Gestão Escolar. Existe milagre para o sucesso?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão Escolar. Existe milagre para o sucesso?"

Transcrição

1

2 Gestão Escolar Existe milagre para o sucesso? A reportagem de capa desta edição debate o tema Gestão Escolar, trazendo histórias e depoimentos de diretores de escolas públicas e privadas, secretários de educação, especialistas em Gestão Educacional, além de abordar o Programa Gestão Escolar de Qualidade, realizado em parceria entre a Fundação L Hermitage e a Fundación Chile. Por Patrícia Melo 34

3 Para abrir a matéria, a equipe da Revista Aprendizagem se propôs a ouvir quem está na ponta do processo educativo: o aluno. Por isso, Isadora Faber, 13 anos, estudante da 7ª série de uma escola municipal de Florianópolis (SC), vem representar esse grupo, levantando pontos que influenciam diretamente na Gestão Escolar. Com a Fan Page Diário de Classe (página de sua autoria criada em 11 de julho de 2012 em uma rede social), Isadora ficou conhecida em todo o Brasil não apenas por profissionais ligados à educação, mas também por cidadãos de diversas áreas do conhecimento, que acompanham suas postagens ou viram alguma reportagem sobre seu caso na imprensa nacional. O objetivo da página é mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Mais de 450 mil pessoas acompanham, comentam, sugerem, compartilham e algumas criticam seus posts, que vão desde informar o que foi servido na merenda até cobrar posições da gestão da escola sobre diferentes situações que envolvem a instituição. Pelo seu impacto na relação aluno x gestor escolar, Isadora estará na Educar/Educador 2013, participando da super mesa de debates Como é possível estabelecer uma interface criativa e construtiva entre a escola e as redes sociais? Crédito foto: Mel Faber Isadora Faber Os professores e a direção não querem ser questionados, tendo a ideia de que tudo se resolve dentro da escola. E isso não funciona mais. Os alunos estão aprendendo a usar as redes para cobrar um ensino com mais qualidade, melhor infraestrutura e denunciar descasos. Concordando ou não com a postura da aluna, o fato é que seu exemplo mostra que mudanças estão ocorrendo no que diz respeito à gestão educacional. Elas abrangem desde o desempenho, e seus limites, dos envolvidos com a educação (governo, diretor, professor, pais, alunos e toda a comunidade escolar), até as ferramentas utilizadas para avaliação e monitoramento da gestão (como as redes sociais). Com o avanço da tecnologia e da velocidade da informação, as novas mídias são as preferidas pelos adolescentes, podendo até ser considerada uma forma moderna da participação dos alunos no processo de gestão. Isadora não é a única... Isadora Faber não é a única estudante que vem utilizando a internet para exigir melhorias nas escolas. Muitos brasileiros se inspiraram na aluna, mas existem casos fora do Brasil, como na Escócia, com Martha Payne, de 9 anos. Desde abril ela mantém o blog NeverSeconds (É proibido repetir o prato), no qual comenta sobre a merenda escolar. Seu blog soma quase 8 milhões de visitas, mas semelhante ao caso de Isadora, muita gente não gostou nada da iniciativa. Como o conselho regional de educação, que proibiu Martha de fotografar a comida da escola. Porém, precisou voltar atrás com a decisão depois de várias reclamações dos fãs da escocesa. Atualmente, diferentes pessoas de todas as partes do mundo escrevem para Martha contando sobre a merenda de seus países. 35

4 Mas a escola está preparada para este novo tipo de diálogo? Para Isadora, não. Os professores e a direção não querem ser questionados, tendo a ideia de que tudo se resolve dentro da escola. E isso não funciona mais. Estamos no século XXI, na era da informática e da comunicação. Mas a escola ainda está no século XIX, no tempo do quadro negro e giz. Os alunos estão aprendendo a usar as redes para cobrar um ensino com mais qualidade, melhor infraestrutura e denunciar descasos. Para a Secretária Municipal de Educação de Foz do Iguaçu (PR), Joane Vilela Pinto, Isadora inova ao utilizar as redes sociais. Essa ação representa uma inovação na participação da gestão escolar. Entretanto, é preciso ser bastante ético quanto às postagens e respeitar a opinião das outras pessoas. Não digo isso em relação à página da Isadora, mas ao uso geral de instrumentos nas redes sociais. Para a Secretária, essa poderia ser até uma oportunidade da escola motivar o envolvimento dos alunos, trabalhando temas como responsabilidade e discernimento ao lidar com essa nova era, pois é assunto vital na contemporaneidade, imprescindível social e politicamente. O professor e doutor em Educação, Dirceu Ruaro, também Secretário Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Vitorino (PR), concorda que é preciso uma preparação muito mais intensa, por parte de todos os pares da educação, no que diz respeito ao uso das novas mídias. Por isso, seu pensamento é que, por enquanto, não é possível incluir as redes sociais em planos de gestão. Tenho meus receios. Meu medo é que a rede social sirva como uma espécie de desabafo ou desafios de todas as partes. Nem a escola, nem os jovens e seus familiares estão preparados para o bom uso das redes. Pode ser que daqui a algum tempo esta cultura mude. E aí sim, poderemos usar a tecnologia das redes para ganhos educacionais. Outras formas de diálogo Além da internet, existem outras maneiras para que alunos e gestores dialoguem. São os conselhos participativos, que possibilitam a contribuição decisiva na tomada de decisão e definição das politicas enquanto colegiado. No entanto, Joane Vilela faz um alerta. Embora eu veja muitas direções escolares comprometidas, também percebo algumas resistências silenciosas em relação às várias ações possibilitadas pela gestão democrática. Para a Secretária, o conselho participativo não é um movimento ingênuo, pois assume um grande papel na escola. Não se trata de simplesmente incluir o aluno nos conselhos escolares, mas sim de permitir que ele vivencie as experiências e se desenvolva com plenitude como ser humano. O município de Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba-PR) tem um forte trabalho de incentivo às escolas para a constituição desses conselhos. A atual gestão municipal vem trabalhando a cultura da gestão democrática ao longo dos anos. Transparência, autonomia, pluralismo de ideias e participação, são princípios que fundamentam o Projeto Político- -pedagógico assumido pela Secretaria Municipal de Educação. O grande objetivo é a garantia do acesso ao ensino e à aprendizagem de qualidade para todos, afirma a Secretária de Educação, Loireci Dalmolim de Oliveira. Para ela, o grande desafio é a democratização de fato e o constante aumento da participação de toda a comunidade escolar, desde os professores e funcionários até o real envolvimento da família com a aprendizagem dos filhos. Como envolvê-los na construção dos planos municipais de educação? Como implementar o orçamento participativo junto à comunidade, buscando o envolvimento e a valorização do bem público? Como buscar a harmonia entre os segmentos da educação para o fortalecimento da autonomia com responsabilidade? São desafios que precisamos vencer juntos, pois acredito que a gestão democrática significa construir caminhos possíveis por meio da avaliação constante do que foi realizado. Mas também é preciso abrir caminhos para a retomada de decisões quando houver necessidade e, nessa perspectiva, Piraquara tem avançado, ampliando o debate. Independente do caminho a ser seguido para a sua efetiva participação no cotidiano escolar, o estudante tem um papel primordial para a escola. O aluno é protagonista e não um número. É preciso que os gestores permitam que ele participe, incentivando ações como a formação do Grêmio Estudantil, abrindo espaços nos órgãos colegiados, dando voz e vez aos alunos, fala Wilson João Marcionilio Alvez, diretor do Colégio Estadual Manoel Ribas (Educação em Tempo Integral), de Curitiba (PR). Para ele, escola sem aluno é morta. É necessário ouvi-lo, até porque o jovem tem muito a contribuir com a gestão escolar. Quando oportunizamos que ele participe, automaticamente passa a fazer parte das decisões e dos acordos firmados, portanto, o ambiente tende a melhorar. Wilson cita o caso de Isadora como uma forma interessante de participação. Acredito que 36

5 toda comunidade deve ser co-partícipe do que ocorre na escola. Se mais alunos, pais, professores e funcionários monitorassem o dia a dia da instituição, com certeza o próprio poder público, órgão que formula as políticas e dá condições para que elas sejam implementadas, ficaria mais atento com o que ocorre na escola pública. Além da participação, a transparência é outro princípio da gestão democrática. Segundo Isadora, isso é fundamental para que os pais possam controlar as despesas da escola e cobrá-la, se for necessário. Para mim, toda escola deveria ter um painel, bem na entrada, informando sobre as contas mensais. Assim, todos teriam acesso a elas. A direção poderia também avisar os pais sempre que o filho falta à aula. Seria uma forma de cobrar da família uma atitude, pois acredito que ela participe pouco. Família x gestão escolar O papel do aluno perpassa pela família. Por isso, a persistência de Isadora em cobrar mais participação dos pais no dia a dia da escola. A Secretária de Educação de Foz do Iguaçu concorda, no entanto, explica que é necessário construir um vínculo entre a escola e a família, para que essa relação seja positiva. As redes de ensino, os municípios e as escolas devem elaborar políticas e programas que facilitem essa interação, fazendo as reflexões necessárias para que seja assegurado o acesso, a permanência e o sucesso do aluno. O Secretário de Vitorino, professor Dirceu Ruaro, complementa. Ele diz que de nada adianta os gestores pensarem e agirem para a melhoria das condições de ensino, se os alunos e os pais não se responsabilizarem e fizerem sua parte no processo de aprendizagem. Para aprender, não basta ir para a aula. É preciso que as famílias tomem posse da escola e não pensem que esta é do prefeito ou do secretário. Eles fazem a parte política do processo. Professores, coordenadores e diretores fazem a parte visível da estrutura e das condições de ensino. Mas os pais e alunos fazem o invisível, aquilo que deverá, na avaliação de desempenho, mostrar que as ações foram positivas ou negativas. Para Ruaro, o cotidiano escolar deveria ser parte essencial da vida familiar e não apenas um envolvimento casual durante uma palestra ou festa comemorativa. A relação entre família e escola é tão primordial, que se tornou indispensável dentro do Programa de Gestão Escolar de Qualidade criado há quase duas décadas pela Fundación Chile e trazido para o Brasil pela Fundação L Hermitage (com sede em Belo Horizonte e atuação nacional). Essa parceria possibilita um intercâmbio de experiências com a instituição chilena, que já atuou em centenas de escolas de educação básica do Chile. Guiomar Namo de Mello é a presidente do Conselho Nacional de Certificação da Qualidade na Gestão Escolar desde 2010, ano em que o programa foi instaurado. Para Guiomar, que também preside o Conselho Estadual de Educação de São Paulo, uma gestão de qualidade estabelece com a família uma parceria para que os pais façam a sua parte na escolaridade dos filhos. Mas, para que você possa conhecer um pouco mais sobre o programa Gestão Escolar de Qualidade, a Revista Aprendizagem conversou com os diretores de duas escolas certificadas: a Escola Estadual Professora Carolina Augusta Seraphim (Rio Claro-SP) e Colégio Notre Dame (Campinas-SP). Programa Gestão Escolar de Qualidade Aberto para todas as escolas, pública e privada (para adesão, ver mais detalhes no site o programa inicia com um diagnóstico, realizado pelos membros da própria equipe escolar somado à consultoria de um técnico da Fundação L Hermitage. O diagnóstico tem como base uma enquete completa, que aborda diversas perguntas (chamadas de descritores) sobre a realidade da escola, envolvendo as seguintes áreas: orientação para os alunos, família e comunidade; liderança da direção; gestão do desenvolvimento profissional; planejamento institucional; gestão de processos e gestão de resultados. Depois de levantar todas as informações necessárias para o programa, a equipe elabora seu plano de melhoria da gestão, e logo começa sua implementação, que leva pelo menos um ano (todo esse processo sempre apoiado pelo consultor da Fundação L Hermitage). Quando as ações são bem sucedidas, a escola fica mais fortalecida e sua organização mais eficiente e eficaz, produzindo avanço nos resultados dos alunos, explica Guiomar. Após concretizar o plano de melhoria de gestão, a escola se candidata a uma avaliação externa, que considera se cada descritor do momento do diagnóstico foi atendido, ou não. Os resultados são submetidos ao Conselho Nacional de Certificação da Qualidade da Gestão Escolar, que decide se a escola irá receber o selo de melhor gestão, já estabelecendo por quanto tempo (no máximo dois ou três anos). 37

6 Crédito foto: Acervo Pessoal Guiomar Namo de Mello Quando as ações são bem sucedidas, a escola fica mais fortalecida e sua organização mais eficiente e eficaz, produzindo avanço nos resultados dos alunos. Depois da validade da certificação, a escola entra no Ciclo de Melhoramento Contínuo, um sistema de análise e tomada de decisões estratégicas que conduz ao desenvolvimento das escolas, com base na melhoria permanente da gestão. Sua finalidade é gerar condições que permitam o cumprimento do Projeto Educativo Institucional. O ciclo consiste no desenvolvimento de uma postura de nunca parar de refletir sobre os resultados e a prática de todos na busca pela qualidade da aprendizagem dos alunos, aplicando os critérios de avaliação, corrigindo, fazendo ajustes, retroalimentando a equipe, conclui a presidente do Conselho Nacional de Certificação da Qualidade na Gestão Escolar. Depois da validade da certificação, a escola entra no Ciclo de Melhoramento Contínuo, um sistema de análise e tomada de decisões estratégicas que conduz ao desenvolvimento das escolas, com base na melhoria permanente da gestão. Sua finalidade é gerar condições que permitam o cumprimento do Projeto Educativo Institucional. O ciclo consiste no desenvolvimento de uma postura de nunca parar de refletir sobre os resultados e a prática de todos na busca pela qualidade da aprendizagem dos alunos, aplicando os critérios de avaliação, corrigindo, fazendo ajustes, retroalimentando a equipe, conclui a presidente do Conselho Nacional de Certificação da Qualidade na Gestão Escolar. Os gestores Soráia Pessoa Vieira, diretora da Escola Estadual Professora Carolina Augusta Seraphim, e Lorenço Junklaus, diretor pedagógico geral do Colégio Notre Dame, trilharam todo esse caminho. São exemplos de escolas não apenas certificadas pelo programa, mas de instituições que olharam para o futuro e desejaram mudar o presente. Soráia explica que o desenvolvimento do programa de certificação ocorreu por meio de ações coletivas e participativas, levando a comunidade escolar e se identificar com os valores agregados à proposta. A gestora conta que foram vários os motivos que levaram a escola aderir ao Gestão Escolar de Qualidade, mas destaca dois: identificar e definir os principais problemas que afetavam a instituição na busca de resultados desejados e na realização da missão, bem como a melhoria dos processos de gestão, das condições institucionais, assim como dos seus resultados. Já para o diretor do Colégio Notre Dame, a conquista do selo significa o compromisso da equipe diretiva com a reflexão permanente sobre a forma como a instituição conduz seus processos internos, tendo como base o ciclo: avaliar, planejar, fazer, reavaliar, replanejar e refazer. O objetivo estava na administração dos processos pedagógicos de maneira consciente, com controle sobre todas as suas etapas, levantando falhas e buscando estratégias de superação das fragilidades. Tudo isso com o propósito de ofertar um serviço educacional de alta qualidade ao nosso aluno. Soráia e Lorenço elegeram alguns dos benefícios gerados pelo programa, como por exemplo: o fortalecimento institucional com foco na aprendizagem e melhoria dos indicadores de desempenho; aperfeiçoamento da gestão a partir do contexto; administração com foco nos resultados; plano estratégico para melhoria contínua; desenvolvimento da liderança diretiva; criação de uma cultura de colaboração e profissionalização das relações na instituição. Uma vez conquistado o selo de Gestão Escolar de Qualidade, outros pontos positivos surgem, como a motivação para os gestores e público interno, além do diferencial de mercado e a valorização da escola. Guiomar de Mello ratifica que muitas são as vantagens do programa, tanto para a escola pública quanto para a particular. No entanto, ela levanta algumas diferenças. No caso da escola privada o selo pode ter um significado de uma garantia aos pais, que pagam as mensalidades da escola, de que o dinheiro e os recursos humanos e técnicos estão, de fato, a serviço da aprendizagem das crianças. Já para uma escola pública, todo o programa pode ser um incentivo e uma oportunidade de conduzir um processo sistemático de reflexão e diagnóstico, além de firmar cumplicidade entre os membros da equipe para promover a educação dos alunos. 38

7 Crédito foto: Acervo Pessoal Lorenço Junklaus Colégio Notre Dame é destaque do Programa Gestão Escolar de Qualidade ao receber antecipadamente a certificação do Programa por causa da velocidade na implementação de melhorias. Soráia afirma que a escola pública enfrenta várias problemáticas, principalmente de ordem disciplinar e a carência do profissional habilitado, no caso o professor. A instituição pública exige a reconstrução das relações de poder na escola. Para isso, o programa Gestão Escolar de Qualidade proporciona procedimentos institucionalizados de análise dos sistemas, com base objetiva. Uma gestão com qualidade está diretamente ligada a bons resultados. Com a prática do programa, a Escola Estadual Professora Carolina Augusta Seraphim vem mantendo resultados satisfatórios em diferentes avaliações aplicadas às escolas públicas, como o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) e Prova Brasil. Além disso, tem índices de destaque no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) e no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Somos uma, das mais das escolas públicas do Estado de São Paulo, a instalar-se entre as melhores do Brasil, fala com orgulho a diretora. Realmente não existe milagre para o sucesso nos índices de avaliação? Com o objetivo de compartilhar cases de sucesso, a próxima edição da Educar/Educador tem em sua programação o talk show Não existe milagre: a fórmula nada secreta de experiências de qualidade na educação, com representantes da Escola Sesc Ensino Médio (Rio de Janeiro), Escola Vittra Telefonplan (Estocolmo), Colégio Militar, Instituto Dom Barreto (Piauí), Colégio Vértice (São Paulo) e a Secretária de Educação de Foz Iguaçu, Joane Vilela (das dez melhores escolas públicas do Brasil nas séries iniciais do ensino fundamental que se destacaram no Ideb, três são desse município). Foz do Iguaçu teve um grande destaque no último Ideb. A primeira colocada no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, a Escola Santa Rita de Cássia, alcançou a nota 8,6 (ficando ao lado da Escola Carmelita Dramis, em Itaú de Minas, em Minas Gerais). Ao fazer uma análise sobre quais motivos levaram a esse resultado, a Secretária considera que o fato que mais contribuiu foi o engajamento dos professores e a tomada de decisão dos gestores escolares, que aprovaram e se empenharam para que fosse concretizada a meta de melhoria na qualidade de ensino, consequentemente, a notável melhoria no Ideb. O resultado alcançado no nosso município quebra vários paradigmas ao mostrar que, apesar das diferenças geográficas, socioeconômicas, educacionais e culturais é possível apresentar um trabalho conjunto, de persistência e determinação. Crédito foto: Acervo Pessoal Joane Vilela Pinto O resultado alcançado no nosso município quebra vários paradigmas ao mostrar que, apesar das diferenças geográficas, socioeconômicas, educacionais e culturais é possível apresentar um trabalho conjunto, de persistência e determinação. 39

8 Joane conta que o professor precisava ter reconhecimento da sua importância, para que houvesse uma forte influência positiva na forma como a sociedade enxergava a questão educacional e os profissionais envolvidos. A motivação, o compromisso e a responsabilidade de todos foram fatores determinantes, criando um ambiente colaborativo com a existência de troca e apoio mútuo. Proliferaram atitudes criativas e inovadoras para o enfrentamento dos problemas. Assim, gradativamente a rede criou uma política pública de educação, procurando garantir, apesar da realidade socioeconômica, o direito de aprender de crianças e adolescentes. Alguns eixos marcaram a gestão de Joane à frente da Secretaria Municipal de Educação: o fortalecimento da gestão escolar e da ação pedagógica, bem como a melhoria da infraestrutura. Quando pensamos em gestão escolar não devemos esquecer o planejamento, a definição de prioridades, a importância do vínculo com a comunidade, a aproximação dos pais e o engajamento de toda a sociedade. Também devemos sempre lembrar da gestão eficiente dos recursos, algo que é imprescindível, embora ainda pouco discutido e desconhecido por muitos, além da aprendizagem dos alunos, eixo central de qualquer gestão educacional. O município de Vitorino também se destacou, conquistando o 4º lugar no Ideb no Paraná. O Secretário de Educação do Município argumenta que a rede escolar precisa agir na busca de melhorias, traçando metas e ações que concretamente tragam os resultados almejados. As escolas precisam envolver desde motoristas, passando pelos técnico-administrativos, professores, alunos e especialmente os pais. Sem a participação e a responsabilidade de todos não se alcança resultado satisfatório. Para Dirceu Ruaro, foi exatamente isso que aconteceu em Vitorino. O Secretário ainda diz que a rede pública de ensino precisa trabalhar com princípios básicos, como o da educação como direito de todos os cidadãos; a valorização dos profissionais; a garantia de escola pública, gratuita e de qualidade; o atendimento à diversidade cultural e a gestão escolar democrática, participativa e colegiada. A Escola Estadual Manoel Ribas, dirigida por Wilson, vem se destacando como um caso de persistência para a melhoria dos seus índices. A escola fica próxima à Vila das Torres, uma das regiões mais carentes da capital paranaense. Por isso, a implantação da educação em tempo integral colaborou para esse crescimento. Os resultados que alcançamos vêm da forma como empreendemos a gestão, mostrando aos pais que é fundamental a sua participação no processo de ensino-aprendizagem, envolvendo a todos nas decisões que necessitam ser tomadas. O diretor diz que, quando se estabelece metas claras, os resultados no ensino-aprendizagem tendem a crescer, pois há um maior envolvimento entre professores, alunos, pais e funcionários, em prol da melhoria da escola. IDEB O Ideb foi criado pelo Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2007, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação. Esse índice é calculado com base na taxa de rendimento escolar (aprovação e evasão) e no desempenho dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) e na Prova Brasil. O mecanismo foi muito bem avaliado por especialistas por unir esses fatores: quanto maior for a nota da instituição no teste e quanto menos repetências ela registrar, melhor será a sua classificação, numa escala de 0 a 10. Se uma escola passar seus alunos de ano sem que eles tenham realmente aprendido, por exemplo, isso ficará claro a partir da análise do desempenho dela no Ideb. 40

9 Como estar preparado? Diante de tantos desafios, o gestor escolar deve buscar mecanismos para se qualificar e estar preparado para enfrentar o dia a dia de uma escola, em todas as suas áreas. Por isso, a capacitação é fundamental. É imprescindível que o gestor escolar participe de programas de formação continuada para que possa fortalecer sua prática individual e coletiva. Esses momentos podem e devem ser garantidos todos os anos pelas Secretarias Municipais de Educação e outros órgãos da educação pública, no sentido de instrumentalizar o gestor tecnicamente (para o desempenho de suas atribuições) e politicamente (na ação articuladora pelo bem comum), explica Claudia Maria da Cruz, membro do Conselho Estadual de Educação do Paraná e ex-presidente da UNDIME-PR. De acordo com Cláudia, para que a escola possa produzir efeitos transformadores na vida dos alunos, dos seus profissionais e da comunidade escolar, o líder educacional precisa compreender a dinâmica do mundo da educação e a praticá-la. Portanto, estar em constante formação é critério número um do sucesso de sua ação gestora. Para Dirceu Ruaro, muitas pessoas pensam que a capacitação para a gestão ocorre em um passe de mágica. A gestão escolar exige conhecimentos de técnicas de gestão, de relacionamentos, de interação, de tomada de decisões, de processos administrativos e pedagógicos. De acordo com o Secretário, o problema é que, para ser gestor, é preciso estar disposto a partilhar responsabilidades. No entanto, ainda existe a ideia de tutelamento. É muito melhor ter alguém que assuma as coisas (sucessos e fracassos) do que participar ativamente do processo. Por isso, oportunizamos em Vitorino, por intermédio do Ministério da Educação (MEC), o Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica Pública e o Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais de Educação (Pradime). Ações que ainda estão em andamento, mas que já revelam bons resultados. As capacitações colocam os gestores educacionais em contato com novos estudos, teorias e experiências, que somente fazem sentido quando o profissional estabelece relações associadas com a prática. Melhorar a gestão escolar através de momentos de capacitações envolve rever paradigmas, na forma de interpretar, analisar, sistematizar e responder à velocidade das mudanças dentro e fora da educação. Por isso, a 20ª Educar/Educador trará, mais uma vez, palestrantes nacionais e internacionais para abordar o tema durante o 9º Educador Management Seminário Internacional de Gestão em Educação. Renato Casagrande, especialista há mais de 20 anos em Gestão Educacional, fará parte desse time. Casagrande é o idealizador e coordenador do Programa Avançado de Gestão Educacional, o PAGE 8. Recentemente, todos os diretores e vice-diretores da rede municipal de ensino de Curitiba participaram desse curso, que aborda os oito papéis do gestor escolar (mentor, facilitador, monitor, coordenador, diretor, produtor, negociador e empreendedor) contextualizados com teorias e práticas da Administração. De forma prática, os gestores aprendem a implantar metodologias e técnicas que transformam o cotidiano da gestão escolar. São palestras, oficinas e coaching, bem como as videoaulas que estão à disposição do participante em uma plataforma EaD, diz Renato. Além de exercitar os papéis do gestor, as atividades têm como foco as competências estratégicas e técnicas nas áreas da instituição de ensino. Não podemos mais dividir essa gestão apenas em pedagógica e administrativa. Hoje, existem outras competências que ajudam a conquistar resultados de qualidade, como a estratégica, financeira, pessoas, comunicação, legislação e tecnologia, explica Casagrande. Crédito foto: Alleanza Brasil Renato Casagrande Não podemos mais dividir essa gestão apenas em pedagógica e administrativa. Hoje, existem outras competências que ajudam a conquistar resultados de qualidade, como a estratégica, financeira, pessoas, comunicação, legislação e tecnologia. 41

10 Empresa-escola Francisco de Moraes, pedagogo pela Unesp, ocupou diversos cargos no Senac São Paulo, foi diretor de escola técnica do Centro Paula Souza, membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo e consultor da UNESCO no Brasil. Moraes é autor do livro Empresas-escola: educação para o trabalho versus educação pelo trabalho, publicado por Senac Editoras, em junho de 2010 (2ª edição em maio de 2012). O especialista explica que o conceito de empresa-escola, adotado em seu livro, refere-se a empresas ou estabelecimentos (unidades ou departamentos de organizações públicas ou privadas) que têm a dupla missão institucional de realizar atuação produtiva e ofertar cursos regulamentados de educação técnica de nível médio ou superior. Ele diferencia esse termo de outro conceito, as empresas pedagógicas desenvolvido internamente no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) para designar os ambientes e a metodologia de aprendizagem que envolve o atendimento de clientes e usuários em situações concretas, sem que necessariamente os cursos vinculados sejam regulamentados. Muitas das empresas pedagógicas do Senac se enquadram no conceito de empresa-escola, assim como todas as empresas-escola têm as mesmas características das empresas pedagógicas, com ambiente educacional especial e uso de metodologia que deve envolver práticas profissionais e estudos integrados com orientações estruturadas e bem planejadas para garantir a aprendizagem eficaz, diz Moraes. A atuação do gestor educacional dentro do contexto das duas situações explanadas por Francisco se assemelha com as histórias e depoimentos de toda esta reportagem. O gestor educacional deve garantir a boa atuação dos docentes e outros trabalhadores contratados, assim como a integração com a boa atuação profissional dos estudantes aprendizes, garantindo que a aprendizagem ocorra eficazmente e em congruência com a excelência dos serviços prestados ou dos produtos fabricados. Nas pequenas unidades, esse profissional acumula as funções de um gestor geral, cuidando também de aspectos financeiros, mercadológicos e operacionais. Já nas unidades maiores, o gestor deve integrar um corpo diretivo para assegurar o cumprimento equilibrado de metas e objetivos gerenciais e educacionais, argumenta o especialista. Francisco de Moraes Autor do livro Empresas-escola: educação para o trabalho versus educação pelo trabalho 42

11 Experiências como o Educar/Educador e o PAGE 8 fazem a diferença, especialmente nos processos e relações que não se desenvolvem com formação em Pedagogia e outras licenciaturas ou na prática de sala de aula. O gestor precisa saber ouvir, intervir na hora certa, dizer sim quando possível e não quando necessário. E isso requer formação. O curso de Pedagogia oferece uma boa base para o dia a dia na função de diretor, mas penso que, no mínimo, o gestor deve ser um especialista na área de gestão escolar, argumenta Wilson. A Secretária de Educação de Foz do Iguaçu concorda e ainda complementa. Gestão escolar, de aprendizagem, administrativa e gestão pública. Esses são fatores importantíssimos, mas complexos, pois exigem conhecimento e enfrentamento, muitas vezes desproporcionais. Precisei buscar respostas para tudo. Gostei do meu curso de Letras porque me permitiu algum conhecimento para a atuação em sala de aula, mas em absolutamente nada como gestora educacional. Para Joane, a gestão pública apresenta uma série de dificuldades, como o excesso de burocracia, recursos escassos, lentidão nos processos, desmotivação, barreiras que podem induzir o gestor a não tentar implementar as melhorias necessárias. Entretanto, para ela, apesar das dificuldades, é possível consolidar mudanças. A gestão pública pressupõe situações que perpassam pelo planejamento estratégico, eficiência de processos, gerenciamento de projetos e expectativas, mensuração de resultados, formação de boas equipes, construção de alianças, discernimento entre desafios de liderança, definição de prioridades e conhecimento de experiências com êxito. Por isso, vale a pena sair das quatro paredes. Depois desses relatos de persistências e busca pela qualidade, você ainda acredita que existe segredo? O investimento na melhoria contínua na qualificação profissional certamente é um dos caminhos para o alcance de resultados positivos e preparação eficiente para o desempenho como gestor educacional, seja como diretor, vice-diretor ou no cargo de secretário de educação. Patrícia Melo Jornalista desde 2001 e há sete anos atua em benefício da Educação por meio da Comunicação. Especialista em Comunicação Audiovisual e Sociologia Política. Empreendedora, criou a Presença Comunicação Educacional, que tem como objetivo a produção de textos, entrevistas, reportagens e projetos comunicacionais direcionados especialmente ao universo educacional. facebook.com/presencaeducacional 43

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP

educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte Rua Prof. Paulo Francisco de Assis 82 Centro Fone e Fax (15) 3554-1290 E-mail educacaobarra@yahoo.com.br CEP: 18.325-000 BARRA DO CHAPÉU - SP I As ações

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2013 Even e Junior Achievement de Minas Gerais UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Resultados Conquistados... 3 Resultados do Projeto... 4 Programa Finanças Pessoais... 5 Conceitos

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil

Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil Protocolo de Relacionamento Político dos Escoteiros do Brasil Este guia pretende nortear os Grupos Escoteiros do Brasil a desenvolverem um

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009.

Plano de Ação. Colégio Estadual Ana Teixeira. Caculé - Bahia Abril, 2009. Plano de Ação Colégio Estadual Ana Teixeira Caculé - Bahia Abril, 2009. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Unidade Escolar: Colégio Estadual Ana Teixeira Endereço: Av. Antônio Coutinho nº 247 bairro São

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

O cotidiano da gestão educacional e a gestão do cotidiano escolar

O cotidiano da gestão educacional e a gestão do cotidiano escolar 5 CAPÍTULO 5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: GESTÃO EDUCACIONAL O cotidiano da gestão educacional e a gestão do cotidiano escolar Introdução A compreensão deste capítulo está diretamente relacionada ao entendimento

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017

Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Escola Técnica de Saúde Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017 Proposta de trabalho apresentada como pré-requisito para inscrição no processo

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Liderança e Gestão Pedagógica: foco nos resultados da aprendizagem dos alunos

Liderança e Gestão Pedagógica: foco nos resultados da aprendizagem dos alunos Liderança e Gestão Pedagógica: foco nos resultados da aprendizagem dos alunos Encontro de Lideranças do PIP - Municipal Belo Horizonte, 05 e 06 de setembro de 2013 Implementação dos CBC Secretaria de Estado

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços

Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços Curso ISO 9001:2008 Qualidade em Serviços Guia Fundamental para Gestão de Qualidade em Serviços Objetivo Capacitar os participantes a interpretarem os requisitos da Norma ISO 9001:2008, relacionados aos

Leia mais

A Rede Pública Municipal de Ensino de Maceió atende cerca de 55 mil alunos, de acordo com o censo escolar de 2014. Dessa clientela, cerca de 40%

A Rede Pública Municipal de Ensino de Maceió atende cerca de 55 mil alunos, de acordo com o censo escolar de 2014. Dessa clientela, cerca de 40% OFICINA MAIS COMUNICAÇÃO ENSINA TÉCNICAS DE TEXTO, FOTO E AUDIOVISUAL EM MACEIÓ Adriana Thiara de Oliveira SILVA 1 Delane Barros dos SANTOS 2 Maria Janaina de Farias SOARES 3 Resumo Euforia, barulho, trabalho

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais:

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais: PROJETO DA SHELL BRASIL LTDA: INICIATIVA JOVEM Apresentação O IniciativaJovem é um programa de empreendedorismo que oferece suporte e estrutura para que jovens empreendedores de 18 a 30 anos desenvolvam

Leia mais

Você já pensou em como realizar os seus sonhos?

Você já pensou em como realizar os seus sonhos? Você já pensou em como realizar os seus sonhos? Sua escola adota o Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas Etapas do Programa : Curso de Educação Financeira; Capacitação Pedagógica; Palestra para

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais

A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais Geyza Pedrisch de Castro Joana Darc Macedo Passos Sandra Lima Karantino A Família e sua importância no processo educativo dos alunos especiais Guajará Mirim RO. 2012. 1. JUSTIFICATIVA O presente Projeto

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM COORDENÇÃO PEDAGOGICA A ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESCOLAR O Planejamento é o principal instrumento norteador da ação dos coordenadores e profissionais

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade PGQP Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade visão das lideranças A Excelência de qualquer organização depende da sinergia entre três fatores:

Leia mais

Bolonha, fevereiro de 2014

Bolonha, fevereiro de 2014 Bolonha, fevereiro de 2014 Portaria n.º 1654, de 19 de Julho de 2011. Objetivo principal Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica, com garantia de um padrão de qualidade

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Arujá - SP 2011 2 SUMÁRIO Dados da Instituição... 3 Considerações iniciais... 4 Desenvolvimento da Avaliação... 4 Dimensões da Autoavaliação...

Leia mais

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES?

A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? A GESTÃO DE UM CURSO SUPERIOR: DESAFIOS OU FRUSTRAÇÕES? BARREIROS, Marat Guedes Especialização em Gestão Estratégica de Recursos Humanos Coordenador de Curso, Professor Faculdade do Guarujá GODOY, Valdir

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE ARACAJU ESCOLA ESTADUAL PROF. VALNIR CHAGAS APRESENTAÇÃO DA ESCOLA

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE ARACAJU ESCOLA ESTADUAL PROF. VALNIR CHAGAS APRESENTAÇÃO DA ESCOLA GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE ARACAJU ESCOLA ESTADUAL PROF. VALNIR CHAGAS APRESENTAÇÃO DA ESCOLA A Escola Estadual Prof. Valnir Chagas, sediada à Rua Itabaiana

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual Tuane Telles Rodrigues 1 Letícia Ramires Corrêa 2 Resumo: Durante nossa vida acadêmica estamos em constante aperfeiçoamento,

Leia mais

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA O DIÁLOGO SOCIAL NO BRASIL: O MODELO SINDICAL BRASILEIRO E A REFORMA SINDICAL Zilmara Davi de Alencar * Em recente balanço feito nas negociações tidas em 2009, constatamos

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos

Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos O pedagogo David Bomfin, 50 anos, deixou, há algum tempo, de

Leia mais

RELATÓRI O AN UAL DE ATI VI DADES 2 0 1 3

RELATÓRI O AN UAL DE ATI VI DADES 2 0 1 3 RELATÓRI O AN UAL DE ATI VI DADES 2 0 1 3 Parceria Gerdau & Junior Achievement de Minas Gerais Cidades: Ouro Branco, Conselheiro Lafaeite, Congonhas e Belo Horizonte 1 SUMÁRIO 1. Relatório de Atividades...

Leia mais

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras 1. Introdução O Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras foi idealizado pelo Conselho Gestor da Escola,

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROGRAMAS E PROJETOS

SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROGRAMAS E PROJETOS SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROGRAMAS E PROJETOS GERÊNCIA DE PROGRAMAS E PROJETOS - GPP COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO, NORMAS E PROCEDIMENTOS TERMO DE ABERTURA PROJETO: Centro de Treinamento e Capacitação

Leia mais

Gestão de Departamentos Jurídicos Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração

Gestão de Departamentos Jurídicos Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

UMA PARCERIA DE SUCESSO!

UMA PARCERIA DE SUCESSO! RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 Parceria Santa Dorotéia e Junior Achievement de Minas Gerais: UMA PARCERIA DE SUCESSO! 1 SUMÁRIO 1. Resultados Conquistados... 3 2. Resultados 2013... 4 3. Resultados Pesquisas...

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação

PDE Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Plano de Desenvolvimento da Educação Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Foto: João Bittar Garantir o direito de aprender, para todos e para cada um. PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA APRESENTAÇÃO: A Escola Estadual Getúlio Vargas Ensino Fundamental, do Município de Engenheiro Beltrão, Estado do Paraná, preocupada

Leia mais

Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR

Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR Conheça quatro projetos de educação transformadores que foram premiados pelo Sinepe/PR Projetos educacionais transformadores realizados por instituições de ensino particular do Paraná ganharam reconhecimento

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil

Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil Educação a Distância oportunizando a melhoria da Gestão da Saúde no Brasil Natal- RN- Maio de 2015 Thais Paulo Teixeira Costa Universidade Federal do Rio Grande do Norte - thais.paulo@hotmail.com Nathalia

Leia mais

Fevereiro 2015 DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM

Fevereiro 2015 DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM Fevereiro DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DRH ESCOLA JUDICIÁRIA MILITAR EJM 2 ÍNDICE PLANO ESTRATÉGICO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO... 3 Apresentação... 3 Missão... 4 Visão de Futuro... 4 Valores... 4 PERSPECTIVAS...

Leia mais

Os desafios do Bradesco nas redes sociais

Os desafios do Bradesco nas redes sociais Os desafios do Bradesco nas redes sociais Atual gerente de redes sociais do Bradesco, Marcelo Salgado, de 31 anos, começou sua carreira no banco como operador de telemarketing em 2000. Ele foi um dos responsáveis

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE O Colégio Estadual Djenal Tavares de Queiroz, foi fundado

Leia mais

INOVAÇÃO. EDUCAÇÃO. GESTÃO EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

INOVAÇÃO. EDUCAÇÃO. GESTÃO EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Linha Direta INOVAÇÃO. EDUCAÇÃO. GESTÃO EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Desmistificado, ensino técnico brasileiro passa a ser a possibilidade mais rápida de inserção no mercado de trabalho TECNOLOGIA

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE 2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

EVENTOS 2009 ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO. Ruth Goldberg. 04 de junho de 2009

EVENTOS 2009 ENCONTRO INTERNACIONAL SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO. Ruth Goldberg. 04 de junho de 2009 Responsabilidade Social Empresarial em Empresas Construtoras case Even Ruth Goldberg 04 de junho de 2009 Alinhando conceitos: SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E C O N Ô

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA

MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA MAPA DE ESTUDO FORMAÇÃO BÁSICA Neste tópico, o monitor do PJ receberá informações básicas sobre a organização do Estado, o Poder e o Processo Legislativos, política e participação, necessárias ao desenvolvimento

Leia mais

ENDOMARKETING COMO FATOR DE CONTRIBUIÇÃO PARA O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE

ENDOMARKETING COMO FATOR DE CONTRIBUIÇÃO PARA O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE ENDOMARKETING COMO FATOR DE CONTRIBUIÇÃO PARA O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE 1. INTRODUÇÃO Thiego Barros de Almeida Brandão Serviço Nacional de Aprendizagem

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 1 FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO PIO XII CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO - 2014 O currículo

Leia mais

Blue Mind Desenvolvimento Humano

Blue Mind Desenvolvimento Humano Conhecendo o Coaching Por Fábio Ferreira Professional & Self Coach pelo Instituto Brasileiro de Coaching, com certificação internacional pela European Coaching Association e Global Coaching Community,

Leia mais

Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs?

Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs? QUATRO BARRAS 09/07/2007 Horário: das 13h às 17h30 Local: Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs? Grupo 01:

Leia mais

Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br NO CAMPO: UMA FAMÍLIA DE SOLUÇÕES EDUCACIONAIS PARA PRODUTORES RURAIS. TODA MINHA FAMÍLIA VIVE DA PRODUÇÃO RURAL. E MAIS DE CINCO MILHÕES

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Prof.ª Dra. Vera Mariza Regino Casério e-mail: veracaserio@bauru.sp.gov.br Prof.ª Esp. Fernanda Carneiro Bechara Fantin e-mail: fernandafantin@bauru.sp.gov.br

Leia mais

REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO

REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO I Nome do curso PROTAGONISMO JUVENIL - GRÊMIO ESTUDANTIL E A FORMAÇÃO CIDADÃ NO ESPAÇO ESCOLAR II Apresentação: descrição do curso O curso capacitará os participantes

Leia mais

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio e Reinventando o Ensino Médio Profª. Welessandra A. Benfica- Doutoranda FAE-UFMG Universidade do Estado de Minas Gerais Mas o que é mesmo que esse caderno

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

Oficina de Planejamento Estratégico

Oficina de Planejamento Estratégico Oficina de Planejamento Estratégico Conselho Estadual de Saúde Secretaria Estadual da Saúde Paraná, agosto de 2012 Planejamento Estratégico Planejamento: atividade inerente ao ser humano Cada um de nós

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

Plano de Gestão 2013-2015

Plano de Gestão 2013-2015 Plano de Gestão 2013-2015 CANDIDATAS DIRETORA: MARIA MAGARI INDA DA ROCHA VICE-DIRETORA: LUCI MEIRE RISSO BARBOSA PLANO DE GESTÃO A escola onde trabalho está baseada nos valores humanistas, tendo como

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Profea- Projeto de Formação de Educadores Ambientais

Profea- Projeto de Formação de Educadores Ambientais Profea- Projeto de Formação de Educadores Ambientais Mostra Local de: Maringá PR Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Facinor- Faculdade

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais