REFERÊNCIAS CEDERGREN, H. J.; SANKOFF, D. Variable rules: performance as a statistical reflection of competence. Language, 50: , p

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REFERÊNCIAS CEDERGREN, H. J.; SANKOFF, D. Variable rules: performance as a statistical reflection of competence. Language, 50:2. 1974, p. 333-355."

Transcrição

1 UFPB Universidade Federal da Paraíba MINICURSO: Introdução ao GoldVarb X: uso e interpretação PÚBLICO-ALVO: Alunos e Professores de Letras (20 vagas) PROFESSORA: Josane Moreira de Oliveira (UEFS) Data: 14 e 15 de julho de 2014 Carga horária: 8 horas/aula PLANO DE ENSINO 1 OBJETIVOS a) Conhecer e utilizar a ferramenta GoldVarb X; b) Codificar, processar e analisar dados linguísticos; c) Desenvolver habilidades para a interpretação dos resultados emitidos pelo GoldVarb X. 2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A sociolinguística quantitativa O corpus O GoldVarb X o Origem o Instalação o Uso Arquivos de dados Grupos de fatores Arquivo de especificações Arquivo de condições Arquivo de células Varbrul pesos relativos o Interpretação dos resultados o Apresentação dos resultados tabelas e gráficos 3 METODOLOGIA Exposição participada com direcionamento dos conteúdos para a aplicação prática a partir do uso do programa GoldVarb X no computador. 4 AVALIAÇÃO Avaliação processual considerando a frequência e a participação efetiva dos alunos nas aulas; Exercícios constantes; Processamento de dados das pesquisas dos alunos.

2 REFERÊNCIAS CEDERGREN, H. J.; SANKOFF, D. Variable rules: performance as a statistical reflection of competence. Language, 50: , p GUY, G. R. Advanced varbrul analysis. In: FERRARA, K; BROWN, B.; WALTERS, K.; BAUGH, J. (Ed.). Linguistic change and contact. Austin: University of Texas, 1988, p GUY, G. R.; ZILLES, A. M. Sociolinguística quantitativa: instrumental de análise. São Paulo: Parábola, MILROY, L.; GORDON, M. Sociolinguistics: method and interpretation. Oxford: Blackwell, MOLLICA, M. C.; BRAGA, M. L. (Org.). Introdução à sociolinguística: o tratamento da variação. São Paulo: Contexto, PAOLILLO, J. Analyzing linguistic variation: statistical models and methods. Stanford CA: CSLI, RAND, D. & SANKOFF, D. GoldVarb: a variable rule application for Macintosh ROBINSON, J.; LAWRENCE, H.; TAGLIAMONTE, S. GoldVarb 2001: a multivariate analysis application for Windows. User s manual SANKOFF, D. Linguistic variation: models and methods. New York: Academic Press, SANKOFF, D.; LABOV, W. On the uses of variable rules. Language in Society, 8 (2). 1979, p SANKOFF, D. Variable rules. In: AMMON, U.; DITTMAR, N.; MATTHEIR, K. J. (Ed.). Sociolinguistics: an international handbook of the science of language and society. Berlin/New York: De Gruyter, 1988, p SANKOFF, D.; TAGLIAMONTE, S.; SMITH, E. GoldVarb X a multivariate analysis application Toronto: Department of Linguistics; Ottawa: Department of Mathematics. Disponível em: Goldvarb/GV_index.htm#ref. Acesso em: 20 out SCHERRE, M. M. P.; CARDOSO, C. R. Guia rápido do GoldVarb X. Disponível em: Acesso em: 6 fev TAGLIAMONTE, S. A. Analyzing sociolinguistic variation. Cambridge: Cambridge University Press, 2006.

3 UFPB Curso GoldVarb X Profa. Josane Oliveira A sociolinguística quantitativa Muito antiga é a constatação de que a língua se diversifica em seu uso. A visão da língua como um sistema heterogêneo e instável prioriza uma análise linguística voltada para o estudo de modos alternativos de dizer a mesma coisa. A sociolinguística postula que a condição normal de uma comunidade de fala é a heterogeneidade e que essa heterogeneidade é estruturada. A diversificação linguística está documentada tanto diatópica como socialmente. As línguas humanas estão em constante variação. Algumas variações se propagam gradativamente por períodos mais ou menos longos em diversos eixos sociais e podem levar a mudanças. Como é praticamente impossível a demarcação exata e nítida de fronteiras geográficas e sociais, é preferível falar em tendências a empregos de certas formas linguísticas motivadas por condicionamentos vários. Tendo sido largamente demonstrado e discutido o caráter social da língua, já se dispõe de um campo da ciência linguística especificamente voltado para a covariação entre fenômenos linguísticos e sociais, a sociolinguística, equivalente, para outros, a uma dialectologia urbana ou vertical. Por ser impossível desvincular a língua de sua função sócio-comunicativa, a sociolinguística é entendida como um espaço de investigação interdisciplinar que estuda e correlaciona aspectos dos sistemas linguísticos e dos sistemas sociais, focalizando empregos concretos da língua. Labov (1972) questiona a justificativa para a dicotomia linguística versus sociolinguística, uma vez que é de todos conhecido sobretudo depois de Saussure o fato de que a língua é essencialmente um sistema de comunicação social, mas admite o uso desse termo sociolinguística, para que se diferenciem estudos baseados em dados intuitivos (linguísticos) daqueles baseados em dados reais obtidos através de gravações de interações orais ou de recolha de textos escritos (sociolinguísticos). Entretanto a razão maior para que se distingam esses dois tipos de estudo da língua parece residir nos objetivos, pois, enquanto a chamada linguística interna, sobretudo o estruturalismo e o gerativismo, busca estudar e descrever um sistema homogêneo e abstrato de língua, a sociolinguística ou linguística externa, focalizando a língua no contexto em que se concretiza, analisa a heterogeneidade do sistema. Além de ocupar-se da diversidade da língua nas situações ou contextos em que ocorre, diversidade esta atestada seja na variação, seja na mudança linguística, a sociolinguística procede também ao estudo dos juízos e das atitudes do falante sobre o comportamento verbal não só dele próprio mas também da sua comunidade de fala. A sociolinguística apresenta uma relação estreita com a área da linguística histórica, uma vez que, estudando a variação da língua dentro da estrutura social da comunidade em que ocorre, identifica e prevê processos de mudança em curso, que, obviamente, são decorrentes dessas variações. Ora, sendo a língua um meio de interação entre o indivíduo e a sociedade em que ele atua, está claro que há forças sociais que agem sobre essa interação. E é esse relacionamento casual entre língua e sociedade que constitui o objeto de análise da sociolinguística. Labov (1972) insiste na relação entre língua e sociedade e na possibilidade, virtual e real, de investigar e descrever a sistematicidade da variação existente e própria das línguas. O modelo de análise linguística proposto pelo autor é também rotulado de sociolinguística quantitativa, pois, como, em se tratando de variação, não se pode reduzir os fatos a uma questão de tudo ou nada, opera com números e tratamento estatístico dos dados coletados. O problema central que se coloca para a teoria da variação é a avaliação do quantum com que cada categoria postulada contribui para a realização de uma ou outra das variantes linguísticas em concorrência. Na verdade, na fala concreta, a operação de uma regra variável é o resultado da atuação simultânea de vários fatores, ou seja, as categorias não são isoladas, pelo contrário, elas se apresentam conjugadas. É através de modelos quantitativos que se podem estabelecer correlações entre fatos linguísticos e socioculturais, o que proporciona uma melhor visão da variação da língua, que é descrita em termos de regras variáveis, às quais se podem atribuir valores probabilísticos (ou pesos relativos) que predizem a ocorrência das variantes independentemente do corpus observado 1. 1 Os resultados finais da análise propiciariam a formulação de regras gramaticais variáveis. Trata-se, portanto, de um sistema linguístico de probabilidades (composto de formas em relação de concorrência). Dessa forma, seria incorporado à gramática o

4 Os fatores que desencadeiam a mudança linguística são numerosos e diversificados; podem ser explícitos e perceptíveis, ou, ao contrário, invisíveis e inacessíveis à percepção do falante. Podem ainda ser externos ou internos ao sistema da língua (MARCHELLO-NIZIA et alii, 2003). A sociolinguística, como disciplina independente e com uma metodologia própria, desenvolveu-se principalmente a partir dos anos 60, nos Estados Unidos e no Canadá. Seu objetivo é descrever a relação entre os fatos linguísticos e os fatos sociais, portanto exteriores à língua, tais como idade, sexo/gênero, nível de escolarização, classe social, etnia, profissão, contexto estilístico ou situacional etc. A variável idade revela-se de fundamental importância no estudo dos fenômenos variáveis, uma vez que é essa variável que vai indicar se determinado fenômeno de variação linguística está estável ou está em progresso num estudo em tempo aparente. Também se sabe que, nos eixos sociais, por exemplo, em geral, os falantes mais jovens são mais inovadores e os falantes mais velhos costumam preservar formas mais antigas. A variável sexo/gênero é também focalizada pela sociolinguística, pois, do ponto de vista social, homens e mulheres têm papéis diferentes e estão, portanto, expostos a situações diversas. Assim, esse fator pode influenciar a escolha de uma ou outra forma linguística. Estudos comprovam que, nos processos de variação estável, são os homens que utilizam as variantes inovadoras, porém, nos casos de mudança, são as mulheres que estão à frente do processo. A variável escolaridade mostra-se pertinente, por exemplo, no momento em que se observa a existência de formas linguísticas de prestígio ou estigmatizadas. Há fenômenos que são alvo do ensino escolar e outros que não o são. Como as gramáticas escolares e os manuais de ensino e estudo da língua julgam as formas estigmatizadas rotulando-as de erros ou vícios de linguagem, o grau de instrução do falante pode condicioná-lo ao uso de determinada(s) forma(s) linguística(s). Também essa variável se revela importante quando do estudo da língua escrita. A classe ou o grupo social ou o nível socioeconômico a que o falante pertence se reflete também na sua linguagem. Quanto mais estratificada socialmente uma comunidade, maior o índice de variação das formas linguísticas. Os estudos sociolinguísticos de Labov mostram que muitas inovações linguísticas surgem nas camadas mais populares e sobem pela escala social. A mudança começa a se efetivar nas classes intermediárias, pois, quando uma variante concorrente, normalmente não prestigiada, atinge as classes mais altas, muito provavelmente a mudança se implementa. Outros estudos, porém, mostram resultados diversos que refletem, provavelmente, diferentes formas de organização social. A etnia é também uma variável considerada pelos sociolinguistas. É sobretudo em estudos da variação na língua inglesa da América que esse fator tem se tornado mais conhecido para a explicação de fenômenos variáveis. No caso do português do Brasil, entretanto, essa variável não tem sido muito considerada. Para a sociolinguística, pode haver uma correlação entre o tipo de atividade profissional desenvolvida por uma pessoa ao longo de sua vida e a necessidade do uso de formas linguísticas de prestígio. Assim, tem-se considerado também a variável profissão para compreender fenômenos variáveis, uma vez que há profissões que se servem mais da língua do que outras. Entre falantes que atuam em profissões do primeiro tipo (por exemplo, professores, advogados, jornalistas...), podem ocorrer mais variantes de prestígio, já que têm acesso mais direto e mais constante ao código linguístico, o que pode não acontecer com falantes que exercem profissões do segundo tipo. A variável estilo de fala diz respeito à forma como as pessoas se comunicam sobre determinado assunto em determinado lugar, observadas as relações sociais particulares entre elas. Os falantes possuem um repertório linguístico que varia a depender do local, do interlocutor, do assunto, do ambiente. Em situações descontraídas, mais informais, entre pessoas com as quais se tem mais intimidade, é comum que se usem formas linguísticas vernáculas, ao passo que em ambientes de maior formalidade, entre pessoas que não se conhecem ou de posições hierárquicas diferentes, em situações de consciência da própria linguagem, os falantes são capazes de adaptar sua maneira de falar e usar com maior frequência variantes de prestígio. Ou seja, a fala formal se aproxima mais da norma standard e a fala informal dela se afasta, deixando transparecer o coloquial, espontâneo. Diferenças de contexto formal e informal levam os falantes a empregar, respectivamente, estilos também formais ou informais. É através do estilo informal, que deixa transparecer mais o vernáculo, que muitas mudanças se implementam. conceito de regra variável ao lado das regras categóricas da linguística estrutural e gerativo-transformacional, cuja aplicação apresentaria uma frequência condicionada a fatores internos e/ou externos à língua.

5 No estudo da mudança linguística, Weinreich, Labov & Herzog (1968) formulam cinco questões teóricas centrais: os condicionamentos, a transição, o encaixamento, a avaliação e a sua implementação. Esses cinco problemas são explicados resumidamente a seguir: a) o problema dos condicionamentos (the constraint problem) alguns fatores determinam mudanças possíveis numa dada direção. Assim, cada restrição pressupõe uma explicação que diz respeito à causa da mudança. Pode-se, então, saber quais são as mudanças possíveis e se são de ordem universal; b) o problema da transição (the transition problem) essa questão objetiva responder como uma língua muda, ou seja, como ela passa de um estágio para outro. Isso implica também a transmissão de regras de uma geração a outra e, portanto, a localização social do falante na comunidade de fala. Numa escala social, há grupos mais inovadores e menos inovadores. Localizar que grupo lidera a mudança é também, portanto, uma questão crucial. Há que se levantar hipóteses para o funcionamento de cada nível linguístico num estudo sincrônico e diacrônico, na tentativa de entender os sistemas intermediários, que dizem muito mais sobre as mudanças do que os estágios inicial e final; c) o problema do encaixamento (the embedding problem) deve-se observar como uma mudança se encaixa no sistema linguístico e na matriz social da comunidade. Há que se investigar como uma mudança pode desencadear outra, num efeito dominó, dentro do sistema linguístico; d) o problema da avaliação (the evaluation problem) a avaliação social diz respeito à forma como os falantes julgam a mudança e qual o efeito desse julgamento sobre a mudança. Isso implica o nível de atenção do falante em relação à fala; e) o problema da implementação (the actuation problem) a propagação da mudança se dá em determinados ambientes estruturais e se difunde progressivamente a partir de ambientes mais favoráveis. Há que se investigar que fatores propiciam que uma determinada mudança ocorra em uma língua em uma determinada época e não em outra. Essa parece ser a questão mais difícil a ser respondida pela teoria. Para a sua resolução deve ser considerada a combinação dos resultados para todos os problemas anteriores. Conjugando, pois, estudos sincrônicos e diacrônicos (de longa e de curta duração) tem-se mais embasamento para uma descrição fiel e segura de uma dada língua. Todavia, devido ao fato de não ser possível resolver determinados problemas históricos, já que os dados são fragmentados, pode-se utilizar a observação empírica do presente para explicar o passado e do passado para explicar o presente. Essa observação pode ser produtiva na medida em que está baseada no princípio do uniformitarismo (LABOV, 1994). Ele é uma condição necessária à reconstrução histórica assim como o uso do presente é necessário para explicar o passado, já que as forças e restrições que regem as mudanças numa língua no presente são as mesmas que impulsionaram mudanças já concluídas. Finalmente, não há distinção entre origem e propagação da mudança (LABOV, 1975), pois uma língua só muda quando uma forma foi transmitida de um falante para outro e foi aceita como uma convenção social. Enfim, os objetivos desse tipo de análise são descrever e analisar a variação numa língua, depreendendo a sistematização que lhe é inerente e comparando os resultados das análises com vistas à projeção de possíveis rumos que as variantes tomarão. Assim, a concepção e o alcance do modelo sociolinguístico são, ao mesmo tempo, sincrônicos e diacrônicos, uma vez que toda mudança implica uma variação. Nesse modelo, a estrutura de uma língua somente será totalmente entendida à medida que se compreendam efetivamente os processos históricos de sua configuração. Teoricamente, uma amostra sincrônica de dados, isto é, dados de um tempo real na história de uma língua, permite estudar a dinâmica da mudança em curso de implementação, dado que um estado de língua é a face sincrônica da mudança linguística. Entretanto, procedendo a um recorte transversal da amostra sincrônica em função da faixa etária dos informantes, acrescenta-se uma dimensão diacrônica à análise. Assim, tem-se o que se chama de tempo aparente. O tempo aparente serve como um procedimento através do qual se pode projetar o tempo real futuro, ou seja, estudando-se a transição e a implementação de variáveis uma análise acurada de uma comunidade sociolinguística com seu componente de variação e de mudança, pode-se dimensionar historicamente uma variável, não só em relação ao passado mas também em relação a um possível comportamento no futuro.

6 Analisando a correlação entre as variantes e os fatores internos e considerando o fator idade, podese observar a estratificação das mesmas. Se, por exemplo, a variante inovadora for mais frequente entre falantes mais jovens, decrescendo em relação à idade dos outros informantes, tem-se indícios de uma mudança em progresso. Uma vez aventada a hipótese de mudança com base em dados do tempo aparente, pode-se proceder também a uma análise histórica da variável no tempo real, isto é, deve-se recorrer a dados de outra(s) sincronia(s) para que, através de comparações, se possa melhor entender o valor e a direção da variável na comunidade (LABOV, 1994). Em tempo real, o estudo da mudança possibilita analisar aspectos que não podem ser detectados em tempo aparente e permite distinguir mudanças que se produzem gradualmente em toda a comunidade das que caracterizam a trajetória de comportamento linguístico individual (PAIVA & DUARTE, 2003). Os estudos no tempo real de longa duração que requerem um interstício de séculos apresentam dificuldades quanto à coleta de dados, sobretudo de épocas pretéritas, pois não há registros orais e os escritos não são tão sistemáticos. É aí que se exige do pesquisador uma maior atenção para que consiga fazer um bom uso dos chamados maus dados (LABOV, 1994; PAIVA & DUARTE, 2003). Já os estudos no tempo real de curta duração geralmente com um interstício de duas ou três décadas fornecem evidências mais seguras sobre o estatuto dos padrões de variação em um dado momento da língua e podem se apresentar de duas maneiras, estudo de tendência (trend study) ou estudo de painel (panel study) (LABOV, 1994). O primeiro compara em sincronias diferentes uma mesma comunidade de fala, ou seja, gravam-se informantes diferentes de uma mesma comunidade em momentos diferentes, com o intuito de depreender a direcionalidade do sistema na comunidade e a relação entre as mudanças linguísticas (sua propagação, estabilização ou recuo) e a configuração social de um grupo. Assim, focaliza-se a continuidade/descontinuidade na própria língua, que pode se refletir no comportamento do indivíduo. O segundo estuda o comportamento linguístico dos mesmos informantes em momentos sincrônicos diferentes, com o intuito de distinguir mudança geracional de mudança na comunidade. Nesse tipo de estudo, está em jogo a continuidade/descontinuidade no comportamento linguístico do indivíduo sem reflexos no sistema (LABOV, 1994). Assim, correlacionando fatores linguísticos e extralinguísticos, sincrônicos e diacrônicos, tenta-se desvendar o mistério da variação e da mudança. Como bem colocam Paiva & Duarte (2003), conjugando esses tipos diferentes de estudo, obtêm-se subsídios para a questão da implementação e do encaixamento da mudança. Ao comparar duas sincronias, surgem indícios para a identificação de como uma dada mudança progride na língua, qual a sua trajetória estrutural e social e quais as relações de causa e efeito entre diferentes processos de mudança. Ou seja, esse confronto permite descobrir como as mudanças estão associadas entre si, já que não são frutos do acaso. Teoricamente, quando uma mudança se implementa, ela não só é consequência mas também possibilita o aparecimento de outra, isto é, faz parte de uma matriz de mudanças mais gerais. Enfim, pressupõe-se que as mudanças nas línguas naturais não são isoladas ou independentes. A metodologia da teoria da variação constitui uma ferramenta que pode ser usada para o estudo de qualquer fenômeno variável nos diversos níveis e manifestações linguísticas. É mais um instrumento que se apresenta ao linguista para o entendimento das línguas humanas. (Extraído de: OLIVEIRA, Josane Moreira de. O futuro da língua portuguesa ontem e hoje: variação e mudança. Rio de Janeiro: UFRJ, Faculdade de Letras, Tese de Doutorado em Língua Portuguesa. p )

7 UFPB Curso GoldVarb X Profa. Josane Oliveira O corpus Uma análise sociolinguística é uma análise quantitativa de dados. Por isso, a escolha do corpus é muito importante no trabalho. Claro que é preciso primeiramente dedicar-se a um determinando fenômeno linguístico variável e proceder à leitura de material bibliográfico sobre o tema! Em se tratando de língua falada, escolhe-se uma comunidade de fala. Buscam-se, a seguir, informantes que dela sejam representativos. Um dos critérios é ser nascido no local, filho de pais do local e que não tenha se afastado por muito tempo do local. Daí é preciso equilibrar as células quanto ao sexo/gênero, quanto à faixa etária, quanto à escolarização etc. Segue um exemplo de estratificação dos informantes de uma comunidade: Homens Mulheres Nome Faixa etária Escolaridade Nome Faixa etária Escolaridade Pedro 1 S Maria 1 S João 1 S Ana 1 S Mário 1 N Paula 1 N André 1 N Andréia 1 N Antônio 2 S Júlia 2 S Júlio 2 S Carla 2 S Joaquim 2 N Joana 2 N Mateus 2 N Alice 2 N Felipe 3 S Cláudia 3 S Carlos 3 S Vera 3 S Manuel 3 N Marta 3 N Ricardo 3 N Adriana 3 N Assim teríamos 24 informantes, sendo 12 homens e 12 mulheres, 12 escolarizados e 12 analfabetos, 8 da faixa 1 (25 a 35 anos), 8 da faixa 2 (36 a 55 anos) e 8 da faixa 3 (56 anos ou mais). Daí faríamos as gravações e levantaríamos os dados do fenômeno sob análise controlando essas informações. Em se tratando de língua escrita, também os dados devem ser controlados. Por exemplo, trabalhando com jornais, teríamos de controlar qual o jornal, qual o tipo de texto, qual a cidade, qual a data etc. para controlar essas informações na coleta dos dados. É muito importante colocar essas informações de forma abreviada, mas decodificável, após o dado. Montado o corpus, passa-se ao levantamento e à codificação dos dados para a análise quantitativa. Trabalha-se com códigos (de preferência mnemônicos) que alimentarão o Programa GoldVarb. Veremos como fazer isso mais adiante!

8 UFPB Curso GoldVarb X Profa. Josane Oliveira Exercício 1 Instalando o GoldVarb X 1. Crie uma nova pasta com o nome GoldVarb X na sua Área de Trabalho (Desktop) usando o botão direito do mouse. 2. Baixe o Programa da Internet (GOLDVARB30B3), digitando-o no Google. Os links são: ou O manual da versão anterior (GoldVarb 2001) pode ser encontrado em: (não há manual para a versão X). 3. Você já tem todos os arquivos executáveis do programa! Utilizando o GoldVarb X 1. Dê um duplo click na Pasta GoldVarb X e um duplo click na primeira pasta GoldVarb30b3. Depois, dê um duplo click no aplicativo GoldVarb. 2. Vá ao menu e clique em File. Então crie um arquivo de dados (New New Tokens) ou abra um arquivo já existente (Open). 3. Aí você pode começar a digitar os seus dados. Primeiro coloque a cadeia de codificação precedida de (. Após a cadeia de codificação, dê um espaço e coloque o seu dado. Não feche os parênteses. Cada dado (com a respectiva cadeia) deve vir em uma linha diferente. Deixe uma linha em branco entre os dados. (I2d3i2PpbA/AddPaU//S7EJnA Tal comissão VAI FAZER uma espécie de radiografia do INPS para apontar ao Sr. Júlio Barata os males que afetam o mastodôntico instituto. [T2 J 70 SSA] (F1c3i2FpnE/XndPaU//S7EJnC Êste, se a comissão nomeada pelo Ministro fôr de bons clínicos, SERÁ o diagnóstico. [T2 J 70 SSA] É bom destacar o dado examinado dentro do contexto. A variável dependente deve ser sempre a primeira na cadeia de codificação. Ao final do exemplo, coloque a fonte (localização) do dado. Nos exemplos acima, T2 é texto 2, J é jornal, 70 é anos 70 e SSA é Salvador. Ao terminar, dê um nome ao arquivo (File, Save As). A extensão desse arquivo é.tkn (de token, que significa dado). Da próxima vez, para abrir o seu arquivo de dados, clique em File, Open e selecione o arquivo a ser aberto. Ao digitar os dados, não use parênteses (se for o caso, substitua-os por colchetes). Também não use barras (se for o caso, substitua-as por traço). Você pode digitar os dados no Word e usá-los depois no GoldVarb X. Você pode copiar e colar todo o arquivo ou salvá-lo no Word como Texto sem formatação. Neste caso, ele terá a extensão.txt. Então, na hora de abri-lo no GoldVarb X, é preciso selecionar (ao lado da linha do nome do arquivo) All Files em vez de Token Files. Lembre-se de salvar o arquivo como.tkn, para facilitar o uso posteriormente. Use File Save As e dê um nome. Ele será.tkn. 4. Como codificar os dados a) comece pela variável dependente b) evite repetir muito os mesmos símbolos c) evite num mesmo grupo maiúsculas e minúsculas d) tente colocar um código que lembre o fator especificado (código mnemônico) e) nunca use caracteres do tipo inserir símbolos

9 Exemplo de codificação: Grupos de fatores Variantes Códigos G1: Variável dependente Futuro simples (farei) Futuro perifrástico (vou fazer) Presente (faço) F I P G2: Conjugação verbal 1ª conjugação 2ª conjugação 3ª conjugação G3: Paradigma verbal Regular Irregular G4: Tipo de sujeito Agente (eu lavarei os pratos) Experienciador (eu verei a luz) Paciente (o livro será lido) Não se aplica (haverá paz) G5: Tipo de futuro Próximo Distante Indefinido G6: Sexo/gênero do informante Feminino Masculino G7: Faixa etária 25 a 35 anos 45 a 55 anos 65 anos em diante G8: Escolaridade Nível superior Nível médio Nível fundamental Agora, prepare os seus dados. Crie os seus grupos de fatores e codifique os dados num papel à parte. Cada grupo de fatores corresponde a uma coluna no programa (o GoldVarb X aceita até 120 colunas). Mantenha sempre em mãos os seus grupos de fatores num papel separado. É bom ler o texto: SCHERRE, M. M. P.; NARO, A. J. Análise quantitativa e tópicos de interpretação do Varbrul. In: MOLLICA, M. C.; BRAGA, M. L. (Org.). Introdução à sociolinguística: o tratamento da variação. São Paulo: Contexto, 2004, p Os arquivos do GoldVarb X: Os arquivos lidos pelo GoldVarb X têm extensões.tkn,.res,.cnd,.cel..tkn: arquivos de dados.cnd: arquivos de condições.cel: arquivos de células.res: arquivos de resultados (especificações, percentagens, pesos relativos, tabulações cruzadas...) Todos os resultados gerados pelo programa durante uma sessão ficam em um arquivo.res nas janelas abaixo ou ao lado da janela do arquivo de dados. Se quiser mantê-los, precisará salvá-los em Save As r i A E P / p d i M H s m f

10 UFPB Curso GoldVarb X Profa. Josane Oliveira Exercício 2 Arquivo de dados pronto (.tkn) Agora que o arquivo de dados (tokens) está pronto, você precisa criar o arquivo de especificações, ou seja, precisa informar ao programa todos os seus grupos e todos os fatores de cada grupo. Observação: para inserir algum comentário sobre os dados, você pode usar o ponto e vírgula (;) no início da linha. Exemplo: (P2r1 Eu LAVO os pratos depois. ; neste exemplo, considera-se que o presente tem valor de futuro, já que indica uma ação que ocorrerá após o ato de fala. (F1i3 Ele VIRÁ mais cedo hoje. Exemplo de arquivo de dados no GoldVarb X: Criando o arquivo de especificações e checando erros de codificação Para criar o seu arquivo de especificações, na tela principal, clique em Tokens e, a seguir, em Generate Factor Specifications. Clique em OK. Aparecerá uma telinha com o número total de dados. Clique em Ok. A seguir, aparecerá uma tela com os grupos, os valores e o Default. Cada grupo tem um Default, um fator que deve ser um dos fatores daquele grupo. Pode ser qualquer fator, é apenas uma referência para o programa saber qual o fator mais esperado por você. Confira se os grupos têm pelo menos 2 fatores e se os valores estão corretos. Se houver erros de codificação, é preciso corrigi-los. Você pode ver todo o arquivo de especificações também clicando em Tokens Show Factor Specifications. Verifique se em cada grupo há pelo menos 2 fatores. Se houver algum grupo com apenas 1 fator, acrescente mais um fator qualquer. Depois, clique em Modify Group. Agora vá à tela dos dados e clique em Tokens No recode (não recodificar). Aparecerá a tela com o arquivo de condições, em que constam todos os grupos de fatores. Você fará a primeira rodada com todos os grupos e todos os fatores para um resultado inicial.

11 Na tela do arquivo de condições, clique em Cell Load cells to memory. O programa perguntará se quer gerar o arquivo de células a partir do arquivo de dados e do arquivo de condições em tela. Clique em Yes. Aparecerá então uma telinha com o total de dados e de linhas checados. Clique em Ok. Aparecerá outra tela com Choose application value(s). O programa pede a regra de aplicação. Ele apresenta a ordem das variantes (variável dependente) na ordem em que aparecem no arquivo de dados. Você pode mudar essa ordem, a depender do que esteja estudando. Por exemplo, estudando o futuro verbal, temos 4 variantes (futuro simples F, futuro perifrástico com ir no presente I, futuro perifrástico com ir no futuro R e presente do indicativo P). Pela ordem em que aparecem nos dados, o programa me mostra: PIFR. Mas prefiro a ordem FIRP. Então posso alterar. Clique em OK e aparecerá o primeiro arquivo de resultados, com os percentuais. Salve-o como Save As e faça uma primeira análise. Aparecem também um telinha com o total de células (clique em OK) e uma tela com o arquivo.cel (que não nos interessa). Eis uma imagem do arquivo de células com os percentuais:

12 Imprima o seu arquivo de células para fazer uma primeira análise. Possivelmente, haverá alguns KnockOuts. O KnockOut acontece sempre que há regra categórica (0% ou 100% dos dados) em algum fator. Eles terão de ser retirados da rodada, mas fornecem uma informação linguística importantíssima. Não deixe de informar, na sua análise, os casos categóricos! Pode acontecer também o Singleton Group, grupo que contém apenas um fator. Este também deve ser retirado da rodada. Vejamos um exemplo desses casos em um arquivo de células: CELL CREATION 07/02/ :00:41 Name of token file: A Tarde1.tkn Name of condition file: Untitled.cnd ( (1 (P (COL 1 P)) (I (COL 1 I)) (F (COL 1 F)) (I (COL 1 R))) (2) (3) (4) (5) (8) (12) (14) (15) (16) (17) ) Number of cells: 410 Application value(s): FIP Total no. of factors: 39 Group F I P Total % 1 (2) F I P 2 N % N % N % N % Total N % (3) F I P 3 N % N % N % N % Total N %

13 3 (4) F I P 1 N % N % N % Total N % (5) F I P r N % i N % Total N % (8) F I P A N % E N % P N % Total N % (12) F I P P N % E N % F N % C N % * KnockOut * Total N % (14) F I P P N % X N % I N % A N % D N % * KnockOut *

14 Total N % (15) F I P o N % i N % u N % d N % Total N % (16) F I P c N % * Singleton Group * Total N % (17) F I P T N % M N % N N % E N % * KnockOut * A N % * KnockOut * H N % * KnockOut * Q N % * KnockOut * R N % C N % * KnockOut * Total N % TOTAL N % Name of new cell file:.cel Como dito antes, para a rodada final, o arquivo de células precisa estar sem nenhum problema. Precisamos resolver os casos de No Factors, de Singleton Group e de Knockouts.

15 UFPB Curso GoldVarb X Profa. Josane Oliveira Como interpretar os resultados do arquivo de células Exercício 3 Como já se disse, o 1º arquivo de células, no caso de ter havido algum problema (KnockOut, Singleton Group ou No Factors), deve ser guardado, pois o problema deve ser comentado na análise dos dados. Todavia esse arquivo terá de ser refeito até que não haja mais problemas. Só então ele poderá ser submetido ao cálculo dos pesos relativos. O arquivo de células já permite uma análise dos dados, pois ele informa a quantidade de ocorrências e os percentuais para cada variante em relação a cada fator considerado nos grupos de fatores. Por exemplo, observe os resultados do grupo abaixo, extraído do arquivo de células anterior: 4 (5) F I P r N % i N % Total N % Este Grupo (Paradigma verbal) possui 2 fatores (r = verbo regular / i = verbo irregular). Transformando esses resultados em tabela, temos: Paradigma verbal Tabela 1: Variação na expressão do futuro na escrita e paradigma verbal Futuro simples Futuro perifrástico Presente Total N o de Percentual N o de Percentual N o de Percentual dados dados dados Verbo regular 97 31% % % 313 Verbo irregular % 28 9% 51 17% 304 Total Assim, podemos ver que o futuro simples foi mais utilizado (52%) do que o futuro perifrástico (21%) e do que o presente (27%) em toda a amostra, que contém 617 dados. Comparando os dois paradigmas verbais, vemos que nos verbos irregulares prevaleceu o futuro simples, enquanto que os verbos regulares foram mais usados com o futuro perifrástico e com o presente. Este é só um exemplo. A estruturação e a leitura da tabela podem variar, a depender do que se queira chamar à atenção. Mas, voltemos aos problemas! Para retirar os casos de Singleton Group, No Factors e KnockOut, devemos recodificar os dados. Nos casos de Singleton Group e de No Factors, os grupos devem ser, simplesmente, retirados na recodificação. No primeiro caso, trata-se de um grupo em que só um fator ocorreu; no segundo, trata-se de um grupo em que nenhum dos fatores ocorreu. Exemplo de Singleton Group: 9 (16) F I P c N % * Singleton Group * Total N %

16 Este grupo, Tipo de jornal, possui 2 fatores: culto (c) e popular (p). Como os dados dessa amostra foram todos do jornal considerado culto (ainda não tinham sido codificados os dados do jornal popular), os 617 dados (total da amostra) apareceram codificados com o fator c (100%) dos dados. Observe que no total o programa continua dizendo (como na tabela anterior) que há futuro simples em 52% dos dados, futuro perifrástico em 21% dos dados e presente em 27% dos dados. Simplesmente não há como considerar esse grupo, pois não há cálculo algum a fazer. Eis o que o programa informa com a expressão Singleton Group. Quando da recodificação, devemos excluir o grupo 16 (atual 9). Exemplo de No factors: (18) * No Factors * Suponha que este grupo seja Tipo de sujeito, com 3 fatores: sujeito animado (A), sujeito inanimado (I) e não se aplica (/). Os casos de não se aplica devem ser codificados com uma barra (/). Neste grupo, seriam casos de não se aplica os dados em que há sujeito oracional (DEVERÁ ser considerado que o homem é um ser mortal) ou em que há oração sem sujeito (VAI HAVER muitos problemas). Com o não se aplica (/), dizemos ao programa que nesses casos não há como dizer se o sujeito é animado ou não animado, ou seja, nesses casos, essa classificação NÃO SE APLICA. E o programa retira da rodada (dos cálculos) esses dados. Ele nem os enxerga. Agora suponha que nessa amostra só ocorreram exemplos de não se aplica, ou seja, em todos os dados houve sujeito oracional ou oração sem sujeito. Assim, a mensagem No Factors informa que não houve nenhum fator, ou seja, não houve A (sujeito animado) nem I (sujeito inanimado). Dessa forma, o programa não tem como informar nada. Com essa mensagem, ele nos diz: o que você quer que eu faça nesse grupo se não há nada codificado (nem A nem I)? Quando da recodificação, o grupo 18 (atual 17) deve ser excluído. Como recodificar os dados retirando grupos Para recodificar os dados retirando grupos (depois veremos como retirar apenas fatores e como agrupar fatores), os passos são os seguintes: 1. Na tela dos dados (Tokens) e clique em Recode setup 2. Aparece uma tela Generate conditions for recoding: 3. Clique no Grupo 1 (o grupo da variável dependente) e ele vai ficar azul. Então clique ao lado em Recode 4. Na tela ao lado aparecem os fatores, repita os que quer manter e modifique os que quer recodificar (no exemplo, digite P I F I). Assim, estamos recodificando R como I (ou seja, os casos de irei fazer estarão juntos com os casos de vou fazer, como futuro perifrástico) 5. A seguir, clique no Grupo 2 da tela à esquerda e clique em Copy (esse grupo será mantido sem alterações) 6. Repita a mesma operação com todos os grupos, exceto com os grupos a serem excluídos (no caso do exemplo, ignore os grupos 16 Singleton Group e 18 No factors, pulando-os) 7. A seguir, clique em Ok e aparecerá um novo arquivo de condições

17 8. Aparecerá uma nova tela, com o arquivo de condições; 9. Clique em Cells Load cells to memory 10. Aparecerá uma tela dizendo que há células na memória e o programa pergunta se você quer descartá-las (clique em Yes) 11. Aparece outra tela perguntando se você quer criar um novo arquivo de células a partir dos dados e das condições em tela (clique em Yes) 12. Aparecerá uma tela pedindo a regra de aplicação (digite FIP e clique em Ok) 13. O programa então apresenta o novo arquivo de células sem os grupos excluídos 14. Veja o seu novo arquivo de células sem os grupos excluídos (eles não constarão nem do arquivo de condições nem dos resultados) Atenção: o programa gera o novo arquivo embaixo do anterior (a não ser que o tenhamos salvado). Assim, é preciso cuidado pra olhar o último arquivo! Vejamos o arquivo de células que estamos tomando como exemplo. Eis o arquivo após a recodificação: CELL CREATION 07/02/ :52:36 Name of token file: A Tarde1.tkn Name of condition file: Untitled.cnd ( (1 (P (COL 1 P)) (I (COL 1 I)) (F (COL 1 F)) (I (COL 1 R))) (2) (3) (4) (5) (8) (12) (14) (17) ) Number of cells: 301 Application value(s): FIP Total no. of factors: 34 Group F I P Total % 1 (2) F I P 2 N % N % N % N % Total N % (3) F I P 3 N % N %

18 4 N % N % Total N % (4) F I P 1 N % N % N % Total N % (5) F I P r N % i N % Total N % (8) F I P A N % E N % P N % Total N % (12) F I P P N % E N % F N % C N % * KnockOut * Total N % (14) F I P P N % X N %

19 I N % A N % D N % * KnockOut * Total N % (17) F I P T N % M N % N N % E N % * KnockOut * A N % * KnockOut * H N % * KnockOut * Q N % * KnockOut * R N % C N % * KnockOut * Total N % TOTAL N % Name of new cell file:.cel Não há mais Singleton Group nem No Factors. Restam só os KnocKouts. Vejamos como resolvêlos.

20 UFPB Curso GoldVarb X Profa. Josane Oliveira Exercício 4 Como recodificar os dados retirando fatores ou juntando fatores de um mesmo grupo Tomando como exemplo o arquivo de células anterior, observe o Grupo 6 (antigo 12): 6 (12) F I P P N % E N % F N % C N % * KnockOut * Total N % O fator C (verbo cognitivo) apresenta KnockOut. Ou seja, no único caso em que houve esse tipo de verbo, ocorreu futuro simples (100%). Devemos informar isso na análise e retirar esse dado desse grupo. Assim, veremos a variação apenas entre verbos de processo (P), verbos de evento (E) e verbos de estado físico (F). Para fazer isso, siga os seguintes passos (alguns dos quais vimos anteriormente quando da retirada de grupos inteiros): 1. Na tela dos dados, vá em Tokens e clique em Recode setup 2. Aparece uma telinha perguntando se quer salvar ou não o arquivo de condições anterior (clique em Don t save) 3. Aparece uma tela para recodificação (Generate conditions for recoding...) 4. Clique no Grupo 1 (o grupo da variável dependente) e ele vai ficar azul. Então clique ao lado em Recode e digite P I F I (ele vai manter esse grupo substituindo R por I) 5. Clique no Grupo 2 e a seguir em Copy 6. Repita a mesma operação com todos os grupos que você quer manter 7. Já vimos que os grupos a serem excluídos devem ser pulados 8. No caso do grupo 12, do qual queremos excluir o fator C, clique em Recode 9. Na tela ao lado, digite P E F / (assim manteremos P E F e excluímos o dado de C, que tinha knockout) 10. No caso de excluir mais de um fator no mesmo grupo, continue colocando a barra (/) para os fatores a serem excluídos; 11. Façamos o mesmo com o Grupo 14, para excluir o D (digite na tela ao lado P X I A /) 12. Devemos excluir também o Grupo 17 (Gênero textual), que apresentou muitos knockouts 13. Clique em Ok e terá o novo arquivo de células (imprima-o e analise-o) sem problemas 14. Agora os seus dados já estão prontos para a rodada final do Varbrul (pesos relativos) Acontece que temos 3 variantes e o programa só faz rodadas binárias para gerar os pesos relativos. Nossa opção aqui é deixar de lado o presente do indicativo e rodar o futuro simples e o futuro perifrástico. Essa decisão é feita com base em análises linguísticas. Como o futuro perifrástico é a forma inovadora, será a regra de aplicação, de acordo com o seguinte raciocínio: queremos ver quais os contextos de entrada da forma inovadora na escrita. Veremos como fazer isso mais tarde!

Analysing sociolinguistic variation, de autoria de Sali Tagliamonte (University

Analysing sociolinguistic variation, de autoria de Sali Tagliamonte (University Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Difusão da língua portuguesa, n o 39, p. 321-328, 2009 321 ANALYSING SOCIOLINGUISTIC VARIATION, SALI TAGLIAMONTE (2006) Por Humberto Soares da Silva Analysing sociolinguistic

Leia mais

Dúvidas Freqüentes sobre o OpenOffice Apresentação

Dúvidas Freqüentes sobre o OpenOffice Apresentação Dúvidas Freqüentes sobre o OpenOffice Apresentação 1 - Como posso inserir mais de um fundo em uma apresentação? 2 - Como uso o slide de uma apresentação em outra apresentação? 3 - Quando recorto um documento

Leia mais

MUDANÇA EM TEMPO APARENTE E EM TEMPO REAL: CONSTRUÇÕES TER/HAVER EXISTENCIAIS.

MUDANÇA EM TEMPO APARENTE E EM TEMPO REAL: CONSTRUÇÕES TER/HAVER EXISTENCIAIS. Anais do 5º Encontro do Celsul, Curitiba-PR, 2003 (820-825) MUDANÇA EM TEMPO APARENTE E EM TEMPO REAL: CONSTRUÇÕES TER/HAVER EXISTENCIAIS. Luciene MARTINS (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Dinah

Leia mais

Como usar o Wordsmith Tools 1 (Scott, 1999), versão 3. Elisa Duarte Teixeira Universidade de São Paulo (apostila - versão 08/2006)

Como usar o Wordsmith Tools 1 (Scott, 1999), versão 3. Elisa Duarte Teixeira Universidade de São Paulo (apostila - versão 08/2006) Como usar o Wordsmith Tools 1 (Scott, 1999), versão 3 A. Como instalar a versão 3 demo (gratuita): Elisa Duarte Teixeira Universidade de São Paulo (apostila - versão 08/2006) 1. Na internet, acesse link:

Leia mais

Introdução ao X3. Exercício 1: Criando um registro de Contato

Introdução ao X3. Exercício 1: Criando um registro de Contato Introdução ao X3 Exercício 1: Criando um registro de Contato Inicie por adicionar um novo registro de Contato. Navegue para a tabela de Contato clicando na aba de Contato no alto da página. Existem duas

Leia mais

A VARIAÇÃO ENTRE OS PRONOMES MIM/EU NA POSIÇÃO DE COMPLEMENTO VERBAL NA FALA EM ALAGOAS: UMA ANÁLISE SOCIOLINGÜÍSTICA VARIACIONISTA

A VARIAÇÃO ENTRE OS PRONOMES MIM/EU NA POSIÇÃO DE COMPLEMENTO VERBAL NA FALA EM ALAGOAS: UMA ANÁLISE SOCIOLINGÜÍSTICA VARIACIONISTA A VARIAÇÃO ENTRE OS PRONOMES MIM/EU NA POSIÇÃO DE COMPLEMENTO VERBAL NA FALA EM ALAGOAS: UMA ANÁLISE SOCIOLINGÜÍSTICA VARIACIONISTA Emanuelle Camila Moraes de Melo Albuquerque (autora bolsista), Renata

Leia mais

Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I. Aula Excel

Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I. Aula Excel Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I Aula Excel O que é o Excel? O Excel é um aplicativo Windows - uma planilha eletrônica - que

Leia mais

Manual de Configuração de Exportação/Importação de arquivos (MultiSET/SISCEL)

Manual de Configuração de Exportação/Importação de arquivos (MultiSET/SISCEL) Manual de Configuração de Exportação/Importação de arquivos (MultiSET/SISCEL) ÍNDICE Configuração do MultiSET para exportação de arquivo para o SISCEL... 3 Transporte do arquivo do MACINTOSH para o PC...

Leia mais

Auto Treinamento. Versão 10.05.13

Auto Treinamento. Versão 10.05.13 Auto Treinamento Versão 10.05.13 Sumário 1. OBJETIVO... 3 2. CONCEITO DE BUSINESS INTELLIGENCE... 3 3. REALIZANDO CONSULTAS NO BI-PUBLIC... 4 3.2. Abrindo uma aplicação... 4 3.3. Seleções... 6 3.4. Combinando

Leia mais

Como fazer uma imagem em 3 cores Atividade Adaptada National School s Observatory

Como fazer uma imagem em 3 cores Atividade Adaptada National School s Observatory Como fazer uma imagem em 3 cores Atividade Adaptada National School s Observatory Faça o download do LTIMAGE, o software que vocês utilizarão para a atividade. http://www.schoolsobservatory.org.uk/obs/software/ltimage

Leia mais

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido.

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Sumário Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Introdução ao Project Um projeto é uma seqüência bem definida de eventos, com um início e um final identificável. O foco de um projeto é obter

Leia mais

UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007

UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007 Curitiba, 2012 UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007 Instrutora: Andrea Roseli Moreira Cruz Jankoski 1. Conceito O Excel for Windows é uma planilha eletrônica capaz de armazenar dados, executar cálculos, gerar

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1 EXCEL 2007 O Excel 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office System de 2007, que sucede ao Office 2003. Relativamente à versão anterior (Excel 2003), o novo programa introduz inúmeras

Leia mais

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA. Microsoft Windows XP

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA. Microsoft Windows XP CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA Microsoft Windows XP William S. Rodrigues APRESENTAÇÃO WINDOWS XP PROFISSIONAL O Windows XP, desenvolvido pela Microsoft, é o Sistema Operacional mais conhecido e utilizado

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

COMO DESTACAR RESULTADOS COM A FERRAMENTA FORTAMAÇÃO CONDICIONAL DO EXCEL

COMO DESTACAR RESULTADOS COM A FERRAMENTA FORTAMAÇÃO CONDICIONAL DO EXCEL COMO DESTACAR RESULTADOS COM A FERRAMENTA FORTAMAÇÃO CONDICIONAL DO! Como utilizar a Formatação Condicional para agilizar análise de dados?! Como destacar dados e valores negativos?! Como agilizar a interpretação

Leia mais

15. OLHA QUEM ESTÁ NA WEB!

15. OLHA QUEM ESTÁ NA WEB! 7 a e 8 a SÉRIES / ENSINO MÉDIO 15. OLHA QUEM ESTÁ NA WEB! Sua home page para publicar na Internet SOFTWARES NECESSÁRIOS: MICROSOFT WORD 2000 MICROSOFT PUBLISHER 2000 SOFTWARE OPCIONAL: INTERNET EXPLORER

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

Microsoft Excel 2010

Microsoft Excel 2010 Microsoft Excel 2010 Feito por Gustavo Stor com base na apostila desenvolvida por Marcos Paulo Furlan para o capacitação promovido pelo PET. 1 2 O Excel é uma das melhores planilhas existentes no mercado.

Leia mais

http://www.excelpratico.com

http://www.excelpratico.com http://www.excelpratico.com Direitos Autorais: - Este E-book é cortesia do site excelpratico.com, a sua venda está proibida. - Este material não deve ser modificado, no entanto pode ser distribuído livremente.

Leia mais

Resumo da Matéria de Linguagem de Programação. Linguagem C

Resumo da Matéria de Linguagem de Programação. Linguagem C Resumo da Matéria de Linguagem de Programação Linguagem C Vitor H. Migoto de Gouvêa 2011 Sumário Como instalar um programa para executar o C...3 Sintaxe inicial da Linguagem de Programação C...4 Variáveis

Leia mais

Downloads no EU VOU PASSAR 2.0

Downloads no EU VOU PASSAR 2.0 Downloads no EU VOU PASSAR 2.0 Conteúdo Instalando o Orbit Downloader... 1 Configurando o Orbit Downloader para o EU VOU PASAR 2.0... 8 Realizando os Downloads no Eu Vou Passar 2.0... 12 Fazendo o Download

Leia mais

A Estação da Evolução

A Estação da Evolução Microsoft Excel 2010, o que é isto? Micorsoft Excel é um programa do tipo planilha eletrônica. As planilhas eletrônicas são utilizadas pelas empresas pra a construção e controle onde a função principal

Leia mais

Introdução Microsoft PowerPoint 2013 apresentações Office PowerPoint 2013 Microsoft PowerPoint 2013 textos planilhas Excel Word

Introdução Microsoft PowerPoint 2013 apresentações Office PowerPoint 2013 Microsoft PowerPoint 2013 textos planilhas Excel Word PowerPoint 2013 Sumário Introdução... 1 Iniciando o PowerPoint 2013... 2 Criando Nova Apresentação... 10 Inserindo Novo Slide... 13 Formatando Slides... 15 Inserindo Imagem e Clip-art... 16 Inserindo Formas...

Leia mais

ROBERTO OLIVEIRA CUNHA

ROBERTO OLIVEIRA CUNHA LEIAME APRESENTAÇÃO Nenhuma informação do TUTORIAL DO MICRO- SOFT OFFICE WORD 2003 poderá ser copiada, movida ou modificada sem autorização prévia e escrita do Programador Roberto Oliveira Cunha. Programador:

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

FSP/USP. HEP5800 Bioestatística_2011 Denise Pimentel Bergamaschi

FSP/USP. HEP5800 Bioestatística_2011 Denise Pimentel Bergamaschi Aula 1 - Excel Assuntos que serão vistos no Excel 1- Cálculo de porcentagem simples e acumulada; construção de tabelas 2- Construção de gráficos 2.1 Diagrama de barras (uma variável) 2.2 Diagrama linear

Leia mais

Instalação e uso AntConc Build 3.4.1w

Instalação e uso AntConc Build 3.4.1w Instalação e uso AntConc Build 3.4.1w Concordanciador freeware Desenvolvido por Laurence Anthony, Ph.D. Linguística de Corpus: Ensino, Tradução e Terminologia. Questões Teóricas e Metodológicas Professora:

Leia mais

Gerente de Tecnologia: Ricardo Alexandre F. de Oliveira Marta Cristiane Pires M. Medeiros Mônica Bossa dos Santos Schmid WORD 2007

Gerente de Tecnologia: Ricardo Alexandre F. de Oliveira Marta Cristiane Pires M. Medeiros Mônica Bossa dos Santos Schmid WORD 2007 WORD 2007 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO GERÊNCIA DE TECNOLOGIA Gerente de Tecnologia: Ricardo Alexandre F. de Oliveira Marta Cristiane Pires M. Medeiros Mônica Bossa

Leia mais

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com.

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com. Sumário Principais Características...5 Configuração necessária para instalação...6 Conteúdo do CD de Instalação...7 Instruções para Instalação...8 Solicitação da Chave de Acesso...22 Funcionamento em Rede...26

Leia mais

Linguagem R R-Gui e R-Commander

Linguagem R R-Gui e R-Commander Linguagem R R-Gui e R-Commander 1 INSTALAÇÃO DO PROGRAMA BÁSICO E PACOTES O sistema é formado por um programa básico (R-Gui) e muitos pacotes com procedimentos adicionais. Tudo é gratuito e com código

Leia mais

2008 mdsaraiv@umich.edu. Mini-manual do SAS

2008 mdsaraiv@umich.edu. Mini-manual do SAS Mini-manual do SAS Este mini-manual do SAS tem a finalidade de apenas ensinar alguns comandos de estatísticas comuns e dar possibilidade de se iniciar a manusear dados. Abrindo o SAS A inteface do SAS

Leia mais

3. No painel da direita, dê um clique com o botão direito do mouse em qualquer espaço livre (área em branco).

3. No painel da direita, dê um clique com o botão direito do mouse em qualquer espaço livre (área em branco). Permissões de compartilhamento e NTFS - Parte 2 Criando e compartilhando uma pasta - Prática Autor: Júlio Battisti - Site: www.juliobattisti.com.br Neste tópico vamos criar e compartilhar uma pasta chamada

Leia mais

Guia de Utilização do Microsoft Dynamics CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes)

Guia de Utilização do Microsoft Dynamics CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes) Guia de Utilização do Microsoft Dynamics CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes) 1. Sobre o Microsoft Dynamics CRM - O Microsoft Dynamics CRM permite criar e manter facilmente uma visão clara dos clientes,

Leia mais

Iniciação à Informática

Iniciação à Informática Meu computador e Windows Explorer Justificativa Toda informação ou dado trabalhado no computador, quando armazenado em uma unidade de disco, transforma-se em um arquivo. Saber manipular os arquivos através

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Módulo II Macros e Tabelas Dinâmicas Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 Macro

Leia mais

SUMÁRIO 1. AULA 7 INTRODUÇÃO À REDES PONTO A PONTO = PARTE 1:... 2

SUMÁRIO 1. AULA 7 INTRODUÇÃO À REDES PONTO A PONTO = PARTE 1:... 2 SUMÁRIO 1. AULA 7 INTRODUÇÃO À REDES PONTO A PONTO = PARTE 1:... 2 1.1 Introdução... 2 1.2 Montando Redes Ponto-a-Ponto... 3 1.2.1 Parte lógica... 3 1.2.2 Escolhendo o sistema operacional... 3 1.2.3 Instalação

Leia mais

O USO DE FORMAS DO INDICATIVO POR FORMAS DO SUBJUNTIVO NO PORTUGUÊS BRASILEIRO.

O USO DE FORMAS DO INDICATIVO POR FORMAS DO SUBJUNTIVO NO PORTUGUÊS BRASILEIRO. O USO DE FORMAS DO INDICATIVO POR FORMAS DO SUBJUNTIVO NO PORTUGUÊS BRASILEIRO. ANA ALVES NETA Rua Treze de Maio, 1000 Vila Jadete - Januária-MG - CEP 39480-000 aalvesneta@yahoo.com.br Abstract: Under

Leia mais

MANUAL PARA INSCRIÇÃO online EM EDITAIS. Versão 1.0

MANUAL PARA INSCRIÇÃO online EM EDITAIS. Versão 1.0 MANUAL PARA INSCRIÇÃO online EM EDITAIS Versão 1.0 1 >> 1º Passo: Para acessar o SalicWeb Para inscrever a sua iniciativa cultural nos editais do Ministério da Cultura acesse o Sistema SalicWeb no endereço

Leia mais

Banner Flutuante. Dreamweaver

Banner Flutuante. Dreamweaver Banner Flutuante Dreamweaver Começamos com um arquivo em branco no Dreamweaver MX. Para que o banner apareça sobre a página, precisamos inserir uma camada a mais no arquivo HTML. Selecione o menu Inserir

Leia mais

C A R T I L H A. - Recursos Humanos Funcionários

C A R T I L H A. - Recursos Humanos Funcionários C A R T I L H A - Recursos Humanos Funcionários Elaborada por: DIRPD Diretoria de Processamento de Dados Universidade Federal de Uberlândia Maio/2009 Apresentação Esta cartilha foi elaborada para auxiliar

Leia mais

ADÃO BRAGA BORGES FAÇA SEU TCC. USANDO O BrOffice WRITER APRENDA COM ESTE E-BOOK

ADÃO BRAGA BORGES FAÇA SEU TCC. USANDO O BrOffice WRITER APRENDA COM ESTE E-BOOK ADÃO BRAGA BORGES FAÇA SEU TCC USANDO O BrOffice WRITER APRENDA COM ESTE E-BOOK CONFIGURAR PÁGINAS E MARGENS DICAS SOBRE O TAMANHO A4 CONFIGURAÇÃO DE FONTE TRABALHANDO COM IMAGENS NO TEXTO CITAÇÃO EM UM

Leia mais

Montar planilhas de uma forma organizada e clara.

Montar planilhas de uma forma organizada e clara. 1 Treinamento do Office 2007 EXCEL Objetivos Após concluir este curso você poderá: Montar planilhas de uma forma organizada e clara. Layout da planilha Inserir gráficos Realizar operações matemáticas 2

Leia mais

SPSS Statistical Package for the Social Sciences Composto por dois ambientes:

SPSS Statistical Package for the Social Sciences Composto por dois ambientes: Introdução ao SPSS Essa serie de aulas sobre SPSS foi projetada para introduzir usuários iniciantes ao ambiente de trabalho do SPSS 15, e também para reavivar a memória de usuários intermediários e avançados

Leia mais

Mozart de Melo Alves Júnior

Mozart de Melo Alves Júnior Mozart de Melo Alves Júnior WORD 2000 INTRODUÇÃO: O Word é um processador de texto com recursos de acentuação, formatação de parágrafo, estilo de letras diferentes, criação de tabelas, corretor ortográfico,

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3 WORD 2007 E 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 CAPTURAS DE TELA WORD 2010... 3 02 IMAGENS 2007/2010... 5 03 NOTAS DE RODAPÉ... 13 04 NUMERAÇÃO DE PÁGINAS... 15 05 CONTAR PALAVRAS...

Leia mais

Aula 01 - Formatações prontas e condicionais. Aula 01 - Formatações prontas e condicionais. Sumário. Formatar como Tabela

Aula 01 - Formatações prontas e condicionais. Aula 01 - Formatações prontas e condicionais. Sumário. Formatar como Tabela Aula 01 - Formatações prontas e Sumário Formatar como Tabela Formatar como Tabela (cont.) Alterando as formatações aplicadas e adicionando novos itens Removendo a formatação de tabela aplicada Formatação

Leia mais

Programa EAD-EJEF. Manual do Estudante

Programa EAD-EJEF. Manual do Estudante Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais - TJMG Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes - EJEF Programa de Educação a Distância do TJMG EAD-EJEF Programa EAD-EJEF Manual do Estudante Versão

Leia mais

Fórmulas e Funções - Parte I

Fórmulas e Funções - Parte I Atividade 6 Fórmulas e Funções - Parte I Referências relativas e absolutas Muito comum é a necessidade de depois de criado uma fórmula é copiá-la para outras células ao invés de fazer tudo novamente, muitas

Leia mais

Importação de Dados no Sphinx

Importação de Dados no Sphinx Importação de Dados no Sphinx A importação de dados refere-se à transferência de dados coletados em outro ambiente para dentro do software Sphinx. No software, encontre a opção Importar dados no estágio

Leia mais

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc.

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc. AIDS Para construir série histórica de alguns indicadores epidemiológicos e operacionais referentes a casos de aids adulto e criança anteriores ao ano de 2007, incluídos no SinanW, deve-se utilizar os

Leia mais

editor Writer, do BrOffice

editor Writer, do BrOffice editor Writer, do BrOffice Utilizar o editor Writer, do BrOffice, para editar textos e inserir tabelas; Conscientizar sobre o cuidado com os direitos autorais, citando sempre as fontes de onde foram retirados

Leia mais

AULA 4 Manipulando Tabelas

AULA 4 Manipulando Tabelas 4.1 AULA 4 Manipulando Tabelas Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades relativas a manipulação de tabelas de atributos no TerraView. Para isso será usado o banco de dados criado nas Aulas

Leia mais

Basicão de Estatística no EXCEL

Basicão de Estatística no EXCEL Basicão de Estatística no EXCEL Bertolo, Luiz A. Agosto 2008 2 I. Introdução II. Ferramentas III. Planilha de dados 3.1 Introdução 3.2 Formatação de células 3.3 Inserir ou excluir linhas e colunas 3.4

Leia mais

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04

Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Lição 4 - Primeiros passos no Linux Ubuntu 11.04 Olá Aluno Os objetivos específicos desta lição são: - reconhecer o Ubuntu como mais uma alternativa de sistema operacional; - conhecer os elementos da área

Leia mais

Word 1 - Introdução 1.1 - Principais recursos do word 1.2 - A janela de documento 1.3 - Tela principal

Word 1 - Introdução 1.1 - Principais recursos do word 1.2 - A janela de documento 1.3 - Tela principal Word 1 - Introdução O Word para Windows ou NT, é um processador de textos cuja finalidade é a de nos ajudar a trabalhar de maneira mais eficiente tanto na elaboração de documentos simples, quanto naqueles

Leia mais

Principais Característic

Principais Característic Principais Característic Características as Software para agendamento e controle de consultas e cadastros de pacientes. Oferece ainda, geração de etiquetas, modelos de correspondência e de cartões. Quando

Leia mais

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Requisitos mínimos de Hardware: Pentium 3 de 500 mhz ou Celeron de 700 mhz ou superior 128 MB de RAM 100 MB livres no disco rígido Requisitos de Software:

Leia mais

O programa TAB para Windows TabWin - foi desenvolvido com a finalidade de permitir a realização de tabulações rápidas de sistemas de informações.

O programa TAB para Windows TabWin - foi desenvolvido com a finalidade de permitir a realização de tabulações rápidas de sistemas de informações. AJUDA TABWin 1 INDICE 1. Introdução... 3 2. Instalação e Execução... 3 3. Descrição do programa... 3 3.1. Visão geral... 3 4. Mapas... 20 5. Efetuar operações com os dados da tabela... 22 6. Análises Estatísticas...

Leia mais

Vinte dicas para o Word 2007

Vinte dicas para o Word 2007 Vinte dicas para o Word 2007 Introdução O Microsoft Word é um dos editores de textos mais utilizados do mundo. Trata-se de uma ferramenta repleta de recursos e funcionalidades, o que a torna apta à elaboração

Leia mais

MANUAL DO ANIMAIL 1.0.0.1142 Terti Software

MANUAL DO ANIMAIL 1.0.0.1142 Terti Software O Animail é um software para criar campanhas de envio de email (email Marketing). Você pode criar diversas campanhas para públicos diferenciados. Tela Principal do sistema Para melhor apresentar o sistema,

Leia mais

Fluxo de trabalho do Capture Pro Software: Indexação de OCR e separação de documentos de código de correção

Fluxo de trabalho do Capture Pro Software: Indexação de OCR e separação de documentos de código de correção Este procedimento corresponde ao fluxo de trabalho de Indexação de OCR com separação de código de correção no programa de treinamento do Capture Pro Software. As etapas do procedimento encontram-se na

Leia mais

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com.

A.S. Sistemas Rua Prof. Carlos Schlottfeldt, 10A Clélia Bernardes Viçosa MG CEP 36570-000 Telefax: (31) 3892 7700 dietpro@dietpro.com. Sumário Principais Características... 5 Configuração necessária para instalação... 6 Conteúdo do CD de Instalação... 7 Instruções para Instalação... 8 Solicitação da Chave de Acesso... 22 Funcionamento

Leia mais

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características:

Para que o NSBASIC funcione corretamente em seu computador, você deve garantir que o mesmo tenha as seguintes características: Cerne Tecnologia www.cerne-tec.com.br Conhecendo o NSBASIC para Palm Vitor Amadeu Vitor@cerne-tec.com.br 1. Introdução Iremos neste artigo abordar a programação em BASIC para o Palm OS. Para isso, precisaremos

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas FCM Unicamp Núcleo de Tecnologia de Informação NTI

Faculdade de Ciências Médicas FCM Unicamp Núcleo de Tecnologia de Informação NTI Manual do usuário Desenvolvendo páginas em Drupal Faculdade de Ciências Médicas FCM Unicamp Núcleo de Tecnologia de Informação NTI Conteúdo Primeiro Passo... 3 1.1 Login... 3 1.2 Recuperando a Senha...

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

1.4.5 Ligar outros serviços de armazenamento

1.4.5 Ligar outros serviços de armazenamento Configurar o Word FIGURA 1.26 Serviços ligados 1.4.5 Ligar outros serviços de armazenamento O Microsoft Office 2013 apenas tem disponíveis ligações a serviços de armazenamento proprietários da Microsoft.

Leia mais

Tutorial Colocar Frete no Template Mercado Livre

Tutorial Colocar Frete no Template Mercado Livre Tutorial Colocar Frete no Template Mercado Livre 1 Configurar seu template Incluindo seu CEP no simulador Link para cadastrar seus produtos no calculador de frete: http://frete-facil.com/ Para personalizar

Leia mais

IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A.

IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A. IMES Catanduva Probabilidades e Estatística Estatística no Excel Matemática Bertolo, L.A. Aplicada Versão BETA Maio 2010 Bertolo Estatística Aplicada no Excel Capítulo 3 Dados Bivariados São pares de valores

Leia mais

13. COMPRE NA BAIXA, VENDA NA ALTA

13. COMPRE NA BAIXA, VENDA NA ALTA ENSINO MÉDIO 13. COMPRE NA BAIXA, VENDA NA ALTA Gestão de uma carteira de investimentos Áreas: M, LP SOFTWARES NECESSÁRIOS: MICROSOFT WORD 2000 MICROSOFT EXCEL 2000 MICROSOFT POWERPOINT 2000 SOFTWARE OPCIONAL:

Leia mais

Conceitos básicos do Painel

Conceitos básicos do Painel Básico Wordpress Conceitos básicos do Painel Logando no Painel de Controle Para acessar o painel de controle do Wordpress do seu servidor siga o exemplo abaixo: http://www.seusite.com.br/wp-admin Entrando

Leia mais

Questão - 01. Essência do Excel 2003...

Questão - 01. Essência do Excel 2003... Valdir Questão - 01 Como deve proceder o usuário do Microsoft para que sejam atualizados os cálculos das funções ou fórmulas utilizadas nas planilhas? a) Pressionar a tecla F9 no teclado b) Pressionar

Leia mais

Unidade 1: O Painel de Controle do Excel *

Unidade 1: O Painel de Controle do Excel * Unidade 1: O Painel de Controle do Excel * material do 2010* 1.0 Introdução O Excel nos ajuda a compreender melhor os dados graças à sua organização em células (organizadas em linhas e colunas) e ao uso

Leia mais

Preenchimento dos Pedidos de Credenciamento Provisório, Credenciamento 5 anos, Recredenciamento e Aumento de Vagas

Preenchimento dos Pedidos de Credenciamento Provisório, Credenciamento 5 anos, Recredenciamento e Aumento de Vagas 1 Preenchimento dos Pedidos de Credenciamento Provisório, Credenciamento 5 anos, Recredenciamento e Aumento de Vagas I. Introdução O Sistema da Comissão Nacional de Residência Médica (SisCNRM), em 2011,

Leia mais

Microsoft Word 97 Básico

Microsoft Word 97 Básico Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da Terceira Região Microsoft Word 97 Básico DIMI - Divisão de Microinformática e Redes Índice: I. Executando o Word... 4 II. A tela do Word 97... 6 III. Digitando

Leia mais

Introdução ao Epi Info - Versão Windows

Introdução ao Epi Info - Versão Windows Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 - Informática Introdução ao Epi Info - Versão Windows Apresentação do Software Criar Ficha (Make View) Cria

Leia mais

NAPNE / RENAPI. Manual Virtual Keyboard

NAPNE / RENAPI. Manual Virtual Keyboard NAPNE / RENAPI Manual Virtual Keyboard Abril de 2009 Sumário 1 Introdução... 3 2 Objetivos... 4 2.1 Vídeo... 4 2.1.1 Performance de Aprendizagem e previsão... 4 3. Escrita... 4 4 Download... 5 4.1 Realizar

Leia mais

Validação de dados. Determinamos qual tipo de informação será aceita e dentro de qual intervalo.

Validação de dados. Determinamos qual tipo de informação será aceita e dentro de qual intervalo. Validação de dados Por meio do recurso de validação, podemos definir que tipo de informação gostaríamos que fosse aceita em um intervalo de células ou uma mensagem de auxílio ao usuário indicando qual

Leia mais

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas Microsoft Power Point 2003 No Microsoft PowerPoint 2003, você cria sua apresentação usando apenas um arquivo, ele contém tudo o que você precisa uma estrutura para sua apresentação, os slides, o material

Leia mais

Dúvidas Freqüentes sobre o Editor de Textos do OpenOffice 1 Como fazer a marca de revisão no OpenOffice.org Editor de Texto? 2 Como fazer a primeira

Dúvidas Freqüentes sobre o Editor de Textos do OpenOffice 1 Como fazer a marca de revisão no OpenOffice.org Editor de Texto? 2 Como fazer a primeira Dúvidas Freqüentes sobre o Editor de Textos do OpenOffice 1 Como fazer a marca de revisão no OpenOffice.org Editor de Texto? 2 Como fazer a primeira página ser a capa/página-título e começar a numeração

Leia mais

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com

O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com O USO DA FORMA VOCÊ NO NORTE DE MINAS GERAIS Maria do Socorro Vieira Coelho (UniMontes) soccoelho@hotmail.com 1. Introdução Neste artigo trata-se, sob a perspectiva sociolinguística variacionista, a alternativa

Leia mais

ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4. A série... 4

ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4. A série... 4 EXCEL 2007 e 2010 2 ÍNDICE ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4 A série... 4 01 LISTA COM VALIDAÇÃO... 5 02 FUNÇÕES FINANCEIRAS... 7 03 FUNÇÃO DE BANCO DE DADOS... 12 04 RÓTULOS... 15 05 TABELA DINÂMICA... 18 06

Leia mais

Manual do PDFCreator Versão 1

Manual do PDFCreator Versão 1 Manual do PDFCreator Versão 1 O PDFCreator é um software livre que permite criar documentos em formato PDF a partir outras aplicações. Centro de Formação de Penalva e Azurara www.cfpa.pt 2006 Índice Índice...

Leia mais

Apresentação. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas e sugestões! Atenciosamente, Equipe do Portal UNESC

Apresentação. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas e sugestões! Atenciosamente, Equipe do Portal UNESC Sumário Apresentação... 1 1. Orientações Iniciais... 2 2. Recursos... 4 2.1 Rótulos... 4 2.2 Página de Texto Simples... 8 2.3 Página de Texto Formatado... 12 2.4 Site... 16 2.5 Arquivo... 21 2.6 Pasta

Leia mais

Usando o Outlook MP Geral

Usando o Outlook MP Geral Usando o Outlook MP Geral Este guia descreve o uso do Outlook MP. Este guia é baseado no uso do Outlook MP em um PC executando o Windows 7. O Outlook MP pode ser usado em qualquer tipo de computador e

Leia mais

Introdução ao MIT App Inventor

Introdução ao MIT App Inventor Introdução ao MIT App Inventor Definição É uma ferramenta desenvolvida pelo Google e, atualmente, mantida pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT); que permite a criação de aplicativos para

Leia mais

CRIANDO TEMPLATES E LEGENDAS

CRIANDO TEMPLATES E LEGENDAS CRIANDO TEMPLATES E LEGENDAS Este tutorial tem como objetivo instruir passo à passo como criar templates de peças, utilizar os novos recursos de cadastro de propriedade de peças e criação de legenda. 1-

Leia mais

Estatística Usando EXCEL

Estatística Usando EXCEL Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Estatística Usando EXCEL Distribuição de alunos segundo idade e sexo > =23 60% 40% 21 ---23 67% 33% 19 ---21

Leia mais

&XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO

&XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática &XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO Flaviano Aguiar Liziane Santos Soares Jugurta Lisboa Filho (Orientador) PROJETO UNESC@LA Setembro de

Leia mais

MANUAL ITCMD - DOAÇÃO

MANUAL ITCMD - DOAÇÃO MANUAL ITCMD - DOAÇÃO ACESSO AO SISTEMA ITCMD 2 CRIAÇÃO E PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO 2 1º PASSO: ESCOLHA DO TIPO DE DECLARAÇÃO 2 2º PASSO: AJUDA INICIAL 3 3º PASSO: CADASTRAMENTO DE SENHA 3 4º PASSO:

Leia mais

PRONATEC IFPA. Cursos Mulheres Mil: Operador de Computador. Disciplina: Informática Avançada Parte III. Professore: Adil Daou

PRONATEC IFPA. Cursos Mulheres Mil: Operador de Computador. Disciplina: Informática Avançada Parte III. Professore: Adil Daou PRONATEC IFPA Cursos Mulheres Mil: Operador de Computador Disciplina: Informática Avançada Parte III Professore: Adil Daou Belém 2014 01 Algumas outras funções Vamos inicialmente montar a seguinte planilha

Leia mais

Licenciamento de Uso

Licenciamento de Uso Licenciamento de Uso Este documento é propriedade intelectual 2002 do Centro de Computação da Unicamp e distribuído sob os seguintes termos: 1. As apostilas publicadas pelo Centro de Computação da Unicamp

Leia mais

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis

INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis INE 7001 - Procedimentos de Análise Bidimensional de variáveis QUANTITATIVAS utilizando o Microsoft Excel. Professor Marcelo Menezes Reis O objetivo deste texto é apresentar os principais procedimentos

Leia mais

Mudanças em curso no português brasileiro: contrastando duas comunidades. Dinah Callou e Erica Almeida

Mudanças em curso no português brasileiro: contrastando duas comunidades. Dinah Callou e Erica Almeida Mudanças em curso no português brasileiro: contrastando duas comunidades Dinah Callou e Erica Almeida Universidade Federal do Rio de Janeiro Abstract This paper discusses four linguistic processes in two

Leia mais

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3

CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 CONHECENDO O AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Moodle - Learning Management System Versão 1.3 Este tutorial não tem como finalidade esgotar todas as funcionalidades do Ambiente, ele aborda de forma prática

Leia mais

Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo

Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo Prof. Gilbert Azevedo da Silva I. Objetivos Conhecer o Ambiente Integrado de Desenvolvimento (IDE) do Delphi 7, Desenvolver a primeira aplicação no Delphi 7, Aprender

Leia mais

Associação Educacional Dom Bosco Curso de Engenharia 1º ano

Associação Educacional Dom Bosco Curso de Engenharia 1º ano Formatação condicional utilizando o valor da célula O que é? Algumas vezes é preciso destacar os valores, ou seja, como colocar em vermelho ou entre parênteses, os negativos, e de outra cor os positivos,

Leia mais

Introdução ao GeoGebra

Introdução ao GeoGebra Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Introdução ao GeoGebra Prof. Dr. José Carlos de Souza Junior AGOSTO 2010 Sumário 1 Primeiros Passos com o GeoGebra 4 1.1 Conhecendo o Programa............................

Leia mais

O que é o Microsoft Office?

O que é o Microsoft Office? Aula 1 O que é o Microsoft Office? O Microsoft Office é um pacote de programas para escritório que faz parte de um único DVD. Você aprenderá neste curso a trabalhar com os programas mais famosos do pacote

Leia mais