eisfluências Abril de 2013 Ano III - Número 22

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "eisfluências Abril de 2013 Ano III - Número 22"

Transcrição

1 eisfluências Abril de 2013 Ano III - Número 22

2 FICHA TÉCNICA Director Victor Jerónimo (Portugal/Brasil) Directora Cultural Carmo Vasconcelos (Portugal) Web Designer Henrique Lacerda Ramalho (Portugal) Composição e diagramação da revista eisfluências Victor Jerónimo (Brasil) Proprietária Mercêdes Pordeus (Brasil) Conselho de Redação Carlos Lúcio Gontijo (Brasil) Humberto Rodrigues Neto (Brasil) Luiz Gilberto de Barros (Brasil) Marco Bastos (Brasil) Correspondentes António da Cunha Duarte Justo (Alemanha) María Cristina Garay Andrade (Argentina) Nuno Rebocho (Cabo Verde) María Sánchez Fernández (Espanha) Oleg Almeida (Bielorussia) Nosso sítio Nosso blogue Facebook https://www.facebook.com/eisfluencias Contactos As autorias das obras aqui presentes são de inteira e exclusiva responsabilidade dos seus autores e dos colaboradores que no-las enviam para publicação, tal como a sua revisão literária. A aderência, ou não, ao Novo Acordo Ortográfico, fica também ao critério dos autores. três anos Pág. 02 eisfluências Abril de 2013

3 eisfluências Abril de 2013 Pág. 03

4 Diálogo inter-religioso e intercultural Um Desafio adiado? Será que o Islão é agressivo? por António Justo O incremento do diálogo inter-religioso e intercultural, necessário para assegurar a paz e a boa convivência entre os diferentes grupos, é contrariado por uma praxis agressiva que se dá em nome da ideologia e da religião. Actualmente, a religião mais perseguida é a cristã com um número de vítimas superior a em 2012, segundo regista o Observatório da Liberdade Religiosa. A grande maioria das vítimas regista-se nos países islâmicos e comunistas. Um outro aspecto muito dificultador do diálogo intercultural é o facto de os grupos islâmicos imigrados se isolarem e exigirem para os seus grupos direitos que não reconhecem aos outros nos seus países. Isso é sentido por muitos cidadãos europeus como uma atitude não transparente numa tática de conquista suave. A Noruega já proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país. O ministro dos negócios estrangeiros norueguês Jonas Gahr Stor defende a reciprocidade de relações entre países e culturas e já anunciou que a Noruega levará este assunto ao Conselho da Europa. Cada cultura nasceu duma religiosidade que se expressa num conteúdo de fé à volta do qual construiu a correspondente identidade. Assim se foram formando identidades contra identidades: umas mais guerreiras, outras mais pacíficas. Sob a capa da luta religiosa escondem-se tendências hegemónicas que em nome da religiosidade afirmam constructos de poder dominadores da pessoa e doutros grupos. O islão é hoje, com o sistema político chinês, o sistema com mais potencialidades de expansão e conquista, porque não permitem a formação de consciências complementares. Experiência acrescida O escritor Martin Walser, ao falar de religião, diz: Religião é uma maneira de expressão como literatura, pintura, música, fé é uma capacidade, um talento. Religião é também uma experiência humana enriquecedora que fomenta a vida interior e alarga o horizonte humano ao procurar o desconhecido. A experiência da fé é pura e única, acontece para lá dos credos, das imagens, dos dogmas, dos mitos e das culturas. Estas deveriam preparar o caminho para a vivência do inefável na vivência da paz universal. O brilho não vem da capacidade lógica mas do talento da fé (vivência) amorosa, ao contrário dos poderes que se aproveitam daquela ânsia genuína humana. Só temos uma terra com muitos sistemas ecológicos naturais/culturais e com grande diversidade. A diferença é uma constante num mundo feito de retalhos complementares. Se se pretende a paz verdadeira, a afirmação da identidade pela diferença não pode deixar de reconhecer o seu caracter subsidiário em relação ao todo. Iniciativa histórica Uma iniciativa histórica em prol do diálogo inter-religioso foi a criação da Jornada Mundial de Oração pela Paz em 1986 (em Assis, Itália), por iniciativa do papa João Paulo II, onde cristãos, judeus, budistas, muçulmanos e representantes de religiões africanas e americanas se reuniram para rezar pela paz mundial. Joao Paulo II queria iniciar assim uma viagem fraterna dos diferentes caminhos das religiões na procura da Verdade. Isto pressupõe o diálogo inter-religioso como caminho das religiões no sentido de afirmar a dignidade do Homem e da natureza, onde todos se empenham em minorar as causas do sofrimento de pessoas e grupos e onde verdades coexistem de modo a possibilitar a probabilidade que leva ao desenvolvimento. Para se falar dum diálogo inter-religioso que honre o seu nome teria de se pressupor que cada um dos parceiros reconhecesse a liberdade religiosa e respeitasse a decisão individual. O Vaticano II reconheceu esse direito mas as elites do islão não o reconhecem, tropeando assim qualquer forma de diálogo. Aposta no querer ter razão, substituindo assim a experiência interior (fé) por um sonho intelectual, por uma estratégia de dividir para dominar. Os muçulmanos que vivem no ocidente, talvez, num dia distante, provoquem uma espécie de concílio islâmico que o torne compatível com outras culturas. Pág. 02 eisfluências Abril de 2013

5 Direitos humanos em conflito com direitos culturais Na sociedade ocidental domina o primado do direito (direitos do Homem) e da democracia enquanto nas sociedades de influência árabe domina o primado da religião e do grupo. Enquanto o Ocidente educa o cidadão para o respeito dos direitos individuais, as elites muçulmanas empenham-se na afirmação dos seus valores culturais religiosos à custa dos direitos pessoais; partem também duma posição dogmática que não reconhece à sociedade permissiva o direito de exigir contrapartidas na práxis. Muitas vezes, lutam pela imposição e reconhecimento legal dos seus costumes (direitos culturais contra direitos individuais) sem se preocuparem com o espírito base das leis dos países de acolhimento. O próprio direito europeu e direitos nacionais europeus já têm sofrido retrocesso chegando a consignar valores culturais como superiores ao valor da pessoa humana: prática da circuncisão (RFA), imposição das leis da sharia em questões de divórcio (Inglaterra), imposição de ementas próprias em instituições públicas, isenção de aulas de biologia e de ginástica para mulheres, etc. Uma minoria hermeticamente fechada e uma maioria indiferente É notória a falta de cooperação entre os grupos minoritários e o grupo maioritário. Praticamente este só cede, sem contrapartidas. Da parte da sociedade acolhedora (cristã) observa-se uma atitude que vai da tolerância à indiferença. A parte maometana permanece dogmática. Quem se julga na posse da verdade não está disposto a procura-la. Não há disponibilidade enquanto dominar a doutrina declarada dum Islão autossuficiente, hegemónico, totalizante e intolerante. As comunidades maometanas encontram-se demasiadamente preocupadas na sua afirmação como grupo para poderem reconhecer os outros bem como a diversidade de necessidades individuais dos próprios membros. Não comportam lugar para a diferença. Por isso os países muçulmanos oprimem e discriminam quem não professar a sua fé porque consideram a opinião diferente como um atentado a uma ideologia que quer tudo igual. Talvez vejam na religião muçulmana o potencial de poder a contrapor ao imperialismo económico. Respondem a um imperialismo com outro imperialismo; um abusa dos cidadãos (democracia), o outro abusa da crença. Cada cultura faz a sua interpretação do mundo, do homem e da sociedade com diferentes metáforas. Cada religião tem a sua maneira de equacionar e enroupar o misterioso transcendente. Este não pode ser exclusivo dum biótopo religioso nem duma experiência cultural antropológica ou sociológica. Cada pessoa, cada biótopo natural/religioso tem algo de diferente que o vizinho não tem. Para se reconhecer a diferença é necessário depor-se as armas do combate e da conquista para se permitir o crescimento espiritual no próprio biótopo religioso. No reino da ecologia os biótopos, as realidades/verdades encontram-se, umas ao lado das outras, sem a necessidade de se negarem. Também deveria ser lógico e natural que num biótopo cultural muçulmano fosse possível a coexistência, sem perseguição nem discriminação de outras religiões e vice-versa. Também deveria ser natural que cada religião se sentisse, intra muros, como a melhor sem necessidade de negar as outras. A não existência de acordos bilaterais suborna a cultura ocidental Na Europa, a discussão intercultural e inter-religiosa é orientada apenas para o folclore religioso cristão, judeu, hindu e muçulmano sem que se expresse algo das suas filosofias, antropologias, sociologias e teologias. Assistimos a abordagens superficiais em curto-circuito ou com afirmações e negações reducionistas à medida do politicamente correcto. Os governos e a sociedade laica não estão interessados numa discussão pública objectiva porque, a fazê-lo, o seu actuar seria questionado pelos interesses democráticos da sociedade acolhedora. Nos conflitos específicos maometanos com a sociedade maioritária, o politicamente correcto está interessado em reconhecer neles apenas questões de religiosidade individual. Reina o interesse, o medo. Também a Igreja não pode falar claro porque se o fizesse logo os cristãos que vivem em estados muçulmanos seriam objecto de maior discriminação e perseguição. Por várias razões, o Estado laico não se tem preocupado com o diálogo intercultural internacional nem em estabelecer acordos bilaterais a nível de direitos de religião. Com o tempo, devido à presença massiva muçulmana, os estados europeus ver-se-ão na necessidade de reconhecer valor ao diálogo interreligioso, tendo de o colocar na agenda das convenções internacionais. A sociedade civil, ao não exigir bilateralidade na concessão de direitos religiosos, está a subornar a cultura ocidental e a contribuir para um futuro muito problemático. eisfluências Abril de 2013 Pág. 05

6 Enquanto o mundo cristão se empenha em propagar a tolerância possibilitando o exercício livre do islão e a construção de mesquitas na Europa, os estados muçulmanos como a Arábia Saudita, a Turquia e os países muçulmanos em geral, proíbem a construção de igrejas, sinagogas e escolas nos seus países, e, por outro lado, financiam a promoção do islão e a construção de mesquitas no estrangeiro. A tolerância religiosa ocidental é por vezes interpretada pelos que se aproveitam dela como sinal de fraqueza e como reconhecimento da superioridade do islão. Não compreendem que um grupo com convicção de verdade religiosa possa aceitar o outro.em termos de poder e de estratégia, a atitude hegemónica muçulmana tem-se revelado como óptima para a sua ofensiva. Os estados europeus, ao considerarem a religião subjacente à própria cultura como coisa privada, e ao reconhecerem, por outro lado, o islão, como expressão religiosa, política e social desestabilizam o Estado laico e ao mesmo tempo reduzem a posição da maioria cultural e cristã ocidental ao nível duma minoria. Aquela tolerância que parecia haver na Europa entre crentes, agnósticos e ateus tornar-se-á cada vez mais frágil atendendo à afirmação dum islão rígido, resistente à integração, que tende a qualificar e legitimar os cidadãos na categoria de crentes e de ímpios. Na Post-democracia a sociedade dá indícios de querer orientar-se já não por princípios de democracia partidária mas, paulatinamente, possibilitar a representação do poder estatal por grupos étnico-religiosos. A sociedade cede assim a sua concepção duma sociedade construída na base de valores e direitos humanos (filosofia cristã) a uma sociedade construída na base de valores e direitos não individuais mas culturais (filosofia islâmica). Caminho difícil O diálogo com o islão torna-se muito complicado porque este se definiu e define sobretudo na demarcação em relação ao judaísmo e ao cristianismo. Uma hipótese de diálogo estaria no caracter ambivalente (confuso) em que suras (versículos) do Corão se contradizem. A sua ambiguidade poderia possibilitar uma interpretação que acentue as suras do Corão benévolas em relação ao judaísmo e ao cristianismo. De facto, no Corão há as suras provenientes da primeira fase (Meca) em que Maomé era benévolo em relação ao cristianismo e ao judaísmo e as suras posteriores (de Medina) que são aguerridas contra o Cristianismo e o judaísmo. Nas mesquitas, os imames orientam-se por estas últimas. Por outro lado o islão só reconhece os crentes de Alá, não conhecendo a ideia do amor ao próximo como no caso do cristianismo e do judaísmo. Também por isso nunca se ouve uma autoridade islâmica criticar publicamente os terroristas islâmicos. Dado a ambivalência facilitar também a arbitrariedade, seria porém fácil demostrar aos fundamentalistas islâmicos que o seu fundamentalismo é relativizado pelo mesmo Corão, doutro modo teriam de aceitar que Deus muda de ideia na passagem da fase do Corão em que Maomé vivia em Meca para a outra fase em que passou a viver em Medina. O diálogo entre islão e cristianismo é difícil de tratar, atendendo às diferentes abordagens e perspectivas com que pode ser exposto e aos interesses a elas implícitas e às diferentes sociologias e antropologias subjacentes a cada cultura. Um outro factor dificultador do diálogo vem da estratégia humana de argumentação, uma argumentação para ter razão, e que para defender uma posição como verdadeira tende a declarar a outra como falsa. Este extremismo tem sido acentuado especialmente a partir do iluminismo sob o manto do espírito crítico e cientista. A discussão hodierna entre judeus, cristãos e muçulmanos procura partir dos pontos que os une. O Vaticano II afirma mesmo que os muçulmanos acreditam no mesmo Deus que judeus e cristãos. Isto embora entre as concepções de Deus haja diferenças enormes. Uma exegese islâmica, que desse prioridade às suras do Corão da sua primeira fase, em que Alá era benigno, possibilitaria um diálogo autêntico. O diálogo entre cristãos e judeus torna-se mais fácil. As diferenças não provocam conflitos na convivência social, dado a súmula do Antigo e do Novo Testamento se resumirem na mesma premissa Ama a Deus e ao próximo como a ti mesmo. No Cristianismo, como no judaísmo, o caminho de Deus passa pelo próximo e o próximo é o outro, o diferente. O caminho do Homem passa por Deus no próximo e no mundo. Na prática o resumo da Bíblia é não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Deus é o mesmo, o resto tradição. 3 de Março de 2013 António da Cunha Duarte Justo Teólogo e Pedagogo Pág. 06 eisfluências Abril de 2013

7 A erva daninha da ignorância por Carlos Lúcio Gontijo O tempo em que nos dedicamos ao exercício da palavra escrita dentro do jornalismo, através de artigos e editoriais, e na labuta da edição de livros, desde 1977, ensinou-me que a humildade é predicado indispensável, uma vez que não há nada mais difícil que a unanimidade, quando a questão se prende à livre expressão de pensamento ou exposição de análise crítica. Aprendemos a não nos embevecer diante do elogio e, igualmente, não nos deixar cair em desânimo perante colocações antagônicas às nossas opiniões, pois a principal meta de quem escreve é levar o leitor à reflexão. Lamentamos de maneira profunda o avanço de pendores ditatoriais mundo afora, com muitos governantes tomando o sistema democrático como uma maneira eficaz de legitimar a sua vocação autoritária, transformando a sua administração em ato discricionário abençoado pela unção das urnas. A mentira costuma ter dono, pois todos partem em busca da descoberta do mentiroso, mas a verdade dispensa proprietário. Ou seja, quando qualquer pessoa se nos apresenta verdadeira, ela nos passa o sentimento de estar falando por todos. Contudo, a história nos ensina que, se a empáfia e a mentira são travestidas com o manto da verdade, elas têm o poder de fazer os déspotas capazes de mover perseguições exacerbadas e disseminar o vírus mórbido da discórdia entre os seus governados, como se o objetivo administrativo fosse, diabolicamente, governar no caos. Visualizamos a opção pela partidarização (sinônimo de nociva seletividade ao noticiar escândalos políticos) da mídia brasileira como uma iniciativa que em nada auxilia o aprimoramento de nossa ainda tênue democracia, que constantemente se vê diante do risco de que maus políticos, sedentos de poder, ousem recorrer a formas espúrias de ascensão. Se no passado bateram às portas dos quartéis, hoje podem lançar mão de outros meios, podendo ser até a mais alta corte de nosso Judiciário. Preocupamo-nos com a baixa tolerância de nossa sociedade em lidar com forças contrárias, transformando adversário político em inimigo figadal e de tal forma malquisto que todas as armas e todos os meios são válidos na tentativa de dele se livrar. Procuramos evitar, por todas as maneiras, não nos deixarmos seduzir ou nos levar pela intriga política, pois afinal somos ligados à humanística área da palavra escrita, não nos cabendo contribuir para a cizânia e a divisão entre os homens de má ou boa vontade, semeando a erva daninha da ignorância, que só existe e progride quando a semeamos com nossas próprias mãos. Todo esse cenário desanimador nos remete a um poema antigo, que publicamos no livro "Cio de Vento", editado em 1987, intitulado Decreto-lei: A ferida da folha que cai/ Não arde ao sopro do vento/ Então, antes que tarde, Pai/ Decretai ao povo alento pleno/ Sem o veneno dos parlamentos. Carlos Lúcio Gontijo Poeta, escritor e jornalista Secretário de Cultura de Santo Antônio do Monte/MG eisfluências Abril de 2013 Pág. 07

8 QUANDO O AMOR ACABOU por Ervin Figueiredo Enfim chegava a sexta feira. Ele já decidira que iria pro happy hour com os amigos do escritório. Formado em marketing, trabalhava duro criando logomarcas. Criou uma até para seu casamento. Verdade! Ele havia esquecido: aniversário de casamento. Nossa! Ela me esgana se eu esquecer como nos anos anteriores. Tomou uma cervejinha com os amigos e se foi. Enquanto caminhava até o estacionamento, pensava num presente, uma lembrança para dar a ela. Mas, o que poderia dar? - pensava ele. Havia próximo dali, uma floricultura e ela adorava flores. De todos os tipo e cores. Não seria difícil fazer um arranjo. E assim fez. Lá chegando, a atendente com toda presteza lhe exibiu alguns arranjos. Mas, ele se encantou com um arranjo de rosas amarelas e fechou: vou levar este! Desajeitado para carregar seu arranjo, lá foi ele até seu carro. Enquanto dirigia para casa, foi revivendo tudo o que já havia vivido nessa relação do seu casamento. Bons momentos, maus momentos, brigas e desconfianças... Lembrou que lhe havia magoado algumas vezes, sem se importar depois com o que ela sentia. Nunca viveu muito essas brigas a não ser pelo instante em que aconteciam. Depois se desligava. Ao voltar para casa jamais se sentou com ela para argumentar e pedir desculpas, pedir perdão. Ele sabia das inúmeras vezes em que estava errado, mas nunca se retratou. Ela por sua vez, sempre foi muito autêntica. Sempre demonstrou estar magoada, chateada, aborrecida por esses momentos entre eles. No trânsito, enquanto dirigia, ele pensava em tudo isso. Resolveu que neste aniversário de casamento ele faria tudo diferente. Se sentaria com ela e conversaria longamente. Faria como as mulheres dizem, discutir a relação. Era isso. Vou discutir a relação, resmungou em voz alta. Ao chegar em casa, qualquer coisa de estranho lhe chamava atenção. As luzes estavam apagadas, e parece que as cortinas estavam fechadas como sempre faziam à noite, ao se recolherem. Pegou seu arranjo e entrou bem devagar em casa. Ela não estava. Ele acendeu as luzes, se serviu de um whisk, deixando seu arranjo na mesa. Foi quando ele avistou uma carta escrita de próprio punho: ela havia se cansado dos momentos em que ficou só, tempo demais. Sempre esperando pelo seu homem, que chegava tarde, que reclamava, que por vezes brigou sem razão lhe magoando com palavras ásperas. Ela se foi! Sem avisar, sem dizer nada. Como nada ele falava sobre seus instantes com ela. Sentou, sorveu um gole generoso do seu whisk. Tomou seu banho e se deitou sem nada comer. Pensava, amanhã eu vejo o que faço, já que ela assim quis. Paciência! E dormiu, como se nada houvera ocorrido; sem nem sentir sua falta. O POETA Ervin Figueiredo O dia está frio, apagado, céu cinzento. O vento buliçoso deixa tudo agitado... As folhas caídas parecem correr no vento. Também corremos, mesmo estando parado. Nestes instantes parece que a vida para. Percebemos tudo sem que nada se note, Como se nosso olhar não estivesse na cara, Levando o que sentimos num imenso pacote. Só o poeta é quem repara e tudo ele anota. Rabiscos e mais rabiscos vejo que ele faz, Passa para outra linha e outra palavra brota. Vai mais adiante rabisca e depois volta atrás. Num emaranhado de palavras e mais uma denota, Surgindo no fim de tudo um lindo poema sagaz! Ervin Figueiredo --- Pág. 08 eisfluências Abril de 2013

9 A MELHOR ESTATUETA DE EÇA por Humberto Pinho da Silva Quando entrevistei D. Emília Cabral, neta do autor dos Maias, fui recebido numa sombria salinha onde havia muitas fotos de família, livros empilhados e sobre mesa de roscas, em local de destaque, a estatueta de Gouveia, representando Eça de Queiroz. A neta do escritor, reparando na minha curiosidade, declarou: - Minha avó dizia: Se querem conhecer o avô, tal qual era, basta olhar a estatueta de Gouveia - e acrescentou: Conhece-a?! - Perfeitamente, tenho um exemplar de gesso. - Pois há poucas! - continuou D. Emília, - que eu saiba, existem quatro, (1) em Portugal: uma, é esta, outra a da minha mana, a Marquesa do Ficalho; há ainda a que se encontra na família da Duquesa de Palmela e a do Palácio de Belém, que pertencia a D. Carlos, julgo que se extraviou pelas caves, há muito.(2) A palestra prosseguiu enquanto mostrava velhas lembranças das famílias: Eça de Queiroz e Condes de Resende. Por certo a maioria dos leitores nunca ouviram falar do escultor Francisco da Silva Gouveia, ilustre portuense, que os livros de arte registam, a Wikilusa menciona e o dicionário de Eça de Queiroz nomeia e dá-lhe merecido relevo. Tentarei, por maior, esboçar brevíssima biografia do escultor que - segundo a esposa do romancista, Dona Emília de Castro Pamplona (Resende), - conseguiu a melhor representação plástica de Eça: Nasceu no Porto a 12 de Agosto de 1872, na Rua dos Ingleses, filho de abastado comerciante da Rua de S. João, da mesma cidade. O pai, João Maria de Gouveia Pereira, pretendia prepará-lo para administrar os negócios paternos, mas o rapaz inclinava-se para o desenho. Certa vez o tio Caetano - irmão da mãe - vendo o pai repreender acerbamente a inclinação, acicatou-o a matriculá-lo na Escola de Belas Artes. Concluídos os estudos na Academia Portuense, deslocou-se a Paris para prosseguir o ensino com reputados mestres da escultura europeia.em França foi discípulo de Rodin e Injalbert e recebeu aulas de Falguière, Pueche e Rolard, sendo admitido na Academia Julien e Calaron. O jovem artista torna-se rapidamente conhecido em Paris, graças a tertúlias e às concorridas recepções que Eça de Queiroz organizava na embaixada. Certa tarde do ano de 1890 estava Gouveia a trabalhar no atelier quando deslumbra, pela janela de guilhotina, graciosa menina, de tez clara e lhano meneios. Abeirou-se da vidraça e verifica que a jovem trajava uniforme do Liceu Fenelon. Era Claire Jeancourt, órfã, oriunda de Boult-aux-Bois. Gouveia ficou entusiasmado com a beleza, mas não se encorajou a declarar-lhe afeição. Semanas mais tarde, conversando com amigos da precisão de aperfeiçoar o seu francês, pediu-lhes que indicassem professor. Qual não foi o assombro quando soube que a mestra era a menina por quem andava enamorado. eisfluências Abril de 2013 Pág. 07

10 Ficou na memória dos que o conheceram a extrema dedicação da esposa. Conta-se que certa manhã de Primavera, Claire, já viúva, deixou tombar, por descuido, o retrato do marido. Curvou-se vertiginosamente e com os olhos azuis, azul miosóte, turvados de lágrimas, beijou-o com ternura e a f e c t u o s a m e n t e d i s s e : - Oh! Perdon, mon amour! Meses depois casaram na Igreja de Notre Dame de Champs, apadrinhados pela Senhora Duquesa de Palmela. Infortunadamente, em 1914, Fran - diminutivo carinhoso como a mulher o tratava, - adoeceu gravemente e regressa inopinadamente a Portugal. Consultado o Dr. Manuel Correia de Barros, oftalmologista, avisaram-no que havia perigo de cegar. Receoso, agasalha-se com a esposa no lar da Ordem do Carmo, no Porto, abandonando os tasselos e as matrizes de fundição. Nos anos quarenta era frequente vê-los passear pela baixa portuense. Ele, baixo, gordo, segurando guarda-chuva de paninho preto, quase sempre aberto; ela, muito branca, rosada nas faces, esquelética e de estatura elevada. Gouveia iniciou em Portugal as exposições individuais - de inicio nos salões de casas fotográficas; - e foi agraciado pelo Rei D. Carlos, Cavaleiro de S. Tiago; reconhecimento pátrio do elevado valor artístico de sua obra. Na Grande Exposição Universal de Paris do ano de 1900, obteve a medalha de prata e várias menções honrosas pelas obras expostas. Ficou na memória dos que o conheceram a extrema dedicação da esposa. Conta-se que certa manhã de Primavera, Claire, já viúva, deixou tombar, por descuido, o retrato do marido. Curvou-se vertiginosamente e com os olhos azuis, azul miosóte, turvados de lágrimas, beijou-o com ternura e afectuosamente disse: - Oh! Perdon, mon amour! Das obras de Silva Gouveia destaca-se a célebre estatueta do escritor, considerada a melhor caricatura de Eça de Queiroz e talvez a estatueta mais notável de Portugal, segundo o parecer de reportados críticos de arte. Exemplar da Estatueta Célebre - como foi conhecida na época, - foi adquirida pelo Rei D. Carlos. Até à data do regicídio permaneceu sobre a secretária do seu gabinete de trabalho. Francisco da Silva Gouveia faleceu a 28 de Dezembro de 1951, no Porto, no Hospital dos Terceiros do Carmo. Aqui tem, caro leitor, a breve biografia do artista que conseguiu prender, no bronze, a melhor representação do genial escritor. 1 - Equivocou-se a neta do Eça. Deve haver dezenas, em colecções particulares, além das que foram adquiridas pela: Sociedade Amigos da Arte de Bordeux, Academia de Ciências de Lisboa, Museu de Arte Contemporânea, e a que se encontra em Tormes. No Rio de Janeiro, há também um exemplar, pertença de António do Nascimento Cottas. Existe, também, um excelente baixo relevo, de Gouveia, que em nada é inferior à estatueta. Esse sim, é raríssimo; assim como desenho a craião, que ilustra este artigo,do ano de 1927, feito pelo autor da "estatueta célebre". 2 - A estatueta de bronze, que pertencia a Rei D. Carlos, foi adquirido, mais tarde, pelo Marquês de Ficalho, num antiquário lisbonense. Humberto Pinho da Silva Blogue " PAZ " - Pág. 10 eisfluências Abril de 2013

11 LEMBRANDO AS PALAVRAS DE CÍCERO Considerações por Isabel C. S. Vargas Na atualidade, muito tem sido pesquisado e escrito sobre a terceira idade, pelo aumento da idade média de vida e pela perspectiva de um aumento considerável desta população. São teorias, estudos, pesquisas, políticas públicas, leis visando proteção, qualidade de vida, inserção na comunidade, abertura de novos campos de atividade para o idoso e para os profissionais que venham a lidar com as pessoas desta idade, como gerontólogos, profissionais de educação física, informática, música, dança, psicologia, fisioterapia, etc. Existe toda uma preocupação em que a terceira idade seja vivida com prazer, com sentimento que induza à fruição deste período como algo que é recebido como uma graça, uma conquista, não com sentimento de desvalia ou pensamento angustiante com relação à morte. É curioso que Cícero (Marco Túlio Cícero) em 44 a.c já se preocupava com isto demonstrando sentimento semelhante ao da atualidade. Em SABER ENVELHECER podemos destacar partes interessantes quando ele diz que há quatro razões pelas quais seria possível acharem a velhice detestável que são: _afastamento da vida ativa; _enfraquecimento do corpo; _privação de prazeres; _proximidade da morte a m i z a d e e n v o l v e c o n f i a n ç a, a l e g r i a vincula-se ao amor, Ac o m o j á d i t o a n t e r i o r m e n t e e n ã o a benefícios pessoais. A amizade se estabelece quando existe autoestima o que gera relações saudáveis e positivas. É fruto da reciprocidade de afetos. Há desprendimento, solidariedade, generosidade. Exige cuidados. As verdadeiras são eternas. Ele próprio rebate dizendo com relação à primeira assertiva que embora a velhice não esteja incumbida das mesmas tarefas que a juventude, há outras que faz mais e melhor visto que são outras as qualidades requeridas, como a sabedoria, a clarividência, o discernimento. Á preocupação com o envelhecimento do corpo e o consequente declínio de memória, ele se contrapõe citando aqueles que criaram obras notáveis apesar da idade. Enfatiza que a velhice não deve ser inerte, mas ocupada a ponto de procurar aprender coisas novas. Cícero dedicou-se a aprender literatura grega já em idade avançada. Atribuiu grande parte do envelhecimento, à herança de uma juventude voluptuosa ou libertina. Incentiva o cuidado com o corpo através do exercício físico, comer e beber o necessário para recompor as forças, ocupar o espírito e a alma. Com relação à privação do prazer, afirma que a velhice não é insensível a ele. Há moderação, substituição de prazeres e liberação da alma das paixões. As pessoas passam a viver mais consigo mesmas. São muitos os prazeres do espírito desenvolvidos o que permite este modo de viver mais tranquilo. Ao medo da proximidade da morte contrapõe a assertiva que este medo não é específico da velhice, pois é um risco compartilhado também pela juventude. Aos que pensam que a morte termina com a alma, aconselha despreza-la e aos que creem na imortalidade, deseja-la, além do que, quem, jovem ou velho, pode ter segurança de estar vivo a cada amanhecer ou anoitecer? Por fim, mais um pensamento sábio ao recomendar aceitação do tempo que cada um tem para viver procurando fazer neste tempo o melhor e que no momento de partir o faça como quem sai de um albergue onde foi recebido, posto que a natureza oferece uma pousada provisória. eisfluências Abril de 2013 Pág. 11

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

Seis mulheres e o único desejo: um futuro diferente Entrevistadas denunciam desigualdade velada

Seis mulheres e o único desejo: um futuro diferente Entrevistadas denunciam desigualdade velada Terça-feira, 11 de março de 2014 Seis mulheres e o único desejo: um futuro diferente Entrevistadas denunciam desigualdade velada Nádia Junqueira Goiânia - Dalila tem 15 anos, estuda o 2º ano no Colégio

Leia mais

Assim nasce uma empresa.

Assim nasce uma empresa. Assim nasce uma empresa. Uma história para você que tem, ou pensa em, um dia, ter seu próprio negócio. 1 "Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam" (Sl 115,1) 2 Sem o ar Torna-te aquilo

Leia mais

Poética & Filosofia Cultural - Chico Xavier & Dalai Lama

Poética & Filosofia Cultural - Chico Xavier & Dalai Lama Page 1 of 6 Tudo Bem! Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia Cultural Educador: João Nascimento Borges Filho Poética

Leia mais

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE É Preciso saber Viver Interpretando A vida na perspectiva da Espiritualidade Cristã Quem espera que a vida seja feita de ilusão Pode até ficar maluco ou morrer na solidão É

Leia mais

O Caminho d Os 12 Passos em Companhia de Hércules é o titulo da palestra que nosso pai fez para apresentar, hoje neste 10 Encontro com os Veteranos.

O Caminho d Os 12 Passos em Companhia de Hércules é o titulo da palestra que nosso pai fez para apresentar, hoje neste 10 Encontro com os Veteranos. O Caminho d Os 12 Passos em Companhia de Hércules é o titulo da palestra que nosso pai fez para apresentar, hoje neste 10 Encontro com os Veteranos. É uma honra ter a oportunidade de acompanhá-lo no desenvolvimento

Leia mais

O projeto será aplicado em turmas da 3ª série do ensino fundamental, na faixa etária entre 8 e 9 anos.

O projeto será aplicado em turmas da 3ª série do ensino fundamental, na faixa etária entre 8 e 9 anos. 1 TEMA Símbolos religiosos lembranças de uma história 2 SÉRIE 3ª série ou 1ª etapa do ciclo II 3 ALUNO Simone do Rocio Sueke simonesueke@yahoo.com.br 4 OBJETIVOS Perceber a existência de diferentes símbolos

Leia mais

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA LENDA DA COBRA GRANDE Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA CRUZEIRO DO SUL, ACRE, 30 DE ABRIL DE 2012. OUTLINE Cena 1 Externa;

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C

EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C CONTEÚDOS DO EXAME Líderes religiosos, Motivação e Liderança Convivência com o grupo; Amizade e sentido de grupo Os projetos Solidários; O que é um projeto? Olhares sobre

Leia mais

LEITURA BÍBLICA A BÍBLIA LER

LEITURA BÍBLICA A BÍBLIA LER LEITURA BÍBLICA A BÍBLIA LER INTRODUÇÃO: Qualquer que seja meu objetivo, ler é a atividade básica do aprendizado. Alguém já disse: Quem sabe ler, pode aprender qualquer coisa. Se quisermos estudar a Bíblia,

Leia mais

Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015]

Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015] 1 Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015] Página 9 Na ilustração, Jesus está sob a árvore. Página 10 Rezar/orar. Página 11 Amizade, humildade, fé, solidariedade,

Leia mais

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG Um cacique kaingang, meu amigo, me escreveu pedindo sugestões para desenvolver, no Dia do Índio, o seguinte tema em uma palestra: "Os Valores Culturais da Etnia Kaingáng".

Leia mais

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: PoRTUGUÊs UMA IDEIA TODA AZUL

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: PARA QUEM CURSA O 5 Ọ ANO EM 2014. Disciplina: PoRTUGUÊs UMA IDEIA TODA AZUL Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 5 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: UMA IDEIA TODA AZUL Um dia o Rei teve uma ideia. Era a primeira da vida

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história.

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Nem um sopro de vento. E já ali, imóvel frente à cidade de portas e janelas abertas, entre a noite vermelha do poente e a penumbra do jardim,

Leia mais

U m h o m e m q u e v i v e u c o m o e x e m p l o r e a l d e t u d o a q u i l o q u e t r a n s m i t i u e m s u a s m e n s a g e n s...

U m h o m e m q u e v i v e u c o m o e x e m p l o r e a l d e t u d o a q u i l o q u e t r a n s m i t i u e m s u a s m e n s a g e n s... U m h o m e m q u e v i v e u c o m o e x e m p l o r e a l d e t u d o a q u i l o q u e t r a n s m i t i u e m s u a s m e n s a g e n s... Aqui não estão as mensagens mediúnicas, mas algumas palavras

Leia mais

Tipo de atividade: Passeio/visita e redação. Objetivo: Conhecer alguns centros e templos religiosos existentes no bairro/cidade e desenvolver

Tipo de atividade: Passeio/visita e redação. Objetivo: Conhecer alguns centros e templos religiosos existentes no bairro/cidade e desenvolver A série Sagrado é composta por programas que, através de um recorte históricocultural, destacam diferentes pontos de vista das tradições religiosas. Dez representantes religiosos respondem aos questionamentos

Leia mais

Ideionildo. E a Chave Azul. Pelo Espírito Vovó Amália. Robson Dias

Ideionildo. E a Chave Azul. Pelo Espírito Vovó Amália. Robson Dias Ideionildo E a Chave Azul Robson Dias Pelo Espírito Vovó Amália Livrinho da Série - As Histórias Que a Vovó Gosta de Contar (http:\www.vovoamalia.ubbi.com.br - Distribuição Gratuita) - A venda deste produto

Leia mais

OFICINA DAS MENINAS. O homem sonha, Deus quer e a obra nasce. F. Pessoa.

OFICINA DAS MENINAS. O homem sonha, Deus quer e a obra nasce. F. Pessoa. OFICINA DAS MENINAS O homem sonha, Deus quer e a obra nasce. F. Pessoa. O fruto de experiências vividas por anos de trabalho na rede social de Araraquara, legou-nos uma bagagem de inquietações que foram

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia

Leia mais

Centro Educacional Souza Amorim Jardim Escola Gente Sabida Sistema de Ensino PH Vila da Penha. Ensino Fundamental

Centro Educacional Souza Amorim Jardim Escola Gente Sabida Sistema de Ensino PH Vila da Penha. Ensino Fundamental Centro Educacional Souza Amorim Jardim Escola Gente Sabida Sistema de Ensino PH Vila da Penha Ensino Fundamental Turma: PROJETO INTERPRETA AÇÂO (INTERPRETAÇÃO) Nome do (a) Aluno (a): Professor (a): DISCIPLINA:

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 42 ISSN - 2317-1871 VOL 02 2º Edição Especial JUL DEZ 2013 PAULO HENRIQUE PRESSOTTO

Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 42 ISSN - 2317-1871 VOL 02 2º Edição Especial JUL DEZ 2013 PAULO HENRIQUE PRESSOTTO Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 42 PAULO HENRIQUE PRESSOTTO Labirinto de vidro 2013 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 43 Início e fim? Um silêncio denso

Leia mais

Tudo o que você precisa saber para ter filhos éticos, inteligentes, felizes e de sucesso

Tudo o que você precisa saber para ter filhos éticos, inteligentes, felizes e de sucesso Tudo o que você precisa saber para ter filhos éticos, inteligentes, felizes e de sucesso SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 15 2. COMUNICAÇÃO E DIÁLOGO ENTRE PAIS E FILHOS 23 2.1 O problema da comunicação entre pais

Leia mais

NOVENA DE NATAL 2015. O Natal e a nossa realidade. A jovem concebeu e dará à luz um filho, e o chamará pelo nome de Emanuel.

NOVENA DE NATAL 2015. O Natal e a nossa realidade. A jovem concebeu e dará à luz um filho, e o chamará pelo nome de Emanuel. NOVENA DE NATAL 2015 O Natal e a nossa realidade A jovem concebeu e dará à luz um filho, e o chamará pelo nome de Emanuel. (Is 7,14) APRESENTAÇÃO O Natal se aproxima. Enquanto renovamos a esperança de

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão Jorge Esteves Objectivos 1. Reconhecer que Jesus se identifica com os irmãos, sobretudo com os mais necessitados (interpretação e embora menos no

Leia mais

INSS Português Pronomes Relativos X Uso de Preposição Eli Castro. 2013 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

INSS Português Pronomes Relativos X Uso de Preposição Eli Castro. 2013 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. INSS Português Pronomes Relativos X Uso de Preposição Eli Castro 2013 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Pronomes Relativos x Uso de Preposições Raio X do processo

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESCOLA DOMINICAL

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESCOLA DOMINICAL SUGESTÃO DE CELEBRAÇÃO DE NATAL 2013 ADORAÇÃO Prelúdio HE 21 Dirigente: Naqueles dias, dispondo-se Maria, foi apressadamente à região montanhosa, a uma cidade de Judá, entrou na casa de Zacarias e saudou

Leia mais

LITERATURA DE CORDEL

LITERATURA DE CORDEL LITERATURA DE CORDEL O cordel como Gênero Textual Ela pode ser conceituada como poesia de cunho/teor popular, construída, linguisticamente, com base na cultura da raça humana. (FONSÊCA; FONSÊCA, 2008)

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Mateus 4, 1-11. Respondeu-lhe Jesus: «Vai-te, Satanás, pois está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele prestarás culto.

Mateus 4, 1-11. Respondeu-lhe Jesus: «Vai-te, Satanás, pois está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele prestarás culto. Mateus 4, 1-11 Respondeu-lhe Jesus: «Vai-te, Satanás, pois está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele prestarás culto.». Este caminho de 40 dias de jejum, de oração, de solidariedade, vai colocar-te

Leia mais

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e Sexta Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e mudou o rumo da vida profissional FOLHA DA SEXTA

Leia mais

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11)

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Mensagem 1 A metáfora do Caminho Introdução: A impressão que tenho é que Jesus escreveu isto para os nossos dias. Embora

Leia mais

Vamos mudar o mundo? Mais esta mudança deve começar por você!

Vamos mudar o mundo? Mais esta mudança deve começar por você! Vamos mudar o mundo? Mais esta mudança deve começar por você! Este Livro Digital (Ebook) é fruto de uma observação que eu faço no mínimo há dez anos nas Redes Sociais, e até pessoalmente na convivência

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ANOS FINAIS / SRE - CURVELO

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ANOS FINAIS / SRE - CURVELO 61 Poema O que é: Segundo o poeta Carlos Drummond de Andrade, entre coisas e palavras principalmente entre palavras circulamos. As palavras, entretanto, não circulam entre nós como folhas soltas no ar.

Leia mais

EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3. Evangelho de João Cap. 3. 1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.

EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3. Evangelho de João Cap. 3. 1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3 LEMBRETE IMPORTANTE: As palavras da bíblia, são somente as frases em preto Alguns comentários explicativos são colocados entre os versículos, em vermelho. Mas é apenas com o intuito

Leia mais

Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva

Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva Comunicação Espiritual J. C. P. Novembro de 2009 Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva Resumo: Trata-se de uma comunicação pessoal de um amigo do grupo

Leia mais

Formação de PROFESSOR EU ME DECLARO CRIANÇA

Formação de PROFESSOR EU ME DECLARO CRIANÇA Formação de PROFESSOR EU ME DECLARO CRIANÇA 1 Especial Formação de Professor Por Beatriz Tavares de Souza* Apresentação O livro apresenta os princípios da Declaração Universal dos Direitos da Criança.

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Carta pela Paz no Mundo

Carta pela Paz no Mundo Carta pela Paz no Mundo Marcus De Mario Esta carta é ao mesmo tempo um apelo à razão e à emoção, procurando falar às mentes e aos corações de todos os homens e mulheres da humanidade, da criança ao idoso,

Leia mais

1. a) Relacione às suas traduções os temas mais frequentes presentes em blogs de adolescentes:

1. a) Relacione às suas traduções os temas mais frequentes presentes em blogs de adolescentes: Blogs agosto/2009 Blogs são sites estruturados de forma a permitir atualização rápida por meio de acréscimos dos artigos ou posts. Eles são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tratando

Leia mais

Eu, Você, Todos Pela Educação

Eu, Você, Todos Pela Educação Eu, Você, Todos Pela Educação Um domingo de outono típico em casa: eu, meu marido, nosso filho e meus pais nos visitando para almoçar. Já no final da manhã estava na sala lendo um livro para tentar relaxar

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO 1

PROJETO PEDAGÓGICO 1 PROJETO PEDAGÓGICO 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Título: Maricota ri e chora Autor: Mariza Lima Gonçalves Ilustrações: Andréia Resende Formato: 20,5 cm x 22 cm Número de páginas: 32

Leia mais

Escrita Eficiente sem Plágio

Escrita Eficiente sem Plágio Escrita Eficiente sem Plágio Produza textos originais com qualidade e em tempo recorde Ana Lopes Revisão Rosana Rogeri Segunda Edição 2013 Direitos de cópia O conteúdo deste livro eletrônico tem direitos

Leia mais

A revelação do Sétimo Selo

A revelação do Sétimo Selo A revelação do Sétimo Selo Apocalipse 8:1. E havendo aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora. Em todos os demais selos que João escreveu haviam símbolos. Primeiro selo: cavalo

Leia mais

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA

PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA PROJETO DE LEITURA PRÉ-LEITURA ATIVIDADES ANTERIORES À LEITURA INTENÇÃO: LEVANTAR HIPÓTESES SOBRE A AUTORA, SOBRE O LIVRO, INSTIGAR A CURIOSIDADE E AMPLIAR O REPERTÓRIO DO ALUNO Para o professor Ou isto

Leia mais

Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS. Documento I

Catequese da Adolescência 7º Catecismo Documentos de Apoio CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS. Documento I CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS Documento I CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS Documento 2 CATEQUESE 1 - SOMOS UM GRUPO COM JESUS Documento 3 CATEQUESE 2 - QUEM SOU EU? Documento 1 CATEQUESE

Leia mais

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação 1 TÍTULO DO PROJETO Bíblia Sagrada Livro de Provérbios. 2 SÉRIE/CICLO 3ª Série 1ª Etapa do 2º Ciclo 3 AUTORA Rosângela Cristina Novaes Balthazar Curso: Pedagogia 6º Período Noite E-mail: rocryss@yahoo.com.br

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

Esta edição segue as normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Esta edição segue as normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. [2] Luciano Portela, 2015 Todos os direitos reservados. Não há nenhum empecilho caso queira compartilhar ou reproduzir frases do livro sem permissão, através de qualquer veículo impresso ou eletrônico,

Leia mais

I. Complete o texto seguinte com as formas correctas dos verbos ser ou estar. (5 pontos)

I. Complete o texto seguinte com as formas correctas dos verbos ser ou estar. (5 pontos) I. Complete o texto seguinte com as formas correctas dos verbos ser ou estar. Hoje. domingo e o tempo. bom. Por isso nós. todos fora de casa.. a passear à beira-mar.. agradável passar um pouco de tempo

Leia mais

5Passos fundamentais. Conseguir realizar todos os seus SONHOS. para. Autora: Ana Rosa. www.novavitacoaching.com

5Passos fundamentais. Conseguir realizar todos os seus SONHOS. para. Autora: Ana Rosa. www.novavitacoaching.com 5Passos fundamentais para Conseguir realizar todos os seus SONHOS Autora: Ana Rosa www.novavitacoaching.com O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos! Eleanor Roosevelt CONSIDERA

Leia mais

Neurivan Sousa. Pequenas Pérolas. Frases & Pensamentos. 2013 Curitiba 2ª edição

Neurivan Sousa. Pequenas Pérolas. Frases & Pensamentos. 2013 Curitiba 2ª edição Neurivan Sousa Pequenas Pérolas Frases & Pensamentos 2013 Curitiba 2ª edição Dedicatória Dedico esse singelo livreto especialmente a três mulheres que são o meu tesouro na terra: minha esposa Vânia Tereza,

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

SECRETARIADO FRATERNO NACIONAL DA JUFRA DO BRASIL

SECRETARIADO FRATERNO NACIONAL DA JUFRA DO BRASIL SECRETARIADO FRATERNO NACIONAL DA JUFRA DO BRASIL R. Homem de Melo, 80 Cambeba, Fortaleza - CE CEP: 60.841-605 Saudações de paz e Bem irmãos e irmãs da Juventude Franciscana do Brasil. Espero por meio

Leia mais

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA SAGRADA Nº 8 - Mar/15 PRESTA atenção RELIGIÃO! BÍBLIA Apresentação Esta nova edição da Coleção Presta Atenção! vai tratar de um assunto muito importante: Religião. A fé é uma questão muito pessoal e cada

Leia mais

PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS

PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PORTUGUÊS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== BRINCADEIRA Começou

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua É a palavra que identifica o ser humano, é ela seu substrato que possibilitou a convivência humana

Leia mais

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão!

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão! CLÁUDIO MARTINS & MAURILO ANDREAS PARA SABER MAIS Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES LÚCIA HIRATSUKA JASON GARDNER Priscilla Kellen Cabe aqui na minha mão! Frutas GUIA

Leia mais

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão!

PARA SABER MAIS. Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES GUIA DE LEITURA. Cabe aqui na minha mão! CLÁUDIO MARTINS & MAURILO ANDREAS PARA SABER MAIS Consulte o site do IAB www.alfaebeto.org.br COLEÇÃO PEQUENOS LEITORES LÚCIA HIRATSUKA JASON GARDNER Priscilla Kellen Cabe aqui na minha mão! Frutas GUIA

Leia mais

Carlos Neves. Antologia. Raízes. Da Poesia

Carlos Neves. Antologia. Raízes. Da Poesia 1 Antologia Raízes Da Poesia 2 Copyrighr 2013 Editra Perse Capa e Projeto gráfico Autor Registrado na Biblioteca Nacional ISBN International Standar Book Number 978-85-8196-234- 4 Literatura Poesias Publicado

Leia mais

Poesia. Palavras de Jesus

Poesia. Palavras de Jesus Poesia nas Palavras de Jesus (Ver. Preto & Branco) ( Ricardo Drummond de Melo Rio de Janeiro Primeira Edição 2012 PerSe Poesia nas Palavras de Jesus Ricardo Drummond de Melo 1ª Edição - 2012 Editora PerSe

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Sentir- se mal não é tão difícil

Sentir- se mal não é tão difícil 3 artigos sobre o Gerenciamento das Emoções Por Andrês De Nuccio Sentir- se mal não é tão difícil Li esses dias uma história segundo a qual uma senhora, preparando- se para sair, trocava diversas vezes

Leia mais

Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BA) 70 minutos

Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BA) 70 minutos Ensino Português no Estrangeiro Nível A2 Prova B (13A2BA) 70 minutos Prova de certificação de nível de proficiência linguística no âmbito do Quadro de Referência para o Ensino Português no Estrangeiro,

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

A palavra APOCALIPSE vem do grego e significa REVELAÇÃO. O livro não revela o fim do mundo, mas trata-se de um livro sobre as revelações de Jesus

A palavra APOCALIPSE vem do grego e significa REVELAÇÃO. O livro não revela o fim do mundo, mas trata-se de um livro sobre as revelações de Jesus - Oi, dona Jurema, como vai? - Tudo bem, e o senhor? - Dona Jurema, a senhora que lê a Bíblia, do que mais gosta? - Ah! Gosto do Apocalipse. O meu entendimento é fraco, mas, esse livro me traz conforto

Leia mais

Perdão. Fase 7 - Pintura

Perdão. Fase 7 - Pintura SERM7.QXD 3/15/2006 11:18 PM Page 1 Fase 7 - Pintura Sexta 19/05 Perdão Porque, se vocês perdoarem as pessoas que ofenderem vocês, o Pai de vocês, que está no Céu também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem

Leia mais

Palestra Virtual. Tema: Perda dos Entes Queridos. Palestrante: Mauro Operti. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.

Palestra Virtual. Tema: Perda dos Entes Queridos. Palestrante: Mauro Operti. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org. Palestra Virtual Promovida pelo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: Perda dos Entes Queridos Palestrante: Mauro Operti Rio de Janeiro 08/05/1998 Organizadores da palestra: Moderador: Macroz (nick:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 54 Discurso na cerimónia de inauguração

Leia mais

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 1 a Edição Editora Sumário Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9 Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15 Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 Santos, Hugo Moreira, 1976-7 Motivos para fazer

Leia mais

Quando vi Fátima pela primeira vez

Quando vi Fátima pela primeira vez ... Quando vi Fátima pela primeira vez Texto de Fernando Ben, falando resumidamente sobre sua experiência nos primeiros encontros mediúnicos com Fátima. As religiões são janelas para ver o céu. Você pode

Leia mais

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar 1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar nosso amor 4. Porque a gente discute nossos problemas

Leia mais

Page 1 of 7. Poética & Filosofia Cultural - Roberto Shinyashiki

Page 1 of 7. Poética & Filosofia Cultural - Roberto Shinyashiki Page 1 of 7 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia Cultural Educador: João Nascimento Borges Filho Poética & Filosofia

Leia mais

PONTUAÇÃO: é preciso saber usar a vírgula!

PONTUAÇÃO: é preciso saber usar a vírgula! PONTUAÇÃO: é preciso saber usar a vírgula! Bete Masini A pontuação é, sem dúvida, um dos principais elementos coesivos do nosso texto. Certamente, não podemos crer no que muitos já falaram (e ainda falam):

Leia mais

MOISÉS NO MONTE SINAI Lição 37

MOISÉS NO MONTE SINAI Lição 37 MOISÉS NO MONTE SINAI Lição 37 1 1. Objetivos: Ensinar que quando Moisés aproximou-se de Deus, os israelitas estavam com medo. Ensinar que hoje em dia, por causa de Jesus, podemos nos sentir perto de Deus

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Tema: Quatro Pecados Contaminantes

Tema: Quatro Pecados Contaminantes Tema: Quatro Pecados Contaminantes Data: 01.11.14 Culto: Sábado Pr. Leandro Hoje o mundo está à mercê do vírus ebola que é um vírus extremamente contaminante, porém há algo mais contaminante que este vírus

Leia mais

Alta Performance Como ser um profissional ou ter negócios de alta performance

Alta Performance Como ser um profissional ou ter negócios de alta performance Sobre o autor: Meu nome é Rodrigo Marroni. Sou apaixonado por empreendedorismo e vivo desta forma há quase 5 anos. Há mais de 9 anos já possuía negócios paralelos ao meu trabalho e há um pouco mais de

Leia mais

Entrevista de António Paiva menção qualidade poesia

Entrevista de António Paiva menção qualidade poesia Entrevista de António Paiva menção qualidade poesia A poesia é útil na sua vida ou o poeta sente-se serviçal da palavra? (Dionísio) Tal como já escrevi; Às palavras tudo darei, até a minha vida. Não diria

Leia mais

Relacionamentos. Laços familiares, amizades e atividades sociais fazem bem à saúde.

Relacionamentos. Laços familiares, amizades e atividades sociais fazem bem à saúde. Relacionamentos Relacionamentos Laços familiares, amizades e atividades sociais fazem bem à saúde. Dependendo de como você leva a sua vida, pode prevenir ou não as chamadas doenças da civilização (cardiovasculares,

Leia mais

Versículo Biblíco Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Salmos 139:14 (NVI)

Versículo Biblíco Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Salmos 139:14 (NVI) Versículo Biblíco Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Salmos 139:14 (NVI) Objetivos O QUE? (GG): As crianças ouvirão a história de Marcinelo, um boneco de madeira que não se sentia

Leia mais

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?...

Prefácio... 9. A mulher do pai... 14. A mulher do pai faz parte da família?... 17. A mulher do pai é parente?... 29. Visita ou da casa?... Sumário Prefácio... 9 A mulher do pai... 14 A mulher do pai faz parte da família?... 17 A mulher do pai é parente?... 29 Visita ou da casa?... 37 A mulher do pai é madrasta?... 43 Relação civilizada?...

Leia mais

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS

AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 8 Ọ ANO EM 2014 Disciplina: PoRTUGUÊs Prova: desafio nota: Texto para as questões de 1 a 7. AS TRÊS EXPERIÊNCIAS Há três coisas para

Leia mais

1. O LOCAL, O DISPONÍVEL E O REAL

1. O LOCAL, O DISPONÍVEL E O REAL 1. O LOCAL, O DISPONÍVEL E O REAL O Serta chegou a esta proposta depois de 6 anos de tentativa de capacitar agricultores para a compreensão e prática de uma agricultura mais natural e orgânica. Isso sem

Leia mais

PARA QUEM CURSA O 7.O ANO EM

PARA QUEM CURSA O 7.O ANO EM Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 7.O ANO EM 2014 Disciplina: Prova: PoRTUGUÊs desafio nota: Analise o cartaz abaixo e responda às questões 1 e 2. 1 PORTUGUÊS DESAFIO

Leia mais

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes Árabes Componentes: Sabrina, Lucille,Giovana, M, Lucas C, João Vitor Z, Samuel. Disciplina: Estudos Sociais, Informática Educativa, Língua Portuguesa. Professores: Uiliam Michael, Cristiane Keller, Daniele

Leia mais

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES:

1. COMPLETE OS QUADROS COM OS VERBOS IRREGULARES NO PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO E DEPOIS COMPLETE AS FRASES: Atividades gerais: Verbos irregulares no - ver na página 33 as conjugações dos verbos e completar os quadros com os verbos - fazer o exercício 1 Entrega via e-mail: quarta-feira 8 de julho Verbos irregulares

Leia mais

JESUS NÃO QUER MUDAR A TUA VIDA.

JESUS NÃO QUER MUDAR A TUA VIDA. 1 JESUS NÃO QUER MUDAR A TUA VIDA. (João 1.43) Talvez, algum dia da sua vida, antes de ir para a igreja, você estava no banheiro tomando banho e bateu um desânimo violento, com pensamentos altamente pessimistas.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 81 Discurso na cerimónia de entrega

Leia mais

JOSÉ ARAÚJO CISNE BRANCO

JOSÉ ARAÚJO CISNE BRANCO CISNE BRANCO 1 2 JOSÉ ARAÚJO CISNE BRANCO 3 Copyright 2011 José Araújo Título: Cisne Branco Editoração e Edição José Araújo Revisão e diagramação José Araújo Capa José Araújo Classificação: 1- Literatura

Leia mais

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA Projeto de Atividades 1º Edição Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais 1. INTRODUÇÃO A educação atualmente não pode se restringir apenas ao ambiente escolar, o estudante

Leia mais

David pensou que o pai, às vezes, dizia coisas raras, estranhas. A mãe suspirou fundo ao enfiar de novo a agulha.

David pensou que o pai, às vezes, dizia coisas raras, estranhas. A mãe suspirou fundo ao enfiar de novo a agulha. ESTRELAS DE NATAL David acordou. O pai tinha aberto a janela e estava a olhar para as estrelas. Suspirava. David aproximou-se. Ouviu novo suspiro. O que tens, pai? perguntou. O pai pôs-lhe as mãos nos

Leia mais

5 Eu vou fazer um horário certo para tomar meus remédios, só assim obterei melhor resultado. A TV poderia gravar algum programa?

5 Eu vou fazer um horário certo para tomar meus remédios, só assim obterei melhor resultado. A TV poderia gravar algum programa? Antigamente, quando não tinha rádio a gente se reunia com os pais e irmãos ao redor do Oratório para rezar o terço, isso era feito todas as noites. Eu gostaria que agora a gente faça isso com os filhos,

Leia mais

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Meus queridos brasileiros e brasileiras, É com muita emoção

Leia mais