Formação em Fiscalidade: Reforma Tributária. Angola

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1 Formação em Fiscalidade: Reforma Tributária Angola Fevereiro de 2015

2 Reforma Tributária A crescente complexidade da legislação Angolana em matéria de impostos sobre o rendimento, consumo e património, aliada a uma Administração Tributária mais actuante e tecnicamente mais robusta, transforma os temas fiscais num factor preponderante no planeamento e organização das empresas. A aprovação de diversos diplomas legais no último trimestre de 2014, no quadro da Reforma Tributária em curso no país, veio introduzir um conjunto significativo de novas regras que pretendem tornar o sistema fiscal mais ajustado à actual realidade socioeconómica Angolana. Estas alterações terão um importante impacto no dia-a- -dia das empresas, devendo as suas consequências ser devidamente antecipadas por forma a manter a segurança e estabilidade da sua posição fiscal. É por isso necessária uma rápida adaptação a esta nova realidade por parte dos agentes económicos. As alterações introduzidas já se encontram em vigor, pelo que urge preparar as equipas financeiras para os desafios que se avizinham. Objectivos da Reforma Aumentar as receitas fiscais não petrolíferas pelo alargamento da base tributária Combater a evasão fiscal Racionalizar incentivos / Utilizar o sistema fiscal como um mecanismo para fornecer incentivos aos investimentos e de diversificação da economia Ajustamento da lei à nova realidade socioeconómica / correcção de aspectos mais injustos e burocráticos da legislação em vigor Estabelecimento de uma Administração Fiscal dotada de uma equipa técnica altamente especializada Razões da Reforma Sistema tributário desactualizado, ineficiente e excessivamente complexo Lei desajustada face ao actual contexto socioeconómico Angolano Retracção do crescimento e do investimento devido à crise económica mundial Forte queda nas receitas não petrolíferas em 2008/2009 Elevados níveis de dependência da receita petrolífera Necessidade de modernização da Administração Fiscal e insuficiência/falta de recursos qualificados 1

3 Reforma Tributária (cont.) A formação que a KPMG realizará tem um programa com a duração de dois dias, abordando os temas da Reforma Tributária mais relevantes para o quotidiano das empresas e as principais consequências da entrada em vigor da nova legislação fiscal. Esta é uma oportunidade para preparar a sua empresa para as mudanças introduzidas pela Reforma Fiscal Angolana em curso. A formação será ministrada por uma equipa multidisciplinar dotada de experiência e competência técnica especializada no domínio da gestão fiscal a nível nacional e internacional, com um profundo conhecimento do mercado Angolano e vasta experiência em acções de formação. Mais-valias: Preparar as equipas financeiras para enfrentar os desafios da adopção das novas regras fiscais Abordagem sistemática das diversas temáticas, previligiando a componente prática Discussão das regras fiscais e dicas práticas, mediante apresentação de casos do dia-a-dia das empresas Formação por profissionais com um profundo conhecimento do mercado Angolano e elevada experiência em acções de formação 2

4 Click to edit Master title style A nossa abordagem A KPMG considera que a contínua formação e actualização técnica dos profissionais da área contabilística e financeira é um dos factores criticos para o sucesso das organizações. O sucesso na formação dos profissionais exige mais do que a mera realização dos programas de acordo com determinados conteúdos de base, sendo indispensável a existência de um conjunto de condições que permitam a optimização dos resultados, nomeadamente: a independência e o rigor científico, mas também o conhecimento da realidade e dos aspectos práticos dos assuntos objecto da formação; a qualidade e experiência dos formadores; a metodologia de ensino, que, podendo diferir de módulo para módulo, terá sempre como linha condutora, para além das fases de exposição, o diálogo com e entre os participantes, a discussão e análise de casos práticos, bem como o trabalho em equipa; o elevado empenho que é exigido aos participantes, o que naturalmente obriga a um compromisso forte por parte de cada participante; o rigor e o grau de exigência colocado no programa de formação, nas vertentes lectivas, logísticas e administrativas. 3

5 Click to edit Master title style A nossa abordagem (cont.) Neste contexto, a abordagem adoptada na formação que iremos desenvolver destingue-se dos modelos tradicionalmente utilizados em formações de carácter técnico. Com a nossa abordagem pretendemos que os formandos se identifiquem com as situações retratadas e, desta forma, retenham mais facilmente as matérias abordadas. Consideramos que uma exposição dos conteúdos programáticos apelativa em estreita conexão com o dia-a-dia dos colaboradores permite reter de forma mais eficaz a sua atenção e proporcionar uma melhor assimilação dos conteúdos que se pretenda transmitir. Como tal, no final dos conteúdos programáticos a leccionar iremos promover a realização de múltiplos casos práticos que consigam aliar as situações a que os mesmos se encontram confrontados durante o seu dia-a-dia, encontrando nas matérias leccionadas soluções adequadas para os mesmos. Um exemplo desta abordagem consiste na exposição dos conteúdos programáticos através da representação (em slides) de situações e diálogos que serão, a breve trecho, parte do dia-a-dia das empresas. 4

6 A nossa abordagem (cont.) No departamento de contabilidade da ABC Angola: Temos vindo a efectuar retenção na fonte sobre o montante total que consta nas facturas de alguns fornecedores, mesmo quando essa factura inclua a venda de materiais. Vamos ter que continuar a proceder desta forma? A. Sim, a retenção na fonte terá que ser efectuada sobre o montante total que conste da factura, mesmo que inclua componentes que não sejam serviços. B. Não, de acordo com as novas regras deve-se atender à natureza da operação, permitindo que as componentes relativas a aquisição de bens sejam desconsideradas na base tributável. Tenho que emitir hoje uma factura à Empresa X. Será que devo incluir o Imposto de Consumo nesta factura? O Victor entende que deveria ter sido o fornecedor a incluir o Imposto de Consumo na factura, uma vez que se refere ao transporte aéreo e marítimo inter-continentes. Este entendimento está correcto? Recebemos uma factura da XPTO Portugal, Lda. mas vem sem Imposto de Consumo. Com as novas regras de liquidação deste Imposto de Consumo, deve ser o fornecedor a adicionar o imposto na factura? Dicas para responder: Qual a natureza dos serviços usualmente prestados a esta entidade? Qual a taxa aplicável? Dicas para responder: Qual a natureza dos serviços prestados? É uma entidade residente? 5

7 Click to edit Master title style A nossa abordagem (cont.) No desenvolvimento da presente acção de formação, serão realizados testes e avaliações no decurso de cada módulo temático, através da utilização de mecanismos de voto electrónico. Cada participante tem um comando de resposta ao seu dispor A nossa experiência revela que a utilização destes mecanismos de voto electrónico permite uma melhoria na assimilação de conhecimentos para os participantes e a recolha de feedback pelo formador e pela organização, bem como a apresentação de relatórios detalhados e em tempo real. Este tipo de mecanismos de voto electrónico confere um elevado valor acrescentado às sessões de formação, nomeadamente: aumento da participação dos formandos nas formações; Cada resposta é transmitida imediatamente para o computador do formador registo da opinião de todos os participantes, independentemente da sua posição ou categoria; participação anónima, garantindo a confidencialidade das respostas; aferição dos conhecimentos adquiridos pelos formandos. As respostas são utilizadas para identificar os conhecimentos dos participantes em determinado assunto, e no final providenciar feedback construtivo à organização A formação será realizada em Português. 6

8 Condições gerais de inscrição Descontos: Valor de inscrição: AOA* (Número de inscrições limitado) No final do programa de formação serão entregues certificados de formação profissional * O valor de inscrição inclui os manuais e documentação pedagógica, bem como dois almoços e coffee-breaks. O valor de inscrição não inclui Imposto de Consumo, o qual será cobrado à taxa de 5%. 10% para empresas com mais de três inscrições 15% para empresas com mais de cinco inscrições Datas: Sessão 1: dias 5 e 6 de Fevereiro de 2015 Sessão 2: dias 10 e 11 de Fevereiro de 2015 Localização: Sessão 1: Hotel Skyna em Luanda Sessão 2: Hotel de Convenções de Talatona em Talatona Informações e inscrições: Ana Rodrigues 7

9 Programa de formação Módulo A Código do Imposto Industrial 1. Entrada em vigor e regime transitório 2. Âmbito de incidência 2.1. Lucros realizados em Angola 2.2. Lucros mundiais 3. Isenções e benefícios fiscais 4. Grupos de tributação 5. Processo de apuramento e pagamento de imposto 6. Proveitos ou ganhos 6.1. Tributação de mais-valias 6.2. Proveitos ou ganhos de exercícios anteriores 7. Custos ou perdas 7.1. Limites à dedutibilidade de custos (juros) 7.2. Documentação de custos Custos indevidamente documentados Custos não documentados Custos incorridos com despesas confidenciais 7.3. Custos ou gastos com assistência social 7.4. Encargos com acidentes de trabalho e doenças profissionais 7.5. Donativos e outras liberdades Módulo A Código do Imposto Industrial (cont.) 8. Reintegrações e amortizações 8.1. Norma transitória 8.2. Valorização dos elementos do activo imobilizado corpóreo e incorpóreo 8.3. Relevo contabilístico e métodos de reintegração e amortização 8.4. Taxas de reintegração e amortização 8.5. Periodização das reintegrações e amortizações e quotas perdidas 8.6. Imobilizações incorpóreas 8.7. Reintegração terrenos e outros bens imóveis 8.8. Obras em propriedade alheia e grandes reparações 8.9. Regime intensivo de laboração Bens de reduzido valor Bens adquiridos em estado de uso Bens reavaliados Pedidos de desvalorização excepcional Regularização de amortizações Documentação de amortizações 9. Provisões 9.1. Taxas e limites fiscais das provisões aceites fiscalmente 9.2. Apuramento dos limites totais e anuais das provisões 9.3. Provisão para outros riscos e encargos 8

10 Programa de formação (cont.) Módulo A Código do Imposto Industrial (cont.) 10. Créditos incobráveis 11. Deduções à matéria colectável 12. Prejuízos fiscais 13. Investimento de reservas voluntárias 14. Relações especiais 15. Fusão ou cisão de sociedades 16. Regime especial de tributação de serviços acidentais Âmbito de sujeição ao regime especial de tributação de serviços acidentais Matéria colectável nos serviços acidentais Taxas e pagamento Revogação da Lei n.º 7/97, de 10 de Outubro 17. Liquidações provisórias Vendas Prestações de serviços 18. Taxas 19. Obrigações declarativas Módulo B - Código do Imposto sobre os Rendimentos do Trabalho 1. Incidência subjectiva 2. Incidência objectiva 2.1. Rendimentos sujeitos a tributação 2.2. Rendimentos excluídos de tributação 2.3. Limites de tributação 3. Grupos de tributação 4. Determinação da matéria colectável 4.1. Tributação de contribuintes do Grupo A 4.2. Tributação de contribuintes do Grupo B 4.3. Tributação de contribuintes do Grupo C 5. Obrigação de liquidação do imposto 5.1. Entidades responsáveis pela liquidação do imposto 5.2. Prazo para liquidação do imposto 6. Taxas 7. Obrigações declarativas e responsabilidade do empregador 8. Penalidades 9. Revogações 10. Entrada em vigor 9

11 Programa de formação (cont.) Módulo C - Código do Imposto sobre a Aplicação de Capitais 1. Incidência objectiva e taxas 1.1. Atribuição de lucros aos sócios ou accionistas e repatriamento de lucros imputáveis a estabelecimentos estáveis de não residentes 1.2. Rendimentos de títulos de dívida pública e privada 1.3. Mais-valias e menos-valias realizadas decorrentes da alienação de participações sociais ou outros rendimentos que gerem rendimentos sujeitos a IAC 1.4. Indemnizações pela suspensão da actividade de empresas singulares ou colectivas alteração de taxa 2. Isenções 3. Liquidação de imposto 3.1. Liquidação de imposto por retenção da fonte 3.2. Isenção de IAC nos rendimentos decorrentes de títulos de dívida obrigações acessórias 4. Penalidades 5. Entrada em vigor Módulo D - Código do Imposto do Selo 1. Incidência 1.1. Incidência objectiva: Actos, contratos, documentos, títulos, operações e outros factos sujeitos a imposto Recibos de quitação: recebimentos abrangidos e excluídos, documentação 1.2. Arrendamento e subarrendamento Incidência subjectiva: sujeitos passivos de imposto Encargo do imposto: quem suporta o imposto 2. Isenções 2.1. Crédito à habitação 2.2. Obrigações de tesouro 2.3. Depósito-caução 2.4. Títulos negociáveis 2.5. Transmissão de imóveis 2.6. Contratos de trabalho 2.7. Transmissões gratuitas de propriedade entre pais e filhos 3. Valor tributável 3.1. Base de cálculo do imposto 3.2. Valor representado em moeda estrangeira 3.3. Recibos de quitação: base de cálculo do imposto (valor bruto, valor líquido, retenção na fonte, etc.) 4. Liquidação 4.1. Entidades não residentes 4.2. Estado e organismos públicos 5. Garantias 5.1. Anulação e compensação do imposto 10

12 Programa de formação (cont.) Módulo E Regulamento do Imposto de Consumo 1. Incidência objectiva 1.1. Aquisição e produção de bens sujeitos a Imposto de Consumo 1.2. Aquisição e produção de bens não sujeitos a Imposto de Consumo 1.3. Prestações de serviços sujeitos a Imposto de Consumo 2. Isenções 2.1. Isenções genéricas 2.2. Isenções para operações petrolíferas 2.3. Isenções para missões diplomáticas e organizações internacionais 3. Determinação da matéria colectável 3.1. Determinação da base de cálculo do imposto 3.2. Determinação oficiosa do imposto 3.3. Exigibilidade do imposto Produção Importação Arrematação e vendas por serviços públicos Prestações de serviços Módulo E Regulamento do Imposto de Consumo (cont.) 5. Taxas de imposto 6. Pagamento do imposto 6.1. Responsabilidade pela liquidação do imposto Regras genéricas Regras específicas para as operações petrolíferas 6.2. Procedimentos de liquidação 7. Fiscalização 7.1. Competência para a fiscalização 7.2. Obrigação de facturação 7.3. Organização da contabilidade 8. Penalidades, reclamação e recurso 4. Liquidação do imposto 4.1. Responsabilidade pela liquidação do imposto Regras genéricas Regras específicas para as operações petrolíferas 4.2. Momento da liquidação do imposto 11

13 Programa de formação (cont.) Módulo F - Código Geral Tributário 1. Aspectos gerais do Código Geral Tributário 1.1. Conceito de Administração Tributária 1.2. Classificação dos tributos 1.3. Princípios da tributação, interpretação e integração de normas tributárias e a sua aplicação no tempo e espaço 1.4. Benefícios fiscais 1.5. Garantias dos contribuintes 2. Relação jurídica tributária 2.1. Conceito de residência fiscal de pessoas singulares 2.2. Alteração de residência ou domicílio fiscal 2.3. Conceito de estabelecimento estável 2.4. Representante fiscal 2.5. Juros compensatórios 2.6. Juros de mora 2.7. Juros indemnizatórios 2.8. Coeficiente de desvalorização monetária 2.9. Formas de pagamento das prestações tributárias Compensação de créditos e dívidas fiscais Prazo de caducidade Prazo de prescrição Garantias das obrigações tributárias Módulo F - Código Geral Tributário (cont.) 3. Procedimento Tributário 3.1. Notificações 3.2. Prova e ónus da prova 3.3. Direito à informação sobre o andamento do processo e prestação de informação vinculativa 3.4. Apuramento indirecto da matéria colectável 3.5. Patamares de revisão da liquidação 4. Regime das infracções tributárias 4.1. Tipos de infracções tributárias 4.2. Penas por transgressão tributária 4.3. Prazo de prescrição em sede de infracções tributárias 4.4. Redução e agravamento do montante das multas 4.5. Regimes sancionatórios de crimes tributários especiais 12

14 Programa de formação (cont.) Módulo G- Código das Execuções Fiscais 1. Regime de Regularização Excepcional de Dívidas Fiscais 1.1. Objecto do regime 1.2. Não aplicabilidade do regime 1.3. Condições para beneficiar do presente regime 1.4. Efeitos do regime 1.5. Carácter excepcional e temporário 1.6. Prazos 1.7. Entrada em vigor Módulo H Administração Geral Tributária 1. Missão 2. Superintendência 3. Atribuições 4. Estrutura orgânica 2. Objectivos do novo Código das Execuções Fiscais 3. Âmbito de aplicação 4. Tipos de títulos executivos 5. Aspectos chave do novo Código das Execuções Fiscais 6. Regime aplicável a contribuintes em circunstância de irregularidade reiterada 13

15 2015 KPMG Angola Audit, Tax, Advisory, S.A., a firma angolana membro da rede KPMG, composta por firmas independentes afiliadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. Todos os direitos reservados. Impresso em Angola. O nome KPMG, o logótipo e cutting through complexity são marcas registadas da KPMG International Cooperative ( KPMG International ).

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