SOLUÇÕES FINANCEIRAS para PME

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOLUÇÕES FINANCEIRAS para PME"

Transcrição

1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5528 DE 11 DE OUTUBRO DE 2012 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE SOLUÇÕES FINANCEIRAS para PME Paul Hanna/Reuters Governo quer empresas a reduzir endividamento Quase 200 empresas aderiram ao programa Revitalizar Conheça as soluções da banca para as PME Microcrédito é cada vez mais uma solução para os primeiros negócios

2 II Diário Económico Quinta-feira 11 Outubro 2012 SOLUÇÕES FINANCEIRAS PARA PME A COMISSÃO EUROPEIA quer combater a cultura perniciosa de atrasos nos pagamentos na União Europeia, responsável pela falência de milhares de pequenas e médias empresas (PME), considerando urgente o cumprimento da nova lei. O executivo comunitário lançou uma campanha de informação nos 27 Estados-membros, com o objectivo designadamente de encorajar o cumprimento da lei. Governo vai forçar empresas a reduzir endividamento bancário O próximo Orçamento do Estado vai limitar a dedutibilidade das despesas com juros do crédito. As alternatvas passam pela abertura do capital das empresas. ANTÓNIO DE ALBUQUERQUE Desde que a troika aterrou em Portugal, em 2011, que os empresários se queixam junto do Governo que a banca cortou o financiamento às empresas. Em causa está o regular funcionamento das empresas com dinheiro fresco para as despesas do dia-a-dia ou para assegurar encomendas. Depois da hipótese TSU, o Governo responde com a limitação da dedutibilidade dos encargos financeiros para diminuir o favorecimento fiscal ao financiamento por dívida bancária, como referiu Vítor Gaspar, ministro de Estado e das Finanças na conferência de imprensa da semana passada, onde anunciou os novos aumentos de impostos. Por outras palavras, o que o ministro das Finanças pretende é que as empresas encontrem outras soluções para financiar a sua actividade, que podem passar pela abertura do capital das empresas a novos sócios (nacionais ou estrangeiros), venda de património (da empresa ou dos empresários), ou ainda para muitas aderirem ao mercado de capitais. Pois o que está em causa são mais de 100 mil milhões de euros de dívidas das empresas não financeiras junto da banca, que com os actuais níveis do preço do dinheiro está a afogar inúmeras empresas e outras a perder competitividade nos mercados externos. Ou seja, das duas uma: ou as empresas reduzem o montante em dívida ou o preço do dinheiro terá de baixar. Segundo contas de Jorge Barros Luís, Chief Risk Officer do Montepio Geral e professor universitário, uma redução do custo médio dos passivos das empresas em três pontos percentuais permitiria uma poupança de aproximadamente três mil milhões de euros ou seja, um impacto próximo do estimado para a recente proposta de alteração da TSU entretanto abandonada, (ler entrevista ao lado). Para já a verdadeira dimensão da medida do Governo nas contas das empresas só será conhecida aquando da apresentação do Orçamento do Estado para 2013, na próxima segunda-feira. Contudo, foram várias as vozes, ao longo dos anos, que têm alertado para o excesso de endividamento das empresas portuguesas junto da banca em detrimento dos ca- CARLOS COSTA Governador do Banco de Portugal Ao longo dos anos, não foi feito o suficiente para que o tratamento entre dívida e capitais próprios tornasse mais atractivo este último. LUÍS LAGINHA DE SOUSA presidente da NYSE Euronext Lisboa Já defendi esta alteração várias vezes junto dos governos. pitais próprios. Na Alemanha, por exemplo, os empresários são obrigados a assegurar 50% de um investimento com o recurso a capitais próprios da empresa, a par da carta das PME definir um outro conjunto de obrigações como saberem duas línguas ou estarem abertos a novos talentos, entre outras. Governador do Banco de Portugal defende outras alternativas de financiamento Ainda recentemente, o governador do Banco deportugaleopresidentedanyseeuronext Lisboa defenderam uma alteração no tratamento fiscal das formas de financiamento das empresas, criando uma igualdade entre capitais alheios e capitais próprios. Carlos Costa afirmou que, ao longo dos anos, não foi feito o suficiente para que o tratamento entre dívida e capitais próprios tornasse mais atractivos estes últimos. Actualmente, as empresas podem deduzir os juros da dívida, o que acaba por tornar esta forma de financiamento mais favorável. Temos de ver o que podemos fazer para assegurar um tratamento neutral, melhor seria até um mais favorável, ao autofinanciamento, afirmou o governador do Banco de Portugal. Luís Laginha de Sousa, presidente da NYSE Euronext Lisboa disse ter já defendido esta alteração várias vezes junto dos Governos. Penso que isso pode resolver uma parte importante do problema, ajudar a um reforço dos capitais próprios das empresas, um passo num momento em que existem dificuldades de financiamento e é necessário dinamizar o mercado de capitais. Uma ideia também partilhada por outro governante que tutela o capital de risco, Carlos Nuno Oliveira, secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação. O responsável político tem defendido que as empresas portuguesas têm de optar pelos capitais próprios e já não pelo financiamento bancário quando decidem investir produtivamente no desenvolvimento das suas actividades. Neste quadro, Carlos Oliveira defende uma aposta na bolsa e para as empresas portuguesas que não têm dimensão suficiente para irem à bolsa individualmente, enaltece as virtudes da associação como uma opção muito eficaz.

3 Quinta-feira 11 Outubro 2012 Diário Económico III O SECRETÁRIO-GERAL DO PS, António José Seguro, anunciou que vai propor a criação de um banco de fomento destinado a apoiar investimentos em articulação com os fundos comunitários e o Banco Europeu de Investimentos. Sem detalhar pormenores, como a origem dos capitais, Seguro disse que pretende um banco de fomento semelhante ao que existe noutros países, para dar apoio ao investimento. AS NOVAS ENCOMENDAS À INDÚSTRIA registaram um abrandamento superior em Agosto, em termos homólogos, apresentando uma queda de 8,7%, indicou o Instituto Nacional de Estatística. Em Julho, o índice de novas encomendas à indústria tinha registado uma queda de 8,5%, quando comparado com igual mês do ano anterior. Já o índice relativo ao mercado externo registou um comportamento menos negativo, OPINIÃO:???????????????????????????????????????????????? Vítor Gaspar, ministro de Estado e das Finanças vai limitar as deduções dos encargos financeiros para diminuir o favorecimento fiscal ao financiamento por dívida bancária. Paula Nunes 4 PERGUNTAS A JORGE BARROS LUÍS, CHIEF RISK OFFICER DO MONTEPIO E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Bancos estão a financiar dívida pública Os bancos não emprestam mais à economia porque estão a reforçar posição de dívida pública. A banca tem ou não liquidez para emprestar às empresas e famílias? A banca tem liquidez para emprestar, embora essa liquidez continue a ser fornecida pelo BCE. Mas a incerteza sobre a evolução macroeconómicaeoimpactosobreosníveisdecapitalede margem financeira dos bancos condicionam a disponibilização de funding para a economia com spreads mais reduzidos e consentâneos com as necessidades das empresas. Em consequência, a procura por crédito diminuiu substancialmente e os bancos canalizaram a sua liquidez essencialmente para o reforço das respectivas carteiras de dívida pública, invertendo em 2012 a trajectória descendente que se tinha observado no segundo semestre de 2011 e regressando aos valores máximos observados antes do pedido de intervenção. Os spreads praticados pela banca não estão a roubar competitividade às empresas? As taxas de juro no crédito a empresas não financeiras mantêm-se próximas dos níveis máximos dos últimos 10 anos, apesar do carácter significativamente acomodatício da política monetáriaeadescidadosyields soberanos, que nosprazosaté3anossituam-sejáemvalores inferiores a 5%. Representando os passivos bancários das empresas não financeiras cerca de 100 mil milhões de euros, uma redução do custo médio desses passivos em 3 pontos percentuais permitiria uma poupança de aproximadamente 3 mil milhões euros, ou seja, um impacto próximo do estimado para a TSU. As empresas têm excesso de financiamento e menos capitais próprios? As empresas têm uma elevada dependência do crédito bancário, quando se compara com o contexto europeu. Deverão estar presentes duas perspectivas de actuação: em relação às empresas que estão no mercado, procurar reduzir os custos do seu financiamento de curto prazo já existente; para sectores e projectos a dinamizar, criar condições para o financiamento de longo prazo com custos adequados ao retorno esperado dos projectos de investimento. No futuro vamos ter níveis de crédito como tínhamos? O futuro será provavelmente caracterizado por menor dependência das empresas face ao crédito ao bancário, com aumento do peso dos capitais próprios e do recurso aos mercados financeiros. Contudo, é necessário acelerar o reforço da capacidade de financiamento à economia, equacionando um conjunto de medidas de actuação, incluindo optimizar a capitalização dos bancos e a composição dos activos, reduzir o endividamento do SEE e ainda reforçar fontes de financiamento alternativas para as empresas não financeiras, seja junto de residentes, seja no exterior, com o envolvimento de bancos de desenvolvimento. Os passivos bancários das empresas não financeiras cerca de 100 mil milhões de euros, uma redução do custo médio desses passivos em 3 pontos percentuais permitiria uma poupança de aproximadamente 3 mil milhões euros, ou seja, um impacto próximo do estimado para a recente proposta de alteração da TSU entretanto abandonada.

4 IV Diário Económico Quinta-feira 11 Outubro 2012 SOLUÇÕES FINANCEIRAS PARA PME Bancos apostam apenas em bons projectos empresariais A redução de liquidez está a levar os bancos a seleccionarem as empresas com bons projectos. MARIA TEIXEIRA ALVES Numa altura em que o acesso ao crédito bancário está dificultado devido à obrigação dos bancos nacionais atingirem, até 2014, um rácio de transformação (crédito sobre depósitos) de 120%, as pequenas e médias empresas ( PME ) são aquelas que acabam por ter mais dificuldade em encontrar fontes de financiamento para a sua actividade. Enquanto as empresas de maior dimensão podem recorrer aos accionistas ou a emissões obrigacionistas, por exemplo, as PME estão dependentes quase exclusivamente da disponibilidade da banca para se financiarem. Mas com os baixos ratings de um país intervencionado pelo FMI, os próprios bancos não conseguem financiar-se nos mercados financeiros, recorrem quase sempre ao BCE. Tudo isto faz com que o crédito à economia (uma exigência da Troika) esteja substancialmente mais caro. As PME portuguesas pagaram este ano, por crédito até euros, em média, 7,77%. A par disto está a aversão ao risco que faz com que o escrutínio das empresas que pedem crédito seja muito maior e no fundo seja essencialmente canalizado para as PME exportadoras de bens e serviços transaccionáveis. Uma vez que a contracção do mercado interno deixa as PME que não exportam numa situação crítica. Isto é, o crédito a PME só para quem tem saúde financeira. Quase se poderia dizer que se encaixa à medida na máxima de Mark Taiwn: um banqueiro é um homem que empresta o chapéu de chuva quando faz sol e que o tira quando começa a chover. Têm sido vários bancos a anunciar linhas de crédito específicas para pequenas e médias, em particular para apoio à exportação. Muitas vezes são linhas relacionadas com os programas de apoio do Governo a este segmento como é o caso das linhas PME Investe e PME Crescimento, ou como é o caso mais recente dos Fundos de Capital de Risco do Compete (Revitalizar) vocacionados para revitalizar as PME de norte a sul do país. Mas os bancos estão também focados no apoio às PME rentáveis. Bancos como o BPI, o Santander Totta, o BCP, o BES ou a CGD (mas não só) têm anunciado várias linhas de apoio a PME. O Santander Totta no início do ano anunciou que tinha 1,5 mil milhões de euros disponíveis para financiar as pequenas e médias empresas, isto desde que haja empresas solventes e com Têm sido vários bancos a anunciar linhas de crédito específicas para pequenas emédias, em particular para apoio à exportação. Muitas vezes são linhas relacionadas com os programas de apoio do Governo. Bancos como o BPI, o Santander Totta, o BCP, o BES ou a CGD (mas não só) têm anunciado várias linhas de apoio a PME. bons riscos, um discurso também largamente repetido pelo presidente do BPI, Fernando Ulrich que não pára de anunciar que o banco tem muito crédito para dar, desde que surjam empresas com projectos rentáveis. O que se passaéquecomacriseearecessão a procura de crédito também diminuiu. O Santander Totta parece levar a dianteira no apoio às PME. Para além de disponibilizar linhas de crédito para a internacionalização e exportação, a que chamou Solução Exportação, ainda pratica spreads médios na ordem dos 4,5% a 5% para PME. E disponibiliza a rede internacional do Santander para que as empresas se financiem localmente nos mercados onde investem, tendo para isso criado o Internacional Desk, que é um passaporte para circular nos mercados Santander. No BCP as empresas exportadoras podem ter acesso a pré-financiamento à exportação, antecipação de receitas, descontos sobre o estrangeiro, garantias bancárias, factoring internacional, entre outros. O BCP disponibiliza igualmente crédito ao importador com recurso a seguros de crédito, sempre que o risco do país de destino ou da contraparte o aconselhem. Para além de aconselhamento sobre selecção de mercados de destino e selecção de instrumentos financeiros adequados, fazendo a montagem de soluções de apoio financeiro. O BPI lançou em Março deste ano uma linha de 500 milhões de euros para empresas. Este banco disponibiliza através da Linha BPI PME Garantia Mútua, o acesso a uma solução de crédito desenhada para responder às necessidades das Micro, Pequenas e Médias Empresas. Já a CGD anunciou a disponibilização, proveniente da linha PME crescimento, de 1,55 mil milhões para apoiar a capitalização de PME. O BES tem a BES Express Bill, solução de gestão de pagamentos e recebimentos de tesouraria. A aposta no apoio à internacionalização das empresas nacionais e ao sector exportador assenta também numa importante rede de plataformas bancárias do Grupo BES de mais de bancos correspondente. Kim Kyung-Hoon/Reuters

5 PUB

6 VI Diário Económico Quinta-feira 11 Outubro 2012 SOLUÇÕES FINANCEIRAS PARA PME Publi-reportagem JOÃO FERREIRA DO AMARAL DIRETOR DO SEGMENTO EMPRESAS DA TRANQUILIDADE Crédito às empresas em queda Os bancos continuam a restringir o crédito às empresas. ANTÓNIO DE ALBUQUERQUE Soluções para empresas A concessão de crédito às empresas e às famílias atingiu em Agosto o valor mensal mais baixo desde pelo menos 2003, data dos últimos dados disponibilizados pelo Banco de Portugal. Em Agosto, os bancos portugueses concederam 3,2 mil milhões de euros em empréstimos, segundo dados divulgados ontem pela entidade liderada por Carlos Costa. A diminuição do novo crédito concedido tem sido explicada por dois factores. Por um lado, a recessão económica leva a que a procura por empréstimos diminua. Por outro, os problemas de financiamento da economia portuguesa e do sector bancário levaram a que os bancos tivessem menos liquidez e aumentassem o custo do crédito de Num contexto adverso mas também de oportunidades para as empresas nacionais, a Tranquilidade recentrou a sua estratégia de abordagem às PME s e elegeu como prioridade a criação de soluções para os desafios futuros. Reestruturámos os nossos processos e melhorámos a nossa oferta de forma a conseguirmos corresponder às exigências de uma conjuntura muito particular, em que, mais do que nunca, a falta de proteção adequada pode levar aofimdeumnegócio. Contamos com uma equipa comercial especializada que, com cada empresa, avalia os riscos e aconselha as melhores soluções de proteção. Somos uma seguradora que conta com mais de 140 anos de experiência e com a melhor reputação do mercado, segundo um estudo do Reputation Institute. Para as empresas, e em matéria de seguros, somos já uma referência e não o dizemos apenas pelo aumento da nossa quota de mercado mas porque somos, cada vez mais, solicitados para procedermos ao estudo de soluções em seguros empresariais. Dispomos de vantagens específicas para clientes globais e/ou de sectores de atividade que consideramos estratégicos, como a indústria exportadora, o turismo ou a agricultura. Conhecemos as exigências do mercado etemosumaofertacompleta e competitiva de seguros, tanto em Acidentes de Trabalho ou Frotas, como em Multirriscos e Responsabilidade Civil. Quando comparamos Portugal com mercados mais desenvolvidos, verificamos que ainda existem riscos que não estão convenientemente cobertos nas empresas portuguesas. Importa falar em internacionalização e nesse caminho estamos ao lado dos nossos clientes, em diversas geografias do globo, como Angola ou Moçambique, acompanhando a sua expansão para estes importantes mercados. Lançámos uma inovadora solução de seguro de Vida, destinada às empresas com colaboradores que se deslocam frequentemente ao estrangeiro, e um Portal, único no sector segurador português, facilitador da gestão das apólices de seguros de grupo por exemplo, Saúde e Frotas - que permite melhorar em muito o serviço prestado. A Tranquilidade é já hoje uma referência nas empresas mas queremos estar, ainda mais, sempre presentes neste segmento. Kiyoshi Ota/Bloomberg MENOS 597 MILHÕES DE EUROS Desde o início do ano, as novas operações de empréstimos totalizaram 36 mil milhões de euros, menos 597 milhões de euros que nos primeiros oito meses de E a concessão de crédito às empresas e às famílias atingiu em Agosto o valor mensal mais baixo desde pelo menos 2003, data dos últimos dados disponibilizados pelo dado de Portugal. Em Agosto, os bancos portugueses concederam 3,2 mil milhões de euros em empréstimos, menos 42,5% inferior, ao verificado em Julho. 510milhões CRÉDITO À HABITAÇÃO SOBE As famílias foram mais poupadas que as empresas à diminuição da concessão de crédito. No total, em Agosto os bancos concederam empréstimos a particulares no valor de 510 milhões de euros, menos 75 milhões que no mês anterior. Apenas o segmento de crédito à habitação escapou ao corte, com uma subida ligeira de três milhões de euros para 161 milhões de euros. GRANDES EMPRESAS MAIS PENALIZADAS Entre os vários segmentos analisados pelo Banco de Portugal, constata-se que as grandes empresas foram as responsáveis pela maior parte da contracção de crédito em Agosto. As novas operações de crédito a envolver valores superiores a um milhão de euros caíram de 3,2 mil milhões de euros em Julho para 1,2 mil milhões em Agosto, uma queda mensal de 63%. 14,4% PME PERDEM 252 MILHÕES As empresas de menor dimensão também sofreram com a redução. Isto porque as operações de crédito abaixo de um milhão de euros tiveram uma queda mensal de 252 milhões de euros, uma descida mensal de 14,4%, para 1,5 mil milhões de euros. EMPRESAS REDUZEM DEPÓSITOS Em 2012, o montante total detido pelos bancos em depósitos de particulares aumentou 800 milhões de euros. Desde que Portugal pediu ajuda externa, em Abril de 2011, o montante total de depósitos aumentou em 10,5 mil milhões de euros. Esta tendência contrastou com as de outros países do euro sob pressão, que viram o sistema financeiro perder aplicações devido aos receios dos depositantes. A redução do valor aplicado em depósitos no mês de Agosto não se ficou apenas pelas famílias. Também as empresas reduziram o montante aplicado nestes produtos em 141 milhões de euros. Nesse mês, o montante total de depósitos das sociedades não-financeiras situava-se em 29,8 mil milhões de euros. Contrariamente aos particulares, as empresas têm vindo a reduzir o valor aplicado em depósitos. Pedro Aperta Tim Wimborne/Reuters

7 PUB

8 VIII Diário Económico Quinta-feira 11 Outubro 2012 SOLUÇÕES FINANCEIRAS PARA PME 4 PERGUNTAS A HELENA MENA RESPONSÁVEL PELO DEPARTAMENTO DE MICROCRÉDITO DO MILLENNIUM BCP Jovens licenciados estão cada vez mais interessados Paulo Alexandre Coelho São cada vez mais os jovens finalistas e licenciados universitários recorrem ao microcrédito para criarem projectos inovadores. Desempregados são quem mais procuram microcrédito Os desempregados e jovens licenciados são quem mais procuram financiamento. ANTÓNIO DE ALBUQUERQUE Acrise económica e financeira está a levar muitos desempregados a encontrar solução para as suas vidas criandooseupróprionegócio. Mas estes não são os únicos a pretenderem dar uma volta de 180 graus, já que são cada vez mais os jovens licenciados que procuram esta solução também para se lançarem no mundo dos negócios. Os principais bancos como a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Millennium bcp, o Banif, o Santander Totta, o BPI e o Banco Espírito Santo (BES) têm apostado nestes produtos. Mas foi o Millennium bcp que de uma assentada anunciou mais de 20 milhões de euros financiados através do microcrédito, bem como a adesão ao European Progress Microfinance Facility (Progress Microfinance). Com esta iniciativa, o banco liderado por Nuno Amado torna-se o primeiro banco em Portugal a ter acesso a este mecanismo, que visa garantir operações de microcrédito apoiando microempreendedores e a criação de auto- -emprego. Aliás, o banco em Agosto já tinha apoiado 190 projectos, com um volume de financiamento associado de 2,2 milhões de euros e com capacidade de criarem 270 novos empregos. Um valor que já é muito idêntico ao registado nos últimos dois anos, segundo números facultados pela instituição financeira. Em 2009, foram emprestados dois milhões de euros, e no Os recémlicenciados sentem a necessidade de criar o seu próprio posto de trabalho, investindo em projectos inovadores e consentâneos com a sua formação e habilitações. ano passado 2,19 milhões com 226 e 213 projectos aprovados, respectivamente. Helena Mena, responsável pelo departamento de microcrédito do Millennium bcp, questionada sobre o perfil dos candidatos, é peremptória ao afirmar que 41% são de pessoas em situação de desemprego (ler entrevista ao lado). Mas a mesma responsável não deixa de assinalar um interesse crescente dos jovens finalistas e licenciados universitários. Os recémlicenciados sentem a necessidade de criar o seu próprio posto de trabalho, investindo em projectos inovadores e consentâneos com a sua formação e habilitações. Sem acesso a crédito na banca tradicional, têm no microcrédito a solução para o desafio que enfrentam ao entrar no mercado de trabalho, salienta Helena Mena. E quanto ao tipo de negócios que estão a criar maior apetência pelos novos empreendedores? Os números são bem elucidativos, ao descreverem que o pequeno comércio a retalho e restauração como os mais significativos ao ultrapassarem mais de 47% do total. Em relação ao custo do dinheiro, Helena Mena, sem relevar uma taxa média, chama a atenção para o serviço que é prestado pela instituição, que passa pelo acompanhamento permanente ao microempreendedor, desde o primeiro momento até ao final do contrato de financiamento. Contudo, a responsável reconhece que se trata de um segmento com um risco de crédito bastante elevado. Cada vez mais jovens licenciados recorrem ao micocrédito para lançar os seus projectos de negócio e o banco afirma que a taxa de sucesso está entre os 75% e 80%. Sente que muitos dos pedidos resultam de situações de desemprego? Sim, cerca de 41% dos nossos microempreendedores vêm de uma situação de desemprego. Este valor é bastante representativo do papel fundamental que o microcrédito desempenha no apoio ao empreendedorismo e na criação do auto-emprego. Depois verifica-se um interesse crescente por parte de um novo segmento, composto por jovens licenciados ou finalistas universitários. Actualmente, 13% dos nossos microempreendedores são licenciados e a nossa expectativa é que este número venha a subir no curto prazo. Que tipo de negócios é que estão a ser propostos ao banco? Os negócios apoiados são, na sua grande maioria, negócios tradicionais, concentrados sobretudo em três ramos de actividade: Pequeno comércio a retalho com 25,9%, seguindo-se a restauração e comércio de bebidas com 21,9%. Depois temos os centros de estética e serviços pessoais (cabeleireiros, massagistas, tatuagens, etc) com 12,8%. Surgem, no entanto, também alguns projectos que fogem um pouco ao habitual. Já apoiámos projectos de hidroponia (técnica de cultivar plantas sem solo), escolas de música, empresas de coaching, hostels, candy shops, lavandarias self-service, barcos de pesca, etc. Qual é percentagem de projectos apoiados face aos que são apresentados? A taxa de aprovação versus número de pedidos recebidos situa-se nos 7%. As taxas de juro são competitivas para este tipo de negócios? Qual é o juro médio cobrado? Temos um serviço completo de assessoria e apoiamos todos aqueles que têm perfil de empreendedor e uma boa ideia de negócio e que só precisam de alguém que acredite neles. Depois são pessoas excluídas do sector financeiro, sem acesso a crédito na banca tradicional, sem meios de subsistência e que pretendem criar o seu próprio emprego. É, sem dúvida, um segmento com um risco de crédito bastante elevado, e a taxa de juro é estabelecida de acordo com o risco mas, desde que o projecto seja economicamente viável, merece sempre ser apoiado. A nossa taxa de sucesso situa-se entre os 75% e os 80%.

9 PUB

10 X Diário Económico Quinta-feira 11 Outubro 2012 SOLUÇÕES FINANCEIRAS PARA PME EM 2015, O VALOR DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO total em Portugal alcançará um valor equivalente a 11,8% do PIB, segundo um estudo promovido pela Associação do Comércio Electrónico e da Publicidade Interactiva (ACEPI). Na sessão de divulgação do documento, Carlos Oliveira, secretário de Estado do Empreendedorismo afirmou que 66% das lojas online cresceram este ano, 28% das quais com um crescimento superior a 20%. São quase 200 as empresas que aderiram ao Revitalizar O ministério da Economia, liderado por Álvaro Santos Pereira já conseguiu atingiu uma taxa de execução de 50% do QREN. Em causa estão postos de trabalho e um volume de facturação de 808 milhões de euros. O Programa Especial de Revitalização tem já 187 candidatos. MÓNICA SILVARES São já 187 as empresas que se apresentaram ao Programa Especial de Revitalização (PER) para tentar evitar a falência, optando por um processo de recuperação e reestruturação. No seu conjunto estão em causa postos de trabalho e cerca de 808 milhões de euros em volume de facturação, segundo os dados do gabinete do secretário de Estado adjunto da Economia, a que o Diário Económico teveacesso,referentesa8deoutubro. António Almeida Henriques, que coordena a comissão interministerial do Programa Revitalizar, sublinhou, em declarações recentes, que este número de adesões é um sinal inequívoco da actualidade e pertinência do Revitalizar, que confere uma segunda possibilidade de recuperação e crescimento a empresas viáveis. Em termos de sectores, é a indústria que lidera em termos de adesões com 29% (53 processos de adesão; seguida da construção (26% e 49 processos e do comércio (19% e 35 processos). Aexpectativaédequeoprogramatenhaum novo impulso quando as sociedades gestoras dos três fundos de capital de risco de base regional que vão apoiar os programas de revitalização das empresas estiverem operacionais. A comissão de avaliação já apresentou aos concorrentes os resultados provisórios que apontam para a escolha da Explorer Investments, Oxy Capital SCR e Capital Criativo foram as três capitais e risco escolhidas para gerir os fundos das regiões Norte, Centro e Sul, respectivamente. Está agora aberto um período de audiências dos concorrentes. E, tal como o Diário Económico avançou na sua edição de ontem algumas das 11 sociedades que ficaram de fora contestam os critérios usados. Quem tem objecções ainda pode fazer valer os seus argumentos, até 22 de Outubro, junto da Comissão composta por 14 membros sete representantes do Estado e sete da banca. O Diário Económico sabe que apesar das objecções levantadas, não houve votos contra na escolha preliminar. Assim que os fundos estiverem em funcionamento, as PME em dificuldades podem aceder a apoios até um máximo de 1,5 milhões de euros, por cada período de 12 meses, mas para isso têm de apresentar um plano de viabilização da empresa que seja aceite pelos credores. O Estado disponibiliza 110 milhões de euros do Quadro de Adesões sectoriais ao PER >> Indústria A indústria é o sector que lidera em termos de adesões com 29%, o que representa 53 processos de adesão; >> Construção A construção representa 26% do conjunto de processos, ou seja 49. >> Comércio O comércio tem 35 processos no PER, o que representa 19% do total. >> Serviços O sector dos serviços tem 38 processos, ou seja 20% do conjunto de 187. >> Turismo, agricultura epescas Estes três sectores são responsáveis pelos remanescentes 12 processos. Referência Estratégico Nacional (QREN), através dos Fundos Revitalizar, que são alavancados por igual quantia disponibilizada por sete instituições bancárias - Caixa Geral de Depósitos, BPI, BES, Millennium BCP, Banif, Montepio Geral e a Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo. QREN já tem taxa de execução de 15% O QREN já atingiu uma taxa de execução de 50%. Em 14 meses executaram-se quatro mil milhões de euros do QREN, alcançando uma taxa de execução de 50% a 15 de Setembro passado, disse almeida Henriques, em declarações ao Diário Económico. Concretizámos em dobro e em metade do tempo o que o GovernoanterioraplicoudoQREN.Melhorámos também os pagamentos aos investidores do QREN e os reembolsos de Bruxelas, colocando Portugal no grupo dos quatro países da União com maiores transferências de Fundos Comunitários, acrescentou o secretário de Estado justificando este desempenho com as medidas da reprogramação estratégica. As empresas têm um nível de execução ligeiramente inferior dos fundos comunitários (49% a 15 de Setembro, ou seja 1409 milhões de euros). No entanto, o valor dos incentivos já aprovados já ascende a milhões de euros, num total de projectos aprovados. Em termos de decomposição dos fundos, o Fundo Europeu do Desenvolvimento Regional (Feder) é aquele apresenta um grau de execução mais elevado (50,3%) seguindo do Fundo Social Europeu (FSE) com uma execução de 58,4% e finalmente o Fundo de Coesão com uma execução de 30,9%. Com este nível de desempenho Almeida Henriques reitera que é possível chegar ao final do ano com uma execução de 60%. O score de 60% na aplicação do QREN a 31 de Dezembro (20% em 12 meses) é alcançável com as medidas que estamos a adoptar, nomeadamente a linha Investe QREN, o pacote da simplificação e a reprogramação estratégica, mas exige o esforço de todos, garante. A linha Investe QREN que deveria estar operacional desde 16 de Agosto e ajuda as empresas a fazer face à componente nacional dos projectos, disponibilizando mil milhões de euros a uma taxa de juro que deverá rondar os 5% já está disponível nos balcões do Montepio Geral, CGD e BPI. As medidas que podem apoiar >> PME Crescimento A Linha de Crédito PME Crescimento tem uma dotação global de milhões de euros e foi agora reforçada em mais mil milhões. Este montante é repartido da seguinte forma: 250 milhões para micro e pequenas empresas, 350 milhões para empresas exportadoras e os restantes 400 para todas as PME. Estas linhas visam apoiar investimento novo em activos fixos corpóreos ou incorpóreos, reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes e para liquidar dívidas contraídas junto do sistema financeiro nos três meses anteriores à contratação da operação. >> Impulso Jovem O programa Impulso Jovem, com uma dotação orçamental superior a 344 milhões de euros, pretende chegar a um universo de 90 mil

11 Quinta-feira 11 Outubro 2012 Diário Económico XI O SECTOR CULTURAL E CRIATIVO representou 3,1% da riqueza criada e 2,7% do emprego em Portugal no ano de 2010, apesar de o ramo manter um défice comercial, segundo um estudo. O relatório, encomendado pela Samsung Portuguesa refere que em 2010 Portugal exportou milhões de euros em bens culturais e criativos e milhões de euros em bens relacionados e milhões de euros em serviços. EM AGOSTO, AS VENDAS DE BENS NACIONAIS ao exterior atingiram os milhões de euros, dos quais milhões vieram de países dentro do espaço da União Europeia, que representou uma subida de 3,7%, revelou o INE. Foram sobretudo as exportações para fora do espaço comunitário a contribuir para este desempenho, com as vendas a acelerar 37,3% em termos homólogos. Paula Nunes OPINIÃO O sector empresarial eassaídasparaacrise As exportações têm sido fundamentais para minorar os efeitos da presente crise. A necessidade de recurso a assistência financeira externa, em Abril de 2011, encontra justificação não só em aspectos conjunturais (crise de dívida soberana da zona euro) mas também em factores de natureza estrutural que importa identificar e corrigir. No âmbito do sector empresarial, a falta de competitividade externa, baixa produtividade, elevados níveis de endividamento e reduzida base de capital, o excessivo enfoque das empresas portuguesas em actividades e sectores não transaccionáveis ou o baixo grau de abertura ao exterior da economia como um todo, são algumas das fragilidades estruturais habitualmente diagnosticadas. Alguns dos factores na origem deste enquadramento desfavorável serão de natureza cultural, relacionam-se com a base de partida muito desfavorável (por exemplo, a Alguns dos factores na origem deste enquadramento desfavorável serão de natureza cultural. PAULA CARVALHO Economista chefe do BPI A chegada a bom porto da procura por um modelo de crescimento e desenvolvimento económico sustentáveis depende em grande medida da capacidade de resposta e de transformação do tecido empresarial português. os empresários jovens, dando prioridade às designadas regiões de convergência (Norte, Centro e Alentejo). Foi criado o Passaporte Emprego que tem como público preferencial os jovens inscritos nos centros de emprego há pelo menos quatro meses. O programa abrange múltiplos sectores (industrialização, inovação, internacionalização, economia social, associações e federações juvenis e desportivas e agricultura), com enfoque nas empresas exportadoras. >> Estímulo 2012 Esta linha de apoio tem como objectivo promover o retorno ao mercado de trabalho de desempregados com maiores dificuldades de inserção. Em termos de apoios financeiro, está definido uma percentagem de 50% da retribuição mensal paga ao trabalhador, até ao limite de um Indexante dos Apoios Sociais (ISA com o valor de 419,22, por mês, pelo período máximo de seis meses). Está ainda prevista uma majoração de 10% nos casos de celebração de contrato de trabalho sem termo ou celebração de contrato de trabalho com desempregados e beneficiários do RSI. >> Criação de empresas Esta medida visa apoiar o empreendedorismo e a criação de empresas de pequena dimensão que originem a criação de emprego, concretamente desempregados há nove meses, em situação de desemprego involuntário ou jovens à procura do 1.º emprego (até 35anos) e trabalhadores independentes. Os futuros empresários têm de ser destinatários do programa, criar o respectivo emprego a tempo inteiro e ter mais de 50% do capital social. O projecto não pode exceder a criação de dez postos de trabalho. nível do patamar educacional da população activa) ou poderão mesmo radicar em factores com origem histórica. O que não significa que este cenário seja irreversível. De facto, a chegada a bom porto da procura por um modelo de crescimento e desenvolvimento económico sustentáveis depende em grande medida da capacidade de resposta e de transformaçãodotecidoempresarial português. Nos últimos tempos, temos assistido a sinais auspiciosos no que diz respeito a este processo. Exemplificando: as exportações portuguesas têm sido fundamentais para minorar os efeitos da presente crise; são evidentes os bons resultados do esforço de diversificação de destinos geográficos das vendas de Portugal ao exterior: as exportações de mercadorias para países fora da União Europeia pesam já próximo de 30% do total e aumentaram 25% até Julho face ao período homólogo; há sinais de redução dos níveis de endividamento, ainda que tímidos; finalmente, destaca-se o sucesso de sectores tradicionais, designadamente a fabricação de têxteis,oúnicosectoremqueonúmerode desempregados decresce (dados do IEFP) e o calçado português, o segundo mais caro a nível mundial evidenciando o resultado de uma estratégia bem conseguida de reestruturação e subida na escala de valor acrescentado.

12 PUB

Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME Exponor, 15 de Junho de 2012

Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME Exponor, 15 de Junho de 2012 Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME Exponor, 15 de Junho de 2012 Contexto: O Impulso Jovem, Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem

Leia mais

LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO

LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO 30 de dezembro de 2011 Linhas PME Investe Sector do Turismo Características Gerais e Condições de Financiamento - Linhas Específicas do Sector do Turismo - PME INVESTE

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação 1 Incentivos financeiros à internacionalização Em 2010 os incentivos financeiros à internacionalização, não considerando

Leia mais

SISTEMA PORTUGUÊS DE GARANTIA MÚTUA

SISTEMA PORTUGUÊS DE GARANTIA MÚTUA SISTEMA PORTUGUÊS DE GARANTIA MÚTUA Prof Braga de Macedo Agosto de 2011 José Fernando Figueiredo Presidente da SPGM, das SGM e da Associação Europeia do sector AGENDA 1. NECESSIDADES DAS EMPRESAS PORTUGUESAS

Leia mais

PROGRAMA IMPULSO JOVEM

PROGRAMA IMPULSO JOVEM PROGRAMA IMPULSO JOVEM (O PROGRAMA IMPULSO JOVEM APRESENTA UM CONJUNTO DE MEDIDAS DE INCENTIVO À CRIAÇÃO DE EMPREGO JOVEM, UM DOS PRINCIPAIS DESAFIOS COM QUE PORTUGAL SE CONFRONTA ATUALMENTE.) 1. PASSAPORTE

Leia mais

CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO

CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO MECANISMO CAPITAL DE CAPITAL DE RISCO DE RISCO António Carvalho A Portugal Ventures InovCapital AICEP Capital Global Turismo Capital Clarificação de objectivos estratégicos e concentração de meios para

Leia mais

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012 Competitividade, Emprego e Investimento 17 de outubro de 2012 Introdução O Programa do XIX Governo estabelece a consolidação orçamental como um dos objectivos centrais da presente legislatura; Contudo,

Leia mais

Benefícios Fiscais. Incentivos em regime contratual

Benefícios Fiscais. Incentivos em regime contratual Benefícios Fiscais O Estatuto dos Benefícios Fiscais consagra um conjunto de medidas de isenção e redução da carga fiscal para diversos tipos de projectos e investimentos. Os incentivos e benefícios fiscais

Leia mais

LINHA DE APOIO À REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDA BANCÁRIA DAS EMPRESAS DOS AÇORES E APOIO À LIQUIDEZ

LINHA DE APOIO À REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDA BANCÁRIA DAS EMPRESAS DOS AÇORES E APOIO À LIQUIDEZ LINHA DE APOIO À REESTRUTURAÇÃO DE DÍVIDA BANCÁRIA DAS EMPRESAS DOS AÇORES E APOIO À LIQUIDEZ 1- O que é a Linha de Apoio à Reestruturação de Dívida Bancária das Empresas dos Açores e Apoio à Liquidez?

Leia mais

Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008

Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 1/1 Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 No cenário da actual conjuntura económica o sistema de garantia mútua é visto quer pelos parceiros

Leia mais

PME INVESTE V - 750 milhões de euros - ENCERRADA. PME IINVESTE II / QREN - 1.010 milhões de euros ABERTA

PME INVESTE V - 750 milhões de euros - ENCERRADA. PME IINVESTE II / QREN - 1.010 milhões de euros ABERTA PME INVESTE As Linhas de Crédito PME INVESTE têm como objectivo facilitar o acesso das PME ao crédito bancário, nomeadamente através da bonificação de taxas de juro e da redução do risco das operações

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal Apoios às s Empresas do Sector do Turismo ÍNDICE 2 Linha de apoio à qualificação da oferta Linha de apoio à tesouraria Carência de capital Linhas PME CRESCIMENTO 2013 MECANISMOS DE APOIO AO SECTOR DO TURISMO

Leia mais

LINHAS DE CRÉDITO E APOIO EMPRESAS DOS AÇORES. 2011- Junho

LINHAS DE CRÉDITO E APOIO EMPRESAS DOS AÇORES. 2011- Junho LINHAS DE CRÉDITO E APOIO ÀS EMPRESAS DOS AÇORES 2011- Junho CONJUNTURA INTERNACIONAL ADVERSA No final do ano de 2008 dá-se o colapso de algumas das principais instituições financeiras dos EUA Rápida contaminação

Leia mais

O Financiamento Bancário no Contexto Atual

O Financiamento Bancário no Contexto Atual Seminário: Modelos de Financiamento de Operações Urbanísticas: desafios e oportunidades O Financiamento Bancário no Contexto Atual José Herculano Gonçalves IST Lisboa, 28 Janeiro 2014 Direção de Financiamento

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL 1 São muitas e variadas as soluções e medidas de apoio à competitividade empresarial. Na intervenção de abertura o Presidente da

Leia mais

Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors

Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors 1 The way to get started is to quit talking and begin doing. Walt Disney Company ÍNDICE 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e

Leia mais

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Linha de Crédito PME Investe III Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha PME Investe III, visa facilitar o acesso ao crédito por parte

Leia mais

Financiamento empresarial

Financiamento empresarial Financiamento empresarial de mercado e outras soluções Lisboa, Março 2012 rita.seabra@iapmei.pt Síntese 1. Seleccionar o financiamento do projecto 2. Opções de financiamento e abordagem a financiadores

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

Soluções de Financiamento

Soluções de Financiamento Soluções de Financiamento CEC/CCIC, 25 de Outubro 2013 Osória Veiga Miranda Direção de Assistência Empresarial MINISTÉRIO DA ECONOMIA O que acontece ao nível das empresas As empresas, em particular as

Leia mais

financiar um novo negócio

financiar um novo negócio financiar um novo negócio Microfinanciamento para a Inovação AIP andre.marco@iapmei.pt Direção de Participadas e Instrumentos Financeiros 2014 Acesso a Financiamento Partilha pública de risco e ou cofinanciamento

Leia mais

Linhas de Crédito PME INVESTE IV

Linhas de Crédito PME INVESTE IV Linhas de Crédito PME INVESTE IV SECTORES EXPORTADORES MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Linhas de Crédito Bonificado com Garantia Mútua UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Gestão Marketing

Leia mais

Linha de Crédito Açores Investe II (Prorrogação do Prazo)

Linha de Crédito Açores Investe II (Prorrogação do Prazo) Linha de Crédito Açores Investe II (Prorrogação do Prazo) Objetivo - Financiar o reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes e investimento novo em ativos fixos corpóreos ou incorpóreos; - Até

Leia mais

LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN. Condições Gerais da Linha - Documento de Divulgação -

LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN. Condições Gerais da Linha - Documento de Divulgação - LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN Condições Gerais da Linha - Documento de Divulgação - A - Condições Gerais 1. Montante Global e Linhas Específicas: (Milhões de Euros) Montante Global da Linha 1.000 Linhas

Leia mais

A Concepção da Ideia

A Concepção da Ideia A Concepção da Ideia Inov@emprego - Fórum do emprego, formação e empreendedorismo do litoral alentejano Tiago Santos Sines, 7 de Novembro de 2008 Sines Tecnopolo O Sines Tecnopolo é uma associação de direito

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA Empresas INOVAÇÃO PRODUTOS DIMENSÃO MERCADO PRODUÇÃO MARKETING GESTÃO LIDERANÇA FINANCIAMENTO RH COMPETÊNCIAS Empreendedorismo VISÃO ESTRUTURADA

Leia mais

O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE

O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE 64 CAPA ENTREVISTA AMÍLCAR SILVA, PRESIDENTE, E NÍRIA ORAMALU, COORDENADORA DO NÚCLEO DE ESTUDOS E ESTATÍSTICAS DA ABANC O RISCO SEMPRE EXISTIU E ESTAMOS TODOS SUJEITOS A ELE Na sede da Associação Angolana

Leia mais

Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA

Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA Sessão de Divulgação - ALBUFEIRA Entidade: Centro de Emprego de Loulé Tema: Apoios à de Empresas e Criação do Próprio Emprego IEFP,I.P. 1. O Plano de Negócios 2. Apoios à Criação do Próprio Emprego ou

Leia mais

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS PORTUGAL A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS Maria Celeste Hagatong Comissão Executiva do Banco BPI Lisboa, 3 de Junho

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 10 de Maio de 2006 Minhas Senhoras e meus Senhores, 1. Em nome do Senhor Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

Leia mais

Faro, 2 de agosto de 2012

Faro, 2 de agosto de 2012 Faro, 2 de agosto de 2012 Estímulo 2012 A medida ativa de emprego Estímulo 2012, aprovada pela Portaria nº 45/2012, tem por objetivo: Apoiar a contratação de desempregados; Promovendo e aumentando a sua

Leia mais

07/01/2009 OJE Economia contrai 0,8% este ano e terá entrado em recessão em 2008 A crise financeira e a recessão mundial vão provocar este ano uma contracção de 0,8% na economia nacional, penalizada pela

Leia mais

A ADESÃO DE PORTUGAL E AS IMPLICAÇÕES NO SECTOR FINANCEIRO

A ADESÃO DE PORTUGAL E AS IMPLICAÇÕES NO SECTOR FINANCEIRO A ADESÃO DE PORTUGAL E AS IMPLICAÇÕES NO SECTOR FINANCEIRO 1. Breve panorama da evolução histórica Em 1 de Janeiro de 1986, quando Portugal entra na então Comunidade Económica Europeia (CEE), o sector

Leia mais

Soluções de Financiamento

Soluções de Financiamento Soluções de Financiamento andre.marco@iapmei.pt Tortosendo, 4 Dez 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Soluções de Financiamento No quadro do Programa REVITALIZAR deverão ser considerados todas as

Leia mais

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise?

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? O sector empresarial sente a crise como está a sentir a restante sociedade. A elevada taxa de desemprego de 12,3% traduz bem o drama social

Leia mais

Newsletter #7 Nov e Dez 2013

Newsletter #7 Nov e Dez 2013 Newsletter #7 Nov e Dez 2013 Enquadramento macroeconómico Evolução legislativa e anexos Revitalizar e Alternext Financiamento Via Bolsa Auditório C F L DN Contabilidade Fiscalidade Laboral Desenvolvimento

Leia mais

Caixa acelera. expansão em Angola. Controlo da parceria com Totta. será antecipado para liderar no financiamento às PME Empresas 8 e 9

Caixa acelera. expansão em Angola. Controlo da parceria com Totta. será antecipado para liderar no financiamento às PME Empresas 8 e 9 Caixa acelera expansão em Angola Controlo da parceria com Totta será antecipado para liderar no financiamento às PME Empresas 8 e 9 BANCA CGD antecipa controlo do Caixa Totta e acelera expansão em Angola

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÓMICOS, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL PARECER

COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÓMICOS, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL PARECER COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÓMICOS, INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL PARECER PROPOSTA DE LEI N.º 162/X/3ª ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2008 PARTE I - CONSIDERANDOS 1. Nota Introdutória O Governo apresentou

Leia mais

A banca paga metade da taxa de IRC, as remunerações representam apenas 30% do VAB, e faltam 530 milhões contos Pág. 1

A banca paga metade da taxa de IRC, as remunerações representam apenas 30% do VAB, e faltam 530 milhões contos Pág. 1 A banca paga metade da taxa de IRC, as remunerações representam apenas 30% do VAB, e faltam 530 milhões contos Pág. 1 A BANCA PAGA METADE DA TAXA DE IRC, AS REMUNERAÇÕES DOS TRABALHADORES REPRESENTAM APENAS

Leia mais

O QUE ABORDAMOS, EM PARTICULAR, NESTE EU REPORT?

O QUE ABORDAMOS, EM PARTICULAR, NESTE EU REPORT? Cosme 1 O QUE ABORDAMOS, EM PARTICULAR, NESTE EU REPORT? Neste EU Report abordamos, em particular, o COSME, o novo programa quadro europeu para a competitividade das Empresas e das PME (pequenas e médias

Leia mais

Seminário BPI-Primavera

Seminário BPI-Primavera Seminário BPI-Primavera Relevância da qualidade da informação na gestão 12 de Março de 2013 ÍNDICE 1. Empresas vs. Informação 2. Como BPI acompanha o risco das Empresas 3. Consequências 2 EMPRESAS VS.

Leia mais

WORKSHOP COMO FINANCIAR O MEU NEGÓCIO?

WORKSHOP COMO FINANCIAR O MEU NEGÓCIO? WORKSHOP COMO FINANCIAR O MEU NEGÓCIO? FINANCIAMENTOS DISPONÍVEIS para PME s Mecanismos de Financiamento 1. Sistemas de Incentivos do QREN 2. Linhas PME Investe 3. Microcrédito 4. Valtejo FINICIA 5. PAECPE

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

Acordo de Parceria para o Investimento

Acordo de Parceria para o Investimento FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Acordo de Parceria para o Investimento Caixa Capital Federação Nacional das Associações de Business Angels 7 de Outubro de 2009 Sociedade

Leia mais

Sistema de Incentivos de Apoio Local a Microempresas: ABERTURA DE CONCURSOS

Sistema de Incentivos de Apoio Local a Microempresas: ABERTURA DE CONCURSOS Sistema de Incentivos de Apoio Local a Microempresas: ABERTURA DE CONCURSOS O SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Microempresas é a principal bandeira do Programa VALORIZAR. Com esta medida as

Leia mais

INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO

INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO FISCAL N.º 1/2009 JAN/FEV 2009 INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO Nuno Sampayo Ribeiro No Conselho de Ministros de 13 de Dezembro de 2008 foi aprovado um reforço do investimento público. O qual será

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008 28 de Junho de 2010 Micro, Pequenas e Médias Empresas em Portugal Em 2008, existiam 349 756 micro, pequenas e médias empresas (PME) em Portugal,

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO FEPICOP - FEDERAÇÃO PORTUGUESA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais

Leia mais

Volta de Apoio ao Emprego 2014

Volta de Apoio ao Emprego 2014 Volta de Apoio ao Emprego 2014 Apoios ao Empreendedorismo 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE) 2. Programa Investe Jovem 3.O Ninho de Empresas de Loulé 2014-10-23

Leia mais

SIALM SISTEMA DE INCENTIVOS DE APOIO LOCAL A MICROEMPRESAS 1 SIALM SISTEMA DE INCENTIVOS DE APOIO LOCAL A MICROEMPRESAS

SIALM SISTEMA DE INCENTIVOS DE APOIO LOCAL A MICROEMPRESAS 1 SIALM SISTEMA DE INCENTIVOS DE APOIO LOCAL A MICROEMPRESAS 1 SIALM 2 OBJETIVO COMPLEMENTARIDADE O SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Microempresas foi criado pela Portaria n.º 68, de 15 de fevereiro, e enquadra-se no Programa Valorizar, estabelecido

Leia mais

Linha Específica. Dotação Específica do Têxtil, Vestuário e Calçado CAE das divisões 13, 14 e 15

Linha Específica. Dotação Específica do Têxtil, Vestuário e Calçado CAE das divisões 13, 14 e 15 IAPMEI/DGAE (www.iapmei.pt / www.dgae.pt) PME Invest (Linha de Crédito com juro bonificado) Linha de Crédito PME Investe III Condições e processo de candidatura A Condições 1. Condições a observar pelas

Leia mais

PME Investe III Sector do Turismo

PME Investe III Sector do Turismo PME Investe III Sector do Turismo Linha de Apoio à Tesouraria Beneficiários Poderão beneficiar desta linha as empresas que: Tenham um volume de facturação anual inferior a 150 milhões de euros Desenvolvam

Leia mais

Sessão de Esclarecimento Balanço das Medidas Anti-Cíclicas

Sessão de Esclarecimento Balanço das Medidas Anti-Cíclicas Sessão de Esclarecimento Balanço das Medidas Anti-Cíclicas Açores Investe Linha de apoio à reestruturação de dívida bancária das empresas dos Açores Proposta de decreto legislativo regional que altera

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

Consórcio CGD/IHRU. Fundo de Desenvolvimento Urbano TEKTÓNICA. Iniciativa Comunitária JESSICA. 9 de Maio 2012

Consórcio CGD/IHRU. Fundo de Desenvolvimento Urbano TEKTÓNICA. Iniciativa Comunitária JESSICA. 9 de Maio 2012 Iniciativa Comunitária JESSICA Fundo de Desenvolvimento Urbano Consórcio CGD/IHRU TEKTÓNICA 9 de Maio 2012 Iniciativa Comunitária JESSICA Consórcio IHRU/GCGD 18 de Abril de 2012 1 Portugal Evolução de

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA 1 REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA ACTA Nº 26/2006 - DEZEMBRO --- DATA DA REUNIÃO: Sete de Dezembro de dois mil e seis. ------------------------- --- LOCAL DA REUNIÃO: Sala

Leia mais

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar. Projeto de Resolução n.º 684/XII/2.ª. Financiar o investimento para dever menos

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar. Projeto de Resolução n.º 684/XII/2.ª. Financiar o investimento para dever menos Projeto de Resolução n.º 684/XII/2.ª Financiar o investimento para dever menos Em Março de 2009 o do PCP apresentou o Projeto de Resolução nº 438/X Medidas de combate à crise económica e social que, entre

Leia mais

Eixo I Projectos de Forte Conteúdo de Inovação Eixo II Negócio Emergentes de Pequena Escala Eixo III Iniciativas Empresarias de Interesse Regional

Eixo I Projectos de Forte Conteúdo de Inovação Eixo II Negócio Emergentes de Pequena Escala Eixo III Iniciativas Empresarias de Interesse Regional Programa FINICIA 02.02.2006 retirado de www.iapmei.pt Caracterização dos eixos de intervenção Eixo I Projectos de Forte Conteúdo de Inovação Eixo II Negócio Emergentes de Pequena Escala Eixo III Iniciativas

Leia mais

Promover a Reabilitação Urbana Regenerar as Cidades. Dinamizar o País

Promover a Reabilitação Urbana Regenerar as Cidades. Dinamizar o País Promover a Regenerar as Cidades. Dinamizar o País Paulo Alexandre de Sousa Direcção de Financiamento Imobiliário 19 Outubro 2011 Centro de Congressos EXPONOR Portugal Indicadores de confiança e de clima

Leia mais

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Mudanças recentes na situação socioeconómica portuguesa A evolução recente da economia portuguesa têm-se caracterizado por um

Leia mais

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011 ESPECIAL PMEs Volume III Fundos europeus 2ª parte O Portal de Negócios Rua Campos Júnior, 11 A 1070-138 Lisboa Tel. 213 822 110 Fax.213 822 218 geral@oportaldenegocios.com Copyright O Portal de Negócios,

Leia mais

orçamento no seu Faça obras pelos bancos que podem ajudar na tarefa. Saiba o que existe, para que serve e como pode utilizar.

orçamento no seu Faça obras pelos bancos que podem ajudar na tarefa. Saiba o que existe, para que serve e como pode utilizar. Faça obras no seu orçamento Se quer planear as suas poupanças, há ferramentas disponibilizadas pelos bancos que podem ajudar na tarefa. Saiba o que existe, para que serve e como pode utilizar. Faça obras

Leia mais

Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP

Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP AIMINHO Braga, 24 de Outubro, 2014 1 P a g e Distintas Entidades aqui presentes, Senhores Empresários, Minhas

Leia mais

PME Investe III Sector do Turismo

PME Investe III Sector do Turismo PME Investe III Sector do Turismo Linha Turismo de Habitação e Turismo em Espaço Rural Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha Específica PME Investe III do Sector do Turismo, visa

Leia mais

Soluções de Financiamento

Soluções de Financiamento Soluções de Financiamento andre.marco@iapmei.pt Direção de Participadas e Instrumentos Financeiros Abril de 2013 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 1 2 O Programa REVITALIZAR PER (Processo Especial de

Leia mais

Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte

Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte Financiamento das PME Evolução fiscal e regulatória Carlos Loureiro 28 de Novembro de 2014 1 Temas a discutir Abordagem da temática Financiamento bancário: Panaceia ou factor de restrição? As alternativas

Leia mais

Incentivos a Microempresas do Interior. Saiba como se candidatar

Incentivos a Microempresas do Interior. Saiba como se candidatar Incentivos a Microempresas do Interior 3 Incentivos a Microempresas do Interior Para que servem estes incentivos? 4 5 Este regime de incentivos apoia microempresas localizadas no Interior ou em regiões

Leia mais

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL 38 PME Líder SOLUÇÕES FINANCEIRAS BES Helen King/CORBIS APOIO FINANCEIRO ÀS EMPRESAS O BES disponibiliza uma vasta oferta de produtos financeiros e serviços, posicionando-se como o verdadeiro parceiro

Leia mais

PROPOSTA CONJUNTA IEFP- CASES PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO

PROPOSTA CONJUNTA IEFP- CASES PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO PROPOSTA CONJUNTA IEFP- CASES PROGRAMA NACIONAL DE MICROCRÉDITO CONSIDERANDO: A Portaria n^ 985/2009, de 4 de Setembro, criou o Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE),

Leia mais

Linha Específica para o Sector do Turismo

Linha Específica para o Sector do Turismo Linha de Crédito PME Investe III Linha Específica para o Sector do Turismo Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha PME Investe III, visa facilitar o acesso ao crédito por parte das

Leia mais

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE

1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE 1º CONTRIBUTO DA UGT O EMPREGO DOS JOVENS INICIATIVA OPORTUNIDADE PARA A JUVENTUDE I. Enquadramento A UGT regista o lançamento da Iniciativa Oportunidade para a Juventude em Dezembro de 2011 e, no âmbito

Leia mais

( DR N.º 172, Série I 4 Setembro 2009 4 Setembro 2009 )

( DR N.º 172, Série I 4 Setembro 2009 4 Setembro 2009 ) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 985/2009, de 4 de Setembro, Aprova a criação do Programa de Apoio ao Empreendimento e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE), a promover e executar pelo Instituto do Emprego e Formação

Leia mais

MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO APOIOS E INCENTIVOS. Medidas de Emprego. Sabugal, 9 de Abril de 2013 13-04-2013. Contrato Emprego Inserção + (CEI+);

MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO APOIOS E INCENTIVOS. Medidas de Emprego. Sabugal, 9 de Abril de 2013 13-04-2013. Contrato Emprego Inserção + (CEI+); MEDIDAS ATIVAS DE EMPREGO APOIOS E INCENTIVOS Sabugal, 9 de Abril de 2013 Medidas de Emprego Contrato Emprego Inserção (CEI); Contrato Emprego Inserção + (CEI+); CEI Património; Medida Estímulo 2013; Estágios

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2014

Linha de Crédito PME Crescimento 2014 Linha de Crédito PME Crescimento 2014 As empresas têm à sua disposição, desde o passado dia 3 de março, uma nova linha de crédito para apoiar o financiamento da sua atividade. Trata-se da linha PME Crescimento

Leia mais

Recomenda ao Governo a análise e adoção de medidas de apoio ao sector automóvel nacional

Recomenda ao Governo a análise e adoção de medidas de apoio ao sector automóvel nacional Projeto de Resolução n.º 781/XII/2ª Recomenda ao Governo a análise e adoção de medidas de apoio ao sector automóvel nacional A produção e venda de automóveis registam uma queda continuada nos últimos anos

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

O que é o Portugal 2020?

O que é o Portugal 2020? O que é o Portugal 2020? Portugal 2020 é o novo ciclo de programação dos fundos europeus, que substitui o antigo QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional). Foi acordado entre Portugal e a Comissão

Leia mais

PROGRAMA FINICIA IAPMEI IAPMEI IAPMEI IAPMEI POTENCIAR TALENTOS. Objectivos da Área de Negócio Financiamento Empresarial.

PROGRAMA FINICIA IAPMEI IAPMEI IAPMEI IAPMEI POTENCIAR TALENTOS. Objectivos da Área de Negócio Financiamento Empresarial. PROGRAMA FINICIA POTENCIAR TALENTOS O tem por missão promover a inovação e executar políticas de estímulo ao desenvolvimento empresarial, visando o reforço da competitividade e da produtividade das empresas,

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

Passaporte para o Empreendedorismo

Passaporte para o Empreendedorismo Passaporte para o Empreendedorismo Enquadramento O Passaporte para o Empreendedorismo, em consonância com o «Impulso Jovem», visa através de um conjunto de medidas específicas articuladas entre si, apoiar

Leia mais

NOVAS SOLUÇÕES DE MICROFINANCIAMENTO PARA A INOVAÇÃO

NOVAS SOLUÇÕES DE MICROFINANCIAMENTO PARA A INOVAÇÃO NOVAS SOLUÇÕES DE MICROFINANCIAMENTO PARA A INOVAÇÃO JUNHO 2014 MICROFINANCIAMENTO EM PORTUGAL MICROFINANCIAMENTO GERAL Em Portugal existe um conjunto variado de opções de microfinanciamento para apoiar

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO 2. INOVAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO O objectivo está adquirido, como está adquirida a consciência da sua importância. O que não está adquirido é a forma de

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

PME Investe VI Aditamento

PME Investe VI Aditamento PME Investe VI Aditamento O apoio do FINOVA às empresas Fundo gerido pela PME Investimentos No seguimento do quadro de apoios concedidos às empresas portuguesas no âmbito das linhas de apoio PME Investe,

Leia mais

ADL - Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano

ADL - Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano SISTEMAS DE INCENTIVO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL Sistema de Incentivos à Inovação MODCOM Modernização do Comércio Linha de Crédito - PME INVEST III ADL - Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano

Leia mais

PME Investe III LINHAS DE CRÉDITO ÀS EMPRESAS

PME Investe III LINHAS DE CRÉDITO ÀS EMPRESAS PME Investe III LINHAS DE CRÉDITO ÀS EMPRESAS Reforço dos Capitais Permanentes Nuno Gonçalves nuno.goncalves@iapmei.pt Linhas de Crédito Linhas LINHAS DE FINANCIAMENTO VALOR Operações Entradas Operações

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

BCE e bancos exigem que Sócrates peça intervenção do FMI e Sócrates cede imediatamente Pág. 1

BCE e bancos exigem que Sócrates peça intervenção do FMI e Sócrates cede imediatamente Pág. 1 BCE e bancos exigem que Sócrates peça intervenção do FMI e Sócrates cede imediatamente Pág. 1 BANQUEIROS OBRIGAM SOCRATES A PEDIR A INTERVENÇÃO ESTRANGEIRA, E O VALOR DAS ACÇÕS DOS 4 BANCOS DO PSI20 AUMENTOU

Leia mais

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Outras conclusões: Recrutamento na área de Marketing Digital registou crescimento de 15%. Área de E- commerce cresceu 6% Remuneração dos profissionais

Leia mais

LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA EMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO [Fonte: Turismo de Portugal, I.P., set 2014]

LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA EMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO [Fonte: Turismo de Portugal, I.P., set 2014] LINHA DE APOIO À CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA EMPRESAS DO SECTOR DO TURISMO [Fonte: Turismo de Portugal, I.P., set 2014] INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1 OBJETO Criar as condições para a adequação dos serviços de dívida

Leia mais