CARTILHA DO CRÉDITO RURAL. Julho de 2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTILHA DO CRÉDITO RURAL. Julho de 2015"

Transcrição

1 CARTILHA DO CRÉDITO RURAL Julho de

2 Membros da Comissão de Política Agrícola da Aprosoja/MT Biênio 2014/2015 Adalberto Backes Adolfo Domingos Petry* Alex Nobuyoshi Utida Altair José Kolln Amanda Carolina Marques Miranda Diavan André Lunardi André Pivetta Ferrarin Ângelo Luis Ozelame Antônio César Martins de Barros Carlos Belló Clóvis Felix de Paula Daniel Shenkel Diego José Dalmaso Douglas Júnior Turchetti Eder Ferreira Bueno Edson Fernando Scarsi Eduardo José Godói Eduardo Linde Sachetti Emerson Spigosso Emílio Anônio Ferrari Ramos Fabiane Boldrini Fabrício Morais Rosa Frederico Azevedo e Silva Glauber Silveira da Silva Ivanor Cella Jalmar Vargas João Carlos Diel João Francisco Rubin Pasqualotto José Guarino Fernandes José Peres Generoso José Rezende da Silva Karine Gomes Machado Lucas Antônio Paludo Luciano Cadore Lucindo Zamboni Júnior Márcio Antônio Giroletti Márcio César Pacheco Maria Amélia Tirloni Zanini Nelson Luiz Picolli Neri Geller Noedir José Karam Marcondes Oldair Antônio Sangaletti Otálio Lemos de Melo Celidônio Pablo Tenroler Paulo Sérgio de Aguiar Rafael Bilibio Rodrigo Pozzobon** Rogério Berwanger Roseli Muniz Gianchini Rui Alberto Wolfart Sérgio Roberto Masiero Silvésio de Oliveira Vinícius Dall Comune Hunhoff Volmir Antônio Dellalibera Alves Xavier * Coordenador ** Vice-Coordenador 2

3 Sumário 1 - COMO SE CLASSIFICAM OS PRODUTORES RURAIS PARA O MANUAL DE CRÉDITO RURAL DO BANCO CENTRAL DO BRASIL REQUISITOS PARA CONCESSÃO DO CRÉDITO RURAL O QUE O BANCO PODE EXIGIR DO PRODUTOR? REGRAS NOVAS DO PLANO SAFRA 2015/ O QUE O BANCO NÃO PODE EXIGIR DO PRODUTOR? LINHAS DE CRÉDITO CUSTEIO CUSTEIO A JUROS CONTROLADOS COM RECURSOS OBRIGATÓRIOS DO GOVERNO FEDERAL CUSTEIO PRONAMP A JUROS CONTROLADOS COM RECURSOS OBRIGATÓRIOS DO GOVERNO FEDERAL CUSTEIO A JUROS LIVRES (JUROS DE MERCADO) INVESTIMENTO PRONAMP MODERAGRO PSI Bens de Capital FINAME AGRICOLA MPME BK AGROPECUÁRIO FINAME AGRICOLA BK AGROPECUÁRIO MODERFROTA MODERINFRA INOVAGRO PCA PROGRAMA PARA CONSTRUÇÃO E AMPLIAÇÃO DE ARMAZÉNS Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Programa ABC FCO - Desenvolvimento Rural FCO Programa de financiamento à Agropecuária Irrigada

4 1 - COMO SE CLASSIFICAM OS PRODUTORES RURAIS PARA O MANUAL DE CRÉDITO RURAL DO BANCO CENTRAL DO BRASIL Produtor, o Manual de Crédito Rural (MCR) do Banco Central do Brasil é a base de todas as linhas de financiamento existentes para o agronegócio brasileiro e pode ser acessado no link Neste documento, existem as faixas de enquadramento do produtor (seja ele pessoa física ou jurídica), que estão assim descritas: 1) PEQUENO PRODUTOR Aquele que possui Receita Bruta Agropecuária Anual (RBA) auferida ou estimada em até R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais anuais). (1) 2) MÉDIO PRODUTOR - Aquele que possui Receita Bruta Agropecuária Anual (RBA) auferida ou estimada acima de R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais) e menor que R$ ,00 (um milhão e seiscentos mil reais) anuais. (2) 3) GRANDE PRODUTOR - Aquele que possui Receita Bruta Agropecuária Anual (RBA) auferida ou estimada acima de R$ ,00 (um milhão e seiscentos mil reais) (1) Também é considerado pequeno produtor rural o beneficiário detentor de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), prevista no MCR 10-2; (2) Também é considerado médio produtor rural o beneficiário que for enquadrado nas condições do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), previsto no MCR 8-1 4

5 2 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DO CRÉDITO RURAL O QUE O BANCO PODE EXIGIR DO PRODUTOR? O Manual de Crédito Rural exemplifica casos em que é obrigatória a apresentação de documentos, sendo que normalmente, os documentos solicitados são os básicos para formalização de cadastros bancários como documentos pessoais do produtor e da empresa (ser for Pessoa Jurídica), mas podem variar de banco para banco. Entretanto, o mesmo MCR diz que podem ser exigidos documentos que comprovem: idoneidade do produtor; apresentação de orçamento, plano ou projeto, salvo em operações de desconto; oportunidade, suficiência e adequação dos recursos; observância de cronograma de utilização e de reembolso; fiscalização pelo financiador; liberação do crédito diretamente aos agricultores ou por intermédio de suas associações formais ou informais, ou organizações cooperativas; observância das recomendações e restrições do zoneamento agroecológico e do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE). 5

6 2 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DO CRÉDITO RURAL REGRAS NOVAS DO PLANO SAFRA 2015/2016 Para o Plano Safra 2015/2016 (vigente entre 01/07/2015 a 30/06/2016) ficou estabelecido que: 1 Para empreendimentos de custeio agrícola e operações de crédito de investimento para florestamento, reflorestamento, desmatamento e destoca, formação de lavouras permanentes e formação ou recuperação de pastagens, deve ser informado no orçamento as coordenadas geográficas do empreendimento (Vide MCR 2-1-2) 2 Para atividades agropecuárias que integram o Bioma Amazônia deve ser apresentado: a) um dos documentos abaixo: I - documento emitido por cartório de registro de imóveis há até um ano que comprove a dominialidade do imóvel rural; II - requerimento de regularização fundiária, no caso de ocupação em área da União; III - documento comprobatório de ocupação regular de áreas dos Estados ou protocolo de requerimento de regularização fundiária; IV - Termo de Autorização de Uso (TAU) ou Concessão de Direito Real de Uso (CDRU), expedido pela Secretaria de Patrimônio da União no caso de ocupantes regulares de áreas de várzea; V - declaração do órgão responsável pelas Reservas de Desenvolvimento Sustentável, Reservas Extrativistas e Florestas Nacionais, integrantes das Unidades de Conservação de Uso Sustentável, no caso de habitantes ou usuários em situação regular; VI - relação fornecida pelo Incra de beneficiários do projeto de assentamento, no caso de beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) enquadrados nos Grupos A e A/C do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); ou VII - Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), quando se tratar de beneficiários enquadrados no Pronaf; 6

7 2 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DO CRÉDITO RURAL REGRAS NOVAS DO PLANO SAFRA 2015/2016 b) cadastro ambiental rural (CAR), licença, certificado, certidão ou documento similar comprobatório de regularidade ambiental, vigente na data de contratação do crédito, do imóvel onde será implantado o projeto a ser financiado ou na inexistência dos documentos acima, atestado de recebimento da documentação exigível para fins de regularização ambiental do imóvel, emitido pelo órgão estadual responsável, ressalvado que, nos estados onde não for disponibilizado em meio eletrônico, o atestado deverá ter validade de 12 (doze) meses; c) verificação, pela instituição financeira: I - da inexistência de embargos vigentes de uso econômico de áreas desmatadas ilegalmente no imóvel, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); II - da inexistência de restrições ao beneficiário assentado, por prática de desmatamento ilegal, conforme divulgado pelo Incra, no caso de financiamentos ao amparo do PNRA, de que trata o MCR 10-17; III - da veracidade e da vigência dos documentos referidos neste item, mediante conferência por meio eletrônico junto ao órgão emissor, dispensando-se essa verificação quando se tratar de documento não disponibilizado em meio eletrônico; e d) inclusão, nos instrumentos de crédito das novas operações de investimento, de cláusula prevendo que, em caso de embargo do uso econômico de áreas desmatadas ilegalmente no imóvel, posteriormente à contratação da operação, será suspensa a liberação de parcelas até a regularização ambiental do imóvel e, caso não seja efetivada a regularização no prazo de 12 (doze) meses a contar da data da autuação, o contrato será considerado vencido antecipadamente pelo agente financeiro. 7

8 2 - REQUISITOS PARA CONCESSÃO DO CRÉDITO RURAL O QUE O BANCO NÃO PODE EXIGIR DO PRODUTOR? Por outro lado, o Manual de Crédito Rural diz que o banco não pode exigir alguns documentos para concessão do crédito, tais como: a) certidão ou comprovante de quitação de obrigações previdenciárias ou fiscais, exceto nas hipóteses de multa por infração ao Código Florestal (lei /2012) e na legislação pertinente ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR); b) guia de quitação de contribuição sindical rural. Além de não poder exigir os documentos acima, o banco não pode exigir do produtor nenhuma reciprocidade bancária, ou seja, não pode condicionar a liberação de recursos com a aquisição de produtos bancários tais como título de capitalização, seguros de vida e de veículos, ou mesmo que o produtor realize a aplicação dos recursos do custeio em investimentos tais como CDB. Isto está previsto no MCR que assim diz: A exigência de qualquer forma de reciprocidade bancária na concessão de crédito rural sujeita a instituição financeira e os seus administradores às sanções previstas na legislação e regulamentação em vigor. Quanto ao seguro rural ele não é obrigatório, salvo para o caso de contratações realizadas via PRONAF. 8

9 3 LINHAS DE CRÉDITO Para melhor esclarecimento ao produtor de soja e milho matogrossense, as linhas de crédito com foram divididas em custeio, investimento e comercialização para fins de facilitação de análise por parte do leitor deste manual. É preciso observar que as liberações e determinações são realizadas de acordo com a política econômica do Governo Federal, podendo haver alterações nos requisitos e taxas de juros. Por isso, o produtor deve ficar atento quando for realizar a operação para verificar se não houve modificação de taxas e condições descritas nesta cartilha. Para tanto, o produtor pode, além de valer-se deste manual, ter informações diretamente nos sites dos bancos onde está buscando o crédito. Como o foco da presente cartilha é apenas produtores de soja e milho, optou-se por limitar-se as linhas de crédito para aquelas que atendam o sojicultor, havendo outras linhas de crédito que atendem especificamente outras atividades rurais e que não estão incluídas no presente trabalho. 9

10 4 CUSTEIO 4.1. CUSTEIO A JUROS CONTROLADOS COM RECURSOS OBRIGATÓRIOS DO GOVERNO FEDERAL. PRODUTO CUSTEIO - MCR 6-2 (JUROS CONTROLADOS) BENEFICIÁRIOS ITENS FINANCIÁVEIS LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS DE REEMBOLSO JUROS EFETIVOS ANUAIS COM O BÔNUS Produtor rural, PF e PJ; Cooperativas; Agroindústrias ligadas à atividade de avicultura de corte e suinocultura, em regime de parceria; Aquicultores e pescadores, PF e PJ a) do ciclo produtivo de lavouras O crédito de periódicas, da entressafra de lavouras custeio pode se permanentes ou da extração de produtos destinar ao vegetais espontâneos ou cultivados, atendimento das incluindo o beneficiamento primário da despesas normais: produção obtida e seu armazenamento no imóvel rural ou em cooperativa; Custeio Agrícola: 60 dias após a colheita. b) de exploração pecuária; R$ 1,2 milhão por beneficiário - CPF (1) Rec. Controlados: 8,75% a.a (2) c) de beneficiamento ou industrialização de produtos agropecuários. Custeio Pecuário: de acordo com o ciclo da atividade, limitado a 01 ano. 10

11 (1) limite previsto para o Plano Safra 2015/2016 vigente entre 01/07/2015 a 30/06/2016 Resolução 4412 de 02 de junho de 2015 do Banco Central do Brasil que alterou o item 5, da Seção 02 do Capítulo 3 do Manual de Crédito Rural. Deste limite excluem os valores tomados junto aos fundos constitucionais. ATENÇÃO: O limite de R$ 1,2 milhão por CPF possui algumas exceções. Por exemplo, existem limites adicionais de até R$ 1 milhão por beneficiário, observadas as seguintes condições: 1 - a) finalidade: os recursos adicionais direcionados exclusivamente ao financiamento de retenção de matrizes bovinas; b) reembolso: até 3 (três) anos, incluídos até 24 (vinte e quatro) meses de carência; c) o crédito deve basear-se em projeto que identifique as respectivas matrizes por raça, idade, cor predominante, quantidade e valor de mercado, entre outras exigidas pela instituição financeira, bem como os insumos a serem adquiridos com o financiamento. 2 - a) finalidade: os recursos adicionais direcionados exclusivamente para aquisição de bovinos para engorda em sistema de confinamento; b) reembolso: até 6 (seis) meses; c) o crédito deve basear-se em projeto que identifique os animais por raça, idade, cor predominante, quantidade e valor de mercado, entre outras exigidas pela instituição financeira. 3 - a) finalidade: os recursos adicionais devem ser direcionados exclusivamente para aquisição de reprodutores e matrizes bovinas e bubalinas; b) reembolso: até 5 (cinco) anos, incluídos até 24 (vinte e quatro) meses de carência; c) o crédito deve basear-se em projeto que identifique os animais por raça, idade, cor predominante, quantidade e valor de mercado, entre outras exigidas pela instituição financeira. (2) esse percentual de juros pode ser reduzido, a critério da instituição financeira, em financiamentos de custeio rural a produtores e suas cooperativas de produção agropecuária em que o tomador dispuser de mecanismo de proteção de preço ou de seguro da produção esperada ou ao amparo do Proagro (MCR Capitulo 2, Seção 4, item 3); (3) Além do teto por safra, deve-se observar que a soma dos créditos de custeio por beneficiário/ano agrícola, exceto Fundos Constitucionais, está limitado a 2,64 milhões para Pronamp e 4,4 milhões para demais. (4) Admite-se o alongamento e a reprogramação do reembolso de operações de crédito destinadas ao custeio agrícola, mediante solicitação do mutuário até a data fixada para o vencimento, observado que: a) podem ser objeto do alongamento os financiamentos destinados a algodão, arroz, aveia, café, canola, cevada, milho, soja, sorgo, trigo e triticale; b) o reembolso deve ser pactuado em até 4 (quatro) parcelas mensais, iguais e sucessivas, vencendo a primeira até 60 (sessenta) dias após a data prevista para a colheita; 11 c) o produtor deve comprovar que o produto está armazenado, mantendo-o como garantia do financiamento.

12 4 CUSTEIO 4.2 CUSTEIO PARA O MÉDIO PRODUTOR A JUROS CONTROLADOS COM RECURSOS OBRIGATÓRIOS DO GOVERNO FEDERAL. PRODUTO BENEFICIÁRIOS Produtores rurais PF, com risco A, B ou C CUSTEIO PRONAMP - MCR (JUROS CONTROLADOS) ITENS FINANCIÁVEIS Financiamento das despesas normais de custeio da produção agrícola e pecuária, admitida a inclusão de verbas para atendimento de pequenas despesas conceituadas como de investimento e manutenção do beneficiário e de sua família LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS DE REEMBOLSO JUROS EFETIVOS ANUAIS COM O BÔNUS R$ 710 mil por beneficiário em cada safra Custeio Agrícola: 60 dias após a colheita. Rec. Controlados: 7,75 % a.a. (1) (2) Custeio Pecuário: de acordo com o ciclo da atividade, limitado a 01 ano. 12

13 (1) limite previsto para o Plano Safra 2015/2016 vigente entre 01/07/2015 a 30/06/2016 Resolução 4412 de 02 de junho de 2015 do Banco Central do Brasil que alterou o item 5, da Seção 02 do Capítulo 3 do Manual de Crédito Rural. Deste limite excluem os valores tomados junto aos fundos constitucionais. (2) sobre este limite não poderá incidir outros recursos controlados de crédito de custeio (Vide MCR 8-1) (3) Vide MCR 3-2, itens 22 a 25. (4) Existe a possibilidade de alongamento da dívida, conforme estabelece o Manual de Crédito Rural 3-2 item 25: 25 - Admite-se o alongamento e a reprogramação do reembolso de operações de crédito destinadas ao custeio agrícola, mediante solicitação do mutuário até a data fixada para o vencimento, observado que: (Res art 2º) a) podem ser objeto do alongamento os financiamentos destinados a algodão, arroz, aveia, café, canola, cevada, milho, soja, sorgo, trigo e triticale; b) o reembolso deve ser pactuado em até 4 (quatro) parcelas mensais, iguais e sucessivas, vencendo a primeira até 60 (sessenta) dias após a data prevista para a colheita; c) o produtor deve comprovar que o produto está armazenado, mantendo-o como garantia do financiamento. 13

14 4 CUSTEIO 4.3 CUSTEIO A JUROS LIVRES (JUROS DE MERCADO). PRODUTO BENEFICIÁRIOS ITENS FINANCIÁVEIS MCR CAPITAL DE GIRO - (JUROS LIVRES) proprietários rurais, posseiros, arrendatários ou parceiros que a) tenham, no mínimo, 80% (oitenta por cento) de sua renda bruta anual originária da atividade agropecuária ou extrativa vegetal e; b) seja Produtor rural, com renda bruta anual até R$ 1,6 milhão, Crédito para aplicação na atividade agropecuária, complementar ao crédito rural. Movimentação livre a pedido do produtor rural. Pode ser usada para custeio, comercialização ou investimento LIMITE FINANCIÁVEL Margem disponível de acordo com a análise do banco e relacionamento existente com o cliente PRAZOS DE REEMBOLSO 360 dias, com renovação automática por igual período. Reposição mensal de encargos. JUROS EFETIVOS Taxa prefixada a ser livremente negociada entre o produtor e o agente financeiro. Na data de elaboração deste ANUAIS COM O manual entre 17 a 20% a.a. BÔNUS (1) Custeio a juros livres de acordo com a capacidade de endividamento do produtor, além dos juros serem livremente pactuados com o produtor e a instituição financeira. 14

15 5.1 PRONAMP PRODUTO BENEFICIÁRIOS ITENS FINANCIÁVEIS INVESTIMENTO PRONAMP MCR (JUROS CONTROLADOS) proprietários rurais, posseiros, arrendatários ou parceiros que a) tenham, no mínimo, 80% (oitenta por cento) de sua renda bruta anual originária da atividade agropecuária ou extrativa vegetal e; b) seja Produtor rural, com renda bruta anual até R$ 1,6 milhão, Investimentos individuais ou coletivos relativos a bens e serviços necessários ao empreendimento, desde que constituam um projeto de investimento e estejam diretamente relacionados com a atividade produtiva e de serviços, e destinados a promover o aumento da produtividade e da renda do produtor rural, ou economia dos custos de produção, observado o disposto no Manual de Crédito Rural (MCR). Admite-se o custeio associado, limitado a 30% do valor total do projeto; São financiáveis itens como: construção, reforma ou ampliação de benfeitorias e instalações permanentes; obras de irrigação, açudagem, drenagem, proteção e recuperação do solo; destoca, florestamento e reflorestamento; formação de lavouras permanentes; formação ou recuperação de pastagens; eletrificação e telefonia rural; aquisição de animais de pequeno, médio e grande porte, para criação, recriação, engorda ou serviço; Aquisição de equipamentos empregados na medição de lavouras; despesas com projeto ou plano (custeio e administração); recuperação ou reforma de máquinas, tratores, embarcações, veículos e equipamentos, bem como aquisição de acessórios ou peças de reposição, salvo se decorrente de sinistro coberto por seguro; e aquisição de máquinas, tratores, veículos, embarcações, aeronaves, equipamentos e implementos, desde 15 que destinados especificamente à atividade agropecuária.

16 5. LINHAS DE CRÉDITO PARA INVESTIMENTO. 5.1 PRONAMP PRODUTO LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS DE REEMBOLSO JUROS EFETIVOS ANUAIS COM O BÔNUS INVESTIMENTO PRONAMP MCR (JUROS CONTROLADOS) R$ 385 mil por beneficiário em cada ano agrícola Até 8 anos, com até 3 anos de carência 7,5 % a.a. 16

17 5.2 MODERAGRO PRODUTO Moderagro (1) BENEFICIÁRIOS ITENS FINANCIÁVEIS Produtor rural, PF e PJ, e Cooperativas 1 - investimentos individuais ou coletivos relacionados ao apoio a recuperação dos solos por meio do financiamento para aquisição, transporte, aplicação e incorporação de corretivos agrícolas, e: I - construção, instalação e modernização de benfeitorias, aquisição de equipamentos de uso geral, inclusos os para manejo e contenção dos animais e para a geração de energia alternativa à eletricidade convencional, além de outros investimentos necessários ao suprimento de água, alimentação e tratamento de dejetos relacionados às atividades de criação animal ao amparo deste programa; II - implantação de frigorífico e de unidade de beneficiamento, industrialização, acondicionamento e armazenagem de pescados e produtos da aquicultura, aquisição de máquinas, motores, equipamentos e demais materiais utilizados na pesca e produção aquícola, inclusive embarcações, equipamentos de navegação, comunicação e ecossondas, e demais itens necessários ao empreendimento pesqueiro e aquícola; III - reposição de matrizes bovinas ou bubalinas, por produtores rurais que tenham tido animais sacrificados em virtude de reação positiva a testes detectores de brucelose ou tuberculose, desde que realizem pelo menos um teste para a doença identificada, em todo o rebanho, conforme Cadastro no Órgão Estadual de Defesa Sanitária Animal ou cujas propriedades estejam participando de inquérito epidemiológico oficial em relação às doenças citadas, e atendam a todos os requisitos referentes à Instrução Normativa nº 6, de 8 de janeiro de 2004, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e outros normativos correlatos; IV - obras decorrentes da execução de projeto de adequação sanitária e/ou ambiental relacionado às atividades constantes das finalidades deste programa; 17 V - aquisição de matrizes e de reprodutores ovinos e caprinos;

18 5.2 MODERAGRO PRODUTO LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS DE REEMBOLSO JUROS EFETIVOS ANUAIS COM O BÔNUS Moderagro Para empreendimento individual: até R$ 800 mil, por cliente; Para empreendimento coletivo: até R$ 2,4 milhões, respeitado o limite individual por participante; Para a reposição de matrizes bovinas ou bubalinas, no âmbito do PNCEBT: até R$ 200 mil, por cliente, e até R$ 4,5 mil, por animal. (2) Até 10 anos, incluída a carência de até 3 anos. 8,75% ao ano (1) admite-se o financiamento de custeio associado ao projeto de investimento quando relacionado com gastos de manutenção até a obtenção da primeira colheita ou produção, ou quando relacionado à aquisição de matrizes e de reprodutores bovinos, na atividade pecuária leiteira, limitado a 35% (trinta e cinco por cento) do valor do investimento (2) Admite-se a concessão de mais de um crédito ao mesmo tomador, por Ano-Safra, quando a atividade assistida requerer e ficar comprovada a capacidade de pagamento da Beneficiária; e o somatório dos valores não ultrapassar o limite de crédito estabelecido para o programa. 18

19 5.3. PSI Bens de Capital PRODUTO PSI BENS DE CAPITAL BENEFICIÁRIOS ITENS FINANCIÁVEIS Produtor rural, PF e PJ, e Cooperativas Veículos rodoviários: ônibus, chassis e carrocerias para ônibus, caminhões, caminhões-trator, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques, chassis e carrocerias para caminhões, aí incluídos semirreboques tipo dolly e afins, carros-fortes e equipamentos especiais adaptáveis a chassis, tais como plataformas, guindastes, betoneiras, compactadores de lixo e tanques, novos, devidamente registrados no órgão de trânsito competente; Ônibus elétricos, híbridos ou outros modelos com tração elétrica; Caminhões novos, apenas para pessoas físicas, residentes e domiciliadas no Brasil, desde que sejam produtores rurais e o investimento se destine ao setor agropecuário; Máquinas e equipamentos agrícolas novos; Bens de Informática e Automação, isto é, bens de capital abarcados pela Lei nº 8.248/1991 (Lei de Informática e Automação), de , e suas alterações, que cumpram o Processo Produtivo Básico (PPB) e que possuam Tecnologia Nacional, de acordo com a Portaria MCT nº 950, de , ou outra que a substitua; Máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para redução de emissão de gases de efeito estufa, desde que passíveis de serem financiados no âmbito do Subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Programa Fundo Clima; Demais máquinas e equipamentos novos, aí incluídos: conjuntos e sistemas industriais, máquinasferramenta, embarcações, aeronaves (exceto aeronaves executivas), vagões e locomotivas ferroviários e metroviários, tratores e máquinas rodoviários e equipamentos para pavimentação. (1) 19

20 5.3. PSI Bens de Capital PRODUTO LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS Para MPMEs: o Banco financia até 80% do valor dos bens de informática e automação; máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética abrangidos no subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Programa Fundo Clima; e de demais máquinas e equipamentos novos. Para os demais itens, como veículos, o limite de participação do BNDES no investimento é de 70% Veículos rodoviários PSI BENS DE CAPITAL Aquisição de ônibus elétricos, híbridos ou outros modelos com tração elétrica Caminhões novos para produtores rurais e máquinas e equipamentos agrícolas novos Demais veículos Para empresas de maior porte e Administração Pública Direta, a participação pode ser de: - até 85% para financiamentos à aquisição de aeronaves comerciais; - até 70% para financiamentos à aquisição de ônibus elétricos, híbridos ou outros modelos com tração elétrica; bens de Informática e automação; e máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética; - até 50% do valor para veículos rodoviários, caminhões novos para produtores rurais, máquinas e equipamentos agrícolas novos e demais máquinas e equipamentos novos. Até 10 anos, incluídos 3 a 48 meses de carência Até 8 anos, incluídos 3 a 24 meses de carência Até 6 anos, incluídos 3 a 6 meses de carência 20

21 5.3. PSI Bens de Capital PRODUTO PRAZOS JUROS EFETIVOS ANUAIS COM O BÔNUS Demais máquinas e equipamentos Ônibus elétricos, híbridos ou outros modelos com tração elétrica; bens de Informática e automação; e máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética Caminhões novos para produtores rurais, máquinas e equipamentos agrícolas novos; e demais máquinas e equipamentos novos PSI BENS DE CAPITAL Máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para redução de emissão de gases de efeito estufa Decodificadores (que não se enquadram na característica acima) Demais operações Até 10 anos, incluídos 3 a 48 meses de carência Até 3 anos, incluídos 3 ou 6 meses de carência Até 8 anos, incluídos 3 a 24 meses de carência 6,5% ao ano (a.a.) para MPMEs ou 7% a.a. para demais empresas ou com Administração Pública Direta 7% a.a. para MPMEs ou 9,5% a.a. para demais empresas Veículos rodoviários 9,5% a.a. para MPMEs ou 10% a.a. para demais empresas 21

22 5.3. PSI Bens de Capital (1) As máquinas e equipamentos novos, fabricados no país, a que se referem os itens financiáveis, devem estar cadastrados no Credenciamento de Fabricantes Informatizado (CFI) como passíveis de financiamento pelo BNDES que pode ser acessado no link: ulta.html (2) Garantias: Prévias e Finais: 130% Tipo: Hipoteca, Penhor e Alienação (Poderá ser aceito como garantia, o penhor dos bens adquiridos, além disso, o penhor de animais pré-existentes). OBS.: em hipótese alguma será admitida a constituição de penhor de direitos creditórios decorrentes de aplicação financeira. (3) Classificação: Micro Empresa: Menor ou igual a R$ 2,4 milhões, Pequena Empresa, Maior que R$ 2,4 milhões e menor ou igual a R$ 16 milhões, Média empresa: Maior que R$ 16 milhões e menor ou igual a R$ 90 milhões, Média-grande empresa: Maior que R$ 90 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões e Grande empresa: Maior que R$ 300 milhões 22

23 5.4 FINAME AGRICOLA MPME BK AGROPECUÁRIO PRODUTO Finame Agricola MPME BK Agropecuário BENEFICIÁRIOS ITENS FINANCIÁVEIS Pessoas físicas, micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), assim considerados aqueles com até R$ 90 milhões anuais de receita Máquinas, implementos agrícolas e bens de informática e automação novos, incluídos conjuntos e sistemas industriais, destinados à produção agropecuária e produzidos no Brasil. (1) LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS DE REEMBOLSO Até 90% do valor dos itens financiáveis. Aquisição de bens de capital com índices de nacionalização inferiores a 60%, em valor e peso: a participação do BNDES/FINAME será calculada pela multiplicação do índice de nacionalização do bem pelo nível de participação vigente para esta linha de financiamento. Em casos excepcionais, mediante Consulta Prévia e a critério da diretoria do BNDES, poderá ser considerado o valor total do bem. No entanto, neste caso, a operação será realizada em moeda estrangeira. Definido em função da capacidade de pagamento do cliente e do grupo econômico ao qual pertença, respeitado o prazo máximo total de 90 meses, a partir do mês em que a operação for protocolada no BNDES para homologação. JUROS EFETIVOS Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES + Taxa de Intermediação Financeira + Remuneração da ANUAIS COM O Instituição Financeira Credenciada BÔNUS (1) Os bens devem constar do Credenciamento de Fabricantes Informatizado (CFI) do BNDES, identificados como agrícolas, e apresentar índice de nacionalização mínimo de 60%, em valor e peso, ou cumprir o Processo Produtivo Básico (PPB). É permitido também o financiamento a aquisições de bens de capital que, embora fabricados no País, apresentem índices de nacionalização inferiores a 60%, desde que constem do CFI. Neste caso, algumas condições financeiras da operação 23 são diferenciadas, como Custo Financeiro e Participação Máxima do BNDES.

24 5.5 FINAME AGRICOLA BK AGROPECUÁRIO PRODUTO Finame Agricola BK Agropecuário BENEFICIÁRIOS Todos os clientes do produto. ITENS FINANCIÁVEIS Máquinas, implementos agrícolas e bens de informática e automação novos, incluídos conjuntos e sistemas industriais, destinados à produção agropecuária e produzidos no Brasil. (1) LIMITE FINANCIÁVEL PRAZOS DE REEMBOLSO JUROS EFETIVOS ANUAIS COM O BÔNUS Até 70% do valor dos itens financiáveis. A participação máxima do BNDES poderá ser ampliada em até 20 pontos percentuais, sendo que o Custo Financeiro da parcela referente ao aumento de participação será TJ-462 ou Cesta acrescido da Remuneração Básica do BNDES de 2,5% a.a. Aquisição de bens de capital com índices de nacionalização, em valor e peso, inferiores a 60%: a participação do BNDES/FINAME será calculada pela multiplicação do índice de nacionalização do bem pelo nível de participação vigente para esta linha de financiamento. Em casos excepcionais, mediante Consulta Prévia e a critério da diretoria do BNDES, poderá ser considerado o valor total do bem. No entanto, neste caso, a operação será realizada em moeda estrangeira. Definido em função da capacidade de pagamento do cliente e do grupo econômico ao qual pertença, respeitado o prazo máximo total de 90 meses, a partir do mês em que a operação for protocolada no BNDES para homologação. Custo Financeiro + Remuneração Básica do BNDES + Taxa de Intermediação Financeira + Remuneração da Instituição Financeira Credenciada (1) Mesmas condições do Finame BK MPME Agropecuário. 24

ABC. Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura - Programa ABC - Linha de crédito para investimento.

ABC. Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura - Programa ABC - Linha de crédito para investimento. ABC. Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura - Programa ABC - Linha de crédito para investimento. São objetivos do ABC: Reduzir as emissões de gases de efeito estufa oriundas

Leia mais

O BANCO QUE FAZ MAIS PELA AMAZÔNIA

O BANCO QUE FAZ MAIS PELA AMAZÔNIA O BANCO QUE FAZ MAIS PELA AMAZÔNIA CRÉDITO COMO SOLUÇÃO PARA PRODUZIR COM SUSTENTABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL BNDES PRODUSA Objetivos Disseminar o conceito de agronegócio responsável e sustentável, agregando

Leia mais

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013

PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL. novembro de 2013 PRONAMP PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO MÉDIO PRODUTOR RURAL novembro de 2013 EVOLUÇÃO DO FINANCIAMENTO RURAL 160,0 1200% 140,0 1100% 1000% 120,0 900% BILHÕES 100,0 80,0 60,0 40,0 424% 349% 800% 700% 600%

Leia mais

Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui.

Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui. Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui. TÍTULO: CRÉDITO RURAL CAPÍTULO: Operações - 3 SEÇÃO: Créditos de Custeio - 2 1 - O custeio rural classifica-se como: (Res a) agrícola; b) pecuário; c) de beneficiamento

Leia mais

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações.

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. PISCICULTURA CUSTEIO INVESTIMENTO Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. financiar as despesas normais de custeio da produção agrícola e pecuária. Linhas de Crédito

Leia mais

Banco do Brasil. Programa ABC

Banco do Brasil. Programa ABC Banco do Brasil Programa ABC Junho de 2015 Plano ABC Conceito Crédito orientado para promover a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agricultura, conforme preconizado na Política Nacional

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural

DERAL - Departamento de Economia Rural ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA POLÍTICA AGRÍCOLA - SAFRA 2015/16 A política agrícola para a agricultura empresarial vem se caracterizando nos últimos anos por assegurar o necessário apoio ao produtor

Leia mais

Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura. Programa ABC

Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura. Programa ABC para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Conceito Crédito orientado para promover a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agricultura, conforme preconizado na

Leia mais

BNDES Programas Agrícolas Pronaf Jovem Informações básicas sobre o apoio financeiro

BNDES Programas Agrícolas Pronaf Jovem Informações básicas sobre o apoio financeiro BNDES Programas Agrícolas Pronaf Jovem Informações básicas sobre o apoio financeiro A seguir as informações sobre as condições financeiras, o objetivo do financiamento, a orientação sobre como solicitar

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Programa ABC Linha de Crédito para Agricultura de Baixa Emissão de Carbono Sidney

Leia mais

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos Linhas de crédito para o setor florestal Homero José Rochelle Engº Agrônomo ESALQ 1979 Plano de Safra 2014/2015 MAPA - Ministério

Leia mais

O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário. dezembro de 2012

O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário. dezembro de 2012 O BNDES e o Apoio ao Setor Agropecuário dezembro de 2012 Apoio ao setor rural Ministério da Agricultura Pecuária e Abatecimento - MAPA Programas Agropecuários do Governo Federal Operacionalizados pelo

Leia mais

CRÉDITO RURAL CUSTEIO COMERCIALIZAÇÃO INVESTIMENTO

CRÉDITO RURAL CUSTEIO COMERCIALIZAÇÃO INVESTIMENTO CUSTEIO COMERCIALIZAÇÃO INVESTIMENTO EXPEDIENTE PRESIDENTE José João Bernardes 1º VICE-PRESIDENTE Jorge Basilio 2º VICE-PRESIDENTE Guilherme Linares Nolasco (licenciado) 1º DIRETOR TESOUREIRO Júlio Cezar

Leia mais

DERAL- Departamento de Economia Rural. ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015

DERAL- Departamento de Economia Rural. ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015 ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA Política Agrícola Safra 2014/2015 Novembro 2014 A política agrícola para a agricultura empresarial vem se caracterizando nos últimos anos por assegurar o necessário apoio

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Política Agrícola - Análise da Conjuntura Agropecuária Setembro de 2012 A política agrícola anunciada para a agricultura empresarial se caracterizou por assegurar o necessário apoio ao produtor rural.

Leia mais

EXPEDIENTE. Tiragem: 4.000 unidades

EXPEDIENTE. Tiragem: 4.000 unidades EXPEDIENTE Presidente José João Bernardes 1º Vice-Presidente Jorge Antônio Pires de Miranda 2º Vice-Presidente Luciomar Machado Filho 1º Diretor Secretário Mauricio Campiolo 2º Diretor Secretário Marco

Leia mais

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014

Crédito Agro Principais Linhas de Crédito. Fortaleza (CE), maio de 2014 Crédito Agro Principais Linhas de Crédito Fortaleza (CE), maio de 2014 Agricultura Familiar Principais Linhas de Crédito Pronaf Custeio - Beneficiários: Agricultores familiares, exceto dos grupos A e B;

Leia mais

Financiamentos para o Agronegócio

Financiamentos para o Agronegócio Financiamentos para o Agronegócio Banco do Brasil Maior Parceiro do Agronegócio Carteira em Dez/2012 R$ 100 bilhões Banco do Brasil Sustentabilidade e Meio Ambiente Programa ABC Em Dezembro de 2012 R$

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC BANCO DA AMAZÔNIA Seminário Programa ABC O BANCO DA AMAZÔNIA Missão Criar soluções para que a Amazônia atinja patamares inéditos de desenvolvimento sustentável a partir do empreendedorismo consciente.

Leia mais

Cliente Novo: Custeio/investimento até R$10.000; Cliente Normal: Custeio/investimento até R$ 20.000,00

Cliente Novo: Custeio/investimento até R$10.000; Cliente Normal: Custeio/investimento até R$ 20.000,00 PLANO SAFRA 20132014 LINHAS DE FINANCIAMENTO E ENQUADRAMENTO DE CRÉDITO RURAL AFEAM BANCO DO BRASIL BANCO DA AMAZÔNIA APRESENTAÇÃO O presente documento contém as principais linhas e enquadramento de crédito

Leia mais

BNDES - AUTOMÁTICO. Vitória - 22 de abril de 2010

BNDES - AUTOMÁTICO. Vitória - 22 de abril de 2010 BNDES - AUTOMÁTICO n Grupo: Aline Pereira Fracalossi Andrea Abreu Carlos Adriano Elika Capucho Janete Pontes Victor Henrique Vitória - 22 de abril de 2010 BNDES Automático n Finalidade Financiar projetos

Leia mais

Programa ABC. Banco do Brasil Safra 2013/2014

Programa ABC. Banco do Brasil Safra 2013/2014 Programa ABC Banco do Brasil Safra 2013/2014 Balanço da Safra 2012/2013 Plano Safra 2012/2013 Crédito Rural - Desembolsos R$ 61,5 bilhões CRESCIMENTO de 28% em relação à safra anterior R$ 6,5 bilhões acima

Leia mais

Diretoria de Agronegócios. Safra 2013/2014

Diretoria de Agronegócios. Safra 2013/2014 Diretoria de Agronegócios Safra 2013/2014 Agricultura Empresarial Custeio Custeio MCR 6.2 e MCR 6.4 Equalizado 1) Limite recursos controlados: R$ 800 mil, por beneficiário/safra, independentemente da cultura;

Leia mais

Fontes de Financiamento para Sistemas Agroflorestais

Fontes de Financiamento para Sistemas Agroflorestais 1 Fontes de Financiamento para Sistemas Agroflorestais Introdução Sérgio Maurício Pinheiro Malheiros 1 A presente palestra tem como objetivo apresentar os tópicos principais das linhas de crédito disponíveis

Leia mais

Ref.: FINAME, FINAME LEASING, FINAME AGRÍCOLA e BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Ref.: FINAME, FINAME LEASING, FINAME AGRÍCOLA e BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI CIRCULAR Nº 79/2009 Rio de Janeiro, 24 de julho de 2009. Ref.: FINAME, FINAME LEASING, FINAME AGRÍCOLA e BNDES AUTOMÁTICO Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI O Superintendente

Leia mais

Programa ABC Agricultura de Baixa Emissão de Carbono

Programa ABC Agricultura de Baixa Emissão de Carbono Programa ABC Agricultura de Baixa Emissão de Carbono Linhas de Crédito e Elaboração de Projetos Fábio Joaquim de Oliveira Analista Técnico Rural AGENDA Problemas/Dificuldades Ações do BB Objetivos do Programa

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

TABELA RESUMO DAS PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO CAPITAL DE GIRO

TABELA RESUMO DAS PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO CAPITAL DE GIRO Data da atualização: 16/10/2015 TABELA RESUMO DAS PRINCIPAIS CAPITAL DE GIRO Credifácil Giro Capital de Giro Poderão ser beneficiados, empreendimentos cuja receita bruta anual seja de até R$ 3,6 milhões,

Leia mais

Ref.: FINAME, FINAME LEASING, FINAME AGRÍCOLA e BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Ref.: FINAME, FINAME LEASING, FINAME AGRÍCOLA e BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI CIRCULAR Nº 71/2009 Rio de Janeiro, 10 de julho de 2009. Ref.: FINAME, FINAME LEASING, FINAME AGRÍCOLA e BNDES AUTOMÁTICO Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI O Superintendente

Leia mais

Crédito Rural Safra 2014/2015 FINAME AGRÍCOLA. Produtores rurais Pessoas Jurídicas e Cooperativas Agropecuárias:

Crédito Rural Safra 2014/2015 FINAME AGRÍCOLA. Produtores rurais Pessoas Jurídicas e Cooperativas Agropecuárias: Linha PSI RURAL Produtores rurais Pessoas Jurídicas e Cooperativas Agropecuárias: a) Aquisição de máquinas e equipamentos; b) Aquisição de implementos agrícolas, tratores, colheitadeiras e similares; Produtores

Leia mais

Ass.: Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras MODERFROTA

Ass.: Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras MODERFROTA CIRCULAR SEAGRI Nº 17/2010 Rio de Janeiro, 16 de julho de 2010 Ref.: FINAME AGRÍCOLA Ass.: Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras MODERFROTA O

Leia mais

F N O - PROGRAMAS DE FINANCIAMENTO

F N O - PROGRAMAS DE FINANCIAMENTO F N O - PROGRAMAS DE FINANCIAMENTO NO SETOR RURAL Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar PRONAF Programa de Financiamento às Atividades Agropecuárias Programa a de Financiamento a

Leia mais

Ass.: Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Programa ABC

Ass.: Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Programa ABC CIRCULAR SUP/AGRIS N 13/2015-BNDES Rio de Janeiro, 01 de julho de 2015 Ref.: BNDES AUTOMÁTICO Ass.: Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Programa ABC O Superintendente

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2766. Art. 2º Os financiamentos ao amparo de recursos do PRONAF ficam sujeitos às seguintes taxas efetivas de juros:

RESOLUÇÃO Nº 2766. Art. 2º Os financiamentos ao amparo de recursos do PRONAF ficam sujeitos às seguintes taxas efetivas de juros: RESOLUÇÃO Nº 2766 Dispõe sobre alterações no Regulamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF). O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de

Leia mais

LINHAS ATIVAS FINAME BK FINAME ÔNIBUS E CAMINHÕES FINAME EVENTOS FINAME AGRÍCOLA BNDES INOVAGRO

LINHAS ATIVAS FINAME BK FINAME ÔNIBUS E CAMINHÕES FINAME EVENTOS FINAME AGRÍCOLA BNDES INOVAGRO FINANCIAMENTOS 2014 LINHAS ATIVAS FINAME BK PSI (taxa fixa) FINAME ÔNIBUS E CAMINHÕES FINAME EVENTOS FINAME AGRÍCOLA BNDES INOVAGRO PADRÃO (taxa pós fixada-tjlp) FINAME BK FINAME ÔNIBUS E CAMINHÕES FINAME

Leia mais

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Janeiro - 2011 Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer

Leia mais

Crédito do Pronaf em R$ bilhões

Crédito do Pronaf em R$ bilhões Crédito do Pronaf em R$ bilhões 23,9 (parcial até 30/06) Crédito na safra 2015/2016 - R$ 28,9 bilhões Recursos por fonte - safra 2015/2016 Fonte Projeção (em reais) % sobre o total Poupança rural Banco

Leia mais

1. Definições, Conceitos e Esclarecimentos sobre Crédito Rural

1. Definições, Conceitos e Esclarecimentos sobre Crédito Rural 1. Definições, Conceitos e Esclarecimentos sobre Crédito Rural Importante: A Matriz de Dados do Crédito Rural (MDCR) permite consultas personalizadas em que o consulente seleciona o período desejado, as

Leia mais

LINHAS DE CRÉDITO AGRICULTURA EMPRESARIAL ANO AGRÍCOLA 2015/2016 (*) Data de atualização: 01.07.2015

LINHAS DE CRÉDITO AGRICULTURA EMPRESARIAL ANO AGRÍCOLA 2015/2016 (*) Data de atualização: 01.07.2015 LINHAS DE CRÉDITO AGRICULTURA EMPRESARIAL ANO AGRÍCOLA 2015/2016 (*) Data de atualização: 01.07.2015 (*) A operacionalização de quaisquer das linhas de crédito depende de disponibilidade orçamentária,

Leia mais

BANCO DO BRASIL. Seminário de Sensibilização do Programa ABC

BANCO DO BRASIL. Seminário de Sensibilização do Programa ABC BANCO DO BRASIL Seminário de Sensibilização do Programa ABC LINHAS DE CRÉDITO Crédito Rural; Pronaf; Fundos Constitucionais. CRÉDITO RURAL Suprimento de recursos financeiros, disponibilizados por instituições

Leia mais

O BB em Mato Grosso 1.968. Posição em Agosto/2011. Agências 571. Pontos de Atendimento. PABs + PAEs. Correspondentes. Terminais de Autoatendimento

O BB em Mato Grosso 1.968. Posição em Agosto/2011. Agências 571. Pontos de Atendimento. PABs + PAEs. Correspondentes. Terminais de Autoatendimento O BB em Mato Grosso Agências 571 Posição em Agosto/2011 Terminais de Autoatendimento Municípios com Presença do BB 267 Correspondentes 202 Número de Municípios com Presença do BB 897 126 102 PABs + PAEs

Leia mais

Linhas Agrícolas Agosto 2013

Linhas Agrícolas Agosto 2013 Linhas Agrícolas Agosto 2013 MERCADO DE CRÉDITO DÍVIDA PRIVADA Dividido em 3 Principais Classes de Ativo: Crédito Geral: Linha de KG, Conta Garantida, Finame, PSI; CCB, Debênture; Crédito Imobiliário:

Leia mais

Soluções para o Cooperativismo Parceria de confiança em todos os momentos.

Soluções para o Cooperativismo Parceria de confiança em todos os momentos. Soluções para o Cooperativismo Parceria de confiança em todos os momentos. bb.com.br/agronegocio Banco do Brasil, parceiro em todos os momentos do cooperativismo. O cooperativismo consolida, cada vez mais,

Leia mais

Programa ABC. Agricultura de Baixo Carbono. Programa para redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura

Programa ABC. Agricultura de Baixo Carbono. Programa para redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Programa ABC Agricultura de Baixo Carbono Programa para redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Emissões globais de GEEs Participação dos diferentes setores nas emissões de GEE, 2004

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático. Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático. Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI CIRCULAR Nº 111/2009 Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2009. Ref.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático Ass.: Programa BNDES de Sustentação do Investimento

Leia mais

23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS

23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS 23ª Abertura Oficial da COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS Carteira de Crédito Sicredi Fevereiro/2013 Saldo da Carteira de Crédito do Sicredi Carteira de Crédito Sicredi R$ 10.310,12 56,13% R$ 4.563,96

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI CIRCULAR Nº 17/2011 Rio de Janeiro, 23 de março de 2011 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES

Leia mais

Apoio ao Setor de Armazenagem e Irrigação Moderinfra

Apoio ao Setor de Armazenagem e Irrigação Moderinfra Apoio ao Setor de Armazenagem e Irrigação Moderinfra O BNDES, como banco de fomento à economia, entende que um dos itens de grande importância para a sustentação do crescimento do país é o apoio ao armazenamento

Leia mais

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS AGRONEGÓCIOS AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS Argentina Estados Unidos Indonésia Brasil Canadá Russia Índia Japão Austrália China México Área Agricultável > 30 milhões de ha População urbana > 80

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.141, DE 27 DE SETEMBRO DE 2012. Documento normativo revogado pela Resolução nº 4.170, de 20/12/2012.

RESOLUÇÃO Nº 4.141, DE 27 DE SETEMBRO DE 2012. Documento normativo revogado pela Resolução nº 4.170, de 20/12/2012. RESOLUÇÃO Nº 4.141, DE 27 DE SETEMBRO DE 2012 Documento normativo revogado pela Resolução nº 4.170, de 20/12/2012. Estabelece as condições para contratação dos financiamentos passíveis de subvenção econômica

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre ajustes nas normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), de que trata o Capítulo 10 do Manual de Crédito Rural

Leia mais

RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.866, DE 7 DE JUNHO DE 2010 DOU 08.06.2010

RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.866, DE 7 DE JUNHO DE 2010 DOU 08.06.2010 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.866, DE 7 DE JUNHO DE 2010 DOU 08.06.2010 Dispõe sobre programas de investimento agropecuário amparados em recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Leia mais

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente O QUE É O FCO? O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) foi criado pela Lei n.º 7.827, de 27.09.1989, que regulamentou o art. 159, inciso I, alínea c, da Constituição Federal, com

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI Nº 03/2015-BNDES Rio de Janeiro, 04 de fevereiro de 2015 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame

Leia mais

Linhas de Financiamento e Programas Complementares. Montes Claros, 15 de abril de 2010

Linhas de Financiamento e Programas Complementares. Montes Claros, 15 de abril de 2010 BNDES - Linhas de Financiamento e Programas Complementares Montes Claros, 15 de abril de 2010 Quem somos Fundado em 20 de junho de 1952; Empresa pública de propriedade integral da União Federal; Principal

Leia mais

Contribuições do MAPA para a Implantação da Nova Lei Florestal

Contribuições do MAPA para a Implantação da Nova Lei Florestal MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO E SUSTENTABILIDADE DEPROS Contribuições do

Leia mais

Ass.: Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária PRODECOOP

Ass.: Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária PRODECOOP CIRCULAR SEAGRI N 15/2011 Rio de Janeiro, 19 de junho de 2011 Ref.: BNDES AUTOMÁTICO e FINAME AGRÍCOLA Ass.: Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária PRODECOOP

Leia mais

CARTA-CIRCULAR N 17/2003. Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003. Ref.: FINAME AGRÍCOLA BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Linha Especial de Financiamento Agrícola

CARTA-CIRCULAR N 17/2003. Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003. Ref.: FINAME AGRÍCOLA BNDES AUTOMÁTICO. Ass.: Linha Especial de Financiamento Agrícola CARTA-CIRCULAR N 17/2003 Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003 Ref.: FINAME AGRÍCOLA BNDES AUTOMÁTICO Ass.: Linha Especial de Financiamento Agrícola O Superintendente da Área de Operações Indiretas, consoante

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI Nº 32/2015-BNDES Rio de Janeiro, 12 de agosto de 2015 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing

Leia mais

Superintendência Estadual de Mato Grosso

Superintendência Estadual de Mato Grosso Superintendência Estadual de Mato Grosso Programa ABC Conceito Crédito Fixo orientado com o objetivo de: - reduzir das emissões de Gases de Efeito Estufa; - reduzir o desmatamento; - aumentar a produção

Leia mais

I - despesas de soca e ressoca de cana-de-açúcar, abrangendo os tratos culturais, a colheita e os replantios parciais;

I - despesas de soca e ressoca de cana-de-açúcar, abrangendo os tratos culturais, a colheita e os replantios parciais; RESOLUÇÃO Nº 4.226, DE 18 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre ajustes nas normas de financiamento de custeio, de investimento e de comercialização com recursos do crédito rural, a partir de 1º de julho de 2013.

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI Nº 01/2015-BNDES Rio de Janeiro, 05 de janeiro de 2015 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing

Leia mais

Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira

Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira Produtos do BNDES para o Desenvolvimento da Aquicultura Brasileira Luiza Sidonio Outubro/2013 Produtos do BNDES Apoio ao pequeno produtor: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf

Leia mais

Crédito do Pronaf em R$ bilhões

Crédito do Pronaf em R$ bilhões Crédito do Pronaf em R$ bilhões 23,9 (parcial até 30/06) Crédito na safra 2015/2016 - R$ 28,9 bilhões Recursos por fonte - safra 2015/2016 Fonte Projeção (em reais) % sobre o total Poupança rural Banco

Leia mais

Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP

Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP É o instrumento que identifica os agricultores familiares e/ou suas formas associativas organizadas em pessoas jurídicas, aptos a realizarem operações de crédito rural

Leia mais

Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Transportadoras de Carga. São Paulo - SP 16.abr.2015

Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Transportadoras de Carga. São Paulo - SP 16.abr.2015 Apoio do BNDES às Micro, Pequenas e Médias Transportadoras de Carga São Paulo - SP 16.abr.2015 Quem somos Fundado em 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade integral da União Principal fonte

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.420, DE 25 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 4.420, DE 25 DE JUNHO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 4.420, DE 25 DE JUNHO DE 2015 Define a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) para o terceiro trimestre de 2015. 2015, com base nas disposições da Lei nº 9.365, de 16 de dezembro de 1996, com

Leia mais

Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas

Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas Resolução nº 3.500 define novas condições para dívidas agrícolas O Governo Federal, através do Banco Central, divulgou no dia 28 de setembro de 2007 a Resolução nº 3.500, que trata das condições para negociação

Leia mais

Linhas de Financiamento Setor Florestal. 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade

Linhas de Financiamento Setor Florestal. 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade Linhas de Financiamento Setor Florestal 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade Política Ambiental do BNDES O BNDES entende que investimentos

Leia mais

Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015

Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015 Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015 Crédito Pronaf - R$ 24,1 bilhões Recursos por fonte - safra 2014/2015 Fonte Projeção 14/15 (em reais) % sobre o total Poupança rural Banco do Brasil 14.710.000.000

Leia mais

Ass.: Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados BK USADOS

Ass.: Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados BK USADOS CIRCULAR Nº 58/2009 Rio de Janeiro, 04 de junho de 2009. Ref.: FINAME e FINAME LEASING Ass.: Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados BK USADOS O Superintendente da Área de Operações Indiretas,

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e BNDES Automático. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 55/2012-BNDES Rio de Janeiro, 06 de setembro de 2012 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Leasing, BNDES Finame Agrícola e

Leia mais

23ª ABERTURA DA COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS. Diretoria de Agronegócios (DF)

23ª ABERTURA DA COLHEITA DO ARROZ. Restinga Seca - RS. Diretoria de Agronegócios (DF) 23ª ABERTURA DA COLHEITA DO ARROZ Restinga Seca - RS 21-02-2013 Protagonista do Agronegócio Mundial Brasil Protagonista do Agronegócio Mundial População crescerá 2,15 bilhões de habitantes até 2050, elevando

Leia mais

Os critérios, condições e procedimentos operacionais a serem adotados no Programa são definidos a seguir.

Os critérios, condições e procedimentos operacionais a serem adotados no Programa são definidos a seguir. Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI Nº 30/2015-BNDES Rio de Janeiro, 24 de julho de 2015 Ref.: Produto BNDES Automático Ass.: Programa BNDES de Financiamento a Capital

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS Referência: Agenda para a criação de instrumentos de financiamentos e crédito para o setor florestal Interessado: DFLOR/SBF/MMA. 1. ANTECEDENTES: O

Leia mais

Crédito Rural. Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011

Crédito Rural. Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011 Ciclo de Palestras e Debates Crédito Rural Senado Federal Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011 CONTEXTUALIZAÇÃO FINANCIAMENTO DO AGRONEGÓCIO BNDES LINHAS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO

Leia mais

Excelência por natureza

Excelência por natureza Excelência por natureza DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROGRAMAS DE FINANCIAMENTOS E LINHAS DE CRÉDITO PARA O AGRONEGÓCIO. CUIABÁ - MT MAIO DE 2008 Missão " Ser o principal banco da Amazônia, promovendo o

Leia mais

FNO Amazônia Sustentável Rural

FNO Amazônia Sustentável Rural FNO Amazônia Sustentável Rural Conceito É um Programa de Financiamento que apóia os empreendimentos rurais. Finalidades do Crédito Investimento fixo, semifixo e misto (investimento + custeio); Custeio

Leia mais

CIRCULAR Nº 649 Às Instituições Financeiras do Sistema Nacional de Crédito Rural. José Kléber Leite de Castro Diretor

CIRCULAR Nº 649 Às Instituições Financeiras do Sistema Nacional de Crédito Rural. José Kléber Leite de Castro Diretor 1 CIRCULAR Nº 649 Às Instituições Financeiras do Sistema Nacional de Crédito Rural. Comunicamos que o regulamento do Programa Nacional de Desenvolvimento da Pecuária (PROPEC) foi incluído no Capítulo 34

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DAS CARTEIRAS DE CRÉDITO RURAL LIBERADA COM RECURSOS DO BNDES NA COOPERATIVA SICREDI NA UNIDADE DE CAMPO NOVO DO PARECIS - MT

ANÁLISE COMPARATIVA DAS CARTEIRAS DE CRÉDITO RURAL LIBERADA COM RECURSOS DO BNDES NA COOPERATIVA SICREDI NA UNIDADE DE CAMPO NOVO DO PARECIS - MT ANÁLISE COMPARATIVA DAS CARTEIRAS DE CRÉDITO RURAL LIBERADA COM RECURSOS DO BNDES NA COOPERATIVA SICREDI NA UNIDADE DE CAMPO NOVO DO PARECIS - MT Luciano Pires dos Santos 1 Laércio Juarez Melz 2 Airton

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 19 DE DEZEMBRO DE 2014) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009

MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009 MINISTÉRIO DA FAZENDA GABINETE DO MINISTRO ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL VOTOS APROVADOS NA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CMN 16/04/2009 1 - PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PARA ESTOCAGEM DE ÁLCOOL ETÍLICO COMBUSTÍVEL

Leia mais

INOVAGRO. Inovação para Sustentabilidade e Produtividade. Seminário Boas Práticas de Bem-estar Animal em Sistemas Sustentáveis na Produção de Suínos

INOVAGRO. Inovação para Sustentabilidade e Produtividade. Seminário Boas Práticas de Bem-estar Animal em Sistemas Sustentáveis na Produção de Suínos INOVAGRO Inovação para Sustentabilidade e Produtividade Seminário Boas Práticas de Bem-estar Animal em Sistemas Sustentáveis na Produção de Suínos José Guilherme Tollstadius Leal SDC/MAPA A Agricultura

Leia mais

Ass.: Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados BK USADOS

Ass.: Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados BK USADOS CIRCULAR N 21/2009 Rio de Janeiro, 12 de março de 2009. Ref.: FINAME e FINAME LEASING Ass.: Programa de Apoio à Aquisição de Bens de Capital Usados BK USADOS O Superintendente da Área de Operações Indiretas,

Leia mais

PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011

PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011 PLANO SAFRA DAS ÁGUAS 2010-2011 1 PLANO SAFRA DAS ÁGUAS - PESCA E AQUICULTURA BRASÍLIA-DF 2010 SUMÁRIO Pag. Apresentação...4 Novidades...5 Linhas de Crédito - Pronaf Pesca e Aquicultura...6 Linhas de Crédito

Leia mais

Ass.: Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária INOVAGRO

Ass.: Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária INOVAGRO CIRCULAR SUP/AGRIS Nº 07/2014-BNDES Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2014 Ref.: BNDES AUTOMÁTICO e FINAME AGRÍCOLA Ass.: Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária INOVAGRO

Leia mais

Formas de apoio do BNDES

Formas de apoio do BNDES Formas de apoio do BNDES ABIMAQ São Paulo/SP 16 de junho de 2011 BNDES FGI Fundo Garantidor para Investimentos Contexto BNDES FGI - Fundo Garantidor para Investimentos Micro, Pequena e Média Empresa Solicitação

Leia mais

APRESENTAÇÃO ABRIL 2011

APRESENTAÇÃO ABRIL 2011 APRESENTAÇÃO ABRIL 2011 QUEM SOMOS NOSSA CAIXA DESENVOLVIMENTO AGÊNCIA DE FOMENTO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÉUMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CONTROLADA PELO ESTADO DE SÃO PAULO E ATUA COMO BANCO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

PRONAF - CONDIÇÕES DO CRÉDITO RURAL PLANO DE SAFRA 2014/2015

PRONAF - CONDIÇÕES DO CRÉDITO RURAL PLANO DE SAFRA 2014/2015 PRONAF - CONDIÇÕES DO CRÉDITO RURAL PLANO DE SAFRA 2014/2015 LINHA PÚBLICO MODALIDADE FINALIDADE CRÉDITO/TETO JUROS Pronaf Custeio MCR 10-4 familiares com renda bruta anual até R$ 360 mil. (exceto Grupo

Leia mais

Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015

Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015 Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015 Histórico de contratação de financiamentos, no âmbito do PRONAF, para apicultura. Ano Agrícola Contratos Valor 2002/2003 152 811.931 2003/2004 1.088 4.758.640

Leia mais

TÍTULO : CRÉDITO RURAL CAPÍTULO : Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) - 10 SEÇÃO : Disposições Gerais - 1

TÍTULO : CRÉDITO RURAL CAPÍTULO : Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) - 10 SEÇÃO : Disposições Gerais - 1 TÍTULO : CRÉDITO RURAL CAPÍTULO : Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) - 10 SEÇÃO : Disposições Gerais - 1 1 - O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 18 DE SETEMBRO DE 2014) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações

Leia mais

Linhas de Financiamento para a Construção Civil

Linhas de Financiamento para a Construção Civil Linhas de Financiamento para a Construção Civil Câmara Brasileira da Indústria de Construção 16 de dezembro de 2009 Quem somos Fundado em 20 de junho de 1952; Empresa pública de propriedade integral da

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Secretaria Executiva Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento. Projeto PNUD BRA 08/003

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Secretaria Executiva Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento. Projeto PNUD BRA 08/003 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Secretaria Executiva Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento Projeto PNUD BRA 08/003 TERMO DE REFERÊNCIA Nº01/2011 ESTUDO DO CUMPRIMENTO, IMPACTOS E EFETIVIDADE

Leia mais

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI

Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing. Programa BNDES de Sustentação do Investimento BNDES PSI Grau: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI Nº 38/2015-BNDES Rio de Janeiro, 14 de setembro de 2015 Ref.: Ass.: Produtos BNDES Finame, BNDES Finame Agrícola e BNDES Finame Leasing Programa

Leia mais

LINHAS DE FINANCIAMENTO - HIDROSP SISTEMAS HIDRÁULICOS LTDA

LINHAS DE FINANCIAMENTO - HIDROSP SISTEMAS HIDRÁULICOS LTDA LINHAS DE FINANCIAMENTO - HIDROSP SISTEMAS HIDRÁULICOS LTDA 1 - OUROCARD AGRO (Banco do Brasil) OuroCard Agro é um cartão de crédito, em que é possível adquirir bens e produtos agrícolas, por meio de financiamento

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 24 DE JANEIRO DE 2014)

NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 24 DE JANEIRO DE 2014) NORMATIVOS SOBRE DÍVIDAS DO CRÉDITO RURAL DO PRONAF (VIGENTES EM 24 DE JANEIRO DE ) NORMATIVO PERMANENTE DISPOSTO NO MCR 2.6.9 e MCR 10.1.24 a 26 MCR 2.6.9 Permanente Parcelas a vencer/ operações com ou

Leia mais