2.1. Mercado de Crédito O Mercado de Crédito Brasileiro...22

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1 &UpGWRjV0FURH3HTXHQDV(PSUHVDV $VVPHWUDGH,QIRUPDomRH$QiOVHGD 5HDOGDGH%UDVOHUD &DWHJRUD*UDGXDQGR 1

2 Ë1',&(,1752'8d 2 &$3Ë78/20,&52(3(48(1$6(035(6$612%5$6,/ 1.1. Justificativas Econômicas para a Existência das MPEs Caracterização das MPEs no Brasil Sobrevivências das MPEs no Brasil Formas de Acesso ao Crédito Disponíveis...11 &$3Ë78/2,1)250$d 2$66,0e75,&$120(5&$'2'(&5e', Mercado de Crédito RGHORGH6WJOW] :HVV««««««««2.2. O Mercado de Crédito Brasileiro URFHVVRGH$QiOVHGH&UpGWR««««««««2.3. Propostas para a redução da assimetria de informações no mercado de crédito para as MPEs...32 *UDPHHQ%DQN««««««««&$3Ë78/2&$3$&,'$'('(3$*$0(172'$603(6%5$6,/(,5$6 8002'(/2'(&5(',76&25,1* 3.1. Introdução Metodologia Econométrica Resultados Conclusões do Estudo...45 &21&/86 2 %,%/,2*5$),$ 2

3 ,1752'8d 2 2HPSUHHQGHGRUpRDJHQWHGRSURFHVVRGHGHVWUXomRFUDWYD erpsxovrixqgdphqwdotxhdfrqdhpdqwpphppdufkdr PRWRUFDSWDOVWDFRQVWDQWHPHQWHFUDQGRQRYRVSURGXWRV QRYRVPHUFDGRVHPSODFDYHOPHQWHVREUHSRQGRVHDRVDQWJRV PpWRGRVPHQRVHIFHQWHVHPDVFDURV -RVHSK$ORV6FKXPSHWHU( ) O Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. Descontextualizada, esta frase poderia indicar um apelo ufanista aos observadores (nacionais e estrangeiros) menos desavisados. No entanto, quando avaliamos alguns dados relativos à importância do segmento de Micro e Pequenas Empresas (MPEs) na produção nacional, vemos que o papel do pequeno empreendedor é fundamental no funcionamento da economia brasileira. Quando observamos os resultados do Global Entrepreneurship Monitor (ver Relatório Global, 2002), ratificamos esta realidade. Segundo o relatório, estima-se que no Brasil em 2002, 14.4 milhões de pessoas estavam envolvidas com alguma atividade empreendedora, ou seja, um em cada sete brasileiros estava empreendendo, fato este que coloca o Brasil sétimo lugar na classificação mundial de empreendedorismo, com uma Taxa de Atividade Empreendedora (TAE) de 13.5%. No cômputo geral, o Brasil participa com 5% dos 286 milhões de empreendedores ativos em 2002 nos 37 países participantes da pesquisa que resultou no relatório. Não por acaso, as MPEs assumem tamanha importância no desenvolvimento econômico e da renda nacionais. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego (RAIS / MTE) de 2000, 93% do total dos estabelecimentos empregadores do país são empresas de micro e pequeno porte, respondendo por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) e 53% dos empregos formais no Brasil. 3

4 7DEHOD,±3DUWFSDomRGDV03(VQD(FRQRPD%UDVOHUD 9DUiYHO $V03(VQR%UDVOHP Total de Estabelecimentos Empregadores 93 Trabalhadores Formais 53 PIB 20 Valor Total Exportado 12,4 Fonte: RAIS (2000), Funcex (2002), MONAMPE (2003) Paradoxalmente a esta realidade, notamos que apenas 10% do total de crédito ofertado no Brasil é destinado às MPEs. Assim, frente a esta conjuntura, aparentemente antagônica, e dado que o recurso financeiro é um dos elementos mais importantes no estabelecimento e sustentação de um negócio, procuro investigar e levantar neste trabalho alguns dos fatores que têm proporcionado a manutenção deste VWDWXVTXR tão daninho ao fomento das MPEs. Este trabalho fará uma revisão bibliográfica da literatura que discute um dos fatores cruciais na concessão de crédito a qualquer agente econômico, ou seja, a informação. É devido ao fenômeno de informação incompleta que órgãos públicos e privados, primordialmente bancos, deixam de ofertar crédito a muitos empreendedores que, apesar de dotados de espírito criativo, bons planos de negócio e capacidade de liquidação de suas dívidas, não conseguem disponibilizar um número de informações pré-determinado e formatado na burocracia legal, pois se encontram muitas vezes na informalidade. Ocorre assim, no Brasil, o fenômeno da Assimetria de Informações, cujas primeiras investigações são discutidas no importante artigo de AKEROF (1970) e cujas derivações teóricas mais conhecidas, aplicadas ao mercado de crédito, são frutos do trabalho seminal de STIGITZ & WEIS (1981). Desse modo, no primeiro capítulo, traço um panorama das MPEs no Brasil e o contexto em que se inserem. No capítulo seguinte, reviso os principais modelos teóricos acerca do conceito de Informação Assimétrica e suas aplicações no mercado de crédito. 4

5 Por fim, no terceiro capítulo, apresento um estudo empírico, analisando as características da inadimplência no setor das MPEs à luz das teorias e modelos vistos no capítulo anterior. &$3Ë78/2 0,&52(3(48(1$6(035(6$612%5$6,/ -XVWIFDWYDV(FRQ{PFDVSDUDD([VWrQFDGDV03(V Muitos autores descreveram o papel econômico-social das MPEs, mas um em especial se destaca por sua lucidez na reflexão sobre o tema empreendedorismo. SCHUMPETER (1961) destaca quatro pontos fundamentais para o fomento ao pequeno empreendimento como elemento crucial no desenvolvimento tecnológico e na inovação: (PSUHViURQRYDGRU: figura central, que busca, por meio de espírito inventivo e criativo, a inovação tecnológica e novas técnicas de gestão e adaptação. (PSUHHQGHGRU: dono da intuição que move o gênio criativo na direção do desenvolvimento tecnológico. 1RYRVPHUFDGRV;(PSUHHQGHGRU: o produtor é que inicia a mudança econômica e os consumidores se necessário são por ele educados (ensinados a desejar novos produtos e serviços). %DQFRGH'HVHQYROYPHQWR: a. Somente o empreendedor necessita de crédito para desenvolvimento industrial com novas combinações de fatores b. O consumidor não necessita de crédito, pois o crédito ao consumidor não é um elemento essencial ao processo econômico. c. Desenvolvimento é impossível sem crédito. 5

6 Expandindo algumas dessas proposições de Schumpeter e avaliando o posicionamento da MPE na economia global, podemos direcionar outras justificativas atuais para a existência das MPEs: Estímulo à livre iniciativa e à capacidade empreendedora; Relações capital / trabalho mais harmoniosas; Contribuição para geração de novos empregos e absorção de mão-de-obra, seja pelo crescimento das MPEs já existentes, seja pelo surgimento de novas; Efeito amortecedor dos impactos do desemprego; Efeito amortecedor dos efeitos das flutuações na atividade econômica (principalmente, aqueles efeitos de caráter global, de maior impacto em empresas mais dependentes dos mercados externos); Manutenção de certo nível de atividade econômica em determinadas regiões; Contribuição para a descentralização da atividade econômica, em especial na função de complementação às grandes empresas; Potencial de assimilação, adaptação, introdução, algumas vezes, geração de novas tecnologias de produtos e processos. &DUDFWHU]DomRGDV03(VQR%UDVO Para a efetiva caracterização das MPEs no Brasil, devemos fazer algumas considerações em relação ao seu posicionamento diferenciado na economia. Assim, as MPEs: 1) Não são grandes organizações miniaturizadas e não são organizadas e geridas de forma departamentalizada / segmentada; 2) Normalmente, as MPEs atuam em um mercado de bens, produtos e serviços com características de demanda elástica e com grandes flutuações no tempo; 3) Apresentam baixa dificuldade de barreiras à sua entrada no mercado e com uma concorrência fortemente presente; 4) Possuem grandes dificuldades de sobrevivência, sendo que a esmagadora maioria desaparece em menos de dois anos e; 5) Representam mais de 90% do total de organizações existentes no Brasil. 6

7 Analisando algumas das informações fornecidas pelo SEBRAE, a partir de dados do Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC), vemos o grau de importância do segmento na economia regional do país. *UiIFR±3DUWFSDomRGDV0FURHPSUHVDVQR7RWDOGH(PSUHVDVFRQVWWXtGDVSRU 5HJmRSHUtRGRGH 1RUWH 6XO &HQWUR2HVWH 1RUGHVWH 6XGHVWH %UDVO Fonte: SEBRAE, elaborado a partir dos dados do DNRC Verificamos assim que a maior parte das empresas no Brasil, segundo a classificação do SEBRAE, tem até nove empregados (se comércio ou serviço) e até 19 empregados (se indústria), indicando a natureza dinâmica dos negócios brasileiros. *UiIFR±'VWUEXomRGDV03(VSRU6HWRUGH$WYGDGH &RPpUFR 6HUY orv $JURSHFXiUD,QG~VWUDGH 7UDQVIRUPDomR &RQVWUXomR&YO $GP3~EOFD ([WUDWYVPR0QHUDO 6,83 Fonte: MONAMPE 7

8 Não por acaso, o discurso político no final dos anos 90 e do início do séc. XXI prima, via de regra, pelo desenvolvimento de metas sustentáveis de apoio aos micro e pequenos empresários dada, inclusive, a dificuldade de se estabelecerem objetivos gerais (macro) que tenham eficiência real no crescimento econômico no Brasil 1. Conforme podemos observar na tabela 1.2, quando caracterizamos de forma mais geral, percebemos que as MPEs são bem distintas das grandes empresas e transnacionais. Vale destacar o alto grau de concentração de compras dentro do país (nos mercados internos), reforçando a hipótese de que são as MPEs que dinamizam a economia nacional. 7DEHOD±&DUDFWHU]DomRGDV03(VEUDVOHUDVHP &DUDFWHUtVWFDVGDV03(V 7RWDO±%UDVO Compram só do mercado interno 90% Exportam 5% Utilizam até 50% da capacidade instalada 50% Compraram máquinas e equipamentos nos últimos três anos 30% Querem melhorar a gestão, mas não possuem recursos 60% Utilizam a informática 30% Utilizam sistema de controle de qualidade 47% Treinam seu pessoal 30% Utilizam técnicas de marketing 20% Fazem planejamento da produção e vendas 60% Controlam e avaliam a produtividade 25% Têm controle de estoques 60% Têm gestão de estoques 20% Têm registro de marcas e patentes no INPI 35% Mantêm contatos com centros de tecnologia 25% Seguem normas do INMETRO 30% Fonte: SEBRAE Para concluir esta breve caracterização da MPE brasileira, é interessante notar alguns dos aspectos gerenciais deste segmento, como demonstrado na tabela DEHOD±'HVHPSHQKR&DSDFWDomRH(VWUDWpJDV&RPSHWWYDVHP &DUDFWHUtVWFDVGDV03(V 7RWDO±%UDVO Faturamento médio por pessoa ocupada Brasil em US$ / ano Micro empresas Em 2002, parte do discurso do presidente eleito uís Inácio ula da Silva e de seu partido, o Partido dos Trabalhadores (PT), defendeu o apoio incondicional do Poder Executivo às MPEs como meio eficaz de desenvolvimento econômico. 8

9 Pequenas Rejeição de produtos (média brasileira: 2%) 5% Desperdício de matérias-primas 7% Dias de interrupção da produção, não previstas (anual) 18 Utilizam controle estatístico do processo 17% Utilizam just in time 20% Não realizam treinamento da mão-de-obra 70% Pessoal qualificado ou nível superior no quadro 40% Concedem benefícios aos empregados 30% Realizam pesquisas sobre necessidades dos consumidores 12% Registram as sugestões dos clientes 15% Têm serviço de atendimento aos clientes 55% Fazem uso de controles gerenciais 60% Programam investimentos 30% Dotam de informações sobre processos produtivos e tecnologia 27% Fonte: SEBRAE Percebemos neste quadro a distância de comportamento das MPEs frente às grandes empresas no que se refere às práticas gerenciais. Há, sem dúvidas, grande espaço para profissionalização e capacitação do segmento. Tal aprimoramento, no médio prazo, pode aumentar as chances de sustentação dessas empresas no mercado no longo prazo, bem como permitir a geração e coleta de informações necessárias na obtenção de crédito junto às instituições financeiras privadas e públicas. 6REUHYYrQFDVGDV03(VQR%UDVO Como visto anteriormente, a realidade empresarial brasileira é eminentemente composta por MPEs, que são as verdadeiras responsáveis pela geração de emprego no país. Assim, seu fomento é necessário e incentivável. Como apontaram FEDMANN & AUDRETSCH (1999), as pequenas unidades nascentes são vistas como agentes de mudança, com papel crucial na inovação tecnológica, mas também impõem, sob a ótica tradicional, custos excessivos para a economia como resultado de escalas de produção ineficientes, implicando em baixa produtividade e baixos salários para seus trabalhadores. Para estes autores, as MPEs nascentes têm em seus primeiros anos de existência muitas incertezas quanto à demanda de seus produtos. Eles apontam ainda que muitos dos motivos 9

10 que não permitem que tais empresas sobrevivam no longo prazo, tenham relação com a própria competência do empresário e de seus empregados. Muitos estudos comprovam que a taxa de mortalidade se reduz com o porte e tempo de existência (idade) da empresa. NAJBERG et al (2000) apontam para a necessidade de uma expansão do conhecimento e mapeamento das causas que levam à realidade brasileira. Segundo estes autores, a existência de algum tipo de filiação ou relação com uma empresa matriz (no Brasil ou exterior) e o porte da empresa determinam em muito o nível de mortalidade das empresas no Brasil. Os autores ainda investigam a alta correlação entre a taxa de natalidade das empresas e sua taxa de mortalidade que, no período da realização do estudo, foi de 32.6% e 25.3% para as MPEs e 4.7% e 4.5% para as grandes empresas respectivamente. O gráfico 1.3 explicita esta relação. *UiIFR ± 7D[DV GH 1DWDOGDGH H 0RUWDOGDGH GH (VWDEHOHFPHQWRV QR %UDVO 'H]'H] Fonte: Rais / MTE apud NAJBERG et al (2000) 0FUR 3HTXHQDV 0pGDV *UDQGHV 7RWDO%UDVO Natalidade Mortalidade Outro ponto fundamental para se entender o problema da sobrevivência das MPEs no Brasil é o período em que suas atividades normalmente são encerradas. Há uma concentração grande da mortalidade até o primeiro ano de vida da empresa, como se pode observar no gráfico

11 *UiIFR±7D[DGH0RUWDOGDGHSRU,GDGHH3RUWH Fonte: Rais / MTE apud NAJBERG et al (2000) 0FUR 3HTXHQDV 0pGDV *UDQGHV 7RWDO%UDVO 1o. ano 2o. ano ou Mais Numa investigação mais detalhada, os autores avaliam a mortalidade das empresas inseridas no macro-setor de atividade econômica. Assim, na indústria, onde a economia de escala é mais relevante, é maior a mudança de porte das firmas sobreviventes em relação, por exemplo, àquelas que compõem o setor de comércio. NAJBERG et al (2000) concluem o estudo apontando para a necessidade da existência de políticas públicas que reduzam a mortalidade das unidades de menor porte, uma vez que estas, apesar das altas taxas de mortalidade, formaram o segmento que apresentou a criação líquida de empregos (contratações superando demissões) no período analisado. )RUPDVGH$FHVVRDR&UpGWR'VSRQtYHV Principal motivação deste trabalho, o crédito às MPEs é um dos aspectos que merece maior atenção no tocante às políticas de desenvolvimento nacional. Existem três tipos de linhas disponíveis para crédito às MPEs no país atualmente, cujas características são melhores descritas na tabela

12 7DEHOD±/QKDV'VSRQtYHVGH&UpGWRjV03(V 7SR 3DUD QYHVWPHQWR HRX QYHVWPHQWR I[R 3DUDFDSWDOGHJUR &DSWDO GH JUR DVVRFDGR DR QYHVWPHQWRRXQYHVWPHQWRPVWR Fonte: SEBRAE &DUDFWHUtVWFDV O capital destinado à aquisição de máquinas e/ou equipamentos e obras civis indispensáveis à implantação, modernização, funcionamento ou ampliação da empresa Recurso destinado à compra de mercadorias, reposição de estoques, despesas administrativas, etc. A parcela de recursos destinada a cobrir as despesas que a empresa terá com investimentos realizados. Ou seja, se a empresa financiou uma máquina, poderá necessitar de matéria-prima para a produção neste caso, será financiado o capital de giro. Dentre os principais agentes financiadores das MPEs no país, destacam-se o Banco do Brasil (BB), o BNDES e a Caixa Econômica Federal (CEF). Para se ter uma dimensão, só em 2002, o BB ofereceu linhas de crédito no montante de R$ 7.9 milhões, com a expectativa de aumentar este total para R$ 11 milhões em Entre os bancos privados, destaca-se o Unibanco que para o ano de 2003 prevê um repasse de R$ 700 milhões, com expansão prevista em 30% para Tal expansão será sustentada na ampliação dos canais de acesso ao crédito, atendimento diferenciado e oferta de serviços (VIEA, 2003). Por fim, é importante destacar a função dos bancos no apoio ao desenvolvimento das MPEs, segundo o SEBRAE: e IXQomR GRV EDQFRV GHFGU D DSURYDomR RX QmR GD VROFWDomR GH HPSUpVWPR EHP FRPR OEHUDU RV UHFXUVRV IQDQFHURV SDUD DV PFURHPSUHVDVHHPSUHVDVGHSHTXHQRSRUWH. Para essa decisão, os bancos executam, pelo menos, essas tarefas: 1) Análise do cadastro da empresa, dos sócios e dos avalistas; 2) Enquadramento da operação de acordo com suas linhas de crédito; 3) Definem as garantias sobre o financiamento e negocia com o interessado; 4) Análise de crédito de acordo com o projeto de viabilidade econômica e financeira. 12

13 &$3Ë78/2,1)250$d 2$66,0e75,&$120(5&$'2'(&5e',72 0HUFDGRGH&UpGWR ³&UHGWPDUNHWVQXQGHUGHYHORSHGFRXQWUHVRIWHQVWURQJO\UHIOHFWWKHRSHUDWRQRI WKH/HPRQV3UQFSOH (AKEROF, 1970). É com este comentário que, de forma um tanto quanto profética, George Akerlof iniciou sua breve argüição sobre o tema Assimetria de Informação no mercado de crédito. Apesar de seu comentário ter sido tecido frente à realidade por ele observada na Índia à época de seu famoso estudo, Akerlof ainda é atual no que se refere à realidade de concessão do mercado de crédito às MPEs no Brasil. De acordo com dados da pesquisa realizada pelo SEBRAE SP e a Fipe (1999), 60% das MPEs gostariam de tomar algum tipo de empréstimo, se fosse fácil e barato. Na prática, apenas 10 % de fato buscam um financiamento bancário (comercial ou oficial) para alavancar seus negócios. Conforme apontam PINHEIRO & MOURA (2001), muito da ineficiência atual no funcionamento dos mercados de crédito se deve aos poucos incentivos para o investimento em instrumentos de análise de crédito para concessões de médio e longo prazo para empresas e indivíduos até 1994, com o início do plano real. Até esta data, grande parte dos lucros auferidos pelos bancos advinham de receitas com operações de IORDWQJ que associadas à tradição de concessão de crédito por bancos estatais, levava os bancos privados a não apenas concederem pouquíssimos empréstimos, como também concentravam tais atividades em operações de curto prazo. 13

14 Adicionalmente, os autores demonstram que no Brasil os bureaus de informação de crédito (BICs 2 ) tradicionalmente mantêm informações negativas sobre os tomadores de empréstimos, impossibilitando os credores de utilizar informações disponíveis para selecionar os bons tomadores de empréstimos. A ênfase sempre foi sobre a execução da dívida e não sobre a criação de bancos de dados confiáveis sobre os históricos de pagamento do tomador. Por fim, as péssimas práticas contábeis e a alta sonegação fiscal fazem com que o relacionamento bancário seja uma das principais fontes de informações sobre um amplo espectro de tomadores de empréstimos. Assim grande parte das informações relevantes sobre a capacidade de obtenção de crédito é privativa dos bancos, individualmente. Sem algum tipo de regulamentação ou política governamental que atue no sentido de reduzir esta segmentação, os bancos continuarão a explorar seu monopólio de informações, cobrando taxa de juros e exigindo níveis de garantias (burocracia) acima daquelas que prevaleceriam num contexto de informação simétrica. onge de termos um perfeito equilíbrio entre a demanda por crédito e a oferta existente para o segmento de MPEs, este capítulo busca sintetizar as principais teorias e percepções acerca deste complexo tema. 20RGHORGH6WJOW] :HVV Em seu artigo seminal sobre racionamento de crédito em mercados com informação imperfeita, STIGITZ & WEISS (1981), questionam o porquê da existência deste racionamento e com isso, questionam a própria validade da lei da oferta e da demanda, quando o preço das negociações de empréstimo (o juro) não necessariamente seguirá uma lógica de mercado, diminuindo quando a oferta de crédito for superior à sua demanda ou 2 As principais BICs são: SERASA (Centralização de serviços dos bancos), CADIN (Cadastro informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais) e SCPC (Serviço central de proteção ao crédito). 14

15 aumentando quando o volume financeiro demandado por empresas dispostas a tomar empréstimos exceder a capacidade de oferta dos bancos. Desse modo, STIGITZ & WEISS (1981) argumentam que o mercado de crédito pode observar um equilíbrio num ponto em que existe excesso de demanda por crédito, quando os bancos maximizariam seus lucros. Assim, existem empresas dispostas a pagar uma taxa de juros superior à taxa de equilíbrio, mas esta taxa superior não se torna interessante ao banco, uma vez que ela embute um risco maior de inadimplência. Desta forma, não é ótimo para o banco realizar novos empréstimos a taxas elevadas (acima da taxa de equilíbrio), equilibrar o mercado e suprir esta demanda por crédito. Perpetua-se o desequilíbrio neste mercado. Por este modelo, os bancos que concedem empréstimos estão preocupados basicamente com dois fatores: as taxas de juros (que receberão sobre o montante emprestado) e o risco do empréstimo (na expectativa de não sofrer inadimplência em seus contratos). Entretanto, a taxa de juros cobrada pelo banco pode, por si só, afetar o risco de um conjunto de empréstimos, dado que: 1) discrimina potenciais tomadores de crédito (gerando seleção adversa); ou 2) afetando as ações dos tomadores de crédito (efeito incentivo). A seleção adversa que ocorre em função da taxa de juros é uma conseqüência da existência de tomadores de empréstimo com diferentes probabilidades de saldar suas dívidas. Em função do problema de assimetria de informação, os bancos não conseguem identificar os bons e maus pagadores e, por isso, necessita de indicadores que de algum modo discrimine ambos. Uma forma usual para se observar esses pagadores pode ser feita por meio da análise de uma curva da demanda por empréstimos a diferentes taxas de juros. As empresas que aceitarem tomar empréstimos a taxas de juros mais elevadas são aquelas, do ponto de vista do banco, menos propensas a pagar seus saldos devedores, por 15

16 trabalharem com projetos de maior risco. Isto ocorre, pois só as empresas detentoras de projetos capazes de gerar altos retornos (superiores às elevadas taxas de juros), com riscos associados igualmente altos, terão disposição a tomar empréstimos a taxas tão altas. Assim, à medida que aumenta a taxa de juros, aumenta o risco médio dos projetos, tendendo a reduzir o retorno esperado do banco que conceder empréstimos a essas empresas. Como há neste caso um risco moral embutido, dado que os bancos não conseguem controlar as ações que os tomadores de empréstimo devem tomar para diminuir o risco de não pagamento, a percepção de retorno esperado dos bancos é ainda menor. Por essas razões, o retorno esperado do banco pode ser maximizado a uma taxa de juros menor do que aquela que equilibraria a demanda e a oferta neste mercado, podendo, inclusive, diminuir a partir deste ponto, conforme a figura 2.1. )JXUD±([VWHXPWD[DGHMXURVTXHPD[P]DRUHWRUQRHVSHUDGRSDUDREDQFR Retorno Esperado r* Taxa de Juros Fonte: STIGITZ & WEISS (1981) De acordo com a figura 2.1, o retorno esperado do banco ocorre à taxa r*. É possível que a esta taxa, a demanda por crédito supere a oferta. De acordo com a teoria tradicional, a taxa de juros aumentaria de modo a igualar oferta e demanda. No entanto, como percebemos, novos empréstimos fornecidos acima da taxa r* reduziriam o retorno esperado dos bancos. Portanto, nenhuma empresa que se 16

17 dispusesse a tomar empréstimos a um taxa superior a r* conseguiria faze-lo, mesmo que seja idêntica às firmas que já recebera o empréstimo. Fica assim traçada uma situação de equilíbrio com racionamento de crédito. No entanto, como ainda ressaltam STIGITZ & WEISS (1981), a taxa de juros não é o único fator do contrato que é importante. O volume de crédito demandado e a comprovação de uma determinada quantidade de garantias (ou patrimônio) requerida para a liberação do valor, também afetam o comportamento e a distribuição dos tomadores de empréstimos. Assim, bem como a taxa de juros, existiria um nível ótimo de exigências (de garantias) que um banco deveria exigir, de modo a maximizar seu retorno. Isto porque somente tomadores de empréstimo ricos poderiam demonstrar grandes quantidades de garantias e patrimônio para liberação do crédito. No entanto, é provável que justamente os empreendedores ricos sejam aqueles menos avessos ao risco e que justamente por este motivo, incorreram em maiores lucros com seus projetos. Também é provável que os empreendedores mais conservadores (e menos arriscados) tenham obtido retornos menores e consequentemente, tenham menos patrimônios e garantias para comprovar. Em ambos os casos, a maior exigência por comprovação de garantias gera seleção adversa no mercado de crédito, da mesma forma que o faz a taxa de juros. Para visualizar esta situação analisemos a figura 2.2. )JXUD±1tYHOyWPRGH7D[DGH-XURVU Retorno Esperado Todos tomam empréstimo Só os arriscados tomam empréstimo Onde: r = Taxa de Juros Fonte: STIGITZ & WEISS (1981) r 1 r 2 r 17

18 Assumamos a existência de dois grupos: o grupo seguro que tomará empréstimos apenas a uma taxa de juros r 1 e o grupo arriscado que se sujeitará a tomar empréstimos até o nível de juros r 2, sendo que r 1 < r 2. Quando a taxa de juros aumenta minimamente acima do nível r 1, o mix de tomadores de empréstimo muda dramaticamente: todos os tomadores de empréstimo de baixo risco desistem de tomar o crédito. É a realização da seleção adversa. )JXUD±1tYHOyWPRGH*DUDQWDV& Retorno Esperado Todos tomam empréstimo Onde: C = Nível de Garantias Só os arriscados tomam empréstimo Fonte: STIGITZ & WEISS (1981) C 1 C 2 C Similarmente à figura 2.2, assumamos novamente a existência de dois grupos: o grupo seguro que tomará empréstimos apenas a um nível de exigência de garantias C 1 e o grupo arriscado que estará disposto a tomar empréstimos demonstrando garantias no patamar de C 2, sendo que C 1 < C 2. Quando o nível de garantias exigidas aumenta minimamente acima do nível C 1, o mix de tomadores de empréstimo novamente muda dramaticamente: todos os tomadores de empréstimo de baixo risco, possuidores de menos garantias reais, desistem de tomar o crédito. Verifica-se novamente a realização da seleção adversa, como pode ser visto na figura 2.3. É interessante notar a realidade brasileira vis-à-vis este modelo. A percepção da grande parte dos empreendedores é a de que existe uma necessidade premente de se reduzirem tantos as taxas de juros quanto a burocracia (principalmente, exigência de 18

19 garantias reais, apresentação de contrato social da empresa, dois a três balanços, comprovação de faturamento dentre outras exigências) para que haja um interesse maior pela captação de crédito no mercado formal (bancos), conforme podemos ver no gráfico 2.1. *UiIFR±$o}HVSDUDIDFOWDUSDUDDV03(VDWRPDGDGHQRYRVHPSUpVWPRV Redução de Juros 69% Redução da Burocracia 35% Aumento nos Prazos 14% Redução de Impostos 7% Maior Carência 2% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Fonte: SEBRAE-SP / Fipe (1999) De fato, quando observamos dados da pesquisa SEBRAE-SP / Fipe (1999), notamos a elasticidade-preço da demanda por empréstimos, quando se inferem alguns possíveis cenários de taxas de juros, caso fosse fácil e barato tomar empréstimos bancários no Brasil, conforme demonstrado no gráfico 2.2 e na tabela 2.1. *UiIFR±'HPDQGDSRWHQFDOSRUQRYRVHPSUpVWPRVGDV03(V 7D[DGH-XURV0HQVDOQRPQDO 6% 5% 4% 3% 2% 1% 0% 5 'HPDQGDREVHUYDGD OQKDGHWHQGrQFDUHJUHVVmR EOK}HVGH5 Fonte: SEBRAE-SP / Fipe (1999) 19

20 7DEHOD±'HPDQGDSRWHQFDOSRUQRYRVHPSUpVWPRVGDV03(V 7D[DGH-XURQRPQDO'HPDQGD3RWHQFDO DP HPPOK}HVGH5 (ODVWFGDGHSUHoR GD GH 03(V SRWHQFDOPHQWH GHPDQGD QWHUHVVDGDV QRDUFR 4,2% 108,7-2,3% 3,1% 294,6-6,5 4,6% 2,1% 1.023,4-7,7 11,1% 1,0% 2.533,4-2,8 25,4% 0,5% 4.956,9-2,0 36,3% Fonte: SEBRAE-SP / Fipe (1999) Quando avaliamos as razões alegadas pelos bancos para não conceder os empréstimos solicitados, segundo as MPEs entrevistadas pela pesquisa SEBRAE-SP / Fipe (1999) que tiveram solicitação de crédito negada, a grande exigência por parte dos bancos responde por quase 60% do total das causas, conforme podemos observar no gráfico 2.3. Isto indica que no esforço de redução da assimetria de informação existente, uma boa parte das MPEs interessadas em tomar credito é marginalizada neste mercado. *UiIFR±5D]}HVDOHJDGDVSHORVEDQFRVSDUDQmRFRQFHVVmRGHFUpGWR Insuficiência de garantias reais 36% Insuficiência de documentos 23% Registro no CADIN / SERASA inhas de crédito fechadas 11% 10% Outros 20% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% Fonte: Fonte: SEBRAE-SP / Fipe (1999) 3 A questão permitia mais de uma resposta, razão pela qual a soma dos resultados ultrapassa 100%. 20

21 Pode-se dizer, então, que se as taxas de juros, as exigências impostas pelos bancos e a burocracia fossem reduzidas de forma significativa, isto, por si só, permitiria um aumento expressivo no número total de empresas tomadoras de empréstimo junto a estes bancos, com grande potencial de redução dos efeitos negativos da seleção adversa. Assim, aumentaria tanto o volume de crédito concedido quanto a qualidade dos tomadores. Após o artigo de STIGITZ & WEISS (1981), muitos outros artigos se seguiram. Um dos estudos recentes mais interessantes é o de DE MEZA & WEBB (1987), resumido numa conferência recente sobre racionamento de crédito por DE MEZA (2002). DE MEZA (2002) concorda que muitas empresas, especialmente as pequenas e novas, não têm acesso ao mercado de crédito. Mas o autor argumenta que esta situação é ótima do ponto de vista de eficiência do mercado e que não deve haver intervenções para fornecer novos empréstimos para firmas pequenas. Segundo DE MEZA (2002), a informação assimétrica no mercado de crédito pode, na verdade, resultar num nível de surgimento de novas empresas que excede o ótimo do ponto de vista da sociedade. O modelo de DE MEZA & WEBB (1987) relaxa uma das suposições de STIGITZ & WEISS (1981), ou seja, que o retorno esperado dos projetos não varia entre empresas. Segundo os autores, uma hipótese mais realista é que há uma correlação positiva entre habilidade do empreendedor e o retorno de seu projeto. Suponha que um indivíduo tenha duas opções: ser empregado ou abrir um negócio. Devido à impossibilidade de se pagar a cada um exatamente o valor de sua produtividade marginal (por problemas de informação), o salário em uma empresa, geralmente envolve uma média de acordo com cada função. Assim, um indivíduo com habilidade acima da média tem incentivos para trabalhar por conta própria. Isso causa uma diminuição na média de habilidades para cada função, o que provoca uma diminuição do salário e um incentivo adicional para trabalhadores (agora menos hábeis) saírem. Além disto, como os 21

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