Tecnologia Digital para Bibliotecas, Museus e Arquivos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tecnologia Digital para Bibliotecas, Museus e Arquivos"

Transcrição

1 Tecnologia Digital para Bibliotecas, Museus e Arquivos PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA DOCUMENTAÇÃO FRG Centro de Estudos e Recursos Multimediáticos Universidade Fernando Pessoa Praça 9 de Abril, 349 P Porto Tel Fax

2 Resumo Este documento apresenta os tópicos do material a ser discutido no seminário Tecnologias de Informação Documental da Pós-Graduação de Ciências da Informação e da Documentação. Acrónimos Devido à profusão de acrónimos e abreviações utilizadas no texto, listam-se aqui as mais frequentes: OPAC EAD TEI SGML DTD DC PDF RDF MARC UNIMARC AACR AACR2 LCSH CLIP LCC ISBD ISBD(ER) Online Public Access Catalog Encoded Archival Description Text Encoding Initiative Standard Generalized Markup Language Document Type Definition Dublin Core Portable Document Format Resource Description Framework Machine Readable Cataloguing Universal MARC format Anglo-American Cataloging Rules Anglo-American Cataloging Rules, 2ª edição Library of Congress Subject Headings Compatibilização de Linguagens de Indexação em Português Library of Congress Classification International Standards Bibliographic Description International Standard Bibliographic Description for Electronic Resources FRG/UFP

3 ISBD(CF) DDC21 ISO LCNAF ROADS DSI MeSH TCP/IP International Standard Bibliographic Description for Computer Files Dewey Decimal Classification, 21st edition International Standards Organisation Library of Congress Name Authority File Resource Organisation and Discovery in Subjectbased services Disseminação Selectiva de Informação Medicine s Medical Subject Headings Transport Control Protocol/Internet Protocol FRG/UFP

4 1 Introdução Para contextualizar a utilização da tecnologia em Bibliotecas vamos fazer uma breve introdução geral ao tema. Os desafios tecnológicos que as bibliotecas enfrentam situam-se a dois níveis: 1. a automatização de funções existentes, com consequentes vantagens de facilidade e comodidade de gestão e de utilização dos serviços; 2. o aparecimento de novos formatos digitais, implicando uma evolução constante das técnicas de catalogação e de indexação. A Tecnologia permite ainda o aparecimento de Bibliotecas Digitais e Bibliotecas Virtuais, como consequência dos desafios citados. Com a utilização generalizada da internet, as bibliotecas começaram a disponibilizar facilidades de pesquisa e de consulta aos seus utentes, e a aumentar o nível de colaboração entre bibliotecas, nomeadamente: criando e mantendo catálogos comuns em linha, facilitando a pesquisa de material bibliográfico, e outras operações tais como a gestão de empréstimos inter-bibliotecas; criando grupos de trabalho e de discussão sobre assuntos de interesse para a sua comunidade, e iniciando projectos a uma escala que de outra forma seria impossível; melhorando as interfaces de pesquisa, de consulta, e de gestão de bibliotecas, e permitindo e aumentando a troca de informação bibliográfica, a um baixo custo. FRG/UFP

5 No resto deste documento vai ser apresentada a tecnologia relevante para as Ciências da Informação e da Documentação, e serão propostos apontadores para quem desejar aprofundar algum tópico em particular. 1.1 Definição Na sua definição mais comum, uma biblioteca é uma colecção de materiais gráficos livros, filmes, revistas, fotografias, mapas, manuscritos, discos, bandas magnéticas, ficheiros de computador organizados por forma a serem fácilmente consultados e utilizados. Esta facilidade de consulta e de utilização é o que distingue uma biblioteca de um qualquer conjunto de materiais, tais como um depósito de livros por exemplo. 1.2 Marcos na História As bibliotecas, como colecção de documentos, existem práticamente desde a invenção da escrita. Alguns dos marcos mais importantes na história das bibliotecas são apresentados a seguir. A criação das primeiras bibliotecas, tal como as entendemos hoje, é atribuida a Ramsés II. A biblioteca de Alexandria no Egipto foi iniciada cerca de 300 anos antes de Cristo. Segundo alguns relatos, a biblioteca continha rolos, pensando-se que a maioria estava escrita em grego. O incêndio da biblioteca destruiu o que foi certamente a maior biblioteca da Antiguidade. A Biblioteca Nacional de França, a primeira desse género, mantém uma actividade constante desde que foi criada no século XIV. FRG/UFP

6 Em 1602 foi aberta, na Universidade de Oxford, a primeira biblioteca "moderna" dedicada à investigação científica. Outras universidades perceberam que o progresso científico dependia cada vez mais da existência de boas bibliotecas. Em 1627 Gabriel Naudé, considerado o primeiro bibliotecário moderno, publicou os "Conselhos para a Formação de uma Biblioteca". Durante a Revolução Industrial, os progressos mais importantes ocorreram em Inglaterra e na América. Foram criadas bibliotecas públicas em Manchester (1852) e em Boston (1854), e criaram-se as primeiras associações de bibliotecários. A partir de 1960 começaram-se a introduzir os primeiros computadores nas bibliotecas. Em 1965 a Biblioteca do Congresso concebeu e desenvolveu o formato MARC, com a finalidade de armazenar informáticamente informação bibliográfica para todo o tipo de materiais gráficos. Começou um processo de normalização e de automatização das bibliotecas, e o formato MARC foi sendo adoptado internacionalmente, eventualmente com variantes. Na mesma altura, um grupo de liceus e de universidades do Ohio formou-se para explorar as potencialidades da informática na cooperação inter-bibliotecas. Em 1967 criou-se o Ohio College Library Center, que mudou a sua designação mais tarde para Online Computer Library Center (OCLC). A partir do século XX, as bibliotecas estenderam-se a todas as camadas da população, abriram as primeiras bibliotecas escolares, e o desenvolvimento das nações foi definitivamente associado aos índices de leitura, de produção escrita, e de acesso a bibliotecas. FRG/UFP

7 1.3 Funções numa biblioteca De uma forma geral, as funções mais importantes desenvolvidas numa biblioteca podem ser agrupadas em: aquisição; processamento (catalogação); circulação; referênciação. Vamos descrever únicamente a função de processamento, que constitui certamente uma das funções principais, e onde a tecnologia tem um papel mais importante. Devido à evolução tecnológica dos materiais a catalogar, é uma das funções onde se tem centrado grande parte da inovação e onde existem mais iniciativas em curso actualmente. 1.4 Catalogação A catalogação é um processo complexo que consiste em registar uma obra em diferentes fichas 1 por forma a que esta seja fácilmente consultada. Por exemplo, registar o título, o autor, o ano e o local de publicação para um livro, é uma operação comum. Se o livro tiver características especiais, por exemplo ilustrações feitas por um artista famoso, torna-se necessário registar também esta informação. O catálogo resultante deve permitir a um leitor pesquisar, e encontrar, as obras do seu interesse. FRG/UFP

8 A catalogação consiste essencialmente em: 1) definir a entrada principal 2) descrever a obra 3) classificar a obra 4) escolher os temas 5) marcar a obra Vamos apenas descrever as quatro primeiras operações. A marcação da obra consiste geralmente na colocação de um rótulo que permita a sua referenciação, e localização nas pratelerias, a partir do catálogo da biblioteca. A catalogação obedece a regras e a procedimentos que visam uma uniformidade da informação registada entre bibliotecas. As normas geralmente adoptadas envolvem o formato dos registos (MARC ou uma das suas variantes), e as regras para os preencher (AACR, AACR2, ISBD, ou eventualmente outras normas). A maioria das regras destina-se a catalogar material bibliográfico, mas existe cada vez mais a necessidade de se catalogar material não bibliográfico, como imagens, e informação geográfica, por exemplo Definir a entrada principal As entradas principais constituem o conjunto de informação que permitirá encontrar as obras. No caso de um livro, o título e o autor são candidatos a entradas principais; se o livro não tiver um autor 1 Por enquanto não é importante distinguir o suporte físico destas fichas. No caso mais comum serão fichas informatizadas. FRG/UFP

9 explícito, como em muitas obras antigas, o título poderá constituir a entrada principal. A uniformidade nos critérios de escolha das entradas é essencial não só para a biblioteca como também para trocar informação entre bibliotecas. A existência de critérios uniformes permite que as grandes bibliotecas, ou as bibliotecas nacionais, disponibilizem catálogos das obras mais recentes, que podem ser adquiridos e utilizados por bibliotecas mais pequenas, poupando assim o complexo trabalho de catalogação Descrever a obra A descrição de uma obra regista as suas características principais, como por exemplo o número de páginas, tipo de encadernação, existência de ilustrações e outros elementos gráficos, e dimensões da páginas Classificar a obra O objectivo da classificação é o de fornecer os temas sob os quais as obras podem ser encontradas. O sistema de classificação mais comum na América do Norte (EUA e Canadá) é a Classificação Decimal de Dewey (CDD), publicada pela primeira vez em A CDD contém 10 grupos, cada um dos quais podendo conter 100 subgrupos, podendo estes ter ainda sub-grupos. O primeiro grupo da CDD, e respectivos sub-grupos são mostrados a seguir: 000 Geral 010 Bibliografias 020 Bibliotecas e Ciências da Informação 030 Enciclopédias genéricas 040 (não utilizado) 050 Séries genéricas FRG/UFP

10 060 Organizações genéricas 070 Jornalismo, publicações, e jornais 080 Colecções genéricas 090 Manuscritos e livros raros Um segundo esquema foi proposto pela Biblioteca do Congresso dos EUA (LCC: Library of Congress Classification), contendo 20 categorias principais identificadas por letras; as sub-categorias são identificadas por uma segunda letra, e podem ser especializadas por categorias numéricas. Algumas das categorias principais são: A Obras genéricas B Filosofia - Religião C História D História e Topografia (excepto América) E-F América Um terceiro esquema, mais utilizado na Europa, é a Classificação Decimal Universal (CDU). Neste esquema, dois códigos numéricos, representando duas categorias, podem ser agregados para formar uma terceira categoria Escolher os temas Várias obras podem ser classificadas sob vários temas, embora a obra só possa ser colocada e encontrada num única prateleira. Para permitir esta múltipla classificação utilizam-se geralmente catálogos temáticos (ou tesaurus), também chamados dicionários se contiverem definições. A evolução dos temas e do vocabulário faz com que os catálogos temáticos tenham que ser actualizados regularmente, e que permitam referências cruzadas. A escolha dos temas pode ser ditada pela popularidade de um tema, em detrimento de um seu equivalente, FRG/UFP

11 mais rigoroso, mas menos conhecido. Os catálogos são geralmente estabelecidos e compilados a partir de um vocabulário controlado. A utilização de um vocabulário controlado de termos facilita a tarefa de quem faz a catalogação e de quem pesquisa, removendo ambiguidades quanto à designação de vários termos e conceitos. Várias instituições, e grupos de interesse, trabalham na definição de vocabulários controlados, geralmente adaptados a áreas específicas. A figura seguinte mostra um tesaurus de termos em Astronomia: Tesaurus de termos em Astronomia A classificação temática da Biblioteca do Congresso (LCSH) é adoptada por muitas outras bibliotecas. Para a área de ciências da saúde, o vocabulário adoptado geralmente é o Medicine s Medical Subject Headings (MeSH). Para outras áreas, entidades como a Organização Mundial do Trabalho, a OCDE publicam tesaurus contendo o vocabulário controlado. FRG/UFP

12 1.5 Tecnologia numa Biblioteca Podem-se considerar três ciclos de utilização da tecnologia em bibliotecas: 1- fichas em papel; 2- microfotografia; 3- informática. As fichas em papel, embora sejam ainda utilizadas por muitas bibliotecas, não trazem nenhumas vantagens em particular, e fazem parte de um ciclo de utilização de tecnologia que já se esgotou. A microfotografia e a informática permitiram, a um baixo custo, manter cópias de obras (em microfilme e em suporte digital respectivamente) que de outra forma difícilmente poderiam ser guardadas numa biblioteca, por questões de espaço, de condições de conservação, ou de disponibilidade de cópias de um determinado material. É comum em muitas bibliotecas, desde os anos 50, microfotografar os jornais e as revistas de grande tiragem. No entanto, o custo elevado do material necessário para visualizar um microfilme ou uma microficha torna a utilização destes materiais restrita ao espaço das bibliotecas e impede que um dos objectivos principais das bibliotecas, a leitura domiciliária, seja concretizado. FRG/UFP

13 Uma microficha A introdução dos computadores permitiu essencialmente a automatização dos catálogos, assistindo nas operações de pesquisa, e de partilha de informação entre bibliotecas. Actualmente, considerase que a internet deve fazer parte integral de uma Biblioteca, nomeadamente permitindo o acesso aos seus utilizadores ao catálogo e a outra informação, de qualquer lugar e a qualquer hora. A arquitectura informática de um Sistema de Gestão de Biblioteca informatizado é mostrada na figura seguinte: Base de Dados da Biblioteca Biblioteca servidor WWW servidor Z internet posto de gestão utilizador local Arquitectura informática de uma biblioteca utilizador remoto FRG/UFP

14 A Base de Dados contém todos os registos (as fichas bibliográficas), e os catálogos. O formato dos registos, no caso mais comum, obedece ao formato MARC, ou a uma das suas variantes (UNIMARC, UKMARC, USMARC). Dependendo do tamanho da Biblioteca, o número de registos pode-se elevar a vários milhares, ou milhões. A utilização do formato MARC permite a troca de informação entre bibliotecas, e a importação de registos que foram catalogados, por exemplo, pelas Biblioteca Nacionais. O formato MARC está normalizado nos Estados Unidos desde 1969 (Z39.2: Bibliographic Information Interchange) e internacionalmente (ISO 2709: Format for Information Interchange). Algumas das variantes mais utilizadas do formato MARC são: Unimarc Normarc Canmarc Intermarc Librismarc SBN CCF Danmarc Ausmarc Usmarc Finmarc Picamarc Ukmarc MAB Ibermarc As ferramentas de gestão da biblioteca implementam as funções descritas anteriormente, nomeadamente a catalogação, a gestão de empréstimos, e a actualização dos catálogos. As ferramentas de ajuda à pesquisa implementam funções de pesquisa por palavra-chave ou tema a partir dos catálogos ou dicionários existentes (por exemplo o LCSH). O resultado da pesquisa é um conjunto de registos, que foram indexados com as palavras ou temas pesquisados. É comum existir também uma função de navegação, que permite ao utilizador continuar a sua pesquisa a partir FRG/UFP

15 de um determinado resultado anterior, evitando a realização de uma nova pesquisa. Catálogo Base de Dados Bibliográfica Tesaurus Aquisições Circulação Base de Dados de Gestão Módulos de um Sistema de Gestão de Biblioteca Nas arquitecturas informáticas mais recentes, as ferramentas de gestão e de pesquisa são acessíveis a partir de redes locais (intranets) ou a partir da internet. Neste último caso, é geralmente utilizado o protocolo Z para disponibilizar o OPAC, desenvolvido para troca de informação bibliográfica, e utilizado como base do WAIS (Wide-Area Information System). A utilização de um protocolo normalizado permite o acesso a qualquer utilizador a partir da internet, e permite que as bibliotecas possam comunicar entre si. É comum o acesso pela internet ser feito através de terminais virtuais, utilizando o protocolo Telnet. No entanto, para o utilizador final, estas questões são geralmente transparentes, e ele só terá que consultar o manual de acesso da Biblioteca que pretende consultar. Geralmente as bibliotecas disponibilizam o seu catálogo em linha na internet (OPAC), que apresenta uma interface simples, como mostrado na figura seguinte: FRG/UFP

16 Interface de pesquisa da Biblioteca Nacional O resultado de uma pesquisa é mostrado na figura seguinte: Registo devolvido como resultado de uma pesquisa O utilizador interessado pode ainda consultar o registo em formato Unimarc, como mostrado na figura seguinte: FRG/UFP

17 Mesmo registo em formato Unimarc Práticamente todas as bibliotecas disponibilizam um OPAC na internet, com acesso via WWW ou Telnet. Na escolha de um OPAC é necessário ter em conta: o seu nível de funcionalidade; o seu custo de aquisição e de manutenção; o custo do equipamento (servidor) necessário para o instalar; a sua conformidade com as normas aceites (formatos bibliográficos e de transmissão de informação bibliográfica); A opção mais natural será a de adquirir um OPAC acessível na internet (por vezes denominados WebOPAC), devendo ser ponderados todos os requisitos técnicos e de recursos humanos necessários à sua instalação e manutenção. FRG/UFP

18 1.6 O protocolo Z O protocolo Z foi proposto em 1984 e define um conjunto de regras de comunicação (isto é, um protocolo) que foram pensadas essencialmente para a troca de informação bibliográfica. O Z permite o acesso a qualquer biblioteca que disponibilize o seu Catálogo em linha (OPAC: Online Public Access Catalogue) e que respeite as regras deste protocolo. Para o utilizador que utiliza o OPAC o protocolo é totalmente transparente, isto é, não lhe são exigidos nenhuns conhecimentos técnicos. O protocolo Z utiliza o MARC (ISO2709) como formato de troca de informação bibliográfica. Qualquer biblioteca que utilize este formato e o protocolo Z pode trocar informação com outras bibliotecas que adiram às mesmas convenções, o que facilita: a partilha de catálogos e de outra informação; a gestão de empréstimos inter-bibliotecas. O Z é um protocolo simples. Para um utilizador que efectua uma pesquisa num OPAC, os passos são os seguintes: o utilizador digita uma palavra de pesquisa, ou uma combinação booleana de palavras de pesquisa; essa informação é enviada para a biblioteca, que a traduz numa linguagem própria para aceder à sua base de dados; o resultado da interrogação à base de dados é traduzido para ser enviado ao utilizador do OPAC. A utilização de Z oferece ainda outras possibilidades: FRG/UFP

19 disseminação selectiva de informação, processo através do qual um utilizador especifica qual a informação que deseja receber; pesquisa simultânea em vários catálogos, em diferentes bilbiotecas. Com o desenvolvimento da internet assistiu-se à integração do protocolo Z com os protocolos internet (TCP/IP), estando os OPAC com Z disponíveis como simples páginas HTML. 1.7 Novos materiais numa Biblioteca A evolução tecnológica introduziu novos formatos de materiais, que exigem novas formas de catalogação e de indexação. Vamos considerar duas categorias de materias: documentos digitais, tais como livros ou revistas; endereços da internet. É provável que outras categorias se venham a revelar importantes Documentos digitais Na primeira categoria encontram-se geralmente textos e imagens em formato digital. A catalogação prevê que se possa adicionar um cabeçalho a esses ficheiros contendo a informação indispensável para a sua correcta catalogação. Existem três iniciativas actualmente que são aceites internacionalmente: Text Encoding Initiative (TEI): é um formato proposto pelas Association for Computers and the Humanities, Association for Computational Linguistics, e Association for Literary and Linguistic Computing, com um duplo objectivo: normalizar um formato para FRG/UFP

20 textos digitais por forma a facilitar o seu intercâmbio, e produzir recomendações para formatar material textual digital. O TEI utiliza a linguagem SGML. Encoded Archival Description (EAD), tem objectivos semelhantes ao TEI, mas pretende ser mais geral. Utiliza também a linguagem SGML. Foi um projecto iniciado pela Universidade da California, Berkeley, em Dublin Core (DC) é uma iniciativa da OCLC, e tem por objectivo nromalizar um conjunto mínimo de informação de catalogação que possa ser utilizado pelos documentos na internet. É simples, e deveria permitir que as pesquisas de documentos na internet fossem mais dirigidas e tivessem resultados mais precisos. Devido à crescente digitalização dos documentos (por conversão de formato ou então logo desde a sua criação em formato digital), as iniciativas de catalogação de material em formato digital têm o apoio dos Governos, das grandes bibliotecas e de todas as organizações que gerem bibliotecas ou fundos documentais. FRG/UFP

21 2 As novas bibliotecas Actualmente muitas instituições iniciam projectos de digitalização de material bibliográfico, de carácter documental (incluindo texto, audio, video e imagem), ou artefactos. Entre essas instituições contam-se bibliotecas, museus, arquivos, e organizações governamentais. As razões geralmente apontadas para digitalizar os documentos têm como objectivo: permitir um acesso flexível e menos restrito aos documentos; preservar os documentos originais; pelas duas razões apontadas. O sistema resultante poderá ser uma Biblioteca Digital, em que existem os documentos originais e a sua versão digitalizada, ou uma Biblioteca Virtual, em que só existem as versões digitalizadas. Numa biblioteca Digital mantêm-se os serviços geralmente existentes numa biblioteca tradicional, incluindo a possibilidade de acesso e manipulação dos documentos originais. Numa Biblioteca Virtual, só se tem acesso a peças digitais; este é geralmente o caso quando os originais são muito valiosos e/ou frágeis. Sem perda de generalidade, vamos usar o termo Biblioteca Digital, referindo, quando necessário, as especificidades de Bilbiotecas Virtuais, Museus ou Arquivos. O nível de funcionalidade pretendida e a qualidade das imagens nos dois casos é diferente, com repercussão nos custos, nomeadamente de digitalização: se o objectivo for melhorar o acesso, as imagens necessitam de ter a qualidade suficiente para os utilizadores tomarem a decisão FRG/UFP

22 de consultarem ou não o original; a vantagem neste caso é que, sem sair do mesmo posto de trabalho, os utilizadores podem conduzir pesquisas mais alargadas e fazer uma pré-selecção do material a consultar mais tarde; se o objectivo for preservar os originais, aos quais possívelmente só se teve acesso uma única vez, a imagem digital terá que ser o mais fiel possível, e capturar o nível de detalhe que permita um leque alargado de utilizações futuras por exemplo efectuando a digitalização utilizando luzes diferentes para permitir a visualização de determinados detalhes de textura, etc. Vários outros factores determinam a estrutura de custos e as consequentes opções na concepção de uma Biblioteca Digital ou Virtual. A crescente disponibilização de informação na internet, a sua facilidade de uso e baixo custo começam a ser um factor determinante na escolha de se digitalizarem os conteúdos. É cada vez mais comum a oferta comercial de acesso não apenas a bases de dados bibliográficas mas também a bibliotecas digitais. Uma estrutura simples para descrever uma Biblioteca Digital é apresentada a seguir: SERVIÇOS FERRAMENTAS OBJECTOS DIGITAIS O nível dos serviços permite a interacção de determinadas categorias de utilizadores com a Biblioteca Digital, permitindo pesquisa, visualização, e navegação na informação. Pode ser utilizado, por exemplo, um catálogo com registos do tipo MARC. Este nível utiliza FRG/UFP

23 um conjunto de ferramentas que podem incluir pesquisa sofisticada, ou percursos de navegação mais simples (por exemplo sequências cronológicas) para serem utilizados por um público menos exigente. O nível das ferramentas destina-se a suportar os serviços do nível superior. Por exemplo, pode existir uma ferramenta que permite a visualização de um livro, ou de um diário. As ferramentas podem incluir um catálogo MARC, um auxiliar EAD, e outras ferramentas para navegar nos objectos digitais. O nível dos objectos digitais contém os ficheiros imagem, armazenados segundo uma lógica pré-definida. 2.1 Formatos A escolha de um formato, ou de formatos adequados para representar as imagens ou outros documentos deve ter em conta: a qualidade de reprodução pretendida; o formato dos ficheiros; normas para armazenamento e acesso; longevidade; custo. Segundo o tipo de material a digitalizar (fotografia, texto, diapositivo, desenho, etc) existem várias recomendações para resolução e para cor. Estas recomendações variam conforme a imagem digital sirva para mestra ou original, ou visualização de qualidade ou rápida. A Biblioteca do Congresso dos EUA e a NARA produziram FRG/UFP

24 recomendações bastante completas e baseadas na experiência de projectos de digitalização em grande escala. Os formatos de imagem mais utilizados são: GIF ou PNG, geralmente resultando em imagens de pequeno tamanho, e de baixa resolução e qualidade; estas imagens são utilizadas para visualizações rápidas, apenas para se poder apreender o conteúdo; JPEG, de melhor resolução e maior tamanho, adequadas a uma visualização mais atenta, e que são adequadas à maioria das consultas efectuadas; TIFF, de resolução mais elevada, geralmente a maior possível, e a partir das quais se criam as imagens JPEG e GIF; devido ao seu tamanho, e devido ao facto de a sua resolução ser superior à dos monitores e outros dispositivos de saída, não se destinam a ser consultadas pelos utilizadores; PDF, que permite armazenar imagens de alta resolução, e estruturá-las em formato sequencial, o que pode ser útil no caso de livros por exemplo. As recomendações especificam ainda o uso de técnicas de compressão e de processamento de imagem, nomeadamente no que respeita a correcções de cor e tonalidade. Para a representação de informação textual, podem ser utilizados os seguintes formatos: ASCII, um formato texto simples; RTF, um formato de texto que contém directivas de formatação (paginação, tipo de caracteres, etc); FRG/UFP

25 Postscript, um formato da Adobe que reproduz fielmente informação sobre formatação, e elementos gráficos tais como fontes e estilos. Informação texual pode ainda ser representada em ficheiros binários tais como: PDF, um formato proprietário da Adobe; DOC, um formato proprietário da Microsoft. É possível incluir opções de formatação num ficheiro ASCII simples se se utilizar, por exemplo, SGML. Um sub-conjunto de SGML, HTML, é utilizado para a visualização de páginas na internet. A passagem de um documento textual para um formato digital textual pode ser feita através de Reconhecimento Óptico de Caracteres; dependendo da qualidade do original, esta passagem pode ser feita com um mínimo de intervenção humano, e consequentemente com um baixo custo. Várias iniciativas utilizam este formato textual para a reprodução de livros antigos, ou cujos direitos de autor já tenham caducado (por exemplo o projecto Gutemberg). As vantagens da utilização do formato textual são: os ficheiros resultantes são mais pequenos do que as imagens correspondentes; é possível, e fácil, realizar pesquisas textuais nesses ficheiros; a introdução de instruções de formatação permite uma visualização agradável, e a possibilidade de transferência entra formatos. Alguns inconvenientes são: FRG/UFP

26 a sua utilização está limitada a situações em que não é relevante traduzir fielmente a estrutura de formatação do documento original, nomeadamente no caso de se utilizarem caracteres ou elementos gráficos pouco comuns; a obtenção do texto neste formato pode ser mais moroso do que digitalizar o texto original, uma vez que pode exigir maior intervenção humana. O formato texto é no entanto utilizado como complemento a uma imagem do documento original quando, por exemplo, se pretende fornecer uma tradução de uma língua pouco conhecida, ou quando se pretende possibilitar o acesso a pessoas com determinado tipo de incapacidades. 2.2 Custos Os custos envolvidos num processo de digitalização podem ser elevados, e podem ser categorizados em: custos dos recursos humanos que efectuam o processo de digitalização; qualidade dos originais e tipo de processamento de imagem necessário; tipo dos originais, e se se prestam a digitalização com um mínimo de intervenção manual (por exemplo baterias de diapositivos, ou páginas de um documento encadernado). Adicionalmente, e no caso de se dispor de uma colecção de documentos para digitalizar, devem ser previstos os custos associados a: FRG/UFP

27 analisar a colecção completa; listar e verificar o seu conteúdo; classificar o conteúdo; planear a sequência de digitalização; digitalizar todo o material. Para permitir o acesso ao material original, este tem que ser descrito, classificado e catalogado. Vários tipos de informação estrutural e administrativa poderão ser necessários. Outro tipo de custos deverão ser considerados se se dispuser de material já digitalizado, o que pode obrigar a mudanças de formato e de resolução. Em determinados casos, em Museus por exemplo, é impossível digitalizar alguns objectos, sendo necessário digitalizar fotografias que retratem fielmente o objecto original. Neste caso ainda, vários tipos de imagens podem ser consideradas, como por exemplo esquemas gráficos, raios X, e fotografias tiradas de várias perspectivas do objecto original. O armazenamento de toda a informação digitalizada implica custos de material informático, estruturas físicas, e climatização. Como estamos a tratar de grandes volumes de imagens (uma imagem TIFF pode ter 40 Mbytes) o espaço necessário em disco necessita de equipamento especial, que não é encontrado normalmente em servidores comuns. FRG/UFP

28 3 Metadados Metadados fornecem informação associada a um objecto digital. Esse objecto pode ser uma imagem de uma fotografia, um conjunto de imagens de cada página de um livro, ou um conjunto de imagens de documentos diversos agregados numa colecção (um espólio de cartas e outros documentos por exemplo). A Biblioteca do Congresso dos EUA, no seu projecto National Digital Library Project, identificou três tipos de metadados fornecendo informação: descritiva, tais como MARC, Dublin Core e EAD, que é utilizada na pesquisa e identificação de um objecto; estrutural, que ligam a informação entre si (por exemplo as páginas de um livro, uma sequência de fotografias); administrativa, tais como data da digitalização e tipo de resolução, nome e formato de ficheiro, direitos de autor. Em princípio só os metadados ligados ao conteúdo da imagem é que necessitam de ser pesquisados pelos utilizadores da biblioteca digital. Existem três opções para criar metadados: 1. registar informação ao nível da colecção no catálogo (OPAC); 2. registar informação ao nível do item no OPAC; 3. utilizar um DTD SGML, como EAD ou TEI, para cada item. O facto de não existir normalização nesta área torna qualquer esforço arriscado e cujo sucesso depende da futura inter-operabilidade com FRG/UFP

Manual de Utilizador Externo Arquivo Digital. Santos, Tânia 2007. Última actualização: 25-06-2007

Manual de Utilizador Externo Arquivo Digital. Santos, Tânia 2007. Última actualização: 25-06-2007 Manual de Utilizador externo Arquivo Digital Santos, Tânia 2007 SIBUL Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de Lisboa Última actualização: 25-06-2007 1 Introdução...3 O que é o Arquivo Digital

Leia mais

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1

Leia mais

6. PROGRAMAS DE GESTÃO DOCUMENTAL MAIS UTILIZADOS EM PORTUGAL

6. PROGRAMAS DE GESTÃO DOCUMENTAL MAIS UTILIZADOS EM PORTUGAL 6. PROGRAMAS DE GESTÃO DOCUMENTAL MAIS UTILIZADOS EM PORTUGAL CDS/ISIS CDS/ISIS (Computerized Documentation System/Integrated Set of Information System) é um software desenvolvido pela UNESCO que permite

Leia mais

PHC ControlDoc CS. A gestão documental da empresa ou organização

PHC ControlDoc CS. A gestão documental da empresa ou organização PHC ControlDoc CS A gestão documental da empresa ou organização O arquivo digital de todo o tipo de ficheiros (imagens, word, excel, pdf, etc.) e a possibilidade de os relacionar com os dados existentes

Leia mais

PHC ControlDoc CS. A gestão documental da empresa ou organização

PHC ControlDoc CS. A gestão documental da empresa ou organização PHC ControlDoc CS A gestão documental da empresa ou organização O arquivo digital de todo o tipo de ficheiros (imagens, word, excel, pdf, etc.) e a possibilidade de os relacionar com os dados existentes

Leia mais

MANUAL DO UTILIZADOR DO CENTRO DE RECURSO EDUCATIVOS

MANUAL DO UTILIZADOR DO CENTRO DE RECURSO EDUCATIVOS MANUAL DO UTILIZADOR DO CENTRO DE RECURSO EDUCATIVOS Índice: Introdução 3 Acesso aos recursos bibliográficos 3 Circuito documental 3 O que é o catálogo bibliográfico? 4 Como entrar no catálogo bibliográfico?

Leia mais

O produto. Caraterísticas gerais e arquitetura do sistema

O produto. Caraterísticas gerais e arquitetura do sistema sistema integrado de processamento e gestão bibliográfica - versão 2012 Informática Formação e Serviços, Lda - Web: http://www.bibliosoft.pt Email: bibliosoft@bibliosoft.pt O produto O sistema biblio.net

Leia mais

Classificação / Indexação

Classificação / Indexação Classificação / Indexação Classificação Entende-se por classificação: o processo pelo qual se torna possível dispor de uma forma ordenada, um determinado conjunto de elementos, de molde a facilitar a sua

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA DO INFARMED, I.P.

REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA DO INFARMED, I.P. REGULAMENTO DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA DO INFARMED, I.P. 1. ÂMBITO E MISSÃO... 2 2. LOCALIZAÇÃO... 2 3. HORÁRIO... 2 4. ACESSO... 2 5. LEITORES... 3 6. SERVIÇOS DISPONIBILIZADOS PELO

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder. Escreva as suas respostas nesta folha de teste, marcando um círculo em volta da opção ou opções que considere

Leia mais

Orientações para a criação de uma rede de catálogos PCCRBE 1

Orientações para a criação de uma rede de catálogos PCCRBE 1 Orientações para a criação de uma rede de catálogos PCCRBE 1 A biblioteca escolar é essencial a qualquer estratégia a longo prazo nos domínios da literacia, educação, informação e desenvolvimento económico,

Leia mais

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico Biblioteca UPIS 1 SUMÁRIO 1. Biblioteca... 3 2. Infra-Estrutura... 3 2.1 Espaço físico... 3 Campus I... 3 Instalações para estudos individuais... 3 Instalações para estudos em grupo... 3 3. Acervo Bibliográfico...

Leia mais

METADADOS PARA A PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL

METADADOS PARA A PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL 354 METADADOS PARA A PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL José Carlos Abbud Grácio (UNESP) Bárbara Fadel (UNESP) 1. Introdução Com os avanços das tecnologias de informação e comunicação (TIC) as instituições

Leia mais

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento Com o ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc Reduza os custos

Leia mais

Manual de utilizador

Manual de utilizador Manual de utilizador Índice Introdução... 1 NOTAS IMPORTANTES... 1 Declarações Legais... 3 Instalação e Configuração... 5 Requisitos do Sistema... 5 Instalação... 5 Activação... 7 Actualização Automática...

Leia mais

A Biblioteca Digital do Senado Federal. DSpace

A Biblioteca Digital do Senado Federal. DSpace A Biblioteca Digital do Senado Federal eo DSpace André Luiz Lopes de Alcântara Chefe do Serviço de Biblioteca Digital Simone Bastos Vieira Diretora da Biblioteca do Senado Federal BIBLIOTECA DO SENADO

Leia mais

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG

Bases de Dados. O que é uma Base de Dados? Pós-Grduação em SIG Bases de Dados O que é uma Base de Dados? Dados Pode-se começar por tentar dar uma definição do que são Dados. Os dados são factos em bruto, que não são necessáriamente relevantes para qualquer coisa que

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

WEB OF SCIENCE - tutorial

WEB OF SCIENCE - tutorial WEB OF SCIENCE - tutorial O QUE É A WEB OF SCIENCE A Web of Science é a designação comum que é dada a um conjunto de bases de dados também conhecidas como «Science Citation Indexes» (Science Citation Index,

Leia mais

Tecnologias de GED Simone de Abreu

Tecnologias de GED Simone de Abreu Tecnologias de GED Simone de Abreu A rapidez na localização da informação contida no documento é hoje a prioridade das empresas e organizações, já que 95% das informações relevantes para o processo de

Leia mais

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas PENSAR O LIVRO 6 Fórum Ibero-americano sobre o livro, a leitura e as bibliotecas na sociedade do conhecimento Junho 2009 Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo

Leia mais

ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos

ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos TECNOLOGIA INOVAÇÃO SOFTWARE SERVIÇOS A MISTER DOC foi constituída com o objectivo de se tornar uma referência no mercado de fornecimento de soluções de gestão de

Leia mais

PHC dcontroldoc. O acesso a diversos tipos de ficheiros

PHC dcontroldoc. O acesso a diversos tipos de ficheiros PHC dcontroldoc O acesso a diversos tipos de ficheiros A possibilidade de consultar e introduzir documentos, imagens e outro tipo de ficheiros, a partir de um local com acesso à Internet. BUSINESS AT SPEED

Leia mais

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress O pacote BrOffice é um pacote de escritório muito similar ao já conhecido Microsoft Office e ao longo do tempo vem evoluindo e cada vez mais ampliando as possibilidades

Leia mais

Preâmbulo CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º. Missão e atribuições

Preâmbulo CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º. Missão e atribuições REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DO SINDICATO DOS MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO Preâmbulo A Biblioteca do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público foi criada em 1974, data da fundação do próprio Sindicato.

Leia mais

Guia de Depósito Teses

Guia de Depósito Teses Guia de Depósito Teses Descreva o documento que está a depositar Página 1 Se seleccionar todas as opções nesta página, visualizará um formulário diferente, modificado com o intuito de capturar informações

Leia mais

DocBWeb. Interface de Pesquisa WEB

DocBWeb. Interface de Pesquisa WEB DocBWeb Interface de Pesquisa WEB O módulo DocBWEB é o Interface de Pesquisa Web desenvolvido para disponibilizar a pesquisa de conteúdos bibliográficos, através da sua Intranet ou para o exterior, via

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

VI IBERCARTO Madrid 23 e 24 de Outubro de 2014

VI IBERCARTO Madrid 23 e 24 de Outubro de 2014 Madrid 23 e 24 de Outubro de 2014 DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS CARTOGRÁFICOS DA BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL GÉNESE, EVOLUÇÃO E CONTEXTOS Maria Joaquina Feijão Helena Patrício DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS

Leia mais

TIC Unidade 2 Base de Dados. Informação é todo o conjunto de dados devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado.

TIC Unidade 2 Base de Dados. Informação é todo o conjunto de dados devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado. Conceitos relativos à Informação 1. Informação O que á a informação? Informação é todo o conjunto de dados devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado. 2. Dados Em informática designa-se

Leia mais

Escola Secundária de Amora Seixal

Escola Secundária de Amora Seixal Escola Secundária de Amora Seixal DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS (GRUPO INFORMÁTICA) TIC TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 7º ANO TURMAS: 7A E 7B ANO LETIVO 2014-2015 P R O P

Leia mais

Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS)

Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS) Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS) Este Regulamento aplica-se a todos os utilizadores do Serviço

Leia mais

Jornada de Profissionais da Informação. Anabela Ribeiro aribeiro@iantt.pt. 2007 DGARQ/Arquivo Distrital da Guarda 28 de Novembro de 2007

Jornada de Profissionais da Informação. Anabela Ribeiro aribeiro@iantt.pt. 2007 DGARQ/Arquivo Distrital da Guarda 28 de Novembro de 2007 1 Jornada de Profissionais da Informação Anabela Ribeiro aribeiro@iantt.pt 2 1 Microfilmagem e A tecnologia micrográfica e digital nas organizações : Preservação da documentação Aumentar a qualidade e

Leia mais

Guia de Utilização. A consulta dos e-books não exige a instalação de nenhum programa específico.

Guia de Utilização. A consulta dos e-books não exige a instalação de nenhum programa específico. Guia de Utilização Acompanhando a tendência actual para o acesso rápido a conteúdos informativos via Web e atendendo às solicitações dos clientes internos e externos do Centro de Recursos em Conhecimento/Mediateca

Leia mais

Rufos.Net Gestão Documental

Rufos.Net Gestão Documental Rufos.Net Gestão Documental Introdução ao Rufos.Net O sistema permite: O Rufos.Net é uma aplicação de gestão documental que funciona num método de rede cliente/servidor. a captura de documentos tanto na

Leia mais

IBM SmartCloud para Social Business. Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections

IBM SmartCloud para Social Business. Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections IBM SmartCloud para Social Business Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud Connections IBM SmartCloud para Social Business Manual do Utilizador do IBM SmartCloud Engage e IBM SmartCloud

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE EDUCAÇÃO MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM INFORMÁTICA EDUCACIONAL Internet e Educação Ensaio: A Web 2.0 como ferramenta pedagógica

Leia mais

Universidade da Beira Interior Curso Tecnologias e Sistemas de Informação Tecnologia dos Computadores 2011/2012. Docente: Grupo 10:

Universidade da Beira Interior Curso Tecnologias e Sistemas de Informação Tecnologia dos Computadores 2011/2012. Docente: Grupo 10: Universidade da Beira Interior Curso Tecnologias e Sistemas de Informação Tecnologia dos Computadores 2011/2012 Docente: Prof.Doutor Pedro Araújo Grupo 10: Luís Pinheiro nº26684 Artur Duque nº 25484 Níveis

Leia mais

DOCBASE. 1. Conceitos gerais. 2. Estrutura da pasta de associações. 3. A área de documentos reservados. 4. Associação de Imagens

DOCBASE. 1. Conceitos gerais. 2. Estrutura da pasta de associações. 3. A área de documentos reservados. 4. Associação de Imagens Documentação, Informática e Desenvolvimento 1 DOCBASE ASSOCIAÇÔES MULTIMÉDIA 1. Conceitos gerais 2. Estrutura da pasta de associações 3. A área de documentos reservados 4. Associação de Imagens 5. Procedimentos

Leia mais

DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS. PT, Lisboa, Direcção-Geral de Arquivos

DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS. PT, Lisboa, Direcção-Geral de Arquivos DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS PT, Lisboa, Direcção-Geral de Arquivos 1 DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS DIRECÇÃO-GERAL DE ARQUIVOS Digitalização e disponibilização de informação: experiência portuguesa 2.534.211

Leia mais

Como localizar um documento na biblioteca!

Como localizar um documento na biblioteca! Como localizar um documento na biblioteca! Comece por fazer pesquisa no catálogo em linha: por autor, Por autor Se sabe o autor que procura, introduza o seu nome invertido. Ex.: Chang, Raymond por assunto,

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

Sistemas de Gestão de Arquivos

Sistemas de Gestão de Arquivos Sistemas de Gestão de Arquivos de acordo com o MoReq2010 Ricardo Vieira (rjcv@tecnico.ulisboa.pt) 6/14/2014 Workshop BAD - Sistemas de Gestão de Arquivos 1 De acordo com a ISO 15489 (NP4438) Terminologia

Leia mais

PHC ControlDoc CS. ππ Empresas e organizações que desejem acabar com a circulação de papel BENEFÍCIOS SOLUCÃO DESTINATÁRIOS

PHC ControlDoc CS. ππ Empresas e organizações que desejem acabar com a circulação de papel BENEFÍCIOS SOLUCÃO DESTINATÁRIOS Com o PHC ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc CS Reduza os

Leia mais

Plano de Utilização do Acervo e Acessos

Plano de Utilização do Acervo e Acessos FACULDADE DE RONDÔNIA INSTITUTO JOÃO NEÓRICO Plano de Utilização do Acervo e Acessos SUMÁRIO 1 OBJETIVO GERAL...2 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS...2 3. ABRANGÊNCIA...2 4. BIBLIOTECA...2 4.1 Espaço Físico...4

Leia mais

Participar na Europeana: Requisitos Técnicos

Participar na Europeana: Requisitos Técnicos Participar na Europeana: Requisitos Técnicos Nuno Freire Biblioteca Nacional de Portugal nuno.freire@bnportugal.pt Agenda Participar na Europeana requisitos técnicos Objectos digitais, formatos de dados,

Leia mais

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0 Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia de Viseu Engenharia de Sistemas e Informática Sistemas Operativos - 2005/2006 Trabalho Prático v1.0 Introdução O presente trabalho prático visa

Leia mais

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Agenda A UTAD Virtualização Uma definição Introdução e abrangência

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

BIBLIOTECA MUNICIPAL DAS CALDAS DA RAINHA PERGUNTAS FREQUENTES

BIBLIOTECA MUNICIPAL DAS CALDAS DA RAINHA PERGUNTAS FREQUENTES BIBLIOTECA MUNICIPAL DAS CALDAS DA RAINHA PERGUNTAS FREQUENTES CARTÃO DE LEITOR 1- Efectuar a inscrição como leitor? Para poder efectuar a inscrição como leitor, tem de residir no concelho. Os não residentes

Leia mais

Imagem digital. Unidade 3

Imagem digital. Unidade 3 Imagem digital Unidade 3 Objectivos Reconhecer o potencial comunicativo/ expressivo das imagens; Reconhecer as potencialidades narrativas de uma imagem; A criação de sentido nas associações de imagens

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

Aplicações Informáticas B

Aplicações Informáticas B Prova de Exame Nacional de Aplicações Informáticas B Prova 703 2008 12.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Para: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Inspecção-Geral

Leia mais

[GESTÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COM O ENDNOTE]

[GESTÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COM O ENDNOTE] 2015 FEP Centro de Documentação, Informação e Arquivo (CDIA) [GESTÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COM O ENDNOTE] Documento de apoio na utilização do Endnote. ÍNDICE ÍNDICE... 1 BREVE INTRODUÇÃO... 2 O

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns.

Internet ou Net. É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Internet Internet ou Net É uma rede mundial de computadores ligados entre si através s de linhas telefónicas comuns. Como Comunicam os computadores Os computadores comunicam entre si utilizando uma linguagem

Leia mais

PHC ControlDoc CS BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez na pesquisa de documentos. _Segurança detalhada no acesso aos documentos

PHC ControlDoc CS BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez na pesquisa de documentos. _Segurança detalhada no acesso aos documentos Com o PHC ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc CS Reduza os

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Formatos de Imagens

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Formatos de Imagens IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage FormatosdeImagens ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger FormatosdeImagens Índice 1 FORMATOS

Leia mais

Menú Iniciar -> Programas -> Internet Explorer Entre no site da uarte: http://www.uarte.mct.pt/ajuda/manuais/

Menú Iniciar -> Programas -> Internet Explorer Entre no site da uarte: http://www.uarte.mct.pt/ajuda/manuais/ Crie uma pasta (0) no ambiente de trabalho com o seu nome. Inicie o Internet Explorer através do: W O R K S H O P Menú Iniciar -> Programas -> Internet Explorer Entre no site da uarte: http://www.uarte.mct.pt/ajuda/manuais/

Leia mais

Software GEFISEME Aplicação destinada ao auxílio do serviço de Metrologia. Rua D. Afonso Henriques, 1726 4435-003 Rio Tinto www.worldsolutions.

Software GEFISEME Aplicação destinada ao auxílio do serviço de Metrologia. Rua D. Afonso Henriques, 1726 4435-003 Rio Tinto www.worldsolutions. Software GEFISEME Aplicação destinada ao auxílio do serviço de Metrologia Rua D. Afonso Henriques, 1726 4435-003 Rio Tinto www.worldsolutions.pt Conteúdo Introdução... 2 Gestão de acessos... 3 Ficha de

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

Gestão e preservação de documentos digitais

Gestão e preservação de documentos digitais Gestão e preservação de documentos digitais I Congresso Nacional de Arquivologia Brasília novembro 2004 Contexto Internacional Na década de 90, a comunidade arquivística internacional dá início aos primeiros

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

PHC dcontroldoc Interno e Externo

PHC dcontroldoc Interno e Externo PHC dcontroldoc Interno e Externo DESCRITIVO Com o PHC dcontroldoc o utilizador tem a possibilidade de aceder a diversos tipos de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF) a partir de um local com acesso à

Leia mais

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos

Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor. Folha de Factos Office 2010 e SharePoint 2010: Produtividade Empresarial no Seu Melhor Folha de Factos A informação contida neste documento representa a visão actual da Microsoft Corporation sobre os assuntos discutidos,

Leia mais

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET MANUAL DO UTILIZADOR WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET 1. 2. PÁGINA INICIAL... 3 CARACTERÍSTICAS... 3 2.1. 2.2. APRESENTAÇÃO E ESPECIFICAÇÕES... 3 TUTORIAIS... 4 3. DOWNLOADS... 5 3.1. 3.2. ENCOMENDAS (NOVOS

Leia mais

CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS COMITÉ DAS NORMAS DE DESCRIÇÃO. Orientações para a Preparação e Apresentação de Instrumentos de.

CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS COMITÉ DAS NORMAS DE DESCRIÇÃO. Orientações para a Preparação e Apresentação de Instrumentos de. CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS COMITÉ DAS NORMAS DE DESCRIÇÃO Relatório do Sub-comité sobre os Instrumentos de Descrição Orientações para a Preparação e Apresentação de Instrumentos de Descrição 1.

Leia mais

Comunidades e sub-comunidades

Comunidades e sub-comunidades Biblioteca Digital de Alimentação e Nutrição Humana APOIO AO UTILIZADOR Figure BDNut 1 Tutorial de pesquisa - Biblioteca 2009, revisto a 2014-11 Objetivos Este tutorial tem como objetivo orientar o utilizador

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

Software PHC com MapPoint

Software PHC com MapPoint Software PHC com MapPoint A análise de informação geográfica A integração entre o Software PHC e o Microsoft Map Point permite a análise de informação geográfica, desde mapas a rotas, com base na informação

Leia mais

Módulo de Administração de Utilizadores

Módulo de Administração de Utilizadores base Módulo de Administração de Utilizadores Versão 2.0 Manual do utilizador Janeiro 2002 Ficha técnica Título BIBLIObase : Módulo de Administração de Utilizadores: versão 2.0 : manual do utilizador Autores

Leia mais

Serviço de Empréstimo Interbibliotecas / ILL

Serviço de Empréstimo Interbibliotecas / ILL O Serviço de Empréstimo Interbibliotecas O serviço de Empréstimo Interbibliotecas, também designado por EIB, consiste em solicitar documentos não existentes no Centro de Documentação, Informação e Arquivo

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Adoptado a 25 de Junho de 1999 pelas três Associações:

CÓDIGO DE ÉTICA. Adoptado a 25 de Junho de 1999 pelas três Associações: CÓDIGO DE ÉTICA Adoptado a 25 de Junho de 1999 pelas três Associações: APDIS Associação Portuguesa de Documentação e Informação na Saúde BAD Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas

Leia mais

1.1 A abordagem seguida no livro

1.1 A abordagem seguida no livro 1- Introdução A área de administração de sistemas e redes assume cada vez mais um papel fundamental no âmbito das tecnologias da informação. Trata-se, na realidade, de uma área bastante exigente do ponto

Leia mais

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Ementa: Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário

Leia mais

Biblioteca digital: novo paradigma da informação

Biblioteca digital: novo paradigma da informação Biblioteca digital: novo paradigma da informação Murilo Bastos da Cunha Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Brasília, DF E-mail: murilobc@unb.br Introdução A Internet está revolucionando

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 3 5.1. Generalidades 3 5.2. Controlo de documentos... 4 5.3. Procedimentos

Leia mais

De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software

De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software De Arte a Ciência: Regras para o Desenho de Software Neste artigo é apresentado um conjunto de regras de desenho um padrão de desenho universal associado ao princípio fundamental e aos requisitos axiomáticos.

Leia mais

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA. - Normas de Funcionamento -

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA. - Normas de Funcionamento - BIBLIOTECA MUNICIPAL DE NISA - Normas de Funcionamento - 1º - Definição A Biblioteca Municipal de Nisa é um equipamento cultural da Câmara Municipal de Nisa, estando ao dispor de toda a população, sem

Leia mais

PROJETO PARA INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIO DE DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO DE REPOSITÓRIOS DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSITCOS DIGITAIS AUTÊNTICOS

PROJETO PARA INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIO DE DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO DE REPOSITÓRIOS DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSITCOS DIGITAIS AUTÊNTICOS ARQUIVO CENTRAL DO SISTEMA DE ARQUIVOS PROJETO PARA INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIO DE DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO DE REPOSITÓRIOS DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSITCOS DIGITAIS AUTÊNTICOS 2011 PROJETO PARA INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIO

Leia mais

A solução para consultar e introduzir documentos, imagens e outros ficheiros a partir de um local com acesso à Internet.

A solução para consultar e introduzir documentos, imagens e outros ficheiros a partir de um local com acesso à Internet. dcontroldoc Interno e Externo Descritivo completo A solução para consultar e introduzir documentos, imagens e outros ficheiros a partir de um local com acesso à Internet. Benefícios Facilidade em pesquisar

Leia mais

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27 CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27 3 - MANUAL DO UTILIZADOR Diogo Mateus 3.1. REQUISITOS MÍNIMOS * Computador Pessoal com os seguintes Programas * Microsoft Windows 95 * Microsoft Access 97 A InfoMusa

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 7º Ano. Ano letivo 2014-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO DISCIPLINA. TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 7º Ano. Ano letivo 2014-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES PLANIFICAÇÃO da DISCIPLINA de TECNOLOGIAS da INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) 7º Ano Ano letivo 2014-201 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES Desenvolvimento

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft PowerPoint 2010 Colecção: Software

Leia mais

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Tecnologias da Informação e Comunicação Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Aspectos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais Imagens computacionais e programas que

Leia mais

Cópias de Segurança no Akropole Backups

Cópias de Segurança no Akropole Backups Cópias de Segurança no Akropole Backups Cópias de Segurança - Backups As Cópias de Segurança são aquela coisa que todos sabemos que são necessárias mas que nunca nos preocupamos até ao dia em que são precisas.

Leia mais

Configuração do Ambiente de Trabalho

Configuração do Ambiente de Trabalho pag. 1 Configuração do Ambiente de Trabalho 1. Utilização da Área de Trabalho Criação de Atalhos: O Windows NT apresenta um Ambiente de Trabalho flexível, adaptável às necessidades e preferências do utilizador.

Leia mais

Regulamento Interno AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS BIBLIOTECA ESCOLAR 2011 / 2012. Introdução

Regulamento Interno AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS BIBLIOTECA ESCOLAR 2011 / 2012. Introdução AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS BIBLIOTECA ESCOLAR 2011 / 2012 Regulamento Interno Introdução A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas é parte integrante do processo educativo

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B

PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B PLANIFICAÇÕES SECUNDÁRIO PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B 12º ANO DE ESCOLARIDADE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Introdução à Programação Introdução Linguagens naturais e formais Algoritmos

Leia mais

PROCEDIMENTO INTERNO

PROCEDIMENTO INTERNO 1. Objectivo Definir quais os procedimentos a adoptar nas práticas do funcionamento do Núcleo de Documentação do Centro Hospitalar Cova da Beira. 2. Aplicação Bibliotecas do Núcleo de Documentação do Centro

Leia mais

Manual do Nero MediaStreaming para MCE

Manual do Nero MediaStreaming para MCE Manual do Nero MediaStreaming para MCE Nero AG Informações sobre direitos de autor e marcas O manual e todos os seus conteúdos estão protegidos pelos direitos de autores e são propriedade da empresa Nero

Leia mais

0767 Internet - Navegação

0767 Internet - Navegação TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 0767 Internet - Navegação Noção de Internet Noção de Internet A Internet é uma rede mundial de computadores ligados entre si através de linhas telefónicas comuns,

Leia mais

PACWEB Módulo de Pesquisa MANUAL DO UTILIZADOR

PACWEB Módulo de Pesquisa MANUAL DO UTILIZADOR MANUAL DO UTILIZADOR Versão 1.3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2 2. INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO 3 2.1 INSTALAÇÃO 3 Instalar o Pacweb 3 Alterar o Ficheiro Default.htm 3 Criar um Virtual Directory 3 2.2 CONFIGURAÇÃO

Leia mais