3. MÉTODOS EXPERIMENTAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "3. MÉTODOS EXPERIMENTAIS"

Transcrição

1 3. MÉTODOS EXPERIMENTAIS 43 Para a realização dos experimentos, foram realizadas as etapas de definição e preparação das amostras da matéria prima com a variação das propriedades mecânicas (dureza do material), laminação das amostras com a variação da temperatura de processo, avaliação das características mecânicas e metalográficas das amostras laminadas e do parâmetro que relaciona a deformação axial pela radial (parâmetro de anisotropia - R) Definição e preparação das amostras As amostras utilizadas nos experimentos são fios de cobre eletrolítico de formas retangulares com dimensões de 9,00 mm de largura e 4,00 mm de espessura, conforme apresentado na Figura 3.1, onde estes podem ser fornecidos com diferentes valores de dureza para o processo de laminação. As amostras foram acondicionadas em carretéis para facilitar a sua utilização no equipamento de laminação, conforme está apresentado na Figura 3.2. Figura 3.1 Fio de cobre retangular com dimensão de 9,00 mm x 4,00 mm.

2 44 Figura 3.2 Fio retangular acondicionado em carretel. Para se obter materiais com diferentes valores de dureza, foi utilizado o processo de tratamento térmico de recozimento. Fazendo-se o controle do processo de recozimento foram obtidos materiais com recozimento pleno, recozimento intermediário e o material encruado, o qual não foi submetido ao tratamento térmico Preparação das amostras - recozimento da matéria prima O processo de recozimento da matéria prima foi realizado em um equipamento chamado recozedor, conforme apresentado na Figura 3.3. Roldanas de aquecimento Efeito joule Tanque de água Roldana de direcionamento do material Tubo para aplicação de vapor Bobinador Figura 3.3 Equipamento utilizado para recozimento

3 45 O equipamento consiste num sistema de desbobinamento de carretéis, sistemas de roldanas, tubo de vapor para evitar oxidações no fio, tanque de água para resfriamento e sistema bobinador. Neste equipamento o aquecimento e, conseqüentemente, o recozimento é realizado pelo efeito Joule. O recozimento pelo efeito joule é explicado pelo aquecimento dos condutores, ao serem percorridos por uma corrente elétrica, estando os elétrons livres no condutor metálico, estes possuem grande mobilidade podendo se deslocar se chocando com outros átomos da rede cristalina. A cada colisão, parte da energia cinética do elétron livre é transferida para o átomo com o qual ele colidiu, e esse passa a vibrar com uma energia maior. Esse aumento no grau de vibração dos átomos do condutor tem como conseqüência um aumento de temperatura. O aumento de temperatura é realizado nas roldanas que compõem o equipamento recozedor sendo esta temperatura transferida para o fio de cobre que está em contato com as roldanas, realizando o recozimento do material. Para se obter materiais com diferentes valores de dureza, foi necessário realizar um controle do nível de recozimento para cada amostra, onde este controle é realizado com a quantidade de corrente elétrica aplicada aos condutores e pelo tempo de contato entre o fio de cobre e as roldanas onde a corrente elétrica está aplicada. A Tabela 3.1 apresenta os valores de corrente elétrica (em ampéres), tempo de contato (em segundos) e temperatura de recozimento para a preparação das amostras do fio de cobre. Tabela 3.1 Corrente elétrica, tempo de contato entre o fio de cobre e as roldanas e temperatura de recozimento. Tipo de amostra Recozimento intermediário Recozimento pleno Corrente elétrica (A) Tempo de contato (s) Temperatura de recozimento (ºC) 850 2, ,0 585

4 3.2. Análise das características mecânicas da matéria prima Ensaio de tração O ensaio de tração foi realizado utilizando 03 amostras com as dimensões de 9,00 mm de largura, 4,00 mm de espessura e 130,20 mm de comprimento, onde as amostras foram retiradas de materiais com diferentes características mecânicas (material encruado, material com recozimento intermediário e material com recozimento pleno). A Figura 3.4 apresenta um exemplo de amostra utilizada. Figura 3.4 Amostra utilizada para a realização do ensaio de tração. Para a realização do ensaio de tração foi utilizado uma máquina da marca EMIC, equipada com sistema de controle e aquisição de dados MERLIN, extensômetro axial eletrônico INSTRON de 25 mm e célula de carga de 100 kn. O equipamento utilizado e a amostra sendo tracionada são mostrados na Figura 3.5.

5 47 Figura 3.5 Equipamento utilizado para realização do ensaio de tração. Os valores de deformação convencional, tensão de resistência máxima e tensão de escoamento do material foram obtidas diretamente do equipamento de ensaio via extensômetro. Os valores permitiram a montagem da curva de tração do material a partir da carga máxima até a ruptura do mesmo. Estes ensaios foram realizados com o objetivo de verificar os valores de propriedade mecânica (tensão de escoamento, tensão máxima) dos diferentes tipos de matérias primas utilizadas nos experimentos. O método utilizado para determinação da tensão de escoamento consiste em visualizar graficamente a tensão necessária para promover a deformação permanente de 0,2% no material (método gráfico). A Figura 3.6 mostra a obtenção da tensão de escoamento pelo método gráfico.

6 48 Figura 3.6 Ensaio de tração utilizando método gráfico. Fonte Departamento de Ciência dos Materiais e Metalurgia da PUC Ensaio de dureza. Para a realização dos ensaios de dureza, foi utilizado um equipamento durômetro WPM modelo HP 250, conforme apresentado na Figura 3.7, onde foi utilizada a escala Vickers. Dureza Vickers é um método de classificação da dureza dos materiais baseada num ensaio laboratorial, onde neste método é usada uma pirâmide de diamante com ângulo de diedro de 136º que é comprimida, com uma força arbitrária "F", contra a superfície do material. Calcula-se a área "A" da superfície impressa pela medição das suas diagonais.

7 49 Figura 3.7 Equipamento utilizado para realização do ensaio de dureza. O ensaio de dureza da matéria prima foi realizado afim de verificar a variação destas propriedades para diferentes tipos de materiais (material com recozimento pleno, recozimento intermediário e material encruado). Para este ensaio foram utilizadas 04 amostras para cada tipo de material Análise metalográfica Metalografia é o estudo da morfologia e estrutura dos metais. Para a realização da análise, o plano de interesse da amostra é cortado, lixado, polido e atacada com reagente químico, de modo a revelar as interfaces entre os diferentes constituintes que compõe o metal. O objetivo da realização desta análise é o de observar a microestrutura, determinando-se principalmente o tamanho médio dos grãos e a orientação dos grãos na microestrutura do cobre antes do mesmo ser laminado. Para a preparação das amostras, primeiramente foi feito o corte do material de forma a não sofrer alterações pelo método de corte. Usou-se o método a frio utilizando serras para o corte primário, ou seja, para se separar a porção aproximada que será analisada. Após realizado o embutimento, foram utilizadas lixas d gua para fazer o

8 50 lixamento das amostras onde as mesmas foram fixadas em discos rotativos. A etapa do polimento foi executada com panos especiais colados à pratos giratórios, sobre os quais são depositadas pequenas quantidades de abrasivos, onde no caso do cobre foi utilizada pasta de diamante de 2 m de tamanho. Finalmente foi realizado a etapa de ataque químico através da imersão da amostra, por um período de 20 segundos, utilizando como reagente o hidróxido de amônia, com o objetivo de revelar a microestrutura. Em todas as amostras a análise foi realizada no sentido transversal do material Para a verificação do tamanho de grão foi utilizado o método de medição por interceptação. O processo consiste em posicionar a amostra nivelada na base do microscópio, após focalizar a estrutura com o objetivo de melhor retratar o campo de análise e realizar a contagem do número de grãos que dividem uma linha, no monitor do microscópio, sendo esta contagem realizada em, no mínimo, cinco linhas diferentes, a Figura 3.8 apresenta o método utilizado para verificação do tamanho de grão. Figura 3.8 Verificação do tamanho pelo método da interceptação de linhas.

9 51 Para calcular o tamanho do grão por este método, primeiramente precisa-se calcular a média aritmética do número de grãos que cortam as linhas, utilizando a Equação 3.1 Md = Ng N (3.1) Onde: Md = Média aritmética do número de grãos Ng = Número total de grãos N = Número de linhas analisadas Depois de calculada a média aritmética do número de grãos, utilizou-se a Equação 3.2 para verificar o comprimento médio do grão. Cg = Cl Md x A (3.2) Onde: Cg = Comprimento médio dos grãos (mm) Cl = Comprimento da linha (130 mm) Md = Média aritmética do número de grãos A = Aumento usado ( no caso do experimento, aumento de 200 vezes)

10 3.3. Realização do experimento - Laminação das amostras 52 O processo de laminação a frio é realizado para a conformação do material, atingindo a precisão dimensional desejada na fabricação do fio retangular. Para a realização deste processo, foi utilizado um trem contínuo de laminação, equipado com 05 estágios de laminação, onde existem 03 estágios de laminação horizontais, responsáveis pela laminação da espessura do material e 02 estágios de laminação verticais, responsáveis pela laminação da largura do material. As Figuras 3.9 e 3.10 apresentam o trem contínuo de laminação e os estágios de laminação. Figura 3.9 Trem contínuo de laminação. Figura 3.10 Estágios de laminação horizontal e vertical.

11 X1 X2 53 Este experimento tem por objetivo analisar a influência da dureza da matéria prima e da temperatura no processo de laminação, uma vez que esta informação é de extrema importância para a definição do posicionamento dos rolos laminadores nos próximos estágios de laminação, sendo necessário conhecer o comportamento do material na deformação de cada estágio. As Figuras 3.11 e 3.12 auxiliam no entendimento da importância do conhecimento da deformação do material no trem contínuo laminador. Y1 X4 Estágio 01 Estágio 02 Figura Caso 01: Material com alta dureza e utilização de refrigeração. Caso 01: Nesta 1ª condição o material possui maior dureza, sendo utilizado óleo refrigerante no processo de laminação (temperatura de processo próximo de 27ºC). Esta condição causa variação na deformação do material quando aplicado o esforço de laminação, onde grande parte do material deformado escoa para a direção longitudinal (comprimento) do fio. Y1 X3 Estágio 01 Estágio 02 Figura Caso 02: Material com baixa dureza e sem a utilização de refrigeração.

12 54 Caso 02: Nesta 2ª condição o material possui menor dureza e temperatura do processo próximo de 88ºC. Esta condição causa variação na deformação do material quando aplicado o esforço de laminação, onde grande parte do material deformado escoa para a direção axial (largura) do fio. Pode-se observar, nas Figuras 3.11 e 3.12, que as condições de processo e da matéria prima têm grande influencia na deformação do material. Para a mesma deformação radial (redução da espessura), o material escoa de maneira diferente (x 2 x 1 ), sendo necessário posicionar os rolos laminadores, do estágio seguinte, de forma diferente para cada condição. Cada estágio de laminação é equipado com rolos do tipo duo e o processo consiste na passagem do material entre esses rolos, realizando a deformação. A distancia da abertura dos rolos laminadores é igual ao valor da espessura desejada do material após a laminação. No caso deste experimento a redução de espessura foi de 1,00 mm para a 1ª etapa e 2,00 mm para a 2ª etapa, sendo utilizada a 1ª cadeira de laminação. O laminador utilizado no processo possui cilindro de aço usinado com 250 mm de diâmetro e velocidade do processo de laminação da ordem de 25 m min. Para a realização do experimento, foram utilizados fios de cobre com 03 níveis de dureza diferentes. A variação na dureza do material foi conseguida utilizando o processo de recozimento, onde cada amostra de matéria prima foi tratada termicamente com condições de processo distintas, atingindo 03 níveis de dureza para o material, conforme descrito no item Para cada material foi realizada a redução da espessura e aplicada à variação da temperatura do processo de laminação. A variação na temperatura de processo foi obtida pela utilização de fluido refrigerante em quantidades diferentes para cada experimento, atingindo valor médio de 88ºC para a não utilização de fluido refrigerante, 52ºC para a utilização de fluido refrigerante em quantidade moderada e 27ºC para a utilização de fluido refrigerante em grande quantidade. A Figura 3.13 apresenta a utilização do fluido refrigerante no processo de laminação.

13 55 Figura 3.13 Sistema de refrigeração utilizada no processo de laminação. A medição da temperatura foi realizada no instante após a laminação do material e foi utilizado um termopar de contato tipo K, modelo MTK 02, conforme apresentado na Figura Figura 3.14 Medição da temperatura do processo de laminação. A combinação da variação destes parâmetros foi utilizada para verificar a sua influencia no processo de laminação. A Tabela 3.2 apresenta as combinações da variação dos parâmetros.

14 56 Foram realizadas reduções de 1,00 e 2,00 mm para investigar a possibilidade de variação na direção de escoamento do material para diferentes deformações aplicadas. Tabela 3.2 Combinações da variação de parâmetros dureza e temperatura. Experimento (nº) Tipo de material Redução de Temperatura do espessura processo (ºC) ,00 mm Encruado ,00 mm ,00 mm 52 9 Recozimento intermediário ,00 mm ,00 mm Recozimento pleno ,00 mm Foram retiradas 03 amostras de cada experimento, em um total de 54 amostras, conforme especificado na Tabela 3.2. As amostras já laminadas foram utilizadas na realização dos ensaios de dureza, tração, metalografia e análise dimensional para cálculo do parâmetro de anisotropia e são apresentadas nas Figuras 3.15 e 3.16.

15 57 Figura 3.15 Amostras laminadas utilizadas para ensaios de dureza, tração e análise dimensional. Figura 3.16 Amostras laminadas utilizadas para ensaios de metalografia.

16 3.4. Análise das características mecânicas do fio laminado Ensaio de tração do fio retangular de cobre laminado O ensaio de tração do material laminado foi realizado utilizando 03 amostras de cada combinação de experimentos, conforme Tabela 3.7 e foi realizado para verificar se o processo de laminação manteve as diferenças nas propriedades mecânicas dos materiais utilizados. O ensaio foi realizado conforme procedimento descrito no item Ensaio de dureza do fio retangular de cobre laminado O ensaio foi realizado para verificar se o processo de laminação manteve as diferenças nas propriedades mecânicas dos materiais utilizados e as amostras foram retiradas de cada combinação de experimentos, conforme Tabela 3.2. O ensaio foi realizado conforme procedimento descrito no item Análise metalográfica do fio retangular de cobre laminado O objetivo da realização desta análise é o de observar a variação da microestrutura do material após laminado, determinando-se principalmente o tamanho médio dos grãos e a orientação dos grãos na microestrutura. O ensaio metalográfico foi realizado conforme procedimento descrito no ítem Determinação do parâmetro de anisotropia (R). Após o processo de laminação, amostras de cada combinação de experimentos foram analisadas dimensionalmente, sendo verificada a redução dimensional do material na direção radial (espessura) e consequentemente, o incremento dimensional do material na direção axial (largura). A análise dimensional foi realizada utilizando micrômetro digital e

17 59 o procedimento de determinação do parâmetro de anisotropia (R) foi realizado conforme descrito no ítem 2.7. Neste experimento, após o processo de laminação, amostras dos materiais com diferentes níveis de dureza foram analisadas dimensionalmente. Foram realizadas medições de largura e espessura em 10 pontos de cada amostra já laminada, conforme Figura 3.15 e calculado a média aritmética de cada dimensão. O cálculo da deformação do material no sentido axial e radial foi realizado utilizando o resultado da média aritmética dos valores de largura e espessura e as Equações 3.3 e 3.4. respectivamente. ε w = ln w f w o (3.3) Onde: ε w = Deformação do material no sentido axial (largura) w = Largura final do material, após a laminação. f w o = Largura inicial do material. ε t = ln t f t o (3.4) Onde: ε t = Deformação do material no sentido radial (espessura) t = Espessura final do material, após a laminação. f t o = Espessura inicial do material.

18 Para o cálculo do parâmetro de anisotropia (R), foi utilizada a Equação 3.5, a qual relaciona as deformações axial e radial. 60 R = - ε w = - ε t ln( w f ln( t f / w o ) / t o ) (3.5) O objetivo desta análise é o de conhecer o comportamento da deformação do material com diferentes características mecânicas e relacionar estas variações de deformação com as variáveis do processo (temperatura) e matéria prima (dureza). Os resultados desta análise serão apresentados no capítulo seguinte.

3URFHGLPHQWR([SHULPHQWDO

3URFHGLPHQWR([SHULPHQWDO 3URFHGLPHQWR([SHULPHQWDO /LJD(VWXGDGD A liga estudada neste trabalho foi produzida pela firma francesa Pechiney Recherche na forma de placas laminadas de dimensões 270 mm de comprimento por 210 mm de largura

Leia mais

3 MATERIAL E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

3 MATERIAL E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 3 MATERIAL E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 3.1. Material O material adotado no presente trabalho foi um aço do tipo SAE 4140 recebido em forma de barra circular com diâmetro e comprimento de 165 mm e 120 mm,

Leia mais

BF-Full Hard. Produto do Laminador de Tiras à Frio

BF-Full Hard. Produto do Laminador de Tiras à Frio BF-Full Hard Produto do Laminador de Tiras à Frio Fluxo de Produção da BF-Full Hard BF-FH Laminação à Frio - Produto A unidade de laminação a frio reduz a espessura das chapas laminadas a quente, conferindo-lhes

Leia mais

Influência do grau de dureza da matéria-prima e da temperatura do processo na laminação de fios de cobre

Influência do grau de dureza da matéria-prima e da temperatura do processo na laminação de fios de cobre doi: 10.4013/ete.2010.63.01 ISSN 1808-7310 Influência do grau de dureza da matéria-prima e da temperatura do processo na laminação de fios de cobre Influence of the raw material hardness and process temperature

Leia mais

Aula 10 - Laminação. Para ter acesso a esse material acesse:

Aula 10 - Laminação. Para ter acesso a esse material acesse: Aula 10 - Laminação Para ter acesso a esse material acesse: http://professores.chapeco.ifsc.edu.br/keli Classificação Processos de Fabricação Processos de Fabricação Com remoção de cavaco Sem remoção de

Leia mais

Aço na Construção Civil

Aço na Construção Civil Aço na Construção Civil AÇO Liga Ferro-Carbono (0,006% < C < 2%) Denso; Bom condutor de eletricidade e calor; Opaco; Comportamento elasto-plástico. Estrutura cristalina polifásica (grãos com diferentes

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Aços para concreto armado

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Aços para concreto armado Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas Aços para concreto armado Notas de aula da disciplina AU414 - Estruturas IV Concreto armado Prof. Msc. Luiz Carlos

Leia mais

LAMINAÇÃO LAMINAÇÃO. Prof. MSc: Anael Krelling

LAMINAÇÃO LAMINAÇÃO. Prof. MSc: Anael Krelling LAMINAÇÃO Prof. MSc: Anael Krelling 1 DEFINIÇÃO DO PROCESSO É um processo de conformação que consiste na deformação de um metal pela passagem entre dois cilindros rotatórios que giram em sentidos opostos,

Leia mais

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO 1 DEFINIÇÃO Processo de fabricação por conformação plástica direta que consiste na passagem de um corpo sólido entre dois cilindros, de modo que sua espessura sofre diminuição,

Leia mais

DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. Materiais Metálicos. Profa. Dra. Lauralice Canale

DEFORMAÇÃO PLÁSTICA. Materiais Metálicos. Profa. Dra. Lauralice Canale DEFORMAÇÃO PLÁSTICA Materiais Metálicos Profa. Dra. Lauralice Canale TIPOS DE CONFORMAÇÃO Forjamento Laminação Extrusão Trefilação Matriz Estiramento Embutimento Profundo Cisalhamento MECÂNICA DA LAMINAÇÃO

Leia mais

PROPRIEDADES MECÂNICAS I Fundamentos

PROPRIEDADES MECÂNICAS I Fundamentos INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA PROGRAMA DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS I Fundamentos Propriedades dos Materiais Ten Cel Sousa Lima, D. C. SUMÁRIO Introdução Tensões e Deformações Ensaio

Leia mais

Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Engenharia de Materiais/Ponta Grossa, PR. Engenharias, Engenharia de Materiais e Metalúrgica

Universidade Estadual de Ponta Grossa/Departamento de Engenharia de Materiais/Ponta Grossa, PR. Engenharias, Engenharia de Materiais e Metalúrgica ESTUDO DA CARACTERÍSTICA MORFOLÓGICA DO AÇO API 5L X-70 PROCESSADO POR LAMINAÇÃO CONTROLADA Igor Fabian de Goes Lopes (outros/uepg), André Luís Moreira de Carvalho (Orientador), e-mail: andrelmc@uepg.br.

Leia mais

MÉTODO NUMÉRICO PARA A DETERMINAÇÃO DO MÓDULO DE TENACIDADE DE MATERIAIS A PARTIR DE ENSAIOS DE TRAÇÃO

MÉTODO NUMÉRICO PARA A DETERMINAÇÃO DO MÓDULO DE TENACIDADE DE MATERIAIS A PARTIR DE ENSAIOS DE TRAÇÃO MÉTODO NUMÉRICO PARA A DETERMINAÇÃO DO MÓDULO DE TENACIDADE DE MATERIAIS A PARTIR DE ENSAIOS DE TRAÇÃO Autores: Pedro Henrique Gwiggner SERIGHELLI 1, Cristiano José TURRA 2, David Roza JOSÉ 3. 1 Graduando

Leia mais

Avaliação do Retorno Elástico em Chapas de Aço Bifásicos através do Processo de Dobramento

Avaliação do Retorno Elástico em Chapas de Aço Bifásicos através do Processo de Dobramento Avaliação do Retorno Elástico em Chapas de Aço Bifásicos através do Processo de Dobramento Martins, M. S.¹ Schaeffer, L.² ¹ Engenheiro Mecânico, Mestrando no Programa de Pós-graduação de Minas, Metalurgia

Leia mais

Técnicas de Caracterização de Materiais DEMEC TM049 Prof Adriano Scheid

Técnicas de Caracterização de Materiais DEMEC TM049 Prof Adriano Scheid Técnicas de Caracterização de Materiais DEMEC TM049 Prof Adriano Scheid Análise Metalográfica Análise Metalográfica Histórico Henry Clifton Sorby 1863 observou pela primeira vez uma microestrutura em microscópio.

Leia mais

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato.

2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato. Lista de Exercícios Materiais Cerâmicos 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura for suficientemente elevada. Grupos de átomos, como por exemplo

Leia mais

RESISTOR É O ELEMENTO DE CIRCUITO CUJA ÚNICA FUNÇÃO É CONVERTER A ENERGIA ELÉTRICA EM CALOR.

RESISTOR É O ELEMENTO DE CIRCUITO CUJA ÚNICA FUNÇÃO É CONVERTER A ENERGIA ELÉTRICA EM CALOR. Resistores A existência de uma estrutura cristalina nos condutores que a corrente elétrica percorre faz com que pelo menos uma parte da energia elétrica se transforme em energia na forma de calor, as partículas

Leia mais

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA 7/12/2016 BIBLIOGRAFIA

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA 7/12/2016 BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA CONFORMAÇÃO PLÁSTICA Livro Texto: Tecnologia Metalúrgica Prof. José Luís L. Silveira Curso de graduação em Engenharia Mecânica UFRJ Centro de Tecnologia sala I-241 Introdução aos Processos

Leia mais

PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA

PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA Prof. Fagner Ferraz 01/12/2013 1 Em um ambiente industrial, a conformação mecânica é qualquer operação durante a qual se aplicam esforços mecânicos em metais, que resultam

Leia mais

Propriedades dos Aços e sua Classificação

Propriedades dos Aços e sua Classificação O uso do Aço na Arquitetura 1 Aluízio Fontana Margarido Propriedades dos Aços e sua Classificação Objetivo Conhecer as características mecânicas, principalmente em termos de tensões e deformações Propriedades

Leia mais

3 Materiais e métodos

3 Materiais e métodos 3 Materiais e métodos O trabalho em estudo foi desenvolvido em diversos laboratórios, são eles: Laboratório de Estruturas e Materiais LEM - do Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio; Laboratório de

Leia mais

Os processos de fabricação mecânica podem ser agrupados em 5 grupos principais.

Os processos de fabricação mecânica podem ser agrupados em 5 grupos principais. Os processos de fabricação mecânica podem ser agrupados em 5 grupos principais. a) Fundição d) Metalurgia do pó b) Usinagem c) Soldagem E) CONFORMAÇÃO MECÂNICA Esquema geral dos processos de conformação

Leia mais

ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM

ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 INTRODUÇÃO Estampagem consiste em todas as operações de corte e conformação de materiais metálicos planos, a fim de lhe conferir a forma e a precisão desejada,

Leia mais

Principais propriedades mecânicas

Principais propriedades mecânicas Principais propriedades mecânicas Resistência à tração Elasticidade Ductilidade Fluência Fadiga Dureza Tenacidade,... Cada uma dessas propriedades está associada à habilidade do material de resistir às

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO

DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO 1. Objetivo Determinar o coeficiente de permeabilidade à carga constante e à carga variável, com percolação de água através do solo em regime de escoamento laminar.

Leia mais

Ensaio de compressão

Ensaio de compressão A UU L AL A Ensaio de compressão Podemos observar o esforço de compressão na construção mecânica, principalmente em estruturas e em equipamentos como suportes, bases de máquinas, barramentos etc. Às vezes,

Leia mais

TRATAMENTOS EMPREGADOS EM MATERIAIS METÁLICOS

TRATAMENTOS EMPREGADOS EM MATERIAIS METÁLICOS Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS I AT-096 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br TRATAMENTOS EMPREGADOS EM 1 INTRODUÇÃO: Existem

Leia mais

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Aula 03 TENSÃO

RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Aula 03 TENSÃO CONTROLE DE QUALIDADE INDUSTRIAL Tensão Tensão é ao resultado da ação de cargas externas sobre uma unidade de área da seção analisada na peça, componente mecânico ou estrutural submetido à solicitações

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO III GRUPO DE ESTUDO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO - GLT VALIDAÇÃO DE ENSAIOS

Leia mais

Along. (50mm) 25% Custo (aço + Frete + impostos) R$ 1450,00/ton

Along. (50mm) 25% Custo (aço + Frete + impostos) R$ 1450,00/ton 1. Qual o valor das tensões principais para os tensores de tensão dados, segundo a simbologia utilizada na disciplina (vide matrizes abaixo)? Estados Valores de tensões em MPa Tensões Genéricas Tensões

Leia mais

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA

CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA CONDUÇÃO DE CALOR UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS EM SALA 1) Uma casa possui uma parede composta com camadas de madeira, isolamento à base de fibra de vidro e gesso, conforme indicado na figura. Em um dia frio

Leia mais

O tubo extrator do equipamento compõe-se de um material rígido (tubo de PVC-PBA rígido marrom) com diâmetro interno de 20,5cm, diâmetro externo de

O tubo extrator do equipamento compõe-se de um material rígido (tubo de PVC-PBA rígido marrom) com diâmetro interno de 20,5cm, diâmetro externo de 109 O tubo extrator do equipamento compõe-se de um material rígido (tubo de PVC-PBA rígido marrom) com diâmetro interno de 20,5cm, diâmetro externo de 25,0cm e altura de 100,0cm. É possível, ainda, adaptar

Leia mais

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013

Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013 Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um

Leia mais

ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS

ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS ESCOAMENTOS UNIFORMES EM CANAIS Nome: nº turma INTRODUÇÃO Um escoamento em canal aberto é caracterizado pela existência de uma superfície livre. Esta superfície é na realidade uma interface entre dois

Leia mais

Experiência 6 - Perda de Carga Distribuída ao Longo de

Experiência 6 - Perda de Carga Distribuída ao Longo de Experiência 6 - Perda de Carga Distribuída ao Longo de Tubulações Prof. Vicente Luiz Scalon 1181 - Lab. Mecânica dos Fluidos Objetivo: Medida de perdas de carga linear ao longo de tubos lisos e rugosos.

Leia mais

Avaliação da qualidade e consumo de aços GNO na WEG Equipamentos Elétricos S.A. - Motores

Avaliação da qualidade e consumo de aços GNO na WEG Equipamentos Elétricos S.A. - Motores Painel Setorial Inmetro para Avaliação da Qualidade de Aços para Fins Eletromagnéticos. Avaliação da qualidade e consumo de aços GNO na WEG Equipamentos Elétricos S.A. - Motores Rubens Bernardes de Carvalho

Leia mais

EXERCÍCIOS SOBRE TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS

EXERCÍCIOS SOBRE TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS EXERCÍCIOS SOBRE TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS 1. Em que consiste, de uma maneira geral, o tratamento térmico? R: Alterar as microestruturas das ligas metálicas e como conseqüência as propriedades

Leia mais

SOBRE OS PROCEDIMENTOS USADOS NOS LABORATÓRIOS DE PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS (176), PESQUISA METALOGRÁFICA (184), MICROSCOPIA ÓPTICA

SOBRE OS PROCEDIMENTOS USADOS NOS LABORATÓRIOS DE PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS (176), PESQUISA METALOGRÁFICA (184), MICROSCOPIA ÓPTICA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" FACULDADE DE ENGENHARIA - CÂMPUS DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ÁREA DE MATERIAIS E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS

Leia mais

4. RESULTADOS EXPERIMENTAIS. Após a preparação metalográfica das amostras, foi realizado o ataque Behara

4. RESULTADOS EXPERIMENTAIS. Após a preparação metalográfica das amostras, foi realizado o ataque Behara 4. RESULTADOS EXPERIMENTAIS 4.1. Caracterização microestrutural 4.1.1. Microscopia óptica Após a preparação metalográfica das amostras, foi realizado o ataque Behara modificado (conforme item 3.3), para

Leia mais

Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais

Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais MKT-MDL-05 Versão 00 Propriedades Geométricas de um seção Plana e Propriedades Mecânicas dos Materiais Curso: Bacharelado em Engenharia Civil Turma: 5º Docente: Carla Soraia da Silva Pereira MKT-MDL-05

Leia mais

USINAGEM USINAGEM. Prof. M.Sc.: Anael Krelling

USINAGEM USINAGEM. Prof. M.Sc.: Anael Krelling USINAGEM Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 No processo de Usinagem uma quantidade de material é removido com auxílio de uma ferramenta de corte produzindo o cavaco, obtendo-se assim uma peça com formas e dimensões

Leia mais

Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume:

Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume: Peso especifico aparente é a razão entre o peso da amostra e o seu volume: Porosidade - é a razão entre o volume de vazios e o volume total de uma amostra da rocha: Absorção de água ou índice de absorção

Leia mais

O que é Tratamento Térmico de Aços?

O que é Tratamento Térmico de Aços? O que é Tratamento Térmico de Aços? Definição conforme norma NBR 8653 Operação ou conjunto de operações realizadas no estado sólido compreendendo o aquecimento, a permanência em determinadas temperaturas

Leia mais

Nota: Campus JK. TMFA Termodinâmica Aplicada

Nota: Campus JK. TMFA Termodinâmica Aplicada TMFA Termodinâmica Aplicada 1) Considere a central de potência simples mostrada na figura a seguir. O fluido de trabalho utilizado no ciclo é água e conhece-se os seguintes dados operacionais: Localização

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: CONFORMAÇÃO MECÂNICA Código da Disciplina: EMC230 Curso: Engenharia Mecânica Semestre de oferta da disciplina: 8 o Faculdade responsável: Engenharia Mecânica Programa

Leia mais

a - coeficiente de temperatura da resistência, W/W(ºC)

a - coeficiente de temperatura da resistência, W/W(ºC) As termoresistências, ou termómetros de resistência, são sensores de alta precisão e excelente repetibilidade de leitura. O seu funcionamento baseia-se na variação da resistência eléctrica de modo proporcional

Leia mais

pro-t Ficha técnica Aplicações recomendadas Materiais Suportes Características

pro-t Ficha técnica Aplicações recomendadas Materiais Suportes Características Ficha técnica pro-t Perfil de transição entre pavimentos. Lâmina de metal em forma de T que se insere na junta de separação de dois pavimentos diferentes, permitindo cobrir ligeiras diferenças de altura.

Leia mais

5 Ensaio de tração: análise dos resultados

5 Ensaio de tração: análise dos resultados A U A UL LA Ensaio de tração: análise dos resultados Introdução A máquina de ensaio está pronta para começar seu trabalho: o corpo de prova fixado, a velocidade de aplicação da força ajustada, a escala

Leia mais

Ensaio de Dureza. Propriedade utilizada na especificação de materiais

Ensaio de Dureza. Propriedade utilizada na especificação de materiais Ensaio de Dureza Propriedade utilizada na especificação de materiais Base de medida para: Resistência mecânica e ao desgaste Resistência ao corte em usinagem Tratamento térmico e tratamento mecânico Conceitos

Leia mais

Potência e Energia Elétrica

Potência e Energia Elétrica Potência e Energia Elétrica Para qualquer máquina, em particular, para os aparelhos elétricos, definimos potência como a taxa de transformação ou conversão de energia na forma de calor outra forma de energia,

Leia mais

Professora Bruna CADERNO 3. Capítulo 11 Intensidade da Corrente Elétrica. Página - 228

Professora Bruna CADERNO 3. Capítulo 11 Intensidade da Corrente Elétrica. Página - 228 CADERNO 3 Capítulo 11 Intensidade da Corrente Elétrica Página - 228 INTENSIDADE DA CORRENTE ELÉTRICA Agora que aprendemos o que é uma corrente elétrica, aprenderemos como determinar a sua intensidade,

Leia mais

APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOGRAFIA ATIVA NA INSPEÇÃO NÃO-DESTRUTIVA DE TAMBORES DE REJEITO NUCLEAR

APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOGRAFIA ATIVA NA INSPEÇÃO NÃO-DESTRUTIVA DE TAMBORES DE REJEITO NUCLEAR APLICAÇÃO DA TÉCNICA DE TERMOGRAFIA ATIVA NA INSPEÇÃO NÃO-DESTRUTIVA DE TAMBORES DE REJEITO NUCLEAR Aluno: Igor Szczerb Orientador: Marcos Venicius Soares Pereira Introdução A termografia ativa é um método

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO PROJETO DE MATRIZES DE FORJAMENTO A FRIO ATRAVÉS DA SIMULAÇÃO NUMÉRICA POR ELEMENTOS FINITOS

OTIMIZAÇÃO DO PROJETO DE MATRIZES DE FORJAMENTO A FRIO ATRAVÉS DA SIMULAÇÃO NUMÉRICA POR ELEMENTOS FINITOS 5 V CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 14 a 17 de abril de 2009 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil OTIMIZAÇÃO DO PROJETO DE MATRIZES DE FORJAMENTO A FRIO ATRAVÉS DA SIMULAÇÃO NUMÉRICA

Leia mais

Tubos de cobre, pancake e drysealed

Tubos de cobre, pancake e drysealed Tubos de cobre, pancake e drysealed Empresa classificada entre as maiores indústrias privadas brasileiras, é líder no setor de transformação de metais nãoferrosos cobre e suas ligas em produtos semielaborados

Leia mais

DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO PLÁSTICA

DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO PLÁSTICA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DEFEITOS CRISTALINOS E DEFORMAÇÃO PLÁSTICA PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia

Leia mais

Laboratório de Ensaios Tecnológicos de Argila - LETA RELATÓRIO DE IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS BLOCOS CERÂMICOS NBR /

Laboratório de Ensaios Tecnológicos de Argila - LETA RELATÓRIO DE IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS BLOCOS CERÂMICOS NBR / Laboratório de Ensaios Tecnológicos de Argila - LETA RELATÓRIO DE IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS BLOCOS CERÂMICOS NBR 15270-1 / 15270-2 Página 1/1 Revisão: 01 Data: 05/05/2016 Código: FT - 076 FORNECEDOR: ENDEREÇO

Leia mais

3 MATERIAL E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

3 MATERIAL E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Capítulo 3 38 3 MATERIAL E PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 3.1 - Material O material utilizado para este estudo foi um ferro fundido nodular ferrítico, classificado segundo a norma ASTM A 536 [22] como do tipo

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS DE AÇO

ESTRUTURAS METÁLICAS DE AÇO ESTRUTURAS METÁLICAS DE AÇO LIGAÇÕES POR CONECTORES Edson Cabral de Oliveira TIPOS DE CONECTORES E DE LIGAÇÕES O conector é um meio de união que trabalha através de furos feitos nas chapas. Tipos de conectores:

Leia mais

Diagrama Tensão Deformação 0,0000 0,0005 0,0010 0,0015 0,0020 0,0025

Diagrama Tensão Deformação 0,0000 0,0005 0,0010 0,0015 0,0020 0,0025 . Os dados de um teste tensão-deformação de uma cerâmica são fornecidos na tabela. A curva é linear entre a origem e o primeiro ponto. Construir o diagrama e determinar o módulo de elasticidade e o módulo

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PREFÁCIO... 15

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PREFÁCIO... 15 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 13 PREFÁCIO... 15 1 INTRODUÇÃO E DEFINIÇÕES GERAIS... 19 1.1 Aplicações da Simulação Dinâmica... 20 1.2 Tipos de Modelos para Sistemas Dinâmicos... 21 1.3 Modelos Matemáticos...

Leia mais

SUMÁRIO. 1 Introdução Obtenção dos Metais Apresentação do IBP... xiii. Apresentação da ABENDI... Apresentação da ABRACO...

SUMÁRIO. 1 Introdução Obtenção dos Metais Apresentação do IBP... xiii. Apresentação da ABENDI... Apresentação da ABRACO... SUMÁRIO Apresentação do IBP... xiii Apresentação da ABENDI... xv Apresentação da ABRACO... xvii Prefácio... xix 1 Introdução... 1 1.1 Exercícios... 3 2 Obtenção dos Metais... 5 2.1 Minérios... 5 2.1.1

Leia mais

ANÁLISE EXPERIMENTAL COMPARATIVA DE LAJES UNIDIRECIONAIS NERVURADAS PARA DIFERENTES PROCESSOS CONSTRUTIVOS.

ANÁLISE EXPERIMENTAL COMPARATIVA DE LAJES UNIDIRECIONAIS NERVURADAS PARA DIFERENTES PROCESSOS CONSTRUTIVOS. ANÁLISE EXPERIMENTAL COMPARATIVA DE LAJES UNIDIRECIONAIS NERVURADAS PARA DIFERENTES PROCESSOS CONSTRUTIVOS. RESUMO Ricardo frazzetto Guetner (1), Alexandre Vargas (2). UNESC Universidade do Extremo Sul

Leia mais

MONTAGEM E EXECUÇÃO DE ENSAIOS DE PLACA EM LABORATÓRIO

MONTAGEM E EXECUÇÃO DE ENSAIOS DE PLACA EM LABORATÓRIO MONTAGEM E EXECUÇÃO DE ENSAIOS DE PLACA EM LABORATÓRIO Rafael Batezini Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, Brasil, rafaelbatezini@gmail.com Maciel Donato Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo,

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I

LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I A - Tensão Normal Média 1. Ex. 1.40. O bloco de concreto tem as dimensões mostradas na figura. Se o material falhar quando a tensão normal média atingir 0,840

Leia mais

MESTRE MARCENEIRO UMIDADE DA MADEIRA O QUE É MADEIRA SECA?

MESTRE MARCENEIRO UMIDADE DA MADEIRA O QUE É MADEIRA SECA? UMIDADE DA MADEIRA O QUE É MADEIRA SECA? Considera-se a madeira esta seca quando o seu teor de umidade residual for igual ou inferior a umidade de equilíbrio da madeira, ou seja quando a umidade da madeira

Leia mais

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO DE EQUIPAMENTO PARA HIDROCONFORMAÇÃO DE CALOTAS METÁLICAS POR EXPLOSÃO

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO DE EQUIPAMENTO PARA HIDROCONFORMAÇÃO DE CALOTAS METÁLICAS POR EXPLOSÃO TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM PROTÓTIPO DE EQUIPAMENTO PARA HIDROCONFORMAÇÃO DE CALOTAS METÁLICAS POR EXPLOSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

ENERGIA HIDRÁULICA MÁQUINA DE FLUXO ENERGIA MECÂNICA

ENERGIA HIDRÁULICA MÁQUINA DE FLUXO ENERGIA MECÂNICA ª EXPERIÊNCIA - ESTUDO DAS BOMBAS APLICAÇÃO DA ANÁLISE DIMENSIONAL E DA TEORIA DA SEMELHANÇA 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS MÁQUINAS DE FLUXO ( BOMBAS, TURBINAS, COMPRESSORES, VENTILADORES) As máquinas que

Leia mais

MECANISMOS DE ENDURECIMENTO DE METAIS

MECANISMOS DE ENDURECIMENTO DE METAIS 1 MECANISMOS DE ENDURECIMENTO DE METAIS Eng. os metalurgistas e Eng. os de materiais visam o "projeto" de ligas com elevadas resistência mecânica (S E 0,2% ), ductilidade (A% e RA%) e tenacidade (resistência

Leia mais

Aula 3: Extrusão e Trefilação Conceitos de Extrusão Conceitos de Trefilação

Aula 3: Extrusão e Trefilação Conceitos de Extrusão Conceitos de Trefilação Aula 3: Extrusão e Trefilação Conceitos de Extrusão Conceitos de Trefilação Extrusão é um processo de conformação plástica através do qual é reduzida ou modificada a seção transversal de um corpo metálico,

Leia mais

Engenharia Automóvel

Engenharia Automóvel Aquisição e visualização de dados dos veículos em teste no banco de potência. Autores do Trabalho: Luís Cardiga Fernando Ferreira Orientador Eng. João Fonseca Pereira 7 de Janeiro de 24 Apresentação de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA MEDIÇÃO DE TEMPERATURA UTILIZANDO TERMOPARES RELATÓRIO DE PROJETO DE INSTRUMENTAÇÃO

Leia mais

Metalurgia da Soldagem Particularidades Inerentes aos Aços Carbono

Metalurgia da Soldagem Particularidades Inerentes aos Aços Carbono Metalurgia da Soldagem Particularidades Inerentes aos Aços Carbono A partir do estudo deste texto você conhecerá as particularidades inerentes a diferentes tipos de aços: aços de médio carbono (para temperaturas

Leia mais

Caracterização das Propriedades Mecânicas de Materiais Metálicos: A Influência da velocidade da máquina sobre a tensão obtida no ensaio de tração 1

Caracterização das Propriedades Mecânicas de Materiais Metálicos: A Influência da velocidade da máquina sobre a tensão obtida no ensaio de tração 1 - SEPesq Caracterização das Propriedades Mecânicas de Materiais Metálicos: A Influência da velocidade da máquina sobre a tensão obtida no ensaio de tração 1 Rogério Alves Oliveira 2 Uilian Boff 3 Jaison

Leia mais

9. Análise de Tensões de Tubulações Curvadas

9. Análise de Tensões de Tubulações Curvadas 9.1) Introdução O curvamento de tubos por Indução vem se desenvolvendo desde 1960 pela Dai-Ichi Higt Frequency do Japão. No Brasil, este processo é utilizado unicamente pela Protubo. Ele consiste basicamente

Leia mais

2. Classificação, Descrição e Elementos Construtivos. 2.1 Definição e Classificação de Máquinas de Fluido

2. Classificação, Descrição e Elementos Construtivos. 2.1 Definição e Classificação de Máquinas de Fluido 2. Classificação, Descrição e Elementos Construtivos 2.1 Definição e Classificação de Máquinas de Fluido Uma máquina pode ser definida como um transformador de energia. Nas máquinas de fluido ocorre a

Leia mais

Corrente elétricas. i= Δ Q Δ t [ A ]

Corrente elétricas. i= Δ Q Δ t [ A ] Corrente elétricas A partir do modelo atômico de Bohr, que o define pela junção de prótons, nêutrons e elétrons, é possível explicar a alta condutividade dos metais, devida à presença dos elétrons livres.

Leia mais

Laboratório de Física

Laboratório de Física Laboratório de Física Experimento 07: Lançamento de Projéteis Disciplina: Laboratório de Física Experimental I Professor: Turma: Data: / /20 Alunos: 1: 2: 3: 4: 5: 1/11 07 - Lançamento de Projéteis 1.1.

Leia mais

Princípios de Eletricidade Magnetismo

Princípios de Eletricidade Magnetismo Princípios de Eletricidade Magnetismo Corrente Elétrica e Circuitos de Corrente Contínua Professor: Cristiano Faria Corrente e Movimento de Cargas Elétricas Embora uma corrente seja um movimento de partícula

Leia mais

Generalidades. Metal. Elemento químico, sólido, com estrutura cristalina e com as seguintes propriedades de interesse para a Engenharia

Generalidades. Metal. Elemento químico, sólido, com estrutura cristalina e com as seguintes propriedades de interesse para a Engenharia Materiais Metálicos Generalidades Metal Elemento químico, sólido, com estrutura cristalina e com as seguintes propriedades de interesse para a Engenharia Alta dureza Grande resistência mecânica Elevada

Leia mais

5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril minutos /

5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril minutos / 5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril 2013 90 minutos / Nome: n.º Classificação Professor.. GRUPO I As seis questões deste grupo são todas de escolha múltipla. Para cada uma delas são indicadas

Leia mais

Desmagnetização do Ferro. Introdução. Materiais Necessários

Desmagnetização do Ferro. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução O magnetismo é uma propriedade dos materiais relacionada ao movimento dos elétrons nos átomos, já que carga em movimento gera campo magnético. O modo de organização dos elétrons em

Leia mais

Ensaios Mecânicos de Materiais. Dobramento. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Ensaios Mecânicos de Materiais. Dobramento. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Ensaios Mecânicos de Materiais Aula 4 Ensaio de Dobramento Tópicos Abordados Nesta Aula Ensaio de Dobramento. Definição do Ensaio O ensaio de dobramento fornece somente uma indicação qualitativa da ductilidade

Leia mais

Análise Dimensional. q 1 = f(q 2,q 3,...q n ) Matematicamente, podemos expressar a relação por uma função equivalente: F(q 1, q 2, q 3,...

Análise Dimensional. q 1 = f(q 2,q 3,...q n ) Matematicamente, podemos expressar a relação por uma função equivalente: F(q 1, q 2, q 3,... S S 0 1 V 0 t at Dado um problema físico no qual o parâmetro dependente é uma função de (n-1) parâmetros independentes, podemos expressar a relação entre as variáveis como: q 1 = f(q,q 3,...q n ) S f a,

Leia mais

Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga

Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Engenharia Industrial Mecânica Objetivo Executar o projeto de uma máquina para ensaios de fadiga. Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga Allan Carlo

Leia mais

Efeito da microestrutura de uma liga de aço carbono obtido por processos distintos

Efeito da microestrutura de uma liga de aço carbono obtido por processos distintos Efeito da microestrutura de uma liga de aço carbono obtido por processos distintos R. C. Proiete 1, C. R. Serantoni 2, A. Sinatora 2 1 Laboratório de Fundição, LMMC, Instituto de Pesquisas Tecnológicas

Leia mais

26/11/ Agosto/2012

26/11/ Agosto/2012 26/11/2012 1 Agosto/2012 Motores Elétricos 26/11/2012 2 Motores Elétricos Conceitos Motor elétrico é uma máquina destinada a transformar energia elétrica em mecânica. É o mais usado de todos os tipos de

Leia mais

LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão Simples e Diametral

LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão Simples e Diametral UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão

Leia mais

Resultados obtidos nas medições.

Resultados obtidos nas medições. Resultados obtidos nas medições. Os dados na sequência representam dois ensaios de aquecimento da água no reservatório de 200 litros de duas formas distintas. No primeiro aquecimento se faz o ensaio do

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 12 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO IPT INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO

Leia mais

E = 70GPA σ e = 215MPa. A = 7500mm 2 I x = 61,3x10 6 mm 4 I y = 23,2x10 6 mm 4

E = 70GPA σ e = 215MPa. A = 7500mm 2 I x = 61,3x10 6 mm 4 I y = 23,2x10 6 mm 4 Lista 1 1. A coluna de alumínio mostrada na figura é engastada em sua base e fixada em seu topo por meios de cabos de forma a impedir seu movimento ao longo do eixo x. Determinar a maior carga de compressão

Leia mais

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Metalurgia

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Metalurgia : Técnico em Metalurgia Descrição do Perfil Profissional: O profissional Técnico em Metalurgia deverá ser capaz de realizar controle visual, dimensional e laboratorial de materiais e substâncias utilizadas

Leia mais

Calendarização da Componente Letiva 9º Ano Físico Química

Calendarização da Componente Letiva 9º Ano Físico Química AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANDRÉ SOARES (150952) Calendarização da Componente Letiva 9º Ano Físico Química 1º 2º 3º Períodos Período Período Período Número de aulas previstas (45 minutos) 39 36 21 Apresentação

Leia mais

CAPÍTULO IV ASPECTOS NORMATIVOS PARA CONTENTORES

CAPÍTULO IV ASPECTOS NORMATIVOS PARA CONTENTORES CAPÍTULO IV ASPECTOS NORMATIVOS PARA CONTENTORES 4.1 Introdução Neste capítulo, apresentam-se as disposições normativas dos eurocódigos estruturais que podem ser usadas para verificar a segurança dos elementos

Leia mais

Instrumentação Eletrônica TE149. Prof. Marlio Bonfim UFPR 2 semestre 2013

Instrumentação Eletrônica TE149. Prof. Marlio Bonfim UFPR 2 semestre 2013 Instrumentação Eletrônica TE149 Prof. Marlio Bonfim UFPR 2 semestre 2013 Instrumentação Eletrônica Sinais elétricos Mundo Mundo Real Real Grandezas Físicas Físicas Sensor Atuador Condicionamento e Processamento

Leia mais

Estrutura física da matéria Difração de elétrons

Estrutura física da matéria Difração de elétrons O que você pode aprender sobre este assunto... - Reflexão de Bragg - Método de Debye-Scherer - Planos de rede - Estrutura do grafite - Ondas de matéria - Equação de De Broglie Princípio: Elétrons acelerados

Leia mais

Laboratório de Física

Laboratório de Física Laboratório de Física Experimento 03 - Trilho de Ar Movimento a Força Constante Disciplina: Laboratório de Física Experimental I Professor: Turma: Data: / /20 Alunos: 1: 2: 3: 4: 5: 1/11 03 - Trilho de

Leia mais

ESTUDO DA RECRISTALIZAÇÃO DO AÇO ABNT 1010 COM DIFERENTES GRAUS DE DEFORMAÇÃO

ESTUDO DA RECRISTALIZAÇÃO DO AÇO ABNT 1010 COM DIFERENTES GRAUS DE DEFORMAÇÃO 1361 ESTUDO DA RECRISTALIZAÇÃO DO AÇO ABNT 1010 COM DIFERENTES GRAUS DE DEFORMAÇÃO H.G.Mathias (1), W. A.Monteiro (2), V.A. Rodrigues (2). (1)Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie, Rua Itambé,

Leia mais

PSI 3263 Práticas de Eletricidade e Eletrônica I 2016

PSI 3263 Práticas de Eletricidade e Eletrônica I 2016 PSI 3263 Práticas de Eletricidade e Eletrônica I 2016 Relatório da Experiência 6 Condutores e Dispositivos de Proteção Nomes: N o USP: 1. Procedimento experimental 1.1 - Levantamento de curva de aquecimento

Leia mais

FUNDIÇÃO POR CENTRIFUGAÇÃO

FUNDIÇÃO POR CENTRIFUGAÇÃO FUNDIÇÃO POR CENTRIFUGAÇÃO O processo de fabricação por centrifugação consiste em vazar-se metal líquido num molde dotado de movimento de rotação, de modo que a força centrífuga origine uma pressão além

Leia mais

Produtos para Construção Civil

Produtos para Construção Civil Produtos para Construção Civil VS 50 Construção Civil VERGALHÕES VS 50 Fabricados por laminação a quente, com superfície nervurada que garante alta aderência ao concreto, na forma de rolos com 830 kg amarrados

Leia mais