UNIDADE CURRICULAR DE INTRODUÇÃO A INFORMÁTICA DOCENTE: ANDRÉ LUIZ SILVA DE MORAES

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1 UNIDADE CURRICULAR DE INTRODUÇÃO A INFORMÁTICA DOCENTE: ANDRÉ LUIZ SILVA DE MORAES Material desenvolvido para a unidade curricular de Introdução a Informática no curso superior de Redes de Computadores. P á g 1

2 Sumário 1 APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR 6 2 UMA ABORDAGEM INICIAL 6 3 MÁQUINAS VIRTUAIS Utilizando o VMWare WorkStation Criando a máquina virtual Instalando o sistema operacional Manipulação do sistema operacional instalado Utilizando o Sun VirtualBox Criando uma nova máquina virtual Instalando um sistema operacional Manipulação do Sistema Operacional Instalado 14 4 INTRODUÇÃO AO HARDWARE DE COMPUTADORES Gabinetes de Computador Descrevendo Fontes de Alimentação Descrevendo as unidades Básicas de Eletricidade Identificando componentes Internos ao computador Unidade Central de Processamento - CPU Refriamento e Dissipação de Calor Memórias Memória Cache As Placas e as Suas Características SLOTS DE EXPANSÃO Unidades de Armazenamento 29 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress INICIANDO ESTRUTURA DE TÓPICOS CRIANDO SLIDES SIMPLES EXPORTAR COMO PDF LAYOUTS 37 6 MANIPULAÇÃO DE IMAGENS O que é uma imagem? Resolução DPI (Dots per Inch) Formatos de Imagem BMP (Bitmap for windows) 41 P á g 2

3 6.4.2 JPEG (Joint Photographic Experts Group) GIF (Graphics Interchange Format) Outros Formatos: Pesquisa e Obtenção de Imagens Pesquisando imagens de outros tamanhos Tamanhos típicos de resolução Salvando a imagem 47 7 Continuação: Recursos do BrOffice Impress ACESSANDO O Slide Mestre Formatando SLIDES PELO SLIDE MESTRE: Exemplo 1 Mudando a cor dos títulos da apresentação Exemplo 2 Alterando configurações sobre os tópicos da apresentação INSERINDO ELEMENTOS GRÁFICOS Exemplo 3 - Inserindo uma figura nos slides da apresentação Inserção de elementos Gráficos do Impress FORMATANDO MODELOS DE PLANO DE FUNDO EXEMPLO 4 Personalizando um Modelo de Páginas Mestre SALVANDO MODELOS PARA USO POSTERIOR 55 8 ATIVIDADE (REDES/ MANHÃ )- TRABALHO SOBRE TECNOLOGIAS DE HARDWARE (REDES/ NOITE )- TRABALHO SOBRE TECNOLOGIAS DE HARDWARE TRANSIÇÃO DE SLIDES SLIDE DE RESUMO CRIANDO HYPERLINKS CRIANDO HYPERLINKS PARA UMA PÁGINA WEB CRIANDO UM HYPERLINK PARA UM SLIDE ESPECÍFICO CRIANDO HYPERLINKS COM USO DE IMAGENS INSERINDO CABEÇALHO E RODAPÉ NOS SLIDES Definindo um Rodapé com texto e numeração dos slides EFETUANDO ALTERAÇÕES NOS CAMPOS MESTRE 69 9 BROFFICE WRITER INTRODUÇÃO QUEBRAS QUEBRA DE PÁGINA QUEBRA DE LINHA QUEBRA DE COLUNA ESTILOS DE TEXTO Ordenação de Hierarquia de capítulos Personalização de um estilo Existente criando um estilo novo GERAÇÃO DE ÍNDICES CRIANDO UM SUMÁRIO DE TÍTULOS CRIANDO UM ÍNDICE DE FIGURAS 96 P á g 3

4 9.5 FORMATANDO NUMERAÇÕES DE PÁGINAS Habilitando a Numeração das páginas COM CABEÇALHO E RODAPÉ FORMATANDO PÁGINAS PARA QUE NÃO TENHAM NUMERAÇÃO TRABALHANDO COM TABELAS Criando E EDITANDO tabelas simples MESCLANDO CÉLULAS Auto Formatando uma tabela INSERINDO COLUNAS E LINHAS CONVERTENDO TEXTOS EM TABELAS / TABELAS EM TEXTOS INTRODUÇÃO A OPERAÇÕES COM O LINUX UBUNTU INICIANDO NAVEGANDO NOS DIRETÓRIOS Navegando pela parte visual Navegando em modo texto CRIANDO/EXCLUINDO DIRETÓRIOS EXEMPLO 3: Criando pastas no modo gráfico EXEMPLO 4: Criando pastas no modo textual EXEMPLO 5: Removendo diretórios pelo modo textual EXEMPLO 6: Removendo diretórios não-vazios CRIANDO /EXCLUÍNDO ARQUIVOS EXEMPLO 6: Criando um arquivo com o comando touch EXEMPLO 7: Editando o conteúdo interno de um arquivo EXEMPLO 7: Visualizando o conteúdo de um arquivo com cat COPIANDO E MOVENDO ARQUIVOS E DIRETÓRIOS EXEMPLO 7: efetuando uma cópia de arquivo EXEMPLO 8: REALIZANDO UMA CÓPIA PARA UM SUBDIRETÓRIO EXEMPLO 9: REALIZANDO UMA CÓPIA PARA UM DIRETÓRIO ACIMA EXEMPLO 10: RENOMEANDO UM ARQUIVO BrOffice Calc Comandos básicos FÓRMULAS OPERADORES ARITMÉTICOS OPERADORES DE COMPARAÇÃO OPERADORES DE TEXTO OPERADORES BOOLEANOS FUNÇÕES BÁSICAS 125 Exercícios: Funções Lógicas A FUNÇÃO PROCV Exercícios de Funções Lógicas: Introdução a Conceitos de Bancos de Dados com o BrOffice Base Como trabalhar com dados em um banco de dados Criando um formulário 140 P á g 4

5 13.3 Gerando Relatórios Revisão de conteúdos: 148 P á g 5

6 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 01 Prof. André Moraes 1 APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR A unidade curricular de Introdução a Informática tem como objetivo aproximar alunos ingressantes do curso de Redes de Computadores dos matérias que são abordados em todo o curso, através do estudo de recursos de tecnologia utilizados na atualidade por empresas e de forma doméstica. A Unidade possui um grande escopo de abrangência, passando desde introdução a elementos básicos da informática de hardware e software até a utilização de softwares para a manutenção do sistema operacional e ferramentas típicas da área de redes. 2 UMA ABORDAGEM INICIAL O computador está em todos os lugares diariamente para as mais variadas tarefas. Ele executa instruções com linguagem de máquina, fornecendo como resultado informações processadas. Para tanto, existem dois elementos marcantes no processamento de informações: Dados considerados como todas as entradas no computador que não tem sentido sem o processamento; Informação considerados como os dados processados, reorganizados de maneira significativa sobre uma empresa, uma pessoa, etc. Tanto os dados como a informação estão presentes nos mais variados sistemas que utilizamos com o computador. Tarefas variadas podem ser executadas com o uso de computadores que vão desde aplicativos para desenho, jogos, mecânica, animações, programação, automatização de tarefas industriais, processamento geográfico, redes, etc. P á g 6

7 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 02 Prof. André Moraes 3 MÁQUINAS VIRTUAIS Em nossa aula anterior, fizemos uma breve introdução com uso de máquinas virtuais para emularmos um computador novo utilizando o hardware atual que você possui disponível. Nesta etapa, utilizaremos também outra tecnologia que pode ser utilizada, a Sun VirtualBox para realizar a instalação de um Sistema Operacional a partir do zero. 3.1 UTILIZANDO O VMWARE WORKSTATION Uma ferramenta bastante popular no mercado de virtualização de sistemas existente é o VMware. Que permite a criação e utilização de máquinas virtuais em computadores pessoais e também servidores. Dadas as proporções, os requisitos mínimos para a instalação deste software serão apenas um sistema operacional base para servir como plataforma e uma quantia de memória suficiente para poder hospedar o sistema o qual será virtualizado. Para nossos exemplos utilizaremos como plataforma o sistema operacional Windows XP com pelo menos 1GB de memória, o que será suficiente para executarmos a instalação dos sistemas hospedados e também a execução dos mesmos. A seguir serão descritos os passos que vão desde a criação da máquina virtual até a instalação do sistema operacional e a execução do mesmo CRIANDO A MÁQUINA VIRTUAL A criação da máquina virtual é bastante simples no VMware. Precisamos apenas atentar aos requisitos do hardware escolhido memória e quantidade de disco rígido disponível para o computador. Para a criação de uma nova máquina virtual precisamos acessar o menu File / New / Virtual Machine. E visualizaremos as seguintes opções: P á g 7

8 O processo de criação de uma nova máquina virtual é bastante simples, normalmente bem especificado pelo assistente do VMware e as opções são bastante claras ao usuário. Em nosso exemplo criamos um sistema para trabalharmos com as opções típicas, utilizando um sistema operacional Windows XP Professional Edition e com a maioria das opções típicas do assistente de acordo com as telas mostradas neste material. Aqui estamos apenas definindo para que a rede do sistema hospedado na máquina virtual tenha acesso direto à placa de rede do sistema hospedeiro para poder acessar a rede externa e consequentemente a internet. P á g 8

9 Também fizemos a configuração da quantidade de disco rígido a ser utilizado pela máquina, normalmente é pesquisado o tamanho de disco mínimo necessário pela máquina e damos uma pequena margem ao sistema para que funcione corretamente com alguns programas. Em todo o caso, tanto para Windows XP como para Linux Ubuntu podemos utilizar uma quantidade de disco não muito maior do que 5GB. A última etapa é a criação da máquina, indicada pelo botão concluir do VMware. Após clicar em concluir o software iniciará a criação dos arquivos base para o funcionamento da máquina virtual e deixá-la pronta para o uso INSTALANDO O SISTEMA OPERACIONAL Para a instalação do sistema operacional, as tarefas podem ser um pouco diferentes dependendo do sistema que for escolhido para a sua instalação. No exemplo desta instalação foi utilizada uma instalação do Linux Ubuntu, que também é bastante típica a exemplo do Windows. Como no Windows, o Linux Ubuntu realiza a instalação da maioria dos itens necessária para o pleno funcionamento do sistema, com exceção de recursos de rede e vídeo. No exemplo foi feita uma instalação de um sistema Linux também com as configurações típicas até o seu funcionamento na máquina virtual criada. P á g 9

10 3.1.3 MANIPULAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL INSTALADO Para a manipulação do sistema é comum a captura de comandos do mouse por parte da máquina VMware para que possa realizar a comunicação com o sistema hospedado. Em outras palavras, toda a vez que for clicada a tela do sistema instalado será capturado o mouse, para liberá-lo podemos pressionar as teclas CTRL + ALT e tomamos o controle do mouse novamente. Note que o sistema de arquivos do sistema operacional instalado não comunicará diretamente com os arquivos existentes no computador hospedeiro do usuário, para isso precisaremos de uma comunicação via rede ou via recursos de armazenamento. 3.2 UTILIZANDO O SUN VIRTUALBOX Outro exemplo de máquina virtual que poderemos explorar na unidade curricular é a VirtualBox. Uma máquina virtual freeware, disponibilizada pela Sun em seu site Os procedimentos para manipular este software são muito semelhante aos da já conhecida VmWare, que possui a mesma finalidade em termos de aplicação. A imagem mostra a tela inicial do virtualbox e podemos claramente realizar os mesmos procedimentos para a criação da máquina virtual, vejamos os passos a seguir: Criara a nova máquina virtual; Determinar as tarefas básicas para uso da máquina; Realizar a instalação do sistema operacional; Manipular o sistema operacional instalado; Vejamos os passos detalhadamente a seguir: CRIANDO UMA NOVA MÁQUINA VIRTUAL Para criar uma nova máquina, basta clicarmos no botão novo e o software abrirá o assistente de criação: P á g 10

11 O assistente nos permitirá escolher as opções que formarão o novo computador e darão condições de finalizarmos a mesma. Aqui temos a primeira etapa da criação da máquina virtual, onde definiremos o nome da máquina, qual o sistema operacional a ser utilizado e também a versão de sistema operacional da máquina a ser criada. Neste exemplo, definiremos uma máquina básica com as opções mais comuns, com um sistema Windows e a versão Windows XP. Em seguida, definimos a memória a ser utilizada pelo novo computador, note que isto estará diretamente ligado ao sistema escolhido para a instalação. Aqui criaremos um computador com 512Mb de memória. Agora chegamos ao momento de escolher os requisitos de disco rígido, ou Winchester. Aqui teremos a opção de criar um novo disco ou usar um disco existente, optaremos por criar um disco novo e avançaremos novamente. P á g 11

12 Ao avançarmos visualizaremos o assistente de criação de disco rígido virtual. O VirtualBox nos permite criar um novo disco para que possa ser dinamicamente expansível ou com tamanho fixo, para nosso exemplo podemos manter a opção de dinamicamente expansível. O tamanho escolhido para o disco deste exemplo será de 5Gb, pois não temos a certeza de que sempre teremos espaço disponível para a criação da máquina. É sempre necessário também avaliar os requisitos básicos do sistema operacional para a sua instalação, neste caso, o Windows XP utiliza pelo menos 2GB para o seu sistema e 5GB serão suficientes para o que faremos de experiência neste caso. Após a escolha do tamanho do disco, o VirtualBox mostrará um sumário de sua criação de disco virtual e em seguida da instalação mostrando o que foi escolhido e como ficarão as suas opções. Após a escolha das opções, podemos clicar Finalizar para encerrarmos a criação da máquina. Este resumo mostrará as principais opções escolhidas e também opções que não foram ativadas ou estão desabilitadas por padrão do sotware. Para iniciar a máquina podemos clicar no botão iniciar, localizado no topo do software em verde, e visualizar a máquina sendo inicializada. Ao clicarmos iniciar, poderemos ver um aviso sobre a captura de teclas para o sistema e como escaparmos deste modo, caso aconteça de seus comandos ficarem bloqueados internamente no sistema da máquina virtual. P á g 12

13 Da mesma forma que em outras aplicações de máquinas virtuais, o VirtualBox também realiza a captura de teclas para o sistema. Aqui o padrão de teclas para a liberação do sistema da máquina para a plataforma básica é a tecla ctrl da direita do teclado, ou a combinação de ctrl+alt+delete INSTALANDO UM SISTEMA OPERACIONAL Inicialmente para a instalação de um sistema operacional precisamos nada mais do que uma mídia que possa ser utilizada para a transferência dos arquivos para a realização da instalação de tal sistema. Optou-se pela utilização do sistema Windows XP pela facilidade e popularidade neste momento. Um detalhe importante, no caso da VirtualBox é que provavelmente será necessário acessar as configurações da máquina para podermos acessar ao drive de CD do computador plataforma e atribuí-lo à máquina virtual para podermos utilizá-lo. Para isso, siga os passos: Clique com o botão da direita do mouse sobre a máquina virtual que você desejar configurar e em seguida acesse a opção configurações; Se a máquina estiver ligada desligue-a, pois não será possível acessar configurações de máquinas virtuais que estejam em funcionamento; P á g 13

14 3.2.3 MANIPULAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL INSTALADO Aqui estamos tratando de questões inerentes ao sistema operacional que foi instalado. Sabe-se que para cada sistema a ser utilizado existem configurações diferentes, formas de uso diferentes e também softwares diferentes. O que é importante conhecer são as tarefas rotineiras do sistema como: Manipulação de arquivos do sistema; Configurações gerais do sistema que permitam personalizá-lo; Detalhar os principais comportamentos do sistema em situações de uso; Detalhar os principais softwares que compõem ou que estão disponíveis para o sistema operacional instalado; 4 INTRODUÇÃO AO HARDWARE DE COMPUTADORES P á g 14

15 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 03 Prof. André Moraes Faremos um tour sobre alguns conceitos sobre hardware de computadores que são interessantes para avançarmos no conteúdo da unidade curricular. 4.1 GABINETES DE COMPUTADOR P á g 15

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18 4.2 DESCREVENDO FONTES DE ALIMENTAÇÃO P á g 18

19 4.3 DESCREVENDO AS UNIDADES BÁSICAS DE ELETRICIDADE P á g 19

20 4.4 IDENTIFICANDO COMPONENTES INTERNOS AO COMPUTADOR P á g 20

21 4.5 UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO - CPU P á g 21

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23 4.6 REFRIAMENTO E DISSIPAÇÃO DE CALOR P á g 23

24 4.7 MEMÓRIAS P á g 24

25 A memória RAM constitui o grande ajudante do processador na tarefa de processas as informações e vem evoluindo ao longo do tempo. Todos os aplicativos que ficam em execução quando o sistema operacional está sendo executado reservam uma parte da memória RAM para serem executados. O sistema operacional também reserva uma parte desta memória para a sua execução interna. Por isto diz-se que um computador ao ter a sua memória RAM aumentada mais que o natural terá a sua execução com certeza um pouco mais veloz. P á g 25

26 4.7.1 MEMÓRIA CACHE Sobre a memória cache, ainda podemos incluir o fato de já nos perguntarmos alguma vez porque então toda a memória do computador não é feita com o mesmo material da cache, já que ela é tão veloz como é dito. O fato é que a cache é sim mais veloz, porém por este motivo ela é muito cara, e um computador com somente este tipo de memória seria extremamente oneroso para usuários domésticos adquirirem. Por isto temos 3 tipos de cache e ainda temos a memória RAM, que vem evoluindo ao longo dos tempos. P á g 26

27 4.8 AS PLACAS E AS SUAS CARACTERÍSTICAS P á g 27

28 4.8.1 SLOTS DE EXPANSÃO Os slots constituem uma das partes bastante conhecidas por usuários que gostam de alterar placas no computador ou substituí-las para ampliar as capacidades do computador. Novas placas a serem instaladas costumam ocupar estes slots, deixando com que o dispositivo que antes era incorporado a placa-mãe (on-board) seja agora utilizado desacoplado diretamente da placa-mãe (off-board). O interessante sobre os slots é que quanto maior for o barramento logicamente maior será a quantidade de informação que será trafegada por eles. P á g 28

29 4.9 UNIDADES DE ARMAZENAMENTO P á g 29

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33 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress O pacote BrOffice é um pacote de escritório muito similar ao já conhecido Microsoft Office e ao longo do tempo vem evoluindo e cada vez mais ampliando as possibilidades de uso contínuo desta ferramenta. Algumas características do pacote chamam a atenção, porém ainda são várias as necessidades de mudança para se equivaler realmente ao pacote da Microsoft. Faremos um estudo sobre as principais atividades que podem ser desenvolvida nestes aplicativos e tiraremos o bom que este nos propõe. 5.1 INICIANDO Ao abrirmos o aplicativo, temos de cara na entrada a pergunta do tipo de apresentação que desejamos criar. Utilizaremos a opção Apresentação vazia para iniciarmos e clicamos em Criar. Após criarmos a apresentação inicial, vemos a sua tela de entrada: P á g 33

34 Como este aplicativo tem como finalidade o desenvolvimento de apresentações, exploraremos primeiro a forma de criação nele e em seguida incluiremos alguns efeitos visuais para requintar a apresentação criada. Nos preocuparemos inicialmente apenas com o conteúdo e a sua organização. Quando ouvir falar em conteúdo do slide, imediatamente devemos prestar atenção no recurso de Estrutura de tópicos, explicado a seguir. 5.2 ESTRUTURA DE TÓPICOS Refere-se a estrutura de escrita. Slides são compostos por tópicos, não por grandes textos. Embora é comum vermos grandes apresentações com uma quantidade de texto excessiva, temos de ter a noção de que o texto a ser inserido nos slides de uma apresentação são tópicos, que consistem em pequenos títulos abreviando o que vai ser explicado a seguir. O painel acima é o responsável por alterar o modo de visualização do impress. Note que ao clicarmos na aba Estrutura de tópicos, veremos imediatamente uma outra forma de visualização. Agora que temos uma tela um pouco diferente, criaremos os tópicos dos slides. Para isto, precisamos saber que os tópicos são organizados em níveis, quando maior o nível mais inferior é o tópico, quando o nível for o menor possível, estaremos no nível slide. Para alternar entre níveis de tópico, use as teclas TAB (elevando o nível) ou SHIFT + TAB (rebaixando o nível), seja o exemplo abaixo: CRIANDO SLIDES SIMPLES A criação de slides simples é feita diretamente. Note que agora temos um cursor que está em evidência na estrutura de tópicos, basta digitar diretamente e o seu texto aparecerá. Ao pressionar ENTER no teclado, estaremos criando um novo slide e consequentemente um novo título. Se digitarmos vários títulos pressionando ENTER serão criados vários slides. P á g 34

35 Exemplo 1 Criando uma apresentação apenas com slides Criaremos vários slides apenas com títulos. Para isso, apenas digite o texto na região da direita do painel de slides e pressione ENTER. Agora continuaremos na mesma estrutura, mas o próximo slide terá alguns tópicos. Exemplo 2 Incluindo um Tópico Para incluir um tópico, seja o exemplo 1 no slide 6. Posicionaremos o cursor do mouse no final da linha e pressionaremos o ENTER, será criado o slide 7. Digitamos o novo título e pressionamos ENTER novamente: Note que ao pressionar a tecla TAB o tópico é rebaixado: P á g 35

36 Se pressionar mais uma vez, rebaixaremos novamente o tópico: Para elevar o nível de tópico, pressione simultaneamente as teclas SHIFT e TAB, cada vez que pressionarmos esta combinação será rebaixado o nível do slide em 1 nível. Visualizando esta estrutura no slide principal, teremos: 5.3 EXPORTAR COMO PDF Uma das funcionalidades que distinguiu bastante os aplicativos do pacote BrOffice foi a conversão nativa a arquivos do tipo PDF. Isto foi possível graças a um acordo feito entre a adobe e a BrOffice garantindo a inclusão deste tipo de suporte nos seus aplicativos. Para exportarmos a apresentação atual, podemos ir diretamente no menu arquivo / Exportar para PDF. Em seguida, veremos a janela onde podemos realizar configurações sobre a exportação do arquivo. P á g 36

37 Alguns detalhes sobre a exportação ainda não estarão claros, mas precisamos apenas entender que em alguns casos necessitaremos acessar esta janela e realizar algumas configurações em função de economia de espaço em disco ou até mesmo otimização do arquivo a ser gerado. Para todos os efeitos, após clicarmos em exportar, os slides da apresentação serão convertidos para o formato PDF e gravados com um nome de arquivo que precisaremos ainda escolher. Após a escolha do nome, teremos o arquivo desejado convertido para o formato PDF e pronto para o seu uso. Após explorarmos os formatos possíveis de imagens digitais poderemos configurar a exportação para diferentes configurações e exibirmos as diferenças entre elas. 5.4 LAYOUTS Um layout consiste em a disposição na qual os elementos ficarão na tela do slide no qual estamos trabalhando. O Impress oferece as opções de Layout à direita da tela do usuário, conforme a figura: P á g 37

38 Existem diversos layouts que podem ser selecionados, usualmente eles apenas modificarão a forma como os elementos ficarão na tela. Existem layouts para figuras, para texto e figura, para gráficos, etc., escolha o seu selecionando o slide a ser modificado e clicando no layout escolhido. Em nosso exemplo, utilizamos um layout de Título, Clipart e texto, neste exemplo veremos que o slide atual será imediatamente alterado para a disposição de acordo com a figura: Note que ao clicarmos duas vezes no ícone de imagem, será aberta a caixa de diálogo para a seleção da imagem a ser escolhida e inseri-la no slide atual. A imagem ilustra a figura escolhida inserida no slide e posicionada automaticamente em função do layout escolhido. P á g 38

39 6 MANIPULAÇÃO DE IMAGENS A seguir alguns dos principais conceitos sobre imagens digitais. 6.1 O QUE É UMA IMAGEM? Imagens tradicionais consistem em uma coleção de pontos denominados PIXELS. Estes pixels estão organizados em uma grade dividida em linhas e colunas. Estes pixels são organizados cada um com diferentes tons de cor gerando o que vemos hoje em fotos digitais. A maioria das imagens geradas pelos dispositivos domésticos que conhecemos é gerada com o mesmo mecanismo. Geralmente o que as difere é o seu formato, sua compactação e o suporte a transparência. Na imagem temos um exemplo de como veremos a imagem caso a mesma for ampliada a uma taxa relativamente grande, o que percebemos é um formato quadriculado em sua formação. Na realidade o que estamos visualizando é o pixel, a menor porção de uma imagem digital. O que acontece quando uma imagem é dimensionada maior do que ela realmente é? 6.2 RESOLUÇÃO Não recomenda-se em hipótese alguma aumentar uma imagem que originalmente foi obtida pequena. Se a imagem for dimensionada de forma muito maior do que o original, certamente os pixels ficarão visíveis a olho nu. O que é recomendado? Existe uma medida denominada resolução que define as dimensões da imagem digital. Normalmente é utilizada com pré-requisito para a criação de imagens em softwares como adobe photoshop, adobe illustrator, adobe fireworks. Define o tamanho da imagem medida em pixels. É a principal informação quando se pretende obter imagens para trabalhos. P á g 39

40 Quanto maior, normalmente é garantia de que a imagem terá qualidade desejada em trabalhos onde necessita-se usar imagens grandes. O monitor do computador é um bom exemplo do uso de resolução, podemos perceber que o monitor possui várias opções de escolha da resolução. Hoje em dia os valores de resolução são bem maiores do que há alguns anos atrás. A resolução padrão hoje na maioria dos computadores é a partir de 1024 x 768 pixels, e daí para cima. 6.3 DPI (DOTS PER INCH) Significa a quantidade de pixels por polegada contidos em uma imagem digital. Quanto maior a quantidade de DPI, maior será a qualidade da imagem e maior será o tamanho do arquivo de imagem também. A representação do DPI consiste na quantidade de bits utilizados para cada polegada na imagem. Logicamente quanto maior for a quantidade de DPI em uma imagem maior será também a sua qualidade. Em alguns textos, é comum encontrarmos as definições de DPI com o nome Densidade da Imagem, o que se refere ao mesmo termo. 6.4 FORMATOS DE IMAGEM Existem diversos formatos de imagens digitais. Os mais comuns encontrados e utilizados pelos aplicativos simples são: BMP (Windows Bitmap) P á g 40

41 JPG (Joint Photographic Experts Group) GIF (Graphics Interchange Format) Existem também outros formatos utilizados por aplicativos profissionais de edição de imagem e também para as tarefas de impressão digital em grande escala BMP (BITMAP FOR WINDOWS) Formato que não utiliza compressão. Possui uma alta qualidade. É Nativa do sistema Windows. Todos aplicativos reconhecem este formato. Representa qualquer imagem digital. Uma característica marcante deste formato é a pouca ou nenhuma economia na geração de imagens deste formato JPEG (JOINT PHOTOGRAPHIC EXPERTS GROUP) Formato mais conhecido de todos. Máquinas digitais usam este formato para a geração de fotos. Muito utilizado na internet em páginas. Possui compressão, podendo ser personalizada pelo aplicativo. E um formato bastante interessante, pois costuma utilizar um algoritmo de compressão quando é gerado um arquivo com este formato. P á g 41

42 Na imagem de exemplo temos uma pequena comparação entre os formatos com o uso de 3 imagens geradas com cada formato. Note que elas possuem visivelmente uma diferença de qualidade em função da compactação utilizada pelo JPG GIF (GRAPHICS INTERCHANGE FORMAT) Formato bastante antigo. Usado na internet para imagens com pequenos movimentos. Suporta apenas 256 cores. Ocupa pouco espaço em disco. Ícones usados em páginas usam este formato. O formato GIF é bastante popular pelo fato de armazenar camadas de imagens diferentes, possibilitando sobrepor diferentes imagens e dando a impressão de existir movimento na imagem. Faremos um comparativo da qualidade de imagem a seguir: P á g 42

43 FORMATO JPEG FORMATO GIF Podemos perceber claramente que a imagem em GIF demonstra claramente uma grande diferença em termos de qualidade da imagem. Isto se deve pela quantidade de cores possíveis que o formato consegue representar (256 cores) OUTROS FORMATOS: Como os formatos citados não são uma exclusividade, existem outros que também são muito utilizados hoje em dia, porém serão apenas citados neste material: TIFF (Tagged Image File Format) PNG (Portable NetWork Graphics) P á g 43

44 Estes dois formatos possuem várias peculiaridades, porém podemos destacar a capacidade de armazenamento de maior qualidade combinada a uma relativa economia de espaço em disco, além da compatibilidade com alguns softwares editores de imagens. 6.5 PESQUISA E OBTENÇÃO DE IMAGENS A pesquisa de imagens adequadas é uma tarefa exaustiva e minuciosa. Nem sempre é possível utilizar a imagem que queremos devido aos fatores da qualidade. Existem imagens que depois de obtidas deverão sofrer algum tipo de tratamento. Na internet, existem meios interessante de buscarmos imagens digitais. Aqui abordaremos a pesquisa feita pela ferramenta Google Imagens. Em seguida, teremos a página de busca por imagens fornecida pelo Google. O buscador Google é atualizado constantemente, atualmente oferece algumas outras formas de pesquisa de imagens. Geralmente a forma tradicional é a inserção da palavra-chave que deseja-se localizar como resultado e o buscador irá atrás das imagens resultantes. Como de costume, digite o nome da figura a ser pesquisada e aparecerão várias imagens do tipo tumbnails (miniaturas) das imagens encontradas. Para a pesquisa demonstrada, foi utilizada a palavra-chave paisagens. P á g 44

45 Note que as miniaturas não são as imagens reais, são apenas miniaturas para serem visualizadas e darem uma idéia da imagem original Para acessar a imagem, clique em qualquer uma das miniaturas O google o levará para o site que contém a imagem desejada. Em seguida note que o cabeçalho do resultado mantém a miniatura da imagem, para acessá-la basta clicarmos novamente na miniatura e a imagem será exibida PESQUISANDO IMAGENS DE OUTROS TAMANHOS Falamos em resolução anteriormente, mas não a utilizamos. O Google oferece a possibilidade de encontrarmos imagens um pouco maiores que o normal. Para isto precisamos utilizar as opções que o Google disponibiliza na busca. P á g 45

46 Note que a ferramenta disponibiliza várias opções de busca de imagens como detalhes de cor, detalhes sobre o tamanho e ainda o tipo de imagem desejado na busca TAMANHOS TÍPICOS DE RESOLUÇÃO Normalmente, podemos tomar como um padrão as medidas de resolução comuns aos monitores de computador: 400 x 250 média baixa 640 x 480 média 800 x 600 grande 1024 x 768 muito grande 1280 x 1024 muito grande Lembrando que estas medidas estão sendo usadas com o padrão de pixels, e não de centímetros. Que é a forma adotada para imagens digitais. P á g 46

47 6.5.3 SALVANDO A IMAGEM Para salvar existem duas opções: Copiar a imagem e colar no programa a ser utilizado Salvar definitivamente a imagem no seu formato original Para copiar: Clique com o botão direito do mouse sobre a imagem Clique na opção copiar Alterne para o programa desejado Cole, usando o menu editar / colar, ou através do botão direito do mouse Salvando a Imagem Para salvar uma imagem de uma página, clique com o botão direito do mouse sobre a mesma. Clique na opção Salvar Imagem Como... Escolha um local adequado para salvar e clique salvar. P á g 47

48 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 04 Prof. André Moraes 7 Continuação: Recursos do BrOffice Impress Já utilizamos em conteúdos anteriores a estrutura de tópicos do BrOffice Impress, agora veremos outros detalhes sobre como elaborar apresentações eficientes neste software. Um outro recurso bastante interessante deste aplicativo é a utilização de mestres para a elaboração e controle geral da apresentação. Veremos como o recurso funciona a seguir. 7.1 ACESSANDO O SLIDE MESTRE A utilização do recurso de slide mestre é bastante útil para a configuração de detalhes na apresentação que deverão ser aplicados em todos os slides ou em até mesmo partes da apresentação. Consiste em uma forma de configurar textos, planos de fundo e demais elementos que compõem uma apresentação. Para acessar as configurações de mestre, acesse a guia Exibir / Mestre / Slide Mestre: O que vemos em seguida, é uma tela com inúmeros detalhes. Comum também a configuração de slide mestre existente no Power Point. O recurso é bastante interessante para personalizarmos em poucos minutos uma apresentação e tomarmos conta dos seus detalhes que necessitam ser configurados sem muito esforço. Para tanto vamos a alguns detalhes. Cada item que aparece na tela é dividida em seções de configuração, representando as partes de um slide; Normalmente, o que precisamos configurar em um slide são as configurações de texto e a inserção de figuras; Quanto aos textos, tudo referente à configurações de tamanho, cor, fonte, e demais configurações são possíveis; Quanto a elementos visuais, o que precisamos lembrar é que qualquer item inserido no mestre será replicado por toda a apresentação; P á g 48

49 7.2 FORMATANDO SLIDES PELO SLIDE MESTRE: Existem algumas maneiras de personalizar os textos existentes nos slides, para podermos realizar algumas tarefas, vejamos um exemplo EXEMPLO 1 MUDANDO A COR DOS TÍTULOS DA APRESENTAÇÃO Seja o seguinte exemplo de apresentação, abra a estrutura de tópicos do impress e elabore os seguintes slides e seus tópicos: o Acesse o slide mestre e selecione o texto do título mestre dos slides, como na figura a seguir: o Modifique a cor deste texto para a cor que desejar, em nosso exemplo estamos mudando a cor para vermelho e também para a formatação negrito. Saia do slide mestre, clicando em fechar slide mestre. E visualizaremos a apresentação pressionando a tecla F5 no teclado para visualizarmos em tela cheia. P á g 49

50 Independente da quantidade de slides presentes na apresentação, esta alteração afetará todos os slides que existem e que forem criados futuramente EXEMPLO 2 ALTERANDO CONFIGURAÇÕES SOBRE OS TÓPICOS DA APRESENTAÇÃO Também podemos personalizar o texto interno nos tópicos dos slides e controlá-lo através de seus níveis. Para isso acessamos novamente o slide mestre da apresentação podemos alterar qualquer parte dos textos integrantes dos tópicos dos slides e também dos níveis de tópicos dos slides. Neste exemplo, alteraremos a aparência do texto dos tópicos e também do texto de nível 2 nos slides. Acesse o slide mestre e selecione conforme a figura: Neste exemplo, será modificado o texto do tópico para negrito e para a fonte Boockman Old Style em cor verde, o tópico de nível dois foi configurado apenas com a formatação de negrito e itálico. O inconveniente é que todos os outros níveis também serão modificados, isto se deve ao BrOffice Impress padronizar todos os tópicos com formatações de cima para baixo, ou seja, tudo o que fizermos em tópicos de nível superior será herdado pelos tópicos inferiores. Para contornar a formatação de cima para baixo, mude quaisquer formatações e após retorne ao normal os demais elementos selecionando-os juntos e configurando os mesmos. Aqui foi feita uma configuração para que o nível um e dois de tópicos ficassem diferenciados dos demais em função de formatação de letras e cores. Para visualizarmos todos os slides, saia da configuração mestre e alterne para a aba Classificador de slides. P á g 50

51 Percebemos a alteração simultânea em todos os slides ao mesmo tempo. Como não utilizamos na estrutura elaborada nenhum slide que faça uso de um nível de tópico 2, precisamos criálos, para isto acessaremos o slide 2 e faremos a alteração conforme figura a seguir: 7.3 INSERINDO ELEMENTOS GRÁFICOS Para inserir elementos gráficos a maneira é muito semelhante, porém não existem caixas pré-configuradas para estes itens, eles serão inseridos e posicionados da forma que deverão ficar em seus slides. É possível inserir figuras, imagens, caixas, tudo o que for um elemento gráfico pode ser inserido. O detalhe é que o que for inserido será repetido em todos os seus slides EXEMPLO 3 - INSERINDO UMA FIGURA NOS SLIDES DA APRESENTAÇÃO Seja a mesma apresentação feita nos exemplos anteriores, vamos acessar o slide mestre para podermos realizar a colocação de uma figura qualquer. O processo é o mesmo, vá no menu inserir / figura / de um arquivo, selecione o arquivo da figura desejada e posicione-a no slide mestre. Após podemos testá-la para visualizar a mesma na apresentação. Em todo o caso, certamente precisaremos ajustar a figura inserida para que fique no tamanho adequado do slide. Para isso, utilize as bordas com alças verdes nos cantos da imagem arrastando-as para o centro na diagonal e a imagem será reduzida de tamanho. Em seguida, poderemos ver a mesma figura replicada em todos os slides da apresentação como se fosse uma espécie de marca timbrada, ou um logotipo de alguma empresa. Enfim, o slide mestre possibilita o seu uso para diversas maneiras que você desejar. Vejamos a seguir como ficam os slides após a inclusão da figura nos slides: P á g 51

52 Podemos ver claramente que até o posicionamento é fiel ao que foi definido no slide mestre. Isto se deve ao fato do recurso preservar ao máximo as configurações do mestre e também dos slides da apresentação estarem obedecendo a formatação de layouts adequada. Veremos como inserir elementos gráficos do próprio impess INSERÇÃO DE ELEMENTOS GRÁFICOS DO IMPRESS Para a inserção de outros elementos gráficos próprios do impress, o processo é o mesmo, bastando acessar o slide mestre e inserir os elementos. Aqui será feito um teste utilizando um item da galeria fontwork e uma figura de desenho própria do aplicativo. Elementos gráficos que serem como desenho, podem ser inseridos diretamente da barra de desenho do aplicativo, conforme a figura: Aqui inserimos dois polígonos de dimensões diferentes, os quais servirão para serem parte do fundo dos slides da apresentação. P á g 52

53 7.4 FORMATANDO MODELOS DE PLANO DE FUNDO Planos de fundo são excelentes ferramentas para a produção de apresentações de forma rápida sem se preocupar como deverá ficar a apresentação visualmente antes de concluir o seu conteúdo. Os softwares que geram apresentações sempre devem possuir ferramentas para formatar a aparência da apresentação como um todo, facilitando a sua configuração. Normalmente um conjunto de aparências não formata não apenas o fundo, mas também os tópicos, a numeração e demais elementos que possam integrar os slides da apresentação. No Impress este recurso é chamado de Páginas Mestres, e seu uso fica em um dos painéis localizados à direita da tela: P á g 53

54 Para escolher um modelo existente, basta clicar na miniatura e esta será aplicada em toda a apresentação. O interessante é que após a sua formatação é possível personalizarmos o plano de fundo através do slide mestre e criarmos outros modelos a partir dos existentes EXEMPLO 4 PERSONALIZANDO UM MODELO DE PÁGINAS MESTRE Aplique um modelo de página mestre qualquer, em seguida, acesse o Slide mestre para podermos visualizar a sua estrutura interna de formatação. Note que as caixas da página mestre são selecionáveis e também personalizáveis. Podemos selecionar, incluir, excluir, e personalizar os elementos que compõem o slide mestre para podermos criar outros modelos ou apenas personalizar o modelo escolhido. P á g 54

55 Aqui foram selecionadas algumas das caixas do modelo e modificadas as suas cores, resultando no modelo da figura acima, visualizaremos agora o resultado da modificação na apresentação geral: O interessante é que podemos efetuar a criação de vários modelos de páginas mestras e armazenarmos todas na mesma apresentação, utilizando apenas nos slides em que forem interessantes. 7.5 SALVANDO MODELOS PARA USO POSTERIOR É possível que os modelos desenvolvidos ou personalizados sejam salvos para posterior uso em suas apresentações, para isto, considere que tenhamos um modelo modificado. Para salvar um modelo, certifique-se de que o modelo atual não contém textos nos slides e apenas modificações nos elementos visuais, e vá em arquivo / Modelos / Salvar... Será aberta a caixa de diálogo para as configurações sobre o modelo em uso atualmente, P á g 55

56 Esta caixa permite que possamos definir se a apresentação será armazenada como modelo de plano de fundo ou como apresentações prontas do BrOffice Impress. Após salvar o seu modelo, poderá abrir uma apresentação a partir do modelo, logo na inicialização: Aqui estamos na tela de inicialização do Impress para a escolha de como desejarmos iniciar uma nova apresentação. P á g 56

57 8 ATIVIDADE 1 Será feito um trabalho sobre tecnologias de hardware onde os alunos deverão pesquisar sobre um tema específico. Cada tema será dividido por aluno e colocado na grade de conteúdos: 8.1 (REDES/ MANHÃ )- TRABALHO SOBRE TECNOLOGIAS DE HARDWARE Nº Tema Aluno REDES MANHÃ 1. Memórias RAM - EDO: ANA PAULA DA SILVA LOURENÇON. 2. Memórias RAM - DDR 2 SDRAM: 3. CABOS DE COMUNICAÇÃO - ATA: ARTHUR FELIPPE KNAPP MADRUGA BRUNO AUGUSTO MARQUES DOS ANJOS 4. Memórias RAM DRAM: CLEBER LUIS MEDEIROS BOHLMANN 5. Memórias ROM - EPROM: CRISTIAN MARTINS CAETANO 6. CABOS DE COMUNICAÇÃO FDD: DANIEL DA SILVA FERREIRA 7. PORTAS SERIAL: ÉVERTON PERLEBERG 8. CABOS DE COMUNICAÇÃO PATA: FABRICIO VIEIRA JACQUES 9. PLACAS - REDE: FELIPE KROLOW AGUIAR 10. Placas-Mãe Intel: GIALES FISCHER GRÜTZMANN 11. INTERFACES SATA: ICARO TESSMANN VIEIRA 12. CABOS DE COMUNICAÇÃO SATA: 13. CABOS DE COMUNICAÇÃO SATA 2: JOSIMAR SOUZA PERES JÚLIO CÉSAR VITÓRIA MORAES 14. PLACAS Rede sem Fio: LICURGO TORRES NUNES 15. Memórias RAM DDR3: MAICON DE VARGAS PEREIRA 16. PORTAS USB: MARCOS ETCHICHURY RODRIGUES 17. Processamento em Núcleos: NELSON SOARES DE PAULA JUNIOR 18. SLOTS PCI EXPRESS: RAFAEL DA CUNHA MARQUES 19. SLOTS EISA: RAFAEL ROMANO DA SILVEIRA 20. SLOTS ISA: RAFFAEL SILVEIRA DE CARVALHO P á g 57

58 21. PLACAS VÍDEO: TIAGO ALVES 22. INTERFACES IDE: VAGNER BELONI TAVARES 23. INTERFACES EIDE: VANDERLEI LEMKE KRUGER 24. INTERFACES PATA: VANDERLEI LEMKE KRUGER 25. Memórias RAM - DDR: VINÍCIUS FABIÃO TEIXEIRA 26. Memórias RAM DDR SDRAM: VINÍCIUS FABIÃO TEIXEIRA 27. Chipset : WERNER MEIRELES BONOW 28. Cpu 1: 29. Overclocking: 30. Resfriamento e Dissipação: 31. Memórias ROM - EEPROM: 32. Memórias RAM RDRAM: 33. Memórias CACHE: 34. Memórias CACHE 2: 35. PORTAS PARALELA: 36. PLACAS RAID: 37. PLACAS MODEM: 38. PORTAS SERIAL: 39. SLOTS PCI: 40. UNIDADES HARD DISK: 41. UNIDADES DISQUETE: 42. UNIDADDES CD-ROM: 43. UNIDADES FLASH: 44. INTERFACES SCSI: 45. PORTAS USB: 46. PORTAS PS2: 47. Gabinetes 48. PORTAS FIREWIRE: P á g 58

59 8.2 (REDES/ NOITE )- TRABALHO SOBRE TECNOLOGIAS DE HARDWARE REDES NOITE Nº Tema Aluno 1) Chipset : Anderson Nunes da Rosa 2) Cpu AMD: Anderson Nunes da Rosa 3) Overclocking: Antônio Goulart 4) Resfriamento e Dissipação: Ricardo Furtado de Borba 5) Memórias RAM - EDO: 6) Memórias ROM - EPROM: 7) Memórias ROM - EEPROM: 8) Memórias RAM - DDR: Eduardo Garcia de Medeiros 9) Memórias RAM DDR SDRAM: 10) Memórias RAM RDRAM: 11) Memórias CACHE: 12) Memórias CACHE 2: 13) PORTAS PARALELA: 14) PLACAS RAID: Pablo Lopes Mesquita 15) PLACAS MODEM: 16) SLOTS PCI: 17) UNIDADES HARD DISK: 18) UNIDADES DISQUETE: 19) UNIDADDES CD-ROM: 20) UNIDADES FLASH: 21) INTERFACES SCSI: Leonardo Menezes Caetano 22) PORTAS USB: 23) PORTAS PS2: 24) Gabinetes Aires Roberto Barbosa Sodre P á g 59

60 25) Memórias RAM - DDR 2 SDRAM: 26) CABOS DE COMUNICAÇÃO - ATA: Eduardo Garcia de Medeiros Anderson Nunes da Rosa 27) Memórias RAM DRAM: 28) PORTAS FIREWIRE: 29) CABOS DE COMUNICAÇÃO FDD: 30) PORTAS SERIAL: 31) CABOS DE COMUNICAÇÃO PATA: Anderson Nunes da Rosa 32) PLACAS - REDE: 33) Placas-Mãe Intel: Charles Drawanz Hartwig 34) INTERFACES SATA: Pablo Lopes Mesquita 35) CABOS DE COMUNICAÇÃO SATA: 36) CABOS DE COMUNICAÇÃO SATA 2: 37) PLACAS Rede sem Fio: Simei Tabordes Gonçalves Simei Tabordes Gonçalves 38) Memórias RAM DDR3: Eduardo Garcia de Medeiros 39) PORTAS USB: 40) Processamento em Núcleos: Ricardo Furtado de Borba 41) SLOTS PCI EXPRESS: Julio Cézar Gross Júnior 42) SLOTS EISA: 43) SLOTS ISA: 44) PLACAS VÍDEO: Leonardo Pinto Martins 45) INTERFACES IDE: 46) INTERFACES EIDE: 47) INTERFACES PATA: P á g 60

61 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 05 Prof. André Moraes Continuação de assunto sobre - Recursos do BrOffice Impress. 8.3 TRANSIÇÃO DE SLIDES A transição de slide é um recurso bastante utilizado no acabamento de apresentações. E produz um pequeno efeito, como o nome diz, de transição. Este efeito é visualizado quando os slides da apresentação são trocados um a um, e como uma forma de chamar a atenção do espectador. É bastante simples de ser acessado e aplicado, para tanto vamos ao exemplo: 1) Abra uma nova apresentação no BrOffice Impress e crie uma apresentação a partir de um modelo. No exemplo foi utilizada o modelo recomendando uma estratégia; a. 2) Aplique os modelos de página mestre que você desejar, aqui foram utilizados modelos criados nas aulas anteriores; a. 3) Na barra lateral direita, acesse a guia Transição de slides: a. Nesta barra, teremos todas as configurações necessárias para a aplicação de um modelo de transição de slides; P á g 61

62 b. Os efeitos são bastante simples, sendo todos nomeados e em cada clique dado em um modelo você pode visualizar o resultado obtido no slide atual. c. 4) Escolha o efeito que você desejar, abaixo das opções de escolha do efeito, as que podemos destacar são a velocidade do efeito e som, e em seguida, a aplicação do efeito em todos os slides da apresentação. 5) Em seguida, visualize a sua apresentação através do comando F5. Caso queira aplicar um modelo em apenas alguns slides, selecione-os primeiro e em seguida escolha um efeito clicando sobre o mesmo. Para selecionar alguns dos slides acesse a guia classificador de slides, e clique em cada slide que desejar selecionar pressionando ctrl+clique, desta forma todos os slides clicados serão selecionados. 8.4 SLIDE DE RESUMO Uma pequena funcionalidade que pode ajudar muito a montar um sumário da apresentação é o resumo de slides. Consiste em reunir todos os títulos dos slides da apresentação no slide onde o comando for aplicado. Para isto, basta acessar o menu Inserir / Slide de Resumo: Imediatamente, será percebido a inclusão de um novo slide na apresentação, que conterá todos os títulos dos slides da apresentação para que seja feito um resumo de todos os assuntos tratados no que for apresentado. Este recurso pode ser utilizado paralelamente com o recurso de Hyperlink, que irá ajudar a elaborar uma navegação nos itens contidos nos slides. P á g 62

63 8.5 CRIANDO HYPERLINKS Hyperlink consiste em um atalho para qualquer local que se deseja navegar nos slides. Comum de se utilizar em navegadores de internet, é um recurso que pode ser utilizado dentro de uma apresentação no BrImpress. Para criar um Hyperlink, é necessário certo planejamento do que é necessário de ligar a cada slide da apresentação, e também existem algumas maneiras de fazê-lo, serão detalhadas a seguir: CRIANDO HYPERLINKS PARA UMA PÁGINA WEB Neste exemplo é criado um Hyperlink para uma página web qualquer, e o link é anexado a um texto existente dentro do slide. Para este exemplo, selecionamos o slide 2 da apresentação exemplo: 1) Digite ou selecione o texto onde será anexado o link: a. 2) Vá para o modo Normal. Em seguida, com o texto selecionado vá em Inserir / Hyperlink a. 3) Aparecerá a janela onde é possível optar entre o tipo de link a ser escolhido. Neste caso criaremos um link para um endereço web, neste caso, precisamos saber o endereço completo como htp://www.senacrs.com.br a. Na esquerda, clique em Internet, digite o endereço escolhido na caixa destino e clique em aplicar. P á g 63

64 b. 4) Visualizaremos o resultado, a. Note que o item que for atrelado à um Hyperlink ficará normalmente com uma cor azul, indicando que o item se trata de um link para algum local. É possível modificar a cor individualmente de um item quando ele ficar desta forma selecionando uma nova cor CRIANDO UM HYPERLINK PARA UM SLIDE ESPECÍFICO Também é normal a criação de um pequeno menu para a navegação dos itens existentes nos slides. Um sumário normalmente é importante para apresentações grandes, onde fica difícil visualizar o que está contido nos slides. Criaremos neste exemplo um pequeno menu para navegar nas partes do slide, através da inserção de links nos textos do sumário. Para isto: 1) Crie um novo slide e posicione-o após o primeiro, o título deste será Resumo da apresentação com os itens do modelo: a. 2) Vá para o modo normal, selecione o primeiro item do resumo: P á g 64

65 a. 3) Vamos novamente em Inserir / Hyperlink, selecione Documento. Note que existe uma opção à direita chamada destino no documento (é uma das opções). a. b. E é possível visualizar um ícone de alvo, que permite a escolha da parte da apresentação que se deseja ligar com o Hyperlink: i. c. Clique no nome do título desejado do slide destino e clique aplicar para confirmarmos o link, em seguida clique fechar para encerrar a janela. P á g 65

66 i. ii. Podemos visualizar o link criado. Em outras aplicações deste recurso, também é interessante adicionar imagens nos slides e adicionarmos Hyperlinks nas imagens para que possam, da mesma forma que os textos, ligar a partes específicas da apresentação. Para fazer isto, o procedimento é o mesmo do anterior, com a diferença de que foram utilizadas imagens para o modelo desenvolvido CRIANDO HYPERLINKS COM USO DE IMAGENS 1) No mesmo slide de sumário, inserimos as imagens que servirão de link; a. 2) Em seguida, criamos os Hyperlinks associados as imagens, para cada imagem o link específico deve ser criado: a. P á g 66

67 b. 3) Em seguida, podemos testar a apresentação visualizando resultado final a. Links podem adicionar resultados interessantes quando bem utilizados, utilize links sempre que precisar como no exemplo demonstrado. 4) Complementando o exercício, podemos inserir uma imagem com um botão de voltar para que apareça em todos os slides, conforme a figura: a. P á g 67

68 b. O botão voltar que foi inserido também recebeu um link, este volta apenas para o slide de resumo, sendo interessante incluí-lo em todos os slides para que seja possível voltar ao menu quando se desejar. 8.6 INSERINDO CABEÇALHO E RODAPÉ NOS SLIDES Cabeçalhos e rodapés são importantes para definirmos uma identificação útil para os slides contidos em uma apresentação. É um recurso prático de utilizar e que pode ser aplicado a toda a apresentação. Vejamos o exemplo: DEFININDO UM RODAPÉ COM TEXTO E NUMERAÇÃO DOS SLIDES No rodapé é comum inserir a numeração dos slides juntamente com o texto que irá identificá-los na apresentação. Para isto, acesse o menu Exibir / Cabeçalho e Rodapé: 1) Acesse o menu sugerido: a. 2) É possível configurar também a data e um texto no rodapé e uma data variável de acordo com a data atual. a. P á g 68

69 3) Após, clique no botão aplicar a todos para poder aplicar a configuração em todos os slides da apresentação e visualizar o resultado: a. 4) Se precisarmos de alguma alteração no formato e posição do cabeçalho e rodapé podemos fazer pequenos ajustes através do slide mestre: a. b. Aqui, foram feitas alterações nas caixas reservadas para a formatação do cabeçalho e do rodapé dos slides, e foram feitas pequenas alterações como a alteração do posicionamento da caixa, da cor e do tamanho. 8.7 EFETUANDO ALTERAÇÕES NOS CAMPOS MESTRE Em alguns casos, é comum que o slide mestre não contenha os campos padrão, que são considerados como automáticos como o campo de data, de rodapé, de número de slide, etc. Estes campos quando são alterados, ou apagados, podem ser personalizados para que voltem a fazer parte do slide mestre. Para retornar os campos para que façam parte do mestre novamente, acesse o slide mestre e vá até Exibir / Mestre / Elementos do slide mestre. P á g 69

70 Será aberta a janela de configuração de elementos do slide mestre, e podemos optar por itens que deverão ou não ser mostrados apenas marcando-os. Estes elementos são importantes pois ao configurar um cabeçalho e rodapé nos slides, e não tivermos o campo automático inserido, as configurações não farão efeito nos slides da apresentação. P á g 70

71 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 07 Prof. André Moraes 9 BROFFICE WRITER Um concorrente à altura do Microsoft Word e que vem tomando cada vez mais o seu espaço na briga do mercado de softwares para escritório é o BrOffice Writer. O Writer é um software processador de texto, multiplataforma (por estar em mais de um sistema operacional), desenvolvido pela Sun Microsystems, e que possui uma vasta compatibilidade com arquivos pdf. Sua utilização é bastante simples de maneira geral e também não é necessário que seja comprada uma licença ou várias licenças para adquiri-lo. A seguir veremos várias de suas características e também alguns exemplos de utilizações. 9.1 INTRODUÇÃO Para usar o Writer, o único pré-requisito é saber pelo menos utilizar as mínimas funcionalidades de computador, no caso deste software, muitas coisas são comuns à outras atividades como: aumentar tamanhos de fontes, alterar tipos de letra, aplicar cores, inserir imagens, redimensionar elementos, etc. E como é comum a todos os pacotes de softwares de escritório, as ferramentas entre os softwares do pacote também são muito semelhantes entre si (Impress, Writer, Calc) tornando muito fácil o seu aprendizado. A janela principal do software lembra muito o Microsoft Word, para tanto, veremos os principais recursos que são interessantes para a unidade curricular. Os demais comandos, que normalmente são vistos comumente em qualquer software (como copiar e colar, apagar textos, mover, etc.) serão vistos à medida que são necessários. Veremos alguns recursos aqui que auxiliarão o aluno a elaborar documentos de referência para equipamentos, para trabalhos, até mesmo para a documentação de atividades diversas realizadas ao longo do curso. A versão utilizada neste material é a versão 3.2, atualmente a última lançada de acordo com o site da corporação P á g 71

72 O projeto OpenOffice atualmente é mantido por diversos grupos entidades, mais precisamente em Especial a Sun e agora a Oracle, maior empresa produtora de gerenciadores de banco de dados do mundo. Apenas para conhecimento, podemos pensar em alguns motivos que nos levam a adotar um software considerado livre, e é claro que o mais notável é o fator custo. Para tanto, vamos a algumas notícias: A seguir, alguns dos principais fundamentos do software necessários para a correta elaboração de documentos neste software. 9.2 QUEBRAS Quebras consistem em interrupções configuradas no documento em relação ao texto que é escrito ou já existe em um documento. Para utilizá-las, precisamos saber que as principais quebras são: Quebra de página; P á g 72

73 Quebra de linha; Quebra de coluna; Quebra de seção; QUEBRA DE PÁGINA A Quebra de Página é o ponto onde o Word termina uma página e inicia uma nova. A Quebra de Página automática é aquela que o Word insere quando atinge o final de uma página. A quebra se move conforme você adiciona ou exclui texto, alterando a distribuição do texto nas páginas do documento. A Quebra de Página Manual é que você mesmo insere. Ela é permanente, independente de como você alterar o texto anterior. Para ser retirada precisa ser excluída. A Quebra de Página automática de texto termina a linha atual e força o texto a continuar abaixo da figura, tabela ou outro objeto. Para utilizá-la, vamos ao menu inserir / Quebra manual / quebra de página. EXEMPLO 1 Utilizando uma quebra simples de página com imagens a) Usaremos um texto simples de exemplo e dividiremos o documento em 5 páginas. Em cada página deverá existir uma imagem diferente para podermos ver as quebras em ação. Para tanto, capture 5 imagens do Google imagens de acordo com o modelo abaixo: b) Em seguida aplicaremos as quebras sempre uma linha após cada imagem. Para fazer isto precisamos apenas posicionar o cursor do mouse na linha onde queremos que seja empurrada para a próxima página e todo o conteúdo posterior também será empurrado. P á g 73

74 c) Posicione o cursor logo acima ou no início da linha a ser empurrada e vá em Inserir / Quebra manual. d) Deixe marcada a opção quebra de página e clique OK. e) Aplique as etapas a todas as partes de texto que deverão ficar em folhas separadas. f) Dependendo de como forem inseridas as imagens em seu posicionamento, poderá ser necessário algum ajuste de movimentação ou redimensionamento, etc. No geral a quebra de página torna-se interessante para possuir um melhor controle sobre o seu texto, por exemplo, se quisermos incluir mais texto na parte inicial do documento, as partes onde existem quebrasmanuais serão automaticamente movimentadas paras as páginas seguintes logo que o espaço de texto é insuficiente para caber na página anterior, ou seja, nunca teremos imagens sendo empurradas de cima para baixo por algum texto existente em páginas anteriores, de modo que ficarão sempre onde inicialmente foram posicionadas. P á g 74

75 EXEMPLO 2 Utilizando uma quebra de página com textos capturados de páginas a) Podemos também simular um documento contendo textos capturados de uma página para podermos visualizar os recursos em ação. Para isto, vamos capturar textos em parágrafos do site e, realizaremos a geração de parágrafos para a captura da página. b) O lipsum é um simples gerador de textos automáticos, a linguagem utilizada para simular textos não existe realmente, sendo impossível tentarmos executar alguma tradução. c) Na região marcada, digite o número de parágrafos a serem gerados, e clique em GENERATE. É possível também utilizarmos uma versão do site em português, no topo da página. d) Após gerar os seus parágrafos, copie-os e cole-os em um documento novo no writer, e faremos também a criação das quebras de página manuais no documento. A seguir, visualizamos o documento com os parágrafos inseridos: P á g 75

76 e) Agora faremos as separações da mesma forma que anteriormente, utilizando a quebra de página manual: f) Podemos perceber agora as páginas divididas novamente com o uso da quebra de página. Experimente inserir ainda um pedaço de texto no início do documento, anteriormente á primeira página, e veremos que as páginas seguintes que contém quebras serão empurradas para as suas respectivas próximas páginas. P á g 76

77 Insira uma quantidade de texto copiada após o primeiro parágrafo e veremos que quando o texto inserido requisitar ocupar outra página, as páginas que contiverem quebras manuais de página serão empurradas para a frente no documento QUEBRA DE LINHA A quebra de linha consiste no item mais utilizado pelos usuários de processadores de textos, o pressionamento da tecla enter no teclado é o que provoca a geração de quebras de linha. Normalmente, o que não é percebido é que a quebra feita neste formato acaba ocupando regiões diferentes de texto à medida que é pressionado no teclado. O detalhe mais importante deste recurso é que para podermos utilizar melhor esta quebra, é necessário estar atento ao cursor do teclado. O cursor do teclado é quem sempre determina onde as quebras serão utilizadas, no caso da quebra de linha, posicione o cursor no ponto onde você desejar inserir uma quebra de linha e a mesma será quebrada. EXEMPLO 3 Utilizando a quebra de linha Cole mais uma quantidade de texto, em seguida posicione o cursor no meio de um parágrafo específico e pressione a tecla enter para visualizar a quebra de linha em ação: E pressionando o enter teremos a quebra feita: P á g 77

78 Quebra de linha realizada: Neste exemplo foram feitos vários pressionamentos do enter, o que ocasiona várias quebras ao mesmo tempo QUEBRA DE COLUNA Ao dividir o texto em colunas, pode ser necessário ajustá-las manualmente para que o texto fique mais bem distribuído. A Quebra de Coluna funciona como a Quebra de Página, inserida em um determinado ponto, encerrar uma coluna iniciando uma nova e distribuindo o texto. A Quebra de Coluna Automática é aquela que o Word insere quando a primeira coluna atinge o final de uma página, dando continuidade na coluna seguinte. A Quebra de coluna manual é a que você mesmo insere, para uma melhor distribuição do texto. Para isto, precisamos de pelo menos algum texto contendo colunas. Copie e cole novamente os 5 parágrafos de texto para que possamos efetuar o teste a seguir: EXEMPLO 4 Dividindo o texto em colunas e usando a quebra de coluna Precisaremos mais uma vez de uma quantidade de colunas suficientes para podermos usar o recurso. Para isto, selecione uma quantidade de parágrafos de copie-os e cole-os no documento. Em seguida vá em formatar / colunas. P á g 78

79 Divida o texto em duas colunas, e aplique um pequeno espaçamento de acordo com a figura, para testarmos inicialmente o recurso e em seguida clique OK. Em seguida, visualizaremos o resultado: Agora poderemos usar a quebra, para isto, posicione o cursor em qualquer local da coluna da esquerda, em seguida vá em inserir / quebra / quebra manual e selecione coluna. P á g 79

80 Na figura anterior, vimos que a quebra foi inserida diretamente no texto da coluna da esquerda. O resultado é a movimentação imediata da quantidade de texto para a coluna seguinte. Neste caso o espaço da página 2 não foi suficiente para acomodar todo o texto, e foi necessária parte da página 3 para acomodar o texto. QUEBRA DE SEÇÃO A quebra de seção consiste em um dos recursos mais utilizados em trabalhos científicos para a sua organização e formatação em um documento. O recurso existe no Microsoft Word e funciona um pouco diferente do que no Writer, porém ao entender um torna-se fácil de entender o outro. Para usarmos seções é necessário entender o que é uma seção em um documento. Uma seção consiste em uma divisão lógica do documento para podermos identificar as suas partes e configurá-las de formatos diferenciados no documento. Por exemplo, no Writer é possível dividirmos uma seção inteira em colunas caso seja necessário, podemos aplicar formatações numéricas, etc. P á g 80

81 EXEMPLO 5 Dividindo um documento em seções diferentes Neste exemplo criaremos duas seções diferentes e inseriremos textos em cada seção. O que diferencia visualmente uma seção da outra é apenas um quadro de cor cinza-claro que identifica o início e o término de uma seção. a) Primeiro, iremos criar nossas seções, para este exemplo serão criadas duas seções com nomes seção 1 e seção 2; a. Para isto vá em inserir / seção i. b. Escolha o nome da seção, deixe as opções como padrão e clique Inserir i. c. Visualizaremos apenas uma imagem diferenciando as seções, digite algum texto para podermos diferenciá-las e pressione enter. Em seguida, crie outra seção da mesma forma: i. ii. P á g 81

82 iii. iv. d. Agora insira uma quantidade de texto copiada em cada seção para totalizar um montante de 4 páginas, conforme o exemplo a seguir. b) Substitua o texto existente nas caixas de seção 1 e dois por um parágrafo copiado, um de cada vez: a. c) Após, copie e cole o mesmo parágrafo várias vezes em cada seção para totalizarmos 4 páginas, de acordo com o modelo a seguir: a. P á g 82

83 d) Caso tenha dúvidas em qual seção atualmente estamos, visualize na parte inferior da direita do Writer, o mesmo indica em qual seção estamos atualmente no documento: a. e) Como queremos testar uma das funcionalidades das seções, faremos apenas com que uma seção fique com colunas e que a outra fique com um sombreamento diferente. f) Para isto, acesse as configurações de seções em FORMATAR / SEÇÕES a. g) Note que aparecerão os nomes das seções que foram criadas na caixa à esquerda, selecione o nome da seção desejada e vá em OPÇÕES. P á g 83

84 a. h) Na tela veremos várias abas com configurações diferenciadas, configure a seção 1 na aba COLUNAS para ocupar 2 colunas, conforme a tela anterior, em seguida clique OK. a. i) Na seção 2, acesse a aba PLANO DE FUNDO, configure a seção 2 para uma cor qualquer e clique OK. P á g 84

85 a. j) Após, poderemos visualizar o resultado com as seções alteradas: As opções de divisão do documento em seções pode ajudar a organizar o texto de forma seqüencial identificando capítulos, partes que necessitam de cuidado ou configurações diferenciadas, etc. No geral vimos que para trabalhar com seções precisamos antes criá-las e depois enchê-las com o texto a ser utilizado em cada seção. P á g 85

86 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 08 Prof. André Moraes 9.3 ESTILOS DE TEXTO Estilos de texto funcionam como formatações prévias que tornam-se possíveis de aplicar diretamente no texto existente no documento. Para utilizar, pode-se utilizá-los diretamente na barra de ferramentas padrão do Writer, ou através do menu Formatar / Estilos e formatação. Ao aplicar um estilo, estamos aplicando um conjunto de formatações que podem agilizar um processo de formatação geral em um texto. Parágrafos, títulos, figuras, tudo pode ser formatado com um estilo de texto para que tenha um formato prévio. Na figura acima, é possível perceber as duas situações onde encontramos a possibilidade de formatação para a criação de estilos. As principais atividades com estilos são a ordenação de hierarquia de capítulos, a personalização de um estilo existente e a geração de novos estilos ORDENAÇÃO DE HIERARQUIA DE CAPÍTULOS A hierarquia de capítulos é normalmente vista como um dos recursos principais para a geração de posteriores sumários para a exibição de assuntos existentes no texto. A aplicação de um estilo é o pré-requisito para poder gerar um sumário em qualquer aplicativo processador de textos. Para ordenar os capítulos, o Writer traz inicialmente 3 formatos de títulos padrão, os formatos título 1, título 2 e título 3. P á g 86

87 Da mesma forma que os tópicos são manipulados no Impress, a forma de pensarmos é a mesma aqui. Os assuntos em um texto devem sempre possuir uma hierarquia, e o Writer auxilia neste pensamento, visto que os títulos são numerados em função disso. O título 1 deve sempre formatar assuntos que serão normalmente os títulos dos capítulos de um texto, títulos 2 e 3 serão sempre utilizados para seções e subseções de texto. EXECUTANDO: Crie um documento de 10 páginas, capturando texto do de acordo com a figura abaixo: Criaremos 3 títulos espalhados pelo documento, da seguinte forma: 1) Digite o texto que será usado como título, no exemplo criaremos apenas as palavras Primeiro título, segundo Título e Terceiro Título; 2) Formate os títulos que foram inseridos para o estilo de título 1; 3) Digite mais 3 subtítulos no documento, usaremos o mesmo padrão: subtítulo 1, subtítulo 2 e subtítulo 3; 4) Formate os subtítulos inseridos para o estilo Título 2 5) Visualize o resultado de acordo com a figura abaixo; P á g 87

88 Neste exemplo, podemos visualizar os títulos formatados com o estilo título 1 marcados de cor laranja e os subtítulos formatados com o estilo título 2 marcados em vermelho. Isto é adequado para textos onde é necessária uma organização na hierarquia de títulos. Caso estivéssemos ainda trabalhando com textos onde é necessário utilizar o estilo título 3, o processo é o mesmo, normalmente a numeração do estilo já refere-se ao nível de hierarquia PERSONALIZAÇÃO DE UM ESTILO EXISTENTE Personalizar um estilo existente consiste em modificar ou adicionar configurações ao estilo existente no documento, isto não significa que o seu estilo personalizado ficará permanentemente alterado ao abrir novos documentos, mas garante que o estilo estará disponível no documento atual que estiver sendo utilizado. Por exemplo, poderíamos personalizar o estilo de texto utilizado nos nossos títulos para alguns ajustes. Isto significa que se tivermos textos ou títulos que já estão adequados ao estilo todos eles serão modificados ao configurarmos alguma alteração para o estilo em questão. Existem algumas maneiras de personalizarmos um estilo, a princípio podemos realizar de duas maneiras: Aplicando as alterações diretamente no texto e replicando para o estilo utilizado; P á g 88

89 Acessando as propriedades do estilo utilizado e configurá-lo para outras configurações; APLICANDO AS ALTERAÇÕES DIRETAMENTE E REPLICANDO 1) Considerando o mesmo exemplo utilizado na tarefa anterior, selecione algum dos títulos que foram formatados como título 1; a. 2) Realize alterações na formatação do texto que deve ser replicado; a. 3) Após, clique dentro da barra de nomes de estilos e pressione ENTER. a. Note que em seguida, todos os outros textos que também obedecem ao mesmo estilo serão alterados da mesma forma, podemos visualizar conforme o exemplo abaixo: P á g 89

90 ACESSANDO AS CONFIGURAÇÕES DO ESTILO E MODIFICANDO-AS PARA REPLICAR Acessar as configurações do estilo normalmente é uma maneira formal de configurar o estilo para ser replicado em todos os títulos. A diferença agora é que deveremos acessar a barra de estilos para poder configurar as alterações: 1) Acesse o menu FORMATAR / ESTILOS E FORMATAÇÃO a. 2) Clique com o botão da direita no estilo que for modificado e clique em Modificar; a. 3) Ao acessar as configurações, veremos uma janela com várias abas distintas. Cada aba trata de um configuração diferente que pode ser aplicada ao estilo que estiver sendo formatado. a. 4) No exemplo, configuraremos um efeito de fonte, um alinhamento e a fonte do estilo para título 2. P á g 90

91 a. b. 5) Após aplicar todas as configurações, clicamos em ok e visualizamos o resultado imediatamente ao texto que estiver obedecendo ao estilo configurado a eles: a CRIANDO UM ESTILO NOVO A criação de um novo estilo normalmente é necessária quando serão aplicadas diversas configurações diferentes no mesmo documento e deve-se preservar os estilos padrão do Word. O mais comum deste tipo de configuração é a criação de um estilo para a formatação de parágrafos, figuras, tabelas, etc. Criaremos um exemplo para a formatação de um parágrafo, visto que em trabalhos científicos é comum necessitar de um padrão para ser seguido e aplicado nos parágrafos do documento. Para criar um novo estilo, podemos criar diretamente um novo nome na barra de estilos e formatação ou aplicar as configurações em uma porção de texto que servirá como modelo e adicionar um nome a esta configuração. P á g 91

92 APLICANDO AS CONFIGURAÇÕES DIRETAMENTE EM UM PARÁGRAFO MODELO Para este exemplo necessitamos apenas selecionar algum parágrafo-destino, que servirá como a base do estilo que desejamos criar. No exemplo, formataremos o parágrafo com uma fonte, um tamanho de texto e espaçamentos (Acesse formatar / parágrafo) para antes e para depois do parágrafo, de acordo com a figura a seguir: Após formatar o parágrafo modelo, basta acessar a barra de estilos, clicando dentro da mesma, digitando um novo nome e pressionando a tecla enter. Ao pressionar enter, estaremos gravando as configurações aplicadas ao nome de estilo que foi digitado, agora este estilo poderá ser utilizado também para todos os parágrafos restantes do texto. Para aplicá-lo, selecione os parágrafos que devem obedecer ao estilo e selecione-o na barra de estilos normalmente. P á g 92

93 ATENÇÃO: note que desta vez, não será possível aplicar diretamente o estilo que foi criado a todo o texto ao mesmo tempo, visto que temos agora os títulos, que obedecem à outros estilos. Desta forma, teremos de selecionar cada conjunto de parágrafos separadamente para podermos abranger todo o texto. Normalmente isto sugere que a primeira das tarefas a ser realizada em um documento de texto quando da aplicação de estilos seja a formatação dos parágrafos e em seguida os títulos e tabelas, figuras, etc. CRIANDO UM NOVO ESTILO DIRETAMENTE NA BARRA DE ESTILOS Para criar um novo estilo acessando a barra de estilos, visualize a barra de estilos acessando formatar / estilos e formatação, em seguida clique com o botão da direita do mouse sobre qualquer estilo existente na barra de estilos e clique em novo. As abas existentes na janela de estilo servem para acessar as diversas configurações possíveis de se aplicar em um estilo. Normalmente não são imediatamente configuradas todas as opções de uma só vez, mas ao longo do tempo quando temos necessidade. Se quisermos acessar as configurações de parágrafo, da mesma forma que fizemos anteriormente no exemplo anterior, podemos ir até a aba Recuos e Espaçamento: P á g 93

94 Aqui podemos simplesmente aplicar as configurações desejadas e em seguida clicar em ok. Imediatamente após esta configuração seu estilo estará pronto para ser utilizado. 9.4 GERAÇÃO DE ÍNDICES Índices consistem em listagem de itens numerados pela página onde se encontram e que podem ser listados e atualizados sempre que necessário. Os índices mais comuns utilizados em trabalhos acadêmicos são o índice de títulos (sumário) e o índice de figuras. Faremos dois exemplos mostrando a utilização de cada um de uma vez, a seguir nos exemplos abaixo CRIANDO UM SUMÁRIO DE TÍTULOS Para a criação de um sumário de títulos, é imprescindível que o texto tenha sido formatado com estilos de texto nos títulos que se deseja incluir no sumário. Uma vez feita a formatação de títulos, o normal de criar um sumário é inicialmente criando uma página em branco no início do documento para que seja possível a inclusão do sumário neste local, posicione o cursor na página 1 do documento modelo e insira uma quebra de página manual. Em seguida, posicione o cursor na página um e acesse o menu Inserir / índices / Índices e sumários, para podermos visualizar as opções de geração de um sumário. P á g 94

95 As configurações de um sumário são bastante simples, por ora o faremos com as configurações padrão e clicamos em OK. Com alguns detalhes é possível também selecionar quais níveis de títulos estarão presentes no sumário e também escolher quais formatações de estilos podem ou não entrar na listagem de itens do sumário. Caso seja necessário alterar algo no texto e os títulos existentes saiam do lugar, é possível atualizar a listagem do sumário clicando com o botão direito em qualquer item existente no sumário e clicando em atualizar. P á g 95

96 9.4.2 CRIANDO UM ÍNDICE DE FIGURAS Para o índice de figuras, o processo é semelhante, porém o pré-requisito aqui é que as figuras que irão compor o índice deverão possuir uma legenda aplicada a elas. Para inserir uma legenda, será necessário inserir algumas figuras no documento utilizado. Para este exemplos utilizamos um total de 7 figuras, espalhadas pelo documento. Após inserir as figuras, selecione a figura que irá receber a legenda e vá em inserir / legenda: Cada figura deve receber uma legenda diferente para poder ser identificada no documento, o Writer encarrega-se de numerar cada legenda que for colocada seqüencialmente e ordenando pela seqüência de figuras. Após termos todas as figuras legendadas, podemos inserir o índice de figuras quase da mesma forma que inserimos o sumário do documento, crie uma página em branco no final do documento e vá em inserir / índices / índices e sumários: Inicialmente não é necessário realizar configurações adicionais para gerar o índice, clique em ok e visualize o seu índice de figuras: P á g 96

97 Para atualizar o índice, o processo é o mesmo do sumário, clique com o botão direito do mouse sobre o índice criado e clique em atualizar índice. P á g 97

98 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 09 Prof. André Moraes 9.5 FORMATANDO NUMERAÇÕES DE PÁGINAS A numeração de páginas em documentos é um dos recursos de editores de texto que causam uma grande dor de cabeça para usuários. Uma das tarefas mais procuradas quando os usuários se utilizam deste recurso e a tarefa de numerar páginas separadamente, faremos aqui um exemplo onde numeraremos apenas algumas das páginas e outras não HABILITANDO A NUMERAÇÃO DAS PÁGINAS COM CABEÇALHO E RODAPÉ Habilitar a numeração de páginas de um documento é uma tarefa bastante simples no Writer. Para isto, precisamos habilitar o cabeçalho ou o rodapé de sua página e inserir um campo de numeração de página. Para o teste, crie um documento com no mínimo 18 páginas, de acordo com o exemplo abaixo: Selecione qualquer página do documento e habilite o rodapé acessando INSERIR / RODAPÉ / PADRÃO Em seguida, vamos inserir uma numeração simples de página. Para isto acessamos novamente o menu INSERIR / CAMPOS / NUMERAÇÃO DE PÁGINA P á g 98

99 Visualizando o resultado, podemos perceber que o documento agora possui em seu rodapé a numeração de cada página, sendo atualizado à medida que se altera de página. Se diminuir o zoom de página, visualizaremos que a numeração está agora inserida em todas as páginas do documento também: Esta é a numeração básica de documento, agora poderemos realizar a personalização do documento, o objetivo aqui é conseguir realizar a numeração de algumas páginas e de outras não FORMATANDO PÁGINAS PARA QUE NÃO TENHAM NUMERAÇÃO Para que as páginas a serem formatadas não tenham numeração são necessários alguns passos iniciais. Um detalhe importante nesta tarefa é que a numeração ou outras características de formatação de páginas pode ser configurada através da modificação de um estilo de páginas criado propriamente para a formatação de páginas, teremos então de realizar as seguintes tarefas: Criar um estilo para formatar a página e evitar que seja numerada; Habilitar o rodapé da página; Inserir um campo do tipo numeração de página; Na página anterior de onde será necessário aplicar um estilo, inserir uma quebra de página aplicando o estilo de página criado; P á g 99

100 CRIANDO UM ESTILO DE PÁGINA A primeira tarefa a ser tomada é criar um estilo para que possa ser aplicado. Para isto vamos ao menu FORMATAR / ESTILOS E FORMATAÇÃO, e clique na listagem de estilos para páginas: No novo estilo a ser criado, daremos um nome de SEM_NUMERAÇÃO, e configuraremos apenas a página para que não tenha numeração apenas desativando o recurso de rodapé. Após, o estilo estará pronto para ser utilizado, clique em ok. CRIANDO UMA QUEBRA DE PÁGINA DETERMINANDO O ESTILO A SER UTILIZADO No exemplo, faremos com que as primeiras páginas não tenham numeração, para isto precisaremos inserir uma quebra de página com a escolha do estilo que foi criado anteriormente. Para isto, deveremos inserir uma quebra de página sempre em um local onde do ponto em diante de onde desejarmos que o estilo seja aplicado. Em outras palavras, se inserirmos uma quebra de página na página 2 definindo como estilo definido o estilo SEM_NUMERAÇÃO, todas as páginas seguintes a este estilo também ficarão obedecendo. Vejamos o exemplo: Atualmente o exemplo possui 19 páginas, todas com numeração habilitada. Vamos inserir uma quebra de página no final da página 2 definindo como estilo o estilo SEM_NUMERAÇÃO. P á g 100

101 Acima, apontamos o local na página 2 onde foi inserida a quebra de página com a aplicação de estilo. Quando inserirmos a quebra, deveremos ainda, com a barra de estilos aberta aplicar o estilo ao conjunto de páginas que devem recebê-lo. Um clique duplo dentro do intervalo de paginas bastará par aplicar o estilo de páginas ao intervalo. P á g 101

102 9.6 TRABALHANDO COM TABELAS Tabelas consistem em uma formatação que permite organizar textos de forma ágil e personalizada. Normalmente é utilizada para organizar textos tabulados que necessitem ser organizados e dispostos de uma maneira interessante para o visual do documento. Existem algumas diversas tarefas que podem ser realizadas com tabelas, iniciaremos com as tarefas simples de criação e alteração das propriedades de tabelas CRIANDO E EDITANDO TABELAS SIMPLES A criação de uma tabela pode ser feita diretamente pelo menu Inserir / Tabela, ou pela barra de ferramentas com o ícone de tabelas, onde escolhe-se diretamente o tamanho de linhas e colunas: As opções existentes para a criação de tabelas são bastante simples, sendo necessário apenas a quantidade de linhas e colunas e se a mesma terá ou não um título na primeira linha. Para a manipulação dos elementos existentes na tabela, bem como alterações do conteúdo internamente na tabela existe a barra de ferramentas para edição de tabela: A maioria das opções de personalização da tabela estão presentes na barra de ferramentas de tabela como cores de linhas, estilo de bordas, preenchimento, mesclar e dividir células, alinhamentos, inserção e exclusão de linhas e colunas. Qualquer opção é acessada diretamente pela barra e facilmente visualizada na tela. Faremos alguns exemplos para ilustrar algumas das funcionalidades em seguida. P á g 102

103 9.6.2 MESCLANDO CÉLULAS Na tabela de exemplo, faremos uma inserção de uma coluna à esquerda e em seguida uma pequena classificação dos funcionários colocada com uma união de várias células com o comando mesclar: Tabela exemplo: Tabela modificada Para inserir uma coluna na tabela, selecione o botão de inserir coluna localizado na barra de ferramentas tabela: Para mesclar células basta selecionar as células que devem ser mescladas e acionarmos o botão de mesclar, localizado na barra de ferramentas tabela AUTO FORMATANDO UMA TABELA Para auto formatar uma tabela as regras são bastante simples, selecione a tabela e clique no botão de auto formatar, localizado na barra de ferramentas, em seguida escolha a sua auto formatação e clique em ok. P á g 103

104 Tabelas podem ficar muito melhor visualmente com a utilização de formatações automáticas, ao passo que escolher separadamente cores para serem aplicadas torna-se uma tarefa tediosa e complicada em alguns casos. Visualizando o resultado: INSERINDO COLUNAS E LINHAS Em diversos casos, adicionar colunas em uma tabela é necessário para realizar sua personalização ou adaptação para acomodar os dados. No exemplo a seguir faremos algumas adaptações para melhor acomodar os dados, serão necessárias as ferramentas de mesclar e de incluir colunas. Neste exemplo, fizemos uma adaptação na parte superior da tabela, uma inclusão de colunas na lateral direita e também a mescla de células na parte superior da tabela. Todos os comandos necessários podem ser encontrados na barra de ferramentas tabelas CONVERTENDO TEXTOS EM TABELAS / TABELAS EM TEXTOS A conversão de texto em tabela é uma prática útil em diversos casos e que nem sempre é explorada adequadamente, podemos converter rapidamente texto em tabela e tabela em texto com pequenos passos, para isto faremos o seguinte: P á g 104

105 Convertendo uma tabela para texto: Seguindo exemplos anteriores, podemos selecionar a tabela que fizemos anteriormente e convertê-la rapidamente para texto. Para converter uma tabela em texto ou vice-versa, acesse o menu TABELA / CONVERTER / TABELA EM TEXTO ou TEXTO EM TABELA. As linhas e colunas existentes na tabela serão convertidas para quebras de linha e para marcadores de colunas. Podemos escolher qual o tipo de marcador que desejamos para realizar a conversão das colunas. Veja o resultado do exemplo: Neste exemplo realizamos a conversão do texto existente na tabela para tabulações que representarão as separações existentes entre colunas. Certamente podemos notar que a conversão encontrou problemas para converter o texto adequadamente. Isto se deve às células que estão mescladas na parte superior e na lateral. Mas podemos visualizar que o resultado é satisfatório para pequenas quantidades de dados. CONVERTENDO NOVAMENTE UMA TABELA SIMPLES PARA TEXTOS Agora testaremos novamente a conversão com uma tabela onde as informações estão prontas para serem convertidas, ou seja, eliminamos as linhas mescladas e que podem atrapalhar a conversão. P á g 105

106 Aqui podemos perceber que a conversão foi feita com êxito. Com isto pudemos perceber que simplesmente realizar uma conversão diretamente em uma tabela pode acarretar problemas de perda de dados, ou de uma má formatação nos dados convertidos. CONVERTENDO TEXTO EM TABELA Para converter texto em tabela, precisamos de um texto onde exista algum tipo de separador ou marcador que possa definir como serão informadas as separações de colunas. Neste caso, criaremos uma listagem de itens separados por tabulações (TAB) e faremos a conversão posteriormente para visualizar o resultado: Para acessarmos o assistente de conversão, vamos novamente em TABELA / CONVERTER / TEXTO EM TABELA Deixe marcado a opção de separador como tabulação e clique em ok, em seguida teremos a tabela criada adequadamente. P á g 106

107 P á g 107

108 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 14 Prof. André Moraes 10 INTRODUÇÃO A OPERAÇÕES COM O LINUX UBUNTU Aqui serão abordados alguns dos principais conceitos básicos relativos à manipulação do sistema operacional Linux. Para as tarefas realizadas, será utilizado o já tradicional sistema operacional Linux Ubuntu. A distribuição Ubuntu é muito conhecida dos usuários e também é considerada uma das versões desenvolvidas para usuários domésticos. O interessante aqui é que para todos os passos executados será levado em consideração que o usuário não possui conhecimentos sobre Linux e tão pouco conhecimentos avançados sobre o sistema Windows, devido a estas características será possível que qualquer usuário possa executar todos os passos descritos a seguir INICIANDO O sistema Linux e muito semelhante ao Windows em vários aspectos. Um deles é a parte visual, onde se pode executar quase todas as tarefas de forma muito semelhante. Iniciaremos pelas tarefas básicas do Linux, aos poucos quando vamos nos familiarizando iremos realizar algumas outras tarefas que também são necessárias neste sistema operacional NAVEGANDO NOS DIRETÓRIOS Navegar em diretórios é uma tarefa bastante tranqüila. Podemos executá-la através dos comandos na parte visual do sistema ou através da linha de comando. P á g 108

109 NAVEGANDO PELA PARTE VISUAL Se navegarmos pela parte visual, as opções são bastante simples e diretas. Podemos acessar o navegador de pastas do Linux ubuntu, localizado nos menus superiores: Vá até o menu locais: Neste menu encontramos algumas opções que irão acessar diretamente os principais locais na estrutura de arquivo Linux. Cada opção do menu refere-se a um dos locais utilizados pelo diretório de arquivos do usuário. No exemplo escolheremos a pasta documentos. P á g 109

110 Em outras versões de Linux, veremos o navegador de arquivos chamado por Konqueror. Porém esta também desempenha as mesmas funções: explorar arquivos e pastas NAVEGANDO EM MODO TEXTO Para navegarmos em modo texto, precisamos saber primeiro como acessar o modo texto. Para isto, podemos simular o acesso utilizando o terminal do Linux. Vá em Aplicativos / Acessórios / Terminal. O terminal é um dos vários canais de comunicação com o sistema operacional Linux em modo texto, sendo possível de testarmos todos os comandos que são executados em linha de comando. P á g 110

111 Na tela acima, o que estamos fazendo é a mesma tarefa realizada anteriormente para a visualização de conteúdos de pastas. Todas as pastas visualizadas aqui são as pastas do usuário do sistema operacional. Vejamos alguns dos comandos para a navegação entre diretórios: Comando Descrição CD PWD CLEAR LS Para mudar ou acessar diretórios Informa qual o diretório atual Limpa a tela Lista o conteúdo da pasta atual Estes comandos são utilizados para a navegação em diretórios, então é comum o usuário lembrarem de alguns dos comandos do MS-DOS, a exemplo do CD. A sua utilização é a mesma, vejamos alguns exemplos: EXEMPLO 1: Acessando pastas Aqui estamos acessando a pasta documentos e listando o conteúdo existente na pasta do usuário. Como não existem arquivos devido a instalação ser nova, não visualizaremos conteúdo algum na pasta. EXEMPLO 2: Retornando para a pasta raiz, o / : Quando estamos navegando entre as pastas/diretórios, é comum que o usuário necessite retornar alguns níveis ou ir diretamente para o diretório raiz. Neste exemplo faremos o retorno para a pasta acima do nível atual (neste caso a pasta do usuário), e em seguida voltaremos outro nível na estrutura para visualizarmos o seu conteúdo. P á g 111

112 Neste exemplo devemos considerar algumas questões: Qual o usuário que está acessando o terminal? o esta parte do terminal indica duas coisas: qual o usuário e qual o nome do computador que estamos trabalhando no momento. Como podemos saber sobre qual diretório está sendo acessado? o No exemplo, o que foi feito foram os seguintes passos: Listamos o conteúdo de Documentos; : indica o diretório atual que está sendo acessado. Retornamos um nível em relação ao diretório atual (cd..) O diretório anterior era o próprio diretório do usuário. Foi listado o conteúdo deste para ser visualizado. Retornamos mais um nível em relação ao diretório atual e novamente listamos o seu conteúdo: Subimos mais um nível para visualizarmos o que existe acima do diretório de arquivos do usuário: P á g 112

113 O que vemos é a estrutura básica de diretórios existentes no Linux. Ao contrário do sistema operacional Windows temos vários diretórios distribuídos e com funcionalidades diferentes. Neste momento o que estamos acessando é o diretório raiz ( / ), que seria equivalente ao C: ou D: no Windows. As funcionalidades de navegação em diretórios pode ser tanto feita em modo textual como modo gráfico. O que é necessário saber inicialmente são os principais comandos, listados anteriormente, e também a estrutura básica de diretórios do Linux, listada anteriormente. Nesta estrutura, o diretório inicial que é exibido quando entramos no terminal é o diretório /home/user, sendo que neste caso user é considerado o atual usuário do sistema operacional CRIANDO/EXCLUINDO DIRETÓRIOS A criação e exclusão de diretórios é outra tarefa que inicialmente causa dúvidas ao usuário iniciante no Linux. Tanto as tarefas de criação como de exclusão se equivalem nos procedimentos: são simples e diretos EXEMPLO 3: CRIANDO PASTAS NO MODO GRÁFICO No modo gráfico é bastante simples. Considerando como diretório alvo a pasta documentos, em /home/user/documentos, podemos facilmente abrir o local, acessando LOCAIS/Documentos Em seguida visualizaremos o gerenciador de arquivos novamente: P á g 113

114 Da mesma forma que no Windows, clique com o botão direito do mouse, vá em CRIAR PASTA. Dê o nome da pasta e clique ENTER, sua pasta está criada EXEMPLO 4: CRIANDO PASTAS NO MODO TEXTUAL Vamos para o modo texto novamente, precisamos acessar novamente o terminal Linux. No terminal, acesse a mesma pasta que estávamos utilizando, neste caso a pasta documentos do usuário atual do sistema. Neste exemplo estamos considerando que o usuário estivesse no diretório raiz ( / ): Agora listaremos o conteúdo do diretório Documentos para nos certificarmos da criação da pasta no modo visual: P á g 114

115 Podemos visualizar a pasta que foi criada, agora criaremos um diretório através da linha de comando. Antes, vejamos os principais comandos para a criação e manipulação de pastas: Comando Descrição MKDIR RMDIR MV CP Cria um diretório no local atual Remove o diretório selecionado (informando o nome após o comando) Move ou renomeia diretórios Copia um diretório Agora criaremos um diretório com o nome arquivos_texto2: Note que após a criação de um diretório fizemos também a visualização do mesmo. Se precisarmos excluir um diretório, podemos fazê-lo agora mesmo vejamos outro exemplo: EXEMPLO 5: REMOVENDO DIRETÓRIOS PELO MODO TEXTUAL O comando utilizado para realizar a remoção é o RMDIR, vejamos abaixo: Experimente visualizar também o modo gráfico para certificar que o diretório foi realmente excluído, certamente não veremos mais a pasta arquivos_texto2. P á g 115

116 EXEMPLO 6: REMOVENDO DIRETÓRIOS NÃO-VAZIOS Para este exemplo funcionar crie um diretório dentro de arquivos_texto2, o diretório pode ficar vazio, apenas o utilizaremos para questões de testes. Um detalhe importante sobre a remoção de diretórios é que com o comando rmdir não é possível remover diretórios que possuam conteúdo internamente. Em nosso exemplo, não conseguiremos remover o diretório arquivos_texto2 sem antes remover o arquivo interno a ele. Vejamos o comando listado abaixo: Notamos a mensagem de diretório não vazio, o que significa existirem arquivos ou diretórios contendo arquivos. Poderemos realizar a tarefa de exclusão de diretórios que contenham arquivos através de uma variação do comando rmdir, o comando rm -r nomediretório. O comando irá percorrer a pasta que foi selecionada e excluirá os subdiretórios existentes. Aqui podemos observar que o conteúdo da pasta Documentos está somente contendo o diretório arquivos_texto, o qual acompanhava o antigo diretório arquivos_texto2. O mesmo foi excluído sem informar que o diretório não estava vazio. P á g 116

117 10.4 CRIANDO /EXCLUÍNDO ARQUIVOS O tratamento do Linux em relação a arquivos é muito parecido com o das pastas. O que modifica são apenas parte dos comandos que são utilizados nas tarefas, vejamos os comandos mais comuns: Comando Descrição touch cat vi nomearquivo rm Utilizado para atualizar as informações sobre datas de último acesso e última modificação de um arquivo, também é utilizado para a criação de arquivos. Visualiza o conteúdo de um arquivo de texto Abre um arquivo de texto no editor vi Remove o arquivo de acordo com o nome informado Para podermos testar alguns dos comandos para arquivos, faremos alguns pequenos roteiros para a execução dos comandos principais. Vejamos alguns exemplos para o teste das operações: EXEMPLO 6: CRIANDO UM ARQUIVO COM O COMANDO TOUCH Podemos facilmente criar um arquivo no diretório local através do comando touch. Para isto, acesse o diretório Documentos/arquivos_texto2/ Criaremos um arquivo com o comando touch e visualizaremos a sua existência no diretório especificado. Aqui fizemos a criação de um arquivo com o comando touch e visualizamos o mesmo através do comando ls para a listagem dos conteúdos existentes no diretório. Se visualizarmos o conteúdo de forma visual veremos o mesmo arquivo: Um fator interessante é que a criação do mesmo arquivo na forma visual pode ser feita diretamente com o botão direito do mouse, da mesma forma que a criação de um diretório, sendo bastante semelhante à criação em sistemas Windows. P á g 117

118 EXEMPLO 7: EDITANDO O CONTEÚDO INTERNO DE UM ARQUIVO Em modo linha de comando é comum a necessidade da alteração do conteúdo de um arquivo. Para arquivos textos é uma prática bastante interessante, podemos realizar tal tarefa facilmente com o uso do comando vi. Vejamos outro exemplo: Supondo que tenhamos criado o arquivo senac.txt: Ao executar o vim, ele inicia diretamente em modo de comando Para começar a escrever, pressione "i" em seu teclado. O vim entra em modo de inserção, e podemos começar a escrever no editor. Note que muitos recursos que estamos acostumados a utilizar em qualquer editor de textos comum do Windows não estarão disponíveis por aqui. Caso queira sair do editor vi, volte para o modo de comandos do editor pressionando a tecla esc. O editor voltará a aceitar comandos, podendo ser visualizado pelo prompt de espera localizado na parte inferior da tela: A maioria dos comandos do vi são disponíveis iniciando com os caracteres : (dois pontos), seguidos por alguma ou algumas letras, vejamos alguns dos comandos que são disponíveis para uso: P á g 118

119 Comando Descrição :w Salva o arquivo que está sendo editado no momento. :q Sai do editor. :wq Salva e sai. :q! Sai do editor forçado. :wq! Salva e sai do editor forçado. No exemplo, utilize :w para salvarmos o que digitamos no arquivo, em seguida o visualizaremos para testarmos mais comandos. Em seguida, utilize o :q para podermos sair do programa e voltarmos ao terminal de comandos. Agora testaremos a visualização rápida do conteúdo de um arquivo com o comando cat: EXEMPLO 7: VISUALIZANDO O CONTEÚDO DE UM ARQUIVO COM CAT Bastando para isto aplicarmos no arquivo senac.txt: 10.5 COPIANDO E MOVENDO ARQUIVOS E DIRETÓRIOS Copiar ou mover diretórios e arquivos é bastante simples, os principais comandos envolvidos nestas tarefas são: P á g 119

120 Comando Descrição cp mv Copia diretórios e arquivos Move arquivos e diretórios EXEMPLO 7: EFETUANDO UMA CÓPIA DE ARQUIVO Uma cópia de um arquivo consiste em apenas duplicá-lo, vejamos um exemplo: Com este comando estamos duplicando um arquivo, note que o mesmo ficará armazenado no próprio diretório. Isto se deve ao fato de não estarmos direcionando o local da cópia EXEMPLO 8: REALIZANDO UMA CÓPIA PARA UM SUBDIRETÓRIO Poderíamos realizar o mesmo comando de forma diferente, direcionando para outro diretório da seguinte maneira: Desta vez, criamos um diretório que servirá de contêiner par ao novo arquivo e fizemos a cópia do mesmo para dado diretório EXEMPLO 9: REALIZANDO UMA CÓPIA PARA UM DIRETÓRIO ACIMA Aqui estamos fazendo com que o arquivo senac.,txt seja copiado para um nível acima do diretório atual com o nome de configurações.txt. Visualizando o resultado: P á g 120

121 O que percebemos é que os comandos de cópia funcionam perfeitamente bem, e de forma muito semelhante ao sistema operacional Windows. Os comando para mover arquivos funcionam da mesma forma, o que podemos ilustrar é que um comando de mv pode ser utilizado para renomear um arquivo: EXEMPLO 10: RENOMEANDO UM ARQUIVO Faremos a renomeação de um arquivo com o comando mv, vejamos o exemplo abaixo: Claro que o comando mv não serve apenas para a renomeação de arquivos, e sim para a movimentação de conteúdos diversos de um local para outro. Existem muitos outros comandos que podem ser utilizados no ambiente Linux, por ora ficaremos com os comandos mais comuns para a realização de tarefas rotineiras do ambiente. P á g 121

122 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 15 Prof. André Moraes 11 BrOffice Calc Outro programa componente da família de aplicativos de escritório e muito popular é o Calc. O BrOffice Calc tornou-se um dos principais concorrentes do Microsoft Excel e vem evoluindo sem parar nestes últimos tempos, obtendo muitas funções e propriedades que se equiparam às do rival dos softwares pagos. De antemão o que observamos é a mesma tela de entrada do Excel, contendo suas linhas numeradas e as colunas contendo as letras, identificando claramente em qual ponto estamos aplicando algum comando ou realizando cálculos COMANDOS BÁSICOS Os principais comandos para o início são a navegação através das células do aplicativo e seleção de conjuntos de dados. Estes comandos são geralmente realizados com o uso das setas direcionais no teclado e com cliques do mouse, vejamos os mais comuns: Comando SHIFT + SETAS CTRL + SETAS TAB ALT + SETAS Tecla F2 Descrição Seleciona um grupo de células a medida que é pressionada uma das setas direcionais do teclado. Vai para o final de uma seleção ou para o final de uma linha ou coluna. Altera entre as células existentes na planilha. Amplia ou reduz a dimensão de uma linha ou coluna. Abre o conteúdo de uma célula para edição. END Movimenta o cursor do teclado para a última coluna contendo conteúdo. HOME DEL Movimenta o cursor do teclado para a primeira coluna contendo conteúdo. Remove o conteúdo de uma célula, permite a escolha do usuário que tipos de informações serão excluídas. P á g 122

123 Os principais recursos de utilização do calc são voltados para as fórmulas, que possibilitam a automatização de planilhas e cálculos FÓRMULAS Uma fórmula é iniciada com um sinal de igualdade (=). Esse sinal informa ao Calc que será inicializada uma fórmula em seguida. As fórmulas podem inserir qualquer um dos seguintes elementos: Operadores Referências de células Valores Funções Normalmente as fórmulas são inseridas diretamente em uma célula, e ao final é pressionada a tecla ENTER no teclado para a sua finalização.os operadores são usados para especificar uma operação (adição, subtração, multiplicação, divisão, comparação, etc) a ser executada os operandos (valores antes ou depois do operador) da fórmula OPERADORES ARITMÉTICOS Os principais tipos de operadores utilizados no Calc são descritos a seguir. ^ Operador / Divisão OPERADORES ARITMÉTICOS Exponenciação * Multiplicação + Soma - Subtração % Porcentagem Exemplo 1: Realizando operações com um número Descrição P á g 123

124 OPERADORES DE COMPARAÇÃO Ainda nas fórmulas são utilizados os operadores de comparação, que são úteis em qualquer fórmula que necessite utilizar operadores lógicos. São responsáveis por realizarem comparações que produzem resultados lógicos, ou seja, valores do tipo verdadeiro ou falso. OPERADORES DE COMPARAÇÃO Operador Descrição = Igualdade < Menor que > Maior que <= Menor ou igual >= Maior ou igual <> Diferente Exemplos: OPERADORES DE TEXTO O & (e comercial) concatena (conecta) dois valores para produzir um valor de texto contínuo. & Operador OPERADORES DE TEXTO Operador de concatenação Descrição Note que o operador & literalmente concatena os valores que são inseridos em uma fórmula no calc. Isto pode ser utilizado em vários tipos de planilhas que necessitem de união de valores de células diferentes OPERADORES BOOLEANOS Normalmente o calc utiliza funções para realizar as operações booleanas, mas os operadores podem ser utilizados individualmente também apenas para realizarem comparações ou testes de valores. Vejamos os principais operadores booleanos existentes: P á g 124

125 OPERADORES BOOLEANOS Operador Descrição E OU NÃO Se dois os dois operandos são verdadeiros o resultado é verdadeiro.se um dos operandos é falso o resultado é falso. Se os dois operandos são falsos o resultado é falso, caso contrário o resultado é verdadeiro. Inverte o valor de um operando booleano, ou seja, se o operando é verdadeiro o resultado é falso. Se o operando é falso, o resultado é verdadeiro. Exemplos: 11.3 FUNÇÕES BÁSICAS As funções de planilha são ferramentas especiais que lhe permitem efetuar cálculos complexos ou longos com rapidez e facilidade. As funções básicas são as que realizam operações básicas de somatórios, médias, procura de maior e menores valores em grupos de células, vejamos as principais funções básicas existentes no calc. SOMA( ) MEDIA( ) MÁXIMO( ) MINIMO( ) Função Descrição Exemplo ARRED(num;digitos ) Retorna a soma de um intervalo de células. Retorna a média de um intervalo de células. Retorna o maior valor existente em um intervalo de células. Retorna o menor valor existente em um intervalo de células. Arredonda um número, eliminando as casas decimais do número. Num número a ser arredondado Digitos número de casas para o qual um número será arredondado soma(b22:b46) média(a12:c30) máximo(a1:a200) mínimo(b22:c13) arred(2,35;1) P á g 125

126 Exemplos: EXERCÍCIOS: 1) Calcular a relação de Graus relativos ao Primeiro Quadrimestre. Na coluna médias por aluno, entre com a função correspondente ao cálculo das médias aritméticas dos grupos das 4 provas (de cada aluno) Fazer o cálculo das Médias aritméticas da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª provas. 2) Cálculo de valores de produtos Inserir uma linha e colocar o produto DDD com valores aleatórios P á g 126

127 Inserir uma coluna e digite o mês de Março com valores para os produtos. Faça o somatório dos valores de todos os meses. Calcule a média aritmética dos valores de cada mês. Calcular o maior valor de cada Mês. Calcular o menor valor de cada Mês. 3) Digitar a tabela com o layout abaixo: Calcule o total das Despesas(soma) o Lucro Bruto = Receita total Total de Despesas o Impostos = 17,5% * Lucro Bruto o Lucro Líquido = Lucro Bruto - Impostos o % de Lucro sobre Receita Total = Lucro Líquido / Receita Total Utilizando as fórmulas acima, calcule: o O Lucro bruto da empresa o O imposto que a empresa deverá descontar o O Lucro líquido da empresa o O percentual de lucro da empresa P á g 127

128 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 16 Prof. André Moraes 11.4 FUNÇÕES LÓGICAS Continuaremos a explorar algumas das funcionalidades do software BrOffice Calc. Exploraremos algumas funções que utilizam os operadores de lógica e demais comandos úteis ao usuário. Função Descrição Exemplo CONT.SE(intervalo;critérios) SOMASE(intervalo;condição;int ervalo_soma ) Retorna a quantidade de células preenchidas de acordo com determinado critério. Retorna a soma de um intervalo de células mediante uma condição estipulada. CONT.SE(G2:G10 ;>10 ) =SOMASE(b22:b46, =SENAC ;c22:b46 ) SE(Teste Condicional;Val Verdadeiro; Val Falso) Função SE - Exemplos: Realiza a comparação como um teste condicional, mas ao invés de devolver a Sting de texto verdadeiro ou falso, cria valores para verdadeiro e falso e devolve esses valores na célula onde foi aplicada a função. =SE(a1>7; aprovado ; reprovado ) Ainda é possível combinar os valores das funções SE e SOMASE em conjunto com as funções lógicas E, OU e NÃO para abranger várias condições na mesma fórmula. = SE(E(A1>10;B3>=2); OK ; TESTANDO ) O uso de funções lógicas amplia o conjunto de testes que podem ser feitos internamente em uma função lógica, que por vezes pode estender-se em demasia dependendo de sua aplicação. P á g 128

129 11.5 A FUNÇÃO PROCV A função procv consiste em uma busca na vertical. Ela permite que seja possível pesquisar dados em tabelas dentro da mesma planilha, em planilhas diferentes ou em arquivos diferentes. Função Descrição Exemplo PROCV(critério de pesquisa;matriz;índice;ordem de classificação) Retorna os dados referentes ao critério de pesquisa em um conjunto de células. PROCV("senac";D16:F19;2;0) Esta função é útil para desenvolver planilhas de controle de estoque onde é necessário pesquisar itens através de um código, por exemplo, ou através de alguma referência que identifique os itens de forma exclusiva. Função PROCV Exemplo: Seja a seguinte planilha, a região de pesquisa Ainda na mesma planilha, a região de dados de estoque: Para funcionar a pesquisa, inseriremos as seguintes fórmulas nas células a seguir: A, ao inserir qualquer valor que conste nos códigos do estoque teremos a pesquisa sendo realizada: P á g 129

130 Para Qualquer valor que for inserido como referência que não existir na tabela de estoque será exibido um valor de erro: Este valor refere-se ao fato de estarmos lidando com um valor não disponível. Por isto é exibida tal mensagem. Existem outras tantas mensagens de erro que podem ser inclusive utilizadas pelo programador da planilha ao elaborar alguns cálculos. 12 Exercícios de Funções Lógicas: 1) Tabela de resultados de times de futebol: a) Para calcular a coluna final: a. Se o número de vitórias for maior do que o número de derrotas deverá retornar a string de texto BOM; b. Caso contrário deverá retornar a string REGULAR; 2) Planilha de salários de funcionários: b) Para calcular salário bruto: a. Multiplicar horas trabalhadas por salário hora c) Para calcular salário família: a. Se o salário bruto for até R$429,00 o salário família será de R$10,31 senão o salário família será de R$0,00 P á g 130

131 3) Planilha de salários e alíquotas de INSS: a) Para calcular alíquota de INSS: a. Para salários até R$360,00 a alíquota é de 8%; b. Para salários acima de R$360,00 até R$600,00 a alíquota é de 9%; c. Para salários acima de R$600,00 a alíquota é de 11% b) Para calcular o desconto de INSS: a. Deve ser multiplicado o salário bruto x alíq/inss b. Se o valor do desconto ultrapassar R$162,50 deverá ser descontado R$162,50 senão será descontado o próprio valor do cálculo 4) Planilha de contribuições de sócios e ganhos mensais: c) Para calcular CONTRIBUIÇÃO: a. Se a renda mensal for até 1500 o valor da contribuição é de 15; b. Se a renda mensal for maior do que 1500 E até 2500, a contribuição é 20; c. Se a renda mensal for maior do que 3500 a contribuição será de 30. 5) Planilha de contribuições de sócios e ganhos mensais: P á g 131

132 Preencher as células de acordo com as instruções a seguir: 6) Planilha de notas e freqüência de uma classe Escolar a) Para calcular frequência: a. (CARGA HORÁRIA FALTAS ) / CARGA HORÁRIA b) Para calcular a situação do aluno: a. O aluno deverá ter percentual de freqüência igual ou superior a 90%. b. A média alcançada pelo aluno deverá ser igual ou superior a 7. c. Se a média alcançada for de 7 até 9 então ele alcançou grau SATISFATÓRIO de 9,1 até 10 alcançou grau ÓTIMO. d. Caso o aluno for reprovado por freqüência mandar a mensagem REPROVADO POR FREQÜÊNCIA. e. Caso o aluno o aluno seja reprovado por média mandar a mensagem REPROVADO POR MÉDIA. P á g 132

133 7) Planilha de registro de salários e cargos de funcionários a) Para calcular ABONO: a. Para salários até R$300,00 o abono é de R$5,00 b. Para salários acima de R$300,00 até R$500,00 o abono é de R$15,00 c. Para salários acima de R$500,00 o abono será de R$25,00 P á g 133

134 Introdução a Informática - 1º semestre AULA 17 Prof. André Moraes 13 Introdução a Conceitos de Bancos de Dados com o BrOffice Base O Base é um software da família dos SGBDR (Sistemas Gerenciadores de Banco de dados Relacionais), e é o atual concorrente do Microsoft Access, da Microsoft. A medida em que as informações de uma empresa crescem, a tendência da administração começar a se dividir em departamentos e setores. Cada departamento deve gerenciar as informações pertinentes a sua área e pode acontecer o que podemos chamar de redundância (repetição) de arquivos. O mais comum de se começar a utilizar um banco de dados é através do armazenamento de cadastros ou de um controle de estoque. Normalmente estes tipos de arquivos costumam ser gerenciados por aplicativos comuns como o Calc e o Excel. Uma tarefa comum de se realizar é a importação destes dados para que sejam convertidos para um banco de dados e utilizados dentro do gerenciador COMO TRABALHAR COM DADOS EM UM BANCO DE DADOS Os dados são vistos como grandes tabelas de dados. No Calc, por exemplo, são manipulados como se fossem tabelas com linhas e colunas. A diferença é que para cada grupo de informações teremos uma tabela diferente, ou seja, caso desejarmos armazenar informações de uma loja de locação de filmes, por exemplo, teremos: Cadastro de Filmes Um cadastro como este é um tanto pequeno, mas à medida que os dados são inseridos os dados tornam-se difíceis de serem controlados. Daí passa a ser interessante o uso de um Sistema Gerenciador de Banco de dados, onde o gerenciamento das informações é muito mais dinâmico para quando temos uma quantidade maior de informações. Vejamos os principais aspectos de um banco de dados: P á g 134

135 COMPONENTES DE UM BANCO DE DADOS Componente Tabela Campos Registros Chave Primária Descrição Matriz bidimensional onde as colunas são os campos e as linhas são os registros. Representa o nome da respectiva coluna onde serão armazenadas as informações. Representam cada linha armazenada na tabela contendo todas as suas colunas. Normalmente consiste em cada informação sobre o assunto o qual a tabela estiver armazenando. Consiste em um campo onde é inserida uma informação individual para um registro, normalmente é utilizada alguma informação como um código, um CPF, etc. Vejamos os seguintes passos para a elaboração de um banco de dados básico: PASSO 1: Criando o primeiro Banco de Dados Base Logo ao acessar o BrOffice Base, será solicitado ao usuário da criação do banco de dados. Algumas opções estarão disponíveis como abrir um arquivo de banco de dados existente ou criar um novo banco de dados. Outras opções estarão disponíveis, porém para a criação de um banco de dados novo é necessário começar criando o banco de dados e em seguida a criação das tabelas. P á g 135

136 Escolhemos criar novo, Em seguida é visualizada a tela inicial do Base: PASSO 2: Criando a primeira tabela no modo assistente A criação de tabelas é a principal tarefa na construção de um banco de dados robusto. Normalmente é feito um planejamento inicial antes de realizar tal tarefa. Para a abordagem feita pela unidade curricular não será necessário nenhum projeto para esta construção, abordaremos apenas os procedimentos de criação e manipulação dos dados. P á g 136

137 A forma mais prática de criar uma tabela é acessando o assistente de tabelas, o qual nos ajudará a realizar tal tarefa: Note que temos os passos a serem seguidos localizados na parte esquerda da tela, os mesmos serão seguidos a cada vez que clicarmos em avançar. Nesta etapa, escolheremos quais campos (colunas) irão compor a tabela que estamos criando. O Base tenta sugerir campos comuns a qualquer tabela, neste caso escolheremos a categoria Pessoal /DVDColecao: Note que é possível selecionar quais campos irão compor a tabela a ser criada, os campos podem ser selecionados e movidos para a coluna da direita, tentaremos reproduzir o arquivo Calc que foi criado anteriormente e clicaremos avançar. P á g 137

138 No próximo passo, como os campos irão armazenar informações, escolheremos o tipo de dado que irão armazenar e também algumas outras configurações que são importantes para campos de banco de dados. Em seguida, definimos a chave primária que irá compor a tabela. Escolheremos um campo existente na tabela, pois escolhemos um campo IDcolecao para desempenhar a tarefa de ser a chave primária: Marcamos também a caixa de verificação Valor automático, em seguida clicamos Avançar: P á g 138

139 Após a criação da tabela, veremos na tela principal a tabela que foi criada imediatamente. Se deixarmos os campos e as opções como estão, veremos que a tabela será aberta para a inserção de informações. Este modo não é muito amigável ao usuário, pois não é feito para inserir dados diretamente, mas será muito semelhante ao modo de inserção de dados do Calc. P á g 139

140 PASSO 4: Inserindo informações na tabela no modo de inserção. Este modo é apenas para a inserção informal de informações, visto que não é normalmente utilizado pelo usuário. Uma maneira de interagir com a inserção de dados é através da criação de formulários CRIANDO UM FORMULÁRIO Formulários são uma maneira eficiente de apresentar ao usuário uma interface amigável para a inserção e/ou modificação dos dados existentes nas tabelas. A principal funcionalidade de um formulário é oferecer ao usuário botões, caixas, listagens visuais, enfim, tudo o que puder ser apresentado visualmente ao usuário com uma interface amigável. Criaremos um formulário a partir da tabela tabela_filmes para o exemplo apresentado: PASSO 3: Criando o primeiro formulário para interação com as informações da tabela_filmes: Na primeira etapa é necessário selecionar os campos integrantes no formulário. P á g 140

141 Este procedimento normalmente é realizado com base no assistente de criação, visto que não é viável uma criação manual de formulários simples de dados em um banco com várias tabelas. Nesta etapa, é disponibilizada a opção de configurar um sub-formulário. Normalmente utilizado para inserir informações que sejam cruzadas entre as tabelas do banco, passaremos direto por esta etapa sem alterações. Neste passo faremos a orientação visual das caixas que irão compor o formulário, escolha um layout e o Base fará a disposição dos dados diretamente no formulário. P á g 141

142 Aqui podemos definir se o formulário irá permitir o acesso a todas as informações da referida tabela: Nesta etapa é escolhida a interface visual do formulário: P á g 142

143 Por fim, inserimos o nome do formulário e encerramos a criação. Chamaremos o formulário de form_filmes. A criação de formulários é útil para que seja possível interagir com as informações do banco de dados. Muitas funcionalidades podem ser incluídas além de simplesmente inserir informações na tabela referente. P á g 143

144 13.3 GERANDO RELATÓRIOS Relatórios são utilizados para apresentar listagens de informações contidas nas tabelas de dados do banco de dados. Os relatórios permitem que os dados possam ser organizados em ordem alfabética, agrupados por tipos de informações e com o acréscimo de detalhes que tornam a visualização das informações mais interessante para uma melhor análise dos dados. PASSO 4: Criando o primeiro relatórios para a listagem das informações da tabela_filmes: Geraremos um relatório para teste em nossa base de dados: O relatório será gerado através do assistente: Inicialmente é apresentado a opção da escolha da origem das informações a serem listadas, escolheremos a tabela que criamos anteriormente. P á g 144

145 Em seguida é apresentada a opção para a personalização dos rótulos dos campos que aparecem na listagem do relatório, normalmente os nomes originais dos campos não são interessantes de manter, o mais comum é alterar os nomes que são apresentados para nomes mais amigáveis ao usuário. Aqui mostramos os nomes escolhidos para os campos. Em seguida são apresentadas opções para agrupamento de informações, por exemplo, poderíamos agrupar os filmes por gênero para serem listados como exemplo filmes de terror, suspense, etc. Escolheremos agrupar por gênero para deixar uma listagem mais real. Em seguida, é possibilitada a escolha de alguma ordenação além da ordenação obrigatória já existente no agrupamento que fizemos anteriormente: P á g 145

146 Em seguida, é apresentada a opção da escolha do visual das informações, onde escolhemos a maneira que os dados são vistos pelo usuário: Desta vez, escolhemos o modelo Esboço-Moderno para ser apresentado. Por fim, escolheremos o nome do relatório e concluímos a sua criação: P á g 146

147 Visualizando as informações: Note que os dados estão agora organizados pelo seu gênero e também em ordem alfabética de nome. P á g 147

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