Oficina para Comunicação Assistiva em Deficiência Auditiva

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1 Oficina para Comunicação Assistiva em Deficiência Auditiva Aula 19 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

2 Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia e interativo, encontros virtuais, fóruns de discussão e a comunicação com o professor devem ser feitos diretamente no ambiente virtual de aprendizagem UNINOVE. Uso consciente do papel. Cause boa impressão, imprima menos.

3 Aula 19: Trajetória da inclusão no Brasil: história e terminologias parte I Objetivo: Conhecer e contextualizar historicamente a inclusão no Brasil, principalmente a inserção da Libras na escola, como língua oficial dos surdos. Prezados alunos, O objetivo principal desta aula será apresentar a trajetória da inclusão no Brasil, para que possamos compreender, analisar e refletir sobre os movimentos que impulsionaram a educação para todos, citada na Declaração de Salamanca. Além disso, pretende-se focar a inclusão do surdo no contexto da escola regular. No século XVI, os indivíduos com deficiência eram considerados ineducáveis e a educação formal era direito de poucos. No século XIX, eles eram considerados uma ameaça à sociedade, segredados dentro de instituições (internação). No século XX, a escola permitia a frequência das crianças com deficiência, mas somente em determinadas escolas (escolas especiais, no caso dos surdos) e em classes especiais, dentro das escolas regulares, porém sempre levados ao isolamento e sem uma preocupação pedagógica adequada para eles. Desde 1961 há registros de textos relacionados à educação das pessoas com deficiência por meio de escritos no legislativo, mas essas ideias nunca tiveram nenhuma aplicabilidade na prática. Na década de 1970, a educação foi permeada pelo paradigma da Institucionalização, segregando as pessoas com deficiência dentro de ambientes separados. Elas eram confinadas ao isolamento, ficavam à parte da sociedade. Após esse movimento houve a criação das salas especiais na rede pública de ensino, continuando o processo de separação Em meados de 1980, mais precisamente na Constituição Federal de 1988, iniciou-se o processo de inclusão, sem se mencionar esse termo efetivamente, houve uma menção discreta sobre o assunto. A seguir, leia os Artigos 206 e 208, que esboçam esse pensamento: Art. 206: O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

4 Inciso I: igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. [...] Art. 208: O dever do estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: Inciso III: atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. Essa conduta separatista foi consolidada até meados dos anos de 1990, quando se criou um movimento contrário a esse pensamento. Essas ações foram discutidas e ampliadas em âmbito mundial, após a Declaração de Salamanca, em Ficou acordado que, a partir daquele momento, não se usaria mais o termo criança especial, mas, sim, criança/adulto com necessidades educativas especiais, englobando não apenas a pessoa com deficiência, mas toda e qualquer pessoa que necessite de atendimento específico de ordem: comportamental, social, física, emocional e familiar. Esse acordo mudou a abordagem em relação à diversidade humana, pois percebeu o indivíduo pelas suas potencialidades e singularidades, além de ter como propósito o crescimento pessoal e a inserção social. Foi necessária uma reestruturação na cultura e na prática das políticas públicas para que fossem iniciadas tais concepções. A Educação Inclusiva em sua essência visa promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos, independentemente de credo, condições físicas, cognitivas, etnias, deficiência/inabilidade, língua, parte social e de saúde. A prática pedagógica inclusiva deve ser multifacetada, dinâmica e flexível, além disso, requer mudanças significativas na estrutura escolar, iniciando-se na formação dos professores, nas relações familiares e até nas instalações físicas. A inclusão impõe que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam às necessidades específicas de todos os alunos, promovendo um processo dinâmico, sem restrições ou limitações. De acordo com os estudos de Peter Clough, houve uma visão histórica global: na década de 1950, o legado psicomédico foi unânime, e o indivíduo deficiente foi considerado incapaz. Em 1960, houve o movimento predominantemente sociológico, que criticava o legado psicomédico e defendia uma construção social por meio das necessidades especiais. Durante a década de 1970, predominou-se a necessidade das adaptações curriculares, com foco principal na inserção dos alunos especiais (termo usado na época). A organização sistemática detalhada foi o foco

5 na década de 1980 e buscava a verdadeira educação. Finalmente, na década de 1990 iniciou-se a grande jornada, cuja estrada ainda construimos, que criticou todos os estudos relacionados à educação de alunos com deficiência, sendo elaborados novos conceitos políticos que negavam a exclusão do termo e das ações psicomédicas dentro do âmbito escolar. A ementa da Educação Inclusiva (MEC) define que a educação deverá proporcionar qualidade e igualdade para todos, sem distinção, qualificando os docentes a fim de reconhecer e adaptar para os alunos com deficiência por meio de recursos pedagógicos específicos individualmente, como está descrito nas diretrizes da Declaração de Salamanca: escolas regulares com orientação inclusiva, contra a discriminação, construindo uma sociedade inclusiva. A escola inclusiva deve atender ao conjunto de regras para que possa ser adequada a alunos com necessidades especiais, as principais são: adaptações curriculares de grande/pequeno porte (adaptações de acesso ao currículo, de objetivos, de conteúdos, de método de ensino e da organização didática, da avaliação e temporalidade); plano de ensino adequado e programação individual de ensino, ambos elaborados pelo professor, organizados e realizados com prejuízo mínimo ao aluno, ou seja, possibilitam o desempenho e promoção escolar, sempre de acordo com as adaptações necessárias individuais. Continuaremos a abordar esse assunto complexo na aula seguinte. Espero que tenham gostado dessa reflexão inicial sobre o tema. Até a próxima aula! Saiba Mais A seguir algumas leis e decretos importantes no cenário nacional: Lei n. 9394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) Lei n. 8069/90 Estatuto da Criança e do adolescente (ECA) educação especial Lei n /94 Acessibilidade Lei n /02 Libras Lei n /89 CORDE

6 Lei n de junho de 1994 Passe livre Lei n de março de 2004 Programa de complementação ao Atendimento Educacional Especializado (AEE). Plano Nacional de Educação Educação especial (PNE) Decreto n /2005 Regulamenta a Lei n , que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais LIBRAS REFERÊNCIAS BRITO, Lucinda F. A gramática da Libras. Universidade Federal do Rio de Janeiro. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. São Paulo: Plexus, QUADROS, Ronice M. de; KARNOPP, Lodenir B. Estudos sobre a fonologia da Língua de Sinais Brasileira. In: Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, Sites Ines: < Curso básico da Libras: < Bilinguismo: <

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