Resultados da pesquisa de recuperação de empresas - Novos fornecimentos para clientes em recuperação judicial

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resultados da pesquisa de recuperação de empresas - Novos fornecimentos para clientes em recuperação judicial"

Transcrição

1 RESTRUCTURING Resultados da pesquisa de recuperação de empresas - Novos fornecimentos para clientes em recuperação judicial Agosto de 2009 ADVISORY

2 Conteúdo Objetivo Metodologia Perfil das empresas Resultados Análise Conclusão KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 1

3 Objetivo A KPMG no Brasil, como membro da Turnaround Management Association (TMA) associação que busca profissionalizar o mercado voltado à reestruturação e à recuperação de empresas, conduziu uma pesquisa com o objetivo de entender a relação comercial de fornecedores operacionais i com clientes que estão em recuperação judicial i e verificar se estão utilizando o benefício que a Lei nº /05 prevê. A Lei nº /05, Nova Lei de Falência e Recuperação de Empresas, introduziu, através do art. 67, o conceito de DIP Financing (Debtor in Possession Financing), que tange a instrumentos de proteção para empresas que financiarem negócios em recuperação judicial, conforme segue: Art. 67. Os créditos decorrentes de obrigações contraídas pelo devedor durante a recuperação judicial, inclusive aqueles relativos a despesas com fornecedores de bens ou serviços e contratos de mútuo, serão considerados extraconcursais, em caso de decretação de falência, respeitada, no que couber, a ordem estabelecida no art. 83 desta Lei. Parágrafo único. Os créditos quirografários sujeitos à recuperação judicial pertencentes a fornecedores de bens ou serviços que continuarem a provê-los normalmente após o pedido de recuperação judicial terão privilégio geral de recebimento em caso de decretação de falência, no limite do valor dos bens ou serviços fornecidos durante o período da recuperação. Assim, essa pesquisa procurou identificar as opiniões das empresas e possíveis modelos e iniciativas para resolver entraves, a fim de permitir que essa forma de financiamento se desenvolva no Brasil. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 2

4 Conteúdo Objetivo Metodologia Perfil das empresas Resultados Análise Conclusão KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 3

5 Metodologia A KPMG elaborou um questionário eodisponibilizouentre21dejulhoe16deagostode2009parapreenchimentopelasempresas selecionadas. O de apresentação com o link para o questionário (www.surveys.kpmg.com/mmi/2wfjc7p/2way.html) foi encaminhado paraaproximadamente profissionais i i da área Financeira, i entre gerentes, diretores, vice-presidentes id e presidentes de mais de empresas. Os respondentes tinham a opção de identificarem-se ou não. O questionário continha as seguintes perguntas: 1) Você/sua empresa tem conhecimento de que a Nova Lei de Falência e Recuperação de Empresas prevê privilégios específicos às empresas que continuam a financiar seus clientes que estão em recuperação judicial? 2) Algum cliente de sua empresa já entrou em recuperação judicial? Quantos? a) Quantos clientes entraram em recuperação judicial em 2009? b) Seus créditos foram inscritos no rol de credores? c) Sua empresa continuou a fornecer para o cliente que entrou em recuperação judicial? a) O novo fornecimento aconteceu antes ou depois da aprovação do Plano de Recuperação Judicial (PRJ)? b) Quais foram as condições do novo fornecimento (em relação a prazo de pagamento, limite etc.)? Por que? 3) Sua empresa possui alguma norma/regra para tratar exclusivamente de clientes em recuperação judicial? Quais são? KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 4

6 Conteúdo Objetivo Metodologia Perfil das empresas Resultados Análise Conclusão KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 5

7 Perfil das empresas A pesquisa contou com a participação de 64 empresas de diferentes segmentos de mercado (exceto instituições financeiras), das quais 41 identificaram-se e 23 preferiram não se identificar. Dentre as empresas que se identificaram, a maioria são líderes de mercado e de grande porte. Setor de atuação Quantidade Indústria de eletrodomésticos /eletrônicos 5 Segmento das empresas respondentes Educação 3 Indústria química 3 Indústria de eletrodomést icos Agronegócio 2 /eletrônicos Indústria de peças automotivas 2 5 Mineração 2 8% Agroquímicos 1 Automação comercial e bancária 1 Educação Bens de capital 1 3 Construção civil 1 5% Sem identificação Indústria química Distribuidora de autopeças Embalagens indústriais 1 36% 5% Agronegócio 2 3% Energia - Hidrogeração 1 Farmacêutica 1 Fundição 1 Indústria de alimentos 1 Indústria de ferramentas elétricas 1 Indústria de máquinas 1 Indústria de plásticos 1 Indústria elétrica 1 Indústria farmacêutica 1 Informática 1 Operador portuário 1 Prestação de serviços de engenharia 1 Tecnologia 1 Telefonia 1 Têxtil 1 TI e Telefonia 1 Tintas e vernizes 1 Trading 1 Sem identificação 23 Total 64 Outras 24 37% Indústria de peças automotivas 2 3% M ineração 2 3% KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 6

8 Conteúdo Objetivo Metodologia Perfil das empresas Resultados Análise Conclusão KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 7

9 Resultados Universo de respondentes = 64 empresas 1) Você/sua empresa tem conhecimento de que a Nova Lei de Falência e Recuperação de Empresas prevê privilégios específicos às empresas que continuam a financiar seus clientes que estão em recuperação judicial? Não 55% Sim 45% KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 8

10 Resultados 2) Algum cliente de sua empresa já entrou em recuperação judicial? Sim 45% Não 55% a) Quantos clientes entraram em b) Seus créditos foram c) Sua empresa continuou a fornecer para recuperação judicial em 2009? inscritos no rol de credores? o cliente que entrou em recuperação judicial? Até 3 empresas Mais de 4 empresas Sim Não Sim Não 86% 14% 93% 7% 48% 52% Antes ou depois da aprovação do Plano de Recuperação Judicial (PRJ)? Quais foram as condições de fornecimento (em relação a prazo de pagamento, limite etc.)? Motivos escritos no slide nº 10 Antes 71% Depois 29% Pagamento à vista Mesmas condições Outras condições Condições descritas no 50% 21% 29% slide nº 11 KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 9

11 Resultados Quais os motivos para não fornecer mais? Resposta: 15 empresas não continuaram a fornecer Respostas: Políticas internas, confiança no cliente e mercado. 100% Seguro ou garantia bancos real, nenhuma seguradora aprova limite de empresas em RJ, não tem linha de crédito para os clientes. As concessionárias de energia elétrica obedecem à política de comercialização e cobrança em atendimento a normas regulamentadas pela Aneel Resolução Aneel nº 456/2000, e, caso o cliente esteja inadimplente a partir de determinado prazo, é efetuada a suspensão do fornecimento. Não vimos qualquer vantagem em aumentar o risco desse cliente, uma vez que nosso produto não seria o produto principal para essa empresa, também não vimos necessidade de aumentar ainda mais o risco, face ao plano apresentado pelos mesmos, ou seja, não achamos o plano de recuperação judicial apresentado atrativo. Motivos internos da empresa. Não aumentar nossa exposição junto a uma empresa com dificuldade em honrar seus compromissos. Política internacional. Cliente fora do perfil. Política interna. Não houve uma negociação formal de continuidade de relacionamento. Não aumentar o risco de crédito. O cliente parou de honrar seus compromissos. Cliente não aceitou efetuar compras mediante pagamento antecipado. Risco de crédito adicional aos valores já devidos. O cliente tem uma dívida de entrega de commodities e não de faturas para pagar. Temos a CPR "Cédula do Produtor Rural" que garante que a commodity é que deve ser entregue e não seus recursos financeiros. Estamos discutindo o tema judicialmente e não podemos ser responsabilizados por uma contabilização errônea do produtor rural. Ao entregar a CPR ele deveria ter eliminado do seu contas a pagar a fatura da minha empresa. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 10

12 Resultados Quais as condições do novo fornecimento? Condições de fornecimento Parte à vista e parte em 5/15/30/45 dias. O limite concedido varia dependendo da carta de fiança obtida pela empresa em recuperação judicial. O prazo de pagamento é de 60 dias no máximo, porém o normal é pagamento à vista. A prazo com redução de limite de crédito em 80%. O prazo foi reduzido. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 11

13 Resultados 3) Sua empresa possui alguma norma/regra para tratar exclusivamente de clientes em recuperação judicial? Não 87% Qual é a norma/regra para tratar com esses clientes? Avaliar o potencial e as possibilidades de recuperação da empresa para posicionamento em relação à continuidade ou não dos fornecimentos. Caso a decisão seja positiva, i definir iquais condições a empresa deve fornecer equais critérios i e níveis de acompanhamento serão necessários para cada caso. Sim 13% Bloqueio de linha de crédito e envio direto para o Departamento Jurídico. Ou é seguro, ou se já perdeu uma vez, não quer perder de novo. Venda com pagamento antecipado, tratamento da PDD com base na lei vigente. Via de regra, o cliente que está em recuperação judicial paga à vista. Pagamento antecipado/à vista. Pagamento incondicionalmente i contra disponibilidadeibilid d do produto comprado em fábrica (à vista). it) Não é permitida a divulgação das normas. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 12

14 Conteúdo Objetivo Metodologia Perfil das empresas Resultados Análise Conclusão KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 13

15 Análise Análise dos resultados A maioria dos profissionais que responderam (55%) assume não ter conhecimento dos privilégios da Nova Lei de Recuperação e Falência. Do total de empresas respondentes, 29 (45%) já tiveram clientes em recuperação judicial. Dentre essas empresas, 93% tiveram seus créditos inscritos. Entre as empresas que não tiveram, uma é de prestação de serviços de engenharia e a outra não se identificou. Dentre essas empresas, 86% tiveram até três clientes que entraram em recuperação judicial em Dentre essas empresas, 52% não voltaram a fornecer, principalmente em razão de: políticas internas e/ou internacionais não aumentar a exposição/o risco falta confiança no cliente e mercado não houve negociação satisfatória não obteriam nenhuma vantagem. Dentre essas empresas, 48% voltaram a fornecer. Destas, 71% forneceram antes da aprovação do plano de recuperação judicial. As condições para o novo fornecimento foram as seguintes: 50% somente forneceram mediante pagamento àvista. 29% forneceram com redução de limite, redução de prazo ou mediante carta de fiança. 21% forneceram com as mesmas condições (sendo uma mineradora, uma indústria têxtil e a terceira não se identificou). KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 14

16 Análise Análise dos resultados Do total das 64 empresas, 88% não possuem normas/regras para tratar exclusivamente de clientes em recuperação judicial. Dentre as oito que possuem (12%), as regras são as seguintes: Quatro empresas possuem como regra basicamente novo fornecimento mediante pagamento antecipado. Uma empresa realiza estudo mais detalhado e, em caso de aprovação de novo fornecimento, existem critérios de acompanhamento (indústria de TI e Telefonia). Uma empresa tem como regra o bloqueio da linha de crédito e o envio para o Jurídico. Uma empresa fornece somente com seguro. Uma empresa respondeu que não é permitida a divulgação das normas. Dentre as empresas cujos profissionais dizem conhecer a Nova Lei de Recuperação de Empresas, e as quais já tiveram clientes em recuperação judicial (total de 14 empresas - 22%), 50% forneceram novamente, porém mediante pagamento à vista, com redução de crédito ou com garantia de carta de fiança, e 50% não forneceram para o cliente em recuperação judicial. Diante dessa constatação, pode-se concluir que, mesmo conhecendo os privilégios da Lei, a maioria das empresas não tem apetite em aumentar o risco. Nota-se que mesmo as empresas líderes de mercado não possuem regras para tratar com clientes em recuperação judicial. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 15

17 Conteúdo Objetivo Metodologia Perfil das empresas Resultados Análise Conclusão KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 16

18 Conclusão Após análise e discussão dos resultados obtidos, temos como sugestão para uma maior difusão do conceito de DIP Financing no Brasil as seguintes ações: Primeira etapa: Divulgação aos profissionais responsáveis dos benefícios da Nova Lei de Recuperação e Falência. Busca de uma maior integração entre os Departamentos Jurídico e Financeiro nas empresas, visando a estruturar políticas internas para tratar de empresas em recuperação, o que fará com que seja reduzido o tempo de análise de novos fornecimentos. Discussão com associações industriais para propor modelos de fornecimento diferenciado para esses casos especiais. Esses modelos podem ser por meio de garantia de bens móveis/imóveis, negociações com seguradoras especialistas, fornecimento monitorado, entre outros. Segunda etapa: Comprovar jurisprudência dos privilégios e das vantagens que a Nova Lei prevê aos fornecedores que continuarem a fornecer para a empresa em recuperação judicial/falência. Estudo mais detalhado d para verificar aeficácia i do DIP Financingi no Brasil. Possíveis modelos de DIP Financing que deverão ser considerados em estudo: Apresentação de uma proposta de emenda na Nova Lei de Recuperação Judicial com o seguinte modelo: Privilegiar os fornecedores operacionais vitais para a operação da empresa. Esses credores deverão ser elegidos através de laudo de comprovação elaborado por um perito. Além disso, esses credores, bem como seus créditos inscritos na recuperação judicial, deverão ser considerados privilegiados. Resguardar garantias específicas com o objetivo de permitir que esses credores retomem o fornecimento e permitam a continuidade da empresa que está em recuperação judicial. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 17

19 Ressalvas e contato Contato Salvatore Milanese Restructuring KPMG Corporate Finance +55 (11) André Schwartzman KPMG Corporate Finance Restructuring +55 (11) Todas as informações apresentadas neste documento são de natureza genérica e não têm por finalidade abordar as circunstâncias de nenhum indivíduo específico ou entidade. Embora tenhamos nos empenhado em prestar informações precisas e atualizadas, não há nenhuma garantia de sua exatidão na data em que forem recebidas nem de que tal exatidão permanecerá no futuro. Essas informações não devem servir de base para se empreender qualquer ação sem orientação profissional i qualificada, precedida deumexameminucioso i da situação em pauta. KPMG e o logotipo da KPMG são marcas registradas da KPMG International, uma cooperativa suíça 18

Resultado da Pesquisa Corporate Recovery

Resultado da Pesquisa Corporate Recovery CORPORATE RECOVERY Resultado da Pesquisa Corporate Recovery ADVISORY Resultado da Pesquisa Corporate Recovery 3 Apresentação A KPMG tem a satisfação de lhe entregar a primeira edição da Pesquisa de Mercado

Leia mais

Regulatory Practice Insurance News

Regulatory Practice Insurance News kpmg Agosto 2005 SUSEP SETOR DE APOIO REGULAMENTAR (SAR) Regulatory Practice Insurance News FINANCIAL SERVICES Destaque do mês Aplicação de recursos Resolução CMN 3.308, de 31.08.2005 Alteração A Resolução

Leia mais

O Turnaround Management no Brasil

O Turnaround Management no Brasil O Turnaround Management no Brasil Financiamento de Empresas em Recuperação Judicial: Importância, Dificuldades e Estímulos. TMA Brasil: - Comitê de Soluções Financeiras Aos interessados em se afiliar,

Leia mais

Contract Compliance Services

Contract Compliance Services RISK CONSULTING Contract Compliance Services Obtendo mais valor dos seus relacionamentos com terceiros kpmg.com/br 2 / Obtendo mais valor dos seus relacionamentos com terceiros Gerenciando o risco e aumentando

Leia mais

Incentivos Fiscais à Inovação em Produtos e Processos TAX

Incentivos Fiscais à Inovação em Produtos e Processos TAX Incentivos Fiscais à Inovação em Produtos e Processos TAX Planejamento Tributário O debate sobre a carga tributária brasileira é incessante desde os tempos em que esta não ultrapassava 25% do PIB nacional.

Leia mais

Distribuição: Diretor/ Gerentes/ Chefes / Unidades

Distribuição: Diretor/ Gerentes/ Chefes / Unidades 1 de 5 Assunto: CONDIÇÕES GERAIS DE VENDAS Distribuição: Diretor/ Gerentes/ Chefes / Unidades 1. Conceito 2. Abrangência 3. Documentos Relacionados 4. Regras Gerais 4.1. Pedido e Fornecimento 4.1.1. Pedido

Leia mais

Anexo à Política de Investimentos 2009 a 2013

Anexo à Política de Investimentos 2009 a 2013 Anexo à Política de Investimentos 2009 a 2013 Diretrizes para Investimentos em Imóveis Índice 1. Contratação de Corretores, Avaliadores e Consultores Imobiliários... 3 2. Critérios para Aquisições e Alienações...

Leia mais

Desafios da nova lei

Desafios da nova lei artigoquestãojurídica Desafios da nova lei de falências brasileira Recuperação Judicial 400 350 300 250 200 250 150 100 Sem. 05 Sem. 06 Sem. 06 Sem. 07 Sem. 07 Sem. 08 Sem. 08 Pedidos Concedidas Aprovadas

Leia mais

opções de crédito para sua empresa

opções de crédito para sua empresa para sua empresa sumário introdução... 3 cartão bndes... 6 Introdução... 7 Custos operacionais... 8 Recebimentos... 9 Distribuidores... 9 Exemplos de operação...10 Revendedor compra com o Cartão BNDES

Leia mais

Regulatory Practice Insurance News

Regulatory Practice Insurance News INSURANCE Regulatory Practice Insurance News FINANCIAL SERVICES Junho 2008 SUSEP Questionário Trimestral Carta-Circular DECON 05, de 09.06.2008 - Demonstrações contábeis e questionário trimestral A presente

Leia mais

Auditoria no Terceiro Setor

Auditoria no Terceiro Setor Auditoria no Terceiro Setor Percepções e Resultados da Pesquisa 2006 AUDIT 1 Introdução O Terceiro Setor vem em crescente processo de evolução porém, nos últimos anos, um das principais missões das entidades

Leia mais

Balanço Mercado de Trabalho 2014

Balanço Mercado de Trabalho 2014 Balanço Mercado de Trabalho 2014 x Resultados Fevereiro/2015 Apresentação Respondentes: 1016 profissionais do LinkedIn Período: de 15/jan/2015 a 10/fev/2015 Público:participantes dos seguintes grupos de

Leia mais

MANUAL DE GARANTIAS 1

MANUAL DE GARANTIAS 1 MANUAL DE GARANTIAS 1 Para a obtenção do financiamento junto à FINEP deverão ser apresentadas Garantias Reais e Pessoais cumulativamente, exceto em caso de garantia por fiança bancária e demais casos de

Leia mais

Desafios do IFRS para empresas brasileiras

Desafios do IFRS para empresas brasileiras Desafios do IFRS para empresas brasileiras Estamos em consonância com o mundo? 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 16 de setembro de 2013 Ramon D. Jubels 3º Encontro de Contabilidade e Auditoria 1

Leia mais

BRITÂNIA ELETRODOMÉSTICOS S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014

BRITÂNIA ELETRODOMÉSTICOS S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 BRITÂNIA ELETRODOMÉSTICOS S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 752, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 Regulamenta as linhas de crédito dos Programas de Geração de Emprego e Renda na área Urbana - PROGER Urbano Investimento. O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014

Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014 Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014 Diretrizes para Investimentos em Imóveis (aprovadas pelo CDE em sua 18ª reunião realizada nos dias 14 a 16 de dezembro de 2009 Índice Anexo à Política de Investimentos...1

Leia mais

Building, Construction & Real Estate

Building, Construction & Real Estate KPMG no Brasil Building, Construction & Real Estate FINANCIAL SERVICES kpmg.com/br Quem somos Constituída na Suíça e com sede em Amsterdã, a KPMG International Cooperative (KPMG International) é uma rede

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA ICF. Parte Um: Definição de Coaching. Seção 1: Definições. Parte Dois: Os Padrões ICF de Conduta Ética

CÓDIGO DE ÉTICA DA ICF. Parte Um: Definição de Coaching. Seção 1: Definições. Parte Dois: Os Padrões ICF de Conduta Ética CÓDIGO DE ÉTICA DA ICF Parte Um: Definição de Coaching Seção 1: Definições Coaching: Coaching é fazer uma parceria com os clientes em um processo estimulante e criativo que os inspira a maximizar o seu

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 Altera a Lei nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, para incluir o segurogarantia dentre os instrumentos de garantia nas ações de execução

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2011

PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 PROJETO DE LEI N.º, DE 2011 (Do Sr. Fábio Faria) Dispõe sobre a recuperação judicial do devedor pessoa física. O Congresso Nacional decreta: devedor pessoa física. Art. 1.º. Esta Lei estabelece a recuperação

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO

CURSO DE ATUALIZAÇÃO JURÍDICA Disciplina: Direito Comercial Tema: Recuperação Judicial Prof.: Alexandre Gialluca Data: 12/04/2007 RESUMO RESUMO 1) Falência. Continuação. 1.1) Da realização ativo. Art. 108, Lei 11.101/05. O administrador Judicial providenciará a realização do ativo. Pode ser por: leilão; proposta fechada ou pregão O porduto

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. MINUTA DE EDITAL DE CHAMAMENTO nº...xxxxxx. ACORDO SETORIAL PARA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. MINUTA DE EDITAL DE CHAMAMENTO nº...xxxxxx. ACORDO SETORIAL PARA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINUTA DE EDITAL DE CHAMAMENTO nº...xxxxxx. ACORDO SETORIAL PARA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, tendo em vista o disposto na Lei nº 12.305, de

Leia mais

Considerando que a Officer S.A. Distribuidora de Produtos de Tecnologia. ( Officer ) encontra-se em processo de recuperação judicial, conforme

Considerando que a Officer S.A. Distribuidora de Produtos de Tecnologia. ( Officer ) encontra-se em processo de recuperação judicial, conforme São Paulo, 26 de outubro de 2015. C O M U N I C A D O A O S F O R N E C E D O R E S E R E V E N D A S D A O F F I C E R D I S T R I B U I D O R A Prezado Parceiro, Considerando que a Officer S.A. Distribuidora

Leia mais

C o n s o l i d a ç ã o

C o n s o l i d a ç ã o Comparações entre Práticas Contábeis IAS 22 e 27 SIC 12 e 33 Pontos-chave para comparar diferenças ARB 51, APB 18, SFAS 94, 125 e 140 EITFs 90-15, 96-16, 96-20, Topic D-14, 96-21, 97-2, C51 FIN 46R D i

Leia mais

Cobrança Itaú. Conheça como funciona o serviço de protesto de títulos.

Cobrança Itaú. Conheça como funciona o serviço de protesto de títulos. Cobrança Itaú Conheça como funciona o serviço de protesto de títulos. Para garantir uma gestão de Cobrança ainda mais eficiente, é preciso que você saiba como funciona o serviço de protesto de títulos

Leia mais

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas O Governo divulgou recentemente um conjunto de medidas de revisão e aperfeiçoamento do atual Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas,

Leia mais

ESPAÇO INOVAÇÃO 2015 ITS

ESPAÇO INOVAÇÃO 2015 ITS CIAB FEBRABAN 2015 25 Anos XXV Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras Transamérica Expo Center 16 a 18 Junho de 2015 INTRODUÇÃO O ITS com apoio da FEBRABAN organizará,

Leia mais

QUALICORP ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014

QUALICORP ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 QUALICORP ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas,

Leia mais

Seguro de Crédito Comercial

Seguro de Crédito Comercial Seguro de Crédito Comercial seguro de crédito O que é:... uma modalidade de seguro que protege o seu negócio contra o risco de inadimplência ou atrasos no pagamento de vendas de produtos ou serviços. A

Leia mais

SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Capital Mínimo Circular SUSEP 486, de 23.01.2014 Cálculo do capital de risco

SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Capital Mínimo Circular SUSEP 486, de 23.01.2014 Cálculo do capital de risco Regulatory Practice Insurance News Janeiro 2014 SUSEP Capital Mínimo Circular SUSEP 486, de 23.01.2014 Cálculo do capital de risco Esta Circular dispõe sobre instruções complementares necessárias à execução

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. MEUS PEDIDOS

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. MEUS PEDIDOS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. MEUS PEDIDOS Consigo rastrear o minha Compra? Sim. As informações mais atualizadas sobre sua Compra e a situação de entrega de sua Compra estão disponíveis em Meus pedidos.

Leia mais

PROGRAMA ESPECIAL DE VENDAS DIRETAS A UNAFISCO ASSOCIAÇÃO

PROGRAMA ESPECIAL DE VENDAS DIRETAS A UNAFISCO ASSOCIAÇÃO PROGRAMA ESPECIAL DE VENDAS DIRETAS A ASSOCIADOS DO UNAFISCO ASSOCIAÇÃO Objetivo O presente Programa de Vendas tem por objetivo estabelecer critérios e procedimentos para a comercialização de produtos

Leia mais

Renda Fixa. Letra de Crédito do Agronegócio

Renda Fixa. Letra de Crédito do Agronegócio Renda Fixa Letra de Crédito do Agronegócio Letra de Crédito do Agronegócio Diversifique sua carteira de investimentos e obtenha mais rentabilidade O produto Letra de Crédito do Agronegócio () é um título

Leia mais

Não Aceita 4. Contribuições Recebidas Contribuição: ABRADEE Justificativa Avaliação ANEEL: Parcialmente Aceita Art. 1º

Não Aceita 4. Contribuições Recebidas Contribuição: ABRADEE Justificativa Avaliação ANEEL: Parcialmente Aceita Art. 1º COMPLEMENTO AO Anexo I da Nota Técnica n o Nota Técnica no 077/2015-SRM-SRD-SRG-SGT-SFF-SCG/ANEEL de 08/05/2015 (Análise de contribuições que não constaram do RAC Minuta de Resolução, Anexo I da NT 08/05/2015)

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986.

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a concessão de financiamento para compra de ações pelas Sociedades Corretoras e Distribuidoras. O Presidente da Comissão de Valores Mobiliários

Leia mais

FAQ Edital SENAI SESI de inovação 2010 21 Edital SENAI SESI de inovação 2010

FAQ Edital SENAI SESI de inovação 2010 21 Edital SENAI SESI de inovação 2010 FAQ 21 Edital SENAI SESI de inovação 2010 1. Edital SENAI e SESI 1.1 O que é o Edital SENAI e SESI de Inovação? O Edital é uma iniciativa do SENAI e do SESI que visa despertar a cultura da inovação na

Leia mais

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS Resultados dos estudos sobre a redução de taxas de juros praticadas por bancos públicos e privados. Orientações aos consumidores. Face aos diversos anúncios de redução de juros veiculados na mídia a partir

Leia mais

NORMA RESSARCIMENTO POR DANO ELÉTRICO

NORMA RESSARCIMENTO POR DANO ELÉTRICO PÁGINA 1 de 7 ÍNDICE DO CONTEÚDO 1. Objetivo 1 2. Norma e Documentos Complementares 1 3. Definições 1/2 4. Condições Gerais 2 5. Procedimentos 3/4/5 6. Anexo 6 7. Ficha de Vida 7 1. Objetivo: Esta norma

Leia mais

Diretrizes para Investimentos em Imóveis

Diretrizes para Investimentos em Imóveis Diretrizes para Investimentos em Imóveis 21ª reunião do CAP - 15/12/2010 11ª reunião ordinária do CDE - 16/12/2010 Anexo à Política de Investimentos 2011 a 2015 Índice 1. Contratação de Corretores, Avaliadores

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Certificado de Recebíveis do Agronegócio Instrumento de captação de recursos e de investimento no agronegócio O produto O Certificado de

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

Contribuições referentes à Audiência Pública ANEEL 072/2012

Contribuições referentes à Audiência Pública ANEEL 072/2012 Contribuições referentes à Audiência Pública ANEEL 072/2012 Objetivo: obter subsídios para o aprimoramento do mecanismo de garantias financeiras associadas à liquidação financeira do Mercado de Curto Prazo

Leia mais

ENERGISA S.A. EXERCÍCIO DE 2013

ENERGISA S.A. EXERCÍCIO DE 2013 ENERGISA S.A. 3ª. EMISSÃO sendo a 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2013 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2014. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade

Leia mais

AQUISIÇÕES E LICITAÇÕES COM FOCO NO PMBOK. Profª. Esp. Eliane R. R. Message elianerro@gmail.com

AQUISIÇÕES E LICITAÇÕES COM FOCO NO PMBOK. Profª. Esp. Eliane R. R. Message elianerro@gmail.com AQUISIÇÕES E LICITAÇÕES COM FOCO NO PMBOK Profª. Esp. Eliane R. R. Message elianerro@gmail.com QUEM SOU... Graduada em Informática para Gestão de Negócios Especialista em Gestão Empresarial Ex-Diretora

Leia mais

CEAD Seminário: A Lei nº 12.973/14 e a Tributação de Lucros Auferidos no Exterior

CEAD Seminário: A Lei nº 12.973/14 e a Tributação de Lucros Auferidos no Exterior CEAD Seminário: A Lei nº 12.973/14 e a Tributação de Lucros Auferidos no Exterior Crédito do Imposto Pago no Exterior 06 de Março de 2015 Contextualização Controladas (Art. 77) Equiparadas a controladas

Leia mais

Legislação Tributária ARRECADAÇÃO. Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014

Legislação Tributária ARRECADAÇÃO. Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014 Legislação Tributária ARRECADAÇÃO Ato: Lei Número/Complemento Assinatura Publicação Pág. D.O. Início da Vigência Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014 Ementa: Cria

Leia mais

FAQ Perguntas Frequentes

FAQ Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes Índice 01. Incorporação Imobiliária...3 02. Contrato...4 03. Pagamento e Boletos...5 04. Financiamento...6 05. Distrato e Transferência...8 06. Documentações...9 07. Instalação

Leia mais

8) Qual o papel da administradora?

8) Qual o papel da administradora? 1) Como funciona o consórcio? R= Consórcio é um sistema que reúne em grupo pessoas físicas e/ou jurídicas com interesse comum para compra de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento, onde o valor

Leia mais

APURAÇÃO DO RESULTADO (1)

APURAÇÃO DO RESULTADO (1) APURAÇÃO DO RESULTADO (1) Isnard Martins - UNESA Rodrigo de Souza Freitas http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/rodrigosfreitas/conhecendocontabilidade012.asp 1 Apuração do Resultado A maioria das

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO NORMA N-134.0002

POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO NORMA N-134.0002 POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO NORMA N-134.0002 POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO Norma N-134.0002 Estabelece as diretrizes da política de segurança e saúde do trabalho na Celesc, definindo

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

O FOCO DA QUALIDADE NOS PROCESSOS DE TERCEIRIZAÇÃO

O FOCO DA QUALIDADE NOS PROCESSOS DE TERCEIRIZAÇÃO O FOCO DA QUALIDADE NOS PROCESSOS DE TERCEIRIZAÇÃO Grande parte das indústrias farmacêuticas, cosméticos e de veterinários, utilizam processos de terceirização, para otimizar suas produções, para casos

Leia mais

TERMO DE ADESÃO A ANTECIPAÇÃO DE PREMIAÇÃO PARA INVESTIMENTO EM MÍDIA

TERMO DE ADESÃO A ANTECIPAÇÃO DE PREMIAÇÃO PARA INVESTIMENTO EM MÍDIA TERMO DE ADESÃO A ANTECIPAÇÃO DE PREMIAÇÃO PARA INVESTIMENTO EM MÍDIA A FAEL E O POLO (NOME FANTASIA) CELEBRAM O PRESENTE TERMO VISANDO A ANTECIPAÇÃO DE VALORES, PARA UTILIZAÇÃO EXCLUSIVA EM MÍDIA, COMO

Leia mais

O que pode ser financiado?

O que pode ser financiado? BNDES Automático Projetos de Investimento BNDES Automático Obras civis, montagem e instalações Móveis e Utensílios Estudos e projetos de engenharia associados ao investimento Pesquisa, Desenvolvimento

Leia mais

II) FAT INFRA-ESTRUTURA INSUMOS BÁSICOS E BENS DE CAPITAL SOB ENCOMENDA.

II) FAT INFRA-ESTRUTURA INSUMOS BÁSICOS E BENS DE CAPITAL SOB ENCOMENDA. RESOLUÇÃO Nº 438, DE 2 DE JUNHO DE 2005 Institui o Programa de Apoio a Projetos de Infra-Estrutura - FAT INFRA-ESTRUTURA, cujos recursos serão destinados a financiamentos de projetos de infra-estrutura

Leia mais

SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Registro de Produtos. Circular SUSEP 466, de 21.05.2013 Sistema de Registro Eletrônico de Produtos

SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Registro de Produtos. Circular SUSEP 466, de 21.05.2013 Sistema de Registro Eletrônico de Produtos Regulatory Practice Insurance News Maio 2013 SUSEP Registro de Produtos Circular SUSEP 466, de 21.05.2013 Sistema de Registro Eletrônico de Produtos Altera a Circular SUSEP 438/12, que dispõe sobre o sistema

Leia mais

Contas a Pagar e Contas a receber

Contas a Pagar e Contas a receber Treinamento Financeiro Contas a Pagar e Contas a receber Jéssica Rodrigues Pedro Amauri 1 Duplicatas O que são duplicatas? A duplicata mercantil ou simplesmente duplicata é uma espécie de título de crédito

Leia mais

RESOLUÇÃO AGE Nº 279, DE 6 DE OUTUBRO DE 2011. (Texto Consolidado)

RESOLUÇÃO AGE Nº 279, DE 6 DE OUTUBRO DE 2011. (Texto Consolidado) RESOLUÇÃO AGE Nº 279, DE 6 DE OUTUBRO DE 2011. (Texto Consolidado) Regulamenta o oferecimento e a aceitação de seguro garantia e da carta de fiança no âmbito da Advocacia Geral do Estado - AGE. O ADVOGADO-GERAL

Leia mais

Regulatory Practice Insurance News

Regulatory Practice Insurance News INSURANCE Regulatory Practice Insurance News FINANCIAL SERVICES Janeiro 2009 SUSEP Seguros Singulares Circular 381, de 08.01.2009 - Encaminhamento de informações A Circular 381 estabelece procedimentos

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

TERMO DE AJUSTE DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA

TERMO DE AJUSTE DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA LEILÃO ACL Nº 02/2015 ANEXO V MINUTA DO TERMO DE AJUSTE DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA TERMO DE AJUSTE DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA CHESF X EMPRESA. TACVEE XXX / 2015 TERMO DE AJUSTE DE

Leia mais

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS A DISTÂNCIA E TERMOS DE USO DE CURSOS ON-LINE

TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS A DISTÂNCIA E TERMOS DE USO DE CURSOS ON-LINE TERMO DE ADESÃO AO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS A DISTÂNCIA E TERMOS DE USO DE CURSOS ON-LINE CONTRATADA: FUNDAÇÃO ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS FUNENSEG, pessoa jurídica de direito privado,

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 072/2012 F/G AGRO FINANÇAS E GESTÃO DO AGRONEGÓCIO LTDA

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 072/2012 F/G AGRO FINANÇAS E GESTÃO DO AGRONEGÓCIO LTDA MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 072/2012 NOME DA INSTITUIÇÃO: F/G AGRO FINANÇAS E GESTÃO DO AGRONEGÓCIO LTDA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO:

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE LOGÍSTICA DA AMAZÔNIA

ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE LOGÍSTICA DA AMAZÔNIA ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE LOGÍSTICA DA AMAZÔNIA CONTRATO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PESSOA JURÍDICA Categoria A Mais de 300 Colaboradores Pelo presente instrumento particular, as partes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41 DECRETO Nº. 075, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015. Dispõe sobre os procedimentos para o encerramento do exercício financeiro de 2015 no âmbito da Administração Pública Municipal e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

As distribuidoras de energia elétrica e o ISS

As distribuidoras de energia elétrica e o ISS As distribuidoras de energia elétrica e o ISS Introdução Como se sabe, a produção, a importação, a circulação, a distribuição ou o consumo de energia elétrica podem provocar a incidência do ICMS, exceto

Leia mais

BAESA-ENERGETICA BARRA GRANDE S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014

BAESA-ENERGETICA BARRA GRANDE S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 BAESA-ENERGETICA BARRA GRANDE S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade

Leia mais

Pesquisa de Auditoria Interna

Pesquisa de Auditoria Interna Pesquisa de Auditoria Interna - IARCS 1 Pesquisa de Auditoria Interna IARCS kpmg.com/br 2 Pesquisa de Auditoria Interna - IARCS PREFÁCIO A Auditoria Interna tem sido considerada nas companhias como sua

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE PROGRAMAS DE VIAGENS

CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE PROGRAMAS DE VIAGENS 1 CONTRATO DE INTERMEDIAÇÃO DE PROGRAMAS DE VIAGENS IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES O(a)Sr(a)., RG n.º, CPF, telefone(s),e-mail, endereço, Bairro,Cidade, Cep, de ora em diante denominado(a) simplesmente

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO Chamamento para a Elaboração de Acordo Setorial para a Implantação de Sistema de Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 821/97 Aprova a NBC P 1 Normas Profissionais de Auditor Independente com alterações e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais

Leia mais

Perguntas freqüentes Projeto Serviços e Cidadania

Perguntas freqüentes Projeto Serviços e Cidadania Perguntas freqüentes Projeto Serviços e Cidadania 1. Sobre o Projeto 1.1. O que é o Projeto Serviços e Cidadania? É um canal de serviços gratuitos que oferece apoio nas áreas de gestão, jurídica e comunicação

Leia mais

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009

CAFÉ COM CRÉDITO. Santo André - SP. 06 de outubro de 2009 CAFÉ COM CRÉDITO Santo André - SP 06 de outubro de 2009 Missão Banco do DESENVOLVIMENTO Competitividade e sustentabilidade Redução das desigualdades sociais e regionais Áreas de atuação Inovação Bens de

Leia mais

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica.

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica. NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/Nº 14, DE 31 DE MAIO DE 2001 (Publicação: Diário Oficial n 110-E, de 7/6/2001, seção 1, pág. 123 e Boletim de Serviço n 24, de 11/6/2001) Estabelece procedimentos técnicos e administrativos

Leia mais

Regulatory Practice Insurance News

Regulatory Practice Insurance News Março 2010 SUSEP INSURANCE Regulatory Practice Insurance News FINANCIAL SERVICES Normas Contábeis Carta-Circular CGSOA 01, de 31.03.2010 Demonstrações Financeiras Dispõe sobre as normas contábeis das sociedades

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 13 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. PADRONIZAÇÃO DOS RECURSOS DE T.I. 4 5. AQUISIÇÃO

Leia mais

TERMO DE ADESÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE INTERMEDIAÇÃO

TERMO DE ADESÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE INTERMEDIAÇÃO TERMO DE ADESÃO PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE INTERMEDIAÇÃO São partes deste Instrumento, VAIVOLTA.COM SERVIÇOS DE INTERNET SA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 15.529.518/0001-94, com sede na Rua Frei Caneca,

Leia mais

PROJETO BÁSICO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ACADÊMICOS NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

PROJETO BÁSICO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ACADÊMICOS NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PROJETO BÁSICO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ACADÊMICOS NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETO DE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATU SENSO EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA COMPOR O PROGRAMA DE EFICIÊNCIA

Leia mais

Resumo do Regulamento de Utilização do Cartão American Express Business

Resumo do Regulamento de Utilização do Cartão American Express Business Resumo do Regulamento de Utilização do Cartão American Express Business IMPORTANTE: LEIA ESTE SUMÁRIO COM ATENÇÃO Este Sumário apresenta um resumo das principais informações que a Empresa Associada e o

Leia mais

B - Programa de Inclusão, Capacitação para Filhos, Dependentes Legais e Estudantes

B - Programa de Inclusão, Capacitação para Filhos, Dependentes Legais e Estudantes Bolsas de estudo A - Programa de Capacitação do PROFESSOR/AUXILIAR Todo PROFESSOR/AUXILIAR tem direito a bolsa de estudo integral, incluindo matrícula, em cursos de graduação, sequenciais e pós-graduação

Leia mais

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa outubro/2010 1 SIMPLIFICAÇÃO DOS PRONUNCIAMENTOS: Pronunciamento CPC PME - Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (225 páginas)

Leia mais

RELATORA: Senadora KÁTIA ABREU

RELATORA: Senadora KÁTIA ABREU PARECER N o, DE 2009 Da COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA, sobre o Projeto de Lei do Senado n o 246, de 2007, que regula o Programa de Seguro- Desemprego Rural, o Abono Salarial Rural, o Programa

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação IFTI1402 T25 A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS Marcelo Eustáquio dos Santos

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO Cooperativismo Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO GESTÃO: Samuel José dos Santos Diretor Presidente Marco Antonio da C.Guimarães - Diretor Operacional João Gonçalves dos Santos Diretor

Leia mais

Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES

Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Brasília 2012 Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Brasília 2012 Edital SENai SESi de inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES 3 1)

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA FORO CENTRAL 1 a VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS

PODER JUDICIÁRIO COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA FORO CENTRAL 1 a VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS FORO CENTRAL 1 a VARA DE FALÊNCIAS E RECUPERAÇÕES Pedido de Recuperação Judicial nº 0000379-30.2012.8.16.0185 proposto por PIERGO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AÇO LTDA. Retifique-se o valor da causa. 1. Acolho

Leia mais

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a

A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a A jurisprudência da Lei de Falências e Recuperação de Empresas e a Lei Complementar 147/14 Impactos para o mercado de crédito. Glauco Alves Martins Objetivo geral: aperfeiçoamento do SIMPLES e modificações

Leia mais

BEMATECH S.A. EXERCÍCIO DE 2014

BEMATECH S.A. EXERCÍCIO DE 2014 BEMATECH S.A. 1ª. EMISSÃO (PÚBLICA) DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade de Agente Fiduciário

Leia mais

VII CIERTEC TÍTULO DO TRABALHO: COBRANÇA UTILIZANDO CÓDIGO DE BARRAS: CARTA E SMS TORPEDO

VII CIERTEC TÍTULO DO TRABALHO: COBRANÇA UTILIZANDO CÓDIGO DE BARRAS: CARTA E SMS TORPEDO TÍTULO DO TRABALHO: COBRANÇA UTILIZANDO CÓDIGO DE BARRAS: CARTA E SMS TORPEDO Tema: Gestão Comercial - Comunicação com clientes Autores: ADRIANO GONÇALVES DE SOUZA JÚNIOR LUIZ CLÁUDIO TEIXEIRA NUNES BRUNO

Leia mais

ROTINA DE COBRANÇA DE DÉBITOS DA AFRESP (Aprovada pela Portaria AFRESP nº 12/2013)

ROTINA DE COBRANÇA DE DÉBITOS DA AFRESP (Aprovada pela Portaria AFRESP nº 12/2013) ROTINA DE COBRANÇA DE DÉBITOS DA AFRESP (Aprovada pela Portaria AFRESP nº 12/2013) 1. O "Cadastro de Inadimplentes da AFRESP" (Cadin-AFRESP), criado pela Portaria AFRESP nº 12/2013, na Tesouraria da AFRESP,

Leia mais

Breves Considerações sobre o Superendividamento

Breves Considerações sobre o Superendividamento 116 Breves Considerações sobre o Superendividamento Luiz Eduardo de Castro Neves 1 O empréstimo de valores é realizado com a cobrança de juros, de forma a permitir uma remuneração pelo valor emprestado.

Leia mais

AUDITORIA GOVERNAMENTAL. Maio de 2013 Sandra Maria de Carvalho Campos

AUDITORIA GOVERNAMENTAL. Maio de 2013 Sandra Maria de Carvalho Campos AUDITORIA GOVERNAMENTAL Maio de 2013 Sandra Maria de Carvalho Campos KPMG no Mundo A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory presente

Leia mais

ATIVAS DATA CENTER S.A. EXERCÍCIO DE 2014

ATIVAS DATA CENTER S.A. EXERCÍCIO DE 2014 ATIVAS DATA CENTER S.A. 1ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade de Agente

Leia mais