Preparação de uma pilha baseada na oxidação em meio ácido. Química 12º Ano

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Preparação de uma pilha baseada na oxidação em meio ácido. Química 12º Ano"

Transcrição

1 Preparação de uma pilha baseada na oxidação em meio ácido Química 12º Ano Unidade 1 Metais e ligas metálicas Actividades de Projecto Laboratorial Outubro 2005 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica e do Vidro Universidade de Aveiro

2 Preparação de uma pilha baseada na oxidação em meio ácido 1. Objectivos: i) Verificar a co-existência de duas semi-reacções de oxidação (perda de massa) e de redução (libertação de hidrogénio) na corrosão de uma placa de zinco em meio ácido. ii) iii) iv) Verificar que é possível dissociar as semi-reacções de oxidação e de redução, deslocando-as para diferentes placas. Preparar pilhas com placas de cobre e de zinco em meios ácidos, incluindo ácidos inorgânicos (HCl) e ácidos orgânicos naturais tal como o ácido acético do vinagre ou o ácido cítrico dos limões. Relacionar a força electromotriz da pilha (em circuito aberto) com as semireacções de eléctrodo. v) Verificar que a tensão da pilha diminui com o aumento da corrente. 2. Fundamentos A corrosão do zinco (Zn) em meio ácido manifesta-se por dois efeitos facilmente observáveis, isto é, a libertação de bolhas de hidrogénio (H 2 ) e a perda de massa. Estes dois efeitos relacionam-se com as duas semi-reacções que constituem o processo global de corrosão, isto é: 2H + + 2e - H 2 (1) Zn Zn 2+ (aq) + 2e - (2) A primeira semi-reacção é responsável pela libertação do gás e a segunda semireacção traduz-se na perda de massa, por transferência de iões Zn 2+ para a solução. As duas semi-reacções são interdependentes, isto é, a primeira reacção cede electrões que são consumidos na segunda reacção. A reacção 1 será tanto mais intensa quanto menor for o valor do ph do meio. Note-se que a corrosão em meio ácido é geralmente controlada pela libertação do hidrogénio, sendo esta dependente da acidez do meio (Eq.1). É possível separar as semi-reacções 1 e 2 quando se liga a placa de zinco a um dos pólos de uma pilha, enquanto se liga uma placa de cobre ao outro pólo. A ligação do zinco ao pólo negativo promove a reacção 1, dando origem a uma libertação de hidrogénio mais intensa, e inibe a semi-reacção 2. Pelo contrário, a ligação ao pólo positivo inibe a libertação de hidrogénio e acentua a dissolução do zinco. Esta separação

3 das reacções de oxidação e de redução também permite a preparação de uma pilha com eléctrodos de zinco e cobre, em meio ácido. A força electromotriz de uma pilha é a diferença entre os valores das tensões de redução das semi-reacções de eléctrodo. Por exemplo, a tensão de redução padrão da reacção 1 (a ph=0) é 0 volts e a tensão de redução padrão da reacção 2 (numa solução com concentração 1M de iões Zn 2+ ) é -0,763 volts. Por isso, a força electromotriz da correspondente pilha será cerca de 0,763 volts. Em circuito fechado, a tensão da pilha diminui com o aumento de corrente. Este decréscimo deve-se à resistência interna da pilha: Esta resistência relaciona-se com a resistência do meio (electrólito) que separa os dois eléctrodos e com a cinética das reacções de eléctrodo. 3. Equipamento, materiais e reagentes - Chapas de zinco com dimensões aproximadas de 1,5x10 cm 2 cada. - Chapas de cobre com dimensões aproximadas de 2x9 cm 2 cada. - Lixa - Solução de HCl 1M - Solução de NaOH 1M - Limões - Papel indicador de ph (para meio ácido) - Material de vidro - Balança com precisão até ±1 cg. - Multímetro. 4. Realização experimental 1. Efectue o polimento de chapas de zinco e cobre, com lixa, lave-as e deixe secar. 2. Prepare um balão contendo 150 ml de solução 1M de HCl. 3. Verta cerca de 50 ml de solução 1M de HCl para um copo de vidro de 50 ml. Meça o ph com papel indicador. Pese uma das chapas de zinco, introduza-a na solução, deixando-a parcialmente imersa e registe o tempo (hora e minutos). Observe cuidadosamente os efeitos (p.e. escurecimento da superfície da amostra de zinco, libertação de gases, etc.) e registe essas observações. 4. Prepare solução 0.1M de HCl, diluindo 10 ml de solução 1M, e verta 50 ml para outro copo de vidro de 50 ml. Repita os restantes passos da alínea Introduza uma placa de cobre na solução 1M de HCl e verifique que não ocorre libertação de hidrogénio nem qualquer evidência de corrosão do cobre.

4 6. Ligue uma placa de cobre a uma placa de zinco, introduza o conjunto num copo de 50 ml contendo solução 0.1M de HCl e verifique que ocorre libertação de hidrogénio. Ligue a placa de zinco ao pólo positivo de uma pilha e a placa de cobre ao pólo negativo e verifique que a libertação de hidrogénio se torna mais intensa na placa de cobre e é inibida na placa de zinco. Inverta a polaridade e verifique que a libertação de hidrogénio se volta a acentuar na placa de zinco. 7. Ao fim de 1 hora retire cada uma das placas de zinco usadas nos passos 3, 4 e 5, lave-as, seque-as e depois pese-as. 8. Relacione as observações efectuadas com a coexistência das semi-reacções de redução e de oxidação. 9. Prepare uma solução aquosa de cloreto de sódio (5,844 g por 100ml), adicione farinha de trigo (1 g de farinha por cada 10 ml de solução) e aqueça em banhomaria para preparar uma cola bastante espessa. 10. Prepare uma pilha com eléctrodos de zinco e cobre em solução de HCl 1M conforme se descreve seguidamente: - Corte um pedaço de tecido com área de cerca de 4x10 cm 2. - Deposite, sobre esse tecido, uma camada da cola preparada na alínea 9. - Pulverize abundantemente com sal de cozinha. - Coloque uma chapa de zinco sobre a camada de sal e envolva-a com o tecido. (Nota: O tecido e a cola actuam como barreiras, atenuando a acidez e a libertação de hidrogénio junto do eléctrodo de zinco.) - Aperte o conjunto entre 2 placas de cobre, tendo o cuidado de dobrar uma das extremidades de uma das placas de cobre, e amarre com arame de cobre. - Introduza o conjunto num copo de 50 ml contendo 50 ml de solução HCl 1M. - Meça a tensão produzida por esta pilha e compare-a com os valores da tensão de redução das semi-reacções de eléctrodo. 11. Prepara uma segunda pilha equivalente à descrita no passo Ligue as pilhas em série e verifique que é possível alimentar um relógio digital, substituindo a sua pilha comercial. 13. Meça diversas resistências eléctricas e seleccione uma série com valores próximos de 10Ω, 33Ω, 47Ω, 68Ω, 100Ω e 220Ω, respectivamente. Ligue uma dessas resistências aos pólos da pilha preparada no passo 10, seguindo o esquema da Fig.1, e determine a tensão da pilha em circuito fechado. Calcule a corrente tendo em conta a lei de Ohm (I=V aux /R aux ). Repita estas medidas e cálculos para cada uma das resistências e represente a variação da corrente em função da tensão da pilha. 14. Repita o ponto anterior utilizando, desta vez, uma pilha comercial de 1,5V e analise as diferenças. 15. Neutralize a solução ácida de HCl adicionando quantidades de solução de NaOH até que se obtenha um ph próximo de 6/ Prepare uma pilha espetando uma placa de zinco e uma placa de cobre num limão, assegurando-se de que estas não se contactam e de que a distância entre elas não excede 1 cm. Meça a tensão desta pilha. 17. Prepare uma segunda pilha idêntica à da alínea 14 e faça uma associação em série das duas pilhas. Verifique que esta associação em série também é suficiente para alimentar o relógio digital.

5 R aux V aux Cobre. Zinco Fig.1: Representação de uma montagem experimental para verificar a variação da tensão de uma pilha com a corrente.

Factores Influentes na Corrosão e Protecção de Metais. Química 12º Ano

Factores Influentes na Corrosão e Protecção de Metais. Química 12º Ano Factores Influentes na Corrosão e Protecção de Metais Química 12º Ano Unidade 1 Metais e ligas metálicas Actividades de Projecto Laboratorial Outubro 2005 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica

Leia mais

Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva

Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Calibração e utilização de um sensor de temperatura Química 12º Ano Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng.

Leia mais

Medição de entalpia de neutralização. Química 12º Ano

Medição de entalpia de neutralização. Química 12º Ano Medição de entalpia de neutralização Química 12º Ano Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica e do

Leia mais

Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro 2005. Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva

Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro 2005. Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Efeitos da composição em temperaturas de fusão e de ebulição Química 12º Ano Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2005 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva

Leia mais

Ligar cuidadosamente a fonte de alimentação.

Ligar cuidadosamente a fonte de alimentação. REALIZAÇÃO EXPERIMENTAL Objectivos Interpretar as reacções químicas que ocorrem quando se efectua a electrólise de uma solução aquosa de cloreto de cobre (II) com eléctrodos de grafite, ferro e zinco.

Leia mais

Índice de refracção e propriedades ópticas. Química 12º Ano. Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial

Índice de refracção e propriedades ópticas. Química 12º Ano. Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Índice de refracção e propriedades ópticas Química 12º Ano Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Dezembro 2005 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica

Leia mais

Medição de massa específica com base no método de Arquimedes. Química 12º Ano

Medição de massa específica com base no método de Arquimedes. Química 12º Ano Medição de massa específica com base no método de Arquimedes Parte I: Aplicação a líquidos Química 12º Ano Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006

Leia mais

Diferenciação de materiais baseada em medições de densidade

Diferenciação de materiais baseada em medições de densidade Diferenciação de materiais baseada em medições de densidade Parte II: Aplicação a sólidos Química 12º Ano Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006

Leia mais

PRÁTICA 3 GRUPO 13. O objetivo desse procedimento é estudar a hidrólise do ácido bórico e do bórax.

PRÁTICA 3 GRUPO 13. O objetivo desse procedimento é estudar a hidrólise do ácido bórico e do bórax. PRÁTICA 3 GRUPO 13 Departamento de Química Inorgânica, IQ-UFF Responsável: Prof. Fabio da Silva Miranda Revisado: 04/05/2017 1. Introdução O presente procedimento experimental pretende abordar alguns aspectos

Leia mais

Fonte: «Do velho se faz novo», PROTESTE, 248, pp , Junho 2004 (adaptado)

Fonte: «Do velho se faz novo», PROTESTE, 248, pp , Junho 2004 (adaptado) I O automóvel é um dos grandes culpados pela poluição atmosférica. Durante o uso, emite gases poluentes, tais como os que contribuem para o efeito de estufa, a ocorrência de chuvas ácidas e o smog de Verão.

Leia mais

Associação Brasileira de Química XIII Maratona Cearense de Química a Fase 1 o Ano 18/08/10. Experiência

Associação Brasileira de Química XIII Maratona Cearense de Química a Fase 1 o Ano 18/08/10. Experiência 2 a Fase 1 o Ano 18/08/10 Material e Reagentes: Experiência Açúcar (sacarose) Bicarbonato de sódio Álcool etílico Recipiente com graduação (proveta ou seringa) Almofariz com pistilo Fósforo ou isqueiro

Leia mais

QUÍMICA 12º ANO ACTIVIDADE DE PROJECTO CONSTRUÇÃO DE UMA PILHA PROPOSTA DA METODOLOGIA 2010/ º Período

QUÍMICA 12º ANO ACTIVIDADE DE PROJECTO CONSTRUÇÃO DE UMA PILHA PROPOSTA DA METODOLOGIA 2010/ º Período QUÍMICA 12º ANO ACTIVIDADE DE PROJECTO CONSTRUÇÃO DE UMA PILHA PROPOSTA DA METODOLOGIA Henrique Fernandes, número 9 Ricardo Cunha, número 20 Jéssica Lopes, número 26 Professor Ângelo Fernandes Turma B

Leia mais

Preparação e padronização de soluções

Preparação e padronização de soluções INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano 1º Semestre) Trabalho Prático nº 2 Preparação e padronização de soluções

Leia mais

Substâncias Químicas Com Características Ácidas e Básicas

Substâncias Químicas Com Características Ácidas e Básicas Substâncias Químicas Com Características Ácidas e Básicas Introdução Existem várias teorias sobre acidez e basicidade. Contudo, não se trata realmente de teorias, mais simplesmente de diferentes definições

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DOS ÁCIDOS E DAS BASES

CARACTERÍSTICAS DOS ÁCIDOS E DAS BASES E S C O L A BÁSICA 3/S A N T E R O DE QUENTAL Nome: Nº Turma Data / / CARACTERÍSTICAS DOS ÁCIDOS E DAS BASES Ácidos As soluções ácidas apresentam um conjunto de propriedades comuns que fazem com que as

Leia mais

Unidade Curricular: Física Aplicada

Unidade Curricular: Física Aplicada FFUP Física Aplicada 206/207 Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas Unidade Curricular: Física Aplicada Aulas Laboratoriais Trabalho laboratorial n.º 7 Estudo da condução elétrica: aplicação à determinação

Leia mais

Na obtenção de prata por eletrólise de solução aquosa de nitrato de prata, o metal se forma no: a) cátodo, por redução de íons Ag(+) b) cátodo, por

Na obtenção de prata por eletrólise de solução aquosa de nitrato de prata, o metal se forma no: a) cátodo, por redução de íons Ag(+) b) cátodo, por Na obtenção de prata por eletrólise de solução aquosa de nitrato de prata, o metal se forma no: a) cátodo, por redução de íons Ag(+) b) cátodo, por oxidação de íons ag(+) c) cátodo, por redução de átomos

Leia mais

Reacções de oxidação-redução em solução aquosa. Livro Química Inorgânica Básica na página da cadeira no Moodle Capítulo 4, p.

Reacções de oxidação-redução em solução aquosa. Livro Química Inorgânica Básica na página da cadeira no Moodle Capítulo 4, p. Reacções de oxidação-redução em solução aquosa Livro Química Inorgânica Básica na página da cadeira no Moodle Capítulo 4, p. 116 até ao final REACÇÕES de OXIDAÇÃO-REDUÇÃO reacções que envolvem troca de

Leia mais

(MACK-SP) Na eletrólise ígnea de NaCl, verificase

(MACK-SP) Na eletrólise ígnea de NaCl, verificase (MACK-SP) Na eletrólise ígnea de NaCl, verificase que: a) no cátodo, deposita-se sódio metálico. b) no ânodo, ocorre redução. c) no cátodo, ocorre oxidação. d) no ânodo, há deposição de NaCl. e) no cátodo,

Leia mais

Química 12º Ano. Uma reacção de oxidação-redução, ou reacção redox, é uma reacção em. variação dos números de oxidação de alguns elementos.

Química 12º Ano. Uma reacção de oxidação-redução, ou reacção redox, é uma reacção em. variação dos números de oxidação de alguns elementos. Química 12º Ano Uma reacção de oxidação-redução, ou reacção redox, é uma reacção em que há transferência total ou parcial de electrões, como se verifica pela variação dos números de oxidação de alguns

Leia mais

Purificação por dissolução ou recristalização

Purificação por dissolução ou recristalização Purificação por dissolução ou recristalização Química 12º Ano Unidade 3 Vidros, plásticos e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Março 2006 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica

Leia mais

CÉLULAS GALVÂNICAS OU CÉLULAS ELECTROQUÍMICAS

CÉLULAS GALVÂNICAS OU CÉLULAS ELECTROQUÍMICAS CÉLULAS GALVÂNICAS OU CÉLULAS ELECTROQUÍMICAS Uma CÉLULA ELECTROQUÍMICA é um dispositivo que permite a conversão de energia química em energia eléctrica através de reacções de oxidação-redução que ocorrem

Leia mais

BC-1302 QUÍMICA DOS ELEMENTOS

BC-1302 QUÍMICA DOS ELEMENTOS PRÁTICA 5: Oxigênio e Enxofre Objetivos Preparar o gás oxigênio, por método laboratorial e estudar algumas de suas propriedades. Estudar o enxofre nas suas variações alotrópicas e algumas de suas reações.

Leia mais

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA Parte I Produção do óxido de cobre Ponto de Partida 1- Preparar uma amostra de 300 mg de cobre a partir de um fio de cobre ou de uma folha de cobre. 2- Colocar a

Leia mais

Nesta actividade laboratorial não existe nenhum factor que leve a alguma

Nesta actividade laboratorial não existe nenhum factor que leve a alguma REALIZAÇÃO EXPERIMENTAL Objectivos Avaliar a velocidade da reacção química entre o carbonato de cálcio do giz e o ácido acético do vinagre medindo o tempo de formação de um determinado volume de gás dióxido

Leia mais

Electromagnetismo e Física Moderna. Conhecer um método para a determinação da capacidade eléctrica

Electromagnetismo e Física Moderna. Conhecer um método para a determinação da capacidade eléctrica Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física 1 Compreender o que é um condensador eléctrico Electromagnetismo e Física Moderna Capacidade e condensadores Conhecer

Leia mais

A.L.2.1 CAMPO ELÉCTRICOE SUPERFÍCIES EQUIPOTENCIAIS

A.L.2.1 CAMPO ELÉCTRICOE SUPERFÍCIES EQUIPOTENCIAIS A.L.2.1 CAMPO ELÉCTRICOE SUPERFÍCIES EQUIPOTENCIAIS FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO As cargas eléctricas criam campos eléctricos cuja forma está relacionada com o valor dessas cargas e com a sua distribuição

Leia mais

Química Geral 2003/2004 Eng. Biomédica

Química Geral 2003/2004 Eng. Biomédica Química Geral 2003/2004 Eng. Biomédica Trabalho 4 Corrosão e protecção catódica Grupo 1 Turma 21101 1º Turno Data: 31/MAI/2004 Número Nome 54218 Artur Vilão Santos Ferreira 54222 Bruno Miguel Gil Rosa

Leia mais

GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL

GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL ESCOLA SECUNDÁRIA ENG. ACÁCIO CALAZANS DUARTE Utilização e organização dos laboratórios escolares Oficina de Formação GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL FACTORES QUE INFLUENCIAM A ACTIVIDADE

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 6

Química Geral Experimental - Aula 6 Química Geral Experimental - Aula 6 Título da Prática: Determinação da massa molar do Magnésio. Objetivos: Determinação de sua massa molar do Magnésio a partir da reação com ácido. Acompanhar a cinética

Leia mais

Experiência 7. PREPARO DE SOLUÇÃO A PARTIR DE SUBSTÂNCIAS SÓLIDAS, LIQUIDAS E DE SOLUÇÃO CONCENTRADA

Experiência 7. PREPARO DE SOLUÇÃO A PARTIR DE SUBSTÂNCIAS SÓLIDAS, LIQUIDAS E DE SOLUÇÃO CONCENTRADA Experiência 7. PREPARO DE SOLUÇÃO A PARTIR DE SUBSTÂNCIAS SÓLIDAS, LIQUIDAS E DE SOLUÇÃO CONCENTRADA 1. Objetivos Após a realização desta aula experimental, espera-se que o graduando do curso de Química

Leia mais

Funcionamento de um sistema tampão

Funcionamento de um sistema tampão Funcionamento de um sistema tampão Actividade Laboratorial Química 12. ANO 1. Questão problema o o Verificar experimentalmente o funcionamento de um sistema tampão, por titulação ácido forte-base fraca

Leia mais

Materiais / Materiais I

Materiais / Materiais I Materiais / Materiais I Guia para o Trabalho Laboratorial n.º 4 CORROSÃO GALVÂNICA E PROTECÇÃO 1. Introdução A corrosão de um material corresponde à sua destruição ou deterioração por ataque químico em

Leia mais

Nome dos participantes: Jaqueline do Espirito Santo D Apresentação, Iven Roberto Andrade Oliveira e André Filipe Martins Justino

Nome dos participantes: Jaqueline do Espirito Santo D Apresentação, Iven Roberto Andrade Oliveira e André Filipe Martins Justino Título do Vídeo: Eletrólise da água Nome dos participantes: Jaqueline do Espirito Santo D Apresentação, Iven Roberto Andrade Oliveira e André Filipe Martins Justino Professor responsável: Isabel Domingues

Leia mais

QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA

QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA - 1998 QUESTÃO 01 Uma mistura de hidrogênio, H 2 (g), e oxigênio, O 2 (g), reage, num recipiente hermeticamente fechado, em alta temperatura e em presença de um catalisador, produzindo

Leia mais

Reacções de Oxidação-Redução

Reacções de Oxidação-Redução Reacções de Oxidação-Redução Há transferência de electrões entre espécies reagentes, com variação do número de oxidação de elementos dessas espécies. Regras simples para determinar o número de oxidação

Leia mais

Eletroquímica: construção de uma célula galvânica

Eletroquímica: construção de uma célula galvânica Eletroquímica: construção de uma célula galvânica 1. Introdução Uma corrente elétrica é o fluxo de elétrons por um circuito. Quando a corrente é gerada quimicamente, os elétrons saem de uma região em que

Leia mais

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE. Versão aluno

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE. Versão aluno ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. LOURENÇO EM PORTALEGRE ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 11º ANO TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE Versão aluno O que se pretende: Conhecer processos para neutralizar resíduos de ácidos/bases

Leia mais

(baseado em 17 avaliações)

(baseado em 17 avaliações) Experimento cadastrado por Leandro Fantini em 30/11/2008 Classificação Total de exibições: 18733 (até 24/06/2014) (baseado em 17 avaliações) Palavras-chave: química, moeda, cobe, zinco em pó, latão, NaOH,

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO. Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado

ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO. Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado 1. Objectivo: Reutilizar os óleos vegetais rejeitados 2. O que se pretende: 2.1 Seleccionar material adequado

Leia mais

Condutividade Elétrica

Condutividade Elétrica FQE1 Exp. 1 Condutividade Elétrica 1. Introdução A condução elétrica é um fenômeno de transporte em que a carga elétrica (elétrons ou íons) se move através do sistema. A condutividade elétrica, também

Leia mais

Unidade Curricular: Física Aplicada

Unidade Curricular: Física Aplicada FFUP Física Aplicada 203/204 Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas Unidade Curricular: Física Aplicada Aulas Laboratoriais Trabalho laboratorial nº. 7 Estudo das propriedades elétricas de soluções:

Leia mais

Al 1.1 Amoníaco e compostos de amónio em materiais de uso comum

Al 1.1 Amoníaco e compostos de amónio em materiais de uso comum Al 1.1 Amoníaco e compostos de amónio em materiais de uso comum Nome: Turma: Nº Data: / / Questão - problema A publicidade anuncia adubos e produtos de limpeza amoniacais: o que terão de comum estes materiais?

Leia mais

21. Considere a seguinte expressão de constante de equilíbrio em termos de pressões parciais: K p =

21. Considere a seguinte expressão de constante de equilíbrio em termos de pressões parciais: K p = PASES 2 a ETAPA TRIÊNIO 2003-2005 1 O DIA GABARITO 1 13 QUÍMICA QUESTÕES DE 21 A 30 21. Considere a seguinte expressão de constante de equilíbrio em termos de pressões parciais: K p = 1 p CO2 Dentre as

Leia mais

Trabalho Prático nº 4. Complexos de metais de transição

Trabalho Prático nº 4. Complexos de metais de transição Trabalho Prático nº 4 Complexos de metais de transição 1. Introdução Um ião complexo pode ser definido como um ião que contém um átomo central ao qual se ligam outros átomos, os ligandos, em que na maior

Leia mais

Física e Química A. Nomes: N.º s : T.ª: Como neutralizar resíduos de ácidos/bases do laboratório de Química da escola?

Física e Química A. Nomes: N.º s : T.ª: Como neutralizar resíduos de ácidos/bases do laboratório de Química da escola? Física e Química A 11ºAno - Química AL.2.3. Neutralização: uma reacção de ácido-base Ano lectivo: 2010/2011 Nomes: N.º s : T.ª: PARTE I - Introdução Questão problema Como identificar se os resíduos são

Leia mais

Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo

Síntese do acetato de n-butilo ou etanoato de n-butilo Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO PL 3.4 Identificação e síntese de substâncias com aromas e sabores especiais Síntese do acetato de

Leia mais

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio

Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Colégio FAAT Ensino Fundamental e Médio Conteúdo: Pilhas e baterias Eletrólise Recuperação do 4 Bimestre disciplina Química 2ºano Lista de exercícios 1- Na pilha Al/ Al 3+ // Cu 2+ / Cu é correto afirmar

Leia mais

Ficha de avaliação diagnóstica aos conhecimentos do 1º período. Jcr

Ficha de avaliação diagnóstica aos conhecimentos do 1º período. Jcr Ficha de avaliação diagnóstica aos conhecimentos do 1º período Jcr 2011-12 QUESTÃO 1 Faz a associação correcta entre as duas colunas: 1. A. são aquelas que ocorrem sem que se formem novas substâncias 2.

Leia mais

ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE FICHA DE AVALIAÇÃO DE QUÍMICA ANO LECTIVO 2010/2011

ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE FICHA DE AVALIAÇÃO DE QUÍMICA ANO LECTIVO 2010/2011 ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE FICHA DE AVALIAÇÃO DE QUÍMICA ANO LECTIVO 2010/2011 Nome: 12.º Ano Turma Nº: Encarregado de Educação: Classificação: Professor: 1. A maioria das reacções químicas ocorre com

Leia mais

LABORATÓRIO DE QUÍMICA QUI126 1ª LISTA DE EXERCÍCIOS

LABORATÓRIO DE QUÍMICA QUI126 1ª LISTA DE EXERCÍCIOS 1. Soluções básicas servem para a dissolução de gorduras sólidas que obstruem tubulações das cozinhas. O hidróxido de sódio é um exemplo, pois reage com gorduras e gera produtos solúveis. Qual a massa

Leia mais

QUI-110 LABORATÓRIO DE ELETROQUÍMICA II / 2011 ROTEIRO DE LABORATÓRIO

QUI-110 LABORATÓRIO DE ELETROQUÍMICA II / 2011 ROTEIRO DE LABORATÓRIO Apostila de QUI 110 1 QUI-110 LABORATÓRIO DE ELETROQUÍMICA II / 2011 ROTEIRO DE LABORATÓRIO FUNDAMENTOS DA ELETROQUÍMICA PRÁTICA 1: Construção de eletrodos e células eletroquímicas a) Montar eletrodos

Leia mais

Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática. Biologia 12º ano. Nome: Data: / /

Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática. Biologia 12º ano. Nome: Data: / / Atividade Laboratorial: Fatores que afetam a atividade enzimática Biologia 12º ano Nome: Data: / / OBJETIVOS: Compreender o significado biológico das enzimas Conhecer o efeito de diversos fatores (concentração

Leia mais

Experimento N 3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MASSA MOLAR DO GÁS BUTANO E DO MAGNÉSIO

Experimento N 3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MASSA MOLAR DO GÁS BUTANO E DO MAGNÉSIO Experimento N 3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MASSA MOLAR DO GÁS BUTANO E DO MAGNÉSIO 1) INTRODUÇÃO A maioria dos gases reais mostra um comportamento aproximado ao de um gás ideal, especialmente se a pressão

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. QUÍMICA I (1º Ano/1º Semestre)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. QUÍMICA I (1º Ano/1º Semestre) INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano/1º Semestre) 4ª Série de Exercícios EQUILÍBRIO QUÍMICO Tomar (2003) 1 Equilíbrio

Leia mais

PROTECÇÃO DOS METAIS

PROTECÇÃO DOS METAIS PROTECÇÃO DOS METAIS FORMAÇÃO DE LIGAS Neste caso associase o metal a proteger a outro, originando uma liga altamente resistente à corrosão. Exemplo: aço inox PROTECÇÃO CATÓDICA A protecção catódica é

Leia mais

Concentração de soluções e diluição

Concentração de soluções e diluição Concentração de soluções e diluição 1. Introdução Uma solução é uma dispersão homogênea de duas ou mais espécies de substâncias moleculares ou iônicas. É um tipo especial de mistura, em que as partículas

Leia mais

AMONÍACO E COMPOSTOS DE AMÓNIO EM MATERIAIS DE USO COMUM

AMONÍACO E COMPOSTOS DE AMÓNIO EM MATERIAIS DE USO COMUM AMONÍACO E COMPOSTOS DE AMÓNIO EM MATERIAIS DE USO COMUM O que se preten Pesquisar a presença e compostos em produtos comerciais utilizados no quotidiano, através testes laboratoriais análise qualitativa.

Leia mais

APÊNDICE A - Calibração do Forno de Redução

APÊNDICE A - Calibração do Forno de Redução APÊNDICE A - Calibração do Forno de Redução A calibração do forno de redução Combustol para o conhecimento da temperatura real em seu centro, foi realizada com base num indicador digital de temperatura,

Leia mais

Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano)

Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano) Actividade laboratorial (Biologia e Geologia 11º ano) INFLUÊNCIA DO CO 2 NA DISSOLUÇÃO DE CALCÁRIOS (Parte II Proposta de Resolução do Guião) O que se pretende 1. Seleccionar o material necessário ao estudo

Leia mais

Físico-Química. Eletroquímica Prof. Jackson Alves

Físico-Química. Eletroquímica Prof. Jackson Alves Físico-Química Eletroquímica Prof. Jackson Alves 1. Pilhas Processo espontâneo de conversão de energia química em energia elétrica. Observe o esquema a seguir: Lâmina de zinco Semicela Zn / Zn 2+ ponte

Leia mais

Título do vídeo: Síntese de sulfato de tetraminocobre (II) mono-hidratado

Título do vídeo: Síntese de sulfato de tetraminocobre (II) mono-hidratado Título do vídeo: Síntese de sulfato de tetraminocobre (II) mono-hidratado Nome dos participantes: Luís Amores; Melanie Matos; Miguel Sousa; Paulo Caldeira Professor responsável: Dina Albino E-mail: f188@esjd.pt

Leia mais

A.L.2.2 CONDENSADOR PLANO

A.L.2.2 CONDENSADOR PLANO A.L.2.2 CONDENSADOR PLANO FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO Os condensadores têm inúmeras aplicações. Há condensadores de várias formas e tamanhos e são estas características geométricas que determinam a

Leia mais

Experiência nº 8: Titulações Ácido-Base

Experiência nº 8: Titulações Ácido-Base Experiência nº 8: Titulações Ácido-Base 1. Questões de estudo - Como determinar com precisão a concentração de uma solução (ácida ou básica)? Explique detalhadamente. - Como determinar experimentalmente

Leia mais

NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO BASE

NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO BASE NEUTRALIZAÇÃO: UMA REACÇÃO DE ÁCIDO BASE O que se pretende Determinar a concentração desconhecida de uma solução aquosa de um ácido forte por titulação com uma base forte através de dois métodos. Num dos

Leia mais

ATENÇÃO: assinale ou apresente cuidadosamente as respostas e apresente TODOS os cálculos efectuados.

ATENÇÃO: assinale ou apresente cuidadosamente as respostas e apresente TODOS os cálculos efectuados. Prova de Acesso de Química Maiores de 23 Anos Candidatura 2015-2016 / Candidatos oriundos de outros sistemas de ensino 2015/2016 15 de Junho de 2016 10h00 12h30 ATENÇÃO: assinale ou apresente cuidadosamente

Leia mais

Números de oxidação e Reações Redox

Números de oxidação e Reações Redox Ciências da Arte e do Património Química e Física dos Materiais II (Materiais Inorgânicos) Números de oxidação e Reações Redox Olinda Monteiro(ocmonteiro@fc.ul.pt) Olinda Monteiro (ocmonteiro@fc.ul.pt)

Leia mais

Sensor de ph com Eléctrodo Combinado

Sensor de ph com Eléctrodo Combinado INSTRUMENTAÇÃO II Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação 2006/07 Trabalho de Laboratório nº 8 Sensor de ph com Eléctrodo Combinado Realizado por Rui Vilela Dionísio 27 de Abril de 1998 Revisto

Leia mais

ph DAS ÁGUAS NATURAIS.

ph DAS ÁGUAS NATURAIS. TRABALHO Nº 3 ph DAS ÁGUAS NATURAIS. ACIDEZ (PH) POR MEDIDA ELECTROMÉTRICA. OBJECTIVOS 1) Familiarizar os alunos com o ph e o método corrente de determinação. 2) Constituição das águas naturais (CO 2,

Leia mais

O que se pode fazer com amoníaco?

O que se pode fazer com amoníaco? Nome :.. 11º Ano Turma: Classificação: Professora:... Disciplina de Física e Química A Ano 2 (Susana Vieira) AL 1.2 Síntese do sulfato de tetraminocobre(ii) mono-hidratado Questão - problema O que se pode

Leia mais

EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM

EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM 2.1 OBJETIVOS Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Medir as resistências equivalentes das associações Verificar o comportamento

Leia mais

Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro

Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 FÍSICO-QUÍMICA

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 FÍSICO-QUÍMICA 7º ano Espaço Materiais Energia Atividades Práticas Compreender globalmente a constituição e a caracterização do Universo e do Sistema Solar e a posição que a Terra ocupa nesses sistemas. Saber associar

Leia mais

Nome.. nº Sala... Responder às perguntas 1, 2, 3, 4 na folha do enunciado

Nome.. nº Sala... Responder às perguntas 1, 2, 3, 4 na folha do enunciado Química II 1º Exame A 30 de Maio de 2014 Mestrado Integrado Eng. Química Mestrado Integrado Eng. Biológica Nome.. nº Sala... 1: 2: 3: 4: 5: 6: Total: Responder às perguntas 1, 2, 3, 4 na folha do enunciado

Leia mais

Aula 4 PREPARO DE SOLUÇÕES. META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções.

Aula 4 PREPARO DE SOLUÇÕES. META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções. PREPARO DE SOLUÇÕES META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções. OBJETIVOS Ao final desta aula o aluno deverá: Fornecer conhecimento necessário para o preparo de soluções. Calcular a concentração

Leia mais

Produto de Solubilidade

Produto de Solubilidade Produto de Solubilidade Hidróxido de Cálcio Rui Pedro Lousa das Neves Bioquímica Grupo 3 Coimbra 31 /3/99 Introdução Este trabalho prático destina-se ao estudo do produto de solubilidade do hidróxido de

Leia mais

E S T U D O D E U M E L É C T R O D O S E L E T I V O D E I Ã O N I T R A T O

E S T U D O D E U M E L É C T R O D O S E L E T I V O D E I Ã O N I T R A T O E S T U D O D E U M E L É C T R O D O S E L E T I V O D E I Ã O N I T R A T O OBJETIVO Pretende-se com este trabalho experimental que os alunos avaliem as características de um eléctrodo sensível a ião

Leia mais

Materiais e Corrosão - Cap 3 FORMAS DE CORROSÃO. Fontana, cap. 3. Formas de Corrosão- A.Simões_2006 3a.1

Materiais e Corrosão - Cap 3 FORMAS DE CORROSÃO. Fontana, cap. 3. Formas de Corrosão- A.Simões_2006 3a.1 Materiais e Corrosão - Cap 3 FORMAS DE CORROSÃO Fontana, cap. 3 Formas de Corrosão- A.Simões_2006 3a.1 FORMAS DE CORROSÃO No aspecto morfológico, a corrosão pode ser classificada em duas grandes categorias:

Leia mais

2 Ressonância e factor de qualidade

2 Ressonância e factor de qualidade Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 2 Ressonância e factor de qualidade Os circuitos RLC Observar a ressonância em

Leia mais

Exercício de Revisão III Unidade. Eletroquímica

Exercício de Revisão III Unidade. Eletroquímica 1 Exercício de Revisão III Unidade Eletroquímica 1) O que difere uma célula galvânica e uma célula eletrolítica? 2) Considere a pilha: Zn(s)/Zn 2+ // Ag + /Ag(s) a) Proponha um esquema de funcionamento

Leia mais

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 11º ANO TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE O que se pretende: Conhecer processos para neutralizar resíduos de ácidos/bases no laboratório. Realizar tecnicamente uma titulação. Seleccionar

Leia mais

Experiência nº 8: Titulações Ácido-Base

Experiência nº 8: Titulações Ácido-Base 1 UFSC Departamento de Química Área de Educação Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2011/1 Prof. Marcos Aires de Brito Prof. Fábio Peres Gonçalves Prof. José Carlos Gesser 1. Questões

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 REAÇÕES E FUNÇÕES QUÍMICAS

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 REAÇÕES E FUNÇÕES QUÍMICAS Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv

Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv Grupo de Trabalho: Classificação Professor Numa empresa de telecomunicações investigam-se materiais e métodos inovadores para a comunicação. O sistema de segurança da empresa é bastante rígido. A empresa

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA PINHAL DO REI Domínio 2 Propriedades e transformações da matéria Nome: 10º/ nro:

ESCOLA SECUNDÁRIA PINHAL DO REI Domínio 2 Propriedades e transformações da matéria Nome: 10º/ nro: Ano Letivo 2016/2017 ESCOLA SECUNDÁRIA PINHAL DO REI Domínio 2 Propriedades e transformações da matéria Nome: 10º/ nro: Física e Química A Volume molar. Troposfera 1. A atmosfera que herdámos é não só

Leia mais

MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO

MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO MONITORIZAÇÃO DA DEGRADAÇÃO DO GLICOGÉNIO 1. Objectivo Neste trabalho, ir-se-á observar a degradação do glicogénio ao longo tempo: i) em meio ácido e à temperatura de 100ºC (degradação química); ii) em

Leia mais

P R O V A D E Q UÍMICA I. O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano.

P R O V A D E Q UÍMICA I. O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano. 1 P R O V A D E Q UÍMIA I QUESTÃO 46 O quadro abaixo relaciona algumas substâncias químicas e aplicações muito comuns no nosso cotidiano. SUBSTÂNIAS idróxido de amônio Ácido fosfórico Sulfato de alumínio

Leia mais

P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 05/12/12

P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 05/12/12 P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 05/12/12 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Constantes e equações: 273,15 K = 0 C R = 0,0821

Leia mais

1. Objectivos Verificação experimental de uma relação exponencial entre duas grandezas físicas. Fazer avaliações numéricas.

1. Objectivos Verificação experimental de uma relação exponencial entre duas grandezas físicas. Fazer avaliações numéricas. Ciências Experimentais P9: Carga e descarga do condensador 1. Objectivos Verificação experimental de uma relação exponencial entre duas grandezas físicas. Fazer avaliações numéricas. 2. Introdução O condensador

Leia mais

Ao misturar acetona com bromo, na presença de ácido, ocorre a transformação representada pela equação química

Ao misturar acetona com bromo, na presença de ácido, ocorre a transformação representada pela equação química Questão 1 Ao misturar acetona com bromo, na presença de ácido, ocorre a transformação representada pela equação química Dentre as substâncias presentes nessa mistura, apenas o bromo possui cor e, quando

Leia mais

CQ136 Química Experimental I. Grupos 1, 2 e 17

CQ136 Química Experimental I. Grupos 1, 2 e 17 1 CQ136 Química Experimental I Grupos 1, 2 e 17 Introdução: Os elementos do Grupo 1 possuem uma química bastante homogênea, mostrando de modo bem claro os efeitos do tamanho crescente dos átomos em suas

Leia mais

Laboratório de Análise Instrumental

Laboratório de Análise Instrumental Laboratório de Análise Instrumental Prof. Renato Camargo Matos Tutora: Aparecida Maria http://www.ufjf.br/nupis PRÁTICA 10: Estudo da eficiência de uma resina de troca iônica Objetivo: Estudar a eficiência

Leia mais

GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 1 TANQUE ELECTROLÍTICO

GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 1 TANQUE ELECTROLÍTICO GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 1 TANQUE ELECTROLÍTICO 1. RESUMO Estudo do campo eléctrico estático entre superfícies equipotenciais. Determinação experimental das linhas equipotenciais e do campo eléctrico.

Leia mais

1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol e dióxido de carbono:

1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol e dióxido de carbono: EB: QUÍMICA GERAL/ EQB: QUÍMICA GERAL I Capítulo 4. Reacções químicas II Ficha de exercícios 1. A fermentação é um processo químico complexo do fabrico de vinho no qual a glucose é convertida em etanol

Leia mais

Equações fundamentais

Equações fundamentais Reacções de oxidação-redução em solução aquosa Livro Química Inorgânica Básica na página da cadeira no Moodle Capítulo 4, p, 116 até ao final Equações fundamentais ΔG 0 = - n FΔE 0 n número de electrões

Leia mais

Trabalho Prático nº 3. Metais, cor de chamas e solubilidade de sais

Trabalho Prático nº 3. Metais, cor de chamas e solubilidade de sais Trabalho Prático nº 3 Metais, cor de chamas e solubilidade de sais 1. Introdução A cor de uma chama é afectada pela presença de um metal, uma vez que o átomo metálico é excitado, e essa cor é característica

Leia mais

Reação de oxirredução

Reação de oxirredução Reação de oxirredução Estudar, por meios de materiais simples, exemplos de reações de oxirredução. Cerca de 20 minutos. 2 béqueres de 100 ml palha de aço solução de sulfato de cobre (CuSO4) 0,25 mol/l

Leia mais

Autora: Fernanda Neri. Solução; Ácido; Base; ph; Titulação; Calor de reação; Entalpia de reação; Capacidade térmica mássica.

Autora: Fernanda Neri. Solução; Ácido; Base; ph; Titulação; Calor de reação; Entalpia de reação; Capacidade térmica mássica. cha AL 2.3 -Determinação da entalpia de Neutralização da reação NaOH(aq) + HCl (aq) Autora: Fernanda Neri TI-Nspire Palavras-chave: Solução; Ácido; Base; ph; Titulação; Calor de reação; Entalpia de reação;

Leia mais

Ocorrência de reações

Ocorrência de reações Ocorrência de reações Dados: Força de ácidos e bases Classificação dos hidrácidos mais conhecidos: Regra prática para a classificação dos oxiácidos Determine a diferença (D) entre a quantidade de átomos

Leia mais

Produção de um metal

Produção de um metal Produção de um metal Estudo da produção de um filme de cobre através de eletrodeposição Trabalho realizado por: Filipe Paulino Francisco Alçada João Silva Rui Resende Tiago Gonçalves Tiago Pinto Projecto

Leia mais