Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans

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1 Perguntas & Respostas ABIA sobre gorduras trans GRUPO CONSUMIDOR 1) O que são ácidos graxos trans ou gordura trans? Os ácidos graxos ou gorduras trans são um tipo de gordura formada pelo processo de hidrogenação natural, que ocorre quando o animal rumina, ou durante o processo industrial de hidrogenação parcial, que transforma os óleos líquidos em gorduras mais consistentes à temperatura ambiente. Estão naturalmente presentes na dieta em alguns alimentos de origem animal e em alguns alimentos industrializados. 2) O que é gordura vegetal hidrogenada? Gordura vegetal hidrogenada é aquela na qual são adicionadas moléculas de hidrogênio. Este processo, conhecido como hidrogenação, que transforma os óleos vegetais líquidos em gorduras mais consistentes à temperatura ambiente. Quanto mais hidrogênio se adiciona à gordura, mais sólida ela se torna. Portanto, a gordura pode ser total ou parcialmente hidrogenada, de acordo com a consistência que se pretende obter. 3) Toda gordura vegetal é hidrogenada? As gorduras vegetais, normalmente encontradas na forma líquida não são hidrogenadas. Somente a gordura vegetal que é acrescida de moléculas de hidrogênio quando é submetida ao processo de hidrogenação pode ser denominada hidrogenada. Existem gorduras de origem vegetal que são naturalmente mais consistentes. 4) Gordura vegetal hidrogenada é a mesma coisa que gordura trans? Não. A gordura vegetal hidrogenada é proveniente do processo pelo qual os óleos vegetais líquidos são transformados em gorduras mais consistentes. Já a gordura trans tem este nome devido ao tipo de configuração química que pode apresentar. Nem toda gordura vegetal hidrogenada contém trans. 5) Onde são encontradas as gorduras trans? As gorduras trans estão presentes nas dietas provenientes de alguns alimentos de origem animal e alguns industrializados. É fundamental ler a tabela nutricional dos alimentos embalados para identificar a presença e a quantidade da gordura trans.

2 6) Qual a recomendação para o consumo diário de trans? A OMS Organização Mundial de Saúde estabelece que no máximo 1% das calorias totais da dieta devem ser provenientes de gordura trans. Para uma dieta de 2000 kcal, por exemplo, isso representa 2,2g de gorduras trans. (WHO Technical Report Series Diet, Nutrition And The Prevention Of Chronic Diseases). É importante ressaltar que não existe um Valor diário (VD) de referência estabelecida em legislação brasileira para gordura trans, portanto, essa informação não se encontra nos rótulos dos produtos. 7) E no Exterior, que países saíram na frente sobre os estudos sobre gordura trans? Quando e por que isso aconteceu? As descobertas sobre os efeitos da gordura trans no organismo são relativamente recentes. Abaixo breve histórico: - Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1995, reconheceu a relação entre ácidos graxos trans e doenças coronarianas 2. - O International Life Sciences Institute (ILSI), em 1996, baseado em diversos trabalhos, demonstrou a associação entre a gordura trans e doenças cardiovasculares. Com isso, passou a reconhecer seu consumo como importante fator de risco para essas doenças 3. - O American Heart Association (AHA), em 1997, publicou seu primeiro trabalho sobre trans (Fatty Acids, Plasma Lipid Levels, and Risk of Developing Cardiovascular Disease). - A revisão dos Dietary Guidelines, em 2000, incluía a recomendação de redução de trans. - Somente em 2003, a OMS publicou um Relatório denominado Dieta, Nutrição e Prevenção de doenças 1, que foi elaborado por um grupo de experts que revisou toda a evidência disponível sobre dieta, nutrição e seu efeito nas doenças crônicas, incluindo informações conclusivas sobre os efeitos do consumo de gordura trans. 1 Report of a Joint WHO/FAO. World Health Organization, World Health Organization. Nutrition Science-Policy. WHO and FAO Joint Consultation: fats and oils in human nutrition. Nutrition Reviews, American Society for Clinical Nutrition. Task Force on Fatty Acids. American Journal of Clinical Nutrition, 1996;v63,nº4: Os EUA, através do FDA, que é reconhecido como uma das referências em regulamentação alimentar, implementou a obrigatoriedade da declaração de gorduras trans nos rótulos, a partir de Este fato ocorreu devido às evidências científicas de que as gorduras trans poderiam oferecer riscos à saúde. No Brasil, a declaração tornou-se obrigatória em agosto de 2006.

3 8) Como posso saber se o alimento contém gordura trans? Para saber se um alimento contém gordura trans é fundamental ler a tabela nutricional dos alimentos embalados. 9) A gordura trans deve ser eliminada da dieta? De acordo com especialistas a eliminação total da gordura trans implicaria numa mudança drástica nos hábitos alimentares, podendo causar uma ingestão não adequada de certos nutrientes essenciais. É importante ressaltar que as gorduras e óleos são fontes de energia para o organismo, ajudam na absorção das vitaminas e outros nutrientes, sendo essenciais para uma dieta balanceada. Por isso é importante a conscientização sobre a importância da leitura dos rótulos. 10) Qual é a recomendação da legislação brasileira hoje para gordura trans? A legislação obriga a declaração da quantidade de gordura por porção do produto, na tabela nutricional (http://e-legis.bvs.br/leisref/public/showact.php?id=9059), no entanto, não existe um valor diário de referência estabelecido na legislação brasileira para esse nutriente. 11) Porque nos rótulos dos alimentos não possui declaração de valor diário (%VD) para gorduras trans? Não foi estabelecido um valor diário de referência para gorduras trans, uma vez que não existe requerimento mínimo para a ingestão destas gorduras. 12) Existe ligação entre gordura trans e transgênicos? Não. O nome trans se refere à configuração química da gordura e esta nomenclatura não tem qualquer relação com transgênicos, que se refere à transformação genética. 13) Os alimentos não industrializados contêm gorduras trans? Sim. As gorduras trans podem existir naturalmente em alguns produtos de origem animal. 14) Por que não era necessária a informação da quantidade de gorduras trans nos rótulos e agora se tornou obrigatório? Devido aos estudos recentes sobre os possíveis efeitos das gorduras trans no organismo, percebeu-se a importância de expor esta informação para que o consumidor tenha opção de escolher os alimentos que deseja consumir. As descobertas a respeito dos efeitos da gordura trans são relativamente recentes - houve um consenso científico a este respeito em 2003, com a publicação do relatório denominado Dieta, Nutrição e Prevenção de doenças, da OMS. (Report of a Joint WHO/FAO World Health Organization, 2003).

4 GRUPO SAÚDE 15) Quais os malefícios da gordura trans já comprovados pela ciência? Recentemente o consumo excessivo de gordura trans vem sendo associado aos fatores de riscos para a doença cardiovascular, devido aos seus efeitos nos níveis de colesterol do sangue, aumentando o colesterol ruim (LDL) e diminuindo o colesterol bom (HDL). 16) Como é possível controlar o consumo da gordura trans? Observar as quantidades de gorduras trans presentes nas tabelas nutricionais dos produtos embalados. 17) Qual o efeito que as gorduras trans exercem sobre o nível de colesterol no sangue? Recentemente o consumo excessivo de gordura trans vem sendo associado aos fatores de riscos para a doença cardiovascular, devido aos seus efeitos nos níveis de colesterol do sangue, aumentando o colesterol ruim (LDL) e diminuindo o colesterol bom (HDL). 18) Qual gordura é mais prejudicial: a trans ou a saturada? Quando consumidos em excesso ambas as gorduras, trans e saturadas, podem exercer efeitos prejudiciais ao organismo. Recentemente o consumo excessivo de gordura trans foi associado aos fatores de riscos para a doença cardiovascular, alterando os níveis de colesterol no sangue, aumentando o colesterol ruim (LDL) e diminuindo o colesterol bom (HDL). Já o excesso de gordura saturada pode aumentar o colesterol ruim (LDL), sem efeitos sobre o colesterol bom (HDL). 19) Artigos publicados recentemente sugerem que a população evite ingerir altos níveis de trans encontrados nas margarinas e que mudem para manteiga. O que é recomendado? A manteiga é produzida a partir da gordura do leite contém naturalmente gordura saturada, trans e colesterol. A margarina, por ser feita a partir de óleos vegetais, possui menor teor de gordura saturada quando comparada à manteiga, além de naturalmente não conter colesterol. Além disso, as margarinas produzidas pelo processo de interesterificação não contêm trans. Cabe ao consumidor escolher o que julga mais adequado para sua dieta. 20) É verdade que os ácidos graxos trans das margarinas são mais prejudiciais do que aqueles encontrados nos derivados de leite? Não. O que interfere na saúde é a quantidade ingerida e não a sua origem.

5 21) As gorduras trans podem potencializar doenças já existentes? Para pessoas que sofrem ou tem tendência a desenvolver doenças cardiovasculares, recomenda-se que o consumo seja cuidadoso, devido ao impacto desta gordura nos níveis de colesterol do sangue. 22) A gordura trans tem efeito acumulativo? Não. A gordura trans é metabolizada pelo organismo como qualquer outro tipo de gordura. 23) Como a gordura trans age no organismo? Nós, em algum momento, precisamos consumi-la ou podemos descartá-la definitivamente do cardápio? A gordura trans não é essencial ao organismo, ou seja, não é necessário obtê-la através da dieta. Porém suprimir completamente as gorduras trans da alimentação exigiria a eliminação de alguns alimentos que contém nutrientes essenciais, podendo ocasionar conseqüências para a saúde. 24) Grávidas e crianças devem consumir quantidades diferentes de gorduras trans? Não existe uma recomendação de consumo específica para estes grupos. 25) Como as gorduras saturadas, gorduras trans, gorduras insaturadas e o colesterol se relacionam às doenças do coração? Todas as gorduras têm impactos sobre os níveis de colesterol sangüíneo. As gorduras mono e poliinsaturadas ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim do sangue. Já as gorduras saturadas e trans, quando consumidas em excesso, podem elevar o nível de colesterol ruim (LDL) e as gorduras trans também podem diminuir o nível do colesterol bom (HDL) no sangue. O nível elevado de LDL no sangue é um dos fatores de riscos para doenças cardiovasculares. 26) Quais são os benefícios e custos para a saúde pública da obrigatoriedade de declarar a quantidade de gordura trans nos rótulos? A obrigatoriedade da declaração de gorduras trans na tabela nutricional aumenta o nível de informação da população, o que, aliado a campanhas de conscientização, pode, com o tempo, promover mudanças positivas nos hábitos alimentares, melhorando a saúde da população e, conseqüentemente, reduzindo os custos da saúde pública.

6 GRUPO TÉCNICO 27) Qual a necessidade de ter esse tipo de gordura nos alimentos? O que deve ser feito para que os alimentos não contenham gordura trans? A hidrogenação do óleo vegetal, processo que pode levar à formação de gordura trans, tem por objetivo transformar os óleos vegetais líquidos em gorduras mais consistentes à temperatura ambiente. Portanto, o uso dessa tecnologia tem por objetivo tornar a gordura mais adequada para aplicação em produtos, e com uma maior resistência a oxidação. No entanto, é importante esclarecer que a gordura trans sempre existiu naturalmente em alguns alimentos. Por isso sua eliminação total da dieta poderia causar desequilíbrio na ingestão de nutrientes essenciais, presentes nos alimentos que contém naturalmente a gordura trans. Com relação aos produtos, quando possível, a indústria vem desenvolvendo alternativas tecnológicas adequadas para a redução ou eliminação dos teores de gordura trans nos produtos. 28) Quando as indústrias começaram a produzir alimentos sem essas gorduras no Brasil? E por que? Quais os primeiros produtos ou empresas que substituíram o uso da gordura trans? Quais as razões? Mais tecnologia? Os estudos de novas tecnologias e adaptações de processos para fabricação de produtos com redução de gorduras trans iniciaram anteriormente a 2000, atendendo à demanda de parte do mercado consumidor, que busca esse tipo de produto. Existem vários produtos que eliminaram totalmente, ou reduziram os níveis de gordura trans, e recomenda-se a leitura da tabela nutricional nos rótulos, onde a declaração de gordura trans é obrigatória. 29) Que ingrediente substitui a gordura trans? Ele é realmente menos nocivo? Por que? O sabor é mantido com esse novo ingrediente que substitui a gordura trans? Por que? Ressaltamos que a gordura trans não é um ingrediente. As gorduras animais e vegetais podem conter gordura trans. A gordura trans é formada naturalmente no rúmen de animais ou através de processos industriais. Não há uma única forma de diminuir ou retirar totalmente a gordura trans presente em produtos industrializados. Produto final sem gorduras trans não se dá necessariamente pela substituição de ingredientes, uma vez que, a utilização de controles específicos dos processos garante também produtos com esta característica. Formas de tornar produtos sem gorduras trans estão relacionados com a utilização de processos como hidrogenação total, interesterificação, fracionamento e biotecnologia. O objetivo é a melhoria do produto final, sem alteração de suas características sensoriais.

7 30) Quais são as diferenças entre as margarinas cremosas e as comuns? A diferença básica está na característica de consistência dos produtos. As margarinas cremosas apresentam boa espalhabilidade à temperatura de geladeira. As margarinas comuns ou também conhecidas como convencionais apresentam uma consistência mais firme à temperatura da geladeira. O conteúdo de gordura trans pode ser obtido pela leitura na tabela nutricional nos rótulos. 31) Como deve ser declarado o valor de gorduras trans nos rótulos dos alimentos? O valor deve ser declarado na tabela nutricional em gramas presentes por porção do alimento, conforme Resolução RDC nº 360/03 (http://elegis.bvs.br/leisref/public/showact.php?id=9059). A legislação brasileira não estabelece um valor diário de referência. Como a Resolução citada acima é recente, a indústria está em fase de adequação. Em caso de embalagens onde não conste esta informação recomenda-se consultar o fabricante. 32) O que é e para que serve a hidrogenação? Hidrogenação é um processo pelo qual os óleos líquidos são transformados em gorduras mais consistentes à temperatura ambiente, pela adição de hidrogênio. 33) O processo de hidrogenação poderá ser modificado para não produzir gordura trans? Existem formas de alterar o processo para minimizar, ou eliminar a formação de gordura trans. Exemplo disso é a hidrogenação total, que não forma gorduras trans ou até mesmo um outro processo chamado de interesterificação. Dependendo do nível de hidrogenação, a parcial forma quantidades diferentes de gorduras trans. No entanto, essas possibilidades precisam ser avaliadas, produto a produto, considerando as características do produto final desejadas. 34) Existe diferença entre a gordura parcialmente hidrogenada e a hidrogenada? Qual é? Existem dois tipos de hidrogenação, a parcial e a total. A hidrogenação é a adição de moléculas de hidrogênio às cadeias de ácidos graxos. Para que a molécula de hidrogênio seja incorporada à cadeia de ácido graxo, deve haver a quebra da dupla ligação. Na hidrogenação parcial, o hidrogênio é adicionado apenas em alguns carbonos da cadeia. No entanto, o próprio processo pode desestabilizar a cadeia, fazendo com que esta gire em seu próprio eixo e volte a se unir (em dupla ligação), formando o que se chama de configuração trans. Já a gordura totalmente hidrogenada tem todas as suas ligações insaturadas tomadas por hidrogênio, o que impossibilita a formação de gordura trans.

8 Resumidamente, a gordura totalmente hidrogenada não apresenta gorduras trans e a gordura parcialmente hidrogenada apresenta quantidades variadas de gordura trans. 35) O que a ciência ainda está pesquisando sobre a gordura trans, mas não tem respostas? Existem inúmeras pesquisas em andamento, com diferentes focos, por isso recomendamos consultar as instituições científicas. 36) Quando os óleos ou margarinas são aquecidos ocorre mudança na quantidade de gorduras trans? Os óleos ou margarinas, quando usados em condições adequadas não formam gorduras trans.

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