagnóstico institucional realizado no semestre anterior, verificou-se que a relação entre elas era permeada pela competição e anulação do outro. A proposta realizada com as crianças teve como eixo norteador a Psicologia Comunitária, proposta esta que tem por objetivo promover uma maior integração entre os grupos e trabalhar a conscientização através de experiências coletivas. As intervenções eram realizadas em grupos, pois para Bleger (1989), o psicólogo deve passar da atividade psicoterápica (com ênfase na doença/cura) para a psico-higiene (promoção da saúde) e, desta forma, promover uma mudança do enfoque que deixa de ser individual para ser social. O autor afirma que essa mudança de enfoque exige que se desenvolvam novos instrumentos de trabalho, os quais só podem ser construídos através da tarefa e por isso, as 2 A situação da demissão da arte-educadora será analisada posteriormente.

8 intervenções realizadas eram planejadas com base na intervenção anterior, a partir de temas e questões surgidas nestes. Ainda de acordo com Bleger (1989), a instituição permite que o indivíduo se enriqueça ou se empobreça e se esvazie como ser humano, assim, os psicólogos que atuam em instituições devem realizar tarefas que sirvam de meios para enriquecer e desenvolver os sujeitos. Na sociedade atual, a escola é a responsável pelo reconhecimento da constituição do cidadão produtivo; é através da educação formal que o sujeito se legitima na sociedade; é através da parceria entre a família e a escola, a criança aprende o funcionamento do sistema social. Sem a escola, o cidadão não conseguiria crescer ajustado ao sistema, porém toda essa tradutibilidade gera também um aprisionamento - desde pequenas, as pessoas aprendem o que é certo e errado, a ocupar papéis e tudo acaba tornando-se natural. As pessoas perdem a capacidade de fazer análises críticas sobre as coisas, e assim, as tradições podem se manter. No entanto, a educação enquanto processo não é linear, não segue a lógica da causa e efeito; ela permite o movimento, a reflexão, a desconstrução, a criação e a inclusão do novo; ela acaba com as dicotomias entre teoria e prática, sujeito e objeto, construindo assim, uma nova maneira de relacionamento entre as pessoas. Sendo assim, a intervenção proposta, tinha por objetivo também, criar um espaço onde as crianças pudessem ser mais autônomas e criativas (ROCHA, 2000). As experiências das crianças na escola são de extrema importância na constituição desses indivíduos. Segundo Cord (1997), a escola possui um papel social e um espaço pertinente à articulação de práticas positivas que visem a promoção de cidadania. Segundo Heller (1985 apud CORD, 1997), a constituição do pequeno grupo é um momento importante de passagem da particularidade para a individualidade e, portanto, para o próprio processo de mudanças sociais radicais. Se a construção do conhecimento é forjada em experiências grupais de inter-ação, considerou-se como parte dessa construção o aprender sobre essas experiências (CORD, 1997, p. 156). Assim, o grupo torna-se um elemento mediador na produção de normas e usos sociais, um micro-universo organicamente articulado à realidade social mais ampla. De acordo com Vygotsky (1984 apud CORD, 1997, p. 163), todas as funções do desenvolvimento da criança aparecem duas vezes: primeiro no nível social e, depois, no nível individual, primeiro entre pessoas (interpsicológica) e, depois, no interior da criança (intrapsicológica). É função do educador intervir no processo de apropriação do indivíduo das funções interpsicológicas que estão presentes nas relações sociais, o que possibilita que estas sejam transformadas em funções intrapsicológicas.

9 O estilo de mediação do educador resulta em mudanças no movimento do grupo que facilitam ou dificultam o processo de construção de atitudes mais cooperativas e autônomas ou mais competitivas e dependentes por parte dos componentes da classe. Alguns educadores se preocupam mais com o controle dos corpos, ritmos, da fala e do silêncio, ou seja, valorizam a disciplinarização dos alunos. Outros valorizam a criatividade, a espontaneidade, sendo que as crianças podem desempenhar seu papel de forma mais autônoma e criativa; tal experiência constitue um processo em que o grupo assume formas mais dinâmicas, pautadas na cooperação. No entanto, as experiências que têm um processo de construção grupal baseado em relações de competitividade e dependência, fazem com que as crianças tendam a desempenhar papéis mais rígidos e esteriotipados (CORD, 1997). Na vivência dos grupos se está constantemente aprendendo a aprender, isto é, a organizar e significar experiências, emoções e pensamentos; pode-se depreender que esta é uma aprendizagem implícita, profunda e estruturante do sujeito enquanto sujeito cognoscente. É preciso considerar que esses processos se imbricam na formação da subjetividade, constituindo modalidades de ser-no-mundo, bem como formas de entendimento de como o mundo é (CORD 1997). Assim, pensando no papel social que a escola tem e na importância da interação na construção do conhecimento e de valores sociais, foi que se optou por trabalhar o valor da cooperação entre as crianças. Correia (2006) afirma que a competição não apenas reforça a relação de dominação entre perdedores e ganhadores, mas também tenta justificar e banalizar essa relação. As classes desfavorecidas acabam aceitando a condição de dominação como natural. Segundo Maturana (2002 apud CORREIA, 2006), a competição é um fenômeno cultural e não biológico e se constitui na negação do outro. Os jogos cooperativos buscam eliminar o confronto, a disputa, a vitória a qualquer custo e evidencia valores como cooperação, respeito mútuo, alegria e união. Busca-se, através desses jogos, a formação de valores mais humanitários (CORREIA, 2006). Os jogos cooperativos são uma importante proposta para valorizar a solidariedade, enquanto que nos jogos competitivos, os objetivos são mutuamente exclusivos, só alguns se beneficiam e as ações são individualistas. Jogos como esse são muito presentes nas escolas porque são uma representação dos valores sociais vigentes na cultura. Portanto, os jogos cooperativos se tornam uma importante ferramenta para se romper com esse paradigma, considerando que as experiências sociais da criança são importantes e influenciam no

10 processo de formação de valores e princípios. Através da interação entre elas, pode-se afirmar a individualidade, o egoísmo e a competição ou a cooperação, o coletivismo e a solidariedade. Segundo Correia (2006), através dos jogos cooperativos é possível aproximar as pessoas. Para Orlick, não é possível manter um ambiente humanitário ao se reproduzir um sistema social que se baseia em recompensas e punições. O autor diz ainda que devemos trabalhar para mudar o sistema de valores, de modo que as pessoas controlem seus próprios comportamentos e comecem a se considerar membros cooperativos da família humana. (...) Talvez, se alguns adultos mais destruidores hoje, tivessem sido, quando crianças, expostos ao afeto, à aceitação e aos valores humanos, o que tento promover com os jogos cooperativos, teriam crescido em outra direção (Orlick, 1989 apud Correia, 2006, p. 43). Brotto (2000 apud CORREIA, 2006) afirma que as formas de percepção, vivência e ação nos jogos cooperativos são princípios de que tem para todos, os objetivos são comuns e não exclusivos, se ganha com o outro e não do outro, a confiança é mutua, todos fazem parte, ninguém fica excluído, há solidariedade e não rivalidade, e a diversão é para todos e não a custa de alguns. Desta forma, as estagiárias elaboraram as atividades a serem realizadas com as crianças baseadas nesses pressupostos. As intervenções tinham sempre o objetivo de proporcionar que as crianças estivessem juntas, compartilhando os materiais e as tarefas em vez de competir entre elas. Foram realizadas duas modalidades principais de atividades: atividades gráficas (desenhar, pintar, compor) e jogos cooperativos. Os jogos cooperativos foram utilizados em menor proporção, já que se percebeu um maior interesse das crianças por atividades gráficas. Mais detalhes sobre as intervenções realizadas se encontram no próximo tópico, em que se faz uma apreciação sobre o desenrolar das atividades. 4 APRECIAÇÃO SOBRE O DESENROLAR DAS ATIVIDADES E DOS DESAFIOS ENFRENTADOS O primeiro semestre da realização do estágio, no qual ocorreram as observações que possibilitaram a identificação das demandas e, a partir delas, a criação de um projeto de intervenção, encerrou-se com uma devolutiva na qual o projeto foi apresentado tanto para a AM quanto para a arte-educadora a quem ele era destinado. A partir desse diagnóstico, chegou-se a conclusão de que tanto a AM, quanto a escola apresentavam dificuldades nas relações que podiam ser trabalhadas por um psicólogo

11 comunitário. Dentre elas estavam: o desamparo dos arte-educadores frente as dificuldades de trabalho, já que não havia um espaço onde pudessem efetivamente compartilhar seus conhecimentos e construir um saber coletivo; as dificuldades de relação entre a direção da escola e os arte educadores, já que acabava por haver um trabalho dissociado, em que a escola considerava que o trabalho realizado não era o esperado e os arte-educadores sentiam falta de reconhecimento no que realizavam, sendo que não havia um diálogo entre eles; a dificuldade na relação entre os arte-educadores e a AM, pois, apesar de haver reuniões pedagógicas para os arte educadores, percebeu-se que esse não era um espaço que permitia que os conflitos surgissem e fossem elaborados, as reuniões acabavam por se tornar mais uma dentre todas as outras obrigações do arte-educador. Essas dificuldades de relação sugeriram às estagiárias, que existiam várias demandas que necessitariam de um psicólogo comunitário atuando como um facilitador, a fim de se propiciar uma maior integração entre todas as partes envolvidas na realização do projeto. A princípio, a AM aprovou o projeto, mas na primeira reunião realizada no segundo semestre, colocou a ressalva de que a realização do projeto dependeria da disponibilidade da arte-educadora em ceder uma hora de seu tempo para a intervenção; a ONG disse também, que este deveria ser um acordo feito diretamente entre as estagiárias e a educadora, sem a possibilidade de haver qualquer envolvimento da instituição, no sentido de remunerar a arteeducadora pela hora dispensada à participação no projeto. Sendo assim, as duas primeiras visitas realizadas à escola no segundo semestre do estágio tiveram o objetivo de retomar o contato com a arte-educadora e com as crianças, mas também, foram destinadas a conversar com a profissional a fim de combinarem-se os dias e horários da intervenção. Quando soube do projeto, no semestre anterior, a educadora considerou-o bastante interessante, no entanto, durante as duas primeiras visitas, ela mostrouse um tanto resistente em falar no assunto: organizava as atividades com as crianças de modo a manter-se ocupada e não comparecia ao horário combinado. Foi somente na terceira visita que se conseguiu conversar com ela a este respeito e então, a profissional respondeu que, apesar de achar o projeto interessante e ter interesse em participar, não poderia fazê-lo pois não possuia tempo disponível para isso. Como as estagiárias já contavam com tal possibilidade, devido ao movimento da arteeducadora nas semanas anteriores, haviam pensado em outro projeto a ser realizado com as crianças e, nesta mesma conversa, foi perguntado a ela sua opinião a respeito da realização da intervenção com sua turma, a qual ela não se opôs. Então, ficou combinado que as atividades iniciar-se-iam na semana seguinte.

12 O projeto realizado com as crianças foi sendo construído ao longo de sua execução, porém, com base nas observações realizadas anteriormente, considerou-se um objetivo principal: trabalhar a cooperação e proporcionar um ambiente onde não precisasse haver competitividade. Os meios utilizados na tentativa de atingir tais objetivos também foram escolhidos a partir das observações. Através delas, pôde-se perceber que a turma gostava da utilização de recursos como histórias e materiais gráficos, além de gostarem de jogos corporais e materiais como bexigas e massinhas. Com a utilização destes recursos, o conceito e a importância da cooperação, bem como a questão de que é possível divertir-se sem competir foi enfatizado em todas as intervenções. Mas, além disto, também foram trabalhados alguns temas paralelos a estes e que surgiram ao longo da realização das intervenções. Um exemplo foi o tema do preconceito. As estagiárias decidiram encerrar a intervenção abordando tal temática devido a um fato ocorrido durante a realização de uma das atividades, nela, as crianças deveriam pintar em duplas, mas um dos meninos não foi aceito como dupla por dois dos colegas pelo fato de usar óculos: os colegas alegaram que ele não enxergava direito e, portanto, não pintava bem, o que faria com que o desenho ficasse feio. Foram realizadas, ao todo, três atividades diferentes, mais a devolutiva. Cada atividade com cada um dos grupos durava dois encontros, pois o tempo de uma hora, que tinha sido combinado com a arte-educadora, a princípio, foi diminuído logo na primeira atividade para uma média de 45 minutos: a arte-educadora chegou a interromper a atividade, em alguns momentos, alegando que as crianças deveriam retornar à sala, pois seria iniciado o horário de saída. Essa diminuição do tempo, somada à dificuldade das estagiárias em acalmar as crianças para que o trabalho pudesse ser iniciado, fez com que cada atividade tivesse que durar dois encontros, o que diminuiu o número total de atividades possíveis de serem realizadas. O primeiro dia das intervenções se iniciou com a realização do contrato, no qual foi explicado às crianças que elas realizariam atividades conosco a cada quinze dias. Após isso, foi feita uma rápida apresentação, na qual cada criança deveria dizer o nome do colega que estivesse ao seu lado. Como as crianças já se conheciam, a apresentação facilitou que as estagiárias pudessem certificar-se dos nomes de cada criança e para que as crianças pudessem perceber o outro. Em seguida, foi contada uma história, esta era interrompida a cada momento e as crianças eram estimuladas a darem suas opiniões a respeito do que aconteceria a seguir. Quando a narrativa terminou, foi solicitado que as crianças desenhassem a parte da história que mais houvesse chamado sua atenção: neste momento, as estagiárias grudaram várias cartolinas uma a outra, formando um grande espaço para o desenho; as crianças deveriam

13 dividir este espaço, bem como os materiais gráficos disponíveis para realizarem seus desenhos. Para encerrar, foi proposto que as crianças brincassem de vivo ou morto, mas aquele que errasse não era desclassificado da brincadeira. Esta intervenção teve como objetivo estimular a criatividade e a imaginação das crianças, por isso, foi-lhes pedido que dessem suas opiniões a respeito do que aconteceria na história. A realização dos desenhos também possuiu este objetivo, mas com ela, o que se quis trabalhar principalmente, foi a cooperação, a necessidade de perceber seu próprio espaço e respeitar o do outro e o compartilhar tanto do espaço, quanto dos materiais. A retirada da regra da desclassificação da brincadeira de vivo ou morto teve como objetivo proporcionar às crianças um ambiente não competitivo, no qual elas pudessem apenas brincar juntas. Na segunda atividade do projeto, as estagiárias contaram às crianças outra história que trabalhava diretamente com o tema da cooperação. Foi através da história que se explicou a elas o conceito de cooperação e iniciou-se uma discussão sobre o tema, na qual as crianças contaram momentos em que cooperaram com outras pessoas. Em seguida, foi pedido para que as crianças formassem duplas e distribuiu-se para cada dupla, um desenho que representava uma das partes da história; solicitou-se que as duplas deveriam pintar as cenas e, ao final, todas foram coladas em uma cartolina e foi enfatizado com as crianças a importância de se trabalhar em equipe, pois o trabalho de cada um, quando foi somado ao de todos foi capaz de reconstruir a história. Por fim, as crianças tiveram a oportunidade de escolher entre fazer uma brincadeira usando bexiga, na qual deveriam passá-la um ao outro sem deixar cair no chão ou se queriam continuar desenhando. Cada criança teve a possibilidade de fazer o que quisesse, dentro destas opções. Isto foi feito com a intenção de estimular a autonomia e a capacidade de escolha da turma. A última atividade tinha como objetivo trabalhar o preconceito, devido à ocorrência do fato já citado anteriormente envolvendo as crianças, mas pretendia também trabalhar a cooperação. Para isto, as estagiárias levaram uma gravação em áudio da história do patinho feio, as crianças deveriam ouvi-la deitadas em colchonetes no chão, numa tentativa de criar um ambiente mais calmo, no qual pudessem prestar mais atenção à história. No entanto, devido ao fato de as crianças terem assistido um filme na oficina de outro arte-educador, isso não foi possível, as crianças não conseguiam se concentrar e ouvir a história, já que estavam muito agitadas, por isso, suspendemos a atividade e optamos por realizar naquele dia jogos cooperativos que os permitissem movimentar-se pela sala. Após a história, pretendíamos realizar uma rápida discussão sobre a história, enfatizando a importância de respeitarem as

14 diferenças existentes entre as pessoas e como uma forma de ilustrar essa discussão, seria realizada uma dinâmica, na qual cada criança recebia um cartão com um desenho e deveria procurar entre os colegas, aquele que tivesse o desenho igual. No entanto, não havia desenhos iguais, o que reforçaria o fato de que as pessoas são todas diferentes e, por isso, devem ser respeitadas. Diante da agitação das crianças, optou-se por realizar outros jogos, então, realizou-se a dança da cadeira cooperativa, que é uma variação da brincadeira original, em que as cadeiras vão sendo retiradas a cada rodada, mas nenhuma criança é eliminada, devendo o grupo arrumar formas para que todos consigam se sentar. Em seguida, as estagiárias encheram duas bexigas e propuseram ao grupo um jogo em que as crianças não deveriam deixar que a bexiga caísse. Para completar essa última atividade, as crianças foram divididas em subgrupos de 4 alunos, em média, e cada grupo enfeitou as cenas da história utilizando massa de modelar. O fato de não terem ouvido a história inteira no encontro anterior, não representou um empecilho para que essa atividade fosse realidade, já que as crianças conheciam a história completa. A devolutiva para os dois grupos e para a professora, se deu na última visita à escola. Com a arte-educadora, foi explicado um pouco sobre o trabalho, além de apontar aspectos positivos de sua atuação com as crianças, como o fato dela reforçar a autonomia das crianças, permitindo que elas criem brincadeiras em vez de impor as atividades que ela deseja que as crianças façam e não aceitar que os colegas contem a ela o que a outra fez de errado, para que a mesma seja punida. Além disso, também se elogiou o fato da arte-educadora reforçar o estar junto, ao unir a mesa para que as crianças realizem as atividades. Em seguida, entregou-se um relatório, que seria entregue também a ONG e pediu-se que ele fosse lido, para que ela pudesse ver se continha algo que ela achasse que pudesse comprometer seu trabalho. A arteeducadora concordou com tudo e gostou das observações feitas com relação à falta de infraestrutura da escola e a falta de espaço dos arte-educadores na escola. Com as crianças, a devolutiva aconteceu nesse mesmo dia. A turma foi dividida em duas e a arte-educadora suspendeu o seu rodízio para que as estagiárias pudessem ficar com as crianças o tempo necessário. Na devolutiva, relembrou-se que era o último dia em que as estagiárias estariam ali e que o objetivo do projeto era o de fazer atividades em que eles pudessem brincar juntos, sem brigar, compartilhando os materiais, o espaço. Inicialmente, foi feita uma brincadeira em que cada criança deveria pular igual pipoca e quando a música parasse, cada criança deveria se unir com outra criança e pular junto, quando a música parasse novamente, cada dupla se unia com outra dupla e assim sucessivamente, até todo o grupo

15 estar pulando unido. Em seguida, foi realizada uma atividade gráfica, em que as crianças deveriam pintar juntas, uma faixa em que estava escrito cooperação. Após isso, elas se uniam para segurar a faixa, para que o trabalho feito pudesse ser fotografado. Quanto às reuniões na sede da AM, como dito anteriormente, ocorreram seis durante o ano de Na primeira de cada semestre, ocorreu a apresentação dos novos estagiários que iriam iniciar seus estágios na ONG, bem como o encaixe destes nas vagas existentes. Na primeira reunião do segundo semestre, os estagiários que já iniciaram os estágios no semestre anterior tiveram a oportunidade de conversar com L., a nova coordenadora dos estagiários a respeito de seus projetos. A segunda reunião (de cada semestre) tinha como objetivo que os estagiários contassem o que estava acontecendo nos estágios para que as dificuldades fossem trazidas e discutidas. A terceira e última reunião, realizada no final de cada do semestre, teve como objetivo discutir como os estágios foram encerrados e foi o momento em que se deu a devolutiva para a instituição. A devolutiva foi dada para a supervisora de projetos e foi bem aceita por ela, que concordou com a falta de espaço na escola para os arte-educadores. Ela ainda reforçou que as estagiárias haviam proporcionado que as crianças se relacionassem cooperativamente e que viver na prática uma experiência como essa, proporcionava mais aprendizado do que dizer a elas que elas devem respeitar umas as outras. Participando das reuniões, as estagiárias puderam perceber que elas poderiam ser muito mais interessantes se o espaço fosse melhor aproveitado. Como já foi dito anteriormente, a instituição possui uma grande necessidade de controlar as coisas, tudo o que acontece nas reuniões fica muito centrado nos coordenadores da ONG: eles precisam saber de tudo e têm a necessidade de dar sempre a última palavra a respeito de tudo. Tal postura limita as discussões, que ficam muito mais centradas no interesse que a AM tem de saber como estão as oficinas e os arte-educadores, do que saber, de fato o motivo pelo qual as coisas estão da forma que estão, o que pode ser feito para mudar, ou ainda, saber mais sobre os resultados dos projetos realizados pelos estagiários. Neste sentido, pode-se dizer que as estagiárias tiraram pouco proveito de tais reuniões, na medida em que sentiam como se a AM as colocasse no papel daquele que vai delatar as falhas dos arte-educadores e não de quem está ali como alguém que pode contribuir para melhorar as relações ou ajudar a entender por que as coisas acontecem da forma como acontecem. Esta necessidade de controle da instituição é conhecida pelos arte-educadores, que tendem a ver os estagiários como figuras ameaçadoras, que podem entregar à instituição suas possíveis falhas: este fato fica evidenciado quando uma das arte- educadoras que esteve

16 presente na primeira reunião, disse claramente que não queria estagiários em suas oficinas. Isto se refletiu, também, na relação entre as estagiárias e a arte educadora que acompanharam, esta dava sinais claros, principalmente no início, de que se sentia ameaçada com nossa presença, e talvez, por isso, se preocupasse tanto em justificar cada atitude que tomava durante a oficina, chegando, em certos momentos, a perguntar a opinião das estagiárias ou se elas não concordavam com ela. A necessidade de controle pode ter sido o fator responsável pela demissão da arteeducadora que as estagiárias acompanhavam. Esta sempre se definiu como sendo uma pessoa questionadora e tal perfil pode ter gerado conflitos entre ela e a direção da ONG, principalmente após a entrada de L., quando, então, o controle tornou-se ainda mais intenso. As estagiárias pensaram nesta hipótese baseadas na resposta dada por L. para justificar a demissão da profissional: ela disse que devido a algumas questões (sem especificar quais), o trabalho com a arte-educadora tornou-se inviável. Neste sentido, pode-se pensar que tal atitude pode servir como uma forma de amedrontar os outros educadores para evitar que eles venham a se comportar da mesma forma como a arte-educadora agia. O relacionamento das estagiárias com as crianças foi facilmente estabelecido: parece que, por ficarem na escola por um período de tempo muito longo, as crianças tendem a apegar-se intensa e facilmente às pessoas novas. No entanto, as estagiárias, talvez pela falta de experiência em lidar com crianças, possuíram um pouco de dificuldade no manejo dos grupos, principalmente no início da intervenção. Porém, com o tempo, tal dificuldade diminuiu e pode-se dizer que ela não chegou a prejudicar a realização das atividades. Se considerar-se o estágio como um todo, pode-se dizer que cada visita constituiu-se em um novo desafio para as estagiárias, pois não existe uma teoria que ensine a lidar com cada um dos muitos eventos que podem acontecer quando se vai a campo, e nada é mais desafiador do que vivenciar coisas novas. Relacionado a esta questão de vivenciar a teoria na prática, está um aspecto que se constituiu em um grande desafio para as estagiárias: encontrar o seu espaço, descobrir qual o seu papel e qual o limite de atuação, tanto com relação à AM, quanto com a arte-educadora e as crianças na escola. No início do estágio descobrir isso era difícil, para tanto, fez-se necessário criar vínculos e conhecer as duas instituições as quais, por sua vez, também não conheciam as estagiárias nem sabiam o que esperar delas. Lidar com todas estas situações foi, realmente, um grande desafio que ia sendo vencido a cada visita, a cada descoberta, a cada conquista.

17 O vínculo estabelecido entre as estagiárias e as crianças permitiu que as atividades fossem aplicadas com o envolvimento delas. As crianças mostraram-se motivadas para a realização das atividades propostas, com exceção da última, na qual o interesse e a capacidade de concentração delas estavam diminuídos. Diante das atividades, pôde-se perceber que as crianças conseguiam relacionar-se de uma forma mais solidária uma com as outras, conseguiam dividir espaço, material, trabalhar em conjunto, brincar sem eliminar o outro. No entanto, não se pode dizer que a cooperação seja um valor que elas tenham internalizado e se apropriado, já que por muito tempo, a competição foi reforçada pela primeira arte-educadora que as acompanhou por quase um ano. No entanto, as intervenções propiciaram um espaço em que a autonomia e a valorização do outro estavam presentes e, a partir disso, percebeu-se que se esses valores estiverem constantemente presente no dia a dia escolar, eles poderão basear as relações das crianças entre si, substituindo a competição e a dependência da intervenção do arte-educador. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Pode-se dizer que o estágio realizado está dentro dos moldes propostos pela Psicologia Comunitária: todas as instituições têm resistências, mas apesar delas, as estagiárias conseguiram realizar uma atuação dentro do que propõe esta abordagem, pois elas conseguiram realizar um diagnóstico institucional a partir do qual puderam conhecer as instituições e identificar suas demandas. Por não terem ido a campo com objetivos definidos a priori, conseguiram criar projetos que fizeram sentido e vieram de encontro às necessidades do grupo atendido. O projeto realizado com as crianças possui as características de um projeto da área da psicologia comunitária, pois ele envolveu um coletivo e teve caráter preventivo. Estava implícito nele uma das principais metas que a psicologia comunitária deseja alcançar em suas intervenções: desenvolver indivíduos capazes de solucionarem seus problemas e de tornaremse protagonistas de sua história. E, além de tudo isso, as estagiárias atuaram como facilitadoras da relação entre as crianças dentro de um outro contexto no qual elas tiveram de cooperar sem competir. Seria muito importante que este projeto pudesse ser continuado, ampliado e até mesmo, melhorado, para que futuramente, mais crianças possam vir a beneficiar-se dele. Assim como também seria importante que outros projetos também fossem criados para irem

18 ao encontro de outras demandas existentes na instituição, como por exemplo, a falta de apoio e de espaço dos arte-educadores para exporem dificuldades enfrentadas nas oficinas. Neste sentido, avalia-se como positiva a manutenção do convênio de estágio entre a AM e a equipe de estagiários e supervisores de Psicologia Comunitária da Universidade Presbiteriana Mackenzie, não somente pelos motivos já apresentados, mas também, pelo fato de que os estagiários de Psicologia Comunitária poderão aprender muito intervindo em instituições. Por tudo o que viveram durante este estágio, as estagiárias consideram que a Psicologia Comunitária tem muito a contribuir com a educação, pois guardadas as devidas proporções, o que ambas desejam é contribuir para a formação de indivíduos autônomos e capazes. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, W. M. J.. Professor e Educação : realidades em movimento. In: Tanamachi,E; Rocha,M.; Proença,M.. (Org.). Psicologia e Educação. 1 ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000, v. 1, p BAREMBLITT, G. Compêndio de Análise Institucional e Outras Correntes. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, BLEGER, J. Psico-higiene e Psicologia Institucional. Porto Alegre, Artes Médicas, CORD, Denise. A Dimensão Grupal nas Salas de Aula : Um Aspecto Pouco Investigado. In: Andrea Vieira Zanella. (Org.). Psicologia e Práticas Sociais. 19 ed. Porto Alegre: ABRAPSOSUL, 1997, v. 1, p DELGADO, Ana Cristina Coll. A construção de uma alternativa curricular para a préescola: A experiência do NEI Canto da Lagoa. Educ. Soc., Campinas, v. 19, n. 63, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 19 Mar FREITAS, Maria de Fatima Quintal de. Inserção na comunidade e análise de necessidades: reflexões sobre a prática do psicólogo. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 11, n. 1, Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 13 Fev doi: /S PICHON-RIVIÉRE, E. O processo grupal. São Paulo: Martins Fontes, ROCHA, M. L.. Educação em tempos de tédio: um desafio à micropolítica. In: Marisa Lopes da Rocha; Elenita de Rício Tanamachi; Marilene Proença Rebello de Souza. (Org.).

19 Psicologia e educação: desafios teórico-práticos. 1 ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000, v. 1, p WINNICOTT, D.W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

20 MEMORIAL As estagiárias sempre se sentiram identificadas com a visão de homem e de mundo proposta pela Psicologia Comunitária. Tal abordagem enxerga o mundo de uma maneira realista: um lugar cheio de imperfeições e peculiaridades que interferem diretamente no desenvolvimento psicossocial dos indivíduos que nele habitam. As intervenções propostas não têm um caráter assistencialista ou o objetivo de tornar as pessoas conformadas e adaptadas a suas situações. Muito pelo contrário, o que propõe a Psicologia Comunitária é que as intervenções realizadas possibilitem que os indivíduos, coletivamente, entrem em contato com sua situação real para que, a partir disto, possam desenvolver mecanismos que lhes permitam mudar tal situação. Neste sentido, a principal função do profissional não é dar receitas de como deve ser feito, mas sim, facilitar o relacionamento entre os envolvidos para que eles, por si só, encontrem seu próprio caminho. Outro aspecto, que levou as estagiárias a escolherem realizar o estágio nesta área, foi a oportunidade que ela possibilita de se vivenciar outra realidade sócio-cultural que, atuando em outras áreas, não se poderia fazer com tanta proximidade. Por tudo isto, pode-se dizer que o estágio correspondeu às expectativas das estagiárias, pois elas puderam realizar uma intervenção dentro dos moldes propostos pela abordagem, bem como, puderam conhecer outros contextos e vivenciar outras situações que, certamente, contribuirão em atuações futuras.

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Educação Inclusiva ALUNO(A):Claudia Maria de Barros Fernandes Domingues MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 NÚCLEO REGIONAL: Rio

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA Amanda Aparecida Rocha Machado Universidade Federal do Triângulo Mineiro E-mail: amandamachado_56@hotmail.com

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

RELATÓRIOS DAS OFICINAS: CUIDANDO DO CUIDADOR: CPPT CUNIÃ. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz

RELATÓRIOS DAS OFICINAS: CUIDANDO DO CUIDADOR: CPPT CUNIÃ. Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz 1 RELATÓRIOS DAS OFICINAS: CUIDANDO DO CUIDADOR: CPPT CUNIÃ Facilitadoras: Liliane Lott Pires e Maria Inês Castanha de Queiroz Empresa: SENSOTECH ASSESSORAMENTO E REPRESENTAÇÕES LTDA 4ª Oficina Data: 31/07/2012

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

A construção de um espaço artístico extracurricular dentro da escola pública

A construção de um espaço artístico extracurricular dentro da escola pública Anais do I Seminário PIBID/FPA 2014. FPA. Vol I, nº 1. São Paulo, 2014. 1 A construção de um espaço artístico extracurricular dentro da escola pública Uma proposta pedagógica de ensino de artes visuais

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT)

A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT) A PRÁTICA DE PROJETOS ESCOLARES COMO MEIO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIENCIA EM BARRA DO GARÇAS (MT) Rosinei Borges de Mendonça UFMT-Araguaia rosineibm@gmail.com Adriana Queiroz do Nascimento UFMT-Araguaia

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE

UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE UM OLHAR PEDAGÓGICO SOBRE A RELAÇÃO ENSINO E PESQUISA NOS CURSOS DE LICENCIATURA NA ÁREA DA SAÚDE Ana Cristina Oliveira Lima, bolsista PIBIC/ CNPq, anacristinaoliveiralima@yahoo.com.br, UECE. Brena de

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS.

ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS. ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS. Introdução: O presente artigo tem a pretensão de fazer uma sucinta exposição a respeito das noções de espaço e tempo trabalhados

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR Patrícia Lima da Silva¹ Brunna Sordi Stock² RESUMO No segundo semestre do ano de 2009, em uma das disciplinas obrigatórias do currículo de

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, fevereiro de 2010 FUNK CONSCIENTIZA VAI 1 - música Proponente Nome RG: CPF: Endereço Fone: E-mail: DADOS

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA Uma proposta para aplicação no Programa Mais Educação Izabele Silva Gomes Universidade Federal de Campina Grande UFCG izabelesilvag@gmail.com Orientador (a): Professora

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DO PROJETO EXPRESSÕES NUMÉRICAS E RADICIAÇÃO: UMA ABORDAGEM CONTEXTUALIZADA NA ESCOLA MARIA DO CARMO CARNEIRO.

EXPERIÊNCIAS DO PROJETO EXPRESSÕES NUMÉRICAS E RADICIAÇÃO: UMA ABORDAGEM CONTEXTUALIZADA NA ESCOLA MARIA DO CARMO CARNEIRO. EXPERIÊNCIAS DO PROJETO EXPRESSÕES NUMÉRICAS E RADICIAÇÃO: UMA ABORDAGEM CONTEXTUALIZADA NA ESCOLA MARIA DO CARMO CARNEIRO. Francisca Valdielle Gomes Silva Discente do Curso de Matemática da Universidade

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Valinhos, setembro de 2014 1 JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Relato do Projeto

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO Autora: Maria Carolina Santana de Castro*, *Acadêmica do Curso Bacharelado em Psicologia da Faculdade Santa Maria

Leia mais

Larissa Vilela de Rezende Lucas Fré Campos

Larissa Vilela de Rezende Lucas Fré Campos ENSINANDO REGRA DE TRÊS SIMPLES COM MATERIAL DOURADO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE LAVRAS Resumo Larissa Vilela de Rezende Lucas Fré Campos UFLA/DEX, larissavilela@outlook.com.br UFLA/DEX, lucas_fre@matematica.ufla.br

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1

A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 A DANÇA NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM O ESTILO HIP-HOP 1 Claudiane da S. EUSTACHIO Dayana Pires Alves GARCIA Fátima RODRIGUES Jean de J. SANTANA 2 Juliana CESANA 3 Ana Lucia de Carvalho MARQUES

Leia mais

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II

VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II VIVÊNCIAS NO PIBID/EDUCAÇÃO FÍSICA/UNIUBE: ASSOCIANDO CULTURA E HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II Jackson Rodrigues Cordeiro 1, Cíntia Silva de Oliveira 2, Silas Queiroz de Souza 3, Marcelo

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER Autores RESUMO LIMA 1, Matheus OCCHIUZZO 2, Anna Rosa Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem Psiquiatria

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA.

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA. De acordo com às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à apreciação de V.Sª o plano de aula que foram desenvolvidas no Estágio de Licenciatura em Matemática no período de

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM Falar em mobilização e participação de jovens na escola de ensino médio implica em discutir algumas questões iniciais, como o papel e a função da escola

Leia mais

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL

PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 1 RELATÓRIO FINAL PARA CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL PANORAMA SOCIAL Viviani Bovo Campinas - Brasil Panorama Social Viviani Bovo - Brasil 2 Relatório para Certificação

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

Eixo-temático: Avaliação e Gestão Educacional

Eixo-temático: Avaliação e Gestão Educacional Eixo-temático: Avaliação e Gestão Educacional AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO LUGARES DE APRENDER: A ESCOLA SAI DA ESCOLA DO PROGRAMA CULTURA É CURRÍCULO DA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE Autora: Lorena Valin Mesquita Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - lm_valin@hotmail.com Coautora: Roberta Souza

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO André Luís Mattedi Dias mattedi@uefs.br Jamerson dos Santos Pereira pereirajamerson@hotmail.com Jany Santos Souza Goulart janymsdesenho@yahoo.com.br

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas

Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas Carmen Maria Nunes da Rosa 1. Universidade Federal de Pelotas Resumo: O presente trabalho trata das atividades, desenvolvidas pelo projeto Elaboração

Leia mais

TIPOS DE BRINCADEIRAS E COMO AJUDAR A CRIANÇA BRINCAR

TIPOS DE BRINCADEIRAS E COMO AJUDAR A CRIANÇA BRINCAR TIPOS DE BRINCADEIRAS E COMO AJUDAR A CRIANÇA BRINCAR As crianças precisam atravessar diversos estágios no aprendizado de brincar em conjunto, antes de serem capazes de aproveitar as brincadeiras de grupo.

Leia mais

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL GEANE SANTANA ROCHA QUIXABEIRA CMEI Criança Feliz geanezinha@gmail.com ANADIR FERREIRA DA SILVA Secretaria Municipal de Educação laurapso@hotmail.co.uk

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC

A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC A EXPERIÊNCIA DO CONTEUDO DANÇA NA INTERFACE E FORMAÇÃO CULTURAL NA EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DAS INTERVENÇÕES DO PIBID UFG/CAC Fernanda Costa SANTOS UFG/CAC- nandacostasantos@hotmail.com Karolina Santana

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA Naiane Novaes Nogueira 1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB n_n_nai@hotmail.com José

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONVERSANDO SOBRE A PSICOLOGIA E O SUAS A sistematização que segue refere-se aos pontos trabalhados pelo grupo, no sentido de ativar a reflexão de questões que seriam tratadas no Encontro Estadual dos Trabalhadores do SUAS, realizado dia 16

Leia mais

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA O JOGO NO ENSINO DE POTÊNCIAS DE NÚMEROS INTEIROS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Adelson Carlos Madruga Universidade Federal da Paraíba adelsoncarlos1992@hotmail.com Elizangela Mario da Silva Universidade Federal

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais