MEMÓRIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO. Saga de uma Instituição Educacional

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4 MEMÓRIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO Saga de uma Instituição Educacional A Escola Politécnica de Pernambuco, fundada a 6 de Janeiro de 1912 e inaugurada a 1 de Janeiro de 1913, caminha para o século XXI com uma rica historia de idealismo, dedicação e competência no evolver tecnológico de Pernambuco e do Nordeste do Brasil. Naquela época de sua fundação, a necessidade premente de maior número de técnicos brasileiros em engenharia, para um Pais que importava quase toda a tecnologia e produtos industrializados a custa de produtos extrativos minerais e agrícolas, e, ainda na iminência de uma guerra mundial, levou o Governo da Republica a leis que facilitassem as iniciativas para a criação de Instituições dedicadas as ciências aplicadas. Colhendo oportunidades favoráveis, o apoio de homens de visão, empresários, políticos, autoridades, souberam os seus Professores, Diretorias sucessivas, estudantes e funcionários, estruturar um progresso, que mantém bem alto a tradição e o nome da Escola Politécnica de Pernambuco, hoje participante da Universidade do Estado de Pernambuco. Ao aproximar-se os seus 80 anos de existência, a sua insigne Congregação e Diretoria, convidou ao Matemático e Químico Manoel Heleno Rodrigues dos Santos, autor de "Princípios e Filósofos da Matemática", "Aspectos Históricos do Ensino Superior de Pernambuco", Membro Fundador da "Sociedade Brasileira de História Ciência" e Ex-Presidente do "Grupo Pernambucano de Historia e Filosofia da Química", para escrever a Memória da Instituição. O Historiador Manoel Heleno, com o seu estilo preciso e eloqüente, leva o leitor a participar da Saga da Escola Politécnica de Pernambuco, cujo testemunho maior e o elevado nível de seus Professores e a competência dos engenheiros nela formados e a dedicação de seus alunos. Paulo Jose Duarte 4

5 MEMÓRIA DA ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO 5

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8 MANOEL HELENO RODRIGUES DOS SANTOS MEMORIA DA ESCOLA POLITECNICA DE PERNAMBUCO SAGA DE UMA INSTTTUIÇÃO EDUCACIONAL RECIFE

9 UMA OBRA FEITA DE HISTORIA A Escola Politécnica de Pernambuco e, reconhecidamente, um orgulho da nossa comunidade universitária. Contribuindo para a formação de profissionais especializados, a POLI como carinhosamente a chamamos representa, desde a sua fundação, um celeiro de técnicos competentes, que a cada ano chegam ao mercado para construir o desenvolvimento da região e do pais. Condensar anos de história em um volume como este e, acima de tudo, reconhecer o esforço dos que fizeram a POLI alcançar seu objetivo maior: trabalhar sempre pela qualificação de nossa Engenharia. Ao assumir o patrocínio cultural deste livro, a CASABLANCA ENGENHARIA E INCORPORAÇÃO sente-se como quem entrega uma grande obra. Desta vez, uma obra de papel e muita historia, mas tao s61ida como a mais forte das edificações. 9

10 Minhas filhas LIVIA MARIA MARIA TERESA MARIA REGINA Amor, muito amor 10

11 O Universo! Quem o fez? Um Engenheiro? Manoel Heleno 11

12 Louvável característica dos diretores da Politécnica: concluir obras do seu antecessor; esboçar novos projetos e, se possível, iniciálos; depois, para seguir o exemplo, colaborar com o sucessor. 12

13 PROLOGO E BIBLIOGRAFIA Muito nos honrou o convite do Prof. Breno Rodrigues de Sousa para escrevermos a Memória da Escola Politécnica de Pernambuco. Ate então, nosso conhecimento a respeito dessa Casa era quase nenhum. Necessitávamos obter suas informações históricas e, para isto, visitamo-la. Acolheram-nos Breno e Gustavo Gomes de Matos, respectivamente, diretor e assessor da diretoria. Das mãos deles, recebemos um cartapácio composto de valiosas notas históricas, que narravam os principais episódios ocorridos entre 1912 e Escreveram-nas Stênio Lobo Torreão e Fernando Antonio da Rocha Bezerra. O primeiro secretário da Casa e homem que se distinguiu por comprovada competência e amor a Politênica; o segundo, habilidoso pesquisador que colaborou como contratado. Baseando-nos nessas notas, elaboramos a estrutura deste livro. Ainda, no afã de melhorar a ilustração das nossas narrativas, visitamos o professor Dácio de Lira Rabelo, respeitável decano do magistério de Pernambuco, que, apesar de nonagenário, nos deu informações lúcidas e particularmente uteis, as quais valorizaram grande parte do nosso trabalho. Para dissertarmos sobre as leis normativas aplicadas ao nosso ensino, consultamos: "Noções de Historia da Educação", de Teobaldo Miranda Santos; "Formação da Comunidade Cientifica no Brasil", de Simon Schwartzmann e principalmente, "Historia da Ciência", de Fernando Azevedo, a qual e, na realidade, uma bem estruturada antologia que versa sobre o desenvolvimento educacional das ciências. Na parte relativa as correntes filosóficas, bem como no conteúdo matemático, seguimos, de forma lacônica, as linhas tragadas por Bertrand Russell no Tratado "Recent Work on the Principles of Mathematics". Este livro valorizou-se com a inestimável colaboração da Dra. Edla Magalhães Lyra, que lhe enriqueceu a parte redacional, dando estética a linguagem e leveza a leitura. Para Edla, meu carinhoso agradecimento. MANOEL HELENO. 13

14 ESCLARECIMENTOS Dois mil e duzentos alunos, cento e oitenta professores e oitenta e nove funcionários elegeram o Prof. ARMANDO CARNEIRO PEREIRA DO REGO FILHO, em 10 de maio de 1990, Diretor da ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO. Primeira eleição, por sufrágio universal, que envolveu todos os colaboradores da Casa e de forma democrática que também obedeceu ao regulamento da Fundação Universidade do Estado de PE. O jovem engenheiro tomou posse, no elevado cargo, em meado de Era mais um politécnico chamado a dirigir os destinos da Escola dos engenheiros da rua Benedito Monteiro. Especializado em Desenho Técnico, Armando vem revelando-se um timoneiro hábil. Hábil e dedicado, hábil e corajoso, hábil e crente no porvir da Escola. Suas metas são abrangentes, modernas e entre elas a historia dos politécnicos. Memória da Escola Politécnica de PE, livro que foi concluído e entregue em outubro de 1989, ainda na gestão de Breno Rodrigues de Sousa, mereceu de Armando decisão de publicá-lo. Dificuldades várias foram ultrapassadas, inclusive de pecúnia. Esta diretoria venceu todas. Investir no maior patrimônio da casa sua memória e prioridade. Assim este livro atende e enriquece a cultura da engenharia nordestina contando a História dos Politécnicos que e obstinada, heróica, decidida, épica e gloriosa. Encontrar e providenciar os meios, foi uma tarefa superada pelos atuais dirigentes, que buscam, aqui, ali e alhures, ate encontrar Paulo Roberto Coutinho Cordeiro, politécnico, professor de Física da Escola e um dos proprietários da importante Construtora Casablanca. Sensibilizado aquele engenheiro que acredita no passado da Escola da Praça Euclides da Cunha comprometeuse e financiou esta edição. Vitoria. Vitoria de Armando, Vitoria de Casablanca Engenharia e Incorporações Ltda., Vitoria dos politécnicos e, principalmente, da cultura pernambucana. Nos que elaboramos este livro, no correr de 1989, fizemo-lo com aplicação, seriedade e amor. Trabalhamos muito, muitíssimo. Com esta obra esperamos preencher uma lacuna do ensino superior de Pernambuco e satisfazer aos pesquisadores especializados, com o resgate desta memória. Ela conta os fatos e as personalidades que edificaram esta Casa de Ensino A Escola Politécnica de Pernambuco, hoje, líder na formação da engenharia nordestina do Brasil. 14

15 PREFACIO Manoel Heleno, conhecido e reconhecido professor de matemática e, também, Químico Industrial, aposentou-se; não quis o ócio, o seu negocio tornou-se a pesquisa histórica. Tem predileção pela memória das instituições educacionais, mas vem trabalhando, ainda, e com minudencia, na área esportiva. Dele, teremos, em breve, a historia do futebol recifense da qual, leitores vários, inclusive eu, dos seus artigos jornalísticos, já participaram, gostosamente, desde os pormenores divertidos ate os mais dificultosos. Procura uma historia global, micro e macro. Agora o documento, colhido, as vezes, penosamente, e a sua base. De fato, sem a segurança das fontes, a historia seria uma composição ideológica, pois, se não e presumível a neutralidade do autor, deve-se dar ao leitor opções, com o exame do material de apoio. Também não se prende a determinismos, nem tem o culto do suntuoso. Procura inteirar-se da ambiência, caracterizando-a com os aponta-mentos de fatos laterais e reforça a linha principal da pesquisa com apreciações complementares. E bom que, em Pernambuco, surjam esses temperamentos, na pesquisa histórica, pois, e inegável, nesse aspecto, a precedência de Gilberto Freyre, ainda nos anos 30. A escola francesa dos "Annales", só divergiu, mais nitidamente, para essa corrente, nos últimos escritos de Fernand Braudel. Já a escola de Cambridge, de historia total, e recente. Isso, porem, e assunto para especialista. Aqui, e ousadia intelectual, para registrar o aplauso ao autor do ensaio. Ao tomar a peito escrever a Memória da Escola Politécnica, Manoel Heleno se identificou, logo, com o subtítulo, uma saga, escolha feliz, pois tinha precedentes na oralidade, para suspeitar de uma narrativa rica de incidentes. Algumas vezes, desloca-se o vocábulo de sua raiz lingüística germânica, para o latim, e, aí, saga e bruxa, uma vez que o leitor chega a acreditar em feitiçarias, quando constata sérios problemas, em tempos que a Escola parecia andar muito bem. Ai, a gente descobre a firmeza executiva de Ricardo Costa Pinto; o idealismo culto de Leal de Barros; o prestigio confirmado de João Alberto seu filho, um dos condutores da Revolução de 1930; a meticulosidade e a resistência moral de Jose Jaime de Oliveira e de Luiz Paulo de Freitas; a capacidade gerencial de Jose Pires; sem nada diminuir da contribuição dos outros diretores, que mantiveram um ânimo de continuidade, incomum, entre sucessores, como acentua o texto. O Dr. Jose Pires foi meu professor no ginasial. Reencontrei-o, muitos anos depois, na Pro - Reitoria da Universidade Federal Rural de Pernambuco, exercendo, eu, função similar, na Universidade Federal de Pernambuco e, com ele, prossegui entendimentos, já como Reitor. Manifestou, sempre, nos tratos, a índole de bom condutor de convênios e de procedimentos participes, entre instituições. No livro de Manoel Heleno, porem, ressalta a capacidade gerencial, identificadora de fontes orçamentárias e seletivamente aplicadora. Alem disso, convincente, para atrair doações, raras, entre nos. O industrial Jose Ermírio de Morais, cuja liderança empresarial e justamente proclamada, aceitou os argumentos do prof. Jose Pires; mas, talvez, e como Senador por Pernambuco, tenha sido tocado pela lábia construtiva desse diretor em apuros. O fato e que transferiu-lhe uma soma, que assegurou a implantação dos novos rumos da Politécnica. Hoje, com a supremacia da Administração, na hierarquia das profissões, a vocação do Prof. Pires estaria 15

16 realizada. Começam, aqui, outras lembranças. Também, foram meus professores, Costa Pinto e Jose dos Anjos fundadores da Politécnica, no antigo curso complementar do Ginásio Pernambucano. Na vivencia de uma mesma época, encontrei o motivo do chamamento de Manoel Heleno, para a redação desta nota. Fomos contemporâneos na reforma educacional Francisco Campos; envolvidos na mesma atmosfera de bons estudos, do gosto pela cultura geral, do encontro de estudiosos com formações diversas e, ate, da sadia rivalidade de Colégios diferentes. Ele foi do Pré - Engenharia do "Osvaldo Cruz" e eu do Pré - Jurídico do "Pernambucano". Dentro em pouco, isso faz meio século, meu caro Manoel Heleno! Para encerrar esse lado emotivo, encontro, na lista de alunos do primeiro curso preparatório para a Escola Politécnica, alem dos meus, também, ex-professores Dácio e Silvio Rabelo, um tio materno e meu padrinho, Pedro Alexandrino Maia, que foi, durante todo um longo exercício profissional. Procurador Jurídico da Fiscalização do Porto e advogado militante. A recordação das aspirações e descaminhos da vida, traz seus encantos... e a historia da Politécnica é rica desses componentes. Os fundadores queriam-na, e os pósteros asseguraram, uma Escola de Engenharia, talvez marcada pela praticidade, na tradição aplicativa da ciência positivista, tão prestigiosa em certo período brasileiro. Alem disso, e de suspeitar-se, movidos por uma certa fama de teorisante da sua congênere e antecessora, a, então, Escola Livre de Engenharia de Pernambuco. Entretanto, foramlhe impostos roteiros hesitantes. Os fundadores não eram Engenheiros e os seus primeiros laboratórios foram de Historia Natural e Geologia, depois de Física e Química; a trilha levaria a uma notável antecipação, um Instituto de Ciências, inclusos, muitos anos apos, nas Faculdades de Filosofia, Ciência e Letras. Todos que os instituíram eram educadores e, assim, se declararam; por conseguinte, homens interessados na boa preparação dos seus sucessores. Depois, com o contrato de professores de Topografia e Desenho, e com o curso de Engenheiros Geógrafos, parecia marcada para ser a símile brasileira da "Ecole des Points et Chaussee", uma das formações da engenharia francesa. No Governo Jose Bezerra, anota Manoel Heleno, para evitar o desacordo com a Escola de Engenharia, existente desde 1895, houve uma tentativa de transformá-la numa Escola de Arquitetura; poderia ter maior extensão, uma espécie de Conservatório Superior de Artes e Ofícios, também de linhagem francesa "Arts et Metiers". Veio como uma imposição; falhou. Por outro lado, a Escola de Engenharia era, fundamentalmente, uma escola de métodos quantitativos, adaptáveis a evolução da técnica. Dai a justa fama que alcançou, nacionalmente, pelo seu núcleo docente de Matemática e Física. A Engenharia Civil aparecia mais como uma conseqüência de uma boa formação teórica, que sensibilizada por preocupações mais praticas e imediatas. Entretanto, as composições são difíceis na prática histórica e, geralmente, os exaltados perturbam-nas. Afinal, tudo deu brilhantemente certo. O Nordeste veio a precisar, e muito, de duas escolas de Engenharia. Multiplicaram-se as especializações exigidas pelo desenvolvimento econômico, e foram atendidas com a mobilização de ilustres profissionais, onde foi possível atraí-los. Anote-se que, durante muitos anos, afora a Bahia, foram, as duas, exclusivas na região. 16

17 A Escola Politécnica é, hoje, uma forte instituição educacional. Já conta com docentes notáveis, ex-discentes, e tem um alunado dinâmico, nos vários cursos de Engenharia, e nos de extensão, apropriadamente implantados. Parece-me que foi adequada a adesão a FESP (Fundação de Ensino Superior de Pernambuco) futura Universidade Estadual, alem de outros motivos, pela adoção de modelo próximo ao da Faculdade de Ciências Medicas. Professores da "Medicina" foram chamados, e houve aproveitamento pleno dos livres docentes. A direção da Politécnica, em certa época, e com adaptações convenientes e respeitante aos seus ilustres sustentadores, adotou caminho assemelhado e com acerto. Entre os convocados, meu irmão Telmo e um deles, e com muita honra para ele, o que bem me afeta, recebeu o titulo de "Professor Emérito", das mãos do ilustre professor e administrador criativo, Breno Rodrigues de Souza, atual diretor. Manoel Heleno só merece louvores pelo seu trabalho de reconstituição, tanto mais quando fontes substanciais se perderam com as "enchentes" do Recife. A prova esta nas reflexões apressadas e já alongadas, que me despertaram e em outras, que estimularão outros, com mais engenho e arte. Recife, 16 de outubro de 1989 Paulo Frederico do Rego Maciel 17

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19 IDEIA Capitulo 1 Em meados de 1911, encontram-se na diretoria do GYMNASIO PERNAMBUCANO, alguns professores. Sentado em um marquesão de jacarandá estilo Berenguer, Ricardo Jose da Costa Pinto limpa os óculos e exclama: Um absurdo esta lei decretada pelo Gen. Hermes, criando a reforma do ensino superior, hoje conhecida por Lei Rivadavia Correia! João Feliciano da Mota, Diretor da Casa, olha o colega e pergunta: Mas qual a essência, quais os benefícios e defeitos desta reforma, Ricardo? Joaquim Leal de Barros, ainda em pé, atalha o dialogo e esclarece de forma enfática: Não sabes? ora, ora... é uma imitação do liberalismo americano, que não se vai adaptar aos nossos costumes, tanto por falta de recursos, como por falta de educação do nosso povo, principalmente daqui do Nordeste. Indagou ainda Mota: Por que "principalmente daqui do Nordeste"? Meu querido João, o nosso Pernambuco foi africanizado, como quase todo o norte do Brasil e isso implica em inferioridade cultural e técnica, confirmou Leal. Mas vocês ainda não responderam minha pergunta, insiste Mota. Então Costa Pinto, virando-se para Leal de Barros, exclama: Deixa, Joaquim, eu explico tudo. Olha, por força desta lei, a Rivadavia, qualquer escola, mesmo modesta, pode transformar-se em uma Casa de ensino superior. Por exemplo, o Colégio Ayres Gama poderá manter um curso de Medicina, de Direito ou de Engenharia. Imagine o risco que se corre! Bem... a essência seria a dinamização do ensino superior, coisa que a America do Norte se adapta razoavelmente. Mas, aqui no Brasil, sou da mesma opinião, já expressa pelo Leal. Ha ainda um detalhe a ser considerado: os sessenta mil reis por diploma. Faria Neves, que tudo ouvia, fez uma conclusão maliciosa: Quer dizer que, mesmo sem comprovação de conhecimentos ou de freqüência, um aluno, apenas pagando aquela importância, poderá obter o diploma? 19

20 E isso aí, disse Leal de Barros de dedo em riste e arrematou: Um absurdo, um absurdo! Naquele momento, a parcimônia de Costa Pinto manera o animo da palestra, com uma idéia nascida ali mesmo. Olhem, todo fato importante acarreta conseqüências tanto negativas como positivas. Que tal aproveitarmos convenientemente a lei Rivadavia? Mas, aproveitar, como? falou Jose Faria Neves. Nos, que somos educadores por vocação, poderemos criar uma Escola Superior, Leal de Barros argumentava. Muito bem, muito bem! atalhou Costa Pinto. Que tal uma de Medicina ou mesmo de Engenharia? O diretor toma a palavra e, com a calma que Deus lhe deu, recomenda: Cuidem rápido porque toca já, já o sino para o início das aulas e vocês não vão poder fundar, aqui no Ginásio, uma Universidade. Pelo andar da carruagem, já estou vendo médicos e engenheiros diplomados depois desta conversa lírica! João, você brinca muito. Gosta de chistes, de facécias... mas, estou falando serio e vejo que Leal e Faria também estão. Não é verdade? e, ainda em pé, arremata: Se estou! Não tenha dúvidas. A idéia esta de pé e nada de Medicina, Engenharia sim. Sei que já existe uma aqui, da qual sou admirador. Mas o Recife e uma cidade grande, com mais de habitantes. Comporta outra. Olhem, já ouvi até dizer que em breve teremos bonde elétrico. E ainda mais: o mundo esta perturbado; há prenúncio de uma guerra, um conflito de grandes proporções. Ainda ontem li um jornal alemão, "Deutschland Allgemein" onde só se fala em guerra. Não é verdade, Pedro Celso? diga. Bem, bem... eu também li este jornal, mas e sempre assim. Estas notícias estão em quase todos os jornais do mundo. Guerra e miséria, roubo, escândalo e violência por toda parte. Nisto toca o sino de bronze, colocado na portaria. Era o reinício das aulas. Costa Pinto pigarreia, ajeita o pincenez e, em tom judicioso, fala: Sábado, depois de amanha, a tarde, venho ao Ginásio e gostaria que todos os interessados estivessem aqui para então levarmos adiante nossa idéia. Teremos muito tempo para pensar no assunto. Leal de Barros, quando retorna ao lar, encontra João de Sá Leitão e Bianor de Oliveira na praça Maciel Pinheiro. Então pergunta ao primeiro: Que pensa você da Lei Rivadavia? Ora... não meditei ainda com profundidade sobre o assunto. O Otávio de Freitas me disse que esta e uma das experiências mais avançadas do liberalismo republicano. Poderá trazer benefícios ao ensino brasileiro, mas inevitavelmente trará danos. É uma questão de saber aproveitar adequadamente. Ele, o Otávio, quer fundar uma Escola de Medicina. Considera ideal o 20

21 momento presente. Entretanto, falta-lhe apoio da classe médica. Citou como exemplos Raul Azedo e Luiz Loureiro, médicos formados em Salvador, os quais são contra a criação de qualquer Escola de Medicina. E que temem a concorrência dos novos médicos aqui formados. Bem, bem... disse Leal. Desejo fundar uma Escola Politécnica, aqui no Recife e já conto com o entusiasmo do Costa Pinto e do Faria Neves. Bianor, que ouvia, toma a palavra e exclama: Ótima idéia! Mas veja aqui uma coisa: já não temos uma Escola de Engenharia, fundada pelo Barbosa Lima em 1895? para que duas? Ainda mais, entre os nomes que você citou, Leal, não há engenheiros. Como então formar um corpo docente? onde funcionar esta Escola? Ora,... meu amigo Bianor, esclareceu Leal, não há engenheiros exatamente porque são poucos os profissionais desta área. Havendo duas Escolas, aumentara o número deles. Em Paris e nos grandes centros não ha somente uma Escola do mesmo ramo. Veja, isto e o certo: devemos criar a Politécnica. Estou entusiasmado e... observem, não sou engenheiro, se bem que ame a Matemática. Desculpe-me o amigo Sá Leitão se entro na sua área. Bianor, interrompendo-o, acrescenta: Bem, Leal, sei quanto você é culto. Chego a citá-lo como universalista devido aos seus conhecimentos sobre Matemática, Mecânica e Astronomia, apesar de o nobre amigo ser bacharel em Direito. Ainda outro dia, em palestra com Pedro Celso Uchoa Cavalcanti, falamos sobre seu interesse pelas línguas mortas e o Pedro disse-me que seu progresso no grego e no latim e grande. Só não sei onde você vai buscar tempo para tantos estudos. E agora, vejam só, o erudito amigo esta entusiasmado com o novo empreendimento: criar uma Escola Politécnica. Acrescentou: seu entusiasmo me contamina. Vou também trabalhar pela concretização deste ideal. Costa Pinto, por outro lado, não parou. Era mais de realizar que de falar. Naquela quintafeira em que se plantou a semente da Politécnica, a tarde, ainda na sala da diretoria do Ginásio, encontra-se com Justus Fuchs, professor alemão que ensinava Música e Desenho. Ao sair do gabinete, o germânico diz: Vou agora ao Colégio Alemão, na Ponte d'uchoa, dar aula. Alias, as coisas não andam bem por lá. Ha poucos alunos e o Paul Wolf, diretor e proprietário daquela Escola, parece que anda meio doido. Não lhe da muita atenção. Digo mais: não vejo a hora de aquela Escola fechar. Quando Fuchs vai saindo, Costa Pinto chama-o: Venha cá. Quero lhe falar um assunto muito serio... Com os dois já em pé, Costa Pinto faz a seguinte pergunta a queima-roupa: Haverá em Ponte d'uchoa um lugar onde possa funcionar uma Politécnica? Fuchs, sem entender bem a pergunta, diz: "Na ja", e, logo em seguida: Não entendi bem sua pergunta. Inteirado do assunto, responde um tanto espantado: Só conversando com o Wolf. 21

22 Então, homem, vá e fale com o seu patrício, sugeriu Costa Pinto. Acho melhor você ir comigo e, então, visitá-lo-emos juntos. Ótimo! exclamou Costa Pinto. Os dois caminharam a pé ate o Liceu de Artes e Ofícios, na Praça da Republica, onde tomaram uma maxambomba, que os conduziu ao destino. Paul Wolf estava na portaria da Escola e, ao ver o patrício, exclamou: "Kommen Sie herein", e, quase ao mesmo tempo, traduziu: Podem entrar, podem entrar... me dão prazer... Ao tomar conhecimento da proposta, o germânico, muito hospitaleiro, mas expressando-se com alguma dificuldade, colocou todas as dependências da casa a disposição dos fundadores da Politécnica. Houve, então, a primeira reunião programada com vistas a concretização da idéia de fundação da Escola Politécnica de Pernambuco. Realizou-se na sala dos professores do Ginásio Pernambucano, em um domingo de agosto de Estiveram presentes, entre outros: Costa Pinto, Leal de Barros, Antonio Tavares Honorato, João de Sá Leitão, Odilon Tucuman, Jonas Taurino, Ezequiel Franco e Jose Rodrigues dos Anjos. Nota de destaque: Joaquim Cavalcanti Leal de Barros tocou seu estimadíssimo violino. Ricardo Jose da Costa Pinto fez um resumo dos fatos, pondo todos a par dos acontecimentos e deu ênfase a sua visita a Estrada de Ponte d'uchoa, 49. Disse que o Wolf o recebera muito bem, mas que não inspirava grande confiança. Entretanto, concordava em aceitar a boa vontade do alemão. As instalações eram razoáveis, o lugar, apesar da distancia do centro, satisfazia. Havia transporte fácil, pela ferro-carril. O Wolf cederia algumas carteiras e armários. Dever-se-ia levar a pretensão as autoridades. Leal conhecia bem o Gen. Dantas Barreto, homem sensível a tudo que se relacionasse com cultura e apaixonado por Napoleão. Vivia lendo todas as biografias do corso. Se dissessem que o Imperador francês acataria a iniciativa, ele, o general, concordaria. Consciente disto, Leal de Barros nao se conteve e disse: E isso mesmo. A Politécnica já esta fundada. Vou brindar a todos, inclusive a mim mesmo, executando, ao violino, o "Martírio de São Sebastião de Debussy". Muito bem!, aplaudiram os presentes. Depois do número artístico, que não foi longo, o próprio Leal de Barros fez praticamente uma conferência a respeito do ensino superior brasileiro. Na palestra, o insigne mestre falou sobre a vinda de D. João VI; destacou a abertura dos portos, a liberdade das publicações e a instrução. Neste ultimo tópico pôs em relevo a criação das faculdades de Medicina e, também, da Real Academia Militar. Informou que esta Academia deu origem a Politécnica do Rio e que a proclamação da Republica descentralizou o poder, razão pela qual houve uma explosão no ensino superior brasileiro. Terminou considerando necessária a reforma Rivadavia Cunha Correia. O mestre foi aplaudido, Odilon Tucuman gabou os conhecimentos de Leal, um homem interessante, muito interessante mesmo, uma das maiores culturas do Estado. Era bacharel em Direito, mas estudava todos os conhecimentos. A literatura clássica era um dos seus melhores 22

23 divertimentos; conhecia a Eneida no original. A musica clássica por ele executada era uma das suas paixões. Um homem notável! um homem notável! Marcou-se a próxima reunião com vistas a visita as autoridades e conseqüente instalação do Educandário. A ideia vingou. 23

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25 INSTALAÇÃO Capitulo 2 O jornal recifense "Pernambuco" anunciou, em 29 de dezembro de 1912, que a "Escola Polytechnica de Pernambuco" seria inaugurada a primeiro de Janeiro de 1913, as 13 horas, no prédio do Colégio Alemão, situado a Estrada de Ponte d'uchoa, 49. O mencionado periódico dizia-se autorizado a convidar autoridades civis e militares a prestigiarem o evento, que se verificaria as 14 horas e teria como anfitrião Herr Wolf, diretor do Colégio. A inauguração foi solene. Contou com a presença da sociedade recifense, sendo presidida pelo tenente J. Leal Ferreira, representante do Inspetor da Região Militar. O ponto alto da cerimônia foi o discurso proferido pelo orador oficial, Joaquim Leal de Barros, que historiou o ensino superior no Brasil. Ainda, por parte do corpo discente, falou o vestibulando Oswaldo Lins e Mello, que enalteceu a coragem dos fundadores. Esta foi, a bem dizer, uma segunda inauguração da Politécnica, uma vez que a nova Escola já se houvera instalado, desde o dia 06 de março de 1912, na vigência da Lei Rivadavia. Esta disposição normativa, com 144 artigos e inúmeros parágrafos, tomou o numero e foi publicada pelo Diário Oficial em 05 de abril de 1911, no governo do Gen. Hermes da Fonseca. Então, a festa de primeiro de Janeiro de 1913 referendou, apenas, o nascimento da segunda Escola de Engenharia de Pernambuco. As duas, a Escola Livre de Engenharia de Pernambuco e a Politécnica, foram por muito tempo, as únicas Casas a ensinar engenharia, no Nordeste brasileiro. Foram fundadores da Politécnica os professores a seguir relacionados pela ordem alfabética: 1º - Antonio Tavares Honorato, 2º - Bianor de Medeiros, 3º - Eugênio Meira de Vasconcelos, 4º - Joaquim Cavalcanti Leal de Barros, 5º - Jose Paulo Barbosa Lima, 6º - João de Sá Leitão, 7º - Miguel Augusto de Oliveira, 8º - Jose Faria Neves Sobrinho, 9º - Odilon Tucuman, 10º - Ricardo José da Costa Pinto e 11º - Rodolfo de Amorim Garcia. Todos os fundadores compareceram ao ato inaugural e muitos acompanhados de seus familiares, dando assim um toque de austeridade a neo-entidade. E, provavelmente, em função 25

26 desta rigidez, desta severidade, transmitida de geração a geração, que, ainda hoje em plena década de 90, a Politécnica continua crescendo e prestando magníficos serviços a sociedade brasileira, muito particularmente, a pernambucana. A meticulosidade do Prof. Costa Pinto sempre esteve presente nos passos de sua proveitosa vida. Fez questão de dar foro legal a todos os documentos que identificassem aquela Escola. Assim, a Politécnica foi registrada no primeiro Cartório de Registro e Títulos de Documentos Particulares do Recife, como uma sociedade civil, com personalidade jurídica, sob o numero 53, em oito de Janeiro de 1913, no livro numero 1. No correr do ano de 1912, antes da inauguração solene, os onze fundadores decidiram formar uma diretoria "ad-hoc" feita sem registro de ata, por aclamação, que ficou assim constituída: Diretor Costa Pinto; Vice-Diretor Leal de Barros; Tesoureiro Tavares Honorato; Secretários: Rodolfo Garcia e Epitácio Monteiro. Este ultimo se incorporou e foi também considerado fundador, ascendendo a doze o numero total. 12º - Rodolfo Garcia e Epitácio Monteiro -Fundador Professores admitidos posteriormente, junto a Diretoria, passaram a integrar a Congregação. Após as formalidades festivas do dia primeiro, houve, praticamente, uma reunião da recém-criada Congregação na qual foi referendada, a diretoria já existente. Como providencias inadiáveis cuidaram da elaboração do regulamento Interno, já anteriormente esboçado. Todo o grupo de fundadores colaborou com idéias e sugestões, para elaboração do Regimento ou Estatuto da Casa, o qual obedecia a Lei Rivadavia, de 5 de abril de 1911, e determinava, também a criação de dois cursos: Engenharia de Geógrafos e Engenharia Civil com currículos de três e cinco anos respectivamente. O Estatuto foi impresso e logo aprovado a primeiro de marco de A capa da Carta da Politécnica, era uma criativa alegoria concebida pelo professor Odilon Tucuman: um brasão constituído de um livro contornado por dois louros, representando a cultura, e ainda um tinteiro com duas penas de pato. Complementava-a, ao lado direito, um globo terrestre, realçando a estética do quadro. Ainda naquela primeira reunião foram traçados planos no sentido de dotar a Escola de laboratórios, ampliar o corpo docente e adquirir material escolar. Então, fez-se necessário visitar o governador. Decidiu-se, outrossim, solicitar subsídios ao Gen. Emídio Dantas Barreto, primeiro magistrado do Estado. Varias foram as tentativas neste sentido, e, como resultado, o Estado alocou recursos a fim de que a firma pernambucana Boeckmann Cia, representante de Oskar Schneider de Leipzig, da Alemanha, entregasse a Politécnica dois laboratórios, um de Física e outro de Química. Esta aparelhagem chegou rapidamente e com ela vieram também, de Portugal, apetrechos que permitiram instalar um gabinete de Historia Natural e Geologia. Este departamento ficou ligado diretamente aos professores Faria Neves e Costa Pinto. A vida da Politécnica parecia calma, entretanto surgiu logo em Janeiro, o primeiro ataque contra a nova Casa de ensino. Foram farpas arremessadas pelo jornalista Aníbal Lima, através do Jornal do Recife. Agressões, insultos e ofensas a neo-instituição principiavam apenas e se prolongaram até bem dizer Nasceu, assim, a Politécnica sob o signo de Job, personagem 26

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