Cidade UF CEP DDD/Telefone DDD/FAX. Município UF DDD/Celular

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cidade UF CEP DDD/Telefone DDD/FAX. Município UF DDD/Celular"

Transcrição

1 PLANO DE TRABALHO PROJETO CIDADES DIGITAIS (PAC2) 1 DADOS CADASTRAIS Nome da prefeitura CNPJ Endereço da sede da prefeitura Cidade UF CEP DDD/Telefone DDD/FAX da prefeitura Nome do prefeito C.I./Órgão Expedidor C.P.F. Endereço Residencial CEP Município UF DDD/Celular DDD/Telefone 2 DESCRIÇÃO DO PROJETO TÍTULO DO PROJETO Identificação do Objeto PROJETO CIDADES DIGITAIS OBJETO DO PLANO DE TRABALHO: PERÍODO DE EXECUÇÃO INÍCIO Novembro de 2013 TÉRMINO Outubro de 2016 Execução do Projeto de Implantação e Manutenção das Cidades Digitais no Município de MUNICÍPIO-UF OBJETIVOS DO PLANO DE TRABALHO I constituição de rede digital local de comunicação no município signatário, mediante a implantação de infraestrutura de conexão entre órgãos e equipamentos públicos locais e à Internet, de acordo com as especificidades do Município de MUNICÍPIO-UF, promovendo melhoria e agilidade na prestação de serviços ao cidadão e integração das políticas públicas; II - instalação de um ou mais pontos públicos de acesso à Internet para uso livre e gratuito pela população em espaços de grande circulação; III - instalação de solução de gerenciamento da infraestrutura para o funcionamento da rede digital local de comunicação do município; 1

2 IV prestação de suporte técnico pelo período de seis meses (operação assistida), para garantia do funcionamento da rede digital local de comunicação do município; V - instalação de aplicativos de governo eletrônico com suporte para migração, treinamento, hospedagem e operação assistida; e VI - formação e capacitação dos servidores públicos sobre o funcionamento da rede digital de comunicação local e no uso das ferramentas das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para melhoria da gestão pública. JUSTIFICATIVA O Projeto Cidades Digitais será implantado em sintonia com o PNBL e pretende contribuir especificamente para: Democratizar o acesso à informação, mediante a constituição de rede digital local de comunicação no município; Construir uma política de e-gov, a partir de uma visão que tem o cidadão como centro do modelo de gestão de serviços públicos, baseado na universalização do acesso, na qualidade e na integração; Ampliar a transparência das contas públicas municipais através da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação; Promover a redução de custos na gestão pública e a racionalização do uso dos recursos públicos; Modernizar e viabilizar a qualificação da gestão pública para dinamizar a prestação de serviços públicos ao cidadão no município; Estimular mecanismos participativos e colaborativos de gestão pública. O Município de «Município» - «UF», selecionado para o Projeto Cidades Digitais, por meio da Chamada Pública instituída pela Portaria MC nº 13, de 1º de fevereiro de 2013, assume as seguintes obrigações e responsabilidades: a) Fornecer os espaços de instalação dos componentes da Rede Metropolitana; b) Fornecer o traçado inicial da fibra óptica da Rede Metropolitana, indicando os serviços públicos a serem ligados; c) Fornecer à empresa contratada pelo MC as informações necessárias à elaboração do Projeto Executivo de implantação do módulo obrigatório da Rede Metropolitana; d) Cadastrar-se e manter atualizadas, nos prazos estipulados, informações sobre a implantação da rede metropolitana nos sistemas de acompanhamento disponibilizados pelo MC e de seus parceiros; e) Submeter e obter aprovação junto à concessionária de energia elétrica para uso dos postes, nos prazos requeridos pelo MC, caso necessários à instalação da Rede Metropolitana; f) Contratar e arcar com os custos de manutenção do uso dos postes autorizados pela concessionária de energia elétrica, bem como outros custos referentes ao direito de passagem da rede, inclusive com eventuais substituições de postes, nos prazos indicados pelo MC; 2

3 g) Garantir o direito de passagem de dutos e de demais componentes para a instalação da rede subterrânea do Projeto, quando for o caso; h) Garantir o acesso a mapas de dutos e de demais instalações subterrâneas no solo do município, bem como garantir a realização de futuros mapeamentos para a instalação de fibra óptica subterrânea; i) Contratar e arcar com os custos de manutenção da rede em fibra óptica subterrânea; j) Contratar o link para acesso a Internet (backhaul), com funcionalidades e capacidade definidas no Projeto Executivo; k) Aplicar padronização visual interna e externa, conforme orientações determinadas pelo MC, nas estações de funcionamento da Rede Metropolitana; l) Indicar um representante para a interlocução com o MC, com as empresas e com os parceiros institucionais responsáveis pelo projeto, capaz de fornecer informações necessárias à sua consecução; m) Selecionar e disponibilizar uma equipe composta por pelo menos 5 (cinco) servidores/colaboradores, com perfil definido pelo MC, para serem formados em cursos contratados pelo MC, visando a sustentabilidade do projeto; n) Garantir, por meios próprios, a participação do representante e da equipe do município em reuniões e atividades convocadas pelo MC para implantação do projeto e nas atividades de formação e treinamento oferecidas pelo MC; o) Providenciar junto a órgãos públicos e demais concessionárias eventuais licenças e autorizações necessárias à implantação da rede metropolitana dentro do cronograma acordado junto ao MC; p) Obter licença de Serviço Limitado Privado SLP, conforme regulamentação da Anatel, com base no projeto executivo elaborado pela empresa contratada pelo MC; q) Celebrar o Termo de Doação com Encargos tão logo a rede metropolitana seja aceita pelo MC, instrumento em que estarão especificados os itens de sustentabilidade do projeto; r) Zelar pela segurança, conservação e manutenção das instalações, equipamentos e redes, ficando responsável pela reposição e instalação dos bens em caso de roubo, furto ou sinistro; s) Garantir, após um ano da data de instalação dos aplicativos, o seu correto funcionamento, podendo optar por manter contratos de hospedagem e suporte com terceiros ou por prover infraestrutura de servidores de hospedagem, suporte e manutenção para garantia de continuidade dos serviços; t) Custear as despesas necessárias ao funcionamento da rede metropolitana (suprimentos de informática, materiais de consumo e de expediente, energia, água, segurança, limpeza, link, telefone e recursos humanos); u) Apresentar ao MC, nos prazos estipulados e conforme modelo de relatório e/ou sistemas disponibilizados, relatórios e informações a respeito do cumprimento das ações do município previstas no cronograma aprovado pelo MC; e v) Apresentar tempestivamente ao MC, ao longo da vigência do Acordo de Cooperação, relatórios e informações sobre ocorrências extraordinárias que, não tendo sido resolvidas pela empresa fornecedora, prejudiquem a implantação da rede metropolitana, de modo a fornecer os elementos necessários à aplicação das sanções previstas no contrato entre MC e empresa. 3

4 4

5 3 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO Tarefa Especificação Indicador Físico Duração Unidade Qtd. Início Término a) Indicar os espaços aptos à instalação dos componentes da rede metropolitana e fornecer seu traçado inicial Unidade b) Fornecer à empresa contratada pelo MC as informações necessárias à elaboração do Projeto Executivo de implantação do módulo obrigatório da Rede Metropolitana Cadastrar-se e manter atualizadas, nos prazos estipulados, informações sobre a implantação da rede metropolitana nos sistemas de acompanhamento disponibilizados pelo MC e de seus parceiros c) Submeter pedido de uso dos postes à concessionária de energia elétrica, caso necessários à instalação da Rede Metropolitana d) Solicitar outorga de licença de Serviço Limitado Privado SLP, conforme regulamentação da Anatel, com base no projeto técnico elaborado pela empresa contratada pelo MC e) Contratar o link para acesso a Internet (backhaul), com funcionalidades e capacidade definidas no Projeto Executivo. Contrato f) Aplicar padronização visual interna e externa, conforme orientações determinadas pelo MC, nas estações da Rede Metropolitana. Unidade 5

6 g) Designar um gerente ou coordenador, servidor público, responsável pela implantação do projeto, e respectivo suplente. Servidor h) Selecionar e disponibilizar uma equipe composta por pelo menos 5 (cinco) servidores/colaboradores, com perfil adequado, para acompanhar a implantação da Rede Metropolitana, englobando infraestrutura e aplicativos, que deverá manter interlocução permanente com o MC e empresas por ele contratada para a operacionalização do projeto. Servidor i) Garantir a participação da equipe mencionada na tarefa i nas atividades de formação e treinamento oferecidas pelo MC para apropriação da Rede Metropolitana e aplicativos em benefício da gestão pública e da inclusão digital da população. Servidor j) Celebrar o Termo de Doação com Encargos tão logo a Rede Metropolitana seja aceita pelo MC. Termo k) Garantir, após um ano da data de instalação dos aplicativos, o seu correto funcionamento, podendo optar por manter contratos de hospedagem e suporte com terceiros ou por prover infraestrutura de servidores de hospedagem, suporte e manutenção para garantia de continuidade dos serviços Serviços Disponíveis à População l) Apresentar ao MC, nos prazos estipulados e conforme modelo de relatório e/ou sistemas disponibilizados, relatórios e informações a respeito do cumprimento das ações do município previstas no cronograma aprovado pelo MC Relatório 6

7 4 Declaração Na qualidade de representante legal da Prefeitura de «Município» - «UF», declaro, para fins de prova junto ao Ministério das Comunicações (MC), estar de acordo com o presente PLANO DE TRABALHO. Local: «Município»/«UF» Data: / / 2013 NOME DO PREFEITO Prefeito do Município de «Município» - «UF» 5 Aprovação Aprovo o presente Plano de Trabalho e autorizo a confecção do Acordo de Cooperação. Local: Brasília/DF Data: / / 2013 Lygia Lumina Pupatto Secretária de Inclusão Digital 7

PLANO DE TRABALHO PROJETO-PILOTO CIDADES DIGITAIS

PLANO DE TRABALHO PROJETO-PILOTO CIDADES DIGITAIS PLANO DE TRABALHO PROJETO-PILOTO CIDADES DIGITAIS 1 DADOS CADASTRAIS Nome da prefeitura CNPJ Endereço da sede da prefeitura Cidade UF CEP DDD/Telefone DDD/FAX E-mail da prefeitura Nome do prefeito C.I./Órgão

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João

ESPECIFICAÇÃO DE PROJETO AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João AUTOR(ES) : João NÚMERO DO DOCUMENTO : VERSÃO : 1.1 ORIGEM STATUS : c:\projetos : Acesso Livre DATA DO DOCUMENTO : 22 novembro 2007 NÚMERO DE PÁGINAS : 13 ALTERADO POR : Manoel INICIAIS:

Leia mais

Prestação de serviço de manutenção e reparo em equipamentos de rede Roteadores.

Prestação de serviço de manutenção e reparo em equipamentos de rede Roteadores. TERMO DE REFERÊNCIA DADOS CADASTRAIS 1-IDENTIFICAÇÃO SOLICITANTE 1.1 Diretoria DR 1.2 Unidade SOR-PB 1.3 Endereço completo da unidade solicitante: AV. Presidente Carlos Luz, 1275 1.5 - Cidade: 1.6 - UF:

Leia mais

FIES. 1 - Dados cadastrais da mantenedora Dados da mantenedora: Mantenedora: FUNDACAO EDUCACIONAL MACHADO DE ASSIS

FIES. 1 - Dados cadastrais da mantenedora Dados da mantenedora: Mantenedora: FUNDACAO EDUCACIONAL MACHADO DE ASSIS Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes Fundo de Financiamento Estudantil FIES Termo de Participação Proposta de Oferta

Leia mais

POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS

POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS POLÍTICA DE MANUTENÇÃO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS Laboratórios da Área da Informática Política de Manutenção e Aquisição de Equipamentos Laboratórios da Área de Informática Universidade Anhembi Morumbi

Leia mais

LUIS FERNANDO ZACARON

LUIS FERNANDO ZACARON Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes Fundo de Financiamento Estudantil FIES Termo de Participação Proposta de Oferta

Leia mais

2. Os Serviços de Suporte Técnico e Atualização da SOLUÇÃO compreenderão: Recepção e Resolução de Chamados de Suporte.

2. Os Serviços de Suporte Técnico e Atualização da SOLUÇÃO compreenderão: Recepção e Resolução de Chamados de Suporte. Este documento descreve como deverão ser prestados os serviços de suporte técnico e atualização da solução de Gestão do Risco Operacional e Controles Internos, doravante chamada SOLUÇÃO, compreendendo

Leia mais

ANEXO II - A CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA

ANEXO II - A CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA ANEXO II - A CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA No Envelope n o 02, a empresa licitante deverá apresentar a Proposta Técnica, contendo os documentos abaixo elencados, numerados sequencialmente,

Leia mais

Cidadãos Inteligentes

Cidadãos Inteligentes Cidadãos Inteligentes Senador Walter Pinheiro Março/2015 Agenda O panorama brasileiro Oportunidades Smart People 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Panorama 8.00 6.00 4.00

Leia mais

EIXO 2 DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

EIXO 2 DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL EIXO 1 DIMENSÃO 8 PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO 1 O plano de desenvolvimento do instituto PDI ( http://www.ufopa.edu.br/arquivo/portarias/2015/pdi20122016.pdf/view ) faz referência a todos os processos internos

Leia mais

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX

ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX ESTADO DO ESPIRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACRUZ PROJETO DE LEI Nº. XXXX DISPÕE SOBRE O PLANO MUNICIPAL DE APOIO E INCENTIVO À CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO MUNICÍPIO DE ARACRUZ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Oferta Pública de Recursos para municípios com população de até 50mil habitantes

PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Oferta Pública de Recursos para municípios com população de até 50mil habitantes PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Oferta Pública de Recursos para municípios com população de até 50mil habitantes MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Departamento de Produção Habitacional

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA CIDADÃ PLANO DE TRABALHO

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA CIDADÃ PLANO DE TRABALHO PLANO DE TRABALHO 1 - DADOS CADASTRAIS Órgão/Entidade Proponente GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO Endereço Av. Jerônimo de Albuquerque s/nº Calhau CNPJ 06.354.468/0001-60 Cidade São Luís UF MA CEP 65036-283

Leia mais

CHAMADA SIMPLIFICADA DE INICIATIVAS Nº 1 DE 28 DE AGOSTO DE 2015 Vitrine de Inovações para a Cidadania Financeira

CHAMADA SIMPLIFICADA DE INICIATIVAS Nº 1 DE 28 DE AGOSTO DE 2015 Vitrine de Inovações para a Cidadania Financeira CHAMADA SIMPLIFICADA DE INICIATIVAS Nº 1 DE 28 DE AGOSTO DE 2015 Vitrine de Inovações para a Cidadania Financeira O Departamento de Educação Financeira do Banco Central do Brasil (BCB) convida sociedades

Leia mais

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE)

Missão. Visão. Objetivos Estratégicos (OE) Identidade Organizacional - Acesso à informação - IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é uma autarquia

Leia mais

REDE DE CONTROLE DA GESTÃO PÚBLICA PARANÁ. Regimento Interno TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS

REDE DE CONTROLE DA GESTÃO PÚBLICA PARANÁ. Regimento Interno TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS Art. 1º. A Rede de Controle da Gestão Pública, constituída como espaço colegiado e permanente no âmbito do Estado do Paraná, formada por órgãos/instituições integrantes

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DE BACABEIRA-MA - Plano de Trabalho - PLANO DE TRABALHO. Bacabeira-MA PLANO DE TRABALHO Bacabeira-MA 2015 1. INTRODUÇÃO O presente Plano de Trabalho refere-se ao contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Bacabeira e a empresa de consultoria especializada de razão

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DO SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA PARA SISTEMAS E EQUIPAMENTOS PARA AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA

CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DO SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA PARA SISTEMAS E EQUIPAMENTOS PARA AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA CRITÉRIOS PARA A CONCESSÃO DO SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA PARA SISTEMAS E EQUIPAMENTOS PARA AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA Revisão I 27/02/2007 ELETROBRÁS/PROCEL DTD DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DA

Leia mais

PROPOSTA TÉCNICA E COMERCIAL

PROPOSTA TÉCNICA E COMERCIAL PROPOSTA TÉCNICA E COMERCIAL 1. Identificação da proposta e CANDIDATO CONTRATANTE Proposta comercial nº Data de emissão Descrição Proposta técnica e comercial de licença de uso de sistemas de envio e gestão

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB AUTORIZAÇÃO: DECRETO Nº92937/86, DOU RECONHECIMENTO: PORTARIA Nº909/95, DOU

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB AUTORIZAÇÃO: DECRETO Nº92937/86, DOU RECONHECIMENTO: PORTARIA Nº909/95, DOU ANEXO 2 DO EDITAL PIBID UNEB CAPES Nº. 010/2014 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Candidato (a) Matrícula Curso / Depto. UNEB (iniciação à docência) Escola (supervisão) ENDEREÇO:...Nº... BAIRRO:...CIDADE:... CEP.:...

Leia mais

ANEXO I PLANO DE TRABALHO 1/3 GOVERNADOR DO ESTADO FRANCISCO SÁ CAVALCANTE

ANEXO I PLANO DE TRABALHO 1/3 GOVERNADOR DO ESTADO FRANCISCO SÁ CAVALCANTE ANEXO I PLANO DE TRABALHO 1/3 1-DADOS CADASTRAIS ÓRGÃO/ENTIDADEPROPONENTE GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS ENDEREÇO RODOVIA VITAL DE MENDONÇA KM 09 FLORES CIDADE UF CEP DDD/TELEFONE E.A MANAUS AMAZONAS 69048-660

Leia mais

4... L BANCO CENTRAL DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTE-SENAES

4... L BANCO CENTRAL DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTE-SENAES . ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTESENAES ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTERIO DO TRABALHO E EMPREGO MTE E O BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN COM A INTERVENIÊNCIA DA SECRETARIA

Leia mais

CIDADE INTELIGENTE. É composto por diversos sistemas modulares, podendo ser implantados conforme a necessidade do município.

CIDADE INTELIGENTE. É composto por diversos sistemas modulares, podendo ser implantados conforme a necessidade do município. CIDADE INTELIGENTE CIDADE INTELIGENTE O projeto Cidade Inteligente foi desenvolvido pela ENW com o objetivo de inclusão social, qualidade de vida, além de modernizar a estrutura pública e prover novos

Leia mais

Programa Primeiro Museu

Programa Primeiro Museu R E G U L A M E N T O Programa Primeiro Museu O Instituto Cultural Ingá e o Museu da Família, ambos com sede e foro na cidade de Maringá-PR, no cumprimento de seus objetivos institucionais e inspirados

Leia mais

FIES. 1 - Dados cadastrais da mantenedora Dados da mantenedora: Mantenedora: INSTITUTO LEAO SAMPAIO DE ENSINO UNIVERSITARIO LTDA

FIES. 1 - Dados cadastrais da mantenedora Dados da mantenedora: Mantenedora: INSTITUTO LEAO SAMPAIO DE ENSINO UNIVERSITARIO LTDA Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes Fundo de Financiamento Estudantil FIES Termo de Participação Proposta de Oferta

Leia mais

ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS

ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS Prefeitura Municipal de Porto Alegre ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS 2016 Art. 165, 5º, inc.ii da CF e Art. 118, inc. I da LOM Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico e Orçamento Prefeitura

Leia mais

COTAÇÃO ELETRÔNICA: 053/2012 COMPRASNET. Termo de Referência para Ar Condicionado DESINSTALAÇÃO E INSTALAÇÃO

COTAÇÃO ELETRÔNICA: 053/2012 COMPRASNET. Termo de Referência para Ar Condicionado DESINSTALAÇÃO E INSTALAÇÃO COTAÇÃO ELETRÔNICA: 053/2012 COMPRASNET Termo de Referência para Ar Condicionado DESINSTALAÇÃO E INSTALAÇÃO Unidade Pedro de Toledo Gerência de Serviços ESPECIFICAÇÃO TECNICA DO OBJETO 1- OBJETO Contratação

Leia mais

OBJETIVO ESTRATÉGICO 1: Identificar 80% do quadro de pessoal técnico-administrativo da UERJ em 6 meses.

OBJETIVO ESTRATÉGICO 1: Identificar 80% do quadro de pessoal técnico-administrativo da UERJ em 6 meses. SRH - SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS MISSÃO DA UNIDADE: Promover as políticas de recursos humanos contribuindo para o funcionamento e aprimoramento das atividades desenvolvidas pela Universidade.

Leia mais

Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 1.578, de 14 de outubro de 2005

Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 1.578, de 14 de outubro de 2005 Procedimento de Comercialização Versão: 1 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho AEEL nº 1.578, de 14 de outubro de 2005 CÓDIGO ÍDICE 1. APROVAÇÃO...3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES...3 3. PROCESSO

Leia mais

PLANO DE TRABALHO. C.N.P.J / ENDEREÇO: Palácio Getúlio Vargas Rua Dom Pedro II, s/nº, Centro CIDADE: Porto Velho

PLANO DE TRABALHO. C.N.P.J / ENDEREÇO: Palácio Getúlio Vargas Rua Dom Pedro II, s/nº, Centro CIDADE: Porto Velho PLANO DE TRABALHO 1 DADOS CADASTRAIS ÓRGÃO/ENTIDADE PROPONENTE: Governo do Estado de Rondônia C.N.P.J. 00.394.585/0001-71 Palácio Getúlio Vargas Rua Dom Pedro II, s/nº, Centro CIDADE: Porto Velho UF: RO

Leia mais

CONTRATO PARA DESENVOLVIMENTO DO SOFTWARE DAS PARTES

CONTRATO PARA DESENVOLVIMENTO DO SOFTWARE DAS PARTES CONTRATO PARA DESENVOLVIMENTO DO SOFTWARE DAS PARTES CONTRATANTE: Empresa Faculdade Senac, inscrita no CNPJ número 1234-45678898877-00, localizada na Rua 1002, Setor Leste Universitário GO, CEP 74645-010,

Leia mais

EDITAL PIBID-UFBA Nº 13/2016 SELEÇÃO DE SUPERVISORES

EDITAL PIBID-UFBA Nº 13/2016 SELEÇÃO DE SUPERVISORES UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA EDITAL PIBID-UFBA Nº 13/2016 SELEÇÃO DE SUPERVISORES A Pró-Reitoria de Ensino

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS Art. 1º O Centro de Processamento de Dados, Órgão Suplementar

Leia mais

PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO

PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO PLANO DE RELACIONAMENTO NTO COM OS AGENTES PARA DESENVOLVIMENTO DE TEMAS RELACIONADOS À PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CRIAÇÃO DE COMISSÃO DE ESTUDOS DE PREVISÃO E ACOMPANHAMENTO DA CARGA - CEPAC

Leia mais

Estado da Bahia PREFEITURA MUNICIPAL DE MATINA CNPJ: / DECRETO Nº. 90, DE 26 DE OUTUBRO DE 2012

Estado da Bahia PREFEITURA MUNICIPAL DE MATINA CNPJ: / DECRETO Nº. 90, DE 26 DE OUTUBRO DE 2012 DECRETO Nº. 90, DE 26 DE OUTUBRO DE 2012 Estabelece medidas administrativas de racionalização, controle orçamentário e contenção de despesas no âmbito da Prefeitura Municipal e dá outras providências.

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2011

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2011 NATAL/RN MARÇO/2012

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ARCHIMEDES THEODORO PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ARCHIMEDES THEODORO PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ARCHIMEDES THEODORO PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS RECURSOS DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 2016 1.INTRODUÇÃO A Fundação Educacional de Além Paraíba FEAP,

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 17, DE 31 DE JULHO DE

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 17, DE 31 DE JULHO DE Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA Nº 17, DE 31 DE JULHO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos de adesão das instituições públicas estaduais e municipais de educação superior

Leia mais

Plano de Trabalho. 1. Dados cadastrais Órgão/Entidade Proponente PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE MOR Endereço Rua Dr. Mansour Assis, 199

Plano de Trabalho. 1. Dados cadastrais Órgão/Entidade Proponente PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE MOR Endereço Rua Dr. Mansour Assis, 199 Plano de Trabalho 1. Dados cadastrais Órgão/Entidade Proponente PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE MOR Rua Dr. Mansour Assis, 199 Cidade UF Monte Mor SP 13190-000 Conta Corrente Banco 001 Brasil Nome do Responsável

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE MICROSCOPIA E MICROANÁLISE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

REGIMENTO DO NÚCLEO DE MICROSCOPIA E MICROANÁLISE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA REGIMENTO DO NÚCLEO DE MICROSCOPIA E MICROANÁLISE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E FINALIDADE Art.1º O Núcleo de Microscopia e Microanálise (NMM) caracteriza-se pela reunião

Leia mais

Regimento da Fazenda Experimental da UDESC - CAV

Regimento da Fazenda Experimental da UDESC - CAV Regimento da Fazenda Experimental da UDESC - CAV CAPÍTULO I Da Natureza e Finalidade Art. 1º A Fazenda Experimental da UDESC - CAV (FECAV) é um Órgão Suplementar Setorial do Centro de Ciências Agroveterinárias

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE HABITAÇÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL

PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE HABITAÇÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL PLANO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE HABITAÇÃO E SANEAMENTO AMBIENTAL OUTUBRO/2009 Experiências de Conselhos e Planos Locais de Habitação

Leia mais

ASPECTOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA

ASPECTOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA MINISTÉRIO DA SAÚDE ASPECTOS GERAIS PARA A ELABORAÇÃO DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA Brasília, 25 de agosto de 2011 22/06/2015 1 PRESSUPOSTOS DO CONTRATO ORGANIZATIVO DE AÇÃO PÚBLICA I PRESSUPOSTOS

Leia mais

REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO Faculdade de Enfermagem Luiza de Marillac

REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO Faculdade de Enfermagem Luiza de Marillac REGULAMENTO DE REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO Faculdade de Enfermagem Luiza de Marillac 2 TÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES GERAIS Artigo 1º - Os Cursos da FELM mantém estágios curriculares supervisionados que se constituem

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN 3.1.6 - MCT 1 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Prestação de serviços de pessoa física para a elaboração de documento

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E A SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA

PROTOCOLO ENTRE A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E A SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROTOCOLO ENTRE A POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA E A SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA 1. Preâmbulo Face ao actual modelo de profissionalização e aos imperativos de modernização organizacional, técnica

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: MMA Processo: 02000.003128/2007-35 Data: julho de 2008 Assunto: Cadastro Nacional de Coletivos Educadores para Territórios

Leia mais

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR 1 Projeto Básico da Contratação de Serviços: 1.1 O presente Projeto Básico consiste na contratação de empresa para realizar serviços de brigadista, incluindo prevenção a incêndio,

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GE 3 SECÇÃO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto 1. O presente regulamento

Leia mais

INSTITUTO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS VALE DO PARANAPANEMA LTDA CNPJ: / FACULDADES INTEGRADAS DE TAGUAÍ

INSTITUTO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS VALE DO PARANAPANEMA LTDA CNPJ: / FACULDADES INTEGRADAS DE TAGUAÍ VALE DO PARANAPANEMA LTDA CNPJ: 19.412.711/0001-30 POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) TAGUAÍ SP 2015 Política de Aquisição, Atualização e Manutenção

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ADAMANTINA Secretaria Municipal de Administração Departamento de Tecnologia da Informação 6º andar

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE ADAMANTINA Secretaria Municipal de Administração Departamento de Tecnologia da Informação 6º andar Pré Projeto referente à instalação de equipamentos de wireless outdoor do PROGRIDA (Programa de Inclusão Digital de Objetivos do PROGRIDA. Este programa tem a função de fornecer internet gratuita à população

Leia mais

INTEGRANTE DA PORTARIA Nº 0, DE DE DE

INTEGRANTE DA PORTARIA Nº 0, DE DE DE ANEXO III - R.E.F. MODELO E INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA REF - DA META DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARA OCUPAÇÃO EM FORMAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL DO PROGRAMA CENTROS DE ARTES

Leia mais

FIES. 1 - Dados cadastrais da mantenedora Dados da mantenedora: Mantenedora: INSTITUTO LEAO SAMPAIO DE ENSINO UNIVERSITARIO LTDA

FIES. 1 - Dados cadastrais da mantenedora Dados da mantenedora: Mantenedora: INSTITUTO LEAO SAMPAIO DE ENSINO UNIVERSITARIO LTDA Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes Fundo de Financiamento Estudantil FIES Termo de Participação Proposta de Oferta

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 21, DE 07 DE ABRIL DE Autoriza o Município de Guaíra a firmar Convênio com a SOGUBE de Guaíra e dá outras providências.

PROJETO DE LEI Nº 21, DE 07 DE ABRIL DE Autoriza o Município de Guaíra a firmar Convênio com a SOGUBE de Guaíra e dá outras providências. PROJETO DE LEI Nº 21, DE 07 DE ABRIL DE 2016. Autoriza o Município de Guaíra a firmar Convênio com a SOGUBE de Guaíra e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPALDE GUAÍRA APROVA: Art. 1º Fica o Poder

Leia mais

ANEXO 2 ELABORAÇÃO DO PROJETO

ANEXO 2 ELABORAÇÃO DO PROJETO ANEXO 2 ELABORAÇÃO DO PROJETO 2. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO 2.1 Título do Projeto 2.2 Período de Execução 2.2.1 Início 2.2.2 Término LEVANTAMENTO DAS NECESSIDADES DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DOS TRABALHADORES

Leia mais

COTAÇÃO PRÉVIA nº. 02/2014 SERVIÇO DE PESSOA JURÍDICA / SISTEMA WEB

COTAÇÃO PRÉVIA nº. 02/2014 SERVIÇO DE PESSOA JURÍDICA / SISTEMA WEB Rua Francílio Dourado, 11 - Sala 10 Água Fria - Fortaleza, Ceará, Brasil CEP: 60813-660 Telefone: +55 (85) 3114.9658 http://abraca.autismobrasil.org/ COTAÇÃO PRÉVIA nº. 02/2014 SERVIÇO DE PESSOA JURÍDICA

Leia mais

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR

PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR PROJETO BÁSICO GRAMADOTUR 1 Projeto Básico da Contratação de Serviços: 1.1 O presente Projeto Básico consiste na contratação de empresa para realizar serviços de brigadista, incluindo prevenção a incêndio,

Leia mais

MINUTA DE PLANO DE TRABALHO PARA CONVÊNIO COM REPASSE DE VERBA

MINUTA DE PLANO DE TRABALHO PARA CONVÊNIO COM REPASSE DE VERBA MINUTA DE PLANO DE TRABALHO PARA CONVÊNIO COM REPASSE DE VERBA AS CLÁUSULAS DESCRITAS NESTE PLANO DE TRABALHO PODERÃO SER ADAPTADAS, OBJETIVANDO ESPECIFICAÇÃO PRECISA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CADA CONVÊNIO.

Leia mais

TELECENTROS.BR PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES. Setembro de 2009

TELECENTROS.BR PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES. Setembro de 2009 TELECENTROS.BR PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES Setembro de 2009 1 HISTÓRICO Abril de 2007 Presidente da República solicita acompanhamento das ações de inclusão digital. Montado

Leia mais

Banda Larga Móvel no Brasil: Cenário Regulatório, Espectro de Radiofrequências, Mercado, Perspectivas e Desafios

Banda Larga Móvel no Brasil: Cenário Regulatório, Espectro de Radiofrequências, Mercado, Perspectivas e Desafios Banda Larga Móvel no Brasil: Cenário Regulatório, Espectro de Radiofrequências, Mercado, Perspectivas e Desafios Maximiliano Martinhão Secretário de Telecomunicações Brasília, 3 de junho de 2013 Espectro

Leia mais

V ENCONTRO DE PROVEDORES REGIONAIS Região Sul Curitiba PR

V ENCONTRO DE PROVEDORES REGIONAIS Região Sul Curitiba PR V ENCONTRO DE PROVEDORES REGIONAIS Região Sul Curitiba PR SECRETARIA DE INCLUSÃO DIGITAL Criada em 2011 Projeto CIDADES DIGITAIS Melhoria da gestão pública e dos serviços prestados à população Transparência

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL RESOLUÇÃO CONJUNTA N o 4, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o preço de referência para o compartilhamento de postes

Leia mais

PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO. Escola SENAI Anchieta

PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO. Escola SENAI Anchieta PROGRAMA VIVÊNCIA PROFISSIONAL : REGULAMENTO DA PRÁTICA PROFISSIONAL / ESTÁGIO Escola SENAI Anchieta Sumário Página 01 Prática Profissional / Estágio 03 02 Da carga horária da Prática Profissional / Estágio

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO CONSU Nº. 41/2013 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, considerando

Leia mais

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais,

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais, PORTARIA TRT/GP/DGCA Nº 38/2016 Define a Política de Gerenciamento da Central de Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL

Leia mais

Edital nº 7 de 2016 TRANSCRIÇÃO DE VÍDEOS II

Edital nº 7 de 2016 TRANSCRIÇÃO DE VÍDEOS II Edital nº 7 de 2016 TRANSCRIÇÃO DE VÍDEOS II O Instituto Pólis pretende selecionar um profissional para a transcrição de vídeos com o registro de oficinas e cursos realizados no Litoral Paulista pelo Observatório

Leia mais

Encontro com Fornecedores Gestão da Ética nos Correios

Encontro com Fornecedores Gestão da Ética nos Correios Comissão de Ética Encontro com Fornecedores Gestão da Brasília, 29/06/2016 Conceitos Conceitos Fundamentos para o Código de Ética dos Correios Ética é a atribuição de valor ou importância a pessoas, condições

Leia mais

Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES

Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado ENGENHARIA ELÉTRICA - TELECOMUNICAÇÕES CAMPO LIMPO PAULISTA 2014 Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica - Telecomunicações

Leia mais

REGULAÇÃO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS. Setembro/2010

REGULAÇÃO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS. Setembro/2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas Coordenação Geral de Regulação e Avaliação REGULAÇÃO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS Setembro/2010

Leia mais

PORTAL DA ASSESSORIA DE GESTÃO DE PESSOAS/CRSLESTE

PORTAL DA ASSESSORIA DE GESTÃO DE PESSOAS/CRSLESTE PORTAL DA ASSESSORIA DE GESTÃO DE PESSOAS/CRSLESTE 1 - TÍTULO DO PROJETO: Portal da Assessoria de Gestão de Pessoas da CRSLeste 2 - INSTITUIÇÃO EXECUTORA: Assessoria de Gestão de Pessoas da Coordenadoria

Leia mais

TEMA ESTRATÉGICO: GESTÃO UNIVERSITÁRIA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TEMA ESTRATÉGICO: GESTÃO UNIVERSITÁRIA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TEMA ESTRATÉGICO: GESTÃO UNIVERSITÁRIA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Objetivo 1: Aprimorar a adoção de soluções de TI nas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão, auxiliando na consecução

Leia mais

VALIDAÇÃO DE TERMO DE COMPROMISSO NO MÓDULO PAR (SIMEC)

VALIDAÇÃO DE TERMO DE COMPROMISSO NO MÓDULO PAR (SIMEC) Ônibus escolar/mobiliário/equipamento/pac VALIDAÇÃO DE TERMO DE COMPROMISSO NO MÓDULO PAR (SIMEC) 1. Acesso ao módulo PAR O acesso ao módulo PAR (http://simec.mec.gov.br/) é feito a partir da liberação

Leia mais

COMISSÃO DE DIREITO SECURITÁRIO

COMISSÃO DE DIREITO SECURITÁRIO COMISSÃO DE DIREITO SECURITÁRIO Regimento Interno Art. 1 º A Comissão de Direito Securitário é composta de: I Membros Efetivos, dentre eles o Presidente, o Vice-Presidente, Secretário e Membros Consultores;

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04 CAGV/IFMG/SETEC/MEC DE 15 DE DEZEMBRO DE 2016.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04 CAGV/IFMG/SETEC/MEC DE 15 DE DEZEMBRO DE 2016. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04 CAGV/IFMG/SETEC/MEC DE 15 DE DEZEMBRO DE 2016. Dispõe sobre regulamentação de normas e procedimentos para realização de eventos acadêmicos e administrativos, cerimonial e protocolo

Leia mais

NÚCLEO ESTADUAL DE REGULAMENTAÇÃO DA ANS Regimento Interno

NÚCLEO ESTADUAL DE REGULAMENTAÇÃO DA ANS Regimento Interno NÚCLEO ESTADUAL DE REGULAMENTAÇÃO DA ANS Regimento Interno 1. DAS ATRIBUIÇÕES 1.1. O Núcleo Estadual de Regulamentação da ANS tem por atribuições: a) padronizar ações, modelos e processos que envolvam

Leia mais

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL)

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL) SECRETÁRIA-GERAL DA UNASUL Ficha para a identificação de Iniciativas Conjuntas da UNASUL (PIC-UNASUL) I Nome do projeto: Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ESCOLAR GUIA ORIENTATIVO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE DEMANDAS

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ESCOLAR GUIA ORIENTATIVO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE DEMANDAS GUIA ORIENTATIVO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE DEMANDAS 2015 PPP Plano de Demandas /2015 O Projeto Político Pedagógico, no sistema SigEduca/GPO/PPP está disponível às Escolas Estaduais, Assessorias Pedagógicas

Leia mais

Resolução CFF nº 406, de : Regula as atividades do farmacêutico na Indústria Cosmética, respeitadas as atividades afins com outras profissões.

Resolução CFF nº 406, de : Regula as atividades do farmacêutico na Indústria Cosmética, respeitadas as atividades afins com outras profissões. CONTINUAÇÃO ASPECTOS DESCRITOS NA: Resolução CFF nº 406, de 15.12.03: Regula as atividades do farmacêutico na Indústria Cosmética, respeitadas as atividades afins com outras profissões. Atividades do Farmacêutico

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA 1. DESCRIÇÃO DA SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA 1. DESCRIÇÃO DA SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ESTUDO TÉCNICO PRELIMINAR DA CONTRATAÇÃO 1. DESCRIÇÃO DA SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Aquisição de equipamentos para infraestrutura de redes de todo o IFRO 2. DEFINIÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE REQUISITOS

Leia mais

Boas Práticas em Serviços de

Boas Práticas em Serviços de FEIRA+FÓRUM FÓRUM HOSPITALAR 2011 24 de Maio de 2011 São Paulo SP Boas Práticas em Serviços de Saúde Maria Angela da Paz Gerência Geral de Tecnologia em Serviço de Saúde - GGTES - ANVISA Noção Matemática

Leia mais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais

Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais Plano de Atividades de 2015 do Centro de Relações Laborais A. ENQUADRAMENTO GERAL 1. O CRL foi criado, no seguimento de acordos de concertação social, para apoio técnico à negociação coletiva. É um organismo

Leia mais

PROJETO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES E APLUB CAP

PROJETO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES E APLUB CAP PROJETO FEDERAÇÃO NACIONAL DAS APAES E APLUB CAP 2014 CONTROLADORIA FENAPAES-RS Projeto APLUB e Federação Nacional das APAES- Nome do projeto Projeto de apoio as Federações Estaduais dos recursos provenientes

Leia mais

SEGURANÇA PATRIMONIAL E OPERACIONAL RD N : 16 DATA DE EMISSÃO 12/08/1999

SEGURANÇA PATRIMONIAL E OPERACIONAL RD N : 16 DATA DE EMISSÃO 12/08/1999 NP- AD-019 1 de 5 Índice: 1 DO OBJETIVO...2 2 DA ÁREA DE APLICAÇÃO...2 3 DAS DEFINIÇÕES...2 3.1 DAS SIGLAS...2 3.2 DOS CONCEITOS...2 3.3 DAS RESPONSABILIDADES...2 4 DA DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTOS...3 4.1

Leia mais

BALANÇO DA POLÍTICA HABITACIONAL URBANA PMCMV - ENTIDADES FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL - FDS

BALANÇO DA POLÍTICA HABITACIONAL URBANA PMCMV - ENTIDADES FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL - FDS BALANÇO DA POLÍTICA HABITACIONAL URBANA PMCMV - ENTIDADES 2009-2014 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL - FDS MINHA CASA, MINHA VIDA - ENTIDADES PMCMV ENTIDADES/ FDS Produção e aquisição de unidades habitacionais

Leia mais

Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo

Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo NATAL EM ATIVIDADE NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO Nota introdutória A Câmara Municipal pretende desenvolver programas

Leia mais

TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO 2013

TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO 2013 PROGRAMA CULTURA É CURRICULO PROJETO: LUGARES DE APRENDER: A ESCOLA SAI DA ESCOLA PROJETO: ESCOLA EM CENA TERMO DE ADESÃO E COMPROMISSO 2013 A Escola Estadual, CIE nº e a Diretoria Regional de Ensino,

Leia mais

Prof. Luiz Eduardo G. Martins. Coordenadoria Executiva do CETI Coordenadoria de Gestão da Informação - ProPlan

Prof. Luiz Eduardo G. Martins. Coordenadoria Executiva do CETI Coordenadoria de Gestão da Informação - ProPlan Prof. Luiz Eduardo G. Martins Coordenadoria Executiva do CETI Coordenadoria de Gestão da Informação - ProPlan São Paulo Fevereiro/2014 Histórico Junho/2013 - CETI inicia discussão sobre possível mudança

Leia mais

SET REGIONAL SUL 2016 PAINEL REGULATÓRIO DESLIGAMENTO 2018

SET REGIONAL SUL 2016 PAINEL REGULATÓRIO DESLIGAMENTO 2018 SET REGIONAL SUL 2016 PORTO ALEGRE/RS 31/05/2016 PAINEL REGULATÓRIO DESLIGAMENTO 2018 Martim Jales Hon Sumário Breve Histórico Edital de Licitação da faixa de 700 MHz EAD e GIRED Relatório de Análise e

Leia mais

MANUAL EVENTOS APOIADOS

MANUAL EVENTOS APOIADOS MANUAL DE EVENTOS APOIADOS Atualizado em 06 de Maio de 2016 1. INTRODUÇÃO... 3 2. NATUREZA DO APOIO... 3 3. PROPOSTA DE REALIZAÇÃO DO EVENTO... 3 3.1 PERÍODO DE REALIZAÇÃO DOS EVENTOS... 4 4. SERVIÇOS

Leia mais

SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DO PIAUÍ SEMAR/PI

SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DO PIAUÍ SEMAR/PI PIAUÍ: PILARES DE CRESCIMENTO E INCLUSÃO SOCIAL SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS DO PIAUÍ SEMAR/PI TERMO DE REFERÊNCIA Nº.../2016 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL

Leia mais

ORIENTAÇÃO NORMATIVA N 02

ORIENTAÇÃO NORMATIVA N 02 ORIENTAÇÃO NORMATIVA N 02 PALESTRAS DE SENSIBILIZAÇÃO Publicada em 01/02/2015 1 Considerando a preocupação do Observatório Social do Brasil em garantir que novas unidades de Observatórios Sociais sejam

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO N 01/2016 PROAD

ORDEM DE SERVIÇO N 01/2016 PROAD ORDEM DE SERVIÇO N 01/2016 PROAD O Pró-Reitor de Administração da Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre UFCSPA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, divulga o

Leia mais

CONTRATO DE RATEIO N 1/2015. l - PARTES CONTRATANTES

CONTRATO DE RATEIO N 1/2015. l - PARTES CONTRATANTES CONTRATO DE RATEIO N 1/2015. l - PARTES CONTRATANTES O MUNICÍPIO DE CASTELO, inscrito no CNPJ sob N 27.165.638/0001-39, com sua sede administrativa na Prefeitura Municipal, situada na Av. Nossa Senhora

Leia mais

PLANO PARA UNIVERSALIZAR TELECOMUNICAÇÕES EM SAÚDE COM RECURSOS DO FUST VAI PARA CONSULTA PÚBLICA DIA 22

PLANO PARA UNIVERSALIZAR TELECOMUNICAÇÕES EM SAÚDE COM RECURSOS DO FUST VAI PARA CONSULTA PÚBLICA DIA 22 Brasília, 19 de outubro de 2001. PLANO PARA UNIVERSALIZAR TELECOMUNICAÇÕES EM SAÚDE COM RECURSOS DO FUST VAI PARA CONSULTA PÚBLICA DIA 22 Entra em Consulta Pública (nº 325) nesta segunda-feira, dia 22,

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S 1 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS BRASILEIRAS S.A. - ELETROBRÁS PREGÃO PRESENCIAL Nº 21/2009 ANEXO I - ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 2 ÍNDICE 1 OBJETO...3 2 OBJETIVO...3 3 EQUIPE...3 4 CONDIÇÕES

Leia mais

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 001/2016 PARA SELEÇÃO DE SUPERVISORES MÉDICOS PARA O PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL DA ATENÇÃO BÁSICA (PROVAB) COORDENADO PELO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E EMPREGO FUNDAÇÃO DE EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO DE MINAS GERAIS UTRAMIG

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E EMPREGO FUNDAÇÃO DE EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO DE MINAS GERAIS UTRAMIG EDITAL PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS PARA O ATENDIMENTO NO LABORATÓRIO DO CURSOS TÉCNICO DE MEIO AMBIENTE UTRAMIG/DEP Nº 1/2016 1- A, inscrita sob o CNPJ 17.319.831/0001-23, com sede e foro nesta Capital,

Leia mais

Minuta de Termo de Doação com Encargos

Minuta de Termo de Doação com Encargos MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES GABINETE DO MINISTRO MANUAL DE SELEÇÃO PARA O PROJETO CIDADES DIGITAIS ANEXO II Minuta de Termo de Doação com Encargos TERMO DE DOAÇÃO COM ENCARGOS QUE CELEBRAM ENTRE SI A UNIÃO,

Leia mais

ÍNDICE. 1 Introdução Definições Pontos de Interconexão (POI) Compartilhamento de Infra-estrutura...4

ÍNDICE. 1 Introdução Definições Pontos de Interconexão (POI) Compartilhamento de Infra-estrutura...4 ÍNDICE 1 Introdução...1 2 Definições...2 3 Pontos de Interconexão (POI)...3 4 Compartilhamento de Infra-estrutura...4 5 Características de Rede...6 6 Qualidade, Confiabilidade e Disponibilidade da Interconexão...8

Leia mais

DECLARAÇÃO. Porto Nacional - TO, 14 de dezembro de FULANO DE TAL Sócio-Administrador

DECLARAÇÃO. Porto Nacional - TO, 14 de dezembro de FULANO DE TAL Sócio-Administrador para fins de atendimento a Res. nº 272 da Anatel SCM, de 9 de agosto de 2001, inciso I, alínea e, que a requerente não é autorizada, concessionária, controlada, coligada ou controladora de autorizada ou

Leia mais