IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1

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1 IMPACTO DO FINANCIAMENTO DO BNDES SOBRE A PRODUTIVIDADE DAS EMPRESAS: UMA APLICAÇÃO DO EFEITO QUANTÍLICO DE TRATAMENTO 1 Danlo Coelho Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada João Alberto De Negr (IPEA) Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada Resumo Este artgo estma o mpacto do fnancamento do BNDES sobre ndcadores de desempenho de frmas fnancadas. Em partcular, o foco do artgo está no efeto quantílco de tratamento (EQT), ou seja, não apenas no efeto médo, mas como o efeto do fnancamento vara ao longo da dstrbução condconal do ndcador em questão. Os ndcadores de desempenho são as taxas de crescmento da produtvdade total dos fatores, produtvdade do trabalho, receta líquda de vendas e número de empregados. Os resultados ndcam que os efetos médo e medano são postvos para todos os ndcadores estudados. O EQT sobre a taxa de crescmento da produtvdade do trabalho é decrescente até o qunto decl da dstrbução e depos torna-se crescente. Nos demas ndcadores, o EQT é sempre postvo, porém decrescente. No caso especfco da taxa de crescmento da produtvdade total dos fatores, o EQT passa a ser não sgnfcatvo acma do qunto decl. Por últmo, verfcou-se que as frmas com PTF mas elevadas são as mas postvamente afetadas pelo fnancamento do BNDES. Palavras Chaves: crédto públco, produtvdade, nvestmento e efeto quantílco de tratamento. JEL: O16, H81, D24 Abstract Ths paper estmates the mpact of BNDES loans on frms performance ndctors. The results go beyond the mean effect towards the quantle treatment effect (QTE), that s, we focus on how the effect vares wth quantles of the condtonal dstrbuton of the ndcator n queston. The performance ndcators analyzed are the growth rates of the total factor productvty, labor productvty, net sales revenue and number of employees. The results show that the mean and medan effects are postve for all ndcators. Regardng the labor productvty growth rate, the QTE s decreasng up to the ffth decle and then ncreasng from there on. Regardng the others ndcators, the QTE s always postve, but decreasng. In the case of total factor productvty growth rate, the QTE s not sgnfcant above the ffth decle. The last result shows that the frms wth hgher levels of TFP are those that are more postvely affected by BNDES loans. Key words: publc credt, productvty, nvestment and quantle treatment effect. JEL: O16, H81, D24 ÁREA ANPEC: Área 8 - Economa Industral e da Tecnologa 1 E-mals: e Os autores agradecem as sugestões e comentáros de Erc Jardm Cavalcante, Patrck Alves, Sergo Frpo, Eduardo Pontual, Carlos Henrque Corseul e Fabo Veras.

2 1. INTRODUÇÃO Não obstante, o forte crescmento do credto dos últmos anos no Brasl 2, as empresas brasleras anda enfrentam restrção de crédto e a maor parte do crédto prvado é de médo e curto prazo. Problemas de nformação assmétrca entre provedores e consumdores de servços fnanceros, externaldades e custos de transação podem fazer com que a provsão prvada de servços fnanceros esteja abaxo do que sera o socalmente desejável (ver Stgltz, Jaramllo-Vallejo e Park, 1993). No caso especfco da baxa provsão prvada de crédto de longo prazo, uma ntervenção governamental bastante comum é a provsão dreta de crédto por meo de bancos públcos. Segundo Stgltz, Jaramllo-Vallejo e Park (1993), programas públcos de crédto têm o objetvo de alocar o crédto nos projetos em que os retornos socas são mas altos (os retornos socas seram gnorados pelos bancos prvados). Por exemplo, na decsão de fnancar ou não um projeto de modernzação tecnológca, o banco públco levara em conta não apenas o retorno prvado do nvestmento, mas os possíves efetos de transbordamento tecnológco para o restante da cadea produtva. Os bancos públcos brasleros são responsáves em méda por 37% do total de crédto da economa. Eles foram desenhados para atuar em áreas pouco assstdas pelo setor fnancero prvado. O Banco Naconal de Desenvolvmento Econômco e Socal (BNDES) atua prncpalmente no nvestmento de longo prazo das empresas, o Banco do Brasl no fnancamento a agrcultura e comerco exteror, a Caxa Econômca Federal em crédto mobláro e o BNB e Banco da Amazôna em projetos de desenvolvmento regonal. Segundo o IBGE, em 2003, 18,7% das empresas ndustras receberam fnancamento públco para novar e o tpo de programa que as empresas novadoras mas utlzaram fo o fnancamento à compra de máqunas e equpamentos (14,1%). Nas empresas de pequeno porte, esse percentual fo de 13,4% e, nas de maor porte, 24,5%. O BNDES, foco deste artgo, é o prncpal nstrumento de polítca ndustral do governo braslero, suas lnhas de fnancamento buscam apoar a modernzação tecnológca das empresas; as exportações; os nvestmentos em nfraestrutura; a redução das desgualdades produtvas regonas e o desenvolvmento do mercado de captas. A lteratura teórca aponta que o acesso à fnancamento de longo prazo pode afetar postvamente a produtvdade das empresas ao aumentar a propensão das frmas a nvestr em projetos de alto retorno, mas de longa maturação. O modelo teórco de proposto por Ottavano e Sousa (2008), adaptado de Bustos (2007), nos ajuda a compreender como o fnancamento do BNDES pode afetar a produtvdade das empresas. O modelo descreve um setor ndustral sob condções de competção mperfeta, em que os projetos de nvestmento possuem resultados ncertos. Os projetos de nvestmentos das empresas podem ser executados por meo de 2 Em dezembro de 2003 a razão entre crédto e PIB era de 23,9%, passou para 31,2% em dezembro de 2005 e para 45,7% em setembro de 2009.

3 pagamento de um custo fxo. O custo fxo do projeto depende da tecnologa utlzada. Quanto mas moderna a tecnologa adotada no projeto mas alto será o custo fxo, porém menor será o custo margnal da produção futura da empresa. Quanto mas restrto o acesso ao crédto mas alto será o custos fxo dos projetos para empresa. O empréstmo do BNDES atua dmnundo a restrção de crédto das empresas. Com efeto, menos restrtas no crédto, algumas empresas estarão mas propensas a adotar tecnologas mas avançadas nos seus projetos. Isso dmnurá o custo margnal da produção futura da empresa, contrbundo assm, para aumentar a produtvdade das empresas. Por outro lado, se o empréstmo dmnur mas que proporconalmente os custos fxos assocados a projetos de baxa tecnologa, anterormente descartados, sso poderá levar a dmnução da produtvdade da empresa. De Negr, De Negr e Alvez (2008) estmam o mpacto médo do fnancamento do BNDES sobre dversos ndcadores de desempenho das empresas fnancadas. As prncpas conclusões são que as dferentes lnhas de fnancamento do BNDES, em méda, afetam fortemente e postvamente as taxas de crescmento da produtvdade do trabalho, do número de empregados e da receta líquda de vendas das empresas fnancadas. Por exemplo, após três anos do fnancamento, a taxa de crescmento da produtvdade das empresas fnancadas é 57 % maor do que a méda desta taxa entre as não fnancadas com característcas smlares. Rbero e De Negr (2009) dão um passo além ao estmar o mpacto do fnancamento do BNDES sobre produtvdade total dos fatores (PTF) das empresas novadoras. A PTF é a quantdade de produção por undade do conjunto de fatores de produção empregados (em geral, captal e trabalho). Eles encontram que o fnancamento tem mpacto médo nulo sobre a PTF das empresas fnancadas. Segundo os autores, uma possível explcação para este resultado é que o fnancamento do BNDES não estara nduzndo a novação tecnológca, pos a PTF somente é afetada quando há novação tecnológca e não apenas expansão da capacdade de produção da empresa. Ottavano e Sousa (2008) testam se dferentes lnhas de fnancamento do BNDES mpactam de manera dferente o desempenho das empresas. Os resultados ndcam que o BNDES Automátco, lnha que fornece apoo fnancero ndretamente, por meo de nsttuções fnanceras credencadas (para projetos de até dez mlhões de reas), afeta negatvamente a produtvdade do trabalho das empresas, ao passo, que o Fnem que oferece fnancamento dreto para grandes projetos tem efeto postvo. Segundo os autores, estes resultados sugerem que o BNDES Automátco pode estar fnancando projetos de baxa qualdade. Slva (2008) examna se o fnancamento contrbu para a nserção de novas frmas na base exportadora braslera. Examna também se a lnha do banco voltada especfcamente para exportação, BNDES-Exm, provoca um aumento no tempo de permanênca dos exportadores no mercado nternaconal. As estmatvas ndcam que as dferentes lnhas de fnancamento do BNDES, em méda, aumentam a capacdade das empresas brasleras de se tornarem exportadoras. Por exemplo, verfcou-se que em torno de 20% das empresas que receberam algum fnancamento do BNDES passam a exportar num prazo máxmo de três anos. Já esta proporção é de apenas 13% para o conjunto de empresas com característcas smlares e que não receberam nenhum tpo de fnancamento

4 (grupo de controle). Já o BNDES-Exm, lnha do voltada especfcamente para apoo à exportação, aumenta a probabldade das empresas de se tornarem exportadoras contnuas. O objetvo do presente estudo é apresentar novas estmatvas sobre o mpacto do fnancamento do BNDES sobre os ndcadores de desempenho das frmas. Em partcular, seu foco não é apenas no efeto médo do fnancamento do BNDES sobre estes ndcadores, mas como o efeto do fnancamento vara de acordo com a posção relatva da frma em relação a estes ndcadores. Por exemplo, se o ndcador em questão for taxa de crescmento da produtvdade e constatarmos que o efeto do fnancamento do BNDES é maor para as frmas que possuem taxas de crescmento de produtvdade mas baxas, poderemos nferr que o fnancamento do BNDES tem o potencal de dmnur a desgualdade nas taxas de crescmento de produtvdade das frmas na economa. O Efeto Quantílco de Tratamento (EQT) é um parâmetro que permte analsar os efetos dstrbuconas de um determnado tratamento sobre os pacentes. O EQT pode ser defndo, para um dado percentl, como a dstânca horzontal entre as funções de dstrbução cumulatvas da varável resposta referentes ao grupo de tratamento e o de controle. Neste estudo, os pacentes são as frmas, o tratamento é receber fnancamento do BNDES e os grupos de tratamento e controle são, respectvamente, as frmas benefcáras e nãobenefcáras do fnancamento do BNDES. Dferenças nas dstrbuções das varáves respostas dos grupos de tratamento e controle podem ser atrbuídas ao efeto de tratamento caso a alocação dos pacentes entre os dos grupos seja feta de forma aleatóra. Este certamente não é o caso do fnancamento do BNDES, pos algumas frmas são mas propensas a obterem fnancamento do BNDES do que outras. Por exemplo, suponhamos que frmas grandes têm mas facldades em obter o fnancamento. Se esta hpótese for verdadera, dferenças na varável resposta entre os grupos de tratamento e controle não necessaramente podem ser atrbuídas ao efeto do fnancamento e sm decorrente do crtéro de seleção que tende a seleconar um determnado tpo de frma. Para corrgr este vés de seleção, nós adotamos um procedmento conhecdo na lteratura como reponderação pelo escore de propensão (weghtng propensty score). Escore de propensão é a probabldade de o pacente vr a receber o tratamento dado as suas característcas observáves. Bascamente, o que este procedmento faz é dar mas peso, durante a estmação do efeto de tratamento, para os pacentes que receberam tratamento, mas que tnham baxa probabldade de recebê-lo e para os pacentes que não foram tratados, mas que tnham alta probabldade de terem sdo. As varáves de respostas das frmas que são analsados neste artgo são: produtvdade total dos fatores (PTF), produtvdade do trabalho (PT), receta líquda de vendas (RLV) e número de empregados (NE). O restante do artgo está organzado da segunte forma: nas seções 2 e 3 descrevem-se metodologa e os dados. Na seção 4 são apresentados e analsados os resultados. Na seção 5 faz-se um sumáro dos prncpas resultados.

5 2. METODOLOGIA 2.1 Aspectos Concetuas da Abordagem : Frpo (2007) Para um ndvduo, seja { 0,1} T = a varável ndcadora de tratamento, Y (1) o valor da varável de resposta desse evento quando o ndvduo está sujeto à aplcação do tratamento e Y (0) o valor da varável de resposta quando o ndvduo não está sujeto à aplcação do tratamento. Se T = 1, então apenas Y (1) é observada, caso contráro, apenas Y (0) é observada. Seja τ um número real em [ 0,1 ], o efeto quantílco de tratamento (EQT) será representado por: = q q, onde q j, τ = nf q Pr[ Y ( j) q j, τ ] τ, j = 0, 1 (1) τ 1, τ 0, τ A expressão (1) acma ndca que o EQT é, para um dado quantl τ, a dferença entre os valores do quantl τ das funções de dstrbução cumulatvas da varável resposta referentes ao grupo de tratamento e o de controle. No procedmento de reponderação pelo escore de propensão adotam-se as hpóteses de não conformdade e suporte comum. A hpótese de não conformdade nos dz que condconal a um determnado conjunto de varáves X observáves, a alocação entre tratamento e controle é feta de forma aleatóra, de tal forma que: ( ) T Y(1), Y(0) X, (2) em que a ndependênca entre os grupos é smbolzada por. A hpótese de suporte comum nos dz que o escore de propensão p x p T = 1 X = x ) é lmtado entre 0 e 1 para qualquer x: ( ( ) ( ) ( ) 0< p x < 1 (4) Por sua vez, a hpótese de não conformdade mplca que os valores Y 0 e Y 1 ndependem da aplcação do tratamento, ou em outros termos: ( ) ( ) Y(1), Y(0) T p X, (5) Os estmadores do escore de propensão, ˆp ( x ), adotados são baseados em um modelo de regressão probt: Pr( T = 1 X = x) = Φ( β x), (6) em que Φ () é a função de dstrbução normal padrão.

6 O estmador para o EQT, ˆ ˆ ˆ τ = q1, τ q0, τ, é o coefcente estmado da regressão quantílca reponderada da varável resposta Y em respeto a constante e varável ndcadora de tratamento T, onde os pesos de cada uma das observações, w, é dada pela segunte expressão: w T 1 T = + (7) pˆ( x) 1 pˆ( x) Portanto, o estmador para o EQT é, para um dado quantl τ, é a solução, da segunte função objetvo: τ 1 mn n ατ, τ : Y ατ + τt wτ Y α T + w (1 τ ) Y τ τ Y ατ + βτt α T τ τ (8) Caso o parâmetro de nteresse fosse o efeto médo de tratamento, a únca dferença em relação ao procedmento descrto acma sera estmar uma regressão por mínmos quadrados ordnáros ao nvés de regressão quantílca. 2.2 O modelo Neste estudo, o tratamento é ter fnancamento conceddo pelo BNDES em Mas especfcamente, as frmas ndustras com mas de 30 empregados que tveram fnancamento conceddo pelo BNDES uncamente no ano de 2000 e que sobrevveram no mercado até 2003 formam o grupo de tratamento. O grupo de controle é formado pelas frmas que não tveram fnancamentos conceddos pelo BNDES no período de 1995 a O efeto quantílco de tratamento (EQT) é calculado para nove dferentes especfcações da varável resposta Y, são elas: as taxas de crescmento da produtvdade total dos fatores, produtvdade do trabalho, pessoal ocupado e receta líquda de vendas, medatamente posteror ao tratamento (2001), para dos anos posterores ao tratamento (2002) e três anos posterores ao tratamento (2003). A produtvdade do trabalho é a quantdade de produção por undade de trabalho empregado. Como as bases de dados não têm nformação sobre a quantdade do produto produzdo, fo adotado com a razão entre a receta líquda de vendas e o número de empregados com medda de produtvdade de trabalho. Já a produtvdade total dos fatores é a quantdade de produção por undade do conjunto de fatores de produção empregados (em geral, captal e trabalho). A PTF é consderada pela ortodoxa econômca com a prncpal medda de produtvdade A PTF é função da tecnologa e efcênca. A tecnologa representa a manera de como se combna os nsumos para se produzr bens. A efcênca é uma medda de quão efetvamente estão sendo usados os fatores de produção dado um nível tecnológco.

7 A medda de PTF adotada é a mesma utlzada por Rbero e De Negr (2009) que por sua vez seguem Hseh e Klenow (2008). Ela supõe uma função de produção Cobb-Douglas sob retornos constantes de escala: PTF = Ln rlv ) [ Ln( k ) s( k ) + Ln( w ) s( w ) + Ln( mat ) s( mat )] (9) em que ( rlv é a receta líquda de vendas; w é o gasto total com pessoal; mat é o gasto com nsumos utlzados na produção, tas como energa elétrca, materas e combustíves, e k representa o valor do estoque de captal fxo produtvo, e a função s(x) representa a proporção do gasto com x em relação ao gasto total. 3 Em relação ao cálculo do escore de propensão, supõe-se que as seguntes varáves explcatvas que condconadas a elas a alocação entre tratamento e controle é feta de forma aleatóra: PO : Pessoal ocupado lgado à produção ndustral. AGE : Idade da frma. SKILL : Escolardade méda dos trabalhadores da frma. DEXP : Varável ndcadora de frma exportadora. SHARE : Partcpação no mercado. Mensurado através da razão entre a receta líquda da frma sobre a receta líquda do setor de atvdade econômca da frma. PT : Produtvdade do trabalho. Defnda como sendo a razão entre o valor da transformação ndustral e o pessoal ocupado lgado à produção ndustral. ENDV : Classe de endvdamento. O endvdamento da frma é mensurado através da razão entre as despesas fnanceras da frma sobre a receta líquda de vendas. Por sua vez, a classe de endvdamento é defnda através dos percents 20%, 40%, 60% e 80%. CNAE : Varável controle utlzando dos dígtos da classfcação naconal de atvdade econômca. UF : Undade da federação de localzação da frma. 3. DADOS E ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS As nformações ao nível da frma utlzadas neste artgo provêm de dferentes bases de dados lgadas umas as outras pelos códgos fscas das frmas. As bases de dados são: Pesqusa Industral Anual de 2000 a 2003 (PIA/IBGE), o Censo de Comerco Exteror da Secretára de Comerco Exteror (SECEX), a Relação Anual de Informações Socas (RAIS/MTE); e o cadastro de frmas fnancadas pelo BNDES. O cadastro do BNDES possu o regstro de todas as frmas que foram benefcadas por algum fnancamento do BNDES durante o período de 1995 a O estoque de captal, k, é estmado utlzando o método nventáro perpetuo (ver detalhes em Alves e Messa (2008))

8 O cadastro do BNDES e as PIAs de , foram utlzados para determnar os grupos de tratamento e controle. Este recorte resulta em um grupo de tratamento com 2217 frmas e um grupo de controle com frmas. A tabela 1 apresenta estatístcas descrtvas para os grupos de tratamento e controle. Tabela 1- Estatístcas Descrtvas de Varáves Seleconados para Dferentes Desenhos Amostras Varáves Grupo de Controle Grupo de Tratamento (n=16762) (n=2217) Méda DP Méda DP Pessoal ocupado 107,0 317,4 416,4 1236,0 Idade 17,4 12,1 22,0 13,0 Escolardade 7,1 1,9 7,5 1,8 Market share 0,3% 1,9% 1,1% 3,6% Solvenca 4,5% 54,8% 4,1% 4,5% Produtvdade 21168, , , ,5 Valor do fnancamento 0,0% 0,0% 6,9% 13,8% Taxa de Crescmento da PT entre 2000 e % 179% 8% 127% Taxa de Crescmento da PT entre 2000 e % 178% 21% 117% Taxa de Crescmento da PT entre 2000 e % 159% 32% 110% Taxa de Crescmento da PTF entre 2000 e % 136% -11% 113% Taxa de Crescmento da PTF entre 2000 e % 169% -11% 138% Taxa de Crescmento da PTF entre 2000 e % 188% -11% 151% Taxa de Crescmento da RLV entre 2000 e % 49% 14% 34% Taxa de Crescmento da RLV entre 2000 e % 61% 30% 50% Taxa de Crescmento da RLV entre 2000 e % 66% 46% 59% Taxa de Crescmento do NE entre 2000 e % 41% 4% 33% Taxa de Crescmento do NE entre 2000 e % 48% 7% 44% Taxa de Crescmento do NE entre 2000 e % 54% 10% 51% Fonte: PIA/IBGE, Cadastro BNDES e SECEX. Elaboração própra. PT: produtvdade do trabalho. PTF: produtvdade total dos fatores. RVL: receta líquda de vendas. NE: número de empregados. 4. RESULTADOS O modelo probt é utlzado para calcular o escore de propensão generalzado das observações do grupo de controle e tratamento. No procedmento de estmação do efeto quantílco de tratamento (EQT) as frmas que recebem uma ponderação maor na regressão são aquelas que receberam fnancamento, mas que tnham baxa probabldade de recebê-lo, assm como aquelas que não foram fnancadas, mas que tnham alta probabldade de terem sdo. As estmatvas dos coefcentes do modelo probt, presentes na tabela 2, revelam que as varáves pessoal ocupado, dade da frma e produtvdade do trabalho são sgnfcantes e mpactam postvamente a probabldade de se obter um fnancamento. Observa-se também que as frmas com menores níves de

9 endvdamento apresentam menor probabldade de serem fnancadas se comparadas com as de classe de endvdamento medana (categora de endvdamento). Surpreendentemente, o fato de a frma exportar assm como a partcpação da frma no mercado não são varáves sgnfcantes que afetam a probabldade da frma receber um fnancamento do BNDES. Tabela 2 - Estmatvas de Máxma Verossmlhança do Modelo Probt Varável Coefcente Erro Padrão P-valor Intercepto -7,5858 5,93 0,2008 Pessoal Ocupado 0,4881 0,0912 <.0001 Pessoal Ocupado 2-0, , ,3841 Idade 1,3287 0,1524 <.0001 Idade 2-0,2595 0,0284 <.0001 Escolardade Méda 0,6893 0,3866 0,0746 Escolardade Méda 2-0,1363 0,1039 0,1898 Exportações 0,022 0,017 0,1943 Categora de Endvdamento 1-0,0966 0,0334 0,0038 Categora de Endvdamento 2-0,2784 0,0306 <.0001 Categora de Endvdamento 4 0,2912 0,0251 <.0001 Categora de Endvdamento 5 0,0196 0,0272 0,472 Market Share 0,1989 0,5901 0,7361 Produtvdade do Trabalho 0,1437 0,0132 <.0001 Numero de observações Fonte: PIA/IBGE, Cadastro BNDES e SECEX. Elaboração própra. Na tabela 3 são apresentadas as estmatvas do efeto quantílco de tratamento (EQT) para a taxa de crescmento do pessoal ocupado. As estmatvas ndcam um efeto postvo em todos os quants, ndependente dos três horzontes de tempo que estamos nos referndo. Como pode ser observado na fgura 1, esse efeto postvo tende a dmnur à medda que avançamos para os quants mas elevados da dstrbução. Além dsso, este efeto postvo se mantém mesmo após três após a data da concessão do fnancamento.

10 Tabela 3. Efeto Quantílco de Tratamento na Taxa de Crescmento do Pessoal Ocupado 2000 a a a 2003 Quants EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. 0,1 0,095 0,049 0,142 0,162 0,086 0,239 0,146 0,061 0,230 0,2 0,070 0,041 0,099 0,109 0,077 0,140 0,152 0,115 0,189 0,3 0,055 0,034 0,076 0,077 0,055 0,098 0,113 0,083 0,143 0,4 0,039 0,027 0,051 0,058 0,037 0,078 0,094 0,067 0,121 0,5 0,027 0,011 0,043 0,065 0,045 0,084 0,090 0,068 0,113 0,6 0,038 0,024 0,052 0,052 0,030 0,075 0,093 0,067 0,118 0,7 0,038 0,019 0,056 0,058 0,026 0,091 0,101 0,072 0,131 0,8 0,032 0,014 0,049 0,072 0,037 0,106 0,074 0,032 0,116 0,9 0,002-0,043 0,046 0,044-0,010 0,098 0,054-0,023 0,131 Médo 0,056 0,045 0,068 0,083 0,067 0,098 0,102 0,083 0,121 Fonte: PIA/IBGE, Cadastro BNDES e SECEX. Elaboração própra. 0,200 Fgura 1. Efeto do Fnancamento do BNDES na Taxa de Crescmento do Número de Empregados 0,150 Coefcentes 0,100 0,050 0,000 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9-0,050 Quants EQT 2000 a 2001 EQT 2000 a 2002 EQT 2000 a 2003 Em relação ao mpacto sobre a taxa de crescmento da receta líquda de vendas, as estmatvas de EQT apresentadas na tabela 4 e na fgura 2 revelam um efeto postvo na taxa de crescmento da receta lquda de vendas para todos os quants, ndependente dos três horzontes de tempo estudados. Em relação às taxas de crescmento entre 2000 e 2002 e entre 2000 e 2003, o EQT decresce abruptamente até o quantl 0,4, depos se mantém estável. Em relação à taxa a crescmento entre 2000 e 2001, o efeto decresce monotoncamente à medda que avançamos para os quants mas elevados.

11 0,1 0,2 0,3 0,4 0,6 0,7 0,8 0,9 Tabela 4. Efeto Quantílco de Tratamento na Taxa de Crescmento do Receta Líquda de Vendas 2000 a a a 2003 Quants EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. 0,1 0,168 0,105 0,232 0,243 0,173 0,313 0,297 0,223 0,371 0,2 0,111 0,081 0,141 0,152 0,114 0,189 0,146 0,091 0,201 0,3 0,073 0,052 0,094 0,111 0,074 0,147 0,117 0,075 0,159 0,4 0,068 0,052 0,084 0,102 0,069 0,134 0,088 0,046 0,131 0,5 0,054 0,040 0,068 0,097 0,066 0,128 0,103 0,048 0,158 0,6 0,041 0,025 0,057 0,081 0,044 0,118 0,119 0,063 0,175 0,7 0,037 0,016 0,059 0,093 0,050 0,135 0,100 0,046 0,154 0,8 0,022-0,005 0,049 0,082 0,036 0,128 0,084 0,007 0,162 0,9-0,021-0,074 0,033 0,091 0,010 0,172 0,123 0,014 0,232 Médo 0,067 0,053 0,081 0,147 0,129 0,165 0,164 0,141 0,187 Fonte: PIA/IBGE, Cadastro BNDES e SECEX. Elaboração própra. 0,350 Fgura 2. Efeto do Fnancamento do BNDES na Taxa de Crescmento do Receta Líquda de Vendas 0,300 0,250 Coefcentes 0,200 0,150 0,100 0,050 0,000-0,050 0,5 Quants EQT 2000 a 2001 EQT 2000 a 2002 EQT 2000 a 2003 A tabela 5 apresenta estmatvas de EQT sobre o efeto do fnancamento sobre taxa de crescmento da produtvdade do trabalho. As estmatvas são postvas em todos os quants, ndependentemente dos três horzontes de tempo que estamos nos referndo. Como pode ser observado na fgura 3, esse efeto tem um formato de U, ndcando que o efeto decresce à medda que avançamos para o qunto decl, e voltam a crescer à medda que nos afastamos deste quantl, notase também, que este crescmento se acentua a partr do sétmo decl. Este efeto postvo também se mantém mesmo após três após a concessão do fnancamento.

12 Tabela 5. Efeto Quantílco de Tratamento na Taxa de Crescmento do Produtvdade do Trabalho 2000 a a a 2003 Quants EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. 0,1 0,264 0,108 0,421 0,391 0,168 0,614 0,418 0,225 0,610 0,2 0,144 0,057 0,230 0,256 0,149 0,363 0,298 0,181 0,415 0,3 0,123 0,043 0,203 0,237 0,142 0,332 0,256 0,153 0,359 0,4 0,114 0,038 0,190 0,205 0,139 0,271 0,232 0,120 0,344 0,5 0,103 0,018 0,189 0,223 0,167 0,278 0,209 0,090 0,329 0,6 0,122-0,017 0,261 0,212 0,151 0,274 0,239 0,106 0,372 0,7 0,195 0,042 0,347 0,271 0,155 0,387 0,306 0,133 0,479 0,8 0,248 0,080 0,416 0,270 0,137 0,402 0,428 0,246 0,609 0,9 0,375 0,213 0,536 0,446 0,198 0,695 0,463 0,195 0,731 Médo 0,834 0,758 0,910 0,965 0,886 1,044 0,948 0,868 1,027 Fonte: PIA/IBGE, Cadastro BNDES e SECEX. Elaboração própra. 0,550 Fgura 3. Efeto do Fnancamento do BNDES na Taxa de Crescmento da Produtvdade do Trabalho 0,450 0,350 Coefcentes 0,250 0,150 0,050-0,050 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 Quants EQT 2000 a 2001 EQT 2000 a 2002 EQT 2000 A 2003 Fnalmente, em relação ao mpacto sobre a taxa de crescmento da produtvdade total de fatores, as estmatvas de EQT apresentados na tabela 6 e fgura 4 revelam que o efeto decresce monotoncamente à medda que avançamos para os quants mas elevados, chegando a ser não sgnfcatvos para alguns quants superores ao qunto decl. Portanto, as frmas mas benefcadas pelo fnancamento do BNDES são as que apresentam taxas de crescmento de produtvdade total dos fatores abaxo da medana. A méda da PTF (em nível) das empresas que possuem taxas de crescmento da PTF abaxo da medana é de 2,28, enquanto que a PTF méda das outras frmas é de 0,76.

13 Tabela 6. Efeto Quantílco de Tratamento na Taxa de Crescmento do Produtvdade Total dos Fatores 2000 a a a 2003 Quants EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. EQT EQT-2e.p. EQT+2e.p. 0,1 0,171 0,031 0,311 0,328 0,038 0,618 0,288-0,032 0,608 0,2 0,115 0,066 0,164 0,210 0,139 0,280 0,103-0,052 0,259 0,3 0,042 0,006 0,079 0,116 0,074 0,158 0,046-0,072 0,164 0,4 0,023-0,008 0,055 0,073 0,037 0,109 0,019-0,077 0,116 0,5 0,023 0,002 0,045 0,048 0,020 0,076 0,020-0,057 0,096 0,6 0,016-0,008 0,040 0,038 0,008 0,069-0,006-0,060 0,047 0,7 0,002-0,020 0,023 0,025-0,005 0,054-0,016-0,064 0,032 0,8-0,027-0,056 0,002-0,010-0,049 0,030-0,044-0,089 0,002 0,9-0,011-0,064 0,042-0,071-0,138-0,004-0,125-0,223-0,027 Médo 0,070 0,029 0,112 0,057 0,003 0,110-0,057-0,118 0,005 Fonte: PIA/IBGE, Cadastro BNDES e SECEX. Elaboração própra. 0,450 Fgura 4. Efeto do Fnancamento do BNDES na Taxa de Crescmento da Produtvdade Total dos Fatores 0,350 0,250 Coefcentes 0,150 0,050-0,050 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9-0,150 Quants EQT 2000 a 2001 EQT 2000 a 2002 EQT 2000 a 2003

14 5. CONCLUSÕES Este artgo apresentou novas estmatvas sobre o mpacto do fnancamento do BNDES sobre ndcadores de desempenho das frmas fnancadas. Em partcular, seu foco é no efeto quantílco de tratamento (EQT), ou seja, não é apenas no efeto médo do fnancamento do BNDES, mas como o efeto do fnancamento vara de acordo com o quantl da dstrbução condconal do ndcador em questão. As prncpas conclusões são que as dferentes lnhas de fnancamento do BNDES afetam em méda postvamente as taxas de crescmento da produtvdade total de fatores (PTF), produtvdade do trabalho, do número de empregados e da receta líquda de vendas das empresas fnancadas. Além dsso, com exceção da PTF, estes efetos postvos se mantêm mesmo após três anos da data de concessão do fnancamento. Em relação ao efeto de tratamento quantílco, o seu comportamento sobre a produtvdade do trabalho tem um formato de U ao longo da dstrbução condconal desta varável, ou seja, é decrescente até o qunto decl da dstrbução e torna-se crescente a partr deste decl. Em relação às outras três especfcações da varável reposta, o EQT é sempre postvo, mas decrescente á medda que camnhamos ao longo da dstrbução. No caso especfco da PTF, o EQT passa a ser não sgnfcatvo a partr do qunto decl. Portanto, as frmas mas benefcadas pelo fnancamento do BNDES são as que apresentam taxas de crescmento de produtvdade total dos fatores abaxo da medana. Estas empresas abaxo da medana são justamente aquelas possuem PTF (em nível) elevadas. Pos, a méda da PTF das empresas que possuem taxas de crescmento da PTF abaxo da medana é de 2,28, enquanto que a méda deste parâmetro para as outras frmas é de 0,76. Esta dferença de mpacto pode ser conseqüênca dos desenhos das lnhas de fnancamento ou de fatores ntrínsecos as frmas. Se for conseqüênca do desenho do programa, cabera ao BNDES corrg-lo para que as empresas com baxos níves de produtvdade total dos fatores tenham o mesmo benefco expermentado pelas demas empresas. Se for conseqüênca de fatores ntrínsecos a frma, cabera ao BNDES prvlegar as frmas que possuem níves produtvdade total dos fatores elevados. 6. REFERÊNCIAS Alves, P. F. e Slva, A. M. (2008) Estmatva do estoque de captal das empresas ndustras brasleras. Brasíla: Insttuto de Pesqusa Econômca Aplcada - IPEA, Texto para Dscussão, 1235, Brasíla. De Negr, J., De Negr, F. e Alvez, P. (2008) Os fnancamentos do BNDES têm mpacto postvo sobre a tecnológca, o emprego e o faturamento das frmas?, mmeo. Frpo, S. (2007) Effcent semparametrc estmaton of quantle treatment effects, Econometrca, vol 75, Issue 1,

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