Gestão Escolar. Existe milagre para o sucesso?

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2 Gestão Escolar Existe milagre para o sucesso? A reportagem de capa desta edição debate o tema Gestão Escolar, trazendo histórias e depoimentos de diretores de escolas públicas e privadas, secretários de educação, especialistas em Gestão Educacional, além de abordar o Programa Gestão Escolar de Qualidade, realizado em parceria entre a Fundação L Hermitage e a Fundación Chile. Por Patrícia Melo 34

3 Para abrir a matéria, a equipe da Revista Aprendizagem se propôs a ouvir quem está na ponta do processo educativo: o aluno. Por isso, Isadora Faber, 13 anos, estudante da 7ª série de uma escola municipal de Florianópolis (SC), vem representar esse grupo, levantando pontos que influenciam diretamente na Gestão Escolar. Com a Fan Page Diário de Classe (página de sua autoria criada em 11 de julho de 2012 em uma rede social), Isadora ficou conhecida em todo o Brasil não apenas por profissionais ligados à educação, mas também por cidadãos de diversas áreas do conhecimento, que acompanham suas postagens ou viram alguma reportagem sobre seu caso na imprensa nacional. O objetivo da página é mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Mais de 450 mil pessoas acompanham, comentam, sugerem, compartilham e algumas criticam seus posts, que vão desde informar o que foi servido na merenda até cobrar posições da gestão da escola sobre diferentes situações que envolvem a instituição. Pelo seu impacto na relação aluno x gestor escolar, Isadora estará na Educar/Educador 2013, participando da super mesa de debates Como é possível estabelecer uma interface criativa e construtiva entre a escola e as redes sociais? Crédito foto: Mel Faber Isadora Faber Os professores e a direção não querem ser questionados, tendo a ideia de que tudo se resolve dentro da escola. E isso não funciona mais. Os alunos estão aprendendo a usar as redes para cobrar um ensino com mais qualidade, melhor infraestrutura e denunciar descasos. Concordando ou não com a postura da aluna, o fato é que seu exemplo mostra que mudanças estão ocorrendo no que diz respeito à gestão educacional. Elas abrangem desde o desempenho, e seus limites, dos envolvidos com a educação (governo, diretor, professor, pais, alunos e toda a comunidade escolar), até as ferramentas utilizadas para avaliação e monitoramento da gestão (como as redes sociais). Com o avanço da tecnologia e da velocidade da informação, as novas mídias são as preferidas pelos adolescentes, podendo até ser considerada uma forma moderna da participação dos alunos no processo de gestão. Isadora não é a única... Isadora Faber não é a única estudante que vem utilizando a internet para exigir melhorias nas escolas. Muitos brasileiros se inspiraram na aluna, mas existem casos fora do Brasil, como na Escócia, com Martha Payne, de 9 anos. Desde abril ela mantém o blog NeverSeconds (É proibido repetir o prato), no qual comenta sobre a merenda escolar. Seu blog soma quase 8 milhões de visitas, mas semelhante ao caso de Isadora, muita gente não gostou nada da iniciativa. Como o conselho regional de educação, que proibiu Martha de fotografar a comida da escola. Porém, precisou voltar atrás com a decisão depois de várias reclamações dos fãs da escocesa. Atualmente, diferentes pessoas de todas as partes do mundo escrevem para Martha contando sobre a merenda de seus países. 35

4 Mas a escola está preparada para este novo tipo de diálogo? Para Isadora, não. Os professores e a direção não querem ser questionados, tendo a ideia de que tudo se resolve dentro da escola. E isso não funciona mais. Estamos no século XXI, na era da informática e da comunicação. Mas a escola ainda está no século XIX, no tempo do quadro negro e giz. Os alunos estão aprendendo a usar as redes para cobrar um ensino com mais qualidade, melhor infraestrutura e denunciar descasos. Para a Secretária Municipal de Educação de Foz do Iguaçu (PR), Joane Vilela Pinto, Isadora inova ao utilizar as redes sociais. Essa ação representa uma inovação na participação da gestão escolar. Entretanto, é preciso ser bastante ético quanto às postagens e respeitar a opinião das outras pessoas. Não digo isso em relação à página da Isadora, mas ao uso geral de instrumentos nas redes sociais. Para a Secretária, essa poderia ser até uma oportunidade da escola motivar o envolvimento dos alunos, trabalhando temas como responsabilidade e discernimento ao lidar com essa nova era, pois é assunto vital na contemporaneidade, imprescindível social e politicamente. O professor e doutor em Educação, Dirceu Ruaro, também Secretário Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Vitorino (PR), concorda que é preciso uma preparação muito mais intensa, por parte de todos os pares da educação, no que diz respeito ao uso das novas mídias. Por isso, seu pensamento é que, por enquanto, não é possível incluir as redes sociais em planos de gestão. Tenho meus receios. Meu medo é que a rede social sirva como uma espécie de desabafo ou desafios de todas as partes. Nem a escola, nem os jovens e seus familiares estão preparados para o bom uso das redes. Pode ser que daqui a algum tempo esta cultura mude. E aí sim, poderemos usar a tecnologia das redes para ganhos educacionais. Outras formas de diálogo Além da internet, existem outras maneiras para que alunos e gestores dialoguem. São os conselhos participativos, que possibilitam a contribuição decisiva na tomada de decisão e definição das politicas enquanto colegiado. No entanto, Joane Vilela faz um alerta. Embora eu veja muitas direções escolares comprometidas, também percebo algumas resistências silenciosas em relação às várias ações possibilitadas pela gestão democrática. Para a Secretária, o conselho participativo não é um movimento ingênuo, pois assume um grande papel na escola. Não se trata de simplesmente incluir o aluno nos conselhos escolares, mas sim de permitir que ele vivencie as experiências e se desenvolva com plenitude como ser humano. O município de Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba-PR) tem um forte trabalho de incentivo às escolas para a constituição desses conselhos. A atual gestão municipal vem trabalhando a cultura da gestão democrática ao longo dos anos. Transparência, autonomia, pluralismo de ideias e participação, são princípios que fundamentam o Projeto Político- -pedagógico assumido pela Secretaria Municipal de Educação. O grande objetivo é a garantia do acesso ao ensino e à aprendizagem de qualidade para todos, afirma a Secretária de Educação, Loireci Dalmolim de Oliveira. Para ela, o grande desafio é a democratização de fato e o constante aumento da participação de toda a comunidade escolar, desde os professores e funcionários até o real envolvimento da família com a aprendizagem dos filhos. Como envolvê-los na construção dos planos municipais de educação? Como implementar o orçamento participativo junto à comunidade, buscando o envolvimento e a valorização do bem público? Como buscar a harmonia entre os segmentos da educação para o fortalecimento da autonomia com responsabilidade? São desafios que precisamos vencer juntos, pois acredito que a gestão democrática significa construir caminhos possíveis por meio da avaliação constante do que foi realizado. Mas também é preciso abrir caminhos para a retomada de decisões quando houver necessidade e, nessa perspectiva, Piraquara tem avançado, ampliando o debate. Independente do caminho a ser seguido para a sua efetiva participação no cotidiano escolar, o estudante tem um papel primordial para a escola. O aluno é protagonista e não um número. É preciso que os gestores permitam que ele participe, incentivando ações como a formação do Grêmio Estudantil, abrindo espaços nos órgãos colegiados, dando voz e vez aos alunos, fala Wilson João Marcionilio Alvez, diretor do Colégio Estadual Manoel Ribas (Educação em Tempo Integral), de Curitiba (PR). Para ele, escola sem aluno é morta. É necessário ouvi-lo, até porque o jovem tem muito a contribuir com a gestão escolar. Quando oportunizamos que ele participe, automaticamente passa a fazer parte das decisões e dos acordos firmados, portanto, o ambiente tende a melhorar. Wilson cita o caso de Isadora como uma forma interessante de participação. Acredito que 36

5 toda comunidade deve ser co-partícipe do que ocorre na escola. Se mais alunos, pais, professores e funcionários monitorassem o dia a dia da instituição, com certeza o próprio poder público, órgão que formula as políticas e dá condições para que elas sejam implementadas, ficaria mais atento com o que ocorre na escola pública. Além da participação, a transparência é outro princípio da gestão democrática. Segundo Isadora, isso é fundamental para que os pais possam controlar as despesas da escola e cobrá-la, se for necessário. Para mim, toda escola deveria ter um painel, bem na entrada, informando sobre as contas mensais. Assim, todos teriam acesso a elas. A direção poderia também avisar os pais sempre que o filho falta à aula. Seria uma forma de cobrar da família uma atitude, pois acredito que ela participe pouco. Família x gestão escolar O papel do aluno perpassa pela família. Por isso, a persistência de Isadora em cobrar mais participação dos pais no dia a dia da escola. A Secretária de Educação de Foz do Iguaçu concorda, no entanto, explica que é necessário construir um vínculo entre a escola e a família, para que essa relação seja positiva. As redes de ensino, os municípios e as escolas devem elaborar políticas e programas que facilitem essa interação, fazendo as reflexões necessárias para que seja assegurado o acesso, a permanência e o sucesso do aluno. O Secretário de Vitorino, professor Dirceu Ruaro, complementa. Ele diz que de nada adianta os gestores pensarem e agirem para a melhoria das condições de ensino, se os alunos e os pais não se responsabilizarem e fizerem sua parte no processo de aprendizagem. Para aprender, não basta ir para a aula. É preciso que as famílias tomem posse da escola e não pensem que esta é do prefeito ou do secretário. Eles fazem a parte política do processo. Professores, coordenadores e diretores fazem a parte visível da estrutura e das condições de ensino. Mas os pais e alunos fazem o invisível, aquilo que deverá, na avaliação de desempenho, mostrar que as ações foram positivas ou negativas. Para Ruaro, o cotidiano escolar deveria ser parte essencial da vida familiar e não apenas um envolvimento casual durante uma palestra ou festa comemorativa. A relação entre família e escola é tão primordial, que se tornou indispensável dentro do Programa de Gestão Escolar de Qualidade criado há quase duas décadas pela Fundación Chile e trazido para o Brasil pela Fundação L Hermitage (com sede em Belo Horizonte e atuação nacional). Essa parceria possibilita um intercâmbio de experiências com a instituição chilena, que já atuou em centenas de escolas de educação básica do Chile. Guiomar Namo de Mello é a presidente do Conselho Nacional de Certificação da Qualidade na Gestão Escolar desde 2010, ano em que o programa foi instaurado. Para Guiomar, que também preside o Conselho Estadual de Educação de São Paulo, uma gestão de qualidade estabelece com a família uma parceria para que os pais façam a sua parte na escolaridade dos filhos. Mas, para que você possa conhecer um pouco mais sobre o programa Gestão Escolar de Qualidade, a Revista Aprendizagem conversou com os diretores de duas escolas certificadas: a Escola Estadual Professora Carolina Augusta Seraphim (Rio Claro-SP) e Colégio Notre Dame (Campinas-SP). Programa Gestão Escolar de Qualidade Aberto para todas as escolas, pública e privada (para adesão, ver mais detalhes no site o programa inicia com um diagnóstico, realizado pelos membros da própria equipe escolar somado à consultoria de um técnico da Fundação L Hermitage. O diagnóstico tem como base uma enquete completa, que aborda diversas perguntas (chamadas de descritores) sobre a realidade da escola, envolvendo as seguintes áreas: orientação para os alunos, família e comunidade; liderança da direção; gestão do desenvolvimento profissional; planejamento institucional; gestão de processos e gestão de resultados. Depois de levantar todas as informações necessárias para o programa, a equipe elabora seu plano de melhoria da gestão, e logo começa sua implementação, que leva pelo menos um ano (todo esse processo sempre apoiado pelo consultor da Fundação L Hermitage). Quando as ações são bem sucedidas, a escola fica mais fortalecida e sua organização mais eficiente e eficaz, produzindo avanço nos resultados dos alunos, explica Guiomar. Após concretizar o plano de melhoria de gestão, a escola se candidata a uma avaliação externa, que considera se cada descritor do momento do diagnóstico foi atendido, ou não. Os resultados são submetidos ao Conselho Nacional de Certificação da Qualidade da Gestão Escolar, que decide se a escola irá receber o selo de melhor gestão, já estabelecendo por quanto tempo (no máximo dois ou três anos). 37

6 Crédito foto: Acervo Pessoal Guiomar Namo de Mello Quando as ações são bem sucedidas, a escola fica mais fortalecida e sua organização mais eficiente e eficaz, produzindo avanço nos resultados dos alunos. Depois da validade da certificação, a escola entra no Ciclo de Melhoramento Contínuo, um sistema de análise e tomada de decisões estratégicas que conduz ao desenvolvimento das escolas, com base na melhoria permanente da gestão. Sua finalidade é gerar condições que permitam o cumprimento do Projeto Educativo Institucional. O ciclo consiste no desenvolvimento de uma postura de nunca parar de refletir sobre os resultados e a prática de todos na busca pela qualidade da aprendizagem dos alunos, aplicando os critérios de avaliação, corrigindo, fazendo ajustes, retroalimentando a equipe, conclui a presidente do Conselho Nacional de Certificação da Qualidade na Gestão Escolar. Depois da validade da certificação, a escola entra no Ciclo de Melhoramento Contínuo, um sistema de análise e tomada de decisões estratégicas que conduz ao desenvolvimento das escolas, com base na melhoria permanente da gestão. Sua finalidade é gerar condições que permitam o cumprimento do Projeto Educativo Institucional. O ciclo consiste no desenvolvimento de uma postura de nunca parar de refletir sobre os resultados e a prática de todos na busca pela qualidade da aprendizagem dos alunos, aplicando os critérios de avaliação, corrigindo, fazendo ajustes, retroalimentando a equipe, conclui a presidente do Conselho Nacional de Certificação da Qualidade na Gestão Escolar. Os gestores Soráia Pessoa Vieira, diretora da Escola Estadual Professora Carolina Augusta Seraphim, e Lorenço Junklaus, diretor pedagógico geral do Colégio Notre Dame, trilharam todo esse caminho. São exemplos de escolas não apenas certificadas pelo programa, mas de instituições que olharam para o futuro e desejaram mudar o presente. Soráia explica que o desenvolvimento do programa de certificação ocorreu por meio de ações coletivas e participativas, levando a comunidade escolar e se identificar com os valores agregados à proposta. A gestora conta que foram vários os motivos que levaram a escola aderir ao Gestão Escolar de Qualidade, mas destaca dois: identificar e definir os principais problemas que afetavam a instituição na busca de resultados desejados e na realização da missão, bem como a melhoria dos processos de gestão, das condições institucionais, assim como dos seus resultados. Já para o diretor do Colégio Notre Dame, a conquista do selo significa o compromisso da equipe diretiva com a reflexão permanente sobre a forma como a instituição conduz seus processos internos, tendo como base o ciclo: avaliar, planejar, fazer, reavaliar, replanejar e refazer. O objetivo estava na administração dos processos pedagógicos de maneira consciente, com controle sobre todas as suas etapas, levantando falhas e buscando estratégias de superação das fragilidades. Tudo isso com o propósito de ofertar um serviço educacional de alta qualidade ao nosso aluno. Soráia e Lorenço elegeram alguns dos benefícios gerados pelo programa, como por exemplo: o fortalecimento institucional com foco na aprendizagem e melhoria dos indicadores de desempenho; aperfeiçoamento da gestão a partir do contexto; administração com foco nos resultados; plano estratégico para melhoria contínua; desenvolvimento da liderança diretiva; criação de uma cultura de colaboração e profissionalização das relações na instituição. Uma vez conquistado o selo de Gestão Escolar de Qualidade, outros pontos positivos surgem, como a motivação para os gestores e público interno, além do diferencial de mercado e a valorização da escola. Guiomar de Mello ratifica que muitas são as vantagens do programa, tanto para a escola pública quanto para a particular. No entanto, ela levanta algumas diferenças. No caso da escola privada o selo pode ter um significado de uma garantia aos pais, que pagam as mensalidades da escola, de que o dinheiro e os recursos humanos e técnicos estão, de fato, a serviço da aprendizagem das crianças. Já para uma escola pública, todo o programa pode ser um incentivo e uma oportunidade de conduzir um processo sistemático de reflexão e diagnóstico, além de firmar cumplicidade entre os membros da equipe para promover a educação dos alunos. 38

7 Crédito foto: Acervo Pessoal Lorenço Junklaus Colégio Notre Dame é destaque do Programa Gestão Escolar de Qualidade ao receber antecipadamente a certificação do Programa por causa da velocidade na implementação de melhorias. Soráia afirma que a escola pública enfrenta várias problemáticas, principalmente de ordem disciplinar e a carência do profissional habilitado, no caso o professor. A instituição pública exige a reconstrução das relações de poder na escola. Para isso, o programa Gestão Escolar de Qualidade proporciona procedimentos institucionalizados de análise dos sistemas, com base objetiva. Uma gestão com qualidade está diretamente ligada a bons resultados. Com a prática do programa, a Escola Estadual Professora Carolina Augusta Seraphim vem mantendo resultados satisfatórios em diferentes avaliações aplicadas às escolas públicas, como o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) e Prova Brasil. Além disso, tem índices de destaque no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) e no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Somos uma, das mais das escolas públicas do Estado de São Paulo, a instalar-se entre as melhores do Brasil, fala com orgulho a diretora. Realmente não existe milagre para o sucesso nos índices de avaliação? Com o objetivo de compartilhar cases de sucesso, a próxima edição da Educar/Educador tem em sua programação o talk show Não existe milagre: a fórmula nada secreta de experiências de qualidade na educação, com representantes da Escola Sesc Ensino Médio (Rio de Janeiro), Escola Vittra Telefonplan (Estocolmo), Colégio Militar, Instituto Dom Barreto (Piauí), Colégio Vértice (São Paulo) e a Secretária de Educação de Foz Iguaçu, Joane Vilela (das dez melhores escolas públicas do Brasil nas séries iniciais do ensino fundamental que se destacaram no Ideb, três são desse município). Foz do Iguaçu teve um grande destaque no último Ideb. A primeira colocada no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, a Escola Santa Rita de Cássia, alcançou a nota 8,6 (ficando ao lado da Escola Carmelita Dramis, em Itaú de Minas, em Minas Gerais). Ao fazer uma análise sobre quais motivos levaram a esse resultado, a Secretária considera que o fato que mais contribuiu foi o engajamento dos professores e a tomada de decisão dos gestores escolares, que aprovaram e se empenharam para que fosse concretizada a meta de melhoria na qualidade de ensino, consequentemente, a notável melhoria no Ideb. O resultado alcançado no nosso município quebra vários paradigmas ao mostrar que, apesar das diferenças geográficas, socioeconômicas, educacionais e culturais é possível apresentar um trabalho conjunto, de persistência e determinação. Crédito foto: Acervo Pessoal Joane Vilela Pinto O resultado alcançado no nosso município quebra vários paradigmas ao mostrar que, apesar das diferenças geográficas, socioeconômicas, educacionais e culturais é possível apresentar um trabalho conjunto, de persistência e determinação. 39

8 Joane conta que o professor precisava ter reconhecimento da sua importância, para que houvesse uma forte influência positiva na forma como a sociedade enxergava a questão educacional e os profissionais envolvidos. A motivação, o compromisso e a responsabilidade de todos foram fatores determinantes, criando um ambiente colaborativo com a existência de troca e apoio mútuo. Proliferaram atitudes criativas e inovadoras para o enfrentamento dos problemas. Assim, gradativamente a rede criou uma política pública de educação, procurando garantir, apesar da realidade socioeconômica, o direito de aprender de crianças e adolescentes. Alguns eixos marcaram a gestão de Joane à frente da Secretaria Municipal de Educação: o fortalecimento da gestão escolar e da ação pedagógica, bem como a melhoria da infraestrutura. Quando pensamos em gestão escolar não devemos esquecer o planejamento, a definição de prioridades, a importância do vínculo com a comunidade, a aproximação dos pais e o engajamento de toda a sociedade. Também devemos sempre lembrar da gestão eficiente dos recursos, algo que é imprescindível, embora ainda pouco discutido e desconhecido por muitos, além da aprendizagem dos alunos, eixo central de qualquer gestão educacional. O município de Vitorino também se destacou, conquistando o 4º lugar no Ideb no Paraná. O Secretário de Educação do Município argumenta que a rede escolar precisa agir na busca de melhorias, traçando metas e ações que concretamente tragam os resultados almejados. As escolas precisam envolver desde motoristas, passando pelos técnico-administrativos, professores, alunos e especialmente os pais. Sem a participação e a responsabilidade de todos não se alcança resultado satisfatório. Para Dirceu Ruaro, foi exatamente isso que aconteceu em Vitorino. O Secretário ainda diz que a rede pública de ensino precisa trabalhar com princípios básicos, como o da educação como direito de todos os cidadãos; a valorização dos profissionais; a garantia de escola pública, gratuita e de qualidade; o atendimento à diversidade cultural e a gestão escolar democrática, participativa e colegiada. A Escola Estadual Manoel Ribas, dirigida por Wilson, vem se destacando como um caso de persistência para a melhoria dos seus índices. A escola fica próxima à Vila das Torres, uma das regiões mais carentes da capital paranaense. Por isso, a implantação da educação em tempo integral colaborou para esse crescimento. Os resultados que alcançamos vêm da forma como empreendemos a gestão, mostrando aos pais que é fundamental a sua participação no processo de ensino-aprendizagem, envolvendo a todos nas decisões que necessitam ser tomadas. O diretor diz que, quando se estabelece metas claras, os resultados no ensino-aprendizagem tendem a crescer, pois há um maior envolvimento entre professores, alunos, pais e funcionários, em prol da melhoria da escola. IDEB O Ideb foi criado pelo Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2007, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação. Esse índice é calculado com base na taxa de rendimento escolar (aprovação e evasão) e no desempenho dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e na Prova Brasil. O mecanismo foi muito bem avaliado por especialistas por unir esses fatores: quanto maior for a nota da instituição no teste e quanto menos repetências ela registrar, melhor será a sua classificação, numa escala de 0 a 10. Se uma escola passar seus alunos de ano sem que eles tenham realmente aprendido, por exemplo, isso ficará claro a partir da análise do desempenho dela no Ideb. 40

9 Como estar preparado? Diante de tantos desafios, o gestor escolar deve buscar mecanismos para se qualificar e estar preparado para enfrentar o dia a dia de uma escola, em todas as suas áreas. Por isso, a capacitação é fundamental. É imprescindível que o gestor escolar participe de programas de formação continuada para que possa fortalecer sua prática individual e coletiva. Esses momentos podem e devem ser garantidos todos os anos pelas Secretarias Municipais de Educação e outros órgãos da educação pública, no sentido de instrumentalizar o gestor tecnicamente (para o desempenho de suas atribuições) e politicamente (na ação articuladora pelo bem comum), explica Claudia Maria da Cruz, membro do Conselho Estadual de Educação do Paraná e ex-presidente da UNDIME-PR. De acordo com Cláudia, para que a escola possa produzir efeitos transformadores na vida dos alunos, dos seus profissionais e da comunidade escolar, o líder educacional precisa compreender a dinâmica do mundo da educação e a praticá-la. Portanto, estar em constante formação é critério número um do sucesso de sua ação gestora. Para Dirceu Ruaro, muitas pessoas pensam que a capacitação para a gestão ocorre em um passe de mágica. A gestão escolar exige conhecimentos de técnicas de gestão, de relacionamentos, de interação, de tomada de decisões, de processos administrativos e pedagógicos. De acordo com o Secretário, o problema é que, para ser gestor, é preciso estar disposto a partilhar responsabilidades. No entanto, ainda existe a ideia de tutelamento. É muito melhor ter alguém que assuma as coisas (sucessos e fracassos) do que participar ativamente do processo. Por isso, oportunizamos em Vitorino, por intermédio do Ministério da Educação (MEC), o Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica Pública e o Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais de Educação (Pradime). Ações que ainda estão em andamento, mas que já revelam bons resultados. As capacitações colocam os gestores educacionais em contato com novos estudos, teorias e experiências, que somente fazem sentido quando o profissional estabelece relações associadas com a prática. Melhorar a gestão escolar através de momentos de capacitações envolve rever paradigmas, na forma de interpretar, analisar, sistematizar e responder à velocidade das mudanças dentro e fora da educação. Por isso, a 20ª Educar/Educador trará, mais uma vez, palestrantes nacionais e internacionais para abordar o tema durante o 9º Educador Management Seminário Internacional de Gestão em Educação. Renato Casagrande, especialista há mais de 20 anos em Gestão Educacional, fará parte desse time. Casagrande é o idealizador e coordenador do Programa Avançado de Gestão Educacional, o PAGE 8. Recentemente, todos os diretores e vice-diretores da rede municipal de ensino de Curitiba participaram desse curso, que aborda os oito papéis do gestor escolar (mentor, facilitador, monitor, coordenador, diretor, produtor, negociador e empreendedor) contextualizados com teorias e práticas da Administração. De forma prática, os gestores aprendem a implantar metodologias e técnicas que transformam o cotidiano da gestão escolar. São palestras, oficinas e coaching, bem como as videoaulas que estão à disposição do participante em uma plataforma EaD, diz Renato. Além de exercitar os papéis do gestor, as atividades têm como foco as competências estratégicas e técnicas nas áreas da instituição de ensino. Não podemos mais dividir essa gestão apenas em pedagógica e administrativa. Hoje, existem outras competências que ajudam a conquistar resultados de qualidade, como a estratégica, financeira, pessoas, comunicação, legislação e tecnologia, explica Casagrande. Crédito foto: Alleanza Brasil Renato Casagrande Não podemos mais dividir essa gestão apenas em pedagógica e administrativa. Hoje, existem outras competências que ajudam a conquistar resultados de qualidade, como a estratégica, financeira, pessoas, comunicação, legislação e tecnologia. 41

10 Empresa-escola Francisco de Moraes, pedagogo pela Unesp, ocupou diversos cargos no Senac São Paulo, foi diretor de escola técnica do Centro Paula Souza, membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo e consultor da UNESCO no Brasil. Moraes é autor do livro Empresas-escola: educação para o trabalho versus educação pelo trabalho, publicado por Senac Editoras, em junho de 2010 (2ª edição em maio de 2012). O especialista explica que o conceito de empresa-escola, adotado em seu livro, refere-se a empresas ou estabelecimentos (unidades ou departamentos de organizações públicas ou privadas) que têm a dupla missão institucional de realizar atuação produtiva e ofertar cursos regulamentados de educação técnica de nível médio ou superior. Ele diferencia esse termo de outro conceito, as empresas pedagógicas desenvolvido internamente no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) para designar os ambientes e a metodologia de aprendizagem que envolve o atendimento de clientes e usuários em situações concretas, sem que necessariamente os cursos vinculados sejam regulamentados. Muitas das empresas pedagógicas do Senac se enquadram no conceito de empresa-escola, assim como todas as empresas-escola têm as mesmas características das empresas pedagógicas, com ambiente educacional especial e uso de metodologia que deve envolver práticas profissionais e estudos integrados com orientações estruturadas e bem planejadas para garantir a aprendizagem eficaz, diz Moraes. A atuação do gestor educacional dentro do contexto das duas situações explanadas por Francisco se assemelha com as histórias e depoimentos de toda esta reportagem. O gestor educacional deve garantir a boa atuação dos docentes e outros trabalhadores contratados, assim como a integração com a boa atuação profissional dos estudantes aprendizes, garantindo que a aprendizagem ocorra eficazmente e em congruência com a excelência dos serviços prestados ou dos produtos fabricados. Nas pequenas unidades, esse profissional acumula as funções de um gestor geral, cuidando também de aspectos financeiros, mercadológicos e operacionais. Já nas unidades maiores, o gestor deve integrar um corpo diretivo para assegurar o cumprimento equilibrado de metas e objetivos gerenciais e educacionais, argumenta o especialista. Francisco de Moraes Autor do livro Empresas-escola: educação para o trabalho versus educação pelo trabalho 42

11 Experiências como o Educar/Educador e o PAGE 8 fazem a diferença, especialmente nos processos e relações que não se desenvolvem com formação em Pedagogia e outras licenciaturas ou na prática de sala de aula. O gestor precisa saber ouvir, intervir na hora certa, dizer sim quando possível e não quando necessário. E isso requer formação. O curso de Pedagogia oferece uma boa base para o dia a dia na função de diretor, mas penso que, no mínimo, o gestor deve ser um especialista na área de gestão escolar, argumenta Wilson. A Secretária de Educação de Foz do Iguaçu concorda e ainda complementa. Gestão escolar, de aprendizagem, administrativa e gestão pública. Esses são fatores importantíssimos, mas complexos, pois exigem conhecimento e enfrentamento, muitas vezes desproporcionais. Precisei buscar respostas para tudo. Gostei do meu curso de Letras porque me permitiu algum conhecimento para a atuação em sala de aula, mas em absolutamente nada como gestora educacional. Para Joane, a gestão pública apresenta uma série de dificuldades, como o excesso de burocracia, recursos escassos, lentidão nos processos, desmotivação, barreiras que podem induzir o gestor a não tentar implementar as melhorias necessárias. Entretanto, para ela, apesar das dificuldades, é possível consolidar mudanças. A gestão pública pressupõe situações que perpassam pelo planejamento estratégico, eficiência de processos, gerenciamento de projetos e expectativas, mensuração de resultados, formação de boas equipes, construção de alianças, discernimento entre desafios de liderança, definição de prioridades e conhecimento de experiências com êxito. Por isso, vale a pena sair das quatro paredes. Depois desses relatos de persistências e busca pela qualidade, você ainda acredita que existe segredo? O investimento na melhoria contínua na qualificação profissional certamente é um dos caminhos para o alcance de resultados positivos e preparação eficiente para o desempenho como gestor educacional, seja como diretor, vice-diretor ou no cargo de secretário de educação. Patrícia Melo Jornalista desde 2001 e há sete anos atua em benefício da Educação por meio da Comunicação. Especialista em Comunicação Audiovisual e Sociologia Política. Empreendedora, criou a Presença Comunicação Educacional, que tem como objetivo a produção de textos, entrevistas, reportagens e projetos comunicacionais direcionados especialmente ao universo educacional. facebook.com/presencaeducacional 43

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