Apple Final Cut Pro 3.0

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1 Apple Final Cut Pro 3.0

2 Apple Computer, Inc 2002 Apple Computer, Inc. Todos os direitos reservados. Sob as leis de direitos reservados, este documento não deve ser copiado, por inteiro ou por partes,sem um consentimento por escrito. Os seus direitos ao software são governados pelo contrato de licenciamento que acompanha o software. O logo da Apple é uma marca registrada da Apple Computer, Inc., registrado nos EUA e em outros países. O uso do logo da Apple do keyboard (Option-Shift-K) para fins comerciais sem consentimento prévio por escrito da Apple pode infringir a constituinte de registro de marcas e uma competição injusta na violação de leis estaduais e federais. Todo um esforço foi feito para assegurar que a informação contida neste manual seja exata. A Apple não se responsabiliza por erros de impressão ou de transcrição. Apple Computer, Inc. 1 Infinite Loop Cupertino, CA A Apple, o logo da Apple, Final Cut Pro, FireWire, Mac, Macintosh, e o QuickTime são marcas registradas da Apple Computer, Inc., registrado nos EUA e em outros países. Mac OS 9, Mac OS X, QuickTime e Final Cut pro são marcas registradas da Apple Computer, Inc. Adobe é uma marca registrada da Adobe Systems Incorporated ou seus subsidiários podendo ser registrada em certas jurisdições. Outros nomes de empresas e produtos supra mencionados são marcas registradas de suas respectivas empresas. A menção de produtos terceirizados é feita apenas com propósito informativo e não constitue nenhum tipo de endosso nem recomendação. A Apple não assume qualquer responsabilidade a respeito da execução e uso destes produtos. Publicado Brasil. Esta Apostila foi desenvolvida utilizando computadores Macintosh PowerMac G4/ 733Mhz e ibook 500Mhz, Sistema Operacional Mac OS X, Apple Works 6.2, Apple QuickTime 5, Apple Final Cut Pro 3, Adobe Indesign 2, Adobe Photoshop 7 e Adobe Ilustrator 10, Projeto Gráfico Emanuel Aguiar Baseado nas normas da Apple Computer Pesquisa e Desenvolvimento André Tácito Emanuel Aguiar Revisão André Tacito Alexandre Francisco Apple Final Cut Pro 3 2

3 Vídeo Digital O vídeo digital é uma evolução tecnológica do vídeo analógico. Embora ambos utilizem em comum a codificação elétrica e magnética, a diferença se faz na forma como os sinais são interpretados, gerados ou gravados. O vídeo digital é gerado pela variação de ondas eletromagnéticas que se encontram em uma faixa de radiação perceptível pelo olho. A variação das informações se fazem pela modificação das frequências que são responsáveis pela luminosidade e pelas cores que compreendemos através de visão. Essas variações de radiação são interpretadas pelos sistemas elétricos utilizados na geração e transmissão de vídeos e codificadas através de impulsos elétricos que descrevem sua formação e os gravam em fitas magnéticas. Ao serem lidos a partir das fitas reproduzem os sinais e geram novamente o vídeo. Há duas formas de se codificar e decodificar os sinais de vídeo. Vídeo Analógico O sinal de vídeo é gerado a partir da leitura sequencial, da esquerda para a direita e de cima para baixo, da intensidade da voltagem de cada ponto do chip sensor ( CCD ) onde a imagem é projetada através das lentes da câmera. Quanto maior a intensidade de luz em determinado ponto, maior a voltagem produzida pelo mesmo. Esses sinais descrevem as características das ondas eletromagnéticas conforme as suas propriedades de frequência (Hue) que define as distâncias entre cada pico das ondas, Amplitude (Saturation) que define a altura ou intensidades das ondas e o quantidade (Brightnes) de radiação de cada uma das cores primárias da luz que são Vermelho (RED), Verde(GREEN) e Azul (BLUE) RGB. Apple Final Cut Pro 3 3

4 Dessas caracterísicas são ainda analizados o conjunto resultantes das radiações que identificam a variação de luminosidade, variação tonal, contraste etc. A várias formas de codificar esses sinais com base na forma como são manipulados os sinais. O processo de gravação / transmissão de sinais elétricos é sempre sujeito a várias interferências e perdas, que aumentam e se propagam quando o mesmo é copiado de um meio a outro (degradação da imagem). Essas degradações podem ocorrer com muita intensidade a partir de eventuais danos que os meios podem proporcionar. Fungos e oxidação das fitas, perda de corrente elétrica nos cabos e tipos diferentes de manipulação dos sinais podem afetar a qualidade e a precisão dos sinais. Vídeo Digital O vídeo digital tem a mesma interpretação das radiações eletromagnéticas mas diferencia-se por mapear os sinais em códigos compostos por dígitos binários. Esses dígitos descrevem e registram os sinais exatamante como são compreendidos e são decodificados com precisão toda vez que é lido. Para cada uma das radiações RGB é atribuido 8 bits que permitem registra até 256 variações que combinadas possibilitam até 16.7 milhões de variações. A grande vantagem que o sinal digital tem sobre o analógico é o fato destas perdas poderem ser virtualmente eliminadas. Assim por exemplo, se os 1 s e 0 s forem representados por voltagem 1V e 0V, é muito fácil um circuito eletrônico reconstruir um sinal que chegou a seu destino como ,8-0, ao invés de (houve danificação e o 1 V chegou como 0,8 V, assim como o 0 V chegou como 0,3 V ) pois sabe-se que o sinal só pode ser 0 ou 1 V, então 0,8 é consertado para 1 e 0,3 para 0. Por proporcionar uma quantidade maior de informações necessárias para registrar os sinais, o sinal digital necessita de compressão para que possa oferecer desempenho. Há vários padrões e métodos de compressão. quanto maior a taxa de compressão utilizada para reduzir o tamanho ocupado por um sinal de vídeo digitalizado, maior a probabilidade de surgirem defeitos na imagem final descomprimida. Isto ocorre porque os processos de compressão utilizados para comprimir sinais de vídeo geralmente acarretam perdas de detalhes durante a compressão e não há como reconstruí-los no processo inverso (descompressão). Estes defeitos são mostrados na imagem na forma de falhas em cores ou resolução em determinados pontos da imagem. Apple Final Cut Pro 3 4

5 Sinais de video Vídeo Componente Neste tipo de sinal as informações da imagem são separadas em 3 partes: luminância (a parte que controla o brilho - quantidade de luminosidade - na imagem), crominância-1 e crominância-2 (partes que controlam as informações de cor na imagem). Estes componentes são obtidos a partir do sinal original da imagem em RGB: a luminosidade total da imagem forma um primeiro componente, denominado sinal Y. Subtraindo-se este sinal do sinal R (red) do RGB, obtém-se o segundo componente (cromitância-1, denominado sinal U ), logo U = R - Y. Subtraindo-se agora o sinal Y do sinal B (blue) do RGB, obtém-se o terceiro componente (cromitância-2, denominado sinal V ), logo V = B - Y. Assim, é possível registrar os dados da imagem através de 3 sinais, um para luminosidade e dois para cor. No momento da decodificação, um circuito eletrônico recupera o sinal G (green) do RGB através do cálculo da diferença de (R+B) em relação à luminosidade total Y. Formatos de vídeo profissionais analógicos gravam o sinal componentes YUV diretamente nas fitas magnéticas, como por exemplo Betacam SP. Formatos digitais o digitalizam e a seguir o comprimem, como por exemplo DV. Este tipo de sinal, por manter as informações de cor separadas, possui uma melhor definição de cores do que a de outros sinais, como o Y/C, o composto e o rf (nessa ordem, ordenados da maior para a menor qualidade). Composite Video Ao contrário do Y/C, neste tipo de sinal as informações de cor e luminosidade são combinadas gerando um único sinal. Posteriormente (no momento da exibição por exemplo) estes sinais são novamente separados. A transformação acaba acarretando perda de qualidade devido a interferências e distorções geradas no processo, onde os sinais recuperados na separação não são exatamente idênticos ao que eram na fase de codificação em sinal único. Este tipo de sinal é utilizado no formato VHS por exemplo e na transmissão de TV a cabo. RF - Radio frequence Ao contrário do sinal do tipo composto, neste tipo de sinal as informações de imagem, já reunidas em um único sinal, são combinadas com o sinal de som, gerando um novo único sinal. Posteriormente (no momento da exibição por exemplo) estes sinais são novamente separados. Atransformação acaba acarretando bastante perda de qualidade devido a interferências e distorções geradas no processo, onde os sinais recuperados na separação não são exatamente idênticos ao que eram na fase de codificação em sinal único. Este tipo de sinal é enviado às torres transmissoras de TV e captado por antenas comuns nas residências. Opcionalmente, além de ser enviado à torres transmissoras terrestres é também enviado a satélites retransmissores, podendo então ser captado por antenas parabólicas. Apple Final Cut Pro 3 5

6 RGB (Red, Green, Blue) Tipo de sinal em que as informações de cor são transmitidas de modo separado, em 3 componentes, vermelho, verde e azul (o cabo que carrega este sinal possui um fio exclusivo para cada uma destas cores básicas). Estas cores são as cores básicas do modelo de cor RGB. Y/C Ao contrário do componente, neste tipo de sinal as informações de cor são combinadas gerando um único sinal, ao passo que as informações de luminosidade constituem um sinal independente. Posteriormente (no momento da exibição por exemplo) os sinais de cor são novamente separados. A transformação acaba acarretando pequena perda de qualidade devido a interferências e distorções geradas no processo, onde os sinais de cor recuperados na separação não são exatamente idênticos ao que eram na fase de codificação em sinal único. Este tipo de sinal é utilizado no formato SVHS por exemplo. YUV Representação dos três componentes do tipo de sinal vídeo componentes, um para luminosidade e outros dois para informação de cor. S/N vídeo (Signal-To-Noise Ratio ou SNR) Indicação do quanto de ruído (imagem granulada) uma imagem de vídeo possui, expressa em decibéis (db). Esta indicação é calculada através do valor da voltagem máxima atingida pelo sinal dividido pelo valor residual da voltagem que permanece quando o sinal é removido - ou seja, a quantidade de ruído no mesmo. Geralmente os valores produzidos situam-se em torno de 38dB a 42dB. De maneira geral, quanto maior esse valor, melhor a imagem. Sinais considerados como de excelente qualidade geralmente situam-se acima de 54dB. Este tipo de indicação é utilizado para medir e comparar a qualidade do sinal produzido pelas câmeras de vídeo. Componentes e outros elementos do vídeo Outros componentes do vídeo bem como outras caracterísicas e elementos utilizados para manipulação dos sinais são importantes para que a qualidade e o controle das informações possam ser obtido: Apple Final Cut Pro 3 6

7 Bandwidth (banda) As variações de voltagem do sinal de vídeo (analógico, sinal) são inseridas em ondas de alta frequência, nas vizinhanças de Mhz (megahertz, milhões de ciclos por segundo). Dentro desta faixa, as variações de frequência representam as variações na intensidade do sinal, que formam as imagens. O campo da imagem de vídeo é formada na tela através de linhas horizontais, desenhadas da esquerda para a direita e de cima para baixo. Alternadamente são desenhadas linhas de numeração par e linhas de numeração ímpar. Cada um destes conjuntos completos de linhas (ímpar) denomina-se campo. O tempo que cada campo leva para para ser desenhado na tela varia com o sistema de televisão utilizado e é igual ao inverso da frequência da corrente alternada utilizada no país. Assim, por exemplo, no Brasil, onde a frequência da corrente alternada é 60Hz, cada campo é desenhado em 1/60 seg. e o sistema utilizado é o PAL-M: Brasil 60Hz 1/60 seg PAL-M EUA 60Hz 1/60 seg NTSC França 50Hz 1/50 seg SECAM Alemanha 50Hz 1/50 seg PAL-G Chart de resolução Figura especial contendo linhas horizontais e verticais divergentes, contendo numeração ao lado das mesmas indicando quantas linhas existem naquela posição. Utilizada para avaliação da resolução horizontal / resolução vertical de determinado equipamento de vídeo. Analogamente, as linhas divergentes horizontais permitem avaliar a resolução vertical (525 linhas no padrão NTSC). O desenho original é denominado EIA1956, padrão criado pela EIA (Electronic Industries Association - EUA). Apple Final Cut Pro 3 7

8 Color Bars, Conjunto de barras coloridas utilizadas como referência no ajuste de equipamentos de vídeo. Existem modelos diferentes para cada tipo de sinal de vídeo (abaixo, modelo para o sinal NTSC, denominado SMPTE color bars, porque foi padronizado pela entidade SMPTE - Society of Motion Picture and Television Engineers). Permite efetuar ajustes nos controles de cor e outros de monitores, câmeras, etc... Algumas câmeras podem gerar opcionalmente este sinal (ou parte dele, sem as camadas inferiores), assim como dispositivos eletrônicos em ilhas de edição. Da esquerda para a direita, a figura apresenta as seguintes cores nas barras verticais superiores: cinza (80%), amarelo, ciano, verde, magenta, vermelho e azul. Nos segmentos intermediários, da esquerda para a direita, azul, preto, magenta, preto, ciano, preto, cinza (80%). No segmento inferior, à esquerda um quadrado branco ladeado por quadrados azuis e a direita, várias tonalidades de preto. As cores vermelho, verde e azul são as cores primárias do sistema RGB e amarelo, ciano e magenta a combinação de duas das cores primárias - estas, denominadas cores secundárias. As cores estão arranjadas em ordem decrescente de brilho total, da esquerda para a direita. Para efetuar o ajuste, inicialmente o controle de contraste do monitor deve ser posicionado em seu ponto médio. A seguir, o controle de cor deve ser totalmente diminuído, de modo a que todo o quadro seja mostrado sem cores, apenas contendo faixas cinzas. Observar então o canto inferior direito da imagem: entre duas faixas pretas existem 3 pequenas faixas Apple Final Cut Pro 3 8

9 Ajustar então o controle de brilho de modo que a faixa B fique praticamente invisível - preta. Neste momento a faixa C à direita deve ficar ligeiramente visível. A faixa B representa a parte mais escura capaz de ser representada na imagem do vídeo; como a faixa A é mais escura do que ela, deve ter ficado neste momento totalmente invisível, ou seja, não deve ser notada nenhuma divisão entre as faixas A e B. A única divisão que deve ser mostrada é entre as faixas B e C. A seguir é efetuado o ajuste do nível do branco, o que é feito inicialmente aumentando totalmente o controle de contraste. Neste momento o quadrado branco, no canto inferior esquerdo, apresentasse sem definição precisa nas bordas e com excesso de luminosidade. O controle de contraste deve então ser lentamente reduzido até que o referido quadrado ganhe definição e perca o excesso de luminosidade. Depois efetuamos o ajuste de cor, buscando-se um equilíbrio geral nos tons das cores e observando-se que a cor com maior tendência a saturação é a vermelha, ao lado da magenta a sua esquerda. Waveform (Formaçao de Ondas) Utilizando como fonte geralmente uma imagem do tipo color bars permite identificar e corrigir problemas referentes ao brilho, cores e estabilidade da mesma. Analisa a variação de voltagem no sinal de vídeo (1V de um extremo a outro) exibindo-a graficamente. Aparelhos deste tipo geralmente são capazes de exibir diversos tipos diferentes de gráficos, propiciando a visualização e análise de vários aspectos do sinal. No exemplo, um monitor de forma de onda exibe o sinal gerado pela imagem color bars. O tipo de gráfico selecionado exibe metade das linhas do sinal à esquerda e metade à direita (desenho repetido). No eixo vertical, a intensidade do sinal é medida em unidades I.R.E.. O pico máximo do branco (o gráfico mostra um sinal corretamente ajustado) situa-se em 100 I.R.E.. A menor intensidade do sinal (cor preta) é ajustada em 7,5 I.R.E.. O eixo horizontal mostra informações de timing do sinal. As faixas cinza claro verticais (7 em cada lado) representam a intensidade total do sinal ao longo do eixo horizontal da imagem do color bars. Diversos usos são possíveis com o aparelho: setup e sincronização de equipamentos em estúdio, ajustes e verificação de problemas, etc... O ajuste pode ser efetuado diretamente no equipamento a ser calibrado - conectandose sua saída ao monitor de forma de onda - ou ser utilizada a comparação - comparar o sinal gerado pela fonte com o obtido após a gravação / reprodução em determinado equipamento. Nesta comparação, também pode ser observado que quanto melhor o formato de vídeo, mais os dois resultados se aproximarão. Alguns problemas apontados na análise podem ser corrigidos pelo TBC. Apple Final Cut Pro 3 9

10 Vector Scope (Vetorscópio) Utilizando como fonte uma imagem do tipo color bars permite identificar e corrigir problemas com a mesma, relacionados a cores. Cada cor presente na imagem do color bars (amarelo, ciano, verde, magenta, vermelho e azul) é mostrada através de um ponto luminoso distribuído ao longo de uma circunferência, como o apontado por A na figura abaixo. Quando as cores da imagem do vídeo estão corretamente ajustadas, estes pontos devem se situar dentro dos quadrados distribuídos ao longo da circunferência. Na figura abaixo, B mostra um destes quadrados, com seus cantos delimitados. Quanto maior a intensidade de determinado componente de cor, mais distante do centro da imagem estará o ponto luminoso, até atingir o ponto correto, dentro da área do quadrado correspondente. A variação na forma do desenho permite medir e calibrar a reprodução de cores e efetuar diversas aferições e testes sobre o sinal de vídeo, assim como efetuar comparações (o sinal obtido diretamente da fonte e o obtido após ter sido gravado / reproduzido por determinado equipamento). Nesta comparação, também pode ser observado que quanto melhor o formato de vídeo, mais os dois resultados se aproximarão. Alguns problemas apontados na análise podem ser corrigidos pelo TBC e pelo corretor de cores. A parte de brilho da imagem é ajustada com outro aparelho, o monitor de forma de onda. Apple Final Cut Pro 3 10

11 Sistemas de transmissão de sinais NTSC (National Televison Standards Committe) Padrão definido por uma associação entre um comitê com este nome, emissoras de TV e fabricantes de receptores, nos EUA, no início dos anos 50, originalmente especificando como imagens em preto e branco deveriam ser transmitidas analogicamente de um ponto a outro. O espectro de altas frequências VHF havia sido dividido em 13 canais em 1945 pelo US Federal Communications Commission, determinando com isso um tamanho máximo de banda para cada um. Os engenheiros deste comitê tiveram então de criar especificações que fizessem com que a quantidade de informação transmitida coubesse no espaço destinado a cada canal. Assim, foi estabelecido que a frequência de troca de quadros na imagem seria de 60/seg, igual aos 60 Hz (ciclos/seg) utilizados na corrente elétrica nos EUA, a quantidade de linhas na tela 525, a resolução horizontal 330 linhas e o sinal monoaural. Como a largura de banda disponível não era suficiente para transmitir uma imagem completa, com todas as linhas, 60 vezes por segundo, optou-se por dividí-la em 2 partes, uma com as linhas pares e outra com as ímpares, mostradas alternadamente, a cada 1/60 seg - conceito denominado interlace de imagem - fato para o olho humano imperceptível. No início da década de 60 o padrão NTSC foi implementado, tendo sido acrescentadas as especificações para imagens coloridas. Como não havia espaço para aumentar a banda disponível para acrescentar as informações de cor, os engenheiros do comitê criaram um segundo sinal, específico para cor, misturado de forma codificada ao primeiro, destinado à luminância, criando assim um sinal composto. O requisito básico é que o sinal de luminância deveria permanecer inalterado com esta modificação. A forma como os sinais foram misturados apresenta às vezes falhas nas cores, como enfraquecimento em determinados pontos, mistura com partes de outra cor, supersaturação de determinadas cores - principalmente vermelho. A ausência de indicação de referência absoluta no sinal de cor ( x % de azul, mas em relação a qual padrão de azul?) deixa os aparelhos livres para reproduzir as cores conforme seus ajustes individuais (receptores colocados lado a lado mostram a mesma cor com tons diferentes); para ajustá-los são necessários recursos como color bars e vetorscópios por exemplo. Como melhoria deste padrão, foi proposto o padrão PAL, no final dos anos 60. Posteriormente o padrão NTSC foi novamente implementado, com o som estéreo, legendas para surdos embutidas no sinal e o sinal de som multi-língue SAP. Alguns países que utilizam NTSC: Bahamas, Barbados, Bermudas, Bolívia, Cambodja, Canadá, Chile, Colômbia, Coréia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Filipinas, Guatemala, Honduras, Japão, México, Panamá, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Suriname, Trinidade e Tobago, Venezuela. (Obs. em alguns poucos países há mais de um padrão em uso, geralmente um oficial e outro introduzido por novos serviços de TV a cabo ou utilizado para recepção de sinal proveniente de países vizinhos, em locais próximos às fronteiras. Ainda em outros países existe diferença de padrão quando a transmissão/recepção é feita em VHF ou UHF; no Brasil em ambos sistemas o padrão é o mesmo, PAL-M). Apple Final Cut Pro 3 11

12 PAL (Phase Alternate Lines) Padrão criado na Alemanha no final dos anos 60, para eliminar vários problemas existentes no padrão NTSC referentes à reprodução de cor, invertendo-se a fase do sinal de cor para linhas alternadas na tela. A reprodução de cores resultou mais precisa do que no padrão NTSC e o sistema foi adotado em vários países do mundo, exceto os já comprometidos com investimentos no sistema NTSC. Nestes países a corrente elétrica alternada era gerada em 50 ciclos/seg (ao invés de 60, como nos EUA), por isso a frequência de mudança de campos foi especificada como 50 e não 60, sendo as imagens transmitidas a 25 quadros/seg ao invés de 30/seg. Esta redução na cadência de mudança das imagens faz com que as mesmas sejam um pouco mais visíveis do que no padrão NTSC a imagem pisca mais. Há um único país onde este problema não ocorre, o Brasil, porque a corrente utilizada é de 60 ciclos/seg - e portanto as imagens são transmitidas com frequência de 30 quadros/seg. Nos sistemas PAL de 50 ciclos, para compensar a perda na qualidade visual ao mostrar-se 25 quadros/seg a quantidade de linhas na tela foi ampliada: estes sistemas mostram 625 linhas ao invés das 525 do sistema NTSC - a imagem aparenta-se mais nítida e definida. Há outros fatores também no sinal PAL que o tornam superior ao NTSC: maior contraste obtido nas imagens (a parte do sinal que controla esta característica é mais abrangente) e maior detalhamento geral, por sobrar mais espaço de banda para a luminância uma vez que o sinal de cor ocupa menos espaço por utilizar frequência maior do que no NTSC. A alternância de fase no sinal de cor exige mais campos para completar-se o ciclo completo de cor, limitando ligeiramente a precisão dos equipamentos de edição neste sistema em relação ao NTSC. Também em relação ao NTSC os sistemas PAL de 625 linhas ficam mais sujeitos a interferências em transmissões de um equipamento a outro, devido a requerer maior banda. Outro problema frequente é a saturação das cores, muitas vezes fugindo do original. Na mesma época em que o padrão PAL era desenvolvido, também era criado o padrão SECAM. O padrão PAL possui ligeiras variações em suas características básicas diferenciando um padrão de outro identificáveis pelos sufixos: PAL-M, PAL-N, PAL-D, PAL-I, PAL-B, PAL-G e PAL-H. Em alguns poucos países há mais de um padrão em uso, geralmente um oficial e outro introduzido por novos serviços de TV a cabo ou utilizado para recepção de sinal proveniente de países vizinhos, em locais próximos às fronteiras. Ainda em outros países existe diferença de padrão quando a transmissão/recepção é feita em VHF ou UHF; no Brasil em ambos sistemas o padrão é o mesmo, PAL-M). PAL-B PAL-G PAL-H PAL-I PAL-M variação do padrão PAL, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda; muito semelhante ao PAL-G e PAL-H. variação do padrão PAL, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao PAL-B e PAL-H. variação do padrão PAL, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao PAL-B e PAL-G. variação do padrão PAL, utilizando 5,5 Mhz como largura de banda variação do padrão PAL, utilizando 30 quadros por segundo ao invés de 25 e 525 linhas ao invés de 625; utilizado somente no Brasil. PAL-N variação do padrão PAL, utilizando 4,2 Mhz como largura de banda (a mesma do PAL-M): nos demais tipos a largura é maior. Apple Final Cut Pro 3 12

13 SECAM (Systeme Electronique Couleur Avec Memoire) Padrão desenvolvido na França no final dos nos 60, assemelha-se em alguns aspectos ao PAL. A maioria dos países que o adotam utiliza 50 ciclos/seg em sua corrente elétrica, resultando em imagens exibidas a 25 quadros/seg. a Colômbia e a Jamaica são os dois únicos que possuem o sistema em 60 ciclos - 30 quadros/seg. As diferenças entre o padrão PAL e SECAM são tão pequenas que a conversão entre os mesmos pode ser feita por um simples decodificador e a maioria dos receptores PAL é capaz de exibir imagens (em preto e branco) transmitidas em SECAM. Alguns vídeo cassetes no formato SECAM chegam a traduzir o sinal SECAM para PAL, gravá-lo desta forma e re-traduzí-lo para SECAM na reprodução. É impossível sincronizar dois sinais SECAM a fim de mixá-los, devido a suas características. Para contornar este problema, a maioria dos estúdios em emissoras costumam gerar os programas em PAL, editá-los deste modo e só então convertê-los para SECAM no momento da transmissão. Os sistemas SECAM que utilizam 25 quadros/seg sofrem com a redução na cadência de mudança das imagens: isto faz com que as mesmas sejam um pouco mais visíveis do que no padrão NTSC - a imagem pisca mais. Também em relação ao NTSC são desvantagens: menor resolução e brilho excessivo em desenhos compostos por linhas muito próximas entre sí (moiré paterns) mais frequente. Por outro lado a saturação de cores é bem mais estável do que no padrão NTSC. O padrão SECAM não é exatamente idêntico nos diversos países onde é adotado: ligeiras variações em suas características básicas diferenciam um padrão de outro e para identificálos são adotados sufixos conforme o subtipo de SECAM: SECAM-B, SECAM-G, SECAM-H, SECAM-D, SECAM-K, SECAMK1 e SECAM-L. SECAM-B variação do padrão SECAM, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-G e SECAM-H. SECAM-G variação do padrão SECAM, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-B e SECAM-H. SECAM-H variação do padrão SECAM, utilizando 5,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-B e SECAM-G. SECAM-D variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L. SECAM-K variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L. SECAM-K1 variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L. SECAM-L variação do padrão SECAM, utilizando 6,0 Mhz como largura de banda ; muito semelhante ao SECAM-D, SECAM-K, SECAM-K1 e SECAM-L. Apple Final Cut Pro 3 13

14 Formatos de video Existem diversos formatos de vídeo analógico e digital atualmente. Várias empresas como Sony, JVC e Panassonic desenvolveram ao longo dos anos diversos padrões para uso doméstico, semiprofissional e profissional e alguns deles foram adotados pelo mercado de acordo com os recursos e o momento onde as tecnologias foram se firmando. Os principais formatos de vídeo são: 8 mm Formato analógico utilizado no segmento consumidor, criado pela Kodak em Utiliza fita de 8 mm. Devido ao pequeno tamanho do cassete propiciou o surgimento de câmeras mais leves e menores do que as tradicionais. Betacam Formato analógico utilizado no segmento profissional. Criado pela Sony em 1982, utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm), com cassete e meio de transporte de fita similar ao antigo formato Betamax, porém gravando o sinal de vídeo no sistema componentes. Com este formato a Sony introduziu as primeiras camcorders Betamax Formato analógico, foi o primeiro formato desenvolvido para o segmento consumidor. Criado pela Sony em 1975, utilizava fita de 1/2 pol (+/- 13 mm). Com a competição do formato VHS, desenvolvido pela JVC, foi perdendo força no mercado (entre outras vantagens, além do custo mais baixo o VHS podia gravar 2 horas em uma fita contra 1 no Betamax, facilitando assim a gravação de filmes) até desaparecer completamente. D-VHS formato digital utilizado para gravar sinais transmitidos por satélite, no sistema DSS. DDD-1000 Formato digital utilizado no segmento profissional. Criado experimentalmente pela Sony no final dos anos 80, visava o mercado HDTV. Utiliza fita de 1 pol (+/- 26 mm) em carretéis. Digital-8 Formato utilizado no segmento consumidor. Desenvolvido pela Sony no final dos anos 90, utiliza o mesmo algoritmo de compressão do formato DV, porém gravando em fitas comuns dos formatos Hi8 / 8 mm. Para câmeras deste tipo (que também podem gravar no formato Hi8 / 8 mm) a fita, ao ser gravada / reproduzida no formato Digital-8 roda a uma velocidade 2 vezes maior do que em Hi8 / 8 mm - e portanto o tempo de gravação da mesma fita cai pela metade. Digital Betacam Formato utilizado no segmento profissional. Desenvolvido em 1993 pela Sony, possui algumas semelhanças com o formato DV (também utiliza o algoritmo DCT no processo de digitalização da imagem por exemplo), mas, por ser voltado ao segmento profissional, possui características especiais para utilização neste meio. Assim, em comparação com o formato DV possui melhor qualidade de imagem ao utilizar menor compressão (1,6:1 para 5,0:1 no DV), maior frequência de sampling na digitalização dos sinais UV de cor (6,75 Mhz para 3,37 Mhz no DV), maior banda para armazenar informações de cor (3 Mhz para 1,5 Mhz no DV), time code do tipo utilizado do meio profissional (SMPTE para Drop Frame no DV), cassete com maior capacidade e outros. Apple Final Cut Pro 3 14

15 Digital-S Formato utilizado no segmento profissional. Criado pela JVC no final dos anos 90. Assim como o DVCPRO50, também possui o dobro de capacidade de armazenamento de informações por segundo do que a utilizada nos formatos DV, DVCAM e DVCPRO (50 Mbs - mega bits / seg - contra 25 Mbs). Utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm). Desenvolvido pela JVC em cima do padrão D-9. DV Formato digital utilizado no segmento semi-profissional. Criado em 1995 por um consórcio formado por 10 empresas: Sony, JVC, Matsushita (Panasonic), Philips, Sharp, Toshiba, Sanyo, Mitsubishi, Thompson e Hitachi, inicialmente como DVC (Digital Video Cassete) e posteriormente mudado para DV (Digital Video). Utiliza para gravação fitas do tipo ME - Metal Evaporate. A imagem, após capturada pela câmera no formato analógico RGB através do CCD, é convertida e digitalizada em uma primeira etapa para o formato vídeo componentes. Na etapa seguinte o sinal obtido é comprimido em uma proporção de cerca de 5:1 utilizando um conjunto de diferentes algoritmos (DCT, weighting, quantization, motion detection, run length amplitude, decimating, Huffman code), sendo o principal deles o algoritmo denominado DCT. A seguir, o sinal resultante comprimido é gravado na fita. O DV foi desenvolvido com o objetivo de ser utilizado principalmente como um meio de aquisição e edição de alta qualidade. Existem 2 tamanhos de cassetes utilizados neste sistema: Mini DV (66 x 48 x 12,2 mm) e Standard (125 x 78 x 14,6 mm) - para cada um, existem câmeras específicas, porém o padrão é o mesmo. O cassete Mini DV, devido a suas dimensões extremamente reduzidas, permite a fabricação de câmeras digitais com tamanhos bastante reduzidos. Assim como no padrão VHS existem duas velocidades (SP e LP) de gravação. Existem cassetes Mini DV de 30 e de 60 minutos (vel. SP). O modo LP - nem todas câmeras o possuem - grava 90 min. na fita de 60 min.. É parte opcional do padrão DV o uso de cassetes com memória: um micro-chip de memória (geralmente de 4K) instalado no cassete armazena informações tais como conteúdo da fita, títulos, data de gravação, etc... associadas à localização (trecho) da fita na qual estão gravados, permitindo desta forma o acesso rápido aos mesmos. DVCAM Formato digital utilizado no segmento profissional. Desenvolvido pela Sony nos anos 90. DVCPRO Formato digital utilizado no segmento profissional, desenvolvido pela Panasonic nos anos 90. Possui semelhanças com o formato DV no processo de captura de informações. Utiliza cassete de fita de tamanho intermediário entre os Mini DV e Standard DV. Utiliza somente um par de trilhas sonoras estéreo, entre outras diferenças. Também conhecido como D-7. DVCPRO 100HD Formato digital utilizado no segmento profissional, desenvolvido pela Panasonic. Derivado do formato DVCPRO, da própria Panasonic, é voltado para uso no mercado HDTV. DVCPRO50 Formato digital utilizado no segmento profissional, semelhante ao DVCPRO, porém com o dobro de capacidade de armazenamento de informações por segundo (50 Mbs - mega bits / seg - contra 25 Mbs dos formatos DV, DVCAM e DVCPRO. Também desenvolvido pela Panasonic. Apple Final Cut Pro 3 15

16 Hi8 (High-band 8 mm) Formato analógico utilizado no segmento semi-profissional. Desenvolvido pela Sony em 1986, utiliza sinal do tipo Y/C ao invés do sinal composto (como no formato 8 mm). Utiliza fita de 8 mm. Mini-DV Um dos dois formatos DV existentes. SVHS (Super VHS) Formato analógico utilizado no segmento semi-profissional. Desenvolvido pela Matsushita (JVC) em 1987, foi introduzido como melhoria do formato VHS, utilizando, ao invés do sinal composto como no VHS, o sinal Y/C. O tipo de fita utilizado, apesar de idêntico em dimensões ao utilizado no formato VHS (1/2 pol (+/- 13 mm)) difere em sua composição, melhorada para ser capaz de registrar os sinais de maior resolução deste formato. Assim, é possível gravar sinais no formato VHS em uma fita SVHS, mas o contrário não apresenta resultado satisfatório. SVHS-C (Super VHS Compact) Formato analógico utilizado no segmento semi-profissional. Possui as mesmas características que o formato SVHS, exceto pelo tamanho da fita, reduzida em seu comprimento (não largura), acarretando com isso um cassete com tamanho também reduzido e com isso câmeras mais leves e compactas. O cassete SVHS-C pode ser inserido em um adaptador especial (com dimensões idênticas às do cassete VHS) que possibilita sua utilização em um equipamentos SVHS. Em 2000 a JVC criou a tecnologia ET (Expansion Technology) que passsou a possibilitar a gravação de sinais Y/C em fitas VHS-C comuns. U-Matic O mesmo que 3/4 pol. Formato analógico utilizado no segmento profissional, criado em 1970 e dominante nessa década. Utiliza fita de 3/4 pol (+/- 20 mm). Foi o primeiro formato utilizado largamente com fita em cassete ao invés de carretéis. Na época, a Sony era líder na fabricação de equipamentos neste formato. Uma versão melhorada deste formato, com melhor resolução de cor, foi lançada alguns anos mais tarde. As duas versões passaram então a denominar-se U-Matic LB (Low Band) e U-Matic HB (High Band). VHS (Video Home System) Formato analógico desenvolvido pela JVC em 1976, foi o segundo formato criado para o segmento consumidor, após o Betamax. Utiliza fita de 1/2 pol (+/- 13 mm). A primeira camcorder VHS no entanto foi criada somente em VHS-C (VHS Compact) Formato analógico utilizado no segmento semi-profissional. Criado pela JVC em 1983 como VideoMovie, passou a ser chamado VHS-C pela JVC a partir de Possui as mesmas características que o formato VHS, exceto pelo tamanho da fita, reduzida em seu comprimento (não largura), acarretando com isso um cassete com tamanho também reduzido e com isso câmeras mais leves e compactas. O cassete VHS-C pode ser inserido em um adaptador especial (com dimensões idênticas às do cassete VHS) que possibilita sua utilização em um equipamentos VHS. Apple Final Cut Pro 3 16

17 DVD-Vídeo (Digital Versatile Disc) Formato digital utilizado para distribuição e exibição de vídeo digital comprimido através do algoritmo MPEG2. O DVD é uma evolução do CD (Compact Disc) e assim como este possibilita a gravação de áudio, vídeo ou software. Enquanto um CD armazena em torno de 650 Mb de dados, um DVD armazena de 6 a 13 Gb de dados (pode ser gravado em uma, duas ou três camadas). Enquanto a resolução horizontal de uma imagem gravada no formato VHS é de 240 linhas, no formato DVD a mesma atinge 400 a 500 linhas. Formatos existentes de CDs / DVDs: Formato Descrição CD-Áudio CD-Vídeo (VCD) CD-Vídeo (SVCD) CD-R CD-RW DVD-Áudio DVD-Vídeo DVD-R Som digitalizado sem compressão; não pode ser regravado vídeo digitalizado com compressão (MPEG1); não pode ser regravado novamente. vídeo digitalizado com compressão (MPEG2, em um processo com qualidade intermediária entre o VCD e o DVD); não pode ser regravado novamente. permite gravar dados / som vídeo digitalizado (MPEG1); pode ser gravado uma única vez permite gravar dados / som vídeo digitalizado (MPEG1);pode ser regravado inúmeras vezes som digitalizado sem compressão, incluindo recursos como surround e não pode ser regravado vídeo digitalizado gravado com compressão (MPEG2); não pode ser regravado novamente. permite gravar dados / som vídeo digitalizado (MPEG2); pode ser gravado uma única vez DVD-RW/+RW/RAMpermite gravar dados / som vídeo digitalizado (MPEG2); pode ser gravado inúmeras vezes; são formatos semelhantes desenvolvidos por diferentes empresas na busca de um padrão único: Pioneer (DVD-RW), Sony-Phillips (DVD+RW), Panasonic-Hitachi-Toshiba (DVD-RAM) DVD-ROM software; não pode ser regravado ; possui capacidade de armazenamento muito maior do que o CD-ROM Apple Final Cut Pro 3 17

18 Qualidade da imagem O quadro abaixo mostra diversos formatos de vídeo ordenados, em termos de qualidade de imagem, da melhor para a pior, indicando o segmento de mercado onde o mesmo é geralmente utilizado e o tipo de formato (analógico / digital); formatos diferentes dentro de um mesmo box possuem qualidade semelhante de imagem: Formato Segmento Tipo Digital Betacam profissional digital Digital-S profissional digital DVCPRO / 50 profissional digital DVCAM profissional digital DV semi-profissional digital Betacam SP profissional digital Digital-8 consumidor digital SVHS semi-profissional digital Hi8 semi-profissional digital 3/4 pol. profissional digital VHS8 consumidor digital 8 mm8 consumidor digital Resolução de imagem x formato Diferentes formatos de vídeo oferecem imagem com diferentes resoluções horizontais : Formato Resolução aproximada (número de linhas) VHS 240 (sinal composto) 8 mm 240 (sinal composto) SVHS 400 (sinal Y/C) 330 (sinal composto) Hi8 400 (sinal Y/C) 330 (sinal composto) DV 500 Digital Betacam 500 Apple Final Cut Pro 3 18

19 Instalando o Quick Time Pro O Apple QuickTime foi o primeiro padrão de vídeo digital e é atualmente a mais completa e mais segura tecnologia multimídia do mercado. Através do QuickTime Player é possível assistir vídeos digitais em quase todos os formatos existentes, Realidade Virtual, Imagens fotográficas, músicas em MP3, Aiff, Wave, Midi e PCM, além de suportar a inclusão de imagens vetoriais para construção da interface que apresentará a mídia ou incluir recursos de interatividade como trilhas geradas no Macromedia Flash. Além de permitir o acesso e geração de TVs e Rádios virtuais através do poderoso QuickTime Streaming Server. QuickTime é plenamente compatível com os padrões MPEG 1 (muito utilizado para VCDs), MPEG 2 para DVDs e svcds, e MPEG 4 para distribuição de video-streaming via Internet. Além desses padrões o QuickTime é a única tecnologia que suporta os principais compressores/descompressores (CODECs) do mercado. QuickTime Player e QuickTime Pro O Apple QuickTime Player é apenas um tocador ou reprodutor de mídia digital. Através do QT Player podemos assistir vídeos e vídeos interativos, fotografias, ouvir músicas ou mesmo visitar um museu como o Louvre em Paris, através da realidade Virtual. O QuickTime Player é gratuito e está disponível para os principais Sistemas Operacionais do mercado como o MS-Windows, Mac OS 9 e Mac OS X. Em breve o QuickTime será disponibilizado em todos os Sistemas Operacionais em função de ter sido escolhido o padrão para o mercado de vídeo digital. Os principais softwares de edição, composição e pós-produção de vídeo, Autoria em DVD e construção de Web Pages, utiliza a tecnologia do QuickTime, associada aos hardwares como placas de captura de vídeo ou publicação para Web. Não é possível com o Player converter, editar ou mesmo integrar os arquivos criados e editados por softwares como o Apple Final Cut ou imovie, sem que o QuickTime esteja em sua versão Profissional. Para transformar o Seu QuickTime Player em QuickTime Pro, basta registrar o produto no Site da Apple - Após o registro a Apple enviará um documento contendo os dados necessários ao registro no Sistema e que transformará a versão Player e Pro rapidamente. Se você já possui algum software de edição de vídeo como o Apple Final Cut, provavelmente já deverá ter esse registro. Verifique a documentação de seu software e registre já o Quick Time. Apple Final Cut Pro 3 19

20 Instalando o QuickTime O processo de instalação do QuickTime é bem simples. Basta localizar o arquivo QuickTime Installer no CD ou outro disco onde esteja armazenado e efetuar um duplo clique no ícone. Após executado o QT solicitará que o usuário informe a senha de Administrador para dar início ao processo de instalação. Se você não é o administrador de sua máquina, peça para que o responsável execute a instalação do QT. Uma vez confirmado a senha de administrador, o QT irá apresentar as informações sobre o que o instalador se propõe a fazer ou quais os requisitos que o seu computador deverá ter para utilizá-lo adequadamente. Leia com atenção essas informações e pressione o botão CONTINUE. Em seguida surgirá os termos e condições para uso do software. Você pode escolher o idioma mais adequado para que possa compreender as informações. Leia com cuidado e pressione o botão CONTINUE. Apple Final Cut Pro 3 20

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