Duelo de goleadores. PS e BE não alinham na reforma do Estado que o Governo quer. Vender colecções para vencer a crise.

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1 Gratuito Domingo Sábado Porto Lisboa Directora Graça Franco Editor Hugo Monteiro Grupo r/com ÚLTIMAS Gratuito SUBSÍDIOS: Duodécimos aprovados - GOVERNO: Relatório do FMI não é Bíblia - BENFICA-FC PORTO: João Ferreira apita PS e BE não alinham na reforma do Estado que o Governo quer Duelo de goleadores»pág.6 Parlamento Sexta-feira 11 Janeiro 2013 Leia mais PS volta a sugerir a demissão do Governo Hoje, foi o deputado Rui Paulo Figueiredo a falar, no Parlamento, na demissão do Governo.» Pág.5 Taxas moderadoras Isenção continua para crianças e grávidas O ministro da Saúde grantiu que não vai mexer nas isenções de crianças e grávidas.» Pág.4 ANF João Cordeiro sai para concorrer a câmara João Cordeiro deixa o sector farmacêutico e candidata-se a Cascais.» Pág.4»Pág.14 Numismática Vender colecções para vencer a crise LUSA Bareme Rádio Grupo r/com reforça liderança Todas as rádios do Grupo r/com subiram nas audiências no último trimestre de 2012.» Pág.3 OPINIÃO A quadratura do círculo»pág.3 Luís Cabral A 11 de Janeiro : início das Cortes de Almeirim»Pág.16»Pág.2 RR

2 DESTAQUE 02 Numismática Crise obriga portugueses a vender moedas antigas Na Feira de Numismática da Praça D. João I, no Porto, o negócio de quem vende, compra e até de quem troca está mais fraco. Quem por lá passa, para tentar vender o que tem em casa, por causa da crise, nem sempre consegue fazer dinheiro. Outras vezes vende a muito baixo preço. Moedas, moedas e mais moedas. Se a colecção vale mais do que o metal a numismática acontece. Convicção que tem sido abalada pelas dificuldades económicas. A falta de dinheiro tem sido vil para quem gosta de coleccionar. O valor numismático de uma moeda passou a ser medido ao quilo. Há quem não tenha escolha e se esteja a desfazer de raridades. Carmindo Martins Domingos é dos mais antigos na Feira de Numismática da Praça D. João I, no Porto. Garante, à Renascença, que o negócio já viveu melhores dias. Há um ano que vê o volume de vendas a diminuir. Desde então surgiu uma nova realidade: Agora nem tanto, que isto também vai acabando. Há ano e meio atrás aparecia muita gente a vender as moedas portuguesas em prata. Valiam mais pela prata, do que pelo seu valor numismático e houve muita gente que se desfez das moedas só por essa situação. Carmindo revela, ainda, outra forma que algumas pessoas encontraram para fazer dinheiro: Vendem-se muitas, também, para derreter. Com o elevado valor da prata há uns meses atrás compensava derretê-las. Venderam-se quilos e quilos de moedas, para fundir. Dinis Mesquita é um apaixonado pela numismática. Ex-bancário, desde cedo ganhou uma afeição especial por moedas antigas. Há mais de 30 anos que faz a Feira da Praça D. João I e, tal como Carmindo, confirma situações desesperadas de venda forçada de peças antigas. Porém, quando a peça é demasiado valiosa, Dinis Mesquita opta sempre por não fazer negócio. Muita gente está a desfazer-se de bens, de grandes valores. Às vezes até tenho imensa pena das pessoas se estarem a desfazer de peças muito bonitas e raras a preços muito baixos, lamenta. Mas eu, por princípio, não compro. Não quer dizer que os outros colegas não o façam, mas eu não compro. Paulo Oliveira está há cerca de sete anos na Feira de Numismática. Menos tempo é, contudo, suficiente para perceber que os tempos de crise levaram as pessoas. Querer fazer dinheiro o mais rápido possível faz com que, por vezes, cheguem à feira da Praça D. João pessoas que tentam vender moedas e notas sem qualquer valor. Paulo Oliveira pouco pode fazer pelos vendedores mais desesperados, senão informá-los. O que as pessoas trazem são coisas de baixo valor. As pessoas normalmente acham que têm uma mina, que têm uma fortuna em casa. Vêm cá com uma nota que tem 20 anos e dizem que é uma nota antiga. E nós, aquiesce, estamos aqui para informar as pessoas. Por via disso, garante, é muito raro fazer-se uma compra que possa ser considerada de grande valor. Apesar dos tempos complicados, Carmindo Martins Domingos revela que é mais fácil desfazer-se das moedas mais caras que das mais baratas. Ainda aparecem pessoas para comprar. É mais fácil vender uma moeda dessas, muito caras, do que vender moedas baratas. É mais difícil, agora, vender à classe média aquelas moedas que custavam 20 ou 30 euros. Para uma moeda muito rara há sempre comprador. Repare, há leilões de casas especializadas e as moedas mais caras desaparecem todas. A Internet mudou o negócio Com a introdução da Internet no negócio, surgiu um maior intercâmbio entre coleccionistas. Os entusiastas da numismática estão mais bem preparados e com acesso a mais informação sobre o que compram. Apesar de, por vezes, o comércio online estar associado a alguma desconfiança, há já sítios na Internet onde os incumpridores constam de listas negras. A migração para a Internet fez o negócio aumentar. Cresceu, também, a procura de moedas portuguesas por parte de cidadãos estrangeiros. A Feira da Praça D. João I ressente-se dessa nova abordagem ao negócio. Porém, há também quem passe por lá para comprar e depois colocar à venda online. Apesar das novas tecnologias terem ocupado um lugar privilegiado no negócio associado à numismática, a Feira da Praça D. João I, no Porto, continua a ser uma forte referência na hora de decidir sobre o valor coleccionável/numismático e o valor de mercado de uma moeda antiga. RR

3 OPINIÃO Luís Cabral Professor da Universidade de Nova Iorque A quadratura do círculo 03 Veio o relatório do FMI e a sugestão de que o Governo português terá de reduzir a despesa e que a redução da despesa terá de passar por cortes nos pagamentos de salários e pensões. Veio Carlos Moedas, que considera o relatório muito bem feito, muito bem executado. E finalmente veio o país, em peso, classificando a reacção do secretário de Estado como ofensiva para os portugueses. Concretamente, António Seguro reconhece que é preciso reformar o Estado, mas acrescenta peremptoriamente que não é necessário nós cortarmos (...) na saúde, na educação e na segurança social. A oposição ao Governo (incluindo a oposição interna dentro dos partidos do Governo) continua na linha de ignorar regras básicas de aritmética: há que reduzir o défice sem aumentar os impostos (está visto que não dá), nem reduzir as despesas (o Cortar no funcionalismo público é uma medida incontornável (...). E isto não significa acabar com o Estado Social, tão somente reformá-lo e torná-lo mais inteligente que destruiria o Estado Social). Comparado com isto, a quadratura do círculo parece um problema trivial. Reduzir a despesa do Estado português não é questão de pôr os ministros viajando em classe económica, trocar BMW por Volkswagen, ou baixar o nível do ar condicionado no Verão. Tudo isto são medidas importantes (quanto mais não seja pelo exemplo que dão); mas são medidas insuficientes. A grande maioria das despesas do Estado são despesas salariais. Cortar no funcionalismo público é uma medida incontornável (como está na moda dizer). E isto não significa acabar com o Estado Social, tão somente reformá-lo e torná-lo mais inteligente. O país precisa de um Governo com melhor capacidade de comunicação. Mais do que isso, precisa de uma oposição mais inteligente. Eis aqui dois desejos para Bareme Rádio Grupo r/com reforça liderança entre as rádios nacionais A Renascença foi a rádio que mais subiu nas audiências, no último trimestre de Segundo os números que foram ontem conhecidos, os ouvintes aumentaram 20% na chamada audiência acumulada de véspera. O estudo Bareme Rádio, da Marktest, referência neste meio, mostra que a Renascença contacta habitualmente com ouvintes. Também as outras rádios do Grupo r/com renascença comunicação multimédia, RFM, Mega Hits e Rádio Sim, subiram nas audiências. No conjunto, o grupo tem mais de quatro milhões de ouvintes, reforçando assim a sua liderança e subindo para 48,4% de Reach Semanal e aumentando o tempo médio de escuta diário por ouvinte, para 2 horas e 52 minutos. A Renascença viu ainda reforçada a sua posição no target 35/54 anos, crescendo nas classes A/B/C1 e em quase todas as regiões, incluindo Lisboa e Porto. A RFM, que está na luta pela liderança, encurta a distância para a sua principal concorrente em todos os indicadores, sendo a segunda rádio que mais sobe, a seguir à Renascença. Mais de 2,5 milhões de ouvintes ouvem habitualmente esta rádio, que lidera em tempo médio de escuta com 2 horas e 57 minutos. Segundo os dados hoje divulgados a Mega Hits contacta habitualmente com mais de ouvintes e reforça a sua audiência no alvo 18/24 anos, na classe dos Quadros Médios e Superiores e nas classes A e B. A Rádio SIM atinge a sua audiência máxima desde o lançamento em É ouvida habitualmente por cerca de ouvintes.

4 NACIONAL 04 Taxas moderadoras Grávidas e crianças vão manter isenção O ministro da Saúde, Paulo Macedo, garante que não vai mexer nas taxas moderadoras aplicadas a grávidas e crianças, ou seja, estes utentes vão continuar isentos. Não pensamos alterar as taxas moderadoras no regime das crianças nem das grávidas, garantiu Paulo Macedo, confrontado esta manhã, em Lisboa, com a possibilidade de as taxas das urgências sofrerem aumentos da ordem dos 100%, tal como sugere o Fundo Monetário Internacional (FMI) no seu relatório. Nas declarações aos jornalistas, o ministro prometeu apreciar com todo o cuidado a providência cautelar contra o encerramento da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), sobretudo, o que há de novo. Paulo Macedo sublinha, por outro lado, que a posição do Governo não sofreu alterações: Quando temos o mínimo de nascimentos em Portugal, quando temos outras unidades que estão integradas em hospitais de elevadíssima qualidade, como é o caso de Santa Maria, São Francisco Xavier e da Estefânia, esta questão repete-se e repete-se e arrasta-se e arrasta-se, como é típico em Portugal, lamenta. Paulo Macedo falava à margem da assinatura de protocolo entre os Ministérios da Saúde e da Justiça e os hospitais da Luz e do SAMS, para regular a adesão ao projecto Nascer Cidadão. No seu ponto de vista, as providências cautelares abundam na saúde, desde os helicópteros à contestação das receitas, ao longo dos anos. Cerca de 30 personalidades alegam que o Hospital Dona Estefânia não tem condições para integrar os médicos e equipamentos da MAC e lembram o dinheiro gasto nos últimos dez anos para dotar a maternidade com equipamentos topo de gama. Temos imensos investimentos mal feitos pelo Estado ao longo dos anos, respondeu o ministro, ressalvando não ser esse o caso da MAC, que tem prestado um serviço relevante ao país. Mas há investimentos do Estado que, em alguns casos, são constrangedores, como o caso do Hospital Pediátrico de Coimbra, explicou. Temos de tirar elações para o futuro, concluiu. Linha da Beira Alta Comboios já circulam depois de acidente A circulação ferroviária na Linha da Beira Alta, perto de Abrunhosa-A- Velha, Mangualde, interrompida ontem devido ao descarrilamento de um comboio, foi retomada às 10h00, adiantou fonte oficial da Refer. A circulação estava interrompida desde ontem à noite na sequência do descarrilamento de uma composição regional cerca das 20h30, que causou dois feridos ligeiros. O descarrilamento terá sido causado pela queda de pedras na via que provocaram a saída da linha de dois rodados de uma das composições, de acordo com a Refer. O comboio regional, que circulava de Coimbra para a Guarda, transportava 10 passageiros, o maquinista e o revisor. LUSA ANF João Cordeiro deixa cargo para se candidatar a Cascais» Dora Pires O até agora presidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF), João Cordeiro, deixa tudo e vai para a política para se candidatar à Câmara de Cascais. A associação terá de ir a eleições. Em entrevista à Renascença, João Cordeiro garante que deixa a associação, mas também a liderança dos seus negócios pessoais no sector farmacêutico, tudo para responder a um convite do PS, o mesmo partido que, com José Sócrates na liderança, retirou aos farmacêuticos o monopólio da propriedade das farmácias. Foi uma entre muitas guerras que manteve com os socialistas, mas hoje que é candidato à Câmara de Cascais e garante que até tomava um cafezinho com o engenheiro. João Cordeiro assegura ainda que não está preocupado com a futura liderança da ANF e acredita que os sócios saberão encontrar uma boa solução na continuidade. Internet Petição contra abate do cão que matou bebé com mais de 31 mil assinaturas Mais de 31 mil pessoas já assinaram uma petição, disponível na Internet, contra o abate do cão que matou o bebé em Beja. O documento, dirigida ao Canil de Beja e à respectiva veterinária municipal, tem como objectivo lutar contra o abate do cão Zico que atacou uma criança em Beja e de todos os outros Zicos espalhados pelo país, refere o texto. Os subscritores da petição defendem que um cão que nunca fez mal durante oito anos e atacou é porque teve algum motivo e, como tal, o abate não é solução. Nestes casos há que investigar o que causou a reacção do cão (foi provocado ou não está a ser bem tratado, por exemplo) e pode optar-se pela reabilitação/treino do cão, referem.

5 NACIONAL 05 Crise Mais uma voz socialista sugere eleições antecipadas Álvaro quer IRC a 10% dentro de cinco a seis anos O deputado do PS Rui Paulo Figueiredo sugeriu hoje a demissão do Governo num debate no Parlamento com o ministro da Economia, acusando o Executivo de não apresentar resultados e se limitar aos cortes e mais cortes. Se os resultados são zero, se este Governo não tem políticas para o crescimento e o emprego, se falha na execução orçamental, se a solução são cortes e mais cortes, não acha que é tempo de devolver a palavra aos portugueses?, questionou o deputado socialista, durante o debate parlamentar com o ministro da Economia. O deputado do PS invocou os alertas do Presidente da República sobre a necessidade de pôr fim à espiral recessiva da economia portuguesa, acusando o ministro de fazer muitos anúncios, mas com resultados zero. Álvaro Santos Pereira não respondeu à sugestão do deputado do PS. A sugestão de Rui Paulo Figueiredo junta-se à que foi feita, ontem, também no Parlamento, pelo vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro. O socialista sugeriu a necessidade de eleições antecipadas, na sequência das propostas contidas no controverso relatório que o Governo pediu ao Fundo Monetário Internacional. Junqueiro disse que o Governo não foi eleito com este programa e defendeu, por isso, que Pedro Passos Coelho deve demitir-se e apresentar-se a novas eleições. Um Primeiro-ministro que se honra, que tem um programa de Governo deve executá-lo, disse. Ao apresentar, com este relatório, um outro programa de Governo, o executivo deveria submeter-se ao sufrágio universal para ver se as pessoas querem ou não aprovar estas medidas. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, disse hoje que gostaria que dentro de cinco ou seis anos o IRC em Portugal estivesse nos 10% para todas as empresas. Só apostando numa competitividade fiscal forte, só cortando na burocracia e eliminando os procedimentos excessivos e só tornando o país mais amigo do investimento é que iremos voltar a crescer, declarou Álvaro Santos Pereira, no Parlamento. Defendo que devemos ter uma política bastante arrojada a curto prazo, mas acho que devia ser transversal a todas as bancadas e espero bem que o Partido Socialista defenda esta bandeira, disse. O ministro respondia a uma pergunta do deputado do PS Basílio Horta que, num debate no plenário da Assembleia da República, disse duvidar que o ministro da Economia consiga fazer vingar no Governo o objectivo de ter o IRC a 10% para as empresas. O ministro das Finanças não lhe vai dar o IRC. ( ) O senhor ministro não tem Governo para a política que quer fazer. Ou o senhor ministro muda de Governo ou qualquer dia o Governo muda de ministro, disse o deputado socialista. Defendo que devemos ter uma política bastante arrojada a curto prazo, mas acho que devia ser transversal a todas as bancadas e espero bem que o Partido Socialista defenda esta bandeira, começou por argumentar o ministro para em seguida expressar aos deputados os seus desejos. Álvaro diz ter peso político No debate de hoje, o ministro da Economia foi várias vezes confrontado várias vezes pelos deputados da oposição com acusações de falta de peso político. O ministro acusou a oposição de insistir na falácia de dizer que pelo facto de ser um independente não tem peso político no Governo. E puxou dos galões: Acordo de concertação social, quem o fez? Acordo para a reforma laboral, quem o fez? Corte de dois mil milhões rendas na energia, quem a fez? Acordo da Concertação Social no trabalho portuário, quem a fez?. Do lado do PCP, José Lourenço questionou a vontade política do Governo em avançar para a reindustrialização do país, perguntando como é que se explica a venda da Cimpor, um crime económico. Sobre o caso concreto da cimenteira, Álvaro Santos Pereira respondeu que a venda estava em curso há já muitos anos. Atento à Autoeuropa O ministro da Economia diz estar atento às dificuldades no parque Autoeuropa. Perante a quebra de procura, Santos Pereira garante que tem dialogado com empresas e sindicatos, visando encontrar soluções para as empresas em situação mais frágil. Temos vindo a falar com as estruturas sindicais, com as próprias empresas, de forma a conseguir ultrapassar as dificuldades de baixa procura que aconteceu nos últimos tempos, disse o ministro. Segundo Álvaro, o Governo tem apostado no ensino técnico-profissional e no sistema dual de aprendizagem, mecanismos para melhorar a formação dos trabalhadores que se encontrem em períodos de dificuldades. Em relação ao parque Autoeuropa estamos a tentar soluções para as empresas que estão neste momento em dificuldade. Tiago Petinga/LUSA Álvaro rejeitou não ter peso político

6 NACIONAL 06 Reforma do Estado PS considera leviana a proposta da maioria O líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, considera pouco séria - e mesmo leviana - a proposta do PSD e do CDS para a constituição de uma comissão de acompanhamento da reforma do Estado. A intenção dos partidos da maioria foi revelada pelo antigo líder do PSD Luís Marques Mendes, na sua qualidade de comentador político da TVI, sugerindo um convite ao PS para liderar tal comissão. Os partidos da maioria ainda não se pronunciaram, mas Carlos Zorrinho deixou esta manhã a sua resposta, com duras críticas: Esta proposta da maioria de criar uma comissão eventual da reforma do Estado não é uma proposta séria. A maioria nunca quis, de facto, fazer a reforma do Estado, quer apenas branquear o corte de quatro mil milhões de euros, devido à incompetência da sua gestão orçamental. Soubemos que havia técnicos do FMI em Portugal por um comentador, soubemos que havia um estudo por um comentador e ontem voltou a ser um comentador a anunciar que a maioria iria propor a criação de uma comissão. Isto mostra uma atitude leviana por parte do Governo, de um Governo que está impreparado para fazer face à gravidade do momento que o país está a viver, acusou o socialista, em declarações aos jornalistas, no Parlamento. No seu comentário televisivo, Marques Mendes sugeriu que a maioria devia pedir ao PS que presidisse à eventual comissão, mas Carlos Zorrinho diz que o partido está indisponível e lembra que há regras regimentais a cumprir. É preciso dizer que as presidências não se oferecem, têm regras e, pela regra, se esta comissão viesse a existir, nem era o PS a presidir. Mas este processo não é sério e não nos envolvemos em processos não sérios, garantiu. BE não alinha em comissão O líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares, afirmou esta manhã que a sua bancada não vai participar numa comissão parlamentar liquidatária do Estado social e que visa desresponsabilizar a maioria das suas propostas. Numa declaração na Assembleia da República, Pedro Filipe Soares assegurou que se PSD e CDS-PP chegarem a apresentar uma proposta de constituição de uma comissão eventual parlamentar sobre o Estado social, o BE não está disponível para participar. O bloquista sublinhou que já existem outras alternativas no âmbito parlamentar: Se for para discutir alternativas económicas temos a comissão de Economia, temos a comissão de Orçamento e Finanças, se for para discutir o acompanhamento do memorando da troika temos uma comissão eventual para o efeito. O presidente do grupo parlamentar do BE vincou que a sua bancada não integrará uma comissão para desresponsabilizar os partidos da maioria e permitir que eles não assumam as suas posições, como aconteceu esta semana com um relatório [do FMI] brutal sobre o Estado social e demolidor daquilo que foi construído ao longo das últimas décadas no país. LUSA Violência doméstica Governo garante mais 32 vagas para vítimas O país vai passar a ter mais 32 vagas para acolher vítimas de violência doméstica. É o que prevê o acordo assinado hoje entre a Secretaria de Estado da Segurança Social e 11 entidades da rede pública de casas de abrigo. A secretária de Estado, Teresa Morais, considera a medida muito importante por permitir retirar este número de pessoas de uma situação de emergência em que muitas vezes são acolhidas, em pensões ou noutro tipo de instituições, que não têm uma vocação específica para o acolhimento de vítimas de violência doméstica. As 11 casas de abrigo que disponibilizaram as novas vagas vão receber apoio financeiro do Estado no valor de 307 mil euros, verbas provenientes dos jogos sociais explorados pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género vai fazer o acompanhamento da execução da Carta de Compromisso, em articulação com o Instituto da Segurança Social.

7 NACIONAL Martin Schulz Digo ao FMI: entendam-se sobre qual é o caminho certo 07 O presidente do Parlamento Europeu (PE) critica a ortodoxia da austeridade sem crescimento. Martin Schulz falava ontem em Lisboa antes de um encontro com o líder do PS, António José Seguro, onde deixou ainda uma crítica ao Fundo Monetário Internacional (FMI) na sequência do relatório conhecido na quarta-feira. Tomo nota das observações feitas há uns dias pelo mesmo FMI, quando disse que a receita estava errada, e agora vêm com a mesma receita que consideraram errada. Por isso, digo ao FMI: entendam-se primeiro internamente sobre qual é o caminho certo, defende Schulz. O alemão defende que sem investimento e estímulo ao crescimento é impossível a recuperação económica na União Europeia (UE). É a opinião da grande maioria do Parlamento Europeu, disse. A filosofia de que cortes na despesa pública conduzem a mais crescimento económico e os slogans de que é preciso reduzir o défice para ganhar a confiança dos investidores, estas ideias estão erradas. É preciso disciplina orçamental, mas nunca se conseguirá reduzir a divida soberana sem crescimento, argumenta Schulz. O presidente do PE considera errada a posição do seu país, que defende uma forte redução das perspectivas financeiras da UE. Espera por isso que Pedro Passos Coelho continue a apoiar a luta do Parlamento Europeu Seguro e Schulz, ontem, em Lisboa a favor de um aumento do orçamento da UE. Eu e o Primeiro-ministro português concordamos que é preciso um orçamento comunitário ambicioso e espero que ele mantenha essa posição, pois o Parlamento Europeu precisa da cooperação de Portugal no Conselho Europeu sobre essa questão, afirmou. Falei quarta-feira com o presidente da Comissão, Durão Barroso, e ele concorda que é errado reduzir o orçamento comunitário, disse. O encontro com Seguro acontece na véspera do arranque oficial da visita do presidente do PE a Portugal. O líder socialista português assinalou a convergência de pontos de vista [com Schulz] em relação à situação política da União Europeia, o que prova que as divergências não são entre países. Os primeiros-ministros de Portugal e da Alemanha são dois adeptos fervorosos das políticas de austeridade e eu e Martin Schulz somos adeptos de convergência entre disciplina orçamental e crescimento económico, apontou. Seguro elogiou depois a visão política do presidente do Parlamento Europeu e deixou uma nota ideológica: Temos razões de esperança para acreditar que mais socialistas a participarem no Conselho Europeu possam contribuir para a saída da crise pela via do crescimento económico. António Cotrim/LUSA Assistência financeira Troika vai emprestar mais dinheiro a Portugal A troika vai emprestar mais dinheiro a Portugal. Segundo a edição de hoje do Jornal de Negócios, o empréstimo vai subir de 78 para 81 ou 82 mil milhões de euros. São três ou quatro mil milhões de euros de empréstimo que acrescem ao que estava previsto. A informação é confirmada ao jornal pela Comissão Europeia, que garante não haver condições extra na sequência destes valores.

8 NACIONAL 08 Cavaco Silva Corte nas pensões é discriminatório Desigual, excessivo e discriminatório são algumas das palavras utilizadas pelo Presidente da República para classificar o corte nas pensões constante do Orçamento do Estado para Cavaco Silva enviou ao Tribunal Constitucional (TC) as suas dúvidas relativas a três artigos do documento e o semanário Sol revela, hoje, o que escreveu o chefe de Estado em 29 páginas. Cavaco Silva conclui que o documento aprovado no Parlamento discrimina os pensionistas face aos outros cidadãos, sendo sujeitos a um imposto de classe, desigualitário e excessivo. O Presidente não poupa, aliás, nos adjectivos para descrever o que pensa sobre o item pensões : o agravamento fiscal é exorbitante e o investimento de confiança feito pelos reformados não pode ser abruptamente reduzido pelo Estado. O chefe de Estado acrescenta que há desigualdade na tributação entre funcionários públicos e privados. Cavaco Silva pede, por isso, a inconstitucionalidade do corte das pensões e defende a função pública. TC junta quatro pedidos num só processo O presidente do TC, Joaquim de Sousa Ribeiro, anexou no mesmo processo os quatro pedidos de fiscalização de normas do Orçamento do Estado para Segundo a assessoria do tribunal, vai haver apenas um acórdão para a fiscalização pedida pelo Presidente da República, pelo Provedor de Justiça, por deputados do PS e por deputados do PCP, BE e PEV. Se surgirem mais pedidos de fiscalização, caberá de novo ao presidente avaliar as normas questionadas e perceber se o objecto dos pedidos é o mesmo, e depois decidir se os anexa, ou não, a este primeiro processo. LUSA Despedimentos CIP quer reduzir indemnizações e adiar fundo O representante da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Gregório Novo, defende a redução das compensações por despedimento para um número inferior a 12 dias e reivindicou a criação do Fundo de Compensação apenas quando as empresas tiverem equilíbrio financeiro. Os 12 dias era o leque que estava desenhado no memorando de entendimento - de 8 a 12 - e optou-se pela ponta máxima quando expectável era que, eventualmente, se devesse ter optado por um número situado entre o mínimo e o máximo, afirmou Gregório Novo, ontem, depois de uma reunião com os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP, no Parlamento. O Governo entregou na quarta-feira no Parlamento uma proposta de lei que prevê a redução das compensações por despedimento para 12 dias de trabalho por ano, novas regras que devem entrar em vigor já em De acordo com o documento, aprovado em Conselho de Ministros a 27 de Dezembro, a proposta de lei introduz uma nova alteração do Código do Trabalho, ajustando o valor da compensação devida em caso de cessação do contrato de trabalho para os 12 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano trabalhado. Estas alterações visam concluir o processo de revisão da legislação laboral previsto no Memorando de Entendimento com a troika, definindo um valor para a compensação por contrato de trabalho que corresponda à média da União Europeia, salvaguardando, ainda, as expectativas dos trabalhadores. No entanto, e para cumprir o acordo tripartido assinado entre o Executivo e os parceiros sociais, à excepção da CGTP, em Janeiro de 2012, as partes comprometeram-se a criar um Fundo de Compensação em caso de despedimento em simultâneo com as novas regras de redução de indemnizações. Embora dizendo que a CIP está empenhada em cumprir o Compromisso para o Crescimento competitividade e Emprego, Gregório Novo entende que esta não é altura para a entrega de dinheiro a fundo perdido. Duodécimos Pensionistas recebem parte do subsídio de Natal este mês» Ana Carrilho Os pensionistas vão começar a receber o subsídio de Natal em duodécimos já a partir deste mês. O diploma publicado ontem, em Diário da República, entra em vigor hoje, mas produz efeitos entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de A medida abrange os pensionistas do regime geral e reformados e aposentados da Caixa Geral de Aposentações, assim como o pessoal na reserva e desligado de serviço a aguardar aposentação ou reforma. Os reformados da Segurança Social já receberam este mês as pensões sem o acréscimo, pelo que vão ser aplicados retroactivos em Fevereiro. O diploma refere ainda que o regime tem natureza imperativa e excepcional, prevalecendo sobre quaisquer outras normas. No caso dos pensionistas da Função Pública, à parte do subsídio de Natal que couber em cada mês, é deduzida a contribuição extraordinária de solidariedade.

9 NACIONAL 09 INE Subida de preços desacelera para 2,8% em 2012 A taxa de variação média da inflação em 2012 fixou-se nos 2,8%, menos 0,9 pontos percentuais do que em 2011, com a inflação homóloga de Dezembro a manter-se igual à observada em Novembro, nos 1,9%. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), excluindo a energia e os bens alimentares não transformados (inflação subjacente), a taxa de variação média passou de 2,3% em 2011 para 1,5% em Em 2012, verificou-se um crescimento médio anual mais elevado dos preços dos serviços que o observado para os preços dos bens, refere o INE, acrescentando que a componente dos serviços foi influenciada pela aceleração dos preços da restauração, reflectindo a alteração da taxa do IVA de 13% para 23%. Fundão Portas anuncia investimento de multinacional francesa O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, anunciou ontem que a multinacional francesa Altran, de tecnologias de informação e consultoria em engenharia, vai realizar um investimento no interior de Portugal que dará emprego a cerca de 120 quadros qualificados. Paulo Portas, que falava aos jornalistas durante uma visita oficial a Paris, a convite do ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, afirmou que o investimento em causa é bastante relevante e, uma vez que vai ter lugar na zona do Fundão, também tem o significado de contribuir para o equilíbrio entre os vários territórios do país. Em causa está, numa primeira fase, um centro de serviços partilhado, muito focado nas consultorias de engenharia, e que pode ainda crescer para um centro administrativo. É bizarro lançar o debate sobre a reforma do Estado fazendo uma fuga de informação para um jornal de um relatório encomendado pelo Governo ao FMI. Será que o Governo não tem propostas? Ou, tendo-as, receia divulgá-las? O estudo do FMI conterá muitos defeitos. Mas torna evidente um facto: tal como existe, o Estado português é financeiramente insustentável. Até porque já não ninguém empresta dinheiro ao Estado como há dez anos. Não é novidade Medina Carreira e muitos outros alertam há longo tempo para a urgência de emagrecer o monstro, como um dia lhe chamou Cavaco Silva. Mas as pessoas não ouvem aquilo que lhes desagrada, ainda que seja a realidade. As reacções ao relatório do FMI têm sido em geral críticas, incluindo por parte de governantes. Como sempre, a reacção do PS foi de total vacuidade. Mas por detrás da maioria das posições de rejeição está a força corporativa de inúmeros grupos de interesses, que capturaram o Estado. Se, neste país tradicionalmente dependente do Estado, o Governo não for capaz de enfrentar esses lobbies, não haverá reforma digna desse nome. Protesto Ponto de vista Emagrecer o Estado Francisco Sarsfield Cabral Jornalista Carrosséis e buzinas não arredam pé dos ministérios Os carrosséis e as buzinas vão continuar a marcar a paisagem junto ao Ministério das Finanças, ao Ministério da Economia e à Assembleia da República. A Associação Portuguesa de Empresas de Diversão (APED) já se reuniu com diversas entidades, mas isso não chega para desconvocar as manifestações e os desfiles. O presidente da APED, Luís Fernandes, está muito confiante na resposta do próprio ministro das Finanças, Vítor Gaspar, que diz ser o mais esperto e capaz de uma boa surpresa. Estamos a chegar às pessoas certas e a colocar as pessoas certas a trabalhar, pelo menos até ao final de Janeiro, que é o tempo que cá estamos, afirmou. RR

10 INTERNACIONAL 10 Zona Euro Olli Rehn prevê dificuldades nos próximos meses O comissário europeu para os Assuntos Económicos, Olli Rehn, defendeu hoje, em Bruxelas, a necessidade de continuar a concretizar reformas e advertiu que os próximos meses vão continuar a ser difíceis foi um ano de crise, mas também foi um ano de progressos, durante o qual a Zona Euro mostrou a sua resiliência política, afirmou Olli Rehn, num pequeno-almoço/debate, organizado pelo European Policy Center, sobre os próximos passos na resposta da União Europeia (UE) à crise. Este ano, temos de superar a crise e levar os progressos a um novo nível, defendeu o comissário europeu, apontando como prioridades a manutenção do ritmo das reformas económicas, a melhoria da competitividade industrial, a consolidação orçamental e a aposta na reforma da união monetária. Apesar de reconhecer melhorias na situação económica na UE, Olli Rehn afirmou que os próximos meses vão continuar a ser difíceis, devendo ser marcados por algumas tensões sociais, e que os europeus vão continuar a sentir o impacto da crise. O comissário afirmou ainda ver sinais de estabilização em países como Espanha, Irlanda ou Itália, que se reflectem na queda dos custos de financiamento. Questionado sobre a possibilidade de a Comissão Europeia voltar a dar a Espanha mais tempo para corrigir o défice, Rehn disse que o assunto será analisado depois de serem publicados os próximos dados macroeconómicos sobre os países europeus, em Fevereiro. Ainda no que respeita a Espanha, considerou que o programa de recapitalização [da banca] está no caminho certo. O comissário disse, ainda, não esperar que a Eslovénia apresente este ano um pedido de assistência financeira. Parceria Renascença/VER Que ameaças pairam sobre o nosso mundo?» Helena Oliveira O relatório Global Risks 2013, publicado esta semana pelo Fórum Económico Mundial, pinta o planeta Terra em tons carregados. O aumento das desigualdades na distribuição da riqueza e as dívidas públicas insustentáveis surgem no topo dos riscos com maior tendência para se agudizarem na próxima década. E se a persistente debilidade económica incapacita os líderes para abordarem seriamente as alterações climáticas, outros riscos existem, menos mediatizados, que ameaçam profundamente a nossa existência. Todos os anos, em Janeiro, líderes mundiais de diferentes esferas da sociedade, juntam-se em Davos, nos Alpes suíços, com o objectivo de analisar e debater as principais problemáticas que assolam o planeta, tendo como mote um grande tema. Leia mais em ver.pt/conteudos/verartigo. aspx?id=1572&a=geral Euro Nova nota lançada em Maio As notas da série Europa vão ser introduzidas gradualmente na Zona Euro. O processo começa com a nota de cinco euros, que entra em circulação no próximo no dia 2 de Maio. As restantes notas vão ser lançadas ao longo dos próximos anos, segundo um comunicado divulgado ontem pelo Banco de Portugal, sendo introduzidas por ordem crescente. Durante algum tempo, as notas da segunda série vão circular a par das notas da primeira série, que serão retiradas de circulação de forma gradual. Esta segunda geração de notas de euro tem um reforço das medidas de segurança, incorporando novos e melhorados elementos, graças aos avanços tecnológicos que se deram desde a entrada em circulação da primeira série, há mais de dez anos. A marca de água e o holograma incluem um retrato da figura mitológica grega Europa, que dá nome à segunda série de notas de euro. Um elemento de segurança novo que se destaca é o número esmeralda, o qual, dependendo do ângulo de observação, muda de cor, passando de verde-esmeralda a azul-escuro, e apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente, informou o Banco Central Europeu (BCE). Além disso, nas margens esquerda e direita da frente da nota figuram pequenas linhas impressas em relevo, destinadas a facilitar a identificação das notas, especialmente por cegos e amblíopes. Já os padrões e as cores das novas notas manter-se-ão idênticos aos da primeira série, introduzida em A nova nota da série Europa entra em circulação em todos os países da Zona Euro a 2 de Maio, tendo sido apresentada ontem por Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu. A divulgação da nova nota de cinco euros, a primeira da nova série a entrar em circulação, foi o ponto alto da cerimónia de abertura da exposição A nova face do euro, no Museu Arqueológico de Frankfurt, na Alemanha. DR

11 INTERNACIONAL 11 Paquistão Atentados fazem mais de 100 mortos num dia Pelo menos 115 pessoas morreram e 121 ficaram feridas numa série de atentados, levados a cabo, ontem, no Paquistão. O maior número de vítimas registou-se num bairro xiita em Quetta. Um ataque reivindicado por um grupo extremista sunita. As tensões entre xiitas, que compõem 20% da população do Paquistão, e a maioria sunita têmse agravado ao longo dos últimos anos, não só naquele país mas em todo o mundo muçulmano. Um atentado suicida numa sala de jogos, seguida do rebentamento de um carro armadilhado perto do mesmo local, fez cerca de 70 vítimas mortais, incluindo alguns polícias e um fotógrafo. Outras 20 pessoas morreram no início do dia, também num ataque sectário, quando uma multidão se juntava para ouvir um pregador na cidade de Mingora. Finalmente, um terceiro atentado, também em Quetta, mas reivindicado por um grupo separatista do Balochistão, fez 11 mortos, sobretudo trabalhadores de um mercado agrícola. EPA Estados Unidos Tiroteio em liceu norte-americano faz um ferido Um tiroteio numa escola secundária da Califórnia, nos Estados Unidos, provocou, ontem, um ferido, levado de helicóptero para o hospital Kern Medical Center. As autoridades locais informaram a rede televisiva ABC que o alegado atirador na Taft High School foi também detido e ferido, mas sem gravidade. A reacção das autoridades foi imediata e o suspeito foi detido poucos minutos depois, altura em que todos os alunos e professores da escola foram encaminhados para o campo de futebol daquela instituição. Os pais dos alunos foram imediatamente notificados para irem buscar os seus filhos. A notícia surge menos de um mês depois de um atentado em que morreram 26 pessoas no massacre de dia 14 de Dezembro, na escola primária Sandy Hook no Estado de Connecticut. Síria Estados Unidos preocupados com destino de armas químicas O secretário da Defesa dos Estados Unidos afirmou, ontem, que uma das prioridades de Washington e da comunidade internacional é conter as armas químicas sírias, caso o Presidente Bashar al-assad abandone o poder. Trata-se de uma discussão que temos de ter, não apenas com os israelitas, como com outros países na região, no sentido de analisar que medidas devem ser tomadas para proteger esses locais e de modo a que [as armas químicas] não acabem nas mãos erradas, afirmou Leon Panetta, numa conferência de imprensa. O secretário da Defesa dos Estados Unidos realçou que o maior desafio, até ao momento, é ver que medidas a comunidade internacional pode adoptar para que, quando Assad abandonar o poder, haja um processo e procedimentos a seguir, no sentido de proteger os locais onde estão armazenadas as armas químicas na Síria. Panetta afirmou ainda que, agora, não está a ser equacionada a possibilidade de serem destacados militares para o terreno para esse fim, quando questionado pelos jornalistas, apesar de ter frisado que tal irá depender também do que acontecer numa transição. EPA

12 RELIGIÃO 12 Magistrada do Ministério Público Tribunal obriga adventista do sétimo dia a trabalhar ao sábado Uma magistrada, membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, processou o Conselho Superior do Ministério Público por a obrigar a trabalhar ao sábado, alegando que isso atenta contra a lei da liberdade religiosa, mas o tribunal julgou a acção improcedente. Sabendo de antemão as condicionantes ou limitações que o exercício da magistratura do Ministério Público (MP) implicava, a autora, se delas discordasse ou se visse que as mesmas poriam em causa a forma como entende praticar a sua religião, deveria ter escolhido outra profissão, refere o acórdão do Supremo Tribunal Administrativo. O que não pode é querer ser magistrada do MP e, depois, recusar cumprir as obrigações que daí advêm. Os adventistas mantêm 28 crenças fundamentais, encontradas nas Sagradas Escrituras, e a aceitação dessas crenças constitui um pré-requisito para adesão àquela comunidade. Uma dessas crenças é a observância do sábado como dia de descanso, adoração e ministério, abstendo-se de todo o trabalho secular, como está ordenado no Antigo Testamento. A maioria das igrejas cristãs entende que com a ressurreição de Cristo, esse dia de observância passou para domingo. Devido às suas crenças, a procuradora pediu para não trabalhar ao sábado, compensando com trabalho noutro dia, mas o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) indeferiu o pedido, argumentando que a pretensão só podia ser deferida se a requerente estivesse sujeita a um horário de trabalho flexível, o que considera não ser o caso dos magistrados MP junto dos tribunais de primeira instância. A posição foi ratificada pelo Supremo Tribunal Administrativo, que acrescenta que não se pode isolar o exercício do direito de culto do exercício dos restantes direitos nem sobrepô-lo, sem qualquer critério, sobre o cumprimento dos deveres cívicos e jurídicos. Ou seja, não se pode decretar que o direito ao culto, por estar constitucionalmente garantido, deve prevalecer sobre qualquer outro. O tribunal diz ainda que o deferimento da pretensão da procuradora a colocaria numa situação de desigualdade e de privilégio em relação aos seus colegas que professassem outra religião, já que lhe garantia o exercício de um direito que aos outros não era reconhecido. Além disso, lê-se ainda no acórdão, a liberdade de escolha de profissão tem como contrapartida a obrigação do sujeito se adaptar às condicionantes por ela impostas, quaisquer que elas sejam, desde que legais, sobretudo quando elas, como é o caso, são antecipadamente conhecidas. Para Helena Vilaça, socióloga especializada em minorias religiosas, este caso demonstra que a democracia ainda tem muito para crescer neste campo: É mais um caso que vem demonstrar, como está a acontecer em muitos países da Europa, duas coisas. Nem a religião está em vias de extinção, nem a secularização não pode caminhar de forma a resolver o problema da religião remetendo-a só para o indivíduo. A democracia tem muito para trabalhar neste campo, porque se queremos sociedades democráticas e plurais temos de ter em linha de conta as crenças das pessoas. Caso em Inglaterra Este caso vem a público semanas depois de um outro semelhante, no Reino Unido, onde uma fiel da Igreja Baptista, Clestina Mba, levou a sua entidade patronal a tribunal para tentar provar que tinha direito a não trabalhar ao domingo. Mba alega que concordou com a sua entidade patronal, a Câmara de Brighton, não trabalhar aos domingos, Contudo, depois de iniciar funções, a câmara alterou o acordo, alegando que o primeiro tinha sido temporário. Mba ofereceu-se para ganhar menos ou trabalhar noites ou sábados, para compensar. Vários colegas ofereceram-se para trocar de turnos para ajudar, mas a câmara rejeitou todas as sugestões e levou o caso a tribunal. O juiz deu razão à câmara alegando que muitos cristãos trabalham ao domingo e que o descanso dominical não é uma crença central do Cristianismo. AIS Anónimos duplicaram donativos em 2012 A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) recolheu 500 mil euros, em todo mundo, no ano passado para a ajuda de emergência nas regiões onde existem conflitos armados, guerras ou crises humanitárias como a Síria, o Iraque, o Líbano ou Sudão. O número representa mais do dobro dos apoios recolhidos no ano anterior. As ajudas não contam com qualquer apoio estatal e são apenas dependentes da solidariedade de pessoas anónimas. No nosso país, o valor recolhido pela AIS chegou aos 80 mil euros. PUB

13 CULTURA Atelier-Museu Uma pré-inauguração em jeito de prenda para Pomar 13 A melhor forma de assinalar este aniversário de Júlio Pomar era conseguir dar por concluída esta obra, que remonta a reinados quase da Idade Média. Foi com ironia que o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, se referiu à pré-inauguração do Atelier-Museu Júlio Pomar, 12 anos volvidos sobre o início do projecto. O autarca apontou ontem o atraso na abertura como um exemplo de grande parte dos males do país, durante a cerimónia de pré-inauguração do novo espaço cultural, em que estiveram o artista, que ontem completou 87 anos, e o responsável pelo projecto de remodelação do edifício, o arquitecto Álvaro Siza Vieira. O imóvel, um antigo armazém do século XVII, tinha sido adquirido pela Câmara de Lisboa, em 2000, com o objectivo de o recuperar para ali instalar o atelier. O projecto de recuperação do edifício tinha sido adjudicado em 2006, e as obras arrancaram, mas sofreram sucessivas paragens por diversos motivos, um deles foi a insolvência de uma construtora. Costa disse que o projecto, da responsabilidade da CML em parceria com a Fundação Júlio Pomar, está praticamente concluído e deverá abrir ao público em Abril. Custou cerca de 900 mil euros, mas seria menos, se tivesse sido mais célere. É um trabalho notável, de um arquitecto extraordinário, mas, um dia, alguém terá de Pomar festejou os seus 87 anos da melhor maneira fazer um estudo de como uma ideia que terá nascido há 12 anos, no tempo do João Soares [presidente da autarquia], leva tanto tempo a acabar, disse. Costa salientou a perplexidade do caso, porque havia simpatia, vontade, e interesse de todos os presidentes da câmara seguintes, como Santana Lopes e Carmona Rodrigues, mas a obra nunca chegou a ser concluída. Havia um arquitecto extraordinário e um pintor extraordinário. Porque é que isto aconteceu?. Todos os outros presidentes da autarquia foram simpáticos, mas o ponto alto aconteceu sob a égide de António Costa, salientou Pomar. O pintor está feliz com a obra. É uma grande lição dada pelo Siza, o menos fantasista dos arquitectos que eu conheço. Tudo o que ele faz é pensado, sentido, no mínimo detalhe, de forma a construir um ambiente à nossa volta, declarou. A entidade vai acolher um acervo de 400 obras do artista, nascido em Lisboa, a 10 de Janeiro de 1926, e considerado um dos mais importantes criadores nas artes plásticas da História da arte no país. Sara Antónia Matos, directora do atelier-museu disse que o espaço, que tem as obras concluídas, deverá abrir em Abril com uma grande exposição dedicada a quatro períodos importantes da obra de Pomar. Veja o vídeo em vmais.rr.sapo.pt Miguel A. Lopes/LUSA M-Show Pode o teatro reflectir sobre a televisão?» Maria João Costa Pode o teatro reflectir sobre a televisão? É a pergunta de um rosto bem conhecido das telenovelas. Marcantonio del Carlo escreveu o texto e dá-lhe corpo em M-Show, que sobe hoje ao palco da sala estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. O actor dá voz a Sebastião M., o apresentador de M- Show, um popular programa onde os convidados são enxovalhados sem piedade. Apetece-me reflectir, enquanto cidadão, no que é que a televisão, a Internet, a tecnologia nos transforma diariamente. Não numa óptica moralista, de dizer o que é que está mal ou está bem. O que me interessa mesmo saber é em que é que nos estamos a transformar, explica Marcantonio del Carlo à Renascença. Na peça, em que del Carlo contracena com Marta Nunes, o actor questiona a televisão feita por pessoas reais. Há uns anos não se pensava que poderia existir um espectáculo de entretenimento que não fosse ficcionado uma telenovela, um filme, uma série. Hoje em dia existe um reality show, onde amadores estão a representar, e isso tem uma audiência tremenda. É sobre essa transformação que quero reflectir. A peça - um dos temas do Ensaio Geral de hoje (na Renascença, depois das 23h00) - estará em cena na sala estúdio do D. Maria II, até 3 de Fevereiro.

14 DESPORTO 14ª jornada Não é decisivo, mas a decisão passa por ali 14» Silvio Vieira Há quem defina os 90 minutos do clássico de domingo como um traço definitivo para o título. Uma análise precoce, quando ainda falta tanto tempo para o fim da época, mas, em definitivo, o Benfica-Porto é um jogo muito importante nas contas do futuro campeão nacional. O título não se decide domingo, mas a decisão passa pela Luz. O clássico atinge uma dimensão superior se olharmos para as contas da temporada e para a tabela classificativa. Há três pontos e um jogo em atraso a separar Benfica de FC Porto. Os encarnados lideram, mas essa vantagem não é, sequer, considerada por Jorge Jesus. Nenhuma das equipas perdeu, esta temporada, na Liga. O Porto tem a melhor defesa, com seis golos sofridos; o Benfica tem o melhor ataque, com 35 golos marcados. Os números, os jogadores, as equipas provam que no relvado estarão os dois melhores clubes da actualidade, em Portugal. Benfica e FC Porto estão a uma distância considerável do resto do pelotão. A forma, os ausentes e quem está O momento de forma que ambas as equipas atravessam é muito similar. Até na Taça da Liga, Benfica e FC Porto teimam em imitar-se. Terminaram 2012 com um empate, cada, e acabaram por garantir, na última jornada, já em 2013, a qualificação para as meias-finais. À empolgante força do ataque encarnado, o FC Porto responde com a, não menos impressionante, solidez do conjunto, em todos os processos de jogo. O que pode, de facto, dar algum desequilíbrio a esta partida é o talento dos jogadores. Aí, o Porto tem um défice já acumulado, devido à ausência de James Rodriguez. O colombiano, que na época passada foi decisivo no triunfo azul e branco, fica no estaleiro e não há ninguém à altura dele no plantel.steven Defour será, ao que tudo indica, a opção. Outra possibilidade é Izmailov. O russo chegou ao Dragão esta semana, mas a pronta utilização pode até resultar em favor dos azuis e brancos. Uma alternativa mais remota, ainda assim exequível, passa por colocar Alex Sandro a extremo, com a passagem de Mangala para a lateral esquerda e com Maicon de regresso ao eixo defensivo, ao lado de Otamendi. Várias alternativas num plantel, reconhecidamente, curto para as exigências e amputado de Christian Atsu, ao serviço da selecção do Gana. Jorge Jesus, pelo contrário, não se pode queixar da escassez de opções. Ainda que tal fosse questionado no início da temporada, as integrações de Matic, André Gomes e André Almeida resultaram. Há a dúvida se o treinador vai optar pelo regresso de Luisão. O capitão não joga há dois meses, mas está em condições e poderá render Jardel. No meio-campo, estão todos operacionais e Gaitán começa a crescer, de forma evidente na equipa. Rodrigo e Cardozo estão tocados, mas deverão recuperar. Lima, contudo, está disponível e o renascido Kardec também. Equipas prováveis: Benfica Artur, Maxi, Luisão, Garay e Melgarejo; Matic, Enzo Pérez, Salvio e Gaitán; Lima e Cardozo. FC Porto Helton, Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Moutinho e Lucho; Varela, Defour e Jackson Martinez. Braga à espreita. Jesualdo e Cajuda em estreia O Sporting de Braga tem oportunidade, esta jornada, de recuperar terreno para, pelo menos, um dos dois da frente. Os minhotos, em caso de vitória na Madeira, no terreno do Nacional, plantam nova esperança de poderem entrar na luta pelo título. Os insulares, contudo, estão em posição delicada, com a zona de despromoção muito próxima. Para Olhão está reservado um duelo interessante entre dois retornados. Cajuda e Jesualdo estreiam-se na liga portugueses, depois de serem chamados aos bancos, por razões opostas. O algarvio, porque Sérgio Conceição bateu com a porta; Jesualdo, porque o Sporting bateu com a porta a Vercauteren. Hoje, não há jogos, mas amanhã há um duelo duplo entre Minho e Madeira. Além do Nacional-Braga, disputa--se o Guimarães-Marítimo. No domingo, o Paços recebe a Académica. O Gil recebe o Rio Ave, enquanto o Moreirense visita Setúbal. A jornada fecha no segunda-feira, em Aveiro, com o Beira-Mar-Estoril.

15 DESPORTO 15 Sporting Baltazar diz que Godinho Lopes já devia ter saído Pedro Baltazar, candidato derrotado no último acto eleitoral no Sporting, considera que Godinho Lopes já devia ter percebido que o seu tempo na presidência acabou há muito tempo. Godinho Lopes já devia ter percebido que o seu mandato e a sua falta de jeito têm prejudicado o Sporting disse Baltazar à Renascença. O ex-candidato sustenta, por outro lado, que o presidente do Sporting deveria demitir-se antes de uma Assembleia Geral em que pode ser destituido. Nesta entrevista a Bola Branca, Pedro Baltazar afirma estar disponível para fazer parte de uma lista, se forem marcadas eleições. Se a solução encontrada for transitória, vai analisá-la, mas desde que se sinta útil no Sporting, estará disponível para exercer funções. Movistar Rui Costa é uma das apostas para 2013 Rui Costa volta a ser uma das figuras em destaque no grupo de ciclistas que compõem a a equipa da Movistar, para O português, que venceu a Volta à Suíça no ano passado, é aposta para algumas clássicas e para determinadas provas por etapas. O chefe de fila continua a ser Alejandro Valverde. O espanhol, de 32 anos, é aposta para as competições mais importantes, nomeadamente o Tour de França. Além de Costa, a Movistar deposita grande confiança no colombiano Nario Quintana, que terá oportunidade de se mostrar na montanha. A equipa, em fim de contrato com a empresa de comunicações, reduziu o quadro de corredores de 29 para 25. Saíram David López e Vasili Kiryienka, para a Sky, Davi Arroyo, a caminho da Caja Rural, e Sergio Pardilla, agora na MTN-Qubheka. Entre as caras novas, destaque para a incorporação de corredores como o polaco Sylvester Szmyd e Eros Capecchi, ex-liquigas. Ribeiro Cristóvão Jornalista Ponto Final Fiat Lux Não será o jogo de todas as decisões, mas o Benfica-Porto do próximo domingo à noite poderá desde já fazer luz e abrir caminho a uma vitória no campeonato, ainda que fiquem a faltar 17 jornadas para se cumprir a totalidade do calendário. Quem for capaz de averbar os três pontos em disputa, dará um passo importante para descolar do seu adversário mais directo e assim arrancar para uma caminhada mais segura. Neste momento, o Benfica parece reunir melhores condições para poder encarar o clássico com optimismo. Podendo dispor de todas as suas pedras mais influentes, Jorge Jesus apenas terá de fazer opções, uma tarefa que apesar de tudo não se apresenta fácil. É que este jogo implica riscos que o treinador do Benfica não deseja correr, o que equivale por dizer que uma grande ponderação não deixará de lhe causar algumas insónias. Do lado portista, Vítor Pereira irá procurar fazer das fraquezas forças. As limitações com que se debate, seja por ausências ou por lesão, constituem um transtorno que só a conhecida determinação da equipa poderá ajudar a ultrapassar, juntando a isso a tradicional ambição com que encara jogos como este. O histórico mais recente dos clássicos entre o Benfica e o Porto, tendo como cenário o estádio da Luz, é claramente favorável aos dragões. A tendência que noutros tempos apresentava os lisboetas em grande vantagem alterou-se à entrada do novo milénio. De tal maneira que em nove desafios disputados entre ambos, a partir do ano 2000, os dragões averbaram cinco vitórias contra apenas quatro das águias, tendo os restantes terminado com empates. E, sobretudo, todos nos lembramos de como a vitória portista na Luz, em Março do ano passado, serviu de grande embalagem para que a equipa treinada por Vítor Pereira se viesse a tornar bicampeã apenas dois meses depois. Mesmo quando se debate com dificuldades, a equipa nortenha apresenta-se sempre em Lisboa respirando saúde e a apontar para o único resultado que julga possível, o de chegar ao fim de noventa minutos em vantagem, mesmo que não lhe venha a pertencer todo o domínio do jogo. Por tudo isto, o clássico deste domingo é também um teste para Jorge Jesus, um treinador que tem dado mostras de que sabe bem desempenhar a sua função. Veremos como tudo vai terminar, com a certeza de que uma derrota provocará maiores estragos ao Benfica do que aos portistas, no caso de serem estes a regressar à Invicta de mãos a abanar. Ouça a crónica de Ribeiro Cristóvão às 22h30, em Bola Branca

16 ONTEM E HOJE A 11 de Janeiro de Abrem as Cortes de Almeirim, último acto de Portugal independente» Joana Costa 16 Quem disse que a palavra crise apenas define o Portugal dos nossos tempos? Recuamos então ao século XVI. O desaparecimento de D. Sebastião em Alcácer Quibir, em 1478, abriu caminho à União Ibérica, assistindo-se, em Portugal, a uma crise de sucessão dinástica, que interrompe a linha natural da dinastia de Avis e, consequentemente, levará à perda da independência de Portugal. O período entre 1578 e 1580 é conhecido como o período da perda da independência. Três correntes de opinião e seis candidatos ao trono de Portugal surgiram neste período de crise dinástica, que constituiu um dos grandes momentos da História de Portugal, tendo sido esse tempo marcado por uma grande controvérsia política. Porém, já tinha um desfecho previsível, pois desde há muito que ambas as coroas visavam uma união, cada uma defendendo a sua supremacia. Nas Cortes de Almeirim de 1580, iniciadas a 11 de Janeiro, faz hoje 433 anos, questionava-se o direito da nomeação de sucessor ao trono de Portugal: seria o cardealrei D. Henrique quem nomeava ou o povo? D. Diogo de Salema, vereador da cidade de Lisboa e provedor da Saúde, instigava o povo para que se afirmasse nesta decisão. Sabe-se que os nobres e prelados ficaram aposentados em Almeirim, enquanto os procurados dos concelhos tiveram de ir para Santarém por falta de alojamento. As sessões foram realizadas no Convento de São Francisco. Nestas cortes, comunica o bispo de Leiria, D. António Pinheiro, às cortes do clero e nobreza que el-rei estava decidido a fazer um acordo com Filipe II de Espanha. A assembleia concordava. Em Santarém, a resolução do rei inquietava os representantes do povo que designavam que o presidente desta assembleia, Febo Moniz, iria pedir audiência ao cardeal. A 16 de Janeiro, o cardeal recebe Febo Moniz em entrevista que, segundo consta, foi bastante dura. O segundo insistia com o monarca pela designação de um príncipe português para o trono, enquanto o cardeal desconfiava da insistência por uma presumível aliança com D. António, Prior do Crato. Além do mais, D. Filipe prometia grandes e proveitosos privilégios ao reino. Febo Moniz deixa, assim, a entrevista com a resposta de que os representantes dos concelhos preferiam de antes morrer todos do que obedecer a el-rei de Castela. DR Olhar Este é o primeiro retrato oficial de Kate, a Duquesa de Cambridge. A pintura, da autoria do escocês Paul Emsley foi hoje divulgada pela National Portrait Gallery, de Londres. Foto: Nome fotógrafo/agência

17 ÚLTIMAS 17 OE 2013 Duodécimos aprovados O Parlamento aprovou, por larga maioria, a proposta do Governo que prevê o pagamento de metade dos subsídios de férias e de Natal no sector privado em duodécimos, durante o ano de O texto final hoje aprovado tem algumas alterações face à proposta inicial do Governo, uma vez que os trabalhadores têm cinco dias após a entrada em vigor da nova lei para decidirem se pretendem receber metade dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos O PS conseguiu também que a maioria aprovasse uma proposta que garante a tributação autónoma do vencimento e do duodécimo para evitar subidas de escalões. A nova lei só deverá entrar em vigor em Fevereiro. Martin Schulz Ricos devem pagar mais do que pobres O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, defende que os países ricos têm de pagar mais do que os países pobres para ultrapassar a crise. O social-democrata alemão, que está a realizar uma visita oficial a Portugal, dirigia-se aos manifestantes das empresas de espectáculos e de diversão concentrados junto da Assembleia da República, após um encontro com a presidente do Parlamento português, Assunção Esteves. Na Europa, os países mais ricos têm de pagar mais do que os países mais pobres para ultrapassar essas diferenças. Para resolvermos a crise, os ricos têm de pagar mais do que os pobres e os fortes têm de fazer mais do que os fracos, afirmou Schulz. Passos Coelho Relatório do FMI não é a Bíblia do Governo O Primeiro-ministro considerou que o relatório do FMI sobre cortes na despesa está muito bem feito, subscrevendo as palavras do secretário de Estado Carlos Moedas, mas afirmou que ele não é a Bíblia do Governo. Numa conferência de imprensa conjunta com o presidente do Parlamento Europeu, na residência oficial de São Bento, em Lisboa, Pedro Passos Coelho considerou que, nesta altura, é mais importante olhar para o diagnóstico e para os problemas identificados no relatório do Fundo Monetário Internacional do que discutir cada uma das suas propostas. Algumas dessas soluções terão viabilidade, outras não irão ter. Elas não são vistas nem como a Bíblia do Governo nem como o nosso ponto de chegada, acrescentou o Primeiro-ministro. A fechar... João Ferreira apita na Luz TEMPO SÁBADO DOMINGO João Ferreira, 45 anos, oficial do exército, vai apitar o clássico entre Benfica e FC Porto, no domingo, para a 14ª jornada da I Liga. Já o Olhanense-Sporting será dirigido por, Hugo Pacheco. LISBOA 15ºC/8ºC 14ºC/11ºC OM: Conselho de Ética demite-se PORTO 13ºC/10ºC 12ºC/9ºC Os membros efectivos do Conselho Nacional de Ética da Ordem dos Médicos pediram a demissão em protesto contra o comportamento do bastonário, confirmou ao Público um dos demissionários, Nuno Montenegro. FARO 17ºC/9ºC 14ºC/10ºC Cem mil em risco de despejo O aumento do valor das rendas pode pôr em risco de despejo mais de 100 mil inquilinos, de acordo com a As contas são da Associação Portuguesa de Inquilinos. COIMBRA MADEIRA 13ºC/9ºC 12ºC/8ºC Fundações com mais tempo 20ºC/14ºC 15ºC/10ºC O Governo deu mais seis meses às fundações para adaptarem o funcionamento à nova lei-quadro, de acordo com um despacho publicado em Diário da República. AÇORES 16ºC/13ºC 17ºC/14ºC Página1 é um jornal registado na ERC, sob o nº É propriedade/editor Rádio Renascença Lda, com o nº de pessoa colectiva nº O Conselho de Gerência é constituído por João Aguiar Campos, José Luís Ramos Pinheiro, Luís Manuel David Soromenho de Alvito. O capital da empresa é detido pelo Patriarcado de Lisboa e Conferência Episcopal Portuguesa. Rádio Renascença. Rua Ivens, Lisboa.

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