UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PROCESSOS INDUSTRIAIS: MONITORAMENTO ATRAVÉS DE UM SISTEMA ENDEREÇÁVEL DE DETECÇÃO DE INCÊNDIO Por: José Alex Rocha Orientador Prof.ª Ana Claudia Morrissy Rio de Janeiro 2010

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PROCESSOS INDUSTRIAIS: MONITORAMENTO ATRAVÉS DE UM SISTEMA ENDEREÇÁVEL DE DETECÇÃO DE INCÊNDIO Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção de pós-graduação em Engenharia da Produção. Por: José Alex Rocha

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela vida e pela saúde. Agradeço a todos que compreenderam a importância deste trabalho e contribuíram de alguma forma para a sua realização.

4 4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a minha Esposa e aos meus Filhos pelo incentivo e pela compreensão durante o período de execução.

5 5 RESUMO Este trabalho aborda a realização de monitoramento de processos industriais através de uma rede de dados de um sistema de detecção de incêndio. O desenvolvimento do trabalho foi pautado em aproveitar a característica de um painel central de detecção de incêndio, sua rede de alimentação dos sensores e um dispositivo específico de entrada e saída, módulo I/O, para realizar monitoramento de processos industriais. Inicialmente é apresentada, no capitulo I, a definição de um sistema de detecção de incêndio, as funções básicas de operação de um painel central de alarmes e um diagrama básico de interligação e distribuição dos dispositivos. O capitulo seguinte aborda o processo industrial com foco nas variáveis de controle: pressão, vazão, temperatura, nível, corrente elétrica, como itens com necessidade de monitoramento constante. A partir deste momento, com propósito de integração e realização de estudo com possibilidade de monitoramento de processos industriais, foi idealizada uma Estação de Pesquisa, com características semelhantes a uma pequena indústria, com a escolha três sub-processos para monitoramento pelo sistema de detecção de incêndio. Os processos escolhidos são relacionados à: Nível alto em tanque de dejetos, Presença de óleo combustível em tanque de contenção e ausência de corrente elétrica em circuito elétrico. No capítulo III é realizada a concepção e modelagem dos circuitos elétricos necessários a integração/interligação dos sensores instalados nos processos industriais ao sistema de detecção de incêndio.

6 6 Para isso foi utilizado e explorado a característica de um módulo eletrônico endereçável de entrada e saída dispositivo I/O, compatível com a rede de dados do painel central de alarmes. Finalmente, no último capítulo, é realizada uma abordagem relativa à parametrização do painel central de alarmes do sistema de detecção de incêndio para compatibilizar os sinais provenientes dos circuitos de monitoramento de cada sub-processo. Após conexão física dos circuitos, é realizada a configuração de endereçamento, a escolha do tipo de alarme a ser enviado e a nomenclatura correspondente na tela do painel central.

7 7 METODOLOGIA O Trabalho será desenvolvido com a escolha de um modelo específico de um painel central de detecção de incêndio e a modelagem de uma pequena Estação de Pesquisa para monitoramento. Serão estabelecidos no mínimo três processos industriais a serem monitorados, com os respectivos detalhamentos dos circuitos para monitoramento. Seus sinais serão codificados, endereçados e configurados no painel central de detecção de incêndio. Serão utilizadas, como referência, consultas bibliográficas e consultas à internet referente a sistemas de detecção de incêndio e processos industriais, normas técnicas além da documentação técnica relativa ao painel central de detecção de incêndio e seus dispositivos sensores.

8 8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 09 CAPÍTULO I - Detecção de Incêndio 11 CAPÍTULO II - Processos Industriais 16 CAPÍTULO III Concepção e Modelagem 23 CAPÍTULO IV Configuração do Painel Central de Alarmes 30 CONCLUSÃO 34 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 36 WEBGRAFIA CONSULTADA 37 ÍNDICE 38 FOLHA DE AVALIAÇÃO 40

9 9 INTRODUÇÃO O avanço tecnológico permitiu um grande desenvolvimento na área de eletricidade e eletrônica. O conjunto de dispositivos eletro-eletrônicos e equipamentos instalados em ambientes residenciais, comerciais e industriais constituem, independente do rigor e dos requisitos de qualidade e segurança aplicados na sua instalação ou operação, um risco em potencial para a ocorrência de acidentes que podem resultar em incêndio. A prevenção e a proteção contra incêndios têm sido uma preocupação constante na tentativa de diminuição de prejuízos materiais e desastres ambientais e a busca por sistemas confiáveis tem sido uma constante quando se deseja proteção eficaz, principalmente considerando que alguns segundos podem determinar a diferença entre um princípio de incêndio e um incêndio de proporções catastróficas. A utilização de sistemas eletrônicos de detecção permite um monitoramento constante, com alarme imediato, possibilitando a evacuação de pessoal, assim como o acionamento, em segundos, de dispositivos de combate, utilizando agente extintor específico para cada área a ser protegida, normalmente a base de gás, água ou espuma. O tema desta monografia é o Monitoramento de Processos Industriais através de um Sistema Endereçável de Detecção de Incêndio, sendo a questão principal a de utilizar um sistema endereçável de detecção de incêndio para monitoramento de fases de determinados processos industriais. Em empreendimentos de pequeno porte na área industrial é comum, dentro do mesmo ambiente, a ocorrência de vários sub-processos diferentes, desde o tratamento e preparo da matéria prima ate a fabricação final, incluindo o descarte de efluentes.

10 10 Cada sub-processo individual, dependendo do grau de complexidade e modernização, pode ser totalmente automatizado, permitindo total controle e monitoramento de etapas durante seu processamento. Este estudo se propõe a mostrar como é possível, com um conjunto de investimentos reduzidos, utilizar uma rede de dados existente, que interliga os detectores que compõem um sistema de detecção de incêndio, para monitorar grandezas presentes em fases importantes de sub-processos industriais, principalmente quando não estiverem em processamento contínuo, como requisitos de proteção ambiental e do próprio patrimônio. Variáveis normalmente presentes em processos industriais poderão ser monitoradas, como por exemplo: Nível, Pressão, Temperatura, corrente elétrica e demais grandezas com possibilidade de interligação ao sistema. Para isso, serão apresentados um Painel Central de um sistema de detecção de incêndio com capacidade para monitorar sub-processos industriais e serão definidos sub-processos e suas respectivas grandezas, para serem monitorados. Serão estabelecidos a concepção e um detalhamento mínimo para interligação de sensores, por intermédio de circuitos elétricos específicos, ao sistema de detecção de incêndio e a possibilidade de configurar o painel central de alarmes de incêndio para este fim.

11 11 CAPÍTULO I DETECÇÃO DE INCÊNDIO Um Sistema de Detecção de Incêndio é um sistema capaz de identificar, através de dispositivos eletrônicos, a presença de fumaça ou variação significativa de temperatura em determinado ambiente e ativar alarme sonoro e visual com a finalidade de alertar a necessidade de evacuação do local, além de acionar a brigada de incêndio para as providências necessárias. Um Sistema característico consiste em sensores e acionadores manuais, distribuídos pelas áreas/compartimentos a serem protegidos, interligados através de uma rede de dados a um Painel Central de Detecção que gerencia a informação de cada dispositivo, em intervalos de segundos, acionando alarme áudio/visual quando da ocorrência de incêndio ou falha de supervisão Painel central de detecção de incêndio Dentre as diversas opções no mercado nacional, escolhemos para o desenvolvimento deste trabalho um Painel de Controle de Alarmes de Fogo (Figura 1.1), modelo TRIDENT ML JUNO-NET, fabricado pela Global Fire Equipment S.A. - Portugal, distribuído no Brasil pela EZALPHA MV - Equipamentos de Segurança Características básicas: Sistema analógico endereçável, três laços, 126 dispositivos por laço; Duas saídas para sirenes independentes; Conexão RS 232/485 para software supervisório; Baterias incorporadas; Display LCD iluminado, quatro linhas e 40 caracteres;

12 12 Reles de saída NA/NF para fogo, falha e pré-alarme; Memória para 2000 eventos, impressora térmica; Compatível com protocolos Apollo S90/XP95 e Discovery; Software gráfico para PC e programação baseados em Windows TM; Rede multi-painel com RS485 ou conexões de fibra ótica; Impressora térmica interna de 40 colunas opcional; Figura 1.1 Visão frontal do painel de controle de alarmes de fogo Configuração de um Sistema de Detecção de Incêndio Definições. Painel Principal - Uma instalação tem apenas um Painel Principal que monitora e controla todos os seus componentes; Laço - Conexão física, geralmente dois cabos condutores cobertos para conexão à prova de incêndios, formando um anel de interconexão entre os sensores e o painel de detecção; 1 Fonte: Global Fire Equipment - JUNO-NET EN54 Datasheet

13 13 Sirenes convencionais - Dispositivo de saída audível conectado às saídas para sirene convencional do Painel Principal ou do sub-painel. É eletricamente diferente da sirene de laço; Detector - Qualquer tipo de sensor de calor ou fumaça que esteja conectado a um laço analógico; Dispositivo Qualquer detector, sirene, módulo ou acionador manual conectado a um laço analógico; Sirene local - Dispositivo com saída audível (campainha ou sirene) conectado à saída da campainha local no painel principal ou sub-painel; Sirene de laço - Dispositivo com saída audível conectado e controlado individualmente por um laço analógico. As sirenes de laço são eletricamente diferentes das sirenes convencionais; Zona - Um grupo de dispositivos numa situação comum. Uma zona pode estar formada por uma coleção de quaisquer dispositivos conectados ao sistema Componentes. Painel de Controle de alarmes de fogo - Trident Juno-Net EN54; Detector ótico de fumaça Apollo - série XP95; Detector de temperatura Apollo - série XP95; Acionador manual endereçável Apollo serie XP95; Indicador áudio visual Ezalpha flashni-srv; Sirene bitonal Fulleon roshini; Modulo isolador curto circuito Apollo Xplorer.

14 Diagrama típico. A figura 1.2 mostra um diagrama típico relativo a uma configuração básica para funcionamento de um sistema de detecção de incêndio, consistindo em alimentação principal, alimentação alternativa (baterias), laço contendo dispositivos sensores e acionador manual e sirenes para sinalização áudio/visual. Figura 1.2 Diagrama típico configuração básica. (Autor) Funcionamento básico. O Painel de Controle mantêm os laços constantemente alimentados com 24 Volts DC e, a cada intervalo de tempo, os circuitos eletrônicos dos detectores enviam sinal, em freqüência correspondente a seu endereço, para o painel.

15 15 A ausência do sinal de qualquer dispositivo é reconhecida como falha da linha de alimentação do laço ou falha do próprio dispositivo, o que faz soar o alarme de defeito. Caso o detector venha a se tornar ativo (presença de fumaça ou calor excessivo), o mesmo envia um sinal, em freqüência especifica, para a central, que processa e dispara alarme de incêndio. A configuração através de laço serve para, na falha da transmissão da alimentação (circuito aberto ou curto-circuito) para um determinado numero de detectores, garantir alimentação pelo outro lado do laço, tendo sido a área afetada isolada através dos isoladores. Os acionadores manuais, quando pressionados, alarmam imediatamente como incêndio e devem ser recompostos após acionamento. Na falta de energia principal, o sistema continuará sendo alimentado pelas baterias internas, por um período aproximado de 12 horas.

16 16 CAPÍTULO II PROCESSOS INDUSTRIAIS Processos industriais são procedimentos que envolvem passos químicos ou mecânicos como parte da fabricação um ou vários itens, aplicados de maneira a assegurar uma melhoria significativa na eficiência e segurança da produção. Em todos os processos industriais é absolutamente necessário controlar e manter constantes algumas variáveis, tais como: pressão, vazão, temperatura, nível, ph, condutividade, velocidade, umidade etc. Os instrumentos de medição e controle permitem manter constantes as variáveis do processo, objetivando a melhoria em qualidade, o aumento em quantidade do produto e a segurança (GONÇALVES, 2003, p.16) Os sistemas de supervisão e de controle de processos industriais são, na maioria das vezes, elaborados para atendimento específico de um equipamento ou sistema que opera em um determinado ciclo da atividade de produção. A figura 2.1 mostra uma estação de tratamento de água com vários equipamentos responsáveis pela conformidade final do produto, dentro dos requisitos estabelecidos para este projeto. As suas variáveis são monitoradas por uma por um sistema supervisório localizado na sala de controles.

17 17 Fig. 2.1 Sala de Controle Estação de Tratamento de Água. 2 De maneira análoga poderemos assimilar que uma indústria usaria esta água tratada como um dos itens da sua produção, necessitando de outros processos para a elaboração de seu produto final. Poderíamos estabelecer, por exemplo, como produto final a produção de solução eletrolítica de acido sulfúrico, produzida por indústrias químicas, como eletrólito para aplicação e uso em baterias de chumbo-ácido. A produção desta solução eletrolítica requer basicamente, além da produção da água desmineralizada, a sua mistura com acido sulfúrico concentrado para obtenção da densidade desejada, o resfriamento e a transferência para tanques de armazenamento. Os sub-processos acima citados, tratamento de água, transferência de acido e resfriamento são monitorados e controlados individualmente ou integrados em um único sistema supervisório. 2 Fonte:

18 18 Uma das características dos sistemas de controle e monitoramento é a automação com o mínimo de supervisão humana. Durante a operação e funcionamento das maquinas, ou seja, enquanto motores elétricos, bombas e redes estão funcionando com suas variáveis dentro dos parâmetros estabelecidos no projeto, existe um acompanhamento de pessoal capacitado para operação e acompanhamento. Considerando como grande a possibilidade destes sistemas pararem de operar, por não serem necessariamente processos ininterruptos, por necessidade de manutenção ou por estarem sem vigilância em finais de semana, por exemplo, podem ficar sem monitoramento variáveis importantes destes processos. Podemos citar, dentro do exemplo ilustrado, tres itens como imprescindíveis para um monitoramento constante, independente de o processo estar em operação: Nível de ácido no dique de contenção constata que houve vazamento indesejado no tanque de acido. Nível abaixo do set-point no tanque de água - constata vazamento indesejável no tanque de água. Baixa pressão de ar-comprimido constata queda no suprimento de ar necessário à agitação e mistura. Na impossibilidade destas variáveis serem monitoradas pelos seus respectivos sistemas supervisórios e o fato de uma falha desta natureza poder representar um alto custo financeiro para sua reparação, temos como solução, com um conjunto reduzido de investimentos, a implementação de uma integração e efetivo monitoramento destes sinais através de uma rede de dados de um sistema eletrônico de detecção de incêndio.

19 19 Vamos considerar, a partir deste momento, a implementação do requerido sistema de monitoração de sub-processos industriais em uma Estação de Pesquisa, cuja característica das instalações em muito se assemelha a uma indústria de pequeno porte. A estação de pesquisa é um complexo que agrupa instalações com acomodações e conforto para um grupo de 50 pessoas, incluindo dormitórios, cozinha, banheiros, sala de recreação e camarotes. Além disso,conta com laboratórios, oficinas, sistema de captação de água, tratamento de efluentes, geração e distribuição de energia, todos diretamente relacionadas à pesquisa de campo. A existência de um grupo reduzido de pessoas para a execução das diversas atividades relativas à pesquisa e manutenção da estação não permite o acompanhamento, em tempo integral, de todos os processos existentes, alem disso, determinados sub-processos não contemplam, nos seus requisitos de operação, sistema de monitoramento e alarme próprio que possam ser integrados e acompanhados remotamente. Consideramos também a pré-existencia de um sistema de detecção de incêndio conforme características citadas anteriormente, com uma rede de dados estabelecendo no mínimo um dispositivo por compartimento, habitável ou não. 2.1 Escolha de Sub-processos. Serão monitoradas três grandezas relativas à: nível de efluentes, nível de óleo e corrente elétrica, componentes de qualquer processo industrial, presentes nas diversas áreas de automação e controle.

20 Corrente elétrica para cinta térmica de aquecimento das redes de captação de água. A estação de pesquisa prevê a captação e bombeamento de água de lagos naturais, através de redes de PVC, 100 mm, conduzindo para um reservatório central. As redes possuem isolamento térmico e aquecimento através de cintas térmicas, com alimentação de 220 Volts CA, para evitar o congelamento da água, o que pode ocasionar, em períodos com ocorrência de temperatura baixa, o rompimento da respectiva tubulação. As cintas térmicas mantêm as redes em temperatura acima de zero grau Celsius através de uma corrente elétrica enviada por controladores elétricos específicos, que recebem tensão de um alimentador principal denominado Painel Elétrico de Cintas Térmicas. O projeto deste painel não prevê o diagnóstico e análise de falha na alimentação de seus circuitos secundários, o que demandaria um custo alto no projeto e instalação. O propósito para este sub-processo é monitorar constantemente a alimentação elétrica para todas as cintas e, em caso de falha nesta alimentação, enviar sinal de alarme através do sistema de detecção de incêndio Nível de Efluentes na estação de tratamento de esgoto. A Estação de Pesquisa possui uma unidade de tratamento de esgoto, localizada a cerca de 200 metros da área habitada, constituída por filtração com recirculação e desinfecção por ultra-violeta.

21 21 O processo é todo automatizado e prevê a o controle efetivo dos subprocessos com acionamento das bombas e operação das lâmpadas de UV. Uma possível falha no acionamento ou operação de um dos motores elétricos que acionam as bombas de recirculação pode elevar o nível e causar o transbordo do tanque, com despejo de esgoto sem o tratamento devido. O propósito para este sub-processo é monitorar constantemente o volume dos tanques para verificação de falha, enviando sinal de alarme através do sistema de detecção de incêndio para conhecimento geral e a tomada de ação corretiva por equipe responsável Presença de óleo combustível no invólucro externo do tanque principal. Para o funcionamento dos grupos geradores a Estação de Pesquisa dispõe de geradores localizados externamente. O fornecimento de óleo combustível se dá a partir de tanque de aço com duplo invólucro, com propósito de realizar contenção caso haja vazamento no tanque interno. O Controle e bombeamento do óleo que é fornecido e queimado nos motores de combustão, que acionam os geradores, é realizado automaticamente através do sistema de controle localizado em uma casa de bombas, junto aos tanques de óleo. Esse sistema também é automatizado e incorpora todas as funcionalidades necessárias para o perfeito funcionamento do conjunto, exceto pela monitoração de vazamento do tanque de óleo.

22 22 O propósito para este sub-processo é monitorar constantemente o nível/presença de óleo entre os dois tanques, o que constataria um possível vazamento, enviando sinal de alarme através do sistema de detecção de incêndio para conhecimento geral e a tomada de ação corretiva por equipe responsável.

23 23 CAPÍTULO III CONCEPÇÃO E MODELAGEM Os requisitos necessários para implementação de monitoramento nos sub-processos citados nos itens a serão estabelecidos com base na documentação técnica de um módulo eletrônico endereçável de entrada/saída, para utilização em conjunto com a rede de dados de um sistema de detecção de incêndio. 3.1 Características do módulo eletrônico endereçável. Segundo o seu Data-Sheet, o dispositivo I/O Addressable Input/Output Module da Global Fire Equipment, permite realizar interface de sinal externo de um terceiro equipamento ao painel de controle de alarmes de incêndio usando um contato normalmente aberto de um relê e, ao mesmo tempo, permite um chaveamento de seu relê de saída para acionamento de um controle auxiliar externo. A conexão de entrada pode monitorar falha, circuito aberto ou fechado e incêndio. Essa entrada do dispositivo é usada para monitorar contatos de um sistema externo, por exemplo, o monitoramento de sistema de sprinklers para indicar se foram ativados ou o nível de gás de um sistema de extinção de incêndio. A conexão de saída pode ser programada para fechamento de portas corta fogo ou ativação de sistemas de exaustão de fumaça.

24 24 CONEXÃO COM O LAÇO ENDEREÇO SAÍDA ENTRADA Fig. 3.1 Módulo endereçável de entrada/saída Concepção Inicial. As funções de entrada e saída do módulo I/O podem ser utilizadas de acordo com as necessidades sugeridas para este trabalho, estabelecidas no item 2.1. A interligação dos sinais de saída dos sub-processos será feita conforme figura 3.2, com a instalação de um sensor específico para a variável de controle relativa ao sub-processo a ser monitorado, sua conexão a entrada do modulo I/O e a configuração do respectivo endereçamento. 3 Fonte: Addressable Input/Output Module Global Fire Equipment

25 25 SISTEMA DE INCENDIO SUB-PROCESSOS SISTEMAS EXTERNOS MODULOS I/O REDES DE CAPTAÇÃO DE AGUA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO TANQUES DE OLEO COMBUSTIVEL Fig. 3.2 Interligação de sub-processos ao sistema de incêndio. (Autor) 3.3 Concepção para sub-processo redes de captação de água. As redes de captação de água do lago têm instalado, em todo o seu comprimento, cintas térmicas para aquecimento, com tensão de alimentação de 220 Volts CA, a partir de um painel central de alimentação. As características deste painel não prevêem o diagnóstico e análise de falha na alimentação de seus circuitos secundários, o que demandaria um custo alto no projeto e instalação.

26 26 A variável a ser monitorada, neste caso, será a corrente elétrica, que, em condição normal de funcionamento permanece na faixa compreendida entre dois e cinco ampéres, conforme potência elétrica das cintas e temperatura de trabalho. Um circuito simples utiliza um transformador de corrente, com potencial de saída ligado na entrada de um circuito integrado comparador, cuja saída aciona a bobina de um relê, tendo seus contatos conectados a entrada do módulo I/O, com sua saída de laço interligada ao sistema de detecção de incêndio, conforme figura 3.3. REDES DE CAPTAÇÃO DE AGUA CIRCUITO DE MONITORAMENTO SISTEMA DE INCENDIO PAINEL ELÉTRICO COMPARADOR MÓDULO I/O CENTRAL DE INCENDIO TC TUBULAÇÃO COM CINTA TERMICA LAÇO Fig. 3.3 Redes de captação de água - Interligação ao sistema de incêndio. (Autor) 3.4 Concepção para sub-processo estação de tratamento de esgoto. A unidade de tratamento de esgoto prevê, através de seu sistema supervisório, o controle efetivo do acionamento das bombas e operação das lâmpadas de Ultra Violeta.

27 27 Uma possível falha no acionamento ou operação de um dos motores elétricos que acionam as bombas de recirculação pode elevar o nível e causar o transbordo do tanque, com despejo de esgoto sem o tratamento devido. A variável a ser monitorada, neste caso, será o nível no tanque de esgoto, que, em condição normal de funcionamento permanece na faixa de trabalho estabelecida pela atuação das bóias de nível alto e baixo. Um circuito simples utiliza uma bóia extra, em um nível de segurança superior ao das bóias de nível do sistema. A ocorrência de nível extra causará o fechamento dos contatos de saída da bóia de nível, sendo realizada a interligação desses contatos com a entrada do módulo I/O, com sua saída de laço conectada ao sistema de detecção de incêndio, conforme figura 3.4. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO CIRCUITO DE MONITORAMENTO SISTEMA DE INCENDIO BOIA DE NIVEL SEGURANÇA MÓDULO I/O CENTRAL DE INCENDIO TANQUE DE ESGOTO LAÇO Fig. 3.4 Estação de tratam. de esgoto - Interligação ao sistema de incêndio. (Autor)

28 Concepção para sub-processo tanque de óleo combustível. O fornecimento de óleo combustível para os grupos-geradores se dá a partir de tanque de aço de duplo invólucro, construído com propósito de realizar contenção caso haja vazamento no tanque interno. O Controle e bombeamento do óleo combustível fornecido aos motores de combustão, que acionam os geradores, são realizados automaticamente através do sistema de controle localizado na casa de bombas. Um possível vazamento neste tanque de óleo seria contido imediatamente no segundo invólucro, mas sua identificação não seria imediata. A variável a ser monitorada, neste caso, será a presença de óleo combustível entre os dois cascos do tanque duplo, que, em condição normal de funcionamento, estaria sempre seco, sem presença de óleo. Um circuito simples utiliza um sensor capacitivo para monitorar e alarmar a presença do óleo. A ocorrência de vazamento e presença do óleo ativaria o sensor que, conectado a um relê faria o acionamento na entrada do módulo I/O, com sua saída de laço conectada ao sistema de detecção de incêndio, conforme figura 3.5.

29 29 TANQUE DE ÓLEO COMBUSTÍVEL CIRCUITO DE MONITORAMENTO SISTEMA DE INCENDIO Vcc TANQUE DE ÓLEO DUPLO INVOLUCRO RELÊ CENTRAL DE INCENDIO SENSOR CAPACITIVO MÓDULO I/O LAÇO Fig. 3.5 Tanque de óleo combustível - Interligação ao sistema de incêndio. (Autor)

30 30 CAPÍTULO IV CONFIGURAÇÃO DO PAINEL CENTRAL DE ALARMES A partir do momento que os sinais provenientes dos circuitos de monitoramento de cada processo são conectados ao laço de dispositivos sensores do sistema de detecção de incêndio é necessário realizar a sua configuração de endereçamento, a escolha do tipo de alarme a ser enviado e a nomenclatura correspondente na tela do painel central. A funcionalidade básica do painel e o alarme de fogo estarão disponíveis assim que os dispositivos forem conectados, seus respectivos endereços individuais forem determinados e configurados e o sistema alimentado. O uso de algumas funções de programação permite configurar o sistema de acordo com a aplicação necessária, para isso devemos considerar dois níveis de acesso ao sistema: Utilizador - Acesso ao sistema para operação básica como silenciar sirenes, desabilitar e habilitar zonas de dispositivos, buzzer, reles e demais ações de conhecimento. Instalador - Acesso ao sistema para realização de qualquer tipo de manutenção ou expansão, permitindo alterar descrição de compartimentos, zonas de alarme, e configurações de modo geral. O Painel Central de Alarmes é bastante complexo, permitindo, além das operações já citadas, a realização de diversos tipos de supervisão, inclusive com acionadores de evacuação, marcação de zonas, sirenes específicas por dispositivo ou grupo de dispositivos e, principalmente, a função de alarme de processos, objeto deste estudo. A Programação dera ser realizada de acordo com as funções preconizadas no manual do fabricante.

31 Configuração de endereçamento. A configuração do endereçamento do módulo I/O segue o mesmo procedimento adotado para os sensores de fumaça, de fogo e demais dispositivos endereçáveis, consistindo em ajustar os segmentos do interruptor DIL para a posição 0 ou 1, obtendo o correspondente endereço de 1 a 126. ENDEREÇO Fig. 4.1 Lista de possíveis configurações de endereçamento. 4 4 Fonte: Manual de instalação Detector linear Apollo série XP 95.

32 Escolha do tipo de Alarme Alarme de fogo. O painel central de alarme de incêndio consegue emitir sinal sonoro/visual através de sirene local e sirenes remotas, conectadas e distribuídas em uma rede de 24 Vcc com saída a partir de contatos de um relê, conforme figura 1.2. Existe também a possibilidade de instalação de sirenes endereçáveis nos laços, que somente irão sinalizar a partir de determinada ocorrência préprogramada. Em ambos os casos, o sinal sonoro é decorrente de uma situação identificada e caracterizada como incêndio, tendo a função de alarmar em emergência para conhecimento geral e ações de evacuação e combate por equipe qualificada Alarme de falha. As situações de falha identificadas pelo painel central podem ser caracterizadas como decorrentes de problemas com a alimentação para o laço, como por exemplo: curto circuito e laço aberto ou problemas relacionados a dispositivos sensores e acionadores manuais. Em ambos os casos, o sinal sonoro de falha se limita ao disparo de uma campainha interna ao painel, com nível de ruído suficiente para percepção a um raio de cerca de dez metros do painel, condição suficiente para conhecimento do operador responsável.

33 Alarme relacionado aos sub-processos. O módulo endereçável I/O pode ser utilizado para duas situações distintas, ou seja, através da escolha de valor dos resistores conectados ao borne de entrada do mesmo, a condição a ser interpretada pelo painel central pode ser de falha ou alarme, conforme abaixo: VALOR MÍNIMO VALOR MÁXIMO FALHA Curto circuito 2K2 FOGO 2K2 8K2 NORMAL 8K2 50K FALHA 50K Circuito aberto Tabela 4.1 Valores de resistores para condição de falha ou fogo. (Autor) As situações de monitoramento propostas neste trabalho se enquadram como situação de falha, tendo em vista que não necessitariam de alarme sonoro geral com necessidade de evacuação, apenas a condição de alarme local de falha. 4.3 Nomenclatura no painel. A programação realizada no painel central de detecção permite incluir nomenclatura relativa ao alarme de fogo ou falha, com isso aparecerá no display o texto correspondente que possibilita a identificação do tipo e local do alarme. A configuração de nomenclatura se dá a partir da conexão de um teclado convencional a uma entrada localizada no painel para digitação.

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