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1 ~:,~ k /~I, //.; J.~ -' Programa FINICIA Fundo de Apoio as Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Castelo Branco PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERACAO Entre: o Municipio de Castelo Branco, pessoa colectiva no adiante designado par MUNiCiPIO; A Caixa de Credito Agricola Mutuo Beira Baixa (Sui) C.R.L. Sa., com 0 capital social de ,00 Euros e sede no Largo do Municipio - Apartado Idanha-a-Nova matriculada na Conservat6ria do Registo Comercial de Idanha-a-Nova, sob 0 numero unico de matricula e pessoa colectiva representado pelos seus Procuradores, Joao Fernandes Antunes e Luis Manuel Amaral Pereira Patricio, adiante designada por BANCO; A GARVAL - Sociedade de Garantia Mutua, S.A., com sede na Praceta Joao Caetano Bras no 10-1 ABC Santarem, matriculada na Conservat6ria do Registo Comercial de Santarem sob 0 numero unico de matricula e de pessoa colectiva , com 0 capital social realizado de ,00 Euros, adiante designada por; SGM o NERCAB - Associal;(ao Empresarial da Regiao de Castelo Branco, SA, pessoa colectiva no , com sede na Av. do Empresario - Praga Nercab Castelo Branco, matriculado na Conservat6ria do Registo Comercial de Castelo Branco sob 0 no 1243, adiante designada por NERCAB; o IAPMEI - Instituto de Apoio as Pequenas e Medias Empresas e a Inoval;(ao, I.P., pessoa colectiva no com sede na Rua dos Salazares, no 842, Porto, adiante designado por IAPMEI; E estabelecido 0 presente Protocolo, 0 qual se regera pelas c1ausulas seguintes: Clausula 1 a (Finalidade) o presente Protocolo visa estabelecer os term os de colaboragao entre 0 MUNiCIpIO, 0 BANCO, a SGM, 0 NERCAB e 0 IAPMEI, adiante designados genericamente como PARCEIROS, na constitui<;:ao e funcionamento do Fundo de Apoio as Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Castelo Branco (adiante designado por Castelo Branco FINICIA ou Fundo). Com a constitui<;:ao deste Fundo pretende-se estimular e orientar investimentos a realizar por Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Castelo Branco para a melhoria dos produtos e/ou servigos prestados, para a modernizagao das empresas, ou para as modifica<;:oes decorrentes de imposi<;:oes legais e regulamentares. Castelo Branco FINICIA Protocolo financeiro e de cooperar,;ao Pagina 1 de 5

2 ClilUsula 2 a (Prazo de Vig mcia) 1) 0 presente Protocolo vigorara pelo prazo de 1 (um) ana a partir da data da sua assinatura. 2) 0 prazo referido no numero anterior sera automaticamente prorrogado por periodos iguais e sucessivos, a menos que algum dos PARCEIROS denuncie 0 Protocolo por escrito, com pelo menos 60 (sessenta) dias de antecedencia em rela<;:ao ao termo do prazo que estiver em curso. 3) Nao obstante 0 disposto nos numeros anteriores, os compromissos ja contratualizados pelos parceiros manter-se-ao validos e em vigor ate a sua extingao, em conformidade com os respectivos term os contratuais. Clausula 3 a (Valor do Fundo) 1) 0 Castelo Branco FINICIA tem um valor inicial de , sendo constituido da seguinte forma e valores : a) 0 MUNiCiPIO contribui com , podendo em anos seguintes este valor ser aumentado em fungao dos objectivos e resultados obtidos; b) 0 MUNICIPIO depositara de imediato e de uma s6 vez a quantia referida na alfnea anterior em conta especifica a abrir num balcao do BANCO. 0 saldo nao utilizado desta conta sera remunerado na sua totalidade a taxa EURIBOR (30 dias) menos 1%, com juros contados diariamente e creditados mensalmente; c) 0 BANCO contribui com , podendo em anos seguintes este valor ser aumentado em fungao dos objectivos e resultados obtidos e mediante reforgo proporcional por parte do MUNICIPIO; 2) 0 apoio do Municipio e concedido ao abrigo da regra 'de minimis', conforme 0 regulamento (CE) N 1998/2006 da Comissao, 15 de Dezembro de Clausula 4 a (Normas e condi~6es de acesso) As norm as e condigoes de acesso das empresas aos financiamentos a conceder atraves do Castelo Branco FINICIA sao fixadas no Anexo I a este Protocolo, que dele e parte integrante. Clausula (Apoio as empresas at raves do Fundo ) sa 1) 0 financiamento de projectos empresariais atraves do Castelo Branco FINICIA e limitado a por projecto e sera concedido nos termos definidos nas norm as e condigoes de acesso referidas na Clausula anterior; Castelo Branco FINICIA Protocolo financeiro e de coopera(fao Pagina 2 de 5

3 ." I /' 2) Os montantes de financiamento a conceder pelo Castelo Branco FINICIA corresponderao em 20% a Subsidio Reembolsavel concedido pelo MUNICIPIO e em 80% a Credito a conceder pelo BANCO; 3) As responsabilidades de capital assumidas pelo BANCO em cada credito efectuado objecto de Garantia a prestar pela SGM nos term os da Clausula 7 8. (Condiyoes Clausula 6 8 a aplicar pelo BANCO) Tendo par base a taxa Euribor 6 M TM, 0 spread a aplicar pelo BANCO as responsabilidades de capital por este assumidas e de ate 1,75%, sem encargos adicionais nomeadamente de comissoes ou arredondamento a taxa de juro; Clausula 7 8 (Garantia) 1) A SGM garantira, em cada momento do tempo e atraves de Garantia autonoma, 75% (setenta e cinco por cento) das responsabilidades de capital assumidas pelo BANCO na opera<;ao de credito contratada com as empresas beneficiarias; 2) A SGM cobrara uma Comissao de garantia de ate 2,0% do valor garantido; Clausula 8 a (Caducidade da garantia) A garantia prestada pela SGM caduca e fica sem efeito, em rela<;ao a cada um dos montantes garantidos, se 0 BANCO nao solicitar 0 seu pagamento a SGM nos 90 (noventa) dias imediatamente posteriores ao respectivo vencimento nos prazos contratuais ou, no caso de vencimento antecipado, posteriores a sua comunica<;ao ao Beneficiario. Clausula (Prazo de decisao) 1) Os PARCEIROS comprometem-se a realizar as diligencias que considerem necessarias a decisao de cada pedido no mais curto espa<;o de tempo, tendo como referencia os procedimentos de trabalho que constituem 0 Anexo II a este Protocolo e que dele e parte integrante; 2) Para os efeitos previstos no numero anterior, 0 BANCO e a SGM facultarao, reciprocamente, os respectivos elementos de analise da opera<;ao de credito / garantia, acordando entre si os meios considerados mais expeditos, nomeadamente os electronicos; 3) Os PARCEIROS obrigam-se a comunica<;ao da sua decisao, com os conteudos a acordar reciprocamente para 0 efeito. 9 a Clausula 10 a (Prestayao de informayao) Castelo Branco FINICIA Protocolo financeiro e de coopera<;8o Pagina 3 de 5

4 Os PARCEIROS informar-se-ao reciprocamente, sobre todas circunstancias de que conhecimento e que configurem a cisao, a fusao ou 0 falecimento do Beneficiario. Clilusula 11a (Apoio, acompanhamento e controlo) 1) A gestao do Fundo Castelo Branco FINICIA, sera efectuada conjuntamente por todas as entidades subscritoras do protocolo de constitui<;:ao do Fundo, dentro das respectivas competencias, sendo a coordena<;:ao das tarefas inerentes a essa gestao atribufda ao NERCAB 0 qual elaborara no final de cada ana civil um relat6rio de execu<;:ao; 2) A cobertura das despesas a incorrer pelo NERCAB, nas suas fun<;:oes sera efectuada pelo Municipio, que para tal compensara 0 NERCAB pelo servi<;:o prestado em 1% do valor do fundo, anualmente, sendo 0 pagamento efectuado por duodecimos. 0 valor desta compensa<;:ao podera ser ajustado tendo em conta a evolu<;:aodo Fundo; 3) Com 0 objectivo de assegurar a maxima eficacia na obten<;:ao dos objectivos sera constitufda uma Comissao de Acompanhamento da gestao do Fundo Castelo Branco FINICIA, presidida pelo NERCAB e na qual participarao todas as entidades subscritoras do presente protocolo e outras que estas, conjuntamente, decidam convidar para esse efeito. 4) 0 NERCAB pod era prestar apoio na elabora<;:ao dos projectos e organiza<;:ao dos processos de candidatura. 5) 0 NERCAB e 0 Municipio de Castelo Branco acompanharao a execu<;:ao financeira e ffsica do projecto. 6) Os projectos que envolvem necessidade de aprova<;:ao e licenciamento camarario gozarao de prioridade na sua aprecia<;:ao pelos servi<;:osdo Municipio. 7) No ambito das suas competencias, 0 Municipio compromete-se a estudar a implementa<;:ao de outras medidas facilitadoras ou de apoio aos projectos financiados atraves do Fundo, de forma a contribuir para 0 sucesso empresarial destes projectos. 8) 0 Banco e a SGM comprometem-se a acompanhar cada opera<;:ao concretizada e comunicar aos restantes PARCEIROS, quando tal nao revista 0 caracter de confidencialidade, qualquer incidente que possa afectar a boa evolu<;:ao da opera<;:ao. 9) 0 NERCAB e 0 IAPMEI acordarao conjuntamente procedimentos de acompanhamento e apoio tecnico as empresas que forem objecto de interven<;:ao pelo Fundo, sendo os mesmos financiados em condi<;:oes a acordar entre estas entidades. Clilusula 12 a (Publicidade) 1) As entidades subscritoras do presente protocolo comprometem-se a divulgar 0 mesmo pelos meios ao seu alcance, nomeadamente atraves de: o Utiliza<;:aodos meios comunica<;:ao social local regionais ou nacionais; Castelo Branco FINICIA Protocolo financeiro e de cooperac;:ao Pagina 4 de 5

5 o o Edic;ao e distribuic;ao de folhetos e desdobraveis; Realizac;ao de col6quios; o Utilizac;ao dos respectivos servic;os das entidades envolvidas, bem como dos seus web sites. 2) Anualmente a Municipio fara publicar informac;ao sabre as projectos apoiados, 3) Os parceiros deverao informar anualmente a IAPMEI sabre a aplicac;ao dos termos deste protocol 0, na componente de responsabilidade de cada um, par forma a que a IAPMEI possa efectuar uma avaliac;ao e reporte do funcionamento do Fundo, bem como preparar iniciativas de dinamizac;ao do mesmo, se entendidas necessarias. E, em conformidade com a exposto, assinaram a presente documento, Castelo Branco, 25 de Agosto de 2010 Municipio de Castelo Branco -.,,(,"'-....).. 2 ( Caixa c;jecredito Agricola Mutua Beira Baixa (Sui) CRL j~ ---r-... -::A'?e- c;;;.'--.i---,<>- \1\}'I\ /1r., (/1 1 nj';"' l~' \I!.\J' Al'HAlrAfJ, L,fdi(, J.\ \~ \ lvv~-'j\.xj \' - - '--' '--' '-, J""'\ \ \. \ \ GARVAL - Sociedade de Garantia Mutua, Sa _ < '.-'--:>.~.--// ~-7, ~~ I..c:::/-<----- /~. ::?'., '\ NERCAB Associac;a Etnpresarial de Castelo Branco,. \,v.~ \ IAPMEI - Instituto de Apoio as PequE)nas e Medias Empresas e a Inovac;ao, I.P, ;7//J lifh;!lt/l. _/?, J v ~ Castelo Branco FINICIA Protocolo financeiro e de coopera<;ao Pagina 5 de 5

6 Programa FINICIA Fundo de Apoio as Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Castelo Branco // /. \. ~. / 1/ ~ 1Y:.~ IIf 11/ - ffj :/ I \ I) ( I\~ {~ i \ ' ~ /~ Anexo I ao protoco/o financeiro e de cooperafao Normas e Condi~6es de Acesso Artigo 1 _ (Objectivo) Pretende-se colocar a disposigao das Micro e Pequenas Empresas do Concelho de Castelo Branco um produto financeiro inovador e atractivo comparativamente aos produtos da mesma natureza disponibilizados no mercado. Este produto destina-se a ser utilizado no financiamento de pequenos projectos empresariais, aos quais seja reconhecido interesse para 0 Municipio. Os mecanismos e procedimentos de pedido de financiamento atraves do Fundo pretendem-se simples e desburocratizados e os processos de tomada de decisao e concretizagao da operagao, rapidos. (Ambito Artigo 2. de Aplicac;ao) 1) 0 Fundo aplica-se a area geografica do Concelho de Castelo Branco e a projectos enquadrados em todas as actividades economicas, excluindo-se apenas as actividades abrangidas pelas regras da concorrencia comunitaria e as que decorrem do ambito de aplicagao do sistema de garantia mutua. 2) Anualmente, consoante as disponibilidades existentes no Fundo e os respectivos objectivos e estrategias de desenvolvimento, os PARCEIROS envolvidos na constitui9ao e funcionamento do Fundo poderao definir areas geograficas do Concelho, sectores ou actividades prioritarios ou objecto de interven9ao especifica do Fundo. Artigo 3 _ (Destinatarios) Podem ser objecto de financiamento pelo Fundo os projectos de micro e pequenas empresas, tal como definidas na Recomendagao da Comissao Europeia 2003/361/CE, de 06/05/2003 Castelo Branco FINICIA Normas e condigoes de acesso Pagina 1 de 5

7 (Tipologia Artigo 4. 2) Nao sao apoiaveis atraves do Fundo, projectos: de projectos) /1 /./.<1:/ ~ (/ lit / Ji.jJj - Ii:/) i}\' ''j /.---=r- f' /'" ~ ft 1\\ 1) Sao apoiaveis atraves do Fundo, projectos que contribuam para 0 crescimento e / -' (: [\ 1\./ ~ desenvolvimento da actividade empresarial do concelho de Castelo Branco, de formal 1\ 10. sustentada, refor9ando a competitividade e/ou a diferencia9ao empresarial no concelho. ~ a) Que visem a aquisi9ao de partes sociais de empresas; b) Integrados em opera90es de reestrutura9ao financeira, nomeadamente as que envolvam a consolida9ao de creditos ou 0 reembolso de opera90es anteriores..~' ~~)( /I...---~/ -- < Artigo 5. (Condi'ifoes de acesso das empresas) 1) Estarem constituidas e registadas nos term as da legisla9ao em vigor ou comprometerem-se a cumprir este requisito ate a data de assinatura do contrato de financiamento; 2) Disporem ou passarem a dispor de contabilidade organizada e actualizada de acordo com a legisla9ao aplicavel; 3) Cumprirem as condi90es legais necessarias ao exercfcio da actividade, nomeadamente ter a situa9ao regularizada em materia de licenciamento. 4) Apresentarem a sua situa9ao economico-financeira equilibrada e/ou financiarem projecto adequadamente com capitais proprios. 5) Nao tenham e nao tenham tido incidentes nao justificados junto de quaisquer institui90es financeiras. 6) Possuirem a situa9ao regularizada face a Administra9ao Fiscal, a Seguran9a Social e as entidades financiadoras do Fundo. 7) Terem au criarem com 0 projecto estabelecimento estavel no concelho de Castelo Branco. 8) Comprometerem-se a manter afecto a respectiva actividade a investimento a realizar, bem como a manter a localiza9ao geografica no concelho, pelo periodo do contrato de financiamento. Artigo 6. (Condi'ifoes de elegibilidade dos projectos) 1) Terem viabilidade tecnica, economica e financeira; 2) Efectuarem 0 investimento objecto de financiamento pelo Fundo no concelho de Castelo Branco; Castelo Branco FINICIA Normas e condil{oes de acesso Pagina 2 de 5

8 ./ / J I ~l/ \;. (1, ~ 3) Nao terem iniciado 0 investimento ha mais de 90 dias antes de apresentagao do pedido (j; f "':' i~_. ~.... financiamento pelo Fundo; /,/, '~, / ~ I.!' 4) No caso de serem previstas obras de remodelagao e/ou adaptagao, apresentarem com 0;/ II \\;t \ pedido de apoio 0 licenciamento das mesmas, ou certidao de isengao do Iicenciamento/ I\'~ emitido pelo Municfpio; ~ 5) Apresentarem caracterfsticas inovadoras ou de certa forma diferenciadoras face as empresas '~-:r instaladas no concelho ou na regiao. //~~ (Projectos Artigo 7. a apoiar at raves do Fundo) Sao apoiaveis atraves do Fundo, os projectos a realizar: a) Por empresas existentes, com tres ou mais exercicios economicos completos, podendo nestes casos 0 financiamento do projecto pelo Fundo ser de ate 100% do investimento; b) Novas empresas, ou empresas existentes mas com menos de tres exercfcios economicos completos, podendo neste caso 0 financiamento do projecto pelo Fundo ser de ate 85% do investimento e devendo 0 promotor do projecto contribuir para 0 financiamento com um minimo de capitais proprios correspondente a 15% do investimento. Artigo 8. (Financiamentos a conceder atraves do Fundo) 1) 0 financiamento a conceder atraves do Fundo e Iimitado a por projecto e distribufdo por : a) 20% de Subsidio Reembolsavel sem juros, a conceder pelo MUNICIPIO tendo em conta 0 interesse do projecto para 0 Concelho; b) 80% de credito concedido pelo BANCO a uma taxa de juro preferencial (Euribor a 6 M TM acrescida de um Spread maximo de ate 1,75%); 2) Aos custos referidos na alfnea b) do numero anterior e relativamente ao valor em divida ao BANCO, acresce ate 2,0% referente a Comissao de garantia a pagar a SGM; 3) 0 financiamento do restante investimento devera ser assegurado pelo promotor atraves de capitais proprios, outros financiamentos bancarios ou recurso a outros mecanismos de apoio, quando apl icavel. Artigo go. (Condi~6es do financiamento) 1) 0 financiamento a conceder pelo Fundo tera um perfodo de reembolso minimo de 3 anos, e um maximo de 6 anos, com 0 maximo de 1 ana de carencia de capital; Castelo Branco FINICIA Normas e condi<;6es de acesso Pagina 3 de 5

9 /!» U::-Y 11 11/ 2) A utilizac;:ao do financiamento devera, em regra, ser efectuada ate 6 meses apos a data d:,; i - contratac;:ao; if / I \ / /' 1 \ I~ 3) As amortizac;:oes e juros serao postecipados e pagos mensalmente. / II:!\ 'J ' /. \1 'v 4) 0 reembolso do Subsidio a conceder pelo Municipio sera efectuado simultaneamente com al I \; I amortizac;:ao do credito bancario e na mesma proporc;:ao que e indicada no artigo 8, sendo _.~ respectivo valor creditado pelo Banco na conta referida em 1.b) da c1ausula 3 a do presente../_y'~) protocolo.. 5) 0 reembolso antecipado da totalidade au de parte do capital e do Subsidio em divida pod era ser aceite, sem que a empresa beneficiaria seja cobrada qualquer comissao. If: /;'.,) Artigo 10. (Garantias) 1) 0 financiamento concedido pelo Banco sera objecto de garantia autonoma par parte da SGM, nos termos definidos no presente protocolo; 2) As empresas beneficiarias do Fundo deverao constituir-se como accionistas beneficiarias da referida Sociedade de Garantia Mutua, para a que adquirirao ao BANCO au ao IAPMEI ac90es da SGM em quantidade minima definida como necessaria para adesao ao Mutualismo. 3) Poderao vir a ser solicitadas a empresa promotora do projecto garantias adicionais, consoante a analise de risco da operac;:ao. Artigo 11. (Apresenta~ao do pedido) 1) As empresas poderao apresentar a pedido de financiamento atraves do Fundo em qualquer das entidades subscritoras do protocol a de constitui9ao do Fundo, utilizando formulario proprio que Ihes sera fornecido para a efeito. 2) 0 dossier do pedido e constituido pelo formulario e pelos elementos referidos em Iistagem anexa a esse formuiario, que sejam aplicaveis a empresa e ao projecto em causa. 3) 0 dossier de pedido considerar-se-a completo apenas quando constitufdo par todos as seus elementos. Artigo 12. (Avalia~ao dos pedidos) 1) Apos a recepc;:ao do dossier de pedido completo, a entidade receptora remetera 0 mesmo, aos restantes PARCEIROS, para parecer. 2) Sempre que se justifique qualquer das entidades podera solicitar a empresa promotora do projecto esclarecimentos au elementos adicionais que entenda necessarios para a correcta avaliac;:ao do pedido. Castelo Branco FINICIA Normas e condic;:6es de acesso Pagina 4 de 5

10 /!//~ V'". it /. It,/ 'I 3) OS PARCEIROS deverao articular-se de forma a que, tendencialmente, nao seja efectuado m~i'~(l rrr ' do que um pedido de elementos a empresa. / (i1 /~.t. \ 'l / ; 1\, / (\, I II ~ 4) Sera dado a empresa um prazo para resposta ao pedido de elementos, ajustado as / / f\ 1\ i. \! I I.! I I \l I il - caracteristicas do mesmo. uyl I " 5) OS PARCEIROS deverao procurar que a resposta a qualquer pedido nao exceda as 20 di s I v uteis ap6s a completa formalizagao do mesmo, descontando c tempo decorrente da resposta L? ~ da empresa a eventual pedido de esclarecimentos au elementos adicionais efectuado. / ~c-/i, f Artigo 13. (Decisao) 1) A decisao sobre a concessao de financiamento atraves do Fundo devera ser unanime entre as PARCEIROS, devendo estes articular entre si a forma e prazos de comunicagao dos respectivos pareceres. 2) Do sentido do parecer de cada PARCEIRO nao ha recurso, podendo contudo qualquer decisao desfavoravel decorrente do parecer negativo de um ou mais parceiros ser discutida no seio do grupo, podendo eventualmente verificar-se a alteragao da respectiva decisao. Artigo 14. (Contrata~ao) 1) A comunicagao da decisao final que recaiu sobre 0 pedido sera comunicada a empresa pelo Banco; 2) Ap6s a comunicagao da decisao favoravel a empresa, os documentos necessarios a formalizagao do financiamento atraves do Fundo deverao ser assinados pel as partes 0 mais rapidamente possive!. Esses documentos compreenderao, nomeadamente : o contrato do financiamento o contrato de adesao ao Mutulalismo o contrato de compra e venda de acgoes da SGM A aceitagao de debito em conta corrente 3) Ap6s a assinatura pelas partes de todos as documentos necessarios, 0 Banco creditara 0 mais cedo possivel a importancia contratada na conta do promotor. Artigo 15. (Penaliza~6es, reclama~6es e recursos) 1) 0 nao cumprimento das condigoes do contrato por parte do promotor, nomeadamente a nao aplicagao dos creditos concedidos a execugao do projecto podera levar a rescisao unilateral daquele, ao pagamento imediato das amortizagoes e juros em divida. 2) 0 foro juridico para eventuais questoes contenciosas e 0 Tribunal da Comarca respectivo. Castelo Branco FINICIA Normas e condiyoes de acesso Pagina 5 de 5

11 Programa FINICIA Fundo de Apoio as Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Castelo Branco Anexo 1/ ao protocojo financeiro e de cooperatyao Procedimentos de trabalho e articulac;ao entre os PARCEIROS Artigo 1. (Recep'ifao e encaminhamento dos pedidos) 1) Sempre que nao seja requerida outra forma, as comunica<;6es entre os parceiros para efeitos de tratamento e gestao dos pedidos no ambito deste Fundo serao efectuadas recorrendo ao correio electr6nico, utilizando para 0 efeito endere<;os que serao fornecidos mutuamente. 2) Ap6s a recep<;ao (completa) dos pedidos por qualquer entidade subscritora do protocolo de constitui<;ao do Fundo, esta enviara um exemplar dos elementos apresentados aos restantes PARCEIROS, no prazo maximo de 2 dias. 3) as PARCEIROS deverao manter-se mutuamente informados sobre os pedidos de elementos ou esclarecimentos complementares que sejam remetidos as empresas. 4) As respostas aos pedidos referidos no numero anterior, quando nao tiverem a natureza de confidencialidade, deverao ser remetidas aos restantes PARCEIROS, por forma a evitar a duplica<;ao de pedidos. 5) Tendo em conta que a decisao de concessao do financiamento atraves do Fundo devera ser unanime entre os PARCEIROS, qualquer objec<;ao ou parecer negativo de um dos PARCEIROS devera ser de imediato comunicado aos restantes, atraves do NERCAB. Artigo 2. (Parecer das entidades nao financeiras) 1) a NERCAB, 0 IAPMEI e 0 Municipio deverao, no prazo maximo de 5 dias uteis ap6s a recep<;ao dos elementos, emitir 0 seu parecer sobre 0 pedido de financiamento recebido, nos termos dos artigos 3 a 5 seguintes. 2) A contagem do prazo referido no numero anterior sera interrompida no caso de ter sido efectuado pedido de elementos ou esclarecimentos complementares a empresa proponente, pelo periodo de tempo concedido a esta para a respectiva resposta. 3) as pareceres do IAPMEI e do Municipio, referidos no numero um deste artigo, deverao ser remetidos ao NERCAB. Castelo Banco FINICIA Procedimentos de trabalho Pagina 1 de 4

12 4) Apos recepgao dos pareceres do Municfpio e do IAPMEI, 0 NERCAB informara 0 Banco e SGM, no prazo maximo de 3 dias uteis, se estao cumpridas Artigo 3. (Parecer da Camara) as condigoes de acesso. _.J-- 1. I /;/! pi ijj-.'r f -' 1) 0 parecer do Municfpio incidira sobre os seguintes aspectos: a) Enquadramento do pedido nos objectivos, ambito e actividades abrangidas (artigo 2 a das Normas e Condigoes de acesso); b) Verificagao das condigoes de acesso das empresas previstas nos numeros 3) e 7) do artigo 5 das Normas e Condig6es de acesso; c) Verificagao das condig6es de elegibilidade dos projectos prevista nos numeros 2), 4) e 5) do artigo 6 das Normas e Condigoes de acesso. 2) Ouerendo, 0 Municfpio podera igualmente pronunciar-se sobre qualquer outro aspecto referente as caracteristicas ou elegibilidade da empresa ou do projecto. Artigo 4. (Parecer do IAPMEI) 1) 0 parecer do IAPMEI incidira sobre os seguintes aspectos: a) Enquadramento do pedido nos objectivos, ambito e actividades abrangidas (artigo 2 a das Normas e Condig6es de acesso); b) Enquadramento da empresa na definigao de Pequena Empresa (artigo 3 a das Normas e Condigoes de acesso); c) Verificagao da condigao de elegibilidade dos projectos prevista no numero 5) do artigo 6 das Normas e Condigoes de acesso. 2) Ouerendo, 0 IAPMEI pod era igualmente pronunciar-se sobre qualquer outro aspecto referente as caracterfsticas ou elegibilidade da empresa ou do projecto. Artigo 5. (Parecer do NERCAB) 1) 0 parecer do NERCAB incidira sobre os seguintes aspectos: a) Enquadramento do pedido nos objectivos, ambito e actividades abrangidas (artigo 2 a das Normas e Condig6es de acesso); b) Verificac;:ao da condigao de elegibilidade dos projectos prevista no numero 5) do artigo 6 das Normas e Condig6es de acesso; c) Verificagao das restantes condigoes de acesso das empresas e de elegibilidade dos projectos previstas nas Normas e Condig6es de acesso, a excepgao da referida no no5 do artigo 5, a qual e da responsabilidade das entidades financeiras; Castelo Banco FINICIA Procedimentos de trabalho Pagina 2 de 4

13 2) Querendo, 0 NERCAB pod era igualmente pronunciar-se sobre qualquer outro referente as caracteristicas ou elegibilidade da empresa ou do projecto. Artigo 6. (Parecer das entidades financeiras) /1 /.' I / I t/. [0/\0 '/ It!'! aspecto ;{ fiii--. f i. /~i\. i :i ~\' \ / ij;, ~J 1) As entidades financeiras comprometem-se, nos termos do protocolo de constituiyao do' \<1"------::::' Castelo Branco FINICIA, a efectuar, segundo rigorosos criterios tecnicos, a avaliayao /~ economico-financeira da operayao de credito, bem como do historial da empresa, da < idoneidade pessoal e competencia profissional dos responsaveis do projecto ou operayao, facultando entre si os seus elementos de analise, por autorizayao da empresa proponente, expressa no formulario de candidatura. 2) A 8GM devera, no prazo maximo de 5 dias uteis apos a recepyao dos pareceres dos PARCEIROSnao financeiros, a remeter pelo NERCAB, emitir a seu parecer sobre 0 pedido de financiamento recebido e comunica-io ao Banco e ao NERCAB, que dele dara conhecimento ao IAPMEI e ao MUNICIPIO. 3) 0 Banco devera, no prazo maximo de 5 dias uteis apos a recepyao dos pareceres dos PARCEIROSnao financeiros, comunicar a 8GM e aos restantes PARCEIROS,a decisao de credito que recaiu sobre 0 pedido da empresa e respectivas condiyoes. 4) Por principio nao devem ser previstas garantias reais. Contudo, excepcionalmente se tal for necessario, a operayao so podera ser aprovada se os parceiros nao financeiros nao se pronunciarem em contrario junto do BANCOno prazo de 3 dias atraves do NERCAB. 5) A contagem do prazo referido nos numeros 2 e 3 deste artigo sera interrompida no caso de ter sido efectuado pedido de elementos ou esclarecimentos complementares a empresa proponente, pelo perfodo de tempo concedido a esta para a respectiva resposta. Artigo 7. (Comunicac;ao formal de aprovac;ao) 1) No caso de apreciayao favoravel e posteriormente a notificayao informal por correio electronico, as instituiyoes financeiras comunicarao entre si, formalmente e em termos a acordar entre elas, a decisao de concessao de credito ou Garantia. 2) Os termos dos documentos formais a trocar entre as partes passarao, depois de acordados sob a forma de minuta, a fazer parte integrante do presente anexo ao protocolo de constituiyao do Fundo, devendo deles ser dado conhecimento aos restantes PARCEIROS. (Formalidades Artigo 8. de contratac;ao) 1) A minuta de contrato a utilizar para formalizayao da operayao devera ser preparada pelo Banco e integrar a componente de subsfdio reembolsavel concedido pelo Municfpio; 2) A minuta de contrato, depois de aprovada entre as partes, passara a fazer parte integrante do presente anexo ao protocolo de constituiyao do Fundo, devendo dela ser dado conhecimento aos restantes PARCEIROS. CasteloBancoFINICIA Procedimentosde trabalho Pagina3 de 4

14 3) As 88M e a BANCO acordarao entre si quanta a minuta da garantia a prestar, passand mesma a ser parte integrante do presente anexo ao Protocol a de constitui9ao do Fundo' Artigo go (Reunifies da Comissao de acompanhamento) 1) A Comissao de acompanhamenlo dos Fundos do Caslelo Branco FINICIA, previsla na. 1:gr. Clausula 11 a do Protocol a Financeiro e de Coopera9ao que constituiu a Fundo Castelo _/~-_../. Branco FINICIA reunira no final de cada trimestre, na sede do NERCAB au noutro local a designar para a efeito. 2) Os Procedimentos de trabalho e as Normas e condi90es de acesso anexas ao Protocol a poderao ser ajustados par decisao da Comissao de Acompanhamento, desde que par decisao par unanimidade dos subscritores do Protocolo. Castelo Banco FINICIA Procedimentos de trabalho Pagina 4 de 4

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