Apostila de Física MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE (1 a versão - Versão provisória - setembro/2000) Prof. Petrônio Lobato de Freitas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apostila de Física MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE (1 a versão - Versão provisória - setembro/2000) Prof. Petrônio Lobato de Freitas"

Transcrição

1 Apstila de Física MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE (1 a versã - Versã prvisória - setembr/000) Prf. Petrôni Lbat de Freitas A Experiência de Galileu Observand a queda de um bjet pdems ntar que a sua velcidade aumenta à medida que ele cai. A jgarms um crp verticalmente para cima, sua velcidade vai diminuind prgressivamente. O fams cientista italian Galileu Galilei ( ) realizu experiências para tentar entender mviment de queda ds crps. Até a épca de Galileu, acreditava-se que se dis crps de pess diferentes fssem abandnads junts de uma mesma altura, crp mais pesad chegaria primeir a chã. Era essa a previsã d grande filósf greg Aristóteles (384-3 a.c.), cujas idéias prevaleceram durante muits ans. As prpstas de Aristóteles, prém, nã se fundamentavam em experiências. Galileu Galilei fi um ds cientistas que intrduziram métd experimental n estud ds fenômens físics. O métd experimental cnsiste em realizar experiências e bservações cuidadsas, aplicar sbre elas um racicíni lógic e, entã, tirar as cnclusões. Cnta a lenda que Galileu reuniu algumas pessas de renme e levu-as a uma trre. Subind a alt da trre, Galileu tmu duas esferas de pess diferentes e abandnu-as 1 juntas daquela altura para que caíssem. Esperava-se que crp mais pesad caísse mais rapidamente que crp mais leve, cm havia previst filósf Aristóteles, alguns séculs antes. Para espant de Galileu, s dis crps atingiram chã junts. Galileu cncluiu que se um crp pesad e um crp leve frem abandnads junts de uma mesma altura, eles cairã junts, chegand a mesm temp n chã. Resistência d Ar e Queda Livre Freqüentemente vems crps pesads caírem mais rapidamente d que crps mais leves, que aparentemente cntraria a cnclusã de Galileu. Uma manga cai da árvre mais rapidamente d que uma flha seca. Iss se deve à frça de resistência d ar, que atua sempre n sentid cntrári a mviment d crp. Tds s crps, a caírem n ar, sfrem efeit dessa frça, prém, ns crps mais leves, esse efeit é mais frte e, pr iss, n ar, s crps muit leves demram mais temp para caírem. A palavra vácu significa vazi. N vácu, ist é, na ausência de ar, dis crps de pess diferentes cairiam simultaneamente, de acrd cm que previu Galileu. Assim, se fizerms vácu em um recipiente, e deixarms cair uma pena de passarinh e uma bla de sinuca, ambas chegarã a chã juntas, pis nã haverá ar para ferecer resistência a mviment de queda desses crps. 1 Abandnar um crp significa sltá-l cm velcidade inicial zer. A palavra vácu significa vazi. Em Física, cstumams usar a palavra vácu para indicar a ausência de ar u de utr tip qualquer de gás.

2 A cnclusã de Galileu também é válida em situações nde a resistência d ar é tã pequena que pde ser desprezada. Esse mviment de queda que crre sem a interferência da resistência d ar é chamad de queda livre. A Aceleraçã da Gravidade O mviment de queda livre é um mviment unifrmemente acelerad, ist é, a velcidade d crp aumenta sempre numa mesma prprçã, u, dizend de maneira mais exata, a aceleraçã sfrida pel crp é sempre cnstante. Cm crps de pess diferentes caem cm a mesma aceleraçã, esse valr será cnstante para qualquer crp em queda livre. A essa aceleraçã dams nme de aceleraçã da gravidade. A aceleraçã da gravidade é representada pela letra g. Fazend medidas precisas, cheguse a cnclusã de que valr da aceleraçã da gravidade vale aprximadamente 3 g = 9,8 m/s ist é, quand um crp cai, sua velcidade aumenta 9,8 m/s em cada segund. Assim, quand um bjet é abandnad cm velcidade inicial nula e sfre uma queda livre, sua velcidade aumenta em cada segund cnfrme mstra esquema abaix. Objet em queda livre. Sua velcidade aumenta 9,8 m/s em cada segund. Atrás d bjet uma fita graduada mstra que a distância percrrida aumenta prprcinalmente a quadrad d temp. 3 O valr da aceleraçã da gravidade varia ligeiramente de lugar para lugar, de acrd cm certs fatres, cm pr exempl, a altitude e a latitude d lugar. Em Bel hriznte a aceleraçã da gravidade vale aprximadamente 9,78 m/s. Em certas circunstâncias, pdems arredndar valr da aceleraçã da gravidade para g = 10 m/s para facilitar s cálculs

3 Cm mviment de queda livre é um mviment retilíne unifrmemente variad (MRUV), as equações vistas anterirmente para esse tip de mviment valem também para este. 1 d v t a t v v a t v v a d Devems lembrar que, cm mviment é vertical, a distância d é, na verdade, a altura h percrrida pel bjet durante sua queda u sua subida e a aceleraçã a é a própria aceleraçã da gravidade, g = 9,8 m/s. Lembrams ainda que se cnsiderarms a velcidade sempre psitiva, a aceleraçã da gravidade deverá ser tmada cm sinal psitiv nas quedas, pis a velcidade aumenta à medida que temp passa, e deve ser tmada cm sinal negativ ns mviments de subida, pis a velcidade diminui à medida que temp passa.

4 Exercícis Reslvids ER-1) Uma fruta madura cai da árvre cm velcidade inicial zer. Calcule a velcidade cm que ela atinge sl, sabend que ela caiu de uma altura de 4,0m. v = 0 m/s a = g = 9,8 m/s d = 4,0 m (aceleraçã da gravidade) v v a d v v v 0 9, 8 4, , 4 78, 4 v 78, 4 m / s Pdems reslver a raiz quadrada pel métd de resluçã de raiz quadrada, aprendid em Matemática, reslvenda pr aprximaçã, u fazend cálcul cm uma calculadra (indicad apenas quand se deseja uma grande precisã). Vams reslvê-la pr aprximaçã. Sabems que 8 8=64 e 9 9=81. Entã resultad da raiz quadrada está entre 8 e 9. Tentand 8,5 encntrarems (8,5) = 7,5. Tentand um númer mair, encntrarems uma ba aprximaçã: (8,9) = 79,1. Entã, a velcidade cm que a fruta atinge sl vale aprximadamente 8,9 m/s. Assim, v 78, 4 v 8, 9 m/ s ER-) Calcule quant temp duru a queda da fruta d exercíci anterir (ER-1). Utilizand resultad d exercíci anterir, tems: v v a t v = 0 m/s 8, 9 0 9, 8 t v = 8,9 m/s a = g = 9,8 m/s 8, 9 (aceleraçã da gravidade) t 9, 8 t 0, Fazend arredndament para apenas dis algarisms significativs, tems: t = 0,91 s ER-3) Um menin jga uma pedra para cima e bserva que ela atingiu a altura máxima num temp de,5 s. Calcule a velcidade cm que menin arremessu a pedra.

5 t =,5 s a = g = 9,8 m/s (velcidade diminui, aceleraçã negativa) v = 0 m/s (na psiçã mais alta a velcidade vale zer, pis a pedra precisa parar antes de cmeçar a cair) v v a t 0 v 9, 8, 5 0 v 4, 5 4, 5 v v 4, 5 m / s ER-4) Calcule temp gast para um bjet cair de uma altura de 30 m, supnd que ele parte d repus e nã sfre resistência d ar durante a queda. 1 d = h =30 m d v t a t a = g = 9,8 m/s t t 9 8, , 9 t 30 4, 9 t 30 t 4, 9 6, 1 t 6, 1 t Reslvend a raiz quadrada pr aprximaçã, tems: =4 e 3 3=9. Entã, valr de t está entre e 3. Fazend utras tentativas, encntrams uma ba aprximaçã:,4,4=5,76,5,5=6,5 Entã valr de t está mais próxim de,5 d que de,4. Entã, escrevems que t t, 5 s 6, 1, 5

6 Exercícis Prcure reslver s exercícis prpsts abaix cm a intençã de aprender. De nada adianta reslver um exercíci se vcê nã estiver aprendend cm ele. Prtant, prcure entender bem text, preste bastante atençã nas respstas que der e reslva s prblemas numérics de maneira clara e rganizada, escrevend a fórmula utilizada antes de substituir nela s valres. Nã use calculadra para fazer as cntas; use lápis, papel e seu racicíni. 1) Pr que n ar uma pena e uma pedra, abandnadas de uma mesma altura cm velcidade inicial zer, caem cm acelerações diferentes? ) Explique que é um mviment de queda livre. 3) O que é vácu? 4) Um crp é arremessad para cima cm velcidade inicial v = 30 m/s. Desprezand a resistência d ar e cnsiderand a resistência d ar cm g = 9,8 m/s, respnda: a) Qual a velcidade d crp na psiçã mais alta de sua trajetória? Explique cm suas palavras. b) Qual temp gast para esse crp atingir pnt máxim de sua trajetória? Reslva s cálculs de maneira clara e rganizada. c) Qual a altura máxima atingida pr esse crp?

7 5) a) O que significa dizer que um crp cai cm uma aceleraçã de 9,8 m/s? b) Cmplete a tabela de velcidade temp para mviment de queda livre de um crp. v (m/s) t (s) 0 1,0,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10 6) Um bjet de 5,0 kg é abandnad a uma altura de 19,6 m acima d sl. Desprezand a resistência d ar e cnsiderand g = 9,8 m/s, respnda: a) Qual temp gast pr esse bjet para atingir chã? Faça s cálculs de maneira clara e rganizada. b) Calcule a velcidade d crp a tcar chã. c) Qual temp que um utr bjet de 10 kg gastaria para chegar a chã? Qual a sua velcidade nesse instante? Justifique sua respsta cm palavras.

8

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos?

Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos? Lançament vertical e queda livre Se sltarms a mesm temp e da mesma altura duas esferas de chumb, uma pesand 1 kg e utra kg, qual delas chegará primeir a chã? Os antigs gregs acreditavam que quant mair

Leia mais

Halliday & Resnick Fundamentos de Física

Halliday & Resnick Fundamentos de Física Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,

Leia mais

Halliday & Resnick Fundamentos de Física

Halliday & Resnick Fundamentos de Física Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,

Leia mais

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 1 o ano Disciplina: Física - Lançamento vertical no vácuo

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 1 o ano Disciplina: Física - Lançamento vertical no vácuo Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 1 o ano Disciplina: Física - Lançamento vertical no vácuo 1- Um corpo é abandonado a 80m do solo. Sendo

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)...

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)... Questã 46 A partir de um bjet real de altura H, dispst verticalmente diante de um instrument óptic, um artista plástic necessita bter uma imagemcnjugadadealturaigualah.nesse cas, dependend das cndições

Leia mais

Mais problemas resolvidos! Atrito e força centrípeta:

Mais problemas resolvidos! Atrito e força centrípeta: Mais prblemas reslvids! Atrit e frça centrípeta: Prblema 04. a figura a lad, um prc brincalhã escrrega em uma ο rampa cm uma inclinaçã de 35 e leva dbr d temp que levaria se nã huvesse atrit. Qual é ceficiente

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC FOLH DE QUESTÕES 007 1 a QUESTÃO Valr: 1,0 Um hmem está de pé diante de um espelh plan suspens d tet pr uma mla. Sabend-se que: a distância entre s lhs d hmem

Leia mais

PAGQuímica 2011/1 Exercícios de Cinética Química

PAGQuímica 2011/1 Exercícios de Cinética Química PAGQuímica 211/1 Exercícis de Cinética Química 1 2. 3. 4. 5. Explique se cada uma das alternativas abaix é crreta u nã, para reações químicas que crrem sem que haja variaçã de temperatura e pressã: a)

Leia mais

Direção do deslocamento

Direção do deslocamento Referência: Sears e Zemansky Física I Mecânica Capítul 6: TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA Resum: Prfas. Bárbara e Márcia. INTRODUÇÃO A imprtância d cnceit de energia se baseia n princípi da cnservaçã da energia:

Leia mais

PROVA DE FÍSICA MÓDULO III DO PISM (triênio )

PROVA DE FÍSICA MÓDULO III DO PISM (triênio ) QUESTÕES OBJETIVAS PROVA DE FÍSICA MÓDULO III DO PISM (triêni 2004-2006) Use, se necessári: cnstante de Planck, h = 6,63x10-34 J.s; carga d elétrn, q = 1,60x10-19 C; cnstante eletrstática, k = 9x10 9 N.M

Leia mais

Atividades Queda Livre e Arremesso Vertical

Atividades Queda Livre e Arremesso Vertical Atividades Queda Livre e Arremesso Vertical 1ª) Um corpo é abandonado a 80m do solo. Sendo g = 10m/s² e o corpo estando livre de forças dissipativas, determine o instante e a velocidade que o móvel possui

Leia mais

Lista de exercícios Queda dos corpos

Lista de exercícios Queda dos corpos 1. (UFMT) Galileu, na Torre de Pisa, fez cair vários objetos pequenos, com o objetivo de estudar as leis do movimento dos corpos em queda. A respeito dessa experiência, julgue os itens, desprezando o efeito

Leia mais

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1 OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO À REALIZAÇÃO DE INVESTIGAÇÕES NA AULA DE MATEMÁTICA: APROXIMAÇÃO DO TRABALHO DOS ALUNOS AO TRABALHO DOS MATEMÁTICOS

BREVE INTRODUÇÃO À REALIZAÇÃO DE INVESTIGAÇÕES NA AULA DE MATEMÁTICA: APROXIMAÇÃO DO TRABALHO DOS ALUNOS AO TRABALHO DOS MATEMÁTICOS BREVE INTRODUÇÃO À REALIZAÇÃO DE INVESTIGAÇÕES NA AULA DE MATEMÁTICA: APROXIMAÇÃO DO TRABALHO DOS ALUNOS AO TRABALHO DOS MATEMÁTICOS MARIA HELENA CUNHA Área Científica de Matemática - Escla Superir de

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. b) A energia cinética (E c ) do meteoro é dada por:

Física FUVEST ETAPA. Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. b) A energia cinética (E c ) do meteoro é dada por: Física QUSTÃO 1 Uma das hipóteses para explicar a extinçã ds dinssaurs, crrida há cerca de 6 milhões de ans, fi a clisã de um grande meter cm a Terra. stimativas indicam que meter tinha massa igual a 1

Leia mais

Equipe de Física. Física

Equipe de Física. Física Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 2R Ensino Médio Equipe de Física Data: Física Lançamento Vertical Um arremesso de um corpo, com velocidade inicial na direção vertical, recebe o nome de Lançamento

Leia mais

Exercícios de Matemática Fatoração

Exercícios de Matemática Fatoração Eercícis de Matemática Fatraçã ) (Vunesp-00) Pr hipótese, cnsidere a = b Multiplique ambs s membrs pr a a = ab Subtraia de ambs s membrs b a - b = ab - b Fatre s terms de ambs s membrs (a+(a- = b(a- Simplifique

Leia mais

Tema: Estudo do Comportamento de Funções usando Cálculo Diferencial. Seja definida em um intervalo e sejam e pontos deste intervalo.

Tema: Estudo do Comportamento de Funções usando Cálculo Diferencial. Seja definida em um intervalo e sejam e pontos deste intervalo. Tema: Estud d Cmprtament de Funções usand Cálcul Diferencial Funções Crescentes, Decrescentes e Cnstantes Seja definida em um interval e sejam e pnts deste interval Entã: é crescente n interval se para

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B

Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B Questã 1 Uma pesquisa de mercad sbre determinad eletrdméstic mstru que 7% ds entrevistads preferem a marca X, 40% preferem a marca Y, 0% preferem a marca Z, 5% preferem X e Y, 8% preferem Y e Z, % preferem

Leia mais

XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 2 (7 a. e 8 a. Ensino Fundamental) GABARITO

XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 2 (7 a. e 8 a. Ensino Fundamental) GABARITO GABARITO NÍVEL XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL (7 a. e 8 a. Ensin Fundamental) GABARITO ) D 6) A ) D 6) C ) C ) C 7) C ) C 7) B ) E ) C 8) A ) E 8) C ) D 4) A 9) B 4) C 9)

Leia mais

Queda Livre e Lançamentos no Espaço

Queda Livre e Lançamentos no Espaço LOGO FQA Queda Livre e Lançamentos no Espaço (Com resistência do ar desprezável) Queda Livre de Objetos A queda livre é o movimento de um objeto que se desloca livremente, unicamente sob a influência da

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta ATENÇÃO: Escreva a resluçã COMPLETA de cada questã n espaç a ela reservad. Nã basta escrever resultad final: é necessári mstrar s cálculs u racicíni utilizad. Questã Uma pessa pssui a quantia de R$7.560,00

Leia mais

Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha.

Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha. Aula: 25 Temática: Ptenciais da Pilha Vams estudar as características e determinações d ptencial da pilha e ds ptenciais padrões d eletrd e da pilha. Uma pilha na qual a reaçã glbal ainda nã tenha atingid

Leia mais

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella

Cœlum Australe. Jornal Pessoal de Astronomia, Física e Matemática - Produzido por Irineu Gomes Varella Cœlum Australe Jrnal Pessal de Astrnmia, Física e Matemática - Prduzid pr Irineu Gmes Varella Criad em 1995 Retmad em Junh de 01 An III Nº 01 - Junh de 01 REFRAÇÃO ATMOSFÉRICA - I Prf. Irineu Gmes Varella,

Leia mais

Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C

Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C Questã 46 O ceficiente de atrit e índice de refraçã sã grandezas adimensinais, u seja, sã valres numérics sem unidade. Iss acntece prque a) sã definids pela razã entre grandezas de mesma dimensã. b) nã

Leia mais

AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA

AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA APOSTILA ELÉTRIA PARA AULA 11 MÓDULO - 1 ORRENTE ONTÍNUA E ALTERNADA Induçã Eletrmagnética Geraçã de crrente cntínua e alternada Frmas de nda - icl - Períd - Frequência lts de pic e pic-a-pic Tensã eficaz

Leia mais

Questão 46. Questão 47 Questão 48. alternativa A. alternativa B. partem do repouso, no ponto A, e chegam, simultaneamente,

Questão 46. Questão 47 Questão 48. alternativa A. alternativa B. partem do repouso, no ponto A, e chegam, simultaneamente, Questã 46 Um pequen crp é abandnad d repus, n pnt, situad a uma altura h, e atinge sl cm uma velcidade de módul v. Em seguida, mesm crp é disparad verticalmente para cima, a lng da mesma trajetória descrita

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado ATENÇÃO: Escreva a resluçã COM- PLETA de cada questã n espaç reservad para a mesma. Nã basta escrever apenas resultad final: é necessári mstrar s cálculs racicíni utilizad. Questã Caminhand sempre cm a

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

QUESTÕES DISCURSIVAS

QUESTÕES DISCURSIVAS QUESTÕES DISCURSIVAS Questã 1 Um cliente tenta negciar n banc a taa de jurs de um empréstim pel praz de um an O gerente diz que é pssível baiar a taa de jurs de 40% para 5% a an, mas, nesse cas, um valr

Leia mais

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.

DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. DISCIPLINA: Matemática 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. PARKIN, Michael.

Leia mais

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO Transfrmadres 1.1- INTRODUÇÃO N estud da crrente alternada bservams algumas vantagens da CA em relaçã a CC. A mair vantagem da CA está relacinada cm a facilidade de se elevar u abaixar a tensã em um circuit,

Leia mais

Ajuste Fino. Por Loud custom Shop Guitars SERIE FAÇA VOCÊ MESMO LOUD CUSTOM SHOP GUITARS

Ajuste Fino. Por Loud custom Shop Guitars SERIE FAÇA VOCÊ MESMO LOUD CUSTOM SHOP GUITARS Ajuste Fin Pr Lud custm Shp Guitars SERIE FAÇA VOCÊ MESMO LOUD CUSTOM SHOP GUITARS AJUSTE FINO Uma das cisas mais bacanas n mund da guitarra é fat de nã existir cert u errad. Sempre irá existir muitas

Leia mais

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 4. Questão 2. alternativa B. alternativa A. alternativa D. alternativa C

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 4. Questão 2. alternativa B. alternativa A. alternativa D. alternativa C Questã TIPO DE PROVA: A Ds n aluns de uma escla, 0% têm 0% de descnt na mensalidade e 0% têm 0% de descnt na mesma mensalidade. Cas equivalente a esses descnts fsse distribuíd igualmente para cada um ds

Leia mais

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar:

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar: IFS - ampus Sã Jsé Área de Refrigeraçã e ndicinament de r Prf. Gilsn ELEENTS E GEETRI Gemetria significa (em greg) medida de terra; ge = terra e metria = medida. nss redr estams cercads de frmas gemétricas,

Leia mais

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada

Questão 11. Questão 12. Resposta. Resposta S 600. Um veículo se desloca em trajetória retilínea e sua velocidade em função do tempo é apresentada Questã Um veícul se deslca em trajetória retilínea e sua velcidade em funçã d temp é apresentada na fiura. a) Identifique tip de mviment d veícul ns intervals de temp de 0 a 0 s,de 0 a 30 s e de 30 a 0

Leia mais

III Olimpíada de Matemática do Grande ABC Primeira Fase Nível 1 (5ª ou 6ª Séries)

III Olimpíada de Matemática do Grande ABC Primeira Fase Nível 1 (5ª ou 6ª Séries) III Olimpíada de Matemática d Grande ABC Primeira Fase Nível 1 (5ª u ª Séries) 1. Jã ganha uma mesada, que crrespnde a dis terçs da mesada d seu irmã. Cm a mesada de seu irmã é pssível cmprar 5 srvetes

Leia mais

As várias interpretações dos Números Racionais

As várias interpretações dos Números Racionais As várias interpretações ds Númers Racinais (Algumas das tarefas apresentadas a seguir fram retiradas u adaptadas da Tese de Dutrament de Maria Jsé Ferreira da Silva, cuj text se encntra n seguinte endereç:

Leia mais

Lista de exercícios Conceitos Fundamentais

Lista de exercícios Conceitos Fundamentais Curs: Engenharia Industrial Elétrica Disciplina: Análise Dinâmica Prfessr: Lissandr Lista de exercícis Cnceits Fundamentais 1) Em um circuit trifásic balancead a tensã V ab é 173 0 V. Determine tdas as

Leia mais

C 01. Introdução. Cada cateto recebe o complemento de oposto ou adjacente dependendo do ângulo de referência da seguinte forma: Apostila ITA.

C 01. Introdução. Cada cateto recebe o complemento de oposto ou adjacente dependendo do ângulo de referência da seguinte forma: Apostila ITA. IME ITA Apstila ITA Intrduçã C 0 A trignmetria é um assunt que vei se desenvlvend a lng da história, nã tend uma rigem precisa. A palavra trignmetria fi criada em 595 pel matemátic alemã arthlmaus Pitiscus

Leia mais

S3 - Explicação sobre endereço e/ou número de telefone dos EUA

S3 - Explicação sobre endereço e/ou número de telefone dos EUA S3 - Explicaçã sbre endereç e/u númer de telefne ds EUA Nme Númer da Cnta (se huver) A preencher seu Frmulári W-8 d IRS, vcê afirma nã ser cidadã u residente ds EUA u utra cntraparte ds EUA para efeit

Leia mais

Instrumentos ópticos

Instrumentos ópticos Instruments óptics O h A uz entra n h através duma abertura variáve pupia. A córnea e cristain junts cam a imagem sbre a retina, que cntém cerca de cem mihões de sensres de uz (s bastnetes e s cnes)ë As

Leia mais

CAPÍTULO VIII. Análise de Circuitos RL e RC

CAPÍTULO VIII. Análise de Circuitos RL e RC CAPÍTUO VIII Análise de Circuits e 8.1 Intrduçã Neste capítul serã estudads alguns circuits simples que utilizam elements armazenadres. Primeiramente, serã analisads s circuits (que pssuem apenas um resistr

Leia mais

GABARITO DA AFE02 FÍSICA 2ª SÉRIE 2016

GABARITO DA AFE02 FÍSICA 2ª SÉRIE 2016 GABARITO DA AFE0 FÍSICA ª SÉRIE 016 1) A figura abaixo representa um móvel m que descreve um movimento circular uniforme de raio R, no sentido horário, com velocidade de módulo V. Assinale a alternativa

Leia mais

XXXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO

XXXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO XXXIII OLIMPÍD RSILEIR DE MTEMÁTI PRIMEIR FSE NÍVEL (Ensin Médi) GRITO GRITO NÍVEL ) 6) ) D 6) D ) ) 7) D ) 7) D ) D ) 8) ) 8) D ) ) 9) ) 9) ) D ) E 0) D ) D 0) E ) E ada questã da Primeira Fase vale pnt.

Leia mais

ELETRICIDADE E MAGNETISMO

ELETRICIDADE E MAGNETISMO PONIFÍCIA UNIVERSIDADE CAÓLICA DE GOIÁS DEPARAMENO DE MAEMÁICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELERICIDADE E MAGNEISMO NOA DE AULA II Giânia 2014 1 ENERGIA POENCIAL ELÉRICA E POENCIAL ELÉRICO

Leia mais

FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 17 REVISÃO DE LANÇAMENTO VERTICAL E QUEDA LIVRE

FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 17 REVISÃO DE LANÇAMENTO VERTICAL E QUEDA LIVRE FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 17 REVISÃO DE LANÇAMENTO VERTICAL E QUEDA LIVRE Fixação 1) Duas pequenas esferas, uma de ferro, outra de chum-bo, são abandonadas, a partir do mesmo ponto, num mesmo local, onde

Leia mais

Circuitos de Corrente Alternada I

Circuitos de Corrente Alternada I Institut de Física de Sã Carls Labratóri de Eletricidade e Magnetism: Circuits de Crrente Alternada I Circuits de Crrente Alternada I Nesta prática, estudarems circuits de crrente alternada e intrduzirems

Leia mais

PROGRAMA REGIONAL DE PROVAS PARA BENJAMINS B 2011/2012

PROGRAMA REGIONAL DE PROVAS PARA BENJAMINS B 2011/2012 COMPETIÇÕES PARA O ESCALÃO DE BENJAMINS B (10-11 ANOS) A respnsabilidade de rganizaçã das actividades para este escalã etári pderá caber as clubes, esclas u à AARAM. As prvas aqui designadas devem ser

Leia mais

Universidade Federal fluminense. Física I e Física XVIII

Universidade Federal fluminense. Física I e Física XVIII Universidade Federal fluminense Física I e Física XVIII Lista 02 Movimento Unidimensional e Queda Livre Questões: 1)A cada segundo o coelho percorre metade da distância restante entre seu nariz e um pé

Leia mais

Instituto de Física USP. Física V - Aula 10. Professora: Mazé Bechara

Instituto de Física USP. Física V - Aula 10. Professora: Mazé Bechara Institut de Física USP Física V - Aula 10 Prfessra: Mazé Bechara Material para leitura na Xerx d IF 1. Prduçã e ransfrmaçã de Luz; Albert instein (1905); Artig 5 d Livr O an Miraculs de instein (traduçã

Leia mais

Caderno de Prova FISIOTERAPIA. Vestibular Vocacionado ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato:

Caderno de Prova FISIOTERAPIA. Vestibular Vocacionado ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato: Universidade d Estad de Santa Catarina Vestibular Vcacinad 010. Cadern de Prva ª FASE ª Etapa FISIOTERAPIA Nme d Candidat: INSTRUÇÕES GERAIS Cnfira Cadern de Prva, as Flhas de Respstas e a Flha de Redaçã.

Leia mais

, cujos módulos são 3N. Se F A

, cujos módulos são 3N. Se F A VTB 008 ª ETAPA Sluçã mentada da Prva de Física 0. nsidere duas frças, F A e F B, cujs móduls sã 3N. Se F A e F B fazem, respectivamente, ânguls de 60 e cm eix-x ( ângul é medid n sentid anti-hrári em

Leia mais

Esta aula nos dará conhecimento para análise e determinação do calor produzido ou absorvido em uma reação química.

Esta aula nos dará conhecimento para análise e determinação do calor produzido ou absorvido em uma reação química. Aula: 07 emática: ermquímica Esta aula ns dará cnheciment para análise e determinaçã d calr prduzid u absrvid em uma reaçã química. A termquímica é a investigaçã d calr prduzid u cnsumid nas reações químicas.

Leia mais

Variáveis e Tipo de Dados

Variáveis e Tipo de Dados Variáveis e Tip de Dads Alessandr J. de Suza DIATINF - IFRN alessandr.suza@ifrn.edu.br twi;er.cm/ajdsuza Aula 2 Segunda Aula Teórica ² Tips de dads ² Variáveis Armazenament de dads na memória Cnceit e

Leia mais

(i=') FUNÇÃO " ""'" TERCEIRA PARTE. Encerramos, neste número da revista, a publicação do primeiro

(i=') FUNÇÃO  ' TERCEIRA PARTE. Encerramos, neste número da revista, a publicação do primeiro FUNÇÃO TERCEIR PRTE (i=') ' Equipe de Ensin de Matemática /MECC/UN/CMP Encerrams, neste númer da revista, a publicaçã d primeir vlume d text FUNÇÃO, da equipe da UN/CMP. N próxim númer, darems inici à

Leia mais

Oficina de Capacitação em Comunicação

Oficina de Capacitação em Comunicação Oficina de Capacitaçã em Cmunicaçã APRESENTAÇÕES: DICAS E INSTRUMENTOS Marcele Basts de Sá Cnsultra de Cmunicaçã mbasts.sa@gmail.cm Prjet Semeand Águas n Paraguaçu INTERESSE DO PÚBLICO Ouvir uma ba história

Leia mais

DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada

DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex,

Leia mais

CIÊNCIAS 9 ANO PROF.ª GISELLE PALMEIRA PROF.ª MÁRCIA MACIEL ENSINO FUNDAMENTAL

CIÊNCIAS 9 ANO PROF.ª GISELLE PALMEIRA PROF.ª MÁRCIA MACIEL ENSINO FUNDAMENTAL CIÊNCIAS 9 ANO PROF.ª MÁRCIA MACIEL ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª GISELLE PALMEIRA CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade IV Ser humano e saúde 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 21 Conteúdos Aula 21.1 - Forças Aula

Leia mais

Física. Exercícios de Revisão I

Física. Exercícios de Revisão I Nome: n o : E nsino: S érie: T urma: Data: Prof(a): Médio Ednilson 1 a Física Exercícios de Revisão I 1) (UFPE) Um gafanhoto adulto pode saltar até 0,80 m com um ângulo de lançamento de 45 o. Desprezando

Leia mais

BRDE AOCP 2012. 01. Complete o elemento faltante, considerando a sequência a seguir: 1 2 4 8? 32 64 (A) 26 (B) 12 (C) 20 (D) 16 (E) 34.

BRDE AOCP 2012. 01. Complete o elemento faltante, considerando a sequência a seguir: 1 2 4 8? 32 64 (A) 26 (B) 12 (C) 20 (D) 16 (E) 34. BRDE AOCP 01 01. Cmplete element faltante, cnsiderand a sequência a seguir: (A) 6 (B) 1 (C) 0 (D) 16 (E) 4 Resluçã: 1 4 8? 64 Observe que, td númer subsequente é dbr d númer anterir: 1 4 8 16 4 8 16 64...

Leia mais

Introdução. Aula 3: Movimento Anual do Sol e Estações do Ano.

Introdução. Aula 3: Movimento Anual do Sol e Estações do Ano. Aula 3: Mviment Anual d Sl e Estações d An. Maria de Fátima Oliveira Saraiva, Kepler de Suza Oliveira Filh &Alexei Machad Müller O espetácul d pr d sl n Guaíba, em Prt Alegre. Intrduçã Prezad alun, Observar

Leia mais

ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R.

ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R. ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GAFICOS DE E. Vims cm cnstruir e utilizar s gráfics de cntrle. Agra vams estudar sua capacidade de detectar perturbações n prcess. GÁFICO de Em um julgament, veredict final será

Leia mais

(Queda Livre, Lançamentos Verticais, velocidade media, mru, mruv, derivada e integrais)

(Queda Livre, Lançamentos Verticais, velocidade media, mru, mruv, derivada e integrais) Movimento vertical (Queda Livre, Lançamentos Verticais, velocidade media, mru, mruv, derivada e integrais) 1. Três bolinhas idênticas, são lançadas na vertical, lado a lado e em seqüência, a partir do

Leia mais

Objetivo: Desenvolver as condições ideais para a boa formulação de objetivos, transformando-os em metas realizáveis.

Objetivo: Desenvolver as condições ideais para a boa formulação de objetivos, transformando-os em metas realizáveis. 1 Transfrmand Snhs em Metas Objetiv: Desenvlver as cndições ideais para a ba frmulaçã de bjetivs, transfrmand-s em metas realizáveis. Públic-Alv: Pessas interessadas em atingir sucess prfissinal e realizaçã

Leia mais

Desprezando todo tipo de atrito, se as esferas forem soltas em um mesmo instante, é CORRETO afirmar que:

Desprezando todo tipo de atrito, se as esferas forem soltas em um mesmo instante, é CORRETO afirmar que: 6 GAB. 1 1 o DIA PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO 005-007 FÍSICA QUESTÕES DE 11 A 0 11. Três esferas pequenas de massas e raios iguais encontram-se em repouso a uma altura (h) nas extremidades de três trilhos (I,

Leia mais

1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura

1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A área de um triângul é dada

Leia mais

Aplicando as condições iniciais: 0 0, h0. temos:

Aplicando as condições iniciais: 0 0, h0. temos: 1) O Brasil, em 014, sediou o Campeonato Mundial de Balonismo. Mais de 0 equipes de diferentes nacionalidades coloriram, com seus balões de ar quente, o céu de Rio Claro, no interior de São Paulo. Desse

Leia mais

Na famosa cena da corrida de bigas no filme Ben-Hur, cada biga era puxada por 4 cavalos idênticos.

Na famosa cena da corrida de bigas no filme Ben-Hur, cada biga era puxada por 4 cavalos idênticos. Questão 16 Na famosa cena da corrida de bigas no filme Ben-Hur, cada biga era puxada por 4 cavalos idênticos. (EAMES, John Douglas. The MGM Story. London: Octopus Books Limited, 1979.) Suponha que a tração

Leia mais

Caderno de Prova. EDUCAÇÃO FÍSICA (Bacharelado) Vestibular Vocacionado ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato:

Caderno de Prova. EDUCAÇÃO FÍSICA (Bacharelado) Vestibular Vocacionado ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato: Universidade d Estad de Santa Catarina Vestibular Vcacinad 010. Cadern de Prva ª FASE ª Etapa EDUCAÇÃO FÍSICA (Bacharelad) Nme d Candidat: INSTRUÇÕES GERAIS Cnfira Cadern de Prva, as Flhas de Respstas

Leia mais

CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Cinemática I. Bruno Conde Passos Engenharia Civil João Victor Engenharia Civil

CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Cinemática I. Bruno Conde Passos Engenharia Civil João Victor Engenharia Civil CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA 2015.1 Cinemática I Bruno Conde Passos Engenharia Civil João Victor Engenharia Civil Cinemática Na cinemática vamos estudar os movimentos sem levar em consideração

Leia mais

Exercícios de Eletroquímica

Exercícios de Eletroquímica Material de api d Extensiv Exercícis de Eletrquímica Prfessr: Allan Rdrigues 1. Na dntlgia amálgama, que é cmpst basicamente pr uma mistura sólida na qual mercúri, a prata e estanh sã cmbinads, fi um material

Leia mais

MATEMÁTICA 1 o Ano Duds

MATEMÁTICA 1 o Ano Duds MATEMÁTICA 1 An Duds 1. (Ufsm 011) A figura a seguir apresenta delta d ri Jacuí, situad na regiã metrplitana de Prt Alegre. Nele se encntra parque estadual Delta d Jacuí, imprtante parque de preservaçã

Leia mais

SUPERFÍCIE E CURVA. F(x, y, z) = 0

SUPERFÍCIE E CURVA. F(x, y, z) = 0 SUPERFÍIE E URVA SUPERFÍIE E URVA As superfícies sã estudadas numa área chamada de Gemetria Diferencial, desta frma nã se dispõe até nível da Gemetria Analítica de base matemática para estabelecer cnceit

Leia mais

Olimpíada Brasileira de Robótica 2012

Olimpíada Brasileira de Robótica 2012 limpíada Brasileira de Robótica 2012 MDALIDADE: TEÓRICA NÍEL 1 (1º a 3º ANS ENSIN FUNDAMENTAL) DURAÇÃ: 2 HRAS NME D ALUN:...MATR:... ESCLA:... CIDADE:... ESTAD:... Realização: Apoio: AIS: CAR(A) PRFESSR(A)

Leia mais

LANÇAMENTOS NO VÁCUO. I) RESUMO DE LANÇAMENTOS NO VÁCUO (VERTICAL, QUEDA LIVRE, OBLIQUO E HORIZONTAL )

LANÇAMENTOS NO VÁCUO.  I) RESUMO DE LANÇAMENTOS NO VÁCUO (VERTICAL, QUEDA LIVRE, OBLIQUO E HORIZONTAL ) LANÇAMENTOS NO VÁCUO www.nilsong.com.br I) RESUMO DE LANÇAMENTOS NO VÁCUO (VERTICAL, QUEDA LIVRE, OBLIQUO E HORIZONTAL ) São os movimentos onde só cosndera-se atuando no móvel apenas a força de gravidade

Leia mais

Aula 03 Circuitos CA

Aula 03 Circuitos CA Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Elements de Circuits n dmíni de Fasres Intrduçã Para cmpreender a respsta de dispsitivs básics

Leia mais

Introdução às Redes e Serviços de Telecomunicações

Introdução às Redes e Serviços de Telecomunicações Capítul 1 Intrduçã às Redes e Serviçs de Telecmunicações 1.1 Intrduçã Neste capítul apresenta-se a resluçã de alguns prblemas e prpõem-se alguns exercícis adicinais referentes à matéria d capítul 1 de

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS: POTÊNCIA, TRABALHO E ENERGIA TURMAS: 1C01 a 1C10 (PROF. KELLER)

LISTA DE EXERCÍCIOS: POTÊNCIA, TRABALHO E ENERGIA TURMAS: 1C01 a 1C10 (PROF. KELLER) LISTA DE EXERCÍCIOS: POTÊNCIA, TRABALHO E ENERGIA TURMAS: 1C01 a 1C10 (PROF. KELLER) 1) Uma máquina consome 4000 J de energia em 100 segundos. Sabendo-se que o rendimento dessa máquina é de 80%, calcule

Leia mais

111 OJ OJ. o que você entende por: "Fulano é um zero à esquerda"? OJOJ OJ. Cite situações em que contamos, fazendo agrupamentos diferentes de dez.

111 OJ OJ. o que você entende por: Fulano é um zero à esquerda? OJOJ OJ. Cite situações em que contamos, fazendo agrupamentos diferentes de dez. ite situações em que cntams, fazend agrupaments diferentes de dez. que vcê entende pr: "Fulan é um zer à esquerda"? screva númer que está representad em cada quadr. UBOS D 7 000 PLAAS D 700 BARRAS D 70

Leia mais

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 05 ROLDANAS E ELEVADORES

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 05 ROLDANAS E ELEVADORES FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 05 ROLDANAS E ELEVADORES T T Como pode cair no enem? (CEFET) Nos sistemas seguintes, em equilíbrio, as roldanas, os fios e as hastes têm massas desprezíveis. Os dinamômetros

Leia mais

Extrator de Sucos Modelo

Extrator de Sucos Modelo O PREÇO ALIADO À QUALIDADE METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Rua: Anita Garibaldi, nº 22 - Bairr: Sã Luiz - CEP: 8851-10 Brusque - Santa Catarina - Brasil Fne: +55 (0 )7 211 000 / 255 2000 Fax: +55 (0 )7 211 020

Leia mais

Parte I ( Questões de Trabalho Mecânico e Energia )

Parte I ( Questões de Trabalho Mecânico e Energia ) Parte I ( Questões de Trabalho Mecânico e Energia ) 1) Uma força horizontal de 20 N arrasta por 5,0 m um peso de 30 N, sobre uma superfície horizontal. Os trabalhos realizados pela força de 20 N e pela

Leia mais

MATEMÁTICA. 248 = 800 mg de cálcio. 1600 k2. k 2 1600 k2

MATEMÁTICA. 248 = 800 mg de cálcio. 1600 k2. k 2 1600 k2 (9) 35-0 www.elitecampinas.cm.br O ELITE RESOLVE A UNICAMP 005 SEGUNDA FASE MATEMÁTICA MATEMÁTICA ATENÇÃO: Escreva a resluçã COMPLETA de cada questã n espaç a ela reservad. Nã basta escrever apenas resultad

Leia mais

Movimento Unidimensional

Movimento Unidimensional Movimento Unidimensional Professor: Carlos Alberto Disciplina: Física Geral I Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como descrever o movimento unidimensional em termos da velocidade

Leia mais

a) O movimento do ciclista é um movimento uniforme, acelerado ou retardado? Justifique.

a) O movimento do ciclista é um movimento uniforme, acelerado ou retardado? Justifique. NOME: Nº. Progressão Parcial da1 a série (EM) TURMA: 21D DATA: 23/ 03/ 12 DISCIPLINA: Física PROF. : Petrônio ASSUNTO: Exercício de revisão sobre movimento acelerado VALOR: NOTA: 1) Escreva no espaço abaixo

Leia mais

Actividade Laboratorial Física 12º Ano Condensador Plano

Actividade Laboratorial Física 12º Ano Condensador Plano Actividade Labratrial Física 12º An Cndensadr Plan 1. Questã prblema a. Verificar cm varia a capacidade de um cndensadr cm a distância entre as armaduras. b. Verificar cm varia a capacidade de um cndensadr

Leia mais

10. Escreva um programa que leia um texto e duas palavras e substitua todas as ocorrências da primeira palavra com a segunda palavra.

10. Escreva um programa que leia um texto e duas palavras e substitua todas as ocorrências da primeira palavra com a segunda palavra. Lista de Exercícis: Vetres, Matrizes, Strings, Pnteirs e Alcaçã Obs: Tdas as questões devem ser implementadas usand funções, pnteirs e alcaçã 1. Faça um prgrama que leia um valr n e crie dinamicamente

Leia mais

3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos

3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos 3 Fundaments d Cmprtament ds Hidrcarbnets Fluids 3.1. Reservatóris de Petróle O petróle é uma mistura de hidrcarbnets, que pde ser encntrada ns estads: sólid, líquid, u ass, dependend das cndições de pressã

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS - TERMOMETRIA

LISTA DE EXERCÍCIOS - TERMOMETRIA GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO Competência, ética e cidadania SECRETARIA DE EDUCAÇÃO LISTA DE EXERCÍCIOS - TERMOMETRIA Aluno(a): nº 2º ano MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO Você já pensou o que acontece

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD.

Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta. Resposta. a) calcule a área do triângulo OAB. b) determine OC e CD. Questã Se Amélia der R$,00 a Lúcia, entã ambas ficarã cm a mesma quantia. Se Maria der um terç d que tem a Lúcia, entã esta ficará cm R$ 6,00 a mais d que Amélia. Se Amélia perder a metade d que tem, ficará

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

Serviço Social

Serviço Social Serviç Scial 2012-13 Tmada de Decisã UCP-CRB Pól de Viseu *- 1 A elevada velcidade da mudança intrduz um nv element na gestã, frçand s executivs, já nervss cm um ambiente nã familiar, a tmar mais e mais

Leia mais

Administração de Redes Servidores de Aplicação

Administração de Redes Servidores de Aplicação 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Administraçã de Redes Servidres de Aplicaçã

Leia mais

Aplicações Leis Newton Básico Resoluções:

Aplicações Leis Newton Básico Resoluções: Questão 01 - (UFJF MG/2009) Considere as seguintes afirmações: I. Segundo a 1ª Lei de Newton, é necessária uma força resultante para manter com velocidade constante o movimento de um corpo se deslocando

Leia mais

Cartografia e Geoprocessamento Parte 1. Geoide, Datum e Sistema de Coordenadas Geográficas

Cartografia e Geoprocessamento Parte 1. Geoide, Datum e Sistema de Coordenadas Geográficas Cartgrafia e Geprcessament Parte 1 Geide, Datum e Sistema de Crdenadas Gegráficas Cartgrafia e Geprcessament qual a relaçã? Relaçã através d espaç gegráfic; Cartgrafia representa espaç gegráfic; Geprcessament

Leia mais

FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM

FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM FACULDADE AGES CURSO DE ENFERMAGEM REGULAMENTAÇÃO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS ADMINISTRAÇÃO APLICADA A ENFERMAGEM As Práticas Educativas serã realizadas em hráris pré-determinads n períd diurn para aluns regularmente

Leia mais

FKcorreiosg2_cp1 - Complemento Transportadoras

FKcorreiosg2_cp1 - Complemento Transportadoras FKcrreisg2_cp1 - Cmplement Transprtadras Instalaçã d módul Faça dwnlad d arquiv FKcrreisg2_cp1.zip, salvand- em uma pasta em seu cmputadr. Entre na área administrativa de sua lja: Entre n menu Móduls/Móduls.

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA 4º bimestre

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA 4º bimestre ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA 4º bimestre Nme: Nº 3 a. Série Data: / /2015 Prfessres: Adriana e Nelsn Nta: (valr: 1,0 para cada bimestre) 4º bimestre A - Intrduçã Neste semestre, sua nta fi inferir

Leia mais

9 ANO Ensino Fundamental

9 ANO Ensino Fundamental E n s in o F o r t e e d e R e s u l t a do s Estudante: Centro Educacio nal Juscelino K ub itschek G u a r á / Valp ar aíso Exercícios Recuperação Semestral F Í S I C A 9 ANO Ensino Fundamental Data:

Leia mais