ARTIGO 132 A ESCORAGEM DE CRÉDITO PESQUISA MAIS PROFUNDAMENTE OS DADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARTIGO 132 A ESCORAGEM DE CRÉDITO PESQUISA MAIS PROFUNDAMENTE OS DADOS"

Transcrição

1 ARTIGO 132 A ESCORAGEM DE CRÉDITO PESQUISA MAIS PROFUNDAMENTE OS DADOS RESUMO: Escoragem de crédito pode auxiliar na simplificação de operações e eliminação de custos, na redução de perdas, na ampliação de carteiras, no incremento de receitas e no aperfeiçoamento de atendimento ao cliente. Um banco pode utilizar modelos diferentes de escoragem para avaliar a solicitação de empréstimo e a de cartão de crédito. Muitos credores e emissores já estão utilizando os escores de risco. PALAVRAS-CHAVE: Instituição Financeira Crédito Análise de Risco Escoragem de Crédito A Escoragem de Crédito Pesquisa mais Profundamente os Dados Marc Friedland Se questionados, muitos credores poderiam definir a escoragem de crédito como uma ferramenta de auxílio na determinação de risco, principalmente na análise das propostas e na administração de contas. Embora não exista nada de errado com esta descrição, ela ainda está muito longe de descrever as aplicações da escoragem de crédito atual. Durante a última década - e, especialmente, nos últimos três a cinco anos - as empresas mais importantes de escoragem de crédito vêm analisando mais intensamente os dados, formatando e aprimorando o grau de predição dos modelos de escoragem de crédito. Explorando e descobrindo dados, as empresas desenvolveram modelos altamente específicos, que agora estão disponíveis no mundo inteiro. Essa especificidade tem levado a decisões mais refinadas e lucrativas. Atualmente, os modelos de predição de risco, por exemplo, são específicos para tipos de empréstimo. Mais do que utilizar um modelo de predição para calcular o risco de todos as carteiras - ou ter de confrontar o custo e as exigências de dados para um desenvolvimento inteiramente sob medida - um credor ou emissor pode encontrar modelos de escoragem rapidamente disponíveis e a preços razoáveis, com alto grau de predição para um tipo particular de carteira. Existem modelos de escoragem, por exemplo, para empréstimo parcelado, empréstimo de veículos, carteiras de cartão de crédito, hipotecas e empréstimos a pequenas empresas. Na realidade, hoje em dia, um banco pode utilizar modelos diferentes de escoragem para avaliar a solicitação de empréstimo e a de cartão de crédito para a pequena empresa. A escoragem de crédito também é específica para o resultado que se está prevendo. Além do risco, os credores de crédito podem, agora, utilizar a escoragem de crédito para prever outros resultados. Qual é a receita esperada ou quanto uma conta pode gerar? Quem está mais propenso a atender uma oferta? Até que ponto você vai poder manter uma conta? Até mesmo a quantia provável a ser recebida de contas há muito inadimplentes. Todas estas ferramentas de escoragem de crédito e os benefícios resultantes estão acessíveis e disponíveis para credores e emissores de todos os portes. Utilizando uma variedade de escores, individualmente ou em combinações, os credores e emissores podem desenvolver estratégias vitoriosas para todo o ciclo de crédito ou de empréstimo: desde marketing, análise de proposta, administração de contas até cobranças. A escoragem de credito pode auxiliar na simplificação de operações e eliminação de custos, na redução de perdas, na ampliação de carteiras, no incremento das receitas e no aperfeiçoamento do atendimento ao cliente. Vamos rever alguns desses escores - aqueles que estão disponíveis através dos credit bureaus ou, diretamente para credores e emissores - que podem auxiliar no aprimoramento das operações. Escores De Risco Moldados Muitos credores e emissores já estão utilizando os escores de risco de credit bureaus para auxiliar nas decisões de aprovação ou não de propostas de empréstimos ou de crédito. Atualmente, os credores e emissores podem suplementar seus processos de análise de proposta com outros tipos de escores de risco de credit bureaus ou com o emprego de modelos de escoragem de aceitação, colocando maior poder de predição atrás de cada decisão. Em ambos os casos, os credores e emissores encontrarão escores moldados para cada tipo de carteira. Primeiramente, vejamos as escores de risco moldados disponíveis nos credit bureaus. Modelos de Escoragem por Segmento de Indústria Os principais credit bureaus do

2 país estão, agora, oferecendo aos credores escores de risco moldados para segmentos de indústria específicos, tais como financiamento de veículos, financiamento pessoal, empréstimos parcelados e cartão bancário. Os escores incorporam informação adicional de crédito com grau de predição para cada segmento específico. Um escore de cartão bancário, por exemplo, coloca uma ênfase adicional nas características de saldo e de utilização; um escore para financiamento de veículo examina a performance da pessoa física em empréstimos de veículo anteriores e atuais. Escores de risco moldados distinguem melhor as performances com bom e mau futuro para aqueles tipos de empréstimos ou segmentos de indústria especiais. Esta maior separação permite aos credores aprimorar suas decisões de crédito ao aprovar mais contas potencialmente boas, sem aumentar as taxas de perdas, e ao rejeitar mais contas potencialmente más, sem afetar a taxa de aprovação das melhores. Modelos de Escoragem de Hipotecas Atualmente, os credores de hipoteca ou de crédito garantido por imóvel podem escolher escores do credit bureau para auxiliá-los na tomada de decisão de aceitação e administração. Os credores podem utilizar os escores globais de risco de credit bureau disponíveis em todos os principais bureaus, escores desenvolvidos a partir dados compartilhados dos relatórios de crédito ou um novíssimo score criado especificamente para empréstimos hipotecários. Hoje em dia, muitos credores estão utilizando os escores globais de risco de credit bureau para avaliar o componente "reputação do crédito" dos três C s do empréstimo hipotecário [Caução (montante do empréstimo/valor do bem), Caráter (histórico do crédito) e Capacidade (renda para cobrir tanto a dívida da hipoteca quanto outras dívidas)]. Em cartas separadas à indústria em 1995, tanto Freddie Mac como Fannie Mae recomendaram a utilização dos escores de risco de credit bureau para credores que planejem vender seus empréstimos às respectivas agências do mercado secundário. Como fazem com todas as carteiras, os escores de risco de credit bureau auxiliam os credores a preverem a probabilidade de um solicitante reembolsar o empréstimo hipotecário conforme os termos e condições pactuados. Uma outra opção, que auxilie a garantir que um escore é baseado em quantidade abrangente de dados, é a de escore de risco de hipoteca, disponível através das maiores agências de relatório de crédito de hipoteca, que combinam dados de todos os três credit bureaus nacionais. Um escore foi recentemente introduzido, baseado na tecnologia de modelos de escoragem múltiplos, que auxilia a aprimorar a identificação de risco nos empréstimos de hipoteca e de crédito garantido por imóvel. O escore é disponibilizado diretamente de qualquer empresa de relatório de crédito de hipoteca. Além da escoragem de aceitação de proposta, os escores de risco de hipoteca oferecem oportunidades aos credores de aperfeiçoar suas operações de outras formas. Utilizando escores, os gerentes de subscrição podem estabelecer estratégias que direcionem as solicitações de empréstimo a diversos subscritores ou níveis de subscrição. Os credores de hipotecas podem utilizar os escores para estabelecer preços escalonados, oferecer várias taxas, remunerações e points baseados no risco. Os credores podem, também, utilizar esses escores para monitorar a qualidade dos empréstimos por fontes de origem, tais como corretoras e financeiras. Conforme os escores ganham a confiança dos credores, eles são utilizados para pré qualificar os solicitantes no ponto de venda. Modelos de Escoragem de Dados Compartilhados por Segmento de Indústria Específico Escores de aceitação ainda mais específicos podem ser encontrados fora dos credit bureaus. Para dar aos credores e emissores uma alternativa de custo eficaz ao desenvolvimento de modelos de escoragem sob medida, os credores e os emissores podem acessar os modelos de escoragem de dados compartilhados, que são específicos para segmentos de indústria ou tipos de carteiras. Estes modelos de escoragem tornam o emprego de escoragem de aceitação possível para os concedentes de crédito de médio e pequeno porte, que não possuem dados suficientes para desenvolver um modelo de escoragem sob medida. Eles também podem ser entregues em alguns dias e facilmente implementados num sistema de processamento automatizado da solicitação, tal como um software de PC. Os modelos de escoragem de dados compartilhados podem ser desenvolvidos empiricamente ou por bom senso. Os modelos de escoragem desenvolvidos empiricamente apresentam-se em duas versões: modelos de escoragem pré desenvolvidos e modelos de escoragem feitos parcialmente sob medida. Os modelos de escoragem pré desenvolvidos são baseados num segmento de indústria específico ou numa carteira de nicho típico. Estes incluem modelos de escoragem para empréstimos diretos, indiretos e cartões de crédito. Os modelos de escoragem feitos parcialmente sob medida são desenvolvidos a partir de um subgrupo de dados que melhor combinam com a carteira do credor ou emissor. Um modelo de escoragem de dados compartilhados feitos parcialmente sob medida pode ser modificado por região geográfica, tipo de produto financeiro (tal como cartões de crédito "premium"), tipo

3 de empréstimo (tal como trailers) ou tipo de solicitante (tal como solicitantes de alto risco). Os modelos de escoragem desenvolvidos pelo bom senso ou experiência também são moldados a fatores específicos, mas são utilizados quando a empresa não possui informação suficiente para desenvolver um modelo de escoragem empírico. A empresa fornecedora de escoragem extrai de sua experiência a determinação de características, atributos e pesos com valor de predição. Estes modelos de escoragem são ideais para os pioneiros, que exploram novos mercados ou oferecem produtos inovadores. Modelos de Escoragem de Dados Compartilhados para Pequenas Empresas O mais recente modelo de escoragem de dados compartilhados desenvolvido, que se beneficia do crescente mercado de credores a pequenas empresas, combina automação e escoragem para auxiliar no aprimoramento importante da eficiência com que pode crivar e processar propostas de crédito. Os usuários consideram que o sistema reduz particularmente o tempo de processamento de uma média de 12 horas por proposta para menos de 15 minutos e auxilia tanto na ampliação da carteira, quanto na melhoria de sua qualidade. Os credores de certas pequenas comunidades podem combinar seus próprios conhecimentos de suas comunidades com o software para simplificar ainda mais as subscrições futuras. Muitos desses modelos de escoragem são desenvolvidos a partir de dados fornecidos por bancos membros da Robert Morris Association (RMA), uma associação de administradores de empréstimos comerciais e gerentes de risco de crédito com mais de instituições financeiras associadas. Estes modelos de escoragem apoiam credores que atendem propostas com vendas abaixo de US$ 5 milhões e aplicações até US$ 250 mil no crédito. Os modelos de escoragem estão disponíveis para altas solicitações de crédito (acima de US$ 35 mil) e para baixas, com ou sem os dados de demonstrativos financeiros. O modelo de escoragem para créditos altos avalia a informação para a solicitação de crédito de uma empresa de até dois titulares; dados do balanço financeiro; relatórios de crédito pessoais e da empresa. Dos dois modelos de escoragem para baixas solicitações de crédito, um utiliza informação do balanço financeiro tradicional, além dos dados de pessoa física do credit bureau e a solicitação; o outro utiliza somente os dados de pessoa física do credit bureau e a solicitação, permitindo aos credores o processamento ainda mais simplificado, se sentirem que a análise financeira da empresa para pequenas solicitações de crédito não é necessária. Estes modelos de escoragem também possuem outras características únicas. Primeiro, eles pesam a informação a partir de dois titulares, a fim de produzir um escore comercial combinado. Depois, utilizando a tabela completa de referência do Relatório de Estudos Anuais da RMA, o modelo de escoragem compara as porcentagens financeiras de empresas solicitantes aos padrões do mesmo segmento, permitindo aos credores avaliar mais as indústrias dentro de seu segmento do que vagamente. Um modelo de escoragem de dados compartilhados foi introduzido recentemente para cartões de crédito empresariais. Os dados foram fornecidos por um grupo de bancos, criando um modelo de escoragem moldado para avaliar propostas para cartões empresariais com limites até US$ 50,000 para empresas com vendas abaixo de US$ 5.0 milhões. Além Da Avaliacao De Risco Em 1996, a escoragem de crédito não pára no cálculo de risco. Atualmente, os credores e emissores podem utilizar o poder de predição da escoragem de crédito para identificar prospects com probabilidade de geração de receita, manter contas e recuperar pagamentos de algumas contas há muito inadimplentes. Identificando Geradores de Receita Os emissores reconhecem que suas estratégias competitivas necessitam mais do que o cálculo de risco para identificar os melhores prospects de cartões bancários. Critérios relacionados à atividade rotativa do saldo e à utilização podem auxiliar a identificar os prospects de cartões bancários com alto potencial de receita. As novas ferramentas e abordagens oferecem aos emissores formas mais refinadas de aferir a utilização do cartão e o valor do cliente. Muitos emissores estão recorrendo à escoragem de receita - disponível através dos três principais credit bureaus - para melhor identificar clientes preferenciais em potencial e para dirigir e adequar as ofertas do produto. Os escores de receita classificam o valor relativo de receita líquida que a conta de um cartão bancário poderá gerar num período de 12 meses após o escore, bem como a possibilidade dessas contas manterem um saldo rotativo. Existe uma diferença importante entre projetar receita futura e saldos futuros. Uma projeção de saldo prevê somente um único aspecto da atividade da conta no futuro. Uma projeção de receita prevê as receitas reais esperadas da cobrança de juros e dos cargos de transação; em essência, ela prevê tanto o saldo quanto a propensão de movimentá-lo rotativamente. Os escores de receita, utilizados em conjunto com escores de risco, são capazes de definir mais precisamente o potencial de lucro de uma conta atual ou de uma conta de prospect e render uma sugestão de estratégia. Os credores e os emissores podem alterar a ênfase das estratégias de aquisição de conta, de minimização do risco à

4 maximização do lucro e moldar produtos e ofertas efetivamente ao identificar cada perfil de risco/receita. Esta estratégia pode identificar novos prospects, que devem ser somados à base de dados para a mala direta, tais como aqueles de alta receita, que ficam acima do corte de baixo risco e aqueles logo abaixo do corte de alto risco. As ofertas feitas para estes novos grupos podem ser delineadas para estimular a resposta e limitar o risco, respectivamente. Eliminando os segmentos da base de dados, que se situam próximos dos pontos de cortes de risco e que possuem escores de baixa receita, pode-se reduzir os custos de correios associados a aquisição de contas. Os escores de receita são, também, eficazes na venda cruzada de outros produtos para contas existentes. Na aquisição de contas, os escores de risco e de receita permitem aos emissores negociar com o potencial de um prospect para a geração de receita e efetivação de pagamentos, enquanto controlam o risco. No entanto, na administração de contas, os escores de receita e de risco do credit bureau fornecem uma visão externa do comportamento dos clientes sobre todas as suas contas. Tal visão pode ser extremamente útil na determinação, por exemplo, de quem visar em campanhas criadas para acelerar a utilização e aumentar a lealdade ao produto, ou quais clientes inativos possuem maior potencial para gerar receitas. Os escores de receitas podem, também, segmentar carteiras para programas de fidelização e de vendas cruzadas mais eficazes e identificar clientes preferenciais para tratamento prioritário. Escoragem para Fidelização de Contas Como os credores e emissores competem por contas atrativas, um fato de grande preocupação é o atrito. No momento que o cliente telefona para cancelar um cartão, geralmente é tarde demais para fazer qualquer coisa. Estudos de atritos no estágio inicial - aqueles sinais que proporcionam ao credor ou emissor tempo suficiente para implementar uma estratégia a fim de manter a conta - resultaram no desenvolvimento de modelos de fidelização de clientes e, mais recentemente, na disponibilidade de um escore de fidelização baseado no credit bureau. Tais escores auxiliam na sintonização dos esforços de fidelização de boas contas, ajudando os emissores a identificar onde e quando agir - antes que seja tarde demais. Os pesquisadores também verificaram que contas com atividade baixa ou em declínio fecham de forma voluntária mais freqüentemente, bem como as mais antigas (com cinco anos ou mais) e contas de baixo risco (inclinadas a solicitações múltiplas). Os escores levam em consideração diversas advertências das contas que precederam o atrito. Estas incluem negócios novos com cartões de bancos aparecendo no dossiê de crédito e, também, contas com altos saldos caindo a zero. Maximizando a Cobrança Muitos credores e emissores são menos otimistas sobre recuperar pagamentos de contas há muito inadimplentes. Eles sabem que quanto mais uma conta for inadimplente, menos provável se torna a possibilidade de recuperar a quantia emprestada. Atualmente, existem produtos de escoragem de cobrança prontos para o uso, baseados em dados do credit bureau, disponíveis para auxiliar os gerentes de cobrança a tornar mais eficiente o uso dos recursos a sua disposição. Estas ferramentas de escoragem avaliam a provável quantia relativa a ser recuperada de contas de cartões bancários inadimplementes de três a sete ciclos. Priorizar contas por escore auxilia os credores a direcionar ações de cobrança mais eficientemente, de acordo com o potencial de pagamento do cliente. Emissores de cartão podem extrair benefício máximo através da integração destes escores de cobrança nas práticas de cobrança atuais, juntamente com revisões de saldos bancários e outras informações em nível de conta. Os escores de cobrança avaliam as informações do relatório do credit bureau contendo todas as obrigações da pessoa física, somando um componente externo importante ao cálculo de toda a concorrência de cobrança. O gerente de cobrança pode dar prioridade a contas com escores altos (aquelas mais passíveis de maior reembolso) e marcar estas contas para maior freqüência de contato. As contas projetadas a reembolsar o mínimo podem ser classificadas como perdas, seguidas de retirada ou liquidação. Através da incorporação de escores de cobrança nas estratégias atuais, os emissores podem ampliar seus retornos nas cobranças pelo direcionamento de tratamento mais eficaz e subseqüente alocação de recursos, conforme justifica o potencial de recebimento da conta. Conclusão A escoragem de credito é uma ferramenta versátil que pode auxiliar os credores e emissores a identificar mais precisamente clientes prospectivos e contas atraentes. Os credores que se favorecem com os benefícios poderosos dos escores de crédito serão aqueles com uma base de clientes lucrativa e substancial. O diferencial competitivo será dos credores que conhecerem seus clientes e prospects, ajustarem seus produtos e estratégias de marketing para combiná-las e mantiverem seus clientes através dos anos. A escoragem pode ajudar a alcançar estes objetivos. Marc Friedland é um especialista em relações de mídia da Fair, Isaac and Company, Inc., uma fornecedora de ferramentas para tomada de decisões estratégicas. A Fair, Isaac está sediada em San Francisco.

5

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

Parte V Financiamento do Desenvolvimento

Parte V Financiamento do Desenvolvimento Parte V Financiamento do Desenvolvimento CAPÍTULO 9. O PAPEL DOS BANCOS PÚBLICOS CAPÍTULO 10. REFORMAS FINANCEIRAS PARA APOIAR O DESENVOLVIMENTO. Questão central: Quais as dificuldades do financiamento

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

1 Introdução 1.1. Contextualização

1 Introdução 1.1. Contextualização 1 Introdução 1.1. Contextualização O mercado de cartões no Brasil ainda está em fase de amadurecimento. A maior estabilização da economia brasileira com o plano real após 1994 permitiu uma explosão da

Leia mais

8 dicas para quem vai abrir uma gestora de fundos

8 dicas para quem vai abrir uma gestora de fundos 8 dicas para quem vai abrir uma gestora de fundos Neste guia, apresentaremos alguns itens que devem ser observados ao abrir uma gestora independente. Por que montar uma gestora independente? Existem várias

Leia mais

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para:

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: PARTE 2 Sistema de Gestão da Qualidade SGQ Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: Possibilitar a melhoria de produtos/serviços Garantir a satisfação

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Como esta nova geração está mudando o setor de finanças. Brasil Julho de 2015

Como esta nova geração está mudando o setor de finanças. Brasil Julho de 2015 Conquistando Millennials: Como esta nova geração está mudando o setor de finanças Brasil Julho de 2015 1 Metodologia PESQUISA GLOBAL AMOSTRA GLOBAL CRITÉRIOS RESULTADOS DO BRASIL Pesquisa online de 20

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Tipos de SAD Orientados por modelos: Criação de diferentes

Leia mais

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha Macroprocesso Referência: sistema de gestão da qualidade pela NBR ISO 9011:2008. Macroprocesso Para a realização do produto, necessitase da integração

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

M = C. (1 + (i. T)) Juros compostos:- Como calcular juros compostos: montante, capital inicial, fórmula, taxa, tempo, etc.

M = C. (1 + (i. T)) Juros compostos:- Como calcular juros compostos: montante, capital inicial, fórmula, taxa, tempo, etc. Material de Estudo para Recuperação 9 ano. Juros Simples O regime de juros será simples quando o percentual de juros incidirem apenas sobre o valor principal. Sobre os juros gerados a cada período não

Leia mais

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09 Demonstração de Fluxo de Caixa Demonstração de Fluxo de Caixa A partir de 28.12.2007 com a publicação

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO Índice Finalidades do crédito à habitação Avaliação da capacidade financeira Ficha de Informação Normalizada (FIN) Prazo Modalidades de reembolso

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Segurança nos investimentos Gestão dos recursos financeiros Equilíbrio dos planos a escolha ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 A POLÍTICA DE INVESTIMENTOS...4 SEGMENTOS DE APLICAÇÃO...7 CONTROLE

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH. Aplicação de instrumentos financeiros

INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH. Aplicação de instrumentos financeiros INSTRUMENTOS FINANCEIROS E ECONÔMICOS PARA GIRH Aplicação de instrumentos financeiros Metas e objetivos da sessão Examinar em maior detalhe o que foi apresentado no Capítulo 5 em relação às principais

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

Manual do agente de crédito Banco Solidario

Manual do agente de crédito Banco Solidario Manual do agente de crédito Banco Solidario Trechos relacionados a evitar o superendividamento dos clientes, traduzidos do espanhol A filosofia Viver Solidário pode ser aplicada a tudo na vida. Em nossa

Leia mais

CADASTRO POSITIVO. Ricardo Loureiro Diretor de Produtos PF

CADASTRO POSITIVO. Ricardo Loureiro Diretor de Produtos PF CADASTRO POSITIVO Ricardo Loureiro Diretor de Produtos PF AGENDA O QUE É O BUREAU POSITIVO IMPORTÂNCIA E EFEITOS SOBRE O CRÉDITO BENCHMARKING EXPECTATIVAS DE UTILIZAÇÃO NOS NEGÓCIOS EXPERIÊNCIAS DA SERASA

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL

ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL ELABORAÇÃO DE UM ORÇAMENTO DE CAPITAL 1. Introdução Uma empresa é administrada para satisfazer os interesses e objetivos de seus proprietários. Em particular, a organização de atividades econômicas em

Leia mais

OS FUNDOS DE INVESTIMENTO

OS FUNDOS DE INVESTIMENTO OS FUNDOS DE INVESTIMENTO CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 Os Fundos de Investimento O que é um Fundo de investimento? Um fundo de investimento é um instrumento financeiro

Leia mais

CAPÍTULO 12. Gerenciando relacionamentos e desenvolvendo fidelidade. 2006 by Pearson Education do Brasil 12-1

CAPÍTULO 12. Gerenciando relacionamentos e desenvolvendo fidelidade. 2006 by Pearson Education do Brasil 12-1 CAPÍTULO 12 Gerenciando relacionamentos e desenvolvendo fidelidade 2006 by Pearson Education do Brasil 12-1 Quatro estágios da fidelidade de marca em um cliente Fidelidade cognitiva: percepção baseada

Leia mais

opções de crédito para sua empresa

opções de crédito para sua empresa para sua empresa sumário introdução... 3 cartão bndes... 6 Introdução... 7 Custos operacionais... 8 Recebimentos... 9 Distribuidores... 9 Exemplos de operação...10 Revendedor compra com o Cartão BNDES

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo Mercado CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos e

Leia mais

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos.

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos. Demonstrações Financeiras O Papel de Finanças e do Administrador Financeiro Professor: Roberto César O que é Finanças? Podemos definir Finanças como a arte e a ciência de administrar fundos. Praticamente

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais

Rua José de Alencar, 377/06 Menino Deus 90880.481 Porto Alegre RS Brasil fone/fax [51] 3012.1365

Rua José de Alencar, 377/06 Menino Deus 90880.481 Porto Alegre RS Brasil fone/fax [51] 3012.1365 Rua José de Alencar, 377/06 Menino Deus 90880.481 Porto Alegre RS Brasil fone/fax [51] 3012.1365 guilherme@2dayconsultoria.com patricia@2dayconsultoria.com www.2dayconsultoria.com A p r e s e n t a ç ã

Leia mais

No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o

No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o DATABASE MARKETING No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o empresário obter sucesso em seu negócio é

Leia mais

Questão em foco: Gerenciamento do Portfólio de Produto em uma estratégia de PLM. Fechando o ciclo de planejamento do produto

Questão em foco: Gerenciamento do Portfólio de Produto em uma estratégia de PLM. Fechando o ciclo de planejamento do produto Questão em foco: Gerenciamento do Portfólio de Produto em uma estratégia de PLM Fechando o ciclo de planejamento do produto Tech-Clarity, Inc. 2010 Sumário Introdução à questão... 3 As Primeiras Coisas

Leia mais

Desdobramento da estratégia em indicadores de gestão. Palestrante: Paulo Ivan de Mello Gerente de Processos e Qualidade Serasa Experian

Desdobramento da estratégia em indicadores de gestão. Palestrante: Paulo Ivan de Mello Gerente de Processos e Qualidade Serasa Experian Desdobramento da estratégia em indicadores de gestão Palestrante: Paulo Ivan de Mello Gerente de Processos e Qualidade Serasa Experian A Experian No mundo líder de mercado Londres Nottingham Grupo de origem

Leia mais

Compras de recebíveis, avaliações e consultoria INVESTIMENTOS EM RECEBÍVEIS. Liberte O VALOR DE SEUS RECEBÍVEIS

Compras de recebíveis, avaliações e consultoria INVESTIMENTOS EM RECEBÍVEIS. Liberte O VALOR DE SEUS RECEBÍVEIS Compras de recebíveis, avaliações e consultoria INVESTIMENTOS EM RECEBÍVEIS Liberte O VALOR DE SEUS RECEBÍVEIS INVESTIMENTOS EM RECEBÍVEIS Temos os recursos para financiar as maiores transações e examinamos

Leia mais

Comunicação Digital Empresarial MANUAL DO CURSO

Comunicação Digital Empresarial MANUAL DO CURSO Comunicação Digital Empresarial MANUAL DO CURSO ESPM Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP Informações Central de Relacionamento: (11) 5081-8200 (opção 1) Segunda a sexta 9h às 20h45 Sábado

Leia mais

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Tech-Clarity, Inc. 2008 Sumário Introdução à questão... 3 Cálculo dos benefícios do Gerenciamento

Leia mais

Crédito e Cobrança no mercado de Telecom. Out/2009

Crédito e Cobrança no mercado de Telecom. Out/2009 Crédito e Cobrança no mercado de Telecom Out/2009 Desafios de crédito em Telecom aumento do market share aquisição de novos clientes; manter os existentes. otimização do Ebtida separar claramente os bons

Leia mais

AULA 13 Marketing de Serviços

AULA 13 Marketing de Serviços AULA 13 Marketing de Serviços Quatro estágios da fidelidade de marca em um cliente Fidelidade cognitiva: percepção baseada na informação de atributo de marca de que uma marca é preferível às suas alternativas.

Leia mais

Painel da Indústria Financeira - PIF

Painel da Indústria Financeira - PIF Painel da Indústria Financeira - PIF Agenda Desintermediação Bancária nas Operações de Créditos Relacionamento com Instituições não Bancárias As Razões de Uso do Sistema Financeiro, segundo as Empresas:

Leia mais

Cartões Private Label

Cartões Private Label Cartões Private Label Quando implementar? Como ativar? Por que ir além? Walter Rabello Quando Implementar Como Ativar Por que Ir além O que é Private Label? Para quem trabalha no mercado de cartões: Cartão

Leia mais

dynam PROPOSTA OFICIAL PARA PPC (Links Patrocinados) publicidadeonline AGÊNCIA SEARCH ENGINE MARKETING Marketing de Busca

dynam PROPOSTA OFICIAL PARA PPC (Links Patrocinados) publicidadeonline AGÊNCIA SEARCH ENGINE MARKETING Marketing de Busca PROPOSTA OFICIAL PARA PPC (Links Patrocinados) dynam publicidadeonline AGÊNCIA SEARCH ENGINE MARKETING Marketing de Busca Av. Carlos Gomes 141 Suite 411 - Porto Alegre. RS Tel. +55(11) 3522-5950 / (51)

Leia mais

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos.

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. 2015 Manual de Parceiro de Educação Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. Prêmios Reais, a Partir de Agora Bem-vindo ao Intel Technology Provider O Intel Technology Provider é um programa

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 O RISCO DOS DISTRATOS O impacto dos distratos no atual panorama do mercado imobiliário José Eduardo Rodrigues Varandas Júnior

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital Muitos empreendedores apontam como principal retardo para o crescimento das MPE s no Brasil a dificuldade em se obter financiamento, devido às exigências estabelecidas

Leia mais

Linha BNDES Exim Automático

Linha BNDES Exim Automático Linha BNDES Exim Automático Ajudando sua empresa a exportar mais através da rede de bancos credenciados do BNDES no exterior Como incrementar as exportações da minha empresa oferecendo mais prazo de pagamento

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Como desenvolver o seu plano empresarial

Como desenvolver o seu plano empresarial PLANO EMPRESARIAL Como desenvolver o seu plano empresarial l Esta apresentação tem por objetivo sugerir a criação de um plano empresarial focando q Anatomia de um plano empresarial q Base para a automatização

Leia mais

FGO e FGI. Fundos garantidores de risco de crédito Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar. 2ª Edição

FGO e FGI. Fundos garantidores de risco de crédito Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar. 2ª Edição FGO e FGI Fundos garantidores de risco de crédito Como as micro, pequenas e médias empresas podem se beneficiar 2ª Edição Brasília 2010 Sumário Apresentação 5 5 1 O que é o fundo garantidor de risco de

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 17 a 21 de junho de 2013 Tema 7.3 da Agenda Provisória CE152/INF/3 (Port.) 26 de

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico PERFIL DO CLIENTE Indústria: Mídia Companhia: Valor Econômico Funcionários:

Leia mais

Principais termos e condições dos empréstimos do BIRD

Principais termos e condições dos empréstimos do BIRD BANCO INTERNACIONAL DE RECONSTRUÇÃO E DESENVOLVIMENTO B I R D Principais termos e condições dos empréstimos do BIRD D EPARTAMENTO DE PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS (FPS) TELEFONE: (202) 458-1122 FAX:

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Prof. Fabini Hoelz Bargas Alvarez O que são finanças? Finanças é a arte e a ciência de gestão do dinheiro; Imprescindível, pois todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam dinheiro; A teoria

Leia mais

153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 4 de outubro de 2013 Tema 5.2 da Agenda Provisória CE153/5 (Port.) 30 de setembro

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso!

Fornecedores. Apresentação. www.grupoquantica.com. Nosso desafio é o seu sucesso! Fornecedores www.grupoquantica.com Apresentação 2010 A idéia Fundado e idealizado por Cleber Ferreira, Consultor de Marketing e Vendas, autor do livro Desperte o Vendedor Interior com Técnicas de Vendas

Leia mais

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem www.bettercotton.org Orientação Text to go here O documento Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem da BCI proporciona uma estrutura para medir as mudanças

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 REGULAMENTO Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2013 é uma competição interna da Laureate International

Leia mais

Como combater fraudes e minimizar a inadimplência no processamento de cartões Private Label

Como combater fraudes e minimizar a inadimplência no processamento de cartões Private Label Como combater fraudes e minimizar a inadimplência no processamento de cartões Private Label São Paulo, abril de 2007 Ricardo Loureiro Diretor de Produtos AGENDA Objetivo Contexto de mercado Gestão do Ciclo

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 1 de 5 31/01/2015 14:52 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto

Leia mais

Questões de informações de Crédito na América Latina BRASIL

Questões de informações de Crédito na América Latina BRASIL Questões de informações de Crédito na América Latina BRASIL Papel das Centrais de Informações Comerciais Os objetivos das centrais de informação de crédito são: Apoio à gestão de risco de crédito para

Leia mais

ESD 126 ESD 126 Mercados Econômicos de Energia

ESD 126 ESD 126 Mercados Econômicos de Energia Mercados Econômicos de Energia Características da Demanda Elétrica Demanda de Eletricidade em Hokkaido 5 de março de 2001 Cortesia da Hokkaido Electric Power Co., Inc.: Utilização permitida Dois Dias em

Leia mais

Gestão de Organizações Cooperativas Uma visão aplicada. Davi R. de Moura Costa EESP-FGV/SP

Gestão de Organizações Cooperativas Uma visão aplicada. Davi R. de Moura Costa EESP-FGV/SP Gestão de Organizações Cooperativas Uma visão aplicada Davi R. de Moura Costa EESP-FGV/SP Apresentação Geral 1. Características do Mercado de Serviços 2. A lógica da ação coletiva 3. A gestão das organizações

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br MERCADO DE CAPITAIS É um sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas?

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas? Metas e Objetivos Muito se confunde a respeito destes dois conceitos quando se faz um planejamento estratégico do negócio. A diferença entre Meta e Objetivo, no entanto, é bastante clara como será apresentada

Leia mais

Risco de Crédito. Risco de Crédito. 1. Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito

Risco de Crédito. Risco de Crédito. 1. Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito 1. Estrutura de Gerenciamento de Em observância à resolução 3.721/2009 do Banco Central do Brasil, o Banco GMAC S.A, doravante denominado Chevrolet Serviços Financeiros, instituiu sua estrutura de gerenciamento

Leia mais

Liderança, Cultura e Segurança

Liderança, Cultura e Segurança Liderança, Cultura e Segurança Uma Introdução à Abordagem Liderando Com Segurança (LWS ) da BST A obtenção de melhores resultados em segurança está associada à capacidade da organização de conectar as

Leia mais

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO CVGARANTE SOCIEDADE DE GARANTIA MÚTUA PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO 14 de Outubro de 2010 O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às empresas,

Leia mais

1. Uma situação na qual um comprador e um vendedor possuem informações diferentes sobre uma transação é chamada de...

1. Uma situação na qual um comprador e um vendedor possuem informações diferentes sobre uma transação é chamada de... 1. Uma situação na qual um comprador e um vendedor possuem informações diferentes sobre uma transação é chamada de... Resposta: Informações assimétricas caracterizam uma situação na qual um comprador e

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Ativos Patrimônio Líquido CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS. 1. Custo de Capital

Ativos Patrimônio Líquido CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS. 1. Custo de Capital 34 CAPÍTULO 2 CUSTO DE CAPITAL E CUSTOS FINANCEIROS 1. Custo de Capital Custo de capital é a taxa de retorno que a empresa precisa obter sobre os seus projetos de investimentos, para manter o valor de

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 3 Gestão de capital de giro Introdução Entre as aplicações de fundos por uma empresa, uma parcela ponderável destina-se ao que, alternativamente, podemos chamar de ativos correntes, ativos circulantes,

Leia mais

6. Planejamento do Negócio

6. Planejamento do Negócio 6. Planejamento do Negócio Conteúdo 1. O que é um Plano de Negócios 2. Elaboração de um Plano de Negócios 3. Sessões Propostas para um Plano de Negócios 4. Idéias para um Plano de Negócios 5. Sites para

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CUSTO DO CRÉDITO Índice Componentes do custo do crédito Taxa de juro Comissões Despesas Seguros Medidas agregadas do custo do crédito: TAE e TAEG Taxas máximas no crédito

Leia mais

Sistema Simulador de Negócios

Sistema Simulador de Negócios Sistema Simulador de Negócios Manual do Usuário Versão 1.4.1 INFORMAÇÕES Setor: Tipo de Documento: CTT Centro de Treinamento Tecnocred Manual de Sistema Última Revisão: 21/09/2012 Versão do Template: 1.0

Leia mais

Welcome Call em Financeiras. Categoria Setor de Mercado Seguros

Welcome Call em Financeiras. Categoria Setor de Mercado Seguros Categoria Setor de Mercado Seguros 1 Apresentação da empresa e sua contextualização no cenário competitivo A Icatu Seguros é líder entre as seguradoras independentes (não ligadas a bancos de varejo) no

Leia mais

FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO

FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO INFORMAÇÕES INICIAIS - Eduardo G. Quiza Skype: eduardoquiza quiza@invespark.com.br (41) 3250-8500 - Real Estate: Fundamentos para análise de Investimentos. Elsevier, 2010. 2 MBA

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com.

Análise de Mercado. Análise da Indústria/Setor. Descrição do Segmento de Mercado. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado. josedornelas.com. Artigos de PN Como fazer Análise de Mercado Análise de Mercado A análise de mercado é um dos componentes do plano de negócios que está relacionado ao marketing da organização. Ela apresenta o entendimento

Leia mais

DECIFRANDO O CASH FLOW

DECIFRANDO O CASH FLOW Por: Theodoro Versolato Junior DECIFRANDO O CASH FLOW Para entender melhor o Cash Flow precisamos entender a sua origem: Demonstração do Resultado e Balanço Patrimonial. O Cash Flow é a Demonstração da

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 05.384.841/0001-63. Informações referentes à MAIO de 2014

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 05.384.841/0001-63. Informações referentes à MAIO de 2014 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O Informações referentes à MAIO de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES. As informações

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Investimento no exterior: MORTGAGE

Investimento no exterior: MORTGAGE Investimento no exterior: MORTGAGE 01. Overview Crise do Subprime 2 01. Overview Crise Subprime Entendendo a Crise do Subprime Baixas taxas de juros levaram ao aquecimento do mercado imobiliários nos EUA

Leia mais

SEMINÁRIO INTERNACIONAL

SEMINÁRIO INTERNACIONAL SEMINÁRIO INTERNACIONAL Performance Budgeting: Orçamento por Resultados Mauro Ricardo Machado Costa Dezembro/2008 1 SEMINÁRIO INTERNACIONAL Performance Budgeting: Orçamento por Resultados PLANEJAMENTO

Leia mais