Literário, sem frescuras!

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Literário, sem frescuras!"

Transcrição

1 Literário, sem frescuras! ISSN UM ANO DIVULGANDO A ARTE QUE EXISTE EM TODOS NÓS! Ano 2 - Edição no. 6

2

3 LITERÁRIO, SEM FRESCURAS Genebra, outono/inverno de 2010 No. 6 ISSN bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhhhhuyuyuytuyhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhjkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrffffffffffffffmanajudyebeneogguaenejuebehadddddd dddddddddddddddddddddmnhee pam ngnrihssssssssssssssssssnerrrrrrrrrrrrrrekkkkkkkkkkkkkkkkkkkkbb bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhhuyuyuytuyhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhjkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrffffffffffffffmanajudyebeneogguaenejuebehadddddddd dddddddddddddddddddmnhee pam ngnrihssssssssssssssssssnerrrrrrrrrrrrrrekkkkkkkkkkkkkkkkkkkkbbbb bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhuyuyuytuyhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhjkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrffffffffffffffmanajudyebeneogguaenejuebehaddddddddd ddddddddddddddddddmnhee pam ngnrihssssssssssssssssssnerrrrrrrrrrrrrrekkkkkkkkkkkkkkkkkkkkbbbbb bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhuyuyuytuyhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhjkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrffffffffffffffmanajudyebeneogguaenejuebehaddddddddddd ddddddddddddddddmnhee pam ngnrihssssssssssssssssssnerrrrrrrrrrrrrrekkkkkkkkkkkkkkkkkkkkbbbbbbb bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbmmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhuyuyuytuyhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhjkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrffffffffffffffmanajudyebeneogguaenejuebehadddddddddddd

4 EXPEDIENTE Revista Literária VARAL DO BRASIL NO. 6 - Genebra - CH Copyright Vários Autores O Varal do Brasil é promovido, organizado e divulgado pelo site: Revisão geral VARAL DO BRASIL Composição e diagramação: Jacqueline Aisenman A distribuição ecológica, por , é gratuita. Se você deseja par cipar do VARAL DO BRASIL NO. 7, envie seus textos até 15 de dezembro de 2010 para: Site do VARAL: Textos: Vários Autores Ilustrações: Vários Autores Revisão parcial de cada autor Viní]ius ^_ Mor[_s M[]h[^o ^_ [ssis C[rlos Drummon^ ^_ [n^r[^_ João ][\r[l ^_ m_lo n_to Murilo m_n^_s M[nu_l \[n^_ir[ Jorg_ ^_ lim[ José P[ulo p[_s Lavaux Os poemas natalinos reproduzidos nesta edição veram como fonte o site da UNESP (www.unesp.br) 4

5 Completar um ano de aniversário é um desejo de toda publicação. Mesmo que depois venham muito mais, completar este primeiro ano é uma vitória. Significa, mais do que tudo, que o caminho seguido está sendo o bom e que, principalmente, não é um caminho solitário mas pleno de amigos que participam, leem, colaboram. Em tempos como os atuais onde se fala e vive tanto a violência, resolvemos comemorar o primeiro aniversário da revista fazendo algo diferente: uma edição separada, um suplemento especial sobre a Paz. O suplemento, que acompanha esta revista no e estará ao lado desta para download em sites como Livro Virtual e Scribd, teve a colaboração de várias pessoas que sentiram no apelo escrever sobre a paz uma voz que fez eco em seus corações. E enviaram textos, poemas, fotos. Nesta edição também falamos de Natal e Ano Novo, com poemas, receitas e dicas para que as festividades de fim de ano sejam plenas de tudo de bom. Lançamos também o projeto VARAL ANTOLÓGICO, o primeiro livro impresso da revista que será lançado em Florianópolis (SC, Brasil) em março de 2011 com vários autores do VARAL. Como veem, amigos, a revista, graças a vocês, está voando feliz pelos céus da literatura! E como sempre, sem frescuras! Grande abraço da EQUIPE DO VARAL! 5

6 AGAMENON TROYAN ALBERTO CARMO ALESSANDRA NEVES ANAIR WEIRICH ANTÔNIO VENDRAMINI NETO CARLOS DIAS CHAJAFREIDAFINKELSZTAIN DIMYTHRIUS FLÁVIA ASSAIFE GILBERTO NOGUEIRA DE OLIVEIRA ICLÉIA INÊS RUCKHABER SCHWARZER IRENE ZWETSCH JACI SANTANA JACQUELINE AISENMAN JANDIRA TORREIRO JANIA SOUZA JOÃO ROBERTO GULLINO JOSÉ CARLOS PAIVA BRUNO JOSÉ VALDIR DE OLIVEIRA LARIEL FROTA LSM LUIZ ANTÔNIO CARDOSO LUIZ CARLOS AMORIM LUIZ EDUARDO GUNTHER 6

7 MARCELO CÂNDIDO MADEIRA MARCELO MORAES CAETANO MÁRCIO JOSÉ RODRIGUES MARIA HELOÍSA FERNANDES MARIA DE FÁTIMA BARRETO MICHELS MS OSWALDO ANTÔNIO BEGIATO PATRÍCIA LARA PAULO ROBERTO BULOS REMOR RAIMUNDO CANDIDO RENATA FARIAS RENATA IACOVINO RICARDO REIS RITA DE OLIVEIRA MEDEIROS RUI MARTINS TINO PORTES VALDECK ALMEIDA DE JESUS VALQUÍRIA GESQUI MALAGOLI VARENKA DE FÁTIMA VÓ FIA WALNÉLIA CORRÊA PEDERNEIRAS E no pròximo, vo]ê t[m\ém! 7

8 LONGE DE SER CIENTÍFICO Tenho saudade dos sentimentos bons provocados em mim, não de quem ou o que os provoca. Só algo tão abstratamente definido (ou indefinido) quanto o fato de sentir pode estar conectado com o sentir falta, conexão essa que a matéria não seria, de forma alguma, capaz de fazer parte. Essa relação e esse conjunto de sentimentos que é a saudade é quase indescritível para quem sente, e ainda mais para quem tenta desvendála sem senti-la, quem busca na matéria explicação para o abstrato. Impossível de ser analisada em laboratório, é exclusivamente sentida. Essa peculiar palavra da língua portuguesa expressa em apenas três sílabas o que na maioria das línguas faz-se necessário o uso de duas ou três palavras. I miss you, tu me manques, te extraño. Saudade. Tão simples e pequena, tão abrangente quanto ao significado. Saudade é um sentimento de vazio que consome quem sente, e é ainda pior para aqueles que não podem sentir de novo aquilo de faz falta. É como se a cada instante a vontade de voltar no tempo e reviver fosse maior, à medida que ele passa. Sinto falta do que me fez bem porque não me deixou, no momento, sentir falta de mais nada. Saudade é um círculo vicioso de substituições de razões para senti-la, e a ela estamos sempre sujeitos, já que vivemos. Vem e nunca passa, só se renova; se passa, faz-nos falta sentir falta, o que é puro pleonasmo. E é tão humana, essa tal de saudade, que sufoca e logo em seguida, ao sentir de novo, faz de tudo melhor. É ela que deixa um vazio e logo o preenche para esvaziá-lo de novo. Enche e esvazia o quê, nem eu sei, assim como ninguém sabe. Pode ser algo como um espaço incurável dentro do ser humano, onde sentimentos são guardados e nem mesmo os mais brilhantes cientistas, aliados a toda a tecnologia, um dia virão a localizar. (Por LSM) 8

9 9

10 SOA DANÇARINA DE FLAMENCO Por Antônio Vendramini Neto Sapateado no tablado da fama. Flor nos cabelos negros em rosto contemplativo! Lábios sensuais... Da cor do pecado... Gestos maestrinos com mãos sedutoras. Corpo esguio... Som Flamenco...Sabor Andaluz. Violão... Guitarra... Palmas... Ancas macias que aos olhos... Seduz... Castanholas com fúrias Espanholas... El Albacin! Espírito Cigano. Tornozelos mostrados à plateia... Sons e fantasias alucinantes. Fogo ardente! Paixão avassaladora! 10

11 TRADIÇÕES DE ANO NOVO Lentilhas Em muitas regiões do mundo a lentilha é sinal de fortuna. Evocam morte e renascimento, do grão enterrado na terra renascem múltiplos grãos. Uva Deve-se comer 3 dando as costas para a lua, 12 dando pulinhos ou em cima de uma cadeira, 11 guardando as sementes. Por cada uva deve-se pedir um desejo. Romã A quantidade de sementes é símbolo de fartura e fertilidade. Os judeus, no Rosh Hashaná pedem a multiplicação das bênçãos divinas ao comer a romã. As sementes representam a fartura e a esperança, pode optar por comer ou guardar debaixo da almofada. 11

12 Rabanada de Natal Ingredientes: 2 gemas 3 colheres de sopa de açúcar branco 1 colher de leite 1 colher de nata baunilha em pó (opcional) 12 fatias de pão de véspera óleo açúcar em pó canela moída frutas frescas Coloque as gemas dentro de uma tigela e junte o açúcar. Bata a gemada até obter um creme macio e espesso. Adicione aos poucos o leite e a nata. Bata um pouco mais e aromatize com 1 colher de café de baunilha em pó (opcional). Bata novamente. Molhe o pão com esta mistura e deixe embeber durante alguns minutos. Aqueça bastante óleo numa frigideira ou num recipiente fundo. Frite as fatias, poucas de cada vez, virando-as até dourarem uniformemente. Retire da fritura com uma escumadeira e escorra o excedente da gordura sobre folhas de papel absorvente. Polvilhe as rabanadas ainda quentes com açúcar e canela. Acompanhe com tiras finas de fruta fresca. Receita do site: h p://www.presentedenatal.com.br/ 12

13 Receita de Rabanada de forno Existe ainda uma opção menos calórica para o preparo da rabanada. A rabanada assada é igualmente saborosa, experimente. Ingredientes da rabanada de forno: 10 pães 1 lata de leite condensado A mesma medida de leite 2 ovos Açúcar e canela Margarina Modo de preparo da rabanada Misture o leite condensado ao leite comum e aos ovos. Bata ligeiramente até a mistura ficar homogênea. Fa e os pães e passe-os na calda. Escorra o excesso, polvilhe com o açúcar e a canela e coloque na assadeira untada com a margarina. Leve a rabanada ao forno e deixe assar por 30 minutos a 180º. Receita do site: h p://www.mrbey.com.br/ 13

14 Pai Por José Carlos Paiva Bruno Conheço um menino... Primogênito menino, pueril genuíno, amado sistino... Nascido em alvorada de outubro, para os terráqueos dá seu urro! Menino puro, genuíno maduro, vindo em claridade divina abençoar lua de mel... Deste casal do céu! Em canções de ninar o véu, que o destino rouba cruel. Filho de genial bancário ítalo-brasileiro, abençoado em eclética costureira, luso-brasileira... Mãe faceira, desdobrada em pedagoga e até enfermeira... Diferente não poderia ser, pois que sem sua magia, Pai poderia, em solteirice Copacabana boemia, permanecer... Desfazendo vontade divina, do menino aparecer! Gratidão em todo instante, pra este belo amante... Bonito agora e antes, justificando Cervantes... Pai dedicado, amigo esmerado, sempre com todos preocupado. Quando solicitado, pela alma gêmea sempre engomado, comparecia lustrado... Sempre com seu afago, afago universal, por vezes duro, jamais amargo; dado a negros, brancos e pardos, solidário com todos, em todos... Efetivo protetor em natureza e amor! Pois que tanto ensinou-me, em tão breves onze anos de terreno convívio, que parecia saber estar alcançando seu alívio... Carinho dele nunca deixou-me, mesmo na rudeza, em que de poeta João Barbosa empresto proeza. Certa feita pleiteei aprender piano com minhas tias, genuíno italiano... Em brado logo falando, não há tempo de você ficar brincando, e depois, isto é coisa pra suas irmãs, pois... Comigo vais caminhando em aprender homem de bem, vamos o carro consertando, judô você vai lutando, filosofia estudando, nossa casa consertando, bons livros saboreando... Homem tem que ser assim, honrado, eficiente, solidário e contente... Fazendo sempre, bom uso de sua mente, longe de quem mente! Pai... E quando a palavra nos trai, golpe do destino esvai, leva sua mão segura, infalível candura? Acidente vascular cerebral, sequestrando meu Amigo em golpe letal. Corro agora do mal... Minto, agora enfrento e venço, sinto; pois com Ele aprendi, em seu brado de morte... Guerreiro sou forte! Venha toda sorte, até prisão consorte... Em seu Exemplo me conforte, meu Amigo da sorte... E eu que nunca fui primeiro de ninguém... Sou primeiro em meu Amigo do Além! Conhecido Amém! 14

15 O QUE FIZERAM DO NATAL Carlos Drummond de Andrade Natal O sino toca fino. Não tem neves, não tem gelos. Natal. Já nasceu o deus menino. As beatas foram ver, Encontraram o coitadinho (Natal) mais o boi mais o burrinho e lá em cima a estrelinha alumiando. Natal. As beatas ajoelharam e adoraram o deus nuzinho mas as filhas das beatas e os namorados das filhas foram dançar black-bottom nos clubes sem presépio. O mineiro Carlos Drummond de Andrade ( ), cujo centenário de nascimento foi amplamente celebrado em todo o País, apresenta neste poema, retirado de Alguma poesia ( ), um Natal brasileiro sem neve e gelo do século XX, no qual a data perdeu muito de sua sacralidade. 15

16 O dia está clareando E eu não acordei ainda Minh alma dorme Meu coração palpita Meu pensamento voa E eu... Eu não acordei ainda Meu corpo se movimenta Minha mente fica clara A vida está acordada O dia está claro Só falta eu...eu não acordei ainda Versos, sussurrem para minha alma Desperte-a (Por MS) 16

17 NA COXIA DA VIDA Onde não há verdade não há poesia; o falso é sinônimo de feio. - Manuel Cañete, escritor espanhol, 1822/1891 Por João Roberto Gullino Só quando os olhos fecho, vejo em sonho verdes campos floridos qual miragem; e seu perfume surge, doce aragem, e para um outro mundo me transponho. Só quando os olhos fecho, bem risonho, tudo esqueço e me visto de coragem, para não dissipar pura estiagem do que a vida me faz assim tristonho. Só quando os olhos fecho, é que passeio por entre o mundo irreal da fantasia, momento em que da vida tudo anseio. Só quando os olhos fecho, da coxia vejo da vida cada devaneio 17

18 Pois que reinaugurando essa criança pensam os homens reinaugurar a sua vida e começar novo caderno, fresco como o pão do dia; pois que nestes dias a aventura parece em ponto de vôo, e parece que vão enfim poder explodir suas sementes: que desta vez não perca este caderno sua atração núbil para o dente; que o entusiasmo conserve vivas suas molas, e possa enfim o ferro comer a ferrugem o sim comer o não. CARTÃO DE NATAL João Cabral de Melo Neto Publicado em Museu de tudo (1952), este poema retrata bem a poesia do pernambucano João Cabral de Melo Neto ( ). Pesquisador formal, sempre em busca da máxima concisão e densidade poética, mostra aqui o simbolismo do reinício da vida que todo Natal propicia. 18

19 top secret nem traga ticket pois envelope além de top também sou secret o meu segredo não vou mostrar não ponha o dedo é particular ruim e feio cabe no umbigo já que me veio morre comigo nem traga ticket pois envelope além de top também sou secret Por Tino Portes 19

20 Reprodução de ar go do site: h p://www.presentedenatal.com.br/ A rvore de natal: saiba mais sobre a tradiça o do pinheirinho Um símbolo da vida, a árvore de natal é uma tradição muito mais antiga do que o Cristianismo e não é um costume exclusivo de nenhuma religião em particular. Muito antes da tradição de comemorar o Natal, os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em Dezembro, simbolizando A triunfo da vida sobre a morte. Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as A tradiça o do pinheirinho de natal A primeira referencia à árvore de natal como a conhecemos hoje data do século XVI. Em Strasbourg, Alemanha (hoje território francês), tanto famílias pobres quanto ricas decoravam pinheirinhos de natal com papéis coloridos, frutas e doces. A tradição espalhou-se, então, por toda a Europa e chegou aos Estados Unidos no início de De lá pra cá, a popularidade da árvore de natal só cresceu. A lenda conta que o pinheiro foi escolhido como símbolo do natal por causa da sua forma triangular, que de acordo com a tradição cristã, representa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A árvore de natal ao redor do mundo Na Europa, uma das tradições natalinas consiste em decorar um pinheiro com maçãs, doces e pequenos wafers brancos, representando a eucaristia. A Árvore do Paraíso, como é chamada, era o símbolo da festa de Adão e Eva, que acontecia no dia 24 de Dezembro, muito antes da tradição cristã do Natal. Hoje, a árvore não só representa o Paraíso como no início da tradição, mas também a salvação. Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal deve incluir 12 ornamentos para garantir a felicidade de um lar: 20

21 Casa: proteção Coelho: esperança Xícara: hospitalidade Pássaro: alegria Rosa: afeição Cesta de frutas: generosidade Peixe: benção de Cristo Pinha: fartura Papai Noel: bondade Cesta de flores: bons desejos Coração: amor verdadeiro Um homem era aquela noite amiga, Noite cristã, berço do Nazareno Ao relembrar os dias de pequeno, E a viva dança, e a lépida cantiga, Quis transportar ao verso doce e ameno As sensações de sua idade antiga Naquela mesma velha noite amiga Noite cristã, berço do Nazareno. Escolheu o soneto... A folha branca Pede-lhe a inspiração; mas frouxa e manca, A pena não acode ao gesto seu. E em vão lutando contra o metro adverso, Só lhe saiu este pequeno verso: Mudaria o Natal ou mudei eu? SONETO DE NATAL Machado de Assis Nascido no Rio de Janeiro, Machado de Assis ( ) é um clássico do idioma. Sua poesia apresenta um lirismo mais contido em comparação aos poetas contemporâneos, vinculados à segunda geração romântica. Este poema, publicado em Ocidentais (c. 1880), é uma reflexão sobre o ato de criação artística. 21

22 TONINHO O SANTO ANJO DAS LAGOAS Por José Valdir de Oliveira Santo Antônio dos Anjos navegou muitos anos a procura de um povo e aqui encontrou, como navegou como navegou, Santo Antônio dos Anjos como navegou. Bendito seja o povo que tem o santo como amigo para conversar, murmurar suas suplicas, agradecer a boa vida e um colo para aquietar os lamentos e soluços, um colo amplo e manso para os momentos de pranto e um olhar desafiador e receptivo ao regozijo hilário. Um verdadeiro santo arquétipo de deus grego, abraçando a todos com seu benévolo olhar maroto e casamenteiro, tanto àqueles de todo infiéis, os de todo credo e os apavorados de ultima hora que lhe buscam socorro e benção em profunda aflição. Santo Anjo da Laguna portentoso protetor vai aos céus em suplicas às mazelas da alma, sem se afastar da terrinha das grandes e belas lagoas, espelhos de vida e de pintura singular que se redesenha a todo tempo, ao sabor do vento, ora mar ora terra firme. Amado, em intimo legado vivencial partilha corpo e alma dos filhos, mesmo dos mais distantes e dos além mares. A Matriz, o Magalhães e a Roseta se traduzem apenas em suporte físico das romarias ano a ano. Que romaria de sonho de fé que toma alma e o corpo daqueles, quando da segunda e até terceira semana de junho, quando então em mente e oração, migram tal qual borboletas boreais, sem saber o porquê, ensandecidos em fervor nobre prosaico, tocados pela chama de Antônio e aportam todos as Lagoas dos Anjos. É uma semana, mais que todas, de dar inveja ao nazareno, contando é muito pouco para mensurar a experiência repartida pelos devotos em procissão ao som do repique da caixa, do baixo da tuba, dos tenores contraltos e soprano dos soberanos dobrados que cadenciam os passos da multidão no bumbar do coração, a sobressaltos dos rojões multicoloridos que rasgam a escuridão dos céus, permeado pelos cânticos e orações em coro de novenas açorianas. E sobre a cabeça dos fiéis dos devotos e curiosos, tal qual sobre as águas, paira e flutua Antônio já ao lado da praça, no compasso ondulante a cada avanço do andor como que atraído pelo incenso que emana da porta aberta da matriz. Rumo ao presépio do menino que levas aos braços em apoteose de compreensão e vontade. Bem dito sejas oh Antônio, bendito sejam os crentes que por ti e em ti veneram a ventura dos mansos e dos remansos das Lagoas dos Anjos. 22

23 TALVEZ Talvez, recordou-se agora, não seja o melhor. Por Luiz Eduardo Gunther Talvez, a memória acusou, não seja o pior. Talvez, disse-o a mente, não seja nada. Talvez, aquilo que devia ser, ficou para depois. 23

24 CONSULADO-GERAL EM GENEBRA 54, rue de Lausanne 1202 Genève Horário de atendimento ao público: de segunda a sexta-feira das 09:00 às 14:00 (de a , o ingresso no Consulado será até 13:00) Telefones Tel. : Fax : Horário de atendimento telefônico: de segunda a sexta-feira das 13:00 às 16:00 CONSULADO-GERAL DO BRASIL EM ZURIQUE Stampfenbachstrasse Zürich-ZH Fax:

25 Escapulário (Por Renata Iacovino) Pela janela avisto uma paisagem... Ca dentro, vou tecendo meu suda rio. As duas telas sa o como visagem, mas... eis que ambas retratam meu calva rio. No lado externo, imune e falsa imagem cumpre, ce tica, ta o triste fada rio! Por dentro, o per il mais do que selvagem segura as re deas de um mundo preca rio. Intimamente, busco o escapula rio u nico bem que me salva da estiagem! Tudo mais, a mim, e, pois, refrata rio! Deste meu corpo ele e a cartilagem meu protetor de se culos... lenda rio. Ele e voce... amor de antiga viagem. 25

26 Venha par cipar do livro VARAL ANTOLÓGICO! VARAL ANTOLÓGICO Gostaríamos muito de contar com sua presença. Como a revista ou site não possuem fins lucrativos, cada autor terá assim uma participação: 5 páginas por autor (textos e uma biografia) Com o custo de RS 200,00 (duzentos reais por escritor), livro a ser lançado em Santa Catarina. O número de participantes será limitado e cada autor receberá 15 exemplares. Se você gostou da ideia, venha para nossa primeira edição! Todos os detalhes são enviados por e a previsão de lançamento da Antologia é março de

27 Transação ou Estou Morrendo Ele sai, faz amor com outros Troca meu amor eterno por uns momentos de tesa o Satisfaz um desejo carnal E me esvazia Me seca a fonte de fantasia. Pago um preço alto Por sentir amor verdadeiro Sofro uma dor lancinante Por querer ele por inteiro Vadeck Almeida de Jesus Aos poucos perco tudo Corpo, alma, coraça o Viro um ser fantasmago rico Oco, vazio, sem emoça o Tenho medo de virar inexiste ncia Perder minha alma, esse ncia E a capacidade de amar por inteiro. 27

28 VERSOS DE NATAL Manuel Bandeira Espelho, amigo verdadeiro, Tu refletes as minhas rugas, Os meus cabelos brancos, Os meus olhos míopes e cansados. Espelho, amigo verdadeiro, Mestre do realismo exato e minucioso, Obrigado, obrigado! Mas se fosses mágico, Penetrarias até o fundo desse homem triste, Descobririas o menino que sustenta esse homem, O menino que não quer morrer, Que não morrerá senão comigo, O menino que todos os anos na véspera do Natal Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta. O pernambucano Manuel Bandeira ( ) é um mestre em transformar a sua ironia amarga e seu humor mordaz em versos de profunda sensibilidade. Publicado em 1917, em A Cinza das Horas, livro de estréia do poeta, este poema evoca a passagem do tempo numa dimensão metafísica. 28

29 Emigrantes: integração ou desadaptação Os emigrantes brasileiros nos Estados Unidos, nos países europeus ou no Japão vivem realidades bem diversas, quando conseguem ter residência definitiva, principalmente com relação aos seus filhos e netos. Quando se fala na necessidade do governo criar um órgão institucional emigrante, autônomo e independente do Ministério das Relações Exteriores, já que nossos emigrantes constituem nos seus mais de três milhões um autêntico Estado emigrante virtual, isso não quer dizer criar no Exterior comunidades brasileiras alheias à soberania dos países onde vivem. É verdade que, embora os EUA deem mesmo a nacionalidade estadunidense aos emigrantes documentados e aos seus filhos nascidos no território americano, são o exemplo típico do comunitarismo emigrante, ou convívio em separado. Os emigrantes vivem em bolsões separados, segundo sua nacionalidade, sejam os italianos, os porto-riquenhos, os chicos, os chineses, os cubanos e, mais recentemente, os brasileiros. Seus filhos, seja qual for a pele ou o tipo de olhos, assumem rapidamente a consciência de cidadãos estadunidenses, porém conservam mais facilmente os vínculos com a origem por crescerem dentro de comunidades verdeamarelas. No caso de casais mistos, a ligação com as tradições brasileiras e com o idioma brasileiro nem sempre se preservam ou são mais atenuadas. Nos países europeus existe uma maior preocupação com a integração dos emigrantes na vida do país, para se evitar a criação de bolsões de nacionalidades estrangeiras diversas. O que nem sempre é fácil, visto a rejeição dos nacionais a certos estrangeiros, como os africanos e os árabes vindos do Magreb, norte da África. Na Alemanha, por exemplo, formou-se um Rui Mar ns grande bolsão turco. Filhos e netos de emigrantes turcos continuam sendo turcos e essa política desfavorece o processo de integração. O mesmo ocorre na Suíça, onde a nacionalidade suíça, só se transmite pela mãe ou pelo pai suíços, porém, no caso da emigração brasileira, em grande parte por casamento misto, há muito clima para uma rápida integração. O Japão é o país onde os emigrantes brasileiros sofrem maiores dificuldades para se integrar. Paradoxalmente, é o único país onde não existe imigração ilegal e onde a quase totalidade dos emigrantes brasileiros é de origem japonesa, geralmente netos dos imigrantes japoneses no Brasil. Existe um órgão japonês no Brasil encarregado da emigração e diversas escolas privadas para os filhos dos nossos emigrantes foram criadas no Japão. Essas escolas acabaram se tornando o principal fator de desintegração dos emigrantes brasileiros no Japão. Não sendo totalmente bilíngues, mas dando formação em brasileiro e um aprendizado rudimentar do japonês, impedem ao jovem brasileiro ingressar profissional e socialmente na fechada sociedade japonesa que não reconhece como japoneses os descendentes dos que se expatriaram. O movimento Estado do Emigrante não tem nenhum interesse em criar bolsões de filhos e netos de brasileiros não integrados na sociedade do país de acolha. Ser estrangeiro no país de acolha não é coisa que se almeje transmitir para seus filhos e netos. A perfeita integração é um ideal para a felicidade pessoal do emigrante e sua descendência. E quando se fala em integração se marca a diferença com a assimilação, processo pelo qual o estrangeiro abre mão de todas suas origens e se submete à cultura e língua do país de acolha. Pela integração, se adiciona a língua e a cultura do país de acolha ao que se trouxe do país de origem. 29

30 Em Berna, capital suíça, se pode bem exemplificar essa situação com os emigrantes francófonos vindos de países africanos de língua francesa. Durante mais de 60 anos, os próprios suíços mas de língua francesa viveram isolados em Berna, cidade de língua alemã, numa opção comunitarista, negando-se a aprender o dialeto local e o alemão, excluindo-se praticamente da vida bernesa. Em 2002, criamos a associação em favor do ensino bilíngue franco-alemão nas escolas primária, secundária e colegial, como maneira de se integrar os emigrantes francófonos, vindos do Magreb e da própria França, dentro da cidade de Berna. Com o objetivo de se guardar a língua de origem, o francês, aprendendo-se o dialeto e o alemão da cidade que os acolheu. O movimento bilíngue tem evoluído e atualmente o prefeito local estuda nosso projeto de integração da população francófona pelo ensino bilíngue nas escolas. O movimento dos Brasileirinhos Apátridas não visava um desenvolvimento emigrante comunitarista, mas evitar que filhos dos nossos emigrantes se tornassem apátridas ao chegar à maioridade, já que o Brasil tinha retirado em 94 a nacionalidade nata dos filhos de brasileiros nascidos no Exterior. Esse absurdo, corrigido em setembro de 2007 por uma emenda constitucional, lançada e apoiada pelo movimento Brasileirinhos Apátridas, mostrou igualmente a inércia do MRE diante do grave problema e é a base do movimento por um órgão institucional emigrante independente e autônomo do MRE, ligado diretamente ao governo, como uma Secretaria de Estado da Emigração. Porém, um mal-entendido precisa ser desfeito os filhos de pai e mãe brasileiros emigrantes, exceto em países fechados com o Japão, Suíça, Alemanha, onde continuam sendo considerados estrangeiros mesmo lá nascendo não são mais emigrantes. Porém crianças e jovens estadunidenses, franceses, e de outras nacionalidades, com vínculos brasileiros, cultura e língua, que, de preferência devem ser preservados como um capital de origem. Crianças em grande parte binacionais, mas perfeitamente integradas no país onde nasceram e onde vivem. Tenho quatro filhas, duas do exílio nascidas em Paris, e duas nascidas em Berna, na Suíça. As quatro são binacionais, mas na verdade são duas francesas e duas suíças, com ligações fortes com o Brasil. Seria ridículo considerá-las emigrantes, assim como os filhos de nossos imigrantes vindos da Itália, Espanha e Alemanha são brasileiros e nem passa pela cabeça de ninguém considerá-los ainda imigrantes. Leia este e outros textos do jornalista em h p://www.diretodaredacao.com/ 30

31 Ingredientes - 1 kg Bacalhau Tipo Porto - 4 colheres (sopa) de azeite - 2 dentes de alho, 2 cebolas grandes - 1 kg de batatas palha - 10 ovos, sal e pimenta a gosto - salsa e azeitona - azeite português Modo de Preparar Escalde o Bacalhau em água a ferver por 5 minutos, escorra e separe em pequenas postas. Descasque as batatas e corte igualmente em pequeninas palhas. Parta os ovos dentro de um recipiente e bata bem. Pique a cebola e o dente de alho, e leve-os ao fogo para refogar. Logo que comecem a dourar junte o bacalhau. Mexer sempre, sobre o fogo, durante 2 min. Junte depois as batatas palha, mexa muito bem durante 1 min. e, por fim, junte os ovos ba dos. Mexa com cuidado até os ovos estarem mais ou menos passados, a gosto. Deite então em travessa ou pirex e sirva quente, polvilhado com salsa picada e azeitonas. Decore com raminhos de salsa. h p://www.emporto.com.br/ 31

32 ABSOLUTA (Por Maria Heloísa Fernandes) Coração inquieto Amores e dissabores Não é eterno! Percebo-te a chorar! A lágrima quente que rola Minha alma consola Solidão, decepção, Desilusão! Você indecisa Lamenta, chora, pisa Descontente com o mundo Absoluto! Profundo! Agora em meu canto Que canto, encanto e te ofereço Não te iludo te reconheço Sei que sou quem procuras. Se um dia quiseres Admire a linha do horizonte Há um mundo único De amor a te ofertar. Hoje te gosto! Sussurro, suspiro! Em ti aspiro Meu amor! Pedra preciosa, afanosa no lapidar Receberás mil flores! Conquistas muitos amores! Mas único e seguro? Somente o meu! 32

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

NOVENA COM AS CRIANÇAS NOSSA SENHORA APARECIDA 2015

NOVENA COM AS CRIANÇAS NOSSA SENHORA APARECIDA 2015 1 2 COM MARIA, EM JESUS, CHEGAMOS À GLÓRIA! 5º Dia (Dia 07/10 Quarta-feira) CRIANÇA: BELEZA DA TERNURA DIVINA! Na festa de Maria, unidos neste Santuário, damos graças a Deus, por meio de Maria, pela vida

Leia mais

CD: Ao Sentir. Alencastro e Patrícia. 1- Ao Sentir Jairinho. Ao sentir o mundo ao meu redor. Nada vi que pudesse ser real

CD: Ao Sentir. Alencastro e Patrícia. 1- Ao Sentir Jairinho. Ao sentir o mundo ao meu redor. Nada vi que pudesse ser real Alencastro e Patrícia CD: Ao Sentir 1- Ao Sentir Jairinho Ao sentir o mundo ao meu redor Nada vi que pudesse ser real Percebi que todos buscam paz porém em vão Pois naquilo que procuram, não há solução,

Leia mais

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar 1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar nosso amor 4. Porque a gente discute nossos problemas

Leia mais

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o

Leia mais

POESIAS. Orientação: Professora Keila Cachioni Duarte Machado

POESIAS. Orientação: Professora Keila Cachioni Duarte Machado POESIAS Orientação: Professora Keila Cachioni Duarte Machado A flor amiga O ser mais belo e culto Emoções e corações Sentimentos envolvidos Melhor amiga e amada O seu sorriso brilha como o sol Os seus

Leia mais

2015 O ANO DE COLHER MAIO - 1 COMO SERÁ A CIDADE?

2015 O ANO DE COLHER MAIO - 1 COMO SERÁ A CIDADE? MAIO - 1 COMO SERÁ A CIDADE? Texto: Apocalipse 21:1-2 Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham passado; e o mar já não existia. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém,

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

ECBR PROFESSORA PRISCILA BARROS

ECBR PROFESSORA PRISCILA BARROS CANTATA DE NATAL 2015 ECBR PROFESSORA PRISCILA BARROS 1. O PRIMEIRO NATAL AH UM ANJO PROCLAMOU O PRIMEIRO NATAL A UNS POBRES PASTORES DA VILA EM BELÉM LÁ NOS CAMPOS A GUARDAR OS REBANHOS DO MAL NUMA NOITE

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

POR QUE BATISMO? PR. ALEJANDRO BULLÓN

POR QUE BATISMO? PR. ALEJANDRO BULLÓN POR QUE BATISMO? PR. ALEJANDRO BULLÓN "Pr. Williams Costa Jr.- Pastor Bullón, por que uma pessoa precisa se batizar? Pr. Alejandro Bullón - O Evangelho de São Marcos 16:16 diz assim: "Quem crer e for batizado,

Leia mais

Hinário SOIS BALIZA De Germano Guilherme

Hinário SOIS BALIZA De Germano Guilherme Hinário SOIS BALIZA De Germano Guilherme Edição oficial do CICLUMIG Flor do Céu De acordo com revisão feita pelo Sr. Luiz Mendes do Nascimento, zelador do hinário. www.mestreirineu.org 1 01 - DIVINO PAI

Leia mais

TALVEZ TE ENCONTRE AO ENCONTRAR-TE

TALVEZ TE ENCONTRE AO ENCONTRAR-TE TALVEZ TE ENCONTRE Vivaldo Terres Itajaí /SC Talvez algum dia eu te encontre querida Para renovarmos momentos felizes, Já que o nosso passado foi um passado lindo, Tão lindo que não posso esquecer Anseio

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Carlos Neves. Antologia. Raízes. Da Poesia

Carlos Neves. Antologia. Raízes. Da Poesia 1 Antologia Raízes Da Poesia 2 Copyrighr 2013 Editra Perse Capa e Projeto gráfico Autor Registrado na Biblioteca Nacional ISBN International Standar Book Number 978-85-8196-234- 4 Literatura Poesias Publicado

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO.

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ALUNO: Victor Maykon Oliveira Silva TURMA: 6º ANO A ÁGUA A água é muito importante para nossa vida. Não devemos desperdiçar. Se você soubesse como ela é boa! Mata a sede de

Leia mais

CAMINHOS. Caminhos (Prov. 14:12) Paulo Cezar e Jayro T. Gonçalves

CAMINHOS. Caminhos (Prov. 14:12) Paulo Cezar e Jayro T. Gonçalves CAMINHOS Caminhos (Prov. 14:12) Paulo Cezar e Jayro T. Gonçalves Posso pensar nos meus planos Pros dias e anos que, enfim, Tenho que, neste mundo, Minha vida envolver Mas plenas paz não posso alcançar.

Leia mais

POEMAS DE JOVITA NÓBREGA

POEMAS DE JOVITA NÓBREGA POEMAS DE JOVITA NÓBREGA Aos meus queridos amigos de Maconge Eu vim de longe arrancada ao chão Das minhas horas de menina feliz Fizeram-me estraçalhar a raiz Da prima gota de sangue Em minha mão. Nos dedos

Leia mais

Acólitos. São João da Madeira. Cancioneiro

Acólitos. São João da Madeira. Cancioneiro Acólitos São João da Madeira Cancioneiro Índice Guiado pela mão...5 Vede Senhor...5 Se crês em Deus...5 Maria a boa mãe...5 Quanto esperei por este momento...6 Pois eu queria saber porquê?!...6 Dá-nos

Leia mais

Álbum: O caminho é o Céu

Álbum: O caminho é o Céu Álbum: O caminho é o Céu ETERNA ADORAÇÃO Não há outro Deus que seja digno como tu. Não há, nem haverá outro Deus como tu. Pra te adorar, te exaltar foi que eu nasci, Senhor! Pra te adorar, te exaltar foi

Leia mais

Músicas Para Casamento

Músicas Para Casamento Músicas Para Casamento 01. Você e Eu - Eliana Ribeiro 7M 7M C#m7 F#7/5+ F#7 Bm7 Quero estar com você, / Lembrar de cada momento bom; C#m7 m7 C#m7 #m7 Em7 7/9 Reviver a nossa história, nosso amor. 7M #m7/5-

Leia mais

Vivendo a Liturgia Ano A

Vivendo a Liturgia Ano A Vivendo a Liturgia Junho/2011 Vivendo a Liturgia Ano A SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (05/06/11) A cor litúrgica continua sendo a branca. Pode-se preparar um mural com uma das frases: Ide a anunciai

Leia mais

Portuguese Poetry / 14-30 lines HS 5-6

Portuguese Poetry / 14-30 lines HS 5-6 Ai quem me dera 1. Ai, quem me dera, terminasse a espera 2. Retornasse o canto simples e sem fim, 3. E ouvindo o canto se chorasse tanto 4. Que do mundo o pranto se estancasse enfim 5. Ai, quem me dera

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

noite e dia marconne sousa

noite e dia marconne sousa noite e dia marconne sousa Mais uma noite na terra a terra é um lugar tão solitário cheio de pessoas, nada mais onde se esconderam os sentimentos? um dedo que aponta um dedo que desaponta um dedo que entra

Leia mais

Agrupamento Vertical de Escolas do Viso. Escola E. B. 2.3 do Viso. A vida é uma folha de papel

Agrupamento Vertical de Escolas do Viso. Escola E. B. 2.3 do Viso. A vida é uma folha de papel 1.º Prémio A vida é uma folha de papel A vida pode ser Escura como a noite, Ou clara como as águas cristalinas Que brilham ao calor do sol. A vida pode ser Doce como o mel Ou amarga como o fel. A vida

Leia mais

Aparição da Mãe Divina. Colina do Cristo Redentor, Carmo da Cachoeira, MG, Brasil. Domingo, 12 de fevereiro de 2012, às 20h40.

Aparição da Mãe Divina. Colina do Cristo Redentor, Carmo da Cachoeira, MG, Brasil. Domingo, 12 de fevereiro de 2012, às 20h40. Aparição da Mãe Divina. Colina do Cristo Redentor, Carmo da Cachoeira, MG, Brasil. Domingo, 12 de fevereiro de 2012, às 20h40. Como no dia de ontem, o grupo reuniu-se às 19h30 para iniciar a tarefa de

Leia mais

José teve medo e, relutantemente, concordou em tomar a menina como esposa e a levou para casa. Deves permanecer aqui enquanto eu estiver fora

José teve medo e, relutantemente, concordou em tomar a menina como esposa e a levou para casa. Deves permanecer aqui enquanto eu estiver fora Maria e José Esta é a história de Jesus e de seu irmão Cristo, de como nasceram, de como viveram e de como um deles morreu. A morte do outro não entra na história. Como é de conhecimento geral, sua mãe

Leia mais

O Pequeno Mundo de Maria Lúcia

O Pequeno Mundo de Maria Lúcia Eric Ponty O Pequeno Mundo de Maria Lúcia Pinturas de Fernando Campos [2005] Virtual Book s Numa noite de outubro a pequena Maria Lúcia viu o azul do céu escuro da tarde um homem andando de bicicleta.

Leia mais

CANTOS - Novena de Natal

CANTOS - Novena de Natal 1 1 - Refrão Meditativo (Ritmo: Toada) D A7 D % G Em A7 % Onde reina o amor, frater---no amor. D A7 D % G A7 D Onde reina o amor, Deus aí está! 2 - Deus Trino (Ritmo: Balada) G % % C Em nome do Pai / Em

Leia mais

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA LENDA DA COBRA GRANDE Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA CRUZEIRO DO SUL, ACRE, 30 DE ABRIL DE 2012. OUTLINE Cena 1 Externa;

Leia mais

VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO.

VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO. VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO. Qualquer hora é hora de falar sobre doação de órgãos. Pode ser à mesa do jantar, no caminho para o trabalho ou até mesmo ao receber este folheto.

Leia mais

SE SOUBERMOS PERDOAR Ó CARA IRMÃ CLARA, SE SOUBERMOS PERDOAR

SE SOUBERMOS PERDOAR Ó CARA IRMÃ CLARA, SE SOUBERMOS PERDOAR CANTO 1 - LOUVOR DA CRIAÇÃO D Bm G Em A7 D Bm G Em A7 Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! D F#m G Em A7 1. Javé o nosso Deus é poderoso, seu nome é grande em todas as nações D F#m G Em A7 Na boca das crianças

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESCOLA DOMINICAL

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESCOLA DOMINICAL SUGESTÃO DE CELEBRAÇÃO DE NATAL 2013 ADORAÇÃO Prelúdio HE 21 Dirigente: Naqueles dias, dispondo-se Maria, foi apressadamente à região montanhosa, a uma cidade de Judá, entrou na casa de Zacarias e saudou

Leia mais

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS 1 LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS Lc 19 1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. 2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores

Leia mais

MURAL DEZEMBRO 2015. Compromisso NATAL SOLIDÁRIO. O Natal está chegando e nessa data não podemos esquecer de ajudar quem precisa!!

MURAL DEZEMBRO 2015. Compromisso NATAL SOLIDÁRIO. O Natal está chegando e nessa data não podemos esquecer de ajudar quem precisa!! Compromisso NATAL SOLIDÁRIO O Natal está chegando e nessa data não podemos esquecer de ajudar quem precisa!! Todos os anos os Correios fazem uma ação muito bacana para que as crianças carentes possam ter

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

CD EU QUERO DEUS. 01- EU QUERO DEUS (Irmã Carol) 02- SIM, SIM, NÃO, NÃO (Irmã Carol)

CD EU QUERO DEUS. 01- EU QUERO DEUS (Irmã Carol) 02- SIM, SIM, NÃO, NÃO (Irmã Carol) CD EU QUERO DEUS 01- EU QUERO DEUS (Irmã Carol) EU QUERO DEUS \ EU QUERO DEUS SEM DEUS EU NÃO SOU NADA EU QUERO DEUS Deus sem mim é Deus \ Sem Deus eu nada sou Eu não posso viver sem Deus \ Viver longe

Leia mais

HINÁRIO. Chico Corrente O SIGNO DO TEU ESTUDO. Tema 2012: Flora Brasileira Esponjinha (Stifftia fruticosa)

HINÁRIO. Chico Corrente O SIGNO DO TEU ESTUDO. Tema 2012: Flora Brasileira Esponjinha (Stifftia fruticosa) HINÁRIO O SIGNO DO TEU ESTUDO Tema 2012: Flora Brasileira Esponjinha (Stifftia fruticosa) Chico Corrente 1 www.hinarios.org 2 01 O SIGNO DO TEU ESTUDO Marcha O signo do teu estudo Estou aqui para te dizer

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

O Menino do futuro. Dhiogo José Caetano Uruana, Goiás Início da história

O Menino do futuro. Dhiogo José Caetano Uruana, Goiás Início da história O Menino do futuro Dhiogo José Caetano Uruana, Goiás Início da história Tudo começa em uma cidade pequena do interior de Goiás, com o nome de Uruana. Havia um garoto chamado Dhiogo San Diego, um pequeno

Leia mais

Coaching para pessoas disponíveis, ambos

Coaching para pessoas disponíveis, ambos Nota da Autora 1001 maneiras de ser Feliz, é o meu terceiro livro. Escrevi Coaching para mães disponíveis e Coaching para pessoas disponíveis, ambos gratuitos e disponíveis no site do Emotional Coaching.

Leia mais

Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri.

Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri. Tia Pri Didáticos Educação Cristã PROIBIDA REPRODUÇÃO,CÓPIA OU DISTRIBUIÇÃO POR QUALQUER MEIO tiapri@tiapri.com (47) 3365-4077 www.tiapri.com Página 1 1. HISTÓRIA SUNAMITA 2. TEXTO BÍBLICO II Reis 4 3.

Leia mais

FAÇA CÓPIAS DOS TEXTOS A SEREM LIDOS E DISTRIBUA ENTRE OS ADOLESCENTES E JOVENS PARA INCENTIVAR A SUA PARTICIPAÇÃO MAIS EFETIVA.

FAÇA CÓPIAS DOS TEXTOS A SEREM LIDOS E DISTRIBUA ENTRE OS ADOLESCENTES E JOVENS PARA INCENTIVAR A SUA PARTICIPAÇÃO MAIS EFETIVA. FAÇA CÓPIAS DOS TEXTOS A SEREM LIDOS E DISTRIBUA ENTRE OS ADOLESCENTES E JOVENS PARA INCENTIVAR A SUA PARTICIPAÇÃO MAIS EFETIVA. Em 25 de dezembro de 274, Lúcio Domício Aureliano, que foi imperador de

Leia mais

Amar Dói. Livro De Poesia

Amar Dói. Livro De Poesia Amar Dói Livro De Poesia 1 Dedicatória Para a minha ex-professora de português, Lúcia. 2 Uma Carta Para Lúcia Querida professora, o tempo passou, mas meus sonhos não morreram. Você foi uma pessoa muito

Leia mais

1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL

1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL 1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL LUGAR: EUNÁPOLIS(BA) DATA: 05/11/2008 ESTILO: VANEIRÃO TOM: G+ (SOL MAIOR) GRAVADO:16/10/10 PORTO SEGURO BAHIA-BRASIL VOCÊ É O BERÇO DO NOSSO PAIS. PORTO SEGURO BAHIA-BRASIL

Leia mais

CEGO, SURDO E MUDO (porque nao?) LETRA: Ricardo Oliveira e Mário F.

CEGO, SURDO E MUDO (porque nao?) LETRA: Ricardo Oliveira e Mário F. FRUTO PROIBIDO FRUTO PROIBIDO 1 Cego, surdo e mudo (porque não?) 2 Mundo inteiro 3 Acordo a tempo 4 Contradição 5 A água não mata a fome 6 Quem és é quanto basta 7 Nascer de novo (és capaz de me encontrar)

Leia mais

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG Um cacique kaingang, meu amigo, me escreveu pedindo sugestões para desenvolver, no Dia do Índio, o seguinte tema em uma palestra: "Os Valores Culturais da Etnia Kaingáng".

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Escola Municipal de Ensino Fundamental David Canabarro Florianópolis, 3892 Mathias Velho/Canoas Fone: 34561876/emef.davidcanabarro@gmail.com DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome: Stefani do Prado Guimarães Ano

Leia mais

Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 42 ISSN - 2317-1871 VOL 02 2º Edição Especial JUL DEZ 2013 PAULO HENRIQUE PRESSOTTO

Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 42 ISSN - 2317-1871 VOL 02 2º Edição Especial JUL DEZ 2013 PAULO HENRIQUE PRESSOTTO Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 42 PAULO HENRIQUE PRESSOTTO Labirinto de vidro 2013 Web Revista Diálogos & Confrontos Revista em Humanidades 43 Início e fim? Um silêncio denso

Leia mais

A Última Carta. Sempre achamos que haverá mais tempo. E aí ele acaba. (The Walking Dead)

A Última Carta. Sempre achamos que haverá mais tempo. E aí ele acaba. (The Walking Dead) A Última Carta Sempre achamos que haverá mais tempo. E aí ele acaba. (The Walking Dead) E la foi a melhor coisa que já me aconteceu, não quero sentir falta disso. Desse momento. Dela. Ela é a única que

Leia mais

O ENSINO ESPECIAL A LENDA DA SERRA DA ESTRELA DATA DO BOLETIM: DEZEMBRO DE 2007 A MARIA CASTANHA A TURMA DO O DIA DE S.MARTINHO O PÃO NA NOSSA

O ENSINO ESPECIAL A LENDA DA SERRA DA ESTRELA DATA DO BOLETIM: DEZEMBRO DE 2007 A MARIA CASTANHA A TURMA DO O DIA DE S.MARTINHO O PÃO NA NOSSA VOLUME 1, EDIÇÃO 1 DATA DO BOLETIM: DEZEMBRO DE 2007 NESTA EDIÇÃO: A MARIA CASTANHA 2 A TURMA DO 2.º 2.ª 3 O DIA DE S.MARTINHO 4 O PÃO NA NOSSA ALIMENTAÇÃO A TURMA DO 1.º 2.ª 5 6 O ENSINO ESPECIAL 7 SOLIDARIEDADE

Leia mais

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história.

Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Uma noite de verão, diz o ator, estaria no centro da história. Nem um sopro de vento. E já ali, imóvel frente à cidade de portas e janelas abertas, entre a noite vermelha do poente e a penumbra do jardim,

Leia mais

Natal é palavra eletrizante. Natal é palavra de doce harmonia para nosso coração. Quantas belas lembranças evocam à nossa mente!

Natal é palavra eletrizante. Natal é palavra de doce harmonia para nosso coração. Quantas belas lembranças evocam à nossa mente! Círculo de Casais - Dirigentes: Abel e Lourdinha Passos Paróquia são Francisco Xavier Niterói RJ 19/12/03 Comentarista: Chegou o Natal! Natal é palavra eletrizante. Natal é palavra de doce harmonia para

Leia mais

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli DIANA + 3 Roteiro de Henry Grazinoli EXT. CALÇADA DO PORTINHO DIA Sombra de Pablo e Dino caminhando pela calçada do portinho de Cabo Frio. A calçada típica da cidade, com suas ondinhas e peixes desenhados.

Leia mais

Aluno(a): Nº. Disciplina: Português Data da prova: 03/10/2014. P1-4 BIMESTRE. Análise de textos poéticos. Texto 1. Um homem também chora

Aluno(a): Nº. Disciplina: Português Data da prova: 03/10/2014. P1-4 BIMESTRE. Análise de textos poéticos. Texto 1. Um homem também chora Lista de Exercícios Aluno(a): Nº. Professor: Daniel Série: 9 ano Disciplina: Português Data da prova: 03/10/2014. P1-4 BIMESTRE Análise de textos poéticos Texto 1 Um homem também chora Um homem também

Leia mais

EDUARDO ZIBORDI CAMARGO

EDUARDO ZIBORDI CAMARGO EDUARDO ZIBORDI CAMARGO Dudu era o segundo filho do casal Flávio Camargo e Elza Zibordi Camargo, quando desencarnou, aos sete anos incompletos. Hoje, além de Flávia, a família se enriqueceu com o nascimento

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

O Convite. Roteiro de Glausirée Dettman de Araujo e. Gisele Christine Cassini Silva

O Convite. Roteiro de Glausirée Dettman de Araujo e. Gisele Christine Cassini Silva O Convite Roteiro de Glausirée Dettman de Araujo e Gisele Christine Cassini Silva FADE OUT PARA: Int./Loja de sapatos/dia Uma loja de sapatos ampla, com vitrines bem elaboradas., UMA SENHORA DE MEIA IDADE,

Leia mais

LIÇÕES DE VIDA. Minha mãe Uma mulher fascinante Guerreira incessante Gerou sete filhos Em tentativa pujante De vencer as dificuldades com amor!

LIÇÕES DE VIDA. Minha mãe Uma mulher fascinante Guerreira incessante Gerou sete filhos Em tentativa pujante De vencer as dificuldades com amor! LIÇÕES DE VIDA Regilene Rodrigues Fui uma menina sem riquezas materiais Filha de pai alcoólatra e mãe guerreira. Do meu pai não sei quase nada, Algumas tristezas pela ignorância e covardia Que o venciam

Leia mais

Portuguese Poetry / 14-30 lines HS 4

Portuguese Poetry / 14-30 lines HS 4 Sem título Nely Teodoro Essa sua boca, que me deixa alucinada. Que me faz perder o tino em seus braços. E que neles desfaleço de prazer. Sinto-me viva, Sinto o meu coração pulsar Descompaçadamente e de

Leia mais

A Caridade. A caridade é dócil, é benévola, Nunca foi invejosa, Nunca procede temerariamente, Nunca se ensoberbece!

A Caridade. A caridade é dócil, é benévola, Nunca foi invejosa, Nunca procede temerariamente, Nunca se ensoberbece! A Caridade Eu podia falar todas as línguas Dos homens e dos anjos; Logo que não tivesse caridade, Já não passava de um metal que tine, De um sino vão que soa. Podia ter o dom da profecia, Saber o mais

Leia mais

"Os Emigrantes" Texto escritos por alunos do 7º ano (Professora Rute Melo e Sousa)

Os Emigrantes Texto escritos por alunos do 7º ano (Professora Rute Melo e Sousa) "Os Emigrantes" Texto escritos por alunos do 7º ano (Professora Rute Melo e Sousa) Estava um dia lindo na rua. O sol brilhava como nunca brilhou, e, no cais, havia muitas pessoas As pessoas estavam tristes

Leia mais

Tirado do website: www.spiritlessons.com

Tirado do website: www.spiritlessons.com Tirado do website: www.spiritlessons.com A artista foi levada para o inferno pelo proprio senhor Jesus. Essa artista vinha atendendo as reuniões de oração desde Abril de 2009 e continua a faze-lo. Nisso

Leia mais

É POSSÍVEL CONVIVER COM UM LOBO? Pr. Bullón. www.sisac.org.br

É POSSÍVEL CONVIVER COM UM LOBO? Pr. Bullón. www.sisac.org.br É POSSÍVEL CONVIVER COM UM LOBO? Pr. Bullón www.sisac.org.br "No capítulo 7 da epístola aos Romanos, encontramos o grito desesperado de um homem que não conseguia viver à altura dos princípios que conhecia.

Leia mais

Nas páginas a seguir, encontram-se as letras de todas as canções do CD Natal Brincante. Cante com o Bando de Brincantes!

Nas páginas a seguir, encontram-se as letras de todas as canções do CD Natal Brincante. Cante com o Bando de Brincantes! Nas páginas a seguir, encontram-se as letras de todas as canções do CD Natal Brincante. Cante com o Bando de Brincantes! Adquira seu CD nas Lojas Multisom ou entre em contato com a gente. Bate o Sino (folclore

Leia mais

Conto n.o 5: A minha mãe é a Iemanjá 24.07.12. Ele ficava olhando o mar, horas se o deixasse. Ele só tinha cinco anos.

Conto n.o 5: A minha mãe é a Iemanjá 24.07.12. Ele ficava olhando o mar, horas se o deixasse. Ele só tinha cinco anos. Contos Místicos 1 Contos luca mac doiss Conto n.o 5: A minha mãe é a Iemanjá 24.07.12 Prefácio A história: esta história foi contada por um velho pescador de Mongaguá conhecido como vô Erson. A origem:

Leia mais

RECADO AOS PROFESSORES

RECADO AOS PROFESSORES RECADO AOS PROFESSORES Caro professor, As aulas deste caderno não têm ano definido. Cabe a você decidir qual ano pode assimilar cada aula. Elas são fáceis, simples e às vezes os assuntos podem ser banais

Leia mais

Vinho Novo Viver de Verdade

Vinho Novo Viver de Verdade Vinho Novo Viver de Verdade 1 - FILHOS DE DEUS - BR-LR5-11-00023 LUIZ CARLOS CARDOSO QUERO SUBIR AO MONTE DO SENHOR QUERO PERMANECER NO SANTO LUGAR QUERO LEVAR A ARCA DA ADORAÇÃO QUERO HABITAR NA CASA

Leia mais

- Papá, é hoje! É hoje, papá! Temos que montar o nosso pinheirinho de Natal. disse o rapaz, correndo na direção de seu pai.

- Papá, é hoje! É hoje, papá! Temos que montar o nosso pinheirinho de Natal. disse o rapaz, correndo na direção de seu pai. Conto de Natal Já um ano havia passado desde o último Natal. Timóteo estava em pulgas para que chegasse o deste ano. Menino com cara doce, uma tenra idade de 10 aninhos, pobre, usava roupas ou melhor,

Leia mais

Caridade quaresmal. Oração Pai-nosso S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos!

Caridade quaresmal. Oração Pai-nosso S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos! 2ª feira, 09 de março: Dar esmola Bom dia! Há gestos que nesta altura a quaresma, ganham uma dimensão ainda maior. Enchem-nos. Um dia, uma mulher vestida de trapos velhos percorria as ruas de uma aldeia

Leia mais

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 1 a Edição Editora Sumário Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9 Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15 Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 Santos, Hugo Moreira, 1976-7 Motivos para fazer

Leia mais

O livro por escrever. Poderiam ser o início de um livro Fosse eu capaz de as libertar!

O livro por escrever. Poderiam ser o início de um livro Fosse eu capaz de as libertar! O livro por escrever Poderiam ser o início de um livro, estas palavras De um livro sem princípio nem fim Aquele espaço em que para me encontrar Teria de me ausentar por uma eternidade Afastar-me dos sons

Leia mais

copyright Todos os direitos reservados

copyright Todos os direitos reservados 1 2 Espaço das folhas 3 copyright Todos os direitos reservados 4 Autor Jorge Luiz de Moraes Minas Gerais 5 6 Introdução Folha é apenas uma folha, uma branca cor cheia de paz voltada para um querer, um

Leia mais

Ópera ligeira: À Procura de um Pinheiro

Ópera ligeira: À Procura de um Pinheiro Ópera ligeira: À Procura de um Pinheiro De José Carlos Godinho A ópera é uma fantasia em torno do pinheiro de Natal e encerra uma mensagem ecológica de proteção à natureza. Os enfeites da árvore, Bolas,

Leia mais

Faz um exercício de relaxamento coloca-te na presença de Deus. Reza um salmo (aquele que o teu coração pedir no momento).

Faz um exercício de relaxamento coloca-te na presença de Deus. Reza um salmo (aquele que o teu coração pedir no momento). O Caminho de Emaús Faz um exercício de relaxamento coloca-te na presença de Deus. Reza um salmo (aquele que o teu coração pedir no momento). Leitura: Lc 24, 13-35 Todos nós percorremos frequentemente o

Leia mais

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei O velho testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas e verdadeiras.

Leia mais

Deborah Zaniolli DEBORAH ZANIOLLI DOCE VIDA DURA. 1ª Edição

Deborah Zaniolli DEBORAH ZANIOLLI DOCE VIDA DURA. 1ª Edição Deborah Zaniolli DEBORAH ZANIOLLI DOCE VIDA DURA 1ª Edição Piedade/SP Edição da Autora 2012 1 Doce vida dura Título da obra: DOCE VIDA DURA Gênero literário da obra: Não Ficção Copyright 2016 por Deborah

Leia mais

Autora: Marilda Confortin Curitiba PR Brasil

Autora: Marilda Confortin Curitiba PR Brasil Mulher Autora: Marilda Confortin Curitiba PR Brasil Publicação e distribuição gratuita autorizada pela autora para oficinas, feiras e eventos culturais dentro do programa Paranização do Centro Cultural

Leia mais

COLÉGIO AGOSTINIANO SÃO JOSÉ PASTORAL EDUCATIVA São José do Rio Preto MÚSICAS PARA A MISSA DO DIA DOS PAIS 07 DE AGOSTO DE 2008

COLÉGIO AGOSTINIANO SÃO JOSÉ PASTORAL EDUCATIVA São José do Rio Preto MÚSICAS PARA A MISSA DO DIA DOS PAIS 07 DE AGOSTO DE 2008 COLÉGIO AGOSTINIANO SÃO JOSÉ PASTORAL EDUCATIVA São José do Rio Preto MÚSICAS PARA A MISSA DO DIA DOS PAIS 07 DE AGOSTO DE 2008 1. ENTRADA (Deixa a luz do céu entrar) Tu anseias, eu bem sei, por salvação,

Leia mais

Orações. Primeira Parte

Orações. Primeira Parte EDITORA AVE-MARIA Primeira Parte Orações Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. (Filipenses

Leia mais

ALENCASTRO E PATRICIA CD: NOSSO ENCONTRO. 1 - Nosso encontro - Sérgio Lopes. 2- Família - Twila Paris Versão: Aline Barros e Ronaldo Barros

ALENCASTRO E PATRICIA CD: NOSSO ENCONTRO. 1 - Nosso encontro - Sérgio Lopes. 2- Família - Twila Paris Versão: Aline Barros e Ronaldo Barros ALENCASTRO E PATRICIA CD: NOSSO ENCONTRO 1 - Nosso encontro - Sérgio Lopes Me traz em tuas mãos o teu amor Eu trago em minhas mãos o meu amor E faz do teu abraço o meu abrigo Meu coração te ama e chama

Leia mais

www.rockstarsocial.com.br

www.rockstarsocial.com.br 1 1 Todos os Direitos Reservados 2013 Todas As Fotos Usadas Aqui São Apenas Para Descrição. A Cópia Ou Distribuição Do Contéudo Deste Livro É Totalmente Proibida Sem Autorização Prévia Do Autor. AUTOR

Leia mais

HINÁRIO. Glauco O CHAVEIRÃO. www.hinarios.org. Glauco Villas Boas 1 01 HÓSPEDE

HINÁRIO. Glauco O CHAVEIRÃO. www.hinarios.org. Glauco Villas Boas 1 01 HÓSPEDE HINÁRIO O CHAVEIRÃO Tema 2012: Flora Brasileira Allamanda blanchetii Glauco Glauco Villas Boas 1 www.hinarios.org 2 01 HÓSPEDE Padrinho Eduardo - Marcha Eu convidei no meu sonho Meu mestre vamos passear

Leia mais

MÚSICAS. Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé

MÚSICAS. Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé MÚSICAS Hino da Praznik Sempre Quando vens p ras colónias Sei de alguém Menino de Bronze Tenho Vontade VuVu & ZéZé Hino da Praznik Do Fá Gosto de aqui estar Sol Do E contigo brincar E ao fim vou arranjar

Leia mais

As 12 Vitimas do Medo.

As 12 Vitimas do Medo. As 12 Vitimas do Medo. Em 1980 no interior de São Paulo, em um pequeno sítio nasceu Willyan de Sousa Filho. Filho único de Dionizia de Sousa Millito e Willian de Sousa. Sempre rodeado de toda atenção por

Leia mais

Não é o outro que nos

Não é o outro que nos 16º Plano de aula 1-Citação as semana: Não é o outro que nos decepciona, nós que nos decepcionamos por esperar alguma coisa do outro. 2-Meditação da semana: Floresta 3-História da semana: O piquenique

Leia mais

Poética & Filosofia Cultural - Chico Xavier & Dalai Lama

Poética & Filosofia Cultural - Chico Xavier & Dalai Lama Page 1 of 6 Tudo Bem! Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia Cultural Educador: João Nascimento Borges Filho Poética

Leia mais

NOVE SEGREDOS SOBRE A MANHÃ

NOVE SEGREDOS SOBRE A MANHÃ NOVE SEGREDOS SOBRE A MANHÃ 1 Prefácio A página está em branco e não é página digna do nome que lhe dou. É vidro. Écran. Tem luz baça e fere os olhos pretos. Eu tenho demasiado sono para escrever papel.

Leia mais

GEDCC 89 ANOS NOSSA ESPIRITUALIDADE JORNADA DAS ESCOLHAS E DECISÕES SEXTA-FEIRA 04/04/2014

GEDCC 89 ANOS NOSSA ESPIRITUALIDADE JORNADA DAS ESCOLHAS E DECISÕES SEXTA-FEIRA 04/04/2014 SEXTA-FEIRA 04/04/2014 Que haja Paz em vossos corações. As opções que fazemos, no decorrer de nossas vidas, determinam os caminhos para que possamos chegar juntos ao Pai. E a opção do Amor ao próximo,

Leia mais

www.encartedigitalmk.com.br Conheça mais esta inovação da MK Music Uma empresa que pensa no futuro

www.encartedigitalmk.com.br Conheça mais esta inovação da MK Music Uma empresa que pensa no futuro Encarte e letras disponíveis em www.encartedigitalmk.com.br Conheça mais esta inovação da MK Music Uma empresa que pensa no futuro Produção executiva: MK Music / Masterização: Max Motta no MK Studio /

Leia mais

Alguém ora pedindo a bênção de Deus para este culto.

Alguém ora pedindo a bênção de Deus para este culto. ESCOLHA DOIS LEITORES. FAÇA CÓPIAS DO PROGRAMA PARA OS PRESENTES ACOMPANHAREM. AS MÚSICAS ESCOLHIDAS PODEM SER TOCADAS SUAVEMENTE ENQUANTO CADA TEXTO É LIDO. Alguém ora pedindo a bênção de Deus para este

Leia mais

TEMPO DO NATAL I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA HINOS. Vésperas

TEMPO DO NATAL I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA HINOS. Vésperas I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA No Ofício dominical e ferial, desde as Vésperas I do Natal do Senhor até às Vésperas I da Epifania do Senhor, a não ser que haja hinos próprios: HINOS Vésperas Oh admirável

Leia mais

Levantando o Mastro CD 02. Bom Jesus da Cana Verde. Divino Espírito Santo Dobrado. Areia areia

Levantando o Mastro CD 02. Bom Jesus da Cana Verde. Divino Espírito Santo Dobrado. Areia areia CD 02 Bom Jesus da Cana Verde [ai bom Jesus da Cana Verde é nosso pai, é nosso Deus (bis)] ai graças a Deus para sempre que tornamos a voltar ai com o mesmo Pombo Divino da glória celestial ai Meu Divino

Leia mais

2010 PRÊMIO CORUJA DO SERTÃO 2ª FASE - REDAÇÃO

2010 PRÊMIO CORUJA DO SERTÃO 2ª FASE - REDAÇÃO 2010 PRÊMIO CORUJA DO SERTÃO 2ª FASE - REDAÇÃO NOME: Jaguarari, outubro de 2010. CADERNO DO 6º E 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 2010 Numa carta de Papai Noel destinada às crianças, ele comunica que não será

Leia mais

Autor (a): Januária Alves

Autor (a): Januária Alves Nome do livro: Crescer não é perigoso Editora: Gaivota Autor (a): Januária Alves Ilustrações: Nireuda Maria Joana COMEÇO DO LIVRO Sempre no fim da tarde ela ouvia no volume máximo uma musica, pois queria

Leia mais

Convite. Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam.

Convite. Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. Convite Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. As palavras não: quanto mais se brinca com elas mais novas ficam.

Leia mais