PROPOSTA METODOLÓGICA PARA FORMAÇÃO DE EQUIPES DE ATENDIMENTO PARA SITUAÇÕES DE PÂNICO, INCÊNDIO E EMERGÊNCIA NA INDÚSTRIA.

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1 UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GERSON LUIZ CARNEIRO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA FORMAÇÃO DE EQUIPES DE ATENDIMENTO PARA SITUAÇÕES DE PÂNICO, INCÊNDIO E EMERGÊNCIA NA INDÚSTRIA. DISSERTAÇÃO DE MESTRADO PONTA GROSSA 2010

2 GERSON LUIZ CARNEIRO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA FORMAÇÃO DE EQUIPES DE ATENDIMENTO PARA SITUAÇÕES DE PÂNICO, INCÊNDIO E EMERGÊNCIA NA INDÚSTRIA. Dissertação apresentada para obtenção parcial do título de Mestre em Engenharia de Produção, do Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção, Área de Concentração Gestão Industrial da Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Orientador: Prof. Dr. Antonio Augusto de Paula Xavier. PONTA GROSSA 2010

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5 Dedico este trabalho a toda minha família e aos amigos que souberam compreender os momentos de irritação e ausência

6 AGRADECIMENTOS Ao Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, agradeço pela saúde e pela capacidade de chegar até este momento; A minha família, cuja tolerância e paciência foram de fundamental ajuda; Ao meu orientador, por sua ajuda, tolerância, fraternidade e tratamento como de um verdadeiro irmão; Ao Segundo Grupamento de Bombeiros que me acolhe há 20 anos e onde exercito o conhecimento de prevenção de incêndio e pânico, áreas em que ainda tenho muito a aprender; À Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus de Ponta Grossa, que me proporcionou participar deste mestrado, onde, sem dúvida, aprendi muito; Às empresas que me acolheram e possibilitaram a realização da pesquisa de campo; Aos professores, pelos conhecimentos transmitidos e somados para a elaboração deste trabalho; Aos colegas de mestrado, pelo companheirismo e torcida positiva em todos os desafios que nos foram propostos;

7 Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito. Aristóteles

8 RESUMO CARNEIRO, Gerson Luiz. Proposta metodológica para formação de equipes de atendimento para situações de pânico, incêndio e emergência na indústria Dissertação de Mestrado em Engenharia de Produção - Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Ponta Grossa, As normas vigentes estabelecem para a indústria metal-mecânica a constituição de brigada com apenas um treinamento primário sobre incêndio. Treinamento mais completo, que habilitasse o colaborador a atuar em emergências, demandaria um tempo muito longo. É este então o questionamento inicial: como estruturar equipes de atendimento às situações de pânico, incêndio e emergência, nas empresas do ramo metal-mecânico de Ponta Grossa? Esta pesquisa propõe uma metodologia para o treinamento de trabalhadores para a formação de equipes para atendimento a emergências. A metodologia foi baseada em dois instrumentos de pesquisa que envolveram diretamente os trabalhadores de quatro empresas metalúrgicas e os prepostos de segurança das mesmas, colhendo opiniões sobre a importância do conhecimento em atuações em caso de emergência. Também se realizou a verificação dos aspectos de segurança existente nas edificações em questão. Com os resultados obtidos dos instrumentos traçou-se um perfil da segurança das edificações estudadas em caso de ação emergencial, aspecto em que as empresas ainda devem se adequar melhor, além de fornecerem parâmetros para o desenvolvimento da metodologia. A metodologia, baseada em parâmetros normativos norteia as ações de treinamento quanto ao dimensionamento das equipes, currículo mínimo, recrutamento de voluntários e elaboração de material didático, sugerindo uma possibilidade de auto-ensino. Palavras-chave: treinamento, emergência, segurança, indústria metalmecânica

9 ABSTRACT CARNEIRO, Gerson Luiz. Methodological proposal for training medical staff for panic situations, fire and emergency industry Master's Thesis in Production Engineering - Federal Technological University of Paraná. Ponta Grossa, The effective norms establish for the industry metal-mechanics the constitution of brigade with only primary training on fire. More complete training, that qualified the collaborator to act in emergencies, would demand a long time very. The initial questioning is this then: how to structuralize teams of attendance to the panic situations, fire and emergency, in the companies of the branch metal-mechanic of Ponta Grossa? This research considers a methodology for the training of workers for the formation of teams for attendance the emergencies. The methodology was based on two instruments of research that had directly involved the workers of four metallurgic companies and the chairmen of security of the same ones, harvesting opinions on the importance of the knowledge in performances in emergency case. Also it was become fulfilled verification of the aspects of existing security in the constructions in question. With the gotten results of the instruments a profile of the security of the constructions studied in case of emergencies action was traced, aspect where the companies still must be adjusted better, beyond supplying parameters the development of the methodology. The methodology, based on normative parameters guides the actions of training how much to the sizing of the teams, minimum resume, and conscription of volunteers and elaboration of didactic material, suggesting a possibility of self-educated. Keywords: training, rescue, security, metal-mechanics industry

10 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Arranjos Produtivos Locais (APL) existentes no Estado do Paraná 18 Figura 2 Porcentagem da idade dos trabalhadores consultados Figura 3 Porcentagem da escolaridade dos trabalhadores consultados Figura 4 Porcentagem do núcleo de segurança e equipamentos Figura 5 Porcentagem do núcleo de conhecimento da empresa Figura 6 Porcentagem do núcleo de experiência pessoal em emergências. 96 Figura 7 Porcentagem do núcleo de participação em equipes de emergência Figura 8 Porcentagem do núcleo de motivação Figura 9 Porcentagem do núcleo de direção de treinamento Figura 11 - Exemplo de organograma da equipe de emergência

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Atividades do 2º Grupamento de Bombeiros ano de Tabela 2 Classificação de combustíveis e agentes extintores Tabela 3 Seleção dos agentes extintores segundo a classificação de fogo Tabela 4 - Motivação de voluntários Tabela 5 Situação de regularidade com o sistema de segurança Tabela 6 Idade dos trabalhadores consultados Tabela 7 Escolaridade dos trabalhadores consultados Tabela 8 Estado civil dos trabalhadores consultados Tabela 9 Promoção de treinamento da empresa Tabela 10 Equipamento de segurança à disposição Tabela 11 Competência para utilizar o equipamento de combate a incêndio Tabela 12 Competência para aplicar primeiros socorros Tabela 13 Reconhecimento das vias de abandono Tabela 14 Interesse em cursos Tabela 15 Procedimentos de segurança tomados pela empresa Tabela 16 Ocorrência de emergência em acidentes graves Tabela 17 Participação em exercícios de emergência Tabela 18 Existência de plano de emergência Tabela 19 Capacidade da empresa em emergências Tabela 20 Momento ideal para a de formação da equipe de emergência Tabela 21 Auxílio ao acidentado Tabela 22 Auxílio à pessoa em situação de pânico Tabela 23 Conhecimento dos produtos químicos da empresa Tabela 24 Calma em situações de emergência Motivação de voluntários Tabela 25 Importância de ter uma equipe de emergência Tabela 26 Interesse em participar de uma equipe de emergência Tabela 27 Conhecimento dos assuntos de treinamento de equipes de emergência Tabela 28 Conhecimento das informações normais para equipes de emergência Tabela 29 Participação em treinamento de longa duração Tabela 30 Benefícios por apresentação como voluntário Tabela 31 Aptidão para compor a equipe Tabela 32 Equipe de emergência para defender o patrimônio Tabela 33 Equipe de emergência para salvar vidas Tabela 34 Avaliação da segurança da edificação da empresa Tabela 35 Equipe de emergência para amenizar de desastres Tabela 36 Treinamento de combate a incêndios Tabela 37 Treinamento de primeiros socorros Tabela 38 Treinamento de técnicas de abandono de área Tabela 39 Treinamento de socorrista Tabela 40 Treinamento de resgate em ambiente confinado

12 Tabela 41 Treinamento de resgate em altura Tabela 42 Treinamento de resgate em meio líquido Tabela 43 Treinamento sobre emergências químicas Tabela 44 Treinamento de avaliação de riscos no ambiente de trabalho Tabela 45 Treinamento de psicologia para equipes de emergência Tabela 46 Treinamento de transporte de feridos Tabela 47 Treinamento sobre ações da defesa civil Tabela 48 Estudo da legislação para equipes de emergência Tabela 49 Composição dos membros da equipe de emergência Tabela 50 Conteúdo programático e duração Tabela 51 Modelo de ficha de instrução Tabela 52 Resumo da aplicação do método

13 LISTA DE SIGLAS ABNT APL CB NBR NR PCMSO PPRA SAMU SESMT SIATE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - Arranjo Produtivo Local - Corpo de Bombeiros - Norma Brasileira - Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho - Programa de controle médico e saúde ocupacional - Programa de prevenção de riscos ambientais - Serviço de atendimento móvel de urgência - Serviço especializado em medicina e segurança do trabalho - Serviço integrado de atendimento ao trauma em emergência

14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO PROBLEMA DE PESQUISA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos JUSTIFICATIVAS ESTRUTURA DO TRABALHO REVISÃO DA LITERATURA HISTÓRICO DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO CONCEITO GERAL SOBRE SINISTROS O Valor e a Necessidade da Prevenção Conceito de Edificação Segura PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO Prevenção de Incêndios Proteção Ativa Proteção Passiva Elementos Limitantes de Sinistros Meios de Abandono Mecanismo do Pânico ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS Sistemas de Fuga Combate ao Fogo Proteção ao Exposto Salvamento de Vidas Primeiros Socorros PLANO DE EMERGÊNCIA Programa de Treinamento na Empresa Formação de Equipes ou Brigadas Forma de Ensino e a Auto-aprendizagem Ação Voluntária e Comprometimento Plano de Auxilio Mútuo METODOLOGIA VISÃO GERAL SOBRE O MÉTODO LEVANTAMENTO Levantamento e Avaliação dos Sistemas Preventivos das Empresas Elaboração e Aplicação de Questionários Junto aos Trabalhadores Entrevistas com Empresários, Gerentes ou Prepostos de Segurança do Trabalho Efetivação da Proposta Metodológica RESULTADOS E DISCUSSÕES LEVANTAMENTO DAS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA, RESULTADOS DOS QUESTIONÁRIOS E ENTREVISTAS Resultados do Levantamento de Segurança... 79

15 4.1.2 Resultados dos Questionários Aplicados aos Trabalhadores Resultados dos Questionários Aplicados aos Prepostos de Segurança do Trabalho da Empresa METODOLOGIA PROPOSTA E CONCLUSÃO PROPOSTA DE METODOLOGIA DE TREINAMENTO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS OUTRAS REFERÊNCIAS CONSULTADAS APÊNDICE APÊNDICE ANEXO

16 13 1 INTRODUÇÃO A responsabilidade sobre a segurança contra sinistros nas indústrias inicia-se quando do projeto e execução da edificação que vai abrigar o empreendimento. A fase seguinte reserva, talvez, a parcela mais importante dessa responsabilidade, isso porque o desenvolvimento de um plano de ação para o caso de emergência, e o treinamento para tal influenciam diretamente na contenção de um sinistro, na evacuação rápida de seus ocupantes e na recuperação da atividade depois de ocorrido tal fato. Às autoridades constituídas também cabe uma parcela de responsabilidade já que devem assegurar o bem estar em todos os cidadãos, através da legislação, por meio de fiscalizações e orientações, e essa responsabilidade é repassada aos empresários que devem cumprir essa legislação. Uma vez estipulados, através de seus programas de segurança, os parâmetros mínimos de ação para promover a segurança em caso de emergência nas indústrias, cabe ao empresariado implantar os dispositivos, não apenas para cumprir uma exigência legal, mas, sim, para envolver o trabalhador nesses dispositivos, tornando-os mais eficientes. Treinamento e engajamento do trabalhador nessa ação são duas questões muito importantes. O treinamento ou capacitação podem ser desenvolvidos em dois níveis distintos, o primeiro em âmbito geral para todos os trabalhadores e outro mais especifico para a formação das brigadas. O engajamento, a motivação e o comprometimento do trabalhador são vitais, pois é ele que vai participar das equipes de trabalho caso ocorra qualquer tipo de sinistro na empresa. Essa participação deve ser voluntária mas muitas vezes não o é. Para que haja o engajamento do trabalhador nas ações preventivas contra incêndio e principalmente contra pânico nas indústrias, por ocasião de sinistros, há a necessidade de conquistar o trabalhador, desenvolver seu afeto pela empresa e pela sua atividade e possibilitar o amplo conhecimento sobre sua segurança e dos demais trabalhadores, cultivando, ainda, a responsabilidade de cada um pela segurança dos outros.

17 14 As empresas têm como objeto fim a fabricação de seu produto, num menor espaço de tempo, no menor valor possível e com a qualidade desejada pelo consumidor. Para atingir esses objetivos, dispõem de planejamentos e gerenciamento estratégicos, e o fazem com quantas adaptações forem necessárias para alcançar a meta estipulada. Mas nem sempre a segurança do trabalho está presente nesses planejamentos e muito menos há um plano que envolva todos os funcionários como participantes de ações em casos de emergência dentro da empresa. A Norma Regulamentadora nº. 23 (1978), editada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que trata sobre a prevenção de incêndio e pânico no ambiente de trabalho, determina, em nível federal, os itens mínimos de segurança contra incêndios e estabelece em seu item 1 que todas as empresas deverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início; d) pessoas treinadas no uso correto desses equipamentos. Em seu item 2 determina que os locais de trabalho devam dispor de saídas em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nos locais de sinistro possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência. E em seu item 8 estabelece exercícios de alerta que devem ser executados por todos os ocupantes da edificação, orientando que os exercícios de combate ao fogo deverão ser feitos periodicamente, objetivando: a) que o pessoal grave o significado do sinal de alarme; b) que a evacuação do local se faça em boa ordem; c) que seja evitado qualquer pânico; d) que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados; e) que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas.

18 15 Esse mesmo item da NR 23 determina que os exercícios devam ser realizados sob a direção de um grupo de pessoas capazes de prepará-los e dirigi-los, comportando um chefe e ajudantes em número necessário, segundo as características do estabelecimento. Determina, também, que os planos de exercício de alerta deverão ser preparados como se fossem para um caso real de incêndio. Estipula, ainda, o item 8 que nas fábricas que mantêm equipes organizadas de bombeiros, os exercícios devam se realizar periodicamente, de preferência sem aviso, e se aproximando, o mais possível, das condições reais de luta contra o incêndio. As fábricas ou estabelecimentos que não mantêm equipe de bombeiros deverão ter alguns membros do pessoal operário, bem como os do setor de segurança patrimonial (guardas e vigias), especialmente exercitados no emprego e correto manejo do material de luta contra o fogo. Para as legislações dos municípios do Estado do Paraná, tais como o Código de Obras e o Código de Posturas do Município de Ponta Grossa, não há citação específica sobre o tema prevenção contra incêndios e pânico. Consta apenas a necessidade de a edificação possuir os sistemas de iluminação, ventilação, condições sanitárias e disposições construturais que pelo menos gerem o conforto mínimo para seus ocupantes, não havendo determinação de como estabelecer seus parâmetros. O Código de Prevenção de Incêndios do Estado do Paraná CB-PR (2001), que determina a questão de segurança contra incêndio e pânico, nas edificações, trata das condições mínimas de proteção da obra para com a vida de seus ocupantes, mas ainda não determina as exigências de capacitação do trabalhador em relação às ações em situação de emergência, seja em âmbito geral ou específico, como a formação de uma brigada. Como se verifica, existe já a obrigatoriedade, via legislação trabalhista, de que seja estabelecido o preparo dos funcionários em relação a situações emergenciais. Muitas empresas podem não adotar medidas preventivas de saúde e segurança do trabalho em decorrência muitas vezes do desconhecimento da legislação pertinente e de problemas financeiros e culturais, bem como da falta de fiscalização por parte do órgão solicitante.

19 16 Conforme a Assessoria de Comunicações do Comando do Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná, devido à necessidade de atualização às recentes tecnologias e uniformização em nível nacional, está em estudo desde 2004, a implantação de um novo Código de Prevenção contra Incêndios. Esta legislação deverá possuir, aos moldes do Código de Prevenção do Estado de São Paulo, um aspecto bastante técnico e com estudos bastante apurados. Isso provocará muitas mudanças nas exigências de prevenção contra incêndios e pânico nas edificações e empreendimentos. Esse novo código exigirá das empresas a adequação dentro de um Plano de Prevenção que, além de vários aspectos construtivos e de instalações, vai estabelecer equipes treinadas em prevenção e combate a incêndios e pânico, primeiros socorros, as chamadas brigadas de incêndio. Dessa forma é necessário aperfeiçoar as ações para que o trabalhador valorize seu posto de trabalho, o patrimônio que o compõe, e os seus pares, desenvolvendo a atividade de prevenção ou combate com eficiência e motivação. 1.1 PROBLEMA DE PESQUISA Dentro do contexto tratado no item anterior, poder-se-ia apontar a seguinte questão de pesquisa: Como estruturar equipes de atendimento às situações de pânico, incêndio e emergência, nas empresas do ramo metal-mecânico de Ponta Grossa? 1.2 OBJETIVOS Objetivo Geral Propor uma metodologia para formação de equipes de atendimento a situações de pânico, incêndio e emergência nas empresas do ramo metal-mecânico de Ponta Grossa.

20 Objetivos Específicos Com a finalidade de atingir o objetivo geral do presente trabalho, enumeram-se os seguintes objetivos específicos para a pesquisa: a) Verificar se as indústrias já têm um planejamento prévio de treinamento de segurança e especificamente um para situações de emergência em geral; b) Levantar as dificuldades de implantação de um plano de emergência nessas empresas; c) Verificar a existência de instrumentos e equipamentos de segurança na empresa e sua compatibilidade com a legislação e avaliar se são suficientes para uso de pessoal treinado; d) Averiguar como é realizada a seleção do pessoal para treinamento das brigadas (se existirem) estimando o nível de comprometimento de seus componentes com a empresa; e) Elaborar um plano de treinamento básico para ser aplicado nesse tipo de indústria. 1.3 JUSTIFICATIVAS O direcionamento deste estudo para as indústrias do ramo metal-mecânico deve-se ao fato de que no município de Ponta Grossa, conforme dados da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) e Sindimetal Ponta Grossa (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Ponta Grossa), está implantado um Arranjo Produtivo Local (APL) nessa área, devido à aglomeração de empresas com essa atividade e os vínculos que existem entre essas empresas, outros setores, e as instituições de ensino local. Conforme dados do Sindimetalpg (2003), Ponta Grossa possui tradição metalúrgica desde a contribuição do conhecimento trazido pela colonização alemã na região. Partindo da produção de ferramentas manuais (foice, facão, machado,

21 18 etc.) e serra-fita para corte de madeira, passando pela fabricação de moveis de aço e hoje culminando com sistemas de armazenagem em metal e logística, sendo que o município possui 83 empresas do ramo com 1827 postos de trabalho formais. Então, este APL é reconhecido e apoiado desde o ano de 2003 pela Rede APL Paraná e recebe a designação de APL Ponta Grossa Móveis de metal, sistemas de armazenagem e logística, sendo formada por 32 empresas do total já citado. Figura 1 - Arranjos Produtivos Locais (APL) existentes no Estado do Paraná Fonte: A preocupação com uma condição de risco emergencial nem sempre é levada em conta no planejamento e controle global das empresas, isso, talvez, porque em nosso país essas situações parecem ser mais remotas (aqui no Brasil ainda não ocorreram terremotos, tornados, grandes furacões, tsunamis e outros desastres naturais que só são conhecidos pelos noticiários e que só ocorrem com vizinhos mais afastados). Pensar dessa forma constitui um grande engano. O risco de se enfrentar uma situação real de emergência está sempre bastante próximo, pois toda a tecnologia disponível que oferece conforto também representa considerável risco.

22 19 Uma explosão, um incêndio, uma enchente, um soterramento, um vazamento de produto tóxico, a privação de elementos básicos de sobrevivência como energia, alimento ou água, constituem uma situação de emergência. Além disso, todos estão expostos, o tempo todo, em qualquer lugar, a prováveis acidentes naturais. Foram registrados pelos veículos de imprensa vários desastres naturais que ocorreram no mundo nesses últimos anos, iniciando pelo Tsunami ocorrido em dezembro de 2004, originado por um terremoto no Oceano Índico com 8,9 pontos na Escala Richter, que devastou a Indonésia e mais quatorze países; o Furacão Katrina em agosto de 2005 que chegou à categoria 5 na escala Saffir-Simpsom, com ventos acima de 280 km/h e, mais recentemente, em janeiro deste ano, o terremoto no Haiti que atingiu sete graus na escala Richter e que destruiu parte do País, e o terremoto do Chile, com consequências extremamente danosas. Os brasileiros nem sabem corretamente o que representam essas escalas citadas, mas o Brasil está afeto imediatamente a acidentes naturais que merecem a relevância dos noticiários internacionais. Em novembro de 2008 houve enchentes e deslisamentos no Estado de Santa Catarina, onde o caos e o desespero tomaram a população. Este ano, também devido a chuvas, ocorreu outro desastre envolvendo deslizamentos e soterramentos em Angra dos Reis e Niterói no Estado do Rio de Janeiro, enchentes na cidade de São Paulo e no Rio Grande do Sul. E, muito próximo de nós, numa parte da região dos Campos Gerais houve as enchentes em Sengés e Tomazina que também apresentaram um saldo muito grande de desabrigados e de destruição de edificações. Também houveram registros nesta cidade de grandes explosões seguido de incêndios, conforme boletins do Corpo de Bombeiros, em duas industrias químicas, uma em 1996 e outra em Essas situações servem para advertir que todas as pessoas estão afetas a uma série de eventos naturais que, com ou sem aviso prévio, podem transformar vidas de uma hora para outra, sem distinção de classe social, sexo, credo, etc, o mesmo ocorrendo com a atividade laboral. Devido a essas circunstâncias é importante que se esteja preparado para enfrentar essas adversidades que, no caso das empresas, podem pôr fim a postos

23 20 de trabalho. Para as indústrias metalúrgicas, objeto deste estudo, pode haver certa negligência no desenvolvimento das ações de implantação e treinamento em questão de emergência, uma vez que a idéia inicial que as pessoas têm de brigada ou equipe de emergência é que elas servem apenas para combater incêndios, e a atividade manipula aço, o qual notoriamente, não é combustível. Mas também nas empresas do ramo metal-mecânico o risco de sinistros está potencialmente presente, pois elas possuem máquinas, equipamentos e atividades que podem desencadear uma situação de emergência. As cabines de pintura ou as estufas de secagem podem explodir devido ao gás nelas existente; solventes, desengordurantes ou embalagens podem pegar fogo; central de GLP pode apresentar vazamento, problemas em série com carregamentos ou descarregamentos; múltiplas vítimas por conta de contaminações e assim por diante. Todas essas situações necessitam de atenção imediata e não devem ficar à espera da ação apenas do poder público através do Corpo de Bombeiros ou da Defesa Civil, já que, em poucos minutos podem colocar em risco os funcionários, além do patrimônio. Conforme dados estatísticos do Segundo Grupamento de Bombeiros 2º GB, responsável pelas atividades de bombeiro militar e de defesa civil em Ponta Grossa, tem-se o quadro dos trabalhos realizados no ano de 2009: Tabela 1 - Atividades do 2º Grupamento de Bombeiros ano de 2009 Atendimentos Seção Ano de 2009 Acidentes automobilísticos PRÉ-HOSPITALAR 1864 Atendimento pré-hospitalar PRÉ-HOSPITALAR 2138 Análise de projetos PREVENÇÃO 1967 Atividades de defesa civil (calamidades) COMBATE 11 Atividades de prevenção e auxílio COMBATE 384 Atividades de vistoria PREVENÇÃO Busca e salvamento COMBATE 250 Incêndios ambientais COMBATE 244 Incêndios em edificações COMBATE 155 Incêndios em meio de transporte COMBATE 29 Proteção de eventos COMBATE 23 Fonte: o autor (extraído do boletim de ocorrências do 2ºGB-CB)

24 21 Especificamente na indústria metal-mecânica, os números de atendimentos, levando-se em conta os dados descritos de modo geral na Tabela 1, não são tão expressivos. Consultando especificamente o boletim de ocorrências do 2º GB, os atendimentos relacionados com o ramo estão em torno de 3% para os atendimentos pré-hospitalares e automobilísticos e 1% para as vistorias, incêndios em edificações e prevenção/auxílio. Infelizmente essa estatística não descreve a magnitude dos atendimentos e somente registra a ocorrência em que houve deslocamento e real envolvimento do escalão. A situação em que não é acionado o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar ou o SAMU não é passível de registro estatístico e é um dado perdido que poderia sobremaneira adensar os valores numéricos das situações emergenciais nas indústrias, mais especificamente do ramo metal-mecânico. Vê-se que as atividades desenvolvidas pelos profissionais da segurança que poderiam se enquadrar no âmbito das situações de emergência não representa a maioria das situações atendidas. Mas os incêndios e as calamidades elencados na tabela foram às situações em que mais pessoas estiveram em risco. A necessidade legal de manter um grupo de pessoas preparadas, que promovam exercícios de alerta preparando todos os trabalhadores e orientando-os de forma a se preparam como se fosse um caso real de emergência está descrito em legislação federal já citada. Os objetivos de tais exercícios e a necessidade de planificá-los em um programa de segurança também são indispensáveis do ponto de vista da legislação. É importante estabelecer um panorama da capacitação do trabalhador em atividades que não são diretamente relacionadas com o resultado produtivo, mas também vitais para a existência da empresa. Uma dessas atividades é a preparação do funcionário para atuar em qualquer situação de emergência que coloque em risco sua vida, a vida dos companheiros e o seu posto de trabalho. Essa situação também pode indicar o nível de segurança em que a empresa está inserida e comprovar que os empresários não estão preocupados apenas com o atendimento de uma legislação federal.

25 22 Perante a sociedade, a ação imediata de seus colaboradores no sentido de resolver uma situação que poderia colocar em risco também à comunidade pode demonstrar a preocupação das empresas não só com os seus trabalhadores, mas também com o meio ambiente e vizinhança, zelando da segurança individual em cada posto de trabalho, como também desenvolvendo ações de ajuda mútua onde o coletivo está acima do particular, agregando valor e qualidade ao bem que a indústria produz. Não se deve imaginar que apenas a capacitação do trabalhador para essas situações é importante. Empresas também devem possuir os requisitos de segurança necessários para que a ação de emergência seja imediatamente ativada possibilitando condições da aplicação das informações recebidas. Os requisitos mínimos de segurança das edificações são verificáveis através da observância das legislações especificas de prevenção de incêndio, mas, sem alguém devidamente treinado para operá-los ou para orientar ações de controle ou de abandono de área, tornam-se ineficazes. 1.4 ESTRUTURA DO TRABALHO O trabalho consta de cinco capítulos estruturados da seguinte maneira: No Capítulo 1 é estabelecida a apresentação do assunto, apresentando a necessidade legal e a validade social do objeto, bem como são descrito os objetivos do estudo e a justificativa do tema abordado. No Capítulo 2 apresenta-se a fundamentação teórica do tema, estabelecendo os conceitos básicos das atividades e conhecimentos requeridos para equipes de emergência de empresas, e também as necessidades estruturais que são apresentadas no desenvolvimento da atividade. No Capítulo 3 aborda-se a metodologia empregada para estudar as diversas variáveis que podem ser provadas na formação e no desenvolvimento do trabalho de uma equipe de emergência, os elementos de comparação com grupos já formados, e a situação das edificações que os abrigam.

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