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2 Sua obra merece produtos de qualidade. Pensando nisso, a CompraCon-SP reuniu os melhores fornecedores do ramo, proporcionando para sua construtora condições especiais do setor. Parceiros locais São José dos Campos Acesse o site para conhecer mais sobre a CompraCon-SP e como a sua construtora pode fazer parte deste grupo!

3 EDITORIAL Mais produtividade Sergio Watanabe* D urante a Missão Comercial do SindusCon-SP e da Compra- Con-SP que visitou em maio a Construmat 2011 Feira Internacional da Construção, em Barcelona, Espanha, fui entrevistado por uma jornalista de El País, o diário mais influente daquela nação. A principal pergunta da profissional era se no Brasil a construção de moradias poderia enfrentar o problema que aflige o setor na Espanha desde a crise financeira de 2009: com a falta de créditos internos e externos, os bancos praticamente fecharam a torneira no financiamento à produção e à aquisição de habitações. Respondi que isso dificilmente aconteceria porque no Brasil o financiamento habitacional não depende dos bancos, e sim do FGTS e da Caderneta de Poupança, o primeiro alimentado por depósitos de empregadores e empregados, e o segundo com a poupança da população. Além disso, há recursos de outras fontes, como os captados pelas grandes construtoras no mercado de capitais, e já se estudam alternativas para quando os recursos da Poupança não forem suficientes ao atendimento da demanda. Disse à jornalista que o setor imobiliário brasileiro detém a pujança que seu congênere espanhol teve até a crise financeira: Somos hoje o que vocês foram ontem, comentei. Mas ninguém deseja que a construção brasileira seja amanhã o que a espanhola é hoje. Temos os nossos conhecidos gargalos, e por isso a Missão do SindusCon-SP na Espanha, além de conferir as novidades na Construmat, entrou em contato com empresas que fabricam ou alugam gruas, guindastes e diversos equipamentos. Milhares deles estão parados na Espanha, Gruas paradas na Espanha trariam redução de custos e prazos no Brasil num momento em que seriam úteis no Brasil. Com o atual quadro de escassez de mão de obra, a construção brasileira necessita se industrializar para atender à demanda por obras. Certamente os atrasos generalizados das obras esportivas e de infraestrutura aeroportuária e urbana para a Copa de 2014 poderiam ser superados em grande parte se o governo facilitasse o ingresso desses equipamentos novos e semi-novos no Brasil. A Missão do SindusCon-SP também transmitiu alguns recados, ao participar do Fórum da Construção Brasil-Espanha, realizado na Construmat. Manifestamos que todo produto ou processo construtivo estrangeiro para elevar a produtividade é bem-vindo, desde que os fornecedores pensem no longo prazo, porque o desafio não é só a colocação no mercado brasileiro, mas sua manutenção aqui. Destacamos a necessidade de insumos, equipamentos e sistemas que, devidamente tropicalizados em associação com parceiros nacionais, elevem a produtividade da construção. E nos dispusemos a conhecer tecnologias e políticas públicas que incrementem a sustentabilidade na construção, sobretudo em áreas como energias renováveis. Entendemos que são bem-vindos os parceiros estrangeiros com capacidade de produção e que possam atender as necessidades da construção brasileira. Mas, para que esses insumos venham ao Brasil diminuir custos e prazos nas obras, será necessário o governo contribuir para atender a demanda que ele também ajudou a criar mediante programas como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Essa contribuição precisa se dar com a superação de entraves como tributos, barreiras e taxas alfandegárias, e uma política nacional de formação de mão de obra especializada na operação de equipamentos e na instalação de sistemas. O incremento da formação de mão de obra é inadiável. Seria impensável se finalmente conseguíssemos trazer para cá milhares de gruas e não tivéssemos pessoal qualificado para operá-las. * Presidente do SindusCon-SP Envie seus comentários, críticas, perguntas e sugestões de temas para esta coluna: 3

4 Presidente Sergio Tiaki Watanabe CONGRATULAÇÕES Vimos parabenizá-lo pela excelente qualidade e excepcional conteúdo da revista Notícias da Construção, nº 99, ano 7, abril/2011, e agradecer a atenção destinada à nossa entidade. Alexandre Tirelli Presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo SindusCon-SP e Caixa firmam convênio 6 Capa Certificação é um dos caminhos para alcançar a sustentabilidade 10 Relações Internacionais Prospectando a Espanha SindusCon-SP destaca oportunidades Sustentabilidade é estratégica Construmat traz novos insumos Espanhóis querem trazer gruas Um colírio para os olhos Em Vilanova, revitalização inédita Falta de crédito parou o mercado 20 Habitação HIS poderá ter elevador SindusCon-SP alerta CDHU 22 Eventos Enic terá palestras de alto nível 5 Robson Gonçalves Conjuntura 24 Maria Angelica Covelo Silva Gestão da obra 30 Fátima Cardoso Prevenção e Saúde 34 Maria Angelica Lencione Pedreti Gestão colunistas voz do leitor Escreva para esta Seção Fax (11) R. Dona Veridiana 55, 2º andar São Paulo 26 Obras públicas Setor rejeita Regime Diferenciado 31 Responsabilidade social ConstruSer reuniu 39 mil Prática alcança maioria do setor 36 Relações Capital-Trabalho Setor debate melhorias com o governo Trabalho de inclusão de PCDs continua 40 SindusCon-SP em Ação Caixa promete atualizar valores Missão a Paris será com a Fiesp Megasipat começará em agosto Seminário mostrará cases de estruturas Regionais Campinas debate licença ambiental Parceria forma mais mestres de obras Bauru faz propostas à Prefeitura Receita orienta sobre CND e Diso Feirão da Caixa agita Sorocaba CompraCon-SP promove encontro Mestres formam-se no Vale Comitiva de Santos vai a Barcelona São Bernardo adquire software 3D Ribeirão faz Elevação da Escolaridade Salão e Feirão movimentam R$ 242 mi 38 Antonio Jesus de Britto Cosenza Marketing 42 José Carlos Sampaio Desafios no Canteiro 52 Ercio Thomaz - Soluções Inovadoras 54 Ricardo Negrão Jurídico Vice-presidentes Cristiano Goldstein Delfino Paiva Teixeira de Freitas Francisco Antunes de Vasconcellos Neto Haruo Ishikawa José Antonio Marsilio Schwarz José Carlos Molina José Roberto Pereira Alvim Luiz Antônio Messias Marcos Roberto Campilongo Camargo Maristela Alves Lima Honda Mauricio Linn Bianchi Odair Garcia Senra Paulo Brasil Batistella Diretores das Regionais José Batista Ferreira (Ribeirão Preto) José Roberto Alves (São José dos Campos) Luís Gustavo Ribeiro (Presidente Prudente) Luiz Cláudio Minniti Amoroso (Campinas) Renato Tadeu Parreira Pinto (Bauru) Paulo Piagentini (Santo André) Ricardo Beschizza (Santos) Ronaldo de Oliveira Leme (Sorocaba) Emilio Carlos Pinhatari (São José do Rio Preto) Representantes junto à Fiesp Titulares: Eduardo Capobianco, João Claudio Robusti Suplentes: Sergio Porto, Artur Quaresma Filho Assessoria de Imprensa Rafael Marko - (11) Nathalia Barboza - (11) conselho editorial: Delfino Teixeira de Freitas, Eduardo May Zaidan, José Romeu Ferraz Neto, Maurício Linn Bianchi, Francisco Antunes de Vasconcellos Neto, Odair Senra, Salvador Benevides, Sergio Porto SUPERINTENDENTE: Antonio Laskos gerência de mercado: Igor Archipovas Secretaria: Marcia Laurino editor responsável: Rafael Marko REDAÇÃO: Nathalia Barboza (São Paulo) com colaboração das Regionais: Ester Mendonça (São José do Rio Preto) Giselda Braz (Santos) Homero Ferreira (Presidente Prudente) Enio Machado, Pasquarelli Junior, Denise Kelen (São José dos Campos) Marcio Javaroni (Ribeirão Preto) Nerli Peres (Sorocaba) Sabrina Magalhães (Bauru) Sueli Osório (Santo André) Vilma Gasques (Campinas) comunicação: Marcelo da Costa Freitas/Chefe de Arte Jecyane Costa/Produtora Gráfica Sanders Caparroz Giuliani/Designer Gráfico Allan Leone/Web Designer Andressa Jesus da Silva/Web Designer Valdemir Lima/Programador Web PUBLICIDADE: Vanessa Dupont Tel. (11) Tel. (11) ENDEREÇO: R. Dona Veridiana, 55, CEP São Paulo-SP Centro de Atenção ao Associado Tel. (11) CTP/ impressão: Pancrom Indústria Gráfica Tiragem desta edição: 9 mil exemplares As opiniões dos colaboradores não refletem necessariamente as posições do SindusCon-SP 4 O papel desta revista foi feito com madeira de florestas certificadas FSC e de outras fontes controladas.

5 CONJUNTURA Superemprego Robson Gonçalves* H á tempos se dizia que no Brasil é difícil até prever o passado. Apesar do grande amadurecimento de nossas instituições econômicas e democráticas, o passado continua a desafiar nossa capacidade de previsão. Ao final de 2010, o governo federal comemorou uma marca histórica. Nada menos de 2,5 milhões de postos de trabalho com carteira assinada tinham sido criados em doze meses. Eram tanto desempregados quanto trabalhadores informais que tinham atingido a dignidade da carteira assinada. Brilhante! A melhoria do nível e da qualidade do emprego no Brasil tem consequências sociais altamente desejáveis. Trabalhadores formalizados desfrutam dos benefícios da seguridade social e têm maior confiança em seus níveis de renda corrente e futura. As empresas investem menos na qualificação dos trabalhadores informais, em prejuízo da produtividade como um todo. Enfim, tratava-se de um número muito positivo em termos de inclusão social e melhoria do perfil de distribuição de renda no país. Em maio o governo reviu as contas e o dado definitivo para 2010 foi ainda mais impressionante: mais de 2,8 milhões de empregos formais criados. Viva! Ocorre que, em Economia como em Medicina, uma dose exagerada ou um timing errado podem fazer os efeitos colaterais do remédio superarem seus benefícios. Infelizmente, no que se refere ao mercado de trabalho, não vale a máxima do quanto mais, melhor. O quadro vivido em quase todo o país é de escassez crescente de trabalhadores qualificados. A construção civil, um dos Consumo elevado deve perdurar mais algum tempo e alimentar inflação segmentos mais dinâmicos da economia, é uma grande prova disso. Pagamos hoje o preço da falta de investimento em educação, negligência que perdurou por décadas. Durante o governo FHC, o Brasil conseguiu um grande feito, acabando com o déficit de vagas no Ensino Fundamental. Na era Lula, outro salto importante foi dado, com a reestruturação e ampliação da rede de Institutos Federais, as antigas Escolas Técnicas Federais. E mesmo o ProUni, com todas as críticas que possa merecer, teve méritos importantes em termos de inclusão e democratização do ensino universitário. Ocorre que a dinâmica da formação de capital humano, isto é, da qualificação da mão de obra, tem um timing longo em qualquer economia. Até que medidas de universalização do acesso e melhoria de qualidade na educação se materializem em níveis adequados de oferta de pessoal qualificado, lá se irão anos. Embora estejamos no caminho correto, esse processo foi atropelado pelo crescimento espetacular da atividade produtiva em Como consequência, vivemos hoje um dilema digno de Shakespeare: ser ou não ser tolerantes com inflação em alta apesar do crescimento do emprego. O excesso de demanda exige a elevação dos juros pelo Bacen. Mas os milhões de novos trabalhadores formais, ávidos pelo consumo, aceitam pagar taxas de juros mais altas e parcelas mais salgadas quando compram a prazo. Esfriar a economia a ponto de deter o crescimento da demanda exigiria um esforço ainda maior, mas desaceleraria o impressionante processo de inclusão social em marcha. Que fazer, então? Qual a melhor opção? Menos inclusão ou menos inflação? Para 2011, o cenário parece já estar claro. O efeito defasado da imensa criação de empregos do ano passado irá sustentar o crescimento do consumo por mais algum tempo. Mas a escassez de pessoal qualificado irá pressionar os salários e o excesso de demanda continuará deixando a inflação ao consumidor acima de 6% ao ano. A inércia do superemprego é forte. * Professor dos MBAs da FGV e consultor da FGV Projetos Envie seus comentários, críticas, perguntas e sugestões de temas para esta coluna: 5

6 CAPA Atenha-se ao princípio Nathalia Barboza Para atingir o alvo é preciso lançar muitas setas. Assim o arquiteto Edward Garrod, do escritório Foster+Partners de Londres (Inglaterra), definiu a função dos sistemas existentes no mundo de certificação ambiental de edificações. Ele falou sobre o assunto tanto no Seminário Internacional Avaliação Ambiental de Edifícios As práticas brasileiras e as ten dên cias mundiais, quanto no workshop que se seguiu, ambos promovidos em maio pelo Comasp (Comitê de Meio Ambiente) do SindusCon-SP. Segundo Garrod, o Foster+Partners aborda os projetos de uma forma multidisciplinar e colaborativa, na qual uma enorme gama de expertises está envolvida e, neste cenário, os sistemas de certificação são, em geral, muito parecidos. O arquiteto disse que por isso mesmo é conveniente ater-se aos princípios de sustentabilidade que eles apresentam. Se for assim, disse, elas podem ajudar a criar um projeto melhor. A certificação ajuda a perseguir o desempenho e focar o alvo, completou. Outra ferramenta fundamental são os softwares de análise virtual de performance. Muitas vezes fica mais barato usá-los desde o início, porque eles ajudam a decidir, dentro do orçamento, qual tecnologia mais eficiente aplicar no projeto. Temos sempre de pensar no custo total, ensinou Garrod. No entanto, advertiu, é sempre bom lembrar que os prédios não devem apenas ser eficientes do ponto de vista da sustentabilidade. Eles devem fazer com que as pessoas se sintam felizes e gostem de estar dentro deles. Ao lado de Garrod, o arquiteto brasileiro Edson Yabiku, associado do Foster+Partners, afirmou que a decisão de fazer análises virtuais deve partir da arquitetura. Não esperamos o cliente pedir um prédio sustentável nem a análise de túnel de vento. É nossa obrigação propor isso. Vai reverter em benefício do cliente e do usuário. Um dos princípios do Foster, diz, é fazer perguntas desde o início e muitas das respostas são dadas por estas ferramentas. Yabiku comentou que foi importante ver a demonstração de empenho da cons- Edson Yabiku e Edward Garrod: prédio sustentável é aquele que faz as pessoas felizes Fotos: Alexandre Ondir 6

7 trução civil brasileira para fazer o melhor. O esforço dos projetistas e empreendedores para fazer sustentabilidade é muito bom. O Brasil é exemplo para o mundo, e o importante agora é dar um passo a mais com responsabilidade, afirmou. Exemplos pelo mundo O seminário começou com a palestra da professora da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp e coordenadora técnica do seminário Vanessa Gomes, que descreveu o panorama das certificações mundo afora. Segundo ela, a Austrália foi a primeira a ter um histórico de ações voltadas a políticas públicas sobre isso. O Nathers (Nationwide House Energy Rating Scheme, de 2002) foi o primeiro sistema governamental de certificações, lembrou. Já a Inglaterra foi o primeiro país a construir uma agenda nacional de sustentabilidade e tem a certificação Breeam (Building Research Establishment Environmental Assessment Method) há 90 anos. Em meados dos anos 90, surgiu o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), do U.S. Green Building Council (USGBC). Ambas as iniciativas começaram essencialmente como checklists do que fazer ou não fazer no projeto de edifícios comerciais. Basicamente, tais sistemas apresentavam diretrizes de bom projeto e gestão, analisou Vanessa. Com o desenvolvimento deste campo, maior ênfase foi dada à avaliação de desempenho, mas alguns dos aspectos de diretrizes persistiram, então podemos chamá-los de sistemas híbridos, completou. A certificação é uma diferenciação de mercado justa e uma boa fonte de informação, sustentou Vanessa. Segundo ela, além da aproximação para uma métrica comum entre os sistemas disponíveis, as tendências mundiais Certificação é uma ferramenta e não um fim para obter-se sustentabilidade Abertura: Vasconcellos, Leda Aschermann (SVMA), Nabil Bonduki, Watanabe e Ricardo P. Leite (Sehab) apontam para as certificações de desempenho. Também crescem as ações de governos na elaboração e definição de sistemas certificadores, quase sempre com abordagens mais focadas, e ainda o estímulo ao emprego do conceito da Análise do Ciclo de Vida (ACV) dos produtos inseridos na construção civil. Este tema foi abordado pela engenheira Cássia Maria Ugaya, professora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e especialista em ACV, que inclui a análise ambiental e muitas vezes socioeconômica do produto desde a fase dos materiais e processos envolvidos em sua fabricação, passando por seu uso e o descarte final, o que significa informar à sociedade todos os impactos que o produto causa ao planeta, inclusive os negativos. Ela usou o case de uma indústria de bebidas que teve de voltar atrás em sua decisão de substituir as garrafas de vidro pelas PET, consideradas mais sustentáveis, após perceber o dano ambiental provocado pelo descarte desta nova opção, para exemplificar como o ciclo total de vida de um produto pode ajudar a tomar o melhor caminho. O maior problema é saber qual produto será aplicado nas obras, pois Vanessa Gomes fez a coordenação técnica do seminário não temos inventários ambientais no Brasil. Temos de avançar nisso, afirmou Francisco Vasconcellos Neto, vice-presidente de Meio Ambiente do SindusCon-SP. Segundo Lilian Sarrouf, coordenadora técnica do Comasp, o país se prepara para propor uma diretriz brasileira de ACV que permitirá aos setores avançar na questão. Dentro das diretrizes, espera-se a definição de metodologia que atenda aos diferentes setores. As empresas e a academia esperam que o governo incentive esta iniciativa e crie meios para que ela aconteça. Maria Marta Teixeira Vasconcellos, do Departamento de Meio Ambiente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), especialista em meio ambiente e ferramentas de gestão e normatização ambiental para a indústria, revelou que a análise do ciclo de vida já está nas discussões do setor, com base na série de normas ISO 14000, mas que o país ainda não dá condições de praticar a ACV. Beatriz Kiss, do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (Fundação Getulio Vargas), contou que o Brasil já conta com um modelo de inventário corporativo, outra tendência mundial ao lado da definição da pegada de carbono de produtos.

8 Bernardes, da Tecnisa: etiqueta B do Procel O Programa Brasileiro GHG Protocol, lançado há 3 anos, com base na The GHG Protocol Corporate Standard, metodologia mais usada no mundo para inventários corporativos, tem como objetivo retratar as emissões de gases de efeito estufa de uma organização. Segundo Beatriz, o método engloba emissões diretas e indiretas associadas às atividades desenvolvidas pela empresa. A meta é promover no país uma cultura permanente de elaboração e publicação dos inventários de emissões. Algumas construtoras já aderiram. Esperamos que outras nos ajudem a definir os critérios específicos para o setor. Bueno, da Gafisa: redução da taxa de condomínio SindusCon-SP e Caixa se unem na difusão da sustentabilidade O presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte, assinaram em maio um Protocolo de Cooperação para disseminar em São Paulo as boas práticas e soluções de sustentabilidade. O protocolo é um grande passo para a implantação ainda mais eficaz de políticas sustentáveis no setor da construção, disse Watanabe. O acordo toma como referência os Práticas brasileiras O evento contou ainda com um painel que detalhou os sistemas de certificação disponíveis no Brasil e as experiências das empresas brasileiras. O gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética da Eletrobrás, Fernando Dias Perrone, falou sobre o Procel Edifica e sobre o Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf), cuja meta é economizar 10% da energia planejada para ser consumida até Ele anunciou o lançamento do software Domus Procel Edifica. A ferramenta ajudará nas medições de temperatura e umidade dos ambientes e, segundo Perrone, vem preencher uma importante lacuna de produtos de análise virtual no país. Além disso, ele destacou o Programa Procopa Turismo, que estende os prazos de financiamento concedidos pelo BNDES a projetos voltados à rede turística focada na Copa do Mundo de 2014, desde que obtenham o Selo Procel. O gerente de Desenvolvimento da Tecnisa, Maurício Bernardes, apresentou a experiência da empresa na aplicação dos requisitos do Procel Edifica na linha Tecnisa Flex de imóveis econômicos. Na primeira configuração do empreendimento, só teríamos a etiqueta D de eficiência do Procel. Com um investimento total de R$ 575 mil, ou 0,85% do custo total da obra, em aquecimento a gás, tubulação de água quente com isolamento térmico, medição individualizada de água fria e isolamento térmico na cobertura, pudemos atingir a etiqueta B, explicou. O investimento adicional de R$ 1,1 bilhão em critérios estabelecidos pelo Selo Casa Azul, da Caixa, e tem como metas reduzir custos; reconhecer boas práticas e soluções para o aperfeiçoamento dos projetos habitacionais e desenvolver projetos e ações nas áreas temáticas de interesse prioritário, entre eles a redução e mitigação da emissão de gases de efeito estufa; conforto ambiental e eficiência energética; e a gestão de resíduos da construção e da demolição. alteração da estrutura e substituição dos caixilhos para ter ventilação e iluminação naturais foi descartado, disse. As mudanças seriam para obter-se a etiqueta A. Terence Beckett, representante da Fundação BRE Global, explicou que a certificação de origem britânica Breeam apoia-se em nove categorias que permitem avaliar os edifícios de modo holístico. Segundo ele, hoje o Breeam privilegia os pré-requisitos mínimos, porque o objetivo da certificação é penetrar o máximo possível do mercado. Queremos o bem para a maioria e não só para uma parcela pequena do mercado, que pode chegar ao patamar excelente, afirmou. A arquiteta carioca Viviane Cunha, a primeira a usar a metodologia Breeam no Brasil, pondera que a certificação demanda profissionais muito especializados, capazes de comprovar as boas práticas aplicadas em um empreendimento, mas que o sistema aceita 8 Cássia Ugaya: análise de toda a vida do produto

9 Casado: Brasil é 5º no ranking de uso do LEED melhor as características regionais de um projeto. Beckett também anunciou que a Fundação BRE prepara-se para instalar um Parque de Inovações no Brasil. Junto com a universidade, o complexo funciona como uma espécie de laboratório, onde são estudadas, acompanhadas e incentivadas as inovações tecnológicas aplicadas à construção civil. Driblar dificuldades O Selo Casa Azul, da Caixa Econômica Federal, também leva em conta as características regionais, dos usuários e de custos dos projetos, apontou Jean Rodrigues Benevides. Para ele, a prioridade da Caixa hoje é disseminar o selo. O primeiro projeto, certificado em março deste ano, mostra ser possível driblar questões como um possível aumento de custo e de prazo (análise e aprovação) e a dificuldade de adaptar projetos padrão (já prontos), afirmou. Vilson Buss, da Rôgga Construtora e Incorporadora, de Joinville (SC), demonstrou a aplicação dos critérios da Caixa no Residencial Bonelli. Um exemplo é o uso de elevadores eficientes, como sistema de operação inteligente que minimiza a utilização de energia, contribuindo para a redução das despesas operacionais, disse. Outro exemplo é a gestão dos resíduos de Classe A (tijolo, cimento, telha, bloco) para utilização de aterro do terreno do próprio empreendimento e a destinação dos resíduos perigosos ao Aterro de Resíduos Industriais. Manuel Carlos Martins, da Fundação Vanzolini, explicou que o processo Aqua (Alta Qualidade Ambiental), por sua vez, privilegia os critérios de desempenho, procurando equilibrar meio ambiente e uso do empreendimento e conforto do usuário. Esta certificação foi conquistada pela FDE (Fundação de Desenvolvimento para a Educação), do governo de São Paulo, na reforma da Escola Estadual Bairro Luz, que necessitava preservar as fachadas existentes no terreno que compõem o conjunto de bens de interesse histórico e cultural locais. Das 14 categorias do Aqua, atingimos nível excelente em seis, contou Ricardo Esteves, chefe do Departamento de Edificações da FDE. Apesar do alto custo dos materiais, também incorporamos forros acústicos nas salas, o que nos deu um resultado surpreendente, comentou. As boas práticas identificadas pelo FDE são inseridas nos cadernos técnicos fazendo as lições aprendidas se perpetuarem em todas as demais obras. Por fim, Marcos Casado, gerente técnico do Green Building Council Brasil, apresentou o LEED, certificação mais disseminada no Brasil, 5 país do mundo no ranking do GBC, com 274 projetos registrados 29 já foram certificados. Mesmo assim, segundo ele, o LEED ainda enfrenta dificuldades como a forte visão de curto prazo do setor e a falta de conhecimento sobre a metodologia da certificação. A Gafisa já conseguiu certificação Platinum LEED. Luiz Fernando Ciniello Bueno, diretor de Operações da empresa, revelou que, o condomínio hoje do empreendimento é de R$ 9,35/m², ante R$ 17/m² de outros prédios da região. A economia não foi só na operação. Durante a fase de obra, a utilização de água de infiltração promoveu uma economia de R$ 5 mil na conta mensal. Também foi possível reverter a verba de reciclagem de entulho para os operários, afirmou. Repercussão Para Francisco Vasconcellos Neto, vice-presidente de Meio Ambiente do SindusCon-SP, o seminário representou uma excelente oportunidade para discutir e avaliar, por meio de exemplos práticos, como as certificações são utilizadas pelas empresas brasileiras e o melhor modo de agir de forma sustentável. André Aranha Campos, coordenador do Comasp, disse que o seminário cumpriu a missão do SindusCon-SP de levar informação e conhecimento ao setor. O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, afirmou que a construção sustentável deve ser pensada de forma integral, sem deixar de incluir na discussão o fator custo. Os cálculos não podem ser feitos só levando em conta a Benevides, da Caixa: prioridade é disseminar o Selo Azul construção convencional. Ele também prometeu se debruçar sobre a questão das APPs (Áreas de Preservação Permanente) urbanas. Na abertura, também estiveram presentes Leda Aschermann, secretária- -adjunta e supervisora geral da Administração da SVMA de São Paulo; Ricardo Pereira Leite, secretário municipal da Habitação; e João Luiz Potenza, da Coordenadoria de Planejamento Ambiental da SMA do Estado. 9

10 RELAÇÕES INTERNACIONAIS 10

11 Prospectando a Espanha Rafael Marko A primeira Missão Comercial do SindusCon-SP desembarcou em um domingo, 15 de maio, em Barcelona, em meio à persistência da crise econômica que transformou a construção civil da Espanha, setor protagonista do desenvolvimento até 2008, em uma das maiores vítimas do sumiço dos investidores e da queda de renda das famílias naquele país. No mesmo dia, milhares de jovens ocupavam as praças das principais cidades, para manifestar que nenhum partido político merecia o voto nas eleições regionais e municipais do domingo seguinte. Estima-se que 45% dos jovens espanhóis com até 25 anos estejam desempregados. Em 21 de maio, a oposição de direita derrotaria os governos de centro-esquerda, enfraquecendo o Partido Socialista e o primeiro-ministro José Zapatero. Neste cenário de carteiras imobiliárias dos bancos recheadas de apartamentos devolvidos, escassez de novas obras e milhares de gruas e outros equipamentos de construção parados, a Missão do SindusCon-SP assistiria na manhã seguinte a secretária de Habitação e Atuações Urbanas da Espanha, Beatriz Corredor Sierra, mencionar o Brasil para tentar transmitir um pouco de esperança. Ao discursar na abertura da Construmat 2011 Feira Internacional da Construção de Barcelona, Beatriz afirmou que investimentos em inovação e sustentabilidade levariam a construção espanhola a uma internacionalização, explorando novas oportunidades em países como os do Norte da África e o Brasil. Na mesma linha, o presidente da Província da Catalunha, Artur Mas, apontou a importância da realização da Construmat para desenvolver novos mercados, citando especificamente a China e o Brasil. Ele cobrou do governo espanhol critérios Quaresma Filho, Benevides, Bianchi, Fernandes, Rodrigues, Vasconcellos, Porto, Watanabe, Maria Luiza, Franck e Lúcio, no pavilhão de exposições da feira Construmat, em Barcelona mais flexíveis para a liberação de verbas destinadas à revitalização de moradias, segmento da construção que, junto com algumas obras públicas, resiste à crise. Nos dias seguintes, a delegação do SindusCon-SP visitou a feira, manteve contatos com fornecedores de equipamentos e associações de engenheiros e arquitetos, e conheceu um projeto de revitalização urbana em Vilanova i la Geltrú. Os representantes do sindicato analisaram possibilidades de parcerias para incrementar a produtividade da construção brasileira. Liderada pelo presidente do Sindus- Con-SP, Sergio Watanabe, e organizada pelo diretor de Relações Internacionais, Salvador Benevides, a Missão visitou a Construmat a convite da Fira Barcelona e contou com a participação dos vi cepresidentes Francisco Vasconcellos (Meio Ambiente) e Maurício Bianchi (Tecnologia e Qualidade), e do vice-presidente da SindusCon-SP confere oportunidades para a construção brasileira elevar a produtividade CompraCon-SP (Associação de Compras da Construção Civil no Estado de São Paulo), Fernando Fernandes. Acompanharam o grupo os representantes à Fiesp e ex-presidentes do Sindus- Con-SP Sergio Porto e Artur Quaresma Filho; o membro do CTQ (Conselho de Tecnologia e Qualidade), Luiz Lucio; a diretora de Relações Internacionais da Fiesp, Maria Luiza Salomé; os fornecedores de insumos da construção Carlos Franck, Francisco Pigatto Neto e João Rodrigues, e representantes de diversas empresas associadas ao SindusCon-SP. Além deles, mais 80 brasileiros entre os quais o diretor da Regional Santos do SindusCon-SP, Ricardo Beschizza, visitaram a feira, que neste ano reuniu expositores de 28 países. Os representantes da Fira Barcelona no Brasil, Francisco Orjales e Jordi Solé Perez, organizaram o roteiro de atividades da Missão, com o apoio da AD Turismo. As gruas que constroem a catedral da Sagrada Família são algumas das poucas em funcionamento em Barcelona 11

12 SindusCon-SP destaca oportunidades Todo produto ou processo construtivo europeu para elevar a produtividade é bem-vindo, desde que vocês pensem no longo prazo, porque o desafio não é colocar o produto no mercado brasileiro, mas mantê-lo lá. A recomendação foi feita pelo vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do SindusCon-SP, Mauricio Bianchi, a um público de 60 fornecedores e profissionais espanhóis que participaram do Fórum da Construção Brasil-Espanha, em 17 de maio. O evento foi realizado dentro da Construmat, em Barcelona. Tanto Bianchi como o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, relataram em suas apresentações as perspectivas e os gargalos enfrentados pelo setor. Enfatizaram a necessidade de insumos, equipamentos e sistemas que, devidamente tropicalizados, elevem a produtividade da construção. Quem pensar assim terá grandes oportunidades de negócios, assinalou o presidente do SindusCon-SP. Recursos Watanabe mostrou que será necessário construir 23,5 milhões de moradias desde o ano passado até 2022, para atender as necessidades habitacionais das novas famílias brasileiras, eliminar a precariedade e reduzir a coabitação, o Missão mostra para os fornecedores espanhóis as necessidades da construção brasileira Fornecedores e profissionais espanhóis assistem às palestras Watanabe: produtividade trará grandes negócios que representaria um investimento médio anual de R$ 203,99 bilhões. Destacou as oportunidades abertas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida 2, que deverá movimentar mais de R$ 300 bilhões para contratar a construção de 2 milhões de novas moradias. Estimou que, até 2022, o Brasil deverá investir pelo menos R$ 2,1 trilhões na expansão da infraestrutura. E relatou que outros R$ 30 bilhões em recursos oficiais serão mobilizados diretamente nas obras para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. O presidente do SindusCon-SP também listou os desafios do setor: aumentar o investimento em infraestrutura; desenvolver novas fontes de financiamento para habitação; introduzir mais industrialização nos processos construtivos; aumentar a produtividade da mão de obra e adotar políticas urbanas que elevem a oferta de terrenos. Mercado amplo Maurício Bianchi destacou que no Brasil há um mercado enorme aberto para equipamentos e sistemas construtivos que encurtem prazos de produção. Ele mostrou o trabalho do CTQ (Comitê de Tecnologia e Qualidade) do Sindus Con- SP na modernização tecnológica do setor e apontou os segmentos em que a contribuição estrangeira será bem-vinda, como no fornecimento de gruas e sistemas que melhorem o desempenho, a vida útil e a sustentabilidade das edificações. Bianchi também sublinhou a necessidade de conversarmos mais com o governo para a superação de gargalos como transporte vertical escasso e de custo elevado, alta carga tributária, burocracia, protecionismo arcaico da Justiça do Trabalho e baixo incentivo à pesquisa. Segundo o vice-presidente, em face desses problemas que resultam em baixa produtividade, a evolução da tecnologia construtiva brasileira faz a nossa construção parecer uma Ferrari trafegando em uma rua cheia de buracos. Bianchi: conversar com o governo para a superação dos gargalos ao aumento da eficiência

13 Sustentabilidade é estratégica Ao palestrar no Fórum da Construção Brasil-Espanha dentro da Construmat, o vice-presidente de Meio Ambiente do SindusCon-SP, Francisco Vasconcellos, frisou que o sindicato vê a sustentabilidade como assunto estratégico para a construção brasileira, por ser cada vez mais fundamental para a competitividade das empresas. Ele manifestou interesse em conhecer tecnologias e políticas públicas que incrementem a sustentabilidade na construção, sobretudo em uso de energia solar no aquecimento de água e outras energias renováveis. O SindusCon-SP tem se destacado por seu protagonismo na discussão dessas políticas públicas para legitimar o Benevides: semi-novos enfrentam barreiras que realmente contribui e evitar a imposição de dificuldades por quem não entende do assunto, afirmou. Vasconcellos relatou as realizações do Comasp (Comitê de Meio Ambiente) do SindusCon-SP, bem como sua atuação institucional junto ao governo. E apontou os itens a serem aprofundados: revitalização de áreas contaminadas para uso imobiliário; uso sustentável da madeira na construção; gestão de resíduos; mudanças climáticas e análise de riscos; e análise de ciclo de vida de materiais e sistemas. Semi-novos barrados O diretor de Relações Internacionais, Salvador Benevides, apresentou os objetivos de sua área: receber e orientar empresários, consulados, câmaras de comércio, delegações e instituições internacionais; e realizar missões técnicas ao exterior, para conhecer práticas de excelência que possam ser aproveitadas pelas construtoras brasileiras. O diretor mencionou alguns gargalos existentes no Brasil, como a barreira ao ingresso de equipamentos semi-novos. Tanto na palestra como em diversos contatos oficiais, Benevides orientou fornecedores de insumos interessados em entrar no mercado brasileiro. Ele distribuiu aos presentes o folder da Diretoria de Relações Internacionais, com o histórico de todas as Missões Técnicas do SindusCon-SP, além de canetas do sindicato e chaveiros com a estilização de um jogador de futebol brasileiro, brincando com os interlocutores espanhóis: Hemos sido generosos em 2010, pero en 2014 ya no los dejaremos ganar la Copa. Diminuir custos Buscamos parceiros com nome, capacidade de produção e que possam atender nossas necessidades de equipamentos, produtos e sistemas que diminuam custos e prazos nas obras, anunciou o vice-presidente da CompraCon-SP, Fernando Fernandes. Ele listou as necessidades do setor: no tocante à escassez de mão de obra, aprimorar tecnologias que reflitam na redução de pessoal e ampliar as opções de sistemas construtivos e equipamentos; quanto à necessidade de garantir os prazos de entrega das obras, obter insumos que contribuam para a industrialização e Vasconcellos: legitimar o que realmente é sustentável a redução das tarefas artesanais. O ingressos de produtos e equipamentos no mercado brasileiro enfrenta entraves como barreiras alfandegárias, taxas, burocracias. Nesse sentido, o governo precisa nos ajudar a atender a demanda que ele mesmo criou com programas como o de Aceleração do Crescimento e Minha Casa, Minha Vida, disse. O vice-presidente mostrou as exigências do mercado brasileiro aos fornecedores estrangeiros: ter representante instalado oficialmente no Brasil; colocar o material na obra, observando toda a logística; certificá-lo nos órgãos competentes; ter qualidade e uma rede de distribuição e manutenção, com rápido atendimento e peças de reposição no Brasil; cumprir prazos e atender as garantias em conformidade com as normas técnicas e o Código de Defesa do Consumidor. Fernandes listou as exigências do mercado 13

14 Construmat traz novos insumos Em meio à crise que a construção espanhola atravessa, não se esperavam grandes inovações em produtos e sistemas na Construmat. Mesmo assim, diversos itens específicos da feira atraíram a atenção dos visitantes. Equipamentos de iluminação que potencializam e projetam a luz solar para dentro das moradias chamaram a atenção do vice-presidente de Meio Ambiente do SindusCon-SP, Francisco Vasconcellos. Ele também conheceu mais de perto um sistema de tetos e paredes verdes, com plantas especialmente selecionadas para A secretária de Habitação Beatriz Sierra e o presidente da Catalunha Artur Mas, sentados sobre um banco feito de 93% de quartzo o clima europeu. Temos condições de desenvolver o mesmo com nossos botânicos, ponderou. Sistemas de fachadas ventiladas interessaram ao vice-presidente de Tecnologia e Qualidade, Mauricio Bianchi. A praticidade de instalação pode eventualmente compensar um custo maior, nestes tempos em que necessitamos elevar a produtividade, comentou. Nesta página e na seguinte, estão alguns exemplos de produtos e sistemas expostos na Construmat. Sistema industrializado de rejunte da Rubi Isolante acústico feito de reciclados Pisos de cerâmica imitando madeira da Floorgres Sistema de fachadas ventiladas Sistema de vigas de concreto com isolante termoacústico de isopor da Century s Beams

15 Parede verde da Sempergreen Lavabo com espelho iluminado a LED da Sancril Sistema de iluminação natural da Soatube Aquecimento solar e de gás integrado para água Equipamento para elevação com ventosas Tubos a vácuo para aquecimento de água por energia solar Sistema de captação e reúso de água de chuva da Graf

16 Espanhóis querem trazer gruas Empresas e associações que vendem ou alugam equipamentos de elevação de materiais mantiveram contatos com a Missão Comercial do SindusCon-SP durante a Construmat. O gerente da Agalma (Associação Galega de Locadores de Equipamentos), Carlos Fontenla Blanco, informou ter conseguido levar 2 gruas à Bahia e 1 ao Espírito Santo. Ele informou que as 17 empresas de sua associação dispõem de 2 mil gruas semi-novas para alugar. E solicitou ao SindusCon-SP colaboração para a montagem de cursos de operadores. O diretor de Relações Internacionais, Salvador Benevides, e o membro do CTQ Luiz Lucio orientaram-no a montar uma rede de assistência técnica. Também o informaram de que o município de São Paulo exige gruas com cabines. Benevides, Lúcio e Fernando Fernandes, da CompraCon-SP, ainda visitaram uma empresa espanhola de locação de equipamentos de elevação, com grande capacidade ociosa, interessada em ingressar no mercado brasileiro. Em outro contato, a Missão foi informada, por uma advogada brasileira residente em Barcelona, sobre uma grua espanhola enquadrada em um ex tarifário, que foi para uma construtora de Marília. Busca de trabalho O presidente do SindusCon-SP, Sergio Watababe, os vices Vasconcellos e Bianchi e o diretor Benevides também se reuniram na Construmat com dirigentes dos Conselhos Regionais de Engenheiros de Edificações e Engenheiros de Obras Públicas de Barcelona. Diante da situação da falta de trabalho na Espanha, os representantes dessas entidades indagaram sobre as perspectivas profissionais para engenheiros e arquitetos espanhóis no Brasil. Alguns deles estiveram recentemente aqui e detectaram oportunidades em áreas como transferência de conhecimento tecnológico, gerenciamento de projetos, de obras e de segurança e saúde do trabalho. Os profissionais manifestaram interesse em firmar um convênio com o SindusCon-SP pelo qual certificariam a habilitação de engenheiros ou arquitetos espanhóis interessados em trabalhar no Benevides, Vasconcellos, Watanabe e Bianchi trocam cartões com representantes do Conselho de Arquitetos e Engenheiros de Edificações de Barcelona Grua em exposição na Construmat: equipamento é muito usado na Espanha Brasil. Watanabe colocou o sindicato à disposição. Bianchi alertou para as necessidades curriculares e de qualificação requeridas pela engenharia nacional. Vasconcellos afirmou que dificilmente um escritório de engenharia ou arquitetura espanhol terá sucesso no Brasil se não tiver alguma parceria com um congênere brasileiro. E Benevides mencionou a necessidade de observância dos trâmites legais para o trabalho de técnicos estrangeiros no país. Os dirigentes do SindusCon-SP também receberam Eulàlia Berna Aguilar e Joan Prat Pujol, representantes do Serviço de Ocupação do governo da Catalunha, que faz qualificação e colocação de mão de obra, orientando-os no mesmo sentido. Este órgão se caracteriza por visitar as empresas, detectar suas necessidades de pessoal, buscar as pessoas interessadas e custear 100% de sua qualificação ou requalificação para que lá possam se empregar.

17 Um colírio para os olhos É inevitável. Por onde quer que se caminhe em Barcelona, a arquitetura surpreende. Apreciando o legado deixado pelo renomado arquiteto Gaudi ou conferindo as inovações da modernidade, o olhar sempre é atraído para alguma construção inusitada na capital da Catalunha. O representante do SindusCon-SP junto à Fiesp, Sergio Porto, maravi lhouse com a solução arquitetônica dada à arena de touros desativada, localizada na praça Espanha. Para edificar o Shopping Arena sem destruir a bela estrutura quase centenária do local, a solução encontrada foi manter a estrutura circular externa da arena, literalmente parafusando-a sobre vigas de concreto e amarrando-a por dentro com gigantescos tirantes de aço. Pintados de amarelo, os tirantes incorporaram-se à decoração interna, formando um belo conjunto arquitetônico. Junto com o vice-presidente Maurício Bianchi e o empresário Francisco Pigatto Neto, Porto percorreu o shopping, analisando os detalhes da obra. Os integrantes da Missão Comercial também visitaram a Catedral da Sagrada Família, iniciada por Gaudi em 1883 e cuja conclusão está prevista para algum ano entre 2025 e Toda a impressionante estrutura interna de abóbodas foi concluída nos últimos anos. Para projetá-la, Gaudi usou uma amarração de pequenos sacos de areia pendentes de barbantes, que manejava até a forma desejada, porém invertida. Depois, com a ajuda de espelhos, o arquiteto desenhava as abóbodas. Próximo ao local da feira Construmat, dois edifícios comerciais chamavam a atenção por sua arquitetura inusitada. Estrutura externa preservada da arena de touradas, que hoje abriga o Shopping Arena: exemplo de modernidade com preservação do patrimônio histórico de Barcelona Abóbodas da Catedral da Sagrada Família; para projetá-las, Gaudi fazia uma amarração com pequenos sacos de areia Pigatto Neto, Porto e Bianchi, diante dos tirantes da estrutura interna do shopping Edifícios arrojados próximos à Construmat

18 Em Vilanova, revitalização inédita Em 1910, a Pirelli inaugurou sua primeira fábrica fora da Itália no vilarejo de Vilanova i la Geltrú, a 45 km de Barcelona, no litoral da Espanha. Desde então, a vida da cidade e da empresa estiveram O resultado foi conferido pela Missão Comercial do SindusCon-SP, que realizou uma visita técnica ao local junto com representantes da Federação Russa de Construtores e de entidades da construção da Argentina, do México e da Sibéria. área edificável; e a comunidade, que desejava um novo espaço urbano com equipamentos públicos e a preservação de algum elemento que lembrasse a presença da Pirelli no local no caso, o prédio da administração, remodelado para servir de centro cultural. Parquinho diante de edifícios onde antes havia uma fábrica intimamente ligadas. Quarenta anos depois, dos 20 mil habitantes locais eram empregados diretos da empresa. No entanto, o município cresceu (hoje conta com 65 mil moradores) e a fábrica acabou encravada bem no seu centro, transformando-se em uma mancha urbana. No final dos anos 90, o Grupo Qualitat resolveu assumir o desafio de mudar a Pirelli para outro terreno distante 5 km, sem paralisar sua produção, e ao mesmo tempo urbanizar o enorme terreno de 11 hectares remanescente, dotando-o de empreendimentos residenciais e comerciais com requisitos de sustentabilidade e equipamentos públicos. Brull, Watanabe, Benevides e Maria Luiza (ao centro), em Vilanova Consenso político O pulo do gato para viabilizar o projeto denominado L Eixample de Mar foi montar um modelo financeiro com duas instituições de crédito, e obter a concordância da comunidade e de todos os partidos políticos atuantes em Vilanova i la Geltrú. Foi o que contou aos visitantes Eduardo Brull, conselheiro do Grupo Qualitat. Segundo ele, tratava-se do maior desafio assumido pela empresa desde que ela iniciara suas atividades em 1989 com um capital equivalente a modestos euros. A incorporadora convenceu a Pirelli a permanecer na cidade em vez de aventurar-se no Leste Europeu, onde a mão de obra era mais barata. Comprou o terreno da fábrica e realizou um concurso internacional para definir como seria o projeto do novo centro urbano. Em 2002, um júri composto por urbanistas e membros da comunidade escolheu entre 25 projetos o do escritório do arquiteto espanhol Busquets. De acordo com Brull, o projeto atendia à negociação entre o poder público, que queria o maior espaço possível para equipamentos urbanos; a incorporadora, que almejava a maior Chaminés da antiga Pirelli mantidas a pedido da comunidade Resíduos reciclados A demolição das instalações da fábrica foi feita com o cuidado de recuperar ou reciclar ao máximo os resíduos. Segundo a empresa, o resultado foram 350 mil telhas, unidades de vidro armado, 161 estruturas metálicas, m² de placas de cimento, 192m² de chapas de vidro e 204 janelas de madeira, entre outros materiais. A fábrica ia sendo transferida à medida que se vendiam e se erguiam os primeiros empreendimentos. Do terreno, 65% virraram espaço público, e foram destinados à edificação 143 mil m², sendo 80% para moradias e 20% para uso comercial. Antes, foi necessário vencer o desafio técnico de rebaixar o lençol freático que estava a apenas 30 metros de profundidade, bombeando água 24 horas por dia durante 8 meses. A parte de cima do terreno virou um parque de 30 mil m² e na sua orla marítima construiu-se um porto para grandes iates.

19 A falta de crédito parou o mercado e reduziu preços Empreendimento parado em Vilanova, à espera da retomada do mercado A visita técnica da Missão do Sindus- Con-SP a Vilanova i la Geltrú também permitiu ver mais de perto o efeito da crise econômica sobre a construção civil espanhola. Ao lado de alguns empreendimentos imobiliários concluídos e em operação, outro edifício encontrava-se paralisado, apenas com a estrutura edificada. Segundo o consultor Eduardo Brull, das unidades habitacionais do projeto, 400 foram concluídas, 180 estão com as obras paradas e o restante aguarda a retomada do mercado para se iniciarem. O problema na Espanha é que falta crédito interno e externo. Há cerca de 1 milhão de moradias à venda e esse estoque deverá levar ainda uns 2 a 3 anos para baixar, relatou o consultor do Grupo Qualitá. O efeito foi sentido nos preços de venda dos imóveis, que caíram até 30%. Em L Eixample de Mar, um apartamento de 80m² de área útil com uma vaga na garagem está sendo vendido por 300 mil euros. Antes da crise estava em 400 mil. E se a crise persistir, o preço ainda poderá cair um pouco, disse Brull. O financiamento pode se estender por até 40 anos, com juros de 4% ao ano. No caso do modelo de financiamento do Qualitá, pede-se do comprador 30% de entrada e se financia o restante da dívida. Mas outros empreendimentos pelo país foram vendidos com o financiamento de até 95% da dívida. Quando veio a crise, muitos desses imóveis foram parar de volta nos bancos, criando problemas financeiros e deixando os balanços no Conjunto habitacional em L Eixample de Mar, com apartamento à venda prejuízo. Isso naturalmente dificulta o retorno do crédito. A situação retarda a recuperação do PIB da Espanha, que caiu 4% em Neste ano de 2011, espera-se um crescimento de apenas 1%. A taxa de desemprego está por volta de 21% da população economicamente ativa. Sustentabilidade Em L Eixample de Mar, os empreendimentos são edificados buscando atender à legislação que determina que 60% da demanda de energia do edifício seja coberta por sistemas de aquecimento solar. Entretanto, isso não dispensa a utilização de gás para aquecer a água, frequentemente necessário do ponto de vista técnico. De outro lado, há incentivos para a micro-cogeração de energia pela utilização de placas fotovoltaicas. O governo subvenciona o preço de compra da eletricidade dos micro-cogeradores ou lhes dá descontos na conta de energia. Já no norte e no centro da Espanha, edifícios geram energia com caldeiras alimentadas por biomassa (material que vem da limpeza de campos para a agricultura, por exemplo). Quanto aos resíduos dos edifícios em operação em Vilanova i la Geltrú, eles são descartados em caçambas subterrâneas já segregadas (uma para papel, outra para plásticos, outra para orgânicos etc.). Diariamente, caminhões especiais recolhem os resíduos e higienizam as caçambas. Lixeiras sobre caçambas subterrâneas em Vilanova 19

20 HABITAÇÃO POPULAR HIS poderá ter elevador Em breve, a Cohab-SP poderá elevar para até 13 andares a altura dos prédios voltados à habitação popular, afirmou o secretário municipal da Habitação e presidente da Cohab-SP, Ricardo Pereira Leite, em almoço de confraternização no SindusCon-SP. O evento reuniu os participantes de viagem feita à Espanha entre 3 e 9 de abril, a convite da fabricante espanhola de elevadores Orona. O vice-presidente Administrativo e Financeiro do sindicato, Cristiano Goldstein, que participou da viagem, recepcionou os visitantes. Hoje, os prédios não passam de 5 andares. A verticalização é boa para a edificação ou reforma de edifícios destinados à habitação de interesse social (HIS) em favelas ou Cohab já estuda uso de equipamentos anti-vandalismo áreas de revitalização urbana. Pereira Leite afirmou que em certos casos os órgãos públicos encarregados da preservação do patrimônio histórico deveriam concordar em elevar o gabarito, para permitir edifícios mais altos voltados à habitação popular. Ele disse que a tecnologia de elevadores anti-vandalismo de fabricantes como a Orona é adequada aos projetos de moradia popular. O desafio é chegar a uma manutenção econômica, que permita aos futuros moradores bancá-lo. O elevador representa um custo considerado alto para o público de baixa renda e sempre foi o entrave para conjuntos habitacionais populares. A Cohab-SP es tima que um elevador aumente o valor do condomínio em cerca de R$ 25 e que campanhas educativas poderão fazer com que os moradores assumam o uso consciente dos elevadores e se tornem capazes de arcar com sua manutenção. Super resistência Flávio Peter, diretor comercial da AMG Elevadores, representante da Orona no Brasil, explica que o sistema anti-vandalismo foi desenvolvido na Europa depois dos problemas com os hooligans, gangues de torcedores de futebol que provocaram batalhas e depredações pelas ruas e estádios de cidades europeias nos anos 80. Os requisitos destes elevadores estão na norma EN 8171, mas também são complementares a outra norma do Mercosul, comenta. Segundo Peter, por ser originalmente voltado a arenas esportivas e prédios públicos, o produto é mais rústico e preparado para resistir ao fogo e a fortes impactos. A cabina é reforçada para não ser arrancada, perfurada a faca ou amassada; as botoeiras não podem ser arrancadas ou furadas; não há subteto: a lâmpada é embutida; o espelho é nivelado no painel e feito de vidro laminado; o corrimão é superresistente ao arrancamento; e o piso é semelhante ao dos ônibus, enumera. Peter, Robusti, Pereira Leite, Goldstein e Hisae Gungi discutiram a verticalização em prédios populares Participaram ainda João Claudio Robusti, representante do sindicato junto à Fiesp; Alexandre de Oliveira, presidente da CompraCon-SP; Hisae Gungi, Letícia Sgarbi e Marcia Fantinato, da Cohab; Fernanda Piedomonte, da Rossi; Boris Risnic, consultor; Antônio Laskos e Elcio Sigolo, do do SindusCon-SP. Atrasos de pagamentos A questão dos atrasos nos pagamentos de medições das obras públicas ocorridos em abril no âmbito da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) foi levada em maio pelo representante do SindusCon-SP junto à Fiesp, João Claudio Robusti, ao secretário-adjunto de Habitação do Estado de São Paulo, Marcos Rodrigues Penido. Este foi o segundo encontro que tratou do tema. Robusti reforçou que a questão compromete o fluxo de caixa das construtoras. Este assunto tem de ser resolvido urgentemente, disse. Ele também pediu a ativação imediata dos instrumentos do governo estadual indutores da habitação, caso do FGH (Fundo Garantidor Habitacional). No início de junho, o representante do SindusCon-SP participou de reunião do Conselho Estadual da Habitação, onde foi apresentado o regimento interno desse órgão, bem como o diagnóstico e as diretrizes preliminares do Plano Estadual da Habitação (PEH-SP) e a criação de uma Câmara Técnica para acompanhá-lo. A reunião foi presidida pelo secretário estadual da Habitação, Silvio França Torres. 20

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