INVENTÁRIO DO ACERVO HISTÓRICO DA FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ: CONSERVATÓRIO ESTADUAL DE CANTO ORFEÔNICO DO PARANÁ ( )

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1 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná Anais Eletrônicos INVENTÁRIO DO ACERVO HISTÓRICO DA FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ: CONSERVATÓRIO ESTADUAL DE CANTO ORFEÔNICO DO PARANÁ ( ) Zeloí Martins Ap. dos Santos 11 Faculdade de Artes do Paraná RESUMO O trabalho de pesquisa tem como objetivo selecionar, catalogar e analisar a documentação referente ao conservatório Estadual de Canto Orfeônico do Paraná que se encontra guardado na Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Trata-se de uma pesquisa histórica, que busca contribuir para um melhor conhecimento da atuação da instituição, que é considerada um dos marcos do ensino da Música no Paraná entre a primeira e segunda metade do século XX, cuja característica era formar professores de música para atuar no ensino fundamental e médio do sistema educacional do estado. A pesquisa sobre a história das Artes no Paraná é elementar. A maioria entre os poucos trabalhos desenvolvidos neste campo são de tendências enciclopédicas, cronológicas ou biográficas. Ainda são raros por aqui os estudos que abordam as instituições de ensino voltadas para a preparação de artistas ou professores de Arte, principalmente na área da Música. Palavras-chave: patrimônio; canto orfeônico; história do Paraná; interdisciplinaridade. 11 Graduada em História pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Guarapuava (1991), tem mestrado em História pela UNICENTRO/UNESP-Assis (1999) e doutorado em História pela Universidade Federal do Paraná (2005). Atualmente é professora adjunto na UNESPAR/FAP. Tem experiência na área de História, com ênfase em metodologia de pesquisa em história e pesquisa sobre Artes, e atua principalmente nos seguintes temas: História Regional do Paraná, cultura, poder, indivíduos, identidade, micro-história, história e arte, interdisciplinaridade. Anais do 7º Seminário de Pesq. em Artes da Faculdade de Artes do Paraná, Curitiba, p , jun.,

2 No começo do ano letivo de 2011, um grupo de professores, funcionários e alunos do Programa de Iniciação Científica da FAP 12 iniciaram um inventário dos documentos históricos pertencentes às instituições das quais a Faculdade descende [a Academia de Música do Paraná ( ), o Conservatório Estadual de Canto Orfeônico do Paraná ( ) e a Faculdade de Educação Musical do Paraná ( )] referentes a algumas personalidades de significância para aquelas instituições, como Antônio Melilo (1900?-1966) e Clotilde Espínola Leinig ( ). Tal inventário teve por objetivo reunir, por meio de registro, identificação e classificação, os objetos e documentos encontrados na FAP que se relacionam às instituições e as personalidades referidas, com o intuito de os tornarem conhecidos, compreensíveis e disponíveis à pesquisa. Um considerável núcleo de documentos tais como: livros atas, relatórios, livros de registro de presença e de notas, fotografias, legislação referente ao ensino do canto orfeônico, relacionados ao conservatório estadual de canto orfeônico do Paraná, materiais editados de ensino do Canto Orfeônico, materiais do Conservatório Nacional de Canto Orfeônico encontram-se guardado na FAP. Dispersos, algumas vezes danificados, e sem estudo, esses objetos, nas condições em que se encontravam pouco têm contribuído para um claro entendimento dos papéis que tal instituição desempenhou. Conhecer o papel desempenhado pela instituição no contexto do ensino de música no estado, confrontar os documentos encontrados com outras fontes que a abordam ou que tratam do mesmo contexto histórico regional e/ou nacional em que o conservatório existiu é um dos objetivos da pesquisa. Entretanto, ele visa não apenas a identificação dos documentos de interesse, mas a busca de sentidos latentes, uma ordenação histórica destes e um entendimento maior do papel que o conservatório teve no contexto do ensino de música no estado do Paraná no século XX. Primeiramente uma pesquisa bibliográfica foi necessária para seleção de leituras referentes ao contexto histórico cultural do canto Orfeônico. Num segundo momento realizamos o reconhecimento dos objetos e dos documentos de interesse para o estudo; identificação prévia da tipologia dos documentos selecionados; definição dos procedimentos de como realizar o registro, a identificação e a classificação dos documentos. Para compreender o momento histórico em que o canto orfeônico entrou em cena no ambiente educacional, evidenciando os períodos de divulgação do Projeto Nacional do Canto, defendido pelo Maestro Heitor Villa-Lobos e sua efetivação oficial por legislação em 1931, destacamos analises já realizadas sobre tema. 12 As professoras Rosemeire Odahara Graça (do Colegiado dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da FAP) Marilia Giller e Zeloi Ap. Martins dos Santos (do Colegiado do Curso de Bacharelado em Música Popular da FAP) e dos funcionários Jorge Marcos dos Santos e Mariza Pinto Fleury da Silveira (responsável pela Biblioteca Octacílio de Souza Braga)e do Acadêmico André Luiz Teixeira Altafini (Curso de Licenciatura em Música Bolsista do Programa de Iniciação Científica da FAP/Fundação Araucária). 16

3 Para Unglaub (2006) o canto orfeônico foi uma atividade valorizada por ideologias ufanistas e nacionalistas que mascaravam o caráter repressivo e autoritário dos regimes de governo. A partir daí, estudar a implantação do canto orfeônico nas escolas brasileiras no Estado Novo, torna-se fundamental para entender o porquê da instalação posterior, em 1956 de um conservatório de canto orfeônico no Paraná. A origem do canto orfeônico, remonta ao século XIX na França napoleônica, onde grupos vocais sem acompanhamento de instrumentos cantavam em igrejas. Não havia a preocupação com estética musical ou técnicas apuradas. Batizado com este nome, em homenagem ao ser mitológico Orfeu que a todos encantava com sua lira, o canto orfeônico foi trazido ao Brasil por Carlos Gomes que instituiu a modalidade a partir de 1910 e seu ensino passou a ser obrigatório nas escolas brasileiras. Somente a partir de 1930, pelas mãos de Villa-Lobos, com o apoio do governo de Getúlio Vargas, o Canto orfeônico ganhou método de ensino e passou a fazer parte dos programas de formação de professores. (Lemos Júnior, 2005). A pesquisa sobre a história das Artes no Paraná é elementar, a maioria entre os poucos trabalhos desenvolvidos neste campo são de tendências enciclopédicas, cronológicas ou biográficas. Ainda são raros por aqui os estudos que abordam as instituições de ensino voltadas para a preparação de artistas ou professores de Arte, principalmente na área da Música. O conservatório estadual de canto orfeônico do Paraná, tinha como objetivo em sua missão a de formar professores de música, para atuar no ensino fundamental e médio do sistema educacional do estado. No ano de 1956, numa parceria com alguns docentes da Academia de Música do Paraná, o maestro Antonio Melilo 13 e Clotilde Espínola Leinig, que tinha sido aluna de Villa-Lobos, fundaram o referido Conservatório, seguindo as diretrizes nacionais que então se apresentavam para o ensino da Música. O conservatório foi uma Instituição de ensino voltada para a formação de professores de Música, que em 1967 transformou-se na Faculdade de Educação Musical do Paraná (FEMP). Posteriormente foi criada a Faculdade de Artes do Paraná reconhecida pelo Decreto Governamental n.º de 01/08/72 e pela Portaria n.º de 13/11/90, do Ministério da Educação. 13 Antonio Melillo nasceu em 25/05/1899, em São Paulo demostrando aptidão para a Música foi incentivado a estudar. Iniciou seus estudos de piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, Concluindo sua formação aos 21 anos em instrumento e regência no Real Conservatório de Nápoles - Itália. No Brasil, o maestro passou a atuar como regente de orquestra de uma companhia de óperas que excursionava pelo país. Em uma apresentação em Curitiba foi convidado pelo maestro Leonard Kessler para lecionar piano, no conservatório de Música do Paraná. Em 1924, devido ao falecimento de Kessler, passou a atuar também como diretor da escola. Melillo desempenhou as funções de docente e administrador no Conservatório até o início d Com o encerramento das atividades do conservatório de Música do Paraná fundou a sua Academia de Música do Paraná, onde eram ministradas aulas de piano, violino e matérias teóricas para crianças e jovens, a qual esteve em funcionamento até sua morte em

4 A discussão a respeito da nacionalidade brasileira presente na longa era varguista, evidenciava que a educação deveria formar cidadãos que valorizassem a nação. Este sentimento nacionalista foi incorporado também na arte que buscava, por meio do resgate de elementos do folclore, a relação entre a expressão estética e a identidade cultural do país. Com este estudo buscamos compreender a implantação de uma escola de formação de professores para o ensino do canto orfeônico num período posterior ao momento que o ensino do canto orfeônico ditava moda nas escolas brasileiras. Partimos da premissa de que questões políticas regionais paranaenses se colocavam a todo o momento, inclusive e principalmente na tomada de decisões que envolviam a educação e cultura. REFERÊNCIAS BURKE, Peter. O que é História Cultural. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, COOK, T. Arquivos pessoais e arquivos institucionais: para um entendimento arquivístico comum da formação da memória em um mundo pós-moderno. Revista Estudos Históricos. Arquivos pessoais. Rio de Janeiro: n.21, FGV, CHERNAVSKY, Anália. Um Maestro no Gabinete: música e política no tempo de Villa- Lobos. Dissertação (Mestrado em História). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas DUCROT, A. A classificação dos arquivos pessoais e familiares. In: Revista Estudos Históricos. Arquivos pessoais. Rio de Janeiro: n.21, FGV, 1998/1. FRAIZ, P. A dimensão autobiográfica dos arquivos pessoais: o arquivo de Gustavo Capanema. In: Estudos históricos. Rio de Janeiro, vol.11, n.21,1998. GALVÃO, W. N.; GOTLIB, N.B. Prezado, senhor, prezada senhora: estudos sobre cartas. São Paulo: Companhia das Letras, GAY, P. O estilo na história. São Paulo: Cia das Letras, GUÉRIOS, Paulo Renato. Heitor Villa-Lobos: o caminho sinuoso da predestinação. Curitiba: do Autor, GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história. São Paulo: Companhia das Letras, LEMOS JÚNIOR, Wilson. Canto Orfeônico: uma investigação acerca do ensino de música na Escola Secundária Pública de Curitiba ( ). Dissertação (Mestrado em Educação) - Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná, Curitiba,

5 PARADA, Maurício Barreto Alvarez. Som da nação: educação musical e civismo no Estado Novo ( ). Revista Alceu (PUCRJ), v. 9, p , POLLAK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v.2, n.3, p.3-15, HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Vértice, RONCAGLIO, C. Memória e patrimônio documental arquivístico no Paraná. In: Simpósio de cultura paranaense, terra, cultura e poder; a arqueologia de um estado. Guarapuava: UNICENTRO, SANTOS, Z A. M. Visconde de Guarapuava: personagem na história do Paraná. Trajetória de um homem do século XIX. Guarapuava: UNICENTRO, p. WHITE, H. A questão da narrativa na teoria contemporânea da história. In: Revista de História, n. 2/3, VEYNE, P.M. Como se escreve a história: Foucault revoluciona a história. 4. ed. Brasília: UNB, Anais do 7º Seminário de Pesq. em Artes da Faculdade de Artes do Paraná, Curitiba, p , jun.,

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