SISTEMA DE FÔRMA COM REFIL PARA EXECUÇÃO DE LAJE NERVURADA (SISTEMA PATENTEADO)

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1 SISTEMA DE FÔRMA COM REFIL PARA EXECUÇÃO DE LAJE NERVURADA 1. INTRUDUÇÃO (SISTEMA PATENTEADO) A presente invenção é um sistema de fôrma utilizada para execução de laje nervurada montada sobre tablado ou fôrma metálica de forma justaposta até preencher o plano de laje, composta por dois elementos, sendo o primeiro a fôrma (refil) que é uma película fina e resistente, de bordas um pouco rígidas, com a finalidade de moldar o concreto dando a forma e dimensões desejadas, sem rigidez para suportar os esforços construtivos, e o segundo a base que é um elemento muito resistente servindo de apoio para a fôrma (refil) dando rigidez ao sistema para suportar os esforços construtivos, tais como peso do concreto com armação e sobrecarga de trabalho. As fôrmas sofrem o desgaste natural provocado pelo processo construtivo durante as execuções, pelo contato com o concreto, pelo processo de desforma, sendo substituídas (refil) várias vezes durante a vida útil da base, tanto pelo desgaste natural quanto por quebra, e por ser muito fina tem um consumo baixo de material para sua confecção e conseqüentemente um baixo custo. A base por ser um elemento muito resistente e com um consumo maior de material para sua confecção tem um custo bem maior que o da fôrma, mas com uma quantidade de reutilizações muito superior. Ao juntarmos o custo da fôrma com o da base e dividirmos pela quantidade de reutilizações de cada uma teremos um custo muito baixo para o sistema que é o que interessa ao consumidor. Após a montagem das fôrmas coloca-se a ferragem e faz-se a concretagem. Depois da cura é feita a desforma do tablado ou fôrma metálica e em seguida retira-se a base e a fôrma para que sejam reutilizadas novamente, sem perdas. 2. ESTADO DA TÉCNICA Atualmente temos lajes nervuradas mistas fundidas totalmente no local sobre tablado ou fôrma metálica, lajes pré-fabricadas todas utilizando como enchimento o EPS (poliestireno expandido), lajota cerâmica, bloco de concreto, caixas de madeira, etc., gerando desperdício de material e aumentando do custo da construção, pois

2 estes elementos de enchimento não são reaproveitados, se incorporam à estrutura após a concretagem. Temos também lajes nervuradas utilizando como enchimento fôrma plástica retornável, executadas sobre tablado ou fôrma metálica (MU , MU e etc.), e que após a cura do concreto são retiradas para serem reaproveitadas. Neste caso há o contato direto da fôrma plástica com o concreto sofrendo desgaste provocado pelo próprio processo construtivo, sofre também sucção durante o processo de desforma que leva muitas vezes a quebrar ou danificar a peça, diminuindo a quantidade de reutilizações ou vida útil, tendo como conseqüência o aumento de custo da laje. 3. PRODUTO A presente invenção foi, desenvolvida com o intuito de solucionar tais inconvenientes, utilizando-se um sistema de fôrma com refil composto por dois elementos, sendo o primeiro a fôrma que é uma película fina e resistente de borda um pouco rígida com a finalidade de moldar o concreto dando a forma e dimensões desejadas, sem rigidez para suportar os esforços construtivos, e o segundo a base que é um elemento muito resistente servindo de apoio para a fôrma (refil) dando rigidez ao sistema para suportar os esforços construtivos. A fôrma sofre o desgaste natural provocado pelo processo construtivo durante as execuções, pelo contato com o concreto, pelo processo de desforma, sendo substituída (refil) várias vezes durante a vida útil da base. Após a montagem das fôrmas coloca-se a ferragem e faz-se a concretagem. Depois da cura é feita a desforma do tablado ou fôrma metálica e em seguida retira-se a base e a fôrma (refil) para que sejam reutilizadas novamente, sem perdas, só teremos perda com o desgaste natural ou por quebra. A base possui furo para evitar sucção durante a desforma e a fôrma (refil) é bem flexível facilitando a sua retirada sem sucção. A fôrma (refil) deverá ser feita de material reciclável, qualquer, como o utilizado em garrafas de refrigerante. Este sistema poderá utilizar base em EPS (poliestireno expandido), fôrma plástica, ou algum outro produto que mantenha as características do produto, com a fôrma (refil) adequada para cada base. Quanto ao objetivo do material de composição dos elementos do sistema é que sejam todos recicláveis, que não poluam a natureza. 4. CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

3 A principal característica do sistema de fôrma com refil é ser composta por dois elementos: a fôrma (refil), que molda o concreto e a base, que serve de apoio para a fôrma. A fôrma (refil) tem a finalidade de moldar o concreto dando a forma e as dimensões desejadas. Uma característica importante da fôrma (refil) é ser uma película fina, bem resistente e flexível, com bordas um pouco rígidas. Outra característica é que as fôrmas (refil) sofrem o desgaste natural provocado pelo processo construtivo durante as execuções, pelo contato com o concreto, pelo processo de desforma, sendo substituídas (refil) várias vezes durante a vida útil da base. A base tem como finalidade dar apoio para a fôrma (refil) e rigidez para suportar os esforços construtivos tais como peso do concreto com armação e cargas de trabalho durante a execução. A base não sofre sucção durante o processo de desforma, pois tem furo para entrada de ar. Na utilização de base sendo um bloco de EPS (poliestireno expandido) poderemos ter ranhuras na mesma para encaixe em fôrma metálica (MU ), ou em outra fôrma qualquer. Quando o material empregado na confecção do bloco utilizado como base for o EPS (poliestireno expandido) poderemos ter tanto vazios para retirada do mesmo durante a desforma quanto para redução do volume de material de confecção do mesmo. Para base em bloco de EPS ao variarmos a altura da fôrma simplesmente conservamos a base e colocamos um complemento sobre a mesma para atingir a altura necessária, como também poderemos ter uma base (bloco) com a altura correta. Utilização de fôrma plástica (Astra, Atex, Ulma e etc) como base do sistema com a finalidade de aumentar sua vida útil ou número de reutilizações. As fôrmas plásticas (Astra, Atex, Ulma e etc) com válvulas ou furos responsáveis pela entrada de ar e os furos na estrutura (dão rigidez para a base) para encaixar ferramenta e puxar durante o processo de desforma, evitando sucção e pancadas que danificam a peças, poderão ser utilizadas como base deste sistema

4 de fôrma com refil ou como vem sendo utilizadas normalmente, aumentando a vida útil ou quantidade de reutilizações. O sistema de fôrma com refil poderá ser montado sobre tablado, fôrma metálica (MU e MU ) e etc. 5. COMPARAÇÃO DE CUSTOS - Fôrma plástica astra 61 x 61 cm: R$1,61/m2, para 100 (cem) reutilizações. Investimento: R$161,00/m2. - Fôrma refil com base em EPS 61 x 61cm: R$1,12/m2, para 60 reutilizações. Investimento: R$67,30/m2 (estimado). Conclusão: redução de custos de 30,4%. 6. DESCRIÇÃO DAS FIGURAS A invenção poderá ser mais bem compreendida através da descrição detalhada a seguir em conformidade com os desenhos em anexo: FIGURA 1: representa uma vista em planta genérica de uma laje nervurada mostrando de maneira pontilhada a junta (3) entre as fôrmas (refil) (1), com largura (C1) e comprimento (C2), formando as nervuras horizontais (5) e verticais (4). Tanto

5 as nervuras horizontais quanto verticais possuem seção variável com dimensões (C3) para a base e (C4) para a parte superior, conforme figuras 2 e 3. A fôrma (1) pode ser quadrada (C1=C2) ou retangular (C1<C2). FIGURA 2: representa o "corte 1" da figura 1 mostrando as nervuras verticais (4) com concreto (15) moldado in-loco, formadas pelas fôrmas (refil) (1) com a base (2) sendo um bloco qualquer de espessura (H1), montadas sobre tablado (11). As armações (12 e 13) especificadas no projeto estrutural, bem como as tubulações elétricas (14) deverão ser colocadas após a montagem das fôrmas (refil) (1) com as bases (2). A espessura do capeamento da laje é (H2). As fôrmas (refil) (1) são bem resistentes e flexíveis, dando a forma e as dimensões desejadas para a laje e a base (2) serve de apoio para as fôrmas (1) dando a rigidez necessária ao conjunto para suportar os esforços construtivos. As nervuras verticais (4) possuem seção variável com dimensões (C3) para a parte inferior e (C4) para a superior. Neste caso um dos materiais utilizados para confecção da base (2) pode ser o EPS (poliestireno expandido). FIGURA 2A: destaca em corte um elemento do sistema de fôrma com refil composto pela fôrma (refil) (1) e a base (2).

6 FIGURA 2B: mostra em corte o formato da fôrma (refil) (1) separada da base (2). FIGURA 2C: mostra em corte o formato da base (2) normal separada da fôrma (1). FIGURA 2D: mostra em corte o formato da base (2) com ranhuras (8) para encaixe em fôrma metálica (MU , MU e etc), separada da fôrma (1). FIGURA 3: representa o "corte 2" da figura 1 mostrando as nervuras horizontais (5) com concreto (15) moldado in-loco, formadas pelas fôrmas (refil) (1) com a base (2) sendo um bloco qualquer de altura (H1), montadas sobre tablado (11). As armações (12 e 13) especificadas no projeto estrutural, bem como as tubulações elétricas (14) deverão ser colocadas após a montagem das fôrmas (refil) (1) com as bases (2). A espessura do capeamento da laje é (H2). As fôrmas (refil) (1) são bem resistentes e flexíveis, dando a forma e as dimensões desejadas para a laje e a base (2) serve de apoio para as fôrmas (1) dando a rigidez necessária ao conjunto para suportar os esforços construtivos. As nervuras horizontais (5) possuem seção variável com dimensões (C3) para a parte inferior e (C4) para a

7 superior. Neste caso um dos materiais utilizados para confecção da base (2) pode ser o EPS (poliestireno expandido). FIGURA 3A: destaca em corte um elemento do sistema de fôrma com refil composto pela fôrma (refil) (1) e a base (2). FIGURA 3B: mostra em corte o formato da fôrma (refil) (1) separada da base (2). FIGURA 3C: mostra em corte o formato da base (2) normal separada da fôrma (1). FIGURA 3D: mostra em corte o formato da base (2) com ranhuras (8) para encaixe em fôrma metálica (MU , MU e etc), separada da fôrma (1).

8 FIGURA 4: representa os "cortes 1 e 2" da figura 1 mostrando as nervuras horizontais (5) ou verticais (4) com concreto (15) moldado in-loco, formadas pelas fôrmas (refil) (1) com base (2) utilizando fôrma plástica (Atex, Astra, Ulma e etc) de altura (H1), montadas sobre tablado (11). As armações (12 e 13) especificadas no projeto estrutural, bem como as tubulações elétricas (14) deverão ser colocadas após a montagem das fôrmas (refil) (1) com as bases (2). A espessura do capeamento da laje é (H2). As fôrmas (refil) (1) são bem resistentes e flexíveis, suportando o desgaste provocado pelo processo construtivo, dando a forma e as dimensões desejadas para a laje e a base (2) serve de apoio para as fôrmas (1) dando a rigidez necessária ao conjunto para suportar os esforços construtivos. As nervuras (4 ou 5) possuem seção variável com dimensões (C3) para parte inferior e (C4) para a superior. Neste caso a base (2) é uma fôrma plástica tipo Atex, Astra, Ulma e etc, com uma quantidade de reutilizações aumentada em função de suportar apenas os esforços construtivos tais como peso do concreto com as armações e sobrecarga de trabalho. FIGURA 4A: destaca em corte um elemento do sistema de fôrma com refil composto pela fôrma (refil) (1) e a base (2) em fôrma plástica. FIGURA 4B: mostra em corte o formato da fôrma (refil) (1) separada da base (2). FIGURA 4C: mostra em corte o formato da base (2) em fôrma plástica separada da fôrma (1).

9

10 FIGURA 5: representa uma vista em planta de um elemento do sistema de fôrma com refil, mostrando a fôrma (refil) (1) com comprimentos C1 e C2, bordas (10) e inclinação (20). Em forma de projeção temos dois sulcos (7) na base (2) utilizados na desforma, furos (9) para entrada de ar e ranhuras (8) para encaixe em fôrma metálica. Neste caso foi utilizado um bloco qualquer como base (2). FIGURA 5A: representa o corte 3 da figura 5, mostrando um elemento do sistema de fôrma com refil composto pela fôrma (refil) (1) e a base (2) sendo um bloco com altura H1. FIGURA 5B: mostra em corte o formato da fôrma (refil) (1) separada da base (2), com borda (10) de largura C5. A largura da parte inferior das nervuras (4 e 5) é dada pela fórmula C3=2xC5. A base preenche todo o vazio (6) interno deixado pela fôrma (1). As bordas (10) deverão ser enrijecidas (estruturadas) para reduzir o volume de material utilizado na sua confecção e ter altura suficiente para topar uma com a outra durante a montagem. FIGURA 5C: mostra em corte o formato da base (2) normal separada da fôrma (1), sendo (7) o sulco utilizado para enfiar as mãos durante o processo de desforma e sem sucção devido ao furo (9) de entrada de ar. FIGURA 5D: mostra em corte o formato da base (2) da figura 5C com ranhuras (8) para encaixe em fôrma metálica (MU , MU e etc), separada da fôrma (1). FIGURA 5E: representa o corte 4 da figura 5, mostrando um elemento do sistema de fôrma com refil composto pela fôrma (refil) (1) e a base (2), com altura H1. FIGURA 5F: mostra em corte o formato da fôrma (refil) (1) separada da base (2), com borda (10) de largura C5. A largura da parte inferior das nervuras (4 e 5) é dada pela fórmula C3=2xC5. A base preenche todo o vazio (6) interno deixado pela fôrma (1). As bordas (10) deverão ser enrijecidas (estruturadas) para reduzir o volume de material utilizado na sua confecção e ter altura suficiente para topar uma com a outra durante a montagem. FIGURA 5G: mostra em corte o formato da base (2) normal separada da fôrma (1), sendo (7) os sulcos utilizados para enfiar as mãos durante o processo de desforma e sem sucção devido ao furo (9) para entrada de ar.

11 FIGURA 5H: mostra em corte o formato da base (2) da figura 5G com ranhuras (8) para encaixe em fôrma metálica (MU , MU e etc), separada da fôrma (1). FIGURA 5 I: mostra em corte a base (2) das figuras 5G ou 5H com um complemento (31) de altura (H4). Isto significa que ao aumentarmos a altura (H1) da fôrma (refil) (1) poderemos substituir a base (2) ou acrescentar um complemento (31) de altura (H4) para atingirmos a altura desejada (H3+H4).

12 FIGURA 6: representa uma vista em planta de um elemento do sistema de fôrma com refil, mostrando a fôrma (refil) (1) com comprimentos C1 e C2, bordas (10) e inclinação (20), tendo como base (2) de apoio a fôrma plástica. FIGURA 6A: representa o corte 5 da figura 6 mostrando um elemento do sistema de fôrma com refil composto pela fôrma (refil) (1) e a base (2) em fôrma plástica. FIGURA 6B: mostra em corte o formato da fôrma (refil) (1) separada da base (2), com borda (16) de largura C6. A largura da parte inferior das nervuras (4 e 5) é dada pela fórmula C3=2xC6. A base (2) preenche todo o vazio (6) interno deixado pela fôrma (1). FIGURA 6C: o corte mostra que ao aumentarmos a largura (C8) da borda (16) teremos fôrmas (1) maiores (C1=C9) com nervuras horizontais (5) e verticais (4) mais largas. FIGURA 6D: mostra em corte o formato da base (2) em fôrma plástica separada da fôrma (1), com vazio (17) e furo (21) para evitar sucção. FIGURA 6E: mostra um corte ampliado e mais detalhado do formato da base (2) em fôrma plástica separada da fôrma (1), toda estruturada (19 e 34) inclusive a borda (16) para suportar os esforços construtivos, sendo o furo (21) responsável pela entrada de ar para evitar sucção e os furos (33) na estrutura (34) para encaixar ferramenta durante o processo de desforma. No furo (21) conforme figura 7A poderá ter uma válvula cuja função é controlar a entrada de ar abrindo ou fechando e com a vantagem de poder ser utilizada com ou sem a fôrma (refil) (1),

13 aumentando a vida útil da mesma. O sistema de fôrma com refil funciona muito bem, sem a necessidade da válvula (22), apenas utilizando o furo (21).

14 FIGURA 7: representa uma vista em planta da válvula (22) de entrada de ar utilizada na base (2) em fôrma plástica para evitar a sucção durante o processo de desforma. A válvula é composta por uma base (32) com rosca (29) interna e furo lateral (25) de entrada de ar, e um parafuso (24) para vedar o furo (21) da fôrma (2). A fixação da válvula (22) na fôrma (2) é feita através de dois arrebites (23) com arruela (26). FIGURA 7A: representa o corte 6 da figura 7 e um detalhe ampliado da figura 6E mostrando a válvula (22) de entrada de ar utilizada na base (2) em fôrma plástica para evitar a sucção durante o processo de desforma. A válvula é composta por uma base (32) com rosca (29) interna e furo lateral (25) de entrada de ar, e um parafuso (24) de ponta cônica para vedar o furo (21) da fôrma (2). A fixação da válvula (22) na fôrma (2) é feita através de dois arrebites (23) com arruela (26). Para que haja entrada de ar basta desenroscar o parafuso até que a ponta cônica fique abaixo do furo (25). O ar entra pelo furo (25) e sai no furo (21). Os elementos (19) representam a estrutura interna que dá rigidez para a base (2) em fôrma plástica.

15 FIGURA 7B: representa a figura 7A sem o parafuso (24) mostrando internamente a base (32) da válvula (22) com rosca (29), furo (25) de entrada de ar, furo (21) cônico (30) de saída de ar, utilizada na base (2) em fôrma plástica para evitar a sucção durante o processo de desforma. FIGURA 7C: representa o parafuso (24) separado da base (32) mostrando a rosca (27) e ponta cônica (28). 7. MONTAGEM Quanto à montagem da laje nervurada, começamos pela montagem dos conjuntos fôrma (refil) (1) com a base (2) que formam o sistema de fôrma com refil para depois colocarmos estes conjuntos sobre o tablado ou fôrma metálica de forma justaposta até completarmos o plano de laje. Poderemos ter conjuntos menores (C1/2 X C2) para completarmos as bordas da laje diminuindo o consumo de concreto. Em seguida são colocadas as armações (12) das nervuras (4 e 5) e a malha de capeamento (13) bem como as armações negativas e tubulações elétricas (14), e após tudo concluído faz-se a concretagem. Depois da cura do concreto fazse a desforma do tablado para em seguida retirar a base (2) e fôrma (refil) (1). Na utilização de base (2) em EPS ou similar a desforma é feita enfiando as mãos nos sulcos (7) e puxando, sem sucção, pois possui furo (9) para entrada de ar, e no caso de fôrma plástica (2) com furo (21) ou válvula (22) de entrada de ar para evitar sucção basta colocar uma ferramenta encaixando nos furos (33) e puxar. A fôrma (refil) (1) é bem flexível bastando puxar com alicate na estrutura de enrijecimento das bordas. Após a desforma estão prontas para serem reutilizadas.

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