SUÍÇA. Indicadores sociodemográficos e estruturais. MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro 2014 SUÍÇA. Superficie > Km2

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1 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA SUÍÇA Indicadores sociodemográficos e estruturais Superficie > Km2 Dens. Populacional> 194 Hab/Km2 Reservas Externas> ^9 $ 1

2 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA Suíça/previsões económicas Unidade: taxa de crescimento PIB PIB Nominal Deflator do PIB Inflação (IPC) Investimento ( PIB) Poupança Nacional Bruta ( PIB) Dívida Pública ( PIB) Saldo Orçamental ( PIB) Balança Corrente (10^9 $) Balança Corrente ( PIB) População (10^6) População anos ( total) Taxa de Desemprego PIB PPP (10^9 $) PIB per capita PPP $ PIB per capita $ Exportações () Bens () Importações () Bens () Agricultura ( PIB) Indústria ( PIB) Serviços ( PIB) Esperança Vida à nascença (anos) Fonte : FMI (World Economic Outlook - outubro de ); Banco Mundial (restantes dados históricos sem previsões). 2

3 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA Principais Exportações de Bens () Código Descrição Valor (mm$) Peso () 54 Medicamentos e produtos farmacêuticos Aparelhos fotográficos, equipamentos de óptica e relógios Artigos manufaturados diversos Produtos químicos orgânicos Máquinas, aparelhos e equipamentos, e suas componentes elétricas Outros produtos Fonte: Nações Unidas. Principais Importações de Bens () Código Descrição Valor (mm$) Peso () 54 Medicamentos e produtos farmacêuticos Artigos manufaturados diversos Veículos rodoviários (incluindo veículos de sustentação por ar) Produtos químicos orgânicos Petróleo, produtos petrolíferos e materiais relacionados Outros produtos Fonte: Nações Unidas. Principais Parceiros Comerciais de Importações () Principais Parceiros Comerciais de Exportações () País Valor (mm$) Peso () País Valor (mm$) Peso () Alemanha Alemanha Itália EUA França Itália China França EUA Reino Unido Outros países Outros países Fonte: Nações Unidas. Fonte: Nações Unidas. Top 10 das Importações de Portugal da Suíça () Top 10 das Exportações de Portugal para a Suíça () Tipo de Produto Valor ( ) Produtos farmacêuticos e preparações farmacêuticas de base Share () TCMA () Tipo de Produto Valor ( ) Share () TCMA () Bebidas Produtos informáticos, electrónicos e ópticos Couro e produtos afins Equipamento eléctrico Artigos de vestuário Máquinas e equipamentos, n.e Produtos informáticos, electrónicos e ópticos Produtos químicos Equipamento eléctrico Produtos metálicos transformados, excepto máquinas e equipamento Produtos alimentares Produtos alimentares Artigos de borracha e de matérias plásticas Produtos diversos das industrias transformadoras Artigos de borracha e de matérias plásticas Produtos metálicos transformados, excepto máquinas e equipamento Produtos farmacêuticos e preparações farmacêuticas de base Produtos têxteis Produtos têxteis Fonte: INE. Fonte: INE. Peso da Suíça nas Importações de Portugal Peso da Suíça nas Exportações de Portugal Importações de Portugal deste país (milhares ) Exportações de Portugal para o país (milhares ) Importações totais de Portugal (milhares ) Exportações totais de Portugal (milhares ) Peso das importações do país () Peso das exportações para o país () Fonte: INE. Fonte: INE. 3

4 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA Conjuntura Abrandamento da economia em Suíça/ previsões económicas do Departamento de Estudos do Montepio PIB Inflação Taxa de Desemprego Balança Corrente ( PIB) Saldo Orçamental ( PIB) POLÍTICA Perspetivas favoráveis para a estabilidade política Desde a última eleição geral, em out- 11, a Suíça tem sido governada por uma coligação dos quatro principais partidos o Partido Social Democrata (SP), o Partido Radical Democrático-Liberal (FDP), o Partido Popular Suíço (SVP) e o Partido Democrata Cristão (CVP) e o menor Partido Democrático Conservador (BDP). O centrista (PS) e o esquerdista (FDP) detêm a maioria no Conselho Federal (o Governo), com dois assentos cada. Os restantes três partidos têm um assento cada. Não há discricionariedade sobre o momento da realização das próximas eleições gerais e a próxima será realizada em out-15. Alterações ao elenco governamental resultariam apenas da saída de atuais ministros, o que, de momento, parece improvável. O Presidente é eleito anualmente a partir do Governo de 7 membros. Em 1 de janeiro de, o Ministro da Defesa, Ueli Maurer (SVP), sucedeu ao Ministro dos Negócios Estrangeiros, Didier Burkhalter (FDP), como Presidente. RELAÇÕES INTERNACIONAIS Esclarecer a natureza da relação da Suíça com a União Europeia (UE) na sequência do referendo de imigração de fevereiro tornou-se uma prioridade evidente. Atualmente, a relação é baseada numa série de acordos sobre questões específicas. A UE gostaria de ter uma estrutura mais robusta e mais simples de cooperação, em que a Suíça adotaria automaticamente o direito da UE e estaria sujeita a um sistema de arbitragem de eventuais disputas, semelhante à relação da UE com os países do Espaço Económico Europeu (EEE). Este nível de maior integração é inaceitável para a maioria da opinião política suíça, que quer manter influência na legislação sobre questões específicas. ATIVIDADE As condições monetárias têm-se mostrado favoráveis na Suíça, em consequência do aumento da aversão ao risco por parte dos investidores estrangeiros. As autoridades têm estado atentas quanto ao impacto dos fluxos de capitais, com o Banco Nacional Suíço (SNB, o banco central) a colocar mesmo em prática um teto para a taxa de câmbio EUR/CHF em, com vista a monitorizar também a evolução do nível de preços na economia. Ainda assim, se fosse somente a formação bruta de capital fixo (FBCF) a impulsionar a recuperação na Suíça, o PIB teria crescido apenas 0.3 desde. Em vez disso, o PIB ficou em 5.9 acima dos valores de. Excluindo a construção, a FBCF teria subtraído 0.5 do PIB nos últimos 5 anos. Assim, as empresas suíças não parecem ter utilizado de forma intensiva as condições financeiras mais favoráveis para investir e modernizar o seu stock de capital. Isto é ainda mais premente porque a questão da competitividade do país não está em causa apenas devido à apreciação da taxa de câmbio nominal, mas também por causa do baixo crescimento da produtividade do trabalho. Além disso, não só o contributo da FBCF tem sido bastante limitada, como o valor das fusões e aquisições não parece estar muito impulsionado pelas condições financeiras comparativamente a uma Zona Euro em crise. Exceto durante a crise financeira de e, quando os volumes caíram menos na Suíça do que no resto da Europa, parece existir apenas um aumento limitado no valor de fusões e aquisições comparativamente aos demais países europeus. Portanto, o lado da oferta na economia suíça não parece acompanhar 4

5 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA o lado da procura. Mesmo quando confrontado com questões de competitividade, as empresas suíças parecem ser menos sensíveis às condições financeiras menos restritivas comparativamente aos consumidores, na dupla vertente de crédito ao consumo e crédito à habitação. Esta observação também é importante para interpretar as estimativas para o crescimento potencial. Algumas previsões parecem sugerir quase uma duplicação do potencial de crescimento em relação ao que se observava há uma década atrás. Algo que poderá ser excessivamente otimista dado a necessidade de reformas estruturais, limites sobre a emigração e a reação às condições financeiras mais facilitadas. Apesar de tudo a economia suíça tem sido surpreendentemente resistente em face da fraca procura global e de uma forte taxa de câmbio (ainda que com um pegg face ao Euro). A procura interna, especialmente o consumo privado, apoiou a economia ao longo de /13 e é provável que se mantenha razoavelmente sólida ao longo dos próximos anos. No entanto, a exceção notável a esta tendência deverá ser justamente este ano, atendendo aos fracos dados do consumo durante o 1º semestre. Depois da desaceleração em, o crescimento do PIB acelerou em para uma expansão anual de 2.0, contrastando com a recessão observada na Zona Euro. Em cadeia, a economia cresceu 0.5 no 4ºT, 0.4 no 1ºT e somente 0.2 no 2ºT, com este baixo crescimento a estar associado a um fraco desempenho da procura interna. Em, o crescimento deverá desacelerar ligeiramente. A economia suíça ainda está em boa forma, não obstante a competitividade deteriorada, o baixo crescimento da produtividade (do trabalho e do capital) e as condições monetárias que têm estado abaixo do nível de equilíbrio durante vários anos. Os nichos de mercado que protegeram parcialmente os exportadores suíços da pior crise internacional dos últimos anos também irão ajudar a economia suíça à medida que a procura externa for acelerando. Além disso, uma normalização das condições financeiras globais, e, portanto, uma diminuição da pressão para a apreciação do franco suíço, beneficiaria os exportadores que enfrentam uma maior elasticidade da procura externa. Uma menor pressão ascendente não só iria fornecer um suporte adicional para a balança comercial por meio das exportações, mas também através do seu impacto sobre as importações. Apontamos para um crescimento de 1.6 em e um crescimento médio de 1.9 em /19, impulsionado pela recuperação do crescimento das exportações e pela continuada força do consumo privado e da FBCF. De a, espera-se uma desaceleração modesta, para um crescimento médio de 1.9, com o contributo das exportações líquidas a abrandar INFLAÇÃO Espera-se que a inflação junto dos consumidores permaneça baixa durante todo o período da previsão, refletindo o impacto do elevado valor externo do franco suíço e dos preços da energia relativamente moderados (particularmente em franco suíços). Em out-13 terminou um período de deflação sustentada que durou 2 anos. Contudo, desde então a inflação tem-se mantido próxima de zero. Nos 8 primeiros meses deste ano, o nível de preços no consumidor encontrava-se cerca de 1 abaixo da média de, permitindo um aumento do poder de compra dos consumidores. Prevemos uma inflação média de 0.1 em, antes de acelerar gradualmente para 1.2 em Os preços no consumidor (de acordo com a medida nacional) caiu 0.1 em termos homólogos, em set-14, contra uma inflação de 0.1 registada em agosto. Numa base harmonizada da UE, a inflação foi nula em setembro, em comparação com um aumento de 0.1 no mês anterior. Esta queda homóloga de setembro nos preços contrasta com os crescimentos positivos (embora baixos) das leituras dos meses anteriores. O movimento em território de deflação é provável que seja pelo menos em parte atribuível a uma tendência ascendente no franco suíço observada desde o início de agosto. Além disso, a perspetiva económica vacilante na Suíça apresenta mais uma fonte de risco de deflação, como o SNB reconheceu recentemente. Uma análise mais detalhada dos dados de inflação nacional revela que os preços de energia tiveram um impacto substancial em setembro, com uma queda de 0.5 face ao mês anterior e de 1.7 em relação ao ano anterior. Por outro lado, as pressões ascendentes sobre os preços foram vistas em categorias como o vestuário e o calçado, juntamente com os alimentos frescos. Um efeito amortecedor significativo sobre os preços no consumidor que em setembro deverá ter vindo dos preços de importação. Apesar de alguma fraqueza no início de outubro, o franco suíço tem apresentando uma tendência de apreciação desde o início de, facto que afeta as pressões gerais de preços com um desfasamento. A moeda vacilou no início de outubro, mas isso pode ter ocorrido em resposta à clara mensagem do SNB que manteve a determinação em defender o teto para a moeda. Um exemplo foi a sua declaração de que outras medidas para evitar a apreciação da moeda, tais como as taxas de juro negativas, seriam potencialmente consideradas. No entanto, a fraqueza económica na Zona Euro, juntamente com contínuas tensões geopolíticas, continua a sugerir uma firmeza do franco suíço. 5

6 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA MERCADO LABORAL A taxa de desemprego subiu de 2.9 em para 3.2 em, devendo estabilizar este ano (de agosto a outubro a taxa de desemprego foi sempre de 3.2) e cair sensivelmente 0.1 p.p. ao ano até, ano em que se deverá situar em 2.8, um nível claramente abaixo do observado nas principias economias desenvolvidas. POLÍTICA ORÇAMENTAL Os responsáveis do país continuarão a focar a atenção na defesa do teto para a taxa de câmbio e em manter a estabilidade do setor bancário. O Governo afrouxou a política orçamental em e espera-se que continue a reformar as leis do trabalho e da segurança social para fornecer uma base mais sólida a médio prazo. É provável um aumento da idade de reforma para as mulheres de 64 para 65 anos e uma maior flexibilidade em torno da idade de reforma para ambos os sexos, bem como reformas da segurança social de forma a mudar o modo de financiamento dos sistemas e limitar o aumento dos custos com a saúde. A primeira etapa para a eliminação progressiva da energia nuclear irá concentrar-se na redução do consumo de energia, diminuindo a proporção de energia proveniente de combustíveis fósseis e reduzindo a energia nuclear em favor da produção de energias renováveis e na eficiência energética. As questões de política externa fora da agenda do Governo podem ser levantadas através dos referendos. Uma dessas questões foi a do salário mínimo. Os eleitores decidiram em maio pela não introdução de um salário mínimo nacional de 22 CHF por hora. O referendo tinha a oposição do Governo, que acredita que o aumento levaria a cortes de empregos, ameaçaria a existência de muitas pequenas empresas e reduziria a competitividade. O orçamento das administrações públicas manteve-se praticamente equilibrado em e, devendo-se registar um ligeiro excedente este ano (+0.3), bem como no horizonte /19. Este facto deverá conduzir a uma redução no rácio da dívida pública em relação ao PIB nos próximos anos. Didier Burkhalter Presidente da Confederação da Suíça POLÍTICA MONETÁRIA Na última avaliação trimestral das suas políticas, o SNB manteve o teto para a sua taxa de câmbio inalterado em 1.20 CHF/EUR, mantendo também a meta para a Libor a 3 meses do franco suíço no intervalo entre Para além do fortalecimento da moeda em curso, as perspetivas económicas (e o risco de deflação associada) tornaramse uma fonte de preocupação. Efetivamente, apesar de não ter alterado a política, houve uma notável mudança na linguagem do SNB, com as preocupações relativamente às perspetivas económicas na Suíça a intensificarem-se. Na verdade, o SNB manifestou surpresa com o grau de fraqueza do PIB real durante o 2ºT (-0.2 em termos anualizados). Isso fez com que revisse em baixa a sua previsão de crescimento do PIB para para um valor um pouco abaixo de 1.5, quando em junho apontava para cerca de 2.0. A nossa previsão do PIB para este ano situa-se em 1.6, esperando-se uma aceleração para 1.7 em. O SNB está também mais pessimista no que diz respeito às perspetivas de crescimento global, especialmente para a Zona Euro e para as economias emergentes. As tensões geopolíticas, em particular, são vistas como um fator de risco para as perspetivas económicas globais. Com essas preocupações em mente, o SNB agora considera que o risco de deflação na Suíça aumentou ainda mais. Conforme as suas últimas projeções, a inflação deverá continuar a ser bastante reduzida, tanto em (+0.1), como em (+0.2), seguido por uma modesta aceleração para 0.5 em, a qual, comparativamente à previsão de junho, foi significativamente revista em baixa (em 0.4 p.p.). O SNB está preocupado com a inflação, que já está tão perto de zero, fazendo com que exista um risco de que uma espiral de deflação se desenvolva (i.e., uma situação em que os consumidores adiam as compras de bens e serviços, na esperança de que os preços vão cair ainda mais). A maior incerteza geopolítica e as perspetivas de crescimento mundial mais fracos tradicionalmente aumentam a procura pelo franco suíço, que é frequentemente visto como um "porto seguro" das moedas. Com efeito, o franco suíço apreciou nas últimas semanas e, atualmente, está perto do limiar de 1.20 CHF/EUR. Neste contexto, o SNB realçou na sua última avaliação monetária que vai "continuar a fazer cumprir a taxa mínima de câmbio com maior determinação". 6

7 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA CONTAS EXTERNAS Até agosto, as exportações de bens cresceram 2.8 face ao período homólogo, sendo que unicamente em agosto o avanço foi de 0.5, em desaceleração face aos 5.2 de julho. A balança comercial da Suíça exibe sistematicamente excedentes, o que, associado aos igualmente sistemáticos excedentes da balança de rendimentos, implica elevados excedentes da balança corrente. POLÍTICA CAMBIAL A decisão do SNB no final de de definir um teto para a taxa de câmbio em 1.20 CHF/EUR continua a dominar os movimentos do franco suíço. O apetite dos investidores pelo franco enquanto um ativo de refúgio não mostra sinais de mudar significativamente já que têm persistido as preocupações com os riscos para a prevista recuperação económica global. No entanto, em, esperamos que o franco suíço aprecie modestamente para um nível médio de 1.22 CHF/EUR, após 1.23 CHF/EUR em. Depois de ter fechado em CHF/EUR, o franco suíço tem vindo a apresentar uma tendência de apreciação ao longo de, encontrando-se atualmente (10-out) em CHF/EUR, mas depois de no final De acordo comos dados do SNB, o superavit da balança corrente aumentou de 6.7 do PIB em para 11.2 do PIB em e subiu ainda mais acentuadamente em, para 16.0 do PIB. Em o excedente deverá cair para 12.7, devendo fazer uma média de 12.2 no horizonte /16 e de para uma média de 10.6 de a. de setembro ter estado em mínimos desde dez-12 e, nos CHF/EUR, já bastante próximo do teto de 1.20 definido pelo SNB. A ligeira depreciação da moeda observada neste início de outubro deverá, de resto, ter estado à referida clara mensagem do SNB de determinação em defender o teto para a moeda. Se a recuperação na Zona Euro e nos EUA continuar, a procura pelo franco suíço enquanto porto seguro deverá aliviar. Assim, espera-se um alívio gradual do valor externo da moeda durante os anos seguintes, podendo situar-se em 1.26 CHF/EUR no horizonte /18. Esta previsão está sujeita ao risco de renovada turbulência global e de uma possibilidade de um Em o excedente corrente cifou-se 16.0, devendo cair até, mas ficar ainda acima dos 10 ataque especulativo contra o bemsucedido teto do SNB. Espera-se um alívio gradual do valor externo da moeda durante os anos seguintes, podendo situar-se em 1.26 CHF/EUR em 7

8 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA Índice de Liberdade Económica - The Heritage Foundation A Suíça é a 4ª economia mais livre em A pontuação da Suíça ao nível da liberdade económica é de 81.6 pontos, correspondendo à 4ª economia mais livre dos países que compõem o índice em. Trata-se de um resultado que fica 0.6 pontos acima do observado no ano anterior, refletindo melhorias na liberdade de comércio e na liberdade de gestão das finanças públicas, que foram ENQUADRAMENTO O sistema de governo federal da Suíça dispersa amplamente o poder e a autoridade executiva é exercida coletivamente pelo Conselho Federal de 7 membros. A Suíça tem uma longa tradição de abertura ao mundo, mas guarda zelosamente a sua independência e neutralidade. Aderiu à ONU apenas em 2002, tendo sido parcialmente contrabalançadas pelas descidas na liberdade monetária e na liberdade laboral. A Suíça está em 1º lugar entre os 43 países da Europa e a sua pontuação excede as médias regional e mundial. A Suíça integrou o índice de liberdade económica em 1996 e desde então a sua pontuação subiu 4.8 pontos. A melhoria da classificação em 6 das 10 liberdades económicas, liderados por uma boa gestão dos gastos públicos e melhorias notáveis na área de abertura do mercado, medidas através da liberdade de comércio e da liberdade financeira, permitiram à Suíça avançar para um estatuto de economia derrotada por uma ampla margem dos referendos sobre a adesão à UE. Também a integração no Espaço Económica Europeu (EEE) foi rejeitada por referendo em A Suíça é um dos países mais ricos do mundo e mais favoráveis ao investimento, possuindo uma indústria de serviços financeiros bem desenvolvida. Além de bancos, a "livre" em. Tal como está refletido no constante aumento da sua liberdade económica ao longo dos 19 anos no índice, a forte competitividade da Suíça tem vindo a ser construída com base na flexibilidade e na abertura. O bom ambiente regulatório estimula as atividades empreendedoras e a inovação. A legislação bancária e as práticas de crédito são prudentes e sensatas. O sistema judicial, independente e livre de corrupção, fornece uma forte proteção aos direitos de propriedade. economia baseia-se fortemente na fabricação de produtos de precisão (nomeadamente relógios), metais, produtos farmacêuticos, produtos químicos e eletrónicos. O crescimento económico foi sólido, embora lento em. A taxa de desemprego foi de 3.1 em e. ESTADO DE DIREITO Em, o Governo ampliou as leis anticorrupção, fazendo do suborno quase sempre uma ofensa criminal. A proteção dos direitos de propriedade está fortemente reforçada e está institucionalizado em toda a economia um sistema judicial independente e justo. As leis comerciais e de falência são aplicadas de forma consistente e eficiente. Os direitos de propriedade intelectual são respeitados e a aplicação é consistente com os padrões mundiais. EFICÁCIA DA REGULAÇÃO O enquadramento regulatório eficiente facilita fortemente a atividade empresarial, permitindo a criação de novos negócios e uma boa dinâmica empresarial. O Governo geralmente tem uma abordagem não intervencionista em setores dominados pelas pequenas empresas. A regulamentação geral do trabalho é relativamente flexível e os custos não-salariais de contratação de um trabalhador são moderados. Proporcionalmente, a Suíça tem um dos mais generosos sistemas de subsídios à agricultura do mundo. INTERVENÇÃO DO GOVERNO O regime fiscal da Suíça continua a ser mais oneroso ao nível cantonal do que a nível federal. A taxa de IRS federal máxima é de 11.5, podendo a taxa de imposto combinada chegar a A taxa de IRC federal é de 8.5, mas combinada com os impostos cantonais pode chegar a 24. A carga fiscal global corresponde a 28.5 do PIB. Os gastos do governo representam 33.8 da economia. A Suíça tem uma tarifa alfandegária média de 0. No entanto, algumas barreiras não-tarifárias impedem as importações agrícolas. O investimento estrangeiro não é blindado e o Governo geralmente trata os investidores estrangeiros e nacionais de forma igual. Com um dos principais centros financeiros mundiais, o setor financeiro altamente desenvolvido fornece uma ampla gama de instrumentos de financiamento para os investidores estrangeiros e nacionais. Apesar do ambiente externo desafiador, os bancos permanecem bem capitalizados. ABERTURA ECONÓMICA 8

9 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA Indicadores de Risco Rating Heritage Foundation \ Overall Score Property Rights Country's Score Over Time Freedom from Corruption Government spending Fiscal Freedom Business Freedom Labor Freedom Monetary Freedom Trade Freedom Investment Freedom Financial Freedom Fonte: The Heritage Foundation. Country Comparisons Rating EIU (The Economist Inteligence Unit) SCORE Country Risk AA AA Sovereign* AA AA Currency* A A Economic AA AA Political AAA AA Banking* A AA Fonte: EIU. Nota (*): Utilizado na contrução do "Country Risk". Moody's S&P Fitch Aaa AAAu AAA 9

10 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA Chart Book 4 Sw itzerland - GDP Grow th $ 90,000 Sw itzerland Per Capita GDP 25 Sw itzerland Investment ( GDP) ,000 80,000 75, , ,000 60,000 55, , Source: IMF (October ) GDP Growth () Source: IMF (October ) Per Capita GDP Source: IMF (October ) GDP Sw itzerland Gross National Saving ( GDP) Dados não disponíveis no WEO oct/ 18 Sw itzerland Current Account ( GDP) 2.5 Sw itzerland Inflation Rate Source: IMF (October ) GDP Source: IMF (October ) Inflation Rate 4.0 Sw itzerland Unemployment Rate 75 Sw itzerland Public Debt ( GDP) 2.0 Sw itzerland Budget Balance ( GDP) Source: IMF (October ) Unemployment Rate Source: IMF (October ) GDP Source: IMF (October ) GDP Sw itzerland - Population 10^ Sw itzerland - Exports Grow th 10 Sw itzerland - Imports Grow th Source: IMF (October ) Population Growth Rate () Source: IMF (October ) Exports Growth () Source: IMF (October ) Imports Growth () 10

11 MONTEPIO l Departamento de Estudos // outubro SUÍÇA DEPARTAMENTO DE ESTUDOS Rui Bernardes Serra Chief Economist José Miguel Moreira Senior Economist Margarida Filipe Junior Economist Artur Patrício Junior Economist APOIO À INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS Florbela Cunha Head of Unit Rita Marques Trade Finance Luis Carvalho Africa Business Carla Marques Mendes International Business Advisor Alexandra Neves International Business Advisor Advertência Este documento foi elaborado pelo Departamento de Estudos da Caixa Económica Montepio Geral e é disponibilizado com intuito e para fins exclusivamente informativos. Todos os dados, análises e considerações nele contidas estão simplesmente baseadas no que estimamos ser as melhores informações disponíveis, recolhidas a partir de fontes oficiais e outras consideradas credíveis, não assumindo, todavia, qualquer responsabilidade por erros, omissões ou inexatidões das mesmas. As opiniões e previsões expressas refletem somente a perspetiva e os pontos de vista dos autores na data da sua elaboração, podendo ser livremente modificadas a todo o tempo e sem aviso prévio. Neste contexto, o presente documento não pode, em circunstância alguma, ser entendido como convite ao investimento, seja de que natureza for, nem como proposta ou oferta de negócio de qualquer tipo. Qualquer decisão de investimento deve ser devidamente ponderada, fundamentada na análise crítica, pelo investidor, de toda a informação publicamente disponível sobre os ativos a que respeita, suas características e adequação ao perfil de risco assumido, e devem ter em conta todos os documentos emitidos ao abrigo da regulamentação das entidades de supervisão, nomeadamente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Nem o Montepio, na qualidade de emitente do documento, nem nenhuma entidade sua dominante ou dominada ou qualquer outra integrante do Grupo Montepio em que se insere, pode, consequentemente, ser responsabilizada por eventuais perdas ou prejuízos decorrentes de decisões de investimento que, quem quer que seja, tenha tomado, mesmo que por levar em conta elementos constantes deste documento. Por outro lado, uma vez que este documento não contempla qualquer tipo de informação privilegiada ou reservada, nem constitui nenhum conselho ou convite ao investimento, as empresas do Grupo Montepio mantêm o direito de, nos limites da lei, transacionar ou não, ocasional ou regularmente, qualquer ativo direta ou indiretamente relacionado com o âmbito deste relatório. O relatório pode ser reproduzido, desde que seja citada a fonte. 11

Unidade: taxa de crescimento % 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020

Unidade: taxa de crescimento % 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Superfície 11 56 Km 2 Densidade Populacional 193 Hab/Km 2 Reserv as Ex ternas 3,521 1^9 $ MONTEPIO Departamento de Estudos // junho QATAR Previsões económicas e indicadores sociais e demográficos Unidade:

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