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1 FisioterapiaB r a s i l Ano 12 - n o 1 P h y s i c a l T h e r a p y B r a z i l Janeiro / Fevereiro de 2011 Watsu Tratamento da fibromialgia Saúde da mulher Perdas urinárias e atendimento hospitalar ISSN Trabalho Sintomas musculoesqueléticos em auxiliares de enfermagem Pilates Efeito no movimento e equilíbrio em idosos Prematuros Avaliação da dor durante estimulação sensório-motora Cardiorrespiratório DPOC e modulação metabólica

2 FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA AFB AFB FLORIANÓPOLIS FLORIANÓPOLIS ACESSE ACESSEOOSITE SITEE E CONFIRA CONFIRAOOPRAZO PRAZO PARA PARAENVIO ENVIODE DE TEMAS TEMASLIVRES. LIVRES. Categorias Categorias Associados Associados AFBAFB 01/08/11 AtéAté 30/09/11 AtéAté 01/08/11 30/09/11 R$ 330,00 R$ 365,00 R$ 330,00 R$ 365,00 470,00 505,00 R$ R$ 470,00 R$R$ 505,00 associados NãoNão associados Estudante Graduação R$ R$ 275,00 Estudante de de Graduação 275,00 Outros profissionais R$ 490,00 Outros profissionais R$ 490,00 305,00 R$R$ 305,00 R$ 520,00 R$ 520,00 Curso (inscrito) Curso (inscrito) Só curso (não inscrito) Só curso (não inscrito) 150,00 R$R$ 150,00 R$ 500,00 R$ 500,00 Realização Realização 120,00 R$ R$ 120,00 R$ 450,00 R$ 450,00 Apoio Apoio evento NoNo evento R$ 400,00 R$ 400,00 540,00 R$R$ 540,00 340,00 R$R$ 340,00 A cada grupodede10 10 cada grupo 560,00 A inscrições R$R$ 560,00 pagasa a inscrições pagas 11ªserá será gratuita. 180,00 11ª gratuita. R$R$ 180,00 Cerimônia Cerimônia deabertura Abertura de! BALLETBOLSHOI BOLSHOI BALLET 550,00 R$R$ 550,00 Secretaria Executiva Secretaria Executiva Tel.: (21) Tel.: (21) Apoio Apoio Conheça nossos outros apoiadores no site do evento. Conheça nossos outros apoiadores no site do evento. CREFITO10 CREFITO10 Urologia Grupo de reeducação perineal masculino Lipoaspiração Ultrassom e massoterapia em fibrose tecidual tardia Physical Therapy Brazil XIX XIXCongresso CongressoBrasileiro Brasileirode de FISIOTERAPIA: FISIOTERAPIA: DA DAESPECIALIDADE ESPECIALIDADE ÀÀINTEGRALIDADE INTEGRALIDADE ISSN Fisioterapia Centro Centro Sul Sul Brasil Ano 12 - no 2 Vem Vemaíaí Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 2 - Março/Abril de aa dedeoutubro outubro Março / Abril de anos Respiratório Distrofia muscular oculofaríngea Coluna Coluna torácica e função do ombro Coluna vertebral e postura em crianças Laserterapia Laser baixa potência na osteoartrose

3 FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA AFB AFB FLORIANÓPOLIS FLORIANÓPOLIS ACESSE ACESSEOOSITE SITEE E CONFIRA CONFIRAOOPRAZO PRAZO PARA PARAENVIO ENVIODE DE TEMAS TEMASLIVRES. LIVRES. Categorias Categorias Associados Associados AFBAFB 01/08/11 AtéAté 30/09/11 AtéAté 01/08/11 30/09/11 R$ 330,00 R$ 365,00 R$ 330,00 R$ 365,00 470,00 505,00 R$ R$ 470,00 R$R$ 505,00 associados NãoNão associados Estudante Graduação R$ R$ 275,00 Estudante de de Graduação 275,00 Outros profissionais R$ 490,00 Outros profissionais R$ 490,00 305,00 R$R$ 305,00 R$ 520,00 R$ 520,00 Curso (inscrito) Curso (inscrito) Só curso (não inscrito) Só curso (não inscrito) 150,00 R$R$ 150,00 R$ 500,00 R$ 500,00 Realização Realização 120,00 R$ R$ 120,00 R$ 450,00 R$ 450,00 Apoio Apoio evento NoNo evento R$ 400,00 R$ 400,00 540,00 R$R$ 540,00 340,00 R$R$ 340,00 A cada grupodede10 10 cada grupo 560,00 A inscrições R$R$ 560,00 pagasa a inscrições pagas 11ªserá serágratuita. gratuita. 180,00 11ª R$R$ 180,00 Cerimônia Cerimônia deabertura Abertura de! BALLETBOLSHOI BOLSHOI BALLET 550,00 R$R$ 550,00 SecretariaExecutiva Executiva Secretaria Tel.: (21) Tel.: (21) Apoio Apoio Conheça nossos outros apoiadores no site do evento. Conheça nossos outros apoiadores no site do evento. CREFITO10 CREFITO10 Ginecologia Incontinência urinária e prolapso genital Dermato Própolis e lesões induzidas pela radiação UVB Physical Therapy Brazil XIX XIXCongresso CongressoBrasileiro Brasileirode de FISIOTERAPIA: FISIOTERAPIA: DA DAESPECIALIDADE ESPECIALIDADE ÀÀINTEGRALIDADE INTEGRALIDADE ISSN Fisioterapia Centro Centro Sul Sul Brasil Ano 12 - no 3 Vem Vemaíaí Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 3 - Maio/Junho de aa dedeoutubro outubro Maio / Junho de anos Respiratório Exercício físico e DPOC Índice de desmame Ferrari-Tadini Lombalgia Fortalecimento dos extensores do tronco Core Training Temporomandibular Corrente interferencial e tensão muscular

4 FisioterapiaB r a s i l Ano 12 - n o 4 P h y s i c a l T h e r a p y B r a z i l Neurologia Ansiedade e equilíbrio postural Julho / Agosto de 2011 Trabalho Cinesioterapia laboral em indústria do vestuário Lombalgia Pilates e lombalgia Ativação do transverso do abdome em puérperas Traumato Lesões em árbitros de futebol Amputação transtibial unilateral e protetização Reconstrução do ligamento cruzado anterior Acupuntura Fibromialgia e serotonina ISSN anos

5 FisioterapiaB r a s i l Ano 12 - n o 5 P h y s i c a l T h e r a p y B r a z i l Setembro / Outubro de 2011 Envelhecimento Função cognitiva e capacidade funcional em idosos ISSN Incontinência urinária Ginática hipopressiva e propriocepção do assoalho pélvico Esporte Lesões musculoesqueléticas em karatê Neurologia Cicloergometria e hemiparesia Funcionalidade de pacientes hemiparéticos História Evolução da fisioterapia 13 anos

6 FisioterapiaB r a s i l Ano 12 - n o 6 P h y s i c a l T h e r a p y B r a z i l Novembro / Dezembro de 2011 ISSN Cardiorrespiratório Condicionamento físico e doença arterial obstrutiva periférica Fumo passivo e sintomas respiratórios em crianças Esporte Prevalência dos tipos de pés de praticantes de ballet clássico Neurologia Postura e equilíbrio na síndrome de Down Desenvolvimento motor de crianças em uma creche de Teresina/PI Equoterapia e trauma raquimedular Saúde pública Qualidade de vida dos idosos e benefícios da fisioterapia nas UBS Assistência fisioterapêutica em dependentes químicos 13 anos

7 Fisioterapia Brasil P h y s i c a l T h e r a p y B r a z i l (vol. 12, nº 1 janeiro/fevereiro ~80) EDITORIAL Mais trabalhos, mais qualidade, Jean-Louis Peytavin... 3 ARTIGOS ORIGINAIS Os benefícios do Watsu no tratamento da dor crônica e qualidade de vida de pacientes fibromiálgicos, Alexandre Pinkalsky, Patricia Aparecida Teixeira Thuler, Guilherme Carlos Brech, Márcia Cristina Bauer Cunha... 4 Qualidade de vida em mulheres climatéricas com e sem perdas urinárias atendidas nas redes pública e privada de saúde, Fabiana Flores Sperandio, Elis Marina Gonçalves Bertholdi, Cínara Sacomori, Fernando Luis Cardoso... 9 Percepção da satisfação ao atendimento fisioterapêutico dos usuários cadastrados nas Unidades Básicas da Estratégia Saúde da Família do município de Muritiba/BA, Rafaela Silva Rodrigues, Gleice Silva de Araújo Muniz, Eliane Cristina de Alvarenga Melo, Patrícia de Paiva Frequência e fatores associados dos sintomas musculoesqueléticos em auxiliares de enfermagem, Rittche Pires Santos, Everaldo Nery de Andrade Imobilização do tornozelo de ratos: estudo histológico da extremidade distal da tíbia, Sônia Maria Marques Gomes Bertolini, Priscila Daniele de Oliveira, Deisy Carla Cararo Avaliação da mobilidade da coluna lombar após aplicação do isostretching, Ana Carolina Brandt de Macedo, Arlete Ana Motter, Soraya Kirschen Efeito do método Pilates na qualidade dos movimentos da marcha e no equilíbrio de idosos, Milson Carvalho Quadros Júnior, Adesilda Maria Silva Pestana, Maria Isabel Schinoni Avaliação da dor durante estimulação sensório-motora em RN prematuros, Antonia Mariela Aguirre Guedes, Viviane Martins Santos, Francisca Tavares do Nascimento RELATOS DE CASO Fisioterapia em lesão de ligamento cruzado anterior com ênfase no tratamento pós-operatório, Karize Tanita Martins de Souza, Ricardo Alexandre Tribioli O efeito da radiofrequência em fibrose pós-lipoaspiração abdominal, Flávia Maria Pirola, Cristina Zotarelli Battiston, Helena Hanna Khalil Dib Giusti REVISÕES A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e suas contribuições para a fisioterapia, João Marcos Bernardes, Altair Argentino Pereira Júnior Modulação metabólica pelo exercício e manejo de recursos ergogênicos na doença pulmonar obstrutiva crônica, Flavio Ignacio Bachini, Adriana Bassini, Luiz-Claudio Cameron NORMAS DE PUBLICAÇÃO EVENTOS... 76

8 2 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 Fisioterapia Brasil Editor Marco Antônio Guimarães da Silva (UFRRJ Rio de Janeiro) Conselho científico Abrahão Fontes Baptista (Universidade Federal da Bahia BA) Anamaria Siriani de Oliveira (USP Ribeirão Preto) Dirceu Costa (Uninove São Paulo) Elaine Guirro (Unimep São Paulo) Espiridião Elias Aquim (Universidade Tuiuti Paraná) Fátima Aparecida Caromano (USP São Paulo) Guillermo Scaglione (Universidade de Buenos Aires UBA Argentina) Hugo Izarn (Universidade Nacional Gral de San Martin Argentina) Jamilson Brasileiro (UFRN) João Carlos Ferrari Corrêa (Uninove São Paulo) Jones Eduardo Agne (Universidade Federal de Santa Maria Rio Grande do Sul) José Alexandre Bachur (Universidade Católica de Petrópolis RJ, Universidade de Franca -SP) José Rubens Rebelatto (UFSCAR São Paulo) Lisiane Tuon (Universidade do Extreme Sul Catarinense UNESC) Marcus Vinícius de Mello Pinto (Universidade Católica de Petrópolis RJ) Margareta Nordin (Universidade de New-York NYU Estados Unidos) Mario Antônio Baraúna (Universidade do Triângulo Mineiro UNIT Minas Gerais) Mario Bernardo Filho (UERJ RJ) Neide Gomes Lucena (UFPB) Nivaldo Antonio Parizotto (UFSCAR São Paulo) Norberto Peña (Universidade Federal da Bahia UFBA Bahia) Roberto Sotto (Universidade de Buenos Aires UBA Argentina) Victor Hugo Bastos (UFVJM Diamantina MG) Grupo de assessores Antonio Coppi Navarro (Gama Filho São Paulo) Antonio Neme Khoury (HGI Rio de Janeiro) Carlos Bruno Reis Pinheiro (Rio de Janeiro) João Santos Pereira (UERJ Rio de Janeiro) José Roberto Prado Junior (Rio de Janeiro) Lisiane Fabris (UNESC Santa Catarina) Jorge Tamaki (PUC Paraná) Marisa Moraes Regenga (São Paulo) Luci Fabiane Scheffer Moraes (Univ. do Sul de Santa Catarina) Philippe E. Souchard (Instituto Philippe Souchard) Solange Canavarro Ferreira (HFAG Rio de Janeiro) Revista Indexada na LILACS - Literatura Latinoamericana e do Caribe em Ciências da Saúde, CINAHL, LATINDEX Abreviação para citação: Fisioter Bras Atlântica Editora e Shalon Representações Praça Ramos de Azevedo, 206/1910 Centro São Paulo SP Atendimento (11) / Assinatura 1 ano (6 edições ao ano): R$ 240,00 Diretor Antonio Carlos Mello Editor executivo Dr. Jean-Louis Peytavin Editor assistente Guillermina Arias Direção de arte Cristiana Ribas Todo o material a ser publicado deve ser enviado para o seguinte endereço de I.P. (Informação publicitária): As informações são de responsabilidade dos anunciantes. ATMC - Atlântica Editora Ltda - Nenhuma parte dessa publicação pode ser reproduzida, arquivada ou distribuída por qualquer meio, eletrônico, mecânico, fotocópia ou outro, sem a permissão escrita do proprietário do copyright, Atlântica Editora. O editor não assume qualquer responsabilidade por eventual prejuízo a pessoas ou propriedades ligado à confiabilidade dos produtos, métodos, instruções ou idéias expostos no material publicado. Apesar de todo o material publicitário estar em conformidade com os padrões de ética da saúde, sua inserção na revista não é uma garantia ou endosso da qualidade ou do valor do produto ou das asserções de seu fabricante.

9 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de Editorial Mais trabalhos, mais qualidade Jean-Louis Peytavin Para a primeira edição de 2012 (e o 12º ano de existência da revista), propomos a nossos leitores e assinantes um conjunto de artigos originais e revisões, representativo da atualidade da pesquisa brasileira em fisioterapia. Do lado dos tratamentos, publicamos vários resultados de trabalhos sobre o método de reabilitação aquática Watsu na fibromialgia (Guilherme Carlos Brech e equipe), do isostretching no movimento da coluna lombar (Ana Carolina Brandt de Macedo e equipe), e do Pilates na melhoria da marcha e do equilíbrio dos idosos (Milson Carvalho Quadros Júnior e equipe). Já publicamos nas edições anteriores vários artigos sobre o método Pilates, sempre carente de estudos científicos. Outra especialidade da fisioterapia bastante frequente em nossas páginas é a da saúde da mulher, hoje com um estudo de Fabiana Flores Sperandio e equipe (Udesc, Florianópolis) sobre a importância da incontinência urinária na climatério e sua relação com os fatores sócio-econômicos. Este trabalho mostra a importância e a complexidade dos fatores a ser considerados para melhorar a qualidade de vida das mulheres, dentre os quais os autores sugerem a presença de fisioterapeutas especializados na prevenção e no tratamento das disfunções uro-ginecologicas no atendimento hospitalar. Na mesma ordem de idéias, um trabalho realizado por Rafaela Silva Rodrigues e uma equipe da Bahia mostra a importância da inserção de fisioterapeutas nas Unidades Básicas da Estratégia Saúde da Família. Enfim, destacamos a revisão de LC Cameron, Adriana Bassini e sua equipe da UniRio, sobre a fisiopatologia da doença pulmonar obstrutiva crônica, e, consequentemente, a compreensão da utilização dos recursos da atividade física e dos complementos nutricionais nesta doença crônica. Estes trabalhos são apenas alguns dos que podem encontrar nesta edição. Cada ano tentamos aumentar o número de artigos publicados e agilizar o procedimento editorial para reduzir o tempo de espera entre o recebimento e a publicação. Em média, o tempo de espera diminuiu para 4 a 6 meses, e esperamos, em um futuro próximo, melhorar este resultado pela utilização de procedimentos de avaliação online. Erratum Na edição de novembro/dezembro de 2010, substituímos a Figura 1 do artigo Método Pilates: uma introdução ao seu entendimento cinesiológico na página 451 por outra. Aqui a verdadeira figura. Desculpem-nos pelo erro. Figura 1 - Ilustração da tarefa. A fase 1 é caracterizada pelo movimento da posição inicial (fl exão) até o alvo (extensão); a fase 2 é caracterizada pela manutenção da postura no alvo (extensão) e a terceira fase é caracterizada pelo movimento de retorno à posição inicial (fl exão). Fase 1 Fase 2 Fase 3

10 4 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 Artigo original Os benefícios do Watsu no tratamento da dor crônica e qualidade de vida de pacientes fibromiálgicos The benefits of Watsu in the treatment of chronic pain and quality of life of patients with fibromyalgia Alexandre Pinkalsky, Ft.*, Patricia Aparecida Teixeira Thuler, Ft.*, Guilherme Carlos Brech, Ft., M.Sc.**, Márcia Cristina Bauer Cunha, Ft. D.Sc.*** *Universidade Ibirapuera, UNIb, São Paulo/SP, **Doutorando em Ciências pelo Departamento de Ortopedia e Traumatologia, FMUSP, São Paulo/SP, ***Coordenadora do Curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina do ABC, São Bernardo/SP Resumo Objetivo: Verificar os benefícios da técnica de reabilitação aquática Watsu no tratamento da dor crônica e na qualidade de vida de pacientes fibromiálgicos. Métodos: Neste estudo optou-se pelo método Watsu supondo que haveria diminuição da dor e aumento da mobilidade articular. O método foi aplicado em cinco mulheres com diagnóstico de fibromialgia provenientes da lista de espera da Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Ibirapuera em São Paulo. Foram realizadas cinco sessões de Watsu, uma vez por semana, em cada paciente. Para avaliar a qualidade de vida foram utilizados dois instrumentos: um específico, o Questionário sobre o Impacto da Fibromialgia (FIQ) e outro genérico, o WHOQOL-bref pré e pós-tratamento. Para avaliar a dor, a Escala Visual Analógica (EVA) antes e após cada sessão. Resultados: Os resultados mostraram que a técnica foi eficaz na diminuição da dor avaliada pela EVA e na melhora da qualidade de vida das pacientes. Conclusão: Os achados deste estudo sugerem que o Watsu pode ser utilizado com sucesso para diminuir a sintomatologia de pacientes fibromiálgicos. Palavras-chave: fibromialgia, hidroterapia, dor crônica, qualidade de vida. Abstract Objective: To identify the benefi ts of the technique Watsu aquatic therapy in the treatment of chronic pain and quality of life of patients with fibromyalgia. Methods: This study chose the Watsu method assuming that there would be a reduction in pain and an improvement in joint mobility. The method was applied in five women diagnosed with fibromyalgia from a waiting list of the Clinical School Physical Therapy of the University Ibirapuera in São Paulo. Each patient received five sessions of Watsu once a week. The quality of life was assessed by two instruments: a specific, the Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ) and other generic, the WHOQOL-bref before and after treatment. Pain was assessed with a Visual Analogue Scale (VAS) before and after each session. Results: The results showed that the technique was effective in reducing the pain described by VAS and improvement in their quality of life. Conclusion: The findings suggest that Watsu can be used successfully to reduce the symptoms of patients with fibromyalgia. Key-words: fibromyalgia, hydrotherapy, chronic pain, life quality. Recebido em 20 de maio de 2010; aceito em 25 de janeiro de Endereço para correspondência: Guilherme Carlos Brech,

11 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de Introdução A fi bromialgia é uma síndrome reumática não infl a- matória, de origem multifatorial, que afeta principalmente mulheres entre 30 e 60 anos de idade, sendo caracterizada pela presença de 11 dos 18 pontos de referência (tender points), localizados em diversas partes do corpo e que são extremamente dolorosos à palpação, frequentemente associada a distúrbios do sono, fadiga, rigidez matinal, dispnéia, incapacidade funcional, ansiedade e depressão [1-3]. Pacientes com fibromialgia apresentam diminuição da capacidade física devido à dor, originando um ciclo vicioso entre a inatividade e as limitações funcionais. Em alguns casos, o nível da dor é tão intenso que interfere no trabalho, nas atividades de vida diária (AVD) e na qualidade de vida. Comumente, os pacientes sentem-se muito irritados, pois sua dor é frequentemente agravada por estímulos físicos e psicológicos, tais como o frio, ruídos e estresse [1,4]. A fi bromialgia tem sido um desafi o profi ssional para muitos pesquisadores e clínicos. Poucas modalidades de tratamento tiveram sucesso em controlar os sintomas da fibromialgia. Entretanto, a reabilitação aquática parece oferecer estratégias para ajudar no tratamento de pacientes diagnosticados com fibromialgia [5]. Assim sendo, o exercício aquático terapêutico promove relaxamento e diminuição da dor. Uma das propriedades físicas da água, a flutuação, alivia o impacto nas articulações, facilita os movimentos e diminui o desconforto ao exercício [6]. Dentre as técnicas de reabilitação aquática destaca-se o Watsu, que surgiu da união dos efeitos terapêuticos e fisiológicos da água aquecida com a grande possibilidade de mobilizações do Zen Shiatsu. Water e Shiatsu foram as palavras escolhidas por Harold Dull, na década de 1980, para dar nome a um trabalho corporal poderoso, que agrega movimentos suaves, alongamentos e massagens aos princípios do Zen Shiatsu [7]. Watsu é um método constituído por alternância de posicionamentos do paciente e também do terapeuta. Em um fluxo constante de movimen tos simples e complexos, são realizadas massagens no rosto, nos pés e no trajeto dos meridianos (canais por onde circula a energia vital, segundo o Zen Shiatsu). A transição de um movimento para o outro acontece sem interrupções, por isso o movimento do terapeuta é de extrema importância na constituição de uma sessão, pois uma mecânica corporal adequada cria movimentos suaves e harmoniosos [8]. São diversos os benefícios proporcionados pelo Watsu nos sistema músculo esquelético, psicológico e respiratório [9]. Este estudo tem como objetivo verificar os benefícios da técnica de reabilitação aquática Watsu no tratamento da dor crônica e na qualidade de vida de pacientes fibromiálgicos. Material e métodos Foi realizada uma pesquisa experimental longitudinal com cinco pacientes do sexo feminino, com idade entre 50 e 68 anos com diagnóstico de fibromialgia provenientes da lista de espera da Clínica de Fisioterapia da Universidade Ibirapuera. O tratamento ocorreu durante o período de abril a novembro de 2008, com aprovação do Comitê de Ética (n 366/08) da Universidade Ibirapuera. Os critérios de inclusão foram: pacientes de ambos os sexos, que apresentassem o diagnóstico de fibromialgia, encaminhamento médico e atestado dermatológico para poder entrar na piscina da instituição. Os critérios de exclusão foram: pacientes que faltassem em mais que uma terapia sem justificativa, tivessem alguma contraindicação para a prática de hidroterapia, apresentassem algum déficit cognitivo ou neurológico, e estivessem praticando outra atividade em piscina terapêutica. O tratamento foi realizado na piscina terapêutica da Universidade Ibirapuera, aquecida a 34 graus Celsius, com profundidade de 115 cm. As sessões foram individuais, aplicadas pelo mesmo terapeuta. O ambiente na área da piscina estava silencioso e não havia outras pessoas no local, sendo essas características ideais, porque favorecem o total relaxamento dos pacientes. Foram realizadas cinco sessões de Watsu em cada paciente, sendo uma por semana, com duração de sessenta minutos cada, aplicando os seguintes movimentos, manobras e posturas: Na primeira posição: dança da respiração, balanço da respiração, liberando o quadril, movimentos livres, sanfona, sanfona rotativa, rotação da perna de dentro, rotação da perna de fora, tração e puxando o braço, infinito, sela aberta, sela fechada, tração no pescoço; Em fl utuação livre: pêndulo, oito, movimentos livres, deslizando os joelhos, ouvir o coração, onda do braço, quieto; Na posição embaixo da cabeça: balanço braço-perna, alongando o braço e antebraço, oito, abraçando o joelho, torção, algas I e II, onda do Hara, massageando a coluna, deslizando a cabeça; Na posição embaixo do ombro: balanço esterno-sacro e puxando pelo pé; Na posição embaixo do quadril: alongando a coluna e garçom, abraçando a coxa; Na posição na parede: quatro, abraço duplo, mãos no coração, polaridade nas orelhas e olhos. Critérios de avaliação Para avaliar a qualidade de vida foram utilizados dois instrumentos: um específico, o questionário sobre o impacto da fibromialgia (FIQ) e outro genérico, o WHOQOL-bref pré e pós-tratamento; para avaliar a dor, a escala visual analógica de dor (EVA) antes e após cada sessão. O questionário sobre o impacto da fibromialgia (FIQ) avalia questões relativas às atividades da vida diária (AVD). Quanto maior o score obtido, maior é o impacto da fibromialgia na qualidade vida do paciente. O questionário de qualidade de vida - WHOQOL-bref é composto de 26 questões com opções pré-definidas de res-

12 6 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 postas agrupadas em quatro domínios: aspecto físico, aspecto psicológico, relações pessoais e meio ambiente; sendo que para cada opção de resposta atribui-se um valor numérico de 1 (um) a 5 (cinco), quanto menor a pontuação obtida, maiores são as repercussões da patologia na qualidade de vida do indivíduo. A escala visual analógica de dor (EVA), consiste em uma linha de aproximadamente 10 cm onde 0 (zero) representa: nenhuma dor e 10 representa: dor máxima. O paciente então marca exatamente o ponto em que julga estar a sua dor naquele momento, essa escala proporciona uma medida quantitativa, após o paciente traçar a marca, é feita a medição, com uma régua em centímetros entre o início da linha e o ponto marcado pelo paciente, obtendo-se assim uma medida da intensidade da dor naquele momento. Análise estatística Os dados foram expostos nos planos tabular e gráfico. A normalidade dos dados foi verificada com o teste de Kolmogorov-Smirnov. A estatística descritiva constou do cálculo de média, desvio-padrão, mínimo e máximo para todos os dados contínuos e semi-contínuos com distribuição normal e também mediana. Os dados categóricos foram demonstrados através de frequência absoluta e relativa. Para avaliar se houve diferença pré e pós-tratamento das variáveis domínios em porcentagem do WHOQOL-bref e EVA, foi utilizado o teste t de Student para amostras dependentes. A variável EVA apresentou distribuição não-normal, entretanto, devido aos resultados apresentados, fica impossibilitada a utilização da estatística não-paramétrica (teste de Wilcoxon para este caso), portanto, utilizou-se o teste t de Student para amostras dependentes no intuito de obter-se o valor de p da comparação. Foi utilizado o teste não-paramétrico de Wilcoxon para avaliar as diferenças pré e pós-tratamento das variáveis: score (FIQ) e domínios do WHOQOL-bref. Também foi utilizado o mesmo teste estatístico para avaliar as diferenças na variável mediana da escala EVA entre o início e o final das sessões. Foi assumido valor de p 0,05 ( =5%) como estatisticamente significante. Gráfico 1 - Comparação da variável (EVA) pré e pós-tratamento (média e desvio-padrão). EVA Pré p = 0,0043* Avaliação Pós Gráfico 2 - Comparação do domínio aspecto físico do WHOQOLbref pré e pós-tratamento (mínimo, percentil 25%, mediana, percentil 75% e máximo). 30 WHOQOL-bref Pré Avaliação Gráfico 3 - Comparação do domínio relações pessoais do WHO- QOL-bref pré e pós-tratamento (mínimo, percentil 25%, mediana, percentil 75% e máximo). 15 Pós Resultados Após as cinco sessões de Watsu, todas as pacientes relataram significativa diminuição da dor (p = 0,0043). A pesquisa de qualidade de vida antes e após as terapias indicou melhora nos quatro domínios do WHOQOL-bref: aspecto físico, aspecto psicológico, relações pessoais e meio ambiente. Sendo que dois desses quatro domínios tiveram resultados estatisticamente significantes: o aspecto físico com p = 0,0033 e relações pessoais com p = 0,0123. WHOQOL-bref Pré Avaliação Pós

13 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de Após o tratamento houve uma diminuição no score do questionário sobre o impacto da fibromialgia (FIQ), porém não houve diferença estatisticamente significante. Gráfico 4 - Comparação do score do questionário (FIQ) pré e pós-tratamento (mínimo, percentil 25%, mediana, percentil 75% e máximo). 10 Score FIQ (média geral) Discussão Pré Avaliação A fibromialgia é uma condição que pode se desenvolver a partir de um mal preexistente ou coexistir com outra condição física, sendo a dor uma destas condições e a mais significativa. Os pacientes fibromiálgicos apresentam baixa tolerância aos exercícios físicos, relatando sensações subjetivas de fraqueza muscular e dor intensa, incapacidade de executar tarefas de vida diária, deteriorização da qualidade de vida, prejuízo evidente na vida profissional e piora do estado de saúde global, dados estes que foram observados em nossas pacientes [10]. Acredita-se amplamente que a dor tem um efeito profundo na qualidade de vida de uma pessoa. Não só a qualidade de vida é aclamada como uma das mais importantes formas de medida em saúde, como quando é utilizada nas pesquisas sobre dor [11]. A hidroterapia pode promover benefícios através dos efeitos fisiológicos da imersão do corpo ou parte dele, em meio aquático. Não deve ser somente um meio de alívio da dor, mas também de restauração da função e de estilos de vida funcionais, promovendo o bem estar e a qualidade de vida dos pacientes com essa síndrome, já que neste ambiente o paciente consegue realizar atividades sem aumentar a sua dor, proporcionando um grande bem estar físico e psíquico, melhorando a sua qualidade de vida [12]. Antes do tratamento com o Watsu, foi observado, por meio da escala visual analógica de dor (EVA), que 100% das pacientes apresentavam um quadro álgico com pontuação variando de 3 (três) a 8 (oito) (± 5,40). Após as cinco sessões, todas as pacientes relataram significativa diminuição da dor (p = 0,0043) (Gráfico 1). A avaliação da qualidade de vida, antes e após as terapias, indicou melhora nos quatro domínios do questionário Pós WHOQOL-bref, em dois desses domínios houve resultados estatisticamente significantes: o aspecto físico, no qual se encontram duas facetas importantes para nossa pesquisa: dor e desconforto, com p = 0,0033 (Gráfico 2) e relações pessoais com p = 0,0123 (Gráfico 3). No presente estudo, os dados sobre o impacto da fibromialgia nas atividades de vida diária (AVD), antes do início das terapias, mostram uma diminuição da qualidade de vida dessas pacientes demonstrado pelo alto índice do questionário sobre o impacto da fibromialgia (FIQ) (7,21 ± 1,21). Após o tratamento, o (FIQ) demonstrou que o método Watsu permitiu que as pacientes realizassem suas atividades, antes dificultadas pela sintomatologia dolorosa, rigidez e fadiga, FIQ (4,54 ± 1,67) (Gráfico 4), porém não houve diferença estatisticamente significante. A flutuação e a diminuição da força da gravidade tornam possível o movimento que seria doloroso e de difícil execução em solo. Segundo Cobb et al., a hidrocionesioterapia além de permitir relaxamento muscular pelo aquecimento da água, apresenta-se como um recurso que permite ao fibromiálgico evoluir na reabilitação aquática mais rapidamente do que no tratamento no solo [13]. Os achados evidenciados na presente pesquisa, foram confirmados em estudo realizado por Gimenes et al e Prescinotti et al. [14,15], uma vez que demonstraram que a hidrocinesioterapia promove uma redução significativa da dor nos pacientes com fibromialgia. Por meio de suas pesquisas com o uso do Watsu na fibromialgia, reforçaram o efeito do relaxamento na diminuição da dor referida previamente ao tratamento. A possibilidade de execução dentro da piscina, de movimentos difíceis de serem realizados pela paciente no solo, leva a melhora da autoconfiança e a uma adesão incondicional a terapia, observado pelo interesse das pacientes em relação ao tratamento e pelo índice zero de ausências, mesmo em condições climáticas desfavoráveis. Diante da falta de um protocolo específico para o tratamento da fibromialgia e dos poucos estudos nessa área, muito ainda deve ser pesquisado sobre a importância do Watsu no processo de recuperação dos fibromiálgicos. Sugerimos que sejam realizados novos estudos utilizando este método de tratamento, com maior número de participantes e terapias, para que possamos verificar sua real eficácia. Conclusão A técnica de reabilitação aquática Watsu mostrou-se eficaz na redução da sintomatologia e na melhora das atividades de vida diária, melhorando assim a qualidade de vida destas pacientes fibromiálgicas. Referências 1. Marques AP, Matsutani LA, Assumpção A, Cavalcante AB, Chalot SD, Lage LV, et al. A fisioterapia no tratamento de

14 8 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 pacientes com fibromialgia: uma revisão de literatura. Rev Bras Reumatol 2002;42(1): Martinez JE, Atra E, Ferraz MB, Silva PSB. Fibromialgia: aspectos clínicos e socioeconômicos. Rev Bras Reumatol 1992;32: Rocha MO, Oliveira RA, Oliveira J, Agnelli RM. Hidroterapia, pompage e alongamento no tratamento da fibromialgia: relato de caso. Fisioter Mov 2006;19(2): Guazelli A. Análise clínica dos efeitos do Watsu na qualidade de vida de pacientes com seqüela de acidente vascular encefálico [TCC]. São Bernardo do Campo: UMESP; Santos AMB, Assumpção A, Matsutani LA, Pereira CAB, Lage LV, Marques AP. Depressão e qualidade de vida em pacientes com fibromialgia. Rev Bras Fisioter 2006;10(3): Vitorino DFM. Hidroterapia e fisioterapia convencional melhoram o tempo total do sono e a qualidade de vida de pacientes fibromiálgicos: ensaio clínico randomizado [tese]. São Paulo: Unifesp; Dull H. Watsu: Freeing the body in water. 1ª ed. Middletown: Harbin Springs; Sacchelli T, Accacio LMP, Radl ALM. Fisioterapia aquática. 1ª ed. São Paulo: Manole; Campion MR. Hidroterapia: Princípios e prática. 1ª ed. São Paulo: Manole; Salvador JP, Silva QF, Zirbes MCGM. Hidrocinesioterapia no tratamento de mulheres com fibromialgia: estudo de caso. Fisioter Pesqui 2005;12(1): Mason VL, Skevington SM, Osborn M. Development of a pain and discomfort module for use with the WHOQOL-100. Qual Life Res 2004;13: Evcik D, Kizilay B, Gokçen E. The effects of balneotherapy on fibromyalgia patients. Rheumatol Int 2002; 22(2): Cobb C, Henderson L, Shaw C. The effects of Watsu on individuals with fibromyalgia. California: Kewton InsurAg; Gimenes RO, Santos EC, Silva TJPV. Watsu no tratamento da fibromialgia: estudo piloto. Rev Bras Reumatol 2006;46(1): Prescinotti AA, Pereira CFJ, Santos JR, Sebben ML, Bonzanini M, Casário NR, Israel. Fisioterapia aquática: aplicação dos princípios do método Watsu na fibromialgia. Fisioter Pesqui 2005; 12:452.

15 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de Artigo original Qualidade de vida em mulheres climatéricas com e sem perdas urinárias atendidas nas redes pública e privada de saúde Quality of life in women with and without urinary incontinence treated at public and private networks health Fabiana Flores Sperandio, D.Sc.*, Elis Marina Gonçalves Bertholdi**, Cínara Sacomori***, Fernando Luis Cardoso, D.Sc.**** *Professora de Fisioterapia Aplicada à Ginecologia e Obstetrícia da UDESC /CEFID, **Graduanda do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, ***Doutoranda em Ciência do Movimento Humano, UDESC/ CEFID, ****Professor do curso de doutorado em Ciência do Movimento Humano, UDESC/CEFID Resumo Trata-se de um estudo transversal, cujo objetivo foi avaliar a qualidade de vida de mulheres climatéricas com e sem perdas urinárias frequentes, comparando-as mediante o efeito das diferenças sociais sobre a qualidade de vida. Os sujeitos deste estudo foram 52 mulheres entre 45 e 55 anos, período pré e pós-menopausa. Estas foram divididas em dois grupos: Grupo I, 26 mulheres atendidas pela rede pública de saúde, com renda familiar inferior a três salários mínimos; Grupo II, 26 mulheres atendidas pela rede privada de saúde, com renda familiar superior a cinco salários mínimos. Os instrumentos do estudo foram questionários contendo dados pessoais, o Women s Health Questionnaire e o International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF). Observou-se que as mulheres do grupo II apresentaram melhor índice de qualidade de vida e menor interferência das perdas urinárias em sua vida diária. Obteve-se correlação negativa entre a escolaridade e os domínios e pontuação total do WHQ ( = - 0,427) e do ICIQ-SF ( = - 0,287), apontando que quanto maior a escolaridade menores os sintomas observados. Conclui-se, portanto, que fatores socioeconômicos, assim como as perdas urinárias interferem na percepção de qualidade de vida da mulher durante o período do climatério. Palavras-chave: climatério, qualidade de vida, incontinência urinária. Abstract This is a cross-sectional study aimed at evaluating the quality of life of menopausal women with and without frequent urinary leakage, comparing them among themselves via the effect of social differences on the quality of life. The subjects of this study were women between 45 to 55 years old, in pre-and postmenopausal period. These were divided into two groups: Group I, women assisted by public health with family income below three minimum wages; Group II, women served by the private health with family income above five minimum wages. The study instruments were questionnaires containing personal data, the WHQ and the International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (SF-ICIQ). It was observed that women in group II had more education, get best quality of life and less interference from urinary loss in their daily lives. We obtained a negative correlation between education and the domains and total score of the WHQ and ICIQ-SF, indicating that higher education implies in lower symptoms. The authors conclude that socioeconomic factors, as well as urinary incontinence interfere with the perception of quality of life in women during the climacteric. Key-words: climacteric, quality of life, urinary incontinence. Recebido em 20 de julho de 2010; aceito em 10 de janeiro de Endereço para correspondência: Fabiana Flores Sperandio, Departamento de Fisioterapia, Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC, Av. Paschoal Simone, 358, Coqueiros Florianópolis SC, Tel: (48) ,

16 10 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 Introdução O climatério é considerado uma etapa marcante do envelhecimento feminino. Esta fase se caracteriza pelo estado fisiológico de hipoestrogenismo progressivo que culmina com a interrupção definitiva dos ciclos menstruais, denominada menopausa, entendida como a última menstruação confirmada após 12 meses de amenorréia [1]. Inicia-se, normalmente, entre os 35 e 40 anos, estendendo-se até os 65 anos, período comumente acompanhado por sintomas característicos e alterações no campo emocional e social [2]. Sintomas vasomotores, atrofia vaginal, disfunções sexuais, sintomas urinários [3] e o aumento do risco de desenvolver doenças cardiovasculares e osteoporose [4] são consideradas alterações fisiológicas dessa fase. Irritabilidade, nervosismo, depressão e ansiedade contribuem para que esse período de mudança se torne ainda mais turbulento [5,6]. Nas últimas décadas, a partir da observação de que grupos distintos de mulheres vivenciam de forma diferenciada essa fase de transição, muito se tem discutido sobre a influência dos aspectos demográficos, culturais e sociais na determinação da sintomatologia climatérica [7]. Acredita-se que a infl uência das crenças e as atitudes femininas em relação à menopausa possam refletir na intensidade da sintomatologia. Sendo assim, fatores culturais, sociodemográficos e psicológicos, em conjunto com a carência estrogênica, podem vir a alterar a percepção da mulher em relação a si neste período [8]. Segundo a International Continence Society (ICS), a perda involuntária de urina, independentemente da quantidade e em uma frequência mensal ou menor é considera como incontinência urinária. Esta perda é entendida como um problema social e higiênico, que afeta a população mundial, principalmente a feminina, sendo, ainda, uma condição que não prevalece somente em mulheres idosas, mas afeta, igualmente, mulheres jovens e na meia-idade. No entanto, este problema não deve ser considerado como um processo natural consequente do avanço da idade, nem um problema exclusivo do envelhecimento [9]. Diante das perdas urinárias, essas mulheres se encontram em situação de desagrado e preocupação. Este fato leva a restrição do convívio social, a vivência prévia de situações constrangedoras e ao receio de que outras pessoas percebam o odor de urina [10]. Como consequência de tais fatos, as mulheres podem apresentar sentimentos de baixa autoestima, além de interferir na vida sexual, restringir o contato social e, até mesmo, a execução de tarefas domésticas e laborais [11]. Frente às situações constrangedoras essas mulheres desenvolvem mecanismos adaptativos em seu cotidiano o que, por vezes, determina restrições em suas atividades habituais [12]. Diante do exposto, observa-se a influência negativa das constantes perdas urinárias na qualidade de vida de mulheres com esse problema [13]. Da mesma forma, os sintomas climatéricos, dependendo da intensidade e frequência, afetam a qualidade de vida e o bem-estar geral [1]. A qualidade de vida (QV) pode ser entendida como um conceito multidimensional que engloba fatores sociais, físicos e mentais de cada indivíduo [14]. Tendo em vista que as perdas urinárias causam alterações na QV das mulheres, o objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de vida de mulheres climatéricas com e sem perdas urinárias frequentes, comparando-as mediante o efeito das diferenças sociais. Materiais e métodos Trata-se de um estudo transversal descritivo comparativo que teve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Estado de Santa Catarina, sob número 220/2009. Os sujeitos foram 52 mulheres que se encontravam no período pré e pós-menopausa (entre 45 e 55 anos de idade). Os critérios de exclusão foram: estar em tratamento de reposição hormonal (TRH) e ter usado medicação há pelo menos 6 meses posteriormente a alguma intervenção ginecológica (ooforectomia e histerectomia). Essas mulheres, residentes no município de Balneário Camboriú, SC, foram distribuídas em dois grupos: Grupo I, mulheres atendidas pela rede pública de saúde, com renda familiar inferior a três salários mínimos; Grupo II, mulheres atendidas pela rede privada de saúde, com renda familiar superior a cinco salários mínimos. A coleta de dados ocorreu entre o período de março e abril de 2010, no Ambulatório Central, unidade de referências em especialidades médicas do município e em clínicas particulares de atendimento uroginecológico. Na primeira etapa da pesquisa foi esclarecido às mulheres sobre o caráter da mesma, sendo assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Em seguida foi aplicado um questionário contendo dados relativos à idade, hábitos de vida (etilismo, tabagismo, atividade física, escolaridade), antecedentes gineco-obstétricos (atividade sexual, procedimentos cirúrgicos ginecológicos, gestações) e renda familiar. Utilizou-se o Women s Health Questionnaire, questionário esse validado para o português por Silva Filho et al. [15], sendo previamente aplicado em estudos realizados por De Lorenzi et al. [2] e Martins et al. [1]. O mesmo tem como finalidade avaliar a saúde da mulher e suas questões são agrupadas em nove domínios, referentes a sintomas somáticos, humor deprimido, dificuldades cognitivas, ansiedade, funcionamento sexual, sintomas vasomotores, problemas com o sono, problemas menstruais e atração. Quanto maior a pontuação, mais acentuada será caracterizada as disfunções e percepções sobre o climatério. Por fim, foi aplicado o International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF), validado para o português por Tamanini et al. [16] e utilizado previamente por Lazari et al. [17] e Silva & Lopes [18] como instrumento de avaliação da qualidade de vida em pacientes com incontinência urinária. Este instrumento aborda questões

17 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de referentes à frequência da perda urinária, quantidade de urina perdida, o quanto que perder urina interfere nas atividades diárias, além de um conjunto de oito itens de autodiagnóstico, relacionados às causas ou a situações de IU vivenciadas pelos pacientes. Para a análise estatística foi utilizado o Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 15.0 para Windows, sendo adotado p < 0,05. Para testar a normalidade dos dados aplicou-se o teste de Shapiro-Wilk, sendo que a maioria das variáveis não seguiu tais critérios, portanto utilizou-se o teste de Mann-Whitney para comparação entre os grupos atendidos pela rede pública e privada de saúde e o teste de correlação de Spearman. Resultados Em relação às características das participantes segundo idade e hábitos de vida (tabela I), verificou-se que a média de idade dos grupos foi semelhante. Das 26 mulheres do Grupo I, 13 (50%) relataram perdas urinárias freqüentes, já das 26 do Grupo II, apenas 8 (30.7%) relataram tais perdas. Nota-se que no Grupo II a prática de atividade física é mais freqüente quando comparada com o Grupo I. O mesmo pode-se observar em relação à escolaridade, em que o Grupo II apresenta maior grau de instrução. Tabela I - Caracterização sociodemográfica e de hábitos de vida das participantes da rede pública e privada. GRUPO I Pública GRUPO II Privada Idade 49,03 ± 3,68 49,76 ± 3,92 Tabagismo Não 22 (84,6%) 22 (84,6%) Sim 4 (15,4%) 4 (15,4%) Etilismo Não 21 (80,7%) 11 (42,3%) Sim 1 (3,8%) 0 Socialmente 4 (15, 5%) 15 (57,7%) Atividade física Não 16 (61,5%) 4 (15,3%) Sim 5 (19,25%) 12 (46,1%) Esporádica 5 (19,25%) 10 (38,6%) Escolaridade 1º grau 8 (30,7%) 1 (3,8%) 2º grau 16 (61,5%) 3 (11,5%) 3º grau incompleto 0 5 (19,2%) 3º grau completo 2 (7,8%) 17 (65,5%) Quanto aos fatores gineco-obstétricos (tabela II), observou-se que, em geral, os dois grupos apresentaram características similares. Tabela II - Caracterização gineco-obstétrica das participantes da rede pública e privada. GRUPO I Pública GRUPO II Privada Ativa Sexualmente Não 10 (38,4%) 4 (15,3%) Sim 16 (61,6 %) 22 (84,7%) Gestações 2,80 ± 1,67 2,15 ± 1,08 Tipos de parto Normal (Média) 1,42 1,15 Cesário (Média) 0,84 0,84 Cirurgias prévias Histerectomia 5 (19%) 4 (15%) Ooforectomia 2 (8%) 2 (8%) Ciclo menstrual Pré-menopausa 11 (42,3%) 12 (46,1%) Menopausa 1 (3,8%) 0 Pós-menopausa 14 (53,8%) 14 (53,9%) Ao se comparar os grupos de mulheres que eram atendidas pelo sistema público, grupo I, e privado, grupo II, (tabela III), observaram-se diferenças estatisticamente significativas na maioria das variáveis analisadas, sendo que as mulheres do sistema privado apresentaram menos sinais de sintomas somáticos, de humor deprimido, de dificuldades cognitivas, de ansiedade e sintomas vasomotores que as mulheres do sistema público. Tal fato também refletiu no escore total de qualidade de vida, o qual apresentou diferença entre os dois grupos, de modo que as mulheres do sistema privado apresentaram melhores índices de qualidade de vida que às do público. O mesmo resultado pode ser observado no escore total do ICIQ-SF, obtendo-se pontuação média da população atendida pela rede pública de saúde de 9,69 ± 5,49 e da privada de 4,62 ± 1,92. Estas informações sugerem que o impacto das perdas urinárias tenha sido maior na população com renda familiar menor e menor escolaridade. Quanto à questão autodiagnóstica, relacionada às causas ou a situações de IU vivenciadas pelas pacientes, todas as mulheres que relataram perdas urinárias referiram que as mesmas ocorrem quando tossem ou espiram, ou seja, durante distintas situações de esforço. Obteve-se correlações entre a escolaridade e os domínios sintomas somáticos [ (rho de Spearman) = - 0,443], humor deprimido ( = - 0,283), dificuldades cognitivas ( = - 0,351), ansiedade ( = - 0,344), sintomas vasomotores ( = - 0,406) e escores totais de qualidade de vida do WHQ ( = - 0,427) e no impacto sobre a qualidade de vida em incontinência urinária do ICIQ-SF ( = - 0,287).

18 12 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 Tabela III - Comparação entre o grupo de mulheres atendidas pelos sistemas público e privado através do WHQ e do ICIQ- SF. GRUPO I Pública GRUPO II Privada Mediana Mean Rank Mediana Mean Rank U P Sintomas somáticos* 18 33, ,19 148,0 0,000 Humor deprimido* 13,5 31, ,27 202,0 0,012 Dificuldades cognitivas* 9 31, ,52 208,5 0,017 Ansiedade* 8 31,38 6,5 21,62 211,0 0,019 Função sexual 5 28, ,94 297,5 0,452 Sintomas vasomotores* 4,5 32, ,83 190,5 0,005 Problemas com sono 8 29, ,15 251,0 0,108 Problemas menstruais 7,5 30, ,90 244,5 0,084 Atração 7 29, ,40 257,5 0,135 Total* 77,5 34, ,98 142,5 0,000 ICIQ- SF 1,5 30, ,85 243,0 0,050 * Diferença estatisticamente significativa. Discussão Encontrou-se que mulheres que frequentavam clínicas particulares tinham melhores índices de qualidade de vida, assim como menor pontuação nos domínios: sintomas somáticos, humor deprimido, dificuldades cognitivas, ansiedade, sintomas vasomotores, que as mulheres do sistema público. Assim, nota-se que o fator socioeconômico exerceu influência sobre a qualidade de vida no período climatérico das mulheres deste estudo. No entanto, Lee et al. [19] não encontraram relação entre o nível socioeconômico e a qualidade de vida em mulheres climatéricas. O impacto das perdas urinárias foi maior na população com menor renda familiar e escolaridade. Sabe-se que a IU e os sintomas associados podem repercutir negativamente não só na saúde física, mas em aspectos emocionais e que alguns fatores socioeconômicos (idade, condição socioeconômica) podem ser os responsáveis pela maneira como as mulheres lidam com esses desconfortos urinários [20]. Provavelmente, melhores condições financeiras podem facilitar a elaboração de estratégias adaptativas aos efeitos indesejáveis da incontinência, como, por exemplo, a utilização de absorventes higiênicos. Além disso, observou-se que mulheres com melhores níveis de escolaridade apresentaram menos sintomas climatéricos e, consequentemente, melhor qualidade de vida. Foi reportado que os sintomas climatéricos são menos intensos entre as mulheres com maior nível educacional [2,19] e que se exercitam regularmente [2]. Com a proximidade da menopausa, surgem dúvidas sobre as modificações físicas que irão ocorrer e seu manejo. Segundo Martins et al. [1], fatores como a escolaridade, o nível econômico e a raça estão associados à habilidade da mulher em obter informações sobre os aspectos que envolvem a menopausa. Quanto à influência da escolaridade na qualidade de vida, já foi descrito que piores índices de qualidade de vida ocorrem com mais frequência em mulheres não brancas, com baixa escolaridade, menor renda familiar per capita; ao passo que ser ativa sexualmente melhora os índices de qualidade de vida [2]. Em nosso estudo, porém, não foi observada diferença significativa estatisticamente entre as mulheres da rede pública e privada com relação ao domínio funcionamento sexual. Neste contexto, chama-se a atenção para a função de educadores e demais profissionais da área da saúde. Tal função inclui instruções básicas de higiene e autocuidado, além de ensinamento de estratégias de prevenção da doença e de agravos. No caso específico da Fisioterapia, pode-se citar a conscientização do assoalho pélvico e ensinamento de exercícios de recrutamento dessa musculatura [21]. A prática regular de atividade física foi mais frequente entre as mulheres atendidas pela rede privada de saúde. Segundo Elavsky e McAuley [22], mulheres praticantes de atividade física apresentam melhor percepção dos sintomas climatéricos, sendo que o sentimento de vigor físico atua positivamente na sensação de bem estar, na vitalidade, na saúde mental e nos aspectos emocionais como um todo. As mulheres atendidas pela rede pública apresentaram mais sintomatologia de ansiedade. Sabe-se que a ansiedade e o aumento do IMC durante o período do climatério contribuem para que as perdas urinárias se tornem mais frequentes [23]. Infelizmente, não controlamos peso ou IMC neste estudo. Conclusão Neste estudo, os fatores socioeconômicos e culturais interferiram na percepção de qualidade de vida da mulher durante o período do climatério, assim como nas perdas urinárias. Baixa escolaridade e renda familiar foram elementos que contribuíram para o entendimento de um maior impacto da sintomatologia climatérica. Diante do exposto neste estudo, sugere-se que o sistema público de saúde considere a inclusão de fisioterapeutas em sua equipe interdisciplinar e, particularmente, que estes sejam especializados na prevenção e tratamento das disfunções

19 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de uro-ginecológicas com vistas a orientar o competente manejo preventivo desta disfunção. A resolutividade desta problemática ainda está distante, uma vez que a procura pela assistência, pelo menos nas usuárias do serviço público, passa pela minimização do agravo urinário já instalado, o que desmantela as práticas preventivas de conscientização desta população. Verifica-se a necessidade de se criar programas e serviços específicos, afim de que as mulheres tenham qualidade de vida, independentemente do tipo de serviço de saúde. Referências 1. Martins MAD, Nahas EAP, Nahas-Neto J, Uemura G, Buttros DAB, Traiman P. Qualidade de vida em mulheres na pósmenopausa, usuárias e não usuárias de terapia hormonal. Rev Bras Ginecol Obstet 2009;31(4): De Lorenzi DRS, Saciloto ECB, Saciloto B, Padilha Junior I. Fatores associados à qualidade de vida após menopausa. Rev Assoc Med Bras 2006;52(5): Oliveira DM, Jesus MCP, Merighi MAB. Climatério e sexualidade: A compreensão dessa interface por mulheres assistidas em grupo. Texto Contexto Enfermagem 2008;17(3): Montilla RNG, Aldrighi JM, Marucci MFN. Relação cálcio/ proteína da dieta de mulheres no climatério. Rev Assoc Med Bras 2004;50(1): Polisseni AF, Araújo DAC, Polisseni F, Mourão Junior CA, Polissene J, Fernandes ES. Depressão e ansiedade em mulheres climatéricas: fatores associados. Rev Bras Ginecol Obstet 2009;31(1): Silva Filho EA, Costa AM. Avaliação da qualidade de vida de mulheres no climatério atendidas em hospital-escola na cidade do Recife, Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet 2008;30(3): Silveira IL, Petronilo PA, Souza MO, Silva TDNC, Duarte JMBP, Maranhão TMO et al. Prevalência de sintomas do climatério em mulheres dos meios rural e urbano no Rio Grande do Norte, Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet 2007;29(8): De Lorenzi DRS, Saciloto ECB, Saciloto B, Padilha Junior I. Fatores indicadores da sintomatologia climatérica. Rev Bras Ginecol Obstet 2005;27: Lopes MHBM, Higa R. Restrições causadas pela incontinência urinária à vida da mulher. Rev Esc Enferm USP 2006;40(1): Abreu NS, Baracho ES, Tirado MGA, Dias RC. Qualidade de vida na perspectiva de idosas com incontinência urinaria. Rev Bras Fisioter 2007;11(6): Honório MO, Santos SMA. Incontinência urinária e envelhecimento: impacto no cotidiano e na qualidade de vida. Rev Bras Enfermagem 2009;62(1): McKertich K. Urinary incontinence Assessment in women: stress, urge or both? Aust Fam Physician 2008;37(3): Caetano AS, Tavares MCGCF, Lopes MHBM, Poloni RL. Influência da atividade física na qualidade de autoimagem de mulheres incontinentes. Rev Bras Med Esporte 2009;15(2): Dedicação AC, Haddad M, Saldanha MES, Driusso P. Comparação da qualidade de vida nos diferentes tipos de incontinência urinaria feminina. Rev Bras Fisioter 2009;13(2): Silva Filho CR, Baracat EC, Conterno LO, Haidar MA, Ferraz MB. Climateric symptoms and quality of life: validity of women s health questionnaire. Rev Saúde Pública 2005;39(3): Tamanini JTN, Dambros M, D ancona CAL, Palma PCR, Netto Jr NR. Validação para o português do International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF). Rev Saúde Pública 2004;38(3): Lazari ICF, Lojudice DC, Marota AG. Avaliação da qualidade de vida de idosas com incontinência urinária: idosas institucionalizadas em uma instituição de longa permanência. Rev Bras Geriatr Gerontol 2009;12(1): Silva L, Lopes MHBM. Incontinência urinária em mulheres: razões da não procura por tratamento. Rev Esc Enferm USP 2009;43(1): Lee MS, Kim JH, Park MS, Yang J, Ko YH, Ko SD, Jo SH. Factors influencing the severity of menopause symptoms in Korean post-menopausal women. J Korean Med Sci 2010;25: Rett MT, Simões JA, Herrmann V, Gurgel MSC, Morais SS. Qualidade de vida em mulheres após tratamento da incontinência urinária de esforço com fisioterapia. Rev Bras Ginecol Obstet 2007;29(3): Bø K, Talseth T, Holme I. Single-blind randomized controlled trial of pelvic floor exercises, electrical stimulation, vaginal cones, and no treatment in management of genuine stress incontinence in women. BMJ 1999;318: Elavsky S, McAuley E. Physical activity, symptoms, esteem, and life satisfaction during menopause. Maturitas 2005;52(3-4): Waetjen E, Ye J, Feng WY, Johnson WO, Greendale GA, Sampselle CM et al. Association between menopausal transition stages and developing urinary incontinence. Obtet Gynecol 2009;114(5):

20 14 Fisioterapia Brasil - Volume 12 - Número 1 - janeiro/fevereiro de 2011 Artigo original Percepção da satisfação ao atendimento fisioterapêutico dos usuários cadastrados nas Unidades Básicas da Estratégia Saúde da Família do município de Muritiba/BA Perception of customer satisfaction to physical therapy assistance of users registered in the Basic Units of Family Health Strategy in the city of Muritiba-BA Rafaela Silva Rodrigues, Ft.*, Gleice Silva de Araújo Muniz, Ft.**, Eliane Cristina de Alvarenga Melo, Ft.***, Patrícia de Paiva, Ft.**** *Sede administrativa do Instituto do Câncer Infantil do Agreste (ICIA) Caruaru/PE, **Pós-Graduanda em Fisioterapia em Ortotraumatologia pela FAFIS, Policlínica Humanos e Clínica Odontocardio em Nazaré/BA e Hospital e Maternidade Luis Argolo Filho em Santo Antônio de Jesus-BA,***Pós-Graduada em Fisioterapia na Saúde da Mulher pela Universidade de Ribeirão Preto (UNA- ERP), Supervisora do Estágio em Fisioterapia no Programa Saúde da Família da FAFIS/BA e Fisioterapeuta da Clínica Escola da FAFIS/BA, ****Pós-Graduada em Saúde Pública pela FAFIS, Fisioterapeuta Domiciliar Resumo A implantação da Estratégia Saúde da Família (ESF) surgiu com o objetivo de reorganizar o modelo assistencial fundamentado na atenção básica e em conformidade com os princípios do SUS. O presente estudo foi realizado no município de Muritiba/BA, com o objetivo de investigar a percepção da satisfação ao atendimento fisioterapêutico dos usuários cadastrados nas Unidades Básicas da Estratégia Saúde da Família do município. A pesquisa foi realizada por meio da pesquisa de campo, do tipo transversal de caráter analítico, através da aplicação de um questionário direcionado a todos os pacientes cadastrados nas USFs José Maria de Magalhães Neto e Dr. Roberto Penna Fachineppi, submetidos ao tratamento fisioterapêutico oferecido pelos estagiários da FAFIS. A partir da análise quantitativa dos dados, notou-se que os participantes da pesquisa demonstraram-se satisfeitos com o atendimento recebido, considerando-o eficiente. Apesar do curto intervalo de tempo em que esses indivíduos foram submetidos ao atendimento fisioterapêutico, pode-se destacar a suma importância da inserção desse profissional à equipe multiprofissional da ESF, já que este possui habilidades e competências que o permitem intervir nos diversos níveis de assistência à saúde. Palavras-chave: Sistema Único de Saúde, saúde da família, Fisioterapia. Abstract The implementation of the Family Health Strategy (FHS) appeared with the purpose of reorganizing the health care model based on primary care and in accordance with the principles of the SUS. The present study was conducted in the city of Muritiba/BA, with the objective of investigate the perception of customer satisfaction in physical therapy care from users registered in the Basic Unit of Strategy Family Health of the city. The survey was conducted through field research, a cross-sectional analytical character through the application of a questionnaire directed to all patients registered in UFH s José Maria de Magalhães Neto and Dr. Roberto Penna Fachineppi submitted to physical therapy treatment offered by the trainees from FAFIS. From the quantitative data analysis it was noted that the study participants showed their satisfaction with the service received considering it efficient. Despite the short period of time when these subjects underwent physical therapy, it was possible to highlight the importance of the insertion of this professional in the multidisciplinary team of FHS, as its abilities and skills enable to intervene at different levels of care health. Key-words: Health System, health family, Physical Therapy. Recebido em 9 de setembro de 2010; aceito em 10 de janeiro de Endereço para correspondência: Rafaela Silva Rodrigues, Av. Belém, 42/101, Caruaru PE, Tel: (81) , rafa_

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