Manual do Produto Credit Rating Serasa. Manual do Produto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual do Produto Credit Rating Serasa. Manual do Produto"

Transcrição

1 Manual do Produto 1

2 Índice > Apresentação > Conceito > Características > Principais Aplicações Modelos de Relatórios > Credit Rating Corporate > Credit Rating Corporate > Credit Rating Middle+/Middle/Small > Credit Rating Small Interpretação das Informações > Informações Cadastrais > Informações Comportamentais > Informações Financeiras Interpretação dos Índices Financeiros Credit Rating - Outros Relatórios Documentos Necessários para elaboração do Credit Rating Como Solicitar a Elaboração do Relatório Credit Rating Como Acompanhar o Processo de Elaboração do Credit Rating Meios de Acesso Outras Informações Importantes

3 Apresentação Este manual tem como objetivo oferecer aos clientes as orientações necessárias à adequada utilização do, sistema desenvolvido pela Serasa de classificação de risco de crédito de pessoa jurídica. O manual traz as características, as formas de distribuição e os benefícios e vantagens do Credit Rating Serasa. Conceito O é um completo relatório que contém informações cadastrais, comportamentais e econômico-financeiras das empresas analisadas, além de uma classificação objetiva do risco de crédito dessas instituições. A classificação de risco de crédito (rating), principal atributo do produto, é uma tecnologia objetiva de cálculo do risco de crédito de pessoas jurídicas que indica a probabilidade de a empresa tornar-se inadimplente (incorrendo em um dos eventos relacionados a seguir) em um horizonte de 12 meses. A inadimplência é caracterizada quando os eventos falência, concordata, Refin, CCF, ação, Pefin e protesto ocorrem, e atendem as seguintes condições: 1) Falência decretada ou autofalência; 2) Autofalência ou concordata requerida, concordata diferida ou concordata suspensiva; 3) Recuperação judicial ou extrajudicial; 4) Quantidade ou soma de Refin com 90 dias ou mais de atraso, de acordo com os limites estabelecidos pela tabela abaixo, sendo consideradas para esta soma apenas as ocorrências com valor maior ou igual R$ 120,00; Ativo ou Faturamento Líquido (em milhões) Quantidade Refin ou Valor Total (em milhares) até R$ 1,2 R$1,2 a R$ 4 R$ 4 a R$ 25 R$ 25 a R$ 50 R$ 50 a R$ 200 > R$ 200 a 2 a 4 a 6 a 8 a 10 a 12 ou ou ou ou ou ou R$ 5 R$ 20 R$ 100 R$ 250 R$ 500 R$ ) Quantidade ou soma de cheques sem fundos CCF com 90 dias ou mais de atraso, de acordo com os limites estabelecidos na tabela abaixo: Ativo ou Faturamento Líquido (em milhões) CCF Quantidade ou Valor Total (em milhares) até R$ 1,2 R$1,2 a R$ 4 R$ 4 a R$ 25 R$ 25 a R$ 50 R$ 50 a R$ 200 > R$ 200 a 2 a 4 a 6 a 8 a 10 a 12 ou ou ou ou ou ou R$ 5 R$ 20 R$ 100 R$ 250 R$ 500 R$

4 6) Pontuação ou valor da Cesta de Eventos de outras restrições com 90 dias ou mais de atraso cujos valores ultrapassem os limites estabelecidos na tabela abaixo: Ativo ou Faturamento Líquido (em milhões) até R$ 1,2 R$1,2 a R$ 4 R$ 4 a R$ 25 R$ 25 a R$ 50 R$ 50 a R$ 200 > R$ 200 Quantidade a 5 a 10 a 25 a 50 a 150 a 300 Cesta de Eventos ou ou ou ou ou ou ou Valor Total (em milhares) R$ 10 R$ 40 R$ 200 R$ 500 R$ R$ A ponderação de cada evento na Cesta é dada pela tabela abaixo: Tipo de Restrição Falência Requerida Ação (Executiva ou de Busca e Apreensão) Protesto Pefin Peso Características O apresenta as seguintes características: a) Processo Dinâmico para Determinação do Risco de Crédito O é calculado instantaneamente no momento da consulta do cliente, reconhecendo todos os eventos de risco existentes nas diversas bases de dados. A classificação do risco de crédito da empresa é continuamente revisada à medida que novos eventos de risco são registrados nas bases de dados, o que garante total dinamismo e proporciona segurança ainda maior ao processo de tomada de decisão de crédito. b) Escala de Risco Representado por uma escala numérica de 1 a 22 (1=menor risco e 22=maior risco), o Credit Rating Serasa agrupa as empresas em classes homogêneas de risco, indica o grau de risco da empresa analisada e a respectiva probabilidade de inadimplência. A escala adotada apresenta 19 classes ativas e 3 indicativas de default utilizadas para classificar as empresas inadimplentes no momento da consulta (que apresentam pelo menos um dos eventos caracterizadores de inadimplência). c) Probabilidade de Inadimplência Um dos mais importantes atributos do é a indicação da probabilidade de inadimplência associada a cada classe de risco, que oferece a medida objetiva do grau de risco. Apresentamos, a seguir, as probabilidades de inadimplência associadas às classes de risco. 4

5 Classes de Risco Faixas Probabilidade de Inadimplência (%) Probabilidade Média de Inadimplência (%) 0,00 a 0,10 0,05 0,10 a 0,20 0,15 0,20 a 0,30 0,25 0,30 a 0,40 0,35 0,40 a 0,50 0,45 0,50 a 0,75 0,62 0,75 a 1,00 0,87 1,00 a 1,25 1,12 1,25 a 1,50 1,37 1,50 a 2,00 1,75 2,00 a 3,00 2,50 3,00 a 4,00 3,50 4,00 a 5,00 4,50 5,00 a 8,00 6,50 8,00 a 10,00 9,00 10,00 a 15,00 12,50 15,00 a 30,00 22,50 30,00 a 50,00 40,00 50,00 a 99,99 75,00 Default - Cesta de Eventos/Refin/CCF Default - Recuperação Judicial e Extra-Judicial Default - Falência d) Metodologia de Cálculo Modelos Estatísticos O conta com vários modelos para a classificação do risco de empresas com ativo total e faturamento líquido inferior a R$ 200 milhões (empresas small, small+, middle, middle+ e corporate). Esses modelos estatísticos são segmentados em cinco grupos em função do porte das empresas, definido com base no tamanho do ativo e no valor do faturamento líquido anual, conforme especificado na tabela abaixo. Para cada grupo de empresas, existem modelos diferenciados por setor da economia: indústria, comércio, serviço e primário. 5

6 Segmento Ativo Total e/ou Faturamento Líquido Anual (em milhões) Modelo 2.0 Modelo 3.0 I II III IV V IV até R$ 1,2 R$1,2 a R$ 4 R$ 4 a R$ 25 R$ 25 a R$ 50 R$ 50 a R$ 200 > R$ 200 Estatístico Estatístico Estatístico Estatístico Julgamental Julgamental Estatístico Estatístico Estatístico Estatístico Estatístico Julgamental Modelo Julgamental Aplicado para empresas com ativo total ou faturamento líquido superior a R$ 200 milhões (empresas corporate+), e a classificação do risco de crédito é apoiada tanto em análises quantitativas, elaboradas a partir de relatórios contábeis, como qualitativas, apoiadas em visitas às empresas, análise de grupo econômico e das perspectivas setoriais e macroeconômicas. O conjunto de todas essas análises resulta na determinação da classificação de risco de crédito, que é validada por um comitê composto por especialistas em análises de crédito e setorial. e) Variáveis Aplicadas no Cálculo do CREDIT RATING SERASA O cálculo do risco de crédito é feito com base em variáveis que permitem avaliar as empresas conforme os atributos-chave do crédito, os Cs do Crédito - Capital, Caráter, Conglomerado, Capacidade, Condições -, conforme exemplificado abaixo. Exemplos de Variáveis Cadastrais - C capacidade idade da empresa; data de entrada dos acionistas/sócios/empresários; tempo de gestão dos administradores; localização da empresa. Comportamentais - C caráter anotações negativas; hábitos de pagamentos; pendências financeiras - dívidas vencidas. Financeiras - C capital os mais importantes indicadores econômico-financeiros de liquidez, de rentabilidade, de estrutura de capitais e de fluxo de caixa. Grupo econômico - C conglomerado desempenho econômico-financeiro das empresas controladas e coligadas. Macroeconômicas e setoriais - C condições análise e perspectivas do desempenho do setor de atividade da empresa. 6

7 Principais Aplicações Ao medir objetivamente o risco de crédito, o Credit Rating permite ao cliente estruturar políticas de crédito diferenciadas para as classes de risco e obter vantagens competitivas e melhores resultados. Principais aplicações do Credit Rating: definição de políticas de crédito, tomada de decisão de crédito, estabelecimento de limites de crédito ajustados ao risco de crédito, análise de fornecedores, tanto no processo de terceirização quanto na aquisição de estoques. Modelos de Relatórios O Credit Rating é também indispensável na gestão da carteira de clientes, permitindo a avaliação dos níveis de concentração de risco e inadimplência da carteira. O Credit Rating é disponibilizado com um conjunto de informações de natureza cadastral, comportamental e econômico-financeira permitindo ao cliente contar com todos os elementos necessários à completa avaliação do desempenho das empresas. O conteúdo dos relatórios Credit Rating varia em função do porte das empresas, apresentando maior diversificação e quantidade de informações à medida que aumenta o tamanho das empresas e a suficiência de informação necessária para apoio aos negócios. O diagrama a seguir, ilustra os relatórios disponíveis na solução Credit Rating. Solução - Relatórios Disponíveis Corporate + Credit Rating Corporate+ Rel. Análise de Balanço Relatório Cadastral Parecer de Crédito Nível do Negócio Corporate Middle Credit Rating Middle Rel. Análise de Balanço Relatório Cadastral Parecer de Crédito Credit Rating Corporate Rel. Análise de Balanço Relatório Cadastral Parecer de Crédito Small Credit Rating Small Relatório Cadastral Parecer de Crédito Rel. Cadastral Sintético Simplificada Detalhada Analítica Muito Analítica Nível da Informação Idiomas disponíveis: Português, Inglês, Espanhol Moedas de apresentação dos dados: Real, Dólar, Euro 7

8 Credit Rating Corporate+ Aplicação Relatório disponibilizado para análise de empresas com ativo total ou faturamento líquido superior a R$ 200 milhões de reais. Conceito O Credit Rating Corporate+ é um relatório econômico-financeiro e cadastral, com classificação do risco de crédito, destinado a orientar decisões de crédito e negócios envolvendo as empresas do segmento corporate+. Esse relatório incorpora as mais avançadas e modernas técnicas de análise para avaliação do desempenho da empresa no período analisado, baseadas na capacidade de geração de recursos, criação de valor, composição da estrutura de capitais, nas taxas de crescimento da empresa no período entre outras. Metodologia A classificação de risco é definida com base em modelo julgamental apoiado tanto em análises quantitativas, elaboradas a partir de relatórios contábeis, quanto qualitativas apoiadas em visitas às empresas, análises do grupo econômico e do setor de atuação da empresa. A classificação de risco sugerida é validada pelo Comitê de Crédito da Serasa. Informações do Produto O Credit Rating Corporate+ reúne completas informações de natureza cadastral, comportamental, setorial e macroeconômica, do grupo econômico, econômico-financeiras, além de informações sobre as estratégias de negócios das empresas publicadas em jornais e revistas e classificação de risco de crédito, conforme exemplificado no modelo apresentado nas páginas seguintes. Além disso, também estão disponíveis para consulta vários relatórios com diferentes níveis de suficiência de informação, conforme apresentado no quadro a seguir. 8

9 Credit Rating Corporate+ Blocos Informações Credit Rating com Parecer Credit Rating Relatório Cadastral e Financeiro Relatório de Análise de Balanço Relatório Cadastral Parecer de Crédito Rating Classe de risco Probabilidade de Inadimplência - Motivo de default Cadastrais Identificação Localização da Sede Endereço para Correspondência Atividade Produção Fornecedores Gestão da Qualidade Comercialização Clientes Controle Societário Administração Conselho de Administração Experiência e Formação dos Administradores Imóveis Declarados Seguros Informados Referências Bancárias Informações Adicionais Grupo Econômico Nome do Grupo Empresas Ligadas Comportamentais Relacionamento com Fornecedores Histórico de Pagamentos Referenciais de Negócios Pendências Financeiras Comerciais Pendências Financeiras Bancárias Informações do Concentre Alerta Cadastral Econômico-financeiras Balanços e Demonstrações dos Resultados Observações s/ as Demonstrações Contábeis Evolução do Patrimônio Líquido Fluxo de Caixa Indicadores de Atividade Indicadores de Estrutura Indicadores de Investimentos Evolução do Investimento Evolução do Imobilizado e Diferido Leasing / Arrendamento Fluxo de Caixa Livre Indicadores de Resultados Indicadores de Crescimento Conclusões Parecer Valor do Parâmetro Financeiro Limite de Crédito Sugerido Funcionalidades: Geração de gráficos personalizados; Exportação de dados para o Excel; Versão analítica das contas do Balanço e Demonstração dos Resultados. 9

10 Credit Rating Corporate+ SERASA - SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CRÉDITO E APOIO A NEGÓCIOS CREDIT RATING CORPORATE + EMPRESA MODELO DE PAPEL S/A RELATÓRIO: DE 99/99/9999 CNPJ: / VALORES EM UNIDADES DE REAIS RATING (POSIÇÃO EM 99/99/ :99:99) CLASSE DE RISCO: 5 PROBABILIDADE MÉDIA DE INADIMPLÊNCIA DA CLASSE: 0,45% CNPJ / DENOMINAÇÃO EMPRESA MODELO DE PAPEL S/A SOCIAL NOME FANTASIA MODELO DE PAPEL NIRE FUNDAÇÃO 99/99/9999 GRUPO ECONÔMICO GRUPO MODELO REGISTRO EM 99/99/9999 IDENTIFICAÇÃO (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) ANTECESSORA EMPRESA EXEMPLAR DE PAPEL S/A ATÉ 88/88/8888 TIPO DE SOCIEDADE SOCIEDADE ANONIMA ABERTA FILIAIS: BRASIL: 87 CENTRO-OESTE: 15 NORDESTE: 15 NORTE: 12 SUL: 10 SUDESTE: 35 LOCALIZAÇÃO DA SEDE (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) ENDEREÇO AV. DEP. EMILIO RIBAS 931 MORUMBI SÃO PAULO /SP CEP FONES , , , , FAX HOME PAGE PRODUTO PRODUÇÃO (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) CÓDIGO DE ATIVIDADE SERASA I IND DE PAPEL EM GERAL CÓDIGO NAC ATIV ECONÔMICA NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS ADMINISTRAÇÃO 300 PRODUÇÃO 850 ORIGEM DAS COMPRAS MERCADO NACIONAL: 86,0% MERCADO INTERNACIONAL: 10,0% COMPRAS DE LIGADAS: 4,0% N DE UNIDADES FABRIS 13 EM ALAGOS, PIRACICABA, ITU PRINCIPAIS PRODUTOS VENDAS QTADE PRODUZIDA MÉDIA MENSAL CAPAC INSTALADA MÉDIA MENSAL PAPÉIS 80,0 % TON TON EMBALAGENS 10,0 % TON TON OUTROS 10,0 % TON TON FORNECEDORES INFORMADOS (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) NACIONAIS CNPJ NOME % COMPRAS COLIGADA / IND QUÍMICA S/A 2,0 NÃO / MODELO DE EXEMPLAR S/A 2,0 NÃO 10

11 Credit Rating Corporate+ PROJETOS DE EXPANSÃO (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) PROJETO: AMPLIAÇÃO DA CAPACIDADE FABRIL INVESTIMENTO US$ INÍCIO 10/2006 TERMINO 10/2008 ORIGEM DOS RECURSOS PRÓPRIOS, EMPRÉSTIMOS/FINANCIAMENTOS. BENEFÍCIOS ESPERADOS AUMENTO DA CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE PAPEL EM 10% GESTÃO DA QUALIDADE (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) CERTIFICAÇÕES ISO CERTIFICADO PROCESSO/PRODUTO EMPRESA CERTIFICADORA DATA CERTIF VALIDADE ISO 9001 GASES INDUSTRIAIS NORSLE VERITAS 99/ /999 PROGRAMAS DE QUALIDADE PROGRAMAS DE SUGESTÕES, 5S COMERCIALIZAÇÃO (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) PRINCIPAL MERCADO CONSUMIDOR INTERNO/EXTERNO COMPOSIÇÃO DAS VENDAS MERCADO NACIONAL: 17,0% REGIÕES: SUDESTE: 60,0% ; SUL: 20,0% ; NORTE: 2,0% ; NORDESTE: 8,0% ; CENTRO-OESTE: 10,0% PRINCIPAIS ESTADOS SÃO PAULO, RIO JANEIRO, MINAS GERAIS, ESP SANTO, PARANÁ, MARANHÃO, PARÁ, SERGIPE MERCADO INTERNACIONAL 83,0% PAÍSES: EST UNIDOS, JAPÃO, PERU, CHILE, CHINA CLIENTES INFORMADOS (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) NACIONAIS CNPJ NOME % VENDAS COLIGADA / CIA BRASILEIRA EXEMPLO S/A 30,0 NÃO / CIA BRASILEIRA MODELO S/A 10,2 NÃO CONTROLE SOCIETÁRIO (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) CAPITAL SOCIAL REALIZADO AUTORIZADO ORIGEM BRASIL CONTROLE PRIVADO NATUREZA ABERTO QUADRO SOCIAL CPF/CNPJ SÓCIO/ACIONISTA ENTRADA NACIONALIDADE % CAPITAL VOTANTE % CAPITAL TOTAL / CIA NACIONAL DE PAPEL S/A 99/9999 BRASIL 99,9 99,9 ADMINISTRAÇÃO (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) CPF/CNPJ ADMINISTRADOR CARGO NACIONALIDADE ESTADO CIVIL ENTRADA MANDATO PEDRO DOS SANTOS D PRES BRASIL CASADO 99/ / ANDRÉ GONCALVES SATO DIRETOR BRASIL CASADO 99/ / RICARDO PEREIRA PINTO DIRETOR BRASIL CASADO 99/ / CINTIA DUARTE PEREZ DIRETOR BRASIL CASADO 99/ /

12 Credit Rating Corporate+ EXPERIÊNCIA / FORMAÇÃO DOS ADMINISTRADORES (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) PEDRO DOS SANTOS FORMAÇÃO ACADÊMICA NÍVEL ESCOLARIDADE SUPERIOR COMPLETO CURSOS DE GRADUAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS - ESC DE ADMINISTRAÇÃO EMPRESAS SÃO PAULO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL CARGO PERÍODO CIA NACIONAL DO PAPEL S/A DIRETOR EXEC 99/9999 PARTICIPAÇÕES (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) CNPJ EMPRESA LIGADA CIDADE/UF PARTICIPANTE VÍNCULO % CAPITAL / EMPRESA DE PAPEIS RECICLADOS S/A CUBATÃO / SP CIA NACIONAL DE PAPEL S/A ACIONISTA 99,5% CONSULTA AGRUPE IMÓVEIS INFORMADOS EM 99/99/9999 ESPÉCIE ÁREA DO TERRENO ÁREA CONSTRUÍDA VALOR INFORMADO ÔNUS HIPOTECA PRÉDIO M M NÃO NÃO LOCALIZAÇÃO: AL BRASIL 187 SAO PAULO / SP PROPRIETÁRIO: EMPRESA MODELO DE PAPEL S/A PRÉDIO 294 M M NÃO NÃO LOCALIZAÇÃO: R MATIAS SILVA 451 GUARULHOS / SP PROPRIETÁRIO: EMPRESA MODELO DE PAPEL S/A SEGUROS INFORMADOS EM 99/99/9999 MODALIDADE VALOR VENCIMENTO SEGURADO INCÊNDIO /99/9999 EMPRESA RESP CIVIL /99/9999 EMPRESA RESP CIVIL /99/9999 EMPRESA TEMOS MAIS INFORMAÇÕES DE SEGUROS EM NOME DE: VALOR TOTAL EMPRESA REFERÊNCIAS BANCÁRIAS (ATUALIZAÇÃO EM 99/99/9999) INSTITUIÇÃO CÓDIGO DE COMPENSAÇÃO AGÊNCIA BANCO EXEMPLO S/A BANCO PRÓSPERO S/A BANCO MODELO S/A COMPORTAMENTO EM NEGÓCIOS (POSIÇÃO EM 99/99/9999) RELACIONAMENTO COM FORNECEDORES 0-6 MESES 6 MESES-1ANO 1-3 ANOS 3-5 ANOS 5-10 ANOS +10 ANOS INATIVAS FONTES CONSULTADAS: 45 12

13 Credit Rating Corporate+ HISTÓRICO DE PAGAMENTOS (QTDE TÍTULOS) PONTUAL À VISTA QTDE % QTDE % QTDE % QTDE % QTDE % QTDE % FONTES CONSULTADAS: 32 REFERENCIAIS DE NEGÓCIOS DATA VALOR MÉDIA ÚLTIMA COMPRA 99/99/ MAIOR FATURA 99/99/ MAIOR ACÚMULO 99/99/ COMERCIAL NADA CONSTA PARA O CNPJ CONSULTADO PENDÊNCIAS FINANCEIRAS (POSIÇÃO EM 99/99/9999) BANCÁRIA NADA CONSTA PARA O CNPJ CONSULTADO NADA CONSTA PARA O CNPJ CONSULTADO INFORMAÇÕES DO CONCENTRE (POSIÇÃO EM 99/99/9999) VEJA DETALHES NO CONCENTRE REF AO(S) PARTICIPANTE(S) E/OU EMPRESA(S) LIGADA(S) EMPRESA DE PAPEIS RECICLADOS S/A / J 13

14 Credit Rating Corporate+ DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (ANÁLISE EM 99/99/9999) ÚLTIMO DEMONSTRATIVO: BALANÇO VALORES EM MILHARES DE REAIS MOEDA REAL (LS) BALANÇOS A-99/99/9999 % B-99/99/9999 % %B/A C-99/99/9999 % %C/B ATIVO DISPONÍVEL APLICAÇÕES FINANCEIRAS CLIENTES ESTOQUES OUTROS CRÉDITOS ATIVO CIRCULANTE C/C EMP INVESTIDAS/SÓCIOS OUTROS CRÉDITOS REALIZÁVEL L PRAZO TOT INVESTIMENTOS IMOBILIZADO DIFERIDO ATIVO NÃO CIRCULANTE ATIVO TOTAL A-99/99/9999 % B-99/99/9999 % %B/A C-99/99/9999 % %C/B PASSIVO FORNECEDORES EMPRÉST E FINANCIAMENTOS TITULOS EMITIDOS SAL TR CONTR OUTROS DEBITOS PASSIVO CIRC EMPREST E FINANCIAMENTOS TÍTULOS EMITIDOS C/C EMP INVESTIDAS/SÓCIOS OUTROS DÉBITOS EXIGIVEL L PRAZO CAPITAL SOCIAL RESERVAS DE LUCROS RESULT ACUMULADO AÇÕES TESOURARIA PATRIMÔNIO LÍQUIDO PASSIVO NÃO CIRCULANTE PASSIVO TOTAL

15 Credit Rating Corporate+ DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS A-99/99/9999 % B-99/99/9999 % %B/A C-99/99/9999 % %C/B FATURAMENTO BRUTO DED RECEITA FATURAM LÍQUIDO CUSTO INDL/COML CUSTOS RESULTADO BRUTO DESP ADMINIS DESPESAS DE VENDAS RESULT ATIVIDADE RESULT FINANCEIRO RESULT C/ INVESTIMENTOS RESULT OPERACIONAL RES EXT OPER RESULTADO ANTES IR PROV IR/C SÓC S/ LUCROS RESULT EXERCÍCIO DIVIDENDOS RESULTADO LÍQUIDO GIR DA ATIVIDADE (EBITDA) QTDE AÇÕES TOTAIS TAXA DISTR LUCR (PAY OUT) 138% 34% 79% LUCRO POR AÇÃO (LPA) OBSERVAÇÕES CONTÁBEIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APRESENTADAS EM VALORES HISTÓRICOS. 99/99/9999: AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ACIMA REFEREM-SE A BALANCETE. A DEMONSTRACAO DE RESULTADOS COMPREENDE 09 MÊS(ES). A CONTA OUTROS CRÉDITOS INCLUI R$ REFERENTE A IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS. A CONTA AJUSTE INCLUI R$ REFERENTE A AÇÕES EM TESOURARIA. A CONTA DIVIDENDOS INCLUI R$ REFERENTE A JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO. EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO A-99/99/9999 % B-99/99/9999 % %B/A C-99/99/9999 % %C/B PATR LÍQ INICIAL RESULTADO DO EXERCÍCIO DIVIDENDOS AUMENTO DE CAPITAL AJUSTE PATRIMÔNIO LÍQUIDO QTDE AÇÕES TOTAIS VR PATRIM AÇÃO (VPA)

16 Credit Rating Corporate+ FLUXO DE CAIXA A- 99/99/9999 % B- 99/99/9999 %B/A % C- 99/99/9999 % %C/B FATURAMENTO LÍQUIDO GIR DA ATIVIDADE (EBITDA) GERACAO RECURSOS FINANC GER RECUR OUTR ATIVIDADES GERAÇÃO INTERNA RECURSOS VAR FINANC CONCEDIDOS CP VAR FINANC OBTIDOS DE CP VAR NECES CAP GIRO DE CP FLUXO OPERAC DE CAIXA CAPTAÇÃO RECURS FINANC CP APLIC RECURSOS FINANC CP FLUXO DE CAIXA REVERSÕES GER INT REC LP CAPTAÇÃO RECURS FINANC LP APLIC RECURSOS FINANC LP FLUXO DE CAIXA L PRAZO FONTES PERMANENTES APLICAÇÕES PERMANENTES GERAÇÃO LIQUIDA DE CAIXA DISP+APLIC FINAN INICIAIS DISP+APLIC FINANC FINAIS INDICADORES DE ATIVIDADE A- 99/99/9999 % B- 99/99/9999 %B/A % C- 99/99/9999 % %C/B FATURAMENTO LÍQUIDO ATIVO OPERACIONAL PASSIVO OPERACIONAL NEC CAPITAL GIRO ATIVO FINANCEIRO PASSIVO FINANCEIRO SALDO DE TESOURARIA PASSIVO PERMANENTE ATIVO PERMANENTE CAPITAL DE GIRO PADRÃO 9999 PADRÃO 9999 PADRÃO EVOLUÇÃO REAL DE VENDAS 4% 0% 5% 4% 4% 4% PRAZO MÉDIO RENOV ESTOQUE PRAZO MÉDIO RECEB VENDAS PRAZO MÉDIO PAG COMPRAS CICLO FIN BASE PRAZOS MED CICLO FINANCEIRO BASE NCG LIQUIDEZ GERAL 0,90 1,67 0,86 1,55 0,80 1,55 LIQUIDEZ CORRENTE 1,31 1,93 1,35 1,69 1,41 1,69 LIQUIDEZ SECA 0,76 0,70 0,84 0,70 0,71 0,70 16

17 Credit Rating Corporate+ INDICADORES DE ESTRUTURA A-99/99/9999 % B-99/99/9999 % %B/A C-99/99/9999 % %C/B DÍVIDA TOTAL DÍVIDA DE CURTO PRAZO DÍVIDA DE LONGO PRAZO DÍVIDA ONEROSA TOTAL DÍVIDA ONEROSA DE CP DÍVIDA ONEROSA DE LP DISP+APLICACAO FINANCEIRA DÍVIDA TOTAL LÍQUIDA DÍVIDA ONEROSA LÍQUIDA GIR DA ATIVIDADE (EBITDA) GERAÇÃO INTERNA RECURSOS PADRÃO 9999 PADRÃO 9999 PADRÃO DÍVIDA TOTAL LIQ/EBITDA 4,84-5,44-3,41 - DÍVIDA ONEROSA LIQ/EBITDA 0,99-1,18-0,80 - DÍVIDA TOTAL/GIR 19,52-17,04-4,70 - DÍVIDA DE CURTO PRAZO/GIR 11,36-9,15-2,21 - DÍVIDA ONEROSA CP/EBITDA 1,34-1,05-0,69 - ENDIVIDAMENTO 824% 74% 606% 89% 513% 89% IMOBIL PATRIMÔNIO LÍQUIDO 181% 23% 184% 32% 202% 32% PARTICIP FINANC NO ATIVO 40% 0% 38% 0% 39% 0% ENDIVIDAMENTO ONEROSO 370% 0% 266% 1% 239% 1% PART FINANC NO ENDIVIDAM 45% 0% 44% 2% 47% 2% PART FINANC ATIVO CIRCUL 25% 0% 19% 0% 21% 0% NIVEL DESCONTO DUPLICATAS 0% 0% 0% 0% 0% 0% INDICADORES DE INVESTIMENTO EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO SALDO INICIAL ACRÉSCIMOS INVESTIMENTOS CUSTO INVESTIMEN BAIXADO EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL DIVIDENDOS RECEBIDOS AJUSTE-EVOL INVESTIMENTOS SALDO FINAL EVOLUÇÃO DO IMOBILIZADO, DIFERIDO E INTANGIVEL A- 31/12/2004 % B- 31/12/2005 %B/A % C- 30/09/2006 % %C/B SALDO INICIAL AQUISICAO DE IMOBILIZADO CUSTO IMOBILIZADO BAIXADO DEPRECIACAO + AMORTIZACAO SALDO FINAL LEASING/ ARRENDAMENTO A-31/12/2004 % B-31/12/2005 % %B/A C-30/09/2006 % %C/B PAGAMENTOS EFETUADOS SALDO A PAGAR

18 Credit Rating Corporate+ FLUXO DE CAIXA LIVRE A- 31/12/2004 % B- 31/12/2005 %B/A % C- 30/09/2006 % %C/B FLUXO OPERAC DE CAIXA INVEST ATIVO PERM (CAPEX) FLUXO OP CAIXA LIQ CAPEX PADRÃO 2005 PADRÃO 2006 PADRÃO FOC LIQ CAPEX/DIV ONE LIQ -0, ,84-0,76 - FOC LIQ CAPEX/DIV TOT LIQ -0, ,18-0,18 - OBSOLESC DO ATIVO IMOBIL 64,0% 12,0% 60,0% 10,0% 0,0% 10,0% INDICADORES DE RESULTADOS A-99/99/9999 % B-99/99/9999 % %B/A C-99/99/9999 % %C/B VALOR ECONÔMICO GERADO PADRÃO 9999 PADRÃO 9999 PADRÃO TX VALOR ECONOMICO GERADO -22,4% - -3,6% - -1,2% - CUSTO MED POND CAP (WACC) 34,1% - 16,9% - 11,8% - CUSTO DO CAPITAL PRÓPRIO 16,2% - 19,0% - 11,6% - CUSTO CAPITAL TERCEIROS 36,3% - 16,5% - 11,9% - RETORNO AJUST ATIVO MÉDIO 11,7% - 13,3% - 10,6% - GIRO DO ATIVO 1,10 2,34 1,02 2,43 1,09 2,43 RENTABILIDADE DAS VENDAS 3% 2% 8% 2% 5% 2% RENT DO ATIVO MÉDIO (ROI) 4% 7% 9% 6% 5% 6% RENT PATR LIQ MÉDIO (ROE) 32% 14% 73% 15% 32% 15% CONCLUSÕES A SERASA MANTÉM O RATING 10 DA EMPRESA MODELO DE PAPEL S/A, EM RAZÃO DE A EMPRESA INDICAR BAIXO RISCO DE CRÉDITO CARACTERIZADO PELO PERFIL ECONÔMICO-FINANCEIRO APRESENTADO, EVIDENCIADO PELOS SUCESSIVOS LUCROS, PELO ELEVADO NÍVEL DE APLICAÇÕES FINANCEIRAS E PELA EXPANSÃO VERIFICADA NAS VENDAS. O RATING CONSIDERA, AINDA, O FATO DE POSSUIR UMA GESTÃO ADMINISTRATIVA PROFISSIONALIZADA, A POSIÇÃO DE DESTAQUE QUE OCUPA NO SEGMENTO DE INDUSTRIA DE PAPEL, ASSIM COMO AS BOAS PERSPECTIVAS DO SETOR. VALE DESTACAR QUE A EMPRESA FOI VISITADA POR ANALISTAS DA SERASA. EM DEZEMBRO DE 9999, A EMPRESA MODELO DE PAPEL PASSOU A INTEGRAR O NÍVEL X DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BOLSA DE VALORES DE SÃO PAULO. EM SETEMBRO DE 9999 O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA MODELO DE PAPEL APROVOU A CONCESSÃO DO DIREITO AS AÇÕES PREFERENCIAIS DE SEREM INCLUIDAS EM OFERTA PÚBLICA DECIRRENTE DE EVENTUAL ALIENAÇÃO DE CONTROLA DA SOCIEDADE, ASSEGURANDO-LHES O RECEBIMENTO DE PREÇO IGUAL A 60% DO VALOR PAGO POR AÇÃOOR ORDINÁRIA INTEGRANTE DO BLOCO DE CONTROLE, SEM PREJUÍZO DAS VANTAGENS A ELAS ATRIBUIDAS, ISTO É, A MANUTENÇÃO DE DIREITO AO PAGAMENTO DE DIVIDENDO POR AÇÃO PREFERENCIAL 10% MAIOR QUE O ATRIBUÍDO AS AÇÕES ORDINÁRIAS. POR MEIO DA EMPRESA DO GRUPO, EMPRESA DE PAPEIS RECICLADOS S/A, EM 99/9999 CONSTITUIU UM MODELO DE NEGÓCIO PARA AUMENTAR SEU VOLUME DE EXPORTAÇÃO DE OUTROS PRODUTOS COMO A CAIXA DE PAPELÃO ONDULADO, QUE TEVE AUMENTO DE 20% EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR. EM 9999, A COMPANHIA CONSTITUIU QUATRO SOCIEDADES EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO (SPC S), COM PROPÓSITO ESPECÍFICO PARA CAPTAR RECURSOS FINANCEIROS PARA PROJETOS DE REFLORESTAMENTO. ATUALMENTE A EMPRESA POSSUI 13 UNIDADES INDUSTRIAIS NO BRASIL E UMA NO CHILE, TOTALIZANDO UMA CAPACIDADE ANUAL DE PRODUÇÃO DE 3,2 MIL TONELADAS DE PAPEIS. O PROJETO MUNDO VERDE, QUE ELEVARÁ A CAPACIDADE DE REFLORESTAMENTO. A EMPRESA TAMBÉM INVESTIRÁ NA EXPANSÃO, CERCA DE R$ 5,0 MILHÕES. O PROJETO COLOCARÁ A EMPRESA ENTRE AS MAIORES DO BRASIL, ENTRE AS 20 MAIORES DA AMÉRICA LATINA E A TERCEIRA NA PRODUÇÃO DE EMBALAGENS. EM 9999, O DESEMPENHO DO SETOR PRODUTOR DE PAPEL FOI SUPERIOR AO ANO ANTERIOR, IMPULSIONADO PELO AUMENTO DA DEMANDA INTERNA, DADO QUE O VOLUME EXPORTADO DIMINUI. A PRODUÇÃO DE PAPEL AUMENTOU 2,5% EM 9999 DEVIDO AO ENCREMENTO 6,21% NAS VENDAS E 4,23 NO CONSUMO PRÓPRIO. O CENÁRIO INTERNO FAVORÁVEL, COM EXPANSÃO DO CRÉDITO, QUEAD NA TAXA DE JUROS BÁSICA (SELIC) E RECUPERAÇÃO DO RENDIMENTO REAL DA POPULAÇÃO, IMPACTARAM POSITIVAMENTE NO AUMENTO DA DEMANDA INTERNA POR PAPEL, PRINCIPALMENTE DO SEGMENTO EDUCACIONAL E CADERNEIRO. NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 9999, A PRODUÇÃO DE PAPEL AUMENTOU 1,69% EM RELAÇÃO A IGUAL PERÍODO DE 9999, DEVIDO AOS AUMENTOS DE 3,16% NO VOUME DE EXPORTADO E DE 6,64% NO CONSUMO PRÓPRIO. AS VENDAS DOMÉSTICAS RECUPERAM-SE LIGEIRAMENTE E FORAM 0,87% SUPERIORES AS DO ANO ANTERIOR. A MANUTENÇÃO DA CONJUNTURA INTERNA FAVORÁVEL, COM EXPANSÃO DO CRÉDITO, QUEDA DA TAXA DE JUROS (SELIC) E RECUPERAÇÃO DO RENDIMENTO REAL DA POPULAÇÃO, IMPULSIONOU A RECUPERAÇÃO DA VENDA DE PAPEIS NO MERCADO INTERNO. A ANÁLISE DAS DEMONSTRACOES FINANCEIRAS DE 99/99/9999 EVIDENCIOU MANUTENCAO DA FINANCEIRA. SITUACAO ECONOMICO- 18

19 Credit Rating Corporate+ ACOMPANHANDO O DESEMPENHO DO SETOR, O FATURAMENTO ANUALIZADO DA EMPRESA MODELO DE PAPEL APRESENTADO NO BALANCETE DE 9999 INDICOU TENDENCIA DE CRESCIMENTO REAL (DESCONTADA A INFLACAO MEDIDA PELO IGP-DI) DE 4%, COMPARADO A 9999, QUANDO JA HAVIA DEMONSTRADO EVOLUCAO REAL DE 5%. EM 9999, A REVERSÃO DA PROVISÃO PARA PERDAS EM INVESTIMENTOS POSSIBILITOU A MELHORA DOS RECURSOS GERADOS NA ATIVIDADE (EBITDA), QUE PASSOU A REPRESENTAR 16% DAS VENDAS (11% EM ANO ANTERIOR). ESTE DESEMPENHO REFLETIU AINDA NA GERACAO INTERNA DE RECURSOS, LEVANDO A COMPANHIA AUFERIR LUCRO EQUIVALENTE A 5% DO FATURAMENTO, ANTE 8% EM 9999, QUANDO FOI FAVORECIDO PELA REDUÇÃO DOS ENCARGOS FINANCEIROS E PELA RECEITA EXTRA-OPERACIONAL (GANHO DE CAPITAL). O MONTANTE GERADO INTERNAMENTE, ALIADO A LIBERACAO DE VALORES DO GIRO, DECORRENTE DA REDUCAO DA CONTA CRÉDITOS A RECEBER DE CLIENTES. PARA COMPLEMENTAR O FLUXO DE CAIXA, EM 9999, A EMPRESA CONTOU COM O APORTE DE CAPITAL E RECORREU A CAPTACAO DE EMPRESTIMOS BANCARIOS, SENDO ESTA A PRINCIPAL ORIGEM DO ANO ANTERIOR, MANTENDO, DESSA FORMA, O ELEVADO NIVEL DE ENDÍVIDAMENTO. DESTACA-SE QUE, EM 9999, AS DEBENTURES SIMPLES (NAO CONVERSIVEIS EM ACOES), EMITIDAS EM 9999, FORAM RECLASSIFICADAS PARA O LONGO PRAZO, SENDO QUE OS PAPEIS TERAO UM FLUXO DE AMORTIZACAO ANUAL EM TRES PARCELAS IGUAIS E CONSECUTIVAS, VENCENDO A PRIMEIRA EM 99/99/9999 E AS DEMAIS NOS ANOS SUBSEQUENTES. DESTACA-SE QUE, EM 9999, AS DEBÊNTURES DESTACA-SE QUE, EM 9999, AS DEBÊNTURES SIMPLES (NÃO CONVERSÍVEIS EM AÇÕES), EMITIDAS EM 9999, FORAM RECLASSIFICADAS PARA O LONGO PRAZO, SENDO QUE OS PAPÉIS TERÃO UM FLUXO DE AMORTIZAÇÃO ANUAL EM TRÊS PARCELAS IGUAIS E CONSECUTIVAS, VENCENDO A PRIMEIRA EM 99/99/9999 E AS DEMAIS NOS ANOS SUBSEQUENTES. EM 99/9999, A LOJAS AMERICANAS EMITIU DEBÊNTURES SIMPLES NO VALOR TOTAL DE R$ 234 MILHÕES, AS QUAIS SERÃO AMORTIZADAS EM 3 PARCELAS IGUAIS, ANUAIS E CONSECUTIVAS, A PARTIR DE ABRIL DE OS RECURSOS DISPONIBILIZADOS FORAM UTILIZADOS NO PAGAMENTO DO IMPOSTO DE RENDA E DIVIDENDOS, REMUNERANDO O ACIONISTA A UMA TAXA DE DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS (PAY OUT) DE 179,6% NO ÚLTIMO ANO, E NA REALIZAÇÃO DE INVERSÕES NO ATIVO PERMANENTE (CAPEX), SENDO QUE AS ADIÇÕES AO ATIVO IMOBILIZADO E DIFERIDO TOTALIZARAM R$ 112 MILHÕES, COM ÊNFASE NA INAUGURAÇÃO DE 2 FÁBRICAS, ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA E MELHORIAS DOS PROCESSOS OPERACIONAIS E LOGÍSTICA. HOUVE AINDA A RECOMPRA DE AÇÕES PRÓPRIAS NO VALOR DE R$ 42,6 MILHÕES, PARA POSTERIOR CANCELAMENTO. APÓS ESSAS OPERAÇÕES, VERIFICOU-SE QUE, EM 9999, OS INGRESSOS DE RECURSOS FORAM INFERIORES AOS DESEMBOLSOS REALIZADOS, OCASIONANDO A REDUÇÃO DAS DISPONIBILIDADES. CONTUDO, AS APLICAÇÕES FINANCEIRAS MANTIVERAM-SE EM ELEVADO PATAMAR, CUJO SALDO CORRESPONDIA A APROXIMADAMENTE 40% DAS OBRIGAÇÕES DE CURTO PRAZO. DESTACA-SE QUE, A COMPANHIA CONTINUA REAFIRMANDO SEU COMPROMISSO COM A POLÍTICA CONSERVADORA DE APLICAÇÃO DO CAIXA, MANIFESTADA PELA UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE HEDGE, EM DÓLARES AMERICANOS, PARA FAZER FRENTE A EVENTUAIS FLUTUAÇÕES DO CÂMBIO, SEJA EM RELAÇÃO AO PASSIVO FINANCEIRO, SEJA PARA SUA POSIÇÃO DE CAIXA TOTAL. OS RECURSOS DISPONIBILIZADOS FORAM UTILIZADOS, NOS DOIS ULTIMOS ANOS, NA REALIZACAO DE INVERSOES NO ATIVO PERMANENTE, NO REPASSE DE RECURSOS A EMPRESAS DO GRUPO E NO PAGAMENTO DE DIVIDENDOS. AO FINAL DAS OPERACOES, VERIFICOU-SE QUE, EM 9999, OS INGRESSOS DE RECURSOS FORAM SUPERIORES AOS DESEMBOLSOS REALIZADOS, AUMENTANDO O SALDO DAS APLICACOES FINANCEIRAS, QUE REPRESENTAVAM 2,21 VEZES AS OBRIGACOES ONEROSAS DE CURTO PRAZO. 19

20 Credit Rating Corporate Aplicação O relatório Credit Rating Corporate é disponibilizado para a análise de empresas com ativo total ou faturamento líquido maior que R$ 50 milhões e menor igual a R$ 200 milhões. Conceito O Credit Rating Corporate é um relatório econômico-financeiro, cadastral e com classificação do risco de crédito, destinado a orientar decisões de crédito e negócios envolvendo grandes empresas. Esse relatório incorpora as mais avançadas e modernas técnicas de análise baseadas no conceito de análise dinâmica, que mede a solidez financeira da empresa e a sua capacidade de gerar recursos face às necessidades para sustentação das atividades operacionais básicas. Metodologia A classificação do risco é calculada por modelos estatísticos e considera as mais relevantes informações sobre a empresa, o grupo econômico e o setor em que a empresa atua. As técnicas de análise presentes baseiam-se na apuração de um conjunto de indicadores financeiros e na comparação com os índices padrões do mercado, permitindo um diagnóstico preciso do desempenho econômico-financeiro da empresa. Informações do Produto O Credit Rating Corporate reúne completas informações de natureza cadastral, comportamental, econômico-financeira, macroeconômica e setorial, além de conter informações sobre as empresas no que diz respeito às suas estratégias de negócios publicadas em jornais e revistas, conforme exemplificado no modelo a seguir. Além disso, vários relatórios com diferentes níveis de suficiência de informação também estão disponíveis para consulta, conforme apresentado no quadro a seguir. 20

CREDIT RATING SERASA. Modelos de Relatórios

CREDIT RATING SERASA. Modelos de Relatórios CREDIT RATING SERASA Modelos de Relatórios 2 SOLUÇÃO COMPLETA E ABRANGENTE PARA APOIAR NEGÓCIOS NOS SEGMENTOS SMALL, MIDDLE E CORPORATE MARKET 3 ESCALA UNIFICADA DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Classes de Risco

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

COMENTÁRIOS DO DESEMPENHO NO 3º TRIMESTRE E 9 MESES DE 2002

COMENTÁRIOS DO DESEMPENHO NO 3º TRIMESTRE E 9 MESES DE 2002 COMENTÁRIOS DO DESEMPENHO NO 3º TRIMESTRE E 9 MESES DE 2002 Desempenho Em ambiente de queda da atividade na indústria automobilística, a Iochpe-Maxion apresentou um crescimento de 8,4% nas vendas no terceiro

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS NOTA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Curso: Administração de Empresas Turma: Disciplina: Administração Financeira Professor : Maxwell Lucena / Aluno(a): Maxwe R.A.: Assinatura: Data: / / 1ª. Questão

Leia mais

Pontuação: 125 probabilidade média de inadimplência na faixa de 101 a 150: 22,50%

Pontuação: 125 probabilidade média de inadimplência na faixa de 101 a 150: 22,50% Confidencial Para: J&R 28/03/2014 11:05 Versão 2.12.1 RELATO RELATÓRIO DE COMPORTAMENTO EM NEGÓCIOS DISPLAY COMERCIO E DISTRIBUIO EIRELI EPP CNPJ: 19.728.709/0001-36 VALORES EM REAIS 28/03/2014 11:05:22

Leia mais

Relatório Analítico 27 de março de 2012

Relatório Analítico 27 de março de 2012 VENDA Código de Negociação Bovespa TGM A3 Segmento de Atuação Principal Logística Categoria segundo a Liquidez 2 Linha Valor de M ercado por Ação (R$) 29,51 Valor Econômico por Ação (R$) 32,85 Potencial

Leia mais

Manual do sistema. Serasa Empresas Credito e Risco. Manual de operações. Belo Horizonte

Manual do sistema. Serasa Empresas Credito e Risco. Manual de operações. Belo Horizonte Manual do sistema Serasa Empresas Credito e Risco Manual de operações Belo Horizonte Agosto - 2007 Sumário Introdução ------------------------------------------3 Consulta --------------------------------------------4

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS

INDICADORES FINANCEIROS Relatório 2014 Um Olhar para o Futuro DESEMPENHO ECONÔMICO ECONÔMICA www.fibria.com.br/r2014/desempenho-economico/ 126 INDICADORES FINANCEIROS A Fibria encerrou 2014 com lucro líquido de R$ 163 milhões,

Leia mais

Divulgação de resultados 3T13

Divulgação de resultados 3T13 Brasil Brokers divulga seus resultados do 3º Trimestre do ano de 2013 Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2013. A Brasil Brokers Participações S.A. (BM&FBovespa: BBRK3) uma empresa com foco e atuação no

Leia mais

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1 Exercícios de Fixação (Questões de concurso) 1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.1.1 Concurso para AFRF 2000 prova de contabilidade avançada - Questão 15 ENUNCIADO 15- Aplicações em Investimentos

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal...3 1. Introdução...3 2. Objetivos e técnicas de análise...4 3. Análise vertical...7 3.1 Cálculos da análise vertical do balanço

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

4 trimestre de 2010. Sumário Executivo. Itaú Unibanco Holding S.A.

4 trimestre de 2010. Sumário Executivo. Itaú Unibanco Holding S.A. 4 trimestre de 2010 Sumário Executivo Apresentamos, abaixo, informações e indicadores financeiros do (Itaú Unibanco) do quarto trimestre de 2010 e do exercício findo em 31 de dezembro de 2010. (exceto

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2012 - KLABIN S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2. Balanço Patrimonial Ativo 3

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2012 - KLABIN S.A. Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2. Balanço Patrimonial Ativo 3 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 5 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Aula n 04 online MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Balanço Patrimonial Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio

Leia mais

Contexto Operacional. Operação. Receita Líquida. 12,9 bilhões. Composição da Receita Consolidada (%)

Contexto Operacional. Operação. Receita Líquida. 12,9 bilhões. Composição da Receita Consolidada (%) 103 Contexto Operacional A seguir seguem os comentários sobre o desempenho da S.A. referentes ao exercício de 2014. Com intuito de proporcionar a visibilidade anual dos resultados, tais comentários são

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

ANALISANDO A ESTRATÉGIA ENTRE O APORTE DE CAPITAL E EMPRÉSTIMOS DE ACIONISTAS

ANALISANDO A ESTRATÉGIA ENTRE O APORTE DE CAPITAL E EMPRÉSTIMOS DE ACIONISTAS ANALISANDO A ESTRATÉGIA ENTRE O APORTE DE CAPITAL E EMPRÉSTIMOS DE ACIONISTAS! Se as linhas de crédito estão escassas, qual a melhor estratégia para suprir a empresa com recursos?! É possível manter a

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01176-2 VULCABRAS SA 50.926.955/0001-42 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01176-2 VULCABRAS SA 50.926.955/0001-42 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/1999 O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00839-7 MANGELS INDUSTRIAL S.A. 61.065.298/0001-02 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00839-7 MANGELS INDUSTRIAL S.A. 61.065.298/0001-02 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 31/3/21 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

DESTAQUES DO CONSOLIDADO

DESTAQUES DO CONSOLIDADO 1 T 13 Passo Fundo, 30 de abril de 2013 A Grazziotin (BM&FBOVESPA: CGRA3 e CGRA4), empresa de comércio varejista do segmento de vestuário e utilidades domésticas, localizada na região sul do país, divulga

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Página 1 de 12

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Página 1 de 12 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Página 1 de 12 Do Plano de Recuperação ANEXO I 1 A Operadora deverá mencionar em seu Plano de Recuperação, o(s) motivo(s) e problema(s) exposto(s) pela ANS, indicando

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA DISTRIBUIÇÃO DA APRESENTAÇÃO - Aspectos Conceituais - Definições Teóricas e Acadêmicas

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

Ilmos. Senhores - Diretores e Acionistas da LINK S/A CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

Ilmos. Senhores - Diretores e Acionistas da LINK S/A CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS A-PDF MERGER DEMO PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES São Paulo,04 de agosto de 2006. Ilmos. Senhores - es e Acionistas da LINK S/A CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 1. Examinamos os balanços

Leia mais

Reestruturação operacional reduz os custos e as despesas operacionais, proporcionando Ebitda de R$ 2,4 milhões.

Reestruturação operacional reduz os custos e as despesas operacionais, proporcionando Ebitda de R$ 2,4 milhões. Última Cotação em 30/09/2013 FBMC4 - R$ 43,90 por ação Total de Ações: 726.514 FBMC3: 265.160 FBMC4: 461.354 Valor de Mercado (30/09/2013): R$ 31.893,9 milhões US$ 14.431,7 milhões São Bernardo do Campo,

Leia mais

Banco Santander (Brasil) S.A.

Banco Santander (Brasil) S.A. Banco Santander (Brasil) S.A. Resultados em BR GAAP 4T14 3 de Fevereiro de 2015 INFORMAÇÃO 2 Esta apresentação pode conter certas declarações prospectivas e informações relativas ao Banco Santander (Brasil)

Leia mais

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO DE UMA PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA - CTAE

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO DE UMA PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA - CTAE UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL CTAE DIAGNÓSTICO

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01896-1 MEHIR HOLDINGS S.A. 04.310.392/0001-46 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/25 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Divulgação Externa O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO

Leia mais

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto Olá, pessoal! Aqui estou eu de novo, para continuar o assunto da aula passada: Fluxo de Caixa e Demonstração do Fluxo de Caixa. Assunto da maior importância, que está sendo cobrado nos atuais concursos

Leia mais

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200 EXERCÍCIOS EXTRAS 1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200 S.DEVEDORES (APLICAÇÕES)............ S.CREDORES (ORIGENS)...... t o t a

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes

DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA: BALANÇO PATRIMONIAL Blume Pfleger Valmira Trapp Fernandes RESUMO: Dentro do plano de contas de uma empresa, o Balanço Patrimonial, deve ser produzido de maneira minuciosa e exata,

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00617-3 FORJAS TAURUS S.A. 92.781.335/0001-02 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00617-3 FORJAS TAURUS S.A. 92.781.335/0001-02 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF DFP - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PADRONIZADAS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/12/29 O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

Embratel Participações S.A. (Embratel Participações ou Embrapar ) detém 99,0 porcento da Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. ( Embratel ).

Embratel Participações S.A. (Embratel Participações ou Embrapar ) detém 99,0 porcento da Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. ( Embratel ). Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 25 de Outubro de 2005. Embratel Participações S.A. (Embratel Participações ou Embrapar ) detém 99,0 porcento da Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. ( Embratel ). (Os

Leia mais

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2003 e Parecer dos Auditores Independentes Parecer dos Auditores Independentes 29 de janeiro

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS Claudio Barbosa Cardoso Orientador: Benedito Giovani Martins de Paula Linha de Pesquisa: Demonstrações Financeiras Universidade

Leia mais

Romi registra lucro líquido de R$ 83 milhões em 2006, o maior resultado de sua história

Romi registra lucro líquido de R$ 83 milhões em 2006, o maior resultado de sua história Resultados do 4 o Trimestre de 2006 Cotações (28/12/06) ROMI3 - R$ 158,00 ROMI4 - R$ 146,50 Valor de Mercado R$ 999,0 milhões Quantidade de Ações Ordinárias: 3.452.589 Preferenciais.: 3.092.882 Total:

Leia mais

Gerdau S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010

Gerdau S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 54 RELATÓRIO ANUAL GERDAU 2011 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RESUMIDAS Gerdau S.A. e Metalúrgica Gerdau S.A. Em 31 de dezembro de 2011 e 2010 GERDAU S.A. e empresas controladas BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS

Leia mais

HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Parecer dos auditores independentes

HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Parecer dos auditores independentes HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Parecer dos auditores independentes Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2009 e 2008 HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS

Leia mais

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS

O que é Finanças? 22/02/2009 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS Prof. Paulo Cesar C. Rodrigues E mail: prdr30@terra.com.br INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS CORPORATIVAS O que é administração financeira? Qual sua importância para as corporações? Como são tomadas as decisões financeiras?

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

Earnings Release 1T15

Earnings Release 1T15 Santo André, 05 de maio de 2015: A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A. (BM&FBOVESPA: CVCB3), maior operadora de turismo das Américas, informa aos seus acionistas e demais participantes do mercado

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL

ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL Introdução Já sabemos que o Patrimônio é objeto da contabilidade, na qual representa o conjunto de bens, diretos e obrigações. Esta definição é muito importante estar claro

Leia mais

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos 2ª edição Ampliada e Revisada Capítulo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Tópicos do Estudo Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). Uma primeira tentativa de estruturar

Leia mais

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos.

O Lucro Líquido do 1T12 foi de R$2,5 MM, superior em R$10,7 MM ao prejuízo do 1T11, de R$8,2 MM negativos. São Paulo, 14 de maio de 2012 - A Unidas S.A. anuncia os seus resultados do primeiro trimestre de 2012 (). As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais, exceto quando indicado o contrário.

Leia mais

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas?

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas? 22 capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO A Contabilidade é o instrumento que as empresas usam para controlar suas finanças e operações. E os demonstrativos contábeis balanço patrimonial e demonstração

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T15

Divulgação de Resultados 1T15 São Paulo - SP, 06 de Maio de 2015. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private equity

Leia mais

Lucro Líquido de R$ 239 milhões no 1T15, crescimento de 34%; Margem EBITDA de 9,6%, com aumento de 0,7 p.p.

Lucro Líquido de R$ 239 milhões no 1T15, crescimento de 34%; Margem EBITDA de 9,6%, com aumento de 0,7 p.p. Lucro Líquido de R$ 239 milhões no 1T15, crescimento de 34%; Margem EBITDA de 9,6%, com aumento de 0,7 p.p. No 1T15, a receita líquida totalizou R$ 5,388 bilhões, estável em relação ao 1T14 excluindo-se

Leia mais

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade:

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade: Olá, pessoal! Como já devem ter visto, dois bons concursos estão na praça: Fiscal do ISS de São Paulo e Auditor Fiscal do Ceará. As bancas são, respectivamente, a Fundação Carlos Chagas (FCC) e a Escola

Leia mais

Brasil Brokers divulga seus resultados do 2º Trimestre de 2010

Brasil Brokers divulga seus resultados do 2º Trimestre de 2010 Brasil Brokers divulga seus resultados do 2º Trimestre de 2010 Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2010. A Brasil Brokers Participações S.A. (BM&FBovespa: BBRK3) uma empresa com foco e atuação no mercado de

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte BALANÇO PATRIMONIAL 1. CRITÉRIO DE DISPOSIÇÃO DAS CONTAS NO ATIVO E NO PASSIVO (ART. 178 DA LEI 6.404/76): a. No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos

Leia mais

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 17.488 25.888 Fornecedores e outras obrigações 17.561 5.153 Contas a receber

Leia mais

Suzano Papel e Celulose anuncia os resultados consolidados do 2º trimestre de 2006

Suzano Papel e Celulose anuncia os resultados consolidados do 2º trimestre de 2006 Suzano Papel e Celulose anuncia os resultados consolidados do 2º trimestre de 2006 Ebitda consolidado pro-forma com Ripasa atinge US$125 milhões São Paulo, 19 de julho de 2006. Suzano Papel e Celulose

Leia mais

Divulgação de Resultados 2014

Divulgação de Resultados 2014 São Paulo - SP, 10 de Fevereiro de 2015. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private-equity

Leia mais

EARNINGS RELEASE 2T12 e 1S12

EARNINGS RELEASE 2T12 e 1S12 São Paulo, 15 de agosto de 2012 - A Inbrands S.A. ( Inbrands ou Companhia ), uma empresa de consolidação e gestão de marcas de lifestyle e moda premium do Brasil, anuncia hoje os resultados do segundo

Leia mais

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES

CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: AJUSTES E ELIMINAÇÕES IMPORTANTES Qual o objetivo da consolidação? O que precisa ser consolidado? Quais são as técnicas de consolidação? Como considerar a participação

Leia mais

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro.

Conceito. Praticamente todos os indivíduos e organizações recebem ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Plano de Ensino Conceito A Função Financeira nas Empresas Utilização das informações contábeis Áreas de Decisões Financeiras Objetivos do Administrador Financeiro Organização da Função Financeira Estrutura

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPRS E PARTS Versão : 1. Composição do Capital 1

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPRS E PARTS Versão : 1. Composição do Capital 1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 5 Demonstração do Resultado 7 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00414-6 KARSTEN S.A. 82.640.558/0001-04 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 00414-6 KARSTEN S.A. 82.640.558/0001-04 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/29 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 06: ANÁLISE E CONTROLE ECONÔMICO- FINANCEIRO TÓPICO 01: ANÁLISE POR ÍNDICES Fonte (HTTP://WWW.FEJAL.BR/IMAGES/CURS OS/CIENCIASCONTABEIS.JPG) ANÁLISE POR INTERMÉDIO

Leia mais

Relatório de Resultados 2T 2015

Relatório de Resultados 2T 2015 MMX - Resultados Referentes ao 2º trimestre de 2015 Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2015 A MMX Mineração e Metálicos S.A. ( Companhia ou MMX ) (Bovespa: MMXM3) anuncia seus resultados referentes ao 2º

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

www.editoraatlas.com.br

www.editoraatlas.com.br www.editoraatlas.com.br 6278curva.indd 1 04/04/2011 11:11:12 Equipe de Professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP Contabilidade Introdutória Manual do Professor Coordenação

Leia mais

00009-4 PANATLANTICA SA 92.693.019/0001-89

00009-4 PANATLANTICA SA 92.693.019/0001-89 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A Companhia, com sede em Gravataí (RS) e unidade industrial em Glorinha (RS), tem por objeto a industrialização, comércio, importação, exportação e beneficiamento de aços e metais,

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A.

Raízen Combustíveis S.A. Balanço patrimonial consolidado e condensado (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo 30.06.2014 31.03.2014 Passivo 30.06.2014 31.03.2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa

Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa Análise do Capital de Giro e Elaboração e Análise do Fluxo de Caixa 1 ANÁLISE DO CAPITAL DE GIRO A Necessidade de Capital de Giro é a chave para a administração financeira de uma empresa. Necessidade de

Leia mais

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. PROVA ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE DA SECRETARIA DO

Leia mais

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) Bibliografia Básica: FANOR MBA Internacional - Finanças DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto) CONTATOS: www.netofeitosa.com.br contato@netofeitosa.com.br (85)

Leia mais

Brasil Brokers divulga seus resultados do 4º Trimestre de 2009

Brasil Brokers divulga seus resultados do 4º Trimestre de 2009 Brasil Brokers divulga seus resultados do 4º Trimestre de 2009 Rio de Janeiro, 10 de março de 2010. A Brasil Brokers Participações S.A. (Bovespa: BBRK3) uma empresa com foco e atuação no mercado de intermediação

Leia mais

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga

Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga Faculdade Carlos Drummond de Andrade Profa. Katia de Angelo Terriaga CONTABILIDADE GERENCIAL ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ATRAVÉS DE ÍNDICES Importância da Análise Através de Indicadores. Visa obter através

Leia mais

Marketing Prof. Sidney Leone. Hoje Você Aprenderá: Ferramentas. Gestão Financeira: Planejamento Financeiro

Marketing Prof. Sidney Leone. Hoje Você Aprenderá: Ferramentas. Gestão Financeira: Planejamento Financeiro Marketing Prof. Sidney Leone Gestão Financeira: Planejamento Financeiro Hoje Você Aprenderá: Demonstrativos financeiros da empresa (Balanço Patrimonial, DRE, DMPL etc...) Análise econômicofinanceira.(fluxo

Leia mais

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS 1. CONCEITOS A Demonstração do Fluxo de Caixa demonstra a origem e a aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa em um determinado período e o resultado desse fluxo (Iudícibus e Marion, 1999).

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 02112-1 SUL AMERICA S.A. 29.978.814/0001-87. Rua Beatriz Larragoiti Lucas,121 - parte

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 02112-1 SUL AMERICA S.A. 29.978.814/0001-87. Rua Beatriz Larragoiti Lucas,121 - parte ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/6/29 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Reapresentação Espontânea O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES

Leia mais

3 T 10 RESULTADOS DO 3T10. Dados em 30/09/2010. Grazziotin PN (CGRA4) R$ 13,20. Valor de Mercado R$ 291,2 milhões

3 T 10 RESULTADOS DO 3T10. Dados em 30/09/2010. Grazziotin PN (CGRA4) R$ 13,20. Valor de Mercado R$ 291,2 milhões 3 T 10 Passo Fundo, 5 de novembro de 2010 A Grazziotin (BM&FBOVESPA: CGRA3 e CGRA4), empresa de comércio varejista do segmento de vestuário e utilidades domésticas, localizada na região sul do país, divulga

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS 1 2 sem/11 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alcides T. Lanzana 2 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Introdução Valuation Métodos de atribuição de valor à empresa 3 USOS DO VALUATION Compra e Venda Fusões e Incorporações

Leia mais

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1

Prefácio, xvii. Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 Prefácio, xvii Parte I Ambiente da Análise Financeira, 1 1 Amplitude da análise financeira, 3 1.1 Visão estratégica da empresa, 3 1.2 Que é análise financeira de empresas, 6 1.3 Análise financeira e áreas

Leia mais

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis:

4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA. 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: 4º E 5º PERIODOS CIENCIAS CONTABEIS PROF NEUSA Exercícios: 1- A empresa Brasil S/A apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco 100.000 Duplicatas a receber 80.000 Financiamentos 80.000

Leia mais

LOJAS AMERICANAS Comentário de Desempenho 2º Trimestre de 2005

LOJAS AMERICANAS Comentário de Desempenho 2º Trimestre de 2005 LOJAS AMERICANAS Comentário de Desempenho 2º Trimestre de 25 Rio de Janeiro, 15 de agosto de 25 Lojas Americanas S.A. (BOVESPA: LAME3-ON;LAME4-PN), apresenta os resultados consolidados do 2 º trimestre

Leia mais

Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011

Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011 Abril Educação S.A. Informações Proforma em 30 de junho de 2011 RESULTADOS PRO FORMA NÃO AUDITADOS CONSOLIDADOS DA ABRIL EDUCAÇÃO As informações financeiras consolidadas pro forma não auditadas para 30

Leia mais

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Mário Leitão Estrutura das Demonstrações Financeiras A análise das demonstrações financeiras exige conhecimento do que representa cada conta que nela figura. Há

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO

CONTABILIDADE E TURISMO Capítulo 1 CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Capítulo 1 Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01665-9 PORTO SEGURO S.A. 02.149.205/0001-69 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DFP - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PADRONIZADAS EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Data-Base - 31/12/26 Divulgação Externa Legislação Societária O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01901-1 EMPR. CONCESS. DE RODOVIAS DO NORTE S.A. 02.222.736/0001-30 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01901-1 EMPR. CONCESS. DE RODOVIAS DO NORTE S.A. 02.222.736/0001-30 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/9/25 O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse.

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse. CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 cópias na biblioteca

Leia mais

Resultado da Oferta Pública Voluntária de Permuta. Novembro de 2014

Resultado da Oferta Pública Voluntária de Permuta. Novembro de 2014 Resultado da Oferta Pública Voluntária de Permuta Novembro de 2014 OFERTA VOLUNTÁRIA DE PERMUTA DE AÇÕES No dia 30 de outubro realizamos o leilão da oferta voluntária. A adesão dos minoritários do Santander

Leia mais

EARNINGS RELEASE 1T12

EARNINGS RELEASE 1T12 São Paulo, 16 de maio de 2012 - A Inbrands S.A. ( Inbrands ou Companhia ), uma empresa de consolidação e gestão de marcas de lifestyle e moda premium do Brasil, anuncia hoje os resultados do 1º trimestre

Leia mais

Earnings Release 1s14

Earnings Release 1s14 Earnings Release 1s14 1 Belo Horizonte, 26 de agosto de 2014 O Banco Bonsucesso S.A. ( Banco Bonsucesso, Bonsucesso ou Banco ), Banco múltiplo, de capital privado, com atuação em todo o território brasileiro

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO. Isabele Cristine e Vivian Vasconcelos

FUNDAMENTOS DA GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO. Isabele Cristine e Vivian Vasconcelos FUNDAMENTOS DA GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO Isabele Cristine e Vivian Vasconcelos Objetivos Apresentar o conceito e em que contexto está inserido o capital de giro; Explicar a importância do capital de giro;

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE BRUSQUE - FEBE CNPJ (MF) Nº 83.128.769/0001-17 Brusque - SC DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 Fevereiro/2011 1 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais