Campo de Golfe na Barra

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1 Campo de Golfe na Barra Ação Civil Pública O Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (GAEMA) e da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Meio Ambiente da Capital, ajuizou Ação Civil Pública em agosto contra o Município do Rio de Janeiro e a Fiori Empreendimentos Imobiliários Ltda. O objetivo era anular licença ambiental concedida ao projeto de Campo de Golfe Olímpico na Barra, paralisar as obras e exigir a recuperação dos danos ambientais decorrentes das intervenções irregulares efetivadas na área. As obras foram suspensas. O Município do Rio e a FIORI concordou em complementar estudos ambientais, mas pediram a suspensão do processo por 30 dias. O pedido de suspensão está sendo analisado pelo juiz. Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

2 Sumário MPRJ ajuíza ação impugnando a validade da licença ambiental do projeto de Campo de Golfe Olímpico O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (GAEMA) e da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Meio Ambiente da Capital, ajuizou Ação Civil Pública, nesta quinta-feira (14/08), contra o Município do Rio de Janeiro e a Fiori Empreendimentos Imobiliários Ltda, objetivando a nulidade da licença ambiental concedida ao projeto de Campo de Golfe Olímpico na Barra, com a consequente paralisação das obras e a recuperação dos danos ambientais decorrentes das intervenções irregulares efetivadas na área. Na ação, instruída com provas técnicas e depoimentos colhidos em Inquérito Civil, o MPRJ sustenta a existência de vícios de ilegalidade e inconstitucionalidade da Lei Complementar Municipal nº 125/2013 que alterou os parâmetros protetivos da Área de Proteção Ambiental de Marapendi e do Parque Natural Municipal de Marapendi, uma vez que o rebaixamento da proteção não foi antecedido dos devidos estudos técnicos. O MPRJ, inclusive, ressalta a existência de precedentes judiciais, o mais recente de julho deste ano e do Tribunal de Justiça de São Paulo, que apontam para a necessidade de estudos técnicos regulares para essas alterações legislativas. Também é questionada na ação a irregular previsão e execução de obras e serviços em Áreas de Preservação Permanente APP s, como em áreas de restinga e que abrigam espécies ameaçadas de extinção. O MPRJ também destaca que a supressão de vegetação do bioma Mata Atlântica foi realizada de forma irregular, especialmente pela deficiência do inventário florístico apresentado e pela permissão de intervenção em hipóteses vedadas pelo art. 11 da Lei Nacional da Mata Atlântica. Além dessas irregularidades, o MP aponta a existência de vícios no licenciamento ambiental que culminou na obtenção das licenças, como a postergação de estudos

3 prévios indispensáveis à própria aprovação do projeto para etapas seguintes. Argumenta, ainda, que a licença de instalação considerou regular e válida licença prévia com validade vencida e concedida sem fundamentação técnica para projeto substancialmente diferente do ao final aprovado. Firme nesses e em outros fundamentos, o MPRJ requereu, liminarmente, a suspensão dos efeitos da Licença Municipal de Instalação nº 956/2013, notadamente a abstenção de toda e qualquer atividade que represente: (i) supressão de vegetação característica de Mata Atlântica e Zona Costeira e em Área de Preservação Permanente, à luz dos dispositivos legais acima mencionados; (ii) aterramento de áreas de brejo e alagadas, protegidas pela legislação de regência, vg. Lei da Mata Atlântica; (iii) remoção e transplantio de vegetação nativa; (iv) plantio de vegetação exótica, vg. grama; (v) criação de lagos artificiais; (vi) manejo de toda e qualquer espécime de fauna; (vii) início ou prosseguimento de toda e qualquer obra de construção das edificações previstas no empreendimento licenciado. Dentre os pedidos finais, o MPRJ requereu a declaração de nulidade dos procedimentos de licenciamento ambiental que embasaram a concessão da Licença Municipal de Instalação nº 956/2013, bem como a condenação dos Réus a apresentação de estudos de avaliação ambiental dos impactos gerados pela implantação do empreendimento e de recuperação do ecossistema degradado, sendo certo que, se não for possível a recuperação específica dos impactos negativos apontados na referida avaliação ambiental, os réus deverão ser condenados a indenizar, de forma solidária, os danos ambientais decorrentes das intervenções irregulares efetivadas na área definida para a instalação do Campo de Golfe Olímpico, em valor a ser apurado em liquidação e revertido para o Fundo previsto no artigo 13 da Lei 7.347/83. Audiência de conciliação No dia 17 de setembro, o MP e os réus participaram de audiência de conciliação a fim de dialogar sobre os impasses nas obras do Campo de Golfe Olímpico. A audiência terminou sem acordo após os promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (GAEMA) recusarem a proposta da empresa.

4 Entre as mudanças apresentadas pela Fiori está a remoção de três dos 18 buracos do campo. Para o MPRJ, a remoção não garante faixa satisfatória de vegetação às margens da Lagoa de Marapendi. Coube ao Juiz da 7ª Vara de Fazenda de Fazenda Pública decidir, em 45 dias, sobre a suspensão das obras, como foi requerido pelo MPRJ. Na audiência do dia 04 de outubro, o MP propôs recuo do desenho do campo de golfe para que a sua construção se dê sobre a Zona de Ocupação Controlada, com a recuperação e preservação da faixa de vegetação e ecossistema existentes anteriormente da porção sul - faixa de aproximadamente 400 metros a partir do Plano de Alinhamento de Orla. Também foi proposto que a referida área seja doada ao município, para ser incorporada ao Parque Natural Municipal de Marapendi, e que o mesmo apresente um cronograma para elaboração do plano de manejo e criação do Conselho Consultivo da Unidade de Conservação. Após as audiências, o MP foi procurado pelo Município do RJ e pela empresa FIORI com proposta de reabertura de diálogo com o objetivo de tentativa de composição amigável do litígio. Os réus protocolaram à Justiça ainda requerimentos de suspensão do processo pelo prazo de 30 dias, e pediram a concordância do MP quanto ao pedido. O MP, entretanto, não vislumbra possibilidade de flexibilizar, além do que já foi flexibilizado, o que foi solicitado à Prefeitura e à Fiori. Ficou acordado, entretanto, a complementação de estudos ambientais mínimos que possam fundamentar cientificamente as propostas expressas por ocasião das audiências, de modo que as decisões judiciais seguintes possam, igualmente, ser melhor embasadas. O juiz analisa o pedido de suspensão do processo. Na avaliação do MP, há muito pouco espaço de flexibilização além do que foi flexibilizado por ocasião das Audiências de Conciliação realizadas, sendo assim, eventual futuro acordo dependerá muito mais da iniciativa das partes rés do que do MP.

5 Não há ainda quaisquer termos de acordo quanto ao destino da demanda. O que ficou acordado entre as partes foi a complementação de estudos ambientais mínimos que possam fundamentar cientificamente as propostas expressas por ocasião das audiências, de modo que as decisões judiciais seguintes possam, igualmente, ser melhor embasadas. Na avaliação do MP, há muito pouco espaço de flexibilização além do que foi flexibilizado por ocasião das Audiências de Conciliação realizadas, sendo assim, eventual futuro acordo dependerá muito mais da iniciativa das partes rés do que do MP. Processo nº Clique aqui para ler a ACP inicial

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